[Música] Olá pessoal nessa unidade nós vamos ver quatro sociólogos bastante interessantes que deram continuidade aos trabalhos né as ideias iniciais que foram vistas nos clássicos da Sociologia da educação dor carne Weber e o Marx e aí nós vamos ver nessa unidade ou Norbert Elias o BR bordier o Michel focou e o Antony gides são autores teóricos bastante importantes na sociologia e no modo como a gente pensa a escola eles nos ajudaram a compreender bastante coisa né Entra muros né e também na relação com a sociedade a questão do Poder entre outras coisas O Elias ele
nasce né no século XIX e ele é um alemão e durante a segunda guerra ele vai para Inglaterra né E onde ele vai desenvolver mais as suas análises sobre a sociedade né e ele faz uma análise da sociedade de corte e comparando né analisando as mudanças que moveram a sociedade em relação ao que ele chama de civilização ou processos civilizatórios né então ele analisa a mudança da do homem medieval né mais bruto nas relações mas de acordo com a natureza digamos assim e ele vai analisar as mudanças para a sociedade da corte né aquela Sociedade
dos Reis aquela sociedade mais poluída mais civilizada o que que é que moveu esse homem a essa mudança né a sociologia dele ela é chamada de sociologia processual e ela faz uma análise do sujeito individual então psicológico na individual e também do sujeito social e as relações entre esse sujeito individual e esse sujeito sociológico por isso que ele chama de que a gente diz que a Sociologia dele tem um caráter psico sociológico ele vincula os elementos de personalidade dos indivíduos e as estruturas sociais então ele não é tão determinista né em relação como Marx por
exemplo que para o qual as estruturas sociais determinavam o indivíduo né então ele fala que é uma que tem um processo aí um espaço de ação do sujeito então ele escreveu alguns livros da sociedade dos indivíduos foi um deles e o processo civilizatório são dois volumes também é um outro livro pelo qual ele também ficou bastante e nesse livro então ele demonstra como que aqueles padrões europeus pós-midiais violência comportamento sexual mais agressivo as funções corporais que não tinha pudor né etiqueta mesa que foram se criando essas etiquetas e formas de discurso que foram gradualmente transformadas
né pelo crescente domínio da vergonha e do nojo né então a forma de comer de se alimentar de fazer as suas descrições corporais e tudo mais que foram se modificando né quando você pega a idade medieval e esse padrão europeu mas polido digamos assim então ele fala que a história né então ele Analisa histórica e fala que é um processo né que vai refletir esse fluxo como um rio né um fluxo das interações existentes que se realizam entre indivíduo e sociedade e as mudanças cooperam nos costumes sociais elas acabam sendo internalizadas pelo indivíduo então ele
traz também o conceito de hábitos né E essa internalização né dos costumes sociais aquilo que as pessoas vão considerando como correto né vai moldando a maneira das pessoas ser pensar e agir né E desde a infância né o sujeito ele vai condicionando o seu controle social nessa ansiedade controla o indivíduo de diversas maneiras dizendo como ele deve se sentar como ele deve comer a mesa como ele deve falar e etc e tal e vai internalizando essa forma como ele é como como esses costumes vão sendo modificados e ele vai se auto controlando a partir disso
né então ele vai moldando o seu comportamento a partir desse controle externo e então nós controlamos os nossos impulsos né no impulso sexual de violência e etc e tal e por isso que a nossa relação e sociedade é possível né porque a gente consegue controlar os nossos impulsos então ele traz alguns conceitos Chaves como conceito de configuração social interdependência e hábitos né então para o Elias né ele acha mais correto de chamar de configuração social do que sociedade porque sociedade para ele tem um caráter muito estático né falar em sociedade e a configuração social é
uma ele entende que é um termo muito mais dinâmico né a sociedade vai mudando ela tem esse fluxo né a ideia do fluxo então não existe uma sociedade pré-definida e que válida para todas as épocas históricas existem configurações sociais que vão sendo modificadas um outro conceito caro para o Elias é o conceito de interdependência né porque é justamente aquela aquela questão sociológica né que o eu individual né Ele é constituído pelo social então não existe um eu individual fora da sociedade né esse eu individual ele vai sendo construído e constituído pelo pela minha convivência pelas
minhas relações né pela pela por essa configuração social também um outro conceito né que ele traz o conceito de hábitos né que para ele né indica os padrões de comportamento né que vão sendo desenvolvidos aceitos e também que a sociedade acaba exigindo que o sujeito tenha aquele tipo de comportamento para ele conviver no interior dessa configuração social né então cada sociedade Ela tem os seus costumes os seus padrões de comportamento e ela espera que o sujeitos tenham esse mesmo padrão de comportamento ele o que em relação a escola né Porque que o Elias é importante
para a gente analisar essa a instituição escolar né porque ele ajuda a gente a entender né que a escola ela é uma configuração também né Ela é uma configuração social e que ela na sua estrutura Ela briga personalidades individuais né então esse eu individual está ali dentro da dessa instituição e ao mesmo tempo ele tá numa relação de interdependência ou seja com todos os outros elementos indivíduos né ou agentes que estão ali convivendo com ele então eu individual tem uma relação de interdependência com os demais né e essa esse eu individual Né desde pequenininho ele
vai formando essa segunda natureza que é o eu social né então ele vai adquirindo nessa esse nessa convivência né é as maneiras de pensar de sentir te agir e esses padrões de comportamento que vão se dando nas interações né do dia a dia da sala de aula do Recreio dos espaços do banheiro da alimentação né como que as pessoas se comportam nesses lugares né então existe uma relação de interdependência do eu individual na formação dessa segunda natureza também nesse espaço escolar um outro teórico que a gente vai vocês vão ler lá no texto que vai
indicado é o Pierre bourdier né o Pierre bourdier ele tem uma vasta produção teórica né Ele é um sociólogo francês muito Talvez um dos mais influentes dos mais lidos até hoje né e ele traz conceitos bastante interessantes também né eles é um dos principais livros dele é a reprodução que foi escrito junto com o passe ROM e um outro francês sociólogo também e também a distinção né A Crítica social do julgamento são entre muitos outros né O que é bodier então né ele vai desenvolver uma sociologia que é chamada de reprodutivista né a sociologia dele
ela vai analisar a sociedade as relações sociais a partir de três conceitos bastante interessantes que é o conceito de Campo hábitos e de Capital Tá além de outros que a gente vai ver aqui é para ele né Tem duas matrizes que geram um hábitos né que são as classes sociais ou os campos então classes sociais é uma é um conceito né da de Marx né e ele substitui esse conceito de classes sociais por Campos porque ele considera que classes sociais é um conceito bastante fechado né que limita o entendimento né que a sociedade não é
dividida somente em classes existem Campos dentro dessas próprias classes e sub Campos também né então elas podem ser muito mais divididas assim para ser analisar quando ele traz essa ideia de Campo ele também dialoga com a ideia de esfera né proposta pelo Weber e ainda com o conceito nas classe social do Marx que eu acabei de falar e para ele a escola né é um ambiente onde essas diferenças de classe elas são atenuadas né escola de simula um pouquinho essa diferença de classe e quando ela faz isso ela Coopera com a ideia de conservação social
então por isso que ele disse que ela reproduz a sociedade não a transporta é uma das mais importantes questões na obra do bourdieu esse centraliza na análise de como que os agentes incorporam a estrutura social ao mesmo tempo que produz em legitimam e reproduzem essa estrutura social então ele disse que a educação ela se constitui um mecanismo de reprodução então na realidade ela reproduz a sociedade porque ela mantém legitima a desigualdade que é encontrada fora da escola então a desigualdade de classe desigualdade social desigualdade Econômica ela é reproduzida dentro da escola e essa reprodução dentro
da escola não torna possível que o sujeitos Tem algum tipo de ascensão social então a escola não seria para ele é um lugar de mobilidade social né E isso se dá porque no entendimento deles né a camada dominante da sociedade né a elite ou a classe média eles impõem a sua forma de ver de pensar o mundo Ou seja a sua cultura então o bourdier Traz esse elemento de análise bastante interessante que é o elemento da cultura enquanto em marketings a gente vê o que o elemento de análise é a economia né o bordier ele
traz um elemento novo né então ele traz a cultura como um elemento definidor né das formas como as pessoas vivem né E esse elemento ele também promove uma estratificação assim como o elemento econômico né E às vezes e esse elemento cultura ele tá presente em todas as classes sociais né então cada sociedade cada classe social tem a sua cultura e essa cultura ela também é um elemento de discriminação né sendo a cultura ela é intenalizada e desvaloriza os valores e o modo de ser de agir de uma classe dominada né ele chamou isso naquela escola
faz de violência simbólica Então esse também é um conceito bastante interessante na sociologia do bourdier tá essa violência se dá por pela imposição de uma cultura né sobre outra então ele disse que a o sistema educacional ele prioriza o capital cultural da camada dominante e assim ele reforça que existem essas marcas de distinção né então uma camada né social ela se distingue da outra camada porque ela tem gostos atitudes hábitos etc e tal diferente né Essas várias camadas sociais elas possuem esse hábitos né diferente uns dos né então no estudo que ele desenvolve junto com
o passeio home ele põe em dúvida né Essa Ideia da ideologia republicana que a escola seria um lugar de igualdade de oportunidades né ele fala que a escola não faz isso na escola não dá oportunidades iguais a todos os sujeitos e ela também não não garante a igualdade social através da mobilidade social né através da possibilidade de uma mobilidade social né então ele vai desenvolver esse conceito de hábitos né que vai ser uma matriz importante para ele né e essa essa Matriz né esse conceito de artes ele determina a posição social do indivíduo né e
é determinada por ela e é essa esse hábito é o que permite a esse sujeito esse trânsito né esse trânsito com fluência com propriedade dentro da camada social né então o hábitos é significa o estilo de vida os gostos o julgamentos políticos Morais né estéticos etc e tal que o sujeito aprende na convivência com a família e com os grupos sociais né os grupos sociais de referência então elebora um sistema teórico que não para de se desenvolver tá então até hoje a gente tem aí várias pesquisas que são oriundas dessas ideias do Diego é um
teórico bastante atual também né E a gente vai ver tem críticas em relação a sociologia dele mas muitos conceitos né são validados ainda até hoje né e a participação do sujeito na sociedade é dada com base nessa herança né nessa herança cultural que o sujeito de que então ele trabalha com repetindo bastante com esse conceito da herança cultural né que é dado pela condição social desse sujeito e ele chama de bens simbólicos né que são esse acúmulo de estruturas de pensamento que vão também constituindo o corpo porque as pessoas andam dançam se comportam se movimentam
também a partir de um hábitos né a partir de uma convivência com um grupo social que vai passando também esse jeito esse comportamento para o sujeitos né então aqui a gente tem né o passeio home né o gordinho pa serron que trabalharam durante boa parte das suas Produções foram feitas juntas né juntos é em suas críticas da educação né eles embora elas estejam bastante centradas nesse conceito de reprodução eles então se afastam da análise marxista daquela questão do Capital econômico né então eles chamam de Capital também né capital é aquilo que o sujeito possui né
então o capital ao invés de ser econômico o sujeito ele possui um capital cultural e esse Capital cultural é que pode lidar ou não A Ascensão social né então o livro a reprodução de elementos para uma teoria do sistema de ensino né que foi publicado em 1970 causou muita decepção né em relação à escola né porque se tinha ideia de que a escola era promotora da Ascensão social que através da escola se podia ter uma ascensão E aí o dinheiro foram mostrar que não é bem desse jeito né ela pode trazer a mobilidade social mas
a análise que eles fazem essa entrada na França né nessa década de 60 e 70 na França então ele fala assim olha essa ideia que os franceses têm de ascensão social através da escola tá errada Olha o que que a escola tá fazendo né então a escola ele analisa a escola primária que seria a Nossa Educação Básica né é única né porque lá então eles trabalham com essa questão da escola única né não da escola Dual aquela que prepara para o mercado de trabalho e a outra para o ensino superior que seria mais propedêutica né
então na França a escola aqueles analisam essa escola única né e ele fala que ela produz diferenças né entre as crianças porque ela impõe como uma cultura única a cultura de um determinado grupo social né então Eles procuram demonstrar nesse livro né nessa pesquisa que eles fizeram que acaba sendo produzida editada depois né um livro que foi tem inúmeras edições né eles analisam a relação entre o sucesso escolar e as situações sociais privilegiadas né então ele eles vão chegar à conclusão de que o sucesso ele está relacionado com também situações de família né da onde
que os pais trabalham Qual que é o nível escolar desses pais né ele faz essa análise e a relação entre o fracasso e as situações que são desfavorecidas Então o que fracassa na escola normalmente são filhos de pessoas que já tem uma situação econômica dos favorecida né E por que que isso acontece então ele vai fazer essa análise quer dizer aquilo que a gente já tem do senso comum né e ele vai analisar O porquê disso E aí ele vai então chegar à conclusão de que o que faz a diferença e não é tanto a
questão do fator econômico mas mais é da cultura que esse sujeito traz né e um outro livro também muito famoso de uma pesquisa Super Interessante né estamos herdeiros né Os estudantes e a cultura que foi publicada em 1964 e aí nesse livro ele trata da reprodução da estrutura social por via da escola então por exemplo eles eles fazem uma análise da Universidade francesa então ele vai em todas as Universidades ele coleta dados de matrícula desses dos alunos da Universidade Francesa e depois ele vai buscar o que que esses alunos vão fazer depois que ele saem
da faculdade tem uma pesquisa bastante extensa né E aí na análise por exemplo da matrícula desses alunos ele vai pegar o sobrenome deles a qual família que esses alunos pertencem né e ele vai ele vai chegar à conclusão que as Universidades mais famosas né aquelas que tem um status né de faculdade universidades de boas né Elas são predominantemente de com alunos que são herdeiros já de privilégios sociais que já tem uma condição social favorável bons empregos filhos de pessoas que têm bons empregos na sociedade de postos dirigentes e com alto-falantes e esse sobrenomes eles vão
se repetindo então ele faz uma análise bem extensa em relação a história e ele vai vendo que são os mesmos sobrenomes né os mesmos sobrenomes que vão prevalecendo né De vez em quando surge um sobrenome novo mas o sobrenome são sempre os mesmos que estão nessas fichas de matrícula né então ele chega a essa conclusão né de que essa herança cultural ela se constitui um capital Um Valor Econômico né você herdeiro de uma determinada cultura te dá também um valor uma mais favorável né então você entra com um capital cultural e que esse Capital cultural
é dado pelo meio familiar né é o seu grupo de referência que dá esse Capital cultural para você né então a cultura né ela funciona como uma economia né como um valor né E ela tem um prestígio né um determinadas culturas tem prestígio e tem valor social né e o qual que é essa cultura de prestígio né normalmente a cultura das classes dominantes Então são os gostos os valores os hábitos os modos de comportar e de agir de uma determinada classe social que tem valor na sociedade então ele faz uma análise né bem interessante aqui
sobre alto capital cultural e o baixo capital cultural Alto valor econômico e baixo valor econômico então ele vai analisar né ele dividir em quatro aqui então alto capital cultural o baixo capital cultural e as relações entre esse Capital cultural e um alto capital econômico e baixo capital econômico então ele vai traçando esses quadrantes aqui tá então é no primeiro quadrante ele coloca um baixo capital econômico mas um alto capital cultural tá no segundo quadrante um alto capital econômico e um alto capital cultural no terceiro quadrante seria o então o baixo capital econômico e baixo capital
cultural e no quarto quadrante alto capital econômico e baixo capital cultural então vejam que ele não diz que todas as pessoas que têm capital econômico alto tem também capital cultural Alto né então ele é muito nesse gigante aqui ele ele chega à conclusão que muitos sujeitos têm um capital econômico alto né porque foram acendendo socialmente através de suas empresas mas mantém o capital baixo né o considerado o capital cultural baixo da sua origem né E essas pessoas aqui elas não seriam bem aceitas no meio de Alto capital cultural Elas têm o valor econômico mas não
tem o valor cultural né que é diferente aqui desse segundo quadrante que é onde as pessoas têm um alto capital cultural e um alto capital econômico né um alto capital cultural e um alto capital econômico e aqui né seria esse terceiro quadrante aqui seria o quadrante mais favorecido porque tem um capital cultural baixo e um capital econômico baixo também né da baixa do Capital cultural e baixa Econômica né E aqui nesse primeiro o quadrante as pessoas desse primeiro quadrante tem um capital cultural Alto né e um baixo capital econômico né mas elas conseguem transitar nesse
meio porque elas têm um alto capital cultural Então embora elas não tenham dinheiro elas não têm o recurso econômico as pessoas que estão nesse primeiro quadrante elas transitam bem aqui nesse segundo quadrante que é onde as pessoas têm um alto capital econômico e um alto capital cultural elas conseguem transitar porque elas têm a mesma Cultura né Elas têm o mesmo modo de ser de pensar de sentir e de agir que as pessoas que têm ambos os capitais Os Capitais elevados né aqui então ele faz é uma pesquisa que ele fez né buscando compreender os hábitos
os gostos os costumes né de uma vasta população também então ele faz uma análise muito extensa ele para ser ROM também de buscando entender essa questão do que Quais são os gostos que as pessoas possuem né então aqui né ele analisa o que ele analisa o grupo de artistas ele Analisa os chefes e dirigentes do setor comercial e do setor industrial então São pessoas que têm um capital cultural elevado né E aqui ele Analisa os agricultores né Os Pequenos Comerciantes os artesãos estão aqui nesse quadrante e aqui são os professores os quadros médios administrativos né
aqui então ele vai dizer como é que essas pessoas votam Qual que é o gosto político deles a tendência política deles qual que é o gosto em relação a bebida a Esporte né lazer em geral música e etc e tal e ele vai colocando as pessoas aqui nesses quadrantes Aqui de acordo com o gosto que elas vão ter né então aqui né nesse primeiro quadrante aqui tem um capital cultural elevado né E aqui um capital cultural mas elevado também quer dizer essa parte de cima que são o capital cultural que ele chama da classe das
elites né E aqui na parte de baixo é São pessoas que têm um capital cultural baixo e o capital econômico aqui também baixo e do lado de cá o capital econômico mais elevado então ele vai analisar aqui então né Então os professores os professores têm um capital econômico baixo mas tem um capital cultural elevado né normalmente votam de esquerda o voto deles da esquerda e aqui também ele coloca os quadros médios administrativos da oficina os empregados do setor comercial estão aqui nesse meio também né rosto musical dessa dessa desse quadrante aqui seria comédia musical por
exemplo gostam de beber cerveja jogo de cartas futebol etc e tal vinho tinto ordinário esse quadrante aqui que tem um capital baixo né que tem um capital Total baixo gostam de pescar esse quadrante aqui né que mais aqui aqui na no elevado aqui no capital mais elevado capital cultural ele coloca os professores do ensino superior os quadros públicos os serviços os servidores públicos em geral engenheiros da que os setor privado os profissionais liberais né o professor de educação superior aqui aqui do ensino médio que que eles gostam gostam de Whisky xadrez piano tênis tá vendo
olha barco a vela natação bebem água mineral gostam de guitarra que mais equitação acabando mais alto capital cultural aqui bebem champanhe gostam de equitação como Esporte e voto mas o voto mais voltado para a direita né então ele tá analisando a sociedade francesa né E aí então e analisa a questão do gosto o que que a pessoa gosta de beber o que que a pessoa gosta de ouvir como música né e ele faz essa análise aí do Capital econômica e do Capital cultural também ele fala que o capital cultural ele se manifesta em três de
três formas tá então o capital cultural seria aquele aquela forma né da aquele valor né o valor que você tem em relação a seu a sua cultura então ele se manifesta no estado objetivado que seria através de obras de artes literárias teatrais então o que que é considerado de alto valor de alto padrão e etc e tal ele se manifesta no capital institucionalizado Então são os diplomas que você possui né os títulos os certificados então ensino superior mestrado doutorado e que isso vai mudando também conforme a maioria da população vai adquirindo aquele capital institucionalizar né
então se o ensino fundamental ele é suficiente para a maioria da população O que diferencia é teu ensino médio tá então a pessoa vai buscar esse diferencial conseguir no ensino médio se o ensino médio ele já é obrigatório todo mundo tem que ter aquilo ali então aquilo já não traz a diferença mais então ela precisa buscar a diferença pulsando o ensino superior e depois o ensino superior já uma maioria tem no ensino superior o que faz a diferença é você ter mestrado doutorado com as doutorado etc e tal então as pessoas vão buscando se diferenciar
né através dessas desses três tipos de Capital tá possuindo obras de artes gostos mais literários mais sofisticados e etc e tal ou através desse capital institucionalizado aqui que é a posse de um certificado de um diploma e etc e tal e a outra forma é a forma incorporada né que então aqui tá o hábitos né Então essa essa forma incorporada é aquilo que o sujeito já assumiu dentro da sua personalidade aquilo que ele gosta aquilo que ele que tipo de bebida que ele prefere que jogo que ele prefere tipo de música que ele prefere como
que ele se veste como que ele senta como que ele come a mesa se corta mesa como que ele se relaciona com as outras pessoas Então é aquele incorporada é aquele capital incorporado já né que o sujeito já faz naturalmente como se ele tivesse nascido desse jeito já né então é o que ele vai chamar de né que é um conceito é o mesmo termo né mas é um conceito diferente lá do Elias né então é uma forma introjetada internalizada que o sujeito aprende desde pequeno né e ele se comporta como se fosse natural isso
dele tá e esse hábito é o que permite o indivíduo fazer escolhas tomar decisão agir adequadamente uma grande variedade de situações né e o sujeito nem tem consciência disso porque é muito natural para ele agir dessa forma né então esse esse modo de viver ele se constitui num conjunto de percepções é a forma que o sujeito percebe o mundo também né e Valores que ajuda esse sujeito a circular na sociedade né no espaço social né no campo social ajuda esse sujeito agir interagir com as pessoas né e a ser aceito também dentro do círculos Nos
quais Ele vai tentar acender socialmente né então ele chama de disposições né então esse conjunto de disposições que vão se acumulando ao longo da vida e que se devem a origem social desse sujeito né origem cultural do grupo social referência e da cultura desse grupo social de referência Então esse hábito é aprendido desde que o sujeito nasce né E são interiorizadas também né que se constituem normas de Conduta que aquele grupo social aceita como verdadeira como válida como melhor etc e ele vai analisar que as escolas elas trabalham com esse hábitos da família de classe
média né E que o sujeito que vende no segmentos bem favorecidos né economicamente culturalmente eles chegam lá e Eles não conseguem compreender esse hábitos né das outras coleguinhas né E eles são desfavorecidos também em relação a isso e isso provocam insucesso fracasso reproduzindo essa essa questão social né reproduzindo essa Essa sociedade né ele vai trazer também que o capital cultural é uma forma de violência simbólica então a escola ela promove também uma violência que não é uma violência física né mas é uma violência simbólica né que é imperceptível mas que dá para ser analisar né
então quando ela diz o que que é melhor o que que é válido o que que é certo né ela vai legitimando e vai dando valor a um certo modo de vida um certo modo de ser de estar no mundo né E vai tornando isso de uma forma inconsciente dentro do sujeito que vai introjetando esses valores né e dessa forma ela vai perpetuando essas oportunidades de entre os alunos nessa desigualdade entre os alunos né então ele vai dizer que todas as ações pedagógicas são objetivamente uma violência simbólica na medida que elas impõe um arbitrário cultural
né recebe moral é aquilo que é considerado o melhor né aquele tipo de música aquele tipo de obra de arte aquele tipo de comida o jeito de andar o jeito de se vestir o jeito de sentir as coisas ou de se expressar né se constitui um arbitrário foi escolhido por ser o modo como as pessoas de uma determinada classe social pensam e sempre né E esse Capital cultural dessa classe social é o que dá também a mobilidade social a gente não pode deixar de falar dessa análise que eles fazem né Então é ele diz que
contrariamente aquela afirmação de que as desigualdades seriam devidas a fatores econômicos ou de Dom que a gente viu né A questão do Dom já né Que da da meritocracia que a gente já analisou na semana passada né então que às desigualdades no desempenho escolar elas não são tão determinadas por fatores econômicos né E nem pelo questão do mérito mas sim elas são frutos de uma distribuição que não é igual do Capital cultural né daqueles valores simbólicos né entre as classes e o segmentos de classe as frações de classe né para que ele fala assim não
tem uma classe média a classe média é dividida em monte de subgrupos de frações de classe aí assim como a classe favoreça economicamente e assim como a classe A Elite né Elas não é uma classe homogênea né dessa classe existem frações de classe né e ele eles vão analisar também a questão do rendimento escolar né que ele depende do Capital cultural que a família investe então ele vai trazer a importância da família também na questão do Sucesso escolar né Então as decisões e a forma como a família lida com o capital Cultural São definidores são
definitivos também são talvez não seja melhor a palavra mas eles são eles ajudam sujeito a sair bem na escola se sair bem na escola então é a família Ela também tem como investir não só financeiramente mas investir culturalmente na formação do seu filho né e isso vai melhorar a questão do rendimento escolar então por exemplo famílias que levam sujeito ao museus mostra científicas proporciona a de livros e etc e tal esse sujeito ele passa a conhecer esse mundo né e quando esse mundo é trazido para dentro da escola ele não tá um sujeito que não
tá entendendo do que que a professora tá falando né ele já foi nesses lugares Eles já conhece isso daí então ele se sente familiarizado com isso já né E aquele sujeito que vende uma classe social que não tem acesso ou que não valoriza as mesmas coisas né ele se sente um estranho dentro daquele ambiente escolar né E que isso seria então que ele chamou de violência simbólica né você traz um conteúdo que o sujeito é desconhecido para ele né ele não conhece aquilo mas ao mesmo tempo onde ele vai analisar que para você promover o
sucesso então é necessário que todos tenha a mesma oportunidade né de conhecer fora dentro da escola já que eles não conhecem fora da escola a escola tem que promover essas oportunidades aqui para que o sujeito se sinta familiarizado Também com esse Capital cultural né então o papel da escola né O que que ela faz é estar ocultando essas relações de força na realidade o capital cultural ele se constituem uma força né que define a cultura de um grupo como legítima né E que é autorizada a ser transmitida pela escola né então ela a escola ela
faz ela faz uma exclusão né não porque ela atua na encucação da cultura dominante né ela ela fazer isso não seria um fator preocupante mas sim porque ela faz isso e ela exclui os que não tem essa Cultura né os que não tiveram acesso a essa cultura ela faz o mecanismo de Exclusão o currículo da escola então ele tá baseado em valores de uma cultura dominante né e não permite que crianças e jovens de outras classes sociais tenham essa inserção na cultura dominante que eles transitem de forma Condomínio né nessas outras clamadas sociais né e
a ação educativa Então ela é uma ação de transmissão de um modo de ver o mundo de pensar o mundo então esse mundo é reproduzido né então ela é uma ação de reprodução desse mesmo mundo então ele faz uma crítica essa ação educativa que na realidade ela vai reproduzir né o mundo e não transformar o mundo ou promover uma mobilidade uma ascensão social né então ele fala que o que né ele traz essa também a questão do conceito da pedagogia racional que depois foi bem desenvolvida por outros teóricos também e ele disse que para as
classes dominadas tenham a mesma educação né tem a possibilidade de ascensão social a escola tem que fazer essa mesma imersão na cultura dominante que faz parte da família do sujeitos que não tem essa cultura nessa mesma cultura então o papel da escola seria o papel de promover o conhecimento de promover o conhecimento científico de promover o conhecimento o acesso à cultura há diversas formas de Cultura né Para que o sujeito transite livremente por vários grupos sociais né que ele tem essa mobilidade essa facilidade de conversar e de compreender o mundo através das diversas culturas é
possíveis né dão as críticas que são feitas a essas teorias da reprodução são aquelas são reprodutivistas demais ou seja a escola não não consegue sair dessa reprodução né ele não analisa a escola pelo outro lado pelo lado da transformação e da possibilidade da mobilidade né é muito funcionalista né então o sujeito seria uma função na sociedade muito mecanicista também né então ele ele nega né praticamente a teoria da reprodução nega a ação do sujeitos né que a gente viu que a ação é um conceito caro lá na teoria do Elias né Assim como do Weber
né ação do sujeitos ela é importante né então ele tira essa liberdade do sujeito de agir sobre aquilo que ele tá recebendo né então é como se todos fossem massa de manobra da classe dominante né então ele ignora o poder da ideologia proletária né que é também é um poder de resistência né Toda gera uma reação né e o capital cultural que ele estuda é muito específico né o capital francês contextualizado né após a Segunda Guerra então ele Analisa somente esse contexto sócio cultural então que não seria possível generalizar a teoria dele né Entretanto é
possível a gente analisar que é o conceito de violência simbólica hídrica capital cultural ele tem se mostrado aplicável em diferentes situações ao longo de décadas né várias pesquisas no mundo inteiro analisam as suas sociedades e as escolas por essa através dessas Chaves né dessas desses conceitos analíticos aqui e tem se mostrado válidos até hoje né no caso do Brasil né as pesquisas mostraram que esses conceitos são perfeitamente aplicáveis a realidade aqui no Brasil um outro teórico né bastante polêmico bastante interessante também que vocês vão ler lá no texto é o focou né ficou também um
filósofo sociólogo francês né e ele vai analisar né ilustrar as mudanças de compreensão que separam o nosso pensamento no mundo moderno daqueles de eras passadas então ele vai analisar a sociedade grega Romana espartana em relação a vários Várias Vários conceitos ou padrões de comportamento então ele vai analisar em relação a criminalidade o que que é considerado crime que não é considerado crime a questão do corpo né como que a pessoa lida com o seu corpo em épocas diferentes a ideia de loucura né O que que é considerado louco e hoje em dia não era considerado
louco a milênios atrás né e a Sexualidade né que mudou também de acordo com o tempo os valores sobre a Sexualidade o que que é permitido o que que não é permitido isso também foi mudando então conceitos que a gente tem hoje como ah sempre foi desse jeito quer dizer não é assim então ele vai fazer essa análise histórica muito interessante né como que isso foi se desenvolvendo como esses conceitos foram mudando ao longo do séculos né e ele Analisa também é instituições sociais né como que essas instituições sociais exercem poder né sobre o sujeitos
então ele Analisa especificamente as prisões os hospitais os hospícios né E quando ele faz uma análise das prisões né ele no mesmo livro que é o livro vigiai ele faz também análise escola né do disciplinamento da Vigilância e etc então ele A análise deles se centraliza na questão do Poder né Como que o poder disciplinar dor o poder saber vai se estabelecendo na ideologia e no discurso dessas instituições tá então ele faz essa análise do poder e resistência né ao mesmo tempo que as pessoas estão sujeitas né dominadas Por um poder elas também de forma
dialética elas fazem uma resistência né então é existe uma força contrária entendeu toda dominação gera uma força de resistência também né e isso é sempre um exercício né o poder é uma estratégia né que vai ele não se instaura sem uma atenção existe sempre um tensão um confronto permanente ele entre poder e resistência e essas formas de poder elas encontram-se na nossa realidade não é não é o poder do exército não é o poder de polícia existe um poder né nas relações no dia a dia da nossa vida né Na realidade vivenciada né esse aqui
é a capinha de um livro dele né que sobre o nascimento da prisão e que é onde ele faz a relação interessante com a escola também Dani diz que nós vivemos numa sociedade disciplinar né que disciplina o nosso comportamento né através de vários dispositivos né então ele diz assim que a instituição escolar né ela nela a gente encontra poderes disciplinares né aquele é um dispositivo disciplinar é o olho que tudo vê você é vigiado o tempo inteiro ele fala do olhar hierárquico que é bem interessante naquele horário daí hierarquia do de cima para baixo né
a sanção normalizadora também que ocorre dentro da escola né então o que que é considerado normal e o que que não é considerado normal e a questão do exame né que o sujeito estão o tempo todo submetidos a uma prova né uma demonstração de que ele sabe então isso também disciplina o sujeito né então são vários poderes disciplinares aí e o outro dispositivo que é o poder saber né É aquele poder o que que é válido que é verdadeiro né Qual que é o conhecimento que é válido Qual que é o conhecimento verdadeiro isso se
torna um poder também né E isso controla mentes e corpos né naturalizas contradições presentes no contexto social também e a mais da mesma forma que a gente viu todo o controle gera também uma resistência né E esse poder então ele chama de relacional porque é na relação que as pessoas obtêm esse poder né E que a subjetividade do sujeito são construídas e isso tudo tem a ver também com esse espaço sócio-histórico que o sujeitos vivem né então Aqueles a importância do contexto histórico aí para a gente fazer essa análise então o dispositivo né esse termo
que ele utiliza é um conceito interessante também e É nesse é pelo dispositivo que as determinações sociais se encontram naturalizadas Então essa relação de poder que subjetiva o sujeitos né subjetivam as pessoas as pessoas é um outro teórico também eu entro no guidens né que ele ainda é nosso contemporâneo ainda não morreu e que ele considera ele faz uma análise da nossa sociedade o que a gente está sempre querendo a gente vive no mundo em fuga né que é marcado o nosso dia a dia o nosso mundo contemporâneo ele é marcado por novos riscos e
incertezas o tempo todo é um pouquinho daquela ideia do Mundo líquido do mal também né E que é um mundo que está se transformando muito rapidamente né aquelas formas duradouras de valores de crenças etc e tal elas estão se modificando muito rapidamente Então tudo está se transformando de uma maneira muito rápida a forma como a gente vive como a gente faz as coisas né então essas formas mais tradicionais de confiança elas tendem a se dissolver né E que hoje a gente confia muito em Sistemas abstratos né sistemas que não são físicos né a gente confia
no sistema de computador no sistema bancário é um sistema que também não é físico mais né a maior parte deles não é Essa era da informação onde são sistemas abstratos e significa também uma maior reflexividade social Então esse é um outro conceito interessante dentro da teoria do líderes né onde nós temos constantemente de pensar e refletir sobre as circunstância que nós vivemos né então exige do sujeito o tempo todo uma maior reflexibilidade tá É ele fala que a gente é atingido pela realidade o tempo todo né a gente não fica não escapa disso né E
a gente vai construindo em nós mesmos essas formas específicas de lidar com essa realidade né então nós ao mesmo tempo que a gente atingido por essa realidade ele coloca o sujeito como sujeito que age também né então o tempo todo a gente tá criando algo novo ele chama de terceira via que nos permite também circular adequadamente nos Espaços sociais Então a gente vai construindo né subjetividades a partir de uma de uma realidade que nos atinge e que faz com que o sujeito aja né com que ele então ele não é definido e determinado né então
ele disse que é uma via de Mão Dupla né que é nos permite também ser criativos criar algo novo a partir dessa experiência do dia a dia então de um lado ele distingue o que que é estrutural né que é ser esse conjunto de regras e recursos que são organizados recursivamente então estão sendo sempre modificados nessa estrutura ela não é dada ela vai se construindo e modificando né os próprios sistemas sociais são entendidos como conjuntos estruturais que vão sendo definidos nas relações né que esses atores sociais eles vão reproduzir nas práticas sociais né Então essa
regularidade ela existe mas ela não é tão regular assim também né ele faz várias análises nos textos deles eu trouxe aqui o texto traz aqui algumas algumas conceitos que ele vai trazer também que é pobreza informacional que é uma nova pobreza né Então as pessoas não têm uma pobreza só do Capital econômico ou do Capital cultural existe uma nova pobreza que é essa pobreza informacional que são as pessoas que não estão familiarizadas com as novas tecnologias que não tem acesso a internet rápida né então que seria uma nova pobreza né e ele vai falar também
que a privatização do ensino ela tá caminhando mundialmente para para esse lado né então aquele aquela valorização do ensino público né o privado tá entrando no público principalmente na administração das instituições de ensino mas não somente nessa questão né então a escola né ela tá vendo tá Vista mais como um bem com que pode ser lucrativo né então esses interesses comerciais que estão se dando e tá redefinindo esse processo educativo também né A partir a gente pode ver isso principalmente no ensino superior né a privatização do ensino superior né mas também ele já tá chegando
na Educação Básica já chegou em vários países e aqui no Brasil ele também está chegando uma outra questão que ele vai falar que a escola também ela ela preserva a desigualdade de gênero né ela não não consegue ela mantém essa desigualdade né porque ela traz trabalha com texto que veiculam ideias que já são estabelecidas acerca de gênero que quer ser homem ser mulher Na nossa sociedade o que quer ser pai o que quer ser mãe né ele Analisa também que existe uma maior eficiência das meninas em relação ao escolar é Apesar dela serem preferidas né
em Campos de trabalho elas são mais eficientes no desempenho escolar do que os meninos né e fala que os meninos estão mais Associados à questão do fracasso escolar eles são mais atingidos pela questão do fracasso do que as meninas assim como também são muito mais atingidos pela questão da violência pela questão da criminalidade pela questão do desemprego e pela própria ausência de uma figura paterna que seja atuante né então ele faz essa análise a partir de dados né de que as famílias muitas famílias são mononucleares constituída somente pela mãe né então é a figura materna
atuante que é o modelo ali né E que os meninos são atingidos por isso porque eles não têm essa referência de uma figura paterna então a desigualdade de gênero também é reproduzida na escola é uma outra questão que ele traz também é uma questão que a gente tem visto esse conceito de aprendizado ao longo da vida né um conceito que tá muito presente hoje em dia né a gente tá sempre aprendendo aprendizado nunca acaba ao longo da vida então ele Analisa que a educação formal né institucionalizada Tá cedendo espaço quer dizer ela tá cedendo o
lugar dela de prioritária na formação do sujeito para esse a noção do aprendizado ao longo da vida né E que os indivíduos e grupos sociais parecem ter mais oportunidades de se desenvolver e nesses espaços que não são tradicionais da sala de aula né são espaços de educação não formal né que estão se ampliando né ou informal espaços de educação informal ou não formal que estão se ampliando espaços de aprendizado e treinamento também né Então nesse sentido a escola não é mais a única fonte de transmissão de conhecimento né Essa é análise então desses teóricos né
que eu gostaria de trazer para vocês que são bastante importantes aí para a gente compreender a sociologia moderna né claro que não são só eles mas eles são nesse texto eles são tratados né como basilares também nessa nova concepção e nesses novos conceitos que a Sociologia vai trazendo para ajudar a gente a compreender o mundo moderno Bons estudos para vocês eu deixei lá na disciplina quatro videozinhos um sobre cada um desses teóricos que vocês poderão aprofundar seus estudos além Claro da Leitura obrigatória é bastante interessante tá forte abraço [Música]