a filosofia da religião problema do mal segundo gottfried leibnitz para além dos argumentos a favor da existência de deus já foram assinados podemos também encontrar contar argumentos para a sua existência por exemplo um dos contar argumentos mais representativos refere-se ao problema lógico do mal isto é como podemos explicar que existe um deus bondoso quando acontecem tragédias e injustiças do mundo quando ocorrem terremotos ou morrem pessoas ou epidemias sem que haja uma explicação divina para tal o argumento que sustenta o problema lógico do mal pode assim ser estruturado se deus existe então é omnipotente e sumamente
como se é omnipotente então tem o poder de eliminar o mal se é sumamente bom então não pode admitir o mal com tudo o mal existe logo deus não em desistir mas será que a existência do mal é incompatível com o deus bondoso ou mal é também uma prova de deus vejamos o filósofo god randy blythe desenvolve uma série de provas da bondade de deus chamado teodicéia para demonstrar que a existência do mal é compatível com a existência de deus comecemos por dividir em dois tipos diferentes de mal o mal moral eo mal natural o
mal moral é aquele mal que é resultado das ações humanas como o homicídio ou o sofrimento provocado aos outros eo mal natural que resulta dos acontecimentos naturais como epidemias ou terremotos que provocam a morte de pessoas usamos em primeiro lugar até audiências isto é as razões que explicam a existência do mal e neste caso do mal moral uma das formas de explicar o mal cometido e humanas e de demonstrar que deus apesar de ter o poder de incrível esse mal não faz é considerar que o ser humano é livre isto é se o ser humano
é livre condição que foi atribuída por deus então ele tem a liberdade de praticar o bem e o mal porque se apenas pudesse praticar o bem não seria libra desta forma o mal moral explica-se pela liberdade do ser humano logo a responsabilidade do mal que cometemos é inteiramente nossa e não de deus a outra teodicéia diz respeito à necessidade de por vezes temos que incorrer num mal para alcançar um bem maior como o exemplo dele bonito quando exemplifica o caso do general que para salvar a cidade de um exército inimigo tem de ordenar que os
seus homens a defendam apesar de esta ação resultar na morte e sofrimento de alguns olá neste sentido o mal por vezes é uma necessidade contudo não é por causa da sua necessidade que podemos afirmar que este mundo é o pior dos mundos criados por um deus maligno aliás o clima existirá é que para explicar o mal natural este é o melhor dos mundos possíveis dos anos no caso do mal natural acontecimentos naturais como terremotos ou erupções que estão em causa a morte de seres humanos e que não tem propósito para atingir um bem maior a
questão da existência do mal torna-se injustificada tanto que ele propósito como pelo livre-arbítrio como então podemos justificar o mau natural até odisseia que explica a compatibilidade entre o mal natural e existência de deus teísta pode ser encontrada na tese do melhor dos mundos possíveis defendida por limites o raciocínio desenvolve-se primeiro na evidência de que o mundo o contingente ou seja não é necessário que exista por essa razão teve que necessariamente ser criado por um ser inteligente necessário visto ter contingência é incompatível com a necessidade este ser inteligente e necessário é denominado de deus no sentido
em que deus correspondem aos atributos da onisciência onipotência alto existência e bondade deste modo se deus criou este mundo então teve que fazer segundo estes atributos e e entre os mundos logicamente possíveis deus só poderia ter escolhido aquele que é melhor entre todos os possíveis visto que eu pode fazer pobre potência tem a sabedoria para decidir qual o melhor homem essência e tem uma vontade sumamente boa que exige que escolha o melhor e se assim é então este mundo foi criado por deus só pode ser o melhor de todos os mundos possíveis assim apesar de
podermos afirmar a existência do mal o seu conjunto não é indicativo de uma criação imperfeita visto que dentro dos possíveis este é o melhor dos mundos no outro sentido podemos contar argumentar que o mundo sem pecado e sofrimento seria o mundo melhor com tudo limite responde que devemos relativizar e adotar uma perspectiva geral do mal no sentido em que o universo é como um oceano ou seja os efeitos dos acontecimentos particulares assim como as ondas do mar devem ser compreendidos como inseridos num todo maior o que implica que por exemplo se não dado momento e
no lugar específico que possam parecer demasiado catastróficos comparativamente com o imensidão do universo e a sua intensidade e importância tornam-se irrelevantes frente harmonia do universo concluindo o mal até pode existir contudo existe no melhor dos mundos possíveis