a amazônia brasileira uma história de destruição e a floresta amazônica brasileira tinha cerca de 4 milhões de quilômetros quadrados antes de 1970 de lá para cá floresta perdeu cerca de vinte por cento da sua cobertura original uma área superior a da alemanha e da polônia somadas praticamente toda a floresta perdida deu lugar a áreas destinadas à agropecuária a história do desmatamento em larga escala começa nos anos 70 com o incentivo da ditadura militar estradas serão rasgadas na selva abrindo espaço para fazendas garimpos ea exploração de madeira o processo continuou nas décadas seguintes em 1995 amazônia
brasileira teve seu pior ano foram desmatados cerca de 29.000 km quadrados uma área do tamanho da bélgica tudo isso em apenas um ano no final da década de 1990 as taxas de desmatamento foram um pouco mais baixa mas voltaram a explodir é isso dos anos 2000/2004 foi o segundo piorando para a amazônia com a destruição de uma área equivalente a da albânia houve reação já nos anos 90 mais áreas indígenas e de proteção foram demarcadas e nos anos 2000 com um plano de combate ao desmatamento foi implantado e a fiscalização aumentou a floresta também começou
a ser monitorada com mais precisão meias ameaça e em 2012 área desmatada foi de apenas com cesto daquela registrada em 2004 o brasil passou a ser elogiado o que conseguiram frear a destruição mas o desmatamento voltou a apresentar a tendência de alta a partir de 2013 conforme os esforços de fiscalização diminuíram e o novo código florestal menos rigoroso que o anterior entrou em vigor em e em 2019 área desmatada chegou a mais de 9 mil km quadrados uma área quase do tamanho do líbano foi a maior destruição registrada em 11 anos o número de focos
de queimadas na amazônia 2019 também aumenta ou trinta por cento em relação ao ano anterior e o futuro por enquanto não parece animadora em 2019 o governo começou a desmontar órgãos de fiscalização e defender a exploração econômica de reservas indígenas na floresta pesquisadores afirmam que você destruição continuar nesse ritmo amazônia pode ultrapassar um ponto de não retorno nas próximas três décadas isso significa que a floresta não conseguiria mais se recuperar e que as mudanças em sua estrutura e regime de chuvas poderiam então transformar vastas áreas em que savannas e a floresta amazônica leva umidade para
toda américa do sul influencia o regime de chuvas na região contribui para estabilizar o clima global e ainda abriga a maior biodiversidade do planeta