Ó, calma. Antes de começar, não existe nenhuma terceira guerra mundial acontecendo. Tá tudo bem, guarda o remédio, fica tranquilo. Ninguém tá prevendo nada, ninguém tá sabendo de nada, ninguém nós tradamos. O programa é um achismos, um grande E. Se por acaso tudo virar realidade, aí a culpa é do algoritmo, não nossa, tá? É o que que é tal da bomba de hidrogênio? Ela é mais perigosa, cara. A bomba de hidrogênio é o seguinte, né? Vamos lembrar, a bomba nuclear de Hiroshim Nagazak, elas foram bombas de fição nuclear, tá? Que é quebrar o átomo. Você quebra
o átomo e na hora que você quebra ele, você tem a produção de energia. Lá dentro do grupo do Openheimer, do projeto Manhattan, tinha um cara, o sobrenome dele chama-se Teller. Ele, se quem vê o filme vai ver isso. Ele sempre falava o seguinte: "Nós temos que fazer a bomba de fusão." É a bomba de fusão. É a bomba de fusão é que vai ser, vai ter poder maior destruição e tal. Não fizeram, fizeram a difissão, mas quando termina ali a guerra, A primeira coisa que aparece é a bomba de fusão, que a gente chama
de bomba de hidrogênio. Então, a bomba de hidrogênio é uma bomba de fusão nuclear. É só um é só uma forma diferente de fazer uma bomba nuclear. Em vez de você quebrar o átomo, você pega dois átomos e funde. O negócio que produz muito mais energia. Então ela é muito mais poderosa que a bomba de fção. E quem tem bomba de hidrogênio? As mesmas pessoas que tem as mesmas. Aí a gente não sabe nem quantas tem, né? O mundo vai acabar? Essa é a primeira pergunta que a gente faz. A gente tá fazendo aqui uma
série baseada e se tiver uma terceira guerra mundial, que é um assunto que tá todo mundo soltando por aí, elocubrando, já que estamos brincando de achismos, que que vai acontecer na parte da ciência? A ciência consegue determinar o que pode acontecer caso uma terceira guerra mundial venha, o Brasil tá preparado? O mundo vai acabar de outra forma? Por isso que eu trouxe um grande especialista no assunto, um cara que eu gosto, um cara que tem uma alcunha muito errada de gordão dos foguetes, que eu achei muito ruim. É o pior apelido para um cientista, que
é o seu Grande lado ruim de você ter vindo pro universo do podcast, que é um jovem de 16 anos que vai te jogar esse apelido. Você perde o seu respeito e sua autoridade. Mas, pô, aqui você tem, cara, sou fãzaço de Sérgio Sacani. Sacani, obrigado por você ter vindo. Opa, bora. Primeira pergunta, cara, direto assim, a ciência consegue prever uma terceira guerra mundial? Cara, assim, terceira guerra mundial sim. Atualmente, talvez sim, porque muito provavelmente a terceira guerra mundial, se ela acontecer, ela vai acontecer no espaço ou o espaço vai ser uma uma o cenário,
né, vamos dizer assim, da grande da grande terceira, por conta do do negócio do Elusk, essas coisas coisas, cara, por conta do seguinte, o pessoal todo mundo conhece a tal da geopolítica, tá, né? Então, a geopolítica é a política aqui no planeta Terra. Você tem os pontos, né? O pessoal fala: "Os Estados Unidos é um país perfeito, que ele tá protegido por dois oceanos". E tem os pontos. O pessoal percebeu que, na verdade, quem domina a Terra é quem domina o espaço. Então, hoje tem um termo muito legal que é usado, que o pessoal tá
começando a estudar bastante, que É a chamada astropolítica. Então é você dominar o espaço, porque olha só, se eu coloco um satélite, hoje eu tenho satélite de vigilância que chama, são satélites que eu consigo ver, vamos supor, o Estados Unidos consegue ver os inimigos dele movimentando mísseis, mísseis balísticos e coisa e tal, sem o inimigo saber, ele tá lá observando porque ele tá lá em cima. Ele tá lá em cima do espaço. Eu também tenho arma. Que tipo de arma que eu tenho no espaço? A gente não faz ideia. Não faz ideia. Não faz ideia.
Não faz ideia. Na década de 80, o Ronald Reagan, que era presidente dos Estados Unidos, ele chegou na televisão, olha que coisa, hein? Década de 80, ele chegou na televisão e falou assim: "Estamos começando o programa conhecido como Guerra nas Estrelas". De lá para cá, os Estados Unidos coloca satélites, eu faço, né? Eu transmito o lançamento de foguete. Sim, eu assisto. E vários lançamentos, a carga é secreta, a gente não sabe o que que é. Ah, os caras estão levando bomba para atacar. não sabe, pode ser, pode ser só de vigilância, pode ter armamento, que
a gente não faz ideia qual é, mas eles estão, o que a gente fala, Né? Militarizando o espaço. O espaço tá ficando militarizado. Quer dizer, a gente fica aplaudindo os foguetes lançando e não sabe o que a gente tá aplaudindo. Viva a bomba atômica próxima. Viva a bomba atômica. Falando em bomba atômica no espaço, eh, esse ano, no começo do ano de 2025, o Putin chegou a falar que a Rússia poderia ter uma bomba atômica no espaço. Então, assim, a a ciência hoje ela tem um papel muito maior nesse lance, né, se vai ter uma
terceira guerra e tal do que tinha antigamente, porque hoje o espaço é que domina. Então, o país que dominar o espaço, o país que dominar o conhecimento sobre espaço, que dominar lançamento de foguete, lançamento de satélite, a gente já tá vendo hoje, né, a gente vê a guerra da Ucrânia com a Rússia, que o que comanda a guerra são os drones e o que comanda os drones são satélites de GPS. Então, o que que o pessoal faz hoje? Para você ter uma ideia, a Ucrânia lança um drone. Tem o pessoal na Rússia que é especialista
em mandar um vírus para o satélite, para o sinal de GPS, pro sinal de GPS bagunçar a cabeça do drone e o drone cair. O que que a Ucrânia começou A fazer? Drone com cabo, com fibra ótica. Então o que que aconteceu? Eles pegam um cabo de 80, 90 km, põe no drone, o drone vai embora, ele não precisa mais do satélite, a transmissão é feita toda via cabo e aí o drone vai lá, ou ele ou ele é drone kamikazi que a gente fala, ou é um drone que joga uma bomba. Quando terminou, eles
foram no campo de batalha lá, você recolhia assim, ó, parecia teia de aranha. Então, a ciência hoje ela tem um papel fundamental, já tinha desde sempre, né? Se a gente voltar para trás, a ciência sempre teve um papel fundamental em guerras. Não é à toa que um dos maiores investimentos científicos da história é pra construção da bomba atômica, que a gente já conversou aqui com você num programa. Isso esse papo aqui. Então o projeto Manhattan foi grana infinita para quê? Para você fazer uma bomba atômica para ganhar a Segunda Guerra Mundial. Hoje seria qual a
bomba? Qual que seria a bomba atômica de 2025? Assim, porque a bomba atômica ela ainda tem um potencial destrutivo absurdo. Ela tem. Tanto que a Rússia, o maior arsenal atômico do mundo é a Rússia, né? segundo Estados Unidos e tem outros países que Tem também, né? Irã tem também, Israel tem, não tem, a gente não sabe, Paquistão, Coréia do Norte, Coria do Norte. Então, esses países aí todos eles têm o, eu acho que a bomba atômica mesmo é, o problema é esse, né? Ela pode vir de cima hoje, né? Então, quer dizer, quanto mais alto
vem, mais você destrói. Não, eu falo que ela pode vir de cima, porque ela pode vir do espaço mesmo. Mas tem alguma coisa a ver com quanto mais alto vem, mais destrutivo vai ser? Não, hoje as bombas atômicas elas são diferentes daquelas primeiras lá porque elas são mais precisas, né? São bem mais precisas. Aquela lá você jogava para espalhar tudo. Hoje as bombas atômicas são bem mais precisas. Mas o lance mesmo da ciência com a ciência sempre teve muito envolvida com guerra, sempre teve. O os avanços que a gente vê na ciência, eles começam no
setor militar. Isso aí é, toda vez a gente viu isso. E pra terceira guerra, o que o pessoal propõe hoje é que seria uma guerra no espaço mesmo. Ou ou seria no espaço ou o espaço teria uma grande importância na guerra. Cara, mas vamos lá, já que a gente tá falando disso, como que o Brasil tá nessa situação? Antes de você responder, Vou te dar um kit da Insider. Mais um kit da Insider. Tem que ficar preparado, né? Caraca, você gostou? Tem que tá preparado terceira guerra. O link foi maravilhoso porque você quer assistir, você
quer saber a resposta é brasileiro, você quer saber se você compra um terreno em Daatuba, você quer saber se você guarda dinheiro para se proteger e o Sacani vai te falar, hein, qual que é a dica de móveis. Não é isso terreno no Amapá. Tá aí, ó. Cada um falou uma coisa. É Daniel Lopes veio semana passada. Daniel Lopes veio. Eu não sei qual que é o episódio que tá do Daniel Lopes. Daniel Lopes é o segundo saquando. É o nosso terceiro episódio da série. Então tá. Já falei com o Daniel Lopes. Então Daniel Lopes
falou de Águas de Lindóia, sei lá. É Águas da Prata. Águas da Prata. Cada um é corretor. Amapá. Amapá. Amapá, cara. Amapá. Aí o cara da Venezuela. Tá, [ __ ] Agora me dei bem. Bom, Insider, você conhece, já sabe. Roupa com tecnologia, roupa do futuro, se tiver futuro. Vamos lá, vamos falar do Brasil. Tipo, como é que o Brasil tá nisso, nessa situação toda, caso tenhamos essa guerra espacial que você tá me falando, essa guerra das estrelas aí? Nós Estamos muito mal, né? Nós não temos satélite, nós não temos foguete, nós não temos o
nosso sistema. Teve toda essa confusão aí do tal do do GPS, né? O Trump pode desligar o GPS, pá, não sei o quê. Nós vamos ficar sem GPS. Poder desligar, ele po poder poder, ele pode desligar, ele nunca vai, porque isso aí causaria um problema seríssimo até pro sistema dele mundialmente falando. Mas vamos voltar disso. Desculpa, eu eu quero voltar depois falar de Brasil, mas me fala como é que esse negócio do GPS aí, já aproveitando que eu que fica meio perdido. O que que é esse GPS? Tipo, ele tem um botão que ele fala:
"Acabou o GPS no Brasil, é a partir de agora eu vou pra Vila Madalena e não vou mais". Mais ou menos isso. Mais ou menos isso. O sistema que o o o hoje, né, os aparelhos, o aparelho celular que todo mundo tem aí, obviamente que hoje é um pouco diferente. Hoje você consegue acessar todos os os sistemas de GPS que tem no mundo, tá? Então, até pro pessoal entender o GPS, quais são os países que t um sistema de posicionamento, porque GPS é igual o Gilete, tal, é o nome de uma empresa, tá? Sim, a
gente nem pode falar. É um é um sistema de de posicionamento. China tem um que chama Beidu. A Rússia tem um que chama Glonas. A Europa tem um que chama Galileu. O a Índia tem um, o Japão tem um e os Estados Unidos tem um. Esses países t. O maior de todos é o dos americanos, que o GPS são 30, 35, 37, 38, uns 40 satélites, mais ou menos. Os outros são menores. Obviamente que se os Estados Unidos desliga, você perde a maior quantidade de satélite GPS. Daria um problema seríssimo, entendeu? Daria um problema seríssimo.
Aviação para tudo. Logística, exatamente, aviação e tal. E o o Brasil não tem, nós não temos sistema de GPS. A gente podia ter investido, podia investir, poderia. É um negócio barato, não é barato, mas é muito bom a gente ter. Não que o nosso GPS vai ser o principal, mas vamos supor que comece uma terceira guerra mundial, certo? Os Estados Unidos fala assim: "Cara, vou desligar o GP, o GPS agora é meu, entendeu? Porque eu preciso do sistema trabalhando 100% para mim. Então, Brasil, sinto muito, cara. Vocês vão ficar sem agora, sem o meu sistema."
Aí é guia quatro rodas. Aí é guia quatro rodas. Exato. A guia de rua quatro rodas. Quem é de São Paulo aí lembra muito bem. Então, mas é que tá. E é nisso que a Geração Z se ferra, porque ele acha que ele manja, você não sabe ver lá o H26. Exatamente. E quando acabava não, quando acabava a rua aqui era 50. 50. [ __ ] que É verdade. Vou explicar pro jovem que tá assistindo. Você tá aqui, você tem um livro. É um livroão. Mas você tá vindo aqui. Tô vindo para cá. Pela marginal.
Acabou aqui. Para você ver a continuação dessa página. É, é, é 30 páginas pra frente ou 12 páginas para trás. Mas dá para ver. Examente. Dá para ver. Dá. Mas vai atrapalhar todo. Atrapalha. Atrapalha muita coisa. Então assim, ah, o Brasil, o Brasil poderia ter, seria bom, seria muito bom, porque num caso desse de uma terceira guerra mundial, vamos pegar aí o tema, né? Tá? Num caso deste uma terceira guerra mundial, nós teríamos o nosso sistema de backup, então a gente não ficaria refém, tão refém assim, até a gente conseguir se ligar com um outro
sistema. Mas o Brasil só tá dependendo do GPS dos Estados Unidos, não? Então é o que eu falei, né? Hoje os nossos aparelhos eles conectam em todos os sistemas, só que os outros sistemas são muito poucos satélites, entendeu? tem menos satélite, então o melhor sistema é o sistema americano Que que ajuda a gente. Mas, por exemplo, eu falei que a Rússia tem um sistema chamado Glonas. Sim, sim. Os aviões estão desviando o caminho ali entre Ucrânia e Rússia, porque chega ali o GPS não funciona. Ah, por quê? Porque eles desviaram o GPS simplesmente para ajudar
o setor militar. Agora imagina no tema aqui que a gente tá falando de uma terceira guerra mundial, se cada país desse desliga o seu sistema de GPS dos do resto que não tem, vira um caos, mano. Do céu, [ __ ] Bom, esse projeto aqui, ele Rivotril está patrocinando esse projeto. Seria bom mesmo. Por isso que a a guerra a guerra acontecer no espaço, ela é muito assim, ela é terrível para países que não tem isso. culpa, né, da própria sociedade que ficou dependente do mundo digital, por exemplo, porque com certeza há 50 anos atrás,
beleza, caguei se o GPS desligou, não, eu tenho aqui meu meus mapas e tal, búsola e tal, então a gente tá dependendo de, tá dependendo, mas não é boa a tecnologia, não ajudou para caramba. Legal. O iFood, quer dizer, não vai vir iFood, essa é minha grande preocupação. Tá tendo guerra. Aí você pensa assim: "Eu sou brasileiro, não tenho nada a ver com Isso. Talvez o cara desligue seu monitoramento, porque agora que eu entendi, tendo uma guerra, talvez os Estados Unidos ele pense: "Eu não vou mais mandar sinal GPS pro mundo". Mesmo que o Brasil
não esteja nessa guerra, eu Estados Unidos estou numa guerra, então não vai ter mais sinal de GPS pro mundo inteiro. Ex. uma cois. E aí você que não tem nada a ver com a guerra, você fica perdido. E não só os Estados Unidos, a China que tem um sistema dela, isso é uma terceira, vamos supor, na terceira guerra mundial, a China cuida só dela, a Rússia só dela, a Índia só dela, entendeu? Eles vão ficar os bloquinhos aqui. E quem tá no meio aqui que não tem GPS, por exemplo, todos os países da América do
Sul, nenhum deles tem GPS, acabou. Entendeu? Então, seria correto eu dizer, rapidinho, seria correto eu dizer que a tecnologia, na verdade, ela aproximou os países da dependência, né? Porque antigamente, com certeza, cada um tinha sua autonomia e tal e tá tudo certo. Aí você falou a palavra da moda, que é a tal da o pessoal que chama de soberania, né? Sim. Muita gente. Será que você acha que o o Brasil é um país soberano? Não, não é. É um País dependente. É um país totalmente dependente. Por exemplo, todo o nosso agronegócio, o estado do Mato
Grosso, a colhetadeira só anda por causa do GPS. desligou o GPS, a coletadeira não anda, você não colhe nada, você nem planta, porque até a plantadeira hoje ela é pro GPS. Então, a nossa principal coisa e não só a agricultura, tá? Agricultura, mineração, 85% da mineração é dependente do GPS hoje e e 80% da produção de petróleo é dependendo do GPS. Desligou o GPS, no caso de uma guerra, para a economia do Brasil imediatamente, sem falar de outros problemas, tá? Mas a economia para instantaneamente. E aí que tá, né? Eu acho que talvez seja a
primeira guerra da história que não tem aquela coisa, porque a gente sempre lê assim: "Ah, mas o Brasil tá tranquilo nessa história, porque se der uma guerra, ah, o Brasil é isento, o Brasil tá ali." Assim, o Brasil é neutro, né? Que a gente fala, ele é neutro, porém as consequências nós vamos sofrer imediatamente. Diferente do que foi na Segunda Guerra Mundial. Óbvio, porque a Segunda Guerra Mundial é boots on fire, né? Que é boots boots on the ground, né? Isso, que é os caras tão dando Tiro e tu tava no Brasil falando, vou pra
praia, não tem nada a ver com essa guerra agora. Não, o cara vai desligar um GPS, você vai ficar em [ __ ] acab acaba a economia, né? Para a economia do Brasil, ela é ela para com o desligamento do GPS, no caso de uma guerra que vai desligar todos, né? Hoje não, porque hoje a gente acessa o sistema chinês e tal, não sei o quê, mas no caso de uma guerra que cada país trava o dele por conta da guerra, pai parou aí para economia. Tá muito dep. Quer dizer, o Brasil ele nunca teve
tão dependente do mundo. Nunca. Nunca teve. Exatamente. Uh, fala que você falava. Não, eu acho que vai ser bom voltar pr os anos 90. Vai fazer, vai fazer bem pra sociedade. A gente precisa. Será que vai voltar? Os cara falar: "Ah, só tem [ __ ] na rua. Os cara volta tanto pros anos 90. Vamos voltar, [ __ ] Gugu volta, volta. Acabou Twitter, não tem YouTube, não tem [ __ ] Pode falar, cara. Isso é verdade que ele falou. Se a gente volta pr os anos 90, a gente tá tá feito o sacan. A
gente tá na como criada ali, ué. Car, mano, a gente vai ganhar dinheiro para [ __ ] velho. Porque, né? Eu e sacan crescemos no bullying, mano. Bullying vai Voltar pra [ __ ] É, então, [ __ ] que pariu, a gente pode voltar pros anos 90, cara. Pode, pode voltar. Po, aquele cara que planta lá nos anos 90 vai voltar a ganhar dinheiro porque perdeu pr as máquinas. Ele vai voltar aqui, ó. Ele sabe mexer na enchada. Eu sempre falo isso. Eu falo isso no meu show, cara. A galera fica nessa coisa de, ah,
o jovem ele domina a tecnologia. Fala, irmão, é um botão que [ __ ] vocês, né? A gente não é refém de tecnologia porque a gente não sabe mexer. A gente, então assim, eu tô de boa, tá ligado? Isso mesmo, [ __ ] Eu eu ainda mando carta, eu já estou tranquilo, tá? Então, o Brasil ele tá ele sobrevive e ajuda ou assiste? Eu acho que não. Acho que o Brasil meio que se ferra, né? Nenhum desses três dess desses aí não, cara. Eh, sobreviver vai ser difícil, porque como eu falei, a economia vai ferrar.
Ajudar é, se bem que tá, daqui a pouco a gente fala uma coisa que o Brasil pode ajudar assistir. Ah, tudo bem, a gente pode assistir porque não vai ter nada que fazer mesmo, né? Desses dessas nem para assistir porque vai passar na internet, você tá sem GPS. Não tem, não tem, não tem, cara. Eu não parei para pensar nisso Assim, óbvio, assim, nunca parei para pensar. Faz sentido, mas eu não parei para pensar. Uhum. Que é aquela coisa assim, até a informação que ela tá totalmente, a gente tá refém a informação desses satélites. Isso
aí. Se a gente não tem satélite, pode, eu posso até criar um achismo, sacane, que eu, China, dominando a comunicação, eu posso mandar para cá informações imprecisas sobre o que tá acontecendo. Famosa propaganda de guerra, né? Posso fazer a propaganda do que eu quiser e mando para pr pra gente aqui. Exatamente. Ah, não. Na verdade a gente não tá atacando ninguém. Chega aqui, tem uns chineses chegando por aqui para dar tiro e a gente tá recebendo uma informação. Caraca, que estrago, meu irmão, que estrago. É a guerra, a a dependência, né, pro pessoal entender, a
dependência tecnológica, ela acontece isso. Tem uma ga, o o planeta Terra já teve cinco grandes extinções em massa durante sua história toda. A última foi dos dinossauros. Tem um pessoal que estuda se nós vamos ter a sexta extinção em massa. Tem uma galera desse dessa turma aí que fala que a sexta extinção em massa vai ser uma extinção tecnológica. [ __ ] que que pode acontecer uma Guerra e acabar todos esses sistemas e nós vamos fazer o quê? A gente não consegue nem acordar. Se brincar, a gente não consegue nem acordar porque a gente precisa
do celular para tocar o alarme ali pra gente acordar. Ninguém mais tem o alarmezinho daquele da da avó que toca de de sino, entendeu? Eu falei isso no Daniel e vou voltar a falar. Ainda bem que eu sou meio depressivo, porque morrer não me parece tão ruim. Pera aí, não. Não, gente. Ó, a ideia disso daqui deixa, deixa eu falar um negócio aqui. A ideia desse projeto não é deixar você aflito, mas de alguma maneira. Is daqui é se tiver essa possibilidade no final, no final, a gente vai abraçar e falar: "Não tá acontecendo". Mas
porque às vezes fica você lá, tomara que tenha guerra, porque você não tá entendendo a consequência merda que pode ter. Você tá fomentando na sua cabeça algo. Mas aí é de pé. Aí a pergunta que tem que fazer pra galera é o seguinte, é qual a sua confiança na humanidade? We are the world. É, você confia na humanidade a ponto de que que não vai ter mesmo. Então, mas aí eu vou fazer outra pergunta. Por que que a humanidade se extinguiria? Você acha que é um Bando de Mateus depressivo, doido para acabar o mundo? Não
sei, né, cara? Não é assim, não, não sei se ela se extinguiria ou se determinados países gostariam de conquistar, de dominar tudo, de aproveitar esse momento para E o Brasil. Aí eu vim te fazer uma pergunta. Você falou do Amapá, por que o Amapá? Eu fiquei eu fiquei tenso nisso. Não, o cara vai entrar no Zap Móveis daqui a pouco para ver essa [ __ ] é corretor lá no Amapu. Ah, meu, entra no sacan móveis. Eu queria ser, cara, eu queria ser o Amapá, para quem não sabe, fazer um parêntese aqui em toda essa
história da do achismo aqui da terceira guerra, tá? O o Brasil descobriu uma grande uma grande reserva de petróleo chamada Margem Equatorial. E ela o pessoal fala que fo do rio Amazonas, mas não é, não tá? é na frente do Amapá, na verdade. E o Amapá pode se tornar um dos estados mais ricos do país por causa dos royots do petróleo. E o e vai começar toda uma corrida e uma corrida imobiliária mesmo, porque quando você tem um lugar que vai produzir muito petróleo, você tem toda uma coisa indireta. Você tem que ter hotel. Exatamente.
É aconteceu com as cidades do Rio ali, Campos, Macaé e tudo que elas cresceram muito, porque você tem que ter hotel, restaurante, tem que ter tudo para atender. Falando que os paulista vai para mano, isso da, isso para mim pagar a língua, né? É revolução. Pagar a língua. Isso para mim é tem paulista agora falando assim: "Que venha a bomba atômica não acaba. Eu vou pro Amapá, prefiro morrer. Parabéns ao povo do Amapá. Resiliência, meu irmão. Agora você tá fazendo um bando de cara de de Genópolis. Cara de Alfaville falando amapá.com. Exatamente. Amapá pode. Vamos
me falar um negócio assim. Eh, eu trouxe aqui o Daniel Lopes. Gosto muito do papo do Daniel também. Daniel demais. É meio Daniel. Eu fico assustado que o Daniel tem 23 anos. É verdade. Muito tenso. Tá tenso. Gosto muito dele. Muito [ __ ] cara inteligente. E aí ele me falou assim, o Brasil ele é um ele é um país, né, digamos estratégico, né, no sentido de muita reserva natural. Ah, isso que eu ia falar aquela hora ali, né? O que que pode acontecer hoje? Toda toda essa toda a tecnologia que existe hoje, ela, por
incrível que pareça, ela tudo bem, a gente depende muito do petróleo ainda, mas a tecnologia que a gente tem hoje, Drones, chips, supercondutores, fios e tudo, depende de uma série de elementos que a gente chama de terras raras, as famosas terras raras. A gente tá brincando, né, com o achismo da terceira guerra. E existe uma guerra hoje meio violada entre China e Estados Unidos por conta desse desse desses elementos, tá? O os terras raras, a maior reserva do mundo de terra rara fica na China, 40 milhões de toneladas. A segunda maior reserva de terras raras
do mundo é no Vietnã. É uns 23, 22 milhões de toneladas. E a terceira maior reserva de terras raras do mundo é no Brasil, que é na casa dos 20 milhões de toneladas. O Estados Unidos quase não tem, tem menos 1 milhão, 1 milhão de toneladas só de reserva. Então, neste cenário, aí concordo totalmente com que o Daniel falou, o Brasil ele tem um um poder estratégico muito grande ou uma desvantagem de poder ser conquistado por alguém que quer essas terras ser conquistado. Mas a gente se dependendo de quem tiver no comando durante essa tal
da terceira guerra aí e e buscando por por alianças, buscando por pro por fazer as negociações e tudo, a gente tem uma moeda muito forte que são as terras raras. Então, por exemplo, a gente pode chegar pros Estados Unidos e falar aqui, ó, você, por exemplo, não precisa comprar. O que que os Estados Unidos faz? Ele compra terras áas da China. O que que o presidente da China falou há pouco tempo atrás? Eu não vou mais vender terras áras para os americanos. Lógico, não vou fortalecer o meu inimigo. Exatamente. Então, todo o vale do silício.
Silício é um desses silício, tório, cobalto, lítio. Tudo que precisa pra bateria, tudo que precisa pro computador funcionar, vem de terras raras. Então o Brasil ele tem uma posição estratégica muito grande no mundo por conta disso que o Daniel falou. A gente tem muito recurso natural e não só recurso natural, mas são recursos naturais que hoje por conta da tecnologia ele vale demais. Onde que tá esse lugar? No Amapá. Boapá tá no Amapá. Tá em Boapá tá em Minas Gerais. Aí ó, Minas Gerais foi onde o Daniel falou. O Daniel falou também Gerais. Tanto que
o o grupo de elementos é muito engraçado, chama lantanídeidios, que é do lantânio é o principal elemento, lantanídeos de Minas. O pessoal sempre chamou desse jeito, porque Minas Gerais maior reserva de niób do mundo em Arachá e por aí vai, entendeu? Então são elementos são muito importantes em tudo isso. Então o Brasil, por isso que voltando lá no que você falou, né, o que que a gente faz, vai depender muito de quem tiver no poder na hora. Sim, porque se essa pessoa tiver um um poder de negociação muito grande, ela pode negociar pra gente ir
para um lado pro outro, entendeu? Pois é. Só para deixando claro assim, as pessoas que podem ter medo desse papo e teorias e tal, vamos lembrar que sempre teve isso, né? A, tipo, a, o mundo sempre teve conflitos e o mundo sempre teve situações e a gente vive num eterno conflito, né? É porque talvez fuja um pouco do pessoal essa guerra comercial que existe no mundo hoje, igual a China não quer vender terrazada pros Estados Unidos, isso aí causa um problema seríssimo. O Trump na hora que ele recebeu essa mensagem falou: "Eu vou explorar o
fundo do Oceano Pacífico porque lá tem muito." Na hora o Green Peace já pôs os navios lá para impedir, entendeu? E o Brasil a gente tem uma uma riqueza na mão e parece que a gente tá meio perdido, entendeu? A gente tem uma chance, o Brasil assim durante Toda a nossa existência, a gente teve várias chances que pingaram na nossa frente. A bola pingou aqui pra gente só arrematar pro gol e a gente perdeu várias. Agora tá vindo mais uma que é as terras raras. Era a hora da gente se aliar com os Estados Unidos,
entendeu? Por exemplo, vem para cá, põe uma empresa sua de chip aqui, vamos trocar uma tecnologia, ó, fica tranquilo, você não precisa comprar terras raras da da China, fica à vontade, fica lá em Arachá. você com uma troca de tecnologia, coisa do Então dá para fazer alguma coisa, só que a gente tem que ir atrás disso. Então assim, sim, o Brasil tem uma tem um poder muito tem uma Então is aqui, ó. Ó, que papo esperançoso, você que tá desesperado aí. Bom, eh, existe alguma chance de uma guerra agora, uma próxima guerra mundial extinguir a
humanidade? É possível? Se for uma guerra nuclear, sim, né? Se for uma guerra nuclear, sim. Quando a gente fala negócio de procurar vida no universo e coisa e tal, né, a gente, uma das teorias que tem de que a gente não vê ninguém, que não tem ninguém, cadê, cadê todo mundo, né? É que todas as civilizações se autodestruíram, porque olha só que coisa louca Que pode acontecer. uma civilização, nós os humanos, a gente pode ir numa crescente tecnológica tão grande, tão grande, que vai chegar um momento que a gente começa a se autodestruir. E aí
a tecnologia, o aumento da tecnologia, que é uma coisa boa pra vida, pode causar a nossa própria destruição. Ó que maluquí isso. Você tá falando de inteligência artificial nesse lugar aqui, cara? Eu não tô porque eu não eu não eu não sou muito da turma da singularidade não. Eu acho que a que a inteligência artificial não vai tomar conta não. Eu acho que a própria tecnologia mesmo, armas mais poderosas, entendeu? Coisas mais precisas. É, o Openheim fala muito disso, né? O o filme, né? A história do Openheim, porque o cara, querendo ou não, ele é
um físico, né? Se eu não me engano, ele tá criando algo pensando na evolução da sociedade que é mal utilizado, que é utilizado pra guerra, né? É igual o cara que criou o avião, né? O cara tanto que o Santos do Mon, o Santos do Mon ele morre de depressão. Exato. Essa história é maravilhosa. Por causa disso, quando ele vê o avião que ele criou sendo usado para matar pessoas, ele dá uma depressão profunda Nele, entendeu? Porque o objetivo dele era só positivo. Exatamente. Então assim, o avanço da tecnologia, que pode ser uma coisa boa,
pode ser causar a nossa própria auta, menos, uma ideia, começou com uma ideia boa por aí. Genial. Que que é o Twitter? Todo mundo vai lá e faz e comenta aí. Aí eu vou fazer o sacan em vez de eu encontrar o sacan falei e sacane você tá bem aí ele falava bem falando como fascista e começa aí fodeu pau aí guerra olha olha esse vídeo do sacan pau filha da [ __ ] sacane é nazista vai porrada é assim aí minha turma contra turma do sacan quando você vê cara destruiçã e e aí a
pergunta que você fez é muito louco isso, cara. A pergunta que você fez é muito boa. Você confia na humanidade? Essa é a grande pergunta. Putz, é muito boa essa pergunta. E não respondu, não respondeu de bate pronto. Não, não respondi. O Daniel Lopes teve aqui e e nós já conversamos e a gente tem uma coisa que a gente pensa em comum. Nessa hora seria bom uma invasão alienígena. Seria talvez o único momento em que a humanidade se uniria contra um mal maior, entendeu? Bater no Z ET, [ __ ] Não sei. Dependendo de quem
você votou, Talvez o cara ia falar: "Não, eu tô do lado do ET". É, né? Não, não vou ficar do lado de petista, não vou ficar do lado de bolsonarista. O ET não fez arminha. Em quem o ET votou? Ah, ETE, eu tenho uma tese, cara, que o mundo ele é muito legal em zoom in e péssimo em zoom out. Eu vou vou te explicar essa tese. Por exemplo, a ah a aconteceu uma situação comigo recente. Vou dar vou dar um exemplo. O que aconteceu? Aconteceu que aconteceu? O que aconteceu? Sei, aconteceu que eu fui
no, eu tive um colapso, mano. Eu, [ __ ] misturei remédio com bebida e fui fazer um show e não consegui fazer esse show. Uhum. Irmão, quando o cara posta isso na internet, todo mundo entra e ataca, porque tá em zoom out a situação. Quando eu mando uma mensagem pessoal para cada pessoa que tá me xingando, é outra pessoa. Quando eu mando uma mensagem pra pessoa e fala: "Cara, quero pedir desculpa, a situação foi essa, tal, tal, tal". Cara, não, imagina, cara. Já aconteceu isso comigo. E essa pessoa há um minuto atrás tava num grupo
falando, filho da [ __ ] esse cara tem que morrer o [ __ ] E para mim, e tá tudo certo. Eh, eu sou assim também, acho que todo mundo tem Essa questão, mas é muito louco que o mundo para mim ele tá indo em zoom out, então a gente tá cada vez mais afastado do problema. Cada vez mais eu tô aqui falando: "Vai tomar no cu, sacan". Não, eu concordo com você, cara. Eu acho que no mundo tem uma doença gigante, entendeu? Tipo assim, muita gente fala assim: "Pô, mas você vai, pô, você vai
conversar com com Maurício Meeles, pô, você vai conversar com com esse cara que é de esquerda, pô, agora você vai conversar com esse cara que é de direita. Para que isso? Que que é isso, gente? Que é isso? A gente já, a humanidade ela só existe porque as pessoas foram conversando e tal. E tudo bem, eu tô aqui com você, posso não concordar 100% com o que você pensa. Qual que é o problema? Como não? Como você não que que você não concorda? Que que você não concorda? Fala aí, né? Fala aí, fala na minha
cara, entra no Twitter e escreve que você não concorda. Aqui a gente ama no no tete a tete. Nunca tem, não tem, cara. Não tem hater na vida pessoal não tem, cara. As pessoas me encontram e falam: "Porra, uma vez eu te xinguei no Twitter, o cara é maior legal". Falei: "Porra, velho, quero ser seu amigo, deixa Eu te seguir agora". Por que não se comportar assim no no sempre, né? Porque é porque eu acho que a gente tem a coisa da coletividade, do ressentimento, né? O meu ressentimento coletivo, ele ele ele é muito perigoso
pra humanidade. Então, acho que isso responde a sua pergunta. Ex. Aí a confiança cai bastante, né? Cai bastante que eu descubro que você não é meu amigo. Aqui você é e aqui numa guerra tu me ajudaria. Mas na hora H quando tem zoom out, [ __ ] Maurício, eu vou, quero que ele se [ __ ] É, a gente falou, a Segunda Guerra foi a grande ã disseminadora, vamos dizer assim, da bomba atômica. A terceira guerra, ela criaria alguma outra coisa? Agora, por exemplo, você falou que tá a bomba atômica aí, mas se assim, essa
terceira guerra acontecer daqui a 30 anos, tem alguma coisa que tá vindo para substituir a bombula atômica? Cara, assim, né, o coisas estão sempre acontecendo, né? Não sei se o Daniel Lopes falou para vocês das das dos setores secretos das grandes empresas militares americanas. Acho que ele falou, o Sacani vai falar disso. Ele falou, então existem três grandes empresas militares nos Estados Unidos, Uma chamada Lockheit Martin, uma chamada North Rop Gruman e a Boing. A Boing, para quem não sabe, são três grandes empresas militares, tá? Todas elas têm um setor secreto que a gente não
sabe o que tá sendo desenvolvido. O da Lock Hid é super famoso, chama Skunkwks. O Skunkworks, o símbolo deles é um gambazinho. Aí fica aqui uma uma dica para você. Você já viu o Maverick, o TopGun 2? Sabe quando aquele aviãozão primeiro do filme lá, aquele avião que o que o Tom Henzin, quando ele sai do hangar? Sei, sei, sei. O G na asa aqui tem um gambazinho desenhado. Aquele avião, o que que é isso? É um stereg que os caras colocaram. Aquele avião é um avião secreto feito pela Scankwks, entendeu? Então assim, o que
que esses setores secretos militares aí eu falei dos Estados Unidos, mas vamos pegar os maiores países do mundo, Rússia e China, nessa parada aí, todos eles têm esse setor secreto também. Se os Estados Unidos tem, o que que a China não tem de secreto? O que que a Rússia não tem de secreto? O que que esses caras estão desenvolvendo? A China mostrou o último desfile militar deles. Não sei se o pessoal viu, não. É uma coisa sensal. É um cara, É um negócio. Os Estados Unidos, a gente brinca, os Estados Unidos ficou com medo porque
vem o desírio militar cheio do quê? De drones que parecem caças, só que são eh veículos não tripulados. A arma para destruir drone que eles têm, que Israel agora tá usando várias, que é um canhão, quando você vê na imagem, é um canhãozão com uma parece um canhão com espelho azul. Aquilo lá é um laser super poderoso para destruir drone e os mísseis balísticos intercontinentais que eles têm. Então vamos lá. Qual que é a evolução da bomba atômica da Segunda Guerra Mundial para essa? Na Segunda Guerra, o cara precisava pegar um avião e ir lá
no Japão e jogar a bomba. Hoje você não precisa. Hoje você tem um míssel que atravessa 3000, 4000 km e joga a bomba lá do outro lado. Um botão que é o ICBM que a gente fala que são os mísseis balísticos intercontinentais. Quantos que tem? Não sabemos onde eles estão. Não fazem a menor ideia. A maior parte deles está nos Estados Unidos, tá na Rússia. Agora, quantos são? E aonde estão? A Rússia no começo da guerra contra a Ucrânia, ela mostrou um gráfico que os ICBMs deles chegariam em 4 minutos em Berlim, 6 minutos em
Paris, 8 minutos em Londres. É aquilo que eu falei, é mais uma vez o zoom out zoom in. Quando você tem que ir pra guerra, eu acho seu comportamento muda do que você apertar um botão e falar: "Ixe, explodiu". Ah, apertei um botão, [ __ ] Ah, deu merda. Depois eu vejo o que que eu faço. Preciso ir, né? Hã? É só apertar. É só apertar um botão, né? Caraca, velho. Então isso aí. Por isso, por que por que que por que que a guerra rússia a a guerra rússia Ucrânia ela é meio, vamos dizer
assim, um presságil do que pode ser a terceira guerra mundial? Entendeu? a gente já tá vendo ali a o o digamos a tecnologia que seria usada. Então ali é a tecnologia que tá sendo mostrada, imagina que não está sendo mostrada, que tá por trás, entendeu? Por que que ninguém chega ali e peita o Putin de cara? Ele tem boba atômica, cara. Você não vai, você não consegue peitar o cara, entendeu? Você tem, ele vai apertar o botão, eu não sei, mas quem que vai arriscar? Então, no fundo, no fundo, essa terceira guerra mundial, ela é
baseada em são pessoas, quer dizer, são nações, né? Tem algumas nações que elas estão assim só de olho para olhar e falar assim: "Cara, Se o Putin fizer isso, eu vou fazer isso vou fazer aquil". Exatamente. Mas na verdade, no fundo, no fundo, você vai ninguém faz, ninguém faz. É o medo, né? É, é um medo. Medo, é uma guerra, é uma, é uma guerra fria. É uma guerra fria, com certeza. É uma guerra fria que tá rolando e fica todo mundo com medo. Será que ele vai fazer? Será que ele não vai? Aí, mas
se um fizer, ferrou todo mundo. Aí, se um fizer, ferra todo mundo. Então, a gente tem que entender como é que tá a mente desses caras que estão dominando. E são caras que a mente é um pouco perturbada, né? Eles não podem misturar remédio com bebida, por favor. Essa a conclusão que eu chego. Ia dar merda. Se você fosse um líder desse no dia e aí fodeu. Fodeu. E tivesse a maleta, mano. Você apertava lá, Não, mas acho que aí tem a ver com a humanidade, porque eu já falei isso, irmão. Eu fiquei 10 minutos
com microfone, com plateia e ali eu poderia ter sido racista, homofóbico e não fui. O que mostra que eu tenho um coração bom. Olha aí, ó. Porque quando você tá bêbado, você fala as verdades. Eu poderia ter falado. Quer saber? Vou te falar. Eu faço. Imagina se eu falo umas merdas pesado. Merda, Né? Saiu só coisa boa. Tranquila. Não saiu nada. Nada. Nem positivo, nem negativo. Tá. Mas se é um Donald Trump, pô. Imagina, [ __ ] mano. Ó, olha só onde a gente tá falando. Quer dizer, no fim, no frigir dos ovos, é, os
principais nomes hoje do mundo são Donald Trump, certo? Putin, Putin, Xinping. Isso é esses aí. U, não tem mais. Tem o da Coreia do Norte que é malucão lá também. Tem o da Coreia do Norte. Da Coreia do Norte. É o queijo um, mas ele não sei lá. Agora a Índia, né? A Índia é muito poderosa nisso aí. Norte, índia muito e quem que é o cara da Índia, cara? Eu esqueci o nome do primeiro ministro indiano atual. Pode esquecer, senão ele vai ficar puto. Ele vai ficar puto. Ele não pode ficar puto. Se ele
ficar puto, ele toma remédio deve. Exatamente. El Musk eu vou botar como dos principais, cara. O El Musk ele fica é nos bastidores ali, né? É, mas é um bastidor ali. Quer dizer, se vamos, olha só, o mundo está na mão da saúde mental de quatro pessoas. É mais ou menos isso. É isso aí, car. Mano, agora, agora ficou. Então vamos parar de mandar mensagem de hate para essas quatro pessoas, por favor, né, Trump? Vai a merda. Um dia o Trump ele olha e fala: "Ô, vai tomar no cu, velho. Ficar mal, fuma um negócio
aí que você não sabe, acabou o GPS". É por aí. É meio assim. É meio isso. Ué, por nada ele não falou. Ele que falou, cara. Eu pode desligar o GPS de vocês aí e tal. E causou todo aquele alvoroço aí há alguns meses atrás. É mais ou menos isso, cara. E tem e tem gente que protege essa galera de fazer merda. Por exemplo, entendo que numa ditadura não necessariamente, mas por exemplo, tem uma democracia, né? Aí tentam tentam, tem todos, vamos dizer, os mecanismos de proteção, né? Assim pro Trump não dar uma de maluco
e fala: "Aperta o botão lá". Tanto que o Disney, né? O o É uma coisa muito interessante, né, cara? O presidente dos Estados Unidos, que é o Trump, a gente acha que ele é muito poderoso, mas você sabe que ele não tem acesso a todos os níveis de segurança, né? ele vai até um certo nível, dali paraa frente são outras pessoas, tá distribuído. Isso aí até mesmo é uma dos mecanismos para para que não tenha a o poder na mão de uma pessoa só, tá? Mas no caso do Putin, no caso do Putin, não, o
caso do Putin, ele anda, o cara anda com a maleta Do lado dele, ué. É só qualquer foto você pegar do Putin, você vai ver tem um cara, um grandão lá, um segurança dele que tá com a maleta ali. É a maleta dos códigos nucleares deles, ó. Não, não, pera. Tá, aí você fodeu minha cabeça. Achou que era o quê? Se choveu, se choveu, explodiu o mundo. O quê? Choveu a mala. Não, não. É uma maleta protegida, tal. Mas anda com o cara circuito lá e fodeu. E o mais legal é o seguinte, mas legal
sem Deus, né? É porque é que eu não achei palavra melhor. Desculpa. Mais interessante. É mais interessante. Tem um outro cara do lado. Isso aí foi uma coisa interessante mesmo. O [ __ ] começou a aparecer e aparecia um cara do lado com uma arma toda esquisita que ninguém nunca tinha visto essa arma na história. Nunca tinha visto a arma. Olha só. É uma arma. O medo que a galera tem do Putin é que o ucraniano jogue um drone na cabeça dele, que vem um drone voando, um drone kamikaze e cai em cima dele. Esse
cara que anda, pode colocar qualquer, procurem aí qualquer imagem do Putin, você vai ver que tem um cara com uma armona esquisita do lado, que é um caçadrone. É, aquilo ali é uma arma que o cara na hora que ele vê, ele Fica só olhando assim, ele vê um drone, ele mira no drone e atira. É uma arma eletromagnética que destrói o drone. Quer dizer, o Putin, quer dizer, vamos lá. Maurício Merelles quando sai de casa, eu tenho, eu tento lembrar da chave, isso aí e do celular. O But tem que lembrar o cara com
uma arma e o cara com uma maleta. E o cara da maleta. É isso aí. Então você vai ver. E isso foi assim, a gente nunca tinha visto essa arma, nunca. Ela nunca tinha aparecido. Aí de repente, aí o pessoal foi pesquisar, é aquele lance que eu falei, os setores secretos militares desses países aí, eles estão desenvolvendo coisas que a gente não faz nem ideia, cara. Não é nem ideia. A gente não tem nem ideia, entendeu? [ __ ] E eles estão tipo, sei lá, 20, talvez 30 anos na frente, entendeu? Então tem muita coisa
sendo desenvolvida. Que é a nossa sorte é que o Putin já tá nessa há uns 30 anos, né? A nossa, a nossa sorte ou não aí pro pessoal avaliar é que esses quatro aí, tirando do Elon Musk, os outros são bem velhos já, né? Eita. Sim. Mas o problema é quem tá vindo, né? Porque quem tá vindo é um twitiro. Exatamente. Vai trocar por um twitiro, sacou? São quatro. O Day Vense para mim tem uma carinha, já tem 30 anos, né? O Davi vence o Ven é novo, 40 anos, né? Tem o Day Vense, que
teoricamente seria o substituto do Trump que estão dizendo, né? Inclusive o Daniel Lopes vá assistir, ele trouxe uma teoria sobre Charles Kick maravilhosa também, que talvez Charles Kick seria o presidente dos Estados Unidos potencial. Várias questões, várias questões por trás, né, de enfim, vamos lá. Eh, o que que é tal da bomba de hidrogênio? Ela é mais perigosa, cara. A bomba de hidrogênio é o seguinte, né? Vamos lembrar, a bomba nuclear de Hiroshim Nagazak, elas foram bombas de fição nuclear, tá? que é quebrar o átomo. Você quebra o átomo e na hora que você quebra
ele, você tem a produção de energia. Lá dentro do grupo do Openheimer, do projeto Manhattan, tinha um cara, o sobrenome dele chama-se Teller. Ele, se quem vê o filme vai ver isso. Ele sempre falava o seguinte: "Nós temos que fazer a bomba de fusão. É a bomba de fusão. É a bomba de fusão é que vai ser, vai ter o poder maior destruição e tal". Não fizeram, fizeram a difissão. Mas quando termina ali a guerra, a primeira coisa que aparece é a bomba de Fusão, que a gente chama de bomba de hidrogênio. Então, a bomba
de hidrogênio é uma bomba de fusão nuclear. É só um é só uma forma diferente de fazer uma bomba nuclear. Em vez de você quebrar o átomo, você pega dois átomos e funde. O negócio que produz muito mais energia. Então, ela é muito mais poderosa que a bomba de fção. E quem tem bomba de hidrogênio? As mesmas pessoas que tem. As mesmas. Aí a gente não sabe nem quantas tem, né? Mas a gente Mas E o Brasil não tá a fim de fazer não, cara. Vamos lá, né? O Brasil devia fazer, devia ter feito, correr
um pouquinho atrás do tempo perdido. O Brasil devia ter feito para com negócio de Virgínia um pouco. Chega de Virgí, po, né? Não pode não, porque a gente assinou o tratado de não prestar. Aí tem que voltar atrás. Eu não sei qual foi o presidente, tem que procurar. Vamos, vamos atrás. Vamos pedir para ele procurar quem assinou. Mas o Brasil hoje não pode. Mas vamos lá. Nessa de não poder, o Irã também não pode, tá? Mas ele faz ou não faz? Será que eles não estão olhando e falando assim: "O Lula bebe". Então o Bolsonaro
é estressado, é melhor a gente assinar. Melhor a gente assinar, né? O Irã, o cara é meio maluco, Sei lá. Eu não foi baseado nisso. Israel, o Israel, Irã, eles eles, vamos dizer assim, a desculpa que eles usam que estão fazendo para aquilo ali com finalidade científica. O Brasil tinha que ter uma bomba nuclear. Eu sempre falei que sim, cara. É importante porque te coloca nessa discussão mundial em um outro patamar. Entendeu? Por que que não tem? Aí tem uma análise muito interessante pra gente fazer. Os países mais desenvolvidos do mundo, tanto em ciência como
em tecnologia como militarmente, são países que têm sempre uma ameaça do lado. Então vamos lá. China, Taiwan, tá ali, Estados Unidos querendo invadir e tal. Estados Unidos, guerra com metade do mundo. Rússia passou anos e anos sendo invadida. Até que os caras falam: "Ou a gente dá um jeito aqui ou não vamos dar. Faz divisa com a OTAN ali, certo? Quem ameaça o Brasil?" Ninguém, cara. Ah, tô pensando aqui. Então, muita gente diz que seria excelente para o Brasil que a Argentina, por exemplo, fosse uma ameaça. Vamos supor que o Milei chega e fala assim:
"Tô fazendo uma bomba atômica". Opa, o Brasil vai ter que produzir. Aí sim. Então, talvez a gente viva seja esseentão Da parada, esse neutro, porque a gente não tem nenhuma ameaça nas nossas vizinhanças. Isso é, isso analisando um certo ponto de vista é muito ruim. Sim. Por quê? Porque faz com que a gente fique numa zona de conforto, cara. Não tem ninguém ameaçando a gente, vamos ficar quieto aqui, entendeu? Então, mas numa no potencial guerra, eh, você ter uma bomba também não é perigoso, porque [ __ ] o cara vai querer te atacar, vai querer
então, mas vai querer te atacar ou não? Igual tá lá o Putin, ninguém ataca a Rússia. Não é mais legal o Brasil ser meio assim, meio Portugal. Às vezes eu acho pro Brasil, falo assim, tá, porque eu a gente tá numa situação, eu não sei quantos anos você tá, cinquão. Cinquentão. Você tem filhos? Dois. Já vi seus filhos. Aí você fica meio assim, a gente tá naquela o cara que tem 20 anos tá em outra cabeça. A gente tá na cabeça, eu não quero problema. Ah, sim. Pode ser. Também tem esse lado aí. Eu não
quero problema. Também tem esse lado. Aí a gente fica nessa coisa, vamos morar nos Estados Unidos. Eu falo: "Porra, vai dar uma guerra agora. Pior lugar para morar". Tudo bem que você tá aí? Tá bem para [ __ ] Que Do [ __ ] Nossa, o XK Factory tá bombando. Mas eu acho que agora não é muito bom para ir paraos Estados Unidos. Hã, também não é muito bom para ir pra Europa, né? Porque a Europa ali tá é Europa é é o TAN, né? Tá onde tá a merda. Exatamente. A Austrália é longe, né?
Minha mãe tá aqui, tá envelhecendo. Eu acho que o Brasil, querendo ou não, é, eu tô trazendo esperança para você que tá assistindo esse episódio. Acho que o Brasil acaba sendo um lugar mais. É melhor ficar assim. Não sei. Tá, eu não sei não. Eu acho que não. É porque a gente a gente perde a gente perde voz em tudo, né? Sim. Olha, exatamente, cara. Olha o cara, o o acho que até o Daniel Lopes que que fala isso, cara. Cara, o Brasil ele não é, sabe quando vai jantar os pais, os filhos, tal, aí
põe até a mesa das crianças. O Brasil é uma criança. O Brasil é ali, cara. Você não você não senta na mesa do do da dos da dos adultos. Você não senta, entendeu? O, eu sempre falo isso. O Brasil é o cara que tá no meio da ONU e ele fala: "Galera, eu fevereiro eu tô indo lá pro carnaval". Os caras fala: "Tá [ __ ] isso você não tem, você não tem carnaval na na China". Os caras vai falar: "Vano, se você sair agora em fevereiro vai dar uma merda". Vai dar. Exatamente. O Brasil
fala: "Beleza, eu volto, beleza, traz para mim depois lá no Dant Free traz um negócio, te volta com uma sacolinha, dá chocolate pra galera. Tá tudo bem, caralho." É verdade. Que que é o tal do famoso inverno nuclear? Então, o inverno nuclear é o que pode acontecer, né? Vamos supor que acontecer uma terceira guerra, ela seja uma guerra nuclear com bombas explodindo para todo lado. O inverno nuclear é o seguinte, essas bombas levantariam uma fumaça, né, vamos dizer assim, para ser bem resumido, né, um tão tão que cobriria o planeta todo a ponto de cobrir
o próprio Sol. E aí o Sol, os raios solares não entrariam mais. Meu Deus, isso demoraria um tempo para dissipar, só que esse tempo esfriaria a Terra a ponto da gente ter o tal do inverno nuclear, entendeu? Então eu lembro quando eu era novinho, eu não sei se você chegou a ver quando você era mais novo, o filme chamava The Day After, o dia seguinte, acho que eu vi isso, que é um dos primeiros filmes pós-apocalípticos, que a gente chama catastróficos, que tem uma guerra nuclear e tal, Pessoal, alguns não mata a humanidade inteira, alguns
sobrevivem, quando eles saem assim, tá tudo parece uma nuvem de chuva gigante tomando a terra. É isso, o inverno nuclear é isso. Que louco, né? É, é louco que a gente estava falando de uma coisa que eu acho que é importante jogar aqui até pro Cláudio que tá assistindo, que é hoje as coisas elas não são mais longes, né? A gente faz parte de um grande todo. Você covid, né? Eu me lembro quando eu tava tendo COVID era na China, era lá em Luan. Mas uma semana depois tava aqui. Ué, [ __ ] quer dizer,
uma semana e eu me lembro que a gente tava fazendo o carnaval. É. E a gente tava, ah, mano, tá de boa, isso não vai acontecer. Ah, é lá. Eu acho que o brasileiro tem essa coisa do tipo, ah, tá tudo certo. Então, assim, hoje nunca foi tão próximo tudo por conta de tecnologia, por conta de ciência, não tem mais o tá acontecendo lá, vai acontecer para todo mundo. Vai acontecer para todo mundo. Uma guerra nuclear, um inverno nuclear, é o lance da autodestruição que a gente fala. É isso. Excesso de tecnologia que gera, excesso
de tecnologia gera uma guerra nuclear. da guerra nuclear acaba que vai cobrir O planeta a ponto do dos do não ter mais calor, aí começa a morrer planta. Aí você não quem come, você come planta, o boi come planta, não vai ter mais boi, não vai ter mais pro capô, entendeu? Aí você vai se autodestruindo. Então o cara que vai comprar o terreno lá no Amapá, ele vai se ferrar da mesma forma. Vai sair não. Aí nesse caso aí vai se ferrar aí não tem, ele vai se ferrar. Então calma também não vai sair comprando
terreno não. Fica quietinho aí. Calma. É porque eu já tô já tô aqui, ó. Você já tá anotou aí, né? Na verdade, eu chamo vocês para resolver os meus problemas. Não tô aqui vendo para ajudar a humanidade. Eu quero saber se eu compro ou não compro um flat. Isso. Essa é a minha função. Amapá ou água da prata. Tô na dúvida agora. Vou trazer mais um aqui. Corretor Moris, o cara que vai falar sobre isso é boa. O o o cara do nada eu só tô trazendo pessoas, cara. O corretor se tiver uma terceira guerra
corretor guerra de dentro. A corrida especulação imobiliária na terceira guerra mundial. Olha aí. O cara fala de Bitcoin. Compra agora. Ô Sacan, quando o Daniel trouxe um dado que eu achei muito interessante, assim, se a Gente tiver uma guerra mundial hoje, não é tanto tempo de duração, né, para as coisas serem eh catastróficas, assim, você tem essa mesma visão? Ah, sim. Se for um negócio que então voltando aí à guerra da da Ucrânia e da Rússia, né? Todo mundo pensou que a Rússia ia resolver a parada em duas, três semanas e fim, mas tá aí
há anos, né? Sim mesmo, porque fica nessa, aperta, não aperta, joga bomba país entra e tal. Agora, se é uma guerra mundial mesmo com esse arsenal que a gente tem hoje de coisa, realmente ia ser ia ser bem pouco tempo, ser muito pouco tempo. Quanto você acha que Ah, cara, eu acho que dá menos de um ano, porque vamos lá, né? Nesse nessa parada do achismo da de uma terceira guerra mundial. O que tem no espaço de China, Rússia e Estados Unidos que eu comecei falando, a gente não tem ideia. A gente não tem ideia.
Então, esses caras, primeira coisa, eles acion eles acionariam esse sistema aí. E o que que esse sistema poderia fazer com a Terra? Não sei, cara. Não faço ideia, entendeu? Será que a o Putin jogou aquela que ele poderia ter bomba nuclear no espaço? Será que ele não tem mesmo? E aí, se ele tiver, é quem quem é que vai peitar ele para saber Se ele tem ou não. Aí seria só no caso desse aí, de uma terceira guerra mesmo deflagrada. E aí, pronto, aí duraria, eu acho que duraria bem menos de um ano, cara. Tá.
pelas previsões que a gente tá tendo, só para pessoal não ficar assustado aí, existe uma possibilidade recente disso acontecer do tipo assim, de ter uma guerra dessa, tá muito, se a gente botasse assim, tipo, de zero a 100 ali, a gente tá chegando no nível do 90, tá no 50, tá no Então a gente nem precisa usar o zero a 100, a gente usa o próprio relógio, né? Tem o relógio do fim do mundo. Esse relógio do fim do mundo, ele falou, é um dos maiores cortes da história desse tem o relógio do fim do
mundo, né? É o relógio do fim do mundo. É aquele relógio que é o two minutes to Midnights, né, que a gente fala a quanto que a gente tá da meia-noite. A meia-noite seria essa essa guerra aí. E esse relógio ele fica ali e menos de 2 minutos que o pessoal fala, né? Então outro dia ele ele chegou a 90 segundos, que seria 1 minuto e meio. Então como que o pessoal regula isso aí? Ele se é um um monte de analista que fica vendo essa situação. Então, por exemplo, começou ali eh Rússia e Ucrânia
mexeram o ponteirinho do Relógio, que diminuiu o quê? 10 segundos. É, vai diminuindo. Come, por exemplo, Paquistão e Índia é uma uma região de muito atrito e os dois têm arma nuclear. É verdade. Então, é uma região ali que se começa um atrito muito grande entre Paquistão e Índia, esse relógio já cai lá por uns 30 segundos, entendeu? Porque são dois países com arma nuclear. E que, cara, um pode começar a atacar o outro ali, mas dali isso aí pode espalhar China, porque a gente tem pontos, né, no planeta, né? Então, a gente tem Índi
e Paquistão, que é um problema seríssimo. A gente tem China e Taiwan, será que vai ter uma invasão? Não vai e tal. O pessoal fica nessa o tempo todo. Ucrânia e Rússia. Rússia e Ucrânia. Quanto tempo que você vai demorar? Vai demorar mais tantos anos? Vai, vai resolver? Vão fazer o acordo lá. Aceitaram, aceitaram Israel e Palestina, que aí envolve vários outros países do mundo também. Então assim, é o é o Estados Unidos agora vindo aqui na Venezuela, chegando perto da gente, entendeu? Voou outro dia o B52 em cima da Venezuela, que é um avião
que tem capacidade de levar arma nuclear, entendeu? Então assim, eh nós estamos ali nums 90 segundos do fim do mundo, Entendeu? O pessoal fala, né, que o relógio nunca chegou tão perto, né? Então, ah, é isso que eu i te perguntar. Nunca chegou tão perto. É. Nunca chegou tão perto. [ __ ] 1 minuto e meio, mano. É, daqui a 1 minuto e meio começa uma guerra. Vamos correr com o vídeo, filho. Não, não. Tira do dois. Tira do dois. Tira do dois. Do dois vezes. Deixa no vez, senão vai ficar mais rápido. Cara, você
aí que v no dois, tira, tira a velocidade dois, irmão. Vai dar uma merda do [ __ ] Ouve o áudio, mano, do seu pai. 6 minutos. Tranquilo, tranquilo. Senão você tá acelerando. É igual o clique igual a dancenda. Exatamente. Exatamente. Vai [ __ ] nós. Você vai [ __ ] nós. Não faz isso, cara. Mas vamos lá. Assim, tá, eu entend eu entendi a sua questão da a proteção pra bomba nuclear. Quer dizer, a bomba nuclear, no caso, ela causa uma proteção de soberania política, né? Você tendo uma bomba nuclear, querendo ou não, o
cara fica com meio medo. Você tem voz, pelo menos. Vamos lá. Assim, estamos em cinco aqui. Como é que a gente faz essa bomba nuclear? Porque a gente pode começar pela gente, talvez. Vamos começar começar com a bomba. Pega. papel, um pega tesoura. Então vamos lá. O Brasil para fazer o Brasil para fazer bomba. Cara, primeiro o Brasil das maiores reservas de urânio do mundo, tá? Começa com urânio. Quer dizer, a coisa mais difícil a gente já tem, já tem. Aí a segunda coisa é a gente chama que é enriquecer o urânio. O urânio que
a gente encontra na natureza, ele não é bom pra bomba atômica. Então a gente tem que ir num fazer um enriquecimento dele, que é transformar ele de 238 para 235. E o Brasil é bom disso. O Brasil enriquece uma uma porcentagem, 5, 6%. Para fazer uma bomba a gente tem que enriquecer até um nível de 80%, mas a gente sabe enriquecer, sabe? Então não teria problema. Onde que é Campinas? Aqui perto. Eí tem vários lugares aí. Vários lugares pra gente levar. Então primeiro passo, a gente tem que pegar o urânio. Urânio, enriquecer ele, coisa que
a gente já sabe. Coisa que a gente já sabe. Sa qual que é o terceiro passo? Não. E o terceiro passo mesmo é o desenvolvimento tecnológico. Aí será que a gente tem? Provavelmente a gente tem, porque a gente tem submarino nuclear. Quer dizer, então a gente, o Brasil tem todas as possibilidades de tomar. Brasil tem, cara. Tem, tem as possibilidades. Carnaval é o carnaval atrapalha, né? Porque o cara que tá enriquecendo urânio, às vezes ele é beij flor. Exatamente. Segurado, irmão. A beij flor tá [ __ ] essa [ __ ] Prioridade. E o ano
que vem que tem Copa do Mundo e eleição. [ __ ] ano que vem não vai fazer essa bomba você. Ano que vemão, mano. [ __ ] mano. Ano que vem fodeu, velho. O Brasil vai tá muito alienado ano que vem, cara. Os caras vão estar, ó. O quê? Tá pegando urânio para [ __ ] aqui. Todo mundo nos Estados Unidos vendo copo. Os cara aqui pegando urânio, levando gol. O exa vem. O exa vem. É, você vai ver, cara, esses eventos assim mundiais assim perigosos. Você sente isso? Tipo uma Copa do Mundo onde reúne
todos os países. Tá ficando cada vez mais perigoso esse tipo de evento Olimpíada? É um lugar assim que você evitaria? Como é que é o Sérgio Sacani da vida real? evitaria não, porque senão também a gente não vive, né, cara? Se a gente viver nessa paranoia aí também, a gente não faz mais nada da vida, né? Agora que dá assim, principalmente depois do do 11 de setembro, né? Eh, dá um medo, né, cara? Porque vai que tá a lá reunião de todos os países do mundo na Copa do Mundo lá e nos Estados Unidos ainda,
né, que vai ser a Copa do Mundo. Estados Unidos mexe Canadá, né? Sim. Mas a a fase final vai ser nos Estados Unidos. Vai estar todos os países ali reunidos. Aí tem esses grupos, porque tem os países, mas tem os grupos terroristas espalhados pelo mundo todo que podem aproveitar uma brecha dessa. Sim. Para poder fazer alguma coisa. Dá um pouco de medo assim dá. Mas cara, eu tento não viver nessa paranoia não, porque senão você não faz nada da vida, cara. Então eu quero te passar uma mensagem, eu quero que você passe uma mensagem de
esperança, porque é assim, [ __ ] não, não é, cara. Nada, o cara quer ganhar o Nobel de ciência, não dá paz. Vamos ajudar, man. Tem um cara tá desesperado aqui. Ô, irmão, você tá vendo o cara se afundando? Você põe uma mangueira na boca do cara, velho. Copa, Maurício, eu quero é Copa, compadre. Você quer copa? Eu quero. A gente vai ver a Copa. Que que eu tô sacando vai me ajudar a ver a Copa. Porque assim, ele é um cara que tem muita informação. É isso que eu queria te falar. Você é um
cara que tem muita informação, você é um cara muito inteligente, você é um cara que estuda Bastante. Como é que é tua vida, cara? Como é que, como é que você consegue através de tanta coisa, ã, que gera uma ansiedade, uma atenção, ainda mais o assunto que você gosta, como é que você consegue viver tua vida? Ah, não, mas eu não ligo, eu não não vou para esse lado aí da ansiedade, não é? Não, eu não. Então, passa um pouquinho pra gente essa cara. Não, assim, eu eu não tenho sabedoria para passar nesse ponto, não
tenho não, cara. Assim, primeira coisa, eu acho temas interessantes, tá? Segundo, eu acho que são temas atuais. Eu acho que é melhor a gente, tudo bem, para algumas pessoas pode causar ansiedade. Eu até recebo mensagem às vezes o pessoal, pô, eu nem quero ler mais sobre isso que eu tô ficando tô tô com Mas é melhor você conhecer e ler e ir atrás da da da informação dessas coisas do que você esperar isso chegar na sua na do seu lado do nada? Não sei, hein. Não sei. O dia que eu falei do Ramass pra minha
mãe, ela achou que era uma banda. E eu falei e eu falei: "Como eu queria ser minha mãe". Ah, o pessoal falando que a ignorância nesse ponto é uma é uma dádiva, né? E aí eu falo, Será que o grande problema do brasileiro não é tipo a as pessoas que estão assistindo esse vídeo estão agora tensas com essa merda, porque talvez o cara que tá vendo a Virgínia e a Virgínia na verdade ela é a grande salvadora da paz mundial porque tá ali no Ipink vendendo as coisas dela, né? Tô entendendo? Tá tranquilo. Veja a
Virgínia com o Vini Júnior. Me traz uma paz interior. Não traz uma paz. Será que Virgínia, porque não quero algoritmo do sacânia, a Virgínia e o Vini Júnior e aí a Virgínia na verdade pode ser pode ser um conceito do governo de é uma criação. Vamos botar Virgínia. Virgínia vai lá no Vini Júnior que a galera tá tenta com o negócio do Trump. Virgínia vai lá dá pro Vini Júnior. V tava acalmada na galera, né? Certo Instagram. Deixa eu ver o que tá acontecendo. A cada três sacan tem 45 Virgínia. Aí te fala: "Pera aí
sacan vai at legal. Exatamente. Virgíia que legal rapaz. [ __ ] Ah, legal, legal. A bomba de nitrogênio. Mas você viu que a Virgínia tá saindo 3 da manhã com E a base nova. Hum. E a base nova que ela vai lançar. E o louco falando de base militar. Que base militar, [ __ ] Eu quero a base da Virgínia. Pois é, cara. Então, assim, existe uma esperança científica pro futuro, cara? Você você Cara, não assim, então vamos lá, né? Eh, qual a minha minha minha minha minha análise? Nem é análise não, né? Se eu
confio ou não na humanidade, a gente tem, eu acho que a humanidade ela tá ela tá vai se unir por conta do seguinte. O grande problema que a gente tem no mundo é energia. Esse é o grande problema, tá? Para tudo, a gente precisa de energia para tudo. E a gente sabe que a produção de energia, do jeito que ela tá sendo hoje, ela não tá da melhor forma possível. Mas existe uma salvação que é a tal da fusão nuclear. A fusão nuclear pode salvar o planeta. Isso aí é verdade mesmo. E existe, olha só
que legal, né? A gente falou tanta coisa ruim, vamos falar uma coisa boa. Existe um projeto chamado projeto que reúne Estados Unidos, China, Rússia, Alemanha, Reino Unido, Japão, desenvolvendo um grande reator de fusão nuclear para produzir energia pro mundo, entendeu? Então assim, tem uma esperança, tem um fio de esperança sim, né? O problema é que a gente tá na mão da na cabeça, na verdade de quatro pessoas aí. Gostei. Gostei. Essa reunião desses quatro Aí. A reunião desses quatro aí é a reunião mais importante que tem. Tem que levar eles pra Copa, você não acha?
Vai vá para ver um jogo, dá um já devia classificar de antemão, né? China, Rússia, né? Já joga. Imagina merda. Rússia meteu 2 a 1 nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos. Segundo tempo. Guerra nuclear. Meu, com Botafogo já quase fiz merda. Imagina, não pode dar na Copa, não é o contrário. Tem que tirar, tem que tirar, tem que tirar. É verdade, né? Tem que levar a Virgínia para Ros. Deixa eles conhecerem a Virgínia um pouco aí. A solução dessa [ __ ] toda. Virgília no Paquistão. Isso. Virgíia na Coreia do Norte. Final do ano, Nobel
da Paz vai parar. Virgínia resolveria, mano. Chegamos, cara. Esquece essa [ __ ] de de estudar. Esquece. A gente tem que pegar a Virgínia e lançar ela em vários países ter bomba nuclear e ela fica lá, bate um papo, dança para [ __ ] vende. E cara, vamos terminar com uma uma pergunta. Obviamente a gente tá falando achismos aqui no final. A gente tá falando de esperança. Inclusive eu tenho uma tese muito curiosa que eu acho que os alienígenas só estão esperando a gente se matar Para eles entrarem. Eu acho que os alienígenas são tão
inteligentes a ponto de falar para que que eu vou lá. Mas aí que existe existe uma teoria que é o contrário, né? Hã, que diz que eles ficam vigiando a gente e que a gente na hora que a gente for fazer alguma coisa para ser eles vão intervir. Tem a galera que que fala disso aí. Ah, eles vão vir de branco. Eles não querem que a gente, eles não querem. Soltando pombas da paz, tocando em méd eles. [ __ ] hein? [ __ ] cena. O pior, você acabou de criar o pior filme do mundo.
Imagina uma guerra. Aí você entra os alienígenas e gente para vamos se unir e acaba. E o mundo vai ser isso. É o pior, mano. Ia ficar muito puto. Não, mas é tem je tem o pessoal que defende que que nós é do John Lennon. É o John Lenon descendo, né? Não, mas tem o pessoal que fala que a gente é um experimento, né? Primeiro tem a galera que fala que a gente foi um experimento alienígena e deu errado. Então nós somos jogado aqui pra gente se virar. Outra coisa, o pessoal diz que eles ficam
vigiando a gente e que na hora que vê que o negócio vai dar uma merda gigante, aí eles vão parar e vão aparecer e tal, que aí nós vamos Entrar naquela teoria que eu falei que é do tem um mal maior e tem um mal que assola o mundo inteiro pra gente se unir e combater, entendeu? Então eles aparecem, a humanidade se une toda em prol de combater um mal maior do que as intrigas entre países. Maurício, sem mano, eu tô meio assustado, velho. Esses alien também tudo uns filhos da [ __ ] Holocausto comendo,
eles vigiando, cara. Que alienígena. Ô, vocês são muito pau no cu, velho. São uns pau no cu. Holocausto rolando. Deixa. Vamos fazer amanhã. Posso falar? Palestina, eu vou convocar, vou fazer algo pro pro meu país. Terça-feira é o dia do dedaço. Todo mundo 6:30 fica assim, ó, filhos da [ __ ] Terça-feira, 6:30 sai na sua casa, sai na janela da sua casa e põe o dedo pros alienígenes estão vigiando, eles vão descer. Olha isso aqui. Então, ocusão, vamos resolver logo isso. Se eles existem mesmo, como se essa tese é fato, eles descem. Que que
[ __ ] é essa? Já tô sabendo, tal. Acho que só vai aparecer um feixe de luz. vindo e não em mim porque tive a ideia. É você mesmo e tá vendo que eles estão ouvindo sou o primeiro. Tá [ __ ] mano. Mas esa aí não existe chance do alienígena Ser legal. Desculpa sacan tá desculpa ignorante. Sacan é bem sacan. Desculpa. Eu sei que você vai lá no tarde preta, tava falando lá casod. É aquele negócio, né? O, na história da humanidade, sempre que uma civilização superior chegou numa inferior, ela dizimou aquela aquela aquela
população. É a gente com formiga. É a gente com formiga. É, portugueses vieram aqui, acabaram com os índios, foram na América Central, acabaram com os cara lá. É sempre assim. Se um alienígena chega aqui, obviamente que ele é muito mais tecnológico que a gente. Ele é muito mais superior que a gente. Calma. Por isso que a gente vê esse lance dele acabar com tudo. Mas eu tenho uma tese. Vai lá. Nossa evolução. Você acha que alienígena seria uma evolução do ser humano? Não, eu acho que não. Não tem nada a ver, não. São são raças
diferentes. Raças diferentes, mas mais evoluídos que a gente. Mais evoluídos. Você chegaram aqui. Ué. É. Então, mas eles são mais evoluídos do que tecnologicamente ou tecnologicamente? Tá. Eles vão [ __ ] a gente. Vão. Ué. Não vão. Vão. O Stit. O Stit não fez nada com a gente. O Stit foi nosso amigo. Não, mas é filme o Stitch não é a vida Real. Mas qual referência que a gente tem? Mas ó, agora gente não é de verdade. Agora quer ver uma coisa muito legal? Olha que coisa legal. Tudo isso aqui que a gente tá falando,
a gente tá, olha que maluquí que a gente tá fazendo, cara. A gente tá impondo numa raça alienígena que a gente nem sabe se existe, provavelmente não existe, conceitos eh pens humanos, cara. Isso aí tem um nome, tá? E chama-se antropomorfismo. Se quiser falar maconha, drogas. Isso aí é antropomorfismo. A gente fala: "Pô, o cara tem medo, eles têm não sei o quê, eles têm raiva, eles vão chegar e matar todo mundo." Isso aí, coisa humana que a gente tá inserindo numa civilização que a gente nem sabe. Dos mesmos criadores de aniversário de pet. Ai,
de pet. É exatamente do mesmos criadores de meu cachorro. Precisa de uma gravata. A gente acha que o alienígena ele vai ter uma empatia ou ele vai ter um pensamento humanizado. Exatamente. Loucura isso, né? É verdade, é verdade. É assim, cara. A gente é desse jeito. A gente, o que mostra o nosso narcisismo perante ao universo, né? Tá. Você é um cara que estuda bastante sobre alienígena. Você leio muito sobre alení. Eu não. Você já falou que você não acredita. Não acredito. Tanto que a minha peça lá no teatro, será que estamos sozinhos, né? Ex.
Exato. Exato. Você prova que que Não, eu não provo, eu deixo a galera com a dúvida. É, mas você traz você traz muita você traz muito recurso pra gente acreditar que não existe nada além da gente. Exatamente. Tá. O monarquia te chamar de burro aqui. O Monarko, eu e ele, a gente tem várias discussões sobre isso, que ele acha, além dele achar que existe alienígenas, ele acha que os alienígenas dominam o planeta numa numa, é, ele acha que ele tá morando no MIB, é num negócio num negócio global, né? Numa como que ele fala? M
o filme, numa coisa galática, a confederação galática. Ele acredita na conferação galá. Quem controla a gente é o é o al que os al que os grandes governantes, os as grandes mentes do mundo estão ligadas diretamente. Nós somos tudo tipo marionete assim, né? Eu sei que ele acha. Eu já conversei com ele sobre, mas até aí ninguém tem certeza do contrário, né? Não tem, né? Só ela, só ela. Você fica meio puto, sacan, de não saber até onde vai a sua, a sua fé nessa questão toda, até onde vai a sua ciência barra sua fé,
Porque tem um cara que você, imagina que você tá lendo um artigo, aí de repente você tá lendo um negócio lá da Ucrânia, cara, escondido. Eu imagino você na sua casa assim, um baú pegando um negócio, mais ou menos. Sai uma poeira e você começa a anotar sem camisa, anotando. Imagino você assim, tomando uma coquinha com gelo, uma coquinha com gelo, um doritos. Passa teu filho, fala: "Pera aí, cara, que eu tô vendo aqui o negócio, tal". Então, imagina que você tem muita informação. Até onde? Qual foi a informação que você não conseguiu chegar? Qual
a informação que você queria muito entender? E você fala: "Não, não, isso aí de você tem vida em outro lugar, com certeza, né? Isso aí eu acho que é dar um dos maiores pensamentos nossos, né? Desde que a humanidade, desde que o ser humano existe, acho que é isso, né? E não tem nenhuma comprovação científica. Nenhuma. Nenhuma comprovação científica. Não tem nenhuma. O que tem é o quê? É só achismos. É só achismos. Totalmente. É só achismos. Então a gente não consegue concluir se não tem comprovação nenhuma que realmente não existe. É essa a sua
tese. É. Tá. E aí a pessoa vai falar: "Mas quem Disse que precisa ser uma comprovação, né, de corpo, né? Pode ser uma coisa então mental. Aí, beleza. Concordo, cara. Concordo 1000%. Aí, vamos lá. Eu, pessoalmente, eu vou pelo lá, como né, como você falou aí da parte científica da parada e tal, eu vou pelas leis da física, tal, não sei o quê. Muita gente fala que não, cara, mas você tá indo pelo lado errado. Eles são seres interdimensionais, eles não precisam de uma nave metálica para viajar, eles viajam pelas dimensões. Cara, show de bola.
Mas aí eu já acho que é muita fantasia, entendeu? entra para um lado da fantasia, porque eu não acredito que a gente consiga viajar entre dimensões e nem nada disso, tá? Mas aí aí é uma questão meio de fé que aí eu sei que tem pessoas que acreditam nessa coisa, né? ou seja espiritismo, seja qualquer outra coisa que você acesse dimensões que não sejam essas aqui. Eu não acredito. E hoje muita gente diz que é porque é o seguinte, se entra uma nave alienígena, ela entra na atmosfera da Terra, quase que o mundo inteiro iria
ficar sabendo, porque é tanto telescópio, é tanta coisa olhando para cima que não teria como fugir. E a gente não tem. O que A gente tem é relato. Ah, eu vi uma luz aqui, eu vi um ser ali, eu vi um negócio ali. Aí eu sempre pergunto pro pessoal, mas cara, cadê a nave? Como que eles entraram aqui? Por que que a gente não ficou sabendo? Não, mas é que eles não entram, eles surgem. Aí eu falo, mas surgem como não, eles viajam interdimensionalmente. Aí quando a pessoa começa a falar isso, para mim, a gente
entra no mundo da fantasia e num mundo aonde qualquer coisa então pode acontecer. Claro, concordo. Entendeu? Mas aí você vai cair naquela tese que a gente pode ser uma simulação. Pode ser que a gente seja uma simulação. Você já acreditou nessa tese? Cara, essa essa tese nem é de acreditar ou não, né? Isso aí tem um físico atualmente que ele tá tentando provar se a gente vive numa simulação ou não. Porque se a gente vive numa simulação aí aí tudo pode acontecer mesmo. E a gente não tem que se preocupar com [ __ ] nenhuma
porque a gente nem é real. [ __ ] simulação merda, hein? Merda. Uma merda. Simulação ruim. Programador. Culpa do programador. Quem é esse programador? Filha da [ __ ] Dedão para ele também. Dedão pro programador, [ __ ] Culpa do programador. É, Mas não, isso é verdade. Já pensei nessa tese que você trouxe. É um programador [ __ ] Porque assim, a Suíça tá [ __ ] Tá [ __ ] Não podia programar tudo igual a Suíça. Será que são vários programadores? Com certeza. O nosso é meio depressivo. Eu já tive essa se Deus existe,
porque assim, eu acredito em Deus, mas tem gente que não acredita no seu caso assim, se ateu. Mas se Deus existe, quem disse que é o mesmo Deus? Quem disse que não é tipo, sabe quando você é se agora você passa para um outro seou. Às vezes são vários deus. Teve um deus ali que fez e tá cometuba, o outro Deus fez fez bomba maldivas, né? Outro fez maldivas, porque são diferentes. São diferentes. Podiam chegar no consenso, né? São diferentes. Tem um cara que nasceu, [ __ ] com uma cabeça de um jeito, outro nasceu.
São deuses diferentes que, enfim, é uma tese aí que eu tô criando. Em breve a religião meirelismos vai chegar e a gente vai estudar. Bom, cara, eu acho que chegamos aqui num num bom chegamos numa [ __ ] maluquí do [ __ ] O futuro é embora muita coisa seja maluquí, mas são coisas que tão, né, até acho que você pensou nessa série pelo fato fato como tá o mundo hoje, Né? Exato. Eu pensei como achismo mesmo, né? Não. E o mundo hoje tem esses pontos. O Daniel deve ter falado isso melhor que eu, porque
ele estuda isso muito mais, mas a gente tem vários pontos de tensão pelo mundo e é uma coisa, cara, a gente não sabe o que que pode acontecer. A gente tá na mão de pouquíssimas pessoas. São poucas as pessoas que t o domínio praticamente do planeta inteiro que isso é muito assustador. Isso é muito assustador. Porque porque, por exemplo, quando eu faço uma merda, hum, não é? Quando eu faço uma merda, a primeira coisa que eu penso, eu falo assim: "Cara, talvez todo mundo poderia fazer essa merda que eu fiz, cerza porque eu sou um
ser humano." Sim. Ou esses quatro caras são os alienígenas e eles são extremamente baseados numa outra questão que a gente não sabe. Ou o que eu posso fazer, esses caras também podem fazer. fazer, porque eu sou humano, eu choro, eu fico feliz, você tá triste, a gente tem várias questões. Então, uma pessoa que tem um domínio, são quatro pessoas que dominam o mundo e aí o dia inteiro o cara lá sendo xingado, sendo não sei o quê, não mexe nisso e isso pode [ __ ] o mundo. Antigamente não dava para [ __ ] O
mundo como pode [ __ ] hoje. Essa é a conclusão que a gente chega. Exatamente. Hoje, hoje pode, hoje pode. Imagina que se esses quatro virar um, é um cara só que domina o mundo inteiro, mas o quarto é de repente, sei lá, o Putin ganhou a guerra aqui, tal, o Putin comanda o mundo. E aí? E aí? Aí ia ficar que era a grande tese do Elon Musk, que a galera tinha medo do porque o Elon Musk querendo ou não tem um Starlink, né? Que é então o Elon Musk tem um Starlink que o
Hell tem tem várias coisas. Ele tem um Starlink. O Starlink ele fornece internet, né? Sim. Então isso é muito legal. O Estados Unidos ele tem o Starshield, que são as Starlinks usadas pelos militares americanos. Então isso quer dizer o quê? Isso quer dizer que a velocidade de comunicação é muito maior, tá? Sim. E muito eles têm as Starlinks novas, elas têm sistema laser, os satélites se comunicam entre eles. Então você tem realmente um escudo de satélite ali do do Hellow Musk. O Elon Musk ele tá muito hoje envolvido com o Pentágono, ele tá muito dentro
das Forças Armadas Americanas, entendeu? Ele teve muito perto do governo americano durante meses, entendeu? Depois Deram uma briga ali entre eles, né? O Putin, ele, mas ele teve muito envolvido nisso aí. É o que o pessoal fala, você tá vai dando, né, muito poder para uma pessoa só. Isso é muito perigoso mesmo. Isso é muito perigoso. Perigoso. A gente vai cair numa discussão, vai chegar no comunismo. Não, não, não, não tô a favor, não é isso. Mas a gente vai chegar numa conclusão que é se o dinheiro e o poder tem que ter limite. É
exatamente é isso aí. Porque se uma pessoa como o Elon Musk, ele consegue ser presidente dos Estados Unidos com o dinheiro que ele tem, mas o poder que ele vai ter. E aí? Aí, e aí a gente tá dependendo desse cara para para o que que eu compro em e é dono do Twitter, né? É dono do Twitter. Ainda tem isso por uma questão estratégica, eu acredito. É de dominar narrativas ou não. Na verdade é o contrário, né? De não deixar espalhar narrativas. É o que ele fala é do do free speit, né? Então ele
comprou o Twitter ali para que todo mundo fale o que o que que bem entender e a pessoa decida vendo tudo, né? Na verdade que ele achava que o Twitter antes ele mandava só uma narrativa, então ele quis comprar para abrir aquilo ali para Cara ver tudo agora e aí você decide da melhor forma o que que você quer seguir na sua vida. Entendeu? Pois é, mas eu acho que não é sobre o Twitter, é sobre o ser humano. Sempre falo isso, né? A gente tá, mas é perigoso quanto quanto mais poder em menos pessoas,
pô, isso aí é terrível. O planeta é terrível. Então é isso, gente. É, assista os outros episódios da série. A gente fez uma série bem legal. Cara, eu adorei esse papo de verdade, porque eu assisto muito você, sacane. Eu nunca vi a gente falando sobre algo aí, ó, que sai do do que é o convencional, né? A gente tá a gente tá elocubrando. Acho que o achismo é isso é legal. Isso é legal demais, né? Faz um exercício, né? De Óbvio, falo da forma cômica, você fala da forma mais [ __ ] ciências, tal. Eh,
tem outros três episódios, né? Esse daqui é o tem o com o geopolítico. Ah, o geopolítico que é o primeiro episódio. O Daniel segundo episódio. Terceiro episódio aqui com Sacani. E o próximo é sobre economia. E o próximo é sobre economia. O que que vai afetar na economia do mundo se tiver guerra ou não. Aí tem que fazer um para chamar todos nós aí, ó. Aí é legal. Aí reunir todo mundo, Ó. Reunir todo mundo pra gente ver o que que exatamente e a gente faz um grande evento com a Spaten. Isso se saindo na
porrada. U FC o popó faz, mas ia ser legal. Popó conta quatro conta quatro maluco, né? Quatro maluco. E ele debatendo com vocês. Esse é o final. Eu quero agradecer mais uma vez o Sacan. Eu sou, cara, eu gosto para [ __ ] de você. Eu gosto muito de você. Tem um cara que te imita muito que é o Igor, sei ele. É muito boa a imitação dele. Muito boa, muito boa. É uma Ele já foi lá no teatro e imitou lá no camarim lá. Foi muito engraçado. Ele, ele é muito bom. Um salve aí
pro Ele é muito bom. E acabou ciência sem fim, né? Cara, você sem fim tá tá entrando uma pausa por tempo indeterminado aí, entendeu? Mas eu tô saindo lá, então assim, mas você tá onde agora pra galera? Cara, eu tô no Space Day, que é meu canal, entendeu? Então tô lá no Space Today. Vão lá, tem vídeo direto. Tô falando lançamento de foguete, a gente transmite todos, né? Tenta transmitir todos. Eh, tô falando muito do Atlas, que é o que é o objeto que tá vindo aí, que não vai vir, que até o cometa só.
Fiquem tranquilos. Vem ou não vai? Não vem. Não vem não. Virgínia. Não, a Virgínia é coisinha dela. Nova coleção chegando. Novava coleção. Nova coleção. Nova coleção. Tudo isso era nova coleção. Ela é [ __ ] mano. Fica, velho. Então vamos lá. Space to Day. Me sigam em todas as redes aí. É Space Day em todo lugar. Na descrição do vídeo, caso você não conheça o Sacan, conheceu agora lá, eu recomendo. Vai em qualquer canal do Sacan, Instagram, redes sociais, enfim, assista. Eu acho que eh a gente tem algo muito legal aqui, que é a forma
leve de falar de um assunto que é meio às vezes chato para algumas pessoas e meio rebuscado, sacando fala de uma forma muito legal, não tão professoral e sim mais coloquial, tá certo? Esse é o achismos. Veja os outros episódios. Estou aqui toda segunda-feira às 11 da manhã com o episódio inédito e tem toda a editoria do resto da semana. Meu nome é Maurício Mereles. Valeu, gente.