Olá você acadêmico Olá você acadêmica do curso de geografia do centro de educação à distância o SEAD da unimontes e da Universidade Aberta do Brasil seja muito bem-vinda seja muito bem-vindo eu sou o professor Anderson Bertoli responsável pela disciplina de geomorfologia nesse terceiro período do curso eh vou pedir licença pra gente iniciar nosso quinto encontro a gente praticamente tá encerrando a disciplina mais dois encontros o quinto e sexto e hoje a gente vai dedicar um tempo para entender um pouco sobre os processos endógenos que a geogra a geomorfologia estrutural trabalha Tá certo antes porém é
importante a gente eh eh destacar eh alguns requisitos dessa nossa comunidade de aprendizagem em rede já que essa modalidade à distância requer uma atenção pacífica do acadêmico do eat n é o engajamento interação e a colaboração são requisitos fundamentais para que esse processo de fato aconteça eão disciplina então uma disciplina de geomorfologia 90 horas terceiro período os três Campos os três Camp né e Jaíba Joaíma e Urucuia as nossas seis vídeoaulas a gente entra na quinta hoje iniciamos o dia 20 de julho e encerraremos as nossas atividades dia 22 de setembro atividades que acanha o
processo avaliativo né Vocês já estão interados nesse nesse processo já no terceiro período e também dentro da disciplina três atividades colaborativas a gente encerra com a terceira nessa videoaula cinco eh Duas atividades individuais seis fós de discussão acompanham cada for acompanham uma videoaula avaliação presencial essa seis aulas a menta a geomorfologia é uma parte da geografia né E ela também é uma uma área do conhecimento multidisciplinar Porque como ela trabalha a questão a dinâmica espacial né a partir do relevo ela tem que contemplar outras áreas do conhecimento climatologia pedologia eh hidrologia enfim eh são elementos
também a geografia humana eh atualmente né bem contemplada nessas análises enfim é uma ciência que como parte da geografia que é ela precisa conversar dialogar com outras áreas do conhecimento daí então a a a dimensão multidisciplinar dessa importante área do conhecimento eh da geografia física tá nosso material didático é dividido em quatro unidades hoje então a gente vai dar ênfase essa unidade dois né são conteúdos densos então a gente passa paraa unidade dois né e encerra o nosso sexta aula com a unidade três e quatro tá bom nessa videoaula cin Então a gente vai dar
prioridade pros processos endógenos ou seja aqueles que eh eh eh tem origem com a a movimentação essa força que vem do interior da Terra do manto né Então a gente vai dar ênfase para essas para essas para essa dinâmica né de motivação do relevo terrestre uma revisão é importante sempre a gente lembrar a etmologia da palavra geomorfologia gel Terra morfo forma e logist estudo então estudo das formas da terra n é vários fatores influenciam nesse modelado fatores internos fatores externos né Eh eh e outras outras questões aí que a gente pode considerar também eh relacionadas
a essa modelação do relevo tá Inclusive a ação humana eu acho interessante essa essa essa figura que ela contempla um pouco dessa geomorfologia do século XIX né quando ela foi criada que é seria então o encontro entre a geologia que é o estudo dessa estrutura eh da litosfera da crossa terrestre né como detalhe detalhamento dessa estrutura em contato com a geografia ou seja outros elementos que fazem parte dessa transformação do espaço né no caso o espaço físico do relevo terrestre então a geomorfologia estaria nessa nesse encontro entre a geologia com a a geografia obviamente que
hoje a gente atualiza e colocaria outros círculos aí da climatologia da hidrologia da geografia humana enfim para eh trazer essa dimensão da multidisciplinaridade que tem a geomorfologia eh Então hoje especificamente a gente vai falar então dessa estrutura dessa geomorfologia estrutural ou seja como é que essa dinâmica a partir da dessa eh dessa força que vem do interior do manto terrestre contribui paraa modelação desse relevo né dessa litosfera ou dess dessa crosta terrestre então existem três grandes blocos do relevo terrestre o b não é bacias escudos e dobramentos as bacias elas resultam de processos erosivos ou
seja eh a partir dos processos exógenos não é vento chuva então elas resultam desses processos da erosão é dos escudos né e dos dobramentos recentes então material que é deslocado dessas dessas grandes estruturas de base se acumulam então formam as bacias os escudos que são as montanhas desgastadas as montanhas antigas e os dobramentos recentes que são as grandes cadeias de montanhas mais altas e mais jovens do planeta tá pra gente relembrar né que acho que é fundamental entender essa dinâmica a pensar o planeta terra como se fosse um ovo cozido né onde aquela a casca
estaria toda rachada né Eh e cada pedacinho dessa casca seria então eh uma placa tectônica e no encontro dessas placas é que a gente tem então a possibilidade eh dessa força interna eh se deslocar não é senão de alguma forma a gente explodiria não é Então essas essas fraturas esses encontros entre as placas é que permitem então que essa terra eh planeta respire nãoé e eh permita a saída dessa força formada no mono terrestre tá E essas placas esses encontros entre as placas Elas têm forças distintas né forças que se separam forças que se encontram
se chocam e forças paralelas né É isso que a gente vai tentar entender nessa aula tá Por que que o relevo se altera né como acabei de dizer por conta exatamente desse processo dessa dessa né Eh toda essa química que forma o mano terrestre e que produz eh calor muito calor e pressão né o manto nessa camada abaixo da litosfera eh Se não fossem essas fraturas esse essa força pressionaria todo toda a a que envolve toda a litosfera Então graças a essas fraturas é que essa força ela eh descomprime né do interior e sai pra
superfície ao sair então ela transforma de maneira lenta o relevo terrestre né então tem essas forças divergentes cada placa pro seu lado essas forças convergentes que se encontram e forças que são paralelas no encontro dessas placas é que a gente tem as grandes cadeias de montanhas jovens recentes As mais altas as grandes Cordilheiras do planeta e a região vulcânicas regiões grandes regiões vulcânicas com vulcões em atividade né porque nos escudos antigos a gente também tem formações vulcânicas mais com vulcões inativos no caso do Brasil inclusive Tá mas vulcões ativos e cadeias de montanhas recentes não
existem no Brasil certo por quê Porque o Brasil está no meio de uma placa tectônica exatamente na placa sul-americana uma outra possibilidade da movimentação desse relevo também além do encontro entre as placas são os domos né que seria então eh uma uma compressão uma pressão vinda do interior e que movimentaria Independente se está próximo perto da do encontro de placas ou no interior das placas como no Brasil a pressão forçaria como se forçasse um tapete né um tapete de baixo para cima essa força essa força do manto movimentaria então formando os domos Existe outro tipo
de domo também que são aqueles v e consequentes da são a consequência do encontro do impacto de meteores Mete meteori corpos celestes né ou seja de fator de um outro fator externo um exemplo da Serra da Anica lá no é o Domo de Araguainha lá no Mato Grosso tá então vocês percebam que no centro seria então a região de impacto desse desse meteorito que aconteceu há milhões de anos eh mas também é uma forma de movimentar o relevo terrestre distante não necessariamente perto dos encontros dos encontros das placas mas pro interior tanto é que esse
aqui é um domo do Brasil que é um país que tá no meio de uma placa tectônica a placa sul-americana tá existem quatro tipos de placa isso é bacana né as as de limite divergente as de limite convergente e transformante tá no caso caso da da da placa com a Faga normal a gente tem então Eh o limite divergente né ou seja cada um pro seu lado vocês eh observem aqui então essa essa direção da força né uma força divergente para um lado e pro outro né então nessa movimentação da placa de um lado pro
outro é que ocorre soerguimento de um bloco tá então é uma falha normal com limite ou força divergente tá a placa reversa é a placa com movimentação de compressão ou divergente né ou convergente aliás desculpa aqui é divergente cada uma pro seu lado aqui é convergente ou de compressão uma ao encontro da outra lá veja o movimento né então uma se chocando com a outra fazendo um desses blocos se soerguer tá então falha normal falha reversa a falha transcorrente que é uma uma força lateral percebo aqui a direção das duas forças né uma força lateral
não há um soerguimento de bloco mas sim um deslocamento lateral de bloco né então é a falha transcorrente e a falha oblíqua onde a gente percebe a a presença né de forças laterais e forças divergentes então ao mesmo tempo que ela se separa né Cada uma se movimentando para um lado a partir da força que vem do interior elas também se separam lateralmente tá então quatro tipos de falha normal reversa transcorrente e oblíqua a normal a força é divergente a reversa a força é convergente a transcorrente é transformante e a obla a oblíqua desculpem é
divergente e transformante certo quatro tipos de movimento desse encontro de placas outras informações a gente tem também movimentação do tipo graben e HST os grabens Horses e Rift valleys são formas de relevo que ocorrem em Sistemas de blocos falhados afetados por perturbações tectônicas como no caso aqui a figura 25 nesse sentido os Graves são grandes depressões ou fossas situadas entre as falhas o HST por outro lado é um compartimento elevado delimitado lateralmente por duas falhas ou por degraus de falhas o Rift Valley é uma depressão alongada que se desenvolve nos limites das placas divergentes geralmente
apresenta Rios encaixados em seu interior como no leste da África Então a partir de movimentos divergentes convergentes e formantes a gente tem algumas formações né que são específicas aquelas que de fato marcam a paisagem da terra um exemplo são os grabens que são as grandes eh eh as grandes depressões ou fossas não é situadas em entre duas grandes falhas tá eh então perto de duas falhas existem grandes grabens as regiões Onde existe um compartimento elevado ao lado do grabe a gente tem o r né que é essa parte elevada aqui tá e o Rift vale
é uma sequência né de depressão alongada né Eh então você percebe essa cicatriz ou essas cicatrizes porque elas são imponentes dentro da paisagem são formações que estão próximas a duas falhas né a duas ou mais falhas tá então dentro daquele mapinha que a gente colocou aqui ó né esse então onde a gente tem encontros de Fas onde acontece ó eh Onde existe a possibilidade dos graves dos hortes e dos Rift Vales tá bom aqui ó certo por quê Porque são eh vários movimentos divergentes convergentes transformantes ao mesmo tempo as dobras né Então se dentro se
próximo as as a o encontro das placas a gente tem aquelas falhas né no meio como se fosse um tapete né então a ponta do tapete seria o encontro das placas E no meio do tapete com a pressão vinda de um lado do encontro da placa né Eh convergente no caso eh e do um outro lado divergente no meio desse tapete É como se você apress n as pontas do tapete você ter Então o que a gente chama de dobras o que vai movimentar o relevo do planeta terra também distante das placas do encontro das
placas tectônicas tá bom eh existem dois tipos de de dobras as anticlinais que é tem um formato côncavo né ou seja para cima ó lá tá então quando existe a pressão lateral esse tapete vai criar rugas não é então seriam essas dobras existem dois tipos de dobras a anticlinal que é essa para cima né E a sinclinal que é essa para baixo tá então a anticlinal é côncava e a sinclinal convexa tá também no interior dessas placas a partir dessas pressões que vêm do manto e movimentam as placas essa casca do ovo as bacias sedimentares
que seria então ão dentro daquelas daquelas três grandes estruturas né bacias escudos e e e tamentos recentes a gente tem as bacias as bacias sedimentar serão seriam então porções deprimidas dos cratons ou seja o que que é o craton crat é aquela parte mais eh eh mais sólida né da crossa terrestre formada eh por Rocha Cristalina né basáltica do do do magma solidificado Então são porções deprimidas dos Cratos que foram e continuam sendo recobertas de sedimento Então são camadas de sedimento de um material que é desgastado das montanhas tá bom possuem uma espessura de alguns
milhares de metros né quilômetros de alguns quilômetros e geralmente apresentam camadas de sedimentos expostos horizontalmente ou levemente inclinados tá dependendo do do do nível eh eh de resistência das montanhas a depender desse nível de existência de cada Crato né que formam as montanhas é que a gente vai ter então Eh o tipo específico de bacia não é mais horizontalizada ou com leves inclinações os detritos do sediment ou sedimentos das bacias podem ter diferentes origens fluvial o rio carregando Marinha mar glacial eh a neve a eólica os o vento lacusta os lagos vulcânica ou orgânica né
de material orgânico então todos esses detritos né juntos formam a as camadas e de relevo do que a gente conhece como bacia sedimentar nome o próprio nome já leva a gente a né a projetar uma bacia que Vai acumulando sedimentos camadas ento e formando rochas sedimentares uma citação com relação à bacia sedimentar as bacias quando ocorrem dentro dos continentes são conhecidas como ocona e quando ocorrem no litoral são chamadas de epicontinental era cenozóica são formadas por rochas sedimentares que geralmente abrigam grandes reservas de petróleo carvão mineral e gás natural então exatamente por conta da acumulação
de matéria orgânica dentro dessas bacias é que se formam as grandes reservas de petróleo de carvão mineral e de gás natural a atualmente a principal fonte de energia do planeta terra né E algo estado em todo o planeta no Brasil destacam-se as bacias do São Francisco que a gente tá dentro dela na na na formação Bambuí eh bacia do Amazonas bacia do Meio Norte né do Parnaíba bacia do Paraná e bacia do Pantanal a bacia Central dos Estados Unidos a bacia de Paris a Russo siberiana a do cong e a do Congo da África são
outros outras eh outros exemplos de bacias importantes no planeta Terra tá as principais formas de relevo assumidas pelas rochas das bacias são as chapadas as cuestas os morros testemunhos as colinas convexas e as Serras Então esse relevo que a gente tá muito acostumado aqui no norte de Minas né de grandes Serras de que impactam a paisagem que chamam atenção quando a gente passa né de um recorte né de grandes de grandes recortes do relevo eh São eh eh formações de relevo derivadas esse processo de erosão né de desgaste eh dessa desse dessa formações estruturais essas
formações eh eh mais cristalinas e de acúmulo de sedimentos certo então é como se fosse um trabalho de eh de como se fosse não é um trabalho de modelação do relevo eh eh que cria essas grandes paisagens de impacto derivadas da formação dessas bacias que dizem os grandes autores a professora Maria Penteado Margarida Maria Penteado né ela diz o seguinte a geologia didaticamente falando uma ciência que se ocupa das formas da terra Além de sua gênes e evolução amorf estrutura e amorf escultura e a bacia sedimentar é sem dúvida nenhuma um testemunho de como a
esculturação desse relevo partindo da sua estrutura né transforma de maneira impactante as nossas paisagens e a gente tem aqui o privilégio de estar no Brasil que é um país que tem muita bacia sedimentar né a gente tem aqui cerca de 60% do nosso território formado por bacia sedimentar né E claro eh essa as bacias elas trazem uma variação eh de conjunto de relevo que são eh eh que são eh eh passíveis de serem interpretados não é pela geomorfologia então é de uma riqueza eh de uma riqueza eh científica acadêmica eh epistemológica ou da curiosidade comum
também né pros pros Viajantes eh de descobrir como essas formações são criadas então de maneira geral a gente já sabe que são eh paisagens produtos produto de um processo erosivo longo onde a gente tem um desgaste dos grandes escudos antigos e a formação das bacias sedimentares que fazem parte de mais de 50% 60% mais ou menos 63 do nosso território brasileiro os dobramentos rochosos ou as cadeias orogênicas né e aqui a gente tá incluindo os dois os antigos e os recentes tá bom ão dobramentos podem ser Aqueles né Eh eh côncavos e convexos no meio
do tapete Como podem ser também as cadeias de montanhas recentes que estão no encontro das pacas Tá bom a gente inclui os dois são basas sedimentares e dobramentos os velhos os antigos e os novos os dobramentos Então são áreas de bacias sedimentares né que foram dobradas pela compressão tectônica lateral e que correspondem aos grandes curvamento côncavos e convexos como a gente citou aqui presentes na superfície podem ser classificados como jovens ou antigos os dobr alguns dobramentos como a celeira do Himalaia foram formados através da pressão tectônica de bacias geoc sinclinais que que seri geloc sinclinais
é G sinclinais formou moram se formaram entre dois blocos continentais próximos e separados por água Oceânica a Índia Ásia antes de se chocarem tá então eh cordeira do malaia se formou a partir eh do encontro desses dois grandes blocos da Índia e da Ásia e tem o um oceano separando eles tá bom a gente tem também uma uma cadeia de montanhas eh no no abaixo do Oceano Pacífico né de do encontro entre a Africana e a sul-americana Mas como tá embaixo a gente não percebe no caso do Himalaia ela já caminhou e já tá exposta
certo os dobramentos rochosos continuando então sabse que as cadeias orogênicas antigas datam do Pré cambriano cerca de 2 a 4 bilhões de anos atrás sãoas cadeias mais antigas essas que a gente tem no Brasil né junto com as bacias sedimentares dobramentos antigos e bacias sedimentares que a gente tem no Brasil uma formação antiga no caso das das cadeias orogênicas tá as bacias Elas têm um trabalho mais recente tem uma formação mais recente Claro de camadas né camadas mais antigas mais pro interior mais para baixo né dando subsolo e as camadas mais mais expostas são camadas
mais recentes tá enquanto que os dobramentos recentes correspondem às estruturas orogênicas que se formaram entre o final da mesozóica e a cenozóica um no chamado período terciário ou seja cerca de 65 milhões de anos então se a gente tem as cadeias antigas né de 2 a 4 bilhões de anos a gente tem a formação dessas cadeias recentes dessas grandes cadeias de montanha montanhas ou Cordilheiras um período bem mais recente 65 milhões de anos tá eh um exemplo a gente tem o a Cordilheira dos Andes aqui próximo a gente né então claro que pro tempo geológico
isso é pouco né mas pro tempo humano isso é muito também as cadeias orogênicas antigas encontram-se bastantes desgastadas como a gente disse em virtude da ação exercida pelos agentes da erosão e da inexistência de movimentos tectônicos importantes que é de que asas modificassem ao longo do tempo geológico então elas são eh eh formações as antigas estáveis a gente poderia dizer assim estáveis mesmoo as bacias sedimentar são formações que não apresentam e grandes impactos mais recentes né porque elas estão distantes dos encontros das placas tá elas mesmo que sejam uma uma uma uma formação eh como
a dos domos que estariam no meio dessas placas esse processo é muito mais lento menos impactante eu tô falando no sentido da paisagem da formação da paisagem as já as cadeias recentes por outro lado São relativamente pouco erodidas né porque elas são mais novas então elas são tem mais uma formação mais ponte agudas né as grandes cadeias de montanhas as cordeiras tem uma formação mais mais aguda enquanto que as recentes Elas têm uma formação mais eh eh arredondada né no seu topo eh e por isso formam grandes montanhas de cordilheiras de elevadas altitudes a Cordilheira
do na Ásia os Alpes na Europa as montanhas rochosas na América do Norte e os Andes na América do Sul são exemplos de dobramentos recentes são as grandes Cordilheiras do planeta Terra expostas obviamente né Eh que existem Como eu disse no interior no no no fundo dos oceanos também outras grandes cadeias Então mas essas né Himalaia alps montanhas rochosas e são os grandes conjuntos quatro né os quatro grandes conjuntos de Cordilheiras do planeta Terra que estão próximos ao encontros de placas né de movimento divergente n é ou de movimento cons sequência movimento divergente ou de
movimento convergente consequências dessas pressões os Apalaches os urais os Alpes escandinavos na Europa representam um importante grupo de dobramento entos antigos aqui no Brasil a gente tem então a serra do espinhaço como a grande marca dessa paisagem eh de dobramentos antigos né Eh temos também a serra do imeri no Amazonas onde a gente tem importantes Picos né no Brasil cra do pacara em roran Serra da Mantiqueira Minas Gerais né São Paulo e Rio de Janeiro esse grande conjunto que engloba essa esses três estados brasileiros tá os morros e as Serras com cristas ponte agudas são
formas de relevo bastante comuns dos dobramentos antigos é claro que eh os Escudos antigos t a forma mais arredondada como eu disse anteriormente mas o significa que a gente não vai encontrar e formações pontiagudas também tá com altitudes bem menos relevantes do que as grandes Cordilheiras mas a gente encontra também eh continuando aqui tá então aqui a gente tem um exemplo do espinhaço né que vem desde aqui do centro de Minas Ouro Branco né vai cortando todo o centro e norte de Minas Gerais separando eh o o norte o norte aqui é da região Leste
né e Oeste certo uma grande cicatriz nesse relevo chegando até a Chapada Diamantina tá é uma cordilheira brasileira pode ser considerar uma grande cordilheira brasileira alguns autores afirmam que sim outros preferem usar o termo o conceito cordilheira para as apenas para as montanhas recentes para os dobramentos mais recentes né como os antes por exemplo mas enfim o fato é que é um relevo que marca essa paisagem do Brasil e paraa nossa sorte de Minas Gerais eh as estruturas rochosas nessas unidades estruturais Então nesse sentido existem estruturas com rochas dobradas estruturas com rochas expostas em camadas
horizontais ou estruturas formadas por macios rochosos macm máticos compactos então Eh dependendo do que é formado Que tipo de rocha né é formada essa camada e eh essa dinâmica vai apresentar processos eh mais intensos de erosão ou menos intensos eh eh eh eh uma uma relação Direta com eh os níveis eh de resistência de cada camada estrutural dessa então conforme o nível de resistência dessas camadas é que os processos erosivos vão acontecer de maneira mais rápida mais eh eh efetiva e ou menos rápida mais efetiva quanto mais eh resistente menos desgaste quando quanto menos resistente
mais desgaste e um relevo mais dse secado tá por fim a estrutura que pode ser considerada sinônima de organização estrutural exerce uma influência muito grande na fisionomia das formas de relevo como eu acabei de dizer tá em uma bacia sedimentar por exemplo Existem três tipos de estruturas a concordante horizontal que é aquela que eh que sofre eh que tem uma dinâmica de transformação mais homogênea uma concordante inclinada né que tem uma uma dinâmica de desgaste relativamente eh homogênea e a discordante que tem uma dinâmica de desgaste extremamente variada porque a sua essa estrutura essas o
conjunto de rochas apresenta eh uma apresenta uma variação de resistência E aí então vai fazer com que eh eh essas formações sejam mais abruptas mais Eh diversificadas mais dissecadas como a gente costuma dizer tá a gente tem concordante horizontal então um processo homogêneo porque as rochas estruturais elas apresentam uma certa uma um um certo eh estabilidade né na sua formação vocês V vocês vem percebam que o desenho é é muito parecido dessas dessa base né O que vai refletir então a formação mais homogênea mais horizontal mais plana desses desses grandes blocos esses conjuntos de relevo
os alguns patamares né a gente tem a concordante inclinada que também tem esse processo relativamente homogêneo mais com uma certa inclinação né E a gente tem então a discordante que por conta da variedade de resistência dessas dessas rochas estruturais apresentar então uma dinâmica de Formação um pouco mais e dissecada tá eh menos eh menos eh eh reta poderia dizer assim menos reta né mais variada porque cada subconjunto dessa estrutura apresentar um nível de resistência ao aos processos erosivos diferente aqui a gente tem um exemplo de concordante horizontal vocês percebam a Chapada Gaúcha rapaziada que tá
em Urucuia conhece bem então né Essa esculturação de estrutura concordante horizontal o relevo tubular né um exemplo Serra das Araras lá em Chapada Gaúcha né esse patamar é um patamar né porque esse conjunto de rosas rochas é relativamente parecido e apresenta um nível de resistência igual relativamente igual então forma um relevo mais plano horizontal a gente tem concordante inclinada a gente tem aqui as coas né da sre de da sre de Botucatu né as coas de Botucatu no interior de São Paul Então a gente tem então um processo que apresenta um um nível de resistência
relativamente homogêneo mas com alguns eh testemunhos né de resistência maior então vocês percebam que essas essas formações aqui que que eh eh eh sobressaem na paisagem elas apresentam um nível de eh eh resistência maior com os processos erosivos enquanto que tem toda uma base aqui que tem é relativamente homogênea por isso que é concordante tá E ela é inclinada também pelo fato de ser inclinada esse processo de eh eh erosão não é e in temperismo ele também tem influência né né A questão eh dessa força da gravidade tá então a gente tem esse nesse conjunto
de concordante inclinada a gente tem então o reverso dessa concordante que é a parte inclinada né Eh a cornija que é essa parte superior do Fronte né o Fronte seria esse paredão não é os morros testemunho que a gente tem aqui que são eh resistências né pontos de resistência de rochas mais eh eh mais cristalinas no caso e o sopé da questa tá então aqui seria uma Cuesta com sua né o seu topo a gente chama de crista ou cornija todo o conjunto da questa seria o Fronte ou a frente do do da questa né
a base seria o sopé da Cuesta e esses pontos de resistência seriam os morros testemunho aí um exemplo de discordante né a gente tem ali eh a base né Eh da Serra na beira do mar Néo que o todo conjunto erodido eh poros processos mais externos de Vento de chuva eh a gente tem em direção à Serras né Essa a gente tem a Serra do Mar né Serra do Mar para Então a gente tem uma a o Fronte aqui no Oceano Atlântico enquanto que todo o processo mais dinâmico de erosão erosão a gente tem pro
interior do continente em direção a a bacia do Paraná Foz do Iguaçu tá então Serra do Mar e essa discordância aqui né esse Impacto e a discordância eh discordância por quê Porque tá eh no no sentido contrário do que ela foi imposta né enquanto estrutura enquanto ela foi eh eh eh eh formada a partir dos movimentos internos orogênicos tá então por isso que ela é discordante Ela não segue a ordem da qual ela foi a qual ela foi criada pelos processos internos ela sofre um processo discordante contrário na direção contrária alguns conceitos que são importantes
que vocês eh eh fixem né então Scarpa que que seria uma escava é comumente chamado no Brasil de serra Então seria a serra tá a gente deu exemplo lá atrás da Serra das Araras tá é um declive acentuado que aparece em bordas de Planalto Então seria o canto do Planalto ou seja um degrau para subir ao ao Planalto a gente teria Serra aquele paredão tá a Cuesta é uma forma de relevo que possui um l possui um lado com escarpa né que é aquele paredão que é o Fronte né tem o Fronte e o outro
com declive suave que seria uma concordante inclinada tá e a Chapada de terra elevada de dimensões consideráveis com topo relativamente plano Altiplano também chamado de Planalto tubular tá eh já dentro aí de uma planície no caso tá a Chapada estaria dentro de uma planície tá enquanto que a escarpa seria um degrau para o planalto para uma área mais alta a estrutura e o relevo nos escudos antigos agora tá então PX no caso do Brasil bcia sedimentar escudos antigos que seriam os Escudos antigos antig seriam áreas cratônicas ou seja daquela formação de base cristalina e erodidas
que afloram na superfície terrestre né Essas grandes formações que a gente tem de destaque os malas de morros que a gente tem no Brasil os pães de açúcar são essas formações de escudos antigos eles são marcados pela presença de rochas magmáticas como o granito e o migmatito além de rochas metamórficas metamórficas como Nais grande parte do território de Minas Gerais brange áreas de maciços antigos né Eh tá aí o nome Minas Gerais né esses maciços e nas no nas áreas de de sedimentação a gente encontra grandes eh reservas grandes recursos naturais de minas né por
isso Minas Gerais né Eh então diferente do conjunto brasileiro que tem mais 60% de bacias o estado de Minas Gerais especificamente como modidade da Federação ele apresenta uma força maior a presença maior desses escudos antigos dentro da sua paisagem né obviamente que vai influenciar em toda a sua dinâmica política e econômica também eh Monte Azul Mamonas Pedra Azul Belo Horizonte né tem a área em torno de BH explorada né pelo né pela mineração quadrilátero ferrífero desculpem Paladares Ana te fotônica a gente tem aquelas formações eh de montanhas pães não é enfim essa paisagem que marca
esse grande conjunto essa grande estrutura de relevo de Minas Gerais que são os Escudos antigos eh próximos da gente né paisagens que são no nosso cotidiano a gente tem exemplo aqui eh de um escudo do norte de Minas né ali em Pedra Azul a gente conhece essa essa essa paisagem né a gente tem uma pedra azul também lá em no Espírito Santo muito parecida com essa esse conjunto né que é um escudo né aflorado né ficou aflorado eh dentro a partir daqueles processos internos que aconteceram lá no encontro das placas E conforme o essa placa
foi caminhando ele se sustentou né dada a sua a sua estrutura n de Rocha compacta né enfim continuando aqui a gente tem também um exemplo dos bers também são escudos mas são escudos que sofreram erosão diferenciada se a gente olhar esse essa formação a gente vai perceber que existe a resistência da Rocha fez com que ela eh eh apresentasse um um uma uma configuração mais homogênea porque ela tem em sua estrutura uma formação igual né dessas rochas Então ela apresenta uma resistência igual né enquanto que os podres apresentam uma erosão apresentam uma erosão diferenciada então
na sua estrutura as rochas apresentam níveis de de resistência diferentes então partes são mais eh secadas né quebradas destruídas enquanto que outras resistem mais à ação dessas certo eu espero que a gente tenha eh nos divertido né Eu acho que é interessante a disciplina de morfologia bacana porque ela nos elas ela ela nos coloca diante da paisagem do nosso cotidiano né E vocês futuros professores e professoras estarão diante desses desafios de tentar construir com seus alunos uma explicação para essas formações que impactam o nosso dia a dia sobretudo aqui em Minas Gerais então eso espero
que a gente tenha nos divertido entendendo um pouco mais sobre essa dinâmica especificamente hoje a partir dos processos internos né de separação dessas placas de encontro dessas placas e o que vem eh na sequência desses movimentos de encontro de placas a partir dentro dos do eh no no interior dos continentes como é o caso do Brasil que apresenta apenas duas dessas formações e escudos antigos Tá bom eu tenho uma dica para que vocês pesquisem nesse site tem um glossário ali você pode eh acessar esses nomes questa né Fronte eh grab você consegue entender lá um
pouco essa definição de maneira rápida porque é um é um um dicionário online tá bom vejo vocês na próxima semana a gente encerra então com os processos erosivos né E como que esses processos erosivos também nos ajudam a entender a a formação dos cartes que também são formações típicas aqui do norte de Minas e Vale do Jequitinhonha um grande abraço a todos e até a próxima videoaula [Música]