Então, hoje nós entramos na parte dois de psiquiatria. Nós começamos a estudar, né, como funciona as constelações esquizofrênicas. E vocês entenderam que quando duas regiões do cérebro paralelas da mesmo do mesmo corte do cérebro estão traumatizadas, o que acontece é que a pessoa ela entra Em uma constelação e dependendo da região, ela vai ter uma característica de comport comprutamento que na psiquiatria nós temos, né, os sides, que são os diagnósticos da psiquiatria, tá? A psiquiatria, segundo a nova medicina germânica, vai explicar exatamente como funciona o cérebro quando tem esses Traumas. programados. Então vocês entenderam a
parte da psiquiatria que vem do tronco cerebral que leva a pessoa a situações de perdas financeiras, desabamento existencial, se sentir perdida na vida, grandes fracassos, desorientações e que isso Isso leva a pessoa ao alcoolismo. E vocês entenderam também que quando essa pessoa vive grandes fracassos e ela e ela cai, né, naquele sentimento de não conseguir eh lidar com o que viu, não conseguiu, se sentiu impotente, não conseguiu ser rápido o suficiente. Ela não conseguiu lidar com aquele problema de forma efetiva e tudo desaba na frente dela e ela carrega uma grande culpa e ela quer
esquecer isso. Ela vai perdendo a memória e as funções cognitivas. vai entrando na demência e no Alzheimer. Então, a gente entende que é uma vantagem para o cérebro esquecer as situações que essa pessoa viveu com grande culpa, com grande desorientação, se sentindo muito perdida, se sentindo muito impotente. Está muito relacionada a uma questão, essa parte do cérebro está muito relacionada à sobrevivência. Quando a minha sobrevivência total é impactada e eu caio em um grande sentimento de fracasso, eu entro nessa constelação do tronco cerebral, que são dos dois dos dois canais coletores do rio. tudo de
sábado e muitas pessoas acabam recorrendo ao álcool, ao alcoolismo. E assim começa o alcoolismo, Tá? Então, o rim ele faz o quê? Ele filtra. Ele vai filtrar o líquido, correto? Quando nós falamos de líquido, nós falamos sobre dinheiro financeiro. O dinheiro garante o quê? a nossa Sobrevivência. Se eu perco tudo, fico desorientado e vivo um grande abandono, eu vou à falência. Então a pessoa ela tem trauma nessas duas regiões do cérebro, ela cai a uma falência financeira existencial, um fracasso existencial, um fracasso financeiro. E isso leva ela ao alcoolismo, que é líquido também. Tá? Se
esse alcoolismo impactar outros órgãos, como pessoas que bebem, acabam tendo cirrose, nós entendemos que essa pessoa está vivendo conflitos relacionados a eh carência e medos profundos, Que aqui fala sobre fígado. Frustrações, decepção, desgraça, insuficiência, pâncreas. Então, o desabamento da existência, o grande fracasso que essa pessoa vive, o grande medo de fracassar, leva a pessoa ao alcoolismo e isso vai afetando outros órgãos também, como pâncreas, como fígado, tá claro? Mas o alcoolismo não começa em questões relacionadas ao fígado de carências. Ele começa em conflitos do rim. É um desequilíbrio psiquiátrico. Não pode ser visto apenas como
um vício. Precisa ser visto como um transtorno psiquiátrico, tá? A forma de tirar a pessoa disso é trabalhar com grandes fracassos que essa pessoa viveu, com traumas Relacionados a líquido, a medos profundos, a grandes abandonos que essa pessoa viveu para que ela possa conseguir ter um propósito, um sentido de vida e aí ela sai dessa desorientação que ela vive. Agora, se essa pessoa vive uma um grande fracasso existencial, uma grande perda, um grande sofrimento de sobrevivência, Em que o mundo dela desaba e ela sente que precisava ser feito algo e não foi feito. E isso
vem uma grande culpa, são coisas pesadas. Aí ela vai desenvolver a demência. Eu perdi meu filho e foi a minha culpa. Meu filho faleceu e foi a minha culpa. É melhor esquecer o que eu fiz. É melhor esquecer o que eu vivi. Tá claro, gente? E agora nós estamos indo para um outro, uma outra região do cérebro, que é a região do cerebelo, que fala sobre desproteção. Os relés do tronco cerebral garantáveis pelos órgãos que garantem a sobrevivência. Se eu tirar um dedo, eu continuo vivendo, não é? Se eu perder o fígado, eu continuo vivendo.
O rin ainda a gente tem outro, mas se a gente perde o outro, a gente continua vivendo. Se eu perder a minha mão, eu continuo vivendo, né? Então, a mão ela não vai remeter a nossa sobrevivência, tá claro? Então, o tronco cerebral é responsável pelas emoções que garantem a nossa sobrevivência e os órgãos que garantem a nossa sobrevivência. O útero garante a nossa sobrevivência, é a procriação. Eh, o intestino garante a nossa sobrevivência. Então, é todo o aparelho digestivo e de procriação, tá? Então eu vou ter aqui a garganta, o pulmão, o dodeno, o esôfago,
o estômago, o fígado, O pâncreas, os rins, tubos coletores do rim esquerdo e direito, o apêndice, o colon, a visão, o reto, o ouvido, a bexiga e o pulmão. Quando uma pessoa tem câncer, geralmente o pulmão é o último órgão Afetado. Quando o pulmão é afetado, essa pessoa ela praticamente só tem mais 10 dias de vida. E geralmente o o pulmão é afetado quando o médico diz: "Deu metástase total e não tem mais o que fazer". Aí o cérebro ouvindo a mensagem do médico disse: "Pensa, não tem saída, eu vou morrer". Esse conflito Afeta o
pulmão. A morte está em mim. Tá? Então são órgãos que remetem a sobrevivência. Tem um órgão aqui que é o cordão umbilical. Quando nós atendemos um paciente e cai no cordão umbilical, isso quer dizer que a pessoa está preso à mãe que ela não se desprendeu ainda da mãe, Que para sobreviver ela mantém o cordão umbilical com a mãe. Tá certo? Alguma dúvida sobre esse mapa? E aqui sempre na lateral vai ter a colinha para vocês, tá? E na apostila também. Então vamos para o outro. O cerebelo. Esse cordão é sempre preso à mãe. É
o cordão brilical. Quando a pessoa tem dois traumas Em regiões opostas do tronco cerebral, a pessoa ela cai no emocionalmente morto. Essa pessoa ela não sente dor física ou emocional. Ela se torna uma pessoa fria. Ela não sente alegria. Ela tem dificuldades em formar vínculos. São pessoas que sofreram ou se feriram diante de perdas de proteção e ataques à integridades, agressões, abusos e abandonos. Essa pessoa, dependendo da gravidade e Da intensidade, elas podem desencadear ação de agressão contra o outro ou contra si mesmo. Então, essas pessoas vão fazer piercings, tatuagens, tentativa de suicídio, couraças. Aqui
nós vamos encontrar eh narcisistas frios, Psicopatas que matam ã sem sentir nada. Mas também a gente vai encontrar aquela mulher que saiu de um relacionamento muito tóxico e que de repente ela não sente mais nada. São níveis de intensidade, de massa do conflito. Lembra que eu falei para vocês? Teve uma época que eu passei por situações difíceis na minha vida e que eu estava emocionalmente morta. Não conseguia sentir mais nada, Nem alegria, nem realização, nem felicidade, nem tristeza. Meu cérebro congelou e eu criei uma corazça para não sentir. Quando a gente vai trabalhar com uma
pessoa assim, eh, quando a gente vai trabalhar com uma pessoa assim, essa pessoa ela não sente mais nada, né? Eh, ela viveu duas grandes perdas de território Com grandes desproteção. Então, nós temos aqui a dois órgãos que são muito importantes sobre a questão de sentimento e afeto que trazem por proteção. Vamos entender que o ser humano, o animal, ele se sente protegido com um colo. Principalmente uma criança, o colo representa proteção. Se essa criança não tem proteção, o que que acontece com uma criança Desprotegida? Ela morre, não é? Ela é raptada, ela sofre abusos sexuais,
ela é maltratada. É sobre isso que fala essa região do cérebro. sobre uma criança que viveu uma grande desproteção, se sentiu maltratada e ainda não amada. Então aqui nós temos as mamas que falam sobre afeto, nutrição, amor, carinho, colo. E quando a pessoa não tem isso e ela não se sente amada e ainda é maltratada, as regiões das mamas ficam impactadas. Isso pode acontecer também com uma mãe que não conseguiu proteger o seu filho de um ex-marido Que abusou sexualmente do seu filho. E ela não conseguiu proteger porque o ex-marido tinha direito na justiça de
ficar com o filho, né? Então aqui fala de uma proteção com um vínculo, com um afeto. Pessoas que não tiveram essa proteção com o vínculo vão ter problemas, conflitos relacionados à mama, proteger, alimentar. Quando eu não recebo isso, eu recebo uma desnutrição e uma frieza E ainda agressões. Eu me fico impotente em nutrir ou ser nutrido. Eu não consigo sentir essa nutrição na minha vida. A minha vida não tem nutrição. A minha vida é desnutrida. Eu não consigo nutrir o outro. ataque à integridade da pessoa, preocupação em relação a brigas. E aí aqui a gente
vai dividir a lateralidade, tá? Como funciona essa divisão? A mama esquerda é mãe e a mão direita é pai. Para os destros e para os canhotos é o contrário. A mama direita é mãe e a mama esquerda é pai. Pai representa o mundo, o trabalho, os amigos, os tios E mãe representa mãe e filho. Agora, se eu tenho trauma dos dois lados, tanto na energia feminina quanto na energia masculina, o que vai acontecer? Eu me senti tanto, tão desnutrido e tão desprotegido que o que acontece comigo? Eu não preciso mais de afeto, eu não preciso
mais de ninguém, eu não preciso mais da proteção de alguém, eu me torno uma pessoa fria Para não sentir mais a falta. Se eu tenho só um lado, eu vou sofrer porque eu não tenho. Isso vai ser dolorido para mim. Eu vou sofrer de, eu vou sofrer que além de não ser protegida, ainda eu sou maltratada. Se eu tenho os dois, eu me torno uma pessoa fria para não sentir nem a falta de afeto, nem os abusos. Tá? Agora, essa região daqui do meio também É uma região muito central, que é a região do miopericárdio.
Pericárdio é o nosso coração e realmente são aquelas dores do coração. Gente, a gente não vai falar sobre doenças aqui. Se vocês quiserem saber sobre doenças, é preciso fazer um curso focado em doenças da nova medicina, tá? A gente vai falar sobre os transtornos psiquiátricos. Nessa região É literalmente as dores do coração, o coração dilacerado, o coração machucado, uma facada no coração. Eu sou rejeitada, não me sinto um erro. É a rejeição. É sentir que você desaponta. É sentir que você se machuca por você ser um erro. É você sentir que tudo que você faz
é um erro e aí você é tão rejeitado da vida e no Amor que isso machuca você, sabe? Você se sente um erro total. E aí se eu tenho as duas regiões do cérebro traumatizadas, o que vai acontecer? Eu não preciso de ninguém. Eu vivo bem sozinha. Eu mastico com as pessoas que me eu me relaciono, a frieza, o desprezo. Então, toda pessoa fria carrega uma dor profunda de falta de Afeto. É só uma corácia para não sentir. E nós temos essa outra região aqui que também é importante ser estudada, que é a região da
pele, da derme, não é essa pele mais superficial, é a derme mesmo mais profunda que fala sobre cortes, né, inflamações, infecções na pele. E a pele é o quê? A pele ela serve paraa nossa proteção, correto? A pele nos protege. Tem animais que mudam a cor da pele como forma de proteção. Tem animais que têm espinhos na pele, tem animais que exalam cheiro, gambá. Uma pessoa que tem CC, CC, odor, naxila, essa pessoa, ela está expelindo as pessoas ao redor dela por proteção. Não se aproxime de mim. É isso que o cheiro dela tá dizendo,
tá? Então isso aderme e aí entra já o conflito da obesidade, porque a obesidade é uma vantagem para o cérebro humano. Qual a vantagem? Eu aumento a minha camada de gordura de pele para quê? para se proteger, para se proteger. Então, mulheres que sofreram muitos abusos sexuais, muitos julgamentos Na infância, por isso que pessoas que sofrem da ferida da humilhação são obesas porque foram tão humilhadas na infância que elas precisam se proteger. Tem outros conflitos que impactam na obesidade também, tá? Não é só a questão da proteção, mas quando a gente trabalha com pessoas com
obedicidade, a gente vai ter que trabalhar a questão da proteção. Essa pessoa obesa, ela tem retenção de líquido, a gente vai ter que trabalhar com os tubos coletores do rim, os grandes abandonos, aonde a obesidade é um sinal, é uma indicação importante. Pode ser que a pessoa só tem obesidade numa região do corpo e não tem no resto. E aí a gente vê a questão também da celulite. Celulite está relacionada com agressão. Pessoas que foram abusadas sexualmente, Pegaram na bunda, vão ter mais celulite. Pessoas que apanharam na bunda vão ter mais celulite. mulheres que os
homens que o tio ficava olhando pra perna, pra bunda, vão ter mais celulite. A celulite ela vem como uma proteção, é uma camada de proteção. Então, a obesidade também precisa ser trabalhada como, né, uma disfunção psíquica Em que essa pessoa viveu situações de negligência, desaprovação, se expor em excesso com humilhações ou medo de se expor. A pessoa, ela está presa em si, ela cria uma cauraça externa de proteção, a obesidade. A mesma coisa para pessoas que tatuam o corpo inteiro. A tatuagem representa uma agressão, um conflito, uma desproteção. Tudo está relacionado à desproteção, tá Gente?
Dessa região do cérebro. des proteção. Eu me sinto tão sozinho, tão sem pertencer, que aí eu me tatuo para pertencer a um grupo e assim eu me sinto mais protegido com um bando específico. Eu não sou aceito, então eu vou me tatuar, porque ao me tatuar eu consigo ser mais aceito, tá? A distorção da imagem, sim, está Relacionado a essa região que é a pele. Então, por exemplo, os adolescentes que tem muitas espinhas no rosto, a espinha é uma proteção. A vergonha de como eu sou visto cria uma corça. A espinha é a coraza. Por
isso que o adolescente fica com aquela corácia. Só que a espinha faz o que com a pessoa? Faz ela se sentir pior. Aí ela fica no conflito de tranca. A própria espinha, a própria couraça de proteção faz ela se sentir pior. É a mesma questão com a obesidade. Ela precisa da couraça para se proteger de agressões e a própria couraça faz ela se sentir pior, mais julgada, mais desprotegida, mais expostas. exposta. Melasmo também é como eu sou visto pelo mundo. É o medo de como eu sou visto pelo Mundo. Então, pessoas que entram, né, nessas
couraças de proteção, tá? Seja proteção do coração, ou seja, proteção física, ou seja, a proteção dos sentimentos. Essas pessoas elas viveram grandes situações de julgamento, de solidão, de desproteção lá na infância. grandes situações de negligências, de humilhações, de vergonhas, de rejeição, de ser um erro. A Integridade dela como pessoa foi exposta e ela cria uma coraça para se proteger. Seja uma corça emocional estando emocionalmente morto, ou seja, uma corça física como a obesidade, como a compulsão por tatuagens, o piercing. Ó, minha cunhada quando o filho nasceu deixou claro que o filho era feio. Hoje ele
está cheios, cheios de espinhas. É uma a espinha tem a ver com vergonha. Então a pessoa ela tem vergonha, ela se sente feia e ela cria uma couraça pra Espinha para não ser visto. É como assim? Não me olha, eu sou feio. Só que a própria espinha deixa a pessoa mais feia e aí piora o conflito da pessoa. Aí a pessoa fica presa num conflito de tranca. Então, a pessoa eh, ela vai criando essa couraça para evitar sofrer. a gente encontra narcisistas Manipuladores, né, nessa questão do cardíaco, das mamas, a pessoa ela muda de personalidade.
Ela não sente mais dor física. Crianças que apanhavam, a criança apanha e fala assim: "Nem dói". É muito comum. A criança fala: "Apanha, apanha, apanha". Aí ela já fala: "Nem dói." O que que tá acontecendo com essa criança? A criança criou uma corácia para não sentir mais. apanhou tanto que ela criou a coraça e não sente. Pessoas, ah, eu não sinto dor, o que que é isso? É uma couraça de proteção. É muito difícil tirar a pessoa dessa couraza, tá? Porque se a gente tira uma vez, de uma vez a pessoa da coraça, pra gente
tirar a pessoa dessa coraça, a gente vai precisar fazer com que ela Olhe para velhos sofrimentos que tiraram a vontade de viver. E é como se abrisse a dor que ela tá tentando não sentir. E quando você faz isso de uma vez só, essa pessoa ela vai, ela pode cometer um suicídio, porque vem a dor física real que ela tá querendo não sentir. E eu não sei se vocês já ouviram falar, mas todo suicida Tenta se matar porque a dor que sente é tão forte que quer morrer para não sentir aquilo. Já ouviram falar disso?
A minha dor é tão forte que eu vou me suicidar para não sentir mais isso, para acabar com a minha dor. Então, se a gente tira de uma vez essa poraça da pessoa, a gente pode colocar a pessoa num suicídio. Então, é uma coisa que tem que ser com Muito cuidado, sabe? Tem que ser aos poucos, tem que ser lento. Ã, a pessoa ela não vai se tornar diferente de uma hora para outra. A sessão de renascimento mesmo, a sessão de renascimento, ela tira. Só que eh muitas vezes a gente tá vendo que a pessoa
tá assim na nossa frente, só que quando nós vamos mapear o cérebro, a gente não vai trabalhar isso. A gente não vai trabalhar a rejeição. A gente vai trabalhar outras coisas. O nosso, o próprio cérebro é inteligente e você só vai conseguir trabalhar na pessoa até onde a pessoa aguenta. Então, eu sei que a pessoa chegou no meu consultório, essa pessoa é emocionalmente morta e que eu precisava quebrar isso dela. Só que quando eu vou mapear cai em situações mais leves aqui do córtex como um medo, como uma dificuldade de se posicionar E não uma
dor tão profunda de ser rejeitada, sabe? Então isso vai sendo trabalhado aos poucos, aos poucos. conforme o cérebro vai permitindo. Por isso que a gente sempre mapeia quatro regiões do cérebro por vez. E aí esse tipo de pessoa a gente tem que ter muita paciência. Geralmente 10 sessões não são suficientes, tá gente? Dependendo da intensidade da pessoa. Eu tenho uma paciente que ela tinha muita energia masculina, muita mesma assim, muito dura, muito fria, que ela ficou comigo bastante tempo até a gente conseguir quebrar todas essas coraças e aos pouquinhos, bem aos pouquinhos. Então são casos
que a gente não consegue um resultado muito rápido. Mapear quatro regiões por sessão. Pessoas que o rosto não tem rugas, Que o rosto parece de bebê, conhece pessoas assim? O por a pessoa ela não tem ruga, porque a a pele a pele de bebê, né, é uma proteção. Tá. Alguma dúvida? Proteção do que foi exposta, proteção do que foi julgada, proteção ã de como foi vista, ataques à integridade, proteção a não poder se expressar, Não tem a ver com e a aqui, gente, não tem a ver com querer ser bebê para ser cuidado. Não tem
a ver com carência, tem a ver com desproteção. Se eu sou exposta em relação à minha imagem, a quem eu sou, se eu vivo coisas que me assustam, que me deixam eh assustada e exposta, Eu vou criar essa couraça de proteção. Tá claro? Tá. É tudo uma proteção. A doença de mama. A gente não vai falar sobre doenças. A gente vai falar sobre conflitos emocionais. Por que que nós estamos falando de espinha? Por que que nós estamos falando? Porque a gente tá falando sobre conflitos emocionais, né? Em que a gente atende no consultório, baixa autoestima,
imagem, quem a pessoa é, identidade própria, tá? E aí a gente vai para o próximo mapa que é responsável sobre nosso movimento, sobre nossa ação. Que que vocês entenderam do primeiro mapa? Garante a minha sobrevivência. Comer, beber, dormir, existir, Viver. né? Garante a minha sobrevivência básica, é o básico que eu preciso para viver. Pessoas que têm traumas nessa região está dizendo o quê? Que nem o básico tem. Tá, tá claro. Sobrevivência. Essa região é desproteção, ataques à integridade. Se sentir ferido em relação à sua imagem, a sua imagem se sente Desprotegida como é como eu
sou visto, gera uma desproteção à minha integridade. Como eu sou atacado, machucado. Se eu não tenho o colo, eu sofro abusos, eu sofro maltratos, eu me sinto um erro, é uma desproteção em relação à integridade, à imagem, à sobrevivência. Tá claro? está muito relacionado a abusos, xingamentos, tapas, abusos sexuais, Críticas, vergonhas, humilhações, abusos, todos os tipos, desprezo. E aí nós temos um outro mapa que é responsável pela pelo nosso movimento e que se nós temos traumas nessa região do cérebro, que é a substância branca, nós entramos num conflito de impotência, impotência intelectual. submissão cervical. Eu
não Tenho minha ação no mundo. Eu me submeto. Aqui no meu card eu faço, faço, faço, faço, faço, faço, faço e não consigo nada. Impotência estrutural de vida nas dorsis, impotência de ação, de movimento, de impulso, de conquista ou sexual nas lombares e no sacro. Impotência de dar um salto mais longe. Quadril, Pessoas que ficam brigando, brigando, brigando, brigando, brigando, problemas de quadril. Se eu sou uma pessoa submissa e me ajoelho aos pés dos outros, eu tenho problemas no joelho ou nos pés. Quando eu não sei o meu caminho, quando eu tenho dúvida, quando eu
os tá claro? Região esquerda representa a energia feminina para os destros. Região esquerda, região direita, representa a energia masculina. E aí, ao contrário, a mesma coisa. Região direita para os canhotos é energia feminina. Região esquerda é pai, tá? Região esquerda para o destro, os destros é mãe, região direita é pai. Para os canhotos, região esquerda é pai, Região direita é mãe, é o contrário, tá bom? E aí aqui nós temos algumas constelações bem interessantes. Nós temos o nosso amigo narcisista megalomaníaco, que se acha o rei da cocada preta e que muitas vezes ele não é
nada disso, mas ele se acha. E aí nós vamos ter essa região do cérebro Traumatizada dos dois lados. Essa região do cérebro, ela é responsável por impotências intelectuais e não conseguir achar soluções no crânio. Se eu sou uma pessoa que foi muito julgada intelectualmente, fui chamado de burro, fui chamado de incapaz intelectual, eu me torno megalomaníaco. E aí eu me acho o rei da cocada preta Para não lidar com o meu sentimento de ser burro. Eu vejo muitos casos de narcisistas que a carreira não anda porque eles não enxergam as próprias limitações que eles têm.
Vou dar exemplo para de vocês. Vocês estão aí com medo de atender as pessoas. Vocês percebem as limitações de vocês, certo? Vocês percebem e aí vocês sentem limitados, inseguros. tem uma impotência intelectual, precisa ter trabalhado vocês. Agora, se você é megalomaníaco, você vai falar: "Eu não, não vou atender ninguém. Eu sou muito bom para isso. Eu não vou trabalhar pro outro. O narcisista ele não começa do zero, ele não começa de baixo. Ele não tem a humildade de começar aos poucos e ir crescendo. Nem estariam aqui, né? Então, gente, é umas coisas que eu uma
uma moça casada com narcisista e o narcisista ela tava bancando ele e ele não queria trabalho porque ele eh ia ser empregado do em uma obra e que ele não poderia Aceitar uma coisa assim, só que ele já tava 6 7 meses desempregado, com três filhos para que e o dia e a manhã inteira passava na academia com o corpo perfeito, porque ele não podia ser humilde e ser empregado. Então são coisas que você vê assim que você fala: "Meu amigo, toma vergonha na cara", né? Mas o narcisista faz isso. Ele coloca preço além do
que ele tem. Ele se ele diz que ele é incrível, ele não é. Mas a gente encontra os megalomaníacos que transformaram o complexo de inferioridade em uma grande superação, tá? E aí nós vamos ter gênos. exportistas de auto rendimento, hiper autovalorização para se sentir o Campeão do mundo, pessoas que sabem tudo, que conhecem tudo, que exageram tudo ou perfeccionistas muito exigentes, foram pessoas profundamente desvalorizadas. Gente, todo narcisista se acha dono da razão e ele implica com todo mundo porque ele sabe mais que todos e ele se acham melhor que todos. Então ele vai implicar com
tudo que o outro fala, diz, pensa ou sente. Ele tem resposta para todo mundo. Ele sabe o que todo mundo precisa fazer. E aí que difícil atender uma pessoa narcisista, porque você vai falar pra pessoa narcisista: "Olha, a gente precisa trabalhar isso". E a pessoa vai falar assim: "Não, a gente é isso. Ela, a pessoa, ela quer dizer o que a gente tem que fazer. A pessoa narcisista sabe mais do que a gente. Eu atendi uma pessoa narcisista há duas semanas atrás. Agora eu não tenho mais paciência não, gente. Antigamente até tinha, agora não tenho
mais paciência não. Aí a pessoa chegou no meu consultório e começou a falar ã de dos problemas que ela tinha. Tá? E aí eu virei para ela, falei assim: "Então, eh, isso está acontecendo na sua vida porque você está fazendo isso, isso, isso." Aí ela vira para mim e fala assim: "Não, não é por isso. Não tem nada a ver isso que você tá falando." Ai, gente, eu já sei, eu já sei como ele dá. Aí eu só faço isso. Eu tenho 7 anos de formada. Eu atendo pessoas no Brasil inteiro. Eu sou uma Das
melhores terapeutas que existe no mundo. Eu devolvo seu dinheiro se você não quer zero me escutar. Gente, eu não aguento mais. Não tenho mais paciência. Antigamente eu caía nos meus complexos de inferioridade e eu era manipulada por pessoas narcisistas no meu consultório. Hoje, se eu começo a perceber um uma síndrome de grandeza em cima de mim, que eu tô ali todo o tempo me matando para Ajudar, dando meu máximo e a pessoa chega querendo saber mais do que eu, eu já baixo a bola rapidinho e já falo: "Ó, se você não quiser me escutar, a
gente termina a consulta agora. devolu dinheiro. Agora se você quiser me ajuda, você fica quieta e me escuta. Gente, eu falo assim mesmo, porque é só assim que o narcisista se coloca no lugar dele, entende? E aí a gente fala, fala, fala. No final da sessão, a pessoa não entendeu nada porque só escuta aquilo que quer. E toda vez que a gente tá falando algo, o cérebro do narcisista vai querer ter mais fusão que a gente. Então, gente, é muito difícil. É muito difícil atender pessoas narcisistas, pessoas megalomaníacas. Eh, teve uma paciente que eu atendi
que eu dei o livro Volta ao Lar para ela atender, para ela ler. Aí essa paciente, ela pegou a filha dela e e fugiu com a filha dela de cidade porque ela não gostava da cidade nos Estados Unidos, tá? Ela morava numa numa cidade do no norte dos Estados Unidos e ela resolveu ir morar em Miami porque era uma cidade mais divertida. Só que ela tinha uma filha de 8 anos com um homem lá, eram separados. E esse homem cuidava muito da filha porque ela mãe Narcisista. Um belo dia, ela pega a filha e aí
ela vem na consulta. Aí ela chega na consulta, conta a situação e eu falo para ela, falo assim: "Mas olha, você não poderia ter feito isso tanto paraa sua filha quanto para ele, né? É, mas que que eu vou fazer? Eu vou ficar num lugar que eu não gosto?" Aí eu falo assim: "É isso que mães Fazem, pensam nos filhos. Depois que a gente tem filho, a gente não tem muita escolha." Aí ela pega e começa: "Então eu li o seu livro, volta ao lar que você me indicou, não era nem meu livro". Então, eu
vi que no livro diz isso, isso, isso. O que você faz é tudo errado. Porque eu falei para ela que o que ela tinha feito era errado, né? Ela tava Tirando a menina do pai. Então, gente, é isso daí, tá? É isso daí. É isso daí. Liar com narcisistas. É muito difícil. é um desgaste, a gente passa nervoso, acaba com a gente. A a gente até no começo aqui da das aulas, né, acho que aprendice como que você faz para se você para se proteger energeticamente. Não tem. Você pode acender vela, incenso, orar, ã, ler
a Bíblia o dia Inteiro, que se você atender o narcisista, você vai ficar dois dias destruído. Se preparem. Por isso que agora quando eu já percebo, já vem meu rosto de bebê aqui e já fala assim: "É o seguinte, esse rosto de bebê aqui é só para é só para me esconder, porque de boba eu não tenho nada, tá? Então, esses são os narcisistas. Agora, se além da pessoa ser megalomaniaca, a pessoa ela é fria, machuca o outro e despreza, ela é os dois, emocionalmente morto e megalomania. E em casos mais graves, nós vamos ter
aquela pessoa que tem razão de tudo, que sabe de tudo, que maltrata o outro e que a culpa é do outro e que trai e que não pesa na Consciência. É o tipo de pessoa que quando coloca a cabeça no travesseiro não pesa. O que que vai fazer com que eu não faça mal a ninguém? Colocar a cabeça no travesseiro e dormir com a consciência tranquila. A culpa não é? É isso que faz a gente ter caráter, a consciência, o peso na consciência. Pessoas megalomaníacas e emocionalmente mortas, A consciência não pesa. E aí que é
o problema, porque aí já começa a partir, para uma sociopatia. São políticos que roubam e dizem que as pessoas têm que aprender com isso e que não pesa na consciência e que são extremamente manipuladores, são líderes religiosos megalomaníacos e que manipulam os seguidores Para tirar o dízimo dos seguidores e chegam em casa e maltratam a mulher. Teve um filme assim que é mais contava a história disso, um filme brasileiro, acho Verônica. Assistiram Verônica? Tem um líder religioso no filme, mostra bem o tipo de uma pessoa megalomaníaca e emocionalmente morto. São os grandes manipuladores, tá? que
não pesa na consciência. Aí a gente já entra no narcisismo mais perverso, narcisismo mais grave. Então vamos lá. Se a pessoa ela é megalumaníaca, no nível mais leve, ela vai ter traços narcisistas, ela vai estar todo momento buscando a validação, ela vai estar sempre com tendo razão, querendo ter razão, ela vai estar sempre ã querendo estar certo, Ela não assume erros porque ela não pode estar errada. Porque ela precisa estar certo, ela precisa ter razão, ela vai resolver problemas de todo mundo porque ela é a melhor. Eu já tive pacientes assim que eram salvadoras. Então,
tem pessoas que são salvadoras que são narcisistas. Tem pessoas que sofrem da síndrome de Salvador, Narcisistas, não. A pessoa que sofre de síndrome, síndrome de Salvador, que é dependente emocional, é diferente, tá? Tem a pessoa que sofre de síndrome de Salvador, que é aquela pessoa que não consegue dizer não, que precisa ajudar o outro para ser amado, para se sentir amado, para se sentir pertencendo, para sentir que tem algum lugar ali no outro, para ter alguém ali do lado. Isso é a síndrome de Salvador que vem da Dependência emocional. Agora tem a síndrome do Salvador,
do narcisista, que é a pessoa que fala assim: "Ninguém consegue resolver, só eu consigo resolver. Eu resolvo tudo, sobra tudo nas minhas costas, eu resolvo tudo de todo mundo no meu trabalho e ninguém consegue resolver nada. O que que essa pessoa está dizendo? que ela resolve tudo porque ela é o quê? Mais inteligente, capaz. Quando ela resolve as coisas pro outro, o ego dela infla. Quando ela sente que os outros não são capazes como ela de resolver as coisas, o ego dela é inflado. Então, ela resolve as coisas paraas pessoas para ter uma validação do
ego todo tempo. Eu sou boa, eu sou capaz, eu resolvo. E ela mal sabe que Ela vai se colocando numa enrascada, né? que ela vai chegando ali por volta dos 40, 45 anos, 50 anos, extremamente sobrecarregada, resolvendo o problema de todo mundo para se autovalidar, porque se acha fodona, só eu consigo resolver o problema. Ninguém consegue. Então, a pessoa se torna centralizadora, tá? Geralmente pais assim não deixa os filhos crescer na carreira Porque eles estão sempre diminuindo os filhos. Esse é o megalomaníaco, o narcisista. Então, segundo a nova medicina germânica, o narcisismo é chamado de
megalomania, OK? E a gente pode continuar usando o narcisismo, que é a linguagem popular. Mas quando a gente fala megalomaníaco, a gente entende como funciona. A gente entende que a pessoa sofreu grandes Desvalorizações lá atrás e essa pessoa, ela precisa a todo momento se afirmar em suas capacidades de ter razão, de saber das coisas, de resolver problemas, de ser bonito, de e ela não consegue ser humilde e aprender e se esforçar e se colocar no lugar do outro e deixar que o outro também faça. né? Alguma dúvida sobre o narcisista? Se o narcisista é emocionalmente
morto, Já vai beando para um narcisismo mais grave. Aí a gente já entra num narcisismo psicopato. Então tem níveis de narcisismo e tem atitudes que o narcisista faz. Ele pode ser só megalomaníaco. É um nível de narcisismo e ele pode ser megalomaníaco e emocionalmente morto. É o nível de narcisismo mais grave. Só que ele pode ser também narcisista, megalomaníaco e mitomaníaco que a gente vai estudar. Então, ele é mentiroso, ele tem síndrome de grandeza e ele é emocionalmente morto. Tá bom? Então, eh, com a quantidade de traumas que a pessoa vai tendo, vai tendo características
específicas de como o transtorno psiquiátrico vai controlando a vida da pessoa e as Atitudes da pessoa. Então, vamos trazer isso. Um narcisista frio e manipulador. Esse narcisista frio e manipulador, ele vai ter essas duas regiões do cérebro traumatizadas. Ele vai ter essas duas regiões do cérebro traumatizadas e ele vai ter essa região do cérebro traumatizada, que é o mitomaníaco. que além disso tudo ele é agressivo, ele também tem essas duas regiões do Cérebro traumatizadas, que aí é o maníaco agressivo. E se ele é bipolar, uma hora ele tá traindo, outra hora ele tá depressivo, ele
vai ter essas duas regiões do cérebro traumatizadas também. Tão entendendo, gente, como os transtornos psíquicos funcionam, tá? como as constelações esquizofrênicas funcionam. Então, eh, existem níveis de narcisista, né? Existe um narcisista que É ali nível um, que ele vai ter traços narcisistas, que é mais esse conflito de eu tenho razão, eu não aceito que eu erro, eh, e ele vai estar sempre dando pitacos no outro e achando que ele tem sempre razão. Ele nunca olha pro outro, ele tá sempre olhando para ele, se validando. Esse é o narcisista no nível básico. E aí a gente
tem um nível secundário que já é o narcisista patológico, Em que nessa patologia ele vai ter diversas regiões do cérebro traumatizadas, consteladas e vai ter esses comportamentos específicos como manipular, ser frio, ser agressivo. E aí nós temos um nível mais grave que é a psicopatia e a sociopatia que são manipuladores sociais, manipuladores agressivos, que matam friamente. Tá bom? Entenderam como se forma o narcisismo? Alguma dúvida sobre isso? é formado no primeiro céreo. Olha só, essa questão do da desvalorização intelectual, ela vai ser mais formada ali no segundo setio, que está muito relacionado a questões de
estudos, de desenvolvimento, de inteligência, de capacidade, tá? Mas isso já começa antes, né? Quando a criança não é vista, quando a criança Não se sente importante, quando a criança não tem lugar, quando a criança não é valorizada. E aí nós temos um outro transtorno psiquiátrico nessa região, melagomania, que é a ninfomaníaca e o casanov. O que que seria a ninf? E pode ser a pessoa ser narcisista e e nfomaniaca, narcisista ou casa nova, tá? O que que seria a ninfomania? Nós temos dois conflitos em ovários que ficam aqui na região da substância branca. E aí
essa pessoa vai ter dois conflitos também na região da energia masculina e feminina que é do córtex. A ninfomaniaca e o Casanova eles. Então vamos lá. Essas duas regiões do cérebro são traumatizadas, são ativadas ao mesmo tempo com essas duas regiões. Essas duas regiões são percas de território na energia feminina e na energia masculina. Se a pessoa só tem essas duas regiões traumatizadas, é um transtorno chamado pós-mortem, que é uma depressão bipolar, ela é maníacodepressiva, tá? Agora, se ela tem essas duas regiões do cérebro traumatizadas, mais essas regiões do cérebro, Além de ser maníaco depressivo,
é uma pessoa sexualmente maníaca. Isso começa depois de perdas. A pessoa ela vive grandes perdas. O ovário, essa região aqui, ó, do ovário, essa região aqui, ó, do ovário aqui embaixo, né, que é a região 14 e 27, ovário e testículos, está relacionado a quê? Ã, A perdas. Então, quando a pessoa ela se sente impotente diante de perdas, perdeu um animal, perdeu um parceiro, perdeu amigos após morte e ela vive essas duas perdas, tanto na energia feminina quanto na energia masculina. Ela perde o marido. Esse marido ainda era dava proteção financeira para ela. Ela perde
tudo, né? Esse marido morre, ela entra numa Depressão e aí o que ela faz? Começa a transar com todos os homens que ela encontra na frente dela. Então tem muitos casos assim que acontecem com mulheres, né? Ah, a mulher se separa, entra na ninfomania e começa a se relacionar com o monte de homem. Qual a vantagem do cérebro de você dormir com um monte de homens, Você colocar outro na sua vida? Só que como ela está constelada, ela não vai fazer isso com calma, com tranquilidade, se recompondo. Ela entra na infomania. A mesma coisa o
Casanova. O Casanova, vamos pegar um cara aí dos seus 25 anos que está na balada pegando todas. É o Casa Nova. Ele é bonitão e ele pega todas. Ele não sente atração, ele não sente Desejo, ele não sente, não tem libido, porque ele tá nessa mania de ter relação para resolver o problema dele de solidão. E quando chega, por exemplo, ele sai com uma mulher na sexta, sai com uma mulher no sábado, às vezes sai com duas, três mulheres, quando chega na segunda-feira, ele cai em depressão, ele se sente sozinho, ele sente que não encontra
nenhuma mulher na vida dele, Ele sente que nenhuma mulher é suficiente. E aí o cara fica assim até encontrar uma mulher. Quando ele encontra uma mulher, ele para de trair. Pode ser após a morte de um pai, pode ser após a morte de uma mãe, pode ser um casamento que morreu e a pessoa se torna ninfomaníaca e começa a ter relação sexual com de homens. Teve uma moça que eu atendi que chegou no meu consultório que contraiu o HIV, casada. Ela nem sabe de quem ela contraiu. Linfomaníaca. Então, a mulher linfomaníaca, vamos lá, ela vai
entrar numa hipersensualização. Gente, você sabe, vocês chegaram a ver a Yasm Brunet? Vou dar um exemplo para vocês. A Yasm Brunet, ela namorava com um surfista profissional. Lembram dessa história? Não sei se vocês chegaram a ver as imagens dela quando ela namorava. Ela era toda bonitinha, toda reservada, toda. Quando ela termina, essa mulher se torna super gata. Então é uma hipersensualização para resolver o conflito de perda e solidão. Unhas pretas, batons vermelhos, roupa de tigresa, erotização em excesso. Ela vai ter relações com os primeiros homens. que aparecerem. Depois ela teve anorexia, aí depois ela teve
outros problemas. Ou seja, ela entra na linfomania, ela se hipersensualiza e ela entende que mesmo assim ela não é vista e ninguém olha para ela e ela começa a desaparecer com a anorexia. Percebe o conflito da pessoa que dá para ver? perceber. A gente consegue perceber onde a pessoa Tá, o que ela tá vivendo. Eu tinha uma amiga, eu tenho uma amiga que ela é terapeuta também, que a gente entende desses, a gente conversa essa linguagem e ela tinha se separado do do marido, né? E ela, ai tal, não sei o que eu faço, tal,
não sei o que. falou assim: "Ah, já resolviu o seu problema, entra na linfomania e sai paraa balada." Brincando logo, né, gente? Brincadeira. Entra na ninfomania, coloca o cabelo Todo sensual, passa um um esmalte vermelho, um batonzão e sai pra balada para esquecer seu ex. Pronto. Então são recursos que o nosso cérebro, lógico que ela não fez isso, foi brincadeira, né? Mas a gente eh tirando sarro da situação, né? A comunicação entre terapeutas. Ai, tô destruinda, tô arrasada. Pronto, esquece ele se tornando uma linomaníaca. Nada melhor para esquecer o ex do que Com outro nome.
Mas por que que eu tô dizendo isso para vocês nesse sentido de brincadeira? Porque é esse o sentido da linfomania, tá? É esse o sentido da do Casanva. Teve um paciente que eu atendi que ele chegou aqui e disse isso: "Olha, eu durmo com 30 mulheres por semana, estou 7 anos solteiro e não aguento mais isso". E eu expliquei para ele que ele era bipolar E ainda ele era casa nova. Ele ficou assustado. Eu já expliquei logo assim para ele. Eu não explico para todo mundo. Ele tava saber o que ele tinha. Já logo que
falei. Bom, então a gente tira a pessoa disso, tá? A gente tira a pessoa de que forma? Fazendo ela lidar com o luto. Se eu me separo, sair na balada e pegar o primeiro homem que aparecer vai Resolver a minha dor de separação, não vai. Mas se eu sentir o meu luto, se eu trabalhar os meus lutos e as minhas perdas, eu consigo lidar com os meus sentimentos. Eu consigo superar isso, eu consigo passar por isso e quando eu tiver mais restabelecido, aí eu me eu consigo me estar consigo estar pronto para começar um novo
relacionamento, não é? Mas o que acontece com a maioria das pessoas que saem de um Relacionamento e não consegue dar esse tempo, já entra em outro, já quer outro, já quer outro, já quer outro, um desespero. Como ser feliz dessa forma se a gente não consegue passar por um luto? E passar por luta é muito importante. É sobre isso, essas constelações. Então, quando a gente pega pessoas eh ninfomaníacas ou homens casa nova, a gente precisa fazer essa pessoa lidar com a solidão, lidar com o Luto, lidar com a tristeza, lidar com a depressão, tá? Eh,
eu fui fazendo esse paciente aprender a lidar com a solidão, aprender a entender que não é saindo com um monte de mulher que ele vai resolver o problema dele de solidão e que ele precisava enfrentar a solidão, enfrentar a tristeza, enfrentar o vazio que ele carrega para só aí quando ele tiver bem com isso mesmo, com ele mesmo, ele começar a selecionar as mulheres que Ele ele sai. E foi muito rápido o processo dele de falar, eu não quero mais isso na minha vida. Então, a ninfomania, ela vai ter muita conquista, falta de sentimento e
pouco orgasmos. Supergata, traição, sedução. O sexo permite reparar perdas. Em fase de mania, ela seduz o homem. Ela perde a ovulação, amenorreia e frigidez, por incrível que pareça. Ela vai ter relações sexuais, mas pouco orgasmo. É Só pelo prazer da conquista. Em fase depressiva, ela ovula e pode engravidar. Psiquicamente, ela se encontra castrada. A mesma coisa o homem, casa nova. Se a mulher trai e busca alguém lá fora, é porque falta em casa. Se o homem trai e busca alguém lá fora, é porque falta em casa. Só que são pessoas fracas que não conseguem lidar
com a dor da solidão e fazer o processo de separação para conseguir sair com outra pessoa. Muitas mulheres chegam no meu consultório, gente, muitas. Não é uma, não é duas, não é três, é toda semana. Chegam no meu consultório casadas e elas pedem ajuda porque o amante as rejeitam. Elas não chegam no conso aqui procurando a minha ajuda porque elas estão traindo, porque o relacionamento não tá legal. Elas chegam no consultório tristes porque estão sendo rejeitadas pelo amante. Pensa a situação, pensa. E homem também já chegou no meu consultório com a mesma problemática, traindo a
mulher e me procura e fala assim: "Eu sou dependente emocional. A minha amante não me quer e mesmo assim eu fico correndo atrás dela. Ninfomaníaca e casa nova. Perdeu o marido, não consegue se separar para não consegue fazer o luto, o sentimento de perda, começa a olhar pro lado para conseguir se sentir amada de novo, para conseguir resolver o problema de solidão e aí começa a atrair. Só que como ela tá naquele vazio da perda, ela vai atrair justamente homens que não tem afeto, não tem sentimento, porque ela está na linfonia. É só sexo. Erotização
e sexo. E é assim que os homens vão ver essa mulher. E é assim Que essas mulheres vão se relacionarem com esses homens. E aí eles entram num ciclo de sexo, sexo, sexo. Tá bom? São pessoas, sim, dependentes emocionais, são pessoas carentes, são pessoas que não conseguem lidar com luto. São pessoas que têm histórico de mortes prematuras na infância, são pessoas que são frágeis emocionalmente. Dependência emocional enorme leva a Pessoa à traição. Agora nós temos um outro tipo de traição. Um outro tipo de traição é essa traição aqui, ó. O megalomaníaco. O megalomaníaco ele não
vai trair para preencher o vazio dele. Ele vai trair para quê? para inflar o ego. É aquele cara que trai e chega na mesa com um monte de homem mostrando as fotos Da amante, das 10 amantes que ele conquista. É aquele cara que pega uma mulher de programa casado e sai com os amigos, com a mulher de programa. Percebem a diferença do Casanova e do narcisista que trai? O Casanova trai por causa da dependência emocional, do vazio, do luto, assim como a ninfomaníaca. Diferente do narcisista, que é uma validação, uma autoaprovação do ego. Bom, o
Casanova, traição, masturbação, pornografia, desejo por outras, sedução, conquista, falta de sentimentos e pouco orgasmos. O sexo permite reparar perdas, conflitos de desvalorização e separação. Alevido diminui, testosterona baixa, tá? Então ele perde a energia masculina dele Em fase de mania, ele seduz mulheres e ainda tem eh desejos suicidas. Em fase depressiva, ele é aquele tímido aparente, sabe? O homem tímido, a gente tem um ditado popular, que pega quieto o tímido, que como que a gente chama? Que come quieto, que pega quieto, não é? É um casanova enrostido, tá? é o quietinho que pega todas as mulheres
Ou ele é aquele maníaco que sai pegando todas, o galanzão, o gostosão que pega todas as mulheres. No fundo, ele está vivendo uma grande depressão. E quando ele bota a cabeça no travesseiro, ele vai sentir um vazio muito grande. Eu atendi um homem assim, ã, um homem muito bonito que tinha acabado de se separar, teve um problema sério de separação. Eu, se eu não me engano, ele foi traído pela mulher. E esse homem, ele chegava ao final de semana, ele não dormia mais. Era todo final de semana, cada hora com uma mulher. percebe que ele
está vivendo uma profunda depressão, uma profunda tristeza. E aí ele fala: "Chega na segunda-feira, eu coloco minha cabeça no travesseiro, eu sinto o pior homem do mundo. Tem tristeza, tem consciência, tem Vazio, né? que nem esse moço que me procurou, que 7 anos solteiro, sai com 30 mulheres, mas tá ali sofrendo, chorando, triste. Tudo que ele queria era uma família. A mulher que está atraindo o marido, tudo ela queria ser amada pelo amante. Tá claro para vocês? A pós-mem a linfomania e o Casanova? Dúvida sobre isso? Como tratar esses caos? A gente precisa trabalhar as
perdas, tá, Nor? as perdas, as separações, não tem nada a ver com sexo, não tem nada a ver com abusos sexuais, muitas vezes está muito relacionado a perdas, carência, tristeza, solidão, luto. A pessoa, ela tá vivendo um grande luto existencial, então a gente tem que colocar a pessoa No luto. É como se a gente precisasse colocar a pessoa na depressão, porque ela tá anestesiando a depressão, a tristeza com o sexo, com o amante, saindo com várias pessoas. E aí quando a gente tira a pessoa desse lugar e faz ela lidar com a dor da tristeza,
é que a pessoa ela começa a ter um resultado. Então, eh, fazer um acompanhamento de uma pessoa assim, tá? Por isso que a gente fecha 10 sessões. E quando a gente acompanha uma pessoa assim, a gente tem que ter essa esse entendimento, porque pode ser que a pessoa venha numa consulta e fala isso e na outra consulta ela foge desse problema e começa a falar de problemas financeiros para não lidar com a dor e continuar Tendo aquele comportamento compulsivo. Eu atendi uma paciente que ela, essa foi uma experiência que eu tive que eu nunca mais
botei, tá gente? Eu atendi uma paciente que ela fechou três pacotes, só foram 30 consultas e ela traía o marido e ela não me falava que ela traía, ela falava que era o amigo. E eu falava para ela, mas vocês têm alguma relação? Já se beijaram? Já saíram? Não, não ia pra frente a consulta, não ia pra frente o atendimento. Ela queria resolver o problema que ela estava sendo rejeitada por ele, mas ela não queria resolver o problema em si da traição. Então assim, foi praticamente 30 consultas que eu não vi resultado. Quando o paciente
não fala a situação que está vivendo, quando o paciente esconde da gente o que Ele tá vivendo, a gente não tem avanço com a terapia, porque o paciente está mascarando aquela situação. Ele foge, ele nega, ele não quer olhar pra situação. Então, é mais ou menos esse processo, tá? é perceber que a gente vai precisar colocar a pessoa num processo ali depressivo, dela parar de buscar fora eh algo para tampar o buraco. Ela vai precisar olhar Para essa dor que ela sente, paraas perdas, paraas separações. Ela vai conseguir lidar com ter que lidar com isso.
E conforme ela consegue lidar com isso, ela vai superando e vai aprendendo a viver sozinha. E qual a forma de não querer mais tratar ela? Não entendi essa pergunta. A Natália, a Maria Raimunda, perguntou: "Como tratar um homem infantil com coração fechado?" É uma pergunta difícil, porque um homem Infantil, a única forma de tratar esse homem infantil é dando tapas na cara desse homem infantil para ele deixar de ser infantil. E aí a vida tem que fazer isso com ele. Não somos nós que vamos fazer isso. Aprender a ser homem. Agora fechado, precisa ver se
esse homem é frio. Ele aí é meio difícil entender, precisa atender o paciente para lidar com isso. Mas às vezes quando eu pego Umas pessoas meio infantis assim, que eu percebo que tem uma infantilidade lá, eu meio que solto. Mas então a vida adulta é sobre pegar no pesado. Você não vai fugir disso, tem que crescer. Talvez você esteja com dificuldade de crescer. Eu dou umas, eu pego um pouco pesado ali com a pessoa quando eu percebo isso, tá? Quando você vê que a sessão não irá fluir, como sair, tá? por exemplo, essa paciente que
foram 30 consultas e as 30 consultas essa paciente ali fugindo, né, de sempre quando eu perguntava que que começou a acontecer, eu comecei a pressionar mais ela comecei a pressionar mais. E chegou um momento que eu falei assim: "Então, se você não me falar a verdade do que está acontecendo, a gente não vai avançar. Você vai fechar mais 10, mais 10, mais 10 pacotes. A gente não vai avançar. Você precisa me contar a verdade do que está acontecendo. E aí ela sumiu. Não tinha nem terminado os 10. da realidade. Ela ficou desmarcando consulta, desmarcando, porque
eu comecei a pressionar ela e tudo bem, ela não quer olhar pra dor, não quer lidar com a dor, mas é o meu trabalho como terapeuta Ter que estar direcionando a pessoa. né? Eu poderia ter ficado com ela mais um ano, tá? Então eu vou atender um de vocês agora e aí na próxima aula a gente vai pro corttex que é o último. E a gente vai aprender começar na parte de renascimento. Geralmente atraímos os pacientes como somos? Às vezes sim, às vezes não. Tem paciente que é o nosso espelho, é a nossa dor. Eh,
tem paciente que não tem nada a ver. Mas às vezes quando eu atendo muitos pacientes assim na sequência com o mesmo conflito, eu tenho certeza que aquilo tá dizendo para mim, sabe? Mas muitas vezes não tem muito a ver com aquilo, tá? Então, peguei um papelzinho aqui no copo. Paula. Na Paula não está aqui. Bruno, Bruno também não está. Camila, Camila Ruda. Hoje ninguém está. Adriana, Adriana tá aqui. Ela vai passar. Está na rua. Carla, a Carla tá aqui. Pode ser. Tudo bem? >> Tudo bem? >> Tudo ótimo. >> Prazer. >> Eu já estava, eu
já estava até sem esperança. Tô assim, não é possível, gente, que eu nunca vou ser chamada. Deu certo. >> Deu certo, >> Carla. Eh, >> pois >> já começa abrindo o seu coração e diz o que que não está legal na sua vida, que você, né, gostaria de ajuda. >> Eh, numa sessão anterior você falou uma Frase que me marcou, >> tá, >> que eu não conseguia nomear, sabe, o o meu maior conflito, >> mas eu acho que clareou bastante, que é o que em mim não permite o amor ficar. bem direta, né? >> Bem,
quanto tempo você tá solteiro ou tá casa separada? Como que tá a sua vida amorosa? >> Bom, eu estou sempre conhecendo pessoas, Mas que eu estou solteira desde o final do ano passado. >> Dezembro. >> Dezembro. Mas foi um namoro curto, seis meses. >> E os anteriores, >> então, eh, eu me separei do pai dos meus filhos há 10 anos, >> tá? >> E desde então eu fiquei anos sem me relacionar com com ninguém. depois eh depois de 3 anos e meio que eu comecei a Me envolver com uma pessoa. Nesses 10 anos eu namorei
eh 2 anos de 2019 a 2021 só. E depois disso, todos os meus relacionamentos foram bem conturbados, porque eu já não ficava mais na onde não me cabia, sabe? >> Uhum. Eh, eu percebi algumas situações de dependência emocional minha e às vezes eu queria, lutava um pouco com aquela relação ali, mas eu acabava saindo. Então, eu anotei o nome dela, ela me falou o problema que ela está vivendo e eu perguntei o histórico. Tá, tá, Carra. Eh, qual o seu signo, Aquário. >> Você tem irmãos? >> Sim. >> Quantos? >> Eu sou a mais velha.
Eh, eu minha minha mãe cria um primo recém que pegou recém-nascido. Acho que ele não conta, né? E eu tenho uma irmã mesmo de sangue depois de mim, >> tá? São duas mulheres. >> Duas mulheres. >> Tá. >> Você sabe como foi a sua concepção? Seus Pais estavam casados? >> Sim, estavam casados. Tranquilo. >> Foi planejado. Tudo ceru? >> Não, não foi, não fui planejada, mas eu fui amada. Minha mãe já era casada com ele, já tinha dois anos de casamento. >> Não foi algo difícil, foi algo que já tava nos planejamentos, não foi aquilo
planejado, mas já tava ali meio que >> planejado. >> Isso. Isso. É. Você sabe se ela tem alguma complicação no parto? >> Não, foi um trabalho de parto de mais ou menos 12 horas. >> Uhum. >> Eh, mas normal. Até teve uma uma sessão sua que eu até perguntei sobre isso. Você falou: "Não, gente, 12 horas de trabalho de parto normal. É porque ela fala disso meio que lamentando. >> E aí você até comentou sobre isso. Eu nasci de Fóceps também. >> Fórceps, >> sim. É, mas só pelo que ela já me falou, é isso.
>> Por que que foi forces? >> Porque eu não queria eh, né? Não queria. A minha cabeça era muito grande, não passava. Era uma bebê grande. >> Tá. Ela te amamentou? Eu, ela falou que eu não, eu não quis Leite. Eu não gostava de leite. Mamentou muito pouco. >> Sua irmã veio quanto tempo depois? >> 4 anos. >> E como que era o relacionamento dos seus pais? Pois é, Roberta conturbado, tá? >> Meu pai bebia muito, ele tinha outras mulheres e minha mãe, muito submissa, só tinha olhos para ele. >> Dependente emocional. >> Sim. aceitava,
só tinha olhos para eles, para ele. Uhum. >> Brigava, >> ela aceitava e ficava jogando na cara, brigando ou ela que aceitava e ficava quieta? >> Aceitava e ficava quieta. A lembrança que eu tenho é é essa. E das sessões de renascimento que eu já fiz, eh, eu não me veio nada assim >> dela reagir de forma diferente, >> tá? E o seu pai, ele bebia, ele ficava agressivo, ele humilhava, ele desvalorizava ou não? >> Não. >> Bebida dele? >> Eh, não lembro dele desvalorizando ela, mas já teve vez de eu acompanhá-lo em lugar que
só tinha mulheres. Isso eu Lembro, >> tá? E que mais? Minha mãe era muito ocupada porque ela perdeu a mãe num parto e aí então ela tinha 16 anos. Ela ela era muito preocupada com esse recém-nascido irmão e uma escadinha de filhos. Aí uma tia minha também morre num parto, é onde ela pega essa criança para criar. E por um tempo também os os filhos dela mais velhos também ficaram Com a gente. Ela já me contou que eu já tentei sufocar esse meu irmão, que aí ela tava tomando banho e deu um estralo nela assim
dela sair do banheiro e viu que eu tava tentando sufocá-lo. Então ela ela tinha a preocupação com meu pai, a preocupação com os irmãos dela, a preocupação com o sobrinho dela. E eu não me sentia vista nem por ela e nem defendida pelo meu pai, que foi o que eu já cheguei eh consegui ver em Algumas sessões de renascimento que eu que eu fiz assim e algumas coisas que, né, ela me contou. Então, a sua avó morreu no parto. Quantos filhos a sua avó teve, acho que nove, >> tá >> por aí? Não tenho certeza.
Você tem quantos filhos? >> Eu tenho três. Eu tenho gêmeos de 19 anos, tive um aborto e tive mais um que fez 16 anos. O aborto veio depois dos Gêmeos? >> Sim. >> Quando tem gêmeos na primeira casa, isso quer dizer que tem mortes ancestrais, né? Eh, de bebês no útero, tá? >> É. Então o gemelar na primeira casa diz isso, né? E aí você vê as histórias, né? A tia morreu no parto, a avó morreu no parto. Você tá com quantos anos? >> 46. O seu casamento que você separou, tinha Essas questões de traição
também, bebidas? Teve traição. Teve traição. Foi um casamento muito frustrado. Eu a gente na verdade eu morei junto com ele e 5 meses morando junto eu engravidei sem planejar porque eu simplesmente já tomava remédio há muitos anos, achava que eu não ia engravidar e fiquei em tempo sem concepcional. E aí no mês que Eu ia voltar a tomar, eu engravidei dos Gêmeos e foi uma gravidez tranquila, foi bem aceita por nós, >> tá? >> Só que tinha muito, muito pouco tempo que eu que eu conhecia e desde então foi um casamento conturbado. Ele, ele eu
era muito mandona, eu era muito autoritária, não sabia. Eh, eu eu vejo isso hoje, né, Roberta? >> Uhum. >> Eh, eh, ele não participava, ele não, ele quando eu ganhei os Gêmeos, eu vi que ele sentiu a minha ausência. >> Humum. >> Eu que eu eu fazia tudo pelos meus filhos. E aí desde então ele nunca teve uma ligação muito forte com eles e isso foi me afastando dele, porque eu brigava para ele ser um pai presente, ele não era. Depois eu falava que eu queria Engravidar de novo, ele não queria, eu temei, engravidei assim
mesmo. Olha só, todo errado. E aí quando eu perdi esse filho, ele ficou de mal de mim uma semana, na verdade não. Eu perdi um filho, ele não ligou. E aí quando eu engravidei de novo, seis meses depois eu quis engravidar de novo, ele ficou uma semana de mal de mim e me rejeitou a gravidez inteira. >> Uhum. >> Sabe? E aí depois disso eu comecei um processo de terapia para eu entender por que eu não, porque que meu filho fazia cocô na calça com cocô na fralda com 5 aninhos de idade. E fui percebendo
que o problema era meu relacionamento com ele, que eu queria que ele fosse um homem que ele não era. A partir de então eu fui tomando consciência disso e fui me preparando para separar dele. Isso já tem 10 anos, >> tá? que aconteceu de fato >> tração no meio. >> Oi. >> E teve traição no meio. >> Teve. Nesse meio termo. Ele me traiu com a secretária, me traiu com uma outra mulher. Eu eu perdoei e a gente voltou e aí depois eu quis separar e aí a gente ficou um ano separado, ele arrumou uma
outra mulher e depois a gente voltou e ele não perdeu o contato com essa mulher. A gente ficou seis meses juntos. E aí depois desses seis Meses a gente separou de fato. >> E o que que você sente nesses outros relacionamentos que você atrai de um padrão que se repete, que você acaba eh não ficando onde não cabe? É porque, exemplo, tem 10 anos que eu separei, eu fiquei 3 anos e meio sem me envolver com ninguém, em busca de autoconhecimento, de encontros com Deus, me curando e também tratando emocional dos meus filhos, >> tá?
Depois disso, eu me relacionei com uma pessoa que eu era salvadora. E aí foi quando eu até conheci você para eu conseguir sair disso. Eu fiz >> sim >> do segundo. >> Na verdade, eu sempre fui salvadora de amigos dos meus relacionamentos. Eu gostava de estar nesse lugar. Eu entendo hoje, né? Isso >> me validava, né? E Aquariano busca muito Essa validação. Me validava. E aí eu fui e mergulhei em autoconhecimento. E aí aí eu consegui terminar esse relacionamento onde eu percebia que eu era, eu queria fazer tudo por ele e não era uma relação
equilibrada. Depois disso, eu fui conhecendo outras pessoas, me envolvi com narcisista, terrível. E aí eu não eu não eu percebia isso, só que ele me envolveu de uma forma sexual que eu não conseguia sair fora, mas eu também não ficava, Enfim, mergulhando mais no meu processo de autoconhecimento. Hoje ele já não me atrai mais. Hoje eu percebo que eu atraio um tipo de homem mais forte. Eu até falei isso uma uma mensagem que eu mandei para você de forma individual. Hoje eu percebo que eu atrai um estilo de homem diferente, um estilo de homem onde
eu não preciso eh ser a salvadora dele, que me leva em restaurantes bacanas, que que mas eu não consigo ficar, eu me perco. >> Que que você sente que você se perde? >> Então, eh, acho que aí vem um pouco de Eu não fico mais, eu não fico louca assim mais mandando mensagem, já fiquei, não fico mais. Eh, mas eu me percebo ansiosa. Eu me percebo ansiosa, querendo ser vista, querendo ser notada, querendo esse amor. Mas quando eu quando às vezes eu estou com a pessoa também eu encho ela de defeito, sabe? Não é o
suficiente. Enfim, eu não sei o que que tá acontecendo. Eu tô vivendo e mergulhando nesses estudos aqui. Eu tô assim buscando a resposta. Vamos lá. Eh, eu não vou dar, não vou fazer o mapeamento biográfico dela, tá? Mas eu fui perguntando aqui coisas para vocês verem, né? Seguindo mapeamento biográfico, a história, né? a gestação, a a infância, a figura materna, paterna, a história ancestral, os comportamentos que ela disse, aquilo que ela foi Dizendo, que ela trabalhou, que ela entendeu, fui anotando tudo aqui, tá? Se eu fosse fazer o mapeamento biográfico dela, eu iria dar uma
devolução para ela do problema que ela tem, iria falar que ela precisaria fazer as 10 sessões de renascimento. OK? Aqui no caso dela, eu iria falar coisas como do tipo, olha, o seu feminino é ferido, eh, a você tem uma mãe muito frágil, né, uma mãe cuidadora, você Honrava a sua mãe sendo cuidadora também, porque essa a referência que você tem, você tem uma tia que morre no parto, uma avó que morre no parto. Isso tá dizendo de um feminino muito frágil, muito ferido, muito machucado. Essa força do seu feminino, ela está adormecida, então a
gente vai precisar trabalhar o seu feminino. Isso te torna codependente emocional, isso desperta o apego ansioso. Ã, então você fica nesse nesse desespero para ser amada, porque Você está desconectada com a força do feminino. Isso te fragiliza, isso te torna alvo de abusos, tá? iria falar mais um monte de coisa, como fórcebes, ã, coisas que vieram aqui que, eh, eu poderia falar para ela para deixar ela sem escolha, a não ser fechar a terapia comigo. Hum. Tem mais uma coisa, Roberta. Eu participei de uma constelação uma vez E eu cheguei na minha bisavó e a
minha bisavó jogaram soda cáustica na perereca dela, porque aí eu fui saber mais sobre essa situação e parece que o que o marido dela na época largou ela com um monte de filho. E aí eu vi essa linfomania aí nela agora, né, que você falou sobre. E aí, nessa constelação minha que eu cheguei, que eu tive que participar, porque eu estava sentindo a energia da da Constelação só na roda, eu tive que participar para representar um avô paterno. E aí eu fiz uma constelação e chegou nessa bisa. E aí, nesse processo todo, depois que eu
fiz essa constelação, que eu fiz algumas sessões de renascimento, eu me destravei muito sexualmente e me tava me envolvendo com as pessoas, mas buscando essa, porque antes eu tinha muito medo de ser rejeitada e depois que eu passei por um processo de por esse Processo e também comecei uma um pacote de terapia, onde também eu fiz uma vivência, depois dessa vivência que eu cheguei na minha criança, que eu acolhi minha criança, eu me joguei sexualmente, entende? Então, eu estava me envolvendo, inclusive com esse narcisista aí que eu te falei que ele me me surtou, foi
por causa disso. Ele me prendeu literalmente no sexo. Então, eu associei também com isso, dessa bisa minha que eu tive que Chegar até ela. E eu não entendo muito, mas realmente teve uma parada bem bem forte nisso, sabe? Porque realmente depois disso eu não tava me importando mais e me envolvi muito com com muitos homens simplesmente querendo isso. >> É, tem uma questão muito forte de dependência emocional que você traz, né? >> É, >> tem uma questão aí de você desenvolver uma dependência emocional, porque você tem uma mãe que cuida de Todos e não cuida
de você. Uma mãe que não tem força de vontade própria, que não tem opinião própria. Então você nasce de Aquário. O Aquário diz o quê? Sobre opinião própria. Mas a gente precisa trabalhar o quê? A submissão do Aquário, né? Então, é como se você caísse nessa energia feminina ferida, carente, solitária, rejeitada, abandonada, ã, que não é suficiente para ser amada, Que fica ansiosa, sabe? Você cai no feminino ferido, você cai no feminino frágil, entende? >> Sim. >> E aí o que eu falaria para ela? Olha, você já fez milhões de terapias, você percebe que não
resolveu nada. Eu falaria assim para ela: "Não vai resolver, porque esses terapeutas que você entrou em contato não estão chegando na raiz do Problema. Eles não têm ferramentas apropriadas para mapear o seu inconsciente, para te levar na raiz do problema. E aí você fica tentando resolver o problema e você não chega na raiz. Mas, ó, eu tenho um tratamento que a gente chega na raiz do problema, a gente desprograma e a sua vida começa a mandar na quarta sessão. Entende o que eu falo? Ela quer isso, ela precisa disso. Que Que ela vai falar, Roberta?
Pelo amor de Deus, quando a gente começa? >> Eu busco isso incessantemente. Já pensei em comprar o seu pacote, já >> entendeu? Entendeu? E o que eu tô falando para ela é mentira? Não é mentira, né? Então eu vou trazer isso numa, a gente vai trazer isso no mapeamento biográfico. Eu fiz um evento agora de três dias, tá? Nos três dias eu fui colocando a pessoa Ali na merda. No segundo dia eu fiz a pessoa ver uma vivência, fazer uma vivência em que eu comecei falando assim: "A força pra gente superar a vida é o
amor próprio. Você se ama?" Aí todo mundo escreveu: "Eu me amo, eu me amo, eu me amo, eu me amo". Aí eu fiz a pessoa fechar os olhos e perguntei pra pessoa: "Se o cafageste que você está atrás te mandasse uma mensagem agora, você iria responder?" Aí a pessoa falou assim: "Sim". Eu Falei: "Pronto, você não se ama." E aí eu fui mostrando pra pessoa que ela não se ama e depois eu falei para ela: "Ó, o que vai resolver sua vida é o renascimento". E aí eu vendi o renascimento. É isso que vocês precisam
fazer com mapeamento biográfico. É como se vocês precisassem colocar a pessoa na merda existencial que ela vive, literalmente, Dizendo que a pessoa ela tá fadada isso e que ela não vai sair disso se ela não fechar o pacote com vocês. Tá claro para vocês o que que é o mapeamento biográfico? é uma ferramenta para pegar o paciente. É uma ferramenta para pegar a pessoa. E o que você está fazendo não é sendo manipulador e sendo mentiroso, é a verdade. Só que você vai usar essa verdade para você induzir a pessoa a agir E se tratar.
Entenderam? Tá claro para vocês? Porque é isso que acontece quando a pessoa tem uma programação inconsciente, ela está fadada a programação. No plameamento biográfico a gente fala programação e aí a gente fala que a gente tem que desprogramar com renascimento e aí a gente oferece a terapia pra pessoa, tá? Então vamos lá. Carla, Você é a primeira filha? >> Sim. >> E a primeira filha? >> Sou canhota. Sou canhota. >> Primeira filha traz a energia masculina. Canhota traz a energia masculina. Agora, uma mulher sofrendo por amor não está na energia masculina. Uma mulher querendo engravidar,
um homem que já está a ignorando, Não está em uma energia masculina saudável, de ação, de resolução, de pensar em si mesmo. Percebe o quanto você se anula para ter alguém do seu lado? O quanto você acaba se anulando para ser amada? o quanto você sai da sua energia de brilho, de magnetismo, de ser dona de si. E aí você acaba entrando numa Dependência emocional, percebe? >> Sim. >> Aquariana com opinião própria, livre arbítrio, independente, primeira filha e canhota, jamais iria jogar uma lágrima por um homem. Jamais. Eu cortei relações com ele ontem, porque ele
trata os gêmeos de uma forma muito diferente. Foi o aniversário do meu Caçula e até então estava lutando muito para ter uma relação bacana com ele por causa dos filhos, sabe? >> Uhum. Isso me fez muito bem, porque eu não fico mais em relação onde eu percebo que eh eu não fico mais, mas eu eu eu conheço pessoas assim, eu consigo sair fora hoje. Eu não conseguia, eu era exatamente isso aí. Eu me preparei 5 anos para dar terminar. >> Tudo que você vem fazendo já vem Diminuindo a sua dependência emocional. >> Já diminuiu muito,
>> tá? Isso tá te deixando mais resolutiva. >> Verdade. >> Tá. Mas eu ainda sinto que tem um feminino muito frágil. Vamos lá. >> Sim. Você nasce, você tá no momento da passagem e a sua mãe não tem a força para te colocar para fora. E aí você precisa de um fórceps para você sair. E aí ela não consegue amamentar. Quando a criança vira o rosto e não quer amamentar, essa criança está preservando as dores da mãe. Esse pai trai ela e ela para não lidar com a dor, ela finge que não vê. Ela tem
uma avó que tem nove filhos e que morre no, el é uma mãe que morre no parto E sobra para ela cuidar de todo mundo e ela se anula cuidando de todo mundo. Então, percebe a fraqueza do feminino da sua mãe? que não tem voz, que não tem escolhas, que não tem força, que não tem movimento, que não tem ação. Falta energia masculina na sua mãe. E aí por isso que você nasce canhota. Tem que vir uma mulher forte, primeira filha, para ter a força que essas mulheres ancestrais não tiveram. Agora, por que que você
não assume isso de uma vez por todas? Entende? É, eu fiz muito isso, trabalhando muito. E depois dessa eh depois de 2022 para cá, que eu passei por esse processo que eu te falei, é que eu estou me trabalhando para olhar pro meu feminino, porque até então realmente eu só queria trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar. >> Vamos lá. Quando ela diz brigava para ele ser um pai presente, ela já está Entrando na dependência emocional querendo mudar o parceiro para ser aquilo que ela quer, né? Sabe quando tudo começou a mudar? Eu estava com uma psicanalista,
ela falou para mim assim: "Cada um dá o que tem, né? Clichê hoje, né? A gente ouve muito isso. Mas na época eu saí do consultório dela sem saber até para onde que eu ia. Então a partir dali eu falei: "Eu não vou ficar mais, eu não vou brigar mais". E fui aprendendo isso. >> Uhum. >> Ao longo aí desses anos, quando eu percebo que as pessoas já não estão me dando aquilo que eu eh que ela tem, não é não é eh não é bacana para mim. Tanto amigas também que a minha mãe fala,
a vida inteira eu atrair pessoas para me sugar. Amigas também, >> mas é porque feminino é muito fraco. >> E eu via essa fraqueza da minha mãe e falava: "Eu não vou ser assim nunca. Eu Isso eu lembro dessa revolta minha, dessa rebeldia minha. Eu chamava a minha mãe de Nena, porque o nome dela é Helena e eu escutava meus filoso chamando ela de Nena. >> Vou mapear você. Vou mapear você. Então vamos lá, gente, mapear primeiro as emoções. 18 abusos. Isso daí está dizendo 18 abusos. Isso está dizendo que ela se anula para Evitar
conflitos. Isso me mostra uma questão de falta de limites, tá? Abusos 18 é conflitos. Ou seja, quando você lê ali nas na tabela de memória das emoções, ela teme confrontos para não abalar o relacionamento, medo de se separar. é uma pessoa que evita confrontos. Se é uma pessoa que evita confrontos, é uma pessoa que não coloca alimentos. E aí, por isso ela atrai abusadores. E aí a gente vai mapear o cérebro dela. Então eu vou passando o dedo, né? São quatro relés que a gente vai mapear. Substância branca, eh, cerebelo, não, desculpa, tronco cerebral, cerebelo,
substância branca e córtex. No córtex vou passando o dedo e aí cai aqui, ó. Essa é uma região da bexiga na energia masculina. O que que diz essa região? O cachorro quando entra no ambiente, o que ele faz? O cachorro quando entra no ambiente que tem uma cachorra ou que tem outro cachorro, o que que ele faz? Empina o rabo e faz xixi em todo lugar. Era isso que ela deveria estar fazendo com os homens, empinando o rabo e fazendo xixi nesses homens. Só que ao invés dela fazer isso, ela Fica bonitinha, fofinha, esperando que
esse homem conquiste ela. Ela não está sabendo dominar o território dela, a vida dela, as relações dela. E aí ela vai se anulando, ela sente uma impotência e aí depois que ela sente essa impotência, ela se anula, ela começa a brigar para ter algum lugar. Então sempre que cai nessa região, diz sobre uma pessoa que não consegue ter domínio sobre o seu lugar Na energia masculina. não marca o seu território, tá? De vez ela dominar, ela se anula, tá bom? Aí a gente vai mapear de novo. Esse é o primeiro, tá? que é o mais
importante. Tronco cerebral, cerebelo, ã, substância branca E córtex. Vou mapear de novo. a região do Tálamo que fala sobre desmoralização, angústia, ã, desamparo, culpa, desapontamento, em que as coisas vão morrendo, vão vai se perdendo Devido a esse sentimento de desmoralização e desapontamento. O terceiro, tronco cerebral, cerebelo, substância branca e córtex. Nesse mapeamento tem a ver o canhoto do lado. É o contrário. Caiu aqui na energia masculina. território masculino. Eu gosto de passar o dedo para saber Especificamente, tá? No texto caiu aqui alma sufocada e oprimida, como se a expressão de vida dela estivesse sufocada, a
energia de ação dela está oprimida, tá? De novo cter caiu aqui a região aqui atrás da visão que fala sobre preocupação com Olhar alheio, medo do julgamento, insegurança em relação a como é visto, insegurança e medo do julgamento. Agora eu vou mapear se isso vem do pai, da mãe. Vem do pai. Gestação. Primeiro setério. 1 2 3 4 5 6 7 anos. A gente tem que sentir o que tá dizendo, tá? O mapa, O mapa está dizendo o quê? que ela é insegura, tem medo do julgamento, que a energia de ação dela está oprimida, de
conquista, de ação está oprimida, que ela vive muitas humilhações e desapontamentos e que ela não consegue marcar o território dela e ela Ela tem medo de conflitos. É como se a sensação que eu tenho é como se o pai dela tivesse desemponderado ela, sabe? Oprimido ela. Como que você sente isso, Carla? Então, eh, eu, meu pai sempre foi meu herói, tá? >> Eu chamava, eu chamava ele de paizinho, >> um herói que trai bebe. Já começa errado. >> E a minha mãe de Nena, né, como eu disse, eu tinha ciúmes dele com ela, >> tá?
E aí, uma vez você disse que quando você tá fala muito que o problema é com um, normalmente é com o outro. No caso, eu idolatrava meu pai e em uma sessão eu vi que eu eu senti, eu vei a minha minha principal ferida é a da traição, porque eu percebia que minha mãe não cuidava de mim e eu achava que o problema era esse, minha mãe não cuidar De mim. Eu vivia cheio de piolho, vivia descuidada, não era vista. E aí a minha dor maior me veio nesses últimos, nessas últimas semanas, nessa sessão, que
foi eu senti que meu pai não fez nada, não era a atitude que eu esperava dele, né? Eh, que fala na ferida da traição, que tipo assim, você não foi o homem que eu esperava que fosse me que fosse mostrar paraa minha mãe que ela não tava cuidando de mim. A, o que a sensação que Eu tive foi essa. E aí eu vi que a minha principal ferida é essa, exatamente porque eu era tão apaixonada com ele que eu achava que ele ia me defender, que ele ia fazer o serviço. Não sei. Eh, isso ficou
um pouco confuso para mim, mas ficou claro que a minha maior ferida vem dele, porque eu não esperava que ele ele não fosse reagir para me defender diante a invisibilidade que eu tinha dentro de casa. Mas eu também era invisível por ele. Eu fazia de tudo para Agradar ele e ele também não me via. Então, eh, eu sinto isso, que que eu não era vista por ninguém e que eu senti que eu fui traída pelo meu pai. Dizendo aqui não foi isso. >> O que tá dizendo aqui? que você foi criticada, humilhada pro seu pai
e o que seu pai te oprimiu e te castrou como pessoa. >> Não lembro disso. >> O que tá dizendo aqui é que de alguma Forma você se sentiu limitada diante de conflitos, oprimida. Entende? >> Não lembro. Uhum. >> Não lembro de nenhuma situação assim. >> Você atrai homem narcisista? Você atrai homens que te abousam? Você atrai um homem que te traiu a vida inteira? Você tem alguma referência de um pai abusador Que talvez você não queira ver isso? >> Pode ser. Porque o que os mapas estão dizendo é que você se sentiu julgada, você
foi oprimida, você foi humilhada diante de conflitos que você teve que se calar com esse pai, brigas, conflitos. Não sei como que era o jeito dele. Não sei como que ele falava quando tava bêbado. Não sei como esse pai agia. >> Ô Roberta, sabe o que que eu fazia? Que eu me lembro? Eu nunca queria estar perto, eu fugia. Então, >> por que você fugia? >> Me incomodava. Eu achava que eu tava na família errada de ver minha mãe tão submissa, meu pai bebendo sem limites. Então, que que era? Sem limites. >> Sem limites. O
que que o quê? Não entendi. >> O que que era esses 100 limites para uma criança de 7 anos? >> Beber a noite inteira e não olhar pra gente. Eu falar que eu quero ir embora. Pode ser isso, eu falar que eu quero ir embora. Eu já joguei bebida dele fora. E aí quando ele viu que eu joguei bebida dele fora, ele foi lá e falou assim: "Agora eu vou beber mais ainda". Pode ser que tenha falado isso. Então, tal. Eh, então, >> você percebe o desrespeito, Carla? >> Sim. Você percebe o desrespeito dele? Não
tinha pensado nisso. >> Você percebe que você joga ali uma culpa na sua mãe ao invés de chegar, enxergar esse pai como talvez um narcisista. >> Uhum. >> Sim. >> E só pensa nele, é egoísta e não olha para ninguém, não pensa em ninguém. e Ainda eh acaba expondo você a certas situações, como te levar num ambiente cheio de bebida, você querer ir embora e você ficar sobrecarregada. Talvez ele te colocava no limite também. Talvez você também ia no limite para ficar perto dele. >> Sim. Então, queria que você olhasse para isso no renascimento. Eu
sinto que você atrai um padrão de homens que te desrespeitam. >> Sim. >> E esse padrão de homem que te desrespeita vem ali do seu pai. Pode ter acontecido alguma coisa e dali em diante eu não querer mais participar de nada, ir pra cama e não ver mais nada, porque eu não, eu não, a minha irmã foi o contrário, a minha irmã viu tudo, a minha irmã já viu ele ficando com uma Tia casada com tio. Para você ter ideia, nessa madrugada da vida da bebedeira, >> não, o pode ser. >> Eu não, eu não,
eu não queria ver nada. Eu queria continuar que ele f, eu queria acreditar que ele era meu herói. >> Nós não temos respostas analisando com a mente consciente do pode ser. Por isso que o conhecimento é importante, porque a gente precisa acessar internamente para descobrir o que é. Mas o que os mapas estão me dizendo é que Ela viveu situações em que ela se sentiu oprimida, humilhada, julgada, criticada, desvalorizada diante desse pai, em que esse pai brigava com ela, ela se anulava diante das brigas desse pai, entende? E talvez ela vive se anulando tanto diante
de homens que a desrespeitam e ela continua se anulando. Eu sinto que tem um padrão aí de você se anular deante de homens que te desrespeitam e ainda ficar lá Esperando algo desses homens. É como se o seu pai desrespeitasse e ainda você ficasse lá esperando o amor dele e visse ele como herói, entende? >> É bem isso. >> É isso. >> E aí você atrai homens que te desrespeitam e ainda você fica ali esperando alguma coisa desse homem para ele mudar, para ele, sabe? Vamos. >> Sim. >> Então, vamos lá. Fecha os olhos, faz
uma respiração profunda, relaxa e solta. Quadril pernas, pés. Mais uma respiração. Relaxa e solta ombros, peito, abdômen, braços. Mais uma respiração. Relaxa e solta. Couro cabeludo. Testa, bochecha. Pesco quatro respirações curtas e uma longa. Mais uma vez, Eu quero que você vai vendo o desrespeito, desrespeito dos homens que você atrai. O desrespeito do último homem narcisista. que acabava tendo um vínculo sexual ali te tratando mal. E agora você vai fazer somente as respirações longas. Inspira pelo nariz, solta pela boca. Mais uma vez, continua inspirando pelo nariz, soltando pela boca. Inspirações circulares, contínuas, profundas. Eu quero
que você se lembre do seu ex-marido te traindo, indiferente com você. Você ali brigando para fazer ele acordar e perceber e ele indiferente. Gente, as coisas que ele falava para você, a desmoralização, os abusos que você viveu. E agora eu quero que a gente vai indo mais para trás e você vai vendo lá na sua infância situações com o seu pai em que existia desrespeitos. vai indo lá bem pequenininha 7, 8 anos, numa fase que você não entendia muita coisa e que foi sendo uma construída, uma imagem de uma relação com essa figura de pai,
do homem, Em que existia uma certa um certo desrespeito. Qual a memória que vem? Ele gritando, mandando a gente calar a boca. Percebe porque você se anula diante de conflitos e não consegue colocar limite? Ele era meu herói. >> Você foi ensinado a cala boca. Eu vi a minha mãe sofrendo. Ficava com raiva dela, Dela não fazer nada. Começa a ver agora o motivo do sofrimento dela. É o motivo do seu sofrimento também. O que mais que você vê que ele fazia? A gente ficava por conta dele, eu, meus irmãos. Uhum. >> Numa mesa de
bebida, numa mesa de bar. >> Uhum. >> Que a gente não tinha voz nenhuma. E se quisesse falar alguma coisa aí que ele aí que ele crescia mesmo. >> O que que ele fazia quando ele crescia, Carla? olhava, né, com olhar desafiador para mim, para minha mãe. Uma noite, ele ficou a noite inteira até amanhecer o dia e a gente lá em volta dele. Ela tá acessando o quarto relé que eu mapei, o olhar dele, o julgamento. Eu queria ser meu filho para ele me ver. Queria ser uma filha perfeita. Tirava notas boas, fazia de
tudo para Ele me enxergar. >> E ele sempre com aquele olhar desafiador, né? >> É. Talvez aquele olhar foi te colocando numa compulsão ali de ser perfeita para talvez tentar mudar o olhar dele para ele te aceitar, para ele ver que você não era uma má filha. >> Sempre foi isso que eu quis. >> Mas se aceita, né? >> Aham. Mas isso era dele. Era um desrespeito na realidade, era uma grosseria. Só que você era muito criança e você não conseguia entender que era grosseria. Você entendia que você era um erro, que você tava fazendo
algo errado. Esse lugar rodeado de mulheres e ele se achava no meio delas. E eu lá vendo tudo, aquele monte de mulher em volta dele e elas querendo nem se aproximar de mim. E ele se achava. E se você falava algo, ele ainda era grosseiro com você. >> Mas eu ficava calada. e brigava só com a minha mãe. Eu ia para cima dela assim de rebeldia com ela >> para que ela fizesse algo que você não estava conseguindo fazer para que ela visse, para que ela enxergasse, como se tivesse chacoalhando ela, percebe? Acorda, acorda, né?
Porque diante desse pai você se sentia impotente. >> Você não podia fazer nada, você era só uma criança. Você tinha que aceitar, ficar quieta. Sim. e não aceitava minha mãe, eu brigava com ela. Gente, percebe o que ela faz diante a ação, os limites com o pai, ela não conseguia dar, ela se oprimia porque ele olhava torto. E aí ela fazia o quê? jogava essa energia para cima da mãe, a disfunção da energia masculina. Por isso que essa região está traumatizada. É a segunda região, o olhar agressivo do pai intimidad, ela vendo tudo aquilo e
tendo que se calar e aí brigando para que essa mãe fizesse alguma coisa. Em que situações você se sentia Humilhada >> diante de tudo isso que acontecia? Quando a gente tava, quando a gente vinha paraa minha cidade, que a gente morava fora, >> Uhum. A gente ficava na casa de um tio, irmão da minha mãe, e eu não suportava ficar naquele ambiente. Eu não suportava Ver ele bebendo e os meus tios em volta dele, achando ele o máximo. >> Uhum. >> Porque eles são esses irmãos mais novos da minha mãe que ele também ajudou a
criar, né? >> Uhum. E nesse momento eu queria fugir. Eu não queria estar naquele lugar. Eu não queria estar naquela família. Eu não aceitava minha mãe. Eu tinha revolta da Minha mãe. Olha, minha revolta era com ela. Então me senti muito humilhada nesses ambientes, nesses lugares. Muito. Eu fazia de tudo para estar com a minha babá. Eu queria fugir dali. E eu queria estar com essa babá que cuidou de mim quando eu tinha 11 meses e ela tinha uma amizade comigo. Eu só queria ir pra casa dela, na casa simples dela, no resto de batom
que ela me dava, no resto de perfume que ela me dava. Tava tudo errado, né? >> Tudo. Eu via que tava tudo errado. Eu não queria estar naquele lugar. >> Tudo errado. Seu pai, a sua mãe, tudo errado. >> Tudo errado. Tudo errado. >> Aí você não consegui fazer nada. >> Tudo errado. >> Nada, >> nada. >> Fui muito oprimida nessa época. Eu não consegia estar ali. Aí eu ia pra casa dessa babá E aí tudo que ela fazia, o o resto do batom que ela tinha, eh, era o que me, eu o carinho dela,
o perfume que ela me dava, que era dela, dormir na cama, que era uma beliche com ela, que era o que me trazia um pouco de conforto, porque eu não aceitava estar naquele ambiente, estar naquela família, aceitar minha mãe, eu não aceitava a bebedeira do meu pai. Eu fugia, eu fugia disso, eu fugia disso. Eu queria ser Filha de uma tia minha, que eu julgava a família dela perfeita. Eu queria sempre estar lá fora. Eu não queria estar na minha casa. >> Você consegue perceber no seu pai um narcisismo junto com a bebida, se validando
com >> as mulheres, com os seus tios, né? Diminuindo a sua mãe? calando vocês, pensar só nele. A indiferença, Você se sentindo invisível ali. Percebe porque você está sempre atraindo homens que não pensam em você? >> Que não tem empatia? >> Homens que queriam meu bem quando eu era nova. Eu não queria, eu não queria, eu não suportava ficar com eles. Eu sempre parece que eu sempre tenho tive algo para para ir atrás, sempre em débito, sabe? >> Uhum. >> A minha vida inteira, sempre débito. Então foi onde eu trabalhei, trabalhei, trabalhei sempre em busca
desse, desse algo que eu não sabia o que que era. Sempre >> nunca tive relação saudável. Que momentos que você se via eh buscando o afeto do seu pai? >> Repete, por favor. >> Que momentos que você se via buscando o afeto do seu pai? >> Alberto, minha infância inteira. Eu queria ser vista por ele e eu fazia de tudoção que eu tenho, Carla, >> hum, >> é que você constrói uma distorção de imagem do seu pai por ver ele ser valorizado pelas pessoas, pelas mulheres olharem para ele, pelos seus primos olharem, pelos seus tios
olharem para ele. Então você vai Construindo essa imagem do homem que é bem visto. >> A minha mãe, a minha mãe tinha esse olhar para ele também, por mais que ela sofresse isso tudo. >> E aí, será que você não tem um olhar pro homem errado hoje? Eu acho que eu enxergo isso hoje, não fico, não consigo mais ficar, né, por causa de todos os processos que eu me >> Uhum. Mas realmente o padrão é esse. >> Destorcido. >> Distorcido, >> porque ainda chamava ele de paizinho. E era assim, eu lembro que eu tinha um
tio que até eu com 20 anos, 20 e poucos anos, ele me via e falava assim: "Paizinho me imitando da maneira que eu chamava o meu pai. Entende? >> Isso já foi motivo assim de de rir, de da família toda. >> Ah, >> falar que eu era o xodó dele. Eu escutei isso a vida inteira, que eu era o xodó do meu pai, entende? A vida inteira eu escutei isso. >> Carla, >> oi. >> Eu quero que você veja a cena de você brigando com a sua mãe. >> Tá vendo? Ali você tinha a sua
essência ainda. Ali você tava na sua razão. Agora eu quero que você se veja adulta, A mulher que você é indo lá naquele bar. em que ele tá ali com um monte de mulher em volta e você está sentada na mesa. Eu quero que a mulher adulta vá fazer o que você fazia com a sua mãe nele. Eu quero que você vá até lá e dê um tapa na cara dele. >> Eu não estar aqui. Eu não de estar aqui. >> Dá um tapa na cara dele. >> Xinga ele. tá aqui. >> Você não é
referência de homem para mim. Você não é referência de homem para mim. >> Você não é um modelo de homem para mim. >> Você não é um modelo de homem para mim. >> Você é um lixo de homem. Você é um lixo. Tudo que você fez minha mãe sofrer. >> Você não é meu paizinho. >> Não me usa como a sua filha queridinha. >> O quê? >> Não me usa como a sua filha queridinha. >> Não me usa como a sua filha queridinha. >> Porque na verdade você nunca olha para mim. Porque na verdade você
nunca olha para mim. >> Você nunca olha para ninguém. >> Você nunca olha para ninguém. >> Você só olha para você. >> Você só olha para você. >> E aí você me usa? E você me usa >> para passar a imagem que você é um pai querido. >> Para passar a imagem de que você é um pai querido. >> Só que você é covarde. >> Você é um covarde. >> Você é egoísta. >> Você é egoísta. >> Você é narcisista. >> Você é narcisista. >> Você me deu a vida. >> Você me deu a vida.
>> Obrigada. Obrigada. >> Mas você não é meu paizinho. >> Mas você não é meu paizinho. Não é. E >> não é uma referência de homem para mim. >> E não é uma referência de homem para mim. Agora você vai pegar a sua menina e vai tirar daquela mesa e vai falar que aquele no lugar não é lugar para ela. Lugar não é lugar para você. Vem comigo. É. Você É linda, você é amada, você é luz, você é poder. Você é magnética. >> Agora vai para ela o perfil de homem que ela vai se
relacionar quando ela crescer. Quando você crescer, você vai trair um homem que te ame, que te respeite, que seja cuidadoso, >> que seja cuidadoso, >> que seja empático, >> que seja empático, >> que seja fiel, >> que seja fiel. que cuida de você, >> que cuida de você >> de verdade. >> De verdade, >> não só por aparência. >> Não só por aparência, >> que quer estar ao seu lado, >> que realmente quer estar ao seu lado, que vai te notar, que vai te ver. >> Uhum. que você não precisa ter que brigar para ser
respeitada. >> Você não precisa, meu bem, ter que brigar para ser respeitada. E >> o respeito vai vir da pessoa. >> O quê? >> Que o respeito vai vir desse homem. >> O respeito vai vir dele, desse homem. Faz uma respiração profunda. É seguro, permitido e possível Você mudar a sua referência de homem. Você não precisa mais do amor do seu pai e nem buscar mais homens parecidos com o seu pai e a partir de agora atrair um novo padrão de um masculino que seja um homem de verdade, um herói de verdade, um parceiro de
verdade que te respeita, que quer estar com você. que não é egoísta e que te valoriza. >> É o que você merece. E assim você honra a sua mãe, as suas ancestrais e assim você assume o seu livre arbítrio. Assim você começa a escolher >> racionalmente uma pessoa que você deseja na sua vida. Hum. >> Ao invés de estar presa naquela criança ferida, buscando o amor daquele pai que nunca veio, que era uma mentira. Repete comigo. Eu não sou mais. Eu não sou mais >> aquela criança. >> Aquela criança >> buscando amor, >> buscando amor
>> de um pai. >> De um pai >> grosseiro. >> Grosseiro, >> egoísta. >> Egoísta, >> indiferente. >> Indiferente. >> Eu sou uma mulher. Eu sou uma mulher >> dona do meu destino. >> dona do meu destino. >> Que faço as minhas escolhas. Que faço minhas escolhas >> e escolho bem. >> E escolho bem. >> O homem que eu me relaciono. >> O homem que eu me relaciono. >> Pelo caráter. >> Pelo caráter. >> E assim eu sou feliz. >> E assim eu sou feliz. Como que você está se sentindo? >> Leve, >> leve. >>
Eh, alinhada, >> alinhada >> com aquilo que eu busquei paraa minha vida toda. >> Como se viesse uma permissão para fazer Diferente, né? >> Sim. Então pode fazer uma respiração e ir voltando e abrindo os olhos. Não imaginava, né? >> Não. >> Vocês viram como os mapas não metem? E foi muito interessante a sequência, né? o julgamento, o olhar do pai julgando, Depois e a alma dela oprimida, a energia masculina dela de colocar limites oprimida, porque essa energia aqui fala sobre energia de limites, né? >> Então, oprimida e a energia masculina dela que ela já
tinha na infância. que ela é uma mulher canhota e primeira filha, ela não conseguia colocar nesse pai, ela ia paraa mãe. >> É verdade, >> né? E aí ela via humilhação, ela via que aquilo tava tudo errado, ela se sentia humilhada de estar naquilo tudo e aí ela fugia, ela tentava brigar, tentava dizer, tentava fazer as coisas. Ela via que ela não tinha o que fazer, que ela ia ficar brigando e não ia ter o que fazer e ela fugia, tá? Ela não conseguia marcar o território, Ter lugar naquela família, ela fugia. Entenderam, gente? >>
Meu Deus, Roberta do céu. >> Que que eu fiz ela fazer? Eu fiz ela fazer, eu fiz ela usar a energia dela masculina. com a pessoa certa, o pai, >> né? >> É libertador, né? É libertador. >> Libertador. Porque eu acho que >> hoje ele faz tudo para mim, Roberto. Hoje ele faz tudo para mim. Ele não bebe Mais. >> Que bom. Ele é um homem que que vê o entorno. É um homem que é uma bção. A >> que cuida da minha mãe, >> que aceita os meus filhos. Ele me ajudou com meus filhos
porque desde que meus filhos nasceram, ele parou de beber. >> Que bom que ele mou. >> Ele faz de tudo na minha casa para para Parece, pode ser para tentar suprir isso que ele sabe. Não sei. >> Pode, pode ser. >> Mas eu precisava de sair desse lugar, né, de fininha. Vocês percebem que mesmo com o pai eh mudando, não adianta. A gente tem uma uma relação legal hoje, mas o que fica é a informação lá de trás de traumas que a pessoa viveu, né? Então, quando eu falo ela ali dá um tapa na cara
desse pai, ela sai daquela opressão e ela começa a assumir o lugar dela de poder de novo, De falar: "Não, eu não quero, eu não preciso, isso tudo é uma mentira, eu não aceito isso, né? Que é o que a alma dela vem gritando há muito tempo. >> Roberto, eu fiz isso no dia que eu me separei do pai dos meus filhos. Dei tapa na cara dele. >> Olha só, era do seu pai que você tinha que tá tá lá atrás. >> Porque a mulher dele me ligou, que ele já tava tendo um caso, me
ligou para Desmascarar ele e nós ficamos uma hora no telefone e ele frio calculista, teve uma hora que eu dei um tapa na cara dele e aí decidia em diante eu falei: "Nunca mais". Eu lutei pela minha família até o fim. >> Percebe que não tem jeito, >> mas continuou, continuou. >> Vai atrair outro, vai atrair outro, vai atrair outro. Porque presa, com raiva daquele pai, >> se sentindo sem ação, sem ter o que Fazer, com aquele sentimento de raiva e traição não trabalhado. E aí o que que você faz? Você vai descontar na sua
mãe, você fica neurótica, você fica maluca, mas o limite que precisa ser colocado você não consegue. Gente, o que que vocês entenderam nisso? que aquilo que a gente escuta na Bíblia, que a gente tem que ter respeito pro pai, pela mãe, aquilo que muitas vezes a gente vê na Constelação familiar, em que a filha tem que se colocar abaixo do pai para o inconsciente. Não é assim que funciona quando existem abusos. Entende? Coisas como assim: "Ai, a mulher que tem raiva do pai, >> eh, ela não vai, a mulher que tem raiva da mãe, ela
não vai conseguir ganhar dinheiro na vida. Ela vai ganhar dinheiro na vida, Ela vai se relacionar com outros homens. Ahã. Mas o que acontece é que quando a gente tem aquele trauma vivido, o que acontece é que o padrão se repete. E o que ela sentiu ao decorrer desses padrões que se repetem no processo dela é que ela não quer mais o padrão e ela tem força para ter o amor próprio e falar não. Mas por mais que ela tenha força para fazer isso, o padrão se repete e ela se vê naquele lugar de Novo.
Por quê? Ela tá presa buscando o amor daquele pai. Quando eu fiz ela dar um tapa na cara desse pai e falar: "Eu não preciso de você porque você é um safado mulherengo narcisista que só tem olho para você e eu não quero isso". Ela inconscientemente sai dessa busca desesperada por um homem parecido com o pai dela. Entenderam? Quando ela fala, eu não quero esse pai, Ela diz não para homens parecidos com aquela referência que ela teve. Ela diz não para aquela programação e aí a gente mostra pro cérebro dela que pode ter uma outra
referência melhor. E isso é uma reprogramação de informação instalada no cérebro dela. >> Uhum. E aí informações e programações, o cérebro não entende que na Bíblia diz que pai, mãe, o cérebro não entende nada disso, gente. cérebro, ele não tem ã ã Análises bíblicas e de respeito e de ele tem uma programação, ele não é inteligente, ele não é espiritualizado, o cérebro não é nada disso, ele é uma máquina. E aquela programação que tá ali vai rodar. Qual a programação que tava ali? Um pai egoísta, um pai individualista, um pai Que só pensa nele, um
pai que é grosseiro, um pai que humilha, um pai que desrespeita, um pai que trai. E essa programação vai rodar até que ela vá lá na programação e fala assim: "Chega, eu não preciso mais disso". E aí a gente mostra pro cérebro que existe uma outra programação que vai fazer ela mais feliz. Tá >> tudo distorcido. >> Tudo distorcido. Se ela tivesse raiva desse pai hoje e hoje, no momento presente, ela ainda tivesse coisas mal resolvidas com esse pai, aí sim a gente teria que trabalhar o perdão, tá? Porque isso ia impactar ela com ela
mesma. Ela ia se tornar uma mulher neurótica, uma mulher revoltada com ela mesmo, porque aquela raiva com aquele pai não está processada dentro dela. Mas não tem. >> Eu tinha raiva da minha mãe. Eu tinha Raiva da minha mãe. E nesses processos já trabalhou isso também? Eu já trabalhei, já fui, eu sei que eu voltei pra casa dela depois que eu aquela mulher agressiva, controladora, e você foi mais leve porque você soltou isso, >> entende? Então a raiva que a gente carrega hoje dos nossos pais >> vai nos tornar uma pessoa raivosa, tá claro, gente?
vai nos tornar uma pessoa revoltada. Mas isso ela já trabalhou, ela não tem o que perdoar esse pai. Tá tudo certo. >> Ela na realidade falar não para aquela programação. >> É. >> Tá bom. >> E é isso que os mapas nos trazem. >> Eu falei assim: "Esse mapa tá doido". Não tá não. Ele não mente não. Aí eu tô assim, mas eu não sou narcisista, eu vou ficar calada. Vamos ver onde vai chegar. >> Vamos ver onde vai chegar. >> Juro que eu pensei isso. Esse mapa tá doido. Mas eu não sou narcisista. Vamos
ver o que que vai. E aí, gente, a mente consciente não traz respostas. A gente pode ficar a noite inteira aqui tentando achar respostas que a gente não vai encontrar. Quando a gente segue o mapinha, a resposta vem e vem para machucar. >> No >> vem para machucar. Eu vou colocar no grupo uma montagem que eu fiz hoje depois de uma sessão de renascimento que eu participei ontem do seu. Eu fiz aquela de ontem que você mandou pra gente, >> tá? >> E aí eu fiz uma uma montagem da minha criança com a minha uma
foto minha atual >> e escrevi lá. Você não pediu para fazer isso, mas eu senti de fazer. Eu escrevi lá linda, amada, que foram essas Palavras que eu falei para ela na hora que eu abracei. Eu vou colocar lá num grupo para compartilhar, né? Quem sabe vai também alguém vai se, até por causa do dia das crianças, né? Coloquei magnitude, eh, amor, luz, amada. E aí eu fiz essa montagem hoje, Roberta, hoje e me pergunto e sinto senti essa angústia. >> Tá tudo certo, eu faço tudo que é para eu fazer, eu vasculho, eu vou,
eu vou. Mas >> é, os mapas eles são muito certeiros, Tá? Os mapas eles >> eh mostram a verdade do que tá ali internamente programado. A gente só precisa escutar o que o mapa tá dizendo, escutar ali, né? Ahã. O que é aprender a ler o mapa, tá? É aprender a ler o que o mapa está dizendo, o que aquela região do cérebro está nos dizendo, Tá bom? E aí a gente respostas que a gente procura. >> Tá bom, Carla? Muito obrigada por tudo. >> Eu acho que você vai olhar para esses homens aí que
você estava traindo uma certa Ai, não acredito. >> Então, eu desbloqueei esse narcisista recentemente porque eu cheguei a mandar para ele aquela música traumatizei e e aquela Narcisista da da Nayara, da Mayara lá, enfim, eu desbloqueei ele e aí eu falei: "Eu quero me testar". Não sinto nada, totalmente indiferente. E pensei, eu fiquei com nojo, fiquei cominda. Agora você vai ser ainda, >> mas pelo menos você vai estar aberta para atrair um outro padrão. >> Isso. Isso. >> Tá bom. >> Muito obrigada. >> Obrigada, querida. >> Obrigada. >> Obrigada. Certo, pessoal. Dúvidas? Maravilhoso, né? Então
é, gente, eu só sigo o que o mapa tá me dizendo, tá bom? Só sigo. Eu sou fiel aos mal. Eu não caio em achismo. Eh, não. E também não deixo o paciente guiar a Consulta e também nem as minhas experiências próprias. Eu sigo o mapa e eu sei que tentar saber e decifrar o que aconteceu pela mente consciente a gente não consegue, mas pela mente inconsciente fazendo o renascimento, a gente consegue. E aí a gente acessa isso muito fácil, tá? Então, obrigada mais uma vez por mais Uma noite e até semana que vem. Beijos.
Obrigada, Carla.