[Música] como professora sempre amei meu trabalho e acreditei que a escola é um lugar especial onde ajudamos a construir o futuro através da educação mas às vezes acontecem coisas que não conseguimos explicar situações que ficam guardadas em nossa memória e nos fazem pensar sobre os mistérios da vida era fevereiro de 2021 meu primeiro dia como professora de história na escola estadual Raul Brasil cheguei bem cedo quase uma hora antes do início das aulas a ansiedade e a expectativa eram grandes apesar de já ter 5 anos de experiência em outras escolas cada novo começo é um
Desafio diferente Aproveitei aquele tempo para conhecer melhor o prédio localizar as salas onde daria aula a biblioteca e o laboratório de informática a escola era maior do que eu imaginava com vários blocos de de salas distribuídos em dois andares os corredores ainda estavam vazios e silenciosos quando comecei a organizar meu material a primeira turma seria um segundo ano do ensino médio uma das séries que eu mais gostava de trabalhar por causa do interesse dos alunos pela história do Brasil entrei na sala às 7:30 da manhã coloquei meu material sobre a mesa e me apresentei para
a turma A sala estava cheia com cerca de 35 alunos comecei a fazer a chamada como sempre fazia lendo cada nome e olhando para os rostos dos alunos Sempre achei importante estabelecer essa conexão Inicial mostrar que me importo em conhecê-los individualmente um por um foram respondendo presente alguns mais tímidos outros mais animados o normal numa turma de adolescentes a aula fluiu bem apresentei o planejamento do semestre e comecei a Explicar sobre o período colonial brasileiro os alunos fizeram perguntas interessantes e tive uma excelente primeira impressão da turma quando o sinal tocou anunciando o intervalo os
alunos começaram a sair da sala eu permaneci sentada aproveitando aquele momento para responder uma mensagem da minha irmã no celular ela queria saber como estava sendo meu primeiro dia como ainda não conhecia bem a escola preferi organizar meu material com calma Antes de procurar a sala dos professores a sala foi ficando e eu podia ouvir o barulho dos alunos se afastando pelo corredor suas vozes e risadas se misturando ao som típico de uma escola durante o intervalo foi quando notei que alguém tinha se aproximado da minha mesa levantei a cabeça e vi um adolescente parado
na minha frente ele usava o uniforme da escola calça jeans e camiseta branca com o logo do colégio tinha os cabelos escuros bem cortados e um jeito calmo de falar se parecia com qualquer outro aluno que eu eu tinha acabado de conhecer naquela manhã professora acho que a senhora não chamou meu nome na lista ele disse com um sorriso educado Fiquei confusa tinha certeza que tinha sido muito cuidadosa na chamada prestando atenção em cada aluno que respondia era impossível ter pulado algum nome Qual é o seu nome perguntei pegando novamente a lista ele me disse
seu nome e comecei a procurar li a lista uma vez depois mais uma vez mas o nome ele não estava lá pensei que poderia ser algum erro administrativo Talvez um aluno transferido de última hora que ainda não tinha sido incluído na relação oficial vou verificar na secretaria se houve algum problema com sua matrícula falei começando a guardar minhas coisas você tem certeza que esta é sua sala sim professora Esta é minha sala ele respondeu com uma certeza tranquila na voz a maneira como ele falou me deixou um pouco desconfortável mas não consegui explicar o por
então é melhor você ir para o intervalo agora vou resolver essa questão da lista respondi vou ficar mais um pouco na sala se a senhora não se importar ele disse mantendo aquele mesmo sorriso Sereno juntei meu material e saí da sala sentindo uma leve inquietação o corredor estava movimentado cheio de alunos indo em direção ao Pátio fui direto para a secretaria determinada a resolver aquela situação estranha na secretaria a funcionária foi muito atenciosa ela conferiu no sistema do computador enquanto eu esperava observando o movimento do intervalo pelo vidro da janela Depois de alguns minutos ela
confirmou o que eu já imaginava minha lista estava correta e atualizada não havia nenhum aluno novo matriculado naquela turma tem certeza que ele não é de outra sala Ela perguntou ainda olhando para a tela às vezes os alunos se confundem nos primeiros dias balancei a cabeça lembrando da convicção na voz dele ao dizer que aquela era a sala agradeci e saí da secretaria agora mais intrigada do que antes no caminho de volta passei na sala dos professores para pegar um café encontrei alguns colegas e me apresentei uma professora de matemática que dava aulas há mais
de 10 anos na escola começou a me contar sobre a rotina do colégio quando voltei para a sala depois do intervalo o garoto não estava mais lá olhei para todas as carteiras mas ele tinha sumido a aula continuou no normalmente embora eu não conseguisse parar de pensar naquela situação estranha no final do dia perguntei para alguns alunos se conheciam um colega com aquele nome mas ninguém parecia saber de quem eu estava falando no dia seguinte cheguei cedo novamente estava organizando meu material quando a diretora apareceu na porta da sala ela era uma mulher experiente trabalhava
na escola há mais de 15 anos pode vir comigo até minha sala um momento ela pediu com uma expressão séria que me deixou apreensiva Segui a diretora pelos corredores ainda vazios o silêncio daquela hora da manhã parecia diferente agora mais pesado quando entramos em sua sala Ela fechou a porta e se sentou indicando a cadeira à sua frente me contaram que você conversou com um aluno ontem depois da sua primeira aula Ela começou me olhando fixamente um aluno que não estava na lista de chamada confirmei com a cabeça explicando brevemente o que tinha acontecido enquanto
eu falava notei que a expressão dela ficava cada vez mais tensa como ele era ela perguntou quando terminei meu relato descrevi o garoto em detalhes o uniforme limpo e bem passado o corte de cabelo o jeito educado de falar o sorriso tranquilo a cada característica que eu mencionava via o rosto da diretora empalidecer sem dizer nada ela abriu uma gaveta da mesa e retirou uma fotografia ficou alguns segundos olhando para ela como se hesitasse antes de colocá-la sobre a mesa virada para mim foi com este aluno que você falou ela perguntou sua voz agora mais
baixa peguei a foto com as mãos tremendo um pouco era ele O Mesmo Rosto o mesmo sorriso o mesmo uniforme senti um arrepio percorrer meu corpo quando a diretora voltou a falar este aluno ela fez uma pausa como se procurasse as palavras certas ele foi uma das vítimas da tragédia que aconteceu aqui na escola em 2019 minhas mãos tremiam enquanto segurava a fotografia uma onda de choque percorreu meu corpo enquanto minha mente tentava processar aquela informação como eu poderia ter conversado com alguém que não estava mais vivo tem certeza absoluta que foi com ele que
você falou a diretora perguntou novamente sua voz agora mais suave quase Maternal absoluta respondi ainda olhando para a foto foi exatamente este aluno mesma aparência mesmo jeito de falar mesmo sorriso a diretora se levantou caminhou até a janela e ficou alguns momentos em silêncio olhando para o pátio da escola que começava a encher de alunos quando voltou a falar sua voz estava carregada de emoção você não é a primeira pessoa que passa por isso aqui na escola ela disse outros funcionários principalmente os mais novos já relataram experiências parecidas é como se como se ele ainda
estivesse aqui ainda quisesse participar das aulas lembrei da maneira como ele insistiu que aquela era sua sala do jeito calmo como falou que queria ficar um pouco mais não havia nada assustador ou ameaçador em sua presença era apenas um aluno querendo assistir à aula querendo fazer parte daquele ambiente que provavelmente significou tanto em sua vida a diretora me contou mais detalhes sobre o garoto era um excelente aluno dedicado sempre educado com professores e colegas participava do grêmio estudantil e sonhava em ser professor de história Justamente a matéria que eu lecionava talvez por isso ele tinha
aparecido na minha aula naquele dia voltei para a sala de aula com o coração pesado olhei para a carteira onde ele tinha estado agora ocupada por outro aluno e senti uma mistura de tristeza e compaixão as aulas continuaram normal mente mas algo dentro de mim tinha mudado para sempre Já se passaram quase 3 anos desde aquele dia continuo dando aulas na Raul Brasil e ainda mantenho o costume de olhar para cada aluno durante a chamada nunca mais vi aquele garoto mas às vezes quando estou sozinha na sala depois das aulas sinto uma presença tranquila como
se ele ainda estivesse ali Apenas querendo aprender demorei muito para decidir compartilhar essa história não faço isso para causar medo ou sensacionalismo muito menos para desrespeitar a memória das vítimas daquela tragédia compartilho porque acredito que existem momentos na vida que nos fazem pensar sobre o quanto cada aluno é especial sobre como a escola é um lugar onde sonhos e esperanças Vivem como professora aprendi que nossas salas de aula guardam muito mais do que apenas lições e conteúdos elas guardam histórias memórias e às vezes presenças que que permanecem silenciosas nos lembrando do valor precioso de cada
vida que passa por ali se você que está nos assistindo tem alguma história para contar não deixe de enviar para o nosso canal toda semana eu trago novos casos impactantes e nos Que enchem de questionamentos agora vamos para o próximo relato Boa noite a todos aqui quem fala é o Deus estou enviando esse relato para vocês do canal horror Sobrenatural sobre uma experiência que mudou minha vida e minha forma de enxergar o mundo há quase 20 anos confesso que fiquei um tanto relutante em compartilhar essa história mas sinto que já está mais do que na
hora das pessoas saberem o que aconteceu naquela noite tudo se passou em 2003 quando eu estava no meu segundo ano da Faculdade de Filosofia na USP na época eu tinha 21 anos e tinha me mudado de os minha cidade natal para morar em uma república próxima à portaria 3 da Universidade apesar de estar longe de casa eu estava empolgado com a oportunidade de estudar em uma das melhores instituições do país além das aulas regulares Eu também me dedicava a alguns projetos voluntários um deles era um cursinho pré-vestibular de baixo custo voltado para a população de
baixa renda era gratificante poder ajudar jovens e adultos a realizarem o sonho de ingressar no ensino superior Além disso também dei algumas aulas de reforço em diversas escolas sempre como voluntário e sempre focando em famílias mais Humildes Foi depois de uma dessas aulas voluntárias do cursinho que tive minha única experiência sobrenatural o cursinho usava salas improvisadas cedidas pelo Instituto Butantã as instalações não eram das melhores mas a gente dava um jeito nunca fui muito ligado nessas coisas de fantasmas e assombrações no máximo assistia uns filmes de terror de vez em quando mas depois daquela noite
passei a dar mais atenção para esses fenômenos inexplicáveis era uma sexta-feira e as aulas da noite tinham acabado de terminar eu tinha combinado de encontrar uns amigos para tomar umas cervejas Então decidi comer algo leve no refeitório da USP antes que fechassem o campus à noite era bem vazio ainda mais no fim de semana quando muita gente ia visitar a família no refeitório só estavam eu duas pessoas terminando de comer o pessoal da limpeza e o segurança acabei rapidinho minha refeição e já ia saindo quando Dona Francisca uma das funcionárias da limpeza entrou correndo no
refeitório Ela estava com uma cara de pavor que nunca mais esqueci assim que me viu veio até mim segurou meu braço com força e pediu que eu a acompanhasse sem dar maiores explicações achei que podia ser algum acidente ou emergência então larguei minhas coisas na mesa e fui com ela saí saímos do refeitório e fomos até o prédio de história no térreo havia um saguão amplo com salas de recreação nas laterais umas tinham mesas de sinuca outras poltronas e sofás bem no centro ficava a escadaria para o primeiro andar e no andar de cima havia
as salas que eram usadas para aulas Dona Francisca me levou por um dos corredores laterais que dava para um Pátio nos fundos do prédio era um lugar meio abandonado Aonde o pessoal ia para fumar namorar ou só tomar um ar mesmo ela apontou para a saída do pátio e foi então que eu vi pequenas pegadas de lama entrando fazendo uma trilha reta até uma das salas de recreação as pegadas prosseguiam até um dos sofás onde tinha várias delas em círculos como se alguém tivesse ficado rodeando pisoteando ali a Dona Francisca chegou mais perto e viu
que o assento do sofá estava encharcado mas o mais estranho é que tinha mais pegadas iguais voltando para o pátio de onde vieram claro que a Essa hora não havia mais ninguém por perto eu e Dona Francisca percebemos que éramos os únicos naquele prédio fora o segurança que fazia a ronda Mas do lado de fora na entrada da frente quando o encontramos e perguntamos se ele tinha visto alguma criança algum filho de funcionário por ali ele garantiu que tinha vigiado o prédio inteiro e não viu nada não fazia o menor sentido o mais intrigante é
que as pegadas eram muito pequenas pareciam ser de uma criança de uns CCO ou se anos óbvio que durante o dia a gente cruza com um ou outro menino vendendo bala nos corredores da faculdade mas são crianças mais velhas de 10 anos para cima aquelas pegadas não batiam ficamos ali nos entreolhando tentando achar uma explicação mas era impossível um calafrio percorreu meu corpo de onde tinham vindo de quem eram E pior Será que o dono delas ainda estava por perto escondido em algum canto escuro nos vigiando decidimos ir embora dali o medo estava estampado no
rosto de Dona Francisca e aposto que no meu também alertamos o segurança para reforçar a vigilância e cada um seguiu para sua casa com aquele mistério martelando na cabeça depois do fim de semana fiquei na expectativa de alguém comentar algo mas nada acabei não contando para nenhum colega vai que me achavam maluco Mas aquelas pegadas não saíam da minha mente desde então passei a Pesquisar mais sobre fenômenos Sobrenaturais e ocorrências inexplicáveis Li tudo que pude sobre as lendas e casos assombrados envolvendo a USP dizem que várias faculdades foram construídas em cima de antigos cemitérios indígenas
mas não achei nenhuma informação específica sobre a USP Será que aquelas pegadas pertenciam a alguma criança de uma tribo ancestral que teve seu descanso perturbado eu não tinha certeza a única coisa que eu sabia é que depois daquela noite minha visão de mundo mudaria completamente hoje aos 42 anos posso dizer que acredito sim na existência de algo além da nossa realidade material não sigo nenhuma religião específica mas tenho convicção de que há muito mais entre o céu e a terra do que a nossa vã filosofia pode imaginar E olha que eu estudei bastante Filosofia na
faculdade nunca mais tive uma experiência tão direta como Aquela Mas jamais esqueci esse evento que pode até não parecer tão assustador Pois acredito que outras pessoas já passaram por experiências ainda mais intensas Porém para mim que era jovem e naquela época não acreditava em nada posso dizer sem sombra de dúvida que foi a experiência mais assombrosa que já passei e espero não passar por nada similar novamente Espero que meu relato possa ajudar a abrir a mente de outras pessoas para esses mistérios que nos cercam afinal se tem uma coisa que aprendi estudando filosofia é que
a verdadeira sabedoria está em reconhecer a vastidão de tudo aquilo que desconhecemos obrigado por me ouvirem um grande abraço a todos se você está gostando do nosso conteúdo deixe seu like e se ainda não é inscrito no canal junte-se a nós ative as notificações para não perder nenhuma história Agora vamos ao próximo relato Boa noite a todos hoje Venho contar a vocês uma história que me aconteceu em meados da década de 90 quando eu trabalhava como merendeira na Escola Municipal João campestrini na Zona Norte de Osasco mais precisamente no bairro Munhóz Júnior para quem conhece
a região sabe que esse bairro assim como muitos outros da zona norte sempre foi considerado perigoso antes de entrar nos detalhes dos eventos inexplicáveis que Vivi deixem-me contextualizar um pouco o ambiente a escola ocupava praticamente um quarteirão inteiro com duas entradas principais uma na Rua Reinaldo tesini onde ficava o pequeno estacionamento dos professores e outra na Rua Antônio Benedito Ferreira próxima a um escadão que ligava uma pracinha geralmente frequentada por usuários de drogas a um campinho de futebol na parte de trás da escola havia uma viela que conectava essas duas ruas Espero que essas informações
ajudem vocês a visualizar melhor o local eu consegui esse emprego graças ao apoio que dei a um vereador da região naquela época era comum conseguir favores assim então quando houve a troca de gestão ele me encaixou na escola sem necessidade de concurso público como merendeira eu tinha que chegar muito cedo na escola por volta das 5 da manhã éramos eu e mais duas mulheres na cozinha assim que chegávamos começávamos a preparar o café da manhã dos alunos que quase sempre consistia em pão com manteiga e café com leite às vezes serví biscoitos tipo rosquinhas ou
bolachas de sal com achocolatado ou chá naquela época não havia muita variedade de alimentos depois do café iniciávamos a preparação do almoço que também era bem simples arroz com salsicha na maioria das vezes ocasionalmente linguiça e macarrão de beber serví sucos em pó tipo Tang mas de uma marca bem inferior de sobremesa tínhamos sagu gelatina ou uma fruta como maçã banana ou mexerica a realidade é que a grande maioria das Crianças Ia para a escola mais para se alimentar do que para estudar muitas saíam de casa sem ter o que comer era uma situação triste
mas infelizmente comum naquela época a escola funcionava em quatro períodos Das 7 às 11 das 11 às 15 das 15 às 19 e das 19 às 23 cada período atendia a uma faixa etária diferente de manhã estudavam os alunos do primeiro ao quarto ano depois do quto ao erto ano em seguida do primeiro ao terceiro ano do ensino médio e por fim no último período havia turmas de Educação de Jovens e Adultos EJ que na época se chamava supletivo Vale lembrar que naquele tempo não existia aprovação automática o aluno que não alcançasse a nota necessária
reprovava e ficava na mesma série até conseguir avançar cheguei a ver adolescentes de 13 14 e até 16 anos retidos na terceira quarta e na quinta série alguns desistiam outros continuavam frequentando a escola mesmo que fosse apenas pela merenda como mencionei o bairro Era bastante perigoso embora a maioria dos moradores fosse de trabalhadores honestos havia uma parcela Envolvida com drogas seja traficando ou usando além de peos criminosos que assaltavam pessoas Indo ou voltando do trabalho também existiam ras entre criminosos de ruas diferentes que não se suportavam Mas isso não necessariamente tem a ver com a
história às vezes eu me perco escrevendo desculpem retomando foi em uma dessas manhãs que tive minha primeira experiência sobrenatural na escola eu havia sido a primeira a chegar e além de mim só estava lá o zelador Seu Mário que dormia em um pequeno cômodo nos fundos do terreno da escola eu estava na cozinha separando as panelas que usaríamos naquele dia e organizando os ingredientes para o café da manhã quando de repente ouvi um barulho como se alguém estivesse batendo na porta da cozinha abri pensando que poderia ser uma das minhas colegas de trabalho mas não
havia ninguém dei uma olhada em volta e nada aquela manhã ainda estava bem escura Pois estávamos no horário de verão então mesmo sendo 5 da manhã O céu ainda parecia é o de quatro voltei para dentro da cozinha e continuei meus afazeres quando ouvi alguém gritar meu nome do lado de fora saí novamente perguntei quem era mas não obtive resposta caminhei até o meio do pátio e não vi nada Segui para o corredor à direita onde ficavam algumas salas de aula mas estava tudo vazio quando me virei para ir para o corredor da esquerda do
outro lado do pátio vi a silhueta de alguém correndo em direção às salas daquele lado apressei o passo e fui atrás mas ao chegar lá não encontrei ninguém todas as portas estavam fechadas exceto a última à direita pensei em ir até lá mas sendo uma mulher franzina temi que se houvesse alguém eu pudesse ser facilmente dominada então recuei voltei para o pátio e tranquei o único portão de acesso imaginando que se alguém estivesse ali não teria como sair pelo menos era o que eu pensava fui chamar seu Mário e expliquei o que tinha acontecido ele
pegou um pedaço de madeira e me acompanhou até o local quando chegamos a porta da sala ainda estava aberta mas assim que nos aproximamos Ela bateu com violência levei um baita susto e aposto que seu Mário também abrimos a porta mas a sala estava completamente vazia de volta ao Pátio acendi um cigarro e fiquei conversando com o zelador ele me contou que em Algumas Noites havia escutado inúmeros barulhos nos arredores da escola às vezes ele até se levantar para olhar mas nunca encontrava nada durante nossa conversa ouvimos um estrondo vindo da cozinha como se as
panelas tivessem caído no chão no primeiro momento pensei que pudesse ser uma das minhas colegas que talvez Tivesse deixado algo cair e precisasse de ajuda apaguei o cigarro e fomos até lá ao abrir a porta vi todas as panelas espalhadas pelo chão e um vulto no fundo da cozinha se movendo em direção ao Pátio atravessando a parede na hora senti como se o sangue do meu rosto tivesse descido para os pés precisei me apoiar em uma das mesas para não cair Seu Mário também viu e saiu correndo para o pátio mas o que quer que
fosse aquilo já havia desaparecido minutos depois chegaram minhas duas colegas Vera e Regina elas me encontraram sentada do lado de fora da cozinha ainda assustada contei o que tinha acontecido e ela se entreolharam mas não disseram nada apenas me deram água com açúcar aos poucos fui me recuper consegui cumprir meu expediente que naquele dia foi bem mais puxado para mim do que o habitual chegando em casa encontrei minha comadre Neusa no portão e comentei com ela os eventos estranhos daquela manhã ela me sugeriu que eu rezasse o que Claro eu já havia pensado em fazer
infelizmente aquele Episódio foi apenas o começo as coisas pioraram bastante depois disso todas as manhãs quando chegávamos à escola encontrávamos a cozinha completamente rev Seu Mário começou a relatar que mal conseguia dormir à noite devido aos barulhos constantes que ouvia o pior no entanto ainda estava por vir em uma manhã ao abrirmos a cozinha sentimos um cheiro insuportável de carniça como se houvesse um animal morto em decomposição reviramos cada canto pensando que pudesse ser um rato ou algo assim mas não encontramos absolutamente nada o mais estranho é que o D desapareceu repentinamente pouco antes da
chegada dos alunos outros funcionários também começaram a relatar experiências bizarras uma professora contou que às vezes sentia um cheiro horrível na sala dos professores não necessariamente de carniça mas algo podre e insuportável outra colega mencionou que ao sair de uma das salas de aula sentiu como se uma mão a empurrasse fazendo-a se desequilibrar felizmente ela não chegou a cair passei 4 anos trabalhando naquela escola e durante todo esse tempo convivi com esses fenômenos inexplicáveis nunca descobri se eram manifestações de algum espírito de ex-aluno que havia morrido ali ou nas proximidades Ou se era algum tipo
de entidade maligna atormentando o local sou grata por terem me ouvido e espero que minha história apesar de assustadora possa de alguma forma alertar ou ajudar outras pessoas que possam estar passando por situações semelhantes Obrigada quantos mistérios cercam essa escola quem ou o que estaria por trás desses fenômenos perturbadores seriam as almas penadas de ex-alunos que sofreram alguma Fatalidade ou alguma força Demoníaca infernizando aqueles que ali passam seus dias são questões que provavelmente ficarão sem resposta agora vamos para o próximo relato Boa noite Bernardo e comunidade do horror Sobrenatural faz tempo que acompanho o canal
mas nunca tinha criado coragem para compartilhar essa experiência decidi fazer isso agora porque percebi que talvez outras pessoas já tenham passado por algo parecido E como eu guardaram isso para si mesmas trabalho como auxiliar de serviços gerais em uma creche municipal de Blumenau há quase 6 anos é um prédio antigo daqueles com paredes grossas e janelas grandes todo pintado de amarelo claro por fora e branco por dentro são cinco salas de aula um refeitório uma biblioteca pequena a secretaria a sala dos professores e um parquinho com alguns brinquedos Meu horário começa às 18 horas quando
todas as crianças já foram embora e termina à meia-noite durante muito tempo minha rotina foi tranquila eu chegava colocava meu uniforme azul prendia o cabelo e começava a pesa pelas salas depois seguia para o refeitório banheiros e por fim varria o pátio sempre gostei do silêncio da creche à noite me permitia trabalhar concentrada e fazer tudo do jeito certo numa quarta-feira de março do ano passado estava quase terminando meu turno quando escutei risadas de crianças vindas do parquinho no começo pensei que fossem as crianças da vizinhança Mas lembrei que já passava das 11 horas da
noite fui até a janela da sala do maternal que dá vista para os brinquedos e foi quando vi os quatro balanços se moviam em perfeita sincronia para frente e para trás como se tivessem crianças sentadas neles sei bem como é quando o vento balança aqueles brinquedos moro em Blumenau há muitos anos e já vi Vendavais fortes moverem os balanços mas é sempre um movimento irregular tremido o que eu via era diferente um movimento suave coordenado como se quatro crianças estivessem se diver ali fiquei parada observando não senti medo naquele momento mas um desconforto tomou conta
de mim Sou Católica desde pequena e a primeira coisa que me veio à mente foi fazer o sinal da cruz comecei a rezar baixinho primeiro um Pai Nosso depois uma ave maria conforme eu terminava as orações os balanços foram diminuindo seu movimento até pararem completamente foi nesse instante que senti não era um vento comum dessas brisas que entram pelas frestas das janelas era como quando alguém passa correndo do seu lado e você sente o ar se movendo junto com isso percebi um toque leve no meu uniforme como se alguém tivesse esbarrado em mim sem querer
ao passar terminei meu serviço mais rápido que o normal naquela noite não era medo mas me sentia desconfortável como se não estivesse mais sozinha ali no dia seguinte fui até a igreja matriz São Paulo Apóstolo acendi algumas elas e rezei o terço inteiro pensei que isso seria suficiente para ajudar aquelas almas a encontrarem seu caminho mas me enganei os acontecimentos começaram a ficar mais frequentes e mais evidentes às vezes quando chegava para trabalhar encontrava os potinhos de tinta guache espalhados pela sala de artes mesmo tendo certeza de que tinha guardado tudo no armário na noite
anterior em outras ocasiões ouvia meu nome sendo chamado por vozes infantis enquanto limpava os banheiros ou varria oo refeitório o som de Passos pequenos correndo pelos corredores como numa brincadeira de pega-pega se tornou algo comum durante minhas noites de trabalho a sensação mais perturbadora era a de nunca estar realmente sozinha mesmo nas noites mais silenciosas tinha a impressão de que havia sempre alguém me observando me acompanhando enquanto fazia minhas tarefas não era uma presença ameaçadora mas também não era natural depois de algumas semanas assim decidi procurar ajuda do Padre Roberto da minha paróquia ele me
ouviu com atenção e sugeriu que eu fizesse uma novena seguida de uma missa em intenção daquelas almas segui seu conselho durante nove dias rezei com toda a minha fé pedindo que aqueles espíritos encontrassem paz na semana seguinte à missa percebi que algo tinha mudado o ambiente da creche voltou a ser como antes silencioso e tranquilo os balanços só se moviam com o vento as tintas permaneciam guardadas e não ouvia mais aquelas risadas ou Passos pelos corredores até hoje não sei explicar direito o que aconteceu naquela creche não sei se aquelas presenças eram espíritos de crianças
que um dia frequentaram o lugar ou se eram apenas Almas Perdidas que encontraram ali um espaço para brincar também não tenho certeza se elas realmente foram embora ou se eu é que não as percebo mais agradeço a oportunidade de compartilhar essa história nunca tinha contado isso para ninguém além do padre mas sinto que foi importante dividir essa experiência com vocês Você conhece alguma escola creche ou faculdade assombrada conhece alguém que já viveu alguma experiência semelhante ou tem alguma explicação sobre o que nossa amiga acabou de compartilhar conosco nessa creche deixe sua opinião nos comentários será
um prazer ouvir o que você tem a dizer agora vamos para o próximo relato Boa noite meu nome é Élder e trabalhei como vigia noturno em uma escola estadual aqui no Espírito Santo envio esse relato porque preciso compartilhar o que aconteceu comigo durante os seis meses em que fiz a segurança noturna daquele lugar mesmo depois de 3 anos ainda me arrepio só de lembrar tinha acabado de concluir meu curso de vigilante e estava procurando emprego na área quando um amigo me indicou para uma vaga de vigia noturno em uma esola na época só minha esposa
Ana estava trabalhando e o salário dela mal dava para cobrir as despesas com nossos três filhos então quando surgiu essa oportunidade Fiquei muito feliz logo no primeiro dia percebi que seria um trabalho Solitário a sala onde eu ficava era pequena tinha uma mesa com os monitores das câmeras de segurança e uma cadeira desconfortável que fazia barulho toda vez que eu me mexia as noites eram longas e silenciosas então eu levava meu radinho de p para ter alguma compania no primeiro mês tudo correu bem a escola estava vazia por causa das restrições da pandemia Então as
noites eram silenciosas eu levava meu rádio de pilha para me fazer companhia e às vezes conversava pelo celular com minha esposa Ana quando ela ainda estava acordada o único barulho que me incomodava era o vento forte batendo nas janelas antigas do prédio a diretora tinha me alertado sobre alguns problemas com vândalos que já tinham tentado pular o muro dac cola para pichar ou roubar equipamentos por isso eu mantinha os olhos sempre atentos aos monitores principalmente nas áreas mais escuras do pátio e próximas à quadra de esportes Mas nada de anormal aconteceu naquelas primeiras semanas foi
em uma noite de Abril que as coisas começaram a ficar diferentes por volta das 3 da manhã escutei um barulho vindo do segundo andar parecia o som de carteira sendo arrastadas no chão no início pensei que fosse o vento forte movendo alguma mobília solta mas o som era muito específico como se alguém estivesse reorganizando a sala de aula peguei minha lanterna e subi às escadas para verificar o corredor estava escuro e silencioso quando cheguei à primeira sala tudo estava em ordem exatamente como tinha sido deixado No dia anterior verifiquei sala por sala mas não encontrei
nada fora do lugar voltei para meu posto um pouco confuso mas não dei muita importância na semana seguinte os barulhos se repetiram dessa vez além do som das carteiras ouvi vozes distantes como se fossem crianças conversando e rindo em algum lugar do prédio o som era muito baixo quase impossível de identificar de onde vinha novamente fiz a ronda completa mas não encontrei ninguém as professoras começaram a reclamar que ao chegarem pela manhã encontravam as salas diferentes de como tinham deixado em uma sala todas as carteiras apareciam em círculo em outra estavam empilhadas no fundo a
diretora chegou a instalar cadeados novos achando que alguém estava entrando na escola durante à noite uma noite enquanto eu ouvia um programa de rádio para me distrair Notei uma interferência na tela do monitor que mostrava o Pátio Central entre as falhas da imagem vi algo que me gelou por dentro uma forma escura atravessava lentamente em direção à quadra era como uma pessoa mas ao mesmo tempo não parecia ter uma forma definida reuni toda a minha coragem e fui até a quadra verificar quando cheguei lá não havia ninguém mas uma bola de futebol rolou na minha
direção como se alguém tivesse dado um chute leve olhei em volta procurando alguém mas estava completamente sozinho voltei praticamente correndo para a sala de monitoramento nas semanas seguintes os eventos ficaram mais intensos uma noite o barulho das carteiras sendo arrastadas era tão alto que parecia que tinha uma turma inteira Mudando os móveis de lugar fiquei paralisado na minha cadeira o medo tomou conta de mim eu sabia que precisava verificar era minha obrigação mas meu corpo não se movia passei a noite inteira ali fingindo que não estava ouvindo nada na manhã seguinte três salas de aula
estavam completamente bagunçadas as carteiras de uma sala tinham sido levadas para outra algumas estavam viradas de cabeça para baixo a diretora ficou Furiosa e me chamou para conversar querendo por eu não tinha impedido o vandalismo como eu poderia explicar acabei mentindo disse que tinha feito as rondas e não tinha visto nada numa quarta-feira por volta das 2as da manhã ouvi passos no corredor o som vinha em direção à minha sala eram passos lentos arrastados meu coração disparou quando os passos pararam bem na frente da minha porta fiquei em silêncio absoluto mal respirando alguns minutos depois
vi um papel desliz por baixo da porta com as mãos tremendo peguei o papel do chão era um desenho feito com gis de Cera Parecia ter sido feito por uma criança o desenho mostrava uma pessoa usando um uniforme azul igual ao meu pendurada pelo pescoço em um ventilador de teto o mais assustador é que o ambiente desenhado era idêntico à sala onde eu estava com os mesmos detalhes até o ventilador era igual duas semanas se passaram e eu estava cada vez mais nervoso ia mais dormir direito em casa vivia ansioso pensando no que poderia acontecer
na próxima noite de trabalho foi quando tudo piorou eram quase 4 da manhã quando vi novamente aquela forma escura nas câmeras dessa vez ela atravessou o pátio e entrou em uma das salas do primeiro andar não sei de onde tirei coragem mas Decidi ir até lá talvez fosse realmente um invasor e eu precisava fazer meu trabalho quando cheguei à porta da sala ela não abria empurrei com força e senti que havia algo bloqueando fiz mais força Até que com um estrondo A Porta Se Abriu todas as carteiras e cadeiras estavam amontoadas atrás dela Como uma
barricada apontei a lanterna para dentro da sala e meu sangue congelou no fundo da sala estava aquela coisa era como uma sombra em forma de pessoa coberta por algo que parecia um manto preto mas não tinha rosto antes que eu pudesse correr aquilo flutuou rapidamente na minha direção por instinto levantei os braços para me proteger a criatura passou através de mim como uma rajada de vento gelado foi como se todo o ar dos meus pulmões tivesse sido sugado minhas pernas ficaram Bambas e caí perto da lousa batendo a cabeça quando consegui me levantar corri o
mais rápido que pude de volta para a sala de monitoramento naquela noite algo dentro de mim dizia que eu não podia mais continuar naquele emprego aquela coisa Seja lá o que fosse Parecia ter más intenções o desenho do enforcado não saía da minha cabeça e se aquilo não fosse apenas um aviso mas sim um plano e se aquela presença estivesse tentando me manipular aos poucos me deixar tão perturbado a ponto de fazer uma besteira Quando cheguei em casa de manhã contei tudo para minha esposa ela me ouviu sem dizer nada só me abraçou forte e
falou que eu precisava sair daquele lugar no mesmo dia fui até a escola e pedi demissão rora tentou me convencer a ficar ofereceu até um aumento mas minha decisão estava tomada alguns meses depois encontrei um ex-funcionário da escola no mercadinho durante a conversa acabei mencionando o que havia acontecido comigo naquela escola então ele me contou que há alguns anos um dos funcionários da limpeza tinha se matado dentro da sala de monitoramento segundo ele o homem estava com depressão e se enforcou usando o ventilador de teto o mais estranho é que antes de morrer ele tinha
relatado que ouvia barulhos estranhos e via vultos pelos corredores da escola hoje trabalho como porteiro em um condomínio residencial é um serviço tranquilo com bastante movimento e pessoas por perto mas confesso que às vezes quando estou sozinho durante a madrugada lembro daquela forma escura e do desenho será que aquele espírito queria me avisar sobre algo ou estava tentando me fazer ter o mesmo destino do outro vigia essa é uma resposta que prefiro não descobrir Boa noite pessoal aqui quem fala é a Priscila melro hoje quero compartilhar com vocês uma experiência assustadora que Vivi quando estava
na sexta série como sempre fui muito tímida era difícil fazer amizades num dia comum durante o recreio eu estava encostada na parede perto da porta do banheiro quando de repente duas garotas mais velhas me chamaram para brincar com elas achei estranho mas fui assim mesmo curiosa para saber que brincadeira nova era essa ao entrarmos no banheiro Elas começaram a abrir todas as portas das cabines falaram umas palavras estranhas que não entendi e deram descarga fiquei ali parada sem entender nada depois de uns 3S minutos Elas disseram vamos esperar a loira do banheiro aparecer Enquanto isso
vamos brincar de girar elas deram as mãos e começamos a rodar de repente uma delas soltou minha mão e eu fui parar com tudo na parede batendo a cabeça com muita força a pancada foi tão forte que fiquei atordoada quase desmaiando nesse momento elas se assustaram e saíram correndo do banheiro me deixando ali sozinha ainda meio grogue e tonta me apoiei na pia e olhei no espelho foi quando vi o reflexo dela a famosa loira do banheiro sim ela estava ali bem na minha frente pisquei várias vezes para ter certeza de que não era Alucinação
ela era linda Parecia ter uns 20 anos então ela veio na minha direção e falou comigo sim a loira do banheiro falou comigo ela disse eu vi o que elas fizeram com você mas fica tranquila elas vão pagar cada uma delas nisso duas outras garotas entraram no banheiro me viram ali encostada e me ajudaram a levantar minha guardiã a Maria me levou para a diretoria fiquei na na sala dos professores Tomando café com eles e ajudando no mimeógrafo me deram remédio para a dor e cuidaram de mim até minha avó chegar para me buscar passaram-se
uns quatro dias até que recebi as notícias sobre o que aconteceu com aquelas garotas além de levarem suspensão uma delas viajou com a família e todos morreram num acidente de trânsito a outra caiu da escada e quebrou o pé depois de muito tempo a Maria pediu para ela me pedir desculpas na frente dos Professores no palco ela veio até mim e pediu perdão dizendo que não queria me machucar só brincar bom essa brincadeira me deixou um galo na cabeça que Carrego até hoje mas pelo menos tive a oportunidade de conhecer pessoalmente a famosa loira do
banheiro sim gente ela é real obrigada por me ouvirem um beijo a todos do canal Agradeço a todos que enviaram seus relatos e obrigado a você que assistiu até aqui quer apoiar o canal se inscreva curta e compartilhe quer apoiar ainda mais torne-se membro por 2,99 mensais Nos vemos no próximo vídeo se você tiver coragem