pelo sinal da Santa Cruz livrai-nos Deus nosso senhor dos nossos inimigos em nome do pai e do filho e do Espírito Santo amém ave maria cheia de graça o senhor é convosco bendita sois vós entre as mulheres bendito é o fruto do vosso ventre Jesus santa Maria mãe de Deus rogai por nós pecadores agora e na hora de nossa morte amém Glória ao pai e ao filho e ao Espírito Santo assim como era no princípio agora e sempre por todos os séculos dos séculos Amém Nossa Senhora Auxiliadora rogai por nós glorioso e castíssimo São José
rogai por nós Santo Agostinho rogai por nós São João Bosco rogai por nós São Pio X rogai por nós estamos reunidos em nome do pai e do filho e do Espírito Santo amém Olá meus amigos da escola de catequese São Pio X nós começaremos agora a nossa quinta aula eh dentro do do primeiro curso da nossa escola que é sobre a a obra de Santo Agostinho como catequisar os rudes e depois de de uma primeira aula introdutória e uma uma segunda aula na qual Eu tratei de de dois capítulos eu decidi me concentrar sempre em
como um capítulo em cada aula uma aula a respeito de cada um dos Capítulos restantes porque e eu desejo dar esse curso de uma maneira bem lenta bem meditada sem assim um grande compromisso com com pressa e também eventualmente com alguma variação de tempo Entre as aulas tudo dependerá do do tamanho de cada capítulo e também da da complexidade de cada tema e e no Capítulo 6 no sexto Capítulo de sua obra Santo Agostinho ele vai continuar o tema que ele tratou no capítulo anterior na na última aula nós falávamos do papel que o catequista
deve exercer no sentido de investigar as razões que levaram cada um dos seus alunos à catequese o que fez cada um dos meus alunos buscar a catequese e não apenas investigar eh o catequista ele deve investigar para purificar e o o fim da investigação não é uma uma curiosidade pecaminosa não é faz fofoca do aluno é investigar para saber se aquele aluno foi buscar a catequese pelas razões certas e E caso não tenha ido o o que acontece na maioria na imensa maioria dos casos mesmo que as razões sejam as melhores sejam razões Virtuosas como
por exemplo a a busca eh da preparação da devida preparação para um determinado Sacramento da iniciação cristã como acontece com o sacramento da Crisma eh ou mesmo para aqueles que não são batizados o sacramento do batismo a a primeira comunhão eh o fato é que mesmo essa razão eh ela não é a a a principal razão que deveria levar alguém a buscar a a catequese e a a quese deveria ser buscada por ela mesma independentemente do Sacramento que se recebe ao final que evidente é uma graça de Deus e uma graça imensa fundamental paraa nossa
salvação eterna mas a a catequese ela tem vida própria ela tem um valor próprio então vejam que mesmo no caso de um aluno que tenha boas razões para buscar a catequese na imensa maioria das vezes nós temos que purificar Ontem mesmo eu tive essa experiência e foi muito útil para essa aula que eu darei hoje que eu eh darei agora porque eu conversei com uma aluna como eu costumo fazer quando em em geral as pessoas me buscam para fazer a catequese eu procuro marcar conversas com com os alunos eh o que me parece muito adequado
muito salutar e e eu fiz uma ligação para para essa aluna eh ela eh na realidade ela pode me ligar durante o dia mesmo no horário comercial nós eh tiramos ali um tempo para conversar e e ela me falou um pouco do seu processo de conversão e e do que a levou buscar a catequese e e e foi muito interessante ter e acesso a à Aquela pequena parte mais fundamental da da história da vida dela e e ela falou ali no no meio do seu testemunho que buscava a catequese também para eh conseguir fazer a
sua primeira comunhão e receber o sacramento da Crisma ela que já é batizada eh e e no meio da conversa eu soube que ela eh é casada apenas no civil eh eh vejam que é muito comum uma pessoa não ter a consciência de que deve receber o sacramento do matrimônio e e eu pude esclarecer isso para ela e dar a boa notícia que ela a além dos dois sacramentos que ela já buscava ela receberá um terceiro que é o sacramento do matrimônio que ela celebrará antes de de receber o sacramento da Crisma e fazer a
sua primeira comunhão mas ao final da conversa foi muito interessante porque de uma maneira muito natural eh nós dois de alguma forma é claro que eu também conduzi a conversa mas nós dois de alguma forma chegamos eh à conclusão de que a catequese e é mais do que uma preparação para os sacramentos que a a catequese ela tem como eu dizia um valor próprio e a a educação na fé católica a formação na fé católica na doutrina da santa igreja na palavra de Deus em ordem a a a salvação eterna de todos não apenas dos
alunos mas também do dos catequistas então eh eh como eu falava na última aula nós dizíamos sobre este dever do catequista de investigar as razões que levaram cada um dos seus alunos à sala de catequese e também depois de tomar conhecimento como aconteceu comigo ontem exatamente ontem purificar essas razões contribuir para que o aluno veja além que ele possa eh ao final enxergar o céu a vida eterna com Deus no céu a a santidade o nosso caminho de santificação eh é fundamental que o catequista leve o aluno a compreender qual é o fim último da
da catequese eh fim último eh e que deve Claro estar presente em todos os meios e e em todos os momentos que é o o céu eh se nós falávamos há duas aulas atrás que o centro da catequese é o amor Poderíamos dizer também que o fim da catequese é o fim último primeiro e último também é o amor é a vida eterna com Deus no céu esse essa vida eterna de amor com Deus no céu e também a a santidade eh no céu eh só há Santos e é muito belo que eh essa aula
seja gravada eh justamente no no Dia de Todos os Santos eh é bem bonito falar desse assunto nesse dia Todos nós somos chamados a santidade e e a catequese é um processo fundamental no nosso caminho de santificação e uma catequese que não deve acontecer num período específico mas sempre eh a catequese deve ser perene em nossas vidas deve ter um processo por mais que haja aquela catequese formal que dura um tempo específico mas a catequese é perene tanto a catequese que eu recebo no sentido de de ser formado de ser ensinado mesmo que a partir
de um determinado momento eu serei de alguma forma um autodidata não porque eu me ensino mas porque eu consigo acessar diretamente as fontes que me formam livros vídeos filmes eh e e evidentemente tudo aquilo que nos edifica a própria vida da igreja a a liturgia da santa igreja tudo aquilo que a santa igreja oferece para nos formar e também a catequese deve ser perene no sentido de que nós somos chamados a fazer catequese eh a a catequese naquele sentido como eu falava recentemente eh a a a o apostolado que é uma catequese contínua no cotidiano
de nossas vidas então sob este aspecto catequese também deve ser perene e Santo Agostinho aqui ele vai continuar o que ele falava no no no capítulo anterior e e vejam que o que ele vai ressaltar aqui é é o aluno que ou já chegou movido pelas razões corretas o que eu eu penso que pelo menos na minha experiência de catequista É muito raro mesmo que as razões sejam boas como eu dizia elas precisam ser mínimo purificadas ou ligeiramente corrigidas mas vejam que Santo Agostinho aqui vai falar do caso que é duplo o aluno que chega
pelas razões corretas a catequese ou o aluno que já foi purificado nas suas razões e o catequista ele deve continuar ele não vai parar nesse trabalho de investigação e purificação das razões que levaram os seus alunos à sala de catequese ele deve continuar eh e e o que consiste Eh Ou melhor no que consiste Este trabalho do catequista depois que ele purifica a a razão que levou o aluno à catequese então vejamos e essa é muito a dinâmica do capítulo 6 da da obra de Santo Agostinho como catequisar os rudes eh ele diz o seguinte
é é o parágrafo 10 aqui na na edição do centro dombosco Capítulo 6 parágrafo 10 se porventura responder no caso o aluno ter sido divinamente inteirado e atemorizado a fazer-se Cristão Vejam uma pessoa aqui em linhas Gerais já percebe-se movida pela razão correta pelos motivos corretos cernos ou seja aos catequistas motivo para mostrar no exórdio com grande felicidade quanto Cuidado Deus tem por nós então vejam que o passo seguinte do catequista é mostrar para o aluno com grande felicidade com alegria e Santo Agostinho vai desenvolver isso muito longamente nos próximos capítulos a partir eh do
do Capítulo 10 eh aproximadamente se não me falha a memória Santo Agostinho ele vai desenvolver muito essa necessidade da Alegria do catequista é o catequista que deve ensinar com alegria e aqui ele já introduz esse tema quando ele diz que eh o o catequista Deve mostrar ao aluno com grande felicidade quanto Cuidado Deus tem por nós e aqui como eu tenho tentado fazer de alguma maneira eh o que eu eu falaria em termos mais fáceis ou mais graves eh o catequista Deve mostrar eh ensinar a providência divina A Divina Providência E e esse será o
o centro dessa nossa aula o papel do catequista de ensinar ao aluno o amor que Deus tem por nós o cuidado o zelo que Deus tem por nós ensinar a providência divina ensinar que Deus governa a história com a sua Divina Providência ensinar que Deus governa concretamente a nossa história desde os grandes acontecimentos até os menores a passar pelos médiuns Deus nos conduz ele governa as nossas vidas cada detalhe Especialmente quando nós nos abrimos a sua graça com a sua Divina Providência e a ideia hoje é além de nos aprofundarmos no capítulo sexto da obra
de Santo Agostinho mas também eh entendermos O que é Afinal a divina providência e Santo Agostinho continua certamente deve sua intenção ser desviada dos prodígios e devaneios e ser conduzida Ao caminho mais firme e aos oráculos mais corretos das escrituras para que esteja assim ciente do quão misericordiosamente foi instruído antes de aderir às sagradas escrituras então vejam que a intenção do aluno nesse caso específico vejam que já é um aluno que tem boas intenções que já tem razões corretas e mesmo assim nesse segundo passo nós poderíamos dizer a a intenção do aluno deve ser desviada
dos prodígios e devaneios e ser conduzida Ao caminho mais firme e e aos oráculos mais corretos das escrituras e vejam que aqui Santo Agostinho fará uma referência direta à misericórdia de Deus A Divina Misericórdia quando nós dizemos que Deus conduz tudo com a sua Divina Providência isso significa dizer também que ele tudo conduz com a sua divina misericórdia misericórdia eh na etimologia da palavra penso que até já falei sobre isso aqui né neste curso e na nossa escola de catequese mas não custa repetir sempre misericórdia é colocar o coração na miséria do outro Essa é
a etimologia da palavra e todo o amor de Deus por nós é misericórdia porque eh ele é amor infinito nós somos miséria infinita digamos assim eh o amor do diz Santo Tomás ja Aquino que o amor do do Superior pelo inferior como inclusive Santo Agostin falava dessa possibilidade a há duas aulas atrás quando falava da centralidade do amor na catequese o amor do Superior pelo inferior diz Santo Tomás de Aquino sempre será Misericórdia de maneira que evidentemente o amor de Deus que é superior a tudo e a todos o amor de Deus por nós sempre
será misericórdia e e a divina providência também poderia ser definida como Divina Divina Providência misericordiosa ou simplesmente divina misericórdia e também me chama muito atenção é como eh os alunos devem ser desviados dos prodígios e devaneios e serem conduzidos Ao caminho mais firme isso aqui também me leva a dizer algo que Santo Agostinho nem diz tão claramente mas que hoje é muito comum eh nos ambientes paroquiais no cotidiano de nossas paróquias aquele problema do sentimentalismo ou das pessoas que buscam a Deus apenas no no extraordinário como fala Santo Agostinho eh buscam a Deus nos prodígios
e devaneios devaneio nesse sentido é pessoas que são capazes de crer e enxergar e claro que isso revela uma fé muito deficiente no extraordinário nos grandes acontecimentos eh naqueles prodígios que Deus realiza ou quando elas sentem a presença de Deus até fisicamente e claro que isso mostra uma imaturidade na fé e esse é um trabalho que os catequistas devem fazer com os seus alunos eh combater o O sentimentalismo que há na fé dos seus alunos é combater esse sentimental que há dentro dos alunos e há eu diria dentro de cada um de nós para que
nós possamos enxergar a ação de Deus eh também e e que ela é principalmente eh testemunhada no ordinário no cotidiano de nossas vidas Deus que está presente e age de maneira eh geral Como regra no ordinário no cotidiano de nossas vidas e é fundamental que nós creiamos que nós nos mantenhamos firmes na fé que nós perseveremos na fé com eh a a visão inegável da Divina Providência da Divina miser ór que agem eh em em geral eh na maioria das vezes da imensa maioria das vezes no cotidiano no ordinário esse também é um trabalho que
os catequistas e devem empreender tanto nas suas aulas eh de uma maneira geral aplicada eh a todos ou aplicadas a todos os seus alunos de uma só vez mas também n as conversas que o catequista tiver eh individualmente ou em um pequeno grupo com os seus alunos contribuir para que a fé do aluno amadureça que ele abandone o o sentimentalismo e entenda que mesmo que ele não sinta Deus Deus existe Deus é e não apenas é é a fonte do nosso ser ele nos criou E ele nos conduz com a sua Divina Providência misericordiosa e
Santo Agostinho vai continuar é preciso maximamente demonstrar que o próprio senhor não o exortar ou o compelir a se tornar Cristão e membro da igreja ou ainda a conhecer os sinais e as revelações se já não tivesse prepar um caminho nas sagradas escrituras onde não procuraria prodígios visíveis mas se habitasse a esperar os invisíveis e também que o senhor não o advertiu para dormir mas para vigiar e quereria que ele colhesse frutos mais segura e inteiramente isso é muito belo e nós não devemos exigir de Deus evidentemente nada mas muito menos não devemos exigir de
Deus prodígios Milagres ações extraordinárias porque afinal ele fez e faz isso eh na história desde sempre desde a criação do homem e como Santo Agostinho diz tudo isso está narrado na sagrada escritura está na palavra de Deus são inúmeros os prodígios que Deus realizou de maneira que se eu creio na sagrada escritura se eu creio na palavra de Deus se eu creio na tradição da igreja na história da igreja de 2000 anos eu não tenho necessidade de eh exigir de Deus entre aspas um milagre um sinal Afinal todos esses prodígios já foram foram fundamentais para
que eu tenha fé e e Deus realizar realizará prodígios e milagres em nossas vidas se for da sua Santa vontade eh se essa for a sua Santa vontade os prodígios acontecerão caso contrário Deus agirá como diz Santo Agostinho no invisível ele agirá sem ser percebido com a sua Divina Providência vejam E aí Santo Agostinho vai falar de maneira mais específica que agora a respeito da narração do catequista de como o catequista deve ensinar essas verdades como ele deve narrar como ele deve falar a narração deve começar a partir de como Deus fez todas as coisas
muito boas aqui é uma referência a Gênesis 1 Versículo 31 eh ao primeiro relato da criação a a criação ela é boa por natureza na medida em que Deus é criador evidentemente Deus é amor Deus é o sumo bem a criação ela é boa por natureza e Santo Agostin continua o catequista deve prosseguir e prosseguir como dissemos até os tempos presentes da igreja apresentando-se as causas e as razões de cada um uma das coisas e dos eventos que narramos os quais devemos relacioná-los todos a seu fim que é o amor aquilo que eu dizia o
amor que é eh não apenas o centro de tudo o centro também da catequese do apostolado Mas ele também é o fim o fim de tudo o fim da catequese o fim do apostolado o céu a vida eterna com Deus no céu a santidade Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo por amor a Deus e esse é o nosso caminho e aqui quando eh Santo Agostinho fala do amor é uma referência à primeira carta de São Paulo a Timóteo Capítulo 1 Versículo 5 do qual vejam não se pode
no caso do amor do qual não se pode desviar nem o olhar do Agente nem o do falante Olha que interessante nem o olhar da do aluno nem o do catequista devem ou deve se desviar do amor tanto o catequista quanto o aluno devem ter o olhar cravado no amor o olhar cravado em Deus que é amor e e nesse nosso chamado universal para a santidade e para estarmos eternamente com Deus no céu a vida eterna com Deus no céu o olhar do catequista e o do aluno devem estar na mesma direção na direção do
amor na direção do céu eh e e Santo Agostinho Então vai falar eh um pouco antes como é importante que o catequista dê eh nós dizíamos na aula a respeito das sagradas escrituras que foi a a terceira aula e que a a catequese ela não deve ser um círculo bíblico digamos assim e ela não deve ser um esgotar eh todas as passagens da escritura mas sim a a escritura deve iluminar a catequese estar presente e ser uma presença fundamental na catequese mas a a estrutura da catequese deve ser a estrutura da doutrina da igreja deve
ser a estrutura eh do catecismo da da igreja católica e a partir dessa estrutura a sagrada escritura virá para iluminar de maneira que o catequista deve perpassar e de uma maneira geral toda a história da salvação desde a criação até o tempo da igreja é o tempo da igreja que é o tempo que é subsequente a ao tempo da salvação a história da salvação é o tempo que está compreendido entre a primeira vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo no Natal e a sua segunda vinda no final dos tempos vejam que o catequista ele deve perpassar
Eh toda a história da salvação o que for possível o próprio tempo da igreja e de uma maneira profunda mas sem a necessidade de como dizia Santo Agostinho eh colocar todas as passagens da escritura em todas as aulas evidentemente que não o catequista deve selecionar a dedo ali as passagens que ele vai utilizar eh como está em nossa terceira aula e mais uma vez Santo Agostinho vai comparar eh aqueles que estão no mundo conosco e e o que aqueles que estão no mundo fazem a A esse respeito e a importância por exemplo que os mundanos
dão a a determinadas fábulas a determinadas histórias que que não são verdadeiras e aqui claro que haverá é algum campo para debate pois eh muitos com propriedade apontam a importância dessas obras de literatura para o processo de educação eh das Crianças mas o que Santo Agostin vai ressaltar é se nós valorizamos essas obras de literatura se nós valorizamos estas fábulas se nós valorizamos estas histórias como não valorizaremos a a verdade da história da salvação todos os atos que Deus praticou eh para eh agir segundo a sua Divina Providência na história para conduzir a história Então
essa é a comparação que Santo Agostinho faz muitas vezes infelizmente nós damos mais valor as fábulas como São Paulo vai falar na carta a Timóteo Chegará um tempo em que os homens abandonarão a verdade abandonarão a Sã Doutrina para se entregar à fábulas e E é isso que nós vemos hoje e E se nós valorizamos a a escritura eh se nós valorizamos a história da salvação evidentemente não podemos colocar a escritura as ver Verdades da da nossa fé abaixo destas fábulas dessas obras de Literatura e é isso bastante isso que Santo Agostin vai falar a
partir de agora para concluir o capítulo se os gramáticos considerados e chamados de bons tentam dar alguma utilidade às fábulas fictícias dos Poetas e criadas para as paixões das AL cujo alimento são as frivolidades sendo a sutilidade vã e hita pelas coisas do mundo convém-nos Ou seja convém a nós fiéis católicos mas de maneira especial aos catequistas ser muito mais prudente para que aquilo que narramos como verdadeiro sendo descontextualizado sem razão não seja tomado por vãos afetos ou desejos perniciosos não tratemos porém dessas questões de forma que deixando de lado a condução da narração recorram
o nosso coração e nossa língua a questões mais complicadas a própria verdade deve ser recebida pela razão como o ouro que liga uma corrente de Gemas sem interferir na ordenação das joias com qualquer e excedente então vejam que eh nós não podemos nos perder enquanto catequistas no meio da catequese isso infelizmente é muito comum há catequistas que não mantém uma linha não mantém uma ordem não tem uma catequese ordenada E aí tem duas maneiras dessa dessa desordem se configurar uma delas é o catequista que não não tem uma ordem no seu plano anual de catequese
por isso é que eu falo da importância de utilizarmos a estrutura do catecismo da igreja católica Porque nós teremos ali uma ordem nós teremos início meio e fim mas também é o caso do catequista que se perde no meio da aula ele não tem uma ordem no expor e ele abre um parênteses o que não tem problema nenhum eu mesmo fiz isso né essa aula quando nós estamos em um determinado tema e vem a lembrança e e uma lembrança acompanhada da importância de tratarmos daquele assunto o catequista ele abre o parênteses no meio da aula
mas ele tem que fechar o parênteses infelizmente muitos catequistas não fecham e eles têm um tema para aquela aula eles fogem do tema a todo momento isso é claro que será extremamente prejudicial para a catequese é é evidente eh que o aluno ficará confuso e isso vai prejudicar decisivamente o processo de de catequese o apostolado e eu diria até a conversão do aluno a fé católica a sua boa formação na fé católica o catequista Então deve ser ordenado as suas aulas devem ter início meio e fim devem ser Claras devem ser organizadas devem ser Preparadas
e e aulas que consigam eh cumprir o fim proposto Eu sempre gosto de falar para os meus alunos Qual é o fruto espiritual que eu desejo para mim e para eles naquela aula específica E no caso dessa aula de hoje o fruto espiritual é a fé na Divina Providência crer na providência divina crer na misericórdia de Deus e crer que Deus governa a história com a sua Divina Providência e para nós encerrarmos eu já terminei de ler aqui o capítulo 6 da da obra de Santo Agostinho mas eu gostaria de ler o que está lá
nos parágrafos 302 a 305 do catecismo da Igreja Católica aqui do catecismo de São João Paulo I porque aqui é o catecismo vai nos ensinar o que é Afinal a divina providência O que é a providência divina Deus realiza o seu projeto A Divina Providência a criação tem sua bondade vejam que está totalmente em comunhão com aquilo é que Santo Agostinho diz no capítulo que eu acabei de ler quando Santo Agostinho falava da Bondade da criação a a criação que é boa por natureza a criação tem sua bondade e sua perfeição próprias porém não saiu
completamente acabada das mãos do Criador ela é criada em processo de caminhada em latim ovie em processo de caminhada para uma perfeição última a ser atingida para a qual Deus a destinou chamamos de Divina aqui vem a definição do que é a divina providência chamamos de Divina Providência as disposições pelas quais Deus conduz sua criação para esta perfeição esta perfeição última como como diz São Pedro se eu não me engano na sua primeira carta quando haverá novos céus e uma nova Terra então a divina providência ou ou providência divina ou divina misericórdia nesse caso nesse
aspecto nesse sentido são as disposições pelas quais Deus conduz sua criação para a perfeição última e é isso é a divina providência e aqui uma citação eh de um um documento É é até bom que vocês vejam eh como o catequista E mesmo quando ele não não não se lembra de um determinado documento se eu não me engano é uma constituição do Concílio Vaticano primeiro chamada de fhos mas como eu não tenho absoluta certeza vejam que aqui no catecismo a ao final tem a lista das siglas Então vamos Aqui DF de filhos Exatamente é um
documento do Concílio Vaticano primeiro e e é fundamental vejam que o catequista ele ensine o aluno a estudar pelo catecismo porque ele não vai conseguir ler tudo aqui é só um exemplo prático de algo que é fundamental se a catequese vai ser estruturada no catecismo o aluno ele deve ser incentivado para não dizer obrigado a adquirir o catecismo ter o catecismo como um livro de cabeceira dele e aprender a estudar e uma das maneiras desse ensino é ensinar o aluno a eh ler os rodapés porque os Rod pés do catecismo da Igreja Católica São riquíssimos
de referências da sagrada escritura da patrística dos Santos doutores de dos Santos de uma maneira geral tem muitas citações belíssimas então aqui o aluno ele vai saber que se trata de uma citação da de filhos do Concílio Vaticano primeiro e também onde essa citação está no denzinger aqui quando tem a sigla DS é aquele compêndio da doutrina da igreja eh a a o compêndio da doutrina da igreja de 2000 anos então aqui DS 3003 é o parágrafo 33 DS significa denzinger schanzer que é são os autores deste compêndio vejam que como é importante o catequista
ensinar o aluno a estudar o catecismo e também ensinar o aluno a eh interpretar ou melhor desse o que está nos rodapés Vamos à citação da de filos Deus conserva e governa com sua Providência tudo o que criou ela se estende com vigor de uma extremidade a outra e com suavidade governa todas as coisas sabedoria 8 Versículo 1 pois tudo está nu e descoberto aos olhos daquele a quem devemos prestar contas Hebreus 4:13 mesmo atos dependentes da ação livre das criaturas o testemunho da escritura é unânime a solicitude da Divina Providência é concreta e direta
cuida de tudo desde as mínimas coisas até os grandes acontecimentos do mundo e da história com vigor os livros sagrados afirmam a soberania absoluta de Deus no curso dos acontecimentos aí tem uma citação aqui do Salmo 1153 nosso Deus está nos céus realiza tudo quanto quer e de Cristo se diz Apocalipse 3:7 aquele que abre e ninguém fecha e que fecha e ninguém abre e por fim uma citação do Livro dos Provérbios 19:21 São muitos os projetos no coração humano mas é a vontade do Senhor que permanece então é é o papel como eu falava
e esse é é o objeto desta aula o papel do catequista de ensinar para o seu aluno O que é a divina providência O que é a providência divina e como Deus conduz tudo até os mínimos detalhes com a sua Divina Providência a citação que vem adiante eh também eh de uma série de de Salmos da da escritura 22 32 35 103 138 eh e também eh na na no no no rodapé 355 do catecismo eh os livros do profeta Isaías do Deuteronômio do Eclesiástico vejam é isso eu ressalto até fazendo aqui uma ponte com
a terceira aula como Nós aprendemos a ler a escritura com o catecismo por isso é que eu fico assim impressionado com pessoas que criticam é claro que não é um documento perfeito mas e pessoas que eh rejeitam o catecismo da igreja católica é É de fato um um documento maravilhoso e como ele nos ensina a ler a escritura alguém que leia o catecismo e o estude com calma essa pessoa ela vai parar nessa hora aqui o que eu não farei agora porque nós Infelizmente não temos tanto tempo assim disponível e ele vai ler cada uma
das passagens da escritura que estão aqui no rodapé e como isso vai dar a ele trato com a escritura e ele não somente lerá ele meditar na escritura porque o catecismo vai explicar como essas passagens Se aplicam se prestam a dizer o que é a providência Divina vejam como eu falava na terceira aula a melhor maneira de se conhecer a escritura profundamente na realidade são duas na liturgia da igreja as leituras que são lidas a cada dia na santa missa e alguém que Se comprometa a ler e meditar aquelas leituras eh eh dentro de 3S
anos ele terá um conhecimento profundo e amplo da escritura mas também no catecismo eh através não somente das citações que estão dentro dos textos mas também nos rodapés então vejam parágrafo 304 do catecismo assim se nota que o Espírito Santo autor principal da escritura atribui algumas ações a Deus sem mencionar causas segundas isso de fato chama muito a atenção no Novo Testamento nem se fala porque nosso senhor Jesus Cristo é Deus que se fez homem mas especialmente no antigo testamento como diversas ações são atribuídas pelo Espírito Santo terceira pessoa da Santíssima Trindade e como diz
aqui no catecismo autor principal da escritura ele atribui a Deus de maneira direta sem causas segundas inúmeras ações ao longo da Bíblia esta não é Vejam o que o catecismo vai dizer esta não é uma maneira de falar prima mas uma forma profunda de lembrar o primado de Deus e seu senhorio absoluto sobre a história e o mundo e de assim educar nos educar todos nós mas é o papel que o catequista deve desempenhar também e e esse é o centro dessa aula nos Educar para a confiança nele por que que eu devo ensinar a
é o meu aluno sobre a providência divina não é para que ele tenha um conhecimento a mais sobre esse assunto simplesmente é para que ele se sinta amado por Deus se sinta cuidado por Deus que ele perceba que Deus tem zelo por ele por todos nós por todos e por cada um de nós e assim ele seja movido a confiar em Deus como está aqui e claro amá-lo de volta Esse é o objetivo a oração dos Salmos é a grande escola desta confiança e por isso tem a citação de todos aqueles Salmos que Eu mencionei
eh a oração dos Salmos como uma escola eh para que nós adquiramos e claro a liturgia das horas é o meio melhor mais adequado para que nós rezemos através dos Salmos para que nós adquiramos essa confiança em Deus essa confiança na divina na providência Jesus pede uma entrega filial à Providência do pai Celeste que cuida das mínimas necessidades de seus filhos portanto não vivais preocupados dizendo que vamos comer que vamos beber como nos vamos vestir os pagãos é que vivem procurando todas essas coisas vosso pai que está nos céus sabe que precisais de tudo isso
Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo Mateus 6:31 a 33 e é justamente essa passagem que eu gostaria de ler inteira aqui para que nós eh fechássemos concluíssem eh essa aula é uma passagem que está no Sermão da Montanha né O Sermão da Montanha que está entre os capítulos 5 e 7 do Evangelho de São Mateus essa passagem Está no capítulo 6 a partir do Versículo 24 até o 34 Mateus 624 a 34 eh a Ave Maria nessa edição que eu estou
aqui coloca o título preocupações exageradas Mas é claro que é algo muito mais profundo do que isso essa passagem ela deve nos levar a meditar como está aqui no catecismo sobre a divina providência para que nós confiemos totalmente cegamente em Deus ninguém pode servir a dois senhores porque ou odiará um e amará o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro não podeis servir a Deus e a riqueza portanto eis que vos digo não vos preocupeis por vossa vida pelo que com nem por vosso corpo pelo Que Ves tireis a vida não é
mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes Olhai as aves do céu não semeiam nem ceifam nem recolhem nos celeiros e Vosso Pai Celeste as alimenta não valeis vós muito mais que elas qual de vós por mais que se esforce pode acrescentar um só côvado a duração de sua vida e por que vos inquietais com as vestes considerai como crescem os lírios do campo não trabalham nem fiam entretanto eu vos digo que o próprio Salomão no auge de sua glória não se vestiu como um deles se Deus veste assim
a erva dos Campos que hoje cresce e amanhã será lançada ao fogo Quanto mais a vs homens de pouca fé não vos afis nem digais que comeremos que beberemos com que nos vestiremos são os pagãos que se preocupam com tudo isso ora Vosso Pai Celeste sabe que necessitais de tudo isso Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo Não vos preocupeis pois com o dia de amanhã o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias a cada dia basta o seu cuidado algumas
traduções colocarão a cada dia basta o seu mal mas eu eu eu eu gosto mais desta tradução a cada dia basta o seu cuidado eh vejam que eh aqui foi um exemplo eh até quase sem intenção ou completamente sem intenção de uma Aula dada com base em uma obra específica que foi iluminada nesse caso pelo catecismo e pela escritura vejam que não há forma melhor de se concluir a aula do que com as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo e esse é o papel da sagrada escritura na catequese e ela vem para iluminar eh para
eh concluir da da maneira mais perfeita independentemente se eu aerei no início no meio ou no final da aula isso depende de como o catequista ordenará melhor a sua aula dentro daqui dentro desse ponto há uma certa liberdade Mas vejam é não há forma melhor de concluir o assunto do que com as palavras de nosso Senhor e assim eu encerro essa aula eh que ressaltou a importância do catequista só para consolidar de ensinar aos seus alunos sobre a divina providência para que de uma forma geral eles se sintam amados por Deus cuidados por Deus e
passem a confiar em Deus cegamente e a amá-lo de volta cada vez mais entregamos então para nossa senhora eh os frutos espirituais tanto para mim como para vocês dessa aula que tratou do capítulo 6 da obra de Santo Agostinho como catequisar os rudes em nome do pai do do Filho e do Espírito Santo amém ave maria cheia de graça o senhor é convosco bendita sois vós entre as mulheres bendito é o fruto do vosso ventre Jesus santa Maria mãe de Deus rogai por nós pecadores agora e na hora de nossa morte amém Glória ao pai
e ao filho e ao Espírito Santo assim como era no princípio agora e sempre e por todos os séculos dos séculos Amém Nossa Senhora Auxiliadora rogai por nós glorioso e castíssimo São José rogai por nós Santo Agostinho rogai por nós São João Bosco rogai por nós São Pio X rogai por nós estivemos e sempre estaremos Unidos e reunidos em nome do pai e do filho e do Espírito Santo amém até a próxima aula fiquem com Deus