Ah, então você é cristã, está demitida, sua vagabunda. Seu Deus não é o Salvador. Manda ele te salvar agora e eu não vou lhe pagar nada.
Eu quero ver seus remelentos filhos de merda passando fome na miséria e mais. Se depender de mim, você não arruma emprego em lugar nenhum, disse o patrão rico para a humilde funcionária que trabalhava de sol a sol para nunca deixar faltar comida na mesa para seus sete filhos. Ela então olhou nos olhos do patrão e disse: "Nunca negarei meu Senhor.
Sou cristã e serei para sempre". Após isso, foi embora humilhada, pensando no que faria para sustentar seus filhos, agarrando com força seu terço de cruz, como se a única coisa que a sustentasse em pé fosse sua fé inabalável. Ao chegar em casa, seus filhos estenderam a mão pedindo comida.
Abriu a dispensa e não havia mais nada. ouvia o roncar da barriga de tanta fome que seus meninos sentiam. Olhou ao lado e seu amado cachorro estava com os ossos da costela amostra, chorando como se lhe pedisse comida com os olhos.
Josefa não aguentou e caiu no chão. O desespero tomou conta e começou a conversar com Deus. Deus me ajude.
Eu lhe suplico, por favor. A dor dos meus filhos dói em mim como uma faca enfiada em meu coração repetidas vezes. Senhor, o dinheiro acabou.
O aluguel vence amanhã. Fui demitida. Não consigo arrumar um emprego.
O que vou dar para os meus filhos comerem? Eles estão com muita fome. Como vou alimentar meu amado cachorro?
Ele está tão magrinho. Não tem mais nada, senhor. Ah, me ajuda, Senhor.
Eu não aguento mais. Foi aí que ela sentiu algo diferente. No silêncio, em seu coração, ouviu uma voz suave.
Olha para mim, Josefa. Quem alimentou a multidão com cinco pães? Você, Senhor.
Mas eu só tenho três grãos de feijão. Não dá para nada. Três grãos de feijão nas minhas mãos é suficiente.
Confia. Vamos agradecer pelo que há. Depois cuidamos do que falta.
Josefa respirou fundo, segurou os grãos de feijão nas mãos e orou: "Pai, obrigada pelo feijão. Sei que o Senhor sustenta. Amém.
" A voz falou novamente. Josefa, tu não te envergonhaste de mim. Mesmo quando te lançaram desprezo, tua fé não se quebrou.
Entre os gritos e crueldade, tua alma permaneceu firme, e teus olhos ainda me buscavam. Não negaste teu Senhor, nem te calaste diante da afronta. Tu me amaste quando me odiaram, confiaste quando tudo dizia não.
E eu te digo, grande é tua fé diante dos céus. Confia mais uma vez, filha minha, pois aquele que sustenta tua vida não dorme nem se esquece. A honra virá onde houve vergonha e onde houve dor, eu derramarei consolo.
Naquela tarde, aqueles grãos se transformaram em uma grande cesta de compras. Em volta dela havia uma luz suave, como se algo divino estivesse ali. Um tempo depois, uma vizinha bateu à porta.
Ah, Josefa, fiz feira demais. Trouxe frutas, legumes e peixe. Pode aceitar?
Ela sorriu com os olhos marejados. Claro, obrigada. Mas ainda faltava o aluguel.
Na manhã seguinte, o telefone tocou. Era uma cliente antiga. Josefa, estou precisando de uma fachina urgente.
Pode vir hoje. Te pago adiantado. Topa?
Ela sorriu, olhou para o céu e disse: "Topo sim. O Senhor é o meu pastor e nada me faltará". Moral da história.
Quando tudo faltar, não se esqueça, Deus ainda é tudo. Às vezes, ele permite o deserto não para nos punir, mas para nos ensinar a confiar, mesmo quando a esperança parece ter acabado. O milagre não começa com a fartura, mas com a gratidão pelo pouco.
Foi assim com três grãos de feijão. E pode ser assim com você. Não desista.
Deus não se atrasa. Ele age no tempo certo, quando o seu coração escolhe confiar, mesmo chorando. O pouco nas mãos dele se transforma em tudo.
Se recorde do que Jesus disse. Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração.
E encontrareis descanso para as vossas almas, pois o meu julgo é suave e o meu fardo é leve. Se fosse uma piada, talvez vocês enviassem para todas as pessoas. Quero ver se terão a mesma coragem de compartilhar esse vídeo.
Lembrem-se, Deus disse: "Se te envergonhares de mim, eu também me envergonharei de ti.