O futebol já viu de tudo. O toque suave de Zidani, a potência física de Cristiano Ronaldo, a genialidade absurda de Messi, o drible sem lógica de Ronaldinho, o instinto assassino de Ronaldo fenômeno, a elegância de Berkamp, cada um com sua virtude, cada um com um capítulo eterno na história do jogo. Mas e se fosse possível juntar tudo isso em um só jogador, estilo videogame?
E se pegássemos a freeza de um, a força de outro, o drible de um terceiro, a mente de um quarto e criássemos uma máquina de futebol, um jogador perfeito, sem ponto fraco, sem defeito, feito com as melhores qualidades que o futebol já produziu. Hoje vamos imaginar o impossível. Vamos criar o jogador perfeito, parte por parte, habilidade por habilidade, e montar o craque dos sonhos, aquele que nem um adversário conseguiria parar.
Vamos nessa. Controle de bola. Zidane.
Se estamos falando de criar o jogador perfeito, o controle de bola precisa ser cirúrgico, um tipo de domínio que mata qualquer passe como se fosse um gesto natural. E quando o assunto é primeiro toque, leitura corporal e elegância, Zidane é o nome certo. Ele não recebia a bola, ele acolhia.
Cada toque do francês parecia parte de uma coreografia, seja num campo pesado, numa final de Copa do Mundo ou cercado por três marcadores, a bola culava no pé dele como se soubesse o que viria depois. [Aplausos] controler frontal [Aplausos] controla se casillota Zidan Zidan tin que não era só técnico, era emocional. Ele acalmava o jogo, gitava o ritmo e transformava situações caóticas em laç simples com um só giro, um só domínio.
Era a união perfeita entre técnica e tempo de jogo. Colocar o controle de bola de Zidane no nosso jogador perfeito é como programar o cérebro da bola para entender quem manda. Técnica: Denis Berkham.
Se o futebol fosse pintado em tela, Denis Berkamp seria um artista plástico. Tudo que ele fazia tinha um toque de classe. Nada era apressado, nada era bruto.
Era um jogador que pensava o jogo à frente dos outros e executava com perfeição. A técnica de Berkamp não era só nos pés, estava no domínio orientado, no passe milimétrico, na maneira como ele virava o corpo antes de tocar na bola, como se cada movimento fosse ensaiado em câmera [Aplausos] lenta. Frank de Boer.
Frank de Boer speelt de baled naar Dennis Bergamp. Dennis Bergkampis Bergam de bal aan. Dennis Bergkamp.
Denis Bergkamp. Back up. That is back up.
That is back up. [Aplausos] [Música] B Ele não era o mais rápido, nem o mais forte, mas com a bola no pé tinha mais controle do que qualquer outro. No nosso jogador perfeito, colocar a técnica de Berkamp é garantir que tudo que ele fizer vai parecer simples.
Quando o som de bola, Diego Maradona. Quando se fala em controle de bola, não tem como ignorar o nome de Diego Armando Maradona. A relação dele com a bola não era técnica, era espiritual.
A bola parecia encantada quando tocava nos pés dele. Ela obedecia, seguia e se entregava. Maradona não precisava olhar pra bola.
Ela estava sempre onde precisava estar, no pé esquerdo colada, como se estivesse presa por um fio invisível. No meio do campo, no aperto da marcação ou em arrancadas insanas como contra a Inglaterra 86, ele nunca perdeu o controle. Maradona del mundial para mar.
Não importava o gramado, a pressão o tamanho da partida. O domínio de Maradona era o mesmo, natural, ousado e absurdo. Ele não parava a bola, ele comandava a bola.
Chute forte, Roberto Carlos. Se a perfeição exige potência, então o chute forte do nosso jogador só pode vir de um nome, Roberto Carlos. Não era só força, era força com precisão.
A bola saía dos pés dele como míssil. Curva, velocidade, impacto, tudo no limite. E o mais impressionante, ele fazia isso com naturalidade.
O mundo viu de perto em 1997 contra a França. De longe, como ele gosta, o Martado, partiu Roberto, uma bomba. Gol!
Roberto Carlos não precisava de ângulo nem de distância ideal. De qualquer lugar do campo, ele representava perigo. Com ele, o chute era mais do que um fundamento, era uma ameaça, era intimidação.
No nosso jogador perfeito, o chute forte de Roberto Carlos é o fator que transforma meia chances em gols e cobrança de falta em pô a destruição. [Aplausos] [Música] ventaja para que le pegue Roberto Carlos del otro ahí va brasileño Roberto Carlos Roberto Carlos Roberto Carlos con distancia intenta chutar marcado Roberto Carlos de los que va a curva Ricardo Quaresma colocar efeito na bola é uma arte e se existe um jogador que dominou essa arte como ninguém esse jogador é o Ricardo Quaresma a trivela dele virou identidade. Era mais do que um recurso, era um estilo.
Um diferencial, uma assinatura em campo. Cruzamento de trivela, passe longo de trivela, finalização de trivela também e sempre com a bola fazendo curvas absurdas, passando por onde ninguém esperava. Quaresma não era o mais constante, nem o mais regular, mas toda vez que tocava na bola com o lado externo do pé, era poesia em movimento.
[Aplausos] para do tenta tirar caminho dá para a direita para Ricardo a resultar ai meu defensivamente forte carimbou o jogador da zaga do Vitória uma trivela na bola o toque de cabeça. [Música] Acrobacia, Zlatan, Ibrahimovic. Nem todo gol precisa de lógica.
E se tem alguém que passou a carreira inteira provando isso, foi Zlata Ibrahimovic. Exata desafiava a gravidade. Gol de voleio com o pé na altura da cabeça do goleiro, bicicleta de fora da área, viradas no ar, escorpião, calcanhar, giro, tudo com precisão milimétrica.
Se fosse qualquer outro jogador seria sorte. era [Música] intenção. Ibrahimovicordin anche Fog, insomma perché era andato via bene con l'esterno.
[Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] in passe Xav Hernandes. No futebol, o passe é mais do que um toque, é leitura, é tempo, é inteligência. E se existe um jogador que dominou essa arte como ninguém, esse jogador é o Chave.
Chave não errava. Com ele, o passe era previsível apenas para quem jogava ao lado dele, nunca pro adversário. Ele enxergava o espaço antes que ele existisse, movimentava o jogo com simplicidade e fazia o time jogar no ritmo dele.
Não era passe bonito, era passe útil, limpo e letal. De primeira por cima, rasteiro no pé, no espaço, tudo com precisão absurda. Era como se o campo estivesse mapeado dentro da cabeça dele.
[Aplausos] che se le medio metro va lanz magistral dentro per merito del Barcellona che certo dovrà corregion la partenza di Keita che salta anche Lovely ball inside. Another chance [Aplausos] for Lançamento David Beckeran. Poucos jogadores na história conseguiram colocar a bola exatamente onde queriam, de qualquer lugar do campo.
E nenhum fez isso com tanta precisão e estilo quanto David Beckham. O lançamento de Beckham era milimétrico, seja num passe de 50 m numa inversão de jogo ou numa bola longa por cima da zaga. A bola caía no pé do companheiro como se tivesse GPS.
Era um toque seco, limpo, rápido e a jogada mudava de lado. O ataque se armava e o time respirava. Era técnica, visão e precisão e um só movimento.
Mais do que um grande cobrador de faltas, Beckham foi um gênio na bola longa. capaz de virar o jogo em segundos, quebrava defesas com único lançamento. Que o balão para Ronaldo, para elitado.
Madrid 16 de cobrança de falta Marcelinho Carioca. Quando o juiz apitava a falta perto da área, era quase um pênalti com barreira. Se a bola estivesse nos pés de Marcelinho Carioca, o goleiro já sabia.
Ia ter trabalho e muito. Marcelinho não chutava com força, ele colocava a bola onde queria. Com pé direito pequeno e preciso, fazia a bola subir, cair, girar e escapar do goleiro com um nível de controle absurdo.
Era imprevisível. Podia bater por cima na barreira, por fora, no canto do goleiro e sempre com estilo. Foi aperidado de pé de anjo e não é à tua.
Foram mais de 80 gols de falta na carreira. A maioria deles decisivos, com categoria e variações que confundiam até quem assistia de longe. É o que ele faz.
Veloso. Marcelinho dali bateu. 15 do segundo tempo.
Partiu Marcelinho. Bateu. Gol de França.
Pé direito. Vai marcar no placar. Gol.
Partiu Marcelinho. Bateu, gol! O Grêmio.
Marcelinho bateu direto. Olha o Marcelinho batendo. Visão de jogo.
Pirlo. Andrea Pirlo não corria. Ele fazia a bola correr.
Com o simples olhar, ele viu que ninguém via. Enxergava o espaço que ainda não existia, antecipava os movimentos de quem ia receber e já sabia onde o lance terminaria antes mesmo de começar. Pirlo jogava de cabeça erguida, como se tivesse o campo inteiro mapeado.
Se o time precisava respirar, ele dava o ritmo. Se precisava acelerar, ele quebrava as linhas. Um toque, um passe longo, uma inversão, tudo com precisão, calma e leitura de jogo absurda.
[Aplausos] [Música] [Aplausos] Cruzamento Petkovcovit. O cruzamento perfeito exige mais o que força ou velocidade, exige leitura, equilíbrio e toque calibrado. E entre todos que dominaram esse fundamento no futebol brasileiro, Deran Petkovit foi o mestre.
Pet mostrou que o cruzamento não precisava ser previsível. Ele batia com efeito, com curva fechada, por baixo ou em arco, sempre onde o atacante queria e às vezes até alguns gols saíam. Não é atual que ele é o jogador com mais gols olímpicos na história do futebol.
E o pet na cobrança do escanteio, fechadinho. Gol! Agora sim, a torcida do Vitória animada aqui na Fonte Nova.
Petkovit cobrou aí o Pet. Pé direito, deixa e [Aplausos] gol. Pênalti Neymar.
Bater pênalti parece simples, mas só parece. É o momento em que o goleiro tenta ler o cobrador e o cobrador precisa ser mais frio que todo mundo. E quando se trata de frieza, variação de batida e controle emocional, Neymar é referência absoluta.
Ele começou com uma paradinha que virou polêmica e por ser um tanto quanto desleal, ele mudou e melhorou ainda mais, se tornando único em suas cobranças. Neymar não bate pênalti, ele espera, observa e engana. Seu estilo é único.
Passos curtos, corpo leve, mudança de ritmo e o olhar fixo no goleiro até o último instante. Ele decide o canto só quando o goleiro já escolheu dele. Neymar, pé direito na bola, deu [Música] paradinha.
Última bola do jogo. Pé direito de novo. Paradinha.
Neymar bate pequena área Romário. Ali onde falta espaço, onde o tempo é mínimo e a marcação gruda, é onde os comuns se complicam e Romário resolvia. O baixinho era especialista da pequena área.
Um toque, um giro, o gol, o rei do clutch. Não precisava de força e nem de friua, precisava só de centímetros e isso bastava. Romário tinha posicionamento de Predador, sempre bem colocado, sempre onde a bola ia cair e quando ela chegava era caixa.
Frieza total, execução limpa. É aquele tipo de jogador que não aparece o jogo inteiro, mas basta um vacilo da zaga e pronto. Enfiou para Romário.
Posição legal. Saiu o goleiro, fez a finta. Lá vai Romário.
Lá vai de novo o Flamengo chega com perigo. Condição boa para Romário. Vai para cima da marcação.
Grande drible. [Música] Bosão legal posição legal Romário no meio. Vai Romário.
Romário que se vai pelotrio. Rombidestro Pelé. Dominar o jogo com a perna boa é obrigação.
Dominar com as duas é privilégio para poucos. E ninguém usou as duas pernas com tanta naturalidade e eficiência e classe quanto Pelé. Pelé não era apenas abidestro, ele era completo.
Chutava forte com as ruas, cruzava, passava, driblava, finalizava. Com a esquerda, com a direita, de fora da área, o de dentro dela, parecia não haver diferença. Foi assim que ele pilhou mais de 1000 gols, porque marcava de todo jeito, com todo tipo de recurso e dos dois lados.
Quando o marcador tentava forçar ele pra perna ruim, Pelé agradecia e finalizava do mesmo jeito. Ainda bem que ele nem chegou a usar a terceira perna. Lá [Aplausos] ele, Titão.
Toninho. Atenção agora Pelé limpo. Eu caiu.
Voltou para Peléidade da área. Tenta levantar para Pelé. Escorregou na hora para no peito.
Domina espetacular. Cabeceio Jardel. Finalizar com os pés é comum.
Agora, fazer mais de 200 gols de cabeça é coisa de especialista. Mário Jardel era isso, um especialista. Ele não pulava mais alto, ele se posicionava melhor, antecipava o lance e cabeceava com uma precisão absurda.
Parecia que a cabeça dele tinha um GPS. Era toque leve, forte, no canto, no alto, sempre certe. No Grêmio, no Porto, no Galatasaray, no Sport, onde tinha cruzamento, tinha gol de [Aplausos] Jardel.
Olha o cruzamento, Jardel. Olha o gol. Gol que ser acesos.
Olha o cruzamento. Vai chegando o jardo. O gol aberto feito.
Vai pegar essa bola. Vai levantar. Levantou pro jard.
Drble: Lionel Messi. Muitos driblam provocar, outros para enfeitar. Messi dribla para desmontar.
Uma bola colada no pé esquerdo, Messi é um fenômeno da física. Ele não precisa de pedaladas nem firulas. Um corte curto, um toque sutil, um leve deslocamento de quadril e o marcador já ficou para trás.
Não é drible de efeito, é drible de precisão, cirúrgico, imortal. Ele passa por três, quatro, c. No nosso jogador perfeito, o drible de Messi é a peça que quebra qualquer sistema defensivo.
É o recurso que transforma o possível em rotina e o defensor e em estatística. Assistência da Xavi Mesca preta para Messi. Messi Messi Messi Messi Messi Messi Messi immensa Messiara Messi ancora Messi ancara Messi ancara Messiara Messi Messiara Messi de novo Messi.
Olha o Valencia. Lá vem ele para tentar minar confiança do Balanceaga. Encostou também agora o Bear.
O Messi levou todo mundo. Lá vem ele. Olha o Messi.
Lindo lance. Que gol. [Aplausos] [Música] Messi intenta super Ronaldinho Gaúcho.
Aberidade é mais do que derribar, é saber o que fazer com a bola e fazer sorrindo. E ninguém jogou com tanta naturalidade, magia e irreverência quanto Ronaldinho Gaúcho. Com ele a bola era a extensão do corpo, elástico, chapéu, carretilha, caneta, nojo no passe, chute sem olhar.
Não era só bonito, era eficaz. Ele resolvia jogos com lances que pareciam tirados de uma pelada de rua. Ronaldinho fazia o difícil parecer simples e fazia o futebol parecer brincadeira.
Tocou de primer Ronaldinho. Ronaldinho que se la cambia de piernas, aguanta una vez se va de toca para Ronaldo. Que buscan los futbolistas del Barça para intentar descongestionar.
Ronaldo. Ronaldo, buscaba el recorte sobre cuartero, el centro al segundo palo pue evitar que ese balón se pierda por la vía lateral lo [Aplausos] evitária con Ronald Ronaldo. [Aplausos] para desmarcando a Ronaldo.
ido Ronald Ronaldo que ataca suelto Ronaldo. P R explosão Ronaldo. Antes da lesão, Ronaldo fenômeno era imparável.
Não existia espaço apertado, zagueiro bem posicionado ou marcação em bloco que segurasse. Quando ele arrancava, parecia que o campo inclinava a favor. A explosão de Ronaldo era diferente.
Não era só a velocidade, era aceleração com controle de bola arrancada com raciocínio rápido e equilíbrio e movimento. Ele mudava de direção em alta velocidade sem perder força. Drblava o goleiro como quem desvia de um cone e em dois, três passos o espaço já virava a finalização.
Com 18 já fazia isso com adultos. Com 21 foi eleito o melhor jogador do mundo. E se não fossem as lesões, talvez fosse ainda maior do que já é.
Ronaldo. Vamos ver agora. Vai em cima da defesa.
Vai o Ronaldo. Ganhou a parada. Saiu o goleiro.
Ele [Música] tocou. Trata dear o primeiro toque perdeu o balón. Métese Ronaldo.
Trata de chegar Ronaldo. Lanza. Gol!
Corro! Ronaldo! Não há impedimento.
Olha o terceiro Ronaldo. Cara a cara! O goleiro já ficou gol!
Físico! Cristiano Ronaldo. Quando se fala em físico no futebol, Cristiano Ronaldo é o padrão máximo.
Força, impulsão, velocidade, resistência e explosão. Tudo no limite. Cristiano moldou o próprio corpo como uma máquina de desempenho.
Se reinventou com o tempo e mesmo depois dos 30 seguiu dominando fisicamente jogos de alto nível. A impulsão para cabecear acima de zagueiro de 2 m, a aceleração em campo aberto, a força no corpo a corpo e a capacidade absurda de manter isso durante 90 minutos. Mais do que talento é dedicação.
Cristiano transformou o físico em arma e com isso ganhou longevidade, dominância e [Aplausos] [Música] respeito. Ridamente contienta su marca la pelota aquí. Fantasia pura, saca o rebote.
Que golaço. Botou na frente pro Cristiano Ronaldo. Fez o corte pro pé direito.
Velocidade que ele é Mbappé. Ter velocidade é uma coisa, saber usar essa velocidade com inteligência, controle e objetividade é para poucos. E nenhum jogador da atualidade faz isso tão bem quanto e Mbappé.
Mbappé não corre, ele voa com sem a bola, ele dispara como se tivesse sempre um passo à frente do marcador. É o tipo de jogador que quando arranca a defesa entra em desespero. Mas não é só correria.
Ele acelera e pensa. Drbla em velocidade, finaliza em alta rotação e faz tudo isso com naturalidade, como se fosse fácil manter o controle a 35 km/h. Seja em contra-ataques, ultrapassagens ou infiltrações curtas, a velocidade de Mbappé é letal.
[Aplausos] [Música] Desarmes: Paulo Maldini. Desarmar não é só tirar a bola, é antecipar, controlar e neutralizar, sem violência, sem desespero. E ninguém fez isso com tanta classe, regularidade quanto Paulo Maldini.
Maldini não precisava dar carrinho. Ele chegava antes, tinha leitura de jogo, inteligência posicional e o tempo certo no movimento. Não era força, era técnica defensiva no mais alto nível.
jogou mais de duas décadas em alto rendimento e passou a carreira marcando os melhores jogadores do mundo e anulando todos [Aplausos] eles. Atención aomeleva sin querer ahí de Maldini corto tocar la entrada ora de Maldini vincente di Gallas e poi Maldini vero vice di Roberto [Aplausos] Carlos Dunga ser futebol não é só usar abraçadeira é ter postura, voz e personalidade. E ninguém representou isso melhor do que o Dunga, capitão da seleção brasileira, campeã do mundo em 94.
Dunga era o tipo de jogador que falava alto, cobrava, protegia e principalmente aparecia quando o time mais precisava. Ele não era o craque técnico, mas era o símbolo da força mental, da seriedade e da entrega total. Em campo era impossível não perceber sua presença.
Fosse com uma dividida firme, um grito na hora certa ou uma cobrança no companheiro. Ele liderava com autoridade. O Dunga era um um líder nato que nós tínhamos no grupo, né?
até pela sua caráter dentro de campo e principalmente fora de campo sus [Música] condução de bola de Maradona, habilidade de Ronaldinho, drible de Messi, chute forte de Roberto Carlos, freeza nos pênaltis de Neymar, físico de Cristian. Cristiano Ronaldo, explosão de Ronaldo fenômeno, cabeceio de Jardel, amidestria de Pelé, passe de chave, visão de Pirlo, cruzamento de Petkovcovit, curva de quaresma, lançamento de Beckham, cobrança de falta de Marcelinho Carioca, desarme de Maldini, velocidade em Mbappé, acrobacia de Ibrahimovic, presença de área de Romário e a liderança de Dunga. Se esse jogador existisse, não haveria sistema que o parasse, não haveria marcação que o controlasse.
Ele teria a mente de um gênio, o corpo de uma máquina e o instinto de um predador. seria a junção de gerações, estilos e escolas de futebol, a perfeição moldada em cada detalhe, mas a verdade é, esse jogador não existe e talvez nunca vai existir. Mas imaginar esse monstro em campo é lembrar que o futebol já nos deu pedaços de perfeição em jogadores que pareciam inhumanos.
Eu sou Gustavo Marques ficando por aqui. Se você gostou, não se esqueça de deixar seu like e de se inscrever no canal. Um abraço a todos e até o próximo vídeo.