[Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] meu ponto é história muito grande com animais e eu vou colocar uma lenda o tamanduá um dia o deus vem em forma de comando é pra nossa tribo aí ele ficou no meio das crianças criança acolheu ele porque ele era pequeno aí onde os mais velhos foram caçar pegar mandioca e eles foram transformando o tamanduá é isso que eu estou mandando tá comendo formigas as crianças pinturas porque não comia formiga aí ele falou porque ele não era tão android era gente sabe que ela sonho como tamanduá aí as crianças
foi começou a pegar comida escondido dos mais velhos para adaptar mandou a acrescentar o tamanduá porque ele veio em forma de demandar ele não queria falar só que a criança e ficou tentando ainda falou que ele veio pra ver quem era bom que era ruim na tribo aí as crianças ou cuidando dele ele viu quem elas boas criança acompanhar riba a cabeça de ocupar a cadeira eo bola que é a capivara cadê o bloco que é o peixe existiu mas não existe mais né é e cria um espaço tão vago na vida de nossos jovens
está crescendo agora estão crescendo houve na história mas sem conhecer então se isso é perdido se isso é atacado o povo fica fica meio desnorteado em relação à cultura é em relação à arte a gente nota também essa esse empobrecimento não é isso a gente vê com um olhar muito triste esse crime né porque isso afeta diretamente a forma de representação artística do povo na'vi porque a gente se inspira nos animais que têm no rio ué não próprio para poder representar o corpo é na hora da na hora de fazer uma uma religião então isso
é uma perca tão grande dentro da nossa vida que as nossas crianças só consegue ver isso através da história que é a realidade muito triste ao rio do jeito que está a mortalidade tanto poluição nem de tanta coisa ruim não tem o peixe não tem a capivara não tem vários bichos que está aí na nossa história que tem no nosso sonho de menina pra reviver o desde o início dessa lama eu não sei se consigo falar você vê o peixe vindo das sim em cima da água pedindo socorro sabe até na boca estivesse pedindo socorro
todo mundo vendo aquilo dá uma tristeza ver os pés que avançar e se chorava e chorava chorava deus pensarem que querem sair para fora sim abrir a boca e virou que tap peixe no rio por na tristeza na não achei que matou nós enquanto ria que mata mais não há comando piau cascudo tinha muitas espécies de peixe tilápia tinha cara preta que o peixe tinha muita qualidade hoje num 2 nada nada nada mais com 63 um campeão em segurança afirmam a isilon doidinho para os agentes aluno não dar mole um minuto por metro quadrado zeloso
uma transação já não entra é má mt o fez que sustentavam em 1993 moura deve uma hora até 1500 peso segundo 20 anos oito times a venda foi dada pelo chão pode seguir moda também pegou dois quase no outono e criei um leite a mãe morta em uma moto modelo e eu não fiquei nem os animais que e permaneceram lá na época de seu esses resíduos os animais foram moto capivara a gente via capivara na beira do rio com o cabelo das costas dela parecia que tinha jogado água quente nas costas da biquinha e todo
ferido assim a gente gostava muito de comer capivara então a gente pegar o cachorro é caçar capivaras então hoje a gente um tem essa segurança de sair tenho contato com a água os cachorros mesmo hoje aí fica aí tudo animado mas a gente não pode fazer nada poder caçar porque a gente sabe que o rio está contaminado tudo então o que pode ter uma casa ea bebida aquela água e prejudicar e trazer uma coisa quente né porque a gente tem tem tem presenciado animais é morto na beira né próxima mas do rio doce [Música] a
parte mais tóxica que o chumbo solúvel teoricamente o volume maior foi embora por uma já porque isso não para né a água leva mas não é porque não tem mais metal pesado na água que o impacto foi pequeno o que mais matou foi as partículas sólidas em suspensão ficou muito denso a água com 10 centímetros você não via a sua mão dentro da água né então isso o bloqueou a luz então bloqueou toda a fotossíntese de todas as aulas todas as plantas que vivem dentro da coisa que é uma fonte de alimento para o rio
matou matou todos os camarões mas infelizmente eles já têm um papel ecológico dentro do rio né de filtrar eles tiram matéria orgânica da água e houve uma morte em massa disso aparentemente por asfixia mesmo e depois da mortalidade seis meses de escuridão sem luz para as plantas como recomeçar a crescer e produzir alimento dentro do rio para nós é bom é mais saudável não é hoje em dia tem tem muito policial tem tem lixo tem muito caminhão passando perdeu muito muitas em capivari que tinha o óleo natural que fazer o remédio também pra nós e
hoje nós não conseguimos fazer isso não tem essa liberdade hoje não se pode pescar um consumo maior que é o caso do ferro velho do corpo do aluno saber como no caso do mais pode matando a mesma coisa a nossa vida sem o rio hoje vocês podem ver volta que vocês vêem aqui em volta olha aqui passava uma manada de kuat que ó todos os dias descia era uma manada de manhã e à tarde mas nem todos os dias sabe o horário em que elas passavam bebi água voltava e fora né peixes você andando você
passava assim ó você pegava com ali naquela hora lhes podia vir a qualquer hora que começa o peixe você ia pra beira do rio a nova roupa deixava roupas e cana pela pedra e ia pra pescar era muito bom dinheiro que compra o uma cultura do povo não é o dinheiro que compra um pedido do povo aqui não adianta vim falar que está sendo reparado com água com recurso onde amplo e é isso aí num não vai pagar não vai voltar o ilc como ele é eu não sei dizer o futuro mesmo depois que aconteceu
essa tragédia mas a gente tem esperança que o melhor é que demora que os 40 anos o nome talvez até lá o filho da gente tava indo pra contar e também na história do rio eu procuro ser sincero não sei de que forma a gente vai vai assimilar tudo isso porque a coisa coisa que foi tirado da gente tinha especial estava naquele 20 anos 30 anos mas nunca se sabe ao certo se a gente poderá entrar vou tomar banho e já poder pegar as capivaras então acho que isso é uma coisa que tem que ser
trabalhada porque vai ficar na mente mesmo das crianças vou contar uma história hoje fala do pará pará que é o que me contar a história da onça que antigamente nem aconteceu dentro do nosso até a treinar aqui dentro era uma família de antigamente né o comandava pelas matas nem a casa beleza da mata e tese sempre olhou estava nascendo mantinha nas pernas na pele dele então ele ficou nem observado aquilo mas não contou nada para a mulher dele eo filho dele que tinha filho nem porque ele estava nem vendo que ele estava achando que estava
doente que ele ia morrer então ele foi pra mata a cada dia nem passava nem ele mais se transformava em que ontem no cuito paraty e aí ele decidiu nem voltar para a família só para dizer que ele não ia voltar mais à família mas ele nem ele ficar na mata cuidando nem onde ele passar seria seguir a proteger o povo dele e assim foi essa história de separar tudo e mostra passado contou é para o nosso povo nossos pais nessa nossa avó e hoje nós estamos contando 6 a história do pará essa é só
dentro do nosso povo paranaguá pr [Música] [Aplausos] [Música] boa noite [Aplausos] [Aplausos] [Música]