[Música] [Música] Bom dia pessoal que responsa hein o primeiro painel aqui foi de peso e conduzido pela Angélica Grande de amiga baita profissional Quero Agradecer o convite também Olívia obrigado e eu sou um entusiasta pelo futuro eu adoro o futuro as minhas reportagens no Estadão Se vocês forem procurar são as mais malucas possíveis eh mas eu também gosto de ver o futuro e a tecnologia traduzida em realidade na mão das pessoas principalmente do consumidor final de nós pessoas físicas eh e eu acho que o varejo de forma geral é uma das Áreas que mais consegue traduzir tecnologia em realidade eh e dentro do varejo acho que moda e beleza cara eh estão na fronteira do de transformar mesmo futuro em presente né acho que isso é muito bacana Então acho que a nada melhor do que aprender com vocês aqui o que que vocês estão fazendo para traduzir o futuro para o presente eh eu vou começar com você Débora eh eh a ffet é um caso clássico assim de sucesso no na na na internet eh no online né conta um pouco pra gente como é que foi essa adaptação da farf pro Brasil porque eu acho que até se conecta um pouco com o painel anterior quando a gente tava falando de adaptação né de que a tecnologia ela não pode ser única né ela ela necessita de adaptação Então conta um pouco pra gente como é que vocês adaptaram a farf pro Brasil e pras nossas necessidades obrigada gente bom primeiro Bom dia um prazer estar aqui com vocês hoje Bruna é bem legal essa pergunta porque é uma hisória interessante a farf né ela o nome Às vezes o pessoal fala farfetch e tal podia até ser né porque tem um pezinho de tecnologia Mas ffet vem de buscar de longe né numa tradução livre aqui aberta e é isso é um Marketplace de luxo que conecta marcas e consumidores e boutiques no mundo inteiro para vocês terem ideia a gente tá entregando em 1990 países a partir de 50 países Sellers e o ao Brasil a curiosidade é que ela né ela foi feita em Londres e Portugal né o founder é é português e tá baseado em Londres e quando ela começou lá em 2008 Brasil foi o primeiro país a sem internacionalizado então o primeiro escritório fora de Londres foi justamente no Brasil e aí uma coincidência né a esposa do do fundador que José Neves é brasileira não sei se tem uma uma forcinha ali pro Brasil e aí eles brincam muito internamente que literalmente eles pegaram o código da plataforma né do Marketplace ali conecta com as lojas A operação é super complexa né a gente não tem um armazém como um um varejo a gente vai literalmente nos pontos que a marca indica às vezes até na loja física retirar o produto Então imagina o volume de rotas né de logística que tem ali ali por trás eles pegaram esse código copiaram e colaram e começaram a adaptar pro Brasil e aí por que adaptação pro Brasil porque a gente tem uma série de complexidades né naturais aqui da da nossa região tem limitação de importação não é todo produto que pode est o Brasil é um dos países céleres então tem né marcas brasileiras e operações de marcas internacionais que estão no Brasil que que servem a região então precisava adaptar tudo isso a parte de preço né Toda a parte de imposto acho que é o grande diferencial da farf é justamente você chegar lá vê o preço da bolsa e aquele preço final já com o imposto embutido é uma né uma parte pesada ali de imposto Mas tem uma série de detalhezinhos E aí os nossos desenvolvedores lá internamente brincam que tem o if Brasil então qualquer coisa no código a if Brasil porque no código acho que literalmente eles colocam lá se é Brasil faz desse jeito Por essa questão toda da adaptação eh acho que a gente ouvi bastante disso de como o mercado brasileiro Exige uma adaptação né perfeita pra gente assim né personalizada mas agora falando um pouco assim de personalização eh ô Júnior eu queria puxar um pouco a conversa com você porque eh eu me lembro faz mais ou menos uns dois anos que eu fiz uma reportagem sobre o boticário e o início de uma jornada tecnológica que o grupo tava iniciando Eu lembro até que o título foi algo do tipo eh o grupo Boticário quia ficar conhecido pelos algoritmos e não pelos perfumes era alguma coisa assim eh e obviamente dois anos depois numa jornada de integração de marcas de tecnologias enfim conta um pouco pra gente como é que tem sido essa jornada para vocês o que que vocês estão implementando de mais bacana eh nesses últimos anos e conta um pouquinho dessa jornada Tecnológica do grupo Boticário que acho que muita gente talvez nem pense muito nela né boa eh Bom dia Bruno Bom dia pessoal é um prazer estar aqui obrigado pelo convite eh hoje eu diria que somos uma L Tech então Queremos ser conhecido por por uma lov Tech e a gente traz muito forte isso na nossa Cultura né a gente vê a tecnologia como e os avanços que a tecnologia vem passando recentemente como um facilitador das conexões humanas é muito disso que a gente acredita Pode parecer frase bonita para colocar em Manchete mas de verdade a gente vive muito isso e eh fortemente lá no grupo e quando eu falo de Cultura tá inserido em todos os times e todas as áreas essa transformação cultural e tecnológica que você comentou que você fez há alguns anos ela vem acon cada vez com mais intensidade então eh a gente não fala sobre tecnologia só nos times de tecnologia ou só na vice-presidência de Tecnologia Tecnologia tá inserida em todos os processos em todas as áreas então a gente olha des da das conexões com os nossos clientes eh ultrapassando o ambiente digital então muito no ambiente físico como que a gente traz eh eh os avanços tecnológicos como meio para facilitar essa jornada do os clientes em loja por exemplo e também com os nossos times internos Então como a gente vem mudando processos mudando ferramentas atualizando para que eh isso esteja mais inserido em todas as áreas falando um pouco de exemplos eu posso citar eh recentemente na na marca O Boticário Lembrando que o grupo Boticário é composto por várias marcas mas né a nossa marca a que iniciou toda a trajetória a gente vem olhando muito pro Canal loja loja física como que a gente Traz essa inovação Então a gente tem hoje três lojas flagships que são O Boticário Lab que tem muito esse papel de trazer as inovações do varejo então uma delas fica ah ah no ptio Batel lá em Curitiba onde a marca foi fundada e por isso a importância dessa loja e nós temos mais duas em São Paulo uma no morumb shop e uma na Rua dos Pinheiros Ah e lá tem experiências inovadoras como o fragrance Lab que é uma experiência imersiva no universo olfativo que é feito de forma exclusiva com uma consultoria de um especialista em perfumaria e a pessoa navega pelo universo of ativo desenvolvendo algo próprio para ela um outro um outro exemplo É o Color Lab que é uma experiência de maquiagem onde e junto com uma consultoria e junto com devices e solu tecnológicas a gente consegue encontrar o Tom ideal de base para um determinado cliente aqui são só dois exemplos que o que o O Boticário leb tem mas a gente vem desenvolvendo cada vez mais outras soluções também em produtos na nossa cadeia produtiva então tem vários avanços de tecnologia que a gente pode explorar E aí se deixar eu vou falando e tomando tempo do painel e não é o caso eu eu acho que também na sua resposta essa coisa da do uso uso de algoritmo PR personalização né acho que eu acho que talvez eu que é um chute meu mas talvez seja um tema que a gente que V permear nossa conversa de várias maneiras e e Bruno Xará e cara seia gigante do varejo tradicional mas e não é só isso atualmente né Tem muita coisa tecnológica acontecendo Inclusive tem um spoiler fiquem de olho no Estadão aí nas próximas semanas viu pessoal mas conta pra gente como é que um gigante de varejo tradicional loja física traz tecnologia pro ponto físico e e onde é que por exemplo os algoritmos dentam da brincadeira aí bom e tá ligado aqui então primeiro agradecer obrigado aqui pela oportunidade Olívia também Bom dia para todo mundo e Cara você sabe que eu xará né Você sabe que eu eu conecto muito com que Olívia falou antes sabe assim eu eu eu a gente na ca a gente entende tecnologia como uma coisa mais prática Néa ela falou cara algoritmos Deep learning redes neurais eh e a gente encara a tecnologia num num num aspecto cara assim pô como é que isso no final do dia resolve um problema da da da nossa cliente tá Eh cara como que a gente tá evoluindo né a gente tem investido muito em tecnologia muita energia em tecnologia principalmente desde lá do nosso IPO em 2019 E como tu falou né a gente é uma empresa tradicional a gente tem um monte de loja física a gente tá avançando no online e a gente precisa atender esses dois canais tá a gente tem alguns exemplos cara de prática de como que a gente Traduz essa evolução tecnológica os algoritmos que tu falou na prática pro cliente tá e eu acho que é dessa forma que a gente encara a tecnologia então por exemplo né a gente a gente tem o nosso meio de pagamento lá que é o CP e recentemente a gente colocou biometria facial na loja né então assim cara é é um Arc bolso de algoritmos por trás de tecnologia por trás mas que na prática a cliente chega lá na hora ela não precisa estar com o cartãozinho físico dela ela dá o CPF dela e pela pela pelo rosto dela ela consegue aprovar a compra dela tá então é é como que a gente gera esse engajamento e como a gente usa a tecnologia de uma forma mais prática para ela tá eh a gente tem outro exemplo lá né assim imagina ca tem 335 lojas a gente tem skus numa loja a gente tem que atender o Brasil inteiro né Então imagina que eu tenho uma cultura diversa no país inteiro então a gente usa por exemplo algoritmo a gente tem um um motor lá inclusive que a gente desenvolveu com a palanti que usa bastante inteligência artificial para entender a dinâmica de venda de cada um dos 200. 000 produtos para cada uma das semanas para que na prática cliente chegue na loja e ela tenha lá os tamanhos então quando ela chega lá pega um produto Pô gostei do estilo gostei desse produto cabe no meu bolso eu pego esse produto tem o meu tamanho para gerenciar isso cara muito algoritmo por trás imagina 200. 000 produtos vendendo todos os dias 335 lojas e então a gente tem evoluído muito tá e um dos que a gente também tem muito orgulho lá e que tem ajudado a gente bastante é o que a gente tem chamado de precificação dinâmica que são os algoritmos para construção de preço né e eu brinco lá que é até um pouco arrogante a gente achar que uma coisa só funciona pro Brasil inteiro né eu tenho loja lá em Belém Eu tenho loja em Porto Alegre eu tenho loja em Minas eu tenho loja no Brasil inteiro culturas diferentes perfis diferentes PR você entender e para você manipular isso eh a precificação dinâmica hoje ela conta com um monte de algoritmo complexo com Deep learn redes neurais para que ela consiga encaixar o preço encaixar o desconto que o cliente ele tem naquela região para aquele perfil tá tá e cara a gente tem tido muito sucesso com isso porque a gente consegue evoluir muito nos descontos a gente aumenta o nosso Tom promocional a gente traz mais acessibilidade pras pessoas sem necessariamente impactar a rentabilidade da empresa tá E então a gente usa eh um pouco dessa forma na prática bastante tecnologia mas para atender um caso prático de uso do cliente tá sensacional o uso de de tecnologia numa loja num num grupo tão numa loja tão tradicional é uma coisa incrível que a gente nem imagina né você entra numa loja da Cia por exemplo você não imagina que tem tantos algoritmos por trás mas eh como eu falei eu gosto muito se você me deixar eu fico a tarde inteira falando de Deep learning e algoritmos com você aqui mas também gosto muito de do impacto da tecnologia no comportamento humano eh e eh eu uma coisa eu queria jogar essa pergunta para vocês três porque são perspectivas Diferentes né mas como é que eh em relação às novas gerações e Existe alguma coisa que o comportamento das novas gerações demande tecnologia ou seja tem alguma coisa no comportamento de quem tá começando a comprar agora que você só consegue responder ou que você responde melhor com tecnologia bom cara deixa eu deixa eu começar com essa essa essa Uma conversa boa né Eh cara pensa num tempo atrás como é que funcionava a moda né eu tinha lá as grandes casas de moda eu tinha desfile a gente tinha né as pessoas tinham contato com a moda nesses lugares a gente desenvolveu uma coleção com base nisso e apresentava na loja tá então se você pensar nesse fluxo cara era razoavelmente simples fazer tá as novas gerações Cara elas têm acesso a um milhão de informações simultaneamente elas acessam as redes sociais tá lá Facebook Instagram ela tem contato com um monte de influenciador e a complexidade do b bu cara ela ela ela elevou num num num num grau que você não consegue mais da forma como você fazia eu sou de planejamento né então adoro Excel então eu mexia muito no Excel e mexo até hoje você não consegue mais reagir e atender a cliente de uma forma antiga se não tem tecnologia imagina a cliente sendo abordada ela tem opção de compra em milhares de locais chega numa loja da CEA Ah não tem o que eu quero eu vou para out até zero problema para ela Então eu acho que essas as as as gerações mais novas caras elas elas têm um nível de complexidade e o cliente ele elevou tanto nível de exigência que sem tecnologia por trás tu não vai conseguir em 300 lojas imagina uma coleção só em 300 lojas eu tô lá em Florianópolis na praia é a mesma coleção de Brasília não é a mesma coleção e você gerenciar essa complexidade cara os algoritmos Na minha opinião são fundamentais tá senão você não consegue você você você entrega um serviço médio em todas as lojas e que não é o que a gente quer bom eu vou trazer a resposta aqui pro pro mundo do Luxo né E até interessante porque saiu um estudo agora recente da da Boston consult group com alta Gama saiu agora em Julho e ele fala um pouco de uma coisa que a chendo molhado para todo mundo aqui ele fala de omnicanalidade El fala a gente tá mais de 10 anos falando varejo todo né quem nunca foi no evento que falou a palavrinha mágica omnicanal E aí por que que ele traz isso ele fala a gente não tá fazendo direito ainda E aí vamos vamos parar e pensar né a geração z daqui até 2030 vai ser 1/3 da venda de luxo no mundo tá no Brasil só para farf já é 20% a gente tá falando então que hoje prevalece a geração Millennium que é justamente essa que pega um pouco ali da né da da inserção da tecnologia no nosso dia a dia e a gente vai para uma geração que já nasceu ali né com celular na mão com computador na mão essa geração não aceita mais a falha nesse processo quando a gente fala de carnalidade não é só questão funcional de Ah eu retiro na loja compro online e vou fazendo isso é que a experiência dele em todos os pontos de contato com a marca seja na rede social seja eh na na loja física seja no Marketplace seja na loja né marca.
com isso tem que tá elevado a um a um outro nível de experiência e eu acho que isso só tecnologia que vai né favorecer não é só uma questão de integração de estoque de gerenciamento ali por trás é de como cada canal para aquela marca né para pro varejo tem o seu papel na jornada do consumidor é super complexa no caso do Luxo ainda tem um um extra ali porque tem não É só a questão funcional de eu garantir que Ten o produto que tem a numeração que tem a promoção que tem eh ali por região mas tem um aspecto emocional que hoje não é bem atendido pensa que as marcas né de forma geral mas trazendo pro luxo de novo levaram décadas e décadas aperfeiçoando aquela experiência ali da loja física e no online tudo é muito recente então você não consegue trazer aquela sensação de exclusividade o calor humano né a interação humana Esse aspecto emocional aquela coisa de mimar o cliente como que a gente traduz isso pro digital e pros outros canais acho que aqui a tecnologia vai ter que né a gente vai ter que descobrir junto e aí concordo muito com o Bruno trazendo como tecnologia é ferramenta né então como é que ela resolve o problema do cliente Hoje ele tá demandando por isso como a gente vai usar tecnologia para resolver isso numa larga escala né É É muito legal e não vou ser repetitivo mas tá muito em linha com o que vocês trouxeram também o que eu agregaria é que não só falar sobre nova geração Mas falar sobre comportamento e naturalmente as novas gerações influenciam muito no comportamento de de de consumo né no comportamento humano como um todo então é importante a gente ficar atento para tudo isso né e eh para mim enquanto você fez a pergunta me vem muito o ponto da omnicanalidade que a gente ainda não faz e da da melhor forma que poderíamos fazer né não é sobre comprar em qualquer lugar é sobre viver uma experiência única né E aí passa muito por diferentes devices diferentes plataformas como a gente garante essa experiência de marca que vai muito além do do transacional Então eu acho que esse é um grande desafio mesmo ô Júnior deixa eu fazer uma pergunta em cima dessa eh e você acredita que as as novas gerações elas demandam ainda mais essa coisa da personalização nesse momento de eh de compra do comportamento acho que você tava entrando nisso eu queria que você vai vai vai por esse caminho aí boa boa eh eu acredito que sim eu acredito que sim mais uma vez eu não gosto de falar as novas gerações porque fica parecendo um uma separação né nós e eles para mim é uma uma realidade de comportamento e e naturalmente muito influenciado pelas novas gerações não tô querendo ser milp aqui porém eu acho que é muito mais amplo do que isso para não parecer Aquela coisa separativa né e eh e sim eu acredito que hoje no comportamento a personalização vai muito em linha com experiência eh eu busco uma experiência que faz sentido para mim que esteja adequado às minhas necessidades e as minhas demandas então Eh cada vez mais eu viver algo que eu entendo que tem Fit comigo eh que eu que eu leio como uma personalização com atendimento mais exclusivo com uma eu estou resolvendo uma solução que você precisa faz muito sentido nesse novo momento que a gente vive no varejo Sem dúvida legal e eu queria jogar uma pergunta para vocês dois eh quando vocês estão estudando uma nova tecnologia para adotar como é que vocês determinam se certa tecnologia vai dar certo pro que vocês pra demanda que que o público de vocês tem e como é que vocês adivinham se algo vai dar certo ou não como é queal conta um pouquinho pra gente Claro que não dá pra gente ir muito fundo mas queria ouvir um pouco sobre isso posso começar eh primeiro não tem adivinhação acho que começa por aí assim para mim a resposta se resume em pesquisa e análise tanto para entender o que precisa ser desenvolvido que mais uma vez precisa fazer sentido para aquele cliente o Shopper o consumidor dependendo do momento que que ele tá vivendo ali eh tem que né eu não quero usar as frases bonitas mas mas para mim tem que resolver uma dor uma necessidade real então isso só a gente só captura via pesquisa e para saber se deu certo e entender a continuidade dessa solução mais uma vez precisa de pesquisa a gente precisa ver a resposta disso então e observar profundamente né E quem que é o o o grande agente ali daquela experiência ou Quem deveria ser beneficiado como cliente daquela experiência é fundamental e naturalmente a partir da resposta o que não funciona ou é descartado ou é revisado a rota é é muito dessa forma que a gente acredita cara concordo em gênero númer grau que você falou tá assim eu eu de novo parece uma nuance uma retórica mas se olhar pro cliente e entender uma dor dele é o começo de tudo assim tá eh a gente tem quatro etapas lá que a gente faz assim de uma forma mais pragmática eu acho é assim ó algumas primeiro cara a tecnologia ela tem que tá embebida dentro da área de negócio tá eu não acredito na área de tecnologia que ela que ela em paralelo ela precisa entender a dinâmica e o mecanismo de funcionamento para ela poder alavancar alguma coisa tá então lá na ca a gente a gente faz isso eu acho que é por isso que no final do dia as coisas elas elas se realizam para cliente segundo você tem que ter consciência do que você tá resolvendo pro cliente cara eh a gente tem um monte de exemplo de Tecnologia Tecnologia é um negócio muito Hype né assim então entra metaverso e tu tem que ter na sua cabeça cara eh se primeiro você tá resolvendo um problema prático do cliente você tá endereçando alguma coisa do dia a dia dele eh E você tá no time certo de entrar tá tecnologia ela tem umas nuances assim cara se você entra no time errado você não gera você não gera ganha tecnologia não tá madura ainda o suficiente você fica muito para trás piorou tá eh eu acho que tem um setup de test and learn Então como o Júnior falou não tem muito espaço para você ficar errando né cara test and learn começa pequeno testa aquele efeito principalmente nas lojas físicas lá pra gente e e no hom também testa vê se aquilo funciona e e uma questão que também a tecnologia ela você não ela nunca tá pronta né ela tem um negócio de aperfeiçoamento contínuo assim e eu eu algoritmo cara é um negócio que você bobear o que funcionava se meses atrás já não funciona mais hoje tá o cliente muda a necessidade muda a complexidade ela tá exponencial homn canalidade que a Débora falou então tu precisa tá atento com a tecnologia eu eu brinco lá um pouco que a gente fala assim né a gente não faz um projeto de tecnologia para dar certo a gente tem que fazer ele até ele dar certo existe um negócio de cuidar dele e apropriando e melhorando até que você começa a ativar ele na prática e aí o cliente ele fala assim não que legal cara tô achando aqui o estilo que eu gosto tô achando o preço que me cabe tô achando o meu tamanho ele não sabe que tem um bilhão de coisas por trás mas na prática ele sente isso na jornada dele sabe muito legal e agora ô Débora e fazendo o caminho oposto a gente tem aqui dois representantes de pessoas de de marcas que TM lojas físicas eu queria saber o o caminho contrário mundo físico influencia no que que você no no no mundo digital no que vocês aplicam no mundo digital quando vocês estão olhando para as lojas físicas acho que as coisas não são brigadas né é um pouco da que a gente sempre fala de faz parte da experiência e aí trago de novo pra questão da Unic canalidade de como a gente serve o cliente independente da da onde ele tá a ffet Apesar dela ser um Marketplace né praticamente online A gente tem dentro do grupo existe operação física que é a browns lá emem Londres ela acaba servindo pra gente como Marketplace aqui no Brasil como um um Seller né ela vende coisas aqui pra gente e a gente acaba brincando bastante de entender também o que tá acontecendo ali no f e mesmo como solução paraas marcas né como Marketplace eu tô no meio eu tenho que resolver o problema do meu consumidor final de um lado mas também das marcas do outro e aí a marca ela tem a experiência dela ali no físico que ela tem anos e anos de experiência e aqui eu começo a ver o que que ela faz ali que é diferente como é que eu resolvo uma solução né no mundo online um exemplo para tangibilizar um pouco isso falei para vocês da experiência do Luxo requer essa coisa do contato humano da coisa mais emocional a gente desenvolveu E aí foi interessante porque no BR Brasil foi o foi o piloto e depois a gente expandiu isso para fora tem uma área de private client onde a gente tem realmente o contato físico são sty ali são as vendedoras que o para aquele aquela ponta da pirâmide ali meu cliente mais VIP de todos eles eles têm o contato humano mesmo de uma pessoa assistindo ele na na compra e obviamente usando muita tecnologia por trás né Para a gente sempre F aquele exemplo clássico do CRM de parece que o carinha que vai na loja lá do interior e ele sabe o nome de todo mundo né O que que ele compra a família ela tem tem muito dessa tecnologia por trás para poder ali fornecer pro cliente para daquele atendimento mais humano eh o máximo de personalização ali possível recomendação de produto entender a necessidade dele então isso é uma coisa que talvez a gente traz ali do que é normal no mundo físico de luxo por uma experiência híbrida né entre o online e o físico bom a gente tá chegando na reta final mas eu eu eu me colocaria de castigo se eu não fizesse uma pergunta sobre inteligência artificial que é o tema do ano eu venho cobrindo o ia faz um tempão eu me sinto aquele cara que cobria a banda de garagem tocando na casa dos pais agora A banda tá no no principal palco do sei lá do festival então óbvio que a gente vai falar de a um pouquinho eh que furou a bolha né enfim queria saber um pouco de vocês o Bruno Júnior e e como é que o quais onde que a i entra no negócio de vocês o que que ela permite fazer hoje que não permitia antes como é que a ia tá se encaixando aí no na nos trabalhos de vocês posso começar eh inúmeras frentes assim desde frentes mais operacionais de cálculo de demanda de processos produtivos pra gente ter mais assertividade nos processos fabz até desenvolvimento de produto dentro do pid com todas as pesquisas que a gente tem lá dentro a gente utiliza inteligência artificial e trazendo mais pro meu mundo de experiência de loja a gente também vem avançando em algumas frentes uma delas é a definição de footprint de loja ou seja a gente criou um um modelo lá dentro que que ajuda a gente a escolher as melhores localidades para ter eh eh uma loja então baseado no algoritmo que que que avalia uma série de dados e também em experiência com o próprio cliente a gente tem hoje uma experiência que chama boot Essence que é um recomendador de fragrância Ele tá em mais de 2500 lojas basicamente é um quiz que o cliente Responde de forma digital no celular dele ou da própria consultora e esse Quiz mapeia o perfil e o e o Mood daquela pessoa a partir de um algoritmo ela relaciona esse perfil ao universo of ativo de famílias of ativas que tem maior correlação e sugere os perfumes mais adequados para aquele perfil e aí o cliente recebe rebe também o mapa ativo ali e né da experiência como um todo e ele dá like e dislike na experiência que ele fez em loja então é uma experiência fita porque ele tem o sensorial da própria Perfumaria e por fim a experiência usa machine learning para poder retroalimentar e aprender e cada ficar cada vez mais assertiva na recomendação e a gente vê essa experiência desbravando outras frentes ainda maiores é algo bem bacana se se vocês não conhecem Eu recomendo ir numa loja do do Boticário para conhecer o bessens quer dizer algoritmo não tá nem não tá recomendando só a música que a gente vai ouvir no Spotify ela já recomenda já o cheirinho que eu vou ter ali é isso né Muito legal ô Bruno continua essa conversa que eu acho fascinante cara o seguinte eh Então cara como a gente tava falando eu acho que assim Inteligência Artificial inteligência analítica eh esse negócio tá tá permeando lá dentro da ca e acho que pro varejo de moda como um todo como alguma das alavancas tá eh eu eu cara a gente tá na mesma jornada tá então a gente tem a gente tem elementos de Space planning de loja então como é que otimiza localização de produto em loja em função de performance dele a própria precificação dinâmica cara que é um dos elementos lá na construção do preço ela usa processos de machin lan para entender elasticidade de produto loja a loja sazonalmente para poder agir no preço e ajustar o preço em loja loja tá E esse caminho da da Hiper customização né da hiperpersonalização que cara Esquece sem Inteligência Artificial sem machine learning e é um caminho que usa isso intensivamente né construção de um sortimento em loja imagina 200. 000 skus diferentes numa loja a construção do sortimento para gerenciar toda a cadeia desde lá do fornecedor que produz a peça no volume certo como é que você atribui pra loja chega na loja como é que você trata o preço como é que você remarca eh a gente precisa usar esses motores de Inteligência Artificial tá E e um ponto para mim de novo Inteligência Artificial e a generativa que também é um ponto que tá super ripado eh o cuidado que tem que ter com o momento de você fazer e que enteressa eu repito isso lá na Sea vou repetir aqui também que enteressa um problema real do cliente fazer um negócio a gente já viu isso nas feas né faz lá um espelho lindo maravilhoso pessoa coloca cara de repente ela P eu só queria achar uma t-shirt aqui do meu tamanho para ser bem honesto então assim é importante cara que ela tenda um problema e que esse monte de algoritmo complexo fique lá para trás e o cliente ele chega na loja e tem uma experiência boa tem uma experiência melhora entendeu Acho que é um pouco isso esse dos algoritmos podia ficar conversando contigo aqui um tempão também algoritm a gente pode ficar aqui inteira é não eu acho que eh a sua resposta ela ela meio que eu eu eu dei o spoiler no começo da conversa né a tecnologia ela acaba humanizando deixando a e o produto a experiência ou seja lá o que você tiver buscando na compra mais humana né ela aproxima eh a necessidade mesmo da do do cliente né acho que é era o tom da conversa e acho que a gente tem isso então para eh encerrar eu vou jogar aquela pergunta mais aberta aí estilo né Eh para vocês dada toda essa conversa que a gente teve aqui como é que vocês imaginam a loja do futuro e é isso acho que ela passa por continuar observando aí as tendências de consumo né E aí lembrando de novo tecnologia seja ia agora ou o que for né metaverso a gente já falou nele um pouquinho eh ela tem que resolver um problema real então não as coisas estão conectadas a gente tem que observar comportamento humano porque no final é a tecnologia ela vem como ferramenta para para resolver a vida do nosso consumidor e assim rentabilizar também pra empresa e pode ser repetitivo mas eu traria novamente experiência para mim cada vez mais eh a loja como parte de um ecossistema conectado então não dá para pensar em loja física ou loja digital como plataformas separadas e cada vez mais explorando experiência cada vez menos sobre o transacional vai muito além disso ó cara legal essa pergunta eh o sonho futuro cara eu eu imagino assim ó cada loja no caso da ca cada loja com o os produtos que o cliente gosta no preço que ele gosta conectado com Omni Channel eh eu o sonho que a gente que a gente tem lá é que a ca ela ela ela atenda mesmo a pessoa ela fala assim cara eu entro numa loja e eu acho o que eu gosto para mim é é dificílimo fazer isso 200.