Sabe aquele monte de exame que o médico te deu no checkup e você fez todos eles sem questionar, sem perguntar sobre nenhum? Aquele resultado veio com uma pequena alteração que fez você repetir exame, depois fazer outro e até passar por uma biópsia. E no final não era nada, não tinha nada.
Mesmo assim colocaram na nossa cabeça que quanto mais exame a gente faz, mais segura a gente tá, que exame de mais é melhor do que exame de menos. Mas deixa eu te fazer uma pergunta muito séria. Será que todos esses exames realmente protegem sua saúde ou alguns deles só acabam criando sustos, tratamentos desnecessários e gastos que você nunca precisaria ter?
Eu preciso te contar uma coisa que a maioria dos médicos não te fala no consultório. Todo ano, milhares de pessoas acima dos 60 anos fazem exames que não precisavam fazer. Não porque os médicos são mal intencionados, mas porque quase ninguém explica que exame desnecessário também pode colocar a sua saúde em risco.
Exatamente que você entendeu, tem exame que abre uma porta que deveria ficar fechada. E nesse vídeo eu vou te mostrar quais são os exames que eu como médica, nunca faria depois dos 60 anos. Dona Maria tinha 67 anos, se sentia super bem, dormia bem, não tinha nenhum problema.
Aí ela foi no médico, foi fazer um checkup, saiu de lá com oito pedidos de exame. Três meses depois, ela tinha feito todos. Um deles trouxe um achado específico.
Esse achado levou a outro exame que levou a uma biópsia, que no final concluiu que não era nada. Só que dona Maria passou 4ro meses com medo de ter câncer, sem necessidade nenhuma. E o que aconteceu com ela tem nome.
E eu vou explicar tudo isso ao longo desse vídeo. Eu vou começar pelo exame mais comum que aparece praticamente em todos os checkups anuais depois dos 60. O raio X de tórax.
Ele parece inofensivo, que não faz mal nenhum, que é necessário. Afinal, quem é que não quer saber como é que tá a saúde do pulmão? O problema é que em pessoas que não tm nenhum sintoma pulmonar, o raio X de tórax de rotina nunca detecta nada importante precocemente.
Ele quase nunca muda uma conduta médica, quase nunca salva vidas. O que que ele faz com frequência? realmente encontrar coisas, sombrinhas, nodos, alterações que na maioria das vezes são totalmente benignas, não causam nenhum problema e nunca causariam algum mal pra pessoa.
O problema é que quando tem esses resultados, a gente precisa investigar. E aí começa aquele ciclo, um exame leva ao outro, a ansiedade vai aumentando, o medo aparece e no final de tudo, depois de meses de investigação, o resultado é não tem nada. O raio X de tórax tem uma indicação clara.
a pessoa que tem uma tosse que não passa, a falta de ar, uma doença pulmonar, uma doença já no pulmão que é conhecida, uma avaliação antes da cirurgia e fora dessas situações, esse exame não precisa ser indicado. Só que ninguém conta isso para um idoso, por a cultura é realmente no exame preventivo pedir tudo. Ficou tão forte a gente não questionar, a gente não perguntar o porquê, que só marca um xinho ali pra gente fazer o exame.
E é exatamente esse tipo de cultura que eu preciso desconstruir com você hoje, porque ela tá colocando a sua vida em risco sem você perceber. Quando a pessoa tem indicação, quando a gente quer investigar alguma doença específica, esse raio X é muito bom, porque ele oferece informações do pulmão para o médico. Porém, se a pessoa fica repetindo todo ano, ela é exposta a uma radiação que pode comprometer a saúde.
Eu não quero te botar medo falando que é um exame super perigoso, que você não deve fazer de forma nenhuma. O que eu tô falando aqui é fazer esse exame de forma desnecessária todos os anos. Se você não tem uma indicação, não tem nenhum sintoma.
Agora, deixa eu te falar sobre o segundo exame que é muito pedido nas pessoas depois dos 60 anos sem necessidade. São os exames metabólicos, é a glicemia, o açúcar no sangue ou então a insulina. Pensa comigo, se você não tem diabetes, não tem pré-diabetes, se você não tem nenhum fator de risco relevante para ter essa doença, para que que você vai repetir esse exame todo ano?
O resultado não vai alterar em nada na receita do médico, só vai aumentar o custo, gerar mais consulta e, dependendo do resultado, vai causar mais ansiedade para você. O ideal mesmo é você fazer os intervalos adequados de rastreamento para o açúcar no sangue, para insulina. Não é marcar só porque faz parte dos exames de laboratório, não.
Tem que ser um pedido indicado com individualidade, ou seja, se você precisar. E aqui vai uma pergunta que eu quero que você leve pro resto da sua vida. Toda vez que você for ao médico, você sabe porque tá fazendo cada exame que faz?
Você já perguntou pro seu médico que que muda na sua saúde dependendo do resultado desse exame? Se a resposta for não, você precisa começar a perguntar, porque exame sem indicação não é prevenção, é excesso. E excesso tem consequência.
Algumas pessoas têm vergonha de perguntar para o médico por que ele tá passando determinado exame, por que que ele tá passando algum remédio, sendo que você não sente nada. A pessoa fica com medo do médico achar que tá desafiando, que tá duvidando da inteligência. Mas calma, não é assim não.
O nosso objetivo realmente é fazer com que o paciente compreenda o que que tá acontecendo na consulta, qual é o objetivo de cada exame, qual é o objetivo de cada medicação. E o médico que te dá mal resposta, que te trata com ignorância, quando você pergunta esse tipo de coisa, não deveria est te atendendo, porque o nosso objetivo é realmente dar pro paciente o conhecimento sobre a saúde dele. Vou até contar para vocês uma história que eu nunca contei na internet, é sobre uma consulta ginecológica.
E falando nisso, daqui a pouco eu vou falar sobre alguns exames que as mulheres não precisam fazer mais. Eu fui uma consulta na ginecologista para fazer o meu exame preventivo. Lá eu ia fazer a coleta, ia encaminhar para o laboratório.
E ela pediu vários exames para mim. Não me perguntou se eu já tinha feito aqueles exames, se eles estavam atualizados, se eu tinha algum problema, algum sintoma que ela pudesse pedir esses exames, que justificasse isso. Eu perguntei para ela qual o motivo, né?
Eu não disse que eu era médica, eu não falei nenhum tipo de informação sobre a minha profissão. Eu perguntei para ela e, infelizmente, eu não obtive uma resposta boa. Essa médica me justificou o pedido com a seguinte resposta: "Eu sou médica ginecologista e é por isso que eu tô pedindo esses exames para você".
No momento, eu fiquei pensando assim: "Por que que ela só me respondeu que ela era uma profissional que podia pedir um exame para mim? " Eu não queria saber sobre isso. Eu queria saber por se eu tinha algo que realmente justificasse o pedido daqueles exames.
Ela não me disse qual era a importância de fazer os exames naquele momento, se eram urgentes ou não, se aquilo dali podia fazer bem ou mal paraa minha saúde. Inclusive não perguntou se eu tinha condições de fazer aquele exame. Ela somente solicitou.
Esse foi um aprendizado que eu levei pra minha vida. Eu nunca pedi um exame pro meu paciente que ele não necessitasse. Não era porque tava lá na lista que eu tinha que pedir, que eu ia pedir.
Eu só peço o exame se o paciente precisar de fato, se é importante para ele. Esse terceiro exame vai surpreender muita gente, porque ele vai contra o que várias pessoas aprenderam sobre prevenção. Eu tô falando sobre o Papa Nicolau depois dos 65 anos.
Mas calma que eu vou te explicar o porquê. Quando a mulher tem um histórico de rastreamento adequado, ou seja, três exames normais consecutivos, ou então dois testes de HPV negativos nos últimos 10 anos, o risco de câncer de coloquío, porque o Papa Nicolau pode trazer alguns resultados. falsos positivos.
Esses são alguns resultados alterados que não representam nenhum tipo de doença ou algum problema no seu útero. Esses resultados aí, infelizmente, vão levar alguns exames mais invasivos, como a coposcopia, como a biópsia, alguns procedimentos que causam bastante desconforto na mulher e inclusive ansiedade e às vezes complicações sem necessidade nenhuma. Os protocolos, as diretrizes de hoje em dia são bem claras.
Mulheres, com esse rastreamento, com o preventivo em dia, como eu falei para vocês lá atrás, elas não precisam fazer o Papa Nicolau após os 65 anos. Isso aí não é muito falado nos consultórios, porque para algumas pessoas parar de fazer um exame parece descuido, parece uma coisa muito errada. Só que, como eu falei para vocês, esse hábito por medo, por falta de informação, pode fazer mais mal do que bem.
Só que aqui tem um ponto super importante. Isso não vale para todas as mulheres. Se você nunca fez um rastreamento, um preventivo ou também chamado como Papa Nicolau, você vai ter que fazer esse exame mesmo depois dos 65 anos de idade e de acordo com a indicação do seu médico.
Se você tem algum histórico de câncer de coloco, o seu médico pode indicar esse rastreamento por mais tempo, mas isso é uma questão individual, por isso que você deve buscar ajuda, sim, deve se informar, sim. Tem mais um exame que precisa de muita atenção. Eu tô falando da densitometria óssea antes da idade recomendada.
Esse exame serve para saber se o seu osso tá saudável, se tem algum risco de osteopenia, de osteoporose, de fraturas os seus ossos possam quebrar. Muita mulher de 30, 35 anos chega no meu consultório pedindo para fazer o exame de densitometria óssea porque ouviu falar em osteoporose ou porque tem medo de quebrar o osso. Eu até entendo o medo dessas mulheres, a vontade de fazer a prevenção, porque a fratura de quadril ela é muito comum, principalmente após os 70 anos.
E a mulher já quer começar a fazer esse exame desde cedo para saber se ela pode ter esse risco aumentado. Só que fazer esse exame antes da hora não vai mudar a conduta. Provavelmente se você é uma pessoa saudável, você não vai ter problema nenhum, só vai gastar o dinheiro, não vai mudar a conduta do médico, então vai ser desnecessário.
Esse exame é indicado a partir dos 65 anos em mulheres e a partir dos 70 em homens. Mais claro, se você tem algum fator de risco, como uso prolongado de corticodides, algum histórico de fraturas ou até mesmo traumas, doenças que afetam a absorção de cálcio, você pode sim fazer antes. É muito comum fazer a solicitação desse exame em mulheres mais jovens a partir dos 50, 52 anos de idade, por existe algo chamado menopausa, que o homem não tem, só a mulher que vai ter.
Nessa fase, o estrogênio, que é um hormônio feminino, vai diminuir bastante e junto com ele diminui a absorção de cálcio e perde também o que é a massa óssea. Isso aumenta o risco da mulher ter fratura, ter problemas nesse osso. Isso, claro, vai depender de cada mulher, do histórico de vida, da indicação do médico.
É um exame que deve ser indicado quando necessário. Mulher, para tudo que você tá fazendo aí agora e presta atenção aqui em mim. Todos os dias eu recebo várias mensagens de mulheres implorando: "Doutora, você faz consulta online?
" "Doutora, eu preciso da sua ajuda. Doutora, pelo amor de Deus, me atende. " Deixa falar, eu também sou ser humano como você.
Me comovi e decidi te ajudar. Pela primeira vez, eu tô abrindo poucas vagas para consultas online. Agora você pode ser atendida por mim, independente de onde você estiver, seja no Brasil ou em qualquer lugar do mundo.
Mas eu preciso ser totalmente sincera com você. Minha agenda presencial já tá completamente lotada nos próximos meses. E essas vagas online são uma oportunidade exclusiva para você que eu tô liberando agora.
Eu acredito que toda mulher merece ser cuidada por uma médica que realmente resolve seu problema e transforma sua saúde de verdade. Agora pensa comigo, se meu conteúdo gratuito que eu entrego aqui já mudou sua vida, imagina você finalmente sendo cuidada por mim. Então, clica agora no primeiro comentário fixado e garanta a sua vaga antes que acabe.
O quarto exame é o que mais assusta minhas pacientes quando eu explico sobre a necessidade, porque é um exame que parece bem avançado, mais completo, mais moderno. E eu tô falando da tomografia ou da ressonância de corpo inteiro em pessoas saudáveis. Parece super ótimo, que vê tudo de uma vez, garante que não tem nada de errado em lugar nenhum.
O problema é que quando você coloca uma pessoa saudável dentro de uma tomografia ou de ressonância de um corpo inteiro, você quase sempre encontra alguma coisa. Isso aí não acontece porque a pessoa tem problema de saúde, alguma doença, mas sim porque o corpo humano tem variações. Nem todo mundo é igual.
Essas pequenas alterações podem ser benignas e não traz nenhum mal paraa pessoa. Só que quando a gente encontra qualquer coisa que saia da linha que a gente estudou lá no livro, a gente precisa investigar. Isso tem um nome técnico.
É um achado incidental. Essa é uma alteração que não causa nenhum tipo de sintoma na pessoa, que você nunca ia saber que existia se não fosse o exame pedido errado. Esse tipo de achado pode levar você fazer biópsias, alguns tratamentos invasivos, cirurgias que você não precisaria fazer de jeito nenhum.
E tudo isso tem um risco que não é necessário que você passe. E tem mais, viu? A tomografia ela emite radiações também como o raio X.
E numa pessoa que é saudável, que não tem sintoma, que não tem nenhuma suspeita clínica, esse risco não justifica. E tem um detalhe que eu quero que você guarde. Quando a gente encontra um achado incidental no exame, entra naquele dilema que é muito difícil de responder.
Agora você já sabe, aparece a ansiedade, você fica com medo, você não consegue mais ignorar. Aí você fica investigando, investigando, investigando, gastando dinheiro, tem o problema emocional e às vezes o problema físico. A dona Maria que eu falei para vocês sabe exatamente o que é passar por isso.
Ela não tinha nada, nenhum sintoma, foi no médico para fazer o checkup dela, entrou no exame saudável e saiu com aquele achado que virou meses de angústia. É por isso que a decisão de fazer ou não um exame nunca pode ser automática. Ela precisa considerar o que acontece nos dois cenários.
Se esse exame vier normal e se ele vier alterado. Esses exames têm indicação? Sim, quando eles têm sintoma, quando existe algo suspeito, quando o médico tem uma pergunta específica que precisa de resposta.
Fora isso, eles só criam problemas onde não existia nenhum. O quinto exame é o teste do esforço cardíaco em pessoas sem sintoma nenhum. Esse aqui é bem delicado, porque o coração é o que mais assusta as pessoas.
Qualquer sintoma que você tem no coração, seja uma palpitação, ele bateu ali errado ou então doeu do lado esquerdo, já parece urgente. Você precisa fazer o exame na hora. Só que o teste de esforço físico em pessoas sem sintoma tem uma taxa altíssima de falso positivo, ou seja, você não tem problema nenhum e lá parece que tá alterado.
E se esse exame tiver qualquer alteração, vem outros depois. Vem cintilografia, vem o cateterismo, que tem um risco importante e além disso seu dinheiro tá indo embora. O teste de esforço físico, ele tem uma indicação clara, dor no peito, falta de ar, quando você faz algum esforço, alguma palpitação, algum desmaio ou então alto risco cardiovascular.
Sem esses sinais, ele cria uma cascata, vários exames, depois uma investigação atrás da outra que você não precisava receber. Quando você tem esses tipos de sintomas, que é uma vez ou outra, ou até mesmo não tem sintoma nenhum, você pode fazer um exame mais simples, que é o eletrocardiograma. E aqui vem uma parte super delicada.
Quem é que vai perguntar pro médico por que vai fazer um exame do coração? Parece até irresponsável a gente fazer esse tipo de pergunta. Parece que a gente tá colocando a nossa vida em risco.
Só que, na verdade, fazer o exame sem uma indicação clara, sem você tá sentindo nenhum sintoma, é sim irresponsável. E não perguntar, porque vai te levar alguns procedimentos que têm real risco. E antes de falar dos dois últimos exames que eu não indico, eu preciso te fazer uma pergunta.
Você já saiu da consulta médica com aquele exame, aquele pedido que você não entendeu por que o médico tinha solicitado? Comenta aqui embaixo qual foi o exame que eu quero saber. E sabe qual o problema?
É que a maioria das pessoas só sai com papelzinho, não pergunta nada e faz o exame. Às vezes nem pode por questão financeira, às vezes nem quer porque não tá sentindo nada. Isso aí é culpa da cultura que criaram durante anos de que você tinha que sair do consultório médico com vários pedidos de exame, porque isso era sinônimo de prevenção.
A medicina avançou bastante e hoje em dia a gente sabe que não é assim, que não é pedindo vários exames que você vai proteger a sua saúde. Existe um ponto, o momento certo de você fazer a investigação na pessoa, qual o exame que deve passar e em qual momento que deve passar. Deixa eu te falar de dois exames que causam muita confusão nas pessoas depois dos 60, 70 anos de idade.
O primeiro deles é a mamografia depois dos 75 anos. Os estudos, as evidências indicam que esse tipo de exame nessa faixa etária não traz benefício e pode ser que se encontre alguns tumores que não ia fazer nenhum tipo de problema nessa mulher. O tratamento de tumores tem risco, pode trazer mais riscos inclusive do que a doença em si nessas mulheres.
Eu não tô falando para você que toda mulher que tem mais de 75 anos deve parar de fazer a mamografia. Significa que a decisão deve ser tomada com o médico e, é claro, ele vai levar em consideração toda a expectativa de vida, o estado geral da saúde da mulher e o que que realmente ela quer fazer, se ele vai ou não indicar o exame. O segundo exame é o rastreamento do PSA em maiores de 70 anos para saber se esse homem tem câncer de próstata ou não.
Esse PSA pode elevar por vários motivos que são benignos, que não fazem mal para esse homem, que não precisa de um tratamento para câncer. Sem contar que o câncer de próstata nessa idade ele cresce tão lentamente que o tratamento ele pode fazer mais mal do que a própria doença. Em ambos casos, a palavra chave é a conversa.
Não é você parar por conta própria porque completou a idade, é você escutar do seu médico que não precisa mais fazer esse exame. Lembra da dona Maria? Ela passou quatro meses com medo de ter câncer por causa de um achado no exame que não precisava nem ter sido feito.
4 meses de ansiedade, de noite mal dormida, de medo do resultado de cada novo exame, que no final não era nada. Mas imagina se alguém tivesse explicado para ela antes que aquele raio X de rotina geralmente não muda nada na vida. ou então que nem todo achado é uma doença, ou que esse exame é desnecessário e não é prevenção quando a pessoa não tem sintomas.
Esse é o ponto central de tudo que eu trouxe hoje aqui. Nem todo exame melhora a saúde. O importante não é fazer muito exame, é fazer o exame certo, na idade certa, com a indicação clínica de um médico de forma adequada.
E para isso você precisa de uma coisa simples, fazer perguntas. Na próxima consulta, quando o médico te passar um exame e não te explicar o porquê, você vai perguntar para ele: "Doutor ou doutora, por que esse exame agora? " Você vai perguntar o que que muda na sua vida, se você fizer ou não fizer esse exame?
Quais são os riscos para você, pra sua saúde? E não tenha vergonha, não. Pode perguntar.
Se o médico for bom, ele vai explicar para você. Assiste esse próximo vídeo que vai te ajudar bastante. Sabe aquele monte de exame que o médico te deu no checkup e você fez todos eles sem questionar, sem perguntar sobre nenhum?
Aquele resultado veio com uma pequena alteração que fez você repetir exame, depois fazer outro e até passar por uma biópsia. E no final não era nada, não tinha nada. Mesmo assim colocaram na nossa cabeça que quanto mais exame a gente faz, mais segura a gente tá, que exame de mais é melhor do que exame de menos.
Mas deixa eu te fazer uma pergunta muito séria. Será que todos esses exames realmente protegem sua saúde ou alguns deles só acabam criando sustos, tratamentos desnecessários e gastos que você nunca precisaria ter? Eu preciso te contar uma coisa que a maioria dos médicos não te fala no consultório.
Todo ano, milhares de pessoas acima dos 60 anos fazem exames que não precisavam fazer. Não porque os médicos são mal intencionados, mas porque quase ninguém explica que exame desnecessário também pode colocar a sua saúde em risco. Exatamente que você entendeu, tem exame que abre uma porta que deveria ficar fechada.
E nesse vídeo eu vou te mostrar quais são os exames que eu como médica, nunca faria depois dos 60 anos. Dona Maria tinha 67 anos, se sentia super bem, dormia bem, não tinha nenhum problema. Aí ela foi no médico, foi fazer um checkup, saiu de lá com oito pedidos de exame.
Três meses depois, ela tinha feito todos. Um deles trouxe um achado específico. Esse achado levou a outro exame que levou a uma biópsia, que no final concluiu que não era nada.
Só que dona Maria passou 4ro meses com medo de ter câncer, sem necessidade nenhuma. E o que aconteceu com ela tem nome. E eu vou explicar tudo isso ao longo desse vídeo.
Eu vou começar pelo exame mais comum que aparece praticamente em todos os checkups anuais depois dos 60. O raio X de tórax. Ele parece inofensivo, que não faz mal nenhum, que é necessário.
Afinal, quem é que não quer saber como é que tá a saúde do pulmão? O problema é que em pessoas que não tm nenhum sintoma pulmonar, o raio X de tórax de rotina nunca detecta nada importante precocemente. Ele quase nunca muda uma conduta médica, quase nunca salva vidas.
O que que ele faz com frequência? realmente encontrar coisas, sombrinhas, nodos, alterações que na maioria das vezes são totalmente benignas, não causam nenhum problema e nunca causariam algum mal pra pessoa. O problema é que quando tem esses resultados, a gente precisa investigar.
E aí começa aquele ciclo, um exame leva ao outro, a ansiedade vai aumentando, o medo aparece e no final de tudo, depois de meses de investigação, o resultado é não tem nada. O raio X de tórax tem uma indicação clara. a pessoa que tem uma tosse que não passa, a falta de ar, uma doença pulmonar, uma doença já no pulmão que é conhecida, uma avaliação antes da cirurgia e fora dessas situações, esse exame não precisa ser indicado.
Só que ninguém conta isso para um idoso, por a cultura é realmente no exame preventivo pedir tudo. Ficou tão forte a gente não questionar, a gente não perguntar o porquê, que só marca um xinho ali pra gente fazer o exame. E é exatamente esse tipo de cultura que eu preciso desconstruir com você hoje, porque ela tá colocando a sua vida em risco sem você perceber.
Quando a pessoa tem indicação, quando a gente quer investigar alguma doença específica, esse raio X é muito bom, porque ele oferece informações do pulmão para o médico. Porém, se a pessoa fica repetindo todo ano, ela é exposta a uma radiação que pode comprometer a saúde. Eu não quero te botar medo falando que é um exame super perigoso, que você não deve fazer de forma nenhuma.
O que eu tô falando aqui é fazer esse exame de forma desnecessária todos os anos. Se você não tem uma indicação, não tem nenhum sintoma. Agora, deixa eu te falar sobre o segundo exame que é muito pedido nas pessoas depois dos 60 anos sem necessidade.
São os exames metabólicos, é a glicemia, o açúcar no sangue ou então a insulina. Pensa comigo, se você não tem diabetes, não tem pré-diabetes, se você não tem nenhum fator de risco relevante para ter essa doença, para que que você vai repetir esse exame todo ano? O resultado não vai alterar em nada na receita do médico, só vai aumentar o custo, gerar mais consulta e, dependendo do resultado, vai causar mais ansiedade para você.
O ideal mesmo é você fazer os intervalos adequados de rastreamento para o açúcar no sangue, para insulina. Não é marcar só porque faz parte dos exames de laboratório, não. Tem que ser um pedido indicado com individualidade, ou seja, se você precisar.
E aqui vai uma pergunta que eu quero que você leve pro resto da sua vida. Toda vez que você for ao médico, você sabe porque tá fazendo cada exame que faz? Você já perguntou pro seu médico que que muda na sua saúde dependendo do resultado desse exame?
Se a resposta for não, você precisa começar a perguntar, porque exame sem indicação não é prevenção, é excesso. E excesso tem consequência. Algumas pessoas têm vergonha de perguntar para o médico por que ele tá passando determinado exame, por que que ele tá passando algum remédio, sendo que você não sente nada.
A pessoa fica com medo do médico achar que tá desafiando, que tá duvidando da inteligência. Mas calma, não é assim não. O nosso objetivo realmente é fazer com que o paciente compreenda o que que tá acontecendo na consulta, qual é o objetivo de cada exame, qual é o objetivo de cada medicação.
E o médico que te dá mal resposta, que te trata com ignorância, quando você pergunta esse tipo de coisa, não deveria est te atendendo, porque o nosso objetivo é realmente dar pro paciente o conhecimento sobre a saúde dele. Vou até contar para vocês uma história que eu nunca contei na internet, é sobre uma consulta ginecológica. E falando nisso, daqui a pouco eu vou falar sobre alguns exames que as mulheres não precisam fazer mais.
Eu fui uma consulta na ginecologista para fazer o meu exame preventivo. Lá eu ia fazer a coleta, ia encaminhar para o laboratório. E ela pediu vários exames para mim.
Não me perguntou se eu já tinha feito aqueles exames, se eles estavam atualizados, se eu tinha algum problema, algum sintoma que ela pudesse pedir esses exames, que justificasse isso. Eu perguntei para ela qual o motivo, né? Eu não disse que eu era médica, eu não falei nenhum tipo de informação sobre a minha profissão.
Eu perguntei para ela e, infelizmente, eu não obtive uma resposta boa. Essa médica me justificou o pedido com a seguinte resposta: "Eu sou médica ginecologista e é por isso que eu tô pedindo esses exames para você". No momento, eu fiquei pensando assim: "Por que que ela só me respondeu que ela era uma profissional que podia pedir um exame para mim?
" Eu não queria saber sobre isso. Eu queria saber por se eu tinha algo que realmente justificasse o pedido daqueles exames. Ela não me disse qual era a importância de fazer os exames naquele momento, se eram urgentes ou não, se aquilo dali podia fazer bem ou mal paraa minha saúde.
Inclusive não perguntou se eu tinha condições de fazer aquele exame. Ela somente solicitou. Esse foi um aprendizado que eu levei pra minha vida.
Eu nunca pedi um exame pro meu paciente que ele não necessitasse. Não era porque tava lá na lista que eu tinha que pedir, que eu ia pedir. Eu só peço o exame se o paciente precisar de fato, se é importante para ele.
Esse terceiro exame vai surpreender muita gente, porque ele vai contra o que várias pessoas aprenderam sobre prevenção. Eu tô falando sobre o Papa Nicolau depois dos 65 anos. Mas calma que eu vou te explicar o porquê.
Quando a mulher tem um histórico de rastreamento adequado, ou seja, três exames normais consecutivos, ou então dois testes de HPV negativos nos últimos 10 anos, o risco de câncer de coloquío, porque o Papa Nicolau pode trazer alguns resultados. falsos positivos. Esses são alguns resultados alterados que não representam nenhum tipo de doença ou algum problema no seu útero.
Esses resultados aí, infelizmente, vão levar alguns exames mais invasivos, como a coposcopia, como a biópsia, alguns procedimentos que causam bastante desconforto na mulher e inclusive ansiedade e às vezes complicações sem necessidade nenhuma. Os protocolos, as diretrizes de hoje em dia são bem claras. Mulheres, com esse rastreamento, com o preventivo em dia, como eu falei para vocês lá atrás, elas não precisam fazer o Papa Nicolau após os 65 anos.
Isso aí não é muito falado nos consultórios, porque para algumas pessoas parar de fazer um exame parece descuido, parece uma coisa muito errada. Só que, como eu falei para vocês, esse hábito por medo, por falta de informação, pode fazer mais mal do que bem. Só que aqui tem um ponto super importante.
Isso não vale para todas as mulheres. Se você nunca fez um rastreamento, um preventivo ou também chamado como Papa Nicolau, você vai ter que fazer esse exame mesmo depois dos 65 anos de idade e de acordo com a indicação do seu médico. Se você tem algum histórico de câncer de coloco, o seu médico pode indicar esse rastreamento por mais tempo, mas isso é uma questão individual, por isso que você deve buscar ajuda, sim, deve se informar, sim.
Tem mais um exame que precisa de muita atenção. Eu tô falando da densitometria óssea antes da idade recomendada. Esse exame serve para saber se o seu osso tá saudável, se tem algum risco de osteopenia, de osteoporose, de fraturas os seus ossos possam quebrar.
Muita mulher de 30, 35 anos chega no meu consultório pedindo para fazer o exame de densitometria óssea porque ouviu falar em osteoporose ou porque tem medo de quebrar o osso. Eu até entendo o medo dessas mulheres, a vontade de fazer a prevenção, porque a fratura de quadril ela é muito comum, principalmente após os 70 anos. E a mulher já quer começar a fazer esse exame desde cedo para saber se ela pode ter esse risco aumentado.
Só que fazer esse exame antes da hora não vai mudar a conduta. Provavelmente se você é uma pessoa saudável, você não vai ter problema nenhum, só vai gastar o dinheiro, não vai mudar a conduta do médico, então vai ser desnecessário. Esse exame é indicado a partir dos 65 anos em mulheres e a partir dos 70 em homens.
Mais claro, se você tem algum fator de risco, como uso prolongado de corticodides, algum histórico de fraturas ou até mesmo traumas, doenças que afetam a absorção de cálcio, você pode sim fazer antes. É muito comum fazer a solicitação desse exame em mulheres mais jovens a partir dos 50, 52 anos de idade, por existe algo chamado menopausa, que o homem não tem, só a mulher que vai ter. Nessa fase, o estrogênio, que é um hormônio feminino, vai diminuir bastante e junto com ele diminui a absorção de cálcio e perde também o que é a massa óssea.
Isso aumenta o risco da mulher ter fratura, ter problemas nesse osso. Isso, claro, vai depender de cada mulher, do histórico de vida, da indicação do médico. É um exame que deve ser indicado quando necessário.
Mulher, para tudo que você tá fazendo aí agora e presta atenção aqui em mim. Todos os dias eu recebo várias mensagens de mulheres implorando: "Doutora, você faz consulta online? " "Doutora, eu preciso da sua ajuda.
Doutora, pelo amor de Deus, me atende. " Deixa falar, eu também sou ser humano como você. Me comovi e decidi te ajudar.
Pela primeira vez, eu tô abrindo poucas vagas para consultas online. Agora você pode ser atendida por mim, independente de onde você estiver, seja no Brasil ou em qualquer lugar do mundo. Mas eu preciso ser totalmente sincera com você.
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E eu tô falando da tomografia ou da ressonância de corpo inteiro em pessoas saudáveis. Parece super ótimo, que vê tudo de uma vez, garante que não tem nada de errado em lugar nenhum. O problema é que quando você coloca uma pessoa saudável dentro de uma tomografia ou de ressonância de um corpo inteiro, você quase sempre encontra alguma coisa.
Isso aí não acontece porque a pessoa tem problema de saúde, alguma doença, mas sim porque o corpo humano tem variações. Nem todo mundo é igual. Essas pequenas alterações podem ser benignas e não traz nenhum mal paraa pessoa.
Só que quando a gente encontra qualquer coisa que saia da linha que a gente estudou lá no livro, a gente precisa investigar. Isso tem um nome técnico. É um achado incidental.
Essa é uma alteração que não causa nenhum tipo de sintoma na pessoa, que você nunca ia saber que existia se não fosse o exame pedido errado. Esse tipo de achado pode levar você fazer biópsias, alguns tratamentos invasivos, cirurgias que você não precisaria fazer de jeito nenhum. E tudo isso tem um risco que não é necessário que você passe.
E tem mais, viu? A tomografia ela emite radiações também como o raio X. E numa pessoa que é saudável, que não tem sintoma, que não tem nenhuma suspeita clínica, esse risco não justifica.
E tem um detalhe que eu quero que você guarde. Quando a gente encontra um achado incidental no exame, entra naquele dilema que é muito difícil de responder. Agora você já sabe, aparece a ansiedade, você fica com medo, você não consegue mais ignorar.
Aí você fica investigando, investigando, investigando, gastando dinheiro, tem o problema emocional e às vezes o problema físico. A dona Maria que eu falei para vocês sabe exatamente o que é passar por isso. Ela não tinha nada, nenhum sintoma, foi no médico para fazer o checkup dela, entrou no exame saudável e saiu com aquele achado que virou meses de angústia.
É por isso que a decisão de fazer ou não um exame nunca pode ser automática. Ela precisa considerar o que acontece nos dois cenários. Se esse exame vier normal e se ele vier alterado.
Esses exames têm indicação? Sim, quando eles têm sintoma, quando existe algo suspeito, quando o médico tem uma pergunta específica que precisa de resposta. Fora isso, eles só criam problemas onde não existia nenhum.
O quinto exame é o teste do esforço cardíaco em pessoas sem sintoma nenhum. Esse aqui é bem delicado, porque o coração é o que mais assusta as pessoas. Qualquer sintoma que você tem no coração, seja uma palpitação, ele bateu ali errado ou então doeu do lado esquerdo, já parece urgente.
Você precisa fazer o exame na hora. Só que o teste de esforço físico em pessoas sem sintoma tem uma taxa altíssima de falso positivo, ou seja, você não tem problema nenhum e lá parece que tá alterado. E se esse exame tiver qualquer alteração, vem outros depois.
Vem cintilografia, vem o cateterismo, que tem um risco importante e além disso seu dinheiro tá indo embora. O teste de esforço físico, ele tem uma indicação clara, dor no peito, falta de ar, quando você faz algum esforço, alguma palpitação, algum desmaio ou então alto risco cardiovascular. Sem esses sinais, ele cria uma cascata, vários exames, depois uma investigação atrás da outra que você não precisava receber.
Quando você tem esses tipos de sintomas, que é uma vez ou outra, ou até mesmo não tem sintoma nenhum, você pode fazer um exame mais simples, que é o eletrocardiograma. E aqui vem uma parte super delicada. Quem é que vai perguntar pro médico por que vai fazer um exame do coração?
Parece até irresponsável a gente fazer esse tipo de pergunta. Parece que a gente tá colocando a nossa vida em risco. Só que, na verdade, fazer o exame sem uma indicação clara, sem você tá sentindo nenhum sintoma, é sim irresponsável.
E não perguntar, porque vai te levar alguns procedimentos que têm real risco. E antes de falar dos dois últimos exames que eu não indico, eu preciso te fazer uma pergunta. Você já saiu da consulta médica com aquele exame, aquele pedido que você não entendeu por que o médico tinha solicitado?
Comenta aqui embaixo qual foi o exame que eu quero saber. E sabe qual o problema? É que a maioria das pessoas só sai com papelzinho, não pergunta nada e faz o exame.
Às vezes nem pode por questão financeira, às vezes nem quer porque não tá sentindo nada. Isso aí é culpa da cultura que criaram durante anos de que você tinha que sair do consultório médico com vários pedidos de exame, porque isso era sinônimo de prevenção. A medicina avançou bastante e hoje em dia a gente sabe que não é assim, que não é pedindo vários exames que você vai proteger a sua saúde.
Existe um ponto, o momento certo de você fazer a investigação na pessoa, qual o exame que deve passar e em qual momento que deve passar. Deixa eu te falar de dois exames que causam muita confusão nas pessoas depois dos 60, 70 anos de idade. O primeiro deles é a mamografia depois dos 75 anos.
Os estudos, as evidências indicam que esse tipo de exame nessa faixa etária não traz benefício e pode ser que se encontre alguns tumores que não ia fazer nenhum tipo de problema nessa mulher. O tratamento de tumores tem risco, pode trazer mais riscos inclusive do que a doença em si nessas mulheres. Eu não tô falando para você que toda mulher que tem mais de 75 anos deve parar de fazer a mamografia.
Significa que a decisão deve ser tomada com o médico e, é claro, ele vai levar em consideração toda a expectativa de vida, o estado geral da saúde da mulher e o que que realmente ela quer fazer, se ele vai ou não indicar o exame. O segundo exame é o rastreamento do PSA em maiores de 70 anos para saber se esse homem tem câncer de próstata ou não. Esse PSA pode elevar por vários motivos que são benignos, que não fazem mal para esse homem, que não precisa de um tratamento para câncer.
Sem contar que o câncer de próstata nessa idade ele cresce tão lentamente que o tratamento ele pode fazer mais mal do que a própria doença. Em ambos casos, a palavra chave é a conversa. Não é você parar por conta própria porque completou a idade, é você escutar do seu médico que não precisa mais fazer esse exame.
Lembra da dona Maria? Ela passou quatro meses com medo de ter câncer por causa de um achado no exame que não precisava nem ter sido feito. 4 meses de ansiedade, de noite mal dormida, de medo do resultado de cada novo exame, que no final não era nada.
Mas imagina se alguém tivesse explicado para ela antes que aquele raio X de rotina geralmente não muda nada na vida. ou então que nem todo achado é uma doença, ou que esse exame é desnecessário e não é prevenção quando a pessoa não tem sintomas. Esse é o ponto central de tudo que eu trouxe hoje aqui.
Nem todo exame melhora a saúde. O importante não é fazer muito exame, é fazer o exame certo, na idade certa, com a indicação clínica de um médico de forma adequada. E para isso você precisa de uma coisa simples, fazer perguntas.
Na próxima consulta, quando o médico te passar um exame e não te explicar o porquê, você vai perguntar para ele: "Doutor ou doutora, por que esse exame agora? " Você vai perguntar o que que muda na sua vida, se você fizer ou não fizer esse exame? Quais são os riscos para você, pra sua saúde?
E não tenha vergonha, não. Pode perguntar. Se o médico for bom, ele vai explicar para você.
Assiste esse próximo vídeo que vai te ajudar bastante.