Seja muito bem-vinda a essa aula introdutória aqui do nosso treinamento. Eu sou Isa Moreira, sou mentora de mulheres, trabalho na internet há 10 anos e nessa aula a gente vai falar sobre construção de marca pessoal. E esse assunto ele tem uma relevância, uma importância tão grande que talvez o conteúdo que você vá ver aqui comigo nessa aula seja o divisor de águas entre você ser completamente ignorada na internet e você ter um resultado, você ser percebida como autoridade dentro do desenvolvimento humano a partir dos seus produtos e a partir do seu conteúdo.
Então, a gente vai falar sobre eh que jogo é esse da marca pessoal. Marca pessoal é um termo que a gente dá para quando a gente leva o nosso próprio nome, o nosso personagem pra internet, para que a gente possa criar uma autoridade em cima do nosso nome, em cima desse personagem. Então, a gente vai entender aqui nos próximos 30 minutos, mais ou menos, como funciona essa construção na prática.
E por que que eu posso te dar essa aula? Basicamente porque eu comecei do absoluto zero na internet, só que quando eu comecei na internet eu já era profissional de desenvolvimento humano. Eu trabalhei, comecei muito nova trabalhando com o jornalismo.
Logo depois do jornalismo, eh, eu entendi que jornalismo no Brasil não existe da maneira como eu imaginava. Então, eu fiz alguns estágios em grandes veículos de comunicação, entendi o jogo, não era definitivamente um jogo que eu queria jogar e eu logo migrei pro mercado corporativo. Nessa época eu me tornei mãe, me tornei me tornei mãe muito cedo, fui mãe com 20 anos.
Então, eu ainda tava fazendo faculdade de comunicação. Eu já tinha trabalhado nesses nesses veículos de comunicação e percebi que eu não queria desenvolver aquele tipo de jornalismo que eu tava vendo. E de lá para cá, inclusive só e só piorou.
Então, acredito que eu tenha feito uma uma boa escolha. E então eu comecei a trabalhar no mercado corporativo e inicialmente trabalhando como operadora de telemarketing, mas logo logo veio a primeira liderança e eu precisei trabalhar com treinamentos, mudança comportamental, liderança. E daí eu comecei a estudar uma série de formações e cursos.
Me tornei terapeuta, analista yunguiana, trabalhei com programação neurolinguística, treinamentos presenciais e fiquei 14 anos no mercado corporativo desenvolvendo esse trabalho. Depois que eu saí do mercado corporativo, por conta de um burnout, eu comecei a empreender. Criei minha primeira empresa, uma empresa de treinamentos corporativos.
Eh, trabalhei com essa empresa durante 3 anos, mas logo logo, logo depois de abrir a empresa, eu percebi que eu tinha feito uma besteira, que na verdade eu queria fazer exatamente isso que você tá vendo agora, trabalhar de casa na internet, ajudando o público final, né? Você é o público final, né? Você não tá vinculada a uma empresa, né?
Eu não tô te treinando dentro de um ambiente corporativo. Eu queria ter essa comunicação direta como eu tô tendo agora com você. Então, eu posso te dizer que eu fiz essa transição duas vezes.
Primeiro, eh, saindo da CLT, eh, me tornando empresária. E aí eu abro um negócio, é, B2B, business to business. Aí eu percebo que não era bem aquilo que eu queria falar com o público final.
E aí eu crio um negócio de mentorias e treinamentos e terapias. Eu já trabalhei com muita coisa em desenvolvimento humano nesses últimos 10 anos. Eu tô na internet desde 2016 e quando eu comecei, eu não sabia fazer nada e eu não sabia inclusive o que era uma marca pessoal.
Eu tava criando a minha do zero. Criar uma marca pessoal do zero é você vir pra internet sem menor tipo de reputação. Eu não tinha reputação nenhuma, gente.
Inclusive, eu detestava Instagram, achava Instagram uma rede chata, achava, sabe? Mas eu vim, eu comecei a produzir conteúdo, eu comecei a construir do zero. Eu não tinha dinheiro, não tinha equipamento, não tinha técnica, não tinha mentor, não tinha nada.
Eu só tinha muita vontade de crescer. E aí corta para hoje, 2026, mais de R 55 milhões deais faturados em 10 anos. Eh, mais de 40.
000 1000 alunas em diversas formações, cursos, formações em marketing, negócios, mentalidade, produtividade, desenvolvimento humano, pós-graduação. A gente tem uma hoje uma rede grande de produtos pra nossa persona e isso tudo começou do zero. E qual foi a importância de construir uma marca pessoal?
É a partir dessa marca pessoal que até hoje as minhas vendas acontecem a partir do perfil Eu, Isabele Moreira no Instagram, a partir do meu YouTube Isabele Moreira, a partir das minhas redes que tem o meu nome, que tem a minha marca pessoal, é a partir dessas redes que eu faço delas o meu canal de aquisição. Então, eu tenho bastante, é, lastro, tempo, estudo, experiência e, principalmente resultado para te ensinar sobre marca pessoal. Bom, quero te lembrar que o nosso treinamento, a data dele tá aqui, ó, na descrição da aula.
É muito importante que você coloque essas datas no seu calendário. Nosso treinamento não fica gravado. Então, vai lá, coloca, fecha.
A gente a gente vai trabalhar juntas sexta, sábado, domingo, sexta-feira dia 17 às 20, sábado de 9 às 17 e domingo de 9 às 17. Eu tô deixando as datas aqui embaixo na descrição da aula. Salve essas datas porque não tem replay.
E não tem replay por um motivo muito específico. Basicamente é muito comum as pessoas comprarem cursos e e mais cursos e falarem que vão fazer e não fazerem ou comprarem livros, falarem que vão ler, mas não leem. Esse treinamento não, ele te obriga a centrar ali a a o bumbum na cadeira para você conseguir produzir e sair realmente com aquilo pronto.
Então vai fazer diferença você estar lá comigo, ok? E se caso, por um acaso, você não esteja no grupo de alunas, eu tô deixando o link também aqui na descrição. Por que que esse grupo é importante?
A gente não abre o grupo, as pessoas não comentam, não falam. Então, não é um grupo que vai ter eh comunicação, conversa, não vai ter nada disso. É apenas um grupo de avisos aonde eu e o meu time publicamos as informações que são relevantes para o seu processo de aprendizado.
Inclusive, todos os dias às 17 horas um áudio de ativação nesse grupo. Os áudios de ativação são gravados por mim. Eles têm de 10 a 20 minutos de duração.
Os assuntos são os mais variados: marketing, negócios, mentalidade, desenvolvimento humano. Tem muito ouro nesses áudios. Só que o WhatsApp ele tem uma questão.
Depois que você entra no grupo de WhatsApp, você não consegue ver as mensagens para trás. Então, se você comprou esse treinamento e você não entrou no grupo ainda, você tá perdendo os áudios de ativação e você vai perdendo dia após dia. Então, caso você não esteja no grupo, para um pouquinho a aula, vai aqui na descrição, pega o link, entra no grupo, depois você volta pra gente conversar sobre marca pessoal, combinado?
Fez isso, tá no grupo, tá com as datas do nosso treinamento na sua agenda, tudo certo? Então agora vamos falar de marca pessoal para mulheres do desenvolvimento humano. Eu preparei um mapa mental aqui.
Vou compartilhar a tela com você. Vamos por que vamos levantar o por que a gente vai conversar sobre marca pessoal? Porque que esse é o tema da nossa aula introdutória, né?
É possível que com o avançar da internet, da eh dos negócios, a sofisticação do mercado digital, você tem a sensação de que você esteja atrasada. Tantas pessoas com milhões de seguidores, tantas pessoas ficando ricas e você tá começando agora, não sabe por onde começar. Ou então você começou já tem um tempo, mas não dedicou eh tanta energia como você gostaria e agora vê a inteligência artificial e tá mudando tudo e dá aquela sensação de que ficou para trás, né?
E eu quero te dizer que não. Eu vou te explicar porque você não tá para trás e porque que esse é o melhor momento para você realmente começar. O digital, ele vai começar a premiar cada vez mais as pessoas que têm de fato algo real, algo que seja relevante para se dizer.
Então, quer dizer, a sua bagagem de mais de 40 anos, mais de 35 anos, que compõe a sua experiência pessoal, que compõe tudo que você estudou, todos os livros que você já leu, a sua experiência técnica, a sua experiência, o seu manejo, a sua capacidade de transformar vidas, tudo isso é ativo, não é obstáculo. Eu sei que dá essa sensação de eh, caos mental, né, ou a maldição do conhecimento. Sei tanta coisa que eu não sei por onde eu começo, eu não sei o que eu crio, mas na verdade tudo isso é vivência, repertório, história de vida.
E o mercado raso não tem isso. Então o que a gente vai fazer aqui nessa aula, nossa promessa, o que eu prometo a você é que no final da aula você vai sair daqui com um jeito de se posicionar na internet sem que você precise para isso virar outra pessoa, porque eu sei que essa também é uma é um medo que você tem, né, de perder uma reputação, de de repente ser julgada, enfiar os pés pelas mãos e tudo mais. E você vai ver que isso não vai acontecer.
Pra gente fazer um exercício rápido, eu já quero te fazer a seguinte pergunta: para quem eu quero criar? Essa é a pergunta para você fazer para você mesma. Para quem eu quero criar?
Aqui eu tô falando de persona. Persona é a pessoa para quem eu crio, para quem eu crio os meus conteúdos também, mas sobretudo para quem eu crio os meus serviços e os meus produtos. Sempre que eu falar serviços e produtos, você pode entender como mentorias, cursos, ã, treinamentos, atendimento terapêutico, atendimento em grupo, eh círculo de mulheres, tudo isso é produto ou serviço.
E você cria produtos e serviços para uma persona. E a pergunta que fica é para quem? Aqui tem uma coisa que a gente já vai precisar desmistificar no desenvolvimento humano, é que quando a gente trabalha com gente, né, quando a gente trabalha com problemas existenciais humanos, é muito comum que a gente pense: "Nossa, mas eu posso ajudar todo mundo, o meu produto é para todo mundo".
Eu imagino que sim, só que todo mundo é muita gente, né? todo mundo eh é uma quantidade muito grande de pessoas que vivem de maneira diferente, que querem coisas diferentes, que anseiam, que sentem medos diversos, que possuem pressas diferentes. Então, quando a gente fala de escolher estrategicamente uma persona, a gente tá falando de conseguir através dessa persona criar soluções que sejam mais sobedida para aquele grupo de pessoas que possui determinadas características em comum.
Então, quanto mais você encontrar esse grupo de pessoas, melhor. Eu, por exemplo, falo com empreendedoras mulheres 40 mais do desenvolvimento humano. O meu o meu trabalho, o meu conteúdo, ele não serviria, por exemplo, para eh todas as empreendedoras que vendessem infoprodutos.
Serviria. Serviria sim. Ajudaria.
a gente tem cases de sucesso, mas quando eu pego os meus produtos e trago pro desenvolvimento humano, eu consigo tornar esses produtos, inclusive mais competitivos, porque eu os torno mais específicos para a dor dessa persona. Eu consigo ser mais assertiva, eu consigo ser mais eficaz e eficiente na solução dessa dor. Por isso que é importante a gente escolher.
E aqui eu já vou te dizer o seguinte, ó. Não é sobre eh descobrir quem é a sua persona, é sobre de fato escolher. Escolher como uma mulher adulta.
É uma escolha estratégica de negócios. Eu vou falar com esse grupo de pessoas, porque esse grupo de pessoas é um grupo que eu realmente posso ajudar, é um grupo que eu vou ser feliz ajudando, é um grupo aonde eu tenho um diferencial, aonde eu posso contribuir de fato pra vida dessas pessoas. elas podem e querem pagar por esse tipo de solução.
Então, é através dessas perguntas que eu chego na persona, no para quem eu crio de maneira estratégica. Aqui eu vou pedir então para você guardar quem é essa pessoa. Guarda essa frase porque eh essa persona vai ser lapidada até o fim dessa aula.
Quando você pensa em para quem você cria, né, os seus produtos, serviços, o seu conteúdo, a gente tá falando de inserir tudo isso numa nova economia, que é o que a gente chama de economia da atenção. Hoje o que mais vale dinheiro é a atenção. Não tem absolutamente nada, nada que valha tanto dinheiro quanto a atenção de outros seres humanos.
É por isso que esse movimento aqui, ó, de quando a pessoa tá no celular e ela tá fazendo esse scrolling aqui e ela para para prestar atenção, para ouvir, isso daqui vale muito dinheiro. Isso aqui é muito relevante. É por isso que as marcas pagam tanto dinheiro para para influenciadores.
É por isso que você vê tantas pessoas do mercado de infoprodutos, de desenvolvimento humano, inclusive fazendo milhões de reais por ano. Meu negócio ano passado fez R milhões deais em 2025. Sim, 10 milhões deais num único ano.
Então assim, qual que é a base disso? Tudo começa na economia da atenção, na capacidade que eu tenho de fazer a pessoa parar o scrolling, prestar atenção no que eu tenho a dizer. É só você prestar atenção como que você veio cair nessa aula aqui.
Para e pensa, você me conheceu, você viu ou você já me conhecia há algum tempo no Instagram e de repente eu fiz uma oferta para você. E aí eu falei para você que essa oferta vai ser num final de semana que ainda falta um tempo, mas eu já te disponibilizei uma aula introdutória. E não é uma aula introdutória eh rapidinha, é uma aula introdutória profunda, complexa.
E olha você aqui me assistindo, né? Isso é a economia da atenção. Isso vale, gente, muito dinheiro, tempo e a disponibilidade das pessoas.
O digital, ele tá vivendo a sua quarta onda agora. As três primeiras ondas do digital. A primeira onda foi lá atrás, lá 2014, 15, muito pouca gente produzia conteúdo.
Então, naquela época bastava parecer que o teu conteúdo engajava. Eh, e não é que você fazia muito dinheiro, não, tá? Hoje se faz muito mais dinheiro do que naquela época, mas eu tô falando mesmo de facilidade de um conteúdo performar em likes, em compartilhamentos, comentários, alcance.
Era antigamente existia uma ferramenta chamada IGTV no Instagram, que era o antigo ReS, né? Então, tipo, mesmo se você tivesse um perfil pequeno, vai, tipo, aconteceu comigo, tinha um perfil ali de 10. 000 1000 seguidores, mais ou menos, ainda era um perfil bem pequenininho comparado ao que eu tenho hoje, né?
Eu sei que 10. 000 seguidores é muito, mas comparado o que eu tenho hoje era pequeno. E eu fazia um IGTV e esse IGTV tinha 12.
000 visualizações. Era uma época muito diferente. Por quê?
Basicamente porque tinha poucas pessoas produzindo, então quem produzia tinha aquele oceano azul muito grande. O que aconteceu sobretudo na pandemia, que foi a onda dois, todo mundo ficou em casa sem ter o que fazer. Ah, e muita boa parte dessas pessoas começou a a produzir conteúdo na internet também.
a gente começou a viver a época da escala, escala, volume de de conteúdos, uma volumetria gigantesca de carrosséis, res, lives, lives infinitas, eh fórmulas, estéticas e ganchos e, enfim, inclusive a estética da balela, né? Porque apesar de ter muito volume, a gente tinha muita atenção disponível. As pessoas estavam em lockdown, as pessoas estavam querendo ser entretidas, as pessoas não estavam mais aguentando ficar eh em casa, né?
Então, todo mundo tava com a cara enfiada no celular. Então, apesar de ter muita escala e ter muito volume, a gente também tinha muito a disponibilidade de tempo das pessoas de participarem eh e consumirem esse conteúdo todo. E ali acabou dando abertura para essa estética da balela.
né? Muita gente incompetente do nosso mercado, muita gente rasa, cresceu muito, muita gente com produto ruim, muita gente com frase motivacional, pessoas eh com gatilho mental. Era fácil, gente, inclusive fácil de enganar.
Era uma época, inclusive que começou a se vender essa coisa horrorosa do eh eh faça dinheiro dormindo. Eh, o digital é o marketing da leveza, você trabalha enquanto você viaja, você não precisa trabalhar. Aí as pessoas começaram a achar que não precisava mais ler livro, que não precisava mais estudar, que não precisava mais fazer formações, que as pessoas começaram a a a reiterizar o conteúdo profundo e a ficar só naquela estética dos 30 segundos, dos 15 segundos, do gancho de 3 segundos, aquela coisa toda.
Só que a pandemia acabou e aí foi, voltou todo mundo pras suas vidas normais e acabou que agora as pessoas não têm mais tempo. E além de não ter mais tempo, e a humanidade tá um pouco cansada do digital, né? Cansada de ficar ali com a fuça enfiada no telefone.
Tá acontecendo inclusive um retorno agora pro mundo offline, né? O quanto que é chique você ter um momento só para você desconectada do celular. Então, a gente tá fazendo esse movimento contrário de você agora eh não querer mais ficar tanto tempo na internet.
E aí, gente, o que acontece é que a gente entra na terceira onda, a onda da saturação do público descrente e chega o quê? chega a inteligência artificial com tudo. Você sabe o que que a inteligência artificial faz quando a gente tá aqui, ó, na terceira onda, saturação, público descrente e a em tudo o que a inteligência artificial faz aqui nesse momento é dar voz aos idiotas.
Vê se não é isso que acontece, né? Vamos aprofundar bem esse papo aqui. Hoje a pessoa com uma assinatura do chat GPT, com uma assinatura do cloud, ela consegue montar um roteiro de reals, tá?
Mesmo que seja aquele roteiro patético de eh a procrastinação não é um mal da humanidade, não é sobre preguiça, não é sobre aquilo, é sobre o quanto as pessoas, sabe aquele texto pobre, raso? Então, qualquer pessoa idiota hoje consegue fazer um um conteúdo assim. O fato é que essa essa disponibilidade, né, do que a IA trouxe de nivelar por baixo, né, o que a Iá foi foi trazer as pessoas para um patamar de mediocridade, né?
E qualquer pessoa hoje competente ou incompetente, com prompt minimamente viável consegue produzir conteúdo na internet. Aí você pode estar pensando assim: "Poxa, Isa, mas então não é legal, não é? " Legal sim.
Sabe por que que é legal? Porque começa a acontecer uma mudança real. Eh, a gente começa a sair da era do esforço, do resultado pro significado por resultado.
Que que significa isso? Antes a gente precisava se esforçar muito para ter muito resultado. Agora, como a Iá colocou todo mundo no mesmo padrão, são as pessoas que vão conseguir imprimir significado aquilo que elas fazem, que vão ter realmente resultado.
Pessoas que com o promp da internet, da inteligência artificial, vão conseguir chegar num nível de de resultado infinitamente superior, que a média, mediocridade não vai chegar. Por quê? Porque essa pessoa não tem só um promp, essa pessoa tem senso crítico, ela tem repertório, ela tem conhecimento, ela leu muito, ela chegou o momento das pessoas nerdes, chegou a hora das pessoas que têm muito repertório na cabeça para essas pessoas brilharem.
Essa, na verdade, é a boa notícia. Eh, o conteúdo raso que a inteligência artificial inclusive permite, abre espaço para que o próprio público olhe pro conteúdo raso e tome ranço e passe a querer um conteúdo com mais profundidade. Ou seja, nós mulheres maduras com o repertório, nos destacamos sem esse esforço de pirotecnia, sem esse esforço de palco.
já viu esses conteúdos que falam pra gente: "Você precisa fazer 350. 000 eh eh transições, começa de baixo, vai de cima, parece de lado, vira a câmera, faz não sei o que". Não tem essas coisas assim chato, né?
Às vezes a gente só quer ligar a câmera e falar. Pois bem, estamos voltando para esse lugar do ligar a câmera e falar, desde que o que a gente tenha para falar tenha realmente relevância pra nossa persona. E aí eu quero deixar um outro exercício aqui para você.
Se você quiser pausar a aula para fazer o exercício antes de continuar, pode ser. Eu quero que você escreva aquilo que só você pode falar por sua história, pelo seu conhecimento, pelo seu repertório, aonde mora esse seu diferencial, o que nos leva paraa diferença entre autoralidade e autenticidade. Muitas pessoas falam: "Nossa, eu quero produzir um conteúdo que seja autêntico".
E o que que é autêntico? autêntico depende da percepção do outro, né? Alguém olhar pro seu conteúdo e falar assim: "Nossa, essa mulher é autêntica", né?
Ela fala eh de uma forma diferente, mas é uma percepção, não é controlável. Agora, autoralidade é totalmente controlável, né? É muito melhor você ao invés de buscar autenticidade, que é a percepção do outro, e acaba você fazendo muitas coisas e tentando eh eh muitos tipos e formatos de conteúdo em busca dessa tal autenticidade, em busca dessa voz que a gente demora um pouco para encontrar realmente, mas ao invés de você colocar energia na busca dessa autenticidade, você virar a chave e começar a construir autoralidades que nasc de um lugar da tua obra pensada, intencional, sua, o teu método, aquilo que só você detém, porque depende da junção da tua experiência técnica, com a tua experiência pessoal, com a tua história de vida, com o teu manejo, com a tua capacidade de transformação.
Quando junta tudo isso, a gente tem autoralidade. É desse lugar de autoralidade que você vai precisar mapear que vai nascer a sua personagem da marca pessoal. Quando eu falo de personagem, as pessoas falam assim para mim: "Ai, mas is eu não quero ser uma personagem, eu quero ser eu mesma".
Não dá. É impossível você ser você mesma na internet, porque você vai editar, você não é, você não tá no Big Brother e até no Big Brother tem edição. Não é um reality, não é o show de Truma em que a pessoa tá lá sendo gravada 24 horas por dia e não sabe que tá sendo gravada.
Você edita tanto, você edita que tem coisas que você não conta na internet, você não aparece pelada, quando você tá no banheiro, você não faz uma live, então você edita, você já é um personagem, você escolhe o que você quer falar. Só que aqui a ideia é você escolher isso de maneira intencional. Não é sobre você ser falsa, mas é sobre você encontrar quais são os fragmentos de você mesma que se tornarão públicos para criar, para fortalecer essa marca pessoal.
É como se fosse uma atriz criando o papel a partir de si mesma, a atriz representando a si mesma. É diferente de ser eh a si mesma. Eh, é sobre você escolher o que você vai mostrar, o tom, a profundidade do que se mostra, o significado, a significância do que você tá mostrando.
É sobre também proteger a sua vida pessoal e a sua saúde emocional. Você pode ter certeza que, e talvez isso te dê um alívio tanto quanto dá a mim, você não precisa se expor inteira. Você pode escolher a versão sua para tornar pública aquela que serve a missão da sua marca.
Eu sou uma mulher extremamente introspectiva. Quando eu falo isso, as pessoas elas se espantam porque eu sou geralmente engraçada, eu conto piada, né? Eu dou aula, eu sou muito boa de ao vivo, até de treinamento presencial mesmo, né?
Às vezes milhares de pessoas, eu tô no palco, é porque eu não sinto vergonha, eu sou introspectiva. Que que significa isso? Eu vivo mais dentro do meu mundo interior do que no mundo exterior.
Significa que eu tenho uma necessidade de preservar o meu mundo, de não tornar esse mundo pur. Eu tenho uma necessidade maior de silêncio, de ficar, sabe, no casulo, na cova, na minha caverna. Eu tenho muito essa necessidade.
Então, ainda assim eu consigo ser uma figura pública, mesmo não compartilhando 90% da minha vida. E sabe o que que é o mais doido? As pessoas que me seguem, que me seguem bem de perto, assistem todos os stories, passam tempo de tela comigo, elas têm a sensação de que me conhecem, de que somos velhas amigas, de que elas sabem tudo da minha vida.
Por quê? Porque aquele fragmento que eu escolho mostrar é um fragmento que eu mostro em repetição. E na internet existe uma máxima.
Se você não mostrou, não aconteceu. Significa que 90% da minha vida está protegida porque eu não mostro, logo não acontece. Eu não preciso dar conta disso para ninguém.
É a minha vida privada. Se você for uma pessoa introspectiva, se você tiver dentro da sua, do seu big five, das suas cinco grandes, dos seus cinco grandes traços da personalidade, se a sua introversão ela for alta, significa que você pode respirar aliviada, porque é possível você criar uma marca eh autoral, uma marca pessoal valiosa e milionária como a minha e ainda assim se preservar sem precisar tá postando tempo. tempo inteiro, tá online o tempo inteiro e tal.
Qual que é o exercício então que eu quero fazer aqui com você? [roncando] Eu quero que você defina três palavras que vão descrever essa personagem pública sua. É, para te inspirar, eu vou te dizer quais são as minhas três palavras.
As minhas três palavras são: nerd, técnica e criativa. Por quê? Eu sou uma mulher eh que tudo que conquistou veio através do conhecimento profundo, veio através das formações, dos livros e do estudo direcionado que eu fiz, através da experimentação empírica de todas as técnicas que eu já apliquei.
E isso me é muito caro. Então, quando eu falo que eu sou nerd na minha vida pessoal e quando eu decido trazer isso pro mundo, isso faz parte da minha construção de marca, faz parte da minha autoralidade e gera confiabilidade, confiança em quem compra de mim. Quando eu falo que eu sou uma pessoa técnica, eu quero ser uma mulher do desenvolvimento humano, que apesar de ser uma mulher intuitiva, ela é mais técnica do que intuitiva.
Isa Moreira como marca se baseia muito mais em técnicas comprovadas do que na própria experiência pessoal, do que na própria eh eh intuição. Por quê? Porque técnicas a gente consegue replicar em ambientes, crenças e e pessoas diferentes.
Já a intuição e a experiência pessoal nem sempre pode virar um método. Então, eu prefiro ser conhecida por uma técnica profunda. E, por último, criativa.
Eu quero que as pessoas anseiem e desejem a minha capacidade de criar. E eu quero ensinar essa capacidade de criar, de concatenar, de fazer a combinatividade entre vários conhecimentos e gerar algo novo no mundo. Isso é uma habilidade que eu desenvolvi e eu gosto de ensinar essa habilidade para mulheres de desenvolvimento humano também.
Então, essas três características, elas precisam estar presentes na minha produção de conteúdo, na minha argumentação, nos meus produtos. Ela elas precisam ser inerentes. Quando as pessoas lembram de mim, elas precisam lembrar: "Nossa, aquela mulher nerd, aquela mulher que traz argumentos bem basados, técnicos, aquela mulher que traz uma tirada, que é muito criativa, que tá sempre trazendo uma novidade.
Então isso, esses são atributos de marca, eh, da marca Isa Moreira. Eu quero que você pause essa aula um pouquinho e pense quais são os três atributos, as três palavras que vão representar a sua marca pessoal a partir de agora. E se você já fez o exercício, isso nos leva aqui pro item quatro.
Você é a narradora da sua própria história, né? Então, a gente sempre vai ter duas posições diante da vida. A gente vai ter a posição de personagem que reage ao que tá acontecendo no mundo e a gente vai ter a posição de roteirista e narradora, que é aquela que dá sentido ao que acontece.
Isso aqui é importante na sua produção de conteúdo, porque você vai sempre oscilar de um papel pro outro. Ora, você é o personagem que tá reagindo ao que tá acontecendo, as mudanças do mundo, as coisas que acontecem, a a ao seu sentir e ora você também é a roteirista, ora você também é a ponte para ajudar as pessoas a darem sentido ao que acontecem. Por isso que eu falo que para mulheres do desenvolvimento humano, construir uma marca pessoal forte passa muito longe de você postar uma frase motivacional no seu feed.
Isso funcionou já tem mais de 10 anos. Tá na hora da gente superar frase motivacional nos stories, fase frase motivacional no feed. Não, gente, pelo amor de Deus, é a hora de você ser roteirista, narrador.
É a hora de você dar sentido ao que acontece. É a hora de você ajudar as pessoas através da reação, a sua reação ao que acontece, você imprimir opinião sobre o que acontece no mundo com base no seu método, na sua técnica e no seu conhecimento. Outra coisa que você como narradora, você vai entender que narrar muda a realidade.
A mesma história que você conta, uma história que pode ser sobre a sua vida, ela pode ser fracasso ou ela pode ser um capítulo. Depende da forma como você conta. O fracasso, ele vai ser sempre um estado de consciência, né?
Não necessariamente um fato. Inclusive um fato pode ser interpretado de diversas maneiras. é você quem narra, que atribui o significado.
Entende que uma marca pessoal de desenvolvimento humano precisa se tornar muito habilidosa em narrar e escolher significados para tudo que sacou? Porque que não é sobre um prompt no cloud ou no chat GPT? precisa ter a tua visão de mundo, precisa ter o teu arcabolso, o teu repertório.
Outro dia eu tava lendo um livro do Dostoyevsk e aí eu fiz um story e apareceu um pedaço do livro, a menina perguntou, aí eu respondi, ela perguntou: "Nossa, mas esse livro eu eu já pensei em ler, mas eu acho que ele é difícil, gente. Tem que ler coisas difíceis, tem que tem que estudar coisas difíceis. Vou te contar uma coisa, ó.
Esse livro aqui, o Handbook of Personality, ele tem, se eu não me engano, deixa eu ver aqui para você, ó, 900 páginas. Ele tem um pouco mais de 900 páginas. Ele é todo em inglês.
E eu li esse livro de cabo a rabo quando eu decidi estudar mais sobre personalidade Big Five. Eh, a ciência hoje considera que a ciência da personalidade considera que a forma mais cientificamente comprovada de analisar a identidade de um ser humano é através dos cinco grandes traços da personalidade: introversão, extroversão, a amabilidade, a abertura, a conscienciosidade e o neuroticismo. E quando eu comecei a estudar sobre isso, eu percebi que eu precisava adentrar.
E esse foi um dos livros que eu li, difícil, chato, mas depois que eu li, depois que eu entendi e que eu consegui trazer o conhecimento teórico para o campo prático, eu já fiz milhões de reais com esse conhecimento. Nesse lugar de estudo aprofundado, de construção de marca baseado no verdadeiro repertório, na verdadeira autoralidade, não tem concorrência. A concorrência tá agora no chat GPT tentando fazer um um realzinho tosco.
A concorrência tá lá, o zoom zom zoom, o bucho, tá todo mundo brigando por audiência, tá lá nesse lugar aqui de profundidade técnica. O oceano é azul. Quase ninguém paga esse preço de estudar profundamente, entender, dominar um assunto e sobretudo transformar esse assunto em algo prático para outra pessoa.
Quando a gente fala isso aplicado à marca pessoal, o que eu quero dizer é basicamente você entender que a sua trajetória vira o seu próprio conteúdo. não só a sua trajetória de vida, a sua a sua história pessoal, mas sobretudo a sua trajetória profissional. as suas dores do passado viram a autoridade com sentido, as tuas experiências, a tua experiência com manejo eh eh do atendimento de outras pessoas vira insumo, vira material para que você consiga desenvolver essa autoralidade.
E aqui o exercício que eu quero te trazer é um exercício que não é para você fazer só agora, mas é para você pegar a prática mesmo, escrever três linhas diárias como roteirista. Você vai usar assim, ó. Hoje ela decidiu, você vai falar sempre na terceira pessoa.
Você vai falar de você, mas na terceira pessoa. Hoje ela decidiu, em vez de acontecer comigo, sabe? Hoje ela fez, ou então há 3 anos atrás ela passou.
Por esse distanciamento eh de criação de história, quando você sai do eu e você entra no ela, você consegue contar a história de um personagem e você consegue ver a história desse personagem de um ponto de vista menos em si mesmado. Então, faz esse exercício porque é como se você se tornasse uma escritora, é que torna essa ideia e essa narrativa muito mais real e muito mais clara, porque você sai de dentro de você mesmo. É como se você tivesse dando um zoom out.
Não esquece que durante a sua produção de conteúdo, a sua comunicação, você vai precisar desenvolver muito o poder da linguagem e das metáforas. Eh, escrever bem, inclusive, é fundamental. E nomear o problema certo é um super poder.
Então, você vai criar para alguém, né, a sua persona. Então, você vai precisar pensar qual é a confusão, o medo, o travamento que pedem soluções diferentes e que você pode ajudar a resolver. nomear esses problemas, vai resolver metade do problema e vai atrair a atenção das pessoas.
Quer ver um exemplo? Quando eu falo sobre maldição do conhecimento, quando eu falo da característica da multipotencialidade, mulheres que amam estudar coisas diversas, fazer coisas diversas e experimentar projetos diferentes, eu estou nomeando um problema. Logo, as pessoas param para prestar atenção por causa da identifica.
Você vai precisar afinar a tua linguagem. Isso daqui é uma dica de longo prazo, tá? O que vai te ajudar a escrever bem para além da escrita rasa, da inteligência artificial é ler ficção.
Ficção boa, tá? É texto bom mesmo. Eh, quando você lê ficção todos os dias, eu leio pelo menos todos os dias na hora de dormir.
Eh, eu sempre vou dormir com o meu Kindle. Você pode ir com um livro, eh, você vai, faz jeito que você preferir, mas eu sempre leio ali umas 20 páginas por aí de história, de ficção. Isso vai adicionar camadas, repertório, vocabulário, expressão.
Você vai escrever melhor e você vai conseguir, inclusive, fazer a sua inteligência artificial escrever melhor também palavras melhores igual a conteúdo que toca fundo na alma. Agora quer dizer que você não vai usar inteligência artificial? Não, pelo contrário, você sabe que saiu algum saíram alguns estudos muito legais sobre utilização de inteligência artificial e o meu preferido é um que pegou dois grupos de pessoas.
No grupo A tinham pessoas medianas e no grupo B tinham pessoas muito boas naquilo que elas faziam e deram inteligência artificial pros dois grupos. O grupo mediano, medíocre, utilizou a inteligência artificial e teve pouca evolução no sentido de produtividade, resultado, qualidade e tal, mas a galera boa, a galera técnica sagaz que pegou e a mano, voou e isso vai acontecer no mercado. você vai ver isso acontecer cada vez mais vai ter um distanciamento entre os medíocres.
A gente tá aumentando a faixa aqui dos medíocres, né? Qualquer pessoa hoje com inteligência artificial, mesmo que ela seja incompetente, ela vai ficar medíocre. Os medíocres sem inteligência artificial, com inteligência artificial agora eles vão ficar mediocres promax de repente, alguma coisa assim.
Mas a galera que tem muito repertório, experiência, capacidade, senso crítico, leitura, bagagem, arcabolso cultural, essa galera com o IA vai voar e é nesse lugar que tá o dinheiro. Então assim, algumas coisas para você pensar sobre inteligência artificial nesse momento. Primeira coisa é usando a inteligência artificial a seu a favor.
É você entender que dominar inteligência artificial é a mesma coisa que dominar linguagem. Quanto mais você compreende a linguagem, mais você domina i então sabe aquela coisa de saber fazer perguntas, perguntas estratégicas, perguntas boas, ter a criatividade para saber como a inteligência artificial pode te ajudar? Então é isso.
Outra coisa que você precisa saber é que prompte genérico vai ser igual a resposta genérica. Então assim, se você não der contexto, sei lá, o arquétipo que você quer utilizar naquela comunicação, a intenção estratégica do post, se você não tiver dado para ir a maneira como você fala, você pode ter certeza que a resposta dela vai ser genérica. Se a resposta da IA tá ruim, é porque o seu prompt, o seu pedido foi ruim também.
Seja boa na coisa do prompt e seja boa, principalmente em dar contexto paraa IA. A IA vai organizar, vai acelerar o processo, a produção, a automatização de muitas funções dentro do negócio, mas ela jamais vai substituir a história. Muito pelo contrário, a narrativa autêntica, ela vai ser cada vez mais o ponto de de destaque, porque vai ser o único lugar de diferencial.
Uma iá sem a alma. da expert por trás, ela vai virar só ruído, eh, como todo mundo tá fazendo. E essa IA, essa mesma IA, a mesma inteligência artificial, só que carregada com a sua verdade, com o seu arcabolso cultural, ela vira uma alavanca muito poderosa.
Então, é a maneira como você vai utilizar a inteligência artificial que vai editar o sucesso do processo. marca pessoal tem rotina e eu quero deixar aqui próximos passos para você. Rotina mesmo, tá?
Todos os dias. Então assim, qual que é o hábito que muda o jogo da construção de uma marca pessoal de longo prazo? Escrever.
Quanto melhor assim, a habilidade da escrita é a coisa mais importante. É muito louco falar isso em época de inteligência artificial, né? Mas a inteligência artificial escreve muito mal.
Por que que ela escreve mal? Porque ela escreve na média, ela escreve como as pessoas escrevem. As pessoas escrevem naturalmente muito mal.
É por isso que você precisa ser boa de escrita. E a partir dessa dessa escrita boa, você precisa ser capaz de alimentar e treinar a sua inteligência artificial. Você vai precisar adaptar o seu conteúdo por canal.
Então pensa que Instagram, WhatsApp, e-mail eh newsletter, TikTok, YouTube podem ter a mesma essência de marca pessoal, mas eles têm intenções, objetivos, métricas e formatos diferentes. Antes de produzir conteúdo, aprenda sobre isso. É melhor você começar pequenininho e constante do que se você tentar abranger todos os canais ao mesmo tempo, porque você não vai conseguir abraçar.
Então assim, uma narração por dia, um conteúdo por semana, isso já vai mover o seu negócio, principalmente se você fizer isso com qualidade. É importante que você pense nos seus atributos de marca. Pensa nesses seis atribut atributos de marca como coisas que você precisa est divulgando no seu conteúdo.
Quais são as suas cinco principais crenças? Quais são os seus cinco principais valores? Quais são os ícones da sua marca?
Os objetos que a sua audiência, se olhar o objeto, vai reconhecer você, vai lembrar de você? Qual o inimigo que você combate? Qual o seu tom de voz?
O meu tom de voz, por exemplo, é o tom de voz da carioca, nerd. Então eu falo muita linguagem adulta, falo muito palavrão, falo um carioqueis, dou uma arrastada no carioqueis, não tenho a menor pretensão de esconder a minha o meu sotaque, porque isso faz parte dessa construção de marca. Isso não só faz parte de mim, mas faz parte da mulher periférica suburbana que conseguiu crescer, comprar uma uma cobertura duplexe de frente pro mar, que hoje vive com pé na areia, no numa das praias mais bonitas do Rio de Janeiro e tal.
Isso faz parte dessa construção da personagem. E a estética também tem muita gente que implica com a minha estética, diz que eu deveria ser mais intencional, que eu deveria eh eh cuidar melhor do cabelo ou que eu deveria colocar roupas mais sofisticadas e tal. E eu sou muito intencional com a minha imagem, muito intencional, no sentido de o que eu quero passar com a minha imagem, que é possível ser uma mulher podre de rica usando apenas o cérebro, que eu não preciso entrar em nenhuma histeria coletiva do tipo, ah, eu tenho que estar com o meu cabelo clean, eu preciso est utilizando uma corrente dourada, eu preciso fazer e eh consultoria de imagem, usar só a minha paleta de cores.
Eu preciso usar bolsa de R$ 30. 000. Eu preciso isso, aquilo, unhas sempre feitas.
Eu preciso estar sempre maquiada, arquétipo do governante. Não, eu faço milhões sem nada disso. E esse é o meu diferencial.
Então, quando vem alguém fala: "Nossa, o seu óculos é desproporcional ao seu rosto: "Nossa, você deveria cuidar sua raiz por fazer, você deveria tirar esses pelinhos do seu buo. Tudo isso é intencional. Tudo isso faz parte de uma construção de marca para esfregar na cara das pessoas que a inteligência, o trabalho e o cérebro vencem a mimética, vencem a a a senso estético coletivo.
Então você precisa pensar qual é a estética que você vai utilizar de maneira intencional. E por último, eu quero trazer um resumão de tudo que a gente conversou até aqui, que essa aula já ficou bem longa. Primeira coisa, para de tentar se preocupar em ser autêntica.
Busque muito mais, de maneira muito mais vorais e acentuada, construir uma obra autoral. É isso que vai fazer você se destacar. Entenda que fracasso não é o fato, mas é a interpretação que você dá ao fato.
Nós empreendedoras vivemos de picos e vales. Lembra que a narradora desse processo é você? Veja o que você tá narrando, quais são as histórias que você tá contando para você mesma.
Seja o seu case de sucesso número um. Outro dia eu tava fazendo stories no Insta de alunas e eu tava falando, duas alunas me mandaram direct me perguntando sobre posicionamento. A Isa, você poderia ensinar sobre posicionamento?
E aí eu fiz uma sequência de stories falando o seguinte: "Olha, o posicionamento do marketing que acontece em dois vieses, o primeiro dele é o primeiro deles é como você se posiciona de maneira intencional usando esses atributos das crenças, valores, inimigo, ícones, né? E o segundo é qual é a posição de relevância que você ocupa na cabeça da sua consumidora. Só que para ambos acontecerem, é necessário que você primeiro, antes de você ligar a câmera, você seja a pessoa que se posiciona na sua vida.
Você se posiciona na sua vida, você compra os seus bos, você começa e termina o que você começa, você faz o que precisa ser feito. Você é a sua case de sucesso número um. aquilo que você vende, você já conquistou paraa sua vida.
Porque se você é essa pessoa, as pessoas vão farejar você, elas vão farejar verdade em você e isso vai te ajudar a vender. Entenda, lembre-se que atenção é a nova moeda. Produção de conteúdo é trabalho, gente.
Não dá para uma mulher ainda em 2026 ficar na dúvida se ela arruma a casa ou se ela produz conteúdo. não tem a menor condição, porque arrumar a casa vai te deixar pobre e produzir conteúdo pode te enriquecer. Então, é é uma disputa que não faz sentido e você como mulher do desenvolvimento humano, você não pode perder para essa disputa porque você sabe o que tá envolvido.
E por último, seja profunda, mas não seja chata e prolixa. Seja sobretudo relevante. Essa aula aqui, ela ficou longa, mas você ficou comigo até o final.
sinal que eu fui relevante e eu te agradeço a sua companhia até aqui. Não esquece do nosso treinamento. Agora, ó, para você fixar tudo isso que eu te ensinei aqui, sabe o que que você faz agora?
Vai lá no meu Instagram, no @euisabelemoreira, lá no perfil aberto, me manda um direct, me diz como é que essa aula bateu para você e o que que você vai fazer a partir dela, tá bom? Um beijo. Obrigada.