Olá você é acadêmico do curso de geografia do centro de educação à distância o CEAD da unimontes e da Universidade Aberta do Brasil você é aluno do campus de Uia de Joaíma e Jaíba a gente tá encerrando a nossa disciplina deom morfologia Eu sou professor Anderson Bertoli esse é o nosso sexto e último encontro da disciplina espero que a gente tenha aproveitado um pouco eh dessa aventura que é estudar geomorfologia esse ramo maravilhoso riquíssimo eh que provoca curiosidade sobretudo por conta dos impactos que traz né a paisagem um relevo e que de fato chamam aos
olhos de quem tem essa curiosidade epistemológica para entender esses processos de formação desse relevo e de fato é um um dos dos principais eh eh eh mecanismos de provocação eh pros estudos da geografia né Eh para todas as idades inclusive pros alunos que vocês terão quando após formados no curso de licenciatura então a paisagem de alguma forma de uma forma geral ela chama atenção para os estudos da geografia e a geomorfologia É sim um braço que permite entender as dinâmicas de Formação desse modelado do relevo terrestre então a gente encerra hoje a disciplina né Eh
esses seis seis encontros essas seis vídeoaulas e as atividades complementares eh e hoje então a gente vai falar um pouco mais sobre os processos exógenos né de modelação do relevo eh e também sobre eh eh a o relevo brasileiro a classificação do relevo brasileiro encerra falando da um pouco da geomorfologia cárstica que é típica aqui do norte de Minas uma formação também eh eh que traz eh eh bastante eh provoca bastante a curiosidade das pessoas sobretudo por conta dos impactos que tem a a as cavernas né Eh e também as inscrições rupestres Tá bom vamos
lá então para finalizar o nosso sexto encontro a gente não pode deixar de mesmo que seja o último encontro né para quem não fez até agora corre para fazer seja engajado tem interaja com a turma com os professores e seja colaborativo isso é fundamental para que o processo aconteça não só na geomorfologia mas todas as disciplinas do curso tá por conta de ser uma modalidade a distância visão deada disciplina então a gente encer encerra hoje nossa sexta videoaula eh as atividades que compõem esse processo avaliativo Então as atividades colaborativas a gente encerra com a terceira
hoje eh as atividad individual duas os fórums de discussão também a gente encerra com o sexto fórum hoje alação presencial as nossa sexta vídeo nossa sexta videoaula hoje então a geomorfologia essa parte da geografia né então ela é uma parte da geografia eh eh sobretudo Antigamente pensava-se como uma parte da geografia física mas hoje dados os estudos ambientais a própria geomorfologia ambiental a geomorfologia é algo que tá junto com a geografia complementa os estudos da geografia a gente tem no nosso material de referência quatro unidades a gente encerra hoje os a unidade três na unidade
quatro processos exógenos eh a formação do relevo brasileiro a classificação do relevo brasileiro e a unidade quatro A geomorfologia cáa tá então sempre lembrando geomorfologia A etimologia da palavra estudo das Fas da terra e como eu disse é o encontro entre a geografia e a Geologia então a geomorfologia e bebe da fonte da Geologia e bebe da fonte da geomorfologia da geografia Então esse encontro entre a estrutura da terra né da litosfera da terra da dinâmica interna com os processos externos exógenos que a gente chama de modelação desse relevo criando Então essa diversidade eh de
paisagens que a gente tem e que chamam os olhos para quem se interessa pela geografia Então as unidades do relevo brasileiro aí a gente encerra o nosso a nossa sexta videoaula falando dos Desafios que são PR gente entender as inúmeras classificações sobretudo quando a gente vai lidar com a Educação Básica com a formação da Educação Básica né vocês que serão se já não são futuros professores de geografia então é um grande desafio para você tornar inteligível esse tipo de informação né pros meninos eh de falar diferentes e eh linguagens né para cada etapa desse processo
de formação da Educação Básica desde o sexto ano do fundamental 2 até o terceiro ano do ensino médio Então eu preciso ter jogo de cintura e obviamente como eu sempre digo curiosidade epistemológica Ir Além dessas vídeoaulas aqui que são na verdade um pontapé para que você Professor informação e busque mais ações e dê conta de cada etapa dessa da formação do seu futuro aluno eh Por que que essa comple complexidade porque o contexto geomorfológico brasileiro é complexo o território brasileiro em si é muito grande e os processos de formação desse relevo são variados né com
relação às classificações do relevo são estudos ou trabalhos científicos que a gente tem de um grupo de pesquisadores que em cada tempo ou trazem uma inovação na classificação ou utilizam de outros estudos para poder complementar como a gente tem casos aqui no Brasil a gente tem no primeiro momento uma influência como toda a geografia dos estudos dos estrangeiros que visavam sobretudo entender a local da da localização dos recursos naturais desse relevo brasileiro né e para o professor juran de rosa oess juran de rosa 1985 a citação dele Professor Harold G zevedo foi o primeiro pesquisador
efetivamente brasileiro a ter a preocupação em caracterizar as unidades do relevo sem ter necessariamente essa preocupação de entender o relevo como recurso natural utilizando-se assim de uma terminologia geomorfológica e secundariamente geológica quando se fez necessário um maior detalhamento então para o professor juran de Ross a contribuição né a Gênese dessa classificação no relevo brasileiro de fato pensando nos detalhes dessa formação cabe Coube ao professor Aroldo de Azevedo Ainda sou professor aredo ele foi um dos mais importantes estudiosos da geomorfologia uma vez que ele a classificação dele foi utilizada durante muito tempo seru como base pros
livros didáticos que durante muitos anos eu inclusive estudei muito as classificações do professor reso nos livros didáticos da Educação básica né nas escolas públicas as quais eu estudei né Eh ele serviu como base paraos estudos complementares que foram eh eh se aprimorando essa classificação do relevo brasileiro como um exemplo do professor asis AB sa tá aqui a classificação das as oito unidades morfológicas do professor clássica classificação e clássica do relevo brasileiro uma das primeiras né efetivamente brasileira que traz aí a divisão do território brasileiro em planos e planices tá a gente tem então como complemento
aos estudos do professor Harold de Azevedo a contribuição do professor abá que se notabilizou como um dos mais brilhantes geomorfólogo brasileiros tendo em vista a sua incansável preocupação com a padronização da nomenclatura das unidades do relevo brasileiro então o abser professor habs complementando aquilo que o professor Adon de Azevedo começou ele traz então a sua contribuição trazendo nomes classificações padronizando nomes específicos que traduziam esse relevo brasileiro tão rico e tão complexo ele contemplou uma outra contribuição importante do professor absa que ele contemplou também nessa classificação eh uma dimensão ambiental não é da questão dos impactos
né então se lá na época dos Estrangeiros eles se preocuparam se preocupavam basicamente em entender a distribuição dos recursos naturais o ABS dá um pulo um salto nesses estudos trazendo a fragilidade desses ambientes eh a partir do da dimensão ambiental que ele faz as análises dessas geomorfologi efetivamente brasileira o professor abá contribui com duas importantes obras a primeira classificação do os planal doos brasileiros detalhando aquilo que o Aroldo dezo tinha feito né anteriormente e Sem dúvida nenhuma o clássico do professor ABS a classificação dos domínios morfoclimáticos introduzindo a dinâmica climática com elemento fundamental na modelação
desse relevo brasileiro né Eh o que a gente chama de sete domínios né ACM ca a r p a amaz [Música] serrado mares de morros catingas Araucárias pradarias e as áreas de transição então também é um clássico n uma contribuição como toda ciência né como toda ciência ela assim como uma esteira né os estudiosos vão colocando a sua contribuição essa esteira vai ganhando corpo n ganhando detalhamento se completando se impando eh e Não para né e não para vocês professores poderão dar contribuição de vocês vocês estudantes de graduação de pós--graduação nós a pós-graduação Na graduação
eh estudamos a todo momento formas de aprimorar esses estudos que a epistemologia da Ciência da nossa ciência da nossa geografia eh trouxe até agora dentro dessa esteira Então a gente vai contribuindo e os estudos vão se aprimorando uma terceira contribuição de destaque na geomorfologia Brasileira é do professor J de Ross trata de um trabalho no caso do professor J de Ross bastante complexo que se apoiou estudos do professor principalmente mas que contou dado o tempo em que ele fez as suas pesquisas com a grande a grande variedade com a grande quade de dados novos vindos
aí do projeto hadan Brasil né que é a cobertura né a cobertura a partir de um satélite brasileiro de todo o território então o acesso que o professor jur Ross tem a partir dessas dessas tecnologias vai então permitir um grande salto de detalhamento nos estudos da geologia brasileira utilizando técnicas do sensoreamento remoto ainda sobre Professor jurand Dios as eh eh a classificação dele se baseia nas noções de morfoclimática como sugeri o professor absar morfoestrutura e morfoestrutura trabalhando nas questões internas de modelação do relevo e morfoescultura trabalhando os processos exógenos então detalhando né como eu disse
detalhando esses estudos agora um novo elemento as técnicas de sensor momento remoto eh eh e a quantidade de dados do projeto radar Brasil que mapeou né através de satélite esse território trazendo mais detalhamento é então ele vai criar três classificações ou três taxons né primeiro táxon dividido em Planalto depressão e planí o segundo taxo em bacias sedimentares cinturões ou orogênicos ou dobramentos mas recentes que não tem no Brasil no caso intrusões e núcleos cristalinos arqueados que são os escudos que dominam boa parte do Estado de Minas Gerais que a gente já citou e o terceiro
taxon ele traz as depressões os planaltos e as planas classificando 11 depressões 11 planaltos e seis planas aqui toda a classificação do professor jir Ross com 28 unidades morf estruturais do Brasil Então atrás tinha meia dúzia de classificações Professor ABS com mais eh eh complementando as classificações aqui a gente tem um nível de detalhamento a partir eh do acesso aos dados do satélite satélite e as técnicas de assessoramento moto 28 unidades de de de de morf morfoestruturas no Brasil em 1990 tá provavelmente é um é um dos materiais que vocês estarão terão acesso na hora
de ensinar geomorfologia para seus alunos da Educação Básica os plutos para o professor juran de Rossa representa os resíduos da erosão sob escudos cristalinos ou bacias sedimentares os plutos podem ser subdivididos em unidades morfológicas menores assim o planal de Serras domos morros Colinas chapadas cuestas Escarpas etc então seria um patamar desse processo de modelação um degrau dentro de toda a estrutura do relevo seria um degrau eh com altitudes mais elevadas no Brasil segundo Ross são 11 unidades morfoestruturais de Planalto tá entre essas unidades morfológicas os planaltos residuais Norte Amazônicos destacam-se pur apresentarem as maiores altitudes
do território brasileiro é nesse Planalto que se encontra o ponto mais alto do Brasil mais próximo ali da de uma cadeia orogênica né Eh mas recortada um relevo relativamente mais recente tá É nesse Planalto que se encontra o ponto mais alto que é o pico da neblina no estado do n zonas com 2.993 m de altitude os planaltos chapadas da Bacia do Parnaíba e o Planalto da Borborema Borborema desculpem são os dois principais planaltos que circundam a Grande Depressão do São Francisco que marca a paisagem do Estado de Minas Gerais eh e do Brasil né
não podemos deixar e eh de citar isso os plan Altos de Serras do Atlântico Sudeste mais ao sul são os planos que abrigam as principais cidades do centro sul do Brasil do país São Paulo Rio de Janeiro e Belo Horizonte Então são as marcas desse relevo brasileiro tá em Minas Gerais grande parte do território Mineiro é formada por Planalto né por isso o estado de Minas Gerais é conhecido nacionalmente por suas serras e mos cidades como pelo Horizonte Ouro Preto Diamantina GR mongol Valadares Juiz de Fora e Postos de caudas estão nesse Planalto né algumas
curiosidades com relação aos nossos planaltos e aos nossos Picos a gente tem o Pico na neblina com 2995 de m metos de altitude o 31 de Março também no Amazonas né com 2974 de altitude e na Serra do Caparaó entre Espírito Santo e Minas Gerais a gente tem o Pico da Bandeira e o Pico do Calçado especificamente o pico da Bandeira pessoal se confunde como sendo o mais alto do Brasil porque ele é é o mais alto com acesso né Eh com acesso a partir de trilhas o Pico da Neblina acesso mais fácil né Pico
da Neblina pico 31 de Março para acessar eh Eles não têm essa essa essa facilidade de acesso então o pico da Bandeira Inclusive a gente teve já alguns professores que levaram alunos lá para conhecer então por isso essa confusão o pico da Bandeira o Pico da Neblina o fato é que o da Neblina é o mais alto do Brasil e o da bandeira com acesso de trilha né é o mais alto eh considerando Esse aspecto um exemplo da paisagem do Planalto a gente tem aqui as Serras do leste e Sudeste Tá vendo como é que
a essa formação abaulada né das pontas dos morros mas também com algumas alumas áreas com cristas né Tá dependendo aqui aqui vai variar essa variação de de modelado vai vai estar relacionada diretamente com a a o nível de resistência de cada eh Crato né de cada eh formação eh eh estrutural dessa né que vai resistir mais ou menos aos processos intempéricos e de erosão as depressões uma segunda classificação do Professor Julio de Ross podem ser de dois tipos absoluta e a relativa absoluta abaixo do nível do mar que a gente não tem aqui no Brasil
e as relativas que fazem eh que grande parte dos das eh depressões BR grande parte todas as depressões brasileiras elas são relativas tá assim como os plutos as depressões também são subdivididas em unidades morfológicas menores então eh uma depressão relativa à briga mesmo conjunto de relevo morros Colinas Vossoroca chapadas Serras entre outras formas né então por ela tá né no nível de base nãoé as depressões elas podem apresentar aí eh outros outras unidades morfológicas dentro dela né como Colinas morros Vossoroca etc a maior parte das depressões relativas brasileiras pode ser podem ser definidas como depressões
interplanálticas ou seja entre grandes formações de Planalto eh um exemplo é a Marginal Norte Amazônica e a depressão da borda leste do da Bacia do Paraná as repressões no norte de Minas elas merecem destaque sobretudo a Sertaneja São Francisco as formas mais suaves dessa depressão estão associadas à presença do Rio São Francisco Então esse o essa escavação que o rio faz no prato do São Francisco eh encontra duas resistências né de duas de dois lados né Eh para que ela ela Possa possa ter sido modelada né Eh esse essas formações elas favoreceram o processo de
ocupação do norte de Minas e grande parte do sertão baiano acompanhando o Rio né Eh importantes cidades como Três Marias Montes Claros Jaíba jarna buba Bom Jesus da Lapa chique chique entre outras desenvolveram-se ao longo da bacia ou da depressão do São Francisco Entre as formas de relevo de depressão do São Francisco no norte de Minas se destacam os morros e Serras esculpidas sobre os calcários o relevo cárstico né e siltitos do grupo Bambuí as Chapadas de Colinas elaboradas sobre as rochas de Formação Urucuia também merecem destaque tá então dentro dessas depressões esse essa variedade
essa essa diversidade de paisagens eh relacionadas com eh eh os níveis de resistência eh eh e dessas formações do Planalto Brasileiro né dos planaltos brasileiros por fim as planícies né que conforme Ross as PL elas correspondem às áreas mais ou menos planas em que o processo de deposição de materiais detritos e sedimentos Acontece ao contrário do que ocorre nas áreas de Planalto supera o processo de desgaste em outras palavras são áreas planas geradas pela constante deposição de sedimentos de origem marinha fluvial ou laust de lagos a gente tem três planí do Brasil as marítimas costeiras
um exemplo são as cidades litorâneas as planícies fluviais que marcam Grande a maior parte dessa desse relevo brasileiro sitad no interior dos continentes como do Pantanal Rio Amazonas n planí amaznica a do que a nossa paisagem entre outras tá eh cidades que estão dentro de planícies fluviais não é eh Pirapora nãoé manga Januária etc e outros e outros exemplos para citar alguns exemplos aqui de Minas Gerais e as planícies da cust e planícies das Lagoas como a gente tem lá no Rio Grande do Sul a Lagoa dos Patos e merim idade três Então os processos
a gente falou um pouco sobre a classificação do relevo brasileiro a gente entra então nos processos exógenos de elaboração do relevo basicamente a gente tem sete processos que marcam a modelação do relevo a partir de fatores externos né que vão além da superfície terrestre mudança de temperatura congelamento de água crescimento de cristais zonas naturais de fraqueza né Eh abrasão mecânica n é crescimento do sistema radicular dos vegetais esfoliação e alteração esferoidal Eh esses sete Eh esses sete processos né exógenos eles podem ser melhor entendidos eh a partir dessas imagens aqui ó tá a gente tem
aqui congelamento da água então ela vai vai a partir da da da da expansão né do Gelo vai criar fratura na rocha essa essa letra B aqui né Então as regiões eh eh eh polares no cas apresentam esse tipo de intemperismo eh a gente tem aqui a letra F né a gente tem aqui ó o crescimento do sistema rular dos vegetais então Os Vegetais também e podem exercer essa esse intemperismo essa transformação da estrutura da Rocha né então gelo a partir de sua expansão né ele ganha volume quando al se solidifica a água se solidifica
fraturas a mesma coisa Os Vegetais podem alterar a partir do intemperismo físico a estrutura da Rocha a gente tem aqui a letra D que é são as zonas naturais de fraqueza isso vai vai vai depender eh dos níveis de resistência da Rocha Então essas uma camada vai empurrando a outra a gente vê quase que formação de um de um manto aqui eh níveis de resistência maior á né são um um um quadrado maior um quadrado menor então e níveis de resistência menor maior e menor Então esse esses processos eh que dependem do nível de resistência
da da da Rocha né são chamados de zonas naturais de fraqueza e por fim a letra g a gente tem esfoliação e alteração esferoidal né um um uma uma uma transformação uma uma uma um temperismo né uma transformação da estrutura da Rocha um pouco mais arredondada né Eh quase que como uma escama né uma escamação a partir do trabalho eh n e em conjunto da da água e da pressão e da temperatura Então são quatro formações que a gente AJ que nos ajuda a entender esse intemperismo físico ou também chamado dease ou fratura das rochas
são processos que alteram a estrutura eh da Rocha e e Por conseguinte do relevo por fim a geomorfologia cárstica que marca Então essa paisagem do norte de Minas e que tem né Eh uma grande uma grande importância eh paleontológica arqueológica eh Ambiental de uma maneira geral dada a sua formação a geomorfologia cárstica ela trata do estudo da forma da Gênese e da dinâmica dos elevos dos relevos elaborados sobre rochas solúveis então rochas mais eh frágeis n eh tratando aí da questão da Resistência delas né então o relevo cárstico é sempre associado a rochas calcárias né
podendo se referir também as paisagens similares elaboradas em outras rochas carbonáticas ou não mas basicamente são é um relevo formado a partir de rochas eh Carbon carbonáticas tá diante desse cenário o modelado superficial apresenta uma morfologia diferenciada com de impacto né uma paisagem de impacto com paredões Torres dolinas Vales cegos poliese entre outros tá e o que que são essas rochas carbonáticas basicamente é um tipo de rocha sedimentar né aquela que se desgastou de um traton né de um eh enfim de um de um de um bloco mais antigo cuja cuja composição primária são os
carbonatos os os principais tipos de de rachas carbonáticas são o calcário né composto dominantemente pro calcido e dolomito composto e e também pelo mineral dolomita tá uma das das principais rochas carbonáticas é o calcário a gente tem um exemplo aqui que é uma rocha sedimentar um Calc amplamente utilizado aí eh eh eh nos processos de correção de solo de acidez de solo né pela agricultura ele ele permite com que o solo respire e corrija a acidez do solo né Eh então os piqu são os calcários são rochas sedimentadas geralmente formadas em antigos Mares n então
onde de alguma forma aquela plataforma um dia foi mar a gente tem eh eh depositados esses esses eh eh essa esse eh essa quantidade de calcário né Eh por ação de que antig né que num tempo passado no seu tempo de de de decomposição e acomodação era foram feitos foram eh eh surgiram a partir da ação de microorganismos né como algas e cean bactérias que não é nem uma alga nem uma uma bactéria mas eh é um tipo de de de organismo vivo que foi formado no tempo em que aquela plataforma forma abrigava o oceano
tá que é o caso da plataforma brasileira né então por isso a gente pode dizer que os calcários não se depositam e nem se precipitam mas sim crescem por conta de ser uma formação de microrganismo então eles vão eles crescem né eles vão eh eh eh eh eh se desdobrando e crescendo naquele ambiente eh Existem três tipos de relevo cárstico tá o conjunto espacial que constitui a fologia ctica pode ser compartimentada em três domínios ou ambiente o c superficial né o exoc o cast subsuperficial chamado de epicar e o c subterrâneo chamado de endocar o
das cavernas no caso né Eh esses domínios apresentam-se na qualidade de lugares onde se encontram estruturas e mecanismos responsáveis pela operação de processos geomorfológicos atuais assim como de lugares que guardam importantes registros do passado a gente tem aqui uma figura que o aspecto geral que tá na página 44 da da da apostila de vocês né uma uma um esquema que representa a formação desse relevo cárstico né então zonas de erosão e zonas de deposição né então esse calcário essa essa Rocha calcária né ela vai sendo eh transportada né E no momento em que ela é
transportada ela vai transformando dada o seu nível de dado o seu nível diferenciado de resistência vai transformando essa P paisagem recortando essa paisagem trazendo uma variedade de de subconjuntos nessa paisagem Então a gente tem aqui né o trabalho dos Rios né O Vale cego tem a gente tem aqui que eh uma uma uma barreira Então essa água eh que a gente chama de águas meteóricas ela penetra nessa nessa nessa nessa base né E vai então eh eh trabalhando de forma diversificada variada esse essa essa essa esse essa formação aqui né esse solo né que tem
eh que é mais sensível né a ao trabalho erosivo da dessa água né trazendo então acumulações de rocha calcária dentro do que a gente chama de cavernas sistemas de cavernas né na nessa nessa zona de deposição que a gente chama né Eh a gente tem outro esquema aqui um mapa mostrando Onde estão os principais sonos cársticos no Brasil a gente tem aqui no norte de Minas esse grupo Bambui a oeste né a oeste e a leste né que a gente tem o Rio São Francisco escavou esse esse terreno e e nas áre nas áreas adjacentes
esse relevo cárstico sendo trabalhado aí pela ação do intemperismo e da erosão a gente tem um exemplo eh da nossa Serra do Peru a su aqui né dentre outras do Brasil a importância desse relevo cárstico eh algumas dessas províncias cársticas elas são reconhecidas internacionalmente principalmente pelos aspectos aspectos arqueológicos e paleontológicos esses entre esses sítios a gente pode destacar eh Arcos país Lagoa Santa PED Leopoldo Sete Lagoas e o nosso Vale do Peruaçu Montalvânia São João das Missões e entre outros então além da importância eh geomorfológica em si né que traz eh elementos pistas de da
formação eh eh desses processos exógenos de formação do relevo né esse relevo cárstico tem tem uma peculiaridade com relação ao nível de de de existência a gente tem também a presença dessas inscrições rupestres dentro desses sítios arqueológicos né de grande importância histórica para entender os processos de ocupação desses Vales a gente tem aqui um outro exemplo né a dolina que a gente tem o buraco das Araras e lá no Mato Grosso do Sul tá um exemplo de Polina um elevo cário resultante deação água sobre as rochas carbonáticas né como se você pegasse um colocasse um
monte de areia não areia não é a mesma formação é só para você entender o processo de jogar a água lá dentro Daia que ela vai cavando né vai fazendo o a escavação daquela áreia bu buscando a parte eh a parte eh dessa dessa desse caminho né da água vai escavando até chegar numa uma base interna né então é como se eh você acessasse eh grandes eh grandes áreas vazias né baixo e essa água Vai acumulando formando esse essa essa dolina né A gente tem um vale um exemplo de Vale cego que é onde a
gente tem os sumidouros então no no lado esses ves correm do lado oposto ao desenho do Rio né então eles eles fecham brutamente a jusante ou seja para onde o rio corre né Eh E aí a gente tem a presença dos sumidouros essa água eh eh entra né Eh pro interior dessas camadas de solo eh carbonático e a gente tem todo o conjunto do relevo cárstico né com algumas das classificações desses eh dessas eh subunidades tá eh e aí a gente tem então é uma visão geral né de como eh essa formação de relevo carbonático
vai trabalhando de maneira eh diferenciada criando aí eh paisagens que são eh extremamente ricas no sentido de entender os processos geomorfológicos além da da da do da importância turística também como eu já disse da importância paleontológica arqueológica para entender eh eh eh os processos de ocupação humana desses Vales né que a gente tem eh a Toca da Boa Vista que é a maior caverna do Brasil está localizada lá no Brasil lá lá na baia em Campo Formoso eh com cerca de 100 Km de extensão e a gente tem o nosso Peruaçu que tá ali é
município de Januária né Eh que faz parte do Parque Nacional convid os todos a conhecer quem não conhece e também levar os seus alunos para conhecer também assim que vocês assumirem as suas turmas de Educação Básica eu desejo assim a todos né uma um ótimo uma ótima finalização do da disciplina timas atividades ficou tendo alguma coisa converso com o seu eh tutor presencial para colocar em dia eh e mais o que isso espero que isso seja pontapé apenas né Eh que vocês tenham em vocês provocado essa curiosidade epistemológica de ir além de pesquisar eh eh
sobre isso esse esse esse relevo que tem no norte de Minas uma uma marca importante desse relevo cárstico que chama atenção tem chamado atenção cada vez mais o mundo todo né e e também é muito sensível ambientalmente eh trava um um um embate aí com relação à exploração dos recursos naturais a mineração enfim a gente tem esse embate em cima dessa dessas formações de relevo cárstico aqui no norte de Minas eh e é importante que a gente tenha consciência desse processo desses processos também uma vez que é uma riqueza que pertence ao povo Mineiro né
então Desejo a todos o final de curso eh é promissor n bom positivo e Espero encontrar vocês em outras disciplinas do curso e à distância do SEAD tá bom Um grande abraço a todos e até a próxima [Música]