Economia, o único lugar onde a palavra crise é um gráfico que te faz tomar remédio ou ter peripaque. Ela controla tudo, dos preços do tomate ao dólar, da dívida pública ao seu salário, que some mais rápido do que uma promoção de Black Friday. Mas afinal, o que é economia?
Economia é a ciência que estuda porque a picanha ficou mais cara ou porque você não vai à balada sete vezes por semana. Sim, você é humano e o seu desejo é infinito. Embora as necessidades humanas sejam infinitas, a disponibilidade de recursos é limitada.
Se você comprou aquele curso porque as vagas estavam no fim, mas agora recebe anúncios do mesmo curso, sim, você foi tapeado. Isso é o que chamamos de [música] escassez, talvez o conceito mais importante da economia. Economia é a área da ciência [música] que estuda a produção, distribuição e o consumo de bens e serviços.
Ela te ajuda a entender porque você não compra tudo o que quer, ou porque o seu salário não compra o que comprava antes, [música] ou porque o governo não tem dinheiro, mesmo podendo imprimir dinheiro. Neste vídeo, vamos desvendar juntos os principais conceitos da economia. Talvez você fique rico, talvez fique só um pouco mais inteligente, o que também não é tão ruim assim, mas isso é o que vamos descobrir agora.
[música] A vida é feita de escolhas e toda escolha tem um preço. Você escolheu assistir esse vídeo. O que você deixou de fazer para estar aqui, meu caro?
Não responda. O que você deixou de fazer para estar aqui é o que chamamos de custo de oportunidade. É o valor da alternativa da qual você abriu mão.
Se você tem R$ 100, você pode comprar uma pizza ou investir em um curso. Se você comprar a pizza, o custo de oportunidade é o conhecimento que você deixou de adquirir. Se você investe no curso, o custo de oportunidade é a felicidade momentânea daquela pizza.
Economia é arte de escolher aquilo que dói menos perder. Mas a economia não é feita só de escolhas individuais. Quando a gente entende que nem tudo dá para fazer sozinho, entra outro conceito.
Troca, o famoso trade. Ninguém é bom em tudo e é por isso que a gente troca. Se você é bom no churrasco e seu amigo em matemática, ele pode dar aulas e te pagar para fazer o churrasco.
É o mesmo princípio do custo de oportunidade, só que agora entre pessoas e países. Se o Brasil é ótimo em produzir soja e a China é ótima em fabricar eletrônicos, faz sentido o Brasil vender soja e comprar eletrônicos. Isso é chamado de vantagem comparativa.
Todo mundo ganha quando cada um faz o que sabe fazer de melhor. Mas tudo isso acontece em um lugar físico ou virtual denominado mercado. Mas o que move o mercado?
Incentivos. Se o preço da gasolina sobe, o incentivo é usar mais transporte público ou bicicleta. Se a cantina aumenta o preço do salgadinho, o incentivo é levar lanche de casa.
Se o governo dá desconto para quem compra carro elétrico, o incentivo é comprar carro elétrico. Economia usa incentivos para fazer você se mexer. Se você quer mudar o comportamento de alguém, mude os incentivos.
E é justamente por causa desses incentivos que surgem as forças mais famosas da economia, a oferta e a demanda. A oferta é o quanto os produtores querem vender. A demanda é o quanto os consumidores querem comprar.
Quando a oferta e a demanda se encontram, temos um preço de equilíbrio. É o preço justo onde ninguém sai gritando. Mas e se o governo resolve interferir?
Ele pode, por exemplo, impor um preço máximo, também chamado de teto. Imagine que o governo diga: "O aluguel não pode passar de R$ 1. 000".
O resultado: quer alugar por esse valor, mas poucos proprietários aceitam receber tão pouco. A consequência é previsível, escassez de imóveis e o surgimento de um mercado paralelo, onde preços continuam subindo, só que por fora da lei. Do outro lado, há também um preço mínimo ou um piso.
É o que acontece com o salário mínimo. Se o governo determina que o salário deve ser, no mínimo, R$ 10. 000, R$ 1.
000. Muita gente vai querer trabalhar, muita mesmo. Mas nem todas as empresas conseguem pagar tanto.
Resultado, desemprego. No fim das contas, a mão invisível do mercado pode até ser invisível, mas quando o governo tenta segurá-la, geralmente é a gente que leva o tapa. Antes de mergulhar no próximo capítulo, deixa eu te mostrar algo que realmente muda a minha produtividade.
E não, não é o milagre econômico, é oa, o meu navegador padrão. Quando tô estudando PIB, inflação, juros e ainda comparando gráficos de bancos centrais, eu abro tudo de uma vez. É aí que o Tab Trace salva minha vida.
Ele mostra um traço embaixo de cada aba indicando quais abrir mais recentemente. Assim, eu não fico perdido entre o PIB do Brasil de 2008 e o por o café tá tão caro. E se as abas começarem a virar uma bagunça, o que sempre acontece, eu uso Tab Iseland.
Eu agrupo todas as abas de microeconomia em uma ilha, as de macroeconomia em outra. E pronto, cada tracinho colorido desse na vertical representa um assunto. Agora, para quem trabalha com gráficos e roteiros o tempo inteiro, o split screen, que a tela dividida é um sonho.
De um lado, eu deixo o site do IBGE com as estatísticas. Do outro, um documento onde eu escrevo o roteiro, tudo na mesma tela, sem precisar ficar alternando. E claro, para manter o foco enquanto escrevo, eu uso o player que me dar acesso aos principais serviços de streaming integrados ao navegador.
Escolho uma música no YouTube Music ou Spotify e ele toca ali sem eu precisar sair da aba. Eu posso mover esse player até para fora do navegador sem precisar abrir outro app. Se você gostou, clique no meu link fixado nos comentários ou na descrição do vídeo e baixe gratuitamente o Opera, o navegador que vai transformar a sua rotina em produtividade.
Dinheiro parece apenas um papel colorido e realmente é, mas muito mais do que isso. Ele funciona porque todos concordamos que ele vale alguma coisa. Se está escrito R$ 50, então aquilo compra o que R$ 50 compram.
R$ 100 o dobro. E se você não concordar, aí o problema é seu, porque a maioria das pessoas concorda e é isso que importa. O valor do dinheiro não está no papel, mas no consenso social que o sustenta.
Antes do dinheiro, vivíamos na era das trocas diretas. Espelho por ouro, melinho, banana por galinha. Parecia criativo até você descobrir que o criador de galinhas não queria banana naquele dia.
O dinheiro surge justamente para resolver essa bagunça. Ele elimina a necessidade de que as duas pessoas queiram exatamente o que a outra oferece ao mesmo tempo. Dinheiro é essencialmente uma ferramenta de troca com valor aceito por todos.
Um crédito de confiança que carrega um valor agregado e permite que a economia funcione sem depender da sorte de encontrar alguém que queira a sua banana. Ela tem três funções. Um, meio de troca aceito por todos.
Dois, unidade de conta serve para medir o valor das coisas. Três, reserva de valor. Você pode guardar para usar depois se não for corroído pela inflação.
Claro, inflação [música] é o que faz o seu dinheiro perder valor. Falaremos disso mais à frente. Dinheiro resolve o problema das trocas, mas surge então uma nova pergunta.
Onde o dinheiro fica quando não está na sua mão? Você poderia guardar tudo embaixo do colchão, mas isso não faz a economia girar, nem é minimamente seguro. E à medida que as sociedades ficaram mais complexas, surgiu a necessidade de um lugar que armazenasse esse dinheiro, protegesse esse dinheiro e, principalmente, colocasse esse dinheiro para trabalhar.
É aí que entram os bancos. Os bancos passaram a ser os guardiões do dinheiro. Mas agora que o dinheiro entrou no banco, o que o banco faz com ele?
Simples, ele empresta. E é exatamente nesse momento que a economia acelera e também onde nasce o risco. Quando você deposita R$ 1.
000 no banco, esse dinheiro não fica lá dormindo. No sistema financeiro moderno, chamado de reserva fracionária, o banco só precisa manter uma parte desse dinheiro guardada. O resto ele coloca para circular.
Exemplo simples. Você deposita R$ 1. 000.
O banco mantém só uma fração, digamos 10%, R$ 100. Os outros R$ 900 podem ser emprestados, mas aqui entra a parte que parece truque de mágica. Quando o banco empresta R$ 900, ele não pega R$ 900 do seu depósito.
Ele cria um novo depósito na conta de quem está pegando o empréstimo. É literalmente assim que funciona. Novos números aparecem na conta de alguém e agora eles existem como dinheiro na economia.
Por isso dizemos que os bancos criam dinheiro. Não é impressão de papel. é a criação de depósitos.
A economia moderna crescem assim, multiplicando dinheiro por meio de crédito. Até aqui tudo parece funcionar perfeitamente. Você deposita, o banco empresta, a economia gira e todo mundo vive feliz.
Mas existe um ponto fraco, o calcanhar de aquiles do sistema bancário. E se todo mundo quiser sacar o dinheiro ao mesmo tempo, tempo, >> lembra que o banco só guarda uma fração dos depósitos? Então, se muitos clientes decidem sacar ao mesmo tempo, o banco simplesmente não tem dinheiro suficiente em caixa.
É aqui que acontece a temida corrida bancária, o bank run. As pessoas começam a desconfiar que o banco pode quebrar e correm para sacar tudo o mais rápido possível. Essa corrida [música] causa exatamente aquilo que todos ti.
O banco quebra é um fenômeno psicológico que vira econômico. O medo causa a crise, não o dinheiro, o medo. E para piorar, corridas [música] bancárias podem se espalhar como um efeito dominó.
Se um banco quebra, as pessoas começam a desconfiar dos outros bancos e o pânico vira um incêndio financeiro. Para impedir que esse pânico vire rotina, existe um seguro de depósito no Brasil. Esse papel é do FGC, fundo garantidor de créditos.
Ele funciona como uma promessa oficial. Mesmo que o banco quebre até um certo limite, o seu dinheiro está garantido. Essa garantia serve para acalmar as pessoas.
Se ninguém entra em pânico, ninguém corre ao banco. E se ninguém corre ao banco, o banco não quebra. É paradoxal, mas é real.
O seguro existe justamente para não precisar ser usado. Agora, se os bancos podem criar dinheiro e multiplicá-lo pela economia, alguém precisa controlar essa festa. Esse alguém é o Banco Central.
No Brasil, o BC ou BSEN. Ele é o árbitro do sistema financeiro e tem uma missão simples, manter a economia funcionando sem deixar a inflação sair do controle. A principal ferramenta que ele usa para isso é a taxa de juros.
No Brasil, a taxa Seliciona assim: juros altos, empréstimos ficam mais caros, pessoas e empresas gastam menos. A economia desacelera. Objetivo: controlar a inflação.
Juros baixos, empréstimos ficam mais baratos. Pessoas e empresas gastam mais, a economia acelera. Objetivo: estimular o crescimento.
Resumindo, embora o brasileiro, em geral não esteja nem aí para taxa de juros, é assim que o Banco Central tenta controlar o seu impulso. Agora vamos ver como milhares de boletos influencia no país inteiro. Você provavelmente já ouviu falar na palavra PIB, produto interno bruto.
PIIB é basicamente a soma de tudo que foi produzido. Carros, celulares, serviços, pão francês, salgado da cantina, tudo, desde que seja o final e dentro do país. Mas para esse número subir, não basta produzir mais, é preciso produtividade, ou seja, produzir mais com os mesmos recursos.
Exemplo, esse canal geralmente faz um vídeo por mês. Aumentar a produtividade seria fazer dois vídeos por mês com os mesmos recursos. Isso, claro, me levaria à insanidade mental, porém eu seria mais produtivo e vocês mais felizes.
Eu acho. Produtividade é o ingrediente secreto [música] que faz o bolo da economia crescer sem ter que comprar mais farinha. Ok, o PIB é bacana e coisa e tal, mas o que diz se o país está ficando mais rico é o PIB per capta, ou seja, o PIB dividido pelo número de habitantes.
É como pegar uma pizza e ver quanto de fatia cada pessoa recebe. Quanto mais fatias cada pessoa recebe, mais rico é o país. Porém, isso não leva em consideração a distribuição de renda e a qualidade de vida.
Então, [música] não é tão perfeito assim. Já o crescimento econômico é simplesmente o PIB aumentando ao longo do tempo. Bem, a economia não cresce igual linha reta de caderno novo.
Ela sobe e desce como uma montanha russa. Você já deve ter ouvido falar em boom, recessão e depressão. Boom, tudo cresce rápido, emprego alto, investimento bombando.
A fase é: todo mundo feliz e o jornal só dá notícia boa. Receão, dois trimestres seguidos de PIB caindo. É o famoso puxar um freio de mão.
Depressão, uma reão longa e profunda. Aqui não só puxaram o freio de mão, o carro ferveu, perdeu a roda e ficou no acostamento. Em resumo, economia é basicamente aquela pessoa que alterna entre empolgação absoluta e melancolia profunda.
Inflação, o termo que todo mundo escuta, mas poucos realmente entendem. Inflação é simples. [música] Seu dinheiro perde poder de compra.
Exemplo rápido. Se no início deste ano você tem R$ 100 para comprar um cesto de frutas e a inflação anual é de 5%, no próximo ano esses mesmos R$ 100 compram o equivalente a R$ 95 em frutas. O seo é o mesmo, mas vem com menos frutas.
E por que isso acontece? Existem vários motivos, mas um deles é o clássico: imprimir dinheiro demais. Se um país é pobre, por que o governo simplesmente não imprime dinheiro e deixa todo mundo rico?
Por isso não funciona. E aqui vai um motivo. Imagine um país minúsculo que produz cinco maçãs.
Cada maçã custa R$ 1. Logo, faz sentido existir R$ 5 circulando na economia. Agora imagine que a produção continua sendo cinco maçãs, mas o governo decide imprimir mais dinheiro e colocar R$ 10 em circulação.
O que acontece? O novo preço de equilíbrio vira R$ 2 por maçã. Ou seja, o preço dobrou.
ou o valor do dinheiro caiu pela metade. Imprimir dinheiro sem aumentar a produção é como dividir o mesmo bolo entre mais pessoas e todo mundo recebe um pedaço menor. É exatamente isso que chamamos de inflação.
O governo precisa de dinheiro para funcionar. Escolas, hospitais, segurança, programas sociais, justiça, administração pública, etc. Tudo isso precisa de grana.
De onde ele tira? De você através dos impostos. Existem duas categorias principais: impostos progressivos e regressivos.
Os progressivos são aqueles em que a alíquota aumenta conforme a renda ou patrimônio aumenta. Ou seja, quanto mais você ganha, maior a porcentagem que você paga. É o caso do famoso imposto de renda.
Os impostos regressivos são aqueles em que a mesma alíquota vale para todo mundo, porém pesa mais proporcionalmente nos mais pobres. Isso acontece porque o imposto é cobrado sobre consumo e pessoas de baixa renda gastam quase tudo que ganham para consumir. Exemplo, tanto um pobre quanto um rico compram de arroz de R$ 20.
Vamos supor que desses [música] R$ 20, R$ 6 são impostos. Para uma pessoa que ganha R$200, isso representa R 1,6% da renda mensal. Para a outra, que ganha R$ 20.
000 representa 0,1%. Ou seja, quem ganha mais paga proporcionalmente menos. No fim, entender imposto é isso.
Quem pode mais sempre esquece a carteira. O comércio internacional é o modo multiplayer da economia. Cada país joga com o que tem.
Uns com petróleo, outros com soja e outros com carnaval. O princípio é o mesmo da vantagem comparativa, [música] fazer o que você faz melhor e trocar o resto. Se o Brasil planta soja com eficiência [música] e o Japão fabrica eletrônicos com precisão, o mundo inteiro sai ganhando quando um vende pro outro.
O livre comércio é a ideia de que o governo não deve colocar barreiras nessas trocas. deixa os países negociarem e teoricamente todo mundo ganha. Quando olhamos para países como a Suíça, Nova Zelândia, Austrália, Singapura, são países de altíssimo IDH e PIB.
Dados mostram que há forte correlação entre liberdade econômica e o desenvolvimento de um país. Porém, como toda a teoria econômica, isso só funciona perfeitamente no PowerPoint. Nem todo o país gosta dessa liberdade toda.
Daí surge o conceito de protencionismo. O protencionismo é o governo dizendo: "Opa, vamos proteger os nossos tarifas, cotas, subsídios, embargos. É como colocar um muro em volta da sua casa para proteger o quintal, mas aí você descobre que isso dificulta per pizza.
Ironia, na maior parte das vezes, quanto mais você se protege, mais caro fica viver. O mercado de trabalho é onde a teoria econômica encontra o boleto. Aqui a oferta e a demanda ganha um CPF, gente oferecendo tempo e empresas pagando por ele.
Desemprego acontece quando tem gente de mais para vaga de menos, mas ele vem em sabores diferentes: friccional, estrutural e cíclico. O friccional é um intervalo entre pedir a demissão e ser contratado de novo. Estrutural, quando a sua profissão vira uma peça de museu, tipo datilógrafo, que a geração Z nem sabe o que é, e o desemprego cíclico, quando a economia entra em crise e leva o emprego junto.
O salário mínimo é o preço mínimo do trabalho. Ao mesmo tempo, um gesto de proteção e uma equação que te olha dizendo isso, vai dar merda. Defensores dizem que protege o trabalhador.
Críticos dizem que isso cria desemprego. A verdade é um cabo de guerra entre justiça e eficiência. E já que o assunto virou dinheiro, finanças é a parte da economia que tenta domar o futuro.
Usa previsões, cálculos e modelos [música] para tentar organizar o que ainda não aconteceu. Ações são pedaços de empresas. Ao comprar ações, você vira dono de uma parte da empresa.
Títulos são empréstimos para o governo. Você empresta dinheiro para o governo, ele promete devolver conjuros. Se tudo der certo, ele devolve mesmo.
Derivativos são apostas sobre o futuro dessas apostas, ações, dólar, commodities, etc. e criptomoedas. Bem, é o carro digital tentando reinventar o sistema bancário sem pedir autorização.
Investir é abrir mão do presente para comprar um futuro melhor, meu caro. Mas regra de ouro, retorno alto sempre anda de mãos [música] dadas com risco alto, o mercado financeiro a montanha russa. Quem entra achando que é um carrossel passa mal no primeiro loop.
A economia tradicional parte de uma ideia otimista. O ser humano é racional. A economia comportamental chegou depois e respondeu: "Racional?
Que ser humano racional ganha R$200 por mês e gasta 800 num par de tênis? " Não há razão nesse comportamento. Portanto, ela estuda os vieses cognitivos, erros previsíveis que a gente comete o tempo todo.
Tipo, viés da ancoragem, você vê um tênis de R$ 800 e de repente o de 500 vira a promoção imperdível. A versão a perda. No cérebro odeia perder até no paro ímpar.
No fim, a gente não decide com a calculadora, a gente decide com o coração seguido do arrependimento. Para tentar nos ajudar sem mandar na gente, surgiram os nudges, empurrõezinhos [música] suaves, frutas na altura dos olhos para te incentivar a comprar a coisa certa sem proibir o brigadeiro. Isso tudo é quase um capitalismo psicológico.
E falando nele, os sistemas econômicos são as formas organizadas ou quase de lidar com o nosso caos interno. O capitalismo, a iniciativa privada conduz. O lucro guia.
Ele também é conhecido como malvadão. Socialismo. O estado assume o volante e a igualdade é o destino.
Aham. Comunismo. Ninguém é dono de nada.
Todo mundo divide tudo. Morou. é um conceito muito bonito que faz o maior sucesso nos livros e debates online também.
Mas na verdade, na verdade, na verdade, a maioria dos países vive uma grande economia mista, uma salada aonde o governo mercado de vida em um volante e no fim ninguém lembra quem deveria estar dirigindo mesmo. A economia é o grande jogo das escolhas e para entender como essas escolhas se somam, crescem, se acumulam com o tempo, a gente vai ter que encarar um velho conhecido. O terror dos caloros, o guardião dos limites, o motivo de 80% das pessoas dizerem não gosto de exatas >> sem nem tentar >> o cálculo diferencial integral.
Se você quer muito assistir esse vídeo, expresse seu anseio por ele nos comentários. Um abraço e até [música] o próximo vídeo.