Então vamos lá. Não é de hoje que especialistas do mundo todo eles mostram a ascensão e declínio dos impérios. Diversos impérios que a gente teve no mundo ao longo da história tiveram o mesmo desfecho.
Eles crescem, se desenvolvem ali, chegam a alcançar patamares inimagináveis para um país e depois disso começam a entrar num declínio até chegar na falência completa daquele império estabelecido e outro império se estabelece e o ciclo se repete. Você tem um livro, né, e chamado Princípios da Nova Ordem Mundial do Ray Do, onde ele conversa muito bem sobre isso e ele crava ali em pedra. Olha, os Estados Unidos está próximo do fim da sua hegemonia.
A hegemonia pode ser acelerada ou atrasada, mas aparentemente ela vai acabar. Confesso para vocês que quando eu li esse livro, achei de certa forma um exagero, porque ele faz previsões ali de como os Estados Unidos entraria em declínio nos próximos anos e ele meio que crava até um período para que esse evento aconteça. De fato, eu achava isso exagerado até eu ver a postura atual do Donald Trump, né?
Ele voltou pro governo dos Estados Unidos, mas ele parece não ter compreendido muito bem o que fez dar errado, né, o seu governo ali da primeira vez, porque depois ele acabou perdendo a eleição. Então você pode dizer que olha, pode ter sido bom pro governo dos Estados Unidos ou não, mas pro Donald Trump não foi, né? Se você compete, depois perde a eleição, aí você volta agora e consegue ganhar.
OK? Então é só que o Biden foi pior ainda na visão dos americanos, mas não que o Donald Trump tivesse feito um bom primeiro governo, porque se ele tivesse feito ele teria sido reeleito, né? Porque era muito mais simples do que agora.
Então, no lugar de confiar no método que levou os Estados Unidos a ser os Estados Unidos, essa ameaça da China fez o Donald Trump mudar completamente até o que ele mesmo acredita. Então, os Estados Unidos sempre acreditou e o Donald Trump também numa economia mais aberta, numa negociação, no multilateralismo que foi criado basicamente encabeçado pelos Estados Unidos na força, né, do dólar ali, como não via exército, né, mas na força do dólar ali como olha, olha como é bom negociar com os Estados Unidos, olha como é benéfico você fazer esse movimento. E agora ele parece um pouco desesperado nas políticas que ele tem adotado.
Do nada, ele começa a impor tarifas que a gente sabe que os importadores americanos vão ter que pagar e vão ter que repassar o preço pras famílias. Ele começa a tentar fazer movimentos muito mais ameaçadores para depois voltar atrás. Então, me parece que o receio que ele tem de que a China consiga realmente se estabelecer como a potência hegemônica do mundo, como a maior potência do planeta, tem feito ele tomar medidas meio que desesperadas.
E quando a gente começa a tomar medidas desesperadas, você bagunça depois desses seis meses aqui de mudança, uma atrás da outra, etc. Fala para mim, um político que hoje no mundo, né, vai realmente temer alguma sanção do Donald Trump, quando ele aplicou uma sanção na China e depois voltou atrás, ele aplicou uma sanção no México, voltou atrás, ele aplicou uma sanção na União Europeia e voltou atrás, ele aplicou agora uma sanção no Brasil, você vê que o mercado brasileiro reagiu com a 1,20% de queda e alguma coisa nesse sentido, falando: "Cara, muito provavelmente o Donald Trump vai renegociar isso aqui, porque não faz sentido. " Ele diz que o Brasil tem super e o Brasil tem déficit com a balança comercial americana, ou seja, os americanos, né, eh, compram menos da gente do que a gente compra deles.
Eles estão ganhando. Então, taxá, nesse caso, é um cenário onde só os Estados Unidos vai perder. Por mais que a gente perca também, né, quem vai perder mais é os Estados Unidos, porque eles estão com a balança positiva.
A gente já tava com a balança negativa, então pode ficar ainda mais negativo, mas é muito complexo esse cenário. E aí você começa a perceber que o Donald Trump tem entrado então nessa ideia de que ele precisa fazer alguma coisa o mais urgente possível para evitar a ascensão da China, custe o que custar. Só que essa decisão de fazer alguma coisa tá acelerando o processo, que é o que o Ray exatamente fala no livro, né?
Aí o Ray não é um comunista, gente. O Ray não é um cara que odeia o Donald Trump, pelo contrário, né? Um liberal, como quase todo mundo no mercado financeiro.
Então, quando você lê o livro dele, você pensa, primeiramente, eu pensava: "Nossa, que exagero, que cara, claro que não vai fazer isso, né? Claro que os Estados Unidos não vai começar do nada a mudar aquela política que fez com que ele se favorecesse. " Então, o que a gente tá vendo aqui é uma repetição da história.
Toda vez que os Estados Unidos entram numa guerra comercial, o que vai acontecer necessariamente, né, é o próprio povo americano pagar a conta. Não tem como. Toda vez que você entra numa guerra, a população do seu país paga a conta.
E não dá para dizer que a gente não pode chamar isso que tá acontecendo no momento atual de guerra. Raul, mas o que você pode pensar que o Donald Trump tá fazendo no momento é proteger setores que são ineficientes nos Estados Unidos. Por exemplo, a Apple não tem conseguido fabricar e celulares nos Estados Unidos porque o custo de produzir um celular nos Estados Unidos é mais caro que produzir na China.
Se o Donald Trump tarifa a China, então imediatamente os Estados Unidos vai começar a fazer essa produção de celular dentro de casa, né, pessoal? Olha que loucura. Então, que você tá me dizendo o seguinte: "Olha, nossas empresas não têm competitividade.
Como a gente tá comprando da China, em vez de melhorar a competitividade, eu vou fazer os produtos chineses ficarem menos competitivos dentro do meu território. " Sabe que país tenta isso? Há mais ou menos 60 anos, 70 anos?
É um país muito famoso. Você conhece, todo mundo aqui conhece, é Brasil. O Brasil aplica taxas exorbitantes sobre celulares, sobre carros, sobre qualquer produto que a nossa indústria nacional, ela não consegue competir para que a gente desenvolva a nossa indústria nacional.
Agora, eu queria que você me desse o nome da grande empresa brasileira de celulares, da grande empresa brasileira de veículos, não existe. Então, quando a gente proíbe esses produtos de entrar aqui para poder proteger a nossa indústria nacional, o que acontece é que a nossa indústria nacional, ela simplesmente não existe. Ela não tem acesso às peças também, ela não tem acesso a importar para aprender a copiar, ela não tem acesso a nada disso.
Por que que a China não criou lá no começo, né, quando ela tava ali com essa dificuldade, uma política então de taxar em 1000% para ver se desenvolvia. Por que que o que ela fez foi o contrário? Porque que o que ela fez foi falar: "Venham construir suas fábricas aqui, não paguem absolutamente nada e ganhem 20 anos de incentivo".
E daí ao mesmo tempo elas foram começando a copiar. Você vê aqueles produtos chineses copiados ali, fala: "Caramba, que porcaria, que produto mal feito". E do nada, em 20 anos, você olha agora e fala: "Caramba, tudo é feito na China".
Você olha o mal, você olha qualquer coisa. Por quê? Porque eles aprenderam a ficar melhores.
Eles têm mais PhDs hoje, né? Do que os Estados Unidos jamais vai sonhar em ter. Então assim, é o país com mais PhDs no mundo, com mais pesquisadores no mundo.
Então eles conseguiram simplesmente fazer o substituto de tudo. E aí para piorar você tem um efeito rebote disso aqui. Nos anos 80 os Estados Unidos criou uma política muito semelhante com os carros japoneses, porque eles estavam invadindo os Estados Unidos ali, né, a Toyota e tal.
São carros que até hoje são conhecidos como utilitários. Quem mora nos Estados Unidos aí sabe muito bem disso. O que que aconteceu?
O Japão, como ele tinha que pagar o tributo, ele começou a baratear muito mais a sua cadeia de produção e ficou mais eficiente ainda e começou a inundar o mercado americano com carros ainda mais baratos, mesmo com a taxação ainda competitivos. Tanto é que até hoje o Japão tá lá, então eles ficaram mais eficientes, começaram a exportar pro mundo todo e os Estados Unidos perdeu a eficiência porque dentro do mercado americano, OK, os carros deles estavam protegidos lá, mas e no mercado europeu, mas e no mercado brasileiro e nos outros mercados que o Japão como ganhou eficiência conseguiu fazer. Então é esse o problema.
E aí o buraco acaba sendo muito mais embaixo. E você começa a pensar do por que o Donald Trump tá fazendo isso. Eu vou te explicar daqui a pouco, porque tem um motivo, mesmo sabendo que os Estados Unidos pode perder, tem um motivo pelo qual o Donald Trump pode acreditar que isso aqui seja um bom caminho.
E agora para piorar o cenário de derrocada que a gente tem no Império americano, a gente tem os Estados Unidos afundado em dívida, né? São mais de 1 trilhão por ano em dívida de dólares desde 2020. A inflação estourou os 9% em 2022.
O estado cresceu tanto, né? Estado com é maiúsculo aqui, a estrutura do governo que hoje ele é responsável por mais de 40% do PIB americano. Então o país que fala em liberalismo, que fala em olha não vamos investir tanto com o estado, tá com 40% do PIB vinculado ao estado e mesmo assim eles continuam imprimindo mais e mais dinheiro para bancar empresas subsidiadas completamente ineficientes.
Enquanto a BOID recebeu ali os benefícios, por exemplo, no começo para voar e voou, tá exportando pro mundo inteiro. Quantos carros da Tesla você vê fora dos Estados Unidos ali, você vê na União Europeia porque tem lei de incentivo, a mesma coisa. Então, em mercados protegidos, as empresas americanas vão muito bem.
Em mercados livres, elas simplesmente não estão conseguindo ficar eficientes. Vai adiantar criar lei para isso? Não vai, né?
Confiança internacional caindo, Donald Trump acelerando essa desconfiança do mundo, dólar ameaçado, menor quantidade de reserva de todos os países dos últimos 30 anos. Aí ninguém mais tem essa quantidade de reserva que tinha lá atrás. e a própria reputação da economia indo pro ralo.
Enquanto isso, né, a galera batendo aqui, [ __ ] vai dar certo, vai funcionar e quem vai ser o espantalho que vão acusar quando os Estados Unidos cair? Ah, foi o liberalismo, foi o neoliberalismo aplicado pelo Trump. Neoliberalismo não, ele tá aplicando políticas estatais, ele tá fazendo o exato oposto, ele tá fazendo estado forte, né?
O estado dos Estados Unidos cada vez mais forte. Foi a abertura econômica que levou o mundo inteiro a tirar mais de 1 bilhão de pessoas da pobreza. foi na China, quando ela parou de brincar ali de ah controlar tudo e fazer o estado planificado e começou a ter bilionários inclusive que as pessoas falam: "Ah, mas a China é maravilhosa, né?
Cadê a galera que fala que não pode ter bilionário falando que na China não pode ter bilionário"? A China é um dos países que mais tem bilionários do mundo, né? Então a China conseguiu tirar 800 milhões de pessoas da miséria quando começou a aplicar um pouco mais de liberdade econômica.
Apesar de ter um estado controlado em várias áreas na economia, a China interfere em bancos, em áreas que são estratégicas, mas não interfere na criatividade das empresas, financia empresas, permite que os bilionários se desenvolvam. Então, tá ali funcionando. A China hoje é mais aberta economicamente para empresas e etc, do que os Estados Unidos.
No momento atual que a gente tá falando, a China é mais aberta e, portanto, está crescendo muito mais, né? Aú, mas tem ditadura no governo, etc. Concordo.
Tô falando economicamente. Pega a facilidade de abrir uma empresa, exportar quando você vem da China ou importar produtos pra China, pega a mesma facilidade nos Estados Unidos de importar e exportar produtos. Olha o que que tá acontecendo agora, gente.
Tem tarifa para tudo quanto é lado. Então ficou indiscutível. E aí os bricks estão crescendo, sim, né?
Hoje eles representam mais de 30% do PIB mundial, passando até mesmo G7. E a resposta não é fechar a fronteira, não vai adiantar. Ou o Trump vai descobrir que ele vai ter que negociar com os bricksos de toda forma, porque o PIB do mundo tá lá.
Ou ele vai fazer o dólar ser aceito por amor, que tá cada vez mais complicado, né? Ou simplesmente ele vai se lascar. O dólar ainda é 57% das reservas internacionais dos bancos centrais do mundo, mas não vai adiantar se o os Estados Unidos continuar brincando de Venezuela com sotaque.
Então assim, os Estados Unidos tm feito a venezuelização só que com sotaque de gringo. Ah, o país da liberdade, que [ __ ] de liberdade é essa, né? É a liberdade de impor tarifa.
Isso não é liberdade, né? Então o Trump enxergou o óbvio, os Estados Unidos tá em decadência e ele acha que o problema é que o chinês eh vende mais barato. É esse o diagnóstico dele.
Ele não olhou para dentro do próprio país, falou: "Cara, por que que os Estados Unidos perdeu eficiência? Por que que os Estados Unidos não é mais a fábrica do mundo? Por que que ninguém quer fabricar aqui?
" Imposto pra caramba, tudo travado, não tem eficiência. É isso, esse é o ponto. Não tem estudo, não tem nada.
>> Você acha que o Trump tá faltando ouvir aquela frase? E se a gente não fizer nada? >> Não, agora já não dá mais.
Agora tem que reverter o que foi feito, né? Ele deveria ter ouvido isso não fizer nada, né? E aí o problema é governo injetando dinheiro na economia igual louco, muito mais do que arrecada, o governo financiando um monte de empresa horrível, né?
E você pega aí, por exemplo, a eficiência das empresas americanas de fato, tenebrosas, a produtividade cada vez pior e o estado injetando dinheiro nelas, achando que vai funcionar. Os Estados Unidos tá precisando de beber do remédio que ele quer impor pro mundo, né? Chama livre mercado.
É, é isso. O remédio que os Estados Unidos tá precisando beber agora. Não vai adiantar culpar os chineses pela derrocada.
E no fim das contas, se o Trump continuar insistindo nisso, ele vai acabar acelerando esse processo e não retardando. E aqui, cara, é muito estranho porque quando você pega o Trump de 20 anos atrás, ele diria o completo oposto do que ele tá fazendo agora. Se você perguntar para ele o que que deveria ser feito, ele diria o exato oposto do que ele tá fazendo agora.
Ou seja, perdeu a mão, né? A cegueira, quando a gente começa a perder uma disputa, ela nos cega aqui. Agora, tem quem diga que o Donald Trump, na verdade, sabe de tudo isso que eu tô falando aqui.
E quem tem quem diga que a preocupação de Donald Trump nesse momento é outra. O nome da preocupação dele é reeleição. Raul, mas o Donald Trump não pode ser reeleito.
Exato. A última vez que essa regra foi modificada foi em períodos de guerra, em períodos de instabilidade econômica, etc. Muita gente acredita, né, que talvez o que Donald Trump queira nesse momento é exatamente criar uma instabilidade para que ele possa se reeleger.
Inclusive dizem que ele admira o Vladimir Putin porque o Vladimir Putin colocou o chefe de gabinete dele para disputar a eleição e quando ele ganhou o cara renunciou, ele ficou ali como presidente, né? Dizem que o Donald Trump teria coragem de fazer a mesma coisa. É uma acusação infundada, mas me parece que cada vez mais esses interesses do Donald Trump não são os interesses do povo americano nesse momento, sinceramente, né?
Você pegar um país igual o Brasil que tem você tem superavit da balança comercial e ficar ali, ah, eu vou agora é fazer piadinha, vou empor taxa, não me parece viável. Ah, Raul, não, mas ele fez isso para colocar democracia no Brasil, cara. Pelo amor de Deus, gente, não é da política americana a querer ajudar ninguém a ficar democrático, não, né?
Você tem que você tem que ser muito inocente para acreditar que a preocupação dos Estados Unidos nesse momento é com a vida do cidadão brasileiro. Sinceramente, e eu não consigo. Eu queria, né?
Se você acredita, comenta aí por que você acredita que os Estados Unidos é o baão dessa liberdade e tal. Eu sinceramente duvido bastante, principalmente conhecendo, né, os Estados Unidos como a gente conhece, a história dos Estados Unidos, como a gente conhece, assim, é, é muito difícil acreditar que o que os Estados Unidos tá querendo é: "Ah, eu vou promover a liberdade para o Bolsonaro. " Você me disser que os Estados Unidos gostaria de ter o Bolsonaro no governo agora porque ele faria exatamente o que os Estados Unidos quisessem.
Eu acredito que talvez. Agora nesse ponto, né? É óbvio.
Acho que o Lula é um estúpido, causou o problema pra gente, foi lá falar no bricks e tal, mas não acho que os Estados Unidos é bonzinho. Eu tô bem longe disso. Significa que não dá para você ganhar dinheiro com essa situação.
Eu já disse isso para vocês várias vezes. Existe a curva do caos perfeito, né? Toda vez, toda vez que você tem uma mudança de hegemonia, toda vez que você tem uma mudança em algum cenário econômico, por exemplo, quando a gente substituiu a máquina de escrever pelas bigtecs aqui, que agora, né, primeiro começou com as empresas de computação e depois agora a gente tem as bigtecs.
Todos esses movimentos tiraram dinheiro de um mercado e levaram para outro. Todos esses movimentos eles são muito previsíveis. É claro que a distância da história mostra que eles eram previsíveis, mas enquanto a gente tá vivendo, dá para você enxergar para onde tá indo o dinheiro agora.
Existe uma visão, né, para que mercado está indo. A gente teve a ascensão das bigtechs, elas estão gigantes e toda a indústria do mundo, os fabricantes de alimentos, etc. , eles estão cotados ao menor cenário dos últimos tempos.
Houve empolgação, né, com IA, houve empolgação com a tecnologia, houve empolgação com tudo isso. E num cenário de caos financeiro, num cenário de guerra, né, comercial, nesses cenários todos, a gente acaba se voltando para aquilo que funciona da maneira mais simples possível. Eu não sei como é que vai ficar a legislação de armas do mundo depois disso aqui.
Eu não sei como vai ficar a legislação para que empresas como a Meta, né, ou outras empresas que interfiram diretamente no noticiário. Não sei como que os políticos vão fazer para controlar essas empresas, mas eu sei que alguma coisa eles vão tentar fazer. Não só o Trump, como Xinginping, o Lula, o Putin, tá?
Isso aqui a gente sabe que vai acontecer. Agora, tem uma coisa que eu sei. Eu sei como uma árvore cresce, eu sei como ela é cortada e eu sei como ela se transforma em celulose.
Eu sei como o minério é retirado da Terra. Eu sei como ele vira ácido, muitas vezes se transforma no motor elétrico. Eu sei que eu vou continuar acendendo a lâmpada da minha casa todos os dias.
Eu sei que eu vou continuar com a minha conta no banco. Então, nesse momento, aquilo que é estável tende a uma estabilidade ainda maior. E aquilo que é instável ou está na mira dos políticos desse momento, aquilo que tá sendo dito por eles toda hora vai entrar em algum tipo de regulação.
Então, o meu dinheiro eu estou movimentando pros setores mais seguros do momento, né? Se você quiser aprender a fazer a mesma coisa que eu, eu vou te recomendar aqui, ó, aup. com.
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Que agora tá cheio de membro aqui. Como assim, Rau? Cara, a gente colocou o negócio de membro aí por R$ 1, porque o YouTube ele tá distribuindo muito o vídeo pros membros, né?
Então eu coloquei aqui para quem é membro, todos os membros mesmo do R$ aqui, eu vou responder as perguntas somente dos membros agora para favorecer vocês de alguma maneira, né? O Ricardo Mazini falou: "Se lançar esse produto de renda fixa pingando dividendos, eu compro". Cara, vai ter, vai, vamos lançar esse ano ainda, tá?
Não sei a data, mas vou lançar esse ano ainda. Há mensagens da Foia. O má é que às vezes a propaganda que aparece para mim é da própria UVP, [ __ ] Aí é [ __ ] né?
Raul, você é sensacional. Assisto aqui você para quem quer te conhecer. Recomendo também sempre a VP meus amigos.
Cara, valeu demais, cara. Muito obrigado mesmo. O Romário de Campos falou: "Explica melhor aquele vídeo em que você falou que o mercado financeiro nos odeia".
O mercado financeiro odeia todo mundo, cara. Esse monte de termos que cria CDB, LCI, tudo isso é para confundir, mas foi feito mesmo assim para uma reserva de mercado, né? Então é por isso que eu falei que o mercado financeiro te odeia.
O Daniel Souza da Silva falou: "Eu não acredito que se o bebê quebra, acredito que seria a mesma coisa se o Itaú quebrar o caixa quebrar. Acredito que o governo não deixaria, ele usaria o tesouro. " Não tem nem como quebrar.
Se quebrar, todos nós passamos fome, porque boa parte do do agronegócio brasileiro é sustentado também, né? Assim como nos Estados Unidos com taxas e protetivas de juros, né? A gente protege o agronegócio brasileiro com oferecendo subsídio, oferecendo um monte de coisa, por isso que são setores que mais crescem.
Agora, ao contrário das empresas americanas, apesar disso, o agro brasileiro tem se desenvolvido bem. mesmos que não tem subsídio, né? Então é um ponto aí que a gente precisava, na verdade é tirar imposto da indústria para desenvolver a indústria.
Que que é indústria? AVP inclusive vai virar indústria. >> Que isso?
>> É, tô, a gente tá pensando em montar uma empresa de fabricação de celulares, competir com a Apple.