Se você prestar atenção, você vai perceber que a maior parte dos criadores de conteúdo hoje tem uma newsletter. Se eles não têm, eles vão ter em breve. E nesta aula eu vou dar todos os motivos para você ter uma newsletter em 2025. serão todos a maior parte deles ou os mais importantes para você começar a produzir conteúdo por meio da escrita na internet em 2025, principalmente usando as plataformas como Substeck ou Behive, Que já oferecem várias eh recursos para você, vários recursos para você começar a produzir conteúdo escrito. E quem que sou eu? Quem que
sou eu? Esse cara que está falando aqui. Se você tá nesse canal, você já sabe quem quem eu sou. E às vezes você chegou até aqui por meio da newsletter, mas eu tenho a 26ª newsletter mais lida, se não mais lida com mais assinantes pagos. Esse é um ranking aberto público do Substeck. Então você também pode ir lá e conferir. Então eu tenho alguma experiência, estou alguns anos já produzindo conteúdo online, principalmente por meio da escrita. Eu fiquei conhecido por causa da escrita e só agora depois de 2 anos aí escrevendo pelo menos um texto
por semana, às vezes dois, às vezes três textos por semana, é que eu acho que eu tenho alguma coisa para ensinar para vocês de forma sólida, que vai valer a pena o tempo que você vai passar aqui, que não vai ser uma aula muito rápido, Né, muito rápida para você começar a produzir conteúdo por meio de uma newsletterer, tá? E no mundo eu tenho a 30ª newsletter na minha categoria mais lida. Claro que esse ranking pode mudar um pouquinho, pero não mutou. Espero que não. Espero que depois você vá lá e se assine e faça
a assinatura da Minusler e lê alguns textos e depois se torne um assinante pago. Eu vou tentar passar nessa aula uma visão geral de newsletter, do mundo da newsletter, Principalmente levando em consideração o substeck, que é onde eu produzo mais newsletter, mas eu já ajudei outras pessoas a produzirem em outras plataformas. Tenho alunos que também t newsletters em outras plataformas de outras formas e às vezes até sem nenhuma plataforma por meio do Active Campaign ou outros outras tecnologias, né, de produção de newsletter. Então, a ideia aqui é dar uma geral para você que pensa em
começar. O que que você pode fazer, Quais plataformas você pode considerar, quanto custa, quanto você pode ganhar, quanto se ganha fazendo isso e você no final dessa aula, espero pode tirar uma conclusão mais madura a respeito do mundo das newsletters e se vale a pena para você começar a escrever nelas, ok? Então, primeiro, o que que é uma newsletter? Essas são as perguntas mais comuns. Vou começar pelas perguntas mais comuns em relação a uma newsletter. Então, que que é uma newsletter? Então, A palavra newsletter ela vem do inglês, né, o news de notícias e letter
cartas. Então, é na verdade uma atualização, é uma atualização que recebe por cartas. Então, a gente ainda mantém um pouco da origem, quer dizer, a gente manda letters por e-mail, então vocês vão perceber que algumas newsletters tem isso no nome. Então são cartas do condado, carta branca, como é a da Bianca Vitória, né, uma aluna minha, então Vitório, né, vou er acho que não Errei o sobrenome dela. Então você tem cartas de desconhecido, cartas de não sei o quê. Então isso também foi incorporado nas newsletters hoje. Então na prática, o que define uma newsletter hoje
é uma forma, a forma de entrega que é por e-mail, que é um, vamos dizer assim, um substituto mais ou menos das cartas, tá? A não ser que você queira enviar isso por um meio mais analógico, você vai enviar por cartas mesmo, né? você vai enviar por pombo correio. Ainda Continuaria sendo uma newsletter, mas eu acho que você teria muito trabalho de fazer isso. O ritmo é contínuo, significa que ele é recorrente. A pessoa faz uma assinatura e você e ela espera receber aquilo com alguma recorrência. E nós vamos falar já daqui a pouquinho qual
é a frequência que deve ter a sua newsletter, tá? E tem uma assinatura pessoal ou de marca, quer dizer quem se inscreve, quem escreve, né, no caso eu, né, num letter pessoal, ou uma marca Específica, por exemplo, a Henner ou a CA, elas dizem que elas mesmas vão enviar para você uma carta com atualizações. Então, praticamente uma newsletter a gente pode definir hoje como uma publicação recorrente por e-mail com a intenção de continuidade. Não é algo que você vai receber apenas durante um período, mas durante um período aberto, infinito. Então, se você começa ou quer
começar a produzir uma new layer, você já tem que pensar nisso. Quer dizer, você quer escrever sobre um assunto, sobre um tema amplo, bastante, para que você continue mandando atualizações pras pessoas por muito tempo, por anos, né? né? Como eu falei, estou há mais dois anos já escrevendo. Então, precisa ser um assunto, precisa ser assuntos que te interessem o suficiente para que você consiga mandar isso por vários meses. Se você não estiver disposto a fazer isso, ter uma newslaring não é para você. É claro que Durante um lançamento, durante uma promoção, você recebe e-mails, não
é? Então, quando você se inscreve ali no canal da CA, da Henner, você se inscreve para receber atualizações por e-mail, a newsletter deles, né? Mas é uma newsletter que não tem muito efeito, né? Você só quer receber descontos por ali, mas é por isso que você assinou. é uma continuidade. O tempo todo você vai receber e-mails dessa pessoa. Quando lei usário pessoal, você espera receber Informações, você espera receber ideias, insites, como a gente vai ver aqui daqui a pouquinho as maneiras que você tem para produzir uma manuser. Mas na prática uma manuser é só isso,
ela pode ser uma newsler de marca, como se cia, Renner e tal, acabei de falar rachuelo, né, essas uma marca em geral, né? E pode ser uma newsletter pessoal, né? Ler do Rafael, newsletter do João, newsletter da Maria, tá? Não precisa ter o nome dele. A gente vai falar, já vai falar Também daqui a pouquinho qual deve ser o nome da sua newsletter, como você vai dar o nome paraa sua newsletter, tá? Então, o que não é obrigatório ter uma newsletter? Então, as pessoas por causa dessa relação com o jornalismo, elas podem ficar com essa
impressão. Então, não precisa ter notícias. Você não precisa comentar nenhuma notícia se você não quiser. Não é um jornal, né? Não é um uma folha de coisa nenhuma, tá? não precisa ser em pessoal ou neutra e não Precisa seguir um formato único. Quer dizer, ela não precisa ter um formato específico naquilo, porque não é de fato o conteúdo que define uma newsletter, mas o contexto. E o contexto é exatamente isso que eu acabei de falar, é uma publicação recorrente que você vai receber por e-mail. É isso, tá? Essa é a maneira mais simples de você
entender uma newsletter, né? Então aqui você pode perceber que existe uma uma, né, uma fusão ali de vários termos, né? Então Tem jornal e curadoria, então a sua newslera pode ser um resumo de novidades, pode ser atualizações desse nicho. Então às vezes você vai se inscrever nessa newslera porque você quer receber atualizações de um nicho, digamos de inteligência artificial. Eu comecei dessa maneira. A minha primeira newsletter é uma newsletter de inteligência artificial. Então eu mandava notícias ali pras pessoas, tá? Eu toda semana mandava uma uma newsária Que chamava História do Futuro e a pessoa recebia
aquilo por e-mail. O pode ser um blog pessoal, quer dizer, textos opinativos, ensai, experiência de vida, que tá mais próximo do que eu faço hoje. A carta, que é uma escrita mais íntima, reflexiva, né, um tom de conversa com o leitor. Então, como eu falei, isso tem origens no jornalismo, origens, enfim, em outros gêneros, como a carta, enfim, como o próprio nome. É, pode ser um canal de marketing específico, que é só Notícias, é só notícias, não é só descontos. eh, às vezes alguma análise, né, algum tipo de conteúdo educativo para você fazer alguma venda,
enfim, né, esse tipo de situação. Então, perceba que é diferente você se inscrever no e-mail para receber atualizações a respeito de um evento. Vai ter um evento tal cidade, você se inscreve lá para se manter atualizado, né? A gente vai mandar essas comunicações por e-mail. Isso não é uma newsletter, não é uma Newsletter, tá? Então, diário de bord, então são, digamos, é uma nesler que tenta, é um tipo de né que tenta reproduzir, né, bastidores, é a construção de algo, documentar a sua jornada, como vai ter um vídeo mais para frente nesse canal sobre isso,
né? Ou é um texto de ideias em sites, a gente vai falar um pouco dessa newsletter que é o tira do papel, é uma newsletter muito grande, que é basicamente isso, é uma uma newsletter de ideias e insites que a Pessoa teve ao longo da semana. Então eu posso dizer para você que a maior parte das newsletters hoje elas são um misto disso. É um misto de blog por e-mail. É uma pessoa escrevendo para uma certa audiência por e-mail. Lá fora você tem vários autores, vários jornalistas que foram para o Substeck, por exemplo, e criaram
ali eh negócios inclusive muito lucrativos eh no ramo da newsletter. Mas no Brasil a gente não tem tantos exemplos assim. alguns jornais como do Ernesto Lacombe, até chegou aí para pro Substec, mas eu acho que eles não estão mais lá, pelo menos eles não atualizam mais por lá. Mas o jornalismo independente, por exemplo, no nos Estados Unidos é muito forte, no Brasil não pegou muito. Então, até as pessoas que mais têm assinantes no no substec, eh, que é uma plataforma de newsletter, espero que isso tenha ficado claro, eh, elas são jornalistas ou tem alguma, né,
algum tipo de relação com o jornalismo, Tá? Então, comece a notar o, né, o tipo de de gente, o tipo de contexto que sua newsletter pode ter caso você vá pro substeck, tá? Por que então ter uma newsletter em 2025, agora que você entendeu, né, o que que é uma newsletter? Bom, a primeira coisa é que uma newsletter, independentemente se ela vai dar dinheiro ou não para você, é que ela dá mais clareza de pensamento, além de dar mais autoridade. Deixa eu explicar. Significa assim, quando você é Obrigado, ou você se obriga, na verdade, porque
ninguém tá te obrigando a ter uma slider, você se obriga a escrever de uma maneira inteligente por uma audiência que você supõe que é inteligente também, isso te força a organizar os seus pensamentos e as suas ideias de uma maneira que é muito difícil de você fazer de outra forma. Pensa só, até a maneira como eu tento ensinar aqui no YouTube falando, é, eu tento fazer o meu melhor aqui, estou aprendendo ainda a Fazer isso, mas eu tenho certeza que não é tão organizado e tão claro e tão legal e tão bonito quanto a maneira
como eu escrevo, porque é muito mais fácil falar, para mim, por exemplo, é muito mais fácil falar e dar aulas do que escrever. E escrever existe, exige uma disciplina do pensamento. E é por isso que escrever é tão difícil. E é por isso que quem escreve bem tem uma certa autoridade sobre o assunto, porque todo mundo sabe quão difícil é escrever sobre Um tema de uma maneira profunda. E quando você consegue fazer isso, você se torna uma pessoa com autoridade. A pessoa olha para você e diz assim: "Esse cara sabe do que ele está falando".
Não importa nem se as se as pessoas vão ler o seu texto inteiro, até se elas vão ler o seu texto. Mas o fato de você ser capaz de escrever sobre esse assunto, não com inteligência artificial, né? Faça 50 páginas sobre isso, mas você mesmo diz muito sobre você, sobre o que Você é capaz de fazer. Então, um exercício que eu sempre passo para as pessoas é: se você não é capaz de escrever 10 páginas sobre assunto, ninguém deveria te escutar. Então, ah, com isso, é claro que é um exagero nesse sentido, né? Não precisa
ser 10, pode ser nove, pode ser seis. Mas o que eu quero dizer, se você não é capaz de escrever de maneira longa sobre um assunto, você provavelmente não domina esse assunto. A gente pode ver Isso na própria história do da das faculdades. Quer dizer, no final você precisa produzir uma monografia de 40 ou 90 páginas, um um um tipo de dissertação de mestrado de 150 páginas, uma tese de doutorado de 200 páginas, enfim, e exige que você publique algo que prove algumas coisas, que demonstre algumas habilidades, não se aquilo vai ser usado, se aquilo
vai virar alguma coisa útil, não é esse o propósito, tá? O propósito é que você seja capaz de Defender um ponto de vista com começo, meio e fim. Antes de você entrar na faculdade, nós temos a prova do Enem, que é, na verdade, um jeito de avaliar se você consegue defender uma ideia com começo, meio e fim também, só que agora em 20 ou 30 linhas, eu não lembro exatamente quantas linhas são, mas eu acho que são 20 e pouquinhas linhas. Então, se você é incapaz, incapaz de defender um ponto de vista com ordem, né,
com começo, meio e fim, com lógica, Com argumentação, em 30 páginas, percebe que as pessoas não deveriam mesmo assinar para receber notícias suas, porque elas vão perder tempo com aquilo que você tem para dizer. E daí se você é uma pessoa insegura, agora você tá falando: "Ah, então já era, não é para mim, né?" Mas a gente já vai chegar lá e e existem maneiras de você fazer isso. Então, o que eu quero dizer, você não deve desanimar só porque você não se vê agora escrevendo 10 páginas. Você nem Tentou ainda, caramba, né? Você vai
tentar escrever uma, depois duas, depois três e tal e a partir, né, ao longo do tempo, você vai perceber que essa autoridade, esse respeito por si mesmo, que na verdade é um respeito também pelo tempo do leitor, ele vai surgir, tá? uma então essa é a primeira é o primeiro motivo para você escrever uma newsletter. Em segundo lugar tem essa criação de relacionamento profundo. Quando você vê um res de alguém ou você Vê um shorts aqui no YouTube, você vê um vídeo curto de uma pessoa, não existe um relacionamento que você gere com aquela pessoa
de uma maneira profunda, porque o relacionamento, qualquer relacionamento exige algum tipo de tempo. A pessoa precisa passar tempo com você. Então, por exemplo, você já tá aqui há uns 10 minutos me escutando, tá vendo que o equivalente a isso seria, sei lá, 20 RS, 30 RS, né? e talvez nem criar essa autoridade que você imagina que eu tenha A respeito desse assunto. Então, o tempo que eu exijo de você é maior e a a atenção que eu exige você é maior. Mas se você achar que ela vale a pena, você tende a continuar assistindo e
depois tende a ler os meus textos, depois a comprar os meus produtos, a virar meu aluno e coisas assim do tipo. Então, as pessoas, principalmente as pessoas mais maduras, não são tão idiotas quanto você imagina. Então elas sabem quando vem alguém que sabe do que está falando, Elas podem, claro, não se interessarem pelo seu produto, elas podem não querer comprar esse produto por vários outros motivos, mas elas jamais diriam que você não sabe do que está falando, que você é uma pessoa que não deve ser confiável, tá? Então, a ideia aqui é que o relacionamento
que você vai criar com as pessoas por meio da escrita é mais denso do que os outros meios disponíveis, tá? Além disso, você tem um feedback muito verdadeiro e muito eh quase automático. Os feedbacks são mais ricos, né? Gera mais confiança nessa mensagem. Então é, esse é o segundo motivo pelo qual você precisa ter uma newslar em 2025, principalmente quando as redes sociais começam, digamos, a ter um certo tipo de vazio. Quer dizer, o Instagram tem ido mais para um lado de lifestyle, que sempre foi, na verdade, o o ideal da plataforma sempre foi esse.
Nós brasileiros, é que durante a pandemia, inclusive torcemos a a plataforma para Outros fins mais educativos e etc. Mas o Instagram sempre foi meio lifestyle, sempre mais de engajamento, de criação de vibes. Então agora as pessoas um pouco cansadas de reagir sempre as aos mesmos pedidos, né? As pessoas já não querendo se interessar muito pros lançamentos da maneira como se interessava há 4, c anos atrás, a newsler é o meio de você lembrar que você é de verdade. Você não está apenas seguindo um movimento conveniente. Isso É principalmente importante quando a sua proposta não é
a proposta tradicional de fazer as coisas. Se você propõe fazer algo diferente, se você propõe como eu, vencer do seu jeito, né, você não pode fazer as coisas da maneira como as pessoas normalmente fazem, porque você estaria lutando contra, né, você estaria sendo hipócrita em relação à aquilo que você defende, tá? Então, a newsletter, esse é o terceiro motivo, ela também é um canal livre de algoritmos. Isso aqui É bem fácil de entender. Quer dizer, quando você manda um e-mail, a pessoa recebe. É simples assim. No caso do Instagram, no caso de de outra plataforma
com algoritmos, você manda, mas você não sabe se a pessoa vai receber. Depende do dia, depende do horário, depende de várias coisas, né? Se você mantiver aqui uma normalidade, né? Se tiver bom senso, você não não abusar das pessoas, quer dizer, você não vai mandar o e-mail 3 horas da manhã e Falar: "Poxa, ninguém leu meu e-mail". As pessoas vão ler o seu e-mail, elas vão abrir boa parte delas. Então, a gente fala de uma taxa de abertura de 30 a 40%. Se você tem 1000 pessoas, estamos falando que 300 ou 400 pessoas vão receber
o seu e-mail, vão abrir o seu e-mail. Claro que não quer dizer que todas vão ler o seu e-mail, nem que todas vão eh curtir o seu e-mail ou e nem todas vão comentar o seu e-mail, mas a gente sabe que elas recebem, elas Estão vendo você produzir coisas. Isso é muito importante, eh, principalmente para quando você está começando, tá? Isso dá mais controle então sobre a comunicação e menos risco de invisibilidade digital. você sabe que as pessoas têm recebido seus e-mails e tem aberto seus e-mails. A questão é: poxa, será que então eu não
tenho escrito coisas legais? Será que eu escrevo mal, né? Há outras coisas que entram em jogo, mas certamente você não está sendo Ignorado, tá? A outra, né, o outro motivo é a monetização versátil, quer dizer, mesmo com poucos assinantes, você consegue vender produtos, serviços, consultorias e tal, né? Então, a gente vai perceber que das maneiras que você tem aqui para monetizar a as a os seus produtos numa newsletter, monetizar a própria newsletter, quer dizer, por meio de assinaturas, monetizar, né, quanto você ganha com aquilo, né, R$ 9, R$ 10 por Mês, como eu faço, na
verdade é a é a menor parte da sua monetização. Tentar viver apenas de assinatura, na verdade, nem não é uma boa ideia, tá? A gente já vai ver como você vai fazer isso, mas a questão é que também dá para fazer isso. Então, ela é bem versátil, né? Você pode, por exemplo, ter poucos assinantes, você tem 200, 300 e é o suficiente para você ter clientes, para você ter vender seus cursos, para você vender suas mentorias, eu sei lá, né? Aquilo que você quer vender. Então é muito importante. Às vezes o objetivo da sua newsletter
simplesmente é vou começar a publicar essas coisas porque eu quero escrever um livro, né? Alguma coisa assim do tipo, ô, eu quero ter algo que responda uma dúvida que sempre me fazem na minha equipe, no meu trabalho, enfim. E eu queria ter um documento ali público para as pessoas também comentarem, me ajudarem a construir essa linha de raciocínio. Às Vezes é só isso, tá? Então depende muito do seu objetivo. Mas o que eu quero dizer é você raramente vai se arrepender por ter uma newsletter. Raramente, tá? Assim, nossa, eu escrevi newsletter por 2, 3 anos
e nunca ganhei um centavo. Cara, mas o que que você ganhou, digamos, em termos intelectuais ou em termos de audiência? Para falar verdade, eu nunca vi alguém ficar tanto tempo assim e nunca ganhar nada com a newsletter. Tipo, honestamente, eu nunca Vi alguém ficar dois ou três anos escrevendo e não fazer e não ganhar nada, tá? É, é, é muito comum, inclusive, que dentro de seis meses a pessoa já começa a ganhar alguma coisa, tá? É que precisa ter uma certa constância, como a gente vai falar daqui a pouquinho, tá? Então, esse é um outro
motivo. Há muitas formas de você monetizar. Por exemplo, no Instagram não tem como você monetizar a visualização, tá? É assim, como que você monetiza no Instagram? Pensa só, como que você ganha dinheiro lá? Há poucas maneiras de você ganhar eh na com a própria plataforma, com o um layer e a própria plataforma te dá dinheiro, inclusive o mail te dá dinheiro, né? O e-mail a pessoa paga para receber o e-mail, é como se a pessoa pagasse para receber conteúdo no Instagram, tá? Você pode fazer isso com perfil fechado, existem e-mails e tudo mais, mas a
newsletter ainda é melhor. E tem uma outra coisa, inclusive, quando a Pessoa recebe o e-mail, olha só, ela recebe o e-mail, ela está, você está competindo pela atenção dela num meio em que não há muitas outras coisas interessantes, há apenas textos, notícias de fatura da Vivo, né, promoção da CIA, coisas assim do tipo. Não. E o seu e-mail tá lá, um e-mail com ideia. Quando você faz isso no Instagram ou numa outra rede, mas principalmente no Instagram aqui, né, que eu acho que é um é um é um arquétipo aqui pra gente usar, Quando você
produz lá no Instagram, o seu texto, o seu carrocel está competindo com centenas de outras coisas que não tem nada a ver com escrita, com carrossel, com qualquer outra coisa, né? Então vai ter lá foto de bunda, vai ter foto de peito, vai ter chocolate, vai ter receita, vai ter é é meme, brainrot, vai ter um monte de coisa. Isso é o texto lá. Então assim, é muito mais difícil de você competir pela atenção no meio como esse, em que a 99, assim, a Maior parte do conteúdo produzido lá é para capturar a atenção das
pessoas da maneira mais vulgar e radical possível, tá? Então é o meio mais fácil, digamos, de lutar pela atenção das pessoas ou pela melhor parte da atenção das pessoas. Além disso, tem um crescimento estratégico e colaborativo, principalmente no substec. Quer dizer que boas recomendam entre si. Então, se eu cresço, você também cresce. Então, Para vocês terem uma ideia, 40 ou 50% dos meus assinantes vieram de outras newsletters. Uma pequena parte é que veio das outras plataformas, como Instagram, YouTube. Então, pensa só, hoje eu tenho quase 6.000 assinantes. Então, significa que 3.000 assinantes, quase 3.000 vieram
do próprio substeck, da própria plataforma ou de recomendações de outros amigos meus que gostam da minha newsletter, estão crescendo a newsletter deles e nós Crescemos juntos. Então o o se você assim se você pretende, né, jogar o jogo da da noitec a plataforma que eu recomendo e vou recomendar daqui a pouquinho, vou dar alguns motivos para você produzir lá. Você tem que entender, e eu falei disso também no vídeo anterior sobre o conteúdo gratuito, que você está no modo multiplayer, você tem que jogar com outras pessoas hoje. Essa ideia do lobo solitário e tudo mais
é besteira, tá? Então essa é uma outra Coisa. Você pode crescer com outras pessoas, uma pessoa lendo a outra news recomenda-se, né? É, uma recomenda outra, tá? A outra coisa tem essa validação de ideias em tempo real. Quer dizer, se você tem uma boa lista, você pode testar título, oferta, produto, você pode fazer isso na hora, tá? Você pode saber na hora se as pessoas reagiram à aquele título no Instagram e outras se aqui no YouTube vai demorar assim 24 horas, 2, três dias para você o Vídeo vai rolar ou não, tá? Então eu acho
que a newsleter é mais ágil do que as outras, tá? E além disso, né, a gente poderia até falar de uma outra coisa aqui, é que eu lembrei aqui o o o custo para você começar, né, o custo para você começar no manuser é muito baixo, muito baixo, né? Aqui, ó, né? É muito baixo. Quer dizer, você só precisa saber escrever. Se você não sabe, né? Se você vai começar no YouTube, você tem que Comprar uma câmera, você tem que comprar iluminação, talvez você tem que editar, talvez você tem que fazer uma thumbnail, tem que
fazer uma descrição do vídeo. Há várias coisas que você precisa fazer. Você precisa ter, né, um número X de inscritos, um número X de visualização só para começar a ganhar uma miserinha pelo YouTube. Então o o investimento é muito maior no YouTube. É por isso que as pessoas adiam começo no YouTube muito mais do que uma newsletter. Uma Newsletter, se você tem uma baita newsletter, talvez você nem precise tanto assim de outras ferramentas. O o YouTube é assim como, né, para mim é assim, é mais para você ter mais distribuição, encontrar mais pessoas de outras
formas, tá? Aqui pela forma de vídeo, você vê o vídeo que é mais fácil, né, um esforço menor do que ler um texto meu e daí você vai lá e lê um texto meu, fala: "Poxa, que legal, né? Tem mais coisas aqui, né?" Então é um baixo custo E alto impacto, né? É uma ferramenta assim, você não ter nenhuma desculpa para não começar, né? YouTube. Eu entendo, você vai falar que você não tem câmera, que você não tem dinheiro, enfim. Agora, ter uma conta no substeck, você não precisa de nada, só precisa de CPF, RG.
E a gente volta a falar do substit, quer dizer, qual plataforma você deve escolher para começar. Há muitas plataformas hoje, tá? Mas dentro dessas Plataformas, todas elas têm suas vantagens e suas desvantagens, como tudo na vida. Algumas pessoas, algumas marcas muito grandes, eh, nem usam nenhuma plataforma, elas usam Active Campenha ou Meio Timp, etc. Tá? elas não têm, digamos, um blog, algo onde os textos ficam salvos. Eu acho que essa é a grande importância de uma plataforma como Substeck, tá? Porque assim, se você se inscreve numa newsletter, digamos, né? Uma newsletter que não tenha um
Blog, não tenha tipo um site, um endereço que você possa ir lá e e ler todos os e-mails anteriores, o seu trabalho ele ganha uma importância interessante por causa da escassez. Quer dizer, você não vai receber nenhum e-mail anterior, só a partir de agora, né? Porém, o seu trabalho também está sempre recomeçando, né? Então assim, a pessoa tá sempre do zero. Você, a pessoa entra e você já tem que mandar alguma coisa Para ela lembrar de você. Então você faz um compromisso de ter uma constância maior naquilo, de mandar todos os dias, por exemplo, uns
e-mails, já ter uma sequência pronta, né? Isso que normalmente as pessoas fazem. Elas fazem uma sequência que quando você se inscreve na newsletter, a pessoa começa a receber aquela sequência para lembrar de você ou para você fazer alguma oferta, para você, enfim, levar a pessoa para outro lugar, uma coisa assim, tá? No substec mandar uma automação por e-mail, pelo menos não ainda. Então, quando a pessoa se inscreve, você tem, ela recebe um e-mail de boas-vindas e ali você pode fazer um tipo de introdução ao que a eh do que se trata o seu substeck. E
você consegue indicar alguns textos, né, os melhores textos que você já escreveu, textos que serem interessantes que ela lesse, coisas assim do tipo. Só que se você não tem um lugar, né, para colocar Esses textos, você tá sempre começando do zero. E essa para mim não é uma boa maneira de você construir as coisas no na internet, tá? Eu gosto da ideia de você ter um lugar em que a pessoa possa ler textos anteriores, porque é antigos, né? E você pode pegar esses textos e reaproveitá-los. Você pode mandar de novo que as pessoas também nem
vão lembrar, tá? Então, os textos são bons e os textos ficam lá e você ao longo do tempo consegue inclusive lançar o seu Livro com esses textos mais antigos, né? Você pode pegar esse livro de novo, a monetização é muito versátil e você joga no Kindle na na Amazon e vai ganhar um dinheiro com leitura, tá? Então você pode ganhar de várias formas diferentes com uma newsletter. Então, o jeito que eu acho, né, que funciona melhor para quem tem uma inclinação mais intelectual e quer escrever sobre temas intelectuais é ver o subst como a construção
do seu livro, como um livro que você pretende Lançar em breve, né? Você vai escrever o livro em público e vai ver quais textos ressoam melhor com a audiência. A audiência vai dizer para você para qual caminho ali, para qual lugar elas gostam de ir, quais temas elas acharam mais interessantes e você já sai dali com um material bem específico, bem adequado, digamos assim, validado, como o pessoal do marketing gosta de falar, na hora de lançar o seu livro, tá? Porque o seu livro em última análise, você quer que Ele seja lido, não quer dizer
que você vai ter que ficar ouvindo as pessoas para tudo que você vai fazer. Há muitos textos que eu escrevi que ninguém pediu e as pessoas amaram depois, tá? Mas é só para você ter, né, principalmente no começo, um tipo de bússola, né, na hora de escolher os seus textos, né? E de novo, se você não tem esses textos salvos em nenhum lugar, significa que você está o tempo todo começando. Tem o elemento da escassez, mas não tem um Lugar para onde você possa mandar as pessoas para que elas leiam o seu material anterior. Elas
não sabem o quanto você já fez, tá? Então, por causa disso, eu prefiro o substack. Além disso, ele tem um tipo de s, né, de SEO, né? Então, se você, por exemplo, colocar no Google agora Howard Gossage, você vai ver que o meu texto vai aparecer aí logo na primeira página, no terceiro ou quarta posição. Então, se você pega um tema interessante, você começa a Aparecer de outras formas diferentes, tá? Eu acho a melhor plataforma nesse sentido. Você pode ir pro Behive, acho que é assim que fala, né, a a pronúncia, né? Você pode ir
pro Behive, mas o Behive ele tem ele tem até um um um uma funcionalidade muito parecida com a Active Campain. Para quem trabalha com Marcos sabe que é uma ferramenta cara, muito boa, mas cara. Eh, eu acho que vai ficar mais ou menos a mesma coisa. E ele tem automações, ele é ele tem um sistema De recomendação diferente também. Então, por exemplo, se tem alguma marca que quer comprar um uma propaganda na sua newslar, a gente vai ver que essa é uma forma de monetização. Eh, ele o BHVE faz a recomendação e conecta, digamos, compradores
de espaço a pessoas que vendem espaço, tá? Você pode conversar qualquer uma das duas, honestamente, tá? Mas a minha sugestão é que você não complique e você só tem uma semana para decidir qual plataforma você vai Escolher. Você vai abrir o substeck, vai olhar a plataforma, vai ficar uns três dias usando. Depois você vai abrir o Behive, vai abrir a plataforma e vai ficar uns três dias usando, ver o que que acontece, que que dá para fazer e daí você decide. Se você quiser a minha sugestão, substeck, nem precisa fazer isso, tá? Comece lá, porque
depois se você quiser migrar pro beive, porque daí você precisa de mais funcionalidades, de mais automações, você quer que a pessoa Ao entrar no seu e-mail receba uma sequência que depois vai tá lugar, tá? Tá? Sinta-se à vontade. Você pode fazer isso depois e migrar inclusive assim em 24 horas um o seu o seu banco de e-mails para outra plataforma. É muito fácil, tá? Então eu recomendo substec. A outra dúvida comum é qual deve ser o nome da minha newsletter? Algumas pessoas falam assim: "Ó, o nome não importa, Dane-se." Mas ele importa em alguns casos.
O primeir a primeira Coisa que o nome importa porque se eu colocar newsler do Rafael, pensa só, né? Eu eu acho que eu não sou o único Rafael. inscrevendo, né? Então eu ficaria um pouco ambígua, a não ser que a Son assim ambígu assim, né? Vai ficar confusa, né? A outras pessoas também com esse mesmo nome, então ela não tem um elemento diferencial. Cada espaço seu, você tem que buscar algum tipo de diferencial em termos de branding, né? Em termos de Marca. Então no sler do Rafael seria um pouco, né? Incomum. Eu tenho um sobrenome
em comum, então eu poderia usar, né, Rafael Chenson, né? Eu poderia usar isso daí eh como newsler do Rafael Senson. Poderia sim. Se você tem um sobrenome em comum, quer dizer, você não chama José Silva, alguma coisa assim também, você pode colocar simplesmente newsletter do, eu acho que newsletter do Gregório do Vivier. Você pode colocar aí se você quiser, tá? Então você pode usar Aí, não tem nenhum problema. Mas se você tiver um nome esquisito, é melhor ainda, porque agora você pode tirar a vantagem dele como o meu próprio nome, tá? Agora, e se você
quiser ter uma outra newsletter, não vai dar para chamar, né? News a segunda newsletter do Rafael Senson. Essa, essa, né? Só se fos assim a terceira, a quarta, a newsletter de gastronomia do Rafael Senson. Só se for assim, né? Então você pode querer se associar a algum movimento que é maior Que você. Então você vai chamar assim, né? O movimento dos calvos, a ascensão dos calvos. Você vai pensar em algum movimento que seja maior que você e vai colocar algo ali. E muitas vezes você quer começar a newsletter não para falar de uma maneira pessoal,
então falar que a newsleter é, digamos, a newslareer do Rafael Senson, do Rafael Tenson, assim que se pronuncia, tá? você não, você quando eu, eu faço essa proposta, perceba que eu coloco o meu nome, a Minha pessoa na frente e não o movimento, então, né? Então, e não um nome interessante, uma metáfora interessante. Então, enfim, depende muito do seu objetivo. De novo, você pode mudar o nome da newsletter e depois emigrar as pessoas, tá tranquilo, tá? Mas eu acho que se você tá pensando em teu nome, eh, tem outra questão, né? Eh, antes de eu
de fazer essa conclusão, desculpa aí. Você pode querer dividir a sua newsletter com outros autores. Então É o caso, por exemplo, da sociedade das pessoas sem carisma, que eu acho que é uma newsletter grande no substec. Então vários autores publicam ali. Então você pode querer fazer uma newsletter em dupla, por exemplo, não tem por não, né? A gente tem o clube da escrita, que é uma newslera coletiva também. Você pode um dia querer vender a sua newslter, que também é uma hipótese agora talvez remota, mas que você tem um gên aí do outro lado que
vai fazer uma newsletter De 100.000 assinantes em poucos anos e vai querer vendê-lo, tá? Então a questão é, eu acho que você tem que se preocupar com o nome sim, mas não muito. É coisa de uma semana. Se você demorou mais de uma semana para descobrir o seu nome, vai com seu nome pessoal mesmo, depois você muda, tá? Esse é o tipo de coisa que tem pouca importância no começo, tá? Tem pouca importância. Se você tiver um nome legal, bote esse nome legal. Se não tem, vai com seu mesmo, tá? O nome Legal, é claro
que se você, né, for bem honesto comigo, você vai falar: "Rafael, se eu tivesse o nome legal, eu já tinha colocado". É que o nome que eu acho não é muito legal. Vai com esse nome mesmo. Se ele for ridículo, se ele for, né, a gente eh as pessoas vão dizer e aí você muda, tá? Agora pensa que o nome em si mesmo, ele não vai ter muito valor. A não ser que seja um nome muito cretino, assim, não vai ter muito valor. Por exemplo, a Banda corn em inglês, né? A banda de new metal
corn é milho. Banda milho. Então tá vendo assim que é soa assim pros americanos, né? Então tá vendo que é uma banda com nome ridículo, com nome comum, banda feijão, banda arroz, né? E que tem um um apelo, depende ao que você vai se associar, que tipo de conteúdo você vai trazer e daí ela vai ter um um significado diferente a suer, não milho, tá? Então não fique muito bolado com o nome, leve isso em consideração, mas uma Semana é um prazo mais do que necessário para você fazer isso, né? Então algumas dicas aqui, né?
Você pode usar o seu nome, né? Às vezes como subtítulo. Então poderia ser cartas do Senson, do Chenson, né? Ou notas do Rafael. Poderia ser assim. Você pode, né? Combinar de uma maneira muito simples, se for o caso. O nome com uma promessa implícita, né? Então, por exemplo, persuasão tranquila, narrativas que vendem, atenção e desejo. Você pode pensar no nome que tem um tipo de promessa. Do que que você fala? Eu falo de maneiras de persuadir as pessoas de forma tranquila. Eu falo de narrativas que venderam bem. Eu falo sobre atenção, como gerar atenção e
desejo. Tá vendo? Tem uma promessa na newsletter, tá? Você pode ter um humor sério ou crítico, né? Que é mais ou menos quando você tem um tipo de, né? Se é uma pessoa irônica, né? Ou sarcástica. Então, por exemplo, manual de Sobrevivência simbólica, control algoritmo, notícias de lugar nenhum. Então, são newsletters que existem, já tem esses nomes e você pode eh usá-las. Tá vendo que é um nome um pouco que a gente não sabe muito bem do que que é, mas é um nome interessante, chama a atenção, tá? Você também não precisa ter nenhum eh
não precisa ser nenhum nome genial, tá? Provavelmente você não vai encontrar um nome genial a no começo, principalmente nessa semana. Se você já Tiver um negócio, se você já tem um movimento, se você já tem uma ideia, você usa esse nome. Um jeito de você pensar também é qual é o conceito da sua newsletter. Então você decide assim para decidir o nome, talvez você tenha dificuldade em decidir o nome se você não souber qual que é o conceito dela. Então como que você define o seu conceito? Existem três conceitos de newsletter básico. O primeiro tipo,
se você analisar o ranking do substac, eu Entrei nos primeiros 50 assim, tá? Você tem um tipo de newsletter em que você quer explorar alguns temas de forma em comum ou revelar o familiar de forma inédita. Uma newsler que faz isso, né? Algumas newsletters que fazem isso é a não prometo nada, né? Então olha só, uma newsletter sobre os nadas que a gente precisa lhe dar todos os dias. Então é é uma das maiores news ler subsc, acho que é a terceira. E o objetivo dela é falar de coisas Familiares de uma maneira incomum, de
uma maneira, né? É, é bem o tipo brasileiro de crônica que é dar, né, a crônica é mais ou menos isso, né, é dar as coisas pequenas da vida uma importância passageira. A outra que é da GI, né, então tá todo mundo tentando, ela já tem um conceito muito mais claro, inclusive virou livro, tá? Só para dar esse exemplo, né, eh, que eu falei, né, Dinos Lera que viram livros, né? Eh, essa virou livro, né? Tá Todo mundo tentando. Ela tem vários textos que é assim, tá todo mundo tentando sair à noite, tá todo mundo
tentando, tá, tá, tá. Ela tem o um conceito muito claro na newsletter. Ela não fala só disso, ela não escreve apenas disso, mas boa parte da newsletter gira em torno dessas coisas, né, de coisas que, né, ações, né, do cotidiano familiares que as pessoas estão tentando. A Ana Sui, que é o Substeck, pessoal, Ana Sui já é uma Pessoa muito grande fora do substec, a gente vai falar disso, né, de pessoas que trouxeram audiência eh de fora do substec para dentro do substeck. Mas a fala sobre psicologia, fala sobre alguns temas, ela explora termos, né,
da psicologia, principalmente a partir de Freud ali, Lacan, né, da psicanálise como um todo, né, analisando coisas comuns, né, e você tem o Pedro 7 câmera que traz a teoria do do Renê de Rar para falar de cultura e literatura. Então, tá Vendo que aqui são são duas que tentam ir para um caminho de abrir novas fronteiras ou de explorar coisas familiares. Então, a gente chama de simplesmente um novo território mental. É esse tipo. E, aliás, você pode achar, ah, eu não sei se eu vou ter uma ideia nova, eu não sei se não precisa
ter. Todas layers aqui, todas as newsletters aqui que eu coloquei nesses três tipos funcionam, dão dinheiro, são legais, bacanas, o pessoal escreve bem, tá tudo Bem, tá? Você não é obrigado a ter uma ideia nova. aqui a minha, por exemplo, se encaixaria nesse tipo de novo território mental, por isso que ela chama coisas ocultas. Eu pego assuntos do cotidiano e faço análises, né, principalmente dentro da vida na internet ou de ganhar dinheiro na internet como um todo, né, principalmente para quem cria coisas na internet. Você pode pensar assim, cara, o que que eu enxergo que
ninguém está Nomeando? Foi assim que começou a minusléria. Eu via que havia alguns problemas ali dentro daquela minuséria e as pessoas não estavam, não é, não estavam ali se ligando que aquilo era um problema e não sabiam nomear aquilo direito. Então o Pedro S Câmara também faz isso. Você pode combinar campos improváveis, por exemplo, né, Jung TikTok ou filosofia do e-commerce. Você pode também se tornar porta-voz de algo maior que você. Pode ser uma ideia, uma Geração, um sintoma cultural. Eu acho que tá todo mundo tentando faz isso, né? A G H faz isso, tá?
Esse é um tipo de newsler. A segunda, o segundo tipo é é análise. Esse aqui é bem simples. Ele é ideal para quem gosta de ter um assunto e produzir manual, relatório, bastidores, análises profundas, resenhas densas, né? sobre um assunto, sobre um livro, principalmente se você é aquele tipo de pessoa que assim, ah, eu tenho muitos interesses, eu gosto de várias Coisas, não sei por onde começar, eu não sei se eu vou para cá, se eu vou para lá, então faz assim, querido, querida, você vai pegar um assunto, uma coisa que você acha muito legal,
que você gostaria de falar mais sobre, né, como o jovem fala, gostaria de falar mais sobre, né? E você vai lá e vai escrever 10 páginas sobre esse assunto. Terminou de escrever, qual que é a sua sensação? Puxa vida, eu conseguiria escrever mais ou ah, achei meio saco escrever isso. Eu Vi que eu tinha que ler umas coisas que eu achava que eu gostava, mas quando eu comecei a ler, quando eu comecei a ver o documentário sobre isso, eu falei: "Ah, quer saber? Não gosto tanto disso não, não quero mais falar disso não, né? Tá
vendo que era só, né? Só era fogo no rabo, você entendeu? Você não gostava tanto do assunto. Você tinha uma curiosidade sobre o assunto. É que como você ficou nessa ansiedade, ah, eu não sei se eu, eu tenho uma curiosidade, mas Eu não consigo dedicar um minuto para estudar essas coisas. Eu quero estudar todas ao mesmo tempo. Você não sabe o quanto você gosta dela. É como ir no self service, sabe? E aí você pega assim um um uma concha de cada uma das comidas, assim, fica uma droga e você experimenta um pouquinho de cada
coisa. Então não fica nem tão bom se fosse só oriental, nem tão bom nesse, você não consegue fazer nada, tá? Então, a ideia aqui é que você escolha um desses Tópicos e escreva sobre eles de forma profunda, tá? E também você não fica com a obrigação de escrever o próximo tópico, né? Ou ou escrever o próximo texto seu sobre o mesmo tópico, né? Você pode escrever de outra maneira, eh eh sobre outro tópico, sem nenhuma obrigação de manter essa ligação com a sua linha editorial, tá? Ela pode ter um tema muito amplo, como a gente
vai ver aqui, por exemplo, o Rafael Bianco escreve sua psicologia do cotidiano. Então, em geral, ele pega algum tema e faz um longo texto sobre aquilo, né? Coloca as referências acadêmicas, etc. e tal. Ele tem uma pegada bem acadêmica na na escrita dele. E é isso, ele pega a psicologia do cotidiano. Tá vendo que você poderia pensar que ele está, na verdade, eh, por causa de um tema familiar na primeira categoria, mas ele não está, na minha opinião, na primeira categoria, está nessa segunda, em que ele traz análise, ele traz, digamos, Informações confiáveis sobre um
assunto específico, tá? Então ele não está explorando novas formas, mas dando, digamos, uma base para discutir o assunto. O segundo tipo é o, e aqui também o Raul Martins, por exemplo, né, o meu amigo Raul Martins, então ele escreve sobre clássicos, ele quer transformar os clássicos de uma maneira acessível para um público que não tem muita intimidade com a literatura, nunca estudou crítica literária, nunca estudou História da literatura, etc. Quer entender mais do que se trata, né, esse esse negócio de leitura dos clássicos. Então, a pessoa quer aprender a ler mais e ampliar o repertório
cultural dela. Você tem as coberts da Sari Fontana, que é basicamente decifrar rótulo. É isso. Ela faz análise de rótulos, né? E e e aí você tem o float vibes, que são análises de vibes, né, que acontecem no mundo, tá? Principalmente no mundo eh eh do consumo, tá? Então são análises. Você Vai perceber que cada título do texto é uma análise de um tema diferente. Todos eles estão dentro do mesmo guarda-chuva, claro, mas são newsletter de análise, de deep dive, né, de análise profunda, de mergulho em um assunto, tá? Aqui, como eu já falei, você
tem, principalmente se você tem essa mentalidade meio de polimatia, esse é um bom tipo de de de newsletter, mas não precisa ser. Você, como que você vai criar sua? você vai focar num público ou um problema Específico, você vai se tornar, né, esse especialista obsecado de entregar ferramentas úteis e informações úteis sobre um assunto específico, tá? O seu objetivo aqui é ser simples, tá? Porque você normalmente vai trazer essa informação eh eh densa, né? Essa informação que pode ser confusa para muitas pessoas de uma maneira acessível, tá? Então é só você ver o da Sário,
né? da Sari, acho que é assim que fala, da Sari Fontana. Você vê que ela faz bastante isso, né? Ah, um promessas que você pode pensar, né, em termos de resumo, o que que você vai colocar na sua newsletter, se for um tema assim, poderia servir pro outro tipo também, tá? Mas aqui fica mais claro, né? Ó, análise storytell em campanha de marketing política destrinchando técnicas e efeitos, uma radiografia de estratégias mais eficazes de lançamento digitais no Brasil e no mundo com scripts, links e cronogramas. Toda semana uma técnica de copyright explicada com base em
psicologia comportamental com exemplos reais em templates. Ó, isso aqui é uma proposta, Gusera, fácil de pensar. Tá vendo que você já consegue imaginar o que você vai receber e até o que você vai escrever? Claro, se você entende do que acabei de falar aqui, né? Tá vendo que você poderia se inscrever no manusário fosse assim? A promessa é muito fácil de entender. Uma curadoria comentada dos movimentos simbólicos que estão moldando comportamentos de consumo no Brasil. Essa aqui também seria uma outra muito boa, muito boa. Então, esse tipo de análise de newsletter é muito boa para
quem de novo, gosta de um assunto e quer fazer mergulhos, né, quer fazer análises desses assuntos de uma maneira profunda, sem manter uma certa narrativa coerente entre um assunto e outro. Quer dizer, você gosta de várias coisas em relação a Copyright em psicologia, mas você não quer manter assim uma sequência lógica, né? Eu vou falar de headline, depois eu vou falar de subheadline, depois eu falo de escrever primeiro parágrafo, você não precisa manter esse tipo de coerência, tá? até seria meio chato. O terceiro tipo é um nova mídia, que é basicamente uma newsletter que poderia
ser um jornal, poderia ser uma coluna, poderia ser um site. No fundo, ela age como um tipo de jornalismo independente, como eu Falei, de uma coisa que se fosse num mundo 10, 15 anos atrás, a pessoa teria uma coluna, ela teria uma revista e muitas vezes ela está buscando substituir uma opção tradicional. Quer dizer, na mídia as pessoas estão falando muito mal desse assunto. Então, acho que um exemplo aqui da gastronomia, quer dizer, se você vai hoje buscar algum tipo de comentário sobre comida, normalmente é esse restaurante em São Paulo tem o melhor, é só
isso, né? É só Promoção e coisas assim, né? Não tem ninguém fazendo críticas gastronômicas. Tem o crítico antigourmê, acho que tem outras pessoas também, mas a maior parte da crítica gastronômica hoje não é crítica gastronômica, né? Ou é recomendação ou é receita, né? E tá tudo bem, claro, mas assim, existem pessoas que gostariam de ver alguma crítica, saber como que eu sei que esse negócio é bom, tá? Então, com vinhos é a mesma coisa. Então, você traz aquilo que Existiria numa mídia tradicional para dentro da sua newsletter. Você vê como aquilo com uma revista, tá?
Ou as pessoas que fazem isso, então tem a Larissa Cobri, que ela tem duas newsletters, né? Então, a jovem senhora principalmente faz isso. Você tem o bunker do que é a segunda newsletter do Brasil, né? Com mais assinantes, tem mais de 1000 assinantes. Então, aí a assinatura mensal dele é R$ 9. Então você já pode fazer as contas aí, né? Mas Tem as anuais, então enfim, vocês podem esperar muito, você pode esperar muito mais. Bits to brands, que é tudo que importa na evolução das marcas. Então, percebam que aqui, se você entrar lá, você vai
perceber que é isso, né? Inclusive virou uma revista, se eu não me engano, a Bitsbrand virou uma revista, tá? Você tem a Legaratonic também é uma escritora monstruosa assim, né? Ela já tem as newsleters, elas são uma das maiores também do substeck. Tem Muita experiência fazendo isso já. E aqui essa newsler tá vendo? Amo o 40 mais. Então é bem específica, percebe, você consegue imaginar isso como um programa de TV, como uma coluna de revista, como ela entende muito, né, de de editoriação, né? Então aqui você percebe que é um tipo de newslia que poderia
existir facilmente fora dela. Então a ideia aqui, enquanto essas newsleters do tipo um, por exemplo, que nem a minha, seria tipo uma coluna, Talvez num jornal de cultura, uma coisa assim. Eh, e essa aqui seriam mais relatórios, análises, né? Talvez, enfim, né? A gente poderia pensar numa coisa assim. Essas aqui são bem fáceis de identificar como newsletters que nasceram, por assim dizer, da insatisfação com mídias tradicionais, insatisfação com os outros meios tradicionais para atender, né, uma demanda, tá? E é por isso que esse é um bom jeito de pensar a sua news ler se Você
quiser ir para esse eh ponto, né, para para esse lado que é assim: "Que fonte eu parei de ler por estar saturada, rasa, paga ou chata?" Quer dizer, você pode oferecer uma alternativa gratuita a alguma coisa, uma alternativa profunda a algo raso, uma alternativa diferente a um assunto que já tá de saco cheio ou uma ou uma alternativa interessante algo que é tratado de uma maneira meio chata. Então a ideia é você Tornar uma curadoria inteligente com voz própria, tá? Então se você ler os textos da Larissa, vocês vão vão perceber isso, né? Tem um
tom apenativo, tem uma linguagem leve, tem uma análise crítica do negócio da leiatônio, a mesma coisa. todas essas que eu recomendei, mas principalmente essas duas, tá? Então aí daí há várias outras, eu poderia colocar assim que senão essa aula fica imensa, tá? Mas assim, eh essas duas, né, principalmente a Larissa e a Leas têm Essa opinião, né? Tem mais essa opinião, essa análise crítica do momento, tá? Então você pode combinar essas três coisas. Como eu falei, a newsler pode ter um tipo predominante, mas normalmente você vai querer misturar as coisas até para ter uma variação
dentro da newsletter. Então, por exemplo, se você tem fizer perguntas do tipo: "Que buraco editorial existe no meu universo?" Você pode pensar num novo ângulo, um novo território mental. Se você pensar em sobre o que as pessoas me pedem ajuda o tempo todo, pode levar uma análise profunda. O que eu leio e sempre penso, eu faria melhor, pode levar uma mídia, né? Uma nova mídia. Então, esse tipo de pergunta pode te ajudar a ver para onde você está indo. Então, as pessoas, por exemplo, você me perguntam: "Ah, Rafael, como que eu eh produzo conteúo na
internet? como que eu documento? Então, eu já sei que esse é o tipo de coisa que quando a dúvida começa A surgir com muita frequência que eu devo escrever um texto longo sobre isso, porque daí toda vez que a pessoa falar sobre essa coisa me perguntar, eu vou ter um texto para mandar e aí não vou precisar responder aquilo, né? Então, por exemplo, a IA vai substituir os copywritters. Ai, me perguntaram tanto isso daí que eu peguei e falei: "Vou escrever um longo texto sobre isso". E agora é isso, tem um futuro copyright. Você pode
ir lá pagar e ler se você Quiser, se você realmente está preocupado. No contrário, você não tá preocupado, né? R$ 9 para ler um texto e você não quer ler. Então fica tranquilo. Você já foi substituído, você só não sabe ainda. Então devemos sempre ser fiéis à linha historial ou podemos fugir? Essa é outra pergunta. Então você foi lá, criou o contexto, deu um nome legal e aí chegou uma hora que você fica meio de saco cheio de escrever das as mesmas coisas, né? Ah, usar o mesmo Modelo de de pensamento, né? assim, eh, você
que nem no meu caso, eu eu fico cansado de escrever às vezes textos longos, né? E eu não não me coloco para escrever textos longos de propósito, tá? Eu começo a escrever e falo: "Cara, esse assunto vai ficar muito grande". Ou, por exemplo, é uma dúvida que eu sei que se eu responder essa dúvida, a pessoa vai pedir para eu responder uma outra dúvida. Então, eu já quero responder todas uma coisa só. É, como eu fiz aqui Com a newsletter, eu poderia, eu não poderia ter feito assim um vídeo só sobre nome, um vídeo só
sobre conceito. Eu poderia ter feito isso, né? 30 vídeos e 15 minutos. Tá, mas eu não sou assim. Então, e o que que eu faço? Eu exijo da pessoa que ela veja por mais tempo o vídeo, tá? Porque eu não eu não gosto de postar todo dia alguma coisinha. Então, devemos sempre ser fiéis à linha historial. Podemos surgir? Vamos responder lá. Quando faz sentido sair, Né, da sua linha historial? Faz sentido quando você vai reagir a algo do momento, né, que já tenha todo esse movimento. Então, por exemplo, do bebê reborn, se você tem alguma
coisa interessante para falar sobre esse assunto, é legal. Então, digamos, você trabalha com marketing, como que o bebê Reborness ficou tão famoso? É uma pergunta que eu faço. Uma pergunta que eu faço, como o perfume se tornou um negócio tão cool? Por que que tem tanto Homem se interessando por perfume hoje? Quem que começou isso? De onde veio? Tá vendo que essa pergunta que levaria uma análise? Eu não falo disso exatamente na minusa, mas eu poderia usar isso como uma análise, fazer um mergulho na história dos homens que amam perfumes, né? Eu tô escrevendo uma
sobre o macho alfa, né? De onde tiver a ideia do macho alfa, né? Mas tá vendo que é algo que não é não tá bem no momento agora, quer dizer, não tá Na grande mídia, mas tá sempre por aí, é um assunto que sempre surge, tá? Para experimentar novos formatos e ver se a audiência responde. Então, por exemplo, se você escreve textos longos, você escreve textos curtos, se você escreve textos, se você nunca, por exemplo, que nem eu fiz recomendações, eu nunca escrevi um um uma newsletter de recomendação cultural, né? Coisas legais que eu li
nessa semana, coisas links bons, né? Links do sem som, né? Eu nunca Fiz isso e eu sei que daria certo se eu fizesse um negócio assim. Eu só preciso me organizar para fazer, mas esse é um formato que eu vou testar, tá? Então tá vendo que você também pode testar. É legal ter uns dois tipos de formatos de de user para você testar, porque as análises ou os textos de opinião eles sugam muito a nossa energia. Então você precisa ter um formato mais leve, mais fácil para você fazer para quebrar a expectativa, né? Quer dizer,
você vai Fazer um negócio bem diferentão, enfim, por algum motivo aí. Então é é necessário, né, você sair da sua linha editorial de vez em quando para principalmente para isso aqui, ó. Às vezes você não vai querer reagir porque ai tá todo mundo falando sobre isso. Bom, beleza, mas a questão não é essa. A questão é você tem algo interessante para falar que poucas pessoas estão comentando? Porque daí você deve fazer isso se você tem algo interessante para Falar, tá? Então você não vai reagir simplesmente porque tá na no hype, você é porque você realmente
tem algo interessante para falar. e esse assunto surgiu ou ressurgiu agora. Então, é mais ou menos aí que o negócio funciona. E aí, outra coisa eh que as pessoas perguntam antes da gente falar de monetização, é assim, é possível ter uma audiência que pede por infoprodutos? Assim, uma newsletter tecnicamente ela tem que ensinar algo valioso, ela Tem que repetir alguns temas e ela tem que mostrar aqui uma profundidade naquilo. Quer dizer, de alguma maneira, você não vai conseguir falar tudo que você tem para falar numa newsletter. Mesmo eu tendo escrito sobre futuro do copywriting, surgem
questões hoje que são mais ou menos assim: "Rafael, entendi bem o texto, eu curti muito, blá blá blá, mas você tem algum curso, você tem alguma aula em que você desenvolva mais ou menos um caminho para que eu Veja com mais segurança os passos e as habilidades que eu tenho que desenvolver?" Porque lá eu escrevi umas cinco, seis páginas sobre isso, mas talvez precise de mais. Tá vendo? Eu não sei de quanto mais precisava. Eu deixei as pessoas lerem e daí elas me dizem e elas estão me dizendo que sim. Então eu vou pensar em
fazer um tipo de curso, um tipo de treinamento que seja torne-se o marqueteiro a prova de a, né, alguma coisa, não com esse nome, né, mas alguma Coisa assim, é as habilidades que mais contam, algo nesse sentido, tá? Então se você começar a falar de um assunto, naturalmente as pessoas começam a pensar assim: "Cara, e o se isso aqui tá no gratuito, imagina o curso, imagina como deve ser o curso." Então, imagina se eu estou dando essa aula para você no YouTube de uma hora já quase, né? gratuitamente. O que você deve esperar no meu
curso pago? Você acha que eu sou burro? Você entendeu? Você acha que eu Vou entregar o pior conteúdo gratuito, né? Então eu vivo ainda dessas coisas. Então é natural que a pessoa comece a pensar isso. A questão é que você não pode ficar de migué, você não pode ficar de miserinha, né? Querendo não dizer as coisas, porque isso é apenas no conteúdo pago. E aqui você só vai fazer uma, né, um trailer do negócio, tá? Aqui eu realmente estou falando tudo que eu sei para você começar, mas é, evidentemente isso não é tudo. Se você
quer aprender, Por exemplo, a escrever essas coisas, se você quer aprender a criar os seus infoprodutos que a sua audiência vai pedir, você vai ter que entrar no Copcrat ou em outro curso de marketing que você quiser. Mas se você quiser aprender isso comigo, você vai ter que entrar nos outros produtos. É porque se eu colocar isso aqui vai ter 10 horas, 15 horas de aula. Eu sei que algumas pessoas não reclamariam, mas não é assim que funciona. E é importante você Lembrar, se a gente começar a falar de monetização, e eu deixei isso mais
pro final para só as pessoas que quiserem realmente levar isso a sério assistirem, é que você não pode acostumar as pessoas a não pagarem pelos seus produtos, tá? Você não pode acostumar as pessoas a fazerem isso. Você precisa acostumar as pessoas a terem que pagar algo para você na hora de você eh eh oferecer algo para elas, né? Assim, pera aí que eu vou refazer essa Frase que não ficou boa, né? Quer dizer, você tem que acostumar as pessoas a pagarem para receber as suas coisas, porque do mesmo jeito que é possível acostumar as pessoas
a não pagarem, né, a receberem gratuito, é possível acostumar as pessoas a pagarem. Quer dizer, elas vão entender que assim, cara, o Rafael já entregou muita coisa gratuita, se eu quiser mais, eu tenho que pagar, tá? Senão eu vou ficar aqui nesse negócio indigando aqui, né? Ai, Fala sobre isso, fala: "Ah, não tem lá no curso lá. Ah, mas eu não tenho dinheiro. Ah, não sei o que". Então, espera. É isso. Um dia, quem sabe eu gravo. Então, quando você acostuma as pessoas demais a terem tudo de graça, elas vão começar a abusar de você.
Mesmo aquelas pessoas que acham que não estão abusando, elas estão abusando, tá? Então é mais ou menos isso. É precisa acostumar as pessoas a pagarem pelos seus produtos, tá? E você precisa Acostumar a cobrar pelos seus produtos. Não seria nada de errado nisso, tá? Então, ah, uma outra pergunta, né? Como eu faço para crescer a minus letterader, né? Então, monetização vai ficar mais para baixo ainda. Como eu faço para crescer menos ler? Você tem algumas estratégias, claro, tá? A primeira pergunta que você faz é: você tem audiência em outro lugar? Quer dizer, você tá começando
do absoluto zero, você não tem nada em lugar nenhum? Então, Assim, se você tem essa outra audiência pode ajudar, mas é bom que você não conte com isso, porque normalmente não é fácil você trazer a audiência de um lugar para outro, né? Não é não é assim que acontece. Normalmente você vai ter que eh digamos fazer vários várias ações de marketing para que as pessoas saiam do Instagram, saiam do TikTok e vão ler a sua newsletter. Só que pensa o quão Improvável é isso se você construir uma audiência que você acostumou a receber conteúdo simples,
rápido e raso. Ao tentar levar essas pessoas para uma página, né, para um texto de 10 páginas, elas vão estranhar. Claro que você vai encontrar pessoas que estão no Instagram, mas nem gostaria muito de estar lá. elas meio que entram com a esperança de encontrar algo profundo naquele negócio, né? E nada, nisso, em ter coisas. O Instagram é assim, tá? Só Que daí quando você tenta trazer essas pessoas, elas também vão ter uma dificuldade pela própria plataforma. Quer dizer, ela clica a o Instagram, parece que coloca, né, assim, no no na marcha zero, né, o
navegador fica extremamente lento, devagar, é ruim de ler, aí você vai no substeck, você vai ter que criar uma conta, então fica difícil, mesmo que a pessoa queira, fica um pouco difícil, tá? Então é de essa é a questão. Ter uma audiência no outro Lugar ajuda muito, mas não é bom você contar com isso. Por exemplo, tenho 100.000 pessoas no meu Instagram, cara, você vai trazer umas 1000, talvez de lá. 2000 assim estourando, você entendeu? Agora, se você não tem, aí a gente vem num paradoxo, é bom que você tenha eh que seja no YouTube,
que seja uma um outro lugar em que você consiga ter uma conversa com a pessoa, independentemente do tamanho que você tenha, e faça com Que ela venha até você, tá? Você mostra assim, cara, esse aqui é um resumo de algo que eu trato na minha comenta aí para receber. Eu faço isso direto, tá? Então é importante que você não fique em apenas um lugar, você precisa de uma rede de descoberta. O Substeck tem isso com as notas, tá? Então, como eu falei, 30 ou 30 ou 40% dos meus dos meus assinantes vieram desse tipo de
lugar, tá? E o Substex está no melhor momento para crescer, ele tá entregando muito Conteúdo, então você não pode ficar adiando esse negócio, tá? Começa a produzir já. Então o que que eu recomendo, né, que você tenha uma apenas uma estratégia. Você vai escolher uma tática de de crescimento. Então, por exemplo, digamos, você vai produzir no YouTube ou não, você vai produzir no substeck e daí você vai pegar os seus textos do substeck e vai ler no YouTube. Eu já fiz isso e vou fazer isso outras vezes. É Simplesmente isso, precisa aparecer em outro formato
pra pessoa ler, né? E ou, né, o engajamento ali nos nas notas, dá para você fazer as duas coisas, tá? Eu recomendo que você faça as duas coisas. Eu faço pouco isso, né? Honestamente, eu engajo pouco nas notas, tá? Mas eu deveria fazer mais porque funciona assim e evitar tentar tudo ao mesmo tempo. Então, algo básico é assim, ó. Você vai publicar três a cinco vezes por semana os notes, comentando outras notas ou Fazendo as suas próprias notas e você vai comentar nos comentários, né, no nas notas dos seus amigos, tá? Você tem que lembrar
que os leitores, né, o Substeck lembra leitores de seguirem você. O Substeck quer muito que você fique lá. Então, de novo, a gente tá na melhor época para fazer isso. Você pode combinar conteúdos, né? Então, por exemplo, publicações profundas uma vez por semana e posts de indicação uma vez por semana. Então, pensa assim num Projeto que seja uma newsletter mais três ou cinco notes semanais. Esse aqui é um projeto razoável, é perfeitamente possível fazer isso, tá? Dá para fazer, né? E a medida que você for avançando, você vai colocando duas vezes por semana, três vezes
por semana e assim por diante, tá? Tem que lembrar de trocar recomendações, mas não ficar pedindo. Eu acho meio feio. Ah, me recomenda aí. É meio, sabe? Não é muito legal. Fica comentando nos Post da pessoa, compartilha os post das pessoas que elas vão fazer isso naturalmente, tá? Não fica pedindo esse negócio não, que é meio feio, tá? E você vai chegar outra pergunta que é assim, quantas vezes por semana eu devo postar? Vamos pensar assim, o que a gente chama de impacto da mensagem tem a ver com quantidade e tem a ver com qualidade.
Que que eu quero dizer? Se você decide publicar uma vez por mês, significa que o seu post precisa ter uma alta Qualidade e ele vai ter também um volume um pouco maior, né, de quantidade de páginas, inclusive, né, ele vai ter uma quantidade maior normalmente, tá? Você vai ficar uma vez por mês, você vai publicar uma página no Você não tá levando a sério o que eu tô falando, né? Você precisa levar a sério isso aqui. Você não vai ficar um mês e entregar um texto de uma página. Às vezes eu fiquei, eu nunca cheguei
a ficar um mês, acho que só agora que eu fiquei um mês sem Publicar nada no substeck, tá? Mas às vezes eu f publiquei dois textos, mas um tinha tipo 30 páginas, tá? Então é assim, você precisa levar isso em consideração. Se você é uma pessoa de pouco fôlego, então você vai escrever uma vez por semana três páginas, quatro páginas, ou seja, mais ou menos uma por dia. Ou se você é uma pessoa que prefere acumular e a cada 15 dias você manda 10, 15 páginas. Eu recomendo que você seja a pessoa semanal. Eu acho
mais fácil no Começo de ter esse hábito, né? Mas seja como for, se você publicar coisas de altíssima qualidade, mas por pouco tempo, poucas vezes, a sua mensagem vai ter pouco impacto. Se você publicar coisas em muita quantidade, mas de baixa qualidade, ela também vai ter pouco impacto, né? Ela vai ficar aqui, ó, baixa qualidade, mas alta quantidade, né? Vai ficar bem baixinho e muita qualidade e pouca, né? E pouca qualidade, quantidade vai também vai Ficar aqui, ó, né? Vai fazer um quadradinho aqui bem pequenininho. Que que você precisa ter? Idealmente você precisa ter qualidade
e quantidade. E como que a gente define isso? Começa uma vez por semana e você vai descobrir. Comecei uma vez por semana, percebi, Rafael, que eu preciso de mais tempo para pensar. Sou um escritor lento de eu estudo, meus estudos demoram, etc. Eu vou publicar a cada 15 dias. Bom, então você decidiu ter mais qualidade porque a Quantidade sua parece e eh que vai cair, né? A sua quantidade vai cair e a sua qualidade vai aumentar. Depois que você ganhou mais agilidade nos processos, você voltou a publicar uma vez por semana. Então você aumentou a
você manteve a mesma qualidade, mas você aumentou a sua quantidade. E aí você aumentou aumentar a quantidade. Começou a aumentar a quantidade. Ah, vou aumentar para três vezes por semana. Vai vir aqui, mas a minha qualidade caiu um Pouquinho. Ah, mas tudo bem. Eu vou focar agora em quantidade e daí eu vou manter essa mesma qualidade e vou melhorar aqui, saber mais ou menos quanto tempo leva em quantidade e daí eu subo a minha qualidade. Então, na prática, o que que eu tô querendo dizer aqui? Você vai publicar o máximo que você puder, mantendo a
melhor qualidade possível. É isso. No começo não tem como você saber. Então eu recomendo que você comece com uma vez por semana ou uma vez A cada 15 dias, tá? Não tente muito mais, ok? Se você não tem experiência, você vai quebrar. E aí, como diferenciar, né, o conteúdo do YouTube para? Meio que acabei falando disso, né? Mas basicamente é isso. O YouTube, gente, é exposição, descoberta e atenção. E no é aprofundamento, intimidade e decisão. Então, por exemplo, raramente a pessoa vai ver um vídeo seu no YouTube e comprar alguma coisa. Normalmente ela vai te
vai Descobrir, vai seguir você no Instagram, vai escrever na sua newsletter e daí ela vai dar uma olhada, ver o que você escreve, ela vai ler um ou outro texto e daí que ela toma uma decisão, porque a escrita ainda é a forma suprema de autoridade intelectual. Se você vende curso, vende educação, você tem que levar isso em consideração. E aí, em termos de produção, você tem que perceber se você é uma pessoa do texto do pro vídeo ou se é uma pessoa do Vídeo pro texto. Que que eu quero dizer? Você é uma pessoa
que desenvolve melhor as ideias falando e depois você escreve? Ou você é uma pessoa que escreve e depois, né, você precisa escrever para saber o que você vai falar. E aí você já define mais ou menos o que que vai vir antes, né? se vai vir o texto ou se vai vir o vídeo, mas eu sou uma pessoa que escreve primeiro e depois faz o vídeo. Se eu faço o vídeo antes, eu não tenho vontade de escrever. Então, por exemplo, Eu não vou escrever um texto sobre newsletter. Vou mandar esse material na newsletter. Para você
receber esse material, você vai ter que assinar eh a newsletter minha para receber. Então, eu não vou escrever um outro texto sobre isso. Agora, o contrário, eu faria, se eu tivesse escrito um texto, eu faria um vídeo diferente. Eu teria vontade de fazer o vídeo, mas eu não sou assim, tá? É claro que pode ser um defeito, enfim, mas só tô falando como as coisas são. No Começo você vai ter que definir o que que é melhor para você. Então, por exemplo, se a pessoa quer receber um resumo prático desse vídeo, mais reflexões extras, ela
vai ter que se inscrever na newsletter ou essa ideia surgiu no vídeo X e aqui vai o bastidor, aplicação pessoal. Então, isso também acontece. Eu gravei um vídeo sobre isso, mas eu não quero gravar um outro vídeo comentando meu outro vídeo. Eu quero escrever uma newsletter porque eu quero Organizar meu pensamento de uma maneira mais clara, como eu falei no começo, para gerar essa intimidade, para gerar esse aprofundamento, né? Então, tenta pensar nisso, né? Usar newsletter como um comentário autoral sobre o que você mostra no vídeo, caso você seja uma pessoa diferente de mim, uma
pessoa que gosta de gravar para ter ideias para aí e então escrever, tá? Então, no meu caso, seria algo mais ou menos assim. No vídeo eu falei sobre desejo mimético. Aqui te conto o erro que cometi ao seguir o desejo dos outros e como isso destruiu o meu projeto em 2022, né? Você vai publicar alguma coisa nesse sentido. E aí a gente chega a outra questão que é do tipo o tamanho importa? Assim, gente, tentar escrever um texto pensando no tamanho é como tentar transar pensando em quanto tempo tem que levar, tá? Assim, não, se
for menos de de de 20 minutos é ruim, se for mais, sabe, não tem muito isso. A gente sabe que tem Alguns absurdos, né, do tipo, se você escrever um parágrafo, não vai rolar. E se você escrever 100 páginas também não vai rolar. O meio campo ali é que é complicado. O que eu diria para você como um bom começo é tentar escrever algo, né, fonte 12 ali do no do Word, algo entre quatro páginas e seis páginas. Você considerar isso como um texto longo, tá? Então, se você não consegue escrever quatro páginas sobre um
assunto, é muito provável que você Não entenda nada do assunto. Você não tem nada a dizer. Eu acho que é uma frequência, né? Se você pensar como escritor profissional, todo dia escrever pelo menos uma página, você vai ter um texto por semana de cinco páginas. Eu acho que é bem razoável, bem razoável, um começo muito bom, tá? Acho que poucas pessoas discordariam de mim. Então a ideia aqui é que você é assim, o importante nisso tudo assim é que se o assunto que você vai tratar ele Também é denso, ele é difícil, a sua usar
naturalmente vai ser mais longa. Então, às vezes eu gostaria de tratar de alguns assuntos que eu sei que a minha audiência poderia receber de uma maneira mais curta, porém existem tantas coisas que ela precisa saber para entender esse texto que daí eu tenho que fazer no próprio texto. Eu não poderia falar assim: "Puxa vida, seria tão bom se você tivesse uma introduçãozinha história da arte, você entender tudo o que eu tô Falando. Aí o que que eu vou ter que fazer? Vou ter que fazer isso no texto e aí o texto fica grande, tá? Então
eu, por exemplo, eu não falo assim: "Ah, vou escrever o maior texto que eu puder, eu não faço isso. Eu vou escrevendo e daí eu vejo que, poxa, tem que falar disso, tem que falar aquilo. E aí a o tempo acaba, né, ficando escasso e eu falo: "Vai assim mesmo, depois eu reviso e reduzo um pouco o texto", tá? Então, normalmente é assim que eu faço e aí Você vai chegar, né? E a monetização vai realmente ficar final. Como diferenciar os conteúdos pagos e os gratuitos? Na prática é assim, gente, o gratuito transforma a consciência
e o pago transforma o comportamento. É mais ou menos isso, né? no gratuito, a sua função é provocar, educar, gerar desejo. O formato normalmente é de ideias, de provocações, etc. Mas a o que a pessoa tem que falar é isso aqui, ó. Isso me fez pensar diferente. Isso me fez pensar diferente. Eu não tinha pensado nisso antes. Poxa, que legal. O pago normalmente é isso mudou o que eu faço ou como eu ganho. Principalmente isso aqui, ó. Isso mudou o modo como eu faço as coisas. Depois esse texto me deu um novo gás, me deu
uma nova esperança para fazer o que eu faço de maneira diferente. Então o gratuito, é claro, que ele pode fazer isso e o pago também pode simplesmente fazer a pessoa pensar Diferente, mas como um um guia vai para vocês é mais ou menos isso. Quer dizer, você pode falar uma ideia de conteúdo e no pago tem um método para você produzir esse conteúdo, tá? Então você pode oferecer a síntese sobre algum assunto, eh, principalmente psicologia, né? O o Rafael Bianco faz isso e aí ele oferece um acompanhamento de terapia, caso você queira eh assim, já
que você entendeu o problema, você vai precisar de ajuda de um psicólogo e daí você faz isso. A Mesma coisa acontece aqui. Então tô explicando para vocês como vocês podem pensar de uma maneira diferente a respeito de newsletter, o que que vocês tm que fazer, o nome, etc e tal. Mas se você quiser escrever a newsleter, o que que você vai ter que fazer? Ou você vai escrever sozinho ou você vai entrar no Copcraft para entender como criar seus produtos, como você vai criar suas ofertas e coisas assim do tipo, né? Inclusive tem uma aula
lá só sobre Ensaio, né? só sobre como escrever textos para newsletter, né? Então é algo assim, né? É normalmente assim que funciona. E aí a gente chega a uma outra pergunta que é: qual é o melhor momento para monetizar? Vamos pensar assim, então agora que a gente vai entrar nesse módulo que normalmente é o motivo pelo qual você clicou no vídeo, né? Você quer ganhar dinheiro com isso. Eu deixei pro final só pr os heróis ficarem aqui mesmo, tá? Porque não é fácil. Se você Não aguentou nenhuma hora de aula, você não vai conseguir monetizar
nem usar, nem a pau. Quando que é o melhor momento de monetizar? Então, vamos entender assim, você tem duas formas de monetização de newsletter. A primeira é monetizar a própria newsletter, que é como eu falei, você monetizar os textos dessa newsletter, embora subscida que a gente tem outras coisinhas também, tá? E monetizar por meio da newsletter são essas duas opções que você tem. Então Pensa assim antes da gente falar como você vai fazer isso. O manuser paga é como um livro que não acaba. Você lembra que eu falei no começo que se você decidiu escrever
uma newsletter é porque você gosta tanto de um assunto que você quer falar por muito tempo sobre ele, por meses. A pessoa quando pagou sonus lader, ela fez uma assinatura para que você receba essa assinatura, receba esse conteúdo também com alguma frequência. E ela continua pagando, não só porque ela Gosta de você e gosta do assunto que você trata e da maneira como você trata, mas porque ela quer que esse assunto não acabe nunca. Enquanto ela tiver interesse, ela também tem a mesma curiosidade que você, ela também tem o mesmo interesse que você. Ela não
quer que isso acabe. Ela quer sempre saber mais sobre rótulos de alimentos. Ela quer sempre saber mais sobre moda feminina e assim por diante, tá? Então, a pessoa, O que a pessoa realmente tá comprando é isso, né? A capacidade de ler um livro sobre um tópico para sempre, para sempre assim, né? Por um ano, 2 anos, 3 anos, tá? Então, a pessoa ela compra um livro sem fim. Então, sempre que você perder assinantes, você saiba que a pessoa ela tem que fazer a compra repetidamente. Se é mensal, todo mês ela tem que pagar. Se é
anual, uma vez por ano, ela tem que reafirmar o, né? Ela vai receber um e-mail lá de que a assinatura dela vai Ser renovada e ela tem que pensar, hum, será que valeu a pena para mim? Será que eu ainda me interesso por esse assunto? Será que, né, coisas assim do tipo. Você também não deve pensar que as pessoas vão pagar para você só porque elas gostam de você. Elas podem fazer isso a princípio, mas chega um momento que ela meio que elas se sentem justificadas. Ah, eu já paguei pro Rafael, agora ele que anda
sozinho. Eu já já dei a minha ajuda, já tá bom, né? É, normalmente Assim, nos Estados Unidos é mais comum a pessoa ver pelo Patreon, viver com por assinantes, né? Então, a pessoa vê um trabalho, ela quer que aquela pessoa continue realizando aquele trabalho de uma maneira bem feita. Então, ela incentiva com dinheiro, tá? Que no Brasil você não vai encontrar tantas pessoas assim, infelizmente. Aqui no Brasil a gente tem uma história de que as pessoas têm que dar tudo de graça em relação ao conhecimento. O Livro tem que ser de graça, educação tem que
ser tudo de graça. Então, cobrar por algo parece um tipo de eh de ofensa, né? Nos Estados Unidos, enfim, né? Mas assim, tem até uma a tradição, né? As as melhores escolas são particulares, aqui no Brasil é o contrário e assim por diante, tá? Então aqui a gente tem entrar em outro tema. Então, basicamente assim, quando você vai monetizar a própria newsletterer, que que você quer fazer? Vender textos Exclusivos. Normalmente é isso que você quer dizer, né? E aí você vai se perguntar, será que eu tô na hora de fazer isso? Vamos ver se você
consegue responder pelo menos a três dessas sete perguntas, não, cinco, tá? As pessoas pedem por mais. Por exemplo, as pessoas comentam: "Cara, você tem algo a mais sobre esse assunto? Eu me interessei bastante na Sony sobre aquilo. Você tem um vídeo sobre tal coisa ou você tem um conteúdo? Você tem um curso sobre tal Coisa? Você já escreveria sobre esses tema de qualquer forma? Porque é do seu interesse pessoal? Então, pagando ou não, você já vai escrever sobre aquilo. Então, significa que você está disposto a escrever. Vocês vão entender daqui a pouco porquê. A escrever
sobre esse assunto de qualquer forma. Você está pelo menos seis meses publicando com frequência, gente? menos do que isso não vale a pena, a não ser que você Traga muita gente de fora, tá? Seu conteúdo gratuito já teve algum engajamento significativo, gente, se o gratuito tá ruim, né? Não espere muito pago. Você pode escrever sobre esse assunto por um ano inteiro, você já escreveu essa aqui você conseguiria, né? Ó, mas isso aqui é bem importante. Sabe por quê? Porque quando a pessoa assinar, imagina, ela vai assinar um anual, você prometeu para ela 12 meses de
conteúdo. Já pensou nisso? E aí assim, cinco pessoas assinam, imagina você tendo escrever para cinco pessoas e por R$ 10, R$ 50, R$ 100, R$ 500, que seja. Você pode oferecer algo tangível? Quer dizer, às vezes você tem um conteúdo legal, né, um assunto legal, mas o que as pessoas vão pagar é por uma solução mais tangível do problema que você trata na sua newsletter. Então, por exemplo, imagina, você escreve uma análise sobre ansiedade no trabalho e Você explica tudo, como ela funciona, de onde que ela veio, para onde ela vai e meios de solução
e etc. A pessoa com ansiedade, que que ela, qual que é a coisa tangível que você pode oferecer? uma sessão de terapia, um grupo de terapia, algo para conversar com ela. Tá vendo que é o negócio assim, é muito fácil de plugar isso na Soner depois, tá? Se a pessoa leu seu texto e não gostou ou não curtiu bastante, então não adianta, né? Então você já não vai Conseguir vender uma sessão de terapia depois disso. Eu acho que você tem que ter uma audiência de pelo menos 200 pessoas, assim, o mínimo do mínimo, mas eu
acho que você deveria esperar até 1000, sinceramente. Porque se você tiver 200 pessoas e você converter, digamos, 15 pessoas ou 20 pessoas, você vai escrever para 20 pessoas. Ai, Rafael, é isso, a gente tem que escrever para 20 pessoas e e Dani, legal. Então, escreva de graça. Se você é tá vendo? É isso que Eu falei, ó. Se você já escrever isso de qualquer forma, escreva de graça. Então, escreva de graça. Não coloque o peso de dar certo em 20 pessoas, sabe? Não faça isso. Você vai cobrar o quê? R$ 100 anual. Pessoa pagou R$
2.000. Aí você fala assim: "Não é R$ 2000, R$ 2.000 é grana, hein? R$ 2.000 é grana no mês e no segundo mês e no terceiro mês e no quarto mês. Você pagou um ano. Então no fundo, você tá escrevendo por R$ 90, por R$ 100 por mês para 20 pessoas, tá? Se Para você tá tudo bem, quem sou eu? Tá, mas eu estou dando aqui uma uma dica de que é melhor às vezes você ampliar para mais pessoas e aí começar a monetizar, porque daí você entende o que entregar, você entende quanto tempo leva
para você escrever as coisas, você entende o que que você pode colocar como produto ali para você lucrar mais com aquilo. Enfim, depende de cada pessoa, tá? Mas eu não recomendo. Então eu acho que você pode fazer, mas você vai se frustrar até Certo ponto, né? ou a partir de certo ponto. Outros formatos possíveis para monetizar a própria newsletter que o Substeck oferece, inclusive é um clube de conteúdo. Então você não vai vender mais textos, mas você vai vender, por exemplo, eh uma assinatura mensal com curadoria, com bastidores, com algumas reflexões inéditas sobre algum assunto.
Ah, vocês me pediram bastante sobre esse tema e daí eu decidi escrever um texto ou gravar uma aula específica sobre ele, Né? Então, por exemplo, se eu tivesse escrito bastante sobre newsletter e muitas pessoas me perguntariam como eu faço, eu teria gravado essa aula para dentro do meu clube de conteúdo que só vai ter lá. Poderia ser isso, em vez de fazer no YouTube, por exemplo, tá? Minicursos, então às vezes são sequências, né, que aprofundam um problema que você tratou ali, só que com uma prática, com começo, meio e fim, fica mais fácil. Você testa
ali, depois Você pode testar no público frio, você pode fazer no Instagram, no Facebook, no YouTube, enfim, você tá vendo que a newer te dá um jeito de você testar rápido essas ideias, né? Pode ser um tipo de workshop ao vivo, né? Um aulão ali ao vivo sobre um assunto, o acesso antecipado a produtos ou mentorias, eh, pode ser alguns pacotes por tema. Então, no meu caso, eu tinha cesta sádica, então eu tô prometendo enviar isso e ainda não organizei todos os e-mails, Né? Mas eu vou pegar um pacotão assim, cara, todos os e-mailos, todos
os anúncios de sexta sádic ou se eu vou mandar uma vez por semana, enfim, eu tô pensando ainda, né, que eu fazia assim, né, os melhores e os piores anúncios que eu vi na semana. Então, tá vendo que é uma série interessante, engraçada, né, que eu eu sei que daria certo também. Imagem identidade, que é um uma série que eu tô escrevendo sobre filmes, né? Então, existem existem, né, temas que Você pode tratar ali e pode ser só para pessoas que pagam, tá? poderia a imagem identidade que eu analiso filmes poderia ser um um mini
curso de cinema, entende? Só tem no substinante. É que tá vendo, você começa a analisar o seu negócio, o momento do seu negócio e o quanto aquilo custaria para você. Porque veja só, eu tenho a mentoria o Copcraft que custa R$ 5.000. Eu tenho arquitetura dos anúncios, que é uma formação básica de copyright por R$ 1.000. Então, tá vendo Que se eu começar a pensar em assinaturas, para eu vender um Copcraft, eu teria que trazer, né, a assinatura hoje é R$ 97, 10 assinaturas para valer uma arquitetura dos anúncios e 50 para valer um CPC.
Perceba que eu teria que aumentar bastante o volume para trazer mais 50 assinantes anuais, né? Porque senão a pessoa faz assinaturas mensal que é R$ 9, aí imagina, aí o negócio ficou difícil mesmo, né? Vender 100, tá? Então, os requisitos aqui é você ter uma tipo de expectativa. Toda sexta-feira você vai receber um mapa de decisão criativa. Toda sexta-feira você vai receber um conjunto de anúncios pá pá. Uma construção de uma comunidade, um ritual. Então, se você tiver alguma coisa que vocês sempre façam. Então, a Larissa, por exemplo, tem o plantão da Claves, né? Então,
ela tem ali a não sei se é todos os dias, mas é algumas vezes por semana, um plantão da Escola dela que tem uma newsletter, né? Você pode fazer algumas ofertas para aquecer o fluxo, o fluxo de caixa, né? Então, por exemplo, alguns produtos por causa de alguma data, por causa de algum elemento, né? Então, por exemplo, meu aniversário vai ser no final desse mês, daqui a uma semana, então provavelmente vou fazer alguma ação ali por causa do meu aniversário. Então, alguma coisa nesse sentido. Se você não vai para esse caminho que Hoje você precis
permitir todos esses formatos, tá? Você pode fazer por meio da newsletter, que é mais ou menos como eu ganho a maior parte do meu dinheiro, né? Que são ofertas próprias de produtos. Então você vai promover os seus produtos, seus programas, consultorias, que é onde de fato dá o dinheiro. Então você não se interessa muito em monetizar sua newsletter para ganhar R$ 9, R$ 10 por mês de pessoa. Você monetiza para vender a sua Consultoria de R$ 2.000, para vender o seu serviço de página de vendas como copywritter de R$ 5.000 e coisas assim do tipo,
tá? O outro jeito é por anúncios, né, que é a famosa pública. Aqui no Brasil poucas pessoas usam isso, mas pelo behive, de novo, você tem um tipo de recomendação em que marcas começam a procurar criadores de conteúdo para falar sobre o próprio, né, fazer uma propaganda, uma públia ali, isso dá dinheiro, mas a Depender do conceito daí, a depender de você, vender a sua opinião, que é isso que você tá fazendo, vender a sua análise, pode não ser uma boa ideia. Eu não gosto muito desse de públ, tá? a não ser que seja uma
marca que você confie muito, que você goste muito, mas mesmo assim as pessoas vão ler aquilo como: "Ah, você tá falando isso porque você ganhou". Tá? Uma coisa às vezes é: "Cara, eu sempre falei dessa marca muito antes de ela me me patrocinar, então Agora que ela me patrocinou eu acho melhor ainda, porque, né, eu tô ganhando por isso." E aí, claro, há maneiras e maneiras de fazer isso, mas a famosa puble é uma maneira de ganhar dinheiro, tá? Então, se você tem um nicho, por exemplo, ah, eu gosto muito de café, eu gosto muito
de gastronomia, gosto muito de vins e faço análise, né? É um jeito de procurar essas marcas e produzir algum produto para elas, assim, oferecer a público, cara, eu tenho uma com 1000 Assinantes, 2000 assinantes sobre vinho e eu vi que você produz vinho artesanal e tal, tal t, você não quer fazer uma parceria, eu falo para 1000 pessoas que, né, tá vendo assim, é muito mais barato pra pessoa do que ficar pagando pro Facebook, por exemplo, tá? Então, esse é um jeito de fazer as coisas. Um outro jeito, se você, por exemplo, é o cara
do relatório, o cara da análise e tal, imagina você vai atrás de marcas de luxo, marcas que vendem cadeiras, marcas Que vendem, sei lá, objetos de design. Você fala assim: "Vamos falar, fazer um relatório sobre o luxo no Brasil, o estado da arte no luxo no Brasil. Você produz esse relatório, a a marca financia você e você faz publ lá." Gente, é assim que se faz inclusive em revistas físicas, essas revistas, por exemplo, né, que são de graça, né, assim, esses eventos Expo, não sei o qu e tal. É assim que se faz. Você vai
atrás da marca e vende espaço Publicitário. É assim que você sustenta eh uma uma é uma das formas, né, de sustentar publishers, né, quem vende publicações. É assim, tá? Então, por exemplo, publicações coletivas de contos é outra maneira, tá? Então, assim, esse é um jeito. Esse é um jeito. Ah, se você quiser aprender como criar, né, cada uma das ofertas, você vai ter que entrar no Copcraft. É aqui que a gente define quem quem tá afim de quem não está. monetizar por medio de newsler, por exemplo, Sessões gratuitas de perguntas e respostas. Eu já vi
gente fazendo isso, né? Então eu acho que o Mateus do passageiro faz isso, tá? Morizar por meio das da newsletter também pode ser vender pacotes de sessões para ajudar alguém a alcançar um objetivo, que é a famosa mentoria de curto prazo, né? Quer dizer, ah, que que você quer fazer? Eu quero produzir meus primeiros 10 vídeos no YouTube. Perfeito. Vamos fazer juntos aqui um plano. Tem o João Franquini, que É um aluno meu, ele tem a labuta escrita e ele faz isso. Procura ele ele vai te ajudar a fazer esse tipo de trabalho. Tá vendo?
Assim, ele vai, se ele monetizasse a newsleter e ganhar alguma coisa, é muito pouco perto do que ele pode vender assim. E como que ele vai mostrar que ele sabe se ele monetizou e colocou todos os textos atrás de um payall tem que pagar para ler, tá de graça. Vai lá e vê, tá? Então, já sabe o tipo de profissional que ele é, o que Ele é capaz de fazer. Você pode também expandir posts populares, né, eh, em outros posts pagos, né, ah, esse post foi muito popular e agora vou dar um plano. Então, eu
tenho um post muito muito famoso que é o obre conteúdo e eu poderia, sei lá, eh, poderia criar um tipo de metodologia para criação de conteúdo. Eu tenho inclusive essa aula no Copcraft, né? Então, poderia criar alguma coisa nesse sentido. Ah, você pode, por exemplo, Pegar os textos, que é o que eu vou fazer também. e colocar num livro, no Kindle Unlimited, coisa assim do tipo, perfeitamente possível de fazer. Você pode criar uma comunidade paga, se fizer sentido para você, né? Uma comunidade ali de acompanhamento para você criar conteúdo. Esse é um outro jeito de
você conseguir monetizar por meio da newsletter. Ah, outra coisa, né? Então a claves, por exemplo, faz isso, né? Ah, monetizar por meio trans, Então aqui eu já fiz, né? Compilar artigos do do substeck em forma de ebook ou livro, né? Então, o que que você pode pensar, você que tá no começo, né? Se você tem audiência, mas não tem produto, quer dizer, você tem audiência em uma outra rede e foi pro Substeck, ah, é o contrário, né? Você tem essa audiência, mas você não tem nenhum produto, você tem uma manera grande, mas não sabe o
que fazer, você tem essas parcerias, patrocínios, workshops, pré-vendas de Produtos, livros, coisas assim do tipo, tá? É, é, é assim, são poucas pessoas que estão nessa condição. Se eh que é mais ou menos assim, ó, ten audiência às vezes por alguma outra coisa, mas eu não sei como monetizar aquela audiência. Você vai encontrar especialistas assim, mas às vezes eles não são capazes de escrever uma newsletter, tem que levar isso em consideração, a não ser com IA e tal, mas aí enfim, entra por outro. Mas enfim, depois a gente fala disso. Qual a Habilidade mais sem
audiência? Quer dizer, é a maior parte das pessoas, elas sabem escrever ou acham que sabem escrever e aí elas vão escrever uma newsletter, mas elas não tm nenhuma audiência. Cara, é focar nisso aqui, ó. Coisas de prestação de serviço, pacotes, templates, né? Quer dizer, olha, você é muito caro para eu contratar para você fazer as coisas para mim, mas aqui tá um template de como eu faço as coisas, você faz sozinho. Serviços, né? Então, eh eh Você pode oferecer mentorias, né? Essas mentorias de curto prazo, coisas assim do tipo. Se você tiver os dois, você
pode fazer tudo. Você pode tanto oferecer isso quanto oferecer isso aqui, tá? é o objetivo de todo mundo que quer crescer, é ter esse tipo de poder. E como evitar o turn, né, o cancelamento, né, pra gente terminar aqui a a nossa aulinha, mais seis páginas, né, da nossa aulinha, né, o turn ele diminui, né, que é o cancelamento. Quando você tem alguma Constância, quer dizer, você mantém uma certa variação, mas ela não é muito previsível. Então, a pessoa sabe que toda semana vai receber alguma coisa, mas não exatamente o quê, não parece a mesma,
porque às vezes a pessoa tem uma constância, mas é sempre a mesma coisa, é o mesmo assunto, do mesmo jeito assim, né? Então fica meio chato. Então precisa mudar mudar a dinâmica do negócio de vez em quando, tá? Mas precisa ter alguma Constância, que nem no meu caso, fiquei um mês sem entregar, né? Você não pode fazer isso que eu fiz, né? Fiquei um mês sem mandar nenhuma manusera. Então agora eu vou voltar a mandar para valer. Mas você não pode fazer isso, senão você vai ter cancelamento. Você acha assim: "Ah, mas é só R$
9". Mas a pessoa não vê dessa maneira. Ela ela não vê o quanto ela já leu, o quanto ela poderia ler. Ela vê assim: "Eu quero receber algo novo para provar que vale a Pena". Surpresa e prazer, quer dizer, são presentes inesperados, respostas personalizadas, bônus, né? Coisas assim do tipo. Então, se você entrar lá no Minus, você não vai ver que eu prometo bônus ou presentes, né? Então eu mando que nem esse material aqui, eu mando só pros assinantes, no contrário, você vai ficar aí tirando print, sei lá, né? Como você vai fazer isso aí?
Então, identidade clara, quer dizer, ele quer Estar perto de você e não só do conteúdo. Então, é a pessoa quer mandar perguntas, então agora vou ter um chat, né, para falar com as pessoas ali, tá? E como você mantém o e mas assim, não existem muitas formas, você não deve ficar muito preocupado com isso na minha opinião, tá? Porque de novo você não vai se sustentar apenas com assinantes pagos. Essa é uma besteira na minha opinião. Como manter os leitores engajados, né? Então, o que que ajuda bastante é você ter um tipo de série que
nem o sexta sádica, domingo da estratégia, carta de quarta, ter alguma coisa. Isso também te ajuda a produzir conteúdo, porque você sabe que tem um tipo de conteúdo na semana que você tem que produzir, você já sabe mais ou menos como fazer. Então eu tinha a história do futuro. Então toda semana tinha uma atualização ali que era mais ou menos uma análise do que tava acontecendo no mundo da Inteligência artificial com resumo de notícias, com ferramentas, promps, coisas assim. É legal você ter um Criff Hanger, quem faz bastante isso é o Raul Martins. Então termina
o e-mail com a vontade de abrir o próximo e-mail. O assunto não acaba ali, diferente do meu. O meu acaba, plau, né? Uma imersãozona. Começou e o assunto e acabou ali, tá? Peça uma ação pequena. Quer dizer, você pode conversar com as pessoas, às vezes a gente esquece que a outra pessoa que Lê também quer participar, por exemplo. Às vezes a gente não esquece de responder os comentários que as pessoas fazem. Eh, eu às vezes até esqueço aqui no YouTube, então é importante fazer isso. Mas é também porque a gente que produz bastante conteúdo. Eu
produzo conteúdo não só no Instagram e no YouTube, nos lader, mas também pros meus cursos, né? Eu eu tenho essa mania, né, de privilegiar quem me paga, né? Então assim, talvez não pareça porque você vê Pouco, porque eu só dou o que sobra, né? só o gratuito aqui, mas eu produzo muito para quem eh me paga, né? Então, nas mentoras individuais, mentores em grupo. Então, eh às vezes a gente fica meio cansado de interagir, tá? A nossa bateria social aqui é não é infinita, tá? Então, a gente fica meio assim. A ideia que é você
pode dialogar com outros autores que a sua audiência acompanha. As pessoas não assinam só a sua newsletterer, elas não são os seus Assinantes, entende? Elas assinam outras newsletters também. O que que elas têm lido? Porque você pode ir lá falar diretamente com eles, você pode ver se eles estão tratando de um tema e você fala: "Puxa, cara, eu posso ampliar esse debate ou eu posso eh trazer uma coisa diferente, uma nova visão e etc. Isso é muito legal, porque de novo, você não está mais jogando sozinho, tem que jogar com outras pessoas também, tá? E
aí a gente chega a última pergunta, uma Pergunta que surgiu no grupo, que era, né, a pergunta era exatamente assim, eu só copiei e colei como saber se o que eu vou compartilhar é um bigoccentrismo? quer dizer, é um negócio que só interessa para você ou é algo que é realmente relevante. E essa daí é a pergunta que mais trava a pessoa. Pensa só, primeira coisa, tentar antecipar se algo será ou não relevante é um erro. A relevância não surge da importância que você atribui, mas da relação que Você estabelece entre o que você oferece
e o que a pessoa percebe. Então, tentar dizer assim, esse assunto é extremamente relevante. Na verdade, estou dizendo assim, eu quero que você saiba, que você concorde comigo, que esse assunto é extremamente relevante. Mas na prática você não é obrigado a fazer isso. Você pode achar coisas extremamente relevantes que eu acho completamente irrelevantes, tá? Então, por exemplo, ah, será que eu devo colocar tag no Substeck? Aí é assim, ajuda, mas é irrelevante esse momento. Você nem começou, nem tem nome, nem mandou 10 artigos. Para você não vai valer tanto a pena pensar nisso, tá vendo?
E para você pode ser um negócio, ai me trava muito, eu não sei o que fazer. Então, o iniciante, o que caracteriza o iniciante é que ele acha que tudo é importante. Quando você começa a progredir, a se desenvolver numa certa carreira, numa certa habilidade, algumas coisas se Tornam menos importantes e outras mais importantes e o iniciante não consegue saber disso. Então, é por isso que às vezes quando a gente traz o conteúdo assim e que todas as suas dúvidas não foram respondidas, é porque provavelmente elas, boa parte não são importantes, mas você acaba travando
por causa disso. Mas dando uma dica prática aqui, é pensa assim, eu tô oferecendo algo ou estou esperando algo? Quando você vai escrever, você tá oferecendo Algo para as pessoas reagirem ou você espera que as pessoas reajam? Então, no substeck, às vezes a gente vê as pessoas falando assim: "Ai, o pessoal aqui não reage, o pessoal só quer postar, ninguém quer comentar". Aí você comenta, comenta no posto dos outros, tá vendo que você tá esperando que as pessoas te vejam, tá? Essa história é um meio ou é um fim? Então, por exemplo, você vai contar
uma história sua pessoal, você tem que conectar isso a um tema Universal, a um tema que a pessoa possa reagir de alguma forma. A gente tem uma aula disso na oficina de escrita, tá? que é uma como escrever sobre a própria vida, que é assim, como que você conecta a sua história pessoal a uma história que seja pública, uma história privada em algo público, porque a sua história ela não é tão única que não tenha outras pessoas que possam se identificar com ela, né? Então a régua aqui não é o que eu senti, mas o
que isso revela sobre os Outros. Pensa assim num exemplo, né? Hoje eu acordei angustiado, isso é bem selfack. Pensei em tudo que já conquistei, em como as pessoas nunca reconhecem meu esforço, às vezes só queria sumir. Vocês sentem isso também? Tá vendo que parece esse? Vocês sentem isso também? Parece parece que você tá abrindo pro mundo, mas você não tá, né? Você o problema todo ainda é centrado em você. Olha, em como as pessoas, esse aqui eu só reescrevi, mas é um post real Para não, né? Vai que alguém acha. Em como as pessoas nunca
reconhecem o meu esforço, tá? Olha, uma mudança típica. e e simples que você poderia fazer. É o mesmo tema, mesma história. Outro dia me peguei frustrado por não ser reconhecido. Existia um um confissão de fragilidade. Mas aí percebi grande parte da minha energia, mas aí percebi grande parte da minha energia ainda está presa na expectativa do aplauso. Olha só, Enquanto essa energia estiver ali, tá vendo que ele saiu dele? Enquanto essa energia estiver ali, não é liberdade, é performance. Você já sentiu isso também? Então, olha só, tem uma história. Quer dizer, ele ficou contando, ah,
eu fiquei muito triste. Ele falou assim: "Cara, eu senti que eu tava percebendo que eu estava fazendo as coisas só para ser reconhecido, mas daí eu percebi que enquanto eu estou eu, que a minha energia, enquanto ela estiver em ser Reconhecido, eu não estou de fato livre para fazer o que eu quero fazer, para escrever o que eu quero escrever. Eu quero performar diante de uma audiência que eu nem conheço muito bem, né? Então, eu quero ser amado por desconhecidos. Então, vocês já sentiram isso? Assim, a ideia de que a gente só vai ser visto
se a gente conseguir entender o que o outro quer e se adaptar a que esse outro quer. Então, no fundo, a gente nunca consegue oferecer o que a gente gostaria de Oferecer, mas apenas o que o outro espera receber de nós. Então, quando você pega sua experiência e você consegue sair dela e oferecer para outra pessoa, mesmo que o tema tenha surgido de uma história pessoal, ele se torna algo mais interessante de ser lido, porque a sua, o seu diário, né, se você quer escrever tipo um diário dos seus problemas pessoais, né, ele não vai
ser muito interessante se você não é uma pessoa conhecida. ou melhor, ele pode Até ser interessante, mas ele não vai ser muito lido e aí você vai desistir porque você também quer ser lido, mas você não quer apenas ser lido, você que também quer escrever algo que você julgue digno, né, de ser lido, né? Então essa aqui, né, essa é a questão, né, se você ainda tiver dúvida, publicar do mesmo jeito. Você tá no começo, ah, tô travado. Quantas vezes você publicou? Ah, um, dois, nenhum. Então, assim, não é nada, não é nada ainda, né?
Então Começa se e se for o caso, começa dizendo isso. Olha, eu acho que algo, esse negócio pode ser umbigocêntrico. Eu acho que é um negócio que só tem na minha cabeça, mas eu tenho que falar isso para vocês, né? Não sei se você já tinha algo parecido, mas esses dias tava, né? Você começa a história dessa forma. Seja honesto em relação à sua dúvida, em relação a escrever algo que só diz respeito a você. Mas de novo, raramente, raramente e a sua experiência É única. é você, o seu talento do escritor, como escritor que
não conseguiu torná-la pública. E aí, é claro, não importa tudo que você viu nessa aula se você não aprender a escrever, tá? Então, se o seu desejo é desenvolver a sua habilidade e não apenas desenvolver a sua estrutura, tem o Copcraft aí, tá? O link na descrição e você pode aprender a escrever melhor. Perfeito? Espero que essa aula tenha sido Útil, tá? Ela ficou um pouco mais longa do que o normal, mas assim são as minhas aulas. Espero que você saiba mais ou menos como começar a partir daí. E se puder deixar um comentário, puder
deixar uma curtida, já ajuda bastante a gente. Se você quiser esse material, ele vai estar disponível pros assinantes. Mas você agora não tem nenhuma desculpa a não ser começar. Em 10 ou 15 dias você tem a obrigação, se você levar isso a sério, de ter pelo menos um texto Publicado no substeck. Fechou? A gente se vê.