[Música] Olá alunos dando continuidade ao módulo de qualidade nas organizações aula três que a gente vai ver exatamente o processo de melhoria contínua nas organizações parte um eu sou a professora Daniela Garcia e estarei com vocês aqui dando continuidade a este módulo que que a gente tem aqui pra gente começar a falar sobre processo de melhoria contínua primeira coisa vamos ver o conceito de melhoria contínua que que a gente tem aqui no ritmo em que vivemos atualmente esse ritmo mais agitado mais Frenético que a gente vive diversas mudanças tecnológicas surgem o tempo todo acompanhá as
organizações elas precisam desenvolver técnicas de melhoria com contínua de processos para conseguir atender as exigências do público que tá cada vez maior então gente vamos lá como é que eu faço para continuar atendendo aquele público que tá cada vez mais exigente eu preciso aí implantar um processo de melhoria contínua nas organizações e esse processo como o nome já disse ele é contínuo não tem fim o tempo inteiro eu preciso buscar novos recursos novas metodologias para que para que o meu cliente perceba que eu tô o tempo inteiro interessada em satisfazer as suas necessidades sejam elas
quais forem também há várias estratégias aí métodos e ferramentas Qual é o que é essa estratégia como é que eu vou me antecipar para que essa a exigência seja atendida como é que eu vou fazer o a metodologia que metodologia eu vou aplicar que ferramentas eu posso ter para para alcançar esse processo de melhoria que podem ser adotado pelas empresas com vistas aí no aprimoramento contínuo um aperfeiçoamento contínuo aprimoramento contínuo para escolher o melhor e mais eficaz para a realidade da sua empresa no entanto é preciso nós entendermos melhor sobre esse assunto para que a
gente não acredite que qualquer coisa que eu coloque na empresa vai dar certo porque pode ser esse qualquer coisa que seja até letal para aquela empresa Então eu preciso atingir sim a necessidade que a empresa tem eu preciso sim buscar atender essa necessidade da melhor maneira possível buscando a metodologia certa buscando a ferramenta certa para que eu alcance o objetivo que eu desejo que que a gente tem aqui muito interessante também né dessa melhoria contínua ela é um esforço contínuo esforço significa o quê trabalho suor transpiração né então assim eu preciso saber que eu vou
ter um tempo para me esforçar para que aquilo para aquele resultado que eu desejo seja alcançado para melhorar os produtos os processos e os serviços reduzindo aí o desperdício aumentando assim a qualidade Então eu preciso reduzir esse desperdício para que esse aumento dessa qualidade aconteça também esse esforço ele precisa ser contínuo e ele precisa gerar uma vantagem competitiva para essa organização então ele precisa ser perceptível a gente precisa perceber que existe uma vantagem competitiva em relação às demais empresas por isso que eu falo de um esforço contínuo por isso que eu falo de uma determinada
determinação para que eu alcance aquele objetivo que eu desejo então eu tenho que estar determinado para que aquele esforço tenha um resultado E aí é muito interessante quando a gente traz isso daqui esse de melhoria contínua ele Desconsidera a ideia de que produtos e operações podem ser bons o suficiente né tem a gente ainda tem alguns paradigmas né ah não esse produto ele é bom suficiente ele se vende sozinho não ele precisa de uma qualidade atribuída a ele para que assim seja uma vantagem competitiva nenhum produto Nenhum serviço é bom suficientemente que não tenha um
esforço por trás dele que não tenha os batidores que não ten pessoas máquinas tecnologia para investir naquilo ali para que o resultado seja melhor ainda então ou seja não existe algo suficientemente bom em uma organização que deve estar em processo de aprimoramento constante tudo que a gente pensar Pense aí num bom produto numa boa numa boa identidade né no Bom serviço que você já teve né com certeza para que você tenha essa certeza né que você adquirir um bom produto que você não tá levando um produto que vai te dar problema com certeza tem muito
esforço por trás disso né Nenhum produto será bom sozinho se ele não tiver um esforço empreendido tá isso é muito interessante pra gente que que a gente tem ainda dentro dessa melhoria contínua ela nunca pode ser encarada como apenas um programa A gente pode colocar um programa pode um exemplo que eu sempre dou quando a gente fala de melhoria contínua o programa 5S os cinco sensos né mas ele sozinho ele não vai te trazer a melhoria contínua você precisa capacitar as pessoas você precisa eh qualificar as pessoas que estão utilizando o programa 5S tá também
se considerarmos dessa maneira imediatamente definimos aí a expectativa que ele tenha uma data Inicial e uma data final e aí não pode ter na melhoria contínua não tem data final ela pode até ter data Inicial mas se ela é contínua não tem fim o tempo inteiro nós precisamos buscar que ela aconteça de fato isso entra em conflito direto com a mudança cultural que deve ser impulsionada pela empresa então nós estamos falando de uma mudança de Cultura uma mudança de cultura organizacional não acontece de qualquer jeito ela vai precisar de alguns processos o processo de mudança
ele tem alguns estágios quais seriam eles o estágio o primeiro estágio é quando a gente percebe que alguma coisa precisa ser modificada Então esse primeiro estágio que é essa percepção de que a mudança precisa acontecer é o primeiro passo depois vem os outros passos da mudança que é essa certeza de que precisa mudar depois vem a mudança propriamente dita depois vem a manutenção dessa mudança que é isso que nós estamos tratando aqui também o que nós estamos falando de melhoria contínua é uma mudança contínua uma mudança que precisa acontecer primeira mente também na mente do
colaborador o colaborador precisa entender que ele tem um papel e esse papel precisa ser muito bem exercido que que eu tenho aqui também para que a estratégia da melhoria contínua realmente presta atenção realmente funcione é necessário que haja uma continuidade na sua aplicação de forma cíclica integrando aí a cultura da empresa da Companhia da qual né você faz parte então é ciclo e é um ciclo né Virtuoso não vicioso ele é Virtuoso cada vez que passa por uma etapa e vai paraa outra ela adquire maior potência ela adquire aí uma maior habilidade ela adquire aí
uma maior virtude por isso que é um ciclo Virtuoso né então dentro dessa melhoria contínua tem que ser uma busca de perseguir cada vez mais a melhoria contínua para dentro da organização então por isso que isso exige né um um uma mobilização de todos desde a alta direção até a operação todos precisam estar motivados entendendo cada um o seu papel que que a gente tem aqui quando é que começou essa melhoria contínua é sempre a gente bom saber de onde vem aquilo que hoje a gente faz né a melhoria contínua ela começa a ganhar importância
no final do século XIX e olha só um dos primeiros exemplos ocorreu na Ford motor Company com a introdução do conceito de linha de montagem então isso começou lá no finalzinho do século XIX pela Ford E aí muito vai lembrar o quê o fordismo né onde a gente percebe que quando a gente começa a trabalhar linha de montagem a gente percebe que é o quê cada etapa de uma linha de montagem ela precisa ser melhor aprimorada para que quando chegue na etapa final ela já tenha sido corrigida as etapas anteriores ao mover mecanicamente as peças
de cada estação de trabalho e o conjunto semiacabado de uma etapa para outra do processo um produto acabado pode ser montado mais rapidamente e com menos trabalho do que comparado a um sistema estático então o que que o que que a gente percebe lá no início da melhoria contínua que ele trabalhava muito dinamismo né O que é o dinamismo é eu posso estar fazendo uma peça aqui né E tá correndo aqui e paralelo ao que eu tô fazendo tem uma outra Peça também então esse dinamismo ele causa aí uma celeridade nas ações e isso também
vai trazer bonificações de tempo né da espera que é menor tudo para desperdiçar cada vez menos produto e também tempo aí de quem tá executando então é interessante ver que isso começou lá na linha de montagem e hoje também a gente percebe os frutos que isso daí deu Principalmente no trabalho dinâmico dinamismo que é isso que ele fala aqui comparada a um sistema estático tá muito melhor tá muito mais aprimorado também a gente percebe Na Linha do Tempo que até meados de 1948 Olha bem próximo aqui começou a surgir no Japão a melhoria contínua de
processo que mudaria toda a trajetória de produção em larga escala Então a partir de 1948 né quando os japoneses começaram a virar um modelo de exemplo a ser seguido né isso acontece logo depois da Segunda Guerra Mundial Segunda Guerra Mundial 1945 então 1948 já se começa a mudar esse esse esse esse painel aí que a gente encontrava né então o Japão ele dá esse start também o Japão dá esse essa linha de ação para ser seguida por todos os outras culturas tanto é verdade que nos dias de hoje empresas de diversos setores de diferentes portes
aplica um pensamento ex chuto que é o pensamento lim né um pensamento lim então a gente fala assim esse essa essa manufatura né então é uma lim manufactory né ou seja o pensamento mais enxuto e que envolve toda uma organização derivado aí da melhoria contínua japonesa com objetivo de quê de evitar sobrecargas variações e desperdício Olha como o desperdício ele vai nos acompanhando em todos os módulos que a gente já falou e os que a gente ainda vai falar por quê Porque ele é o inimigo da qualidade ele é o inimigo da qualidade Então a
gente tem que buscar cada vez mais o mínimo de desperdício ou até zeris a quantidade de desperdício então o pensamento enxuto ele corrobora muito para isso ele nos ajuda a pensar que cada vez mais que eu trabalho com processos mais enxutos com uma quantidade menor de pessoas dentro da empresa eu tenho a ter uma folga aí e a assim eu vou Crescendo com quantidade de pessoas com quantidade de investimento conforme também a lucratividade vai acontecendo é proporcional eu não posso começar uma empresa ou não deveria começar uma empresa já muito com muita gente porque eu
não sei como vai ser a operação né eu preciso que ela camine e aí com passar do tempo eu vou colocando outras pessoas aí então mais ou menos nessa mesma época surge dem um pioneiro nos estudos de melhoria no âmbito da qualidade então o que que ele fala Ele defende o William Damen defendeu que todas as pessoas que desejam melhorar a empresa onde trabalham precisam ter o que ele chamou de um sistema do Saber profundo composto de quatro partes então o que que o William Dame fala que tudo tá partindo dessas quatro quatro fases aí
primeiro é a visão sistêmica o entendimento dos processos globais envolvendo fornecedor executores e clientes de bens e serviços Então a primeira coisa que D William D fala é que nós precisamos ter uma visão sistêmica né o entendimento do processo como um todo e não o processo como Ilhas mas o processo como todo segundo fator para ele conhecimento da variação o alcance e as causas da variação na qualidade de um processo ou de um produto e o uso da amostragem estatística na ão Então eu preciso primeiramente também além dessa visão de Tod Essa visão sistêmica eu
preciso de dados estatísticos Então eu preciso saber que isso tem que ter uma variação né e eu tenho que saber que variação é essa terceiro ponto a teoria do conhecimento Então eu preciso conhecer os conceitos explicativos do conhecimento e o limite do que pode ser conhecido até onde o nosso conhecimento vai e até onde a nossa prática pode ser executada então isso também é o terceiro ponto que o William D coloca e o quarto ponto professora é o conhecimento de Psicologia aí ele traz os conceitos da natureza humana então ele vai dizer que o colaborador
ele tem comportamento ele tem temperamento ele tem motivações então ele usa aí ele ele ele utiliza a psicologia para ajudar ele a explicar também as lacunas os gaps que ficaram aí no no meio do caminho porque nós estamos falando de números de estatística como Se Tudo estivesse funcionando corretamente e quando não funciona por que não funciona corretamente Será que não é a questão também da dimensão volitiva Será que não são as pessoas que não estão fazendo o que deve ser feito Será que elas estão motivadas Será que elas estão dispostas Será que elas estão bem
de saúde aí entra a saúde do colaborador a qualidade de vida vida do trabalhador que também contribui para que a gente alcance essa qualidade que a gente deseja Deu para entender então olha como William D ele busca quatro fatores importantíssimos desse saber profundo e olha a frase dele né não é não é suficiente fazer o melhor Primeiro é preciso saber exatamente o que fazer para depois dar o seu melhor então primeiro eu tenho que definir o que que eu quero e a partir daí eu vou dar o meu melhor então primeira coisa que a gente
precisa saber é o que que eu quero melhorar dentas organizações Pensa aí o que que você pode melhorar nos seus estudos né O que é um tempo maior será que é revisar as aulas eu tenho Meo saber o que é aí a partir do momento que eu sei o que é eu vou lá e dou o meu melhor naquilo que eu me que eu defini então é um ponto interessante que o William D coloca então ele fala que não é suficientemente fazer o melhor eu tenho que primeiro definir o que que eu vou fazer melhor
Ah fazer melhor em tudo pode ser que eu não consiga Pode ser que eu delimitando é isso aqui que eu preciso fazer eu faço o que tem que ser feito tá qualidade aí e produtividade os esquemas competitivos Eles foram gerados baseados principalmente em performance individuais que ao inv vez de promover a cooperação e melhoria dos resultados gerou um desgaste as lutas entre os indivíduos e áreas em nome do estar fazendo melhor a gente precisa ter esse controle esse cuidado para que não Gere uma competitividade e já que de de de ganância de ambição um querendo
passar por cima do outro nós precisamos gerar um ambiente competitivo mais saudável onde as pessoas estão trabalhando ali mas também estão trabalhando entre si estão trabalhando dentro do das suas individualidades mas também estão trabalhando entre seus grupos Isso é uma competição Sadia uma competição saudável também dentro deste Panorama surge uma grande revolução trazida aí pela qualidade e a produtividade elas mostraram para todos os gerentes do mundo todo que se pode obter quando se trabalham junto na solução de problemas comuns que é exatamente um trabalho em equipe um trabalho em sintonia um trabalho que o a
a sinergia acontece né quando os colaboradores focam objetivos comuns as mudanças ocorrem na empresa e dentro deles também a combinação de múltiplas inteligências individuais e funcionais exatamente na soma de resultado nunca atingidos então a sinergia é bom porque ela vai trazer isso pra gente ela vai ela vai quantificar isso ela vai dar qualidade pras nossas relações também a gente percebe que a partir de 1948 lá no Japão iniciava aí um processo que modificaria o mundo da qualidade e também o mundo dos negócios paradoxalmente esse processo foi inspirado por pensadores nes americanos como o Demi o
juran né o que que eles trazem em 1962 nos primeiros círculos de qualidade a gente conseguiu preceder né O que ia acontecer nas equipes de melhoria contínua então no mundo atual nesse que a gente hoje tá vivendo nesse mercado que a gente tem hoje praticamente não existe nenhuma empresa importante que não ten um sistema de equipes de melhorias utilizando diversas variações derivada dessa mesma metodologia então é possível sim você ainda encontrar empresas que não estão atentas a a a a questão da qualidade é possível mas hoje cada vez menos então a gente precisa também olhar
as que não estão ainda inseridas nesse modelo para buscar Sim essa melhoria contínua Tá bom então o que que a gente percebe aqui para irmos finalizando as atuais equipes de melhoria contínua como conhecemos e amos hoje elas superam em muito o conceito atual dos círculos de qualidades japonesas já que a sua natureza foi interdisciplinar cada um sabendo alguma coisa é você precisa saber um pouquinho de muitas coisas de muitos assuntos e isso te dá uma multifuncionalidade a melhoria contínua É exatamente esse conjunto de atividades planejadas através das quais todas as partes das organizações elas objetivam
aumentar quem a satisfação tanto para os clientes internos quanto para o cliente externo Essa é a filosofia total de qualidade buscar sempre integrar as equipes para que essa melhoria contínua aconteça Então fique conosco e nos encontraremos na próxima aula que será a parte dois do de qualidade n [Música]