Bom, para explicar para vocês o que vai acontecer, nós vamos ter várias sessões. A primeira sessão começa semana que vem. Só que nós estamos em um treinamento chamado Maestria Emocional. O objetivo é você entender aonde nós vamos chegar com esse treinamento. A Maestria Emocional acontece de forma online para aqueles que preferem fazer online. Para mim, hoje não faz diferença; eu entendi que online funciona bem, e para aqueles que gostam de fazer o presencial, esse treinamento, o conteúdo dos dois é o mesmo; só as ferramentas utilizadas para oferecer é que são diferentes. Agora, o que
vai acontecer nesse treinamento? A gente vem para um treinamento como esse porque a gente quer provocar mudança. Mas a pergunta é: vocês podem me interromper a qualquer momento, tá? Por que quero mudar para alcançar um resultado que eu ainda não alcancei? Não é isso? Mas o que eu tenho que mudar? Saber que eu tenho que mudar é perfeito; só que, às vezes, a gente está gastando energia, se esforçando em uma área específica da vida, tentando mudar em algo que não está provocando resultado nenhum. Por quê? Porque está investindo na área errada, está investindo em uma
mudança que não deveria acontecer. E essa mudança aconteceu; porém, não provocou o resultado que você queria. Então, alguém chega aqui e diz: "Eu quero uma mudança." Mas quais são as áreas da minha vida que eu posso mudar? Vou colocar alguns exemplos aqui: relacionamento amoroso, talvez a mudança precise acontecer aqui. Talvez precisa acontecer na vida financeira, eu ainda não sei; a gente vai ter que descobrir. Talvez o que tenha que acontecer é no âmbito familiar, e eu quero diferenciar família de amoroso e de filhos, porque aqui para a gente são coisas diferentes. A família são os
seus pais, os seus filhos, e aqui o seu cônjuge. Então, são três áreas diferentes. Pode ser que eu tenha que mudar talvez a área emocional. Pode ser que a mudança tenha que acontecer no âmbito espiritual. Talvez a mudança tenha que acontecer fisicamente; não é só saúde emocional. É aqui, ó, nossa! Mas será que um treinamento de Maestria Emocional pode provocar resultados aqui? Pode! Outra coisa que eu vou colocar, e aí eu não quero esgotar, quero dar alguns exemplos só. Pode ser que a mudança tenha que acontecer no âmbito profissional. Mas, sinceramente, eu estou fazendo isso
não porque eu quero te vender esse produto, porque você já está aqui, porque você já comprou. Mas agora eu preciso comprometer você com esse treinamento, porque se você não for capaz de acreditar na mudança que esse treinamento pode gerar, sinceramente, ele não vai gerar. Então, eu vou te dar vários conceitos importantíssimos que serão tratados detalhadamente ao longo do processo, ao longo das 10 sessões que a gente vai ter aqui. Vamos supor que a pessoa chega aqui e eu vou dar alguns exemplos. A minha cliente chega e diz: "Eu preciso resolver a minha vida profissional." Ela
está sentindo dores físicas no trabalho; ela está sentindo emocionalmente um peso no trabalho. Só que, mal sabe ela, que o problema dela não é profissional; é aqui, ó: é com os filhos. Vamos supor que em uma dessas áreas da minha vida eu estou em falta. Então, eu não estou conseguindo viver bem. Só que eu não sei. Aí eu busco compensar essa falta excedendo aonde? Em uma outra área. Quais são as duas áreas que a gente busca compensar quando uma área da nossa vida não está legal? Duas que a gente busca, normalmente inconscientemente, compensar: finanças e
alimentação. Por quê? Porque se eu não tenho prazer na vida espiritual, se eu não tenho prazer com a família, com os filhos, se eu não tenho prazer no relacionamento amoroso, se eu não tenho prazer profissionalmente, eu tento compensar a falta de prazer nessas áreas, buscando prazer aonde? Em uma outra. Só que essa outra já está me dando prazer, e aí eu quero fazer o quê mais para compensar? É muito rápido sentir prazer fazendo o quê? Compras de coisas. Onde é que eu coloquei finanças? É muito fácil compensar a ausência de prazer nos filhos, a ausência
de prazer profissional, buscando comprar o que eu não preciso, com dinheiro que eu não tenho, porque comprar traz prazer. Aí o que acontece? Eu enredo nas finanças, porque está faltando aonde? Nos filhos. Essa pessoa me procura achando que o que ela tem que resolver aqui dentro desse treinamento é o quê? As finanças. E não é, gente, não, sinceramente, é aqui, ó! Só que ela não lembra disso; ela não faz ideia disso. Então, nós vamos juntos descobrir qual a área da sua vida que precisa mudar. Acredite, uma escolha certa hoje vai anular todas as escolhas erradas
que você fez anteriormente. Essa é a matemática da Inteligência Emocional, e eu vou provar hoje para você cientificamente e biblicamente. Do tipo: "Mas está na ciência, está na Bíblia." Se você quiser questionar, você pode até não gostar do que eu vou falar hoje para você, mas discordar do que eu vou falar, você não tem instrumento, muito menos conteúdo para isso, não porque eu sou cara; tá, gente? É sim porque eu vou fundamentar. Beleza? Essa menina me procura falando que o problema dela é financeiro, e a gente descobre que o problema é o quê? É conflitos.
Vamos para outro exemplo: uma pessoa profissionalmente não realizada tende a ser uma pessoa financeiramente desequilibrada. Quantas horas tem meu dia? 24. Vamos dividir as 24 horas em três turnos: 8, 8 e... em média, a gente dorme quantas horas? Oito. Tem gente que dorme mais, gente que dorme menos, mas em média 8 horas. 8 horas dormindo, sobraram quantas horas ativas para eu me relacionar com o ambiente, com as pessoas, comigo mesmo? 16. Dessas 16, quantas a gente trabalha nos dias úteis? Oito, metade do meu dia. Ativo, eu estou. Trabalho? Se eu faço o que eu não
gosto, num ambiente que eu odeio, tá leve ou pesado? Pesado! A vida profissional tá em que falta? Eu vou buscar excesso para compensar. Normalmente, pessoas desequilibradas financeiramente são pessoas não realizadas profissionalmente. Mas elas vêm para cá, e esse problema tá gritando. Elas acham que isso aqui não é o problema. Tá claro? A gente vem para um treinamento como esse, assiste à Semana de Maestria Emocional, às vezes vê vídeo na internet, me vê falando de alguma coisa e diz assim: "Eu vou para lá porque o que eu preciso mudar é isso". E na verdade, não conta
com isso, não. A gente vai descobrir junto onde você tem que, hoje, fazer a escolha certa. Pode ser que seja aqui, pode ser que seja aqui, pode ser que seja aqui. A percepção que você tem até hoje depende muito da programação mental que foi feita com você, e essa programação mental talvez não tenha sido a mais correta. Então, como é que funciona uma programação mental? Posso apagar esse quadro? Estão me acompanhando? Então, eu preciso passar por um processo de descoberta. Pode acontecer pelo treinamento online, pode acontecer pelo presencial. Deixa eu ver se tá transmitindo aqui...
tá, tá transmitindo aqui. Legal! Ótimo! A propósito, quem tá me assistindo aí no Facebook e no Instagram, bota seu comentário aí, hein? Escreve alguma coisa, dá sinal de vida! Ó, programação mental! Vou te ensinar a programar sua mente, mas vou te mostrar que alguém antes de mim já fez isso, já programou sua mente, e as escolhas que você faz hoje são diretamente relacionadas com a programação mental que fizeram com você. Então, vamos lá! Você vai perceber que, durante todo o treinamento, eu vou trabalhar com uma premissa. Deixa eu só botar aqui: programação mental. Ô, mas
vai hipnotizar a gente? Não, fica tranquilo! Não esquenta que não... Ah, mas hipnose é ruim? Falei nada disso! Só disse que eu não vou hipnotizar. Já viram isso aqui? O que eu tenho aqui? Passado, presente e futuro. Nesse presente, eu preciso fazer escolhas. Eu tenho que entrar em ação. Essa ação são as minhas escolhas, e as escolhas que eu faço dependem da programação mental que fizeram comigo. Eu vou explicar para você que uma programação mental exige de você ouvir o quê e por quê. Se eu quero programar a mente do meu filho, o que eu
preciso? Se eu quero mostrar para ele que algo é bom, eu tenho que dizer o que esse algo é e por quê. Aqui é o que ele tem que buscar, qual é a escolha que ele tem que fazer e por quê. Vamos supor que eu sou casado há 17 anos e sou feliz no casamento. Tenho adversidades, tenho situações desafiadoras, tenho, mas preciso resolver. Mas nessas adversidades, eu continuo casado porque fui programado para o casamento. Se eu não fui programado para o casamento, pode ser que eu desista desse evento, desse matrimônio com facilidade. Por quê? Porque
eu não fui preparado para ele. Não tô dizendo que tá certo ou errado, tô dizendo que a sua escolha depende da programação. Alguém um dia disse para mim que o casamento era importante e mostrou para mim uma recompensa. É assim que a gente faz a programação mental. Essa é uma das formas mais simples de programar a mente das pessoas. O quê e por quê? Na verdade, eu vou até retirar a recompensa, porque não é só recompensa. O correto é consequência. Por exemplo, alguém programou a sua mente, talvez tirando a recompensa aqui, falando de algo. E
qual era a consequência disso? Só que pode ter sido uma consequência ruim do tipo: "Não faça isso porque vai dar errado, assim como deu com Fulano." Quantas pessoas crescem ouvindo: "Filha, nunca dependa de um homem. Nunca dependa, porque ele vai te deixar na mão." Aí vai contar o exemplo de quem? Do papai. Tão entendendo? "Filha, você precisa passar em concurso. Filho, você precisa passar em concurso. Por quê? Porque senão um dia você pode ser demitido e não ter dinheiro." Na sua família é mentira! Isso não é uma história que contaram, verdadeiro ou não, está programando
a minha mente. O quê e por quê? Vamos pegar uma história na Bíblia de uma programação mental: Davi programou a mente de Salomão. Salomão, quando teve um sonho e Deus apareceu no sonho e disse para ele: "O que você quer?" Ele diz que queria o quê? Sabedoria! Sabedoria tem um provérbio, se eu não me engano, Provérbios 3. E aí tá anotado no meu celular aqui, eu não me lembro. Provérbios 3, de 4 a 11. Salomão tá falando assim: "Aos pés dos meus pais eu ouvi a orientação do meu pai." Aos pés dos meus pais, a
intimidade. Um filho que senta nos pés dos pais e fica ali ouvindo tem intimidade, tem afeto, tem amor. É mais fácil programar a mente em um ambiente de afeto. Quem tem mais poder de programar a sua mente são pessoas íntimas ou desconhecidas? Íntimas! Por isso que você ouve frases do tipo: "Seu salário é a média do salário dos seus cinco melhores amigos." Porque são pessoas próximas. Se você senta à mesa com alguém que pensa de um jeito e tá ali o tempo todo ouvindo, por que ele faz isso? Um dia você quer o que ele
quer e pelo mesmo motivo dele, você ouve o que ele ouve, você faz o que ele faz. O resultado vai ser o quê? Semelhante! Agora, as pessoas falam essa frase de que seu salário é a média do salário dos seus cinco melhores amigos, mas não dizem o porquê. Você tá aprendendo porque é uma programação. Mental de forma gradativa por causa da convivência, Salomão, desde a infância, no provérbios 3, do 4 ao 11, eu acho que é esse, diz assim: meu pai dizia: "busque a sabedoria". Nesse trecho, Salomão ouve do pai que ele tem que buscar
a sabedoria. Quantas vezes? Seis vezes! O que, mediante repetição, é uma programação. E Davi fala: "busca a sabedoria porque ela te honrará, ela te dará uma coroa, ela vai fazer você prosperar". Sabedoria, filho! Sabedoria, filho! Sabedoria, porque vai... Isso tá programando a mente: intimidade, repetição. Como é que eu programo a mente? Intimidade, relacionamento, amigos, pais, meu filho, os professores. Tá claro? Gente, o que ele quer que eu faça e qual é a consequência disso? Pronto. Salomão agora tá sozinho, tem um sonho, Deus aparece e ele pergunta: "o que que você quer?" Ele diz: "sabedoria". Se
essa programação fosse ruim, Salomão teria escolhido sabedoria? Sim! Se essa programação foi boa, Salomão teria escolhido sabedoria? Sim! Tá claro até aqui? Tudo que você escolheu até hoje é fruto da programação que você recebeu em um ambiente de intimidade, de afeto, de amor: amigos, professores, líderes, religiosos, família, os avós, os pais, os professores, onde ele explicou o que você tinha que fazer e qual era a consequência. E fez isso por meio da repetição. Tô te ensinando como programaram você para entender o que a gente vai fazer aqui e como você pode fazer isso com os
outros. Salomão não escolheu sabedoria, gente, porque ele era sábio. Ele pediu sabedoria! Se ele já tivesse, ele não pedia. Ele escolheu sabedoria porque ele foi programado para escolher sabedoria. Posso só concluir? Depois, quem tá no Facebook, coloque a sua pergunta, depois eu respondo e posso, a partir da sua pergunta aqui no Facebook, gravar um vídeo para te explicar, tá bom? Então vai se comunicando comigo aí. Só que Salomão pediu sabedoria, e agora ele tá fazendo escolhas assertivas. Porque as escolhas assertivas, aqui, ó, que eu não tenho tempo para ficar fazendo escolhas erradas, não! Essas escolhas
assertivas dependem do quê? Da programação! Só que uma escolha assertiva em mim depende do coeficiente de inteligência e do coeficiente de inteligência emocional. E qual é a parcela? 80% a 20% significa que essa programação mental atua onde mais? Onde? Em minhas emoções! Gente, sabedoria. Salomão pediu e fez escolhas assertivas. Tá claro? Chega uma mulher e diz assim: "essa minha filha fulana matou a filha dela e agora pegou o meu filho." Aí a outra disse: "não, é meu!". Conhece a história? Duas mulheres falando que o bebê é delas, as duas. E Salomão não sabe o que
fazer! Sabiamente, ele diz assim: "traz uma espada! Vamos cortar a criança ao meio!" A mamãe disse: "ok, é melhor assim." A outra falou: "não, fica com ela, não corta!" Quem que é a mãe? Fácil de identificar. Foi sábio! Foi! Só que a vida de Salomão desandou porque uma programação pode ser reprogramada. Quando é que a vida de Salomão desandou? Quando ele casou com alguém com princípios e valores diferentes dos dele. Ele casou com a mulher de onde? Do Egito! Eu não tô dizendo que o Egito é certo ou errado, eu tô dizendo que lá tem
uma programação mental diferente. Pensem em um homem que era sábio, adorava um Deus e agora tá adorando vários deuses. E o fim de Salomão foi, talvez, o pior que ele poderia ter: cheio de escolhas erradas. Gente, quando Salomão pediu sabedoria, traduzindo para a linguagem de hoje, Salomão pediu inteligência emocional. Sabe por quê? Porque se você acha que Salomão pediu para Deus inteligência cognitiva, isso aqui não muda, gente! Ele não ficou burro! Ele não perdeu a sua capacidade cognitiva. Ele perdeu sua capacidade emocional, que contribui 80% de suas escolhas assertivas. Quando ele pediu sabedoria, Deus deu
a ele inteligência emocional, e ele pediu porque foi programado para isso. Só que, ao longo do caminho, ele se relacionou com pessoas diferentes, reprogramou a mente, perdeu suas habilidades emocionais e começou a fazer escolhas não assertivas. Isso significa que, dentro desse treinamento, a gente vai ter que identificar qual foi a programação que fizeram com você. Porque, pelo que eu expliquei, essa programação já tá acontecendo o tempo todo. E eu dei um exemplo bíblico, mas com uma fundamentação de programação neurolinguística. Como é que eu programo a mente das pessoas? A ciência que estuda isso é a
PNL, programação neurolinguística. E eu disse que eu programo com um ambiente de intimidade, de afeto, de repetição, explicando o quê e por quê. Não foi isso que eu falei? Intimidade, afeto, repetição. O que eu quero da sua vida e por que programei sua mente? Me relacionei com outras pessoas, ouvi isso de outras pessoas, eu mudo isso. E o que eu estou escolhendo hoje? Como gastar o meu dinheiro? Com base no quê? Na minha programação! Como me relacionar com a minha esposa? Com base na minha programação! Relacionar com os meus filhos? Com as pessoas do trabalho?
Com o meu trabalho? Com a minha vida com Deus espiritual? Emocional, com a minha saúde, com a minha alimentação? Tudo que eu faço hoje é fruto do quê? Da programação mental! Se eu quero um resultado diferente, eu preciso reprogramar minha mente. Mas não sou eu que vou falar como você vai reprogramar. Porque você vai reprogramar aqui, eu vou te ensinar a reprogramar com base no resultado que você quer alcançar. Mas, antes, eu preciso mostrar qual foi a programação anterior. Por quê? Porque, quando a gente vê um avião caindo e teve um acidente, o avião caiu,
o que as pessoas precisam fazer? Promover correções no procedimento de pouso, de decolagem, na fabricação da aeronave. Eu preciso também mostrar para as pessoas como eu tenho que mudar a abordagem do controlador de voo com o piloto, porque talvez o... Que fez cair foi isso. Só depois que eu descubro a origem do acidente, é que eu promovo o quê? Correções. Só depois que eu entendo qual foi a programação que eu recebi, é que eu posso reprogramar, porque talvez aqui o que eu recebi não precise ser reprogramado. E aí, dentro desse modelo de coaching, a gente
vai trabalhar com algo que eu chamo de ressignificar. É comum na internet as pessoas perguntarem para mim: "Már, o que é o ressignificar? Me ajuda a ressignificar." Gente, na internet eu não posso ajudar a ressignificar. E por que eu não posso ajudar a ressignificar? Porque se eu mostro na internet como é o ressignificar fora de um processo, ele não tem efeito. A Programação Mental não depende de um processo. Nós temos 10 semanas para reprogramar. Somente repetição. Precisamos criar, nesse ambiente, um ambiente de intimidade, ou seja, comprometimento, compromisso, "eu acredito", repetição. Vou te falar o quê
e por quê, mas não sou eu que vou falar; é você que vai descobrir. Quando você escolheu casar com alguém, você escolheu com base na sua programação. Significa que, para descobrir a sua verdadeira vocação, a gente tem que ressignificar. Agora, vamos reprogramar em qual área da sua vida a gente precisa ressignificar. Uma delas: minha cliente vem para o coaching e diz que tem que ressignificar uma síndrome do pânico. E, na verdade, ela tem um problema na infância. Ela chega aqui e diz assim: "Márcia, o meu problema é síndrome do pânico, é isso que eu tenho
que tratar." Eu falei: "Ok, tudo bem." Geralmente, não é o que você pensa que é. Geralmente, com toda sinceridade, depois de mais de 4.500 atendimentos, nunca é. Falei "geralmente" para não ser extremista, tá? Mas nunca é o que você pensa. Essa menina chega achando que é a síndrome do pânico. Aí eu pergunto: "Você sempre teve?" Ela: "Não." "Desde quando você tem?" Ela: "Desde o dia tal." "O que aconteceu nesse dia?" Ela me contou o evento; ela recebeu um não de uma pessoa que, na mente inconsciente dela, seria um resgatador. Resgatador é aquele que entra em
ação por você quando você está incapacitado de entrar em ação, porque você está dentro de um ciclo de autossabotagem. Eu estou dentro de uma autossabotagem. Aqui, eu vou te ensinar a origem e como se livrar dela. Em que nível você está? Porque a autossabotagem também é uma Programação Mental, mas, para o bem ou para o mal. Para o mal, para as escolhas que não são afetivas. E essa menina fala: "Síndrome do pânico." Nesse dia, o que aconteceu? Nesse dia, ela recebeu um não de um cara que seria o resgatador. O resgatador é a minha única
esperança. Quando ele diz um não, ele me bota numa situação elevada de frustração. Qual é o tamanho da sua frustração? Depende do tamanho da sua expectativa. Quanto mais expectativa você coloca em determinada área da sua vida, qualquer falha naquela área te frustra mais. Se você não espera tanto dos seus filhos, os erros deles não te machucam tanto. Se você espera muito da sua esposa, ou das mulheres do seu marido, o que acontece? Qualquer coisa ali gera uma frustração maior. Quem se frustra mais no casamento: homem ou mulher? Quem espera mais do casamento normalmente é a
mulher, porque, dentro do nosso padrão, a mulher cresce ouvindo da família: "Quando você casar, você faz do seu jeito." Olha a expectativa: "Quando eu casar, vou fazer o quê? Do meu jeito." Qualquer coisa ruim no casamento frustra mais a mulher. Frustra um pai ficar com os filhos isso o dia inteiro, dando Danoninho e biscoito, e não tá nem aí. A mulher errou na alimentação dos meninos: "Ai, meu Deus, eu não sou uma boa mãe!" Ai por quê? Porque ela exige muito dela. A sua frustração é do tamanho da sua expectativa. Mas que expectativa é essa?
Essa expectativa está diretamente relacionada à sua Programação Mental. Eu vou ter que reprogramar sua mente para suas expectativas. Gente, eu tive que fazer isso comigo. Eu fiz um lançamento online e queria vender 100 (são números proporcionais, tá? Não são monetários). Eu vendi 30 e fiquei desapontado. Eu rejeitei esse resultado porque eu queria... o quê? Expectativa versus realidade. Fiquei mal, mal, mas mal mesmo: "Meu Deus, não vou fazer mais isso, eu não nasci para isso, não sei o quê." Queria desistir de tudo. Fui a São Paulo fazer um treinamento, onde eles estavam premiando as pessoas que
venderam muito naquele ano, e eu vi no palco gente que vendeu 10. Aquela experiência reprogramou a minha mente e fez eu entender que isso aqui era uma expectativa elevadíssima. Eu precisava diminuir a minha expectativa. Eu estava rejeitando os 30, enquanto tinha gente comemorando que vendeu 10. Você já pensou a gente ter tudo que a gente tem e muito, mas não ser feliz no muito? Por causa do quê? Da expectativa. E de onde vêm as expectativas? Programação Mental. Quem contribuiu para a primeira programação na sua mente? Os pais. O que eles fizeram foi o melhor. Não
foi o melhor que eles puderam te dar, mas não é o que você vai carregar daqui pra frente. Não que a gente tá aqui para procurar cados, mas sim porque eu preciso entender que o que eles fizeram talvez funcionou e me trouxe até aqui, com trauma ou sem trauma. Mas eu preciso de algo diferente, porque o que me trouxe até aqui serviu para trazer até aqui. Eu preciso de algo diferente daqui para frente. E esse treinamento é o que você precisa. E eu não tô falando isso porque eu quero vender para você, porque você já
comprou, só que eu preciso agora... Que você se comprometa com isso porque reprogramar, primeiro, precisa identificar a programação interior. Você ia perguntar se tudo pode ser programado? Eu posso programar, por exemplo, assim como Davi programou sabedoria e Salomão, posso programar felicidade na pessoa. Pode, pode, pode! Fé é um... tão abstrato! Felicidade não é abstrato. Ótimo! Como é que seu nome? Ricardo? Ricardo! Ótimo, vamos lá. A felicidade vem de uma escolha assertiva, só que vamos entender o conceito de felicidade. O que é uma pessoa feliz? Eu gravei um vídeo recentemente de um minuto sobre isso. Feliz
é uma pessoa que, naquilo que ela faz, ela tem o quê? Prazer. Naquilo que ela faz, ela se entrega. A gente chama isso de engajamento. Você não é feliz profissionalmente se você está lá só cumprindo horário. Não é? Ó, eu tenho prazer naquilo que eu faço, eu me entrego para aquilo que eu faço, e eu faço aquilo porque há um propósito. Esse é o conceito de felicidade. Mas essa felicidade eu só tenho prazer se eu escolhi fazer a coisa certa, se essa escolha foi assertiva. Só que eu estou fazendo escolhas com a carga do meu
passado, da qual não tenho como me livrar. Por isso, o passado a gente precisa ressignificar e o futuro a gente precisa de um plano. E eu tenho que te ensinar a construir um plano para esse futuro, porque se o futuro não for decidido e o passado não for resolvido, as escolhas continuarão não assertivas. E, gente, sinceramente, a gente tem tempo para ficar errando? Ainda não dá para errar mais, não. Eu vou te ensinar uma mudança gradativa e uma mudança imediata. É possível, não é mágica. Dentro de um processo, funciona! E você está aqui porque acreditou
nisso e a gente vai junto aqui até o fim. Agora, vamos pensar no casamento. Eu tenho prazer de estar com a minha esposa. Quando eu estou com ela, eu me entrego. Por relacionamento, o que ela pensa é minha preocupação também. Eu faço isso porque tem um propósito. Por que que eu escolhi casar? Programação mental. Por que que eu desisti de casar? Porque essa programação me fez fazer uma escolha errada ou me fez entender que eu não tinha prazer, que esse prazer era outra coisa. É tudo uma questão de... que é programação. Acredite, eu tenho pessoas
que chegam aqui porque dizem assim: "Mas a minha vida profissional está ruim." E depois que descobrem que o que precisa ser resolvido é outra área da vida delas, elas decidem ficar onde estão. Eu me lembro de uma cliente que trabalhou num banco 10 anos como caixa. Eu não entendo muito de como acontece o dia a dia de um banco, mas uma pessoa que está 10 anos em um banco como caixa tinha oportunidades para ela crescer, tinha! Ela aproveitou? Não. Essa pessoa está esperando uma oportunidade escolher ela. Uma oportunidade não escolhe; as pessoas são as que
escolhem as oportunidades, mas escolhem a partir de uma programação, e essa programação é cognitiva ou emocional, emocional. Por isso que nós estamos em um treinamento chamado Maestria, o Topo Summit. Summit lá em cima emocional. Para quê? Para, com os recursos que a gente tem, fazermos as melhores escolhas. Essa menina veio para o treinamento querendo sair do banco. Ela veio para cá para desenvolver a maestria e se recolocar no mercado. Sabe o que ela decidiu? Banco do Brasil fez concurso. Não será demitida, a não ser que dê motivos para isso. Não tem estabilidade pela 8112, mas
tem uma estabilidade. Não é? Ela decide ficar no banco. Dois anos depois, ela já é gerente. Estava 10 anos como caixa, dois anos depois, gerente. Ela poderia ter sido gerente dois anos quando entrou, mas aquilo exigia dela uma programação diferente. Então, tudo pode ser programado. Só que, de novo, passado, eu preciso o quê? Ressignificar. Aí a gente pode ir pra psicologia. No passado, eu tenho eventos... Aqui é Física Quântica: eventos negativos, eu tenho eventos positivos, eu tenho eventos de dor. Negativo? Ó, Física Quântica, psicologia, tá? Eventos de dor, eu tenho eventos que provocam esperança. Usando
Física Quântica e usando a psicologia, para mim é tudo a mesma coisa. Posso usar a Bíblia também. Posso. A Bíblia, vou falar, que são eventos que foram portas do bem ou do mal. Ó, aqui é o ruim, o negativo, a dor, o mal. Aqui é o quê? O bem. Aí a gente vai para um versículo bíblico que sustenta a psicologia nisso que eu falei: uma escolha certa emocional anula todas as erradas anteriores. Ou seja, eu não preciso resolver todas as áreas da minha vida. Eu tenho que resolver a área certa, ressignificar a área certa que
vai contagiar as outras sem o meu esforço. É possível! É o que eu mais tenho visto nesse lugar. Daqui a pouco, eu vou falar de características de homens e mulheres e quando é que a gente perde essas características, e como é que a gente reconstrói, que é o que vai acontecer aqui. "Aonde superabundou o pecado," o que que diz esse versículo? Se vocês conhecem, "superabundou a graça." Vamos parafrasear, para não usar a ciência Bíblia: onde abundou o mal, a dor, o negativo, vai superabundar o quê? Olha, conta, gente. Aonde abundou, vai superabundar uma escolha certa,
anula. Porque se eu olhar para o meu passado, a primeira conclusão que eu faço: se eu não tivesse uma vida resolvida, eu ia falar: "Gente, mas tem tanta coisa para resolver que eu não tenho tempo nessa vida para resolver." Então, é melhor o quê? Continuar vivendo essa vida. Não é a lei do maior esforço, é a lei da escolha assertiva por uma reprogramação mental que me leva a ressignificar e anular o evento que me prende. Existem pessoas presas a eventos do passado, e aqui no Coach a gente... Vai ao passado sem ser terapia e de
forma muito mais rápida e olha, com toda a sinceridade do mundo, sem medo de errar: o investimento que você fez nesse treinamento vai ser considerado por você o menor investimento que você já fez até hoje, comparado ao resultado. Eu tenho clientes mulheres que não conseguem engravidar e descobrem que, para engravidar, elas precisam, que ressignificar. E eu tenho vários casos de mulheres que engravidaram na semana seguinte de ressignificar, mesmo com um diagnóstico médico contrário, do tipo "você nunca mais vai engravidar", ou "você desenvolveu uma patologia". Minha cliente, que gravou um depoimento, ela demorou seis anos para
engravidar. Pense em um casal que está há seis anos tentando engravidar; o sexo já é mecânico. Gente, aquilo que era prazeroso perdeu a graça. Engravidou, a expectativa que é elevada; se for frustrada, a frustração é proporcional. Perdeu o bebê com cinco meses. No dia da morte do bebê, ela tinha que viver o luto. Para viver o luto, eu tenho que ser forte ou fraco? Fraco. Alguém te ensinou que você tinha que ser forte no luto? Eu tenho que ser fraco. Gente, no luto eu tenho que chorar; no luto eu tenho que me rasgar; no luto
eu tenho que rolar na terra; no luto eu tenho que me humilhar; no luto eu tenho que estar lá embaixo. É o momento. Eu tenho que viver o luto, só que não pode ser uma vida inteira. E no luto ela decidiu ser forte, não venerar o luto, porque foi o que ela aprendeu. A programação mental dela está errada. Agora ela está presa no evento, desenvolveu uma patologia que o médico disse: "Você nunca mais vai ser mãe". Ela vem para o coach para passar em concurso, que ela acha que precisa. Ela acha que precisa resolver a
vida profissional, e a mudança dela está onde? No familiar, na gestação, no fato da maternidade. Ser mãe. Ela ressignificou o evento, ela viveu. O que eu vou te explicar aqui, porque você vai aprender como fazer isso. Ela viveu o luto; anos depois, uma semana depois de fazer isso, o que acontece? Engravida. Chega para o médico, o médico não consegue explicar. Eu explico para você: aconteceu onde? Na mente. Dá para explicar como um milagre. Só que, olha só, esse coaching não vai acontecer no mundo espiritual. Esse coaching não vai acontecer no sobrenatural; ele vai acontecer onde?
No natural. É aqui que ele vai acontecer. Se você acredita que existe o sobrenatural, espiritual, eu posso dizer que, na sua versão, o que você faz no natural atinge o sobrenatural. "Eu não acredito em Deus, eu não acredito no sobrenatural." Acredita no natural que vai acontecer também! Ou você acredita em algo que não te interessa. Eu não estou aqui para mudar a sua opinião religiosa, mas estou aqui para te mostrar como você precisa, no mundo natural, entrar em ação de forma assertiva. E ela tinha que viver o luto, e ela engravidou. Sabe aquele homem que
entra em ação, mas não dá resultado financeiro e nada prospera? Tem uma origem: normalmente, é uma síndrome de orfandade. Um homem que não teve a referência de um pai não significa que todos os homens que não estão dando resultados financeiros não tiveram pai, não é isso. Mas eu sempre vou fazendo perguntas e você vai descobrir. Sem abrir seu coração. Você não precisa abrir seu coração; você vai abrir seu coração naquela aula ao vivo para tirar as dúvidas. Ali você abre seu coração. Entra com o nome que você quiser; vocês vão receber um e-mail orientando tudo
isso, tá? As pessoas entram, gente, quando elas querem abrir o coração na aula online, para complementar o que acontece aqui, para tirar dúvida; elas entram com o nome anônimo, mas abrem o coração, falam um monte de coisas que em qualquer outro lugar você ficaria envergonhado, mas ninguém sabe quem é você, nem eu, e eu vou te responder. O cara não dá resultado financeiro: duas coisas ou ele não teve um pai ou ele participou de um aborto. Porque ele perde legitimidade quando participa de um aborto. Eu vou te mostrar o que você faz hoje que te
dá legitimidade para a próxima fase ou o que você faz que tira sua legitimidade. Só que é diferente daquilo que você tem aprendido. Talvez você vai ter que sair; talvez não. Você necessariamente vai ter que sair da caixinha; você vai ter que romper com os padrões, com aquilo que você aprendeu ao longo da vida. Porque, sinceramente, o que você aprendeu te trouxe até aqui. Se você estivesse feliz com o que você tem, você não tinha me procurado, tinha? Então você precisa ouvir algo diferente. Porque se aqui você ouvir o que você já ouve, o que
você vai fazer diferente? Você precisa ouvir o que você ainda não ouviu, para fazer o que você ainda não fez, para conquistar o que você tanto deseja e ainda não conquistou. Se eu trouxer conceitos que você já ouviu, sinceramente, tem que sair daqui. Não faz sentido. Alguma pergunta até aqui? Posso continuar? Você está entendendo onde a gente vai chegar e o que eu vou falar que você tem que fazer? Nada é um processo que acontece de forma coletiva, online ou presencial. No caso de vocês, é presencial. A maioria das pessoas faz online; tem vezes muito
mais pessoas fazendo online, e as pessoas acham que eu falo com elas. É coletivo, mas você sente como se fosse individual. Porque o mal que aconteceu na sua vida gera consequências que são repetitivas. Eu te falo da consequência para você saber o que acontece hoje com você: um homem que não prospera financeiramente, entra em negócios e não dá certo, pode ser... Uma falta de estratégia pode ser um problema, porque o que vende o seu produto não é o seu conteúdo; é a estratégia de vendas. É por isso que o charlatão vende. Qual a diferença do
charlatão para o honesto? É a entrega. Os dois vendem se usarem a estratégia certa, mas o honesto entrega o produto e o charlatão não entrega o que prometeu. A diferença entre os dois é que um deles está mentindo, mas os dois vendem. A única diferença é que o charlatão não vende duas vezes para a mesma pessoa, a não ser que ele seja muito persuasivo. Só que os dois usam estratégia. Talvez você não esteja prosperando financeiramente porque você não tem estratégia. Ok, contrate um consultor de vendas para te ajudar a vender. Mas se é um homem
e ele já aplicou a estratégia e nada dá resultado na vida dele, ou é porque ele não teve um pai, um pai vivo ou um pai morto, e a gente precisa ressignificar essa ausência. Ou porque ele participou de um evento onde ele negou a paternidade; normalmente isso se chama aborto. Eu não falo isso da boca para fora, gente, mas se é o meu caso, a gente vai receber a carga. E uma mulher que pratica aborto, ela perde a legitimidade como mãe; ela vai ter dificuldades para engravidar. Tem n casos aqui de pessoas que iam para
a igreja, oravam e tinham que fazer isso se você acredita nisso, mas não engravidavam. Chegou aqui, entendeu que tinha que ressignificar. Ressignificar é um passo a passo que você só vai aprender se você participar desse processo. Eu não vou ensinar em outro lugar, porque tem que estar dentro do processo. Ressignificou, engravidou na primeira semana. Ninguém acredita, ninguém tem que acreditar; você tem que sentir. Só isso. É a paz que você vai sentir. Ok, gente? Você quer ver o que uma mulher tem que olhar para um homem para gostar de um homem? O que uma mulher
espera de um homem? A mulher se apaixona por um cara porque ela viu nele três coisas. Tem exceções, mas eu não quero ser polêmico hoje; ainda vou construir isso aqui com vocês. Tá, e é um exemplo. Hoje é uma visão do que vai acontecer. Tá muito longe do que vai acontecer aqui, mas é só para você ter uma ideia. Quem está no Facebook e quer entrar na turma, ainda dá tempo. As inscrições encerram na sexta-feira, 23:59. Tem um link que eu deixei para você na bio do Instagram e nesse post. Viu? É o menor investimento
que você vai fazer na sua vida. Acredite, é o que eu mais ouço aqui. Gente, uma mulher quer… A primeira coisa que uma mulher pergunta quando ela conhece um rapaz é: “Você conhece aquele rapaz?” “Conheço.” Sabe o que ela fala? “O que ele faz?” Quer saber se ele é o quê. A mulher quer depender de um homem? Não, mas ela quer um homem que, se tudo de ruim acontecer, ele bate no peito e diz: “Confia em mim, eu seguro.” A mulher pira, gente! A mulher se incomoda com um homem desempregado? Não. A mulher assim… Você
vai ver que você vai ter que reprogramar sua mente. Tá? A mulher se incomoda com homem desempregado, obrigado, que não tem um plano de arrumar o emprego. Porque quando ele chega em casa desempregado e diz assim: “Amor, estou desempregado, mas tenho três entrevistas marcadas. Fiz contato com várias pessoas. E tal, em uma semana eu devo arrumar o emprego. Vou aproveitar e tirar uma semana de férias,” a mulher fica doidinha, molhadinha, molhadinha na hora. Por quê? Porque ele garantiu que, mesmo desempregado, ele continua sendo o quê? Provedor. Quando é que eu perco a característica de provedor?
Quando? Quando eu não tive, talvez, um pai na infância (síndrome de orfandade). Não tive um pai para me dar essa referência repetidas vezes com intimidade. Ok? Porque, naquele ambiente familiar, programar a minha mente para ser o quê? Provedor. Eu perdi a referência que me programava. A mulher não quer depender de um homem, mas ela quer segurança. Vou te ensinar como é que os homens enganam as mulheres. Pode ser? Sabe aqueles casos de charlatões que vêm, nada, e dizem para a mulher: “Eu sou próspero, eu tenho isso, eu tenho aquilo, eu tenho fazendas, mas é o
seguinte, eu tô precisando de uma grana aí, R$ 100.000, para liberar uma importação minha lá no porto. É porque eu tenho 300 funcionários e o meu dinheiro, esse mês, eu travei para poder pagar a folha de pagamento. Você me empresta R$ 1.000 e amanhã ou daqui a 30 dias eu te pago?” E a mulher deposita o dinheiro na conta desse cara. Esse cara vai embora. Já viu essas histórias? Que história que ele contou para ela para convencê-la? Ele contou uma história de que ele seria o provedor dela, capaz de dar a ela proteção e presença.
A mulher se apaixonou, foi enganada, entregou dinheiro. Uma mulher se amarga. Isso aqui. Aí você chega para mim e fala: “Márcio, eu não tô fazendo sexo na quantidade de vezes que eu queria.” Você tem alguma característica que você perdeu? Porque se você é assim, você faz sexo na hora que você quer, homem! Não na hora que ela quer, né? Mas vai ser mais vezes. Tá entendendo ou não? Sexo para mulher, depois disso, é um homem bonito. Só casa se for convicto. Um homem feio casa se for convicto. Tá vendo? Vocês casaram? Casar? Casar é bonito?
Não necessariamente! Para uma mulher, beleza é critério de desempate. Primeira a mulher procura isso aqui de todos os homens. Ela casa com quem tem isso aqui. Tem dois assim; ela escolhe dos dois o mais bonito. Tem nove bonitos e um assim; ela casa com quem? Com esse aqui, exótico, diferente, feio, mas casa porque é um cara que conquistou. Pelas características, todas as mulheres são assim: a maioria das mulheres são programadas assim. Tá claro até aqui? O que um homem quer em uma mulher? Respeito. O homem traiu uma mulher, a mulher traiu um homem. Qual dos
dois perdoa com mais facilidade? Quem perdoa mais fácil? Mulher. Para perdoar, o homem que traiu ela precisa encontrar nele uma qualidade. Ela fala assim: "Ó, você fez tudo isso, você machucou, mas eu te perdoo porque você é um bom pai." Pronto, encontrou o quê? Uma qualidade. Um homem, para perdoar uma mulher que traiu, ele precisa encontrar nela várias qualidades. Se você descobrir que o evento que você tem que ressignificar é uma traição, você, homem, tem que preparar o terreno. Para você, não pode ser de qualquer jeito; aliás, é mais fácil para você. A mulher descobriu
que tem que ressignificar o evento de traição e a gente tem que preparar o terreno. Eu não tô dizendo que tá certo ou errado, gente. Eu tô falando qual é a nossa programação. Significa que tudo isso pode ser mudado? Também pode, mas essa é a programação da maioria das mentes das pessoas. O homem quer respeito. A mulher não quer respeito? Claro que quer, mas depois disso, o homem quer ser respeitado. O homem quer um coração agradável. Vou falar aqui pras mulheres do Facebook e do Instagram: você vai entender agora, mulher, porque você tá encalhada. O
homem gosta daquela mulher que chega para ele e diz assim: "Claro, gente, tudo tem exceção, mas eu tô explicando a regra." O homem gosta daquela mulher que chega para ele e fala: "Amor, abre para mim a lata, abre para mim o vidro de azeitona." Coração ensinável é disposta a receber ajuda. O homem não gosta de mulher machona: "Eu faço tudo, minha mãe fez a vida inteira." Eu aprendi a fazer. Tá vendo onde é que você aprendeu? Programação mental de quem? Da mãe. A maioria dos homens fogem de mulheres assim. E se você está me assistindo
agora, mulher, você entendeu porque está sozinha, desgraçada? Entendeu porque aceita ajuda? Homem, se amarra em uma mulher que se deixa levar. Sabe aquele marido que chega em casa e fala: "Amor, deixa eu levar as sacolas do supermercado"? Aí você diz: "Nada, eu levo. Eu levei a vida inteira." Faz tudo sozinha. Gente, ninguém nasceu para ficar só, e o homem gosta de mulher que pede ajuda. Mas qual homem não gosta de mulher que pede ajuda? O homem que não tem essas características? Essas características são programadas. Teve um pai que era o quê? O filho será o
quê? Não vai, gente. E essa programação acontece de forma consciente, do jeito que eu tô explicando, e inconsciente. Participou do aborto, acha que não aconteceu nada? Inconscientemente, dentro de você, algo está tirando a sua legitimidade como pai, ou você não consegue se conectar emocionalmente com seus filhos, ou você não consegue produzir. Por quê? Porque filhos não são somente aqueles que vêm de você: são todos que passam por você. Os que nascem porque você gerou filhos e aqueles que passam por você no trabalho. Você não consegue produzir, não dá resultado, tem que ressignificar. O homem também
gosta de quê? Disso aqui: o homem olha pra mulher e já pensa: "Nisse, aqui sim ou não?" Ou você, homem, olhou para aquela mulher e falou: "Amiga, eu gostei daquela menina?" Quem? Aquela que tem uma beleza interior fantástica? A boca? Você já olhou para quê? Pro corpo? Você já pensou nisso? Eu não tô dizendo que a mulher não pensa, mas ela pensa nisso depois. É por isso que o homem, para fazer sexo, não precisa estar bem. A mulher, para fazer sexo, tem que estar o quê? Bem. Se você reclama do sexo que você faz, eu
preciso que você entenda onde você está errando. E se você é mulher e reclama do relacionamento que você tem, eu preciso entender onde você está falhando. Porque eu tenho que tratar você e não quem não está aqui. A mudança que você espera dos outros precisa começar em você, mas essa mudança, a gente já sabe, que é uma reprogramação daquilo que foi programado e que você acha que não. Não é o problema, ok? Até aqui, alguma dúvida? Sentiu necessidade de abrir o coração? Primeira sessão é assim: tão caladinho. Tem assim, minha cliente esmurrou a barriga até
o terceiro mês de gestação porque ela engravidou do namorado sem dinheiro. É um bac, não é? Filhos, casamento, sem dinheiro, sem emprego, sem nada. E ela pensou: "Ninguém me ajuda, vou esmurrar a barriga até o terceiro mês, expulso os bebês como se fosse menstruação." Morre e vai embora. É o que ela pensou. Os bebês não morreram, nasceram, e agora ela vem pro coaching porque ela quer passar em concurso, porque ela quer resolver a vida profissional, porque tá muito pesada a vida profissional dela. Porque ela trabalha quase 16 horas por dia. Pelo amor de Deus, gente!
14, 15, 16 horas. Workaholic, por quê? Quer resolver a vida profissional, tem que resolver a vida familiar, porque ela não quer chegar em casa e ver os filhos acordados, que ela não consegue ser uma mãe legítima. Que ela teve uma derrota na maternidade, porque tá lá dentro da mente essa informação. O que eu preciso fazer? Ressignificar. O que é o ressignificar? É trocar o estímulo negativo, a dor, o mal, pelo estímulo positivo, pela esperança e pelo bem. Quando eu coloco lá dentro uma outra informação, o meu cérebro diz: "Vamos parar de viver essa sentença ruim
e vamos viver a nossa vida." E a gente começa a fazer escolhas assertivas. Só que ela me procurou achando que a mudança tinha que acontecer aonde? Na vida. Profissional e, com as ferramentas que eu vou te dar, você vai descobrir qual o evento precisa ser ressignificado, qual a área precisa ser programada, qual reprogramação precisa ser feita na sua mente para você ressignificar e viver os seus melhores dias com as escolhas que você faz, com os recursos que você tem. Por quê? Porque ser feliz não exige de você ter uma vida diferente, mas sim ter uma
percepção diferente a respeito da vida. Porque uma vida diferente vem a partir de uma nova percepção, e essa nova percepção nada mais é do que uma reprogramação. Acredite, gente, é muito simples, mas tem que pagar o preço. Durante 10 semanas, tem tarefa, tem orientação, tem reflexão, tem hora que você vai falar: "Meu Deus do céu! Isso é muito forte!" Acredite, você tem um coach do início ao fim. Você não vai ficar no meio do caminho, você não vai ficar desamparado. Eu não estou aqui para te julgar, você não precisa abrir a sua vida. Funcionou com
mais de 4.500 pessoas; gente, não vai funcionar com você. Mas aí as pessoas falam assim: "Eu não preciso resolver nada." Pois é, já tem que resolver mesmo, só de achar que não tem que resolver. O que a gente vai aprender? Ressignificar o passado, blindar a mente no presente para impedir que a gente tenha que ressignificar depois. Porque, olha só, por que eu tenho que resignificar os eventos do passado? Porque eu não tinha habilidades emocionais. Eu não era sábio como Salomão, que tinha Inteligência Emocional; a propósito, ele não tinha. Tanto é que ele pediu. Agora eu
vou resignificar porque os erros aconteceram, querendo ou não, aconteceram. Mas preciso blindar a mente para não acontecer de novo. Você já percebeu aquelas pessoas que se relacionam amorosamente com pessoas que têm comportamentos do pai ou da mãe e que odeiam? Será que já viver com meu pai, com aquele comportamento ruim, não foi o suficiente para entender que eu não posso me relacionar com alguém que tem esses comportamentos? Foi suficiente para entender, sim. Quem entender exige de você habilidades cognitivas, mas não foi suficiente para você fazer escolhas. Porque fazer escolhas exige de você habilidades emocionais, coeficiente
de Inteligência Emocional. Você não vai sair daqui mais inteligente cognitivamente, mas você vai sair daqui com habilidades emocionais para fazer escolhas assertivas. Deixa eu só... eu vou encerrar aqui no Instagram, tá? Eu vou encerrar com vocês do Instagram e do Facebook, dizendo que você tem até amanhã para fazer parte dessa turma, presencial ou online; você que escolhe. Você pode fazer parte, decidir ter um coach, receber uma orientação de forma profunda e mudar a sua vida, fazendo com que esse investimento seja o menor da sua vida. Eu deixei um link para você na biografia do Instagram
e deixei um link para você no post do Facebook. Mas agora, sinceramente, não é mais comigo; agora é com você. Se você quer passar de nível junto comigo... Ah, mas eu não sei se o treinamento é para mim! Você tem 30 dias para cancelar e receber todo o seu dinheiro de volta se, por algum motivo, achar que esse treinamento não serve para você. Porque, daqui para frente, eu tenho que continuar só com quem está aqui, porque agora a gente vai para um nível diferente de conteúdo. Obrigado! Deixa o seu nome, diz de onde você é.
Escreva qualquer coisa que eu vou ler seus comentários depois. Valeu, gente, tchau!