[Música] [Aplausos] [Música] olá uma das discussões da base nacional comum curricular é como se dá o ensino das artes e educação física ele deve estar integrado ou não as outras disciplinas conexão quer discutir esse assunto e entender se essas decisões acontecem em uma escola no dia a dia ou se deve ser a base curricular a responsável por induzir essa integração aqui no estúdio comigo estava alexandre palma que é representante do instituto arte na escola que no rio de janeiro e já já o telefone ali aglais do instituto península entrar nessa conversa com a gente tudo
bem alexandre que bom que você pode conversar com a gente sobre esse assunto hoje seja bem-vinda tá muito obrigado pelo convite eu acho que vai ser um diálogo muito bacana com certeza a começar explica pra gente né e foi a base estrutural né das artes para educação básica para essa faixa etária sim é é a questão da arte na escola é uma questão que propõe ao estudante todo uma gama toda uma uma série de processos relativos à experimentação artística reflexão sobre o ensino da arte e também é a apreciação a crítica desses processos nas diferentes
linguagens da música teatro à dança às artes visuais ea gente pensando a escola pública a gente tem um dilema muito importante porque na escola pública talvez a gente encontre um um dos únicos espaços onde as crianças que são atendidas pela rede pública têm acesso a essa linguagem a essa vivência então essa é uma questão assim de cidadania artística que deve ser preocupação não apenas da gente mas de toda a sociedade e você é comentou esses aspectos da arte é teatro dança e artes visuais elas tornaram de certa maneira obrigatória até pouco tempo a coisa de
um ano sim bem é a gente tem algumas inquietações que são importantes sobre essa e se debaixo da base nacional comum curricular hoje eu estou representando o instituto arte na escola é uma entidade que está no brasil desde 1989 promoção promovendo a valorização dos professores de arte também trocar tudo na ufrj nessa área de arte educação ea gente está observando é com grande preocupação é a questão do dessa dessa nova regulação que atinge é a arte na escola realmente a gente teve uma legislação de maio do ano passado né ainda no final do ainda dentro
do governo dilma nem falam das da arte com as suas quatro linguagens a disciplina as tem quatro linguagens música teatro dança artes visuais ea música também é muito importante o que ocorre há uma grande inquietação entre os professores e também entre os estudantes em relação ao oferecimento dessas linguagens porque são linguagens a música o teatro a dança e as artes visuais que transbordam esse limite da disciplina é é então tem aí uma regulação que é sempre sempre fui sempre flutua muito de estado para estado e município para município em relação a políticas educacionais para disse
pela arte mas o que a gente acaba observando é que essa interpretação é essa adequação da legislação infelizmente ela acaba sendo pra baixo é para o mínimo do mínimo necessário enquanto o conteúdo da arte ele transborda no ar e transborda a gente tem o nosso brasil com uma riqueza enorme culturalmente e ele infelizmente do jeito que está posto na lei legislação das políticas educacionais do jeito que esta aposta ela está atrofiada em relação a essa riqueza essa adversidade a gente tem no branco é depende de leitura política e também essa abrangência toda do país é
um grande desafio para a base nacional comum curricular eu quero aproveitar e já convidar a conversa ali a clássica do instituto península de são paulo eles fizeram uma leitura técnica da base nacional comum curricular para entender os aspectos relacionados à disciplina de educação física ia tudo bem tudo bem tudo velha tudo jóia não ter você aqui pra gente o que mantém os encontraram nessa leitura até arranjar outra leitura crítica é em parceria com outros institutos e fundações fundação roberto marinho instituto rodrigo mendes e o pino di é e com grupo de talita de tudo pra
que todo o país é que tem a experiência tanto na academia quanto na prática na escola o que nós encontramos nessa leitura nunca ser perito da base é que houve um avanço considerável para a disciplina de educação física tão nós consideramos que o texto ele já apresenta um enorme avanço porque pode ser rica que fica na escola ganha a oportunidade de melhorar é pontos como por exemplo estabelecer um objetivo claro precisa ficar dentro da escola então o terceiro que eu li tudo que quero ficar não é mas ele não é explícita porque ela dentro do
campo de linguagem e ela dentro da escola tem uma importância que a gente acha que isso precisa falar de forma bastante clara segundo pouco é que não há objetivos de aprendizagem e isso vale não apenas para educação física mais um produto oi perdemos o sinal com a linha um instante mas ela é de uma doença que eu acho que já posso trazer para você no estúdio enquanto a gente tentar retomá lo o contato com ela existem objetivos claros né para a disciplina educação física na base sobre educação física os olhares sobre essa viagem bem tem
até um uma ser uma convergência nesse aspecto com a educação física porque a arte no ensino fundamental está sendo apresentado a partir de ciclos ciclos e integradores então você tem um ciclo do primeiro quinto ano de conteúdos que são comuns né e de 6º ao 9º ano também que são conteúdos que podem ser trabalhados de acordo com a questão assim é conceitual do ciclo você tem um período de cinco anos para integralizar determinados conhecimentos dentro da área de arte ontem essa semelhança com a educação física mas tem aí um porém que é importante né em
relação aos parâmetros curriculares nacionais nos quais o instituto arté na escola teve um grande trabalho né e disseminação pesquisa né e ele refletir são nessa que até então estava orientando bastante a questão da arte na escola é e descola um pouco da coordenadora da área de linguagens quando ela afirma que o conteúdo de arte não tem uma sequência fixa de conteúdos né não tem uma seqüência detalhada existe sim essa sequência né de conteúdos que foi construída já na década de 90 é junto com os parâmetros nacionais e que explicitam qual é esse conteúdo em seqüência
especialmente pra o ensino fundamental na prática como é que as artes acabam contribuindo para o desenvolvimento desse aluno a questão da expressão corporal na questão da percepção pensando em municípios né de que maneira cada tipo de artrite tipo é cada a dança o teatro às artes visuais são específicos para quais momentos você diria a gente tem aí é na verdade quatro currículos música teatro dança e esse artes visuais a grande questão é de que maneira em que lugares a gente vai observar isso plenamente é é a questão que eu penso o seguinte o jovem a
criança pessoalmente no ensino fundamental né especialmente para onde ela tem a necessidade de ter esse contato lúdico esse contato cognitivo nesse contato que ajuda no processo de símbolo a simbolização dela né no processo de identidade também é é como é que a gente pode traduzir essa riqueza num campo que tem assim é uma limitação grande né você tem quatro linguagens e apenas uma única disciplina se você observar né em outras escolas em outras redes você vê a disciplina arte proposta de uma outra maneira a partir do mesmo parâmetro não apenas uma disciplina mas você vai
ter aula de teatro você vai ter aula de música você vai ter aula de dança é então quanto mais possibilidades a criança eo jovem tiver de experimentação reflexão e fruição dessas áreas néné mais acesso a uma cidadania de uma cidadania integral essa criança vai ter né então é eu fico preocupado com essa divisão né quer dizer em alguns lugares você tem uma uma disciplinação uma forma muito limitada não só em relação às suas linguagens em relação à sua carga horária né ea própria bncc infelizmente está sugerindo isso essa limitação agora em outras redes principalmente a
privada ou então os colégios federais né você tenha a arte transbordam dessas barreiras que o currículo está oferecendo nessa nova versão aí dá base à pergunta hoje volta com a linha quando você concorda com essas limitações linha na sua área no caso olá estou de volta eu concordo com as limitações à realidade do cãozinho de cargo dentro da maneira como está proposta ele também principalmente não teve um ponto de seqüenciamento das unidades temáticas que aliás é o terceiro ponto aqui da leitura crítica de nossas idéias a idéia é que se passa que há de fato
uma limitação é e não uma ampliação e potenciavam do repertório da educação física pra esse jogo ruim nas escolas é em vários contextos do país é claro que algumas redes pode ser que é dele disse john optar por essa avaliação mas o texto precisa explicitar a nossa visão é esse sequenciamento de maneira que com objetivos claros para cada um dos anos também se depressa criança a oportunidade de experimentar uma unha repertório muito maior de jogos brincadeiras e forte e todos os outros conteúdos que estão a direção parte da educação física agora uma pergunta em comum
claro os dois numa pergunta como pra vocês é os professores costumam fazer planos de aula lia você pode fazer responder na educação física o que acontece existe um histórico de - sistematização de conteúdo em que esse é um ponto que segundo ponto aquilo não é uma cena que acontece no modelo tradicional em sala de aula então há a a visão de se estabelecer planos de aula de um jeito bastante aquele dado e aparece em algumas escolas não a regra a nossa experiência a segunda questão é que a piscina de educação física ela ainda muito mais
física como alvo da prática e não tanto do conhecimento que é um outro ponto que nós trazemos da leitura crítica né então uma história que que um dos especialistas que nós conversando troca é que uma mãe ela pergunta por seu filho na volta da escola ela só deve ser uma aula de matemática por exemplo que o que você aprendeu hoje e quando chega na aula de educação física ela pergunta o que você fez hoje então isso também não mostra a crise che - a questão da integração entre o aprender ou apreciar aquilo que se está
r vento dental de educação física e o fazer e na verdade essas coisas poderiam integrar e sim um planejamento junto com a coordenação pedagógica da escola e do próprio professor de educação física uma cultura de planejamento maior talvez poderia acontecer mas não é a regra é na nova experiência alexandre na no caso das artes costuma ocorrer esses planejamentos plano de aula olha essa pergunta é muito boa porque a arte está sempre na berlinda sempre está na berlinda quando tem algum tipo de proposta algum tipo de reforma é que vamos aumentar a carga horária de matemática
a diminuir de ar sempre está na berlinda sempre infelizmente e mesmo com essa contradição toda a gente ter um brasil muito rico e o currículo de artes atrofiada e isso acaba cef nos fazendo pensar que há interesses privados em relação a esse cerceamento histórico da disciplina arte então a gente teve uma grande conquista é a obrigatoriedade dessa área 96 a partir de uma mobilização muito grande não só dos arte educadores mas também da sociedade civil é para implementar essa disciplina dentro do currículo mas assim quando se fala de planejar arte fazer planejamento então a gente
tem aí uma gama de propostas pedagógicas e um interesse muito grande na pesquisa do ensino da arte realizado pelos próprios professores que às vezes não estão dentro desse circuito acadêmico mas eles mesmos realizam estas pesquisas desenvolve às vezes novas metodologias e tudo isso o colorado por essa necessidade de se legitimar no território escolar então daí quando você fala e da questão do planejamento é sempre uma questão muito cara importante para os colegas de arte educação nas diferentes linguagens porque a todo momento além da sua necessidade de pesquisar e alcançar novos territórios têm a sua sala
de arte dentro da escola né mostrar esse trabalho em outros lugares como por exemplo a gente tem a iniciativa do instituto arté na escola com o prêmio arte na escola cidadã ali você tem um espelho de ações super estruturadas e que foram planejadas e às vezes é a parte do currículo de um sistema escolar ou a partir da própria motivação desse colega de arte-educação de arte em legitimar o seu território de atuação na escola porque a gente infelizmente tem que dizer que a arte na escola ainda é um território de resistência e o planejamento não
só da aula mas também o planejamento de uma ação dentro de uma escola geralmente é uma tarefa que é elaborada pelos nossos colegas pelo menos eu tenho visto isso com muito prazer e também como uma forma de resistência política agora vai ser e saber sobre os dois sobre a questão da formação do profissional que mais está em sala de aula nem há como é que vocês enxergam essa questão a formação é a partir de todas essas determinações novidades pela base a formação do professor de educação física a formação inicial ela é de fato é que
irá acompanhar o que viradas a última versão da base né isso não só para ficar tão rica mas para todos os outros a todas as outras disciplinas a maneira como nós vemos aqui hoje a administradora de educação física elas trabalham há as questões do movimento cultural pra escola competindo com outras questões como por exemplo a ginástica é imaginado que está aqui na escola mas a ginástica do professor que vai virar por exemplo o personal trainer on how que vai trabalhar numa academia então ela ganha um pouco menos de espaço com intencionalidade para o ensinar então
é o conteúdo associado a uma didática específica que está entre a escola é que acontece com as outras possibilidades para esse profissional no futuro então a gente tem um problema uma oportunidade aqui para resolver o problema outra questão é que é existe aí não é só dentro da educação física uma questão importante na formação inicial que a associação entre a teoria que está presente bastante forte na academia ea prática daquilo que de fato acontece na escola então nós acreditamos somente no instituto península que a tia may na oportunidade dentro desse novo momento de se pensar
num único euro e prática e de ensaio de datas específicas para que a criança de fato ela aprenda ela faça ela consiga aprender de todo aquele conhecimento é algo que vai potencializar o desenvolvimento integral então a gente tem de fato que uma jornada a percorrer é com esse texto novo que virá da amavi aparenta formação inicial rapidamente alexandre você é o que você acrescenta em relação à formação do docente para artes eu trabalho na ufrj com a formação de professores no campo das artes visuais especificamente né então a gente tem as outras formações também as
outras licenciaturas lembro que há ali e colocou nerd dá dicas específicas né e música em dança em teatro claro que quando a gente fala em didática específicas a gente não está dizendo que essa formação tem que ser especializada há a necessidade de interdisciplinaridade não só entre essas linguagens e não apenas com as outras áreas como a educação física né com mais área de ciências como as áreas de humanas a gente pode se relacionar com essas outras áreas a construção de projetos e ações assim em arte mas quando a gente fala de especificidade didático específico em
música o teatro a gente não tá querendo dizer que isso signifique é o aprisionamento da arte no seu próprio campo tecnológico você pode se relacionar mas ao mesmo tempo não pode perder a sua especificidade então a questão que também atinge a formação de professores e que está expressa nesse documento da bmc de arte é que isso também vai afetar a formação específica nas diferentes linguagens no campus da universidade na medida em que o documento fala em artes integradas surgem diferentes preocupações quem leciona artes integradas qual é o conteúdo de artes integradas são algumas questões o
instituto arté na escola eu vou tomar gentileza de dizer preparou um documento e que será encaminhado aos representantes do mec pra que a gente coloque as nossas preocupações vão trazer algumas sugestões instituto arté na escola vai trazer essas sugestões e essas sugestões foram construídas junto com a base junto com as pessoas que estão como você coloca ali na apresentação do programa no chão da escola na realidade a realidade dá um exemplo pra gente rapidinho exemplo dessa prática da prática de artes dessas sugestões mas sim uma vizinha que estava no documento olha só vou pegar sacolinha
aqui o pegando dvd do lixo plástico na escola e ainda que nesta está quanto vai ser respondido não posso pegar aquela coisa do prêmio arte na escola é que eu vou deixar o meu nome é uma rapidinha quais são a os pressupostos metodológicos da base nacional comum curricular pra ti né é a são linguagens mas não estão não está claro acho uma linguagem arte é uma disciplina é e também tem uma confusão entre competências e objetivos neste documento além da falta de um de uma sinalização metodológica de uma fundamentação metodológica né ea gente tem esse
dilema que é o dilema da polivalência né que na verdade é uma precarização é que atinja a disciplina arte e também outras disciplinas nem quer dizer o professor que dá aulas de música da aula já dá aula de dança sem ter formação para tal específica né e criando embaraços e junto aos estudantes e junto a sua própria formação é a galinha você também é pelo pelo instituto tem alguma sugestão para encaminhar a base enfim deixar aqui como mensagem pra gente e alguma sugestão de repente de como é possível que essas duas disciplinas interajam na prática
nas escolas é eu vou começar pela segunda pergunta na realidade e nós trazemos sim a questão da interdisciplinaridade é muito mais como - com ovos que seja só integração de conteúdo em si mas muito mais uma questão de produzir sentindo pro aluno que está dentro das escolas pouco de vários tipos de conhecimentos são por exemplo a tentar através da conquista com outra se trina o aluno dentro da aula de educação física ele estou também de sorte e vai organizar um campeonato dentro da escola um festival esportivo porque não junto com o professor de matemática comentada
ganhar tabela das estatísticas de como o futebol se dá esses jogos e com intencionalidade esses professores produzir um sentido que tenha a ver com a história da conquista conta matemática por exemplo no caso da sorte existem inclusive por exemplo as mudanças elas estão presentes tanto na educação física quanto na zaga existe um potencial mais precisa ainda de uma possibilidade de uma integração então sim existe a questão da interdisciplinaridade ela é muito possível o que nove não apenas aqui no texto apesar dela apontada como importante existe pouca reflexão de co e apesar de esse não ser
o currículo é a base é o caminho para que isso aconteça para quem ser finalidade aconteça na nossa visão já está um pouco mais incisivo no texto ele a oi já é o que a gente já vai encerrar o programa ea segunda questão é nós fizemos uma leitura crítica entregamos um documento tanto o beque quanto ao tn é então esse documento está entregue e nós devemos avançar nesse detalhe a tela a audiência será em brasília agora mundial e eu quero novamente agradecer a sua participação aqui no conexão agradeço também aproveito ao alexandre e com certeza
essa é uma questão que ainda rende muita conversa a gente vai voltar a tocar nesse assunto aqui no programa um abraço pra você também alexandre muito obrigado pelo convite é eu queria apenas convidar todo mundo a conhecer um novo pólo que está se integrando à o instituto arte na escola onde ele comenta a gente pode jogar na tela rapidinho em um endereço site do instituto é bom que as pessoas visitem 30 sugestões muita dica simples chagas docente instituto arte é arte na escola quanto o ponto org.br né parte da escola com um toque com br
e agora é o seu novo pólo dentro da rede arte na escola que é o pólo da escolinha de arte do brasil fundada por augusto rodrigues em 1948 e que ano que vem vai completar 70 anos da escolinha né a gente tem até uma publicação não sei se é possível mostrar com a capa do ziraldo que fala um pouco dessa trajetória da escolinha e quanto a escolinha de arte do brasil foi importante para o inferno da arte no brasil muito obrigada a gente pode pensar e trazer essa questão essa novidade para uma nova conversa no
conexão abraça de sanga a vez de casa também muito obrigada pela sua participação a gente se vê na próxima [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música]