Muito boa noite, senhoras e senhores, e sejam bem-vindos ao primeiro episódio de Exatomb, a nova temporada de Ordem Paranormal. Eu sou o Selbit, eu sou criador de Ordem Paranormal, que é um RPG, é uma história improvisada. Eu criei uma história, uma narrativa [música] com vários problemas para serem resolvidos e os meus amigos são os protagonistas dessa história, só que eles estão meio perdidos hoje. Muito boa noite. Como estamos? Boa noite. É, né? É, então é bom, né? Pensa nos bichos perdidos. Faz [risadas] um tempo que a gente não faz isso. Eu estou muito empolgado. Essa
é uma temporada muito especial, [música] muito diferente. E além da temporada nova, temos vários rostos novos aqui e alguns meio velhos também. Então, antes da gente, convidar [risadas] agora não, calma aí, calma aí. Não tô nem Cal, ô louco. Nem tô nem falando de Tem outra velha aí com relacionada a você. [música] Pra gente começar, então. Nada mais justo do que a gente se apresentar mesmo quem já tá aqui há tanto tempo. Eu vou pedir pro calígrafo, por favor. começar a se apresentar para mim. Eh, e aí galera, tudo bem? Eu sou calígrafo, eu jogo
jogos de jeitos estranhos e eu gosto de fazer as pessoas sorrirem. É isso. Muito bem-vindo a Hordígrafo muito feliz. Muito obrigado. Muito obrigado pelo convite também, né? Vale, vale, tá anos nessa já, né? Faz tempo que que que você tava para vir. Muito feliz com você. Acho que vai ser uma surpresa muito interessante. Gabizinha, manda. Quem é você? Bom, para quem não me conhece, olá, eu sou a Gabi ou Baji, pode me chamar do que eu quiser e vai ser uma temporada boa. Hum. Vai ser empolgante definitivamente. Abelinha, seja bem-vindo de volta. Que prazer estar
aqui novamente. Eu sou Abelha. Oi, Abelha. Tom. Ô, mano. Caraca, galera falou #abelha noemen. Realmente aconteceu. Deu certo. Foi a hashtag, né? Foi a hashtag que você lançou oito meses depois de ser convidado. [risadas] O cara é um maluco, velho. Mais uma novidade, um rosto novo aqui. Cerealzinho, se apresente, por favor. Oi, gente. Sou seral, faço vídeo live pra internet aí faz uns anos e eu estou muito ansioso e principalmente confuso com esse cara vai cozinhar a gente aí, cara. Se preparem, tá? Eu nem eu sei o que o que vai acontecer nesse episódio. Eu
tô Então nem Então essa temporada eu não escrevi história. Eu vou meio que inventar. A gente ver o que vai acontecer. Da hora. Biazinha, bem-vinda de volta. Vocês não imaginam o prazer que é estar [risadas] de volta. Ai, muito feliz pelo convite. Obrigada Rafa, de novo. E a gente não sabe de nada. Então você vai explicar o contexto do por que a gente tá tão perdido. Eu acho que vai ficar claro, mas essa temporada, ao contrário de todas as outras, como eu sempre eu sempre abro as as temporadas de ordem paranormal falando que vocês criaram
personagens e protagonistas para participar dessa história, mas hoje vai ser um pouco diferente, mas isso a gente vai ver depois da abertura. E quando a gente voltar da abertura, estaremos diretamente no universo de orden paranormal. Alguma última palavra? Vamos lá. Tô com medo. Vamos lá. Animado para ver o exatomb, mano. Quando aparecer o John Exatomb está chegando. Quero ver as seis tumbas. As seis tumbas. Vamos pra abertura e já já a gente está no mundo de ordem paranormal. O paranormal não vem pra nossa [música] realidade de maneira fácil. Um preço sempre deve ser pago e
escolhas devem ser feitas. Algo grande tá prestes a retornar. Vocês conseguem sentir as suas intenções na gnose da transição. E existem aqueles a quem a grandeza sempre foi prometida. Vocês cinco estão submersos em um oceano infinito, banhados pelo fluxo do outro lado. E essa é a escolha que deve ser feita hoje. Cinco receptáculos, cinco destinos abandonados. e seis correntes rompidas. Pela primeira vez, nenhum de vocês criou um personagem. Vocês só representam alguém. E esse alguém precisa fazer uma escolha. Eu pedi para vocês pegarem os tablets que estão virados na frente de vocês, por favor. Ai,
am e desbloquear eles. Tudo que tá na frente de vocês é o que vocês sabem. Vocês podem ir passando pro lado. Vocês devem sem revelar qual é a decisão. Vocês podem conversar e falar sobre eles. Vocês têm que deixar a ficha de quem vocês escolherem aberta e virar o tablet para baixo, sem falar pros outros. Nossa Senhora. O motivo da escolha pode ser qualquer um e vocês não precisam ser óbvios. Quando todos vocês escolherem e virarem o tablet para baixo, a gente revela as escolhas ao mesmo tempo. Alguma dúvida, algum comentário? Escolhas. Como assim? Não,
não entendi. O que que tem que fazer? Cara, você tá aberto na galeria do tablet? Tô, tô vendo. Você tá vendo? Você tá vendo as cinco opções? Vai passando pro lado, você tem uma escolha. Aham. Você escolhe um deles e vira para baixo. Tem a complexidade de jogabilidade, tem tudo isso, tem toda, tem as informações que você consegue ler sobre cada personagem. Você pode, você vai escolher um escolher para mim viver o person. Ah, tá beleza. Ex. Você pode dar um minutinho pra gente dar uma lidinha, por favor? Pode comentar, pode falar sobre. Só não
pode revelar qual você escolheu, mas pode falar sobre qualquer um. Pode ser que tá muito zica. [risadas] Cara, muito muito muito [ __ ] Tá muita coisa, mano. Que insano. Todos têm as mesmas opções ou é opções em que sentido? Dos personagens. Vocês cinco estão vendo as as mesmas opções. Sim. Eh, tem umas frases nos personagens que eu não sei se vocês leram, tipo, alguns personagens tem que para mim se relacionam com frases que eu já vi antes, cara. [risadas] Technology, tome o tempo de vocês. Isso não vai ser decidido por sorte. Se dois de
vocês fizerem a mesma escolha, a gente tem algo para resolver. É o quê? Se dois de vocês escolherem o mesmo personagem, a gente tem um jeito para decidir quem vai ser o escolhido. E não vai ser sorte. Roleta russa. [risadas] Tiro no pé. Na no pé ou na mão? Abel escolheu. Perfeito. Eu tô muito curioso. Nossa, isso é muito difícil. É o jogo virou, não é mesmo? É muito difícil. [risadas] Escolheu god damet. Calígrafo e serial tá na mão de vocês. Calígrafo escolheu. Escolhi. Tá todo mundo [risadas] muito tenso. Você tremendo de nervoso. Ah, que
legal. Experi tanto tempo por isso. Será que vai todo mundo escolher o mesmo? Eu tô tremendo. [risadas] Mesmo todo mundo escolheu. Só deixa eu ver se escolhi certo rapidinho. Ah, ver. Garante, garante aí. Ok. Eu vou pedir para todos vocês pegarem os tablets e quando contar até três, a gente vai virar juntos e ver qual o personagem que vocês escolheram. Fechou? Ai, mano, que medo. [risadas] Prontos. 3 2 1. [risadas] Vira para mim, por favor. [risadas] OK. Calígrafo você foi conectado ao seu receptáculo. Ah, Bia, você foi conectada ao seu receptáculo. Abelha, você foi conectado
ao seu receptáculo e agora Gabi e serial. Isso vai ser interessante. Isso não pode ser decidido por sorte. Aquele com mais conexão ao receptáculo vai ser digno dele. Cada um de vocês vai falar uma palavra que define a intenção por trás da sua escolha. Cada personagem tem uma lista de palavras que eu escrevi aqui. Quando um de vocês falar a palavra que tá nessa lista, a conexão vai ser feita. Se vocês dois falarem uma palavra que tá na lista, a gente tenta de novo. Então eu vou começar com você, serial. Uma palavra para sua conexão.
Libertação. Gabi, uma palavra para sua conexão. Poder. Próxima rodada. Cereial. Uma palavra paraa sua conexão. Sangue. Gabi. Liberdade. Cereal. Rebeldia, Gabi. Medo, cereal. Eu não vou ter as palavras óbvias. E se tá na frase, não tá na Não tá na lista. Lâmina, Gabi. Escuro. Cereal. Ã, fuga. Silêncio, Gabi. A sua conexão foi feita. E assim nós temos as cinco conexões. Eu vou pedir agora, na verdade, agora que todas as conexões foram feitas, vermelho. Vocês todos escutam batidas, abafadas. O batimento do seu próprio coração frenético, acelerado. O sangue correndo pelas suas veias, ele parece direcionado, como
se ele quisesse escapar do seu corpo e ir para algum outro lugar. Tudo é vermelho. As batidas continuam impulsos. As batidas não são só de dentro, mas de fora também. O coração de vocês parece sincronizado com alguma outra batida na sua frente. A primeira coisa que vocês conseguem enxergar é uma espécie de caixão acorrentado, batidas vindo de dentro, acompanhando o coração de vocês. Vocês não vem uns aos outros. Não existe nada além do tom carmesin que engole tudo. E esse receptáculo de metal pulsando. Os movimentos dos corpos de vocês são pesados, como se vocês não
tivessem Controlando os próprios músculos, mas empurrando eles por dentro como prisioneiros da carne. Mas e em direção [música] a esse caixão parece ser a coisa certa. É a única coisa que vocês conseguem fazer. Vocês levantam o braço pesado pra frente, prestes a tocar no caixão, mas uma voz abafada vibra dentro da cabeça de vocês. Não abra. De alguma forma, não é mais possível se mover ou sentir. Vermelho é tudo que vocês conseguem enxergar de novo. E o caixão desapareceu. O corpo dormente de vocês mergulha na imensidão escarlate. E agora eu vou pedir para todos vocês
saírem da mesa menos o cereal. Tá bom. Vocês podem, vocês podem sair. Cuidado com a câmera. Só se van sair pelo estúdio aqui. É meu fim. Boa sorte, Cas. Boa sorte. É, boa sorte, meu irmão. [ __ ] Foi bom conhecer todo mundo, rapaziada. Obrigado pela oportunidade, mano. Foi da hora. Tá aqui. Speed run de ordem, Carol. Vamos lá. Vamos. Bom jeito para começar, né? Nossa, nem imagino. Eles todos foram. [risadas] Vamos nessa. Aos poucos você começa a retomar os seus sentidos. O dormente dominava o seu corpo vai se tornando cada vez mais distante e
aos poucos você sente algo nas suas mãos, um formigamento, como se insetos tivessem caminhando pelos seus dedos de um lado pro outro. A sua pele começa a arder como se os insetos estivessem te picando e um ambiente borrado começa a surgir na sua visão. Você olha para baixo e você vê a sua mão segurando uma xícara de café, pelando de quente por reflexo. Você larga a xícara na mesa e derruba um pouco de café em cima de alguns papéis. A sua visão finalmente fica clara. Você tá num ambiente estranho. Você tá sentado num Escritório meio
bagunçado na sua frente, em cima de uma escrivaninha, você vê um computador meio antigo, um telefone e uma máquina de escrever. Na mesa, manchado pelo café que você acabou de derrubar, tem alguns documentos que não parecem fazer muito sentido para você. Na sua esquerda você vê um ventilador de metal. e um armário lotado de arquivos, além de um quadro de investigação com mapas, fotos de pessoas e um artigo de uma revista. Além disso, tem um estranho caixote de madeira mais abaixo. Atrás de você, em cima de uma mesinha de café, tem um quadro com espaço
vazio na forma de um machado pendurado na parede. E do outro lado da sala você parece ver uma foto enquadrada na parede. Perto da porta de saída, você vê alguma coisa reluzindo, mas é difícil de ver pela distância. Você não tem memórias de quem você é, mas talvez essa seja a melhor coisa que já te aconteceu. O que que você faz? Eu quero olhar na foto. Você vai em direção à foto. Quero ir até a foto. Quando você se levanta, você enxerga a si mesmo, mas você não se reconhece. Você vê um homem musculoso Com
mais de 30 anos, o cabelo escuro, né, comprido, sente que tem o cabelo jogado para trás. Se feste uma camisa branca com um distintivo da polícia, você vai até a foto na parede. Eu quero checar o meu corpo e eu quero comparar com a foto. Eu quero ver quais as principais diferenças do meu eu da foto pro meu eu de agora que acabei de acordar. Perfeito. Ah, você vai até essa foto, eh, e você consegue ler escrito num pequeno quadrozinho. Jonas Aguiar é promovido a delegado de inquisidor do Vale, 2015. Você se reconhece, você é
o homem dessa foto, só que ele tá um pouco mais novo. A foto dá a entender que você é o delegado de inquisidor do Vale há pelo menos uns 10 anos. Foi a sua ascensão. Não, teste de intuição com presença para mim, por favor. Bom, deixa eu ver quanto que eu tenho de presença. Tem que se acostumar com os atributos, né? É, [risadas] [ __ ] Tá dois 15. 15. Quem quer que seja essa outra pessoa com você na foto, ele não importa mais. Ele era só um verme que durou 17 segundos. Eu me lembro
disso. Então, hã, eu quero checar essas gavetas que estão do meu lado, ver se eu acho mais alguma coisa que pareça, que remeta a mim meu passado. Olhando ao redor, né, do escritório, a gente tá numa cena de investigação. Então, você tem alguns pontos de interesse, OK? Ah, você tem a mesa de computador, você tem esse quadro que você acabou de olhar, você tem um quadro de investigação, aquele quadro no formato de um machado e o brilho, tá? Tem aquele caixote de madeira também. O que que você quer investigar? Eu quero abrir o cachote. Você
vai até o cachote. Quero abrir o cachote. Você caminha até o cachote velho empoerado. E quando você abre ele, ele é meio pesado. você consegue ver um monte de documento velho, um monte de tralha que aparentemente desmotiva a princípio, mas jogado no cantinho assim dessa caixa, você consegue ver uma pequena caixinha de munição de pistola com algumas balas dentro. OK. Eu quero pegar essa munição. Perfeito. Deixa eu pegar aqui os item itenzinho. Vamos lá. Munição de pistola. Pega essa cartinha aí. Ah, não acredito que eu fiz isso. Per, acho que eu pego ali. Acho que
você consegue pegar. Levanta ali. Eu tenho que jogar, mas eu acho que eu vou dar volta e entregar para você depois, na real. Pera aí, deixa eu deixar isso aqui. Tá lá. Aí você pega essa munição de pistola, você consegue escutar no lado de fora do lugar que você tá, um carro estacionando. Você não sabe quanto tempo você tem até que alguém entre na sala. Eles não podem saber que que você faz. H. Ah, não esquece de mostrar o Mostra o itenzinho. A gente tem agora os itenzinhos em em cartinhas. O seu inventário inteiro vai
ser sempre cartinhas que você pode organizar na sua frente. Irado. Hã, a porta que tem nessa sala. Isso. Deixa eu subir, deixa eu te entregar isso aí. OK. Você também encontra isso no seu bolso. Você tem esses dois itens no seu bolso. Pode ler para mim o que eles são, por favor? Ok. Eu tenho, você le descrição inteira só, você começa a checar seus bolsos e você encontra isso. Eu tenho um distintivo e chaves da caminhonete. Perfeito. Eu sei onde essa caminhonete tá. Eu tenho alguma ideia? Não é difícil dizer. A porta que eu tô,
dessa sala que eu tô, é a porta que vai dar direto para o carro que estaciona do lado de fora. Essa porta da direto do lado de fora. Eu tenho aluma ideia disso também ou não? Você consegue ver entre a e na na janela, né? nas frestinhas da janela que essa porta leva para uma espécie de recepção. Você tá dentro de uma delegacia, mas ela tá completamente vazia. Ok. Ela tá completamente vazia do que você consegue ver. Sim, mas você escutou um carro chegando lá fora, lado de fora. Eu quero abrir a porta e eu
quero ir pra próxima, pra sala da recepção. OK. Ah, quando você você abre a porta, você consegue ver a recepção lá fora. Ainda tem bastante coisa que você deixou para trás. no seu escritório, você quer ir até a recepção? Ah, você quer ir até a recepção ou você quer voltar e continuar investigando? O carro chegou e eu é meio urgente assim, eu tô me sentindo um pouco urgente em relação à chegada desse carro, né? Sim. Você não sabe dizer, você imagina que que pela recepç a pessoa vai entrar pela recepção, tá? Ã, quando você abre
a porta, você vê que tem uma plaquinha Uhum. na parte de fora dela que diz delegado. Tá, esse é o seu escritório. OK. É meu escritório. Se é meu, não tem problema eu tá aqui. Ninguém vai arrumar problema comigo por eu estar no meu lugar. Então, vou voltar e eu quero dar uma olhada naquela parte onde ficava o machado, OK? E eu quero ver se eu acho alguma pista de onde tá esse machado ou do que aconteceu com ele. Você vê esse espaço na parede na forma de um machado. É frustrante que ele esteja vazio.
É irritante, perturbador. Ele deveria estar ali como sempre. Embaixo dele tem uma cafeteira que você sempre usa com a merda do café quente que queimou seus dedos. Eu quero tomar mais um cafezinho. Quando você vira pra mesa, eh, você vê que o seu computador ele tá ligado numa tela de login na frente da do café derrubado. E você pode pegar a caneca e servir um pouco de café. Eu canto. Quando você pega a caneca, você vê que o login do computador tem o nome J Aguiar e uma senha e um espaço para senha com um
botãozinho de dica ao lado. Quero clicar na dica. A dica é a minha ascensão. A resposta tem quatro dígitos de números. Ah, eu quero o quadro tinha uma, tinha um mano. Você quer olhar o quadro de novo? Quero. O quadro diz: "Jonas Aguiar é promovida delegado de inquisidor do Vale 2015". Quero botar 2015 de senha. Você consegue escutar a porta do carro lá fora batendo e você entra no seu computador. A resposta tava correta. Dá um teste de tecnologia com intelecto para mim, por favor. Um. Mas você tem intelecto? Você você tem você tem tecnologia?
Ã, onde que eu Ah, tem uma aba de perícias ali embaixo. Vê se você consegue clicar embaixo. Ah, perdão. Nossa. Tá, eu esquei. Você precisa você tem a sua ficha. Eh, troca de de aplicativo. Tem o aplicativo aberto aí, tem uma cortina. Opa. Clica em revelar e escolhe o Aguiar, por favor. Ah, tá. OK. [risadas] Aí você vai ter toda a sua ficha com todas as informações esquisit suave. Eh, deixa eu tentar achar. Tem a perícia ali. Vê se você é treinado em tecnologia. Posso f para você aqui também? Onde que tá a perícia? É,
tem uma abinha lá embaixo. Não, tem uma várias abinhas. Você tá na sua ficha, né? Aham. Tem habilidades, ataques, mas eu não achei perícias ainda na abinha de baixo. Não tem. Ah, aqui achei a a chavinha. Beleza. Isso. Você é treinado em tecnologia? Tecnologia. Tô descendo. Pera aí. Se não for, é um Não sou. É um. Ah, vamos lá. Você vai tirar. [risadas] Você você tá você ainda tá tentando, ah, entender o que diabo está acontecendo e você vê na sua tela inicial tem diversas pastas organizando uma série de assassinatos. Vendo por cima, todas as
vítimas desses assassinatos parecem ter sido mutiladas e esquartejadas brutalmente por um mesmo serial killer. Vários dos corpos tem marcas de mordidas de cachorros. Você também encontra registros de policiais que trabalhavam na delegacia do Paraná. Um deles parece ter desaparecido desde o ano passado. Ele procurou onde não devia e encontrou o que merecia. Eu tenho um pen drive perto de mim, alguma coisa assim? Não, não tem nada tecnológico do tipo. Nada tecnológico. Eu quero abrir essas pastas e eu quero dar mais uma olhada para ver se descobro mais alguma coisa sobre Não, teste de investigação final.
Você escuta alguém mexendo chaves e abrindo a porta da recepção. Você escuta passos de alguém se aproximando. Essa é a última coisa que você vai conseguir fazer antes de alguém entrar nessa sala. Investigação. Beleza. 18 + 5 23. 23. É, você começa a mexer rapidamente tentando achar algum arquivo, alguma coisa que faça sentido para o que tá acontecendo com você e você vê um nome marcado em destaque. Clé Briisa, 23 anos. No registro, ela trabalha na delegacia há menos de um ano. Tem várias trocas de e-mails com alguém nomeado Dalmo Magno sobre passagens de ônibus
e horários de viagem pelo Paraná. Mas antes de você conseguir achar qualquer coisa relevante, Toc toc toc toc. Alguém bate na sua porta. Você escuta uma voz feminina do outro lado. Aguiar. Eu não falo nada. Aguiar, teu Aguiar. Toc toc toc. Você escuta barulho de chaves? Eu levanto e fico de pé e me aproximo lentamente da porta. Quando você vai se aproximando da porta, ela começa a abrir para dentro e você vê uma jovem, uma mulher mais baixinha, com o cabelo loiro, preso com uma fita verde. Ela parece bem jovem, ela tem uns 23 anos
de idade, mas ela tem uma expressão determinada. Ela tem um jeans, né, botas e uma jaqueta verde com a o símbolo, né, um distintivo da polícia por cima de um top preto. E e ela tem um óculos pendurado. Ela também tem uma bolsa no carregando no atravessar no ombro e você vê que ela tá carregando uma pistola. O quê? Eu eu achei que você ainda t que tu ainda tava de de licença aí viajando. Oi. Eu tentei te ligar mesmo. Tu só tu tu sumiu, não respondia nada. Ah, desculpa. Eu tava descansando. Que bom que
tu tá aqui agora, né? Porque acabaram de de me ligar de de São Paulo. São Paulo. Tu tem tu tem que vir comigo tipo agora. Agora para o que que aconteceu em São Paulo? Eles acabaram de de me ligar. Eles falaram que que é melhor a gente ir para lá. Tá, vamos. Ela começa a acompanhar e ela vira e e e parte em direção à recepção. Ah, dá um teste de eh percepção com presença para mim, por favor, enquanto você passa pela recepção. Nove. Você tem percepção? Eu somei já. Ah, tá. Ok. Ah, dando uma
olhada por cima da da recepção, você não consegue ver nada que chame muito sua atenção. É, além do fato de que a delegacia tá completamente vazia. Ah, tem uma mesa mais ao lado ali que você vê que tem duas estações de trabalho, né? Uma tá completamente vazia e a outra tá bem cheia. É. E em cima do balcão, você consegue ver o balcão da recepção. Mais à frente, onde a Cléo tá indo, né? Em direção à saída você consegue ver que tem uma caixinha. de donuts, com dois donuts dentro. Ela enquanto ela tá passando, ela
vira: "Ah, eh, eu tinha comprado para mim, mas eu eu comprei dois. Se tu quiser um, eu quero, eu quero. Eu pego e antes de eu morder o donate, eu pergunto para ela: "Faz quanto tempo que a gente não se fala mesmo?" "Ah, tu saiu de licença mês passado, né? Para passar o Natal e tudo mais. Tu tinha um monte de de de tempo para licença, não?" É, acho que sim. Aí eu mordo don. E o que que tu tava fazendo? Que tu não respondia o celular nem nada? Comemorando o Natal, né? Sabe como é
que é? Com quem? Tu Tu mora sozinho? Com teus cachorros? Não, com eles. Inclusive tu com eles. Com meus cachorros. Ah, certo. É. Não, tudo bem. Podia ter respondido minhas ligação, né? Me chama para sair e depois não me responde mais. Go. Ah, desculpa. Eu minha cabeça tá muito cheia. Aham. Cheia, cheia, cheia. Entendi. Bom, eh, tua caminhonete tá aqui. Tu quer que eu tua caminhonete? Acho que vai ser mais rápido, né? Para São Paulo. É, dirigindo. Tu sempre vai para lá, não pode ser? OK. Vamos então. Você vai comigo. Não, teste de enganação para
mim com presença. Opa, esse aqui vai dar bom. Você viu que teu cabelo tá um pouquinho mais comprido. Esqueceu de cortar. É, eu que não te falei, eu tava descansando com meus cachorros. Eu tô tô curtindo a natureza, sabe? Ah, tá meio longe de pessoas e comunicação. Tá certo. Nossa Senhora. 15. Entendi. Natureza, né? É. Tudo bem. Então, vamos lá. Então, tu me conta mais na viagem. 4 horas daqui para lá. Ela começa então ir em direção à saída. E você segue ela? Vou, vou atrás dela. Você segue em direção a saída da delegacia. E
na frente da delegacia você vê uma caminhonete suja de terra. É o seu carro. O sol tá nascendo na distância. Deve ser umas 7, 8 da manhã, é difícil dizer. E vocês pegam a estrada juntos em direção a uma delegacia de São Paulo. E agora eu vou pedir pra produção mandar o abelha entrar aqui para mim, por favor. Que medo, mano. Achei que tá me passar. [risadas] A belinha tá vindo e no caminho você e a Cléo conversam um pouco, mas a gente vai voltar para isso depois. Bem-vindo de volta. Que que eu tô fazendo
aqui do fluxo interminável? abelha. A primeira coisa que você consegue reconhecer É um distante aroma doce que se intensifica enquanto o seu corpo desperto. Por algum motivo, você esperava um cheiro mais forte, mas o que te acorda é o leve cheiro de ervas [música] saindo de umidificador. Você se vê num escritório muito limpo e bem decorado, que parece tá num edifício alto. Você consegue ver outros prédios cobrindo a vista na janela e através da sala, próximo da porta de entrada, tem cinco quadros bonitos e no chão um monte de brinquedo jogado. Na sua frente, em
cima de uma escrivaninha de Mógno, tem um computador de última geração e um porta-retratos com uma foto de uma família e alguns documentos espalhados. Atrás de você tem uma estante com vários livros e decorações e um grande quadro de um mergulhador. Você não sabe quanto tempo você tem até que alguém entre. Nessa sala você não tem memórias de quem você é, mas talvez essa seja a melhor coisa que já te aconteceu. Eles não podem saber. Você enxerga a si mesmo, mas não se reconhece. Você vê um nome, um homem enorme, com quase 40 anos, com
ombros Largos e braços fortes. Cicatrizes cobrem o seu rosto com cabelos dreads bem cuidados. Você veste uma camisa social cinza. [música] Você se vê nesse escritório. O que que você quer fazer? A salha é minha. Você tá nesse escritório. O que que você [risadas] vê? O que que você faz? Caraca. Eh, dar um gole de café, mas nada a ver, né? Eh, eu vejo de que horas são no PC agora. São, ah, deixa eu pegar o horário exatamente aqui. São 3 da tarde. Caraca, que doideira, cara. Você tá numa cena de investigação, Dalmo. Você tem
alguns pontos de interesse. Você tem aquela mesa na sua frente com o computador e parece alguns papéis jogados. Você tem os brinquedos. Você tem esse quadro de mergulhador atrás de você, além das fotos. espalhadas. O que que você quer ver primeiro? Quero ver as fotos. Quero ver as fotos primeiro. Você vê logo na sua frente, na mesinha do computador, uma família no aniversário de 6 anos de idade. Tem uma menininha muito bonitinha. O banner do anivers da foto diz: "Feliz aniversário, Manu". Você vê que ela tá fazendo 6 anos no bolo. Você se reconhece na
foto ao lado dessa mulher. Eh, v os quadros do mergulhadores. Agora você olha para trás, você vê esse grande e imponente quadro de um mergulhador usando uma roupa antiga do século XIX. Nos pés dele tem um baú de tesouro aberto com várias joias, moedas de ouro e uma caveira. É difícil dizer se ele tá pegando o dinheiro do tesouro ou só colocando mais ainda no baú. A pintura parece ser original, feita com materiais caros e tá bem preservada. Você merece essa grandeza. Dá um teste de percepção para mim, por favor, com presença do D20. É
isso. Quanto de presença você tem, ah é? faz favor para mim, é, muda de aplicativo no tablet e aí abre, levanta a cortina do Tem uma cortina revelar e aí escolhe o Dalmo para mim, a sua ficha para ter sua ficha completa. Revelar. Revelei aqui. Aí vai. E aí clica no Dalmo, por favor. Dalmo. God damage. [risadas] Caraca, mano, que [ __ ] velho. Quanto de presença você tem? de presença. É nos atributos ali na nos no pentagrama dos atributos. Ah, tá. Tenho um de presença. Um. Um. Então, joga um dado para mim e e
vê e e vê na sua aba de tem uma abinha lá embaixo que é tipo uma chama perícias. Clica lá e vê se você tem percepção. Tá. A classe personagem. Cadê perícias? É lá embaixo tem uma tipo abinha boa. Tá, achei. Se eu tenho o quê? Percepção. Isso. Você tem percepção. Se tiver, vai tá escrito percepção e é o valor. Tenho. Então joga esse valor aí para mim, por favor. Joga o seu dado e soma esse valor. Ah, tá. Não, não, não, não, não sou, não sou, não sou. Tá bom. Então, só jogo o dado
de presença para mim, por favor. Dois. Meu Deus do céu. Começamos bem, né? você tá despertando e esse essa overdose de informações, você só observa esse quadro superficialmente, tá? É, a gente a gente tem quantas perícias mesmo? A gente tem seis perícias, né? Ah, não. São todas treinadas já. O seu processo já tá feito. Ah, então todas essas que aparecem são as que você tem. Tem ali o valor? Ah, então eu tenho, tenho, tenho sim, tenho sim. Tá, tá escrito mais cinco ou mais 10. Então as que você tem tem um valorzinho, é para ter
um valorzinho do lado, eu acho. Deixa eu ver aqui. Que deixa eu aqui ser tipo assim, ó. Essas aqui são as treinadas, ó. Isso é as as primeiras todas são as treinadas valor. Aí aí você vê quando tem. Como você é no caso, você não tem, então aí aí você só joga o dado normal mesmo. Tá certo? Tá perfeito. Eh, Dalmon, ao seu redor você ainda vê aqueles brinquedos do outro lado da da do outro lado da da sala do do escritório e essa mesa de computador com computador moderno e alguns papéis em cima dessa
mesa. Que que você faz? Eu posso sair do quarto ou não? Ahã. Você não sabe quanto tempo você tem até alguém entrar nele, tá? Você sente que se tiver alguma coisa para descobrir sobre você, vai ser nessa sala. Aqui, né? Eu consigo ligar o PC? Consegue. Você tenta ligar o computador? Sim. Ele liga com bastante velocidade e já conecta automaticamente na área de trabalho do usuário Dalmo Magno. É você. O papel de parede é outra foto da mesma família que tá naquela, naquele retrato de aniversário. Um homem que você reconhece como você mesmo, uma mulher
alta com tatuagens de plantas e uma criancinha de no máximo 7 anos de idade. Você começou por causa delas, mas você continua por você mesmo. Dá um teste de investigação com intelecto para mim, por favor, e vê se você tem investigação. Não tem. Pode só jogar um teste de de intelecto para mim favor. Tenho um de intelecto. Manda bala. Você jogou no D20? Aham. Esse é o D12, eu acho. Ah, esse é o D12. Rouba um D20 aí. Boa. Não é possível. Dois. Dois. Tudo bem. É possível. Ah, você vê vários, você vê vários arquivos
de cronogramas de alguma coisa de ônibus. Mas não, isso não chama muito Sua atenção. Mas tem uma coisa que chama sua atenção muito mais do que isso. Você vê um programa de controle de luzes do escritório. Tem várias luzes de teto, luminária, controle de cortina, mas tem uma opção chamada masmorra. Ligar e desligar. Ela tá desligada agora. Quero ligar. Quando você clica em ligar, você vê nas suas costas uma luz vermelha é ativada atrás do quadro grande do mergulhador na parede atrás de você. Quero me aproximar da luz, investigar um pouquinho ali a luz. Quando
você se aproxima, você consegue perceber que toda a pintura parece tá muito bem preservada, exceto uma parte específica dela. Ao redor da caveira que fica embaixo do baú, em cima da caveira, a tinta parece estar muito mais desgastada. OK. Eh, consigo tentar empurrar esse quadro. Ah, você só empurra ele aleatoriamente ou em algum lugar específico? Eu empurro embaixo. Você bota a mão, você sente que que ele tá bem firme, preso na parede. Sim. Quero empurrar num lugar específico. Qual? É embaixo dele, assim, na parte de baixo, onde fica a caveira. É, quando você bota a
mão na caveira, você sente que atrás dela tinha um botão escondido e lentamente a porta começa a deslizar pro lado e vê lá o seu segredo. Você finalmente tá em casa. O cheiro de ferrugem e sangue te atinge com uma onda de adrenalina. Na sua frente, você descobre que o quadro secreto se escondia escondia a sua casa, um ambiente completamente iluminado por luzes vermelhas. Na sua direita tem um grande saco de pancada desgastado e manchado ao lado de dois armários de ferro que parecem estar trancados. No fundo da sala, uma espécie de altar com crânios
e ossos enfilerados como se fossem troféus. E no esquerda tem alguns ganchos de metal pendurados na frente de uma espécie de manequim estranho. Mais à frente, embaixo dos crânios, você consegue ver o que parece um panfleto amassado. Eu pego esse panfleto. Você vai em direção ao panfleto? Sim. Você é um homem muito grande. Enquanto enquanto você caminha em direção ao panfleto, você passa por alguns dos ganchos que estavam pendurados da parede. Eu pedi para você fazer um teste de vigor com fortitude para mim. Por favor, abelha. Quanto de vigor você tem? De vigor eu tenho
três. Três. E fortitude você também é treinado, né? Vendo suas perícias aí. Fort força, né? Fortitude. Fortitude é uma perícia. Quanto você tem mais 10? É três de 20 mais 10. É, manda bala. Então, três dados. Três d você joga três dados, pega o maior valor e ainda soma 20. E soma 10. Você é um cara muito grande. Vem 13, 19. 19, né? 19. foi o seu resultado. Você tava em, você foi atraído por esse panfleto esquisito, meio amassado no chão e no caminho distraído e você ainda tá se acostumando. Você um dos ganchos que
estavam pendurados prende no seu ombro e rasga um pedaço da sua pele, mas você praticamente não sente. Só que algo estranho acontece. Uma gota de sangue cai no chão quando a sua pele é rasgada. Ela primeiro, ela começa a escorrer de uma maneira esquisita, como se não seguisse a gravidade. Você observa ela no chão e ela continua escorrendo pelo chão, se arrastando numa direção, como se o seu sangue apontasse um caminho. Eu sigo esse caminho. Mas você não quer pegar o pãozeto. Ah, ah, sim, sim. Sim. Tava, você viu isso? Você você observou isso? E
aí tá o panfleto na sua frente. Pode crer. Eh, vamos ler o panfleto primeiro, né? Vou normalizar isso aqui, então. Vamos lá. Esse é o panfleto que você encontra dentro. Deixa eu pegar e entregar para você aqui. Oxe, cae. Ah, mentira, [ __ ] [risadas] What the fuck, car? Por favor, Demônica Club às 10 horas. ex eh psico psico psico. Ah, tá tá alguma coisa escrita aí. [risadas] Último show da turnê em São Paulo. São Paulo, Brasil, 19 de janeiro de 2023. Pegadas de sangue. Ingresso, ingresso gerais esgotado. Membros VIP, acesso livre. Você não vai
esquecer desse show. Siga. Psycholeira. [ __ ] absurdo. Quando você solta esse panfleto, eles estão logo à frente dessa fileira de crânios. Vários deles tm pregos enfiados depois da morte, como algum tipo de marcação ou contagem. Todos eles parecem que tão estourados como se tivessem sido arrebentados de alguma forma pelas suas mãos. Olhar para eles, enche o seu coração com glória. Nos seus bolsos, Dalmo, você tem algumas coisas. Você começa a Verificar os seus bolsos instintivamente e é isso que você encontra nele. Um celular definitivamente não é um modelo atual utilitário, um utensílio que fornece
mais dois em teste. Não precisa ler tudo. Você pode só ler o título mesmo. A descrição é com você. Maneiro, maneiro, maneiro. Chaveiro, uma chave. Você tem um chaveirinho, um celular e uma chave. É isso que tem no seu corpo. Maneiro. Você começa a escutar vozes vindo do corredor. Ih, elas não podem saber. Ao lado da entrada dessa sala que você abriu, tem um grande botão vermelho para fechar ela antes de você sair. O que que você faz? Eu saio agora e aperto e fecho. Quando você sai rapidamente, você aperta imediatamente. Assim que você sai,
a porta atrás de você fecha e a luz desliga. Quase como destinado. Assim que a parede fecha atrás de você, a porta do seu escritório se abre e atrás dela você vê duas pessoas. Você vê uma mulher Alta de uns 35 anos, com uma expressão doce, mas séria. Ela tem dreads adornados no cabelo e ao redor do pescoço. Ela tem um top branco, um short jeans e várias tatuagens que parecem ser de plantas ou flores. E segurando a mãozinha dela, temos uma criança, uma menininha de mais ou menos uns 7 anos de idade. Ela tem
uma camisa é branca com umas mangas rosas com o desenho do que parece um acholote rosa. Ela tem um lenço enrolado ao redor da cabeça com esse mesmo acholotinho estampado indicando que alguma coisa fez ela perder os cabelos. Assim que a porta se abre, a criança corre na sua direção. Papai! Filha! Papai! Mamãe me deu uma blusa nova da Chulotinho. Olha. E ela aponta para você a blusa dela. Ela deu. Meu Deus, amor. Olha, olha. A mamãe me deu. Caramba, meu Deus. Ai, a, ai, vocês são, ai, vocês são absurda mesmo, né, cara? Que doideira.
Assim que é você, você abraça ela, o que que você faz? Ela tá tipo tentando ela ela correu para te abraçar. Sim, sim. Ela correu para me abraçar. Eu abraço ela. Sim. Ok. E fico fico [música] abraçando, tentando entender. Tipo, assim que ela você termina o abraço, essa mulher vem na sua direção. Dalmo, você tá bem? Tô. É bom te ver pelo menos, né? Você voltou mais cedo da viagem. Voltei. Voltei. Podia ter mandar uma mensagem pelo menos, né, amor? Ô, desculpa, baby. Odeio quando você some assim. Você sabe disso. Não, que isso? O porteiro
avisou que você entrou, não falou nada, não. Não, não falava com ninguém, só subiu direto. Tá todo esquisit. Tá tudo bem. A pressão tinha baixado. Ela ela ela ela vai até você para te dar um beijo. Sim, eu dou um beijinho. Tá. A pressão, [música] pô, aconteceu alguma coisa? Você não falou que ia viajar, ficar não sei quanto tempo fora, lugar sem sinal? Sim. Por que você voltou tão cedo? Pô, eu eu vou te falar, eu acabei desmaiando, eu acordei agora, eu juro por Deus, bateu um teto preto, eu não sei o que aconteceu, mas
eu acho que eu tô melhor agora. Tô Tem algum? Mas você voltou? Eu vi que o ônibus tá lá embaixo ainda. Como assim, amor? Voltei para onde? Aqui para casa, né? Você não tava na viagem? Sim. Não, não, não. Eu tô aqui. Eu tô aqui com vocês. Eu vou ficar aqui com vocês, entendeu? Vou, vou, vou. Tô aqui com vocês, tá? Enfim. Eu já tô atrasado. Eu tenho que levar Manuzinho pro tratamento. Eh, você vai ter turno na madrugada de hoje de novo? Tratamente. Tratamento? Como assim? Tratamento de que, Dalm? Não, de que hoje? Hoje
é de quê? Não, pelo amor de Deus, amor. Desculpa, amor. Tipo assim, é muita, muita informação. Muito informação de que, Dalm? Tá. Eu preciso de uma água. Vida. Eu preciso de uma água. Preciso de uma água. Vida. Você nunca, você nunca me chamou de vida. Dá um desencarnação para mim com presença, [risadas] por favor. Eu te odeio, seu Nossa. É o quê? De D20. Dev é presença com com enganação. V, você tem um de presença, né? Beleza. Um de presença. Enganação. Acho que você não tem. Tá. Meu Deus do céu. Sete sete sete. Tá. Ô
vida. Eh, vi vida. Amor, senta aí um pouquinho. Ó, eu eu eu não eu não tenho como te ajudar. Eu tenho que levar a manuzinha agora. Eu vou levar o carro. Ah, se você, se você precisar, me manda uma mensagem, manda um WhatsApp, sei lá, vê se me responde, tá? Não é possível que o lugar que você vai não tem. É 2023, Dalmo, acabou de passar o ano antes. Tá, tá. Vou vou me recompor aqui. Ach, eu vou levar a Manuzinha. Manuzinha, dá um beijo no seu pai e vamos que a gente tem tratamento agora.
Ah, mãe, eu odeio o tratamento. Não vai ficar tudo bem, filha. Ela vai dar um beijinho em você. Respeita a sua mãe, tá? A Manu vai até você. Você tá com tá com o chaveirinho aí? Tô. Tô. Ela olha para algumas esperanças esperasse que você mostrasse para ela. Tá. Eu pego assim no bolso assim, olho. Aí eu falo: "Tô, tô". E ela fica super feliz. Achou o lotinho. Achou o lotinho. Ela pula como esperando você pegar ela no colo. Aí eu pego ela no colo. Tchau, filha. Tchau, filha. Ela te abraça. Te amo, tá, amor?
Te amo. Olha também te amo. E vê se vê se me manda mensagem. E elas saem do escritório. Assim que elas saem e fecham a porta atrás delas, o seu celular vibra e você recebeu uma mensagem no WhatsApp. Eu vou te mandar uma mensagem no WhatsApp. Pega o seu WhatsApp aí na vida real. Calma aí. OK. Pode ler ela em voz alta para mim, por favor. Senhor motorista, nós precisamos do seu serviço de transporte pascular mais uma vez. Desculpe a urgência, mas sabe como a exigência é que sempre seja o senhor. O endereço está anexado
na mensagem. Por favor, venha assim que possível. E você, sim, recebe um endereço. O contato é de um número que você não tem. Mas parece ser a logo de algum hotel, alguma coisa assim. Eu vou, né? Que que você faz? O dever me chama e eu vou. Você vai na direção desse endereço. Eu vou. Opa. Você sai da sua casa passando, né, pelos cômodos que são bem decorados e limpos e você desce até a garagem pelo elevador e percebe que assim como a sua esposa tinha anunciado, ela levou o carro embora. Nesse momento, só tem
um jeito para você sair [risadas] daí. E a gente vai pra outra cena agora, porque eu vou pedir para Biamon. Meu Deus do céu. Para o estúdio, por favor. Não pode ficar aí. Pode ficar aí. Ah, já pode ficar aí. Não precisa sair não. Eu vou pedir pra Bia vir com a gente, por favor. [risadas] Perdão, eu tava fazendo pi. Vamos nessa, Bia. Ai, senta aí, por favor. Tudo bem. Calma, deixa eu tirar meu celular do bolso, por favor. Tudo bem? Tô ótima. Ah, vamos nessa. Ah, vamos lá. Na imensidão vermelha, um eco abafado é
a primeira coisa que te traz pra realidade. Um ruído que lentamente invade os seus ouvidos. se tornando cada vez mais alto até ficar completamente nítido. Ao seu redor você vê um apartamento velho, descascado, pequeno e bagunçado, com bandagens brancas jogadas por todo lado. É o lugar perfeito para o que você precisa fazer. O ruído que te despertou vem de um antigo rádio amador que tá conectado lá na mesa na sua frente. Em cima desse rádio, na parede, parece ter um quadro de investigação com diversas fotografias de pessoas, lugares e linhas conectando esses documentos. Nada parece
fazer sentido para você, mas isso não importa agora. Esses trabalhos já foram concluídos. O som dos carros e pessoas na rua também invade esse espaço através das janelas barradas do seu apartamento. No canto, uma cama simples, mais limpa, ao lado de um baú de madeira. No outro lado da sala, uma pequena cozinha simples. Além da porta de saída, você vê outras duas portas. Uma leva a um banheiro e outra leva a uma dispensa. Você não tem memórias de quem você é, mas talvez essa seja a melhor coisa que já te aconteceu. Você enxerga a si
mesma, mas não se reconhece. É uma mulher de 24 anos, com cabelo longo, tom loiro quase branco, trançado, amarrado num rabo de cavalo, um piercing de septo e alguns brincos na orelha. Você veste um top branco e você tem várias faixas amarradas nos seus braços. O que que você faz? Eu quero abrir a porta da esquerda. Você vai direto pra porta da esquerda, certo? Isso. OK. Ah, você abre e você vê um banheiro, um pequeno banheiro sujo e vazio, com alguns produtos de higiene. Tem um sanitário na sua esquerda, um box de chuveiro mais a
fundo e uma pia à sua direita. OK. Tá. É um bom lugar para se esconder necessário. Entendo. Tá bom. Ué. [risadas] Perfeito. Eh, nada chamativo, nada chama sua atenção no banheiro. Chamativo. Eh, os produtos que estão ali são só produtos com parecem ser produtos normais. Ok, beleza. Um banheiro. Eu quero. Tem um baú, né? Aqui tem uma cama com o baú ao lado. Tem uma mesa com rádio e um quadro de investigação. E tem uma dispensa do outro lado que você que a porta tá fechada. Tá. Nessa mesa tem alguns documentos e arquivos, pelo que
eu passo ver. A mesa é, tem vários papéis jogados, velhos, uns jornais, umas coisas recortadas. Parece que é só o o que você o que foi usado para montar esse quadro na sua frente, o quadro de investigação. Beleza. Eu quero abrir o baú. Você vai até o baú? Vou até o baú. Você vê a cama desarrumada, né, espelhando o resto do apartamento. O colchão não parece muito confortável, né, do lado da cama, mas ele tá limpo. Abrindo o baú, você vê dezenas de bandagens enroladas. Dá um teste de percepção com presença para mim, por favor.
Tá, deixa eu dar uma olhada na minha ficha, tá? Percepção com presença. Isso. E eu vou pedir, eu vou te dar as bandagens que você acaba de encontrar. Ai, que tudo. Deixa eu pegar esse aqui também. Eu vou por aqui que não vai bloquear. Tá lá. Tá aqui. Isso tá no seu bolso, tá? Isso tá no meu bolso. Tá comigo. Pode ler o que que você tem. Ok. Eu tenho um flip phone. [risadas] Não foi na descrição. Só é um fone daqueles que abrem. Não é um, não é um smartphone, é aqueles fones antigões. Ele
parece não ter nenhum contato salvo. Belzum, é para eu ler a descrição dele. Não precisa, só, só o que você tem no seu inventário aí. Ah, que tem uma coisa apagadinha aqui. Ah, não, essa apagadinha é porque tava errado. Eu eu eu sei. Ah, perfeito. Ok. E também tem uma bandagem que é uma bandagem. Fez dodói. Tá escrito assim. Perfeito. Você encontra essas bandagens que estavam nesse baú. Um teste de percepção com pres. Percepção com presença para mim. Ah, Bia. Eh, troca, troca o aplicativo aí da ficha, ok? Vai para aquela cortina, clica em revelar
e escolhe a ficha. Pera, tem uma cortina onde? Cadê? É no aplicativo. Tem uma uma no Google, tá aberto. Ah, aqui no Google, tá? Deixa eu ver bo aí. Aí, revelar e escolhe a sua ficha, por favor. Amo. Tá, eu abro pelo Chrome. Ah, a Não, é só clicar no no no personagem. Apareceu para abrir entre o entre Samsung, Internet e Chrome. Não sei, qualquer um dos dois. Era para ir direto. OK. Pode ser o Chrome. OK. Vamos lá. Revelar. Ok. Kem. Esta sou eu. Selecionei. Ai, que lindo. E aí você tem a aba de
perícias ali embaixo. Tá. Perícias. Perícias. Perícias. OK. É investigação. Você falou percepção. Percepção com presença. Percepção com presença. Eu sou treinada em percepção. Se tiver em cima, tá? Se tem os números escritos, você é. Tá. Tá. Pode jogar para mim. Quantos de presença você tem? Eu tenho dois de presença. E percepção? Você tem mais 10, eu imagino, né? É. Então, por favor, dois dados e aí pega o valor mais alto e soma 10. 15 25 25 Facilmente você vê que escondido atrás do baú, meio jogado assim lá no fundo da cama, tem uma lente avermelhada
reluzindo. Olhando mais de perto, você vê que se tratam de binóculos militares. Eu quero pegar o binóculos militar. Ah, não acredito que [risadas] esse aí vai ficar para Deus. Eu acho que eu tenho outro aqui. Enfim, você pega os binóculos militares, eles te dão mais cinco em testes de percepção à distância. Amo muito, amo muito. Depois a gente vai pegar essa cara. Foi o pior lugar do mundo para que essa carta. Quero aproveitar e dar uma olhada debaixo da cama. É, o binóculo estava embaixo da cama. Isso tava bem escondido embaixo da cama. Bele. Tranquilo.
Perfeito. Eh, vamos lá. Tem uma mesa, você falou, tem um rádio, tem um armário ali, né? Tem uma dispensa e uma mesa com quadro de investigação. São os dois pontos de interesse que você não viu até agora. OK. Eu vou dar eu vou aproveitar que eu tô do lado do quadro que eu acabei de levantar e de olhar debaixo da cama. Eu quero ir até o quadro dar uma olhada. Ah, perfeito. Você tem, a primeira coisa que chama sua atenção é que tem um monte de fotos todas com o rosto queimado por um isqueiro, com
uma lista de alvos que já foram executados. OK? Cada foto parece estar conectada com informações como endereços, valores e horários específicos. Uhum. E no centro tem a foto de um homem corpo lento, cheio de cicatrizes. Ele é o único que não foi queimado ainda. E embaixo, anotado em caneta vermelha, um valor R$ 25.000. Eu vou te dar a foto do homem aqui. Eu não conheço ele. Ah, você não reconhece ele. Não, teste de investigação com intelecto para mim também. Vai ser a foto do homem. Hum. Tem um homem aqui. Eu tô falando sozinha, tá? Eu
gosto, eu gosto de falar sozinha, tá? Perfeito. Hum. Tem um homem aqui, nunca vi. Tá, vou jogar aqui. Que que você falou para fazer? Jogar. Ah, não vou nem pedir um teste porque é muito simples. Amo. Ah, você deduz que esse homem no centro é o seu próximo alvo, mas a data marcada pro assassinato dele já passou. faz um bom tempo. OK. Ah, além disso, em cima da mesa tem esse rádio. Você vê um dispositivo eletrônico pequeno lá. Era um GPS antigo, uma bolinha verde piscando, parece tá sendo rastreada e se movendo em um mapa,
uma versão simplificada do mapa de São Paulo. Legal. Eu quero me aproximar. É, é, é só um. Tá na sua frente já. Tá. Eu posso pegar para mim? Você pode pegar? Eu vou pegar esse GPSzinho, esse celularzinho que tá aí, né? Vou pegar ele. Nesse rádio. Perfeito. Tem um. É um rádio. É um rádio, sim. É um rádio meio antigo amador, assim, aqueles que você pega e bota a Tem alguma frequência nele? Ele vai, tem uma frequência específica, mas tá com ruído. Tá. Eu consigo dar uma mexida? Você mexe e você vai pegando, às vezes
você pega uma frequência de rádio aleatória. Você não, você não sabe exatamente o o o que fazer com ele. Perfeito. Eu quero abrir a dispensa. Você vai até a dispensa? Calma, calma. Tô com um pouco de fome. Eu quero abrir o microondas para ver o que que tem dentro. Você abre o microondas? O microondas tá vazio. Não tem nada no microondas. Ah, cara, que isso? Achei que ia ter uma mão desse págo. [risadas] Não, vou na dispensa. Vou na dispensa. Ah, deixa eu só faz um favorzinho para mim. Eu vou te dar. Eu eu eu
vou dar para todos vocês. Apesar da gente ter cartinhas de itens ah, já preparadas, eu vou deixar vocês com uma cartinhas brancas e uma caneta. Sempre que vocês pegarem o item que não tem uma cartinha, vocês podem anotar. Escreve o rastreador para mim aí. Legal. Legal. Nossa, olha o preparo disso aqui, minha galera. Por isso que demorou. Tá vendo? Você foi até dispensa? Fui até a dispensa. Como é que é o nome do negócio? É um radinho. Rastreador. Rastreador. Pode falar. Ah, assim que você abre, você vai abrindo a porta lentamente da dispensa, ela parece
mais pesada e começa a ranger. Quando você termina de empurrar, um clique pode ser escutado e um calafrio percorre o seu corpo. A [ __ ] da armadilha. Um monte de facas caem um dispositivo instalado na parte superior da porta na sua direção. Teste de reflexo com agilidade para mim, por favor. Olha que legal, galera. Reflexo. Pera que eu sou treinada, Bi. Reflexo com agilidade. Agilidade eu tenho três. Tenho três de agilidade. Então são 3 de 20 mais 5. Manda para nós. 20 25. você você pula para trás, você talvez eh por um reflexo literalmente
e instintivo, você começou a desviar antes mesmo de processar o que tava acontecendo. Você não chegou a ser ferida de maneira séria. Você toma um de dano, beleza? Mas as facas cortam a sua pele e derrubam um pouco de sangue. Se elas tivessem te atingido em cheio, provavelmente teria sido letal. O mais esquisito é o comportamento do seu sangue. Ele escorre lado e cai no chão e continua rastejando na direção da porta da saída, como se tivesse te levando para algum lugar. OK. Eu alguém bate na sua porta. E agora a gente vai pra próxima
cena. E eu vou pedir para a Gabi, por favor, entrar no estúdio. Do nada, meu, do nada aconteceu isso com vocês, galera. Me conta. Meta game. [risadas] Não tava chovendo faca lá não, mano. Cara, eu quero me apaixonar por alguém falar: "Foi no risca faca". Tá [risadas] bom, mestre, por favor. Dá para ir no banheiro rapidinho. Vai lá, vai lá. Pode ir. Tranquilo. Pode meu áudio eles desligam ali suave. É, eles vão eles vão desligar, não se preocupe, não queria que vocês escutassem nada. Beleza, bem-vindo de volta. Opa, vamos nessa. Tá bem. Passei um nervoso,
né? Mas tô bem. Fique à vontade, pessoal. Só importa uma coisa agora. O sabor de sangue não é a primeira vez que você sentiria algo assim, mas lentamente, como um sabor residual, o gosto enferrujado vai se revelando mais frutado e intenso. O sabor de um bom vinho. segurando uma taça, você desperta de frente a uma janela em um quarto de hotel confortável. Olhando ao redor, nada muito especial para chamar sua atenção. Tem alguns quadros genéricos de decoração de hotel, uma grande cama de casal confortável, uma televisão desligada, um sistema de som no hack, a garrafa
de vinho ao seu lado e um pequeno frigobar. Você não tem memórias de quem é, mas talvez essa seja a melhor coisa que já te aconteceu. Você enxerga si, mas não se reconhece. Você vê uma pessoa jovem com cerca de 20 anos de idade, cabelo liso, preto e maquiagem bem feita, vestindo uma blusa preta com gola alta. O que que você faz? Eu quero pegar a garrafa de vinho e dá uma olhada no rótulo, ver de onde é. Ah, você consegue ver que é de uma marca ah chamada Comitent. Você não reconhece, mas parece ser
um vinho caro. Ah, você pega a garrafa? Pego. Perfeito. Deixa eu te dar a garrafa, então. Eita, tá lá. Muito obrigada. E além disso, você também encontra isso, isso e é isso que tem no seu inventário. Celular e uma mochila. Perfeito. Eh, bom, essa garrafa de vinho eu vou vou levá-la comigo. Você consegue fechar a rolha logo ao lado. Você fecha a garrafa e coloca na sua mochila. Eh, sobre a mesinha do lado da cama tem um telefone, não? Não é? Ou uma Ah, ao lado da cama você vê que tem um telefone e do
outro lado parece ter um panfleto. Eu vou dar uma olhadinha nesse panfleto. Quer pegar o panfleto? Sim. Deixa eu tirar esse cara aqui. Esse é o panfleto. Eu vou dobrar e jogar. Avzinho. Vou fazer um ver se agora vai. Foi nós. Tô ficando melhor nisso. Y Business Hotel, o grande é uma rede de hotéis Yumada por Park Chan Yum. Hum. Tá. Então, provavelmente é onde eu tô agora. Eu vou olhar se tem alguma coisa dentro do armário. Certo. Ah, você abre o armário e ele parece vazio. Debaixo da cama. Você também não vê o quarto
de hotel. Parece ser bem casual e limpo, mas é isso. Parece ser um quarto de hotel praticamente vazio, como se você tivesse acabado de chegar nele ou eh chegou há pouco tempo, não parece ser habitado por ninguém. Por último, eu vou abrir a cortina. E dá uma olhada pela janela. A cortina já tava aberta, você consegue ver a cidade de São Paulo. É 3 e pouquinho da tarde assim. É, é, está de dia nesse momento. Você vê carros passando, pessoas lá embaixo. Nada parece diferente do normal. Vou dar aquela checada rápida no banheiro. Vou abrir
a portinha, dar uma espiada. Ao abrir o banheiro, você vê imediatamente, chama a sua atenção, uma necesser elegante e vermelho escuro. Eu vou pegar essa necess, eu vou abrir essa necessary inicialmente você abre e você vê vários produtos de maquiagem de alta qualidade, entre eles, muita sombra preta e um batom vermelho sangue. Você vai pegar o estojo de maquiagem? levar comig. Vou ver se eu vou ficar bom nessa lançamento de carta aí. Vamos ver. Caraca, essa foi bonita. Essa foi bonita. Foi boa. Vou levar comigo. Certo. E tem alguma coisa atrás da porta? Nada que
parece chamar sua atenção. Apesar de que talvez esse banheiro seja um bom lugar para se esconder. Ele tem uma cortininha, né, para fechar ali. Exato. Hum. Tá. Eu vou, considerando que eu não lembro de nada, não sei quem eu sou, eu vou até a porta do meu quarto e vou verificar se tá trancada. Ah, é um quarto de hotel. Por dentro você sempre consegue destrancar, tá? Você consegue ver, é, tem aquela tranca, né, grande para colocar o Kcard e você sente o celular vibrar com uma notificação. Certo. Vou olhar a notificação do meu celular. Eu
sei desbloquear o meu próprio celular. Você pega o seu celular e face ID, ele destrava imediatamente. Seu nome é Jum. Você tinha recebido uma mensagem de uma promoção de um e-mail dessa rede de hotéis, mas você vê que o celular eh tem muitos aplicativos instalados, como um celular de alguém que usa bastante o celular. Certo. Eu vou não teste de tecnologia com intelecto para mim, por favor. Eu já tenho minhas perícias aqui. Ah, sim. Ah, faz o seguinte, troca de aba navegador. Calma aí. É, troca de aplicativo para navegador. E aí vai ter a cortina.
Aí você clica em revelar e escolhe a sua personagem, por favor. Legal. Aqui. Perfeito. Perfeito. Deixa eu vir na nas minhas perícias. Calma aí. Cadê as minhas perícias? Desculpa. Ah, tem uma abinha lá embaixo de perícias. Você clica nela e vai ter as perícias. As primeiras são todas que você você é treinada. Tá bom. Tecnologia, né? Isso. Sou treinada com intelecto, por favor. Eh, 23. 23. Você vascul celular e você encontra alguns históricos de conversa interessante com três pessoas. Uma delas é alguém chamado Dalmo, que parece ter um capacete de mergulhador como avatar do WhatsApp.
Eu vou te mandar os prints no seu WhatsApp, tá bom? Para você ver no seu celular aí. Você pode ler se você quiser. Dalmo mandou em Capslock: "Meu contato já confirmou. Vai ter, vai ser algum tipo de show". Ele disse que explica lá o resto. Para de gritar, eu prefiro as letra grande. Além disso, você vê um contato com alguém chamado Aguiar e mensagens com alguém que é só a letra K. Qual você quer abrir? O K. Você vê que não é no WhatsApp e sim são mensagens de SMS. Certo. Vou te mandar aqui. Bateu
na porta dela, hein? Ouve. Precisa trocar de número toda semana? Nunca ouviu falar de zap zap? Não, por segurança. E não. Falei com o careca ontem, não entendi [ __ ] nenhuma que ele falou, mas acho que tá tudo alinhado pro ritual rolar na próxima lua de sangue mesmo. Até lá então. Perfeito. Bi. Não quer treinar mais esse fim de ano agora? Papai Noel tá aí, tá? E por fim, eu vou abrir a conversa com a Aguiar. Você assim que você clica na conversa com o Aguiar, toc toc toc toc, alguém parece bater na porta
do seu quarto. Tem ol uma voz abafada. Eu tô mandando para você, o Aguiar. Uma voz abafada. Com com licença. Tem tem olho mágico? Tem olho mágico. Eu vou olhar pelo olho mágico, logicamente. OK. Você vê um rapaz jovem com uma expressão meio preocupada e meio insegura, assim, como se ele não quisesse tá ali. Ele usa um uniforme vermelho com detalhes em dourado, um chapeuzinho e no peito fica evidente o brasão da rede de hotéis. Ele também tem jeans e sapatos formais. Com licença. Não precisa de serviço de quarto. Eh, eu eu não queria incomodar,
mas o seu pai Ele ele ordenou que a gente não tenho escolha se Tá. Pera aí. Eu já eu já vou abrir. Eu já vou abrir. Só um segundo. Eu vou até o banheiro. Você vai até o banheiro? Sim. Ok. Você consegue ir até o banheiro? E eu vou entrar dentro do box, tá? Você quer se esconderina? Sim. Tá. Você consegue se esconder. Ah, não vou nem pedir um teste de furtividade. Ele fica, ele fica batendo na porta por mais tipo 5 minutos. Você e dá um teste de percepção e com presença para mim, por
favor, para ver o quanto você escuta do que ele fala. Calma aí um segundo. 7 mais 5 12 12. Você consegue escutar abafado ele falando: "Seu pai mandou tivesse notícia desaparecida. Seu motorista já tá a caminho. Eu vou ficar no escuro no silêncio um pouco. É o mesmo de sempre. Ele fala: "Por favor, não faz isso ser difícil para mim." Ele fala bem alto e se retira. Você consegue perceber que ele não tá mais na sua porta. Tá. Eu vou ler a mensagem com Aguiar, que eu só abri e não li. E a mensagem com
o Aguiar diz: "Ele já tá, ele tá trazendo os seis já." E o Aguiar responde: "Sim, eles já estão a caminho. Hoje é você". Eu respondo com uma figurinha de gato. A melhor coisa que aquele careca fez foi juntar a gente, mas eu ainda não gosto dele, nem de você. brincadeira ou não? Lendo a mensagem que aquele daquele careca, a gente vai pra próxima cena e eu vou pedir pro calígrafo entrar, por favor, no estúdio. Essa fera aí, meu. Ele vai ter que raspar a cabeça. [risadas] Ele não tem escolha. No último episódio. A gente
vai marcar a cara dele. Nossa, mas ele tá [ __ ] Vou levantar hashtag no Twitter para ele raspar a cabeça. Calígrafo. [risadas] Bem-vindo. Bem-vindo de volta. Cara, você me sequestrou, mano. Você não faz ideia. Você não faz ideia. Calígrafo. A imensidão vermelha te cerca. E lentamente vai tomando forma. Você enxerga sombras seis esgueirando, revelando formas, cantos, paredes e um chão. O tom vermelho escarlate vai se transformando em uma cor mais escura e mais uma vez você se encontra no centro do labirinto da sua própria criação. Você nunca saiu dele. pintado de sangue numa parede
escura e suja. Esse labirinto tá dentro da cela em que você tá. Ao seu redor, um ambiente mal iluminado e fechado por barras de ferro. Você tá preso, a ponta dos seus dedos pinga sangue saindo do corte da outra mão que você usou como fonte da tinta vermelha para desenhar o seu diagrama. Ao seu lado, algumas camas pequenas e desconfortáveis, uma privada mais ao fundo. Você enxerga a si mesmo, mas não se reconhece. É uma pessoa de cerca de 28 anos, uma careca raspada, com olhos cansados ao redor da cabeça, rosto e peito, tem cicatrizes
formando um enorme labirinto através de escarificação. Você veste um hobby velho e rasgado, amarrado por cordas, com dezenas de pequenos papéis contendo labirintos colados um em cima do outro. A sua cela parece vazia, mas as outras parecem conter outras pessoas presas que não parecem te dar muita atenção, exceto uma pessoa. Que que você faz? Eh, eu primeiro eu olho para pras minhas mãos, eu olho pro pro labirinto, eu dou uma última olhada. Perfeito. Eu olho para aproxima um pouquinho o microfone, talvez só. Alô, boa. Obrigado. Hã, sim. Tá ótimo. Eu vou caminhando até até a
ponta da cela para ver quem me chamou. Você vai até as grades e nas grades vizinhas você vê um homem de uns 50 anos magro, barbado, olhando diretamente para você, quase de um jeito meio paranóico. Ele tem a barba bem desgranhada assim, marca de idade, e ele usa um tapaolho no olho esquerdo. Ele tem uma touca vermelha que tampa boa parte do cabelo, ele tem um blusão é com grande casaco marrom e luvas Remendadas. Ele também tem uma calça moleton e usa chinelos amarelos. Ei, você é você é um daqueles também? Que aqueles que estão
estão cheio de tatuagem? É, não é a primeira vez que eu vejo um não. Que que você quer? Seus amigos me pegaram na rua. Eles estavam na maldade. Eles pegaram um monte de nós. Tava levando a gente para algum lugar abandonado e usar a gente para transformar a gente em monstro. Eu lembro. Tá. É. Você sabe mais alguma coisa? Você que sabe. Você que é um deles, não? Ah, tá. Dá um segundo, tá? Tá bom. Eu não tenho escolha. Tô preso, idiota. Eu dou a minha volta. OK. Ah, eu vou em direção ao eh a
à parede. Aham. E hã, eu começo a passar a mão no labirinto. Eu dou uma olhada nas partes de baixo do meu corpo. Ah, eu posso usar alguma habilidade? Ah, qual habilidade você quer usar? Ah, e perdão. Faz uma coisa para mim, por favor. Vai e abre o navegador no seu tablet e aí levanta a cortina do revelar. Já tá aberto. Tá aberto. Tá aberto. E aí, escolhe a ficha do seu personagem, por favor. Beleza. Tá bom. Eh, eu quero usar mapa sanguíneo para Você não tem componentes ritualísticos para conjurar esse ritual mesmo com sangue.
Você não tem componentes ritualísticos. Bom, eu a princípio eu olho, é eu olho no meu no meu pulso que ele ainda tava, ele tá sujo de sangue, né? Seu pulso tá sujo de sangue. Você cortou, você percebe que você cortou a sua mão no canto da uma das camas para desenhar esse labirinto. Eu eh pego um pouco do da tinta e eu começo a passar no labirinto como se eu tivesse tentando arranjar a resposta pelo meu próprio corpo. Mas à medida que eu percebo que eu não tenho ritual. Você percebe quando você faz isso, você
mexe mais o seu sangue. Ele se comporta de uma maneira estranha. Ele escorre pela sua mão quase contra a gravidade e as gotas que caem no chão parecem continuar rastejando pelo chão e vão em direção a fora da sua cela, como se te levassem em um caminho, tá? Eh, eu olho essa funcionalidade diferente e eu fico entregado. Eu dou um leve sorriso e ao mesmo tempo mais alguns ticks. Eu começo a caminhar e em direção ao rastro para ver onde ele me leva. Quando você vai em direção à cela de novo, aquele homem do outro
lado, eles observam das sombras. Ele cutapa olho, olhando para você. Eu conheci eles. Eles estão em todos os lugares. Eles me tiraram de lá. Quando vocês, os tatuado, me pegaram. Eles me tiraram de lá. Eles me levaram pro secreto escondido. Eu nunca mais achei eles. Mas eu sei que eles estão em algum lugar. Eles estão em algum em algum lugar. Eles estão escondidos. Eu sei. Eles observam das sombras. Faz silêncio. Eu tô tentando pensar. A ordem tá em todos os lugares. Ao mesmo tempo que isso acontece na delegacia de São Paulo, Aguiara, você e a
Cléo finalmente chegaram no caminho para cá. A Cléo explicou que o diretor do estado ligou exigindo que você fosse para São Paulo, porque um suspeito foi encontrado desmaiado na rua, se recusou a responder qualquer pergunta e o único item encontrado no corpo dele foi um cartão do delegado Aguiar do Paraná com manchas de sangue. A viagem até São Paulo durou pouco menos de 5 horas e você pegou muito pouco trânsito. Estranhamente, mesmo sem nenhuma lembrança disso, a estrada pareceu muito confortável e familiar. Você Possivelmente já andou por essa região algumas vezes. Apesar da viagem tranquila
do lado de fora, é difícil dizer a mesma coisa de dentro do carro. [música] foi muito constrangedor com longos tempos de silêncio entre você e a Cléo. Mas volta e meia ela fazia algumas perguntas e tentava tirar alguma informação de você. Eu vou pedir fazer fazer um teste de enganação com presença pra gente entender mais ou menos como é que foi essa viagem aí. Ô mestre, só uma coisa, eu acho que a câmera agora no em mim. Ah, tudo bem, não se preocupa com isso. Beleza. Boa. Nossa, ainda bem. 22 22 é. [risadas] Ah, cara,
cara. Aqui [risadas] no caminho até aqui, ela continua fazendo perguntas sobre o seu sumiço. Ai, tu e tu não é? E que que tu tava fazendo de de viagem, então? Tá meio esquisito, né, cara? Olha só, Cléu, eu tava precisando me reconectar com os meus cachorros, entendeu? Eu preciso usa droga, tá usando droga? Não, não é droga, é só Eu gosto muito deles. Eles são tão fofinhos e eu senti que sendo delegado não tinha tempo suficiente para para fazer carinho, jogar bolinha para eles irem buscar, sabe? Hum, entendi. Pô, eu eu amo muito eles. Eles
são uma grande prioridade para mim. Eu quis tirar um mês ali, eu precisava tirar essa culpa de mim, entende? Entendi. Não tá certo. Às vezes fim de ano mesmo o pessoal é é normal mesmo tu ficar mais exausto. Mas eu fim de ano como foi, Cléu? Passei com a minha mãe, né? Que legal. O silêncio constrangedor volta. Mas você sente que você não levantou muitas suspeitas, mas ela parece te olhar de um jeito estranho. Toda vez que você olha para ela, ela tá sempre olhando no fundo dos seus olhos. Eu olho de volta e finalmente
vocês chegam na 25ª DP de São Paulo, onde vocês foram chamados. A entrada da delegacia do lado de fora é bem maior do que da delegacia que vocês saíram no Paraná. Ela fica entre dois grandes prédios de apartamento e na frente do local você vê a bandeira do Brasil e a do estado de São Paulo e fica entrando e saindo um monte de policial uniformizado. Ah, você dirige, né, sua camarete até um estacionamento lateral cheio de viaturas [música] e vocês descem do carro, dão de cara com uma grande porta giratória com detector de metais. Aquela
eu apresenta o distintivo, né, da polícia e vocês conseguem entrar sem grandes problemas. Entrando na delegacia, vocês dão de cara com o lugar bem movimentado. Essa delegacia não é vazia igual era do Paraná. No inquisidor do Vale. Tem muitos oficiais e uniformizados conversando, andando para lá e para cá, passando documento, falando no telefone. Mas a única pessoa que parece notar a presença de vocês é uma mulher que até tá um pouco sobrecarregada. E assim que ela enxerga o seu rosto, ela faz uma expressão de alívio e vem na direção de vocês. Você vê, é uma
mulher meio mais baixinha assim, mas a expressão, né, e pose dela é bem imponente. Ela tem grandes olhos castanhos que chamam sua atenção. O cabelo dela é escuro, com mechas mais claras, a roupa é bem chamativa, até um pouco escandalosa de certa forma. E definitivamente não é o que você esperava ver a nessa delegacia. Ela tem vários eh brincos grandes, um monte de bijuteria. E embaixo do distintivo da polícia dela, ela tem uma camisa de textura verde e branca. Ai, finalmente. Ai, você chegou. Oi. Você vê que quando ela quando ela fala assim os sons,
né, de de bijuteria dela, fica fazendo nos dedos dela. Escuta, se essa situação já não fosse bizarra, se não fosse bizarra desse jeito, eu mandaria uma mensagem no WhatsApp, né? Mas bom, a gente tá tendo que lidar com um cara esquisitíssimo, Aguiar. Esquisitíssimo. Que que nisso que ela tá falando com vocês, um algum oficial tava falando com ela. Calma aí, Elziel, já vai. Ô, ah, enfim, hoje tá complicado aqui. Escuta, me acompanha. Ele já vai, [ __ ] Me acompanha aqui. Eu vou levar vocês pra cela. E essa lorinha aí é olha pra Cléo assim,
de baixo para cima. Eh, a Cléo responde para ela: "Ah, eu sou Cléo Brisa, senhora. Eu sou policial da de inquisidor do vale também. Eh, se importa se se eu acompanhar vocês?" Ela olha assim: "Me importo, fica aí, deixa ela vir junto, por favor. Mas o problema é com você, fica aí e depois a gente vai resolver. Vem comigo." E ela parte em direção a até um a e vai uma porta dupla que tem ao lado da recepção. Eu olho para trás pra Clé e eu faço assim, ó. Ela tipo faz assim para você também.
Eu sego a senhora e eu quero olhar em volta e ver se eu percebo alguma coisa familiar ou se me vem algum sentimento. Cara, eh, você vê uma delegacia bem bem cheia, mas nada desperta. Você não sente nada familiar exatamente além da familiaridade com o lugar que você acordou, que também era outra delegacia. Ela ela entra assim, ela abre a porta dupla e meio que como se empurrasse, tirasse do caminho e ela bota a mão na cintura e espera Você entrar nessa salinha menor. Você consegue reconhecer, você tá entrando na área das celas, tem um
balcão ao lado assim com vidro protetor e alguns funcionários trabalhando lá dentro. Ela vira para você, ela olha para você, olha pros seus olhos, olha, olha para você. Resumindo, escuta, eu preciso ver o que o coisinho ali quer, tá? Eh, queria eu, tá, ser igual tu, Deligazinho na [ __ ] que pariuzinho que tu é, porque não deve ter nada acontecendo lá, né? Aqui não para de acontecer coisa, não para. Enfim, escuta. A gente aprendeu esse cara esquisito, todo sujo de sangue hoje de manhã, parado no meio da rua, cheio de sangue na mão, desenhando
um monte de coisa na rua, completamente maluco no paradoqu trânsito, todo cortado, cheio de coisa na cara. Não, não respondeu ninguém, não falou uma palavra, não resistiu à prisão, tava só usando um monte de pano velho. Revisamos ele para ver que que achava, achava alguma arma, achava alguma coisa. E a única coisa que eu acho que que que encontramos foi isso. E ela te entrega esse. Vamos ver se eu consigo. Ah, você tá de brincadeira, cara. Será que você consegue, Cali? Deixa eu ver. Cuidado. Boa, boa, boa. Cara, que bom que você tem, tipo 2,30.
[risadas] Eu confesso que eu fiquei com um pouco de medo da mesa afundar. Você pega esse cartão Aguiar de delegado com o seu nome. Enfim, querido, tu consegue resolver? V ver se tu consegue resolver isso para mim, tá? Por favor, que hoje tá um inferno. Já vai, Eliziel. Tá um inferno aqui nessa delegacia. Só me leva, ele. Toma aqui essa chave. Toma a chave aqui e depois devolve aqui na na recepção. Ok. Eh, e ela aponta pr pras celas. Eu quero caminhar até a cela e eu quero olhar em volta para ver se não tem
nenhuma câmera de segurança, se não tem ninguém mais, tem câmera de segurança na nas celas. Sim, tem câmera de segurança na na área de salas da delegacia. Com certeza tem. Você abre, eh, as portas abrem assim e a a delegada, ela continua te acompanhando. Deixa eu até mudar aqui. Ah, voltamos pra prisão. Ah, você consegue ver a cela e você consegue escutar no das celas do final do corredor alguém falando: "Eles observam de todo lugar". Na hora que ele tá falando isso, a delegada que você vê no distintivo dela escrito Elizabela fala: "Ai, tá bom,
Jeremias, chega toda vez. É isso, [ __ ] Vai dormir que aí daqui a pouco a gente libera de novo quando você ficar só, caralho." E ela ali, ó, é aquela cela no canto ali, o esquisito. Ah, ela, eu tenho que atender um chamado aqui. É, se quiser levar esse cara aí pro Paraná, só tira aí das minha mão que já tá valendo a chave. Depois você deixa a chave ali Pr OK. No balcão, por favor. Obrigado. Eu vou até a cela. Você vai em direção à cela? Vou. A delegada Elizabela vai na outra direção
e assim que vocês dois trocam olhares, algo bizarro acontece. Vocês dois sentem um aperto no coração. As veias saltam ao redor do corpo de vocês e a esclera dos olhos também é tomada por veias, ficando completamente vermelha, parecendo um caso de conjuntivite. Todos os músculos do corpo de vocês se contraem para dentro e você sente a garganta apertando e incontrola vocês toscem uma quantidade [música] considerável de sangue no chão. No piscar de olhos. Quando vocês fecharam os olhos nessa tosse, vocês se viram naquela imensidão escarlate. E mais uma vez vocês viram aquele caixão ainda batendo,
ainda chamando. E como se isso não fosse estranho o suficiente, vocês vem o sangue de vocês dois no chão, rastejando e se encontrando, indo numa direção, seguindo o corredor pra Saída, eventualmente parando quando a quantidade de sangue acaba. Eu me escoro na grade, me ajoelho e olho para ele. Quem é você? Fala, [ __ ] Eu eh eu vejo você tá com as mãos tipo para dentro da cela. Eu tô só com os dedos. Eu tô tipo segurando na grade, na vertical assim. Eu me apoiando. A minha parte que tá suja, a a parte que
tá suja de sangue, eu começo a passar nos dedos dele, fazendo um padrão de labirinto. Meu Deus. Você sabe falar, cara? É seu nome? Eu acho que é Aguiar e eu descobri hoje. Tá no seu Eu consigo ver alguma coisa dentro da sala dele ou tal? Você consegue ver ao fundo tem um padrão de um grande labirinto circular desenhado em sangue. Você percebe que as mãos dele, além da tosse que você também teve, tão uma monta cortada e estão cheias de sangue. Que [ __ ] é aquela lá atrás? Foi por isso que te prenderam.
Você tá fazendo isso na rua? Eu eu sou o labirinto. Ai, [ __ ] Acho que pode me chamar assim. Labirinto. Por enquanto tá na noia. O que você define como noia? [ __ ] Sinceramente, acho que eu também tô na [ __ ] da noia. Que merda. Que câmera nessa merda? Eu acho que podem ouvir, mas é prazer. [ __ ] Vocês Você sente quando vocês tocam o sangue que estava na mão dele meio que sobe um pouco pelo seu braço, manchando até um certo ponto. Você também faz parte. Parte do quê? do clube
de gente que não sabe quem é. Não, o que que é isso? Eu ao certo não sei, mas maluco, eu eu traço mais algumas linhas. O labirinto aponta para você. Olha só. Pra sua sorte, a pessoa de autoridade dessa delegacia tá pouco se [ __ ] e falou que eu posso te tirar daqui e te levar para onde eu quiser. Um jantar. Você tá com fome? Eu comeria. OK. Olha só, você vem comigo. Eu vou te colocar na minha caminhonete. Só tem um problema. Você não sabe dirigir? Não, eu acho que eu sei. Mas tem
uma mulher comigo, o nome dela é Cléo. E ela conhece esse corpo e o que ele já foi. E ela não faz ideia do que tá acontecendo agora, certo? E ela provavelmente vai com a gente. E eu acho que se a gente assustar ela demais e se ela ficar sabendo dessa [ __ ] desse sangue, fodeu. Eu eu ao certo também não sei o que eu sou, mas eu posso confundir ela ao ponto de que ela não precisa de perguntar para você. É, olha só, eu eu falei um monte de mentira para ela, ela acreditou.
Então eu acho que Tá, acho que antes antes de sairmos, o que você disse para ela? para para que eu não diga algo que não bata. Eu falei para ela que eu passei o último mês. Como nós nos conhecemos? A gente pode falar que Não, não. Como você sabia que eu estava aqui? Olha só, isso aqui foi encontrado com você. É o meu cartão de policial. Eu sou lá do Paraná, eu acho. Trabalho como delegado lá. Certo. E você tava com isso por algum motivo, então a gente tem alguma conexão antes de que merda que
aconteceu. Mas lembra, eu falei pra Clé que eu passei o último mês passando o Natal com meus cachorros. Isso é bem solitário, né? Eu acho. Eu não sei. Eu não sei não. Só. Mas [ __ ] você quem é você agora, né? Você é solitário, cara. Eu, desculpa, tô tentando entender. Olha só, vamos sair daqui, vamos para um lugar mais calmo e vamos descobrir o que que tá acontecendo com a gente, por favor. Tá. Eu tô começando a ficar meio desesperado para falar real. Eu abro a cela dele com a chave que ela me deu.
Você pega esse grande eh amontoado de chaves, né, assim, molho de chaves. Tem várias chaves, você testa algumas e eventualmente você consegue destravar a cela e ela abre pro lado. Deixa eu abrir a cela de vocês aqui. Você vê a porta se abrindo na sua frente. Vamos nessa. Você consegue caminhar. Tranquilo. Eu dou um passo pra frente, para trás para você consegue caminhar tranquilamente. Quando você dá um passo pra frente, você vê o Jeremias do outro lado segurando as barras, olhando para você. Eles eles estão sempre de olho. Eles estão sempre de olho. Quem? A
ordem. Olha a ordem. Nossa, tem drogado nas sombras. Ai, diz isso de novo. Ordem para tá tá tudo normal aí. Eu achei que eu que tava bêbado. Ele começa, ele sai e e vai mais para trás com algumas, algumas outras pessoas. Olha só, eu desculpa. Certo. Nome labirinto. Pode ser. Não tem o nome mais convincente. Sei lá, Carlos. [risadas] Tá bom, Carlos Birinto. Não, esse nome é muito ruim. Tem que ser, eu, eu sou esquisito. Eu tenho que ter algum nome diferente. Ah, Labis Rinto. Que tal Aguiar? Não é o nome mais comum do mundo
também. Eu vou com o que você falar. Vem comigo. Ah, diga. Eu consigo ver para onde o nosso sangue foi? O sangue de vocês e escorreu até na direção da da saída, na porta de como se Tivesse tentando sair da da da delegacia assim, na direção da porta. Você chegou. É de onde eu cheguei. É, só tem uma saída. Ah, tá. OK. Eh, eu quero dar uma olhada nos outros prisioneiros. Dá um teste de percepção para mim com presença, por favor. Dou. Eu quero ajudar. Ah, não tem muito como você ajudar ele a olhar os
Ok. Tá, ele tá só dando uma checada ao redor. Deixa eu ver quanto eu tenho na OK. É percepção, né? Isso. 20 natural. você eh percebe que vários desses presos, não só bêbados, a pessoas que que tão em algum tipo de de eh mania ou estado de, né? Ah, foram apreendidas ah porque estavam usando alguma droga, alguma coisa assim. E especificamente o Você tirou quanto? 20 natural. E você tem mais? Ah, de percepção eu não tenho mais. Eu tenho de investigação só. Você percebe que o Jeremias ele tá ele tá meio com a cabeça abaixada
assim, mas ele fica olhando vocês. Ele olha, tá olhando o que aí? O que é essa ordem? Como se vocês esquisitos não soubessem. Se eu tô perguntando é para que eu não sei, né? Eles me salvaram, mas eles tiraram tudo de mim. Salvaram do quê? Da ordem. Hã? Cara, que [ __ ] é essa? Ei, tô falando com você. Que que é? Como que eles te salvaram? Vocês aí me levaram para lugar. Eu lembro de vocês. Não vou falar com vocês. Eu lembro de você. Eu lembro do assassuramento. Lembra de mim? Pera aí. A gente
te levou para um lugar. Eu sei quem é você, [ __ ] Qual meu nome, então? Como é que eu vou saber? Meu nome é Jeremias. Vamos ainda. Vamos nessa. Vocês saem da cela da da áa das célas? Sim, a gente sai. Vocês vão, você vai você vai levando o o que eu ia fazer. Eu pego com um pouco de sangue que tem e com a precisão. Eu escrevo Jeremias no abraço. OK. Ah, você vai, vocês vão juntos e quando você chega na, na área do balcão ali, você vê um um policial sentado, né, dentro
da área do balcão. Falou: "Tá tá levando tá levando esse cara onde?" Eu vou levar ele pr pra delegacia lá no Paraná. É, esse maluco tá muito drogado. Ele é um é um mendigo local de lá. Ó, o pessoal conhece ele, todo mundo que mora lá conhece ele. Não se preocupa, eu dou conta disso. Ele tava com o meu cartão de polícia porque eu já eu já socorri ele tantas vezes que ele já sabe que eu conheço ele, eu ajudo ele quando ele precisa, sabe? Ah, ok. A a a dona Elizabela falou que se você
quisesse levar era melhor mesmo, que ia pelo menos liberar um pouco mais. Não é aqui tá lotado, né? Tá [ __ ] para vocês. Pode deixar que lá tá bem vazio. Então ele tá em boas mãos, vai ficar tudo bem. Ah, ok. Vai. Beleza. Beleza. Eu eu quero levar ele. Ele ficou olhando o cara da Ele fica encarando assim mesmo. É, ele ele tá na noia. Ah, é normal. É [ __ ] Olá, vamos nessa, [ __ ] Vai, vem. Eu quero levar ele até o meu carro. Só que antes de você começa a passar
e você olha ao redor da delegacia e você não encontra a Cléo. Ainda bem. Você não vê onde ela tá. Ok. Ela aparece para você. Olha assim, dá dá uma procurada, né? Ela não parece estar em lugar nenhum. Ok. Eu quero ir até onde ficou o carro. Você sai da delegacia? Ã, nessa sala da delexia que a gente tá tá na entrada. É na recepção. Você passou pelas celas. Agora você consegue passar, você consegue passar tranquilamente pelos policiais. Uhum. Eh, levando, os preciais olam, olham assim, mas eles vem seu distintivo e percebem que você [música]
tá levando. Provavelmente eu vou passando por todo mundo. Eh, eu não falo nada, eu volto, volto a ficar quieto. Ah, e eu só fico com um olho bem aberto olhando pras pessoas. Todo mundo, eles olham assim para você e de mais um. Eu dou um cutucão no no ombro dele. [ __ ] labirinto, [ __ ] Quer chamar atenção? Esses caras não é normal ficar assim. Não faz não. Fecha um pouco o olho assim. Isso. Isso. Sorri. Vocês então passam pela delegacia e chegam na caminhonete de Aguiar. OK. A a Cléu não tá na caminhonete.
Não tem ninguém na camionet. Clé não tá na caminhonete. Você não sabe onde ela poderia tá. Eu quero. Mas você sabe para onde você quer ir. Que é? Dá um teste de intuição. Os dois ou sério. Pode ser você também com presença. 19. Tá. 20 23. As batidas ainda chamam vocês. O sangue é um caminho. Você tá ouvindo isso, cara? Que [ __ ] é essa? Para [ __ ] que aquele aquele aquele sangue. Eu tô tentando. Quando você falou para para eu sorrir, sei lá, parece que esse rosto não tá acostumado ainda comigo. Eu
não sei, cara. Vamos, vamos logo. Vamos para esse lugar. Senta aqui. Senta aqui. Senta aqui. Eu já ia fazer isso. Vamos. Abre a porta do carro e eu entro. OK. Vocês estão na camionet? E quero, eu quero checar o porta-luvas da caminhonete. Ah, dá um teste de investigação com o intelecton para mim, por favor. 10 10. Você só vê vários documentos, coisa de eh ah tem habilitação. Ah, nada muito além do que você esperaria. Você vê alguns biscoitos de de cachorro ali também. Quero botar mão no bolso também para ver se eu acha alguma coisa
além dos outros itens. Se eu tenho um celular. Ahã. Você acha só aquilo que eu tinha que eu tinha te entregue na na sua na sua primeira cena, OK? Ah, você vê uns uns petisquinhos de cachorro, uma uma um pacotinho aberto de petisquinho de cachorro e nada mais para chamar sua atenção. Beleza. Vocês estão no carro, vocês para onde vocês seguem? Eu quero seguir para onde as batidas estão chamando. Ah, vocês seguem o sangue. Então vocês conseguem seguir a direção de onde o sangue de vocês aponta. De tempos em tempos, o seu sangue com a
mão com a ferida aberta parece sempre apontar para alguma direção, quase como se uma bússola pro caminho de onde vocês vão. Isso. Mas a gente vai para outra cena agora que é quem p tem alguém batendo na sua porta. Eu você escuta uma voz meio arranhada. Abre a porta, filho. Eu sei que você tá aí, [ __ ] Não precisa fazer isso. Vai ser mais difícil do que já é. Eu quero me esconder no banheiro. Você é você tava na dispensa, certo? Você já acabaram de desviar. Isso é, eu eu nem cheguei a entrar. Você
falou, você comentou aqui isso é a as você viu as a as facas caindo e você desviou e a porta começou a bater logo em seguida. Uma das armadilhas foi ativada. O que que você faz então? Você tá no seu apartamento e tem alguém batendo na sua porta. Tem nada dentro da dispensa? Ah, você quer dar uma investigada rápida? Dá um teste de Eh, dá tempo. É, vamos lá. Você quer olhar dispensa? Quero. Perfeito. Presença com percepção para mim, por favor. Presença com percepção. Tô olhando por cima, né? Você não tá vendo nada específico. Eu
posso te dar uma descrição básica da da da dispensão que você bate o olho e você vê você vê esse é amontoado de caixas assim que parece um monte de cabelo, alguma coisa numa estante, um monte de livro. Tá. Que que você faz? Eu quero ir. Quero ir pro banheiro. Quero ir pro banheiro. Vou pro banheiro. Vou pro banheiro. Deixa tudo aí. Vai pro banheiro. É, deixa tudo aí. Vou pro banheiro. Você quer se esconder? Quero me esconder no banheiro. Dá um teste de furtividade. Furtividade com presença para mim, por favor. Tericinha. Com com agilidade.
Furtividade com agilidade. Não se preocupa com isso, a gente consegue ajustar depois. Eh, OK. Perdão. Repete. Eh, furtividade com agilidade. Tá. Furtividade com sem furtividade. Deixa eu ver. Não adianta se esconder, amiguinha. Teus vizinhos já te entregaram que você tá aqui. 18 19 21 22 23 24 24 24. Você consegue se esconder ah com certa agilidade e maestria no banheiro. Você fecha a porta atrás de você. Não fecha porque vai fazer barulho. Você então deixa a porta aberta e você se esconde dentro do da você olha pro banheiro, você percebe que o box era uma
boa opção, mas atrás da porta do banheiro é ainda melhor. Você consegue então se esconder atrás da porta do banheiro. Uhum. E tu tu tu brown. A sua porta é arrombada e atrás dela a gente vai descobrir depois do intervalo. Não sai daí. Voltamos em alguns minutinhos e vamos ver o que que vai acontecer. E vamos ver se eu morro no tutorial, né? [risadas] Vamos ver o que que vai estar por trás da porta. É sempre assim. É sempre comigo no primeiro episódio. Meu, estamos só começando. Estamos só começando. Interval rapidinho. Não saia daí. A
gente já estará de volta. Beijo. Estamos de volta. Logo antes do intervalo. Quem você acordou sem memórias no que parecia ser um apartamento sujo e cheio de armadilhas. Você caiu numa dessas armadilhas e percebeu que o seu sangue agia de maneira estranha. Você também viu evidências de alvos ou ah vítimas do seu trabalho. Enquanto você investigava a própria casa? Pi, pei, alguém bateu na sua porta. [música] Eu sei que tu tá aí dentro. Seus vinos já se entregaram. Não fala um abra esse trouxa. Você decidiu se esconder atrás da porta e você consegue escutar play
a porta sendo arrombada e um homem magro com uns 30 e poucos anos tá atrás dela segurando o que parece ser uma pistola de pregos na mão. Ele veste um óculos de aviador, uma camisa bem chamativa, com uma gola entreaberta e ele tá cheio cheio de pregos ao redor de todo o rosto dele. Ele usa vários colares e pulseiras e anéis, claramente todos falsificados. Eu paguei você para matar ele. Não se juntar a ele, sua piranha. Eu sei que você tá aqui dentro. E ele começa a entrar. Quanto você tinha tirado no teste? Era 25.
23 23 23 Ele dá alguns passos. Você escuta o ranger das tábuas. Só um minutinho, mestre. Perdão. A voz dele tá muito baixinha. Sua voz tá muito baixa para mim. Dá. A gente consegue aumentar a produção, por favor? A a minha voz. Eh, [música] ele você escuta o ranger das tábuas enquanto ele caminha. Eu sei que você tá aqui em algum lugar. Que que você faz? Você escuta ele entrando na sua sala, você se mantém em silêncio. Silêncio. Perfeito. Você escuta ele indo até o outro lado da sua sala e abrindo a porta pesada. O
som da armadilha que você tinha ativado mais cedo, só que ela já foi ativada. Que que são essas facas aqui? Que [ __ ] é essa? Que que você faz? É, ele continua lá dentro. Ele tá lá dentro. Ele acabou de entrar na sua dispensa. Sim, eu consigo sair furtivamente. Eu quero tentar sair furtivamente. OK. Muito devagar. Sem Muito devagar, sem fazer barulho. Eu quero sair de tentar sair de forma furtiva. Você quer tentar se aproximar dele? Não, eu quero sair pela porta que ele deixou aberta a porta de saída da casa. Ah, você vai
tentar escapar dele? Sim. Tá bom. Ah, faz um teste de furtividade com agilidade para mim, por favor. Vamos lá. Furtividade com agilidade. Eu tenho três de agilidade. Se eu confirmar, tem três de agilidade. Fortilidade. OK, vamos embora. É 23. 23. Ah, descreve para mim como é que você sai e vai em direção à sua sala. Cara, eu não faço ideia do que tá acontecendo nessa [ __ ] dessa casa. Eu acabei de acordar. Eu não me lembro de Nada. Eu só sei que eu tenho um celular e tem um filha da [ __ ] que
estourou a minha porta. Eu nem sei se essa porta é minha. E tá. E você tá saindo devagar. Tô pensando nisso, certo? Você tá pensando e aí você tá indo em direção a à sala. Tô saindo. Saind abaixadinha. Você consegue ver ele dentro da sua dispensa e você vê ele. A gente podia só conversar, era só devolver o dinheiro e a gente não entrava mais nos caminhos. Mas eu sei que aí não é esse que vocês planejam, né? E ele tá se abaixando, olhando pra máquina de lavar. Você tá aqui dentro, não tá sua piranha?
Ah, ele abre a máquina de lavar com tudo e você escuta o som de uma armadilha sendo ativada. Ele é jogado para trás, atingido por diversas facas num dispositivo escondido dentro da máquina de lavar. Elas acertam ele em cheio, ele é arremessado para trás. Ai [ __ ] sua piranha. E ele tá sangrando cheio de facas enfiadas no peito. Ele não te viu ainda, mas você vê que ele tá [ __ ] no chão, sangrando bastante. Ok. Ele não parece muito forte. Ok. Ai, eu quero, eu vou aproveitar que eu tô furtiva. Então, eu tô,
onde eu tô mais ou menos? Você tá na sala, eh, você tá indo entre entre a a porta do banheiro e a porta de saída. Ele tá jogado para trás, caído. Tá. Ah, acho que dá até para derrubar ele aqui. Isso. Ele tá caído para trás na frente da máquina de lavar, cheio de facas enfiadas. Ai, [ __ ] que [ __ ] Eu vou fazer o seguinte. Tá tirando e sangrando um monte. Ele tá tirando. Ele tá tirando as facas estão enfiadas nele. Sim. Deitado, deitado. Ele tá deitado. Você não sabe se ele te
viu ou não, mas ele não parece ter te visto. Eu quero ir furtivamente ainda e eu quero pegar ele desprevenido. Ok, ele tá desprevenido. Você consegue dar um ataque furtivo nele. Ele vai ter menos cinco na defesa. Ele já tá caído e sangrando. Você vai ter, você não precisa nem e rolar um ataque. Você vai acertar ele. Eu quero. Como ele tá distraído, mas você não tá armada, né? Você tá só, como ele tá distraído. Aham. Eu quero tentar pegar uma faca que tá cravada nele e puxar e eu vou vou esfaquear ele pr [
__ ] no chão. No chão. Ok. Então isso vai fazer um teste de luta. Beleza. Teste de luta com Mas eu consigo chegar furtivamente. Ele vai ter o Sim. Você tem a vantagens de pegar eles desprevenidos. Ok. Vamos lá. Luta com é força. Agilidade. Força. Agilidadezinha que eu tô furtivinha. Ah, eu posso ser mais rápido que ele. Você tá furtiva ou você já tem a vantagem por estar furtiva. Tá, vamos embora. Luta com força. Tenho um de luta. Eu tenho um de luta. Eu sou treinado em luta. [ __ ] vai se [ __ ]
Luta com força. Mas eu tenho um só dado. Vamos lá. Vai minha mão. Mas tem mais 10. Ai, não sei qual dado jogar. Mas eu tenho mais 10. Realmente 21. OK. [ __ ] você consegue pegar uma dessas facas e você vai falar alguma coisa e você vai começar a esfaquear ele. Eu vou pedir para você dar o dano primeiro. O dano que você vai dar, tá, é um d6 mais a sua força. Um d6 mais um 6 7. [risadas] Eu quero falar assim, enquanto forquear esse filha da [ __ ] eu vou falar. Ainda
bem que eu sou paranóica, [ __ ] E você esfaqueia, esfaqueia, esfaqueia, esfaqueia. E você não para de esfaquear ele. Você quer matar ele? Quero matar ele. Então escreve como que você mata ele para mim. Eu vou dar muita facada no peito dele e quando eu ver que ele já não consegue mais reagir, eu vou degolar ele. Imediatamente você assassina sem pensar duas vezes. Esse cara que entrou ai car. Ai, agora só um corpo repleto de sangue. As suas bandagens também cheias de sangue nas suas mãos. O sangue não se comporta diferente. O seu sangue,
o sangue dele não. Ah, legal. Agora eu quero ir calmamente até a porta que Ah, minha porta tá quebrada, [ __ ] Você você consegue eh Ah, não, pode falar. A sua porta arrombada para dentro. Sim. A porta não caiu em si, ela só quebrou a fechadura. Sim. Eu vou encostar minha porta, tá? Eu vou voltar e eu quero investigar o corpo dele. Perfeito. Dá um teste. E é óbvio que eu vou pegar pistola de pregos. Tá bom. Beleza. Legal. É. Dá um teste de investigação com intelecto para mim, por favor. Investigação que amanhã é
treinada e tem mais 10. E intelecto que a gente tem três, né? Vamos lá. Ai, esse dado é bom, hein? Esse aqui maravilhoso. Adorei. Eu vou jogar os três uma vez. Ah, investigação com intelecto. Vamos lá. H. Perfeito. Ah, você começa a verificar os bolsos dele, né? Ele tá completamente esfaqueado, aberto, rasgado, de lacerado, mas você não se sente tão abalada com isso. Na verdade, você sente que até um pouco de frieza com um um um sentimento de dever cumprido. É só mais um. Você começa a vasculhar o corpo dele e você encontra um panfleto
amassado no bolso de dentro da camisa dele. Aham. Ah, um telefone flip legal igual o meu e a pistola de pregos que ele estava usando. [ __ ] ele ia me usar de ia me pregar, velho, de furadeira. Tá, vou desfar, vou desamassar isso aqui. Você percebe que é um panfleto para algum tipo de show? Demônica. Demônica. Demônica? Demônio. Demônica. Demôica Club. 22 horas. Coleira, psicoleira, psicoleira. Último show da turnê pegadas de sangue, São Paulo, Brasil, 14 de janeiro de 2023. Ingressos gerais esgotados. Membros VIP acess livro. Verifique seu e-mail para verificar a senha. Você
não vai esquecer desse show. Psicolira tem redes sociais. Ah, tá. Esse São Paulo, tá? São Paulo. Legal. São Paulo. Eu amasso de novo e guardaçado. [risadas] Aí, eu quero guardar a pistola. Imagino que ela tenha um a pistola de pregos. Ela é uma pistola de pregos modificada para ser uma arma. Legal. Mas ainda assim não é uma arma muito útil. Ok. Tá. Talvez se você precisar consertar alguma janela ou uma porta. que sabe você se vê no seu apartamento. OK. Eu quero agora com muito mais sangue do que antes. OK. Eh, não tomei dano, nada
aconteceu, mas eu tô com medo de olhar as coisas aqui dentro porque aparentemente eu sou bem paranóica e eu botei algumas armadilhas, então tem gente atrás de mim, como deu para ver, e não é só um. Eh, eu devo conhecer alguém. Ah, todo mundo conhece, né? Esse cara me conhece. Eu tô falando sozinho. Uhum. E o que você faz? Celular. Vou olhar o meu celular, certo? Meu celular. Ah, no seu celular você percebe que ele não tem nenhum contato e a única coisa que você consegue e identificar nele é algumas chamadas de números anônimos que
você recebeu. OK? Números anônimos, chamadas. SMS nada não. Eu apago ele. Apesar de ser um fliphone, ele parece relativamente novo. Legal. Eu quero olhar o dele. Como se você trocasse com frequência. Eu quero olhar o dele. Perfeito. Olhando o dele, eh, você vê, você percebe que vocês t o mesmo, vocês têm, tem a mesma mania ou método Também, zero contatos e ligações anônimas. Eu vou ficar com o celular desse cara. Você consegue ficar com celular? Eu quero vasculhar esse celular. Eu quero olhar SMS. Absolutamente nada. Ele, ele parece ser um daqueles celulares descartáveis mesmo. Uhum.
Tá no corpo do cara mais nada, nada, nada. Você ouve um apito pi. Quero procurar. Da onde tá vendo esse barulho? vindo do seu bolso. O rastreador. O pontinho tá se movendo. Vou pegar o rastreador e quero olhar para onde tá indo. Ah, você vê o pontinho se movendo num velocidade relativamente rápida, como se tivesse dirigindo algum veículo, tá? E agora a gente vai para outra cena, porque nós vamos ver onde Jai está. Jai. Deixa eu puxar aqui. Isso. Você estava Calma aí, um segundinho aqui. Você eh estava no seu quarto de hotel e escutou
aquele funcionário indo embora e Avisando que o seu contato de motorista tinha sido chamado. Você, o que você faz? Eu vou andar até a porta do meu quarto. Eu vou destrancar ela e vou dar uma olhada devagarzinho para ver se tem alguém no corredor. O caminho inteiro para sair do hotel é relativamente tranquilo. Você não vê ninguém ah, indo ou voltando. Tá, eu vou pegar minha mochilinha cheia de coisa e vou ir seguindo as placas que indicam a direção da saída. O caminho para sair do hotel é tranquilo. Você desce pelo lobby de entrada e
chega na frente desse hotel, um grande hotel preto e vermelho com a placa brilhando. É um dia agradável em São Paulo e deve est começando a entardecer ali pelas 4:30, 5 horas. Ah, você vê carros e pessoas passando pela rua enquanto você espera o seu motorista em um ponto de ônibus na frente do hotel. Não demora muito tempo até que você vê um grande ônibus vermelho virando a esquina e parando no ponto do seu lado. Você espera um tempo para que o ônibus vá embora porque ninguém tá subindo e ninguém tá descendo, mano. Muito [
__ ] Mas ele não tá indo embora. O ônibus está parado seu lado. Eu vou andar até a porta do ônibus e vou olhar pro Motora. Dalmo, você chegou no endereço marcado mesmo sem ter muita certeza de quem veio buscar. Eventualmente alguém aparece na porta de entrada do seu lado e assim que vocês trocam olhares, um pulso surge dentro de vocês com uma porrada um espasmo. Os seus olhos ficam completamente vermelhos instantaneamente e vocês são derrubados pelos próprios músculos, cuspindo sangue violentamente na frente de vocês. O caixão pode ser sentido mais uma vez e ele
não tá longe. O sangue de vocês dois mais uma vez escorre junto na mesma direção. Que que [ __ ] é essa? Ah, nojo. Ei, hã, entra. Quem? Quem é você? Entra. [ __ ] eu entro. Você entra nesse ônibus completamente vazio. Vocês dois, os dois estão juntos dentro, dentro do ônibus agora. Eh, para onde a gente vai? Você vai me levar para onde? Sei lá. É, me mandaram uma mensagem. Como assim? Sei lá, você foi contratado para me levar para algum lugar. Você vai me levar para onde? Pera aí. Eu fui contratado para te
levar em algum lugar? É motorista particular, alguma coisa assim. Pera aí, só um minuto. Só um minuto. Você trabalha nesse ônibus e você nem sabe para onde você vai me levar. Sou para Olha, eu sou o Dalmo, tá? Como é que é o seu nome? Eu acho que é Jai. Jai? É tipo já é. Não é tipo já é, é di. Tá. Pera aí. Deixa eu ver. Nossa, deixa eu ver a mensagem que que mandaram aqui. Pres do seu serviço de transporte. Parte pela mais uma vez. Você vai ficar parado no ponto de ônibus? Tá.
Você sabe para onde é que a gente vai? Não. Nem eu. Como assim você não sabe para onde a gente vai? Você é o motorista? [ __ ] eu não vou ficar parado aqui não, velho. Eu vou vou acelerar. Eu só inicio Hum. O o ônibus começa a andar e vocês estão andando pelas ruas de São Paulo lentamente, aparentemente sem um rumo ainda. É, a gente também viu o lance do sangue cair e segui uma cair. E sim, vocês dois viram isso. Sim. Que que [ __ ] é essa? Foi foi aquela com sangue lá.
Você também sentiu isso? É, senti. E eu vi aquele negócio esquisito, né? É. Olha só. É, você bebeu alguma coisa e tal, porque eu devo ter bebido alguma coisa que eu perdi a memória. Pô, eu eu devo ter bebido, então. Eu devo ter bebido e tá dirigindo. É, é. Não éô. Tá, tá, tá tranquilo. Como que tá tranquilo, cara? Eu tô torcendo sangue, tipo assim, [ __ ] eu tô se eu tô bêbado ou não, tá ligado? Sei lá o que que tá acontecendo, mano. Sei lá. É você, você você não tem celular, não? alguma
coisa aí, algumía, eu tenho, tenho meu celular. Por quê? Pô, vê se vê se acha algum endereço aí para Pera. Você falou que seu nome é Dalmo, né? Eu sou o Dalmo. Ah, foi você que escreveu isso aqui? É, eu falei com você aqui, ó. Meu contato já confirmou, ó. Ó. É tá de pilotagem aí. Era [risadas] essa minha com agilidade. Agora fodeu no D20, né? Isso. Você tem pilotagem? Será? Deixa ele tem pilotagem sim. É, né? Tá e um de agilidade. 11 mais um 12, né? 11. Não é mais cinco. É 16. É, você
tá olhando aí. Tá vendo uma lom quase que a lombada? Eita. Eita. Não, eu eu vou ler para você. Eu vou ler para você. Você falou e meu contato já confirmou? Vai ser algum tipo de show. Ele disse que explica o resto lá e você escreve gritando por algum motivo. Você não grita na vida real. Eu achei que você gritasse, não é? Porque assim, eu não questão de gritar, mas a gente acabou de torcer sangue, né? Não, mas mas tá tranquilo. Eh, é bom. Você gosta de escrever mensagem com a letra grande? Como assim letra
grande? É a letra grande. Ó, eu mostro de novo enquanto ele dirige. E você só escreve com letra pequena por quê? Porque é coisa de gente normal. Eu acho sempre foi abandonado aqui. Primeira coisa que eu não fui abandonado. Não, não. O local, o o a rua. Ah, mas você é você é abandonado. Qual que é a parada? Dirige. Eu tava falando de São Paulo, mas beleza. Eh, não, tá maior trânsito ali na frente, ó. Fica ol, olha pro trânsito. Eh, a gente vai, eu vou mandar mensagem para alguém daqui da lista, já que eu
tô com você. Pera aí. Eu tenho, eu tenho o meu negócio no bolso. Você tem, você tem. Pera aí. Tu, tu tá ligada no rolê, no show que você falou? É, vê aqui. Você sabe qual o show? Se você não sabe, segura aqui o volante aqui para mim rapidão. Não, teste de Ah, eu não preciso nem de um teste isso. Vocês vocês vem que o o horário do show é às 10 horas. Agora são tipo 4 e pouco da tarde. É, moço, eu não sei dirigir não. Não, não sabe não. Só acompanha. Só agilidade, por
favor. Ô, agilidade puro. Sim, porque você não tem, você não tem. É 12. Tá. É o Bada quase bate logo. Você nunca jogou videogame? Não, pelo amor de Deus. Não sei. Você você falou que não lembra das coisas também, né? Putz, que horas são aí? Eh, agora, agora deve ser umas 4 [música] da da Opa, não tenho relógio. Agora deve ser umas 4,5 da tarde, acho, por causa do sol. Eh, isso aqui é que horas? Às 10. Não dá tempo ainda, tá? Então, então a gente vai para outro lugar. Você viu que o nosso sangue
fez um negócio? Pera aí, eu vou fazer uma coisa. Para o ônibus. Parou. Quer comprar a paçoca? Ah, pera aí. Não quer paçoca? Ah, eu vou abrir, mestre, o meu estojo de maquiagem e eu vou pegar Algum pincel, alguma caneta com ponte aguda e eu vou furar o meu dedo. Você consegue sem muitos problemas uma gota de sangue escorre e aponta numa direção. Eu olho assim e ela cai e continua indo por um tempinho até ficar completamente assim. Eu eu não sei quanto do meu sangue vai ser sugado se eu ficar fazendo isso aqui, mas
isso aqui tá indo para um lugar, não tá? Que que que você tá fazendo aí? Isso aqui tá indo para um lugar, cara. Você já viu sangue fazer isso essa [ __ ] Pera aí, pera aí. Tem indo para já vi. Eu não lembro. Pera aí. Tá, tu quer comprar uma paçoca? Tem o cara vendendo ali. Ai, vamos seguir o soninho. Mas para onde que tá indoquinha? Opa, chefe. Opa. Seis. 6 por do dois. Seis por dois. 6 por 2. Faz de contigo. Não, eu eu 7x 2, pô. Aí sim eu vou querer então. Ah,
mas é que sete vem de seis. Aí tem que comprar dois daí. Como assim? Aí fica, aí fica, aí fica 12 por, por quatro. 12 por 4. É. E você desconto, chefe? [risadas] Cara, valeu, valeu. Vou sim, vou sim, chefe. Vou sim. Vou querer, vou querer. Você não tem dinheiro nos seus bolsos. Teve alguns trocados ali no na no painel do ônibus. Chefe. Ô chefe, eu tô com quanto aqui? É quanto é que eu tô? Dá uns R$ 10, pô. Mas tô com 10 aqui. Não faz desconto não, chefe. A gente tá Pode ser. Não
faz fácil 18 por 10. Pode ser, pode ser, pô. Obrigado. Obrigado, hein, chefe. Valeu, querido. Toma aí. Dá. E agora você pode botar, pega a cartinha ele. Você tem uma paçoquinha, você tem um Você tem 18 paçocas. [risadas] Você escreve, escreve 18 paçocas, por favor, no seu inventário. Elas ocupam uma car um paçoca faz 18. Ela alimenta uma pessoa. Se comer todas, ela alimenta uma pessoa bem. 18 paçocas. 18quinhas. Você comeu uma. [ __ ] o Abel escreveu com a carta de cabeça para baixo. Tudo bem, não [risadas] tem problema. Não tem problema. Ah, parei,
né? Pior que eu desenhei tão bonitinho. Dessas aqui para eles. [risadas] Pior que tem mais ainda. Eu acho que tem umas 20 e poucas aí. Pô, pior que ficou fofinho. Não dá pr ver, né? Dá. Acho que a gente consegue depois mostrar. Eh, ó, meu amor, eu achei isso aqui interessante, mas vamos fazer outra coisa. Vamos, vamos seguir o negócio aqui esquisito. Você tá apontando para uma direção. Vamos seguir a direção e aí eu vou eu vou, né, apontar para ele o caminho que o sangue me orientou. Vai, vai seguindo nessa direção aqui, tá? Tá
bom. Eu viro o ônibus assim, né? Pra direção que o Aham. Vocês conseguem seguir o caminho do sangue, tá? Com o ônibus sem graças estranho. Mas vamos lá. Aí aí eu vou fazendo uns furinhos no dedo assim pr pra apontar o caminho, checar se o caminho tá certo. E eventualmente a Aguiar e Labirinto. Labirinto. Seis que também seguiam o sangue, finalmente chegam no lugar onde o sangue Bruscamente aponta para dentro da estrada, como se vocês tivessem chegado no lugar correto. O sol está se pondo a no horizonte quando vocês chegam em frente ao portão. Ah,
deixa eu só trocar aqui. É aqui. Uh. Quando vocês chegam na frente do desse portão do que parece ser algum tipo de galpão abandonado. É, pera, deixa só colocar aqui e aqui. Aqui. Beleza. Vamos. O esse é a rua que vocês chegam nesse galpão, ela parece completamente vazia e deserta. É um lugar meio distante ah de onde vocês estavam, que era mais o centro. Vocês descem do carro. Mestre, posso fazer uma coisa antes do carro? Pode. É, eu quero durante a viagem, eu queria ter dado uma olhada dentro do portal para ver se eu acho
algum celular, algum cabo, alguma coisa que eu pudesse. Eu já tinha revistado. Pode falar. Não, eu já tinha revistado. Tipo, ele mesmo assim ele, tipo, ele via você pegando, mas ele ele tava meio meio aado. Você tá você tá procurando, então, nos documentos? Eu começo eu começo a mexer assim, cara. Ou tem nada aí não? Oi? Que que você tá procurando? É, [ __ ] Você tem algum celular extra, alguma coisa assim? [ __ ] que pariu, [ __ ] Acho que pode deixei meu celular lá no Paraná. Que merda. Você não carregou o seu
celular com você? Eu não sei, eu não achei. Eu só acordei e aí a Cléo me falou para de ir até aqui, tá? É, você tinha falado sobre ela. Cadê ela? Vocês já chegaram e o carro tá estacionado na frente desse galpão abandonado, na frente desse portão. Ok. Vocês vocês veem é o sangue na na hora que vocês estão passando, o sangue ele tava indo, vira pra direita bruscamente. É aqui? É sim. É aqui. Depois a gente vê esse negócio dela. É, eu não sei onde ela tá, cara. Ela sumiu. Mas ela só ficava me
perguntando um monte de coisa. Eu acho que ela conhecia esse cara antes e isso pode ser um problemão. É a cabeça desse aqui é sei lá, parece que eu tô em conflito comigo mesmo. Você tem algum machucado, será, na cabeça? Eu tô cheio de cicatriz. Eu quero examinar a careca dele. Ah, dá um teste de medicina com o intelecto para mim, por favor. Tá. E eu quero dar uma olhada, aproveitar se eu não tenho, eu quero ver se eu tenho outras marcas no meu corpo sem ser as marcas do labirinto. Seis. Ah, você só vê
essas marcas e escarificadas em forma de labirinto. Mais nada. [ __ ] tu é sinistro, cara. Quanto você tirou? Seis. Seis em medicina. Você não consegue reconhecer nada. Parece que essas essas cicatrizes foram feitas há muito tempo. Ah, propositalmente. Não sabe se por ele ou se por outra pessoa. Mano, mas vamos entrar. É, é, vocês estão na frente desse portão. Quando vocês olham pro portão, ele tá fechado. Tem arame farpado em cima do muro e tem um grande cadeado. O cadeado tem um um pequeno símbolo nele, um símbolo de um escudo, como se tivesse asas.
Eu vou pedir para vocês dois darem um teste de intuição para mim, por favor. Tá? Intuição é com é com presença. Presença. Isso. 19. Tá. Nossa, eu tirei 7 8 9. É 14. 14. Tá. Você Aguiar. Ao olhar para esse cadeado, você sente algo familiar. Esse símbolo significa alguma coisa para você. Mesmo que você não saiba dizer exatamente o quê. Cara, você conhece essa [ __ ] É, eu não sei nada, né? Tipo, para mim não. Você não sentiu nada? Não, não. Eu deveria saber. Eu não sei. Eu sinto que eu já visto antes, mas
eu não sei dizer exatamente o que que é. A gente tem que entrar nesse lugar. Você me jura? O sangue tava apontando para cá. Então, ã, [ __ ] Você tá olhando para cima e vocês finalmente escutam o primeiro veículo se aproximando. Um ônibus. Vocês vem o ônibus virando a esquina e Dalmo e Jai. Vocês viram a esquina e a sua a gota do seu sangue. Vocês vem com uma uma caminhonete da polícia estacionada na frente desse galpão velho. Imediatamente quando vocês estão passando na frente, a sua gota faz uma curva pra direita. Aqui, aqui,
aqui, aqui, aqui. Freia, freia, freia, freia, freia. Ixi, o ônibus freia bruscamente logo na frente de vocês dois. Nossa, quando o ônibus tá chegando, eu dou um pulo para trás assim. Que que é isso? Tá claro que tinha mais. É aqui. É aqui. E agora? E agora? Eu acho que é aqui. Chegou. É, eu acho que é aqui. Motorista é esse aí? Ai, fica atrás de mim. Tem tem dois tem duas pessoas ali na frente se comportando muito estranho. Não, então é aqui. É aqui mesmo. Acho que não. Calma lá. Calma lá, calma lá, calma
lá. Você não preza pela sua vida, alguma coisa assim? Não, você cortou o dedo pra gente vir aqui e você seguiu sem questionar. [ __ ] a gente já tá aqui, então vamos, você tem uma arma, né? Abçar, abraçar merda. Então vamos que vamos. Achei você um querido. Para falar a verdade. Eu consigo ver quantas pessoas tem no ônibus. Você Ah, vocês olham para dentro e vocês vem duas pessoas na frente e o ônibus, o resto do ônibus tá completamente vazio. Cara, que [ __ ] é essa? Por que que só tem dois malucos no
ônibus? Calma. Eh, você tem, você tem uma arma aí, né? Eu tenho. Pelo menos isso aí. Eu vou, eu vou para trás dele. Eu tá, não saca a arma ainda. Fica preparado. Sério, não vou, não vou. Pode ficar tranquilo. O quê? Você tá vendo esse carro de polícia? Sim, sim. Eu acho que é do cabeludo ali. Ai, meu Deus. Ele é. Ai, meu Deus. O quê? Que que foi? Tá no erro. Vai saber se eu fiz alguma coisa errada. Eu não sei. Eu não lembro. Tá no erro? Não sei se tô no erro. Não, vamos
desenrolar. Tá no erro. É, é, é. Gira para se eu usei droga. É, eu quero me aproximar do do ônibus. Meu Deus, eu não sei. Eu usei droga. Fica aqui, labirinto. Vocês veem esse homem cabeludo se aproximando ou na janela do motorista. O cabeludinho tá se aproximando. Ó o cabelo. Ei, opa. Ai, não, não, não, não, não, não, não. Beleza. Bom, chefe, é aqui. Sou motorista. Sou motorista. Tá, mas é aqui o quê? [risadas] Ah, de novo isso, mestre. Tô vindo ele conversar, né? Sim, sim. Estamos todos juntos. Éar, né? Fala só sangue. Você escutou
isso? Sangue. Pera. Sangue. Sangue. Sangue. É eles. É eles. Sangue bizarro. Sangue voando e tipo, tipo isso aqui. Aí eu furo o dedo assim e faz. Meu Deus, você vê surgindo essa pessoa atrás do grande motorista e fazendo isso, tipo isso aqui, meu. É isso aí, parou aqui pra gente também. Ah, eu tenho um amigo para apresentar para vocês. Pera, isso tá acontecendo com um monte de gente. Um monte de gente tá seguindo sangue. Tu se corta normal assim, tu acha de boa? Doideira. Eu vou furar o seu dedo. Não faz, não faz. Você vai
tentar desviar? Vou tentar desviar. Tá. Então a gente, eu posso rolar um ataque para tentar furar o dedo dele? Ah, pode. [risadas] Eu vou tentar furar. É, você vai tentar desviar ou bloquear da você, se você bloquear, você é bloqueia 10 de dano toda vez. Aham. Você tem 10 de fortitude, então bloquear é tipo, ela pode atéar, mas não vai nem sentir. Eu vou bloquear, vou bloquear, vou bloquear. Tá, então nem adianta dar o dano. O seu, o seu alfinete não vai causar dano suficiente nele. Ele bloqueia furar. Eu não consigo furar. Mesmo que você
acerte. Você fura, mas ele você sente dor, mas nem nem te nem te afeta. Vai, vai. Mas saiu sangue. Sim. Aqui, ó. Aqui ó. Seu sangue. Seu sangue. O sangue dele faz a mesma coisa. Ele vai na mesma direção do dela. Pior, pior que eu nem sinto, mas me dá nervos a agulha. Me dá nervos. Tá maluco nessa [ __ ] Que que é isso aqui, gente? Não. Vocês descem do ônibus ou vocês continuam no ônibus? Você não me chama de maluca. E dá uma. Você você é cheio de cicatrizes. Você tem cicatrizes em todo
o seu corpo, nos seus braços, no seu rosto. A gente não sabe o nome de ninguém. Deixa eles descerem. Eu sei o seu nome. Deixa pelo menos a gente descer daqui. Eu vou descer. Abre a porta para mim, por favor. A porta fechada. A porta abre. Eu vou descer. Vou descer junto com ela. E Dalmo descem do ônibus. Deixa eu tirar ele. Vocês todos agora tão de frente a esse portão com esse cadeado que tem esse escudinho. Eu vou pedir para vocês. Vocês conseguem? Ah, vocês nem olharam para cá de aranha. Então, só segue, só
segue. Mas antes de vocês seguirem, eu vou pedir para vocês todos fazer um teste de percepção com presença. Eu vou pedir pra Kem fazer um teste de furtividade com agilidade. Faça você primeiro, tá? Fortividade com agilidade. 15. Eu tenho um 16. Eu tirei 15 também. Deixa eu ver. 20 natural. 20 natural. 25. 25. Percepção. Eu tenho mais cinco. Eu tenho. Tirei 20. Então, tá. Ninguém tirou a ninguém tirou 25. 20. OK, quem você seguiu o rastreador que tava relativamente próximo. Ele não tava próximo, mas você ele viu que tava você viu que ele tava indo
na sua direção. E chegando de encontro a ele, você vê na distância esse grupo extremamente esquisito conversando entre si. Eles não te perceberam ainda. Você tá escondida atrás de uma árvore na esquina enquanto você vê esse homem gigante, essa pessoa com toda de preto, com uma mochila, descerem desse ônibus e encontrarem um careca todo cheio de cicatrizes e um cara que parece um policial cabeludo, tá? Eu quero pegar do meu bolso, meu bolso, a imagem de um daqueles caras que eu fui contratada para matar. Você vê, ele é o motorista do ônibus que passou a
data e eu não matei. Sim, mas eu já entendi. Eu tô com esse cara de algum jeito. Eu quero sair, OK? Da furtividade. Eu quero, quero andar em direção a eles de boa. Você vai caminhando? É, eu vou caminhando de boa. Eventualmente vocês percebem que alguém tá atravessando a rua na direção de vocês. Parece ser uma pessoa bem sorrateira, visto que ela tava quase chegando em vocês quando vocês perceberam ela. E quando todos vocês se encontram, o impulso é innegável. Os batimentos cardíacos de todos vocês parecem conectados. Todos os músculos dos seus corpos parecem pulsar
sincronizados. Os as pontas dos dedos de vocês tremem em união. Vocês vieram ao lugar certo. É, [ __ ] Quem você sentiu? Você sentiu de novo? De novo? De novo? Vocês moça, quem você tem isso também? Vocês sentiram isso também? O sangue é você chegou. A gente, você chegou e a gente ficou. Fala baixo. Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Achei que era só eu e ela. Ela aqui. Tudo é prazer. Tudo bem? Tudo bem, careca. Tudo bem. Prazer. Prazer, cabinho. Prazer. Prazer. Quais? Quais são os nomes de vocês? Eu não sei. Calma,
ó. Calma, calma, calma. Como assim? Você não Eu não sei. Você também não sabe? Eu sei. É. Qual que é o seu nome? Aguiar. Eu eu sou mercenária. Me mandaram matar esse cara. Ela te mostra uma imagem com o seu rosto e R$ 25.000 R$ 1000 escrito embaixo. É o meu rolo. Tem gente atrás de você e atrás de mim também. Político. Um cara. Aí eu pego o papel aqui. Eu dou. Mas eu tô com vocês. Eu tô com eles. Segundo o cara. E o único que eu sei que eu não matei e que já
passou da data que eu deveria ter matado é você. Aparentemente um cara invadiu. Um cara, aparentemente não, um cara invadiu. Eu enchi de armadilhas por algum motivo que talvez seja esse que o cara, os cara Tava no meu teto. E aí eu enchi de armadilhas no meu apartamento e aí o cara ele foi abrir aí, pera aí, per a máquina de lavar roupa e aí pá, facas. E aí eu degolei ele. E aí esse cara trabalhava, vocês percebem que as faixas na na mão dela estão cheias de sangue? A maioria de vocês tá sujo de
sangue de alguma forma. E e aí e esse cara queria me matar. Ele queria me matar. Eu trabalhei para ele. Eu aparentemente matei várias pessoas e esse cara me pagou. Calma. Algum de vocês lembra de alguma coisa antes de acordarem hoje? Não, nada. Tipo, nada. Tipo, o seu nome, o seu nome é Aguiar. É, não, eu lembro. Lemb, eu mandei mensagem para você, mas eu não sei quem é você. Eu não peguei meu celular, eu não sei onde tá. É, você tava trazendo o seis para mim. Seis. E aí ele você aí eu falo, a
melhor coisa que aquele careca fez foi juntar a gente. Foi você que juntou a gente? Você eu labirinto. Você fez alguma coisa? Seu nome é labirinto. Pera aí. Desculpa. Desculpa, gente. 25.000. Só é isso? Tipo assim. Não, mano. Não, não, não, não, não, não, não, não, não. Eu devo ter muito dinheiro porque eu matei uma galera, mas eu não matei você. Eu sou mercenária, [ __ ] Aparentemente o você mata a gente. Ah, pera aí. Onde vocês acordaram? Onde acontece? Eu acordei num quarto de hotel. Acorde aqui em São Paulo. É, eu acordei no Paraná.
Hã? Eu tava no Paraná, numa cidade do interior. Caraca, viagem, hein, pai. Importa de ver a mensagem que fala sobre mim? Ah, não, sem problema. E aí eu te mostro e e tem um meme de gatinhos negócios assim e tá. Eu só digo assim, a melhor coisa que aquele careca fez foi juntar a gente, mas eu ainda não gosto dele. Eu escrevi entre parênteses. Eu eu olho. Olha, você tinha perguntado sobre o que eu lembrava. É tudo que eu lembro é do labirinto. Ó, eu deixei uma filha pequena que tá doente e minha mulher em
casa para est aqui, tá? Então vamos fazer um acordo, não vamos se matar, não, tá? E você escreve mensagem com letra grande. Tipo assim, a gente tá junto. Pera, você deixou sua mulher para trás e a sua filha. Olha só, eu não sei o que tá acontecendo aqui, mano. Mas a gente não pode se matar, mano. Não, eu sei, eu sei. Eu sou sua mulher, por isso que eu não te matei. Pera, quem é K? Mentira, tô só brincando. Você ou é você? Letra K. K. Eu não faço ideia de qual é meu nome. Eu
tenho alguma lembrança, algum resquício. É porque é porque eu tenho uma mensagem que eu mandei assim: "Precisa trocar de número toda semana?" Perdão, perdão. A o a o nome Kem é familiar. É ele. Ele ressoa em você. Você não leu ele no Mas ele ressoa em você. Precisa trocar de número toda semana. Nunca ouviu falar de zap zap, não. E aí essa pessoa me respondeu por segurança. E não, meio paranóica assim. K. Sou sou eu. Sou eu. Ah, você é a paranóica. Sou eu. E, e eu não tenho nada salvo. Eu não tenho eu não
tenho nada no meu celular. Eu te mostro meu celular. Não tenho nada. Eu apago tudo. Nada. Pera aí. Então, eu mando o com vários SMS, né? Aham. Não recebe. Eu jogo o celular no chão e pego o outro para mim. Eu quebro o celular antigo e pego outro. Quando ela for jogar, eu posso tentar pegar [risadas] Quebrar. Olha só, faz um teste de reflexo com com agilidade aí. Tá bom. Hum. Se ele pedisse eu dava. Ele vai tentar. Enquanto isso, só deixa só deixal. [ __ ] pegou. Pegou ele. Pegou na hora. Al, peg. Eu
pego, eu pego o celular. Pode ficar, mas eles vão saber onde você tá. Ele me achou. O cara que invadiu minha casa, ele falou coisas para mim, como por exemplo, ele falou para você, ele falou assim: "E, eu te contratei para matar eles, não para se juntar eles." Pera aí, tá bom. Matar a gente. Eu vou no seu ombrinho. Sim. Ela é paranóica. Olha. E calma, ó. E eu tenho a foto sua. E eu não te matei. Passou da data que tinha para te matar. Eu me juntei a você. Mas ela tem uma foto minha.
Quer dizer, você ia me matar. Por que que você Ah, porque você foi paga. você e o cara foi cobrar o dinheiro de volta porque eu não matei. Só que ele chegou foi o careca. Quem juntou a gente foi o careca. [ __ ] cala a boca. Obrigado. Meu amigo Labirinto quer falar um bagulho e ele aparentemente juntou a gente, então ele deve saber de alguma coisa. Não, eu não sei de nada. Não sei. Seu nome é Lauro Birinto ou não? Não é Labirinto. Na real a gente não sabe. Eu não sei o meu nome.
Me chama de labirinto. Fechou lá. É o seguinte, como se chama de leb? Lab pode leb é laboratório inglês. Lab, tá? Esse não é ponto aqui. Leb com Y. Leb. Leb. Leb é maneiro. Tá. Vamos continuar, tá? Ó, pra gente ser organizado, onde cada um acordou. Vamos começar por mim. Aí tem essa festa aqui também. Olha. Calma. Festa, cara. [ __ ] que festa. Deixa aí. Se acalma. Eu quero ir na festa. Olha, um de cada vez. Que versão será? Pô, vamos curtir um pouquinho também, né? Não merece. Tô brincando. Eu, mano, eu acordei em
casa, velho. Mas eu não assisti memória, tá ligado? O que eu falei? Um de cada vez. Eu acordei na prisão com o símbolo do labirinto. É isso que aconteceu. Ele me achou. Vamos lá. Você acordou na prisão. Ele é policial. É sim, eu sou policial. Vamos, ó. Agora é você. Você vai falar. Eu tá. Que onde você acordou? Eu acordei num apartamento e tinha muitas armadilhas. Eu quase morri pra armadilha porque por algum motivo eu botei facas na porta porque os caras estão atrás de mim, os cara que me pagaram para matar ele, mas eu
não matei ele porque eu me juntei a ele. Eu me juntei a vocês, porque se ele tá com vocês, tem um monte de gente querendo me matar. Essa nem é a parada, tá ligado? A parada é, mano, por que que a gente tá aqui em frente a esse portão, mano? E aí tem essa festa e tem esse rastreador também aqui que eu consegui e cheguei até vocês. Esse rastreador que aponta ele pi tá entre vocês. O rastrador tá exatamente entre vocês. Tá aqui o rastreador me trouxe para cá. Por isso que eu segui o rastreador.
Era a única coisa que eu tinha. Eu não sei de nada. Eu não sei quem eu sou. Eu sei que meu nome é Camille. Kemely. Karen com K. Kem. Tá. Lembrou, queme. Tá bom. Quer me dar esse rastreador aí? Hã? Quer me dar esse rastreador aí? O cara é bom. Eu não quero te dar. O cara é bom. Calma. Segura. Tá. Você falou aqui, ó. A gente tem que saber que se era exatamente ele ou se você tem uma ligação com a gente também. Por que exatamente? Porque a gente não ficava de idiota. Por que
que eu eu me juntei? Você eles estão querendo pegar nó da Silva. Eu vou até a porta. Claro que querem. Enquanto ele com, você vê esse grande portão de metal e tem um uma corrente com cadeado. E esse cadeado, dá um teste de intuição com presença para mim, por favor. Antes de dar esse teste, eu posso tentar fazer uma coisa? Claro. Eu quero enfiar meu dedo com sangue no cadeado. Ah, assim que você você vai ver o cadeado quando você for fazer isso. To de intuição de qualquer jeito. Intuição com presença. Com presença. 22. Você
vai se per, perdão, perdão. 17. Tudo bem. Eh, você vai se aproximando desse cadeado e você vê esse pequeno form, esse símbolo, um cadeado parece novo, bem resistente, esse símbolo de um escudo. E ele também parece ser familiar para você, mas você não sabe dizer exatamente o porquê. É, eu eu tento passar meu dedo assim com sangue dedo e é uma chave, um cadeado normal, você passa, nada acontece. Ele tá só sujo de sangue agora. Hum. O sangue trouxe a gente até aqui, mas não tá abrindo cadeado, não é? Eu sei. Calma aí. Como assim?
O sangue trouxe vocês até aqui? O sangue de vocês também cai e faz sim. Você tem uma chave aí? O meu faz não, só do carro. Mas legal. Acho que a gente pode pular esse muro, né? Eu tenho, eu tenho isso aqui. O muro, o muro tem arame farpado, mas tem uma árvore aqui do lado. Eu tenho, eu tenho. É, é. Eu tenho uma pistola de pregos. Dá, você tem alguma coisa? Eu acho que eu tenho uma manopla amaldiçoada, mas eu não sei se ela consegue quebrar esse portão. Será? [ __ ] o cara saca,
mano. Quê? [risadas] Ah, eu saco. Não, você não tem as manoplas. Ah, tá. Pode crer. Nenhum de vocês tem as armas. Tá, eu v minha snip, [risadas] ó. Tá bom. Você acha que você consegue destruir esse cadeado na força, cara? Vou, vamos lá. É. Ah, tem proteção em cima, né? Que aí você, alguém alto, sobe nas minhas costas e pula. Mas é, eu posso pular. Eu sinto que eu posso tentar fazer alguma coisa aqui. Eu quero, eu posso tentar invadir. Eu posso tentar invadir. Eu quero tentar. Não teste de crime com agilidade para mim, por
favor. Quem [risadas] crime? Eu sou treinada, meu amor. E se quiser, tudo numa boa. Um. Tô brincando. E quanto que foi isso aqui? Oito. Esse foi 16. 16. 26. Comfusadeira. Eu tô perfeito. Descreve com você. Abre esse cadeado. Cara, eu quero chegar na parafusadeira e eu quero falar assim para ela. Abre. Tô brincando. Eu vou colocar o o a pistola de pregos no lugar mais que parece eh que seria frágil. Aham. E eu quero você eh como essa essa pistola de pregos era ela era ah modificada, ela os pregos saem com muito mais violência e
você consegue estourar a fechadura do cadeário que as correntes caem no chão. Ok. Bom, pronto. E o portão pelo movimento já começa abrir pra frente com for. Então quer dizer que aqui ninguém lembra. Quem é DMO Aguiar? Mas você não tem, você não tem nome é Prazer, irmão. E aí nenhuma memória assim? Eu já ouvi o seu nome. Já vi meu nome onde? Que aparentemente é de alguém da minha família. Certo, velho. Temos que ver muitas coisas, gente. Já ouviu o meu nome é onde, cara? É, ele tem ligação com a polícia do Paraná. Ih,
quem tem ligação com a polícia do Paraná? Caracalho, agora lembro. Foi o Dalmo. Pera, você é delegado corrupto? Eu não sei, eu não sei, mas eu eu não sei se esse cara aqui tá muito puro também, no caso eu, porque tinha umas parada muito sinistra onde eu acordei. O que que é estar? Por que eu não gostava de você? Teste de investigação com intelecto para mim, Aguerar. Ok. Ok. Esse negócio de festa eu mostrei porque tá escrito sangue 10. Você é treinado em investigação? É, eu já somei. Sim. Tá. Você consegue lembrar? Ah, é assim
que o você leu o nome Dalmo nos seus contatos de e-mail, você conversava com ele por e-mail, você não chegou a ler muito isso, mas era sobre passagens de ônibus e tudo mais. Eu conversava com você, demôica por e-mail. Você consegue acessar seu e-mail aí? O que que exatamente você conversava? Ah, parada de passagem, eu acho, de viagem. Mas talvez tenha alguma pista sobre como a gente se conhece, não? É, desculpa se eu reunir vocês. Olha para mim. E eu tem várias coisas que acho que tá faltando alguma peça que a gente ainda não achou.
Eu sei, mas na verdade tem uma peça aqui. Eh, o Aguiar falou para mim por mensagem depois que a gente falou sobre você, careca. Labirinto, por favor. Labirinto. Eh, é tanto faz. Segundo minha mestra, ele já fez muito mais do que isso, que a gente tava falando que você juntou a gente e aí você disse: "Segundo minha mestra, ele já fez muito mais do que isso." Quem é sua mestra? Eu não sei. Mestra, [ __ ] agora tô confuso. Tá, o portão tá aberto. Vamos entrar. Para aumentar um pouquinho meu microfone. Tá ouvindo? Eu não
tô me ouvindo, eu acho que direito. O retorno da abelha rapidinho. Vocês estão me escutando? Tô. Mas tá me ouvindo tranquilo? Tá, tá, dá pr escutar. Acho que é só seu retorno mesmo. Eu também. Vocês entram nesse pátio. O pátio parece bem vazio, com poucos tufos de grama rachando o piso de concreto. Em frente a vocês tem esse grande galpão, é com várias janelas quebradas e um portão fechado com o mesmo símbolo do Cadeado. E eu vou pedir para quem não fez um teste de intuição até agora fazer esse teste para mim. Então, acho que
é Kem. Não, Kem fez. Você fez? Não foi. É o Kem e o Dalmo. Ah, perdão, Kem. É o o teste vai funcionar de qualquer jeito. Dalmo e Kem. Faça um teste de intuição com presença prim, por favor. Presença só tem dois dados. 17. Tá, ó. É 16. Vê se você tem intuição aí. Treinar. Não, você soma. Natural. Não, mas 17 é o suficiente. Então você não soma. A DT era 15. Não, tá tudo bem. A DT era 15. Vamos lá. Ah, tá. Então foi 16. Não, você consegue eh eh sempre que você for treinado,
você aumenta cinco, tá? No no valor. Dalmo e Kem, vocês dois ao bater os olhos nesse escudo, também sentem que ele é familiar e de certa forma importante. Que [ __ ] é essa? Acho que eu sei o que que é isso. Isso aqui é brasão de polícia. Não, bombeiro. Todos vocês conhecem esse símbolo? Sim. Não, não, não. Sinto é que eu já vi e eu parece que é de algo importante. Deixa eu dar uma olhadinha pela janela rapidinho. Eu vou olhar pelos vidros quebrados. Ah, você vê lá dentro um galpão escuro. É, ele tá
meio que iluminado pelo sol do entardecer, né? Entrando pelos vitrais. Ele tá bem úmido, o chão tá todo sujo. Eh, tem várias vigas e lá no centro, dá um teste de presença, eh, de percepção com presença, por favor. É, com presença é um só. Eh, 23, tá? Você consegue ver que parece ter um uma algumas caixas ou é difícil de enxergar direito lá dentro, mas tem algumas caixas ou objetos, portas, é difícil dizer no centro desse galpão, mas ae tá escuro. Ah, o centro lá tá um pouco mais escuro, você não consegue reconhecer direito. Essa
umidade parece de um lugar que não é frequentado há muito tempo. Você não saberia dizer, tá? Ah, tem uns negócios estranho no meio do galpão aqui, mas fora isso tá só úmido e esquisito. Tem mais alguma entrada? Ah, dá para quebrar o vidro e entrar. Parece grande a janela. Portanto, na frente de vocês não parece trancado, ele só tá fechado. Eu quero levantar o portão para ver. Você vai até você. Ele é pesado. Eu pedi um teste de atletismo com força, ok? Eu quero ajudar ela a levantar o portão. Perfeito. Qual de qual de vocês
dois tem mais? Eu tenho mais força. Então você faz e você ajuda. Ok. Nossa, é 3 d20 mais atletismo 19. Empresta de 20 aí. Te empresta super. Pera. Você tem quanto? 320 mais 10. Você não precisa nem fazer teste. Você tá, você, você tava conseguindo, você tava levantando sozinha. E ele chega a guiara, vocêenta. Ah. Cuidado com os negócios no meio. Levanta o portão. E assim que vocês levantam, vocês enxergam o interior desse galpão. Tem cinco estruturas bizarras que se assemelham a caixões em cima de um grande símbolo desenhado. Tem uma névoa, uma neblina nesse
ambiente que não parece natural. Vocês conseguem reconhecer. Vocês foram chamados até aqui. Alguém tá ali dentro. Ah. [ __ ] vocês estão sentindo isso também? É, a gente lembra, eu quer dizer, a gente lembra dos questionões do que vocês sabem, você sabem, a gente lembra mesmo. OK, eu vou dar um passinho para dentro do galpão e eu vou olhar pros dois lados para ver se tem mais alguma coisa dentro desse galpão. Perfeito. Você faz, vocês vem Jai entrando no galpão e ao olhar pro lado Jai, imediatamente você vê uma caixa de metal um pouco enferrujada.
São duas, na verdade, uma mais ao canto, que parece trancada, mas uma entreaberta. Imediatamente você reconhece o que parece ser uma parte de um rifle saindo de dentro dela e a cabeça de um machado. Ah, eu quero ir atrás dela. Eu quero caminhar atrás dela também. O que que vocês fazem? Dalmo, Kem e Labirinto. Eu quero. Pode falar, pode falar, pode falar. Não, pode fazer, pode fazer. Eh, eu fico mais atrás, mas eu eu entro olho pro outro lado para ver pro outro lado que ela que ela não olhou. Ah, o restante do galpão, eh,
na parte de dentro parece bem sujo, tem essas vigas de metal suportando o ambiente, ele tá vazio, mas a do outro lado você vê que uma um suporte do teto caiu formando uma espécie de rampa a mais acima. Tá, eu começo em direção à rampa. É, OK. A rampa ela não vai pro chão, tá só batindo. Você vai ter que tipo escalar para subir nela se você quiser. Ah, ok. Beleza. Beleza. É só uma o suporte. Agora vi. Agora eu vi. Beleza. Aquilo no chão é sangue. Ah, você se aproxima para verificar. Tem um grande
símbolo vermelho desenhado com algum material. Você vai se aproximar. Perfeito. Jai é Dalmo. Que que você tá fazendo? Você vê entrando nesse galpão e se aproxim e se se espalhando ao redor dele. Eu me aproximo ali do do centro ali. Você vai em direção aos caixões. Sim. Então, Kem e Dalmo vão em direção aos caixões. Eh, você foi em direção ou você ficou ali atrás? Eu fiquei, eu olhei, mas eu vi que eu não ia conseguir. Eu fiquei mais atrás na entrada. Tá, Aguiar. Eu fui atrás da J. Você foi de Jai. Ok, gente. Alguém
mais lembra desses caixões? Jai? Sim. Você abre essa caixa, você empurra a tampa dessa caixa de metal que tinha essa essa ponta dessa arma para fora e você imediatamente, como se tivesse encontrando um velho amigo, vê um punhal, uma faca de caça, a sua faca. Além disso, você vê um machado, um rifle de caça, duas grandes manoplas e uma espécie de antena improvisada. Eu eu empurro essa alguns pacotes de coisas que você não reconhece muito bem. Eh, parece uma são quatro eh sacolas eh meio improvisadas assim, feitas com uma uma palha meio seca com desenhos
em labirinto. Ah, tão perto dessa antena. Eu empurro a tampa assim pro lado para derrubar ela e eu olho assim, eu ignoro tudo menos o punhal e eu que belezinha é essa? Aí, aí eu puxo assim o punhal. Você pega a sua faca, o seu punhal X. Muito obrigado. Você fala alguma coisa ou você só pega sua faca? Aguiara, eu vejo o machado. Imediatamente os seus olhos travam no seu machado. Eu quero correr e eu quero empurrar ela pro lado para pegar o machado. Tá lá. Nossa. Vamos ver se eu consigo fazer essa. Não é
possível. Quase. Eu acho que eu consigo pegar. Pô, é aquele o vento é [ __ ] Você agora que você vocês pegaram suas armas, vocês podem clicar no machadinho e na faquinha do inventário de vocês, do da ficha de vocês, para ver o que eles fazem. É, eu vejo que eles estão pegando as coisas deles, né? Sim. E você eh consegue reconhecer ali um uma ponta de uma coisa que pertence a você. Eu vou caminhando. Eu começo a caminhar em direção. Você vai em direção à caixa. OK. Enquanto isso, Kem e Dalmo. Kem, dá um
teste de ocultismo para mim. Você é treinada? Sou. Ocultismo com presença, por favor. Outismo? Não, esse aqui não. Não, esse aqui sim. Você chegou a entrar no símbolo ou você tá tá só perto dele? Observa. Cheguei, cheguei perto para olhar, tá? Mas você não entrou nele. Não entrei. Eh, foi 24. Ah, isso é claramente um ritual e isso é sim sangue, sangue seco. OK. Você percebe essa estrutura conectando cinco círculos de um lado aos cinco caixões do outro. Dalmo, você também tá de frente. Só eu que olho pr pra Cam falo, só eu que tô
sentindo um pensamento intrusivo da gente pegar nosso sangue, jogar no chão e aí fazer um mais próximo dos caixões da você consegue ver eles mais diretamente. Eles são vermelhos, todos idênticos, com detalhes em dourado, todos trancados com correntes douradas que levam a uma única tranca vermelha central com um símbolo que lembra uma cruz invertida com duas linhas horizontais. A marca do sangue. Mais forte do que nunca, você sente alguém tá ali dentro. Mano, é isso aqui. Vocês escutam? Ah, pode falar. Desculpa. Isso aqui. Isso, isso aqui é isso aqui é sangue seco, gente. Sangue. E
quando a gente se corta, aparentemente, né, o sangue ele tá vindo para cá. O nosso sangue tá ligado com essa [ __ ] Armas legais na caixa. Armas legais na caixa. Tem alguém direção à caixa ali dentro. Tem tem alguém ali dentro daquela merda ali. Mas mas quando eu tava acordando, eh, tava meio que tipo tendo um sonho, pesadelo, a voz falou para não abrir. Nossa, [ __ ] que p [ __ ] Tô lembrando, tô lembrando, tô lembrando. Acho que acho que eu vou ver a arma legal que ela falou, [ __ ] Ah,
aí eu vou labirinto. Você se aproxima da caixa ao lado de Aguiar e Jai e você vê essa espécie de antena improvisada e acompanhado ao lado dela esses pacotinhos de componentes ritualísticos, tá? E você tem os seus itens aqui. Tá lá Eu vou até a as caixas também. Eu sigo aqui. Vocês voltam? Sim, sim, sim. A gente, ela falou das armas legais, aí eu falei, eu vou só arma legal. Perfeito. Ah, vocês então voltam e deixa eu terminar de entregar. Então, Kemen, você encontra a sua sniper, OK? Que que decorada com faixas, assim como seus
braços e Dalmo, você vê as suas manoplas que encaixam perfeitamente nas suas mãos, como literalmente luvas. Talvez, acho que eu tô lembrado disso aqui. Talvez todos nós sejamos mercenários no fim das contas. Acho que sim. É, como é que pode um policial matar as pessoas com machado? Policial corrupto. Eu falei, você é dos meus. Eu não sei porque eu não gostava de você. Você não gostava de mim? Policial. Eu escrevi na mensagem que eu não gostava nem muito de você, nem muito do careca, mas vocês parecem legais até agora. Só aproveitar que já tá todo
mundo aqui na volta da caixa. Eh, tem sangue seco no chão. É de sangue seco. Sangue seca no chão. Os caixões tem sangue molhado nas suas mãos, né? O sangue não é muito um problema. Não, não tô falando que é um problema. Eu tô falando que tem gente dentro. Tem [risadas] gente lá da do caixão. É, vamos abrir. [ __ ] Todos vocês conseguem sentir. Alguém tá ali dentro. Vamos abrir, então. Vamos abrir essa [ __ ] Mas a gente faz o quê? A gente joga sangue no chão. A gente, eu quero calma. Eu a
medida que eu olho os componentes todos com a marca a marca do labirinto, todos estão, tão decorados com labirinto. Sim. Eu eu olho para eles, eu agradeço ela meio por cima, só que eu começo a prestar atenção no próprio labirinto e eu paro de ouvir eles. Eu coloco as coisas no meu no meio dos meus trapos, eu vou indo em direção aos caixões e antes de eu entrar, de eu encostar em qualquer caixão, eu entro no símbolo e meio que por cima dele, com o meu sangue, eu quero começar a desenhar o labirinto. Assim que
você entra no símbolo, você começa a se sentir atraído Pelos caixões, ouvindo mais uma vez o batimento, o pulso tutum tutum tutum. Cada vez mais alto. Tem um específico o todos. Você sente a sua mão tremendo, seu sangue pulsando, ele jorra e escorre, cai no símbolo e se espalha como para fortalecer esse sangue que já tava seco no chão e continua desenhando e se espalhando. Escolhe um dos cinco caixões. Eh, eu vou escolher o quarto. Essa é a sua escolha, cara. É, toda escolha tem um preço. Meu [risadas] Deus do céu. Você vai se aproximando
cada vez mais. Você levanta seu braço com a mão cortada, seu braço levantado pra frente começa quase a ser puxado. Depois de um certo nível de proximidade do caixão, o seu corpo entra em piloto automático. As suas pernas estão sendo arrastadas pra frente. Qualquer tentativa de voltar é rejeitada pelos seus músculos que parecem brigar de volta com você. Você vê as gotas de sangue, elas param de cair, começam a lentamente flutuar na direção dessa tranca principal com a marca Do sangue. Quando o líquido toca a tranca, ele começa a se expandir no formato da marca
e transborda e preenche totalmente o cadeado. O som de clique pode ser escutado e todas as correntes caem junto com a tranca. As portas duplas de metal abrem na sua frente lentamente e de dentro uma visão perturbadora, uma mistura de carne, uma massa vermelha escura, um monte de órgãos bagunçados, como se tivessem grudados nos interiores dessas portas, desmontam no chão. Era como se esse caixão tivesse guardando os componentes de um corpo que ainda estava sendo montado. E agora os membros estão num estado gelatinoso e bagunçado, sem ainda sem forma que foi interrompido. Essa massa nojenta
e asquerosa cai na sua frente e o seu corpo inteiro que antes te rastava na direção desse caixão, agora parece repelido por ele e nojado. Senti um arrepio terrível atravessando a sua espinha. uma vibração o pulsara de um coração. Você ainda consegue Sentir e você percebe essa massa nojenta reagindo a essas batidas como se sincronizada com o seu coração, sincronizado com você. Os pedaços que caíram começam a meio que desesperadamente tentar se agarrar uns aos outros, tentando alcançar de alguma forma que nunca nunca vai existir. E aí você escuta um som perturbador, uma voz distorcida,
um grito desumano de agonia gerado dessa massa, gerado por essas cordas vocais que não foram nem finalizadas ainda, escapando diante dessa coisa asquerosa na sua frente que faz subindo com tom vermelho vibrante. criatura se levanta impulsos, encerrando numa metade incompleta de uma cabeça, um quase ser, uma amálgama de memórias e carne, ainda sem vida, sem consciência e sem alma, um ser anulado. Eu vou pedir para todos vocês [música] fazer um teste de iniciativa. [ __ ] que pariu, eu tenho Um D20 mais C iniciativa. Você vai jogar? Iniciativa com agilidade. Agilidade, três dados. Ah, vê,
vê na sua na sua ficha, por favor. Joga só. Oi. O D que eu te emprestei. Eu devolvi já pegar esse aqui. Pode pegar. Ah, tá aqui. Cadê o outro? Ah, tirou 18 aqui, não é? Vamos lá. Pera aí, eu vou eu vou pedir eu vou pedir a iniciativa de vocês. Deixa eu jogar aqui. Tem iniciativa. Você tem quanto mais? É 25, [ __ ] Tá, deixa eu ver aqui. 21. Vai tomando. Ah, pera aí só um segundo. Meu Deus do céu. 28. Tá. Caraca. É. OK. De 30. 25 a 30. 28. 25. De 20
a 25. 24. Dalmo aí 24 Kem e Aguiar 21 labirinto 18. OK. E agora um teste de vontade com presença. Essa forma, essa esse não serão tá conectado a vocês de alguma forma. É A pior coisa que vocês já presenciaram em toda a vida de vocês. Sete. [música] Sete. Aí vê se você tem vontade. Ó, você tem quanto mais aí? 29 mais cin mais c e então você soma mais cinco com esse s fica 12. Vamos lá. Quem tirar abaixo de 25, toma o dano completo. Vem 25 para cima, toma só metade. Seis pontos de
dano mental. Dano mental diminui a sua determinação. Você vem aqui e diminuir aqui. Seis de dano de determinação. Sim. Seis. O seis é o total. Seis é o total. Perfeito. E o primeiro a agir é o anulado. Aqui tá labirinto. Essa coisa se ela se levanta, você dá alguns passos para trás e ela se joga em cima de você como se tentasse eh se transformar no formato do seu Corpo com se ela inteira tentasse te engolir para dentro dela. Faz um teste de reflexo. Você falhou no Não, então um teste de reflexo com agilidade, por
favor. 12. 12 não é o suficiente. A criatura se agarra em você como se sugasse, tenta sugar os órgãos de dentro do seu corpo para dentro dela, como se ela quisesse o seu corpo. Você vai tomar dar errado. Ah. 16 pontos de dano de sangue. Você sente os seus olhos quase saltam para fora da órbita. Você sente a sua língua sendo puxada, essa massa asquerosa e terrível. Vocês veem essa criatura absorvendo, tentando engolir o labirinto na frente de vocês. Eu posso falar se Ah, você pode falar uma última palavra antes tem te engolir. Nossa. Ajuda
Jabirito já. Já é você. Ah, vamos que vamos. Eu vou usar. Eu consigo flanquear esse bicho. Ele tá na frente do caixão. Não consigo pegar ele de costas. Então, por agora não. Tá. Eh, eu quero entrar em furitividade atrás de um do atrás do caixão. Onde esse bicho tá? Ele tá na frente do caixão. Eu quero me mover pro caixão de trás dando a volta. Consigo furtividade. Pode tentar. Você pode tentar. Você vai ter um dado a menos porque ele já tá em combate. Ele vai me ver, tá? Ele vai me ver movimentando. Perfeito. Ui.
Calma. Eu acho que eu tirei 29. Deixa eu só checar se [música] é mais 10 mesmo. Você vai para trás rapidamente. Vocês nem vocês olham pro lado. Cadê? Tá lá. Você tá atrás da criatura. Você quer fazer mais alguma coisa? Não, vou ficar em silêncio. O próximo é o Dalmo. É como é que o bicho pegou ele? Só para me entender. Ele é é quase como se pensa que é ele é quase uma pasta, uma coisa meio uma uma gosma que só tá engoliu. Tá metade inteira dele sendo como se tivesse, tá agarrado nele. Fodeu.
O único feiticeiro do bagulho. Aí eu corro, né, em direção. Aham. E aí a metade dele, como assim? Tipo assim, é o bicho, ele tá tentando chupar ele para dentro. Esse bicho é quase como se ele fosse uma pessoa cortada ao meio. Sim. E aí ele essa metade dele tá tentando, tá tá meio que absorvendo a frente do corpo do labirinto. Ele tá agarrado. Você pode usar uma manobra para tentar tirar essa criatura do labirinto. E você, Dalmo, na sua ficha, você vai ver, você tem vantagem para usar manobras. Então, é, quero usar a pressão
atmosférica contra esse B. Você primeiro você precisa primeiro você precisa eh agarrar o bicho. Você vai fazer um uma manobra contra o bicho. Bora. Como é um teste de força com luta. Você tem três dados mais 10 mais cinco porque você está agarrando. Então você tem três dados mais 15. Mas ele não tem vantagem também. Ele tem quatro dados. Não seja quatro dados porque você falou que ele tem vantagem para atacar. Não, a vantagem é isso. Mais suas perícias. Ele vai agarrar com força. Ah, ele vai agarrar com força, sim. Quanto de força você tem?
Quatro. Três. Quatro. É, então você joga 4 D20. Eh, aqui tem três, você tem mais um na mão. Podear. Perdão, perdão, viajei. Você tem quatro dados de 20 mais 10. Ah, então já era. Vem, bicho. O o anos é um dado. Não é não é mais cinco mesmo. Só tava perguntando. Não, perfeito. 25. 20 30 Bora 30. Vamos ver se você larga o bicho. Ah, 30. 30. descreve como você tira esse bicho dele. Perfeito. A manobra, a a manobra, a manopla ela ela só fica com a mão fechada, né? Certo. Não, você consegue mexer seus
dedos. Sim. Então eu então eu chego e você tá vendo essa coisa tentando comer ele pela frente. Sim, sim, sim. Eu eu quando ele grita ajuda em um movimento tipo assim instintivo, eu corro pro bicho, né? E e agarro o bicho, né? Você consegue botar os dedos assim entre a carne do bicho e a do e a do labirinto. E aí eu vou tirando o bicho. Você vai tirando como se fosse tirar eh um selo de plástico de um produto novo. Assim, você vai tirando o bicho e você agora tá agarrando essa criatura. Ah, o
próximo é a Kemen. Por que que você olhou para lá? É porque eu tava procurando você. Eh, eu vou pegar minha sniper, só que tem muitos filhas da [música] [ __ ] na frente, certo? Eh, você tem um dado de penalidade por por e tá ter muita gente ali no no combate corpo a corpo. Existe uma forma de reposicionamento, tipo, tem como botar aqui para mim a imagem de cima para molhar? Ah, bota o mapa de cima aqui, produção, para eles verem o o os tokenzinhos. Dá para ver direitinho? É. É, perfeito. Você consegue se
afastar. Me descreve o que que você quer que me faça e eu te digo quais são os testes que vai acontecer. Beleza. Eu tô aqui para baixo do símbolo. Sim. Eu quero me mover para depois do aguiar aqui, onde tem um espaço. Ah, tá meio perto para você usar. você teria que se afastar mais ainda para conseguir usar a o rifle de de precisão. É, senão você vai ter penalidade. Você tá num alcance curto, é o rif de pressão exige que você esteja pelo menos um médio ou longo até o fundo da sala eu você
consegue, você consegue correr e olhar para trás e atirar. Beleza? Então, provavelmente nessa rodada eu vou gastar minha ação para ir o mais longe que eu posso. Esquece ações. Me descreve o que você quer fazer, que você consegue fazer mesmo com penalidade. Beleza. Vou então vir pra direita até o fundo da sala. Você você pega o seu rifle, você corre e atravessa e já vira. Não, não é para perto, é para longe. É para longe. Isso. Vai pro outro lado da sala, só que pra direita. Isso. Deixa que eu mexo aqui. Deixa que eu mexo
aqui. Pode deixar, produção. Eu mexo, eu mexo para cá, pra direita, para aqui, né? É. Aí eu vou f direita para ter o ângulo meio na diagonal, né? É. É que aí começa a ter as vigas no caminho que vão dificultar ainda mais o seu tiro. Você não tem mais um tiro eh muito certeiro aqui. Você tá vendo que tem uma pilastra na minha [música] frente? Tá. Ó, você consegue achar uma fresta bem certinho das duas pilastras do ângulo que você tá. OK. Eu não vou ter penalidade. Daí você vai ter uma penalidade porque eles
estão em combate corpo a corpo, tá? Eh, OK. Menos um dado só, né? É menos um dado seu tiro. Eu vou, eu vou dar um tiro de sniper. Manda aí. É, dois dados de 20 mais 10 pela sua penalidade. Cadê minha? Cadê minha meu bichinho da sniper? Caiu no chão, será? Ah, cai. Tá. É, OK. É pontaria. É pontaria com agilidade. Você tem dois dados de 20 mais 10. OK. Dois dados de 20. Isso. Eu não tenho três de agilidade. Sim, mas você tá com penaridade. Então você perde um dado dois dados de 20. Mais
é 20 natural. Critei. Você critou? Critei. É o seu crítico por ser uma sniper é 17. 17 18 19 e 20. Você crita vezes tr de dano. Então você acerta. Cara, vai dar muito dano isso aqui. E você vai dar seis dados de 10 mais. Ah, pô, pera aí, deixa te ajudar. Vamos lá. Ó, mais um D10 aqui. Essa arma, ela é amaldiçoada. Ah, sim. Com morte. E eu dou mais 2 D4 de pontos de dano de morte já calculado. Sim. Eh, e além disso, o meu projétil sai numa espiral de morte. Sim. E aí
se zerar o ponto de vida da criatura ele mor ele morre mais rápido. Ele morre, ele tem menos um turno para sobreviver. Perfeito. Todos dados aqui. Todos aqui. Se de 10. Então vamos lá. Você vai dar seis de 10 mais. Pode jogar com esse dois lados de quatro de morte. Tá. Eu te ajudo. V. Beleza. Tá. Dois. É. 6 5. Calma aí, ó. É 8 13. Eh, 20 24 31. Tá, agora joga 6 d4 de morte. 6 D4. Você tá triplicando a morte também, [ __ ] Cadê D4? Pera aí. Joga dois e multiplica. Ah,
D4. Ah, pode. Joga, joga o valor e multiplica por três. Cinco. 5 x 3 15. Mais o que tava antes é 30. 30. 31. É. Então fica 44. Você já somou mais três naquele dano? Não. Então é 44 mais 9 na real porque triplicou. Então é fica 53 de dano nesse tiro. Dalm. Você segura o bicho, você tira ele. Quando você tá tirando, você vê essa bala, ela arregaça o bicho. Você vê ele se retorcendo e abrindo um buraco em espiral, como se tivesse apodrecendo ainda mais do que ele já tava. Você deu um [
__ ] de um dano nele. Quanto foi de novo? Lão 53. 53. Car, você lembra, amiga. Ô, você é mercenária mesmo, hein, [ __ ] E agora tô falando é o Aguiara, [ __ ] [ __ ] Damos, você tá suave aí. Bora. [risadas] Que nojeira essa merda, [ __ ] Acho que meu baixado não vai fazer muita coisa, não. Como não vai fazer muita coisa? Bate nele. Oi. Bate nele. Bater nele. Bate nele. É, ele tava com o bagulhoado. Acabou. [ __ ] Eu tô, eu vou, eu tô mirando assim logo depois do tiro.
Eu quero, eu quero virar pr, eu quero olhar pra frente para aguiar. E aí, [ __ ] Vai ficar parado, [ __ ] Agar, o que que você faz? Eu vou dar um tiro nesse filho da [ __ ] Você vai pegar sua pistola? Tá bom. Você pode dar um tiro nele. Você vai ter penalidade porque ele tá em combate corpo a corpo. Se você for com machado, você não tem essa penalidade, tá? Vou com machado então. [ __ ] Vou pegar o machado [ __ ] Eu quero pegar o machado e partir para cima
dele e enfiar no meio da cabeça dele. É o d ainda tá segurando o bicho. Você você vê esse tiro chegando, passando por cima do seu ombro. E você pode dar um ataque. É força. Luta, por favor. Beleza. É com 3 d20. Próximo D20. Claro. Mandou bala. Obrigado. Mais 10. Ã 27. 27 acerta com ele agarrado, pode dar o dano, tá? E o dano de do machado é 3 de 20 mais 10, aí é 1 d8 mais 3. O causa acontecendo e o né? Agora eu acho que a gente é no mínimo brother, né? [risadas]
Sete. Sete. Mais sua força. Três. É mais três. Então você deu 10 de dano nessa rodada. Ah, você aproveita e corta mais um pedaço dessa criatura. Corre diabo. Você tá suave aí? Bora carra essa [ __ ] [ __ ] que pariu. Foi aguiar. Agora é labirinto. Você estava agarrado, mas você foi liberto pelo Dalmo. Eu [risadas] que [ __ ] é essa? Bate nele, labirinto. Eu dou alguns passos para trás, tá? É. E eu dou uma olhada nos meus rapidamente nos sacos e eu vou pro saco e que tem várias coisas de metal saindo,
cheio de fio saindo para fora com eh tem uma parece que é uma bomba desmontada ã no meio. puxo para fora e eu o labirinto, a resposta [risadas] tá no final do labirinto e eu começo a passar com com mesmo com o sangue que eu tenho para ter algum lugar tatuado e para o ritual, eu eh dou uma rasgada de leve na roupa para abrir aqui no peito e eu começo a a a fazer o ritual do rajada caótica no meu peito. você começa a fazer esse símbolo, você vai querer usando o congelação complexa, você
teria três rodadas. Você faz o símbolo, depois usa os componentes, mas você pode diminuir para duas terenaridades. Você vai diminuir para duas. Então você vai usar, você começa a desenhar esse símbolo e vocês vem e ele pegando esse monte de esse amontoado de de e fio, cobre, esses dispositivos velhos quebrados e a [ __ ] cara. e desenhando uma espécie de labirinto no peito dele num formato muito específico. Nunca ele nunca faz o ritual como o ocultista que que simplesmente pega e desenha o círculo. Ele vai sempre seguindo o caminho do labirinto. Uma coisa interessante
para você, labirinto, é que você sente que quando você bota a mão no seu peito, ele começa a desenhar inconscientemente. Você nem sabe o que você tá desenhando. É como se o corpo tivesse desenhando algo e você tá só deixando ele ele fazer. E a você nem sabe que símbolo é esse. Eu, enquanto eu vou esfregando com sangue, eu pego um pouco do óleo que tem dentro da dentro das das partes meio meio estouradas, eu vou apertando para para garantir que vai ser feito por completo. E tudo que ele fica repetindo, você olha para ele,
você fala com ele: "Nossa, tá louco, caracuda, ele só continua mexendo." A resposta tá no final do labirinto. Eu sei que a resposta tá no final do labirinto. E agora a criatura tá sendo agarrada por você, Dalmo. Ela vai se virar para você e ela vai começar a te arregaçar. Primeiro ela tenta, ela vai tentar e se soltar de você. Ela é meio gosmenta assim. O pescoço dela se mexe meio esquisito. Ela parece não ser nem real. Ela ela tem esse efeito meio desforme como se se não tivessem nem conseguindo processar direito. Que [ __
] tá acontecendo? A, é tipo um slime. Eu tento me soltar, não consigo isso. Você, ela vai tentar eh se bater mesmo agarrado, mesmo enquanto você agarra ela, ou seja, já vai ter Desvantagem. Eh, ela te dá um golpe, você quer bloquear ou você quer bloquear? Se você bloquear, bloquear, eu quero bloquear. OK. É que na você tá agarrando ela, né? Você consegue bloquear, ou seja, esse primeiro golpe você vai reduzir 10 de dano do que eu vou, se eu acertar, né? Qual a sua defesa? Eh, minha defesa, deixa eu ver aqui. Embaixo de car
16. 16 16. A criatura te acerta. Eh, mas você vai, você diminui 10 de dano do que eu vou, do que eu vou dar agora. Deixa eu acertar outras vezes. Eh, ela vai te bater uma vez e vai tentar se soltar. Faz um teste de força luta para mim contra ela. É qual que é o força? Você joga quatro dados. Pode jogar mais dois aqui. Nossa. 8 + 10 18. Esse eu acho que é um nove. Não, é, é um quatro, eu acho. 18. 18. Ela consegue se soltar. Então, ela vai e e você vai
segurar ela, ela vai mexer o pescoço de uma maneira meio meio torta. Ela vai tentar te morder e nessa mordida você é [ __ ] você no instinto solta ela e o dano que você vai tomar é Ah, 11, ou seja, um. Se toma um um de dano, a criatura te morde e consegue se soltar. Ah! Ah! Filha da [ __ ] E ela vai te bater mais uma vez. Você já bloqueou, então esse ataque não tem redução de dano. Quanto você tá com 16, ela acerta. Você quer tentar desviar desse golpe ou bloquear? Não
é? A gente pode fazer uma coreografia de luta. Se você tentar desviar, eu posso tentar atacar de novo. Vai reduzir um um dado de Nossa, bem que eu já acertei. Esquece. Não faz nem sentido você fazer isso. Ah, 12 de dano. E esse não tem redução. Você toma mais 12 pontos de dano. A criatura te mordid, a princípio, ela pega meio errado. Ela abre esses dentes tortos e encaixa direita. Agora e morde com tudo. Seu sangue tá jorrando e você vê que ele tá começa a ser absorvido por ela, como se o seu sangue tivesse
sendo puxado e tivesse formando mais do corpo. Agora é o a a Jai. Tá, eu ia fazer uma coisa, vou, eu mudei de ideia. Eu vou, mestre, eu quero usar a zona dos sussurros. Eu vou gastar três PD e eu vou marcar toda essa área do símbolo e a maior área que eu consegui, né, que é do tamanho de um de uma casa pequena com X o lugar. Você consegue marcar um um X logo na parte de trás desse desse caixão. Fica arranhado com a marca do X. Tá aqui. Tá dizendo que eu levo uns
minutos para marcar. Eu levo uma rodada inteira. Ah, você faz a rodada inteira. Sim. Você você marca, você pode sair andando por aí marcando X ao redor de todo esse galão. É isso. Eu quero gastar a rodada inteira para marcar X ao redor desse lugar todo do símbolo, porque eu quero preparar a zona para lutar. Perfeito. Vocês veem que a J ela ela vocês tinham perdido ela de vista, de repente ele tava passando pelas pelos pilares, fazendo X em vários pilares dessas vigas ao redor de vocês. Agora é o Dalmo. Dalmo, você não tá mais
agarrando a criatura, mas você O que que você faz? Ela ela tá te mordendo assim. Já mordeu, né? Já te mordeu sim. É, ela vai me atacar de novo. Agora é você. Agora eu meto um socão nela, né? Você vai bater nela? Eu vou bater nela com toda a minha força. Nossa. Perfeito. Mas um teste de força. É você, como você bate nela? Me me descreve como você bate nela. Se eu meto com a mão fechada mesmo. Tipo assim, você vai dar um socão nela, ela vai, ela vai tentar meio que e se desmontar um
pouco para baixo para desviar. Se você quiser dar mais um golpe, você consegue dar dois golpes na mesma porrada, na mesma, na mesma rodada, mas você perde um dado. Você quer tentar? Eu quero. Então beleza. Como é que é o seu segundo golpe? Ela desmonta um pouco para não tomar esse golpe. Que que você faz? Eh, eu eu vou Ela Você deu um soco, ela desmontou e aí você faz o quê? Desmontou. Como assim? Ela deu ela deu uma baixadinha para tentar desviar. Aí eu meto um gancho. Um gancho. É quando você mete o gano,
você vê que o corpo dela começa a se abrir para abrir um buraco para tentar também [risadas] desviar. Você quer tentar dar mais um? Sacanagem. Você quer tentar dar mais um? Não, vou me afastar não. Você po, você consegue. Ah, consigo. Ela tá tentando fazer isso. A gente não sabe se ela vai conseguir. Se você quiser diminuir mais um dado, você vai dar três golpes. Não vai desviar não, filha. Não vai. Que que você começa seu terceiro golpe? O meu terceiro golpe, digamos. Pensa que você pode ter acertado esses dois. Sim, mas ela vai tentar
me segurar depois. Ah, você não sabe. Mas esse é a última é a última golp. Como que Como que você termina essa sequência? Você deu um bagulho, ela tentou desviar, você tentou dar com o outro, ela tentou abrir e euo assim, ó. Você vai abrir um fechado. Quero ver se ela é braba mesmo. Quantos dados você tem para dar? Você tem três dados. Você vai jogar um dado de 20 mais 10. Vamos ver se você acerta. Se você acertar, você vai dar, é, se você acertar, você vai dar o triplo de dano. Você vai acertar
os três golpes. Ele vai botar uma bafada aqui, ó. Nossa, eu vou deixar ela surda. Nove. 9 + 10 19. Infelizmente ela consegue desviar. Você você acerta, você dá esse golpe, ela desvia para baixo, você tenta enfiar, Abre um buraco, seu, sua mão passa e volta e você tenta bater e ela é, ela só quase se rasga em dois e essa foi a rodada dela. É. Aí depois aí quando eu vejo que eu errei todos, eu falo: "Desencana, quem". Ah, já tá. Eh, eu vou tirar de novo mais uma. Isso. Só que agora como? Deixa
eu ver como é que tá a disposição do mapa. Ok. Aqui eu já me fodo. Aqui já não dá mais. Você tem penalidade para acertar. Com certeza. Tem vários aliados. Você vai ter dois dados de penalidade aqui, mano. E se eu acerto um amigo? [risadas] Acabou logo, galera. Então, mas aí é só com fracasso [ __ ] Só se você tirar um valor muito baixo. Ah, não duvide da minha desgraça, cara. Você consegue usar os seus PDs para também usar um disparo de morte. Você pode ver na sua ficha. Ah, eu achei que eu achei
que não funcionava com a sniper. Achei que era só com um fuzil. É o fuzil de de longo alcance. É uma sniper. Amo. Beleza. Então eu vou gastar três de PD que vou usar o disparo de morte. Quando faz um ataque. Significa que o Pode falar. Quando faz um ataque com o fuzil, você sente o tempo desacelerar, o que permite a você mirar com precisão letal. Você recebe mais dois na margem de ameaça que passa para 15. O que é uma margem de ameaça? Se você tirar de 15 para cima, você crita. Eu tô com
quantos dados de penalidade? Um só. Ah, dois. É, como você tá parado e você não se moveu, é só um dado. Você consegue mirar e dar esse tiro. Beleza? Então, vamos lá. E descreve para mim como a que me dá esse tiro, OK? Com o disparo letal. A minha sniper tem mira laser be. Eu vou [risadas] ajoelhar, mirar bem miradinho o laser fazer assim. Você vê o bicho abrindo assim, eu dá p ele tentando. E quando ele faz assim, o bicho abaixa, eu miro para baixo. Vai. Beleza. Dá esse tiro. Vamos. Tá. São dois dados,
então só. Sim. Vamos lá. Tem que tirar de 15 para cima para critar. Eu tenho. Aí a gente vai tirar o dano normal e faz vezes três para calcular mais rápido. OK. É 15 jogando 10. Jogando. É 15. 15. Perfeito. Ah, pera. Eh, você tem mais 10? Não, eu tenho. Cadê pontaria? Mais cinco. Pontar. Você tem mais cinco pontaria? Não. Ok. Você tem mais 10 em pontaria. Mais cinco. Bom, acho que deve tá errado, mas definitivamente tem mais 10 em portaria. Ah, tá. Então foi 25, tá? E qual foi o outro valor que vocês tiam
dado? Seis. Tá. Eh, mesmo critando, você não acerta o tiro. Como ele abriu, o o tiro passa entre essa abertura. Se tivesse acertado era um estrago, mas não acertou. O bicho abriu no meio. Mesmo que você crite, você tem que passar a defesa dele. Ah, Aguiar com Só uma pergunta rapidinho, perdão. Eh, não dá para fazer a o negócio tipo, mano, vou de novo, de novo, tipo, no tiro, não, é só no corpo a corpo. Só no corpo a corpo. Beleza. É essa minha habilidade. Uma dúvida. O predador de sangue, eu ganho mais um dado
para qualquer teste que eu for fazer outra criatura. É sim, mas nessa criatura especificamente para você não tem como rastrear ela, ela tá na sua frente, não é? Não, não funciona. Mas ah, nesse especialmente nesse caso, não vai ter como ser operador de sangue porque você não tá rastreando ela, né? Ela só vai aparecer na sua frente. Isso. Ã, então na minha frente tá o Dalmo ainda. Sim. Descreve como o que você quer fazer. O Dalmo tá tentando acertar, o bicho tá abrindo na sua frente. Eu quero pegar meu machado e eu quero bater nele
junto com o Dalma. Eu quero, eu quero prestar muita atenção em onde ele tá se mexendo para desviar do Dalmo e acertar exatamente naquele lugar. Quantas vezes você quer bater nele? Cada vez que você dá um golpe a mais, você tira um dado na sua, na sua rolagem. Eu quero no máximo três. Eu quero bater. Se eu for bater três, eu tenho um dado. Um dado. Eu quero bater. Bater duas, você tem dois. Eu quero bater duas. Então descreve para mim esses dois ataques. Eu quero prestar muita atenção no darmo socando ele, tá? E eu
vejo como ele se move pro lado. Eu pego o meu machado, eu passo a mão rapidinho na mana, só para limpar a nojeira que ficou da última do último acerto e eu falava ficar assim olhando esperando ele mexer e acerto o machado nele com tudo. Tento. E o segundo eu faço a mesma coisa. Eu presto muita atenção nele. Segundo já tá descendo. E aí descendo. E aí eu quero fazer na diagonal de volta de baixo para cima. Assim você faz uma diagonal, quase um corte duplo. Vou pedir para você fazer e e jogar esse esse
teste aí. São dois d20 mais 10, né? É 28. 28 acerta. Ah, você então vai causar o dobro de dano. Você vai cortar duas vezes. Ou seja, joga. Qual que é o seu dano do machado? É, é, é D8 mais 3. Pera aí. Lembrando que o seu machado tem um poder que você pode ativar para deixar a criatura sangrando. Vê, clica no machadinho na sua ficha para você ver. OK. É o machado mutilador noturno. Esse é um machado amaldiçoado. Ficha. Na ficha. Ficha. Se você, se você usar um PD, você consegue deixar esse bicho sangrando
e ele vai tomar um D6 a cada rodada. Eu vou usar, eu vou botar ele para sangrar. E você pode continuar fazendo isso, deixar ele sangrando cada vez mais. Vou usar um PD, vou jogar o D8. P D12 aqui. Se jogar é joga, joga um D8 e aí vai ser o dobro disso. Quatro vai dar oito. 8 + 6 Não, já somei. Pera aí. É 1 D3 mais 1 D8. O quatro é o total. É, deu um. Tá. Então é oito de dano mais o bicho sangrando. Você você eh corta ele e ele começa a
jorrar esses esse sangue nojento que forma ele. Eh, foi oito mais um D6 na próxima rodada dele. Perfeito. Deixa eu marcar aqui. Ok, agora é o labirinto. Você chegoua vez. Eu eu vou eu continuo, eu deixo minha mão, como você mesmo falou, fluir pelo labirinto e ela vai fazendo a terminando o símbolo, terminando todo o ritual e ao invés dele ficar todo circular, ele é todo quadradão por causa por causa do jeito. Parecem raios. Sim, exato. Ele quando ele termina, olha só, a fim do labirinto. Fim do labirinto. E eu começo dessa, desses componentes começa
a se formar eh as tatuagens começam a brilhar em rosa e vai subindo por toda a marca do labirinto. vai vindo pra minha mão até que ele sobe para cima da dessas partes dessa bomba desmontada e um raio vai vai direto pra criatura. Ah, dá o teste de ocultismo com presen para mim, por favor. Um dada menos. É 26. OK. Você consegue conjurar esse ritual? Qual que é a D? Eh, eu eu preciso que você faça um e reflexos para ver se você duas metade. 25. Ah, qu agilidade. Meu Deus. Tive agilidade dele. Eh, tá.
Dano completo pode dar. Você acerta em cheio esse bicho. Você tá rasgando ele e sangrando. E quando você olha para cima, ele tá sendo cozinhado por esse raio. Qual é a cor do raio? É, o raio é rosa e o raio sobe como se fosse como se formasse um labirinto por por todo o corpo da criatura. Quando quando ele tá indo em direção, ele ele também fica todo quadriculado, ele fica sempre só movendo em raios e quadrados. Manda, manda esse dano aí. Quanto dano? É, são oito de Faz o Pode jogar o D8, você que
sabe. 15 e 22. Eh, 32. E por último, tá? Eh, 46. 46. Você você sente um cheiro de carne podre, queimada. Eh, mas você vê que os raios eles meio que ah se mescam com os as as faltas de existência dessa criatura que parece tá oscilando cada vez mais como se ela tivesse deixando de existir ao mesmo tempo que tá se desmontando na frente de vocês. Foi quanto de dano? Não, 46. 46. Tá, esse bicho tá cada vez mais fantasmagório, como se ele tivesse sumindo. Ele tá bem mal. Agora é ele. Ele vai tentar engolir
você. Eu tinha dado uns passos para trás. Falou passade porque é alcance médio, então não teria Ah, então verdade. Você você tava bem mais longe dele. Tá perfeito. Verdade. Ah, então ele vai bater. Ah, um em você e dois em você. Qual a defesa de vocês? Eu tenho a criatura. A criatura vai tentar. Ahã. A queora vai tentar te te atacar. Você faz alguma coisa? Eu posso contra-atacar se ela errar? Sim. Você você tá disposto a ver se ela é quanto de vez você tem? Eu tenho 17. 17. Ela vai para cima de você. Você
quer tentar contra-atacar? Eu quero. Quero tentar contra-atacar. Você consegue. Ela erra o ataque, pode dar o dano. Nossa, como é que faz o dano do contra-ataque? R. É o mesmo dano do machado normal. Tá, então é pera aí. É força e força. Luta e aí o Sim, o D8. Tá. Não, não, você não precisa, não precisa atacar, só dá o dano mesmo. Ah, só dá o dano direto. Tá bom. Oito. Oito. 5 mais 3 oito. Oito de dano. Beleza. Você corta mais um pedaço. Um pedaço do braço dela cai. Ela só tá com um braço
agora na frente de vocês. É. E DMO. Ela vai tentar te bater duas vezes. Vou contra-atacar. Você vai esperar para contra-atacar? É, dá para bloquear contra-atacar. Ah, você pode bloquear. Se você bloquear, você tira 10 de dano garantido do que ela te fizer. Esse é o contra-atacado. Então se eu tirar 15, toma cinco. Você tem que você tem que torcer que ela ergue. Ah, tá. Então vou vou vou vai bloquear. Tá. O primeiro ataque eh, ela acerta. Deixa eu dar o dano. Ela deu 14 de dano. Ou seja, você toma quatro pontos de dano. Você
consegue bloquear a criatura. Vem para cima de você. Você não, você usa as manoplas, você vê os dentes, você vê os dentes dela tentando ir para cima de você. Mas a tem mais um ataque, ela vai dar em você. Você diminuir só quatro de vida. Ela vai, ela vai tentar botar só quatro de vida. É, você toma quatro pontos de vida. Ela vai botar um um braço no seu ombro e ela vai tentar eh te usar para te chutar com as duas pernas meio tortas que ela tem. Vamos ver se ela acerta isso. Ela acerta.
[ __ ] Tá. Você tomou cinco pontos de dano. Não, não foi um ataque muito certeiro. Ela só rasga um pouco assim da sua roupa. Sua camisa fica um pouco rasgada, você sangra um pouquinho, mas é nada que consegue ah te abalar do tamanho colossal que você é. Agora é J. Você conseguiu marcar, você passou nessa, você deu essa volta inteira marcando com X. Você tá com um bônus que você tanto queria. Isso. Agora eu tenho mais cinco em testes de ataque e eu não sofro penalidade de frutividade. Eu posso flanquear agora esse esse bicho.
Ele está flanqueável agora. Sim, tem um espacinho entre os dois caixões ali que ele tá mais entre o down me aguiara. Vou colocar ele aqui até você consegue dar volta nos caixões e pegar ele por trás. Eu tenho uma dúvida de sistema. Diga. Eh, na ficha eu tenho dano, por exemplo, um D6, eh, de conhecimento, entre parênteses oito. Ah, esse oito é só o dano médio calculado. Is ignora ele por enquanto. Ah, é dano médio, então ele não significa nada. É, a gente não vai usar ele por enquanto. Pode jogar os dados, então. Tá bom.
Então, eh, assassinato furtivo, eu preciso usar antes de atingir o alvo ou depois, porque aqui diz, quando atinge um alvo desprevenido ou flanqueado, eu posso aumentar o meu dano depois de acertar. Isso, você pode sim. Tá bom. Perfeito. Então eu vou atacar, eu vou ir para cima desse bicho e vou pegar ele flanqueado. Você tem é você pega ele com menos cinco de defesa, então ele tá desprevenido para você. Perfeito. Tá, eu tenho mais cinco nos testes, tá? Perfeito. Vamos lá. Então, eu tirei 16, 26 31. Acerta facilmente, tá? E eu vou usar dois PD
de assassinato furtivo para eu ter mais três de8 de dano. Pera aí, deixa eu colocar. Você tá errado. Quando você pega ele por trás, então você tá pegando ele por aqui. Então eu vou dar de dano de perfuração, certo? Seis. Me diz o valor total para não ficar confuso. Vai somando. Mas posso posso falar tudo, tá? Então tá. 6 + 5 11 + 7 18 19 20 21 22 é 28 de dano. 28 de dano. Ah, você decepa a criatura. Me descreve como você arranca a cabeça dela. Ela continua de pé. Vou chegar. Eu eu
eu passei correndo por todos os lugares, marcando X em tudo que era lugar, assim. E quando vocês me vem, que vocês me enxergam rapidamente assim meio perdida, eu pego e eu passo e eu faço tchu e já me movo logo de volta assim para um canto do caixão. Quase como vocês quase não me vem, eu passo igual um raio assim e eu arranco a cabeça fora da criatura e paro do lado do caixão. Vocês vem que a cabeça da da criatura começa desmanchar pro lado, cai com uma pasta no chão. Tem só um corpo sem
um braço e sem cabeça ainda capingando na frente de vocês. DMO, pera aí, [ __ ] Jai, você é louco. Então tá. Que que você quer que eu faça? Você tá vendo esse corpo capengando na sua frente? Que que você faz? Eu não fiz nada. Você, você já me perdeu um bagulho passou um bu passou. Você já me perdeu de vista de novo. Já é louco. Você me perdeu de vista de novo já. O bicho tá de pé ainda. Ele não morreu. É. É beleza, mano. Eu vou Tem como eu gastar três PD para dar
um golpe na Você consegue. Ah, você sendo bem honesto, você nem precisa gastar esse perç, tá? O bicho tá capengando para [ __ ] É só acertar. Que que você faz? Dou mortal de como por trás. Nada a ver. Parei. Chapei. Bom, ó. Se você for jogar força luta, você joga quatro dados, pô. Caraca. Então, bora. Vai ser, pode ser esse. Manda bala, man. Descreve, descreve o ataque para mim. Mais importante do que o sistema, o que que o Dalmo faz com esse bicho? Pô, é dar um soco na cabeça, mas acabou. Tem mais cabeça.
É só uma massa na sua frente. Caraca, bicho. Já que ela de gosta de desviar de soco, né? Eu vou tentar pegar ela com a minha manobra e tipo assim, esmagar. Você vai esmagar a criatura. Manda esse força, luta para mim, por favor. Quatro dados, né? Tá sim. 17 18. Já foi. Já acertou. 28. [ __ ] 28. Dalmo. Eu não vou nem pedir para você dar o dano. Como você mata ele, mano? Como você acaba com essa massa bizarra na sua frente? Nossa, mano. Eu vou no ódio, tá ligado? Eu vou no ódio e
aí eu pego a a criatura com toda a minha força, tá ligado? E aí eu esmago ela e pego ela com a minha manopla e aí vou tipo como se eu tivesse rasgando uma camisa mesmo. Aham. E aí eu vem rasgando essa coisa completamente no meio. Ele é desmontado na frente de você e cinco aí. Aí eu olho assim e falo assim: "Ah, é, vamos dar vocês mataram o que nunca foi. Fim de combate. Assim que esse corpo cai na frente de vocês, eh, vocês vem do outro lado do galpão lá atrás uma voz do
outro lado e vocês vem duas figuras paradas na porta. Uma delas grita: "Caralho, isso foi foda!" E vocês vem um homem alto, mascarado e encapuzado, com roupas pretas e um rifle sniper. E do lado dele, uma mulher de mais ou menos 1,70. Tatuagens emo, cicatrizes no outro, um cabelo curto, preto, com mechas vermelhas na franja, uma blusa vermelha de bola alta com um pequeno símbolo na frente e um casaco de couro preto. Ela tá vindo em direção a vocês. [ __ ] isso foi [ __ ] Ela ela toca no ombro desse cara mais alto
que olha para ela e olha pra frente. E o que que vocês fazem? Quem são vocês? Eu grito lá no fundo que eu tô lá na ponta. [risadas] Ela vem chegando com grande sorriso no Rosto. Sentindo saudades. Ah, alguém lembra de mim? Quem é você? Vocês não lembram dela. Ah, pera. Ela olha para trás, ela vê o caixão aberto atrás de vocês. A expressão dela muda instantaneamente. Pera, pera. Vocês abriram um caixão? Ah, ela vira pro cara encapuzado e mascarado do lado dela. É, é. Eu acho que isso explica de onde veio aquele bicho. A
gente devia ter chegado mais cedo. E ela vem continuar caminhando na direção de vocês. Eu, eu tô eu coloco a mão na cabeça, tô sentindo muita dor de cabeça. Eu vou dando alguns passos para trás em direção ao Algar. É algar Aldmo. Mano, eu ainda tô com a sniper. Eu quero virar para fal quem é você? [ __ ] eu nem te conheço. Aí chega fal: "Pô, você tava com esse com esse com esse rifler aí mascarado e nem pr ajudar." Vocês veem que lá atrás tem uma van estacionada com o mesmo símbolo daquele escudo
da porta. Vocês vem que ela tava sorrindo, mas ela segue em direção a vocês. É, eu sinto muito. Eu achei que vocês iam demorar mais para chegar aqui. Eu sinto muito, muito mesmo. Infelizmente um de vocês cinco acabou de morrer. O quê? E é aqui que a gente vai terminar o Episódio de hoje. E a gente continua. E eu acho que eu sei quem foi, porque eu vi a eu peguei a aparência. [risadas] O quê? E a gente continua no sábado que vem, no próximo episódio de Exatomb, mas não antes da gente apresentar uma última
mecânica especial dessa temporada. Vocês todos perderam as memórias, mas elas devem voltar lentamente com a progressão dessa temporada. No final de alguns episódios, eu vou entregar essas cartas que contém uma espécie de flashback para cada um de vocês. Vocês não vão ler elas em voz alta, a voz alta aqui. Vocês vão absorver elas e vão interpretar elas como vocês quiserem. Memórias podem ser traiçoeiras, especialmente quando tem tanto sentimento envolvido. Antes dessa temporada, eu pedi para vocês responderem algumas coisas. Algumas podem ser iguais, outras podem ser completamente diferentes. Eu vou entregar as cartas para vocês. Não
leiam ainda agora. Não leiam em voz alta. Apenas absorvam essas intenções com os personagens e se quiserem falar sobre elas no próximo episódio, vai de cada um de vocês. Vou deixar elas aqui. Ah, vou deixar aqui. Não, não leiam ainda. Morreu? Morreu. E foi [risadas] você que escolheu quem morreu. Ah, tá. Sem saber. [risadas] [ __ ] Vai, abre o caixão. Abre. Vai. É gostoso. É. Não é bom. Foi o quarto caixão, né? Não. [risadas] A cara do céu bit olhando. Você vai abrir cadê escolher? Terminamos o Dá uma baixadinha aí. Dá uma baixadinha aí.
Não, tudo bem. Relaxa. Desculpa. Terminamos o primeiro episódio. Como estão se sentindo? Ah, não, cara. Com medo. Como você acha que a gente tá se sentindo com a informação [risadas] que você deu? Eu nem lembrei mais se era para ler, se era para eu não ler. Eu tava segurando assim o bagulho. Precupa. Tá tudo bem. Quando o labirinto abriu o o cachorro se abriu. Essa é sua escolha. Cada escolha tem uma Não. E e você [risadas] meio que nem escolheu. Você só meio que foi indo, tá ligado? Não, ele escolheu. Ele escolheu. Ele escolheu. Mas
assim, nessa situação, ele vai escolhe. [risadas] Ai, aconteceu o primeiro tomb, mano. O primeiro tomb fodeu. Absoluto cinema. Bom, parei. Louco, cara. Que primeiro episódio, [ __ ] Muito [ __ ] Muito, muito legal, cara. Tô tô impressionado como eu tava eu tava muito apreensivo porque é uma loucura. Só taquei vocês nessa situação. Que episódio incrível. Muito, muito, muito obrigado por mais uma vez por terem aceitado esse convite, por terem jogado tão bem. Sábado que vem estamos de volta e muito obrigado especialmente a você por ter sido até aqui. Um beijão e até o próximo
sábado. Até a semana que vem. Até mais. Ou não ou não ou [risadas] ou não ou não ou não. Um de nós não volta. Ou não. A luz do sol me aquece. O vento me assomra pele me enche de mata branca em meu [música] caminhar. A luz da lua [música] cresce majestosa e rubra luzindo no [música] ar. Cobrindo o olhar, tingindo o meu lar de vermelho, [música] nefasto, renúncio de um banho de sangue. Com banho [música] de as luzes se apagam, levando torpor para mais um banho [música] de sangue. Assim, a noite com fome, [música]
o céu despedaça o e a nua se [música] derrama sobre mim em um de sang.