Diga-me lá, conte-me tudo e não me esconda nada. Alô, Jean Valelan, onde você está nesse momento em Natal? Olá, Flávio, grande abraço a você, meu cumprimento, a todo o teu público. Sim, estou em Natal. E antes que eu esqueça, semana passada, sábado último, eu dei uma palestra em Portugal e ao final da palestra duas jovens eh me procuraram e disseram que eram fãs do Flávio Vale, que assistiam todas as lives do Flávio Vale, que haviam me conhecido através das das live do Flávio Vale e conversamos um pouco. Eu tô tentando aqui me lembrar o nome
delas duas, mas não estou conseguindo. Mas elas mandaram um grande beijo para você, para todo mundo e peço desculpas porque os nomes realmente eu não consigo me lembrar, mas fica dado o recado. Ol legal. Um abraço de alma para essas duas queridas que nos acompanham. Valeu, meninas. Você tava em Portugal, em qual cidade essa? Essa palestra foi no Porto, mas depois eu tava em Lisboa também. Olha, muito bem. E você está muito bonito hoje, Rogério, com essa foi infarto. Foi infarto. Faz só pode ser, né? Inclusive o Rogério estava me dizendo aqui que o infarto
realmente fez bem para ele, porque eu perguntei antes da live começar aqui fora do ar, como é que vai a sua saúde? É, sem dor, pelo menos por enquanto, Porque depois do primeiro infarto em 2011, que inclusive o corpo morreu, mas restou uma dozinha chata ao longo desse dessa década e pelo menos esse agora doce foi. Mas vamos bater aqui na madeira da vida que é a nossa mão, para ver que uma pequena eh eh gracinha aí com destino para ver se continua por mais um tempo, mas me deu uma qualidade de vida que eu
já não tinha. Eu penso que a hierarquia espiritual, a qual está com você, deve ter feito algumas ativações no seu avatarzinho, melhorado, otimizado, reconfigurado o seu corpinho para você ficar conosco aqui mais uns 200 anos, viu? Não me deseje isso. E o meu prestígio é nenhum lá por cima, ou seja, por lá da onde for. Não é bem por aí não, viu, Flávio? Acho que foi um bom trabalho médico mais uma vez. Brincadeiras à parte. Obrigado aí pelas expressões generosas. Rogério, a nossa live de hoje, o que Javé quer de nós? Eu sugeri esse tema
aqui porque é uma pergunta recorrente no canal. Olha, você que está na nossa audiência, já deixa o teu like, o teu joinha, o teu gostei para reforçar o nosso trabalho. Já vou pedir aqui, antes que eu me esqueça, você que puder participar do super stick, super chat, seja membro do canal. Nós precisamos de pelo menos mais três pessoas para completar a meta. E já saiu a revista nova Plus Ultra. Eu vou mostrar daqui a pouco, mas antes vamos ouvir do Rogério sobre este tema. O que Javé quer de nós? Olha, sendo bem franco e direto,
esse ser, ele vive em nós, ele vive através de nós. Ele faliu, espalhou seu código, seu código foi evoluindo, gerando novas espécies, né? E nós somos a espécie mais recente desses 13 bilhões de anos. desde que tudo foi dado início em termos dessa criação. E o que é que Jahé quer de nós? A nossa vida. Ele queria ter uma vida como a nossa. Então, ele vive a nossa vida. Ele é um ser falido, ele é um ser adoentado, na verdade desativado. Ele tá praticamente inexistindo. Ele não Ele não existe mais como um eu que se
movimenta. Ele é um uma coisa que não morre, um troço que vibra, mas não funciona, vamos assim dizer, na espera de uma nova hospedagem. que possa dar guarida ao tipo de ser que ele é. Então, de todos os tipos de vida que surgiram ao longo desses bilhões de anos, parece que a vida humana Foi para ele e é para ele, todos os seres desse universo vizinho e de outros níveis que a gente nem imagina, um modo existencial em que nela ou nesse modo ou na nossa vida cabem todas as sujeiras e defe efeitos e doenças
que esses seres acumularam ao longo desse período e que o nosso DNA tem atavicamente tudo isso registrado. Mas na nossa vida cabe também o que na deles não cabe, que é beleza, bom humor, ternura, carinho, sorriso, solidariedade, altruísmo, eh, essas coisas todas, né, que nós, apesar de carregarmos o fardo de muitos problemas, doenças, dificuldades, desafios que temos que superar só pelo fato de estarmos vivos, né, mas nós podemos sorrir, podemos nos abraçar, podemos estimar uns aos outros, nos perdoar, nos amar. E eles querem isso, eles não têm nada disso. Esses seres, eles são medíocres de
A a Z, de um espectro total. Nós equivocadamente fomos condicionados a considerá-los por eles serem estranhos e estarem em outros lugares e terem certos poderes que a gente não tem. Então, a gente chama de deuses, de anjos, disso e daquilo, mas esses seres, todos eles são inferiores ao mais Eh desavisado de seres humanos. Por mais frágil que um ser humano possa ser, por mais cheio de defeitos disso e daquilo, qualquer um de nós pode, mesmo com todos os defeitos, a gente fazer algo no campo do bem. A gente pode amar alguém, por mais monstruoso que
sejamos, a gente pode amar alguém. Esses seres não conseguem fazer isso. Então assim, eles querem a vida da gente, só que eles querem levar o código da nossa vida, já que para eles a gente vive assim, porque o nosso genoma, os nossos 28.869 genes são ordenados de um modo que gera isso, mas não é tão simples assim. E como não foram eles que criaram conscientemente o ser humano, eles jogaram dados bioquímicos, algoritmos biológicos e nós surgimos e eles se espantaram. Por isso o Java é bíblico, teve aquele susto com Adão e É Eva, não era
aquilo que eles esperavam. Então, até hoje eles estão tentando eh apropriar neles próprios o que nós humanos com todos os nossos problemas fomos produzindo. Então, no fundo, esses seres eles querem a nossa vida ou querem ter a nossa vida. Na medida em que não podem, eles vivem invadindo o nosso psiquismo, invadindo a nossa condição humana, sentindo que sentimos, criando situações para que Eles fiquem ligados nessas situações e até apostam para se manterem vivos, despertos. Enfim, esses seres são parecidos comosco quando assistimos novela, filme, quando a gente fica sentindo as emoções, não que a gente sente,
mas que o personagem transmite, transfere pra gente. Então nós para eles significamos mais ou menos isso, vida. Eles ainda não chegaram ao ponto de despertar e ter inveja da vida que nós, suas cobaias terminamos tendo, né? Mas nós humanos, apesar dos problemas, somos tão grandes que mesmo sendo cobaias e mesmo sendo prisioneiros meio que escravos e obrigados a viver, ainda assim a gente consegue ser, entre aspas, feliz em alguns momentos, viver em paz de forma digna, decente. Eles não conseguem nada disso. Então, o que é que eles querem da gente? Isso. Só que eles não
sabem como fazer. ainda vai demorar muito, mas muitos milhões de anos para que quando um extraterrestre abduz algum ser humano, leva pra sua nave, aí tira o código da pessoa e coloca neles, não funciona. Quando esses seres de outros níveis extrafísicos conseguem através de 100 artimanhas copiar ou mesmo retirar o DNA da exalação de de algum ser humano Via nariz ou boca e leva para colocar neles. não funcionar, porque falta algo que eles jamais compreenderam e só estão compreendendo nos últimos 2 anos, que é isso não pode ser tirado, isso tem que ser dado. Então,
só nós, os humanos, quando formos dignificados pela história desses seres e pela atitude deles, pararem de metir, de esconder, de agir nas sombras, como eles fazem, né? Na hora em que nós humanos pudermos, por nós mesmos, compreendermos a verdade e darmos de nós o melhor que nós temos. Nesse ponto, quando o nosso DNA sair para ser dado ou emprestado, é como se fosse uma transfusão de sangue, mas a gente fazendo isso com carinho, com dignidade, sabendo que tá fazendo, aí o efeito neles vai finalmente eh fazer valer todo esse esforço. Mas nos moldes em que
isso está sendo feito, no surtofeito que eles que eles esperam, eles continuam sofrendo e a gente também. E são mais de 500 livros escritos pelo Rogério, sendo mais de 50 publicados. É isso? 51. Eu gostei, gostei do nome artístico comercial que você disse nome artístico. Isso foi covardia minha no início. Eu não queria parecer inventar nesse nome. É. E sempre as pessoas perguntam: "Olha, mas por que Jean Valelan? Por que Rogério? Como é que é?" Então tô explicando, você que tá chegando agora já sabe. Então é um apelido, um nome artístico Jean Vauelan. Rogério é
o nome pros mais chegados. Você que quiser tratá-lo assim, tudo bem. E olha, temos aqui a revista nova, revista do Rogério, a revista Plus Ultra. Este aqui é o último volume. Você que quiser adquirir o endereço para isso, está na descrição desta live. São várias revistas, você pode ter todas as outras. num pacote. Olha só, são várias aqui. Ou uma só, a mais recente, ou aquela que você quiser para completar a tua coleção. Dá uma olhadinha na descrição assim que a live acabar. E se você puder, adquire essa revista que vai acrescentar no teu conhecimento
para essa nossa caminhada de expansão de consciência. Quer falar um pouquinho da revista antes da próxima pergunta? É a revista. A Daniela e o Guilherme fizeram uma nova configuração. Nessa daí consta história em quadrinhos a vida de Maria de Madalena, da aventura dela em torno do Messias, em torno da figura de Jesus. E assim essa revista ela traz de forma condensada e muito bem produzida reflexões sobre os assuntos que nos livros eu escrevo de qualquer maneira. Nessas revistas, não, muitos amigos e amigas, irmãos e irmãs estão escrevendo de forma muito bem produzida essas reflexões que
facilitam o entendimento, tá? Só aproveitando, eu não sou escritor, eu não me considero escritor, nem jamais pretendi, nem pretendo ser. Eu sou um escrevente meio que forçado pelos fatos e a turma que tá escrevendo nas na revista é uma turma mais habilitada do que para tratar desses assuntos. Então é realmente um nível formidá para você que me escuta, os livros, os institutos que você pode se escrever, né? tem o IEA, que é o Instituto de Estudos Estratégicos e Alternativos, quase 300 palestras, 200 e não sei quantas, de 2, 3 horas sobre assuntos distintos. Tem outros
institutos. Eh, mas essa revista ela que vai pontuando de forma muito objetiva os principais temas que a gente tem desenvolvido nos institutos, nos livros, nas palestras. Então, era isso aí. Obrigado, e continuamos aqui com a participação da nossa audiência. O Fábio Evandro Luiz nos fez muito feliz e ele escreveu: "Rogério, satisfação. Tenho acesso a muitas ocorrências. Estive com Cristo. Fotos e filmagens no mês 4 de 2013. Manifestação de sete plasmas de luzes em forma triangular em cima de casa. Buscava o Cristo. Enoque comenta: "Seriam sentinelas?" Olha, plasma de luzes não não é algo comum, mas
que nos últimos tempos tem ocorrido bastante. Eh, eu não saberia exatamente o que é que o nosso irmão eh Fábio se refere a ao nome Sentinelas, né? Mas assim, eh, esse nome associado aos vigilantes, isso tem mais a ver com seres e que na tradição antiga foram chamadas de sumérios ou anonaques. Esses seres são biológicos, são desse nosso universo. Eles não trabalham muito, que eu saiba, pelo menos eu não tenho evidência disso com plasma, mas eh seres desse universo vizinho e e esse universo vizinho tem milhões de moradas e essas moradas todas elas são edificadas
com isso que a gente chama de plasma. Só pra gente entender, no universo em que vivemos, nós temos os estados da matéria, gasoso, líquido, sólido, mas o que mais existe no nosso universo não é gás, nem líquido, nem sólido. É o estado de plasma, porque esse é o estado das estrelas do universo, né? Então aquilo que a gente imagina que é a massa do sol lá, o plasma das estrelas, tá? eh, exatamente do que é formado esse universo vizinho, ainda que de anteméria. E esses seres têm conseguido, através de estranhos processos que eles próprios nos
últimos séculos conseguiram criar, eh, provocar fenômenos e no nosso universo aqui que termina sendo reproduzido como se tivesse plasmas luminosos ali surgindo. Então, isso é um fato. Por mais que isso seja estranho, a ciência humana não fala disso. Acho que os cientistas mal acompanham isso ou não acompanham, mas a parte da ufologia acompanha. E a única eh vírgula que eu coloco e pedindo desculpas em relação ao comentário do nosso irmão Fábio, é que eu não faria uma relação disso com as sentinelas enoquianos, porque ali nós estaríamos falando de um de uma coisa que não estaria
ligada a esse tipo de plasma que agora está ocorrendo. Mas isso é, na minha visão, esse plasma todo que nós estamos vendo aí. Recentemente eu lancei um livro junto com outros amigos chamado Irem Iron, Universos em Colisão, que mostra exatamente o problema desses dois universos, né? eh que inclusive esse universo vizinho, A ciência tá começando a novamente levar em conta a sua existência. já são quatro ou cinco eh evidências, indícios e agora mesmo tava em Portugal e nessa nova revista super interessante lá na língua lusitana tem exatamente uma matéria onde nela cita-se uma dessas eh
evidências que os cientistas estão notando da presença de um universo paralelo ao nosso. Então, em resumo, eh isso é um fato que está meio que acontecendo na Terra inteira, mais no hemisfério norte do que no hemisfério sul, mas esse fato está ligado ao que nesse livro Iren Universo, a gente vai descrevendo ali como se fosse uma ficção, mas que não é isso, foi só uma forma de apresentar o assunto. Mas eu não colocaria Enoque, o a sua história, eu não colocaria os anjos que trabalharam no processo de Enoc. Eu diria que isso é produção de
outras raças, de outras figuras aí com interesses que no momento é melhor a gente nem ter muita ideia. Agradecemos a Ediana que nos ajudou. Valeu pelo teu apoio. Temos também a Marizete Prestes que disse: "Gratidão, Rogério, pela revisão do livro dos espíritos. Esperei 30 30 anos por isso. Valeu, Marizete. Também obrigado, Marete. José Manuel Antunes fez um apoio aqui. Valeu, José Mari Valêncio, boa noite. Já estava com saudade do meu mestre Jean Vauelan. Valeu, Mari. E temos a participação do Adriano que disse: "Como Jahé, com tanto poder para criar um universo tão vasto e infinito,
não consegue resolver problemas simples de relacionamento com suas criaturas. O que adianta tantos conhecimentos?" Mas, meu irmão Adriano, não foi Javé que criou isso. Jahé o nome que nós damos ao ser que se reconstruiu aqui dentro. Mas quem criou isso foi um outro ser que ao cair na obra despedaçou-se, enlouqueceu e o eu dele caído que se reconstruiu é esse eu amalucado que a gente chama de Javé. Então esse Javé que a gente entre aspas convive através dos registros que ele mesmo deixou nos livros de antiguidade, não é o mesmo ser que lá fora, lá
na a partir da periferia da espiritualidade, vamos assim dizer, teria criado o universo e o eu dele terminou caindo, né? E ao cair enlouqueceu. Então, só fazendo essa distinção, o ser super inteligente Que criou essa dimensão onde hoje nós existimos, não é esse Jah. Jahé é o eu dele caído, ou seja, é o que sobrou do eu desse ser, que é isso que eu tenho descrito nos livros, o drama cósmico de Jah, o drama espiritual, o drama terreno de Javé e em outros livros e palestras que tenho produzido. E eu não sou o primeiro nem
o único a falar disso. As mitologias ancestrais lá atrás já falavam dessa queda, já falavam desse problema, né? própria mitologia hindu, ele situa para além da dimensão desse universo problemático e diz que o ser caído chama-se brama, mas o ser que tava lá fora antes da criação não é brah de brah outros chamam de prjapati, outros chamam disso e daquilo. obras que tenho produzido. O nome é Adipra Brágina. A gente chamou paraa Brágina para facilitar. Mas enfim, a pergunta do nosso irmão é como é que um ser super inteligente, não, esse ser que está tentando
conviver com as suas criaturas, ele é demente, ele é absolutamente cheio de doenças. Ele é um ser bestial, ele é um ser Apodrecido, ele é um ser falido. E ainda assim ele conseguiu sair desse estágio de podridão total e construir para ele um tipo de ser que veio existindo com todos esses defeitos. E a cada nova espécie que surgia, seja no universo vizinho ou no nosso, ele ia se apropriando dos progressos dessa espécie. até que, infelizmente, quando as espécies foram se tornando mais complexa, o que se refere eh, no nosso conhecimento, ao tempo em que
os mamíferos surgiram, ele nunca mais conseguiu apropriar coisa n. Ele nunca mais apropriou nada desde que os mamíferos surgiram. Então esse ser que antes da criação poderia talvez apropriar um ou outra coisa da ingenhosidade que os hormônios dos mamíferos terminaram produzindo, mas infelizmente a o aspecto dele caído, que a gente chama de Javé, esse ser até hoje nunca conseguiu apropriar o o resultado daquilo que a gente chama de ressonância límbica. que é ressonância límbica para melhor explicar. Eh, os répteis eles põe ovos. Uma mãe põe ovos, vai embora e se aquele ovo vai ou não
produzir algum filho, a mãe não tem a menor ideia. E se aquele ovo produzir um jacarezinho, a mãe do jacaré quando cruzar com ele no rio não identifica que aquele jacaré é filho dela. Os répteis, os não tem essa nos ganglios basais do seu e o seu cerebelo não tem eh mecanismos cerebrais para perceber isso. Mas por sobre o cérebro reptiliano foi construído pela evolução durante milhões de anos o cérebro límbico ou mamífero. E aqui surgiram o tálamo, o hipotálamo, o hipocampo e a amídala cerebral. Esses quatro centros, entre aspas, de captação e transformação de
informação do sistema nervoso de um corpo mamífero, permitiram que uma mãe mamífera, diferente da mãe reptiliana, criasse uma linguagem de quê? Primeiro, através do hipocampo de memorizar o quê? O filho de um mamífero sai de dentro da mãe. A filha de uma mamífera sai de dentro da mãe. Então a mãe vê, tá ali sentindo a filha memoriza através do hipocampo e associa a essa memória o zelo, o instinto maternal que uma mamífera tem, coisa que uma jacaré, um répte não tem. Então fica ali um arquivo memorial que tem exatamente eh as informações sobre a memória
e a sensação Que a mão sentinhas que os mamíferos começaram a criar, o rosto de alguém e uma sensação associado àele alguém, né? Essa memória límbica terminou se espalhando e criando o que o que alguns cientistas dizem, uma linguagem que surgiu entre os mamíferos. Mas percebam, os mamíferos surgiram antes dos primatas. Os primatas surgiram antes dos primatas superiores, dos quais somente aqui no neocórtex que surgiu o Fox P2, que é um gene que permite a racionalidade. Então, a linguagem racional que nós humanos temos, ela é muito ulterior, posterior à linguagem dessas memórias límbicas que os
mamíferos lá atrás já tinham. Só que nós humanos somos também mamíferos. Mas o que seria a ressonância límbica? é a capacidade de, pelo fato dos mamíferos terem essas memórias acumuladas nos seus cérebros, n suas sinapses, é a capacidade que um elefante tem de, ao olhar pro outro sentir o que o outro está sentindo. É a é a linguagem que permite uma leoa, ao olhar para um leãozinho ou para um leão ou outra leoa, sentir o que ela tá sentindo. Ou seja, é uma linguagem que Acontece instantaneamente e que independe racionalidade, porque os mamíferos trocam essa
esse tipo de linguagem. Nós que somos racionais, a gente usa a racionalidade, mas prestem atenção, essa ressonância límbica acontece antes da racionalidade. Eh, você se aproximar de uma pessoa e sentir o que ela tá sentindo sem troca de sinais, sem falar coisa alguma. Então, esse tipo de situação Jahé adoraria ter, mas ele não sabe capturar isso. Por do jeito que no cérebro de um jacaré, ou melhor dizendo, no cerebelo de um jacaré, não tem como existir ressonância límbica, porque não tem como existir esse tipo de linguagem complexa pelos arquivos complexos com memória e emoção ou
sensação. Seres como Javé, o próprio Sofia, eles não conseguem por apropriar isso porque são seres desprovidos de condições de nas suas mentes trabalharem com arquivos que envolvam emoção ou sutilezas. Eles são grosseiros. Eles trabalham com ordenamento eh dos fatos para impedir o caos, diminuir o caos, diminuir a podridão, mas eles não são sofisticados, nunca foram. Então, respondendo objetivamente a pergunta do nosso irmão, os seres lá de fora desse universo que que criaram muitos universos, esse aqui é só um deles, mas tem o bronca nesses, eles são muito superiores, muito evoluídos, muito puros, vamos assim dizer.
Mas o jaé caído é um ser rasteiro, é um ser, o mérito desse ser, caso ele tenha título, é de ter transformado a podridão dele num processo socializado, em que ele distribuiu a podridão dele, o código podre dele para várias outras individualidades que se transformaram em protótipos de espécies. E essas espécies todas foram vivendo ou revivendo o DNA apodrecido dele. E houve essa evolução que no caso do nosso universo, daquilo que a gente conhece a partir da Terra, eh répteis mamíferos, primatas e nós humanos, né, somos uma sequência que vem na dentro da perspectiva pluricelular
desde que a vida surgiu no oceano sobre a forma de peixe o cozinha. Então, esses seres eles não sabem apropriar isso. Eu não vou aqui eh explicar que a única tentativa que Javé fez nesse sentido e que ele conseguiu apropriar alguma coisa foi do povo, o cefalópos, né, que surgiram uns bões 500, 600 milhões de anos. Bem, já que eu comecei a falar, é melhor eu explicar porque senão não seria justo de minha parte. Se nós, seres humanos e os povos que hoje existem, se nós fôssemos para trás na procura de um ancestral comum, esse
ancestral comum estaria situado na classificação taxonômica das árvores genealógicas, da tentativa da biologia e entender como a vida surgiu. Esse ancestral comum entre cefalópodos e humanos. teriam 600 milhões de anos e ele seria um verme aquático que teriam surgido na água. E segundo a ciência, e aqui tem mistério nisso, esse verme ele não se duplicou em dois para criar dois caminhos. O mesmo tipo de verme começou a se comportar de um jeito aqui e esse mesmo tipo de verme começou a se comportar de outro jeito ali. Esse aqui é ali. Esse desse verme surgi os
vertebrados e os invertebrados. Qual é a questão? Os os vertebrados somos nós, ou seja, nós, seres humanos, somos a última ponta desse processo evolutivo. Mas no campo dos invertebrados, que tem povo, que tem aranha, que tem abelha, por aí vai, surgiram diversas outras formas de lógicas de espécie, né? As abelhas tem uma lógica em circuito fechado, o sistema colmeico que eu falo no livro A Divina Colmeia, que eu lancei Há algum tempo atrás, que é uma abelha rainha manda, as abelhas operárias obedecem, é todo uma organização genômica para que aquilo ali funcione. Então, os povos
eles têm um tipo de inteligência, simplesmente não é menor lógica ou como se pode através da lógica humana explicar a sensibilidade quase mamífera de um povo. Só que um povo não é mamífero, ele é invertebrado. Mas assim, o povo tem lá uma série de coisas comportamentais que intrigam, instigam o pensamento humano. E é um mistério à parte, não é? De toda forma, a afirmação que eu fiz foi o quê? Daquilo que eu tenho conhecimento, posso est totalmente enganado, mas foi isso que esses seres me mostraram, de tudo que surgiu até hoje em termos de espécie,
a única espécie que o nosso amigo Javé conseguiu apropriar alguma coisa foi dos povos. E até hoje essa coisa tem um uma valia para ele, ainda nos moldes em que ele hoje eh basicamente está desativado, não está operante, mas eh é um patrimônio que ele tem, mas assim, dos seres humanos, ele nunca conseguiu tirar nada. É como se esse ser pegasse a sua enfermidade e dividisse entre a humanidade para que cada pessoa trouxesse imunidade, melhoria no DNA, para que esse ser obtivesse através de nós a sua cura ou pelo menos melhorasse a sua trajetória doentia.
É assim que eu entendo, tá mais ou menos por aí. Nós, os seres humanos, somos a última etapa desse processo, mas entenda, lá todas as as espécies que surgiram antes da gente também são resultado desse processo. Eh, na verdade é como se hou bilhões de anos atrás, no dia que eu lançar um livro chamado Projeto tal, isso vai ser explicado. É como se cientistas desse universo vizinho tivessem deitado assim numa numa maca o corpo, entre aspas, quase morto do Criador. O meu corpo, o corpo de cada um de vocês é formado por cerca de 100
trilhões de células. Só que 10 a 15 trilhões de células do nosso organismo de fato, pertencem aos órgãos desse corpo. Os outros 85 a 90 trilhões de células não são nossas, são de seres unicelulares, bactérias, fungos, protozoários diversos que vivem por aqui. Então, imaginando um corpo com 100 trilhões de células, como como seria hipoteticamente esse de Javer, qual é o drama? O drama é que em nós nós temos um uma questão holográfica que diz que em cada o todo de cada um de nós está representado em cada uma das nossas partes, ou seja, em qualquer
célula de um corpo humano, tá lá o código genético da receita do corpo inteiro do ser humano. Mas em Ja coisa não é desse jeito. É como se cada célula do corpo Dele tivesse uma doença à parte ou fosse o mesmo código, mas adoecido de uma forma muito distinta em cada célula. A questão é como impedir que esse ser morra? Porque em tese, toda a operação feita de mergulhar nesse universo para tentar salvar o ser caído, eh, tem como base essa intenção aí que até hoje ainda não se realizou. Mas como impedir que esse ser
morra na época, um ser chamado morreens, ou na tradição órfica chamada de fães ou de protonos? Esse C, ele disse, ó, não tem outra forma, só tem uma maneira, é pegar cada célula doente ou apodrecida desse ser, pegar um espírito ou uma mônada ou uma estrutura espiritual inocular nessa consciência espiritual particularizada, a doença daquela célula, daquele de Javé. E a partir de agora, esse espírito infectado com a doença de Jahria sentir o incômodo da doença. Então ele teria que nascer pro mundo de Javé, seja esse vizinho ou nosso, tornar-se um ser vivo de alguma espécie,
sentir o incômodo da doença e tentar evoluir. Só que esses seres não conseguiram evoluir. Aí criaram a vida biológica, tiveram que criar sexualidade para ver se diminuía a transmissão da infecção dos pais para um filho, né? Em vez de ser clonagem. Então junta dois, cada um dá uma célula, junta as duas células, cria um zigoto, nasce o novo ser. E mas aí a a vida biológica conseguiu criar evolução, então eles se encheram de esperança, mas a coisa impactou na época em que os o cérebro límbico, os mamíferos surgiram, eles perderam o controle sobre isso e
o que veio acontecendo veio. Mas assim, não é só os seres humanos que servem como exemplo para isso. São todos os seres que já surgiram. Nós somos só a última face desse processo. Por falar em face, eu tô lançando um livro daqui um mês, mais ou menos que se chama Além da Ordenação do caos, dois pontos, a face virótica do Criador, que é exatamente mostrando que esses vírus, bactérias, fungos, protozo que existem no nosso corpo compõe a face de Javer, porque cada pedacito desse pertence a ele, veio dele, tem a ver com o código específico
de uma de suas células apodrecidas lá no outro universo, cujo código foi transferido pro universo biológico. Então, nesse livro, que é tremendamente sério, eh, eu tento refletir sobre isso, deixar uma primeira refletida aí pra humanidade sobre essa perspectiva virótica que a gente não entende microbiana, né? Mas é exatamente por isso. Isso que dos micróbios ao ser humano, qualquer ser vivo nessa história tá inoculado com a doença do criador como forma de tentar viver em nós a dificuldade dele. Nós humanos podemos superar isso através do progresso espiritual pessoal de cada um de nós. E mesmo guardando
no corpo a doença de Jaavé, o nosso eu pode transcender isso, se emancipar isso. Mas os outros, as outras espécies não. Então, Flávio, nós podemos nos ver livre disso. Alguns de nós já estão, estamos aqui fazendo favor divino. Outros humanos não, ainda sofrem, padecem de karma, mas esse karma é do favor divino, né? for inoculados aqui com o aspecto da doença do criador. Isso não é ético, isso não é decente, isso não é digno, mas é assim mesmo que as coisas são. Gostei muito da resposta. Marian Nina nos ajudou com o super sticker. Gratidão, querida.
você turbinou a nossa transmissão. O Milton também deu uma força aqui e disse: "Se estamos aguardando um novo Logos, não estamos na mesma condição dos das religiões que aguardam um Salvador. E ele deseja também muita saúde para você". Ah, pergunta excelente, muito complexa. De fato, nós, seres humanos, sempre estamos ou fomos condicionados a aguardar figuras que venham resolver problemas por a gente, mas não é isso o caso de um logos. Nós não estamos esperando nenhum logos, como o nosso irmão apontou na pergunta, existe um quarto logos, mas essa definição logos é invenção minha. vamos assim
dizer, invenção no sentido de se referir a esse ser, chamando-o de quarto logos. Eh, e a invenção ocorre, na verdade, como a cópia daquilo que o próprio Platão chamava o criador caído de Demiurgo. E essa expressão logos foi sendo usada. Então, apenas também tomei emprestado dos neoplatônicos e e de outras visões mais espiritualizadas. que representam esses seres que nas mitologias se transformam em logos criadores, em logos responsáveis por movimentos pontuais da evolução universal, não é? Eh, mas assim, os logos todos falharam. No livro O quarto logos que eu lancei, eu mostro os três primeiros logos
e e digo tem um quarto aqui, mas esse quarto não vai resolver bulhufa. Somos nós, os humanos, que junto com esse quarto, Quando da especiação da espécie homo sapiens espalhando pelo universo, já que nós humanos podemos ser monstruosos, mas também podemos ser maravilhosos. Se a turma que tá aqui na Terra vai continuar nessa nesse nível de estupidez, de corrupção, de marcha totalmente insensata paraa estupidez total, a saída que existe para a natureza humana é se especial, ou seja, sair da Terra. grupos humanos irem morar em outros lugares, na Lua, em Marte, em naves por aí,
e darem início a novas civilizações humanas, mas sem os vícios da corrupção, dos que, entre aspas, eh, sintonizaram aqui na Terra como sendo donos da vida, donos das macroforças que dominam a Terra. Então, nesse sentido, o quarto logos não vai fazer buiufas, não vai operacionalizar, não vai tomar decisão, não vai julgar ninguém. Não é isso. O quarto Logos é um coordenador de progresso junto com os humanos que conseguirem criar progresso em si mesmo no sentido de eu ter o que ofertar pro criador caído. Nós estamos condicionados a querer que os outros nos ajudem, né? Nós
somos viciados a esperar por milagres, a pedir milagres, a conseguir graças, bênçãos. É o contrário disso. Nós é que temos que produzir um monte de coisas para esses seres aí do universo vizinho. E essas graças e bênçãos que Tanto a gente pede, os amigos espirituais, que somos nós mesmos, quando a gente larga esse corpo aqui, o eu da gente passa a ser um espírito que atua, aliás, já é continua sendo um espírito que agora livre de um corpo, vai atuar nesse circuito para ver se pode apoiar os irmãos que estão vivendo na terra e em
outros mundos, porque sabe-se que a vida é complicada. Mas torno a dizer, o quarto logos não é alguém que vai fazer alguma coisa no sentido de salvar ou ajudar os humanos. Não. O quarto logos é só um coordenador que junto com o progresso humano irá trabalhar no sentido desse repasse das informações límbicas e das informações racionalizadas da estrutura do campo mórfico humano, do genoma humano, junto ao biocosmos emergente universal. E o quarto logos é que vai transferir isso para esse ser chamado Javé. Então assim, se tem alguém esperando outro logos para resolver alguma coisa, é
bom dar uma refletida, porque não é por aí não. Clé, querida, gratidão por nos ajudar com teu super sticker. Valeu, turbinou a nossa transmissão e o Pablão está de volta participando com uma pergunta. Valeu pelo teu apoio. Ele disse: "Rogério, fale um pouco de Lúcifer e o trabalho que fazia e como ele conseguiu trazer tantos espíritos para esse universo. Olha, Lúcifer não não tem responsabilidade eh em muitos dos desdobramentos que hoje podem ser vistos e analisados com uma certa serenidade em torno do fenômeno da vida, né? Nós aqui na Terra demos um azar louco, porque
eh a evolução do pensamento humano foi muito tosca ainda. É, hoje nós estamos vivendo o problema da pósverdade. viu uma palestra em Portugal sábado passado, uma semana atrás, exatamente sobre isso, mostrando que essa coisa de pósverdade surgiu na língua inglesa no ano 2016, porque todo ano surgem novas palavras em todas as línguas, né? E no caso da língua inglesa, a BBC e a enciclopédia britânica e outros órgãos lá, eles estudam quais as palavras que surgiram naquele ano e escolhem quais esses que serão oficialmente incorporadas ao dicionário inglês, né? E essa palavra post truth, pós verdade,
ela no ano 2016 foi escolhida, mas o que é que isso significa? Nós, seres humanos, lidamos com fatos. Acontece um fato aqui. Nós humanos lidamos com esse fato e criamos uma percepção mental do fato e uma concepção sobre o fato. É assim que a coisa funciona. Mas isso aqui deveria ser, entre aspas, a verdade que aquele fato representa para aquele ser humano. É a verdade dele. Mas criou-se uma pós verdade, ou seja, algo que acontece após o fato ter acontecido. E o que é? é a narrativa que alguém produz sobre o fato. Então essa narrativa
é que passou a ser a verdade para muita gente. E isso é feito dentro de um controle psíquico, de um mecanismo de fazer com que as pessoas que gostam daquele assunto fiquem viciadas naquele assunto, só escutem aquele assunto. E daí surge a doença do viés de confirmação em que você só escuta aquilo que confirma aquilo que você já acredita que sabe que lhe é agradável. E com isso você vai se tornando burro, estúpido, idiota e vai fechando a sua capacidade psíquica de observar outras coisas, de aplicar algum perspectivismo nas concepções que você vai colecionando Como
sendo as suas certezas, né? E é nesse sentido que as religiões nos ferraram porque nos impuseram certezas que não foram trabalhadas no sentido de uma análise fria ou de uma tentativa de se construir uma concepção sobre os fatos. Por quê? Porque os fatos por trás das religiões não são humanos, não são terrenos, não tem como a gente fazer, entre aspas, humanárias e construtiva. Então, virou uma questão de fé. Só que após verdade não é mais sobre essas coisas, sobre o que aconteceu há 10, 20, 30, 40.000 anos. Verdade é sobre que tá acontecendo hoje. É
quando pouco importa o que o fato mostre, mas a narrativa daquele fato, a pessoa prefere e pronto. A verdade para ela não é a verdade factual, é a narrativa que foi criada sobre fato. Isso começou em 2016 com o movimento Kanon nos Estados Unidos. Steve Bennon levou esse tipo de idiotícia para diversas partes do mundo e assim desde a votação do Brex, como outras votações também foram sendo vitimadas e até hoje toda e qualquer campanha política vitimada por esse tipo de assunto. Ainda que essa história sempre tem ocorrido na lenta evolução humana. Mas por que
que tô falando sobre isso? Porque a pior vítima da pósverdade que sempre existiu na cultura terrena é Lúcifer. Lúcifer e Elos B sempre foi o ser mais mal interpretado, mais demonizado, Mais isso e aquilo pelas narrativas. E muitas dessas narrativas já sumiram há muito tempo nas queimas de arquivos das bibliotecas de Alexandria, de Terrimo, de eh um monte de coisa que ocorreu aí no passado. E hoje ninguém sabe quem diabos foi Luúcifer ou é Lúcifer, mas chamam ainda de Satanás, disso e daquilo. Então, eh, nós somos vítimas de pósverdade sobre esse tema e me é
muito difícil falar sobre Lúcifer com propriedade. Por quê? Porque primeiro teria que se fazer toda uma revisão histórica do que foi perdido, apontando algumas possibilidades assim. E é isso que eu tentei fazer da trilogia Terra Atlantes. Mas assim, deixando isso aí de lado e indo pra resposta do nosso irmão, esse ser chamado Lucifer não tem nada a ver com quase tudo que se fala sobre ele. Primeiro, não é um ser maldoso, nunca foi. Era um cientista que descobriu que tinha algo errado com a leitura da realidade que os seres biodemos, que é uma classe de
seres, fazia. De como ele lidou com o inusitado, o foco da sua atenção em cima de um problema terminou criando um vírus que surgiu do Hoje em dia, vírus surgem a toda hora dos nossos hábitos alimentares, das nossas eh ousadias. criatividades culinárias, mas também surgem de de Laboratórios de armas biológicas que as forças armadas do mundo inteiro produzem e de vez em quando um escapa. Então lá atrás ocorreu exatamente isso. Luúcifer lidando com uma certa situação, surgiu um vírus que contaminou mais de 200 bilhões de seres do tipo Biodem e ninguém sabia lidar com aquilo.
Era um vírus novo e a desgraça foi total. E dessa desgraça total terminou sobrando um movimento político a partir de um problema de saúde pública. E esse Lúcifer que terminou sendo o foco desse processo, ele jamais imaginou ou queria ou desejou criar qualquer rebelião, criar qualquer problema para quem quer que fosse, nada disso, né? Então, infelizmente essa verdade é desconhecida por todo mundo na Terra. Mas eh desde que Chico Xavier e Emanuel em 1938 no livro A Caminho da Luz resgataram a notícia dos exilados de Capela, que mais tarde Edgar Armon num livro específico com
esse nome esilados de Capela, terminou eh tornando mais atraente ainda o tema, né, que tem por trás a doutrina dos anjos decaídos, ou seja, seres ou anjos extraterrestres que viviam num sistema, falharam lá e foram espiritualmente trazidos paraa espiritualidade terrena e começaram a nascer aqui na Terra enquanto outros vieram mesmo em naves. Então esse tipo De situação eh é que Lúcifer é em tese o responsável número um por tudo isso. ainda que todos os problemas que se desdobraram dessa história, o livre arbítrio de outras figuras, né, que acionaram mecanismos de destruição, de de difamação, de
1 e uma coisas. O fato é que isso fez com que muitos espíritos viessem, não especificamente para eh o o nosso universo, eles vieram mais especificamente, desculpe a frase, pro nosso sistema solar. Foi uma coisa meio maluca. Já tinha havido um problema 300 milhões de anos atrás em Marte, o chamado Rainarok nórdico. Aconteceu lá. Mas a rebelião de Lúcio é muito recente, é coisa de 700.000 anos atrás. Eh, então é um é um aspecto mais recente e da evolução de algumas das problemáticas advindas da rebelião de Lúcifer surgiu o ser humano. Mas fomos influenciados pelos
desdobramentos desse processo e e isso também ajudou bastante a que a turma do universo vizinho perdesse o controle total sobre o que estava vendo aqui na Terra e a evolução do Homo ere herex, o Homo sapiens, Homo Niandertal, diversos tipos de primos do Homo Sapiens na árvore genealógica, vieram a surgir e A vinda dos rebeldes pra terra e a vinda dos espíritos de rebeldes que morreram, entre aspas, ao longo desses 700.000 anos e e vieram paraa Terra e começaram a nascer feitos seres humanos. Isso tudo influenciou. Mas isso é matéria que só num futuro distante
a gente vai poder aprofundar. Por enquanto, infelizmente, o que dá é pra gente colocar esses painéis. E é isso que eu tentei fazer nos três livros que compõe a Terra Atlantes, que compõe a trilogia Terra Atlântis, também a trilogia inicial do Reintegração Cósmica. Rogério, se possível puxar um pouquinho mais perto da boca o microfone para não raspar na camisa quando fala. Isso, por gentileza. Tá ótimo o som, mas de vez em quando dá umas raspadinhas na camisa e o pessoal deu um alô aqui para ver se nós conseguimos corrigir, mas tá perfeito o conteúdo e
o áudio também. Vamos ver se melhor. OK. A participação do José Manuel disse: "E os seres biológicos dos outros planetas, outras constelações tem racionalidade? tem sentimentos também podem ajudar esse criador. Sim, não há nada nada na escala da vida, Segundo as fofocas que rolam na espiritualidade, em outros níveis, que não tenha surgido no âmbito dessa perspectiva. O problema é que nós, os humanos, surgimos com uma condição tal que praticamente tornou sem função muitas dessas espécies semracionalizadas ou semracionais ou semi alguma coisa que estão distribuídas aí no nosso universo biológico. A maioria dos das espécies que
existem no nosso universo biológico, elas não servem para absolutamente nada nesse contexto de ajudar Javer. No início era tudo que existia. Eu tô aqui me referindo a seres formigoides, insetoides, reptilianos que existem aos montes no nosso universo. o que nós chamamos de seres mamíferos, ou seja, seres semiracionalizados, seres, isso é uma coisa mais recente, são muitos, mas comparados com essa turma inicial, eh, o, essa turma semiracional é muito pequena e assim, todas elas quase estão meio que dominadas por processos políticos. Ditatoriais quase commeicos, ou seja, quase como a abelha rainha lida com as suas abelhas
operárias, então não permite que essa semiraidade evolua para uma racionalidade. É um quadro complicado. Quando você lida com esses seres, você percebe que eles não são ruins, não são maus, não são, eles não têm a maldade que nós humanos temos. Neles, isso não está destravado, já que eles são meio que robotizados no sentido de serem eh entes do bem, mas é um bem que é robotizado. Ele não é que eles tenham consciência. Nós humanos temos tendências a sermos maus, mas também temos tendências a sermos eh bons. Então, depende do livre arbítrio. Mas muitas dessas raças
aí fora não tem muito livre arbítrio, não. Há um pré-determinismo meio biológico num outro sentido, porque na época é o tipo de experiência que foi feito com o DNA de Javé, os nossos 28.869 69 genes aqui na Terra, 1,5, 2%, 3% disso no máximo é ativado no sentido de produzir proteínas. A maioria dos nossos 28.869 69 genes é uma maioria de gên adormecido. Antes era chamada DNA bicho, mas que na verdade é um circuito formidável de jogo de ligar e religar informação que liga e religa no eh os genes que passam a produzir isso ou
aquilo através do RNA. Então é um jogo entre DNA e RNA que acontece, mas os genes que definem, né, exatamente aqueles que produzem as proteínas, as enzimas, porque é o que forma o nosso corpo. É sempre um percentual muito pequeno. Isso no nosso caso humano, no caso dessa turma semiracionalizada, a coisa é um pouquinho diferente disso, porque a robotização é é maior, o livre arbítrio é menor. Então não há nem mérito, nem demérito espiritual nesses seres, porque eles não têm muita opção. No caso da humanidade, a opção o livre arbítrio, ainda que marcado por muitos,
muitas eh, isso é uma colxa de retalhos terrível. Nosso livre arbítrio humano também não é essas grandes coisas, é meio limitado, mas é possível ser exercido, ser trabalhado, só que por trás do primeiro impulso do nosso eu imediato. O nosso eu imediato não consegue trabalhar isso. Tem que ser um eu mais profundo em cada um de nós, o que torna a matéria mais difícil ainda. Então, infelizmente, para Concluir a pergunta, a resposta, tem sim muita gente semiracional. Essa turma tem tecnologia, chega aqui, nos observa, não entende muita coisa, eles não têm muito senso crítico. Eh,
já tiveram alguns que se entristeceram, criaram um problema depressivo eh o retorno de suas civilizações, ou seja, vírus que terminaram criando depressão neles. Olha, não tem história boa por enquanto, por aqui. A história boa que pode existir é no âmbito da minha vida, da sua vida, da vida da nossa família, de alguns lugares da Terra. Só os humanos podem criar histórias boas. Essas outras espécies para trás não tem muita coisa boa a dizer. Infelizmente nós humanos também podemos criar todo tipo de desgraça. Giovana Rogério, quando vai sair o drama cósmico de Jesus? Viva mais 1000
anos, por favor. Jovan, eh, de fato, é um é um é um não é um problema que eu tenho. Eu não não me permito que isso pese sobre meus ombros, porque não há mais peso que se possa colocar aí os infartos todos do todos que o corpo vem colecionando. É Exatamente já essa coisa de de ser pressionado, chantageado. Javé joga muito sujo. Esses seres que trabalham com Javé sempre jogaram muito sujo com o ser humano. E entendam, Jesus foi crucificado, Saibaba foi humilhado. Eh, quem Javé escolhe se ferra. Maria foi escolhida por Javé, se viu
grávida aos 15 anos de idade, sem nem ter tido relação nenhuma. Oh, foi escolhida de Deus para ser mãe do Salvador. Vai pro lugar de Maria com 15, 16 anos, se vendo grávida, sem ter tido relação com ninguém. Para você ver como é assustador a história. Então, assim, a narrativa criada termina fazendo com que a gente olhe para aquilo de outra maneira. Mas Javé matou Jesus crucificado, porque Jesus se recusou a seu Messias nos termos em que ele queria. Jahé e os seres jogam duro e na minha condição de figura medíocre nessa história, né, eu
pago o preço de não ter me submetido a esses seres e a questão dos livros que eu produzo faz parte desse quadro, né, de são muitos os livros que me são encomendados, alguns eu consigo levar a bom termo, ainda que eu não sei se se isso está certo. Deixo isso muito claro nas palestras que faço e nos livros que publicam. Eu digo, apó tá errado, então prudência. Não sei, isso aqui não é verdade, é semente pra gente refletir sobre uma possível verdade. E nessa História toda, eu fui, eu lá atrás anunciei que depois dos três
livros, o drama cósmico de Jah, o drama espiritual de Jah, o drama terreno de Jah, eu iria publicar tais e tais livros, entre os quais estava o drama cósmico de Jesus, o drama espiritual, o drama terreno de Jesus e o drama cósmico de Chiva, o espiritual e o terreno de Chiva também, e um livro chamado Mergulho na Escuridão. Esses livros eu nunca tive coragem nem de terminar. eh, são muito confusos, muito complexos. E quando eu comecei a escrevê-los 2009, 2010, 11, 12, eh, eu não tinha enquanto Rogério, noção meses conhecimento de de coisas e fatos
que vieram a acontecer depois, né? Hoje já vé a tributur que já não mais existem, né? E o fato é que eu mesmo na minha condição humana decidi parar com aquilo. O espírito que me anima não concordou muito com a minha decisão. Tentou me levar para aqui, para c lá. Ele lida com uma agenda de necessidades e de desespero que é dele. Eu enquanto um ego por ele comandado, eu enquanto um ser humano produzido por ele, Sendo a sua, vamos assim dizer, atual personificação humana, eu tenho minha dose de livre arbítrio. E diante dos fatos,
eu decidi que não ia publicar isso mais, até que eu me sentisse eh minimamente capaz de perceber um novo tratamento da parte desses seres para com os seres humanos. Não é para comigo, não. Comigo tá tudo bem. Eu já me autorrealizo na pequenez que naturalmente consegui construir na minha condição humana. Isso para mim me basta. de nada preciso. Eh, pequeno sou, com poucas coisas consigo me autosustentar. Então, nada quero, nada pretendo, mas o espírito que me anima e um monte de outras figuras eh pretendem me utilizar no sentido de, por isso que no início eu
disse: "Olha, eu não sou um escritor, eu sou obrigado a escrever, então sou um escravente". E eu digo isso com muita tranquilidade, porque eu venho dizendo isso desde o início. Então, infelizmente, Geovan, eu não sei eh, agora mesmo, há um mês atrás, esse corpo fartou de novo. Eh, dessa vez não teve parada cardíaca, mas sei lá se daqui uma semana não tem coisa. Então assim, eu não tenho noção de quanto tempo esse corpo vai est em produção, mas eh para que eu conclua alguns livros e tenha coragem de publicá-los no Sentido de tá repassando informações
que de novo eu não sei 100% tão certo se está correto ou não, eu precisaria de alguns elementos que eu ainda não tenho. Claro que eu poderia finalizar esses livros do jeito que estão, né? Eu já fiz isso em outros livros e lancei e digo: "Ó, isso aí vai ser ajeitado no futuro". Claro que eu podia fazer isso, mas tem me faltado motivação, tem me faltado a expressão. É saco. Às vezes, eh, eu já produzi 51, acho que 51 livros editados, tem centenas ainda sendo trabalhados, mas um dia desse eu tava fazendo umas contas. Agora
mesmo em Portugal, pela primeira vez eu fiz isso porque o mídia espiritual tava me enchendo o saco. Enchendo o saco no bom sentido. Ele tava me lembrando que desde 1998 eu faço palestras eh públicas, né? Antes disso, eu sempre fiz palestra aqui aqui em Natal, no âmbito em que vio, mas desde 98 começou palestras públicas. Então eu faço em média quatro, cis palestras diferentes por mês, né? Do ano isso aí dá 40, 50 palestras. Em 10 anos isso dá 400, 500 palestras de 2 3 horas. Eu tô fazendo isso há 30 anos. É muita palestra,
eu quase não repito. E então e esses livros que eu escrevo é a Palestra que eu consegui transformar em livros. essa maioria das palestras eu não vou mesmo conseguir. Por isso tem tanto livro incompleto no meio do caminho, só que tem livros incompletos sobre os quais eu nunca nem fiz palestra e ainda tem assuntos que esses seres me pedem de fazer palestra e me falta saco, porque esses assuntos não interessam a muita gente. São poucas as pessoas também que assistem. Às vezes não é viável financeiramente viajar para fazer isso, aquilo, produzir um livro. Não falta
uma série de de de eu eu não sou eh um autor conhecido e nem pretendo ser, né, essa questão. Não busco sucesso. Nem livro meu livraria tinha. Então escondi tudo nos institutos já para não ter perigo de alguém inadvertidamente ler alguma coisa e isso criar algum problema paraa pessoa, sei lá. Mas enfim, eu não sei muito o que dizer, tô só me explicando aqui, mas eu não sei. Acho e espero que nessa vida eu consiga ainda, Geova, lançar esses livros aí, entre os quais o drama cósmico de Jesus. Olha, é impressionante, pessoal, a simplicidade e
a humildade do Rogério, uma pessoa que, na nossa opinião, na minha aqui, eh, fala desses temas com muita propriedade. Nós temos aprendido muito. Vamos aqui paraa perguntinha de Li Santos. Rogério, quando um espírito deixa de reencarnar, Em tese, quando ele quiser, quando ele puder, tá? Mas qual é o problema? O problema é esse querer e poder. Ninguém tem que acreditar em mim. O espírito que me me que me anima já não precisaria tá encarnando. Não precisaria vírgula. Ele não precisa porque ele não há não tem ninguém com um revólver espiritual apontando pra sua cabeça espiritual
dizendo encarne ou algum julgamento em cima que diz encarne, tem que encarnar. Eh, as coisas não funcionam assim. O meu espírito já não precisaria encarnar porque ele não coleciona mais débitos cármicos. Ponto. Quando você não coleciona débitos cármicos, não tem outras figuras cobrando de você maldades que você possa ter cometido lá atrás. Então, não há pressão dos outros, não é? Então, em tese, a partir desse ponto, respondendo objetivamente a pergunta que me foi feita, um espírito não precisa, ele não é mais obrigado a encarnar, mas aí é que tá o problema da ressonância límbica, amorosa,
racionalizada que nós humanos temos, né? É saber se colocar no lugar do outro. Nós ao longo desses tempos, fomos estabelecendo os laços profundos de carinho, ternura, de amor, Eh, uns com os outros. E na hora em que você tá no bem bom e vê alguém que você ama no bem ruim, eh, quem ama protege, quem ama se expõe, quem ama age ou tenta fazer algo. esse tentar fazer algo não é na espiritualidade, é aqui no palco primário dos acontecimentos, onde o genoma, os esses algoritmos biológicos de cada parte apodrecida do criador são trabalhadas pelo favor
que o nosso espírito faz. Então assim, dizendo de uma forma bem franca, a parte que foi inoculada do da podridão do criador no espírito que me anima já tá resolvida há algum tempo. Então não é por isso que o espírito que me anima vem produzindo encarnações X, Y, Z, mas é eh pelo incômodo de existir as relações amorosas, né? e ver que estas ainda se encontram em estágios de retaguarda existencial e não tem quem fique no bem bom, porque a consciência de quem ama não se sente pacificada em nenhum lugar. Se em algum lugar estiver
alguém que foi importante paraa sua pacificação, paraa sua alguém que faça parte do seu coração espiritual, então Mesmo que você não precise encarnar no sentido de contabilidade cármica, mas a motivação amorosa, a nossa responsabilidade uns para com os outros. Veja só, a vida não é um um uma obra pessoal. Ela é uma atitude pessoal, mas a gente não se realiza na gente, a gente se realiza nos outros. Quando eu digo: "Ah, eu sou alguém autoalizado". Isso uma expressão que lá atrás os nossos espíritos em experiências yogs profundas terminaram criando isso. E é uma forma de
se afirmar a si mesmo que você está emancipado em relação à aquele assunto, em relação aquilo, aquilo outro. É uma forma só de se organizar ou de sistematizar a própria consciência. Mas assim, a gente se realiza no sorriso de quem a gente ama ou de quem com quem a gente se preocupa. São questões sutis, são questões e eh pequenas que esses seres não sabem valorizar, não tem importância para eles, né? Eh, eh Manuel de Barros é um um um poeta brasileiro da da sua região, Flavia de Goiânia, grande Manuel de Barros, ele ele se dizia
o poeta das insignificâncias, né? Ele dizia: "A poesia está na guardada, está guardada nas palavras, é tudo que sei". Sobre o nada eu tenho profundidades, né? Mas não tenho conexão com o real. Para mim, poderoso não é aquele que descobre ouro. Poderoso para mim é aquele que descobre as Insignificâncias do mundo e as nossas. Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil. Fiquei emocionado e chorei. Sou fraco para elogios diz Manuel de Barros. Então assim, Manuel de Barros ressalta que claro, quem fica valorizando essas coisas bobas termina sendo chamado de imbecil, porque pro mundo que
vale a ouro, a prestígio, mas o que move os espíritos da gente são as coisas aparentemente insignificantes, são os arquivos memoriais, é a ressonância límbica, amorosa, racional, que a gente mesmo com toda freiura pessoal, a gente consegue embelezar a nós mesmos. mesmos. E isso faz com que um espírito lance-se de onde ele pudesse estar tomando milkshake ou seja lá o que for e venha em pleno caos para est perto de alguém que ele ama tentar ser útil em alguma coisa. Então assim, poder pode deixar de encarnar, mas enquanto o caos existir, quem tá infectado com
essa com esse problemaço aqui, é difícil ficar tocando flauta lá por cima. Algumas pessoas comentaram no chat sobre você está fazendo aniversário hoje. É verdade, cara? Que Deus. Não é amanhã. Mas não sou eu. É esse corpo. Eu não tenho nada a ver com sério que amanhã você faz aniversário? O corpo faz segundo mamãe, Mas eu mesmo não tenho nada a ver com isso. Ah, olha, eu não afinei o violão, mas de improviso vamos cantar os parabéns. Parabéns para você nessa data querida. Canta aí. Muitos anos de vida. Viva o Rogério. E viva o [Música]
obrigado pelo gesto, carinho. Muitos anos de vida, mil pelo menos. muita saúde. Nós precisamos de você por aqui, por favor. O Cristiano, ele fez aqui um apoio e disse: "Existem seres que viajam no tempo, o passado pode ser alterado ou criado novas linhas temporais paralelas. Poderia falar do efeito Mandela? Olha, isso aqui dá uma live gigantesca, hein? Pois é, que dá mesmo, mas assim é complicado. Eh, nós achamos que o passado já aconteceu, né? Mas não é bem assim. Existem loopings, que são estados mentais que mantém as memórias junto com as emoções dos momentos vividos,
em permanente estágio de compulsão vibratória ou de convulsão emocional. E os personagens que um dia protagonizaram isso ou aquilo, enquanto se deixarem afetar de tal maneira pela memória que terminaram adquirindo como espécie de fardo daquilo mal resolvido, eles em algum momento terminam se juntando ou sendo ajuntados ou reunidos à força e a determinada realidade espiritual deles recriam aquilo que eles vivenciaram e aquilo continua. É como se não tivesse acabado. De fato, não acabou porque seus espíritos continuam colecionando os mesmos padrões, os DNA dos seus corpos que morreram e agora eles estão só congelados, sendo retrabalhados,
mas de forma estérea nesses ambientes. E é assim que surgem os chamados infernos, umbrais, o que a gente quiser chamar de coisa esquisita no além. Os espíritos que não estão presos nesses porões vibratórios da espiritualidade e que continuam encarnando, mas cujo DNA tem a ver com aquela história, se tiverem livres de karma, tudo bem, poderão visitar, ajudar, se quiserem, poderão transmitir ressonância límbica, entre aspas, para que fique armazenada na espiritualidade, para que quando se um dia um daqueles espíritos dali sair, quem nascendo na condição humana, aquela ressonância límbica poderá ajudá-lo. Mas isso é um, é
difícil de explicar para vocês. Mas assim, o fato é que chega às vezes um ponto tal que vários espíritos que viveram aquela guerra que no exemplo que eu tô dando ainda continua existindo na espiritualidade, eles são meio que obrigados a se reunir de novo na Terra, viver uma nova situação, num novo tempo cultural, numa nova circunstância, com novas faces, sem terem tem consciência do que tá se passando lá, mas tudo que eles fazem na vida ou quase tudo tem a ver com uma possível transferência para tentar resolver o problema lá. Nesse sentido, o passado ele
é o passado mal resolvido, Ele é permanentemente retrabalhado pelo que nós chamamos de ciclo reencarnatório. Mas muitas das ficções e a própria física mais avançada já diz que não além do que possa existir nesse sentido, porque é isso que eu tô falando aqui na ciência. A partir de agora entro na ciência. Eh, é possível sim viajar tanto para trás quanto paraa frente. Outros já dizem que não, só dá para ir para trás. Paraa frente não é possível. Então, a Milukaku, por exemplo, Mikako, que é um dos grandes físicos teóricos da atualidade, ele diz que isso
aqui, ou seja, esse contexto de viajar no tempo, principalmente para trás, já não é nenhum problema. O problema é como fazer isso na prática. maneira de engraçado mesmo, interessante de dizer que na teoria as equações matemáticas já resolveram o problema, mas interpretar essas equações e colocar isso na prática biológica ou biofísica e no fluxo do nascer e do morrer das pessoas, aí que é complicado. Então assim, eu eu tenho muitas ressalvas em relação a isso. Por quê? Porque a entropia cósmica, a cada novo segundo tempo cósmico, ela se movimenta no sentido de dificultar esse tipo
de coisa. a expansão acelerada que agora se observa entre as galáxias do nosso universo e a expansão da destruição que no universo antimaterial vizinho já se percebe em todos os quadrantes, né? Isso tem prejudicado em muito que sujam esses túneis, essas essas esses warm holes, ou seja lá o que a gente imaginar como looping quântico, através do qual um eu pode ser transportado de uma época para outra. fora as injunções biológicas que isso possa eh necessitar de explicação. Mas os físicos dizem que podem, mas não explicam como. Eu tenho muita, como eu disse, muitas reticências.
Por quê? Porque pelas fofocas da espiritualidade, isso não é tão simples como os físicos têm dito, né? A coisa não é tão simples assim. De fato, em algumas locas ou gênos ou moradas ou céus desse universo vizinho, No sentido do tempo meio negativo que existe lá, lá se poderia fazer isso, lá se pode fazer isso por algumas questões, ainda que só tenhase conseguido muito recentemente, mas também não surto efeito que a turma toda lá tem um padrão de demência que termina nos servindo para muita coisa, Mas na nossa condição biológica, isso aí não seria tão
trivial quanto Nick Kaco disse, mas aqui tem um probleminha. Existe uma zona de interseção entre esses dois universos no na mitologia nórdica, isso é chamado de Ginungagat, que é onde, primeiramente o eu do criador teria ficado cerca de 18.000 anos prisioneiro de uma situação terrível, dores que a gente nem imagina. E essa coisa nunca deixou de existir devido à cristalização das vibrações mentais do criador nos seus primeiros tempos. Mas isso é um outro papo. Mas aqui dentro, nessa coisa aí, alguns seres que nos livros que eu produzo, o chamado Fenvães, é um uma espécie de
demo, essa turma tem conseguido umas coisas mirabolantes que se aproximam exatamente disso aí, porque eles estão desesperadamente tentando resolver problemas ainda referentes a desdobramentos de uma mensagem Talm que eu falo no livro Sinal de Landzen. que é o primeiro livro da trilogia Terra Atlantes, que é uma espécie de mensagem que a turma do universo de lá, num tempo em que não existia vida no nosso universo biológico. É como se eles, antes de começarem as experiências de transferência de códigos de lá para cá, Tivessem mandado uma mensagem eh codificada, que ficou boiando por aqui, mas depois
foi estabelecida como se dissesse assim: "Ei, se alguém algum dia nesse universo aí conseguir ler essa mensagem, saiba que você que tá lendo Somos nós que fomos para aí. Então assim, uma coisa meio complexa ou muito complexa, já que nós que estaríamos hoje vivendo nesse universo biológico, fomos produzidos por esse produzidos por esses seres, né? Então, essas figuras estariam sim conseguindo fazer, estão preparando alguns humanos que eles controlam para produzir esse tipo de tecnologia. Mas aí é uma, como o Flávio falou, é uma palestra parte. Eu vou pedir desculpas, eu não tenho como ir mais
a fundo que isso. Tô só respondendo, pelo menos tentando criar um quadro sobre a pergunta feita com eh sementes de reflexão sobre seus diversos aspectos. A Lúcia Cristina, mas antes a Natália fez aqui um super chat e disse: "Parabéns pela bela e exemplar história de vida, Rogério. Parabéns. Valeu, Natália, pela tua bondade em nos apoiar". A Lúcia Cristina disse o seguinte: "Existe a possibilidade de sermos fractais de Javé? Somos fractais dele?" Antes de responder sobre os fractais, Natália, agradeço de coração, mas assim, eu não sou exemplo nem para mim mesmo de coisa alguma, viu? Minha
vida é tão bonita assim, é uma complicação atrás da outra. já quebrei três ou quatro vezes, já fez tudo para me pôr de joelho para eu poder obedecer a ele. Então assim, eu já reagi também a isso de forma não muito elegante. Muitas vezes eu não sou exemplo nem para mim mesma em muitas coisas, então assim, eu agradeço de coração a sua expressão generosa, mas eu não sou exemplo razoável para ninguém, não. Tenho muitos equívocos, erros, ainda que minha consciência estejam pacificada. Eu não vivo de resultados, vivo só da semeiadura, da preocupação que tenho quanto
ao que faço da semeadura, mas não busco resultados. Consciência tranquila, mas minha vida não beleza para seguir exemplo quem quer que seja, não. Mas eu agradeço o gesto carinhoso. Nós somos fractais, sim. Deixa ver. cada um de nós, seja no sentido puramente biológico, Desculpem, ou mesmo no sentido psíquico, o psiquismo de cada um de nós pode não ter importância nenhuma pro concerto da vida, mas o psiquismo de cada um de nós tem uma importância única, singular na composição de um puzzle, de um quebra-cabeças que por enquanto tá todo despedaçado. A figura ainda não tá nem
clara que se precisa ser reconstruída. Então, cada um de nós é uma parte nesse processo. Então, sim, fractais somos. Mas mesmo sendo fractais de todos os seres fragmentados dessa história, os humanos são os únicos que, mesmo sendo isso, uma partezinha podem transcender. Se nós produzirmos progresso espiritual para nós mesmos, o nosso espírito pode já resolver o problema dele e fica eventualmente voltando. Aí a gente retorna aí à questão de reencarnar sem necessidade, né? Mas sem necessidade cármica, a necessidade ainda é grande. seja dos caras que inventaram isso e que se ferraram, sejam dos espíritos criados
simples e ignorantes e que foram estruturando pedrinhas, plantinhas, eh animaisracionais e agora estão eh como humanos e outros tipos de seres por aí, sejam os espíritos que já existiam antes disso e que mergulharam para tentar ajudar o cara caído. É muita, é muito sofrimento, é muito drama. Então, mesmo a gente resolvendo o nosso problema, fractalmente falando, há um problema mais geral que a gente termina mergulhando sempre. A Fabrícia disse assim: "Estimativamente, quanto tempo tem a história de Adão e Eva?" E outra, e eu complemento, essa história de fato existiu, Rogério? Eu tava agradeço aí algumas
expressões generosas aí escritas. Obrigado. Mais existiu, de fato, existiu e há cerca de 22, 23.000 1 anos atrás, esse casal azarado chamado Adão e Eva foi eh escolhido, produzido. Eva não, Adão foi produzido por interferência da genética de Javé. Eva é uma outra história, mas existiu sim. E do jeito que a Bíblia explica essa sequência de Adão, sete, Enos, Cainama, Malalala, Jared, Enoque, Matuselém, Laneque, Noé, essa história vai até Jesus, né, para tentar mostrar que Jesus eh Fez parte daquela genética que o próprio Javé havia introduzido lá atrás. Não existe só isso em termos de
genealogia apresentada ao mundo. A Bíblia, como a conhecemos, né? Ela não é o livro mais antigo da humanidade, ainda que se refira a tempos antiquíssimos, mas no tempo em que ela foi produzida e em tese, o máximo que se pode ter noção em termos de feiti ou de urdidura das ideias da Bíblia, é que os rabinos judaicos dizem que na época de Moisés, cerca de 3.300 300 anos atrás, o próprio Jahé com seus anjos entregaram a Moisés os cinco primeiros livros que compõe a Torá, a Bíblia dos judeus, mas que passaram a compor também o
Antigo Testamento na relação da religião cristã, Gênesis, Números, Êxodo, Deuteronômio Levítico. Nesses cinco livros aqui, h cerca de 3300 anos, Jaé conta uma história, mas que já tinha se passado lá atrás. Só que antes disso, alguém já tinha contado uma outra história de seres anteriores a estal de Adão. E isso é, entre aspas, produzido numa rabarata. Quando Krishna do Apaiana, ou seja, via, o termo codificador, Ao escrever o marra barata, ele puxa desde Daxha. Eh, aí vem através de vários seres até chegar na época de Paraxara, o próprio Viaza. Aí depois três filhos de Lidarastra,
Pandu, Vidura. Aí de de de de Darastra nascem 100 filhos, entre os quais Duriodana e a linhagem dos Cruz ou Cauravas. E de Pandu nascem os cinco grande heróis e o desistir, Arijuna, Bina e os dois gêmeos. Eh, e essa história que o Viaza conta e numa rabarata que foi anterior à Bíblia, ela vai num tempo ainda muito mais antigo que o da Bíblia se refere, que é o de Adão. Então, vejam bem, nós estamos diante de de um jogo de informações que nós humanos simplesmente não entendemos. No meu caso, a minha condição humana é
meio que obrigada a entender pelo fato de que o espírito que me anima participou dessas eh desses projetos aí eh no sentido de elucidar através da lógica humana essa sistematização no campo do conhecimento. Mas no fim nós temos o quê? No fim nós temos o ser humano sendo usado de muitas maneiras. né? Nós temos um processo histórico em curso que Eh nunca deixou claro exatamente o porquê disso está existindo, né? que nunca deixou claro do porqu Virgno e Chiva conseguem produzir avatares que nascem como Rama, como Krishna, como Saibaba, como Jesus, mas Brh, Jahé, não
consegue produzir avatar, então tem que escolher seres humanos específicos para neles introduzir um tipo de DNA para na descendência deles outros virem e enaltecerem esse ser como sendo o Deus. a crença monoteísta da história. Então assim, de fato, Adão e Eva existiu. São é mais um casal desses azarados aí. Isso se deu nessa época, cerca de 20 e poucos mil anos atrás. E assim, essa história tá longe de terminar. Eh, se dependesse de Javé, uma nova história dessa estaria começando nos dias atuais, né? uma nova religião teria sido começado eh num planejamento que os anjos
fizeram de convidar alguns humanos a tipo Enoque saírem da terra com eles e voltarem com eles paraa humanidade ver para começar de novo. Só que alguns se recusaram a fazer esse tipo de papagaiada ou seja lá o que for. Mas assim, esses seres ainda são os mesmos. O padrão de demência ainda é muito semelhante ao que era lá atrás. Eles eh a trimurte ruiu, faliu exatamente devido essa insistência em projetos e desígnios que não resolvem nada, só complicam tudo, né? Só pra gente entender, um diaé escolheu os judeus, aliás, os hebreus, que os antecessores dos
judeus, largou os hebreus, foi atrás dos arianos, que eram descendentes de Noé, ou seja, dos hebreus. largou os arianos quando ficou conhecido como Gama. Voltou a procurar descendência dos hebreus como Abraão. Como Jesus traiu Javé, ele largou essa descendência e foi o quê? atrás da outra descendência de Abraão. Só que os povos árabes escolheu Maomé, apresentou o Islã e disse: "Vocês é que são realmente meu povo escolhido, o resto que eu escolhi antes." Então essa maluquí promove até hoje o ódio entre árabes e judeus, promoveu diversas guerras eh religiosas e tudo é esse ser por
trás dessas escolhas malucas de povos e de escolhidos dele que tinham que fazer isso e aquilo. Quando não faziam eram crucificados como Jesus foi, como eu já disse, e por aí vai. Eh, só pra gente entender, de todos Esses escolhidos, o único que Javé comenta que o o obedeceu 100% foi o resto ele tem ressalvas e não gosta muito. Depois de Maumé, Moisés, a partir daí ele não elogia mais ninguém. O meu gatinho piscuizinho aprendeu pular a janela aqui do estúdio e toda hora ele fica pulando aqui no meu colo. Ele é muito inteligente. Jadiane
Lima, quando você fala que Javé está sendo falido, está falido, está sendo desativado, você se refere a Deus? Bem, muitos chamam Javé de Deus. Então esse é o drama, só que o cara não tem nada a ver com Deus, nunca foi, é o criador. Existem dois conceitos bem distintos. Deus é uma coisa. Quem criou esse universo e nele caiu e em se reconstruindo, ficou sendo indevidamente chamado de Deus, que é o caso de Jé. Esse ser foi desativado pelo peso da sua própria mediocridade e podridão. Não é que ninguém o desativou, ele apodreceu só, mas
ele não morre. tem um troço nele funcionando. Eu nunca chamei Javé de Deus, mas tem muita gente na terra que chama. Então o que eu estou dizendo é basicamente isso aí. Valioni da Silva disse, Supondo que ele seja o criador desta realidade, ele se refere a Javé, ter inveja de nós supostas criações. É isso mesmo. Se você imaginar quão ridículo isso parece, né, pro pro todo de certezas que nós fomos obrigados a colecionar, nós que somos pecadores, filhos disso, filhos daquilo, criados a partir da lama, a partir disso, né? alguém ficar com inveja da gente
é no mínimo hilário e principalmente sendo o criador. Mas é exatamente isso. Às vezes alguém eh termina adoecendo uma doença terrível e ninguém encontra cura para ele, mas você é um gênio da computação. Então você no seu computador cria um game, um jogo, e cria personagens nesse jogo e cria um personagem para você. Aí você transfere o seu código, o código da sua doença para aquele personagem, Começa a fazer com que aquele personagem distribua o código da doença dele pros outros personagens do joguinho e deixa aquilo ir fluindo para ver se a na mistura que
você vai criar, nas circunstâncias que você vai criar para aqueles personagens se misturarem no joguinho, em algum momento os algoritmos se misturam e produz algum resultado que possa lhe interessar. Aí quando isso acontece, que você quer apropriar o resultado, aí você nota que o pessoal do joguinho se libertou do seu controle. É um joguinho que existe agora lá no seu computador, que vai existir sempre, você não consegue mais desligar e tá lá e a solução pro seu problema tá lá naqueles personagens, mas você aqui só pode ficar com inveja de que, infelizmente o que você
fez terminou surtindo de uma forma que você não esperava um resultado, mas você não pode apropriar esse resultado. Por enquanto, tudo que você tem a fazer, enquanto você não encontra uma maneira de fazer isso, ou a turma do joguinho não encontra uma maneira de sair do joguinho e e dar pro doente que produziu aquele game a solução e que você tem para sentir a inveja enquanto você tiver Um resto de capacidade de sentir alguma coisa. Analogia pobre, mas é a que eu melhor posso ofertar. Eis aí uma perfeita explicação da simulação em que estamos da
Matrix. Muito bem. A Valéria disse: "Por que algumas pessoas falam que esses seres são anjos caídos do céu? Será que é para colocar medo e pânico?" Olha, cada um de nós fala as besteiras que quer. Eu mesmo escolho falar essas besteiras. Então assim, as pessoas, nós falamos um monte de coisas e as pessoas falam isso porque as tradições esotéricas, as tradições religiosas sempre falaram: "Ess anjos caíram do céu, mas isso é furado." Essas tradições falam isso porque são ignorantes em relação à fonte que efetivamente falou da queda de anjos. E que fonte foi essa? Em
1776, quando James Bruce, um explorador escocês, foi a Etiópia, lá na África, fazendo uma pesquisa, ele descobriu pedaços de um livro de Enoque. Em 1846, na biblioteca de Belgrado, o professor Sócov fazendo uma pesquisa lá descobriu pedaços de um outro livro de Enoque. Esses dois pedaços que hoje correspondem ao livro de Enoque, ao livro do segredo de Enoque. Esses dois livretos são dois dos 363 livros que lá atrás Enoque, que foi um cara, o sétimo patriarca depois de Adão, que foi levado, foi obrigado a conviver com Javé e com os anjos, ele ditou a seu
filho Matusalém. São dois dos 363 livros que na época foram produzidos. O resto foi destruído. Nesses livros, pela primeira vez, se falou, entre aspas, em queda de anjos, em rebelião de anjos. Mas são duas rebeliões de anjos que existem na história humana. Uma, os, entre aspas, anjos de Hma ou de Sofia. Hmma hebraico, Sofia grego, que tem a ver com a rebelião de Lúcifer. E a outra história que também Enoc fala é seres anonax chamados idigis que desobedeceram a ordem de Enlil, um dos filhos de Anu, clã Anunque, Anunac é extraterrestre biológico, e que transaram
com as mulheres terrenas e que foram expulsos, entre aspas, da região onde habitavam, ou seja, do céu. Então, foram obrigados a viver na Terra. Então, essas duas fontes de rebeliões de anjos que caíram, entre aspas, de outros mundos e vieram parar aqui na Terra ou de outros níveis e vieram parar aqui na Terra. De fato, são essas duas fontes. Só que a turma fala de anjo caído do céu, de muitas maneiras. Aí, eh, cada um fala o que quer e de acordo com sua crece, de acordo com a narrativa que ela terminou comprando por ser
dessa ou daquela religião. Mas Enoque é a fonte da agenda desses assuntos, só que ninguém quase sabe disso. Ele pulou a janela de novo. A Mônica de Oliveira disse: "É, tá esperto agora, aprendeu." A Mônica disse: "Jová vai se apresentar à população terrestre?" possibilidade zero, não tem como. Já era. Quem vai se apresentar à população terrestre é a expressão de Jeová feito ser biodêmico que é o ser que a gente chama de Sofia ou Rockma em hebraico, né? Esse ser, ele não veio diretamente de Jeová, ele veio de Shockma ou de Eros ou de Vígno,
que era a segunda pessoa da dessa trim formada por Brama ou Javel, Jeová virgem em Chivre. Então, Vno produziu, Vno é o choquma da o choqum da revelação da Cabala, mas hockma é um avatar desse Shockma, ou seja, Virgo, quando produziu Sofia. Esse ser que vai se apresentar aos humanos terrários dentro de uma determinação da agenda desse ser chamado Javé. Agenda essa que Enoque foi quem apresentou ao mundo lá atrás. E o Adriano fez mais uma aqui, disse: "Quem criou a regra de um animal se alimentar de outro? E quem é o responsável pelo sofrimento?"
E Jesus tendo o DNA de Jah, porque ele parece ser diferente, um filho tentando consertar suas falhas. Numas existem muitos homens e mulheres tentando consertar as falhas de Javé sem ter disso consciência e conseguem. Basta que sejam homens e mulheres que aj, digna. pouco importa se é católico, protestante, espírita, eh, ou não seja nada. Pouco importa se vota em Bolsonaro, em Lula, em Trump, em Biden, pouco importa. Não tem nem importância essas coisas. Importa o modo como a gente age frente à nossa própria consciência, essa integridade, agindo assim e sempre bem intencionado, Você está resolvendo
sem nem saber o problema da sua cota de inoculação da doença do criador. O criador é a criatura mais corrupta que existe. Indo agora pra primeira pergunta. Por que que diabos um animal come outro? No desespero do Javé caído, a lei número um que ele escreveu no seu genoma pessoal é sobreviver de qualquer jeito, sobreviver a qualquer custo. Quando você tem como norma de sobrevivência isso, isso implica dizer que você não é elegante, que você não tem princípios, que você subordina qualquer estratégia ao fim que você quer. Então, se se tiver que comer outro ser
para manter sua vida funcionando, é assim que vai ser e é assim que foi. Como todos os seres descendentes desse ser t consigo necessidades, uma das tais é manter-se vivo. E no modo como Jahé fez as coisas, seja no universo vizinho como nesse, você só vai manter-se roubando algo de alguém. Não tem como você produzir o seu próprio alimento. Você tem que, entre aspas, Roubar algo de alguém ou comer alguém para poder manter a sua vida. Isso é trágico, mas infelizmente faz parte da podridão de Jah. Quando Javé, entre aspas, atingiu um certo equilíbrio em
plena podridão de desequilíbrio, que ele sempre existiu na sua demência, né? Ele tentou justiça seja feito. Ele tentou quando a vida biológica surgiu no nosso universo. Ele tentou meio que organizar isso aí. Mas quando algumas classes de ser demonos foram criadas, tipo os raxaças, os iakas, e essa turma começou a ver que o sangue biológico dos dos animais, o sangue quente, dava um caldo maravilhoso para eles. Ou os vampiros surgiram dessa história em termos ancestrais, né? O grande Avatar Rama se fez presente na história para destruir os raquchaças, que eram os tais vampiros que eh
impediam os sacrifícios pros grandes deuses porque roubavam tudo para eles. Então assim, a história não é legal, não é decente, não há nada de bem nessa história. Nós humanos é que podemos emprestar dignidade a esse passado tosco, criminoso, horrível. Só que nós não estamos fazendo isso. A gente tá dando continuidade porque a gente não consegue Eh reunir um mínimo de beleza em torno da feiura que cada um de nós carrega, só por estar fazendo o favor divino de ostentar em si mesmo esses códigos podres, essas necessidades de Jahé e a moda biológica foram transformadas nisso
que a gente conhece. Mas assim, Jesus comia o cordeiro, os enênios e o próprio João Batista disseram: "Ah, esse cara não pode ser o Messias, ele toma vinho, ele come carne de corneiro, cordeiro, ele come peixe. Ele só era para comer broto, eh, raízes selvagens." E Jesus dizia: "O bando de carapos não é o que que entra pela boca do homem que o torna indigno, é o que sai." Isso é o que mancha de fato o homem. Porque aí Jesus explicava lá, mas os assênios eram extremamente puristas e se preocupavam mais com essas questões acessórias
do que propriamente com as essenciais do psiquismo, né? Então Jesus, mesmo tendo o DNA de Javé, fazia o que tinha que ser feito, mas conseguia construir a grandeza nele, que serve de exemplo para todos nós até hoje. Qual a diferença entre os seres dos portais e o conglomerado de realidades? E houve conflitos entre eles e os seres biológicos, que também estava aqui e todos criaram humanos. O nosso irmão que fez a pergunta, Seguramente leu do a trilogia Terraplantes, né? Porque é lá que a gente faz essa distinção eh entre os seres dos portais e os
seres do conglomerado de realidades. Esta distinção não é feita, não é invenção, vamos assim dizer, minha enquanto escrevente, é porque os seres biodemos, que é um tipo de ser biológico, mas não era sexual, que devido ao problema da rebelião de Lúcifer, uma certa classe desses seres, veio pra Terra, se estabeleceu aqui e aqui na Terra eles viram que lá em Capela eles não viam que era o céu. abrir seres de um outro universo se fazendo presentes nesse. Eles nem sabia disso nesses termos. Então, eh esses seres do universo vizinho, né, eles começaram a vir para
cá, mas só quem vinham eram os seres dos portais. seres dos portais eram os seres que assim foram chamados porque apareciam junto aos portais. Que seres eram esses? Na mitologia grega a gente chama de Zeus e todos os Olimpianos, com aquelas suas ninfas, todos aqueles seres mitológicos e os próprios titães também. Ou na mitologia hindu, a gente chama Zeus de Indra e Toda sua descendência. que os titães ali são chamados de assuras ou áuras, pouco importa. Esses seres apareciam junto a portais. Então os biodemos chamavam os seres dos portais. Só que com o tempo eles
foram descobrindo que naquele universo vizinho também tinham outros seres, mas que não vinham para cá. E eram seres mais poderosos que aqueles, ou se poderosos, mais antigos. E foi quando a noção de que existia um conglomerado de realidades desse universo vizinho unido ao nosso universo e ancorado ao nosso planeta e também a Marte por um processo. É como se, do jeito que os navios jogam âncoras e é como se essa, esse conglomerado tivesse ligado ao sistema solar, notadamente a Terra e a Marte. Mas isso é uma outra história, desculpe. Então, os biodemos da época, e
é isso que é retratado na Terra Plantos, eles chamavam, passaram a saber que existiam esses seres. Então, para diferenciar da turma que aparecia nos portais, chamava conglomerado de realidade. Onde tava triburte, Brama, Virgem em Chiv. Qual o drama? O drama é que Brama, Virgem e Chiva são seres cuja condição adaiva, é uma expressão sânscrita, não permitia que eles saíssem de lá e viessem para cá. Eles criavam expressões adiágenas deles próprios. Quem? Virgem chifre. Brama nunca conseguiu criar. Então eles faziam com que esses avatares deles viessem até aqui, mas eles mesmos saíam De lá. Já gerações
mais novas, tipo a de Cronos, a de Zeus, eles, esses demos mais novos, eles conseguiam vir passar pelos portais, eles não estavam presos no universo. Então tem essa distinção. Seres dos portais era aqueles que faziam o trânsito, seres conglomerados da realidade. a turma mais antiga desse universo vizinho e que correspondia à aristocracia da Trimurto e ficava tudo resuado. A última pergunta que o nosso irmão fez, eles se meteram, se eles terminaram produzindo guerras com seres biológicos desse universo? Sim, os anonax e mesmo descendentes de Biodemos, rebeldes que chegaram mais tarde, teve guerra de todo tipo,
maluquí total. Na hora em que se lê o Ramaiana e uma rabarata, você percebe que por trás daquelas histórias tem uns painéis de histórias em que três cidades voadoras ficavam flutuando na atmosfera do planeta Terra em posições de tal modo que uma não via a outra, mas de vez em quando entrava em guerra, né? E o próprio Krishna na cidade de Duarca ou do Araca, ele uma vez lá trocou mísseis, armas mentais com um dos demos de uma dessas cidades. Mas o senhor Chiva uma vez encheu o saco e destruiu as três cidades e pronto,
acabou-se as três explodiram, eh, caíram sobre a superfície do planeta. Ou seja, é maluquício em cima de maluquício, mas tá tudo escrito, tá tudo apontado lá atrás. E, infelizmente, eh, existiria um conjunto de histórias que o espírito que me anima e outros espíritos e seres me repassaram para eu produzir, reproduzir isso. Eu nunca tive nem saco de reproduzir isso, nem palestra, muito menos em livro, né? Tem muita coisa que esse corpo ao morrer, o eu que o anima vai junto. E mas é assim, desde os meus 27 anos que eu escuto. Se você não fizer,
não vai ser feito. Se você não contar, não vai ser contado. Se você não explicar, não vai ser explicado. Se você não sistematizar, não vai ser sistematizado. Se você não codificar, não vai ser codificado. E eu dizia, mas são na época eram 6 bilhões de seres humanos. Eu quer dizer, tanta gente aqui na terra, só eu, mas não, não é o caso eu, Rogério, é o espírito que me anima e o trabalho que ele eh eles sabem, não são todos os que sabem disso. Enfim, é o que eu posso dizer. Chegamos ao final do nosso
programa de hoje. Conversamos com Jean Valelan e ele Falou sobre o que Javé quer de nós. Além de responder diversas perguntas da nossa audiência. Gostaria, Rogério, que você fizesse as considerações finais. Gaste o tempo que for preciso para isso e se despeça da nossa audiência. Me cabe sempre lhe agradecer, Flávio, pelo carinho que você sempre me envolve. A atenção que você me me endereça. Sou muito grato por isso a todo o seu público, né? E eu me desculpa, eu não consegui me lembrar do nome das duas meninas de Portugal para dizer, passei aqui o programa
todo tentando me lembrar, mas não consegui. Mas assim, eh, nós humanos, eh, nós podemos ser o que a gente quiser. Edward Wilson foi um grande biólogo que recentemente desencarnou e ele dizia com muita propriedade, olha, até os anos 2004, 2000, alguma coisa assim, o ser humano foi produto do que a evolução biológica criou, mas a partir daqui, o ser humano pode ser o que ele quiser, porque a gente já faz, já tem a disposição a Crisp, que é uma manipula teoria de manipulação genética, em que você pode substituir bases nitrogenadas dos seus Cómos, dos seus
genes e com isso transformar muita coisa no ser humano. Você pode já chipar o seu cérebro, o seu corpo, você já tem 100 alternativas para que não mais só o padrão biológico determine o tipo de corpo ou de pessoa que você vai ser, ainda que isso traduza um transumanismo, né? um tipo de humanismo que hoje a gente não sabe. Mas esse é essa é a última semente de reflexão que nessa noite vou tentar jogar para vocês. O ser humano não é para ser isso que nós somos. Isso que nós somos até hoje é o que
nós conseguimos ser enquanto sobrevivemos a esse massacre de imposições, de narrativas falsas, de pesos, de ultrages, estupros, que todos nós fomos, estamos ainda sendo submetidos por essa roda chamada sansara, que atropela a sensibilidade de todos os seres racionais e irracionais. não tá nem aí para nenhuma conveniência humana e nem paraa questão de ética. Então nós humanos fomos o que somos ou somos o que fomos até hoje como resultado de uma sobrevivência, mas não é que a gente tenha decidido ser desse jeito, né? No caso, o primeiro impulso, a primeira face de Rogério é essa que
vocês observam, que é o nome que foi dado a Esse corpo. Mas eu não sou isso. O meu eu humano não é esse corpo. Ele está hospedado aqui nesse corpo. Mas eu não me limito a isso enquanto ser humano. Eu não chamo de humanidade. que desse corpo o conjunto das suas necessidades e possibilidades. A humanidade é o modo como o meu eu opera essa condição biológica. E nisso aqui a gente pode ver muito mais, crescer muito mais, estabelecer novos limites que não são, entre aspas, da tridens tridimensionalidade. Não é mais uma questão físico, químico, biológica,
é uma questão psíquica também. Então, mesmo que esse transhumanismo nos leve a desafios perigosíssimos, né? Mas nós só pela evolução biológica, como somos cobaias, também já estamos eh no limite do limite do limite do desafio. E de novo, vou eu usar a poesia de Christopher Log, que é um um poeta norte-americano. inglês é come to the edge, vem até a borda, né? Dizendo em português, um mestre e alguns alunos estavam caminhando no penhasco, caminhando, caminhando, mas quando se aproximou do final, já no penhasco, quase para cair, eles pararam, né? Aí o mestre continuou, Foi até
o limite do penhasco, parou exatamente no limite do penhasco, olhou pros seus de estudantes e disse: "Cânto de, ou seja, venho até a borda." A os estudantes não, não é perigoso, a gente pode cair, deixa de frescura, venho até aqui. Frescura que tá falando sou eu. Que só falou alguém disse isso. Não, não, mestre, é perigoso. Aí o mestre olhou para eles, aí não mais os convidou, deu uma ordem. Come to the ven até aqui. Aí os alunos vieram, né? Quando olharam para baixo, o mestre os empurrou e os alunos lonaca caíram, só que aprenderam
a voar, ou seja, forçados pelo mestre. E o mestre sabia que eles iam, na hora do desespero, do chamado estresse extremo, eles iam ter que aprender a voar, mesmo que não quisessem. Mas assim, Javé nos trouxe à beira de um precipício, só que ele não sabe de coisa boa e nem ninguém sabe se a gente sabe voar, mas estamos sendo todos empurrados e nós estamos nesse limite terrível. Aí tem muita gente caindo e poucos aprenderam a voar. Eu só tô querendo brincar com você que teve o saco e a paciência de me escutar até agora,
de dizer que nós humanos podemosar em mais sentidos do que a gente imagina. Porém, nós temos que, principalmente na atual condição humana, aprender a voar psiquicamente, espiritualmente. O resto não tem muita importância, mas o mesmo resto bem administrado pode pelo menos flutuar, mas não é sendo só um corpo animal que o eu da gente vai conseguir isso. Tem que ser algo mais. esse algo mais é sempre um eu humano mais profundo, liberto de todas essas certezas ridículas que as narrativas que nos foram impostas nos conduziram a nos apequenar, nos enchermos de medos, de vazios, né?
Então espero que bate-papos como esse hoje que a gente teve, outros que a generosidade Flávio de vocês me proporcionam, possam ser bons momentos de reflexão para todos nós nesse sentido, no sentido de que mesmo pequenos, nós humanos somos importantes pro concerto da vida universal. A gente só precisa ter consciência disso. Então, peço desculpas. Devo ter ferido a sensibilidade de muita gente, devo estar errado em muita coisa. Por favor, não tomem nada do que aqui a gente fala como sendo verdade absoluta, precisa ser visto. Isso é só semente para reflexão. Muito obrigada a cada um de
vocês. Olha, nos perdoem vocês que fizeram suas perguntas e não tiveram suas respostas nas lives. Nós não conseguimos passar todas as perguntas, principalmente nas lives do Rogério, mas nós nos esforçamos para fazer o máximo que podemos. Não deu nessa, mas na próxima vai dar com certeza. Daqui a pouquinho é o aniversário do Rogério. Ele vai completar mais um aninho de vida. Os parabéns para você. Vai chegar aos 40. É, tá com 39. É isso aí. 63. Segundo o que minha mãe me disse há tempos atrás. Eu tenho cara de 90, mas é 63. Ah, tá.
63. Eu penso que você tem cara de 39. vai completar 40, mas tá bom. 63 tá jovem, tá novinho. Pessoal, os links para você adquirir os livros do Rogério, saber das palestras estão na descrição. Dá uma olhadinha lá. E também você que puder, adquira a nova revista do Rogério, a revista Plus Ultra. Esse aqui é o lançamento. Tem várias revistas, você decide se quer o pacote completo ou o número que falta paraa sua coleção. E essa aqui é a nova. Dá uma olhadinha na descrição, lá tem os endereços para você adquirir. Nós nos reencontraremos amanhã
no mesmo horário. E olha, tem uma playlist também do Jan Vauelan na descrição para você assistir as outras lives que ele fez aqui. Um abraço de alma a todos. Não esquece, Por favor, do teu comentário. O coraçãozinho será entregue para você. O que é que você achou desse programa? Diga lá. Eu amo ler os comentários. Namastê.