Eu [música] [música] fico também pensando se há uma possibilidade da Elise Samúdio, ela também estar viva, né? Se existe essa possibilidade, né? Impossível.
Impossível. Impossível. pelo seguinte, eu eh fiquei amigo do Dr Edson Moreira e e na realidade como é que o crime foi descoberto?
Porque o crime não ia ser descoberto, foi feito por profissional. A Elise tava desaparecida, a mãe gritava que tinha sido Bruno. O Bruno jogava no Flamengo lá no no ninho do urubu.
Bruno tava super tranquilo. Quando em dado momento, um garoto menor de idade de 16 anos, ele assistiu à morte de Elisa Samúdio. E ele, Vilela, não tava conseguindo dormir.
Ele não tava conseguindo dormir porque ele viu ela sendo morta. Quando você fica muito ansioso com isso, não consegue dormir, vila, ela a tendência é você querer contar para alguém até para dar uma desabafada. Claro.
Ele chama um tio dele e fala: "Tio, eu preciso contar uma coisa pro senhor muito importante, mas senhor tem que me manter segredo". Aí o tio falou: "Tá bom, o que que aconteceu? " Falou: "Olha, senhor, lembra aquela viagem que eu fiz para Minas Gerais no sítio do Bruno?
" Falei: "Lembro". E eu voltei. Aí ele falou o seguinte: "Você não vai acreditar.
Eu, juntamente com o macarrão, levamos a Elisa na casa de um ex-policial e eu assisti a morte de Elisa. Aí o tio perguntou: "Mas como é que ela morreu? " E ele conta como é que ela morreu.
Posso contar se você quiser. Quando o tio ouve tudo isso, o tio fala: "Não, calma, pô, pelo amor, não foi você que matou, você nem sabia o que ia acontecer com ela. " Vilela, sabe o que esse tio fez?
O sobrinho pediu para não contar para ninguém. O tio no dia seguinte, ele tinha um amigo numa rádio, foi numa rádio, deu uma entrevista e contou tudo. Quando ele conta, a polícia do Rio, o Brasil inteiro fica de boca aberta.
O Dr Edson Moreira vai pro Rio de Janeiro, o garoto é apreendido e o garoto conta como foi que ele viu a morte dentro da sala do bola. Se você quiser, eu posso reproduzir para você. Vila, se você achar conveniente.
Claro, claro. Como foi que Elisa morreu? Elisa foi levada pro sítio do Bola com uma promessa que eles iam comprar um apartamento, que ela receberia uma mesada e que o Bruno assumiria o Bruninho.
Ela tava com o Bruninho no colo. Num determinado dia, o macarrão chega para ela e fala: "Olha, nós vamos eh vou te levar na casa de uma pessoa e depois a gente vai ver o apartamento que o Bruno mandou verificar para ver se você gosta". Só que essa vinda para Minas Gerais tinha esse rapaz de 16 anos que era o sobrinho, que foi para dar um apoio para o macarrão.
Quando eles chegam na casa do do Bola, ela entra com o Bruninho na mão. Ela entra com o Bruninho na mão, juntamente com o Bola e com o garoto menor de idade de 16 anos. E o Bola tá lá.
O Bola começa a conversar. Só que talvez o garoto não soubesse que ia ter um homicídio, mas o macarrão sabia e o Bola sabia porque ele ganhou, e isso me disse o Dr Edson Moreira, no dinheiro de hoje, mais ou menos R$ 70. 000.
Aí houve, estavam todos de pé na sala do Bola. Em dado momento, o Bola pede para ela deixar a criança com o macarrão. Falou: "Deixa de criança com macrão, quero quero fazer uma coisa com você".
Ela deixou. Aí ela pede, Vilela, que ela estenda as duas mãos. Quando ela estende as duas mãos, ele pega nas mãos de Elisa e faz isso, ó.
Ele cheira as duas mãos de Elisa. Que bizarro. E ele fala assim para ela: "Você não usa drogas?
" Ela fala: "Não, eu não uso. Eu só eh uso bebida alcoólica. " Em seguida, ele começa a passar a mão nas mãos de Elisa.
E ele disse: "Nossa, você é uma mulher que não é dona de casa. Sua mão é muito lisa, você não é uma mulher a a a que que tem serviços domésticos". Ela falou: "Realmente, eu não sou".
Início ela tá com as duas mãos espalmadas e ele fazendo esse movimento. Nesse momento, salada, ele pega, ele vira ela de costa, dá um mata leão e torce o pescoço de Elisa, provavelmente quebra e ela cai se fosse uma pessoa já morta, desmontada no chão. Quem viu a cena?
O macarrão com o Bruninho no colo. O garoto de 16 anos. Naquele momento, um silêncio na sala.
O Bola disz o seguinte: "Aguardem lá fora que eu vou terminar o serviço". O garoto assustadíssimo vai lá para fora. O macarrão que também não sabia que a morte seria daquela maneira, vai lá para fora com o Bruninho no colo.
Quando passado 10 minutos, ele com a mão ensanguentada e um pedaço de carne joga para os cães hotweilers, dizendo o seguinte: "A mão de Elisa já foi. " E os cãos, os cães avançam e comem aquele pedaço de carne que não era a mão de Elisa Samútilo, que era uma carne já preparada. Naquele momento, ele se despede do macarrão e o macarrão, antes de ir embora, faz um pedido para o Bola.
E quem me contou foi o Dr Edson Moreira. E o pedido foi o seguinte, com o Bruninho no colo, ele fala o seguinte: "Dá um jeito nesse garoto também". Ô louco, o Bola, que é um matador profissional, olhou para ele e falou o seguinte: "O garoto não tá combinado, tá combinado só a mulher.
Vocês já pagaram pela mulher? Vocês vão pagar pelo garoto? " Olha, eu não tenho dinheiro, então comigo não não resolve.
E nisso entram no carro quem? o bola, o menor segurando a criança e eles voltam pro sítio. Esse relato foi tomado pela polícia no Rio, depois pela polícia em Minas Gerais, quando ele foi levado porque ele foi apreendido e foi um documento muito importante para convencer a juíza a fazer o a certidão de óbito indireta.
Que que aconteceu, salada? No Tribunal do Júri, o advogado deve ter chegado pro macarrão e falou: "Meu, você vai ser condenado porque é muita prova". E aí, utilizando um recurso de diminuição da pena, o macarrão abre o bico.
Quando ele foi ser ouvido, ele falou: "Não, eu tava lá". Ele deu uma enrolada, mas ele conta que estava lá e que viu a morte. E em seguida, quando chegou a vez do Bruno, o Bruno fala uma meia, uma meia confissão que no final o juiz entendeu que merecia uma diminuição de pena.
Então você veja que para esclarecer um crime precisa de um detalhe. Se esse garoto não caguetasse, talvez Elisa Samudio continuaria como uma desaparecida. E o Bruno jogando na seleção brasileira, talvez.
É aqui. Foi incrível, incrível esse esse esse relato. Vamos lá.
Tem a pergunta da Luna Figueiredo. Ela quer saber qual que foi o detalhe da cena do crime que mais chamou a polícia por algum motivo. Atenção.
Ai de o o que acontece. Ah, o o em termos de investigação teve a eu acredito que seja as situações da da a história que elas contavam no fechavo. Ela contra a desci com as malas.
Que que você fez com as malas? Ela foi levar para uma pessoa. Para quem essa viagem que você foi fazer, foi viajou da da parte da manhã até 11, 10, 11 horas da noite, né?
Só mesmo. Cadê o marido? Ah, tá viajando.
Ah, cadê o o marido? Tem mandado mensagem. A mensagem, o IP da mensagem é zona norte de São Paulo, próximo daquela igreja que ele é que eles iam.
Sim, né? Anglicana. E então, quer dizer, a história toda que ela que ela contava não fechava, tinha muita falha.
Então eu acredito é que aí a o um mérito, muito mérito da da investigação, cabe a polícia civil, cabe a expertise do delegado ao dos seus policiais, porque o delegado em si sozinho não faz nada, depende de uma equipe de policiais, de escrivães, tá? Então eu acho que a gente tem que eh parabenizar a equipe que fez a investigação, né? que mesmo antes de ser feito um trabalho pericial, vamos dizer, no apartamento, tá, quando eu estava sendo realizado, a equipe já tava com uma com a prisão temporária dela.
Sim. Então, tem que dar um mérito pra equipe que trabalhou para caramba e conseguiu os resultados. Então, detalhe, salada que o a cena do crime, olha que interessante, ela aconteceu no apartamento lá no duplexo cobertura.
Mas, Vilela, e se ela tivesse sumido com o corpo do marido? e não fosse encontrado, ela ia bater na tecla. Não, não aconteceu não.
Mas e as mala não interessa. Eu não sou obrigado a falar. E não é não é obrigado a falar.
como investigada, ela pode dizer: "Eu quero me manter em silêncio e aí nós iríamos cair salada no caso da Elisa Samúdio, que até hoje, porque quando a gente pega o caso de Elisa Samúdio e as pessoas falam: "Lordelo, como uma pessoa é condenada por homicídio sem corpo e na história jurídica criminal, existe um um um ditado que não funciona sem sem corpo, sem sem é seria a materialidade do crime, do homicídio ao corpo. homicídio corpo. Só que na história jurídica criminal você encontra pouquíssimos casos.
Um deles é o caso famoso dos irmãos Naves e o outro caso famoso é o caso da Elisa Samúdio. Então são pouquíssimos casos que o delegado consegue reunir um conjunto de provas em que o eu vou dar um exemplo. No caso de Elisa Samud, eu fiz amizade porque na na cobertura que eu fiz na Rede TV, fiquei amigo do Dr Edson Moreira, que foi o grande delegado desse caso.
E eu perguntei para ele no programa, eh, perito salada, falei, falei, Edson, como é que você conseguiu convencer a a juíza criminal lá de Minas Gerais a mandar o cartório de registro fazer um atestado de óbito indireto, tá? Sem que não há corpo da vítima? Ele falou assim: "Lordelo, deu muito trabalho, eu reuni um monte de prova, Vilela, ele falou".
Aí eu cheguei paraa juíza e falei: "Olha, o corpo sumiu porque o autor é o Bola, é um ex-policial que é matador, ele é profissional e nós não vamos encontrar o corpo. Se encontrar é muita sorte, como não encontrou até hoje. " E aí o Dr o Dr Edson Moreira falou pr pra juíza, "Tá aqui, ela morreu, eu tô provando sem ter o corpo".
A juíza pediu para analisar, ligou para ele e falou: "Ó, tô dando uma ordem para ser expedido um mand um um atestado de óbito sem corpo". E eu, por curiosidade, o internauta que tá vendo agora, o Vilela, coloca na internet, vai sair o atestado de óbito indireto de Elisa Samúdio, que ter mesmo sem ter sem ter corpo. Ou seja, mas isso é muito difícil.
Se você não tiver prova suficiente, o juviz fala: "Eu não posso fazer isso". E aí sim, cada eh eh crime de homicídio sem corpo não tem crime. Nesse nesses casos de exceção, quando vocês expedeem a certidão de óbito, o juiz tá garantindo Elisa Samúdio foi morta.
Mas é raridade. Agora a pergunta que fica esse o plano dela que era levar aí os o corpo para o Paraná e se o corpo fosse desovado numa mata do Paraná e num dia alguém descobrisse como é que ia se chegar no Marcos Matsunaga não chegava. ia ser mais um encontro de cadáver no Paraná, inquérito arquivado, só que o plano dela deu errado.
Nessa nessa viagem que ela que ela fez pro Paraná, que tem de serra ali na na nesse trecho, ela parava numa beirada, jogava mal, jogava tudo e se fosse no Paraná ainda pior, porque aí ia ser investigado pela polícia do Paraná, polícia civil do Paraná, chegar no Marcos. Ia ser muito difícil chegar no Marcos. ia ser um uma situação bem complicada, não?
É por isso que respondendo o nosso ouvinte, o nosso o nosso internauta que perguntou: "É, cena de crime", nesse caso, a cena de crime foi lá em Cotia, do encontro das partes do esquartejadas. E como eu disse aqui, eu já falei, o a habilidade do guarda municipal falou: "Pera um pouquinho o cara tá usando calça diesel, tá usando eh camisa Hofloren, tá usando uma cueca de luxo". Ele falou: "Pô, esse cara tem as mãos muito eh eh bem aparadas, bem cuidadas e aí quando ele levanta isso, é óbvio que o cara falou: "Pô, pode ser o Marcos Matsunega".
E aí foi fazer o DNA. Agora, se esse corpo é encontrado fora de São Paulo, talvez eu e o Salada não estivessemos aqui agora. É, eu uma vez eu fui no porque o o indivíduo resolveu confessar do crime, nós fomos até Sorocaba [roncando] numa num barranco para encontrar uma vítima.
Se a o autor não confessa aquilo ninguém ia achar dentro do estado, não ia. Era uma beirada da estrada, depois os corpos que não não são não são achados. [roncando] Ou de repente é localizado, mas já tá o crime organizado.
Som com tanto corpo, né? Priscila Belf. Priscila Belf sumiu.
Verdade. Até hoje sumiu. Você pode falar que ela foi assassinada?
Ela é hoje desaparecida, uma moça desaparecida. E no caso da Priscila Bfor, eu me recordo que a gente fez cobertura na Rede TV disso, não sei se vocês se recordam, depois de quase 3 anos, o caso estava meio frio. Uma mulher, Vilela, vai no promotor de justiça e fala: "Eu não consigo dormir.
Eu tô com um problema de consciência. Eu quero confessar. Eu presenciei a morte de Priscila Bfor.
Promotor ficou espantado, falou: "Você sabe onde ela foi enterrada? " Ela falou: "Eu sei e eu levo vocês". O promotor imediatamente pega a máquina e começa a ouvir essa mulher, certo?
Ouviu, ouviu, ela contou tudo e ela deu o nome de quatro traficantes. O promotor imediatamente pediu a prisão dos quatro traficantes e pediu a prisão dela porque ela teria participado, não atuando eh de uma maneira executória, mas ela estava presente no assassinato da Priscila Bfor. Bom, pede a prisão, sai a prisão temporária dela, ela chama o delegado do caso, falou: "Tá aqui a testemunha que vai levar o senhor delegado a encontrar o corpo de de Priscila Bforo.
" O delegado chama os bombeiros, pega uma máquina retroescavadeira e eles vão para determinado lugar, entra no meio do mato e fala assim: "Tá ali o corpo enterrado aqui". O delegado falou: "Tá bom, arranca, arranca a terra, arranca a terra, não encontra nada". O delegado fala para ela, fala assim: "Ó, pera um pouquinho, não tá me encontrando nada".
Ela falou: "Olha, eu me enganei, não é aqui, é mais para cá. Anda, anda, anda". Falou: "É aqui que tá o delegado vai, os bombeiros vai escava, escava, escava, não encontra nada".
Ela falou: "Me perdoe, eu me enganei. É mais na frente, nesse caminho, o delegado que eu tive acesso, o investigador faz assim para ele, ó: "A mulher é louca, você não acredita. do delegado levar pra delegacia, constatou que ela era completamente biruta, levou pro promotor, falou: "Doutor, a mulher é louca".
Sabe o que aconteceu? Os quatro traficantes tinham sido presos, cara. Foram os quatro soltos e ela imediatamente solta porque era uma pessoa que se apresentou dizendo que sabia.
Mas volta a repetir, o corpo de Priscila efor Malbuquerque, ela perguntou se é possível uma pessoa cometer um crime tão brutal e não ter histórico de violência. É assim, a a Elise não tinha histórico de violência. Uma o típico do de uma pessoa que não tinha histórico de violência, não seria alguma coisa tão natural alguém conseguir fazer um crime tão brutal, tá?
sem que tivesse algum problema na cabeça, um problema mental, algum do problema, algum distúrbio, algum desvio, porque o o que ela realizou não é para qualquer um, é diferente. Ah, mas ela cortava bicho, não sei quê. Cortar um animal não tem nada a ver que você conseguir ter estômago para picar um ser humano e ainda mais um ser humano que você convivia, né?
A Elí, até onde eu sei, ela não tem nenhum histórico de violência, não tem nenhuma passagem policial e nada e conseguiu, né, cometer um crime bárbaro desses. Olha, o Doc Street que matou Angela Diniz, que era a mulher mais bonita do Brasil, o Doc Street eh fugiu, no final, ele confessa o crime, mas alegou na época, Vilela, a chamada crime passional. Ele ele ele fez o quê?
Ele pegou a Ângela Diniz, diminuiu a Ângela Diniz ao máximo, dizendo o seguinte: "Eu acabei matando em violenta emoção. No primeiro julgamento do Doc, ele foi absolvido. A as mulheres se reuniram, houve uma comoção nacional, foi feito um segundo julgamento e aí ele foi condenado.
O que eu quero dizer para esse nosso internauta é que a maioria das pessoas que acabam matando eh pode ter certeza que as pessoas não tinha histórico de violência, mas num determinado momento da vida uma explosão ali e acaba matando. Так.