No meio dessa cortina de fumaça que foi a prisão do Vorcaro, o Dino deu uma decisão, acaba de dar uma decisão nesse momento, suspendendo a quebra de sigilo do Lulinha determinada pela CPMI do INSS. E aí é é desse jeito que vai ser? Eu vou te contar agora o que que é possível fazer e o que que está sendo feito pelo STF, qual a estratégia deles e como que o Mendonça e a própria CPMI podem reagir.
Eu sou André Marcilha, advogado, comentarista jurídico e peço que vocês se inscrevam no canal, deixem o like, clique no joinha e se tornem membros do canal Clicando na aba seja membro, tendo acesso aos nossos conteúdos exclusivos. O Dino, ele simplesmente no mandado de segurança impetrado pela empresária Roberta Luxinger, que é ligada aí essa história, toda amiga do Lulinha, investigada no caso do INSS, ele foi lá e deu essa decisão. Disse o Dino na sua decisão a que a abre aspas que era muito genérica.
Não se pode permitir uma decisão, uma uma quebra de sigilo genérica sobre uma pessoa. Genérica. Sério mesmo?
O o Lulinha confessou confessou que teve uma viagem paga pelo Careca para Portugal para visitar um uma empresa de cannabis, cannabis medicinal. O próprio tem uma documentos de 37 páginas de delação dizendo que o Lulinha recebia R$ 300. 000 de mesada do careca.
Como é que é genérico isso? A corrupção tá explícita. É só ver.
É só querer ver, né, Dino? Então o que acontece é o seguinte, dentro dessa cortina de fumaça do Vorcaro, hoje da prisão do Vorcaro, o Dino depois de que o Alcolumbre disse que manteria e não sei nem se isso não foi uma jogadinha combinada, mas o Alcol Columbre disse que manteria a quebra de sigilo determinada pela CPMI. O Dino hoje foi lá e eh deu essa decisão suspendendo por meio de desse mandado de segurança.
A jogada aqui entre eles é a seguinte. Eles entregam o caso Marid para o Mendonça, eles entregam o Tofolão, né? Eles entregam o casulinha para o Mendonça, mas o Mendonça fica só com o caroço.
O recheio dessa fruta, o recheio desse bolo é distribuído pela por essas relatorias paralelas que estão sendo criadas. No caso Marid, na sexta-feira, o Gilmar Mendes passou a agir e impediu que a quebra de sigilo da Marte fosse feita. Agora o Dino numa relatoria também paralela.
Então, o Mendonça só tem a relatoria do Maret, o Mendonça só tem a relatoria do do caso Lulinha, mas vão se criando relatorias paralelas com a turminha deles, que é o Gilmar, que é o Dino e assim por diante, desidratando a relatoria original do Mendonça, entregam pro Mendonça o a casca, mas o recheio mesmo, né? O brinquedo de dentro do Kinderovo fica com o Dino, fica com o Gilmar, fica com essas relatorias paralelas. Essa é a estratégia deles.
E aí, meus caros, é preciso reagir. Como é que se reage? A CPI, a CPMI precisam eh eh impetrar recursos, recorrer dessas decisões, provavelmente por meio de um agravo regimental, destinar esses recursos para o Mendonça e o Mendonça suscitar algum tipo de eh chamar o colegiado para que o presidente decida.
O Mendonça precisa chegar e falar assim: "Olha, eu sou o relator do caso Marich, então o Gilmar Mendes não pode dar essa decisão. Eu sou o relator do caso do Lulinha, então o Dino não pode dar essa decisão. Sou eu o prevento para isso.
Chama o colegiado e faz o presidente, o Faquim, ter coragem de se manifestar e entregar para ele, para o Mendonça, a relatoria desses casos. Não adianta o Mendonça ficar só esperando as coisas acontecerem de uma forma legal, lícita e legítima dentro de um STF que tá totalmente corrompido. Mas é óbvio, não é?
Mas é óbvio. Então precisa o Mendonça chamar o colegiado, suscitar conflito de competência para a presidência, para o Faquim, se manifestar de quem é esse caso. Se o caso Marit é meu, meu Mendonça, se o caso do Lulin é meu, meu Mendonça, o Dino, a decisão dele é ilegítima.
A decisão do Gilmar de sexta-feira é ilegítima. E anulam-se essas decisões. É isso que precisa ser feito.
A CPI, a CPMI precisam recorrer buscando isso. Recorrer ao Mendonça, não ao Gilmar, não ao Dino. Recorrer ao Mendonça, buscando que o Mendonça puxe para ele a relatoria desses casos.
Nós estamos diante de um joguinho ali que me parece esquisito dentro do STF. Entregaram só o caroço pro Mendonça e aí vão criando essas relatorias paralelas dentro do STF. Uma pergunta que as pessoas me fazem: "Ah, mas essa decisão atinge o o o a quebra de sigilo que o próprio Mendonça tinha deferido?
Não atinge. Mas claro que você passa a ter a CPMI agora tendo de pedir acesso ao Mendonça para ter acesso a documentos. Então, cria-se uma burocrácia imensa que provavelmente vai fazer com que dentro do STF essa quebra de sigilo do Lulinha se torne invisível.
Dentro do STF haja ali sempre aquelas reuniões secretas para decidir coafiltrar aquilo que vai ou não ser compartilhado com a CPMI, com a imprensa, com todos nós. Lamentavelmente, o que me parece é que o André Mendça tá sendo usado pelos colegas. Ele precisa entender isso e passar a usar, a ser protagonista desses atos e não codiuvante como querem querem que ele seja.
Se você gostou dessa análise desse vídeo, tem um convite. 5 de março, 8:30 da noite, eu vou fazer uma live. Amanhã, quinta-feira, 8:30 da noite, dia 5.
Quem pode barrar o STF é o nome da live, entra aqui na descrição do vídeo, tem um link, é gratuito. Clica, se inscreva, esteja comigo amanhã, quinta-feira, dia 5 de março, às 8:30 da noite. te esperou.