Regenerativos aí quando [Música] a [Música] m eu coloquei material lá no ca já e a gente tem vários coloquei vários capítulos de livros fala sobre esse assunto e é um assunto Grande porque tem várias doenças né que a gente considera nesse Grupo de doenças neurodegenerativas eh algumas coisas a gente tem uma conduta nutricional mais específica outras coisas ainda são muito muito amplas né Muito mais voltadas para uma adequação da injeção alimentar para um padrão saudável mesmo então a gente vai passar cada uma dessas situações pra gente pensar aí como é que é a terapia nutricional
né então a gente vai ver todas essas doenças eh o Alzheimer a doença de Parkinson e a Esclerose amiotrófica lateral são consideradas doenças neurodegenerativas mesmo né a esclerose múltipla é considerada uma doença desmielinizante aí o próprio nome vai mostrando pra gente como que é a fisiopatologia né operação aí da Baia de mielina tem uma uma fisiopatologia mais específica que é uma doença eh imune e a epilia que é do grupo de transtornos episódicos e paroc císticos que a gente Também tem uma conduta aí muito específica que é a dieta cetogênica né então a gente vai
passar aí hoje e pinta nessas dessas cinco condições aí eu acho que depois eu vou ter que fazer algum ajuste no cronograma Depois eu vou ver lá enfim fazer alguma mudança que a gente ainda vai ter eh o caso Clínico a apresentação de um caso clínico e o e o seminário de transtornos mas aí depois eu faço e mando para vocês bom as doenças Neurodegenerativas são muito importantes em termos epidemiológicos hoje né porque são doenças que aumentam muito a prevalência com o envelhecimento e que né pela pressão demográfica aí que a gente passa eh temos
uma grande proporção de idosos e isso tá aumentando cada vez mais né a taa de natalidade então cada vez mais o grupo de idosos se torna maior na nossa população e com isso a gente vai tendo que lidar com as com as condições com as doenças com as Características que são próprias do envelhecimento E com isso o aumento também de doenças neurodegenerativas que tem como principal fator de risco o envelhecimento né então a gente vai ver algumas algumas doenças como a ela por exemplo pode acontecer tem pessoas mais jovens tem uma fisiopatologia mais específica mas
no o grupo em si de doenças neurodegenerativas é mais comum em idosos né então a gente tem aí quanto Maior a faixa etária maior risco de desenvolvimento dessas doenças e também porque são doenças que T uma fisiopatologia cumulativa a ao longo da vida então são danos que vão sendo acumulados então quanto mais tempo de acúmulo a gente tem maior chance de desenvolver essas condições eh e é importante a gente diferenciar Nesse contexto esses termos de senescência e senelidade né a senescência é o envelhecimento a gente tem várias Alterações fisiológicas aí que acontecem com envelhecimento eh
e que não necessariamente vão chegar ao nível patológico né então a gente tem aí desde alterações eh cognitivas musculares de eh de função fisiológica mesmo igual a gente viu doença renal por exemplo é normal que a pxa de filtração reduza longo do envelhecimento Mas isso não necessariamente vai chegar ao nível de doença renal Então a gente tem essas essas mudanças que são mudanças normais Que são fisiológicas e que a gente tem que eh eh saber para diferenciar né O que é uma patologia realmente o que é uma característica do envelhecimento pra gente saber lidar melhor
com isso já a cilidade é o envelhecimento patológico que essas alterações elas realmente estão presentes a ao nível patológico de alteração que vai causar redução de de qualidade de vida enfim e de eh capacidade né funcional dentro esse grupo de doenças Neurodegenerativas a gente tem muitos sintomas que vão variar de acordo com a região acometida aí a gente vai ver também em cada situação eh algumas são eh caracterizadas por alterações cognitivas como o Alzheimer né que tem como principal característica alí eh as alterações cognitivas e outras são definidas mais principalmente né não apenas mas principalmente
por alterações motoras como o paron Né que é bem característico Pelos tremores e a esclerose lateral amiotrófica né chamado de ela que tem também essa redução da do funcionamento do sistema eh músculo esquelética Então a gente tem aí eh alterações diferentes aí de acordo com a que é alterada e de acordo com a doença mas em todas elas em todas essas doenças neurodegenerativas a gente acaba tendo um ponto comum que é a demencia a demencia é caracterizada por um declínio cognitivo né Sempre eh tendo como Referência eh a mesma pessoa então a gente não pode
também colocar que a demência ela vai se manifestar a partir de determinado ponto porque porque as pessoas têm capacidades cognitivas diferentes então às vezes eh um declínio em relação a uma pessoa que tem um alto uma alta capacidade cognitiva aquilo para ela já vai ser uma alteração e para outras pessoas que TM uma capacidade cognitiva menor o basal seria assim aquilo ali seria muito mais Intenso né então a gente sempre pensa em demência eh observando o que era comum para aquela pessoa sempre tendo ela própr mesmo como referência eh então é caracterizada pelo declínio cognitivo
ou modificações comportamentais em relação ao nível prévio de desempenho então por isso que a gente sempre compara sempre avalia a demência eh comparando com o que aquele paciente conseguia fazer com o que ele sabia fazer como ele se comportava então sempre tendo como Referência a própria pessoa e a demência afeta memória funções executivas habilidades Viso espaciais então às vezes a pessoa sabia desempenhar alguma função e ela não consegue mais eh ela perde essa capacidade de organizar sabe de de fazer o planejamento do seu dia ah eu vou levantar eu vou ir no mercado eu sei
chegar lá eu sei quais os alimentos que eu preciso comprar eu consigo voltar consigo me organizar para para preparar Uma receita organizar as minhas refeições e isso na demência acaba sendo perdido então o paciente acaba eh adquirindo um nível de de dependência funcional muito grande então Nesse contexto a família a sociedade ali as pessoas que vivem com aquela pessoa o o suporte né vai ser essencial eh altera também linguagem e personalidade e comportamento então às vezes comportamento de desinibição a pessoa passa a falar coisas que ela não falava Antes a se comportar de uma maneira
mais agressiva eh ou mais assim alheia as coisas que estão acontecendo à sua volta Então tudo isso pode eh caracteriza né essa situação de demência e que de uma forma geral é caracterizado para uma perda de independência muito grande perda de independência não uma perda é perda de independência Tá certo eh a pessoa passa a ser dependente para realizar funções de vida diária que ela conseguiria real Antes e isso acaba gerando uma pior qualidade de vida muitas vezes quando a gente pega um oso com demência a gente trabalha muito enquanto nutricionista em organização mesmo de
entender Qual que é a dinâmica familiar de organizar alternativas ali para poder ajustar sempre para proporcionar ali a a melhor alimentação para aquele contexto mas às vezes Passa muito por isso sabe de organização mesmo de ver quem que vai fazer o qu quem que vai assistir aquele Idoso ali durante o seu dia eh uma outra coisa que é comum também a gente vai ver a fisiopatologia de cada uma delas né de uma forma eh mais geral Claro porque a fisiopatologia delas é bem complexos a gente tem muitos mecanismos já descritos a gente vai ver os
principais mas em todas elas todas essas doenças a gente tem um ponto crucial que tá presente que é um desbalanço e o maior stresse Oxidativo e isso aí a gente pode pensar que esse balanço essa esse desbalanço né entre sistema antioxidante e geração de espécies reativas de oxigênio é algo também que vai acontecendo gradualmente ao longo da vida então o padrão prícipe tem muitos trabalhos mostrando a associação entre o padrão alimentar e o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas porque ao longo longo ao longo dos anos a gente vai tendo esse acúmulo né de de danos causados
pelas Espécies reativas de oxeno então que tá representado o sistema antioxidante né vitamina e enzimas como gluta peroxides catalá e superóxido de sintase que são componentes importantes para combater a a geração de espécies reativas de oxigênio então aqui a gente já pode pensar que isso é determinado tanto por características genéticas Então a gente tem G que são alterados que vão levar a atividades diferentes modificadas dessas enzimas então consequentemente já uma Menor capacidade oxidativa e a gente também tem fatores comportamentais relacionados com a alimentação então uma ingestão de alimentos de nutrientes antioxidantes também é um ponto
que vai favorecer isso e por outro lado a gente tem no cérebro eh uma grande geração de espécies reativas de oxigênio porque a formação dessas espécies reativas elas são proporcionais à atividade metabólica né então quanto maior o metabolismo ali da célula mais mais produtos você forma Mais Roses você forma espécie rea de oxigênio então Eh como o sistema nervoso tem uma atividade metabólica muito alta a gente tem uma geração também muito grande desses componentes então isso vai exigir um um sistema antioxidante muito eficiente para poder combater isso e quando ocorre esse desbalanço essas espécies reativas
de oxigênio vão causar oxidação de DNA de proteínas de lipídeos isso vai gerar uma disfunção celular uma inflamação e ap Portos morte celular eh essas espécies reativas de oxigênio também alteram a abertura de canais de cálcio que são muito importantes pra condução dos impulsos nervosos e PR correta de neurônios Então esse é um ponto também que acaba influenciando o desenvolvimento dessas doenças e a disfunção mitocondrial que também quando a gente vai ver a fisiopatologia de vários ventes neurodegenerativas a disfunção mitocondrial tá ali presente Com depleção de ATP com a produção insuficiente de ATP para aquela
célula e isso tudo vai gerar morte celular então são várias alterações ali que ocorrem na célula no neurônio que e fazem com que ele não funcione adequadamente e isso vai gerando morte celular morte celular morte celular ao longo da vida esse isso vai se acumulando até a gente ter o desenvolvimento de alguma condição então isso aqui é importante e assim não adianta também pensar eh em combater Isso em um determinado momento isso tem que ser ao longo da vida a gente manter um padrão adequado saudável e equilibrado ao longo da vida eh porque isso não
é algo que se desenvolve assim com uma duas três semanas isso é uma coisa eh ao longo da vida nessas situações quando a gente tem aumento de espécies rativas de oxigênio e apose celular isso vai gerar uma inflamação ali local eh essa inflamação ela é mediada por uma Célula que é tipo um macrófago especializado ali do sistema nervoso central que é chamado de microbia micróbio é uma célula aqui ela é ativada eh quando a gente tem a apoptose ou quando a gente tem algum dano ali no sistema nervoso e ela vai gerar componentes inflamatórios né
como il6 il1 tnf ala e interf Gama essa inflamação ela é necessária para promover remodelação Regeneração então qualquer dano em qualquer local a gente Pode pensar assim vai exigir uma inflamação para poder cicatrizar para poder resolver para poder regenerar então quando essa inflamação e ativação da microbia é a curto prazo a microbia produz fatores inflamatórios mas produz também fatores tróficos fatores de crescimento fatores que vão gerar Regeneração como um fator neurotrófico derivado do cérebro que é o bnf bdnf que é importantíssimo paraa Regeneração então pessoas que têm Alterações genéticas né que envolvem a produção desse
bdnf eh tem também maior risco de doenças no sistema nervoso Então isso é importante só que quando essa inflamação ela é crônica ela vai sendo gerada ali de forma exacerbada ao longo da vida Isso vai sim aumentar mais ainda a morte celular aumento de estabilidade aumento da permeabilidade da barreira hematoencefálica que é um outro ponto né de fisiopatologia comum entre essas doenças elas geralmente T Alteração dessa barreira matou encefálica essa barreira ela vai controlar componentes que seriam inflamatórios que poderiam entrar ali naquela região e gerar uma inflamação só que quando a gente tem aumento de
permeabilidade começa a passar outros componentes células que não deveriam estar ali proteínas que não deveriam estar ali que vão se acumulando vão se depositando naquela região e vão gerando doenças Então tudo isso aí acaba gerando Neurodegeneração tá é é um processo bem complexo né envolve muitas vias muitas coisas e que vai gerar né vai cominar aí na morte de células alteração da condução de impulsos elétricos Então a gente tem aí várias alterações motoras também alterações do ambiente cerebral que podem gerar hemia por exemplo uma redução do fluxo sanguíneo para aquele local específico do cérebro alteração
na concentração de íons que vai gerar aí Alteração na função de neurônios e na condução de impulsos elétricos então Eh em todos esses quando vocês forem olhar separadamente a a fisiopatologia todos eles citam isso né Essa questão de eh desbalanço oxidativo e ativação de micr micróbio e inflamação nesse nesse nesse local e a própria inflamação também é responsável por alterar a barreira na doen fá então sempre gente tem isso pode eh influenciar e é por isso que não sei Se vocês já eh leram sobre isso de que pessoas que tiveram traumas trân eh traumas crânio
encefálico tipo por acidentes mesmo ou por alguma coisa mecânica mesmo tem maior risco de desenvolver doenças neurodegenerativas é justamente por isso né porque em um trauma mecânico por exemplo você gera uma lesão gera uma inflamação então essa inflamação ela acaba também contribuindo para isso não que todo mundo que teve um trauma vai Desenvolver doenças neurodegenerativas lembre sempre que é um que são doenças todas elas são doenças multifatoriais e que envolvem fatores genéticos e fatores ambientais Tá então não tem nenhuma delas que tem algo único sabe determinante assim ah é isso é um gene alterado você
vai ver não sempre a soma de vários fatores aí de risco Então vamos pra primeira que é doença de alimer podia ter trazido um filme né tem tanto filme sobre alzer pon e tal podia Ter pensado nisso já quando vai pequena a gente p e são filmes bem legais assim que mostra não sei se eu coloquei as as algumas sugestões aí que mostram bem claramente né Essas essas alterações que que acontece nessas doenças a doença de alzheimer ela foi descrita em 1906 por a Alzheimer por isso que ele tem esse nome e é caracterizada por
uma perda progressiva da função cognitiva então o Alzheimer Tem como principal característica alteração cognitiva pode ter alterações motoras também em fases mais avançadas eh mas principalmente alterações cognitivas né que são causadas pela morte dessa células cerebrais é a principal causa de demência em idosos né grande parte dos casos de demência é por conta do Alzheimer é uma dessas que a gente vai ver é uma das mais prevalentes né por isic tambm tem uma importância maior e a Maioria dos casos tem início a partir dos 65 anos pode tem alguns casos que se manifesta mais cedo
né começa a se manifestar porque uma doença progressiva ela começa a se manifestar mais cedo mas a grande maioria é realmente nas faixas etárias mais avançadas e acomete uma grande parte da população né estima-se que cerca de 35,6 milhões de pessoas no mundo todo Ten o diagnóstico de Alzheimer e a estimativa é que isso aumente e isso é tão complexo que como Eu falei além de fatores genéticos fatores alimentares a gente tem fatores eh comportamentais também como o hábito de leitura por exemplo que é um fator que já tem estudos demonstrando que você estimular seu
cérebro ao longo da vida é um fator protetor para desenvolvimento de doenças como o Alzheimer por exemplo que é alteração cognitiva principalmente Então você ter um cérebro ativo você sempre tá estimulando ali isso eh tem um efeito muito positivo e hoje a gente tá Cada vez mais não usando nosso C né a gente passa horas lá só rolando as as redes sociais e uma coisa que você não precisa pensar muito você não precisa e desenvolver ideias complexas na sua cabeça você só tá ali rolando rolando rolando rolando então o ato de leitura por exemplo tá
diminuindo muito né então todos esses esses comportamentos também estão relacionados a um menor estímulo e consequentemente a uma maior Neurodegeneração a o S afeta mais mulheres do que homens de uma relação de três para dois tem algumas outras doenças que são ao contrário e aqui a gente vê os fatores de risco né são múltiplos são vários a gente tem fator genético é um risco poligênico não tem assim ah um gênia alterado é determinante pro desenvolvimento da doença então é é um uma doença poligênica gente agora que eu vi que Michael e Letícia fiz chamados ve
Cascaro fora vê se pode volta Eles foram comprar com comprar a que que você tá achando do ah melhorou piorou a comida tava ruimo tava ru tava tanto almoço quant a jun oh mas foi um dia ou foi vocês estão achando horrível sempre não No começo tava bom porque acho que era começo mas o começo foi agora gente não deu nem tempo Ah ontem tava ruim muito ruim ah é retorno né Às vezes o pessoal tá meio o povo ainda tava eso de férias é ag tava Salgada aquele macarrão de de noite meu e s
cal tá horrível parecendo coisa estragada tava muito salado a comida tava ruim e tem algum algum papelzinho alguma forma de vocês darem feedback important né lá mas tem que ser uma uma coisa mais prática porque às vezes você tá ali aí você tem alguma alguma contribuição para dar uma reclamação você não vai lá mas por favor chama nutricionista nutricionista demora demora 10 minutos ela chega você vai Reclamar b r Frida dura cheia de óleo mas quando comida que antes das férias férias menina a carne que tomar gente ah mas não tava ruim não não é
porque meu método de sal é diferente pessoas ela não come salal é que a comida tem Pou sal se a pessoa quiser mais sal ela põe mais sal temp coisas uma delícia mas só um sal PR mim expectativas Impressão uma farofa lá agora vamos salvar a comida toda é bom ter alguma forma de dar feedback de uma forma mais rápida né porque se ninguém fala nada acho que tá tudo bem e continua assim Mas enfim vamos voltar fatores de risco poliênico Nossa eu não sei de onde que eu pulei disso para R1 n sei sei
ah é pois é foi mel e letí que estão dando golpe aí na na frequência diabetes também é uma doença que é considerada fator de risco para Alzheimer porque a Hiperglicemia crônica ela vai gerando né inflamação ali vascular isso pode contribuir também hipertensão hipercolesterolemia então mesmo essas doenças metabólicas também são consideradas fatores de risco consumo de álcool pelo aumento do stress oxidativo principalmente doenças cardiovasculares deficiências nutricionais porque se a gente tem uma memor ingestão de antioxidantes consequentemente maior geração de espécies ativas maior dano Que vai se acumulando tabagismo que tem assim um aumento de de
stresse oxidativo imenso né Tá relacionado a um tante de doença depressão eatividade mental né como a gente tava falando que é um grande problema hoje eh e naatividade física baixa idade e lesão cerebral traumática aí a gente tá vocês dois aqui agora mal F mal né que tá não aí a gente começou a falar de Ru Aí at comprando artinha para eu não Saber é então lesão cerebral traumática também por isso por gerar uma lesão gerar uma inflamação Então tudo isso sempre vai volar todos esses mecanismos eles podem ser resumidos a aumento de inflamação aumento
estresse oxidativo e aumento de toxicidade certo e enfim eu acho que tirando a genética né que não tem como a gente mudar eh a gente tem grande parte dos fatores de Risco comportamentais e alimentares né então assim é importante pensar nisso mas não pensar só pro idoso que começou a ter sinais de demência mas pensar como uma prevenção ao longo da vida né e o que que acontece na na doença de alzheimer essa inflamação ela vai favorecer a deposição de proteínas na região cerebral em uma determinada região cerebral e formação dessas placas que são chamadas
de placas semis que é uma é um critério de Diagnóstico né Quando vai fazer o exame de imagem eles conseguem detectar essas placas semis que na verdade é o acúmulo de proteínas de determinada proteína que é a proteína Beta a amiloide a que ela vai se acumulando nessa região e vai gerando inflamação ali naquele local eh e também pela precipitação intracelular da proteína tal então a gente tem essas duas proteínas eh principais que estão alteradas temos outras também mas essas duas são as Principais na fisiopatologia do Alzheimer a proteína intracelular e a deposição extracelular da
proteína Beta amiloide E essas alterações acontecem principalmente no hipocampo e no córtex né por isso que as alterações cognitivas aí são mais proeminentes que são essas regiões né responsáveis pelas pelas funções cognitivas então o que que acontece essa aqui é uma proteína normal né que ela seria normal ela é crivada Nessa região e ocorre Não isso não vai favorecer Esse aumento Porém quando ela é privada em outras em outras regiões né aí aqui tá mostrando a v via não amiloidótica pelas alfas secretados então isso não vai favorecer o acúmulo mas quando ela é metabolizada pelas
betas secretadas ocorre uma clivagem em uma região diferente e essas proteínas Elas começam a se acumular então por isso que tem um componente genético muito Importante né porque você tem alteração essas enzimas que vão cvar essa proteína Você pode ter uma um favorecimento de acúmulo maior mas se outros fatores genéticos outros fatores desculpa outros fatores de risco estão controlados aí a gente consegue né Minimizar bastante esse risco essas placas amilóides elas vão causar disfunção mitocondrial estess oxidativo elas vão ativar micróglia que são as células inflamatórias ali causar inflamação perda de neurônios perda de Conexões sinápticas
recrutamento de astrócitos e produção de citocinas né então isso aí vai acontecendo de maneira progressiva e gradativa e isso ocorre na região extracelular eh lá do hipocampo Hipopó e na no neurônio mesmo a principal alteração que foi descrita é a desestabilização de uma proteína chamada tal que é uma proteína responsável por manter a integridade do axônio né então o axônio aqui a gente tem várias Proteínas como a gente vê aqui que estabilizam essa estrutura deixam ela normal fisiológica quando a proteína tal ela tá alterada eh ocorre uma desestabilização e uma um comprometimento aí né da
função normal desse desse neurônio então comprome transporte de organelas pelo axônio aumento estresse oxidativo redução de ATP e acumul de substâncias ao long do coro celular essa célula acaba morrendo Causando então a degeneração a neurodegeneração e tanto a a deposição da das placas amiloides das placas semis elas vão favorecer a alteração da da proteína tal então as placas amiloides elas vão gerar ativação de astrócitos os astrócitos vão ativar caspases E essas caspases vão clivar essa proteína tal então as cas fases são enzimas né que são aumentadas ali por conta das placas então Eh acredita-se que
as placas a deposição Dessas placas acontece de forma mais precoce aí essas placas vão gerar uma inflamação e vão gerar aumento de caspases essas caspases vão clivar a proteína tal e o o o neurônio acaba eh sofrendo apoptose então isso aí vai sendo feito de forma progressiva certo então sim eu ten outros mecanismos vias bioquímicas enzimas umas coisas muito específicas mas eh o que a gente tem de mais Consolidado né sobre essas alterações são essas e a detecção dessas placas cenis elas são essen iis nesse diagnóstico de [Música] alzer é uma doença progressiva né Tem
curo médio de 7 a 10 anos entre o aparecimento dos primeiros sintomas até os estágios assim mais avançados do alzaimer e de demência que a gente tem também outras alterações que não são apenas cognitivas eh os sintomas Iniciais eh principalmente declínio da memória recente que é o mais clássico né que a gente pensa em alzer a gente já pensa nisso na pessoa esquecendo o que que ela comeu ontem o que que ela fez semana passada ela consegue lembrar de fatos bem antigos da infância da adulta jovem dela consegue lembrar de tudo mas começa a ter
esquecimento de fatos recentes às vezes ela tá em al determinado lugar e ela Esquece ela ela se perde ela não lembra como é que ela chegou ali o que que ela tá fazendo ali isso é bastante comum desorientação temporal e espacial e isso contribui bastante pra depressão né porque a pessoa já começa a se sentir mais confusa já começa a perceber que ela tem consciência né nossa tô esquecendo de coisas recentes aí já começa a ficar gerar mais o estresse assim mais ansiedade pode gerar depressão e declo funcional então esses São os sintomas iniciais e
qual evolu ção da doença a gente pode ter deterioração da linguagem também desur do planejamento e das habilidades então aquilo ela não consegue mais se programar ah Mã eu vou levantar vou fazer isso vou arrumar minha comida vou arrumar casa vou visitar não sei qu ela não consegue fazer esse planejamento ela ela fica oscilando muitas vezes entre eh estar em outra época às vezes ela acorda e e e e já vai chamando por Pessoas que já morreu pessoas que não estão mais ali épocas que ela morava em outra região em outra casa aí ela fica
confusa então isso vai oscilando também entre essa lembrança recente e o esquecimento eh Psicose e agitação também tá mais presente nessas fases mais avançadas a desinibição do comportamento e alterações motoras como a rigidez e a bradicinesia a bradicinesia é a lentidão de momentos né então ela passa a fazer Tudo mais lento mais confuso aquela letargia mesmo que é mais comum eh Depois de alguns anos né de desenvolvimento da doença só que isso aqui acontece depois de várias alterações pré clínicas né então a gente tem muitas alterações patológicas que podem ser detectadas e diagnosticadas antes do
aparecimento desses sintomas Então existe até algumas recomendações de pessoas que tem muitos casos na Família de fazer de forma mais precoce esses exames porque a gente consegue ver essas alterações patológicas na ausência de sintomas a pessoa não tem sintomas Mas se a gente consegue detectar precocemente hoje Já tem alguns medicamentos que eh não vão regredir né não vão fazer aquilo sumir completamente Mas eles limitam muito a evolução da doença então às vezes e um curso médio que seria de 7 a 10 anos Normalmente a pessoa pode ficar aí muito tempo sem desenvolver essas alterações mais
avançadas né então isso é importante também eh em relação à nutrição eh avaliação nutricional a gente vai fazer da mesma forma como a gente faz pra população em geral porque não há indicadores específicos para pacientes com doença de alzheimer o que a gente tem é que é muito difícil a gente fazer por exemplo recordatório 24 horas né então a gente Não consegue usar muito esse método Então a gente vai ter que usar outros métodos como na avaliação do consumo alimentar o registro alimentar pode ser uma possibilidade eh porque informações que dependem da memória do relato
do paciente elas são comprometidas Então isso é mais compli casa até a questão de referir o peso Qual o peso habitual a pessoa não consegue responder se teve perda de peso recente ela também não vai Conseguir responder então todas essas essas esses pontos da avariação nutricional que vão depender do relato aí a gente acaba tendo dificuldade mas a aferição mesmo todas as medidas antropométricas que a gente vai aferir elas podem ser feitas normalmente porque não tem alterações a gente poderia usar o do do dos acompanhant podia poderia é o que a gente acaba fazendo mais
né Eh mas assim é é tão complicado tem tanto paciente Que tem Alzheimer e não tem o acompanhante todo dia então ele acaba ficando sozinho dia todo a família Sai para trabalhar e o idoso fica sozinho então às vezes é bem complicado a gente ter um um suporte familiar adequado nessa situação e quando tem é muito bom a gente vê que a resposta ali é muito melhor né Eh quando a gente for fazer sempre usar a os indicadores específicos paraa população idosa como Amã por exemplo Eh e investigar deficiência de vitaminas eh lipossolúveis AD k
e vitaminas do complexo B além da vitamina C é muito comum pacientes com alzaimer ter deficiências nutricionais porque se eles ficam sozinhos ali eles eles esque de comer eles às vezes passam o dia inteiro sem se alimentar e além dessa desse comprometimento n das habilidades do planejamento então às vezes simplesmente vir fazer uma comida ali é é é difícil e é até perigoso porque às vezes a pessoa Vai fazer alguma coisa a bota no fogo aí esquece porqueque asso mais e quando vai ver casa tá pegando fogo então é é realmente complicado então o ajuste
o suporte ali familiar e comunitário é importante e a deficiência de de vitaminas eh de nutriente de uma forma geral é muito frequente Então a gente tem que investigar isso bem frequentemente a gente vai ter que suplementar bem comum a gente a gente ter que fazer isso a Baixa ingestão de de micronutriente e o baixo os baixos níveis céos de diversos nutrientes está relacionado ao pior comprometimento cognitivo então Existem muitos estudos mostrando isso eh além dessas vitaminas aqui zinco magnésio também são dois nutrientes que tem uma associação muito forte também com pior comprometimento cognitivo Então
a gente vai ter que fazer esses ajustes frequentemente a gente vai ter que suplementar então focar bastante nisso e Considerando também que isso é um fator de risco pro desenvolvimento do alz né porque são muitos desses desses componentes desses nutrientes são antioxidantes Então se eles são baixos também é um é um um um fator de né em relação aos macronutrientes na doença de alzaimer não existem recomendações específicas contra a distribuição de macronutrientes Então a gente vai seguir o padrão paraa população saudável ou de Ajustar de acordo com as comodidades que o paciente tem né Lembrando
que aqui a gente tá falando de um idoso que pode ter um diabetes pode ter hipertensão pode ter epidemia pode ter uma doença renal então ele vai ter provavelmente n é muito difícil você pegar um idoso que não tem nada que nenhuma nenhuma necessidade de ajuste então a gente precisa fazer essas adequações de macronutrientes de acordo com isso eh em relação ao Alzheimer especificamente eh Distribuição normal né Eh o que a gente sabe é que a alta ingestão de carboidratos simples e a dieta com alto índice glicêmico está associado a maior de cognitivo Ino de
alzaimer a gente pode fazer aquele paralelo sempre voltando para maior estado oxidativo e inflamatório então sabe que carboidrato eh simples em grandes quantidades vai ter um componente inflamatório ali a gente aumenta a inflamação crônica de baixo grau e isso Vai influenciar de uma forma geral todos esses processos da mesma forma os ácidos grassos saturados né ácido Grasso saturado é inflamatório a gente tem ativação de nfkb que é um fator de transmissão nuclear super inflamatório que é ativado por nutriente então a o consumo de ácidos grassos saturados também vai tá associada a maior risco cognitivo e
e risco de Alzheimer e por outro lado dieta rica em ácidos grassos Poliinsaturados vai ter essa proteção justamente pelo componente antiinflamatório então Eh alguns trabalhos eh mostram que a suplementação de ôa TR pode retardar o desenvolvimento da do declínio cognitivo então isso tem até um nível moderado de evidência porém só eh essa evidência só é eh só é visível né A gente só consegue Observar isso nos casos de comprometimento cerebral leve então aquelas pessoas que tiveram o Diagnóstico de Alzheimer recente aí a gente tem a a recomendar a recomendação da suplementação do ômega-3 né porque
vai aí ajudar a combater essa essa questão da inflamação e a dose é padrão varia de 1 a 3 G por dia né entre os os trabalhos é a mesma dose que a gente utiliza para idemia para outras situações e como eu falei a gente tem efeitos positivos só em em em casos mais lentes Tá mas é uma conduta que a gente Deve adotar sempre que tiver tratando com pacientes com alz a suplementa do ômega-3 e avaliar a necessidade da suplementação de outros eh nutrientes então quando ali na primeira consulta É sempre bom se o
paciente não fez exames recentes a gente solicitar aquele painel de vitaminas e minerais mesmo avaliação Laboratorial mesmo pra gente saber porque só os inquéritos alimentares acabam tendo muitos muitos fatores de confusão então É melhor a gente fazer um painel ali solicitar todos os exames for possível né dependendo de on tiver trabalhando vai ser possível fazer isso mas se tiver impório particular mesmo pedir para poder suplementar se for necessário e avaliar sempre individualmente e tem muita coisa na literatura você P quiser são achar uma infinidade de trabalhos trabalhos recentes trabalhos Muito interessantes mostrando o padrão dietético
também tem uma influência no desenvolvimento do Alzheimer Então a gente tem aqui eh uma dieta rica em antioxidantes rica em fibras vitaminas minerais isso vai ter um efeito positivo tanto eh em parâmetros metabólicos que a gente viu que é fator de risco pro Alzheimer quanto em inflamação que também vai est necessariamente envolvido ali na neurodegeneração [Música] eh junto com outros fatores comportamentais né como estilo de vida prática de atividade física a eles chamam aqui de ginástica mental né que é manter seu cérebro ativo eh desempenhar atividades que são desafiadoras né que que a gente precisa
eh desenvolver um pensamento complexo então que é o oposto do que a gente fica tá ali na frente do computador em rede social passando coisas que ali você não Precisa pensar você só então sempre ter atividades diárias e é assim a ginástica mental mesma coisa que exercício físico mesma coisa que academia não é cumulativo você fez hoje então você não precisa fazer amanhã é é todo dia porque senão não adianta né é assim e eles e mais e outras práticas aí também de redução de estress tudo isso tem efeitos positivos eh importantes eh e que
devem ser adotados já desde sempre né Não adianta também a gente chegar idoso que Tem Alzheimer que tem uma degeneração mais avançada e tentar adotar essas Midas que a gente não vai ter o efeito né Eh então tem trabalhos sobre dieta mediterrânea dieta D dieta Mind não sei se a gente já falou de dieta Mind acho que não é nesse tópico né que a gente realmente eu gosto até de fazer seminário porque assim tem esse tanto de nome aí quando você vai ver dieta mais que que é uma dieta com baixo é teor de carboidrato
simples de gordura saturada Com teor reduzido de sal adequado em micronutrientes em frutas vegetais eh fibras ou seja porque que tem um nome gente diferente para isso mesma coisa né é a mesma coisa eu acho que isso assim só serve para confundir a gente né para reforçar essa coisa de de dieta dieta tal dieta tal é a mesma coisa é é um padrão equilibrado aqui eles colocam e restrito em doces restrito em processados Enfim tudo isso que a gente já sabe dieta vegana e a dieta Cetogênica a dieta cetogênica ela tem evidências e de efeitos
positivos porém ela não é um padrão dietético que é sustentável ao longo do tempo né a gente vai falar em epilepsia de dieta cetogênica que a dieta cetogênica você tem um percentual de carboidratos muito reduzido eidos e proteínas maior a proteína a gente aumenta máx possível mas também você não pode aumentar demais por conta da função renal Então você acaba tendo uma dieta Com muita gordura a proteína no máximo ali ISS então o manejo disso é muito difícil e E no caso assim não tem nenhuma evidência direta de que a dieta cetogênica vai melhorar a
Progressão de doença de alzheimer de forma geral né e aqui tá falando de atente ter então Eh esse é um artigo tá sem a referência aqui depois eu posso até colocar ele eu eu achei ele bem legal que ele fala de uma forma geral assim todas essas essas essas dietas eh aqui mais o que tem Efeito preventivo né que a gente deve fazer ali ao longo da vida e aqui o que seria Teria algum efeito na evolução da doença quando a pessoa já tem eh algum nível de comprometimento e isso aqui acaba sendo mais efetivo
a gente consegue observar melhor quando esse comprometimento cognitivo é leve então quando a gente pega pacientes que acabaram de ter o diagnóstico a gente muda a dieta isso pode melhorar o curo da doença mas pegar um paciente que tem Uma neurodegeneração avançada aí já a gente já não consegue ver nenhum efeito ainda dá para falar par a gente para como é que vocês estão a que manda fela parte sol aí a gente passa o parson é outra doença bem conhecida também né Tem uma prevalência bem grande ela foi descrita em 19 1817 pelo né todos
esses foram receberam o nome dos médicos que desenvolveram e o nome era chamado de paralisia agitante é uma coisa meio contraditória né Paralisia agitante eh porque a doença de impon ela é caracterizada principalmente por esses tremores né Eh alterações motoras é a segunda doença neurodegenerativa mais prevalente A primeira é o Alzheimer e o paron é a segunda e acomete 1 a 2% da população com idade superior a 65 anos e a gente observa uma tendência nesse aumento né cada vez mais a gente observa aumento riso e a incidência aumenta significativamente com o lançar da idade
Quanto mais 12 maior o ris maior a chance da mesma forma tem fatores genéticos tem fatores ambientais tem vários fatores genéticos que são descritos né gênes de susceptibilidade então pessoas que já tem caso na família também eh geralmente faz para saber mas não necessariamente a pessoa que tem alteração genética vai desenvolver também porque tem fator ambiental eh envolvido da mesma forma lesões e Cranianos né crânio á exposição a pesticidas tem muito relacionado tem tem muito trabalho relacionando também exposição a com doenç de a dieta e infecções infecções frequentes que isso também vai est relacionado a
estado inflamatório crônico né que acaba favorecendo [Música] primeiro ess aqui [Música] Imagens e pro pon tem muita coisa sobre microbiota também mecanismos eh mostrando como a microbiota pode estar envolvida no desenvolvimento do P eh lá em Alzheimer a gente falou de uma proteína específica se que se deposita né a a a proteína Beta amiloide sérica aquela lá que rivada pelas alas secretadas aqui na doença de parson a proteína que é mais descrita e que tá acumulada ali naquela região cerebral É a alpa sinucleína que é uma proteína que já foi descrita que ela e aumenta
no intestino da presença de disbiose olha só que reag então já foi descrito que quando a gente tem uma disbiose crônica os níveis de al sinucleína intestinal aumenta e via sistema cerebral entérico né a gente já fala que o intestino é o segundo cérebro já ouviram falar disso né porque a gente tem ali muitos neurônios muitos neurônios que ligam essa região e fazem uma comunicação Direta com o sistema nervoso central né Isso é muito legal porque a gente começa a entender eh como o intestino pode levar ao desenvolvimento de diversas doenças então parece que essa
essa Alva sinucleína ela vai ela é gerada no intestino da presença de disbiose e ela vai vai se acumular no cérebro então a disbiose é um dos fatores de risco para desenvolvimento é eu acho que é uma coisa tão viajado não se na cabeça de Vocês pensar assim mas como uma proteína que pode ser gerada ali no intestino vai se acumular lá no cérebro e vai gerar o desenvolvimento de uma doença né Eh então toda aquilo que nós já falamos sobre padrão dietético E disbiose aí também pode ser aplicado aqui no caso de doença de
p essa essa proteína essa alca sinucleína ela se deposita no corpo neuronal e forma essas estruturas chamadas de corpos de Levi Eh que é um agregado proteico ali e que vai gerar uma inflamação né então isso vai gerar ativação da micros e neuroinflamação aquele mesmo mecanismo que eu tinha mostrado antes né todas elas acabam por proteínas diferentes que se acumulam por situações diferentes elas culminam em inflamação e neurodegeneração né então tem até uma imagem aí mostrando a deposição dessas proteínas aí eh no no Neurônio Ness nesse caso essa alteração acontece aqui nessa região tem a
substância Negra bem Central aqui essa é uma região que regula a eferência motora por isso que na doença de Parkinson a gente tem principalmente alterações motoras enquanto na doença de alzheimer a gente tem alterações cognitivas né porque a região é outra eh nesse caso aqui lá na no caso do Alzheimer a alteração é aqui no Hipocampo e no có principalmente já no no P A gente tem essa alteração principalmente aqui nessa região da substância medra é uma região que vai regular a produção de dopamina e essa dopamina ela vai ser necessária aí né uma figur
mostrando isso que a gente tem a liberação de neurotransmissores aqui na Fenda sináptica esses neurotransmissores eles vão permitir a produção dos impulsos nervosos e aqui a conexão entre o neurônio e o músculo Para fazer a atividade desse desse músculo né a condução do impulso para esse músculo contrair é o que seria normal com a produção de dopamina adequada na doença de Parkinson tem uma diminuição da produção de dopamina então esses esses esses neurônios que são eh produtores da dopamina tem essa alteração né da Alf sinucleína essas células morre não produz a dopamina de forma adequada
e não tem então a Comunicação com o músculo e por isso que a pessoa tem Eh esses problemas motores eh só que isso não é uma ausência e a pessoa não consegue se mover não é isso é uma flutuação no nos níveis desses neur transmissores Então a gente tem eh momentos né Fases em que a pessoa tem mais essas eh alterações esses sintomas motores e outras fases menos né então isso é eh variável e o tratamento é feito com levodopa não sei se também Vocês já Viram algum paciente algum caso conhecem alguém né levodopa vai
repor digamos assim os níveis de dopamina nessa região para que e a produção dos impulsos nervosos aconteça de forma adequada na doença Deon a gente tem os motores clássicos né que é a principal característica e também tem sintomas não motores que geralmente estão presentes antes dos sintomas iniciais motores então sintomas motores clássicos eh lembrando essas alterações são Progressivas Elas começam a se manifestar devagarzinho de forma mais Sutil e vão se agravando bradicinesia que é também a gente viu lá no par lá no Alzheimer que é a lentidão de de movimentos né uma lentidão para iniciar
esses esses movimentos redução de velocidade de amplitude de movimentos a sinésia que é também é um termo para isso redução desses movimentos rigidez muscular temor de repouso e anormalidades posturais e os sintomas Não motores são vários e são muito diversos né são sintomas inespecíficos que podem estar presentes em outras situações também aí envolve incontinência urinária dudos gastrointestinais dudos respiratórios sexuais alterações de termorregulação fose excessiva modificações do padrão de sono demência Alucinação depressão ansiedade e apatia então é bem Ampla e atinge vários sistemas aí do nosso corpo e também Alterações cognitivas que muitas vezes como eu
falei estão presentes antes doos sintomas motores e eu acho que essa esse gráfico ilustra bem isso é uma doença que se desenvolve lentamente e O interessante é que os primeiros sintomas as primeiros sintomas não mentira as primeiras alterações fisiopatológicas podem acontecer 10 até 20 Anos Antes do início dos sintomas então às vezes a pessoa tá lá aos 40 anos começa a ter o desenvolvimento mas mas ele só vai ter Sintoma quando fazer 60 65 anos então a gente vê aqui com que é uma progressão bem lenta ao longo do tempo né aqui Men 20 -10
aqui o zero seria o início dos sintomas motores que é quando geralmente a pessoa tem o diagnóstico a pessoa geralmente vai procurar o médico quando ele começa a ter os tremores então por isso que o tempo é zero aqui e é uma doença também que vai evoluindo lentamente ao longo dos anos né a pessoa convive por muito tempo com a doença de P E então geralmente aqui um dos das primeiros sintomas não motores é constipação e um comprometimento né da dos dos músculos responsáveis pelo peristaltismo distúrbios do sono é bem comum também aí Aqui tem
sono excessivo durante o dia posia e depressão e aqui a gente tem o início dos sintomas motores aí com rigidez com dor com fadiga com Pria eh com Demência alterações posturais aumento do risco de quedas né porque a pessoa não consegue coordenar muito bem os movimentos para marcha para caminhar e um ponto aqui importantíssimo pra gente que é a disfagia né a disfagia ela está presente no paciente coma eh avançado né não é um um uma alteração precoce mas pros casos mais avançados durante a evolução da doença a disfagia acaba aparecendo aí a gente vai
ter que fazer todos os ajustes aí eh pensando Nisso também tá então no pon um ponto de atenção pra gente é a de e a gente tem várias alterações gastrointestinais nas né então tem pode ter xerostomia diminuição dação de saliva tremores na língua então isso vai comprometer Às vezes a pessoa não consegue fazer os movimentos adequados para deglutir o bolo alimentar determinado alimentos não são muito tolerados alterações do movimento da cavidade oral né est na fase oroca da Deção pode estar comprometida eh o esófago também pode ter desfagia esofágica né uma estase do esófago que
não contrai não tem o peristaltismo adequado que tem espasma então pode causar também a disfagia nessa região o intestino dilatação dismotilidade e constipação e a constipação é um sintoma bem precoce e no estômago gastroparesia e saciedade precoce então todos esses sintomas relacionados a a menor movimento do trá G intestinal né a a Redução dessas desses desses movimentos musculares e tudo isso vai se traduzir em risco grande de des ção né pacientes comp pct não tem muito eh tem um aumento muito grande do Risco eh eu acho que ainda falta uma parte boa de par não
se se vocês querem parar vamos vamos discão 15 15 só porque papo chegou 15 minutos a gente tava falando das alterações que acontece no trato Gá intestinal e que aumenta muito o risco de desnutrição então A gente precisa fazer uma avaliação muito cuidadosa para detectar o mais precoce possível e atar de forma efetiva nessa questão e são várias coisas que podem contribuir pro desenvolvimento da destruição nao né então alterações sensoriais com motoras a própria capacidade de segmentar sozinho fica comprometida né Por conta dos tremores eh Às vezes o paciente vai precisar do auxílio de uma
pessoa para conseguir comer a depressão eh além do aumento do Gáo energético porque os temores também acabam elevando um pouco Então depende é bastante variável né De acordo com o grau desses tremores a gente pode ter eh um aumento maior do da tr metabólica basal e o próprio tratamento com a leva Doca também tem muitas interações com nutrientes e tal então a gente pode também ter considerar isso como mais um fator de risco da mesma forma que a gente falou para Alzheimer não tem Indicadores específicos para paciente com f a gente precisa sempre utilizar eh
indicadores pros idosos né ferramentas que foram desenvolvidas para essa placa etária e nesse caso a gente acaba não tendo tanta influência da da cognição então a gente ainda consegue eh perguntar né sobre o peo sobre a alteraç do peixo sobre o consumo alimentar de uma forma mais tranquila o ponto que a gente tem que ficar muito atento pro paciente no caso de pacientes com Carson É a disfagia que a disfagia atinge até 80% dos pacientes nos estágios mais avançados né Lembra daquela figurinha lá a gente vê que a disfagia em algum grau ela vai acabar
aparecendo e isso aumenta muito o risco de desnutrição de ter pneumonia aspirativa que é uma das principais ações da disfagia né porque e isso pode gerar uma hospitalização acelerar perda de peso é bastante complicado e a desidratação Porque até mesmo água muitas vezes o paciente tem Dificuldade eh aqui tem eu acho legal essa esse padrinho que ele mostra todos os movimentos musculares que são necessários para que a gente ten uma deção efetiva então na cavidade oral né tem a entrada do alimento que vai necessitar dos músculos da cavidade oral músculos para mastigação e formação do
bolo alimentar então muitas vezes nessa primeira etapa dependendo do acometimento da língua e da cavidade oral isso já fica comprometido então na Fase orofaringe preciso ter elevação do palato mole o clusão da nasofaringe a laringe movimenta para cima e paraa frente né o osso iite vai para cima e paraa frente a epiglote vai para trás e para baixo então isso conclui eh o esfinter esofágico superior precisa relaxar pro bolo alimentar passar esse bolo precisa ser eh propulsionado Ali pela língua para o esôfago né que é aquele movimento voluntário de engolir depois disso a gente tem
que contrair a Faringe para desobstrução e fechamento do esfinter esofágico superior e reabertura da Nariz então todo esse movimento ele precisa ser coordenado e é por isso que a gente tem muito muito risco de pneumonia aspirativa porque quando esse esses movimentos de fechamento de abertura da laringe não funciona na hora da deglutição pode passar né algum alimento alguma partícula ali pra laringe e isso gerar a pneumonia por isso que é bastante comum A pneumonia aspirativa em pacientes com disfagia que são movimentos que precisam ser muito coordenados né precisam acontecer de uma forma muito eficiente eh
e e na fase esofágica a gente tem que ter a contração sequencial do esôfago e o relaxamento Inter esofágico inferior para chegada do bolo alimentar no estômago Então são muitos movimentos musculares são muitos músculos que precisam estar coordenados né então por aí fica fácil a gente entender porque a Disfagia é tão frequente nessas situações eh não apenas o Pinon né Aqui tem a gente sabe que tem várias outras causas mas na esclerose múltipla que a gente vai falar também pode ter um uma Valença maior de disfagia na ela né esclerose amiotrófica lateral e na doença
de alzheimer além das outras causas né eh só falando rapidinho a gente já viu isso na aula de Trato gastrointestinal superior mas Vou passar aqui rapidinho só pra gente relembrar né é um assunto muito importante é uma das principais intervenções que tiver Tero P eh no caso da agia orofar eh nessa fase o paciente ele vai ter dificuldade para iniciar a deglutição a deglutição é demorada né então é importante que esse paciente faça as refeições num ambiente calmo e um ambiente tranquilo e sem distrações sem a televisão ligada tem muita gente conversando né Às vezes
a pessoa tem Costume de sentar ali para comer junto e conversando e comendo isso é péssimo né porque aumenta muito o risco de de aspiração eh regurgitação nasal também pode acontecer nesse momento risco de engas é muito complicado Então dependendo do grau de disfagia o idoso ele não vai poder comer sozinho né ele tem que ter alguém ali e tem que ser uma pessoa que tenha orientações né O que fazer se essa pessoa engasta Como fazer a manobra de Desas né uma pessoa preparada para isso porque é realmente aumenta bastante o risco de raro eh
como eu falei risco de aspiração e de pneumonia e TSE pigarro e voz molhada são sinais de partículas alimentares nas cordas vocais então também é uma coisa que indica bem característica da disfagia nessa fase né nessa nessa nessa primeira fase da deção que é a disfagia orof faría E no caso do parson pode ser tanto a orofar quanto a esofágica né porque as duas são por Movimentos musculares e nesse caso a disfagia ocorre tanto para sólidos quanto para líquidos então a gente precisa fazer a adequação da consistência dos alimentos sólidos e fazer o espessamento de
alimentos líquidos né para para melhor controle do bolo alimentar na cavidade oral Então nesse contexto a atuação junto com o fonodiólogo é essencial é muito difícil a gente fazer o acompanhamento de um paciente com paron sem o fome porque o Fono vai além de fazer o diagnóstico adequado do tipo de disfagia que esse paciente tem eh ele vai ter também exercícios de fortalecimento de manobra de alternativas que aquele paciente pode ter de orientações ali pro momento das refeições para reduzir o risco de complicações tá então o fono vai colocar a via de alimentar a via
mais adequada em caso de disfagia grave muitas vezes tá via oral não vai ser possível mas pode ser necessário modificações de Consistência ali também eh a gente viu que tem vários protocolos né que o fono pode utilizar eu tinha mostrado para vocês o fois que é uma escala funcional que vai de um no caso que o paciente não pode consumir nada pela via oral até o nível seis Desculpa até o nível sete que é a via oral Total sem restrições então líquidos sólidos e qualquer consistência e aqui passando de por várias etapas né então por
exemplo a via quro via oral Total de uma única consistência então evitar alimentos por exemplo uma sopa que é mais líquida mas que tem partículas por exemplo então tem pode pode ter mais dificuldade Então nesse caso aqui o paciente só poderia receber uma via de consistência única ou então nível C via oral Total com múltiplas assistências porém com necessidade de preparo especial ou de compensação às vezes uma adequação de algum líquido ou de alguma manobra para Consumo né isso aqui a gente já tinha visto antes e eh uma outra ferramenta que é bastante utilizada também
a gente precisa saber é a escala de severidade das disfagias que também vai de zer a seete no caso acho que é um a sete 1 A7 o nível sete a deção normal até o nível um que é a disfagia grave tá nos níveis um e dois a via oral é suspensa então o paciente ele precisa fazer o uso da nutrição enteral é uma situação que vai Est presente mais os casos de impacto são avançados né que já tem muito tempo de desenvolvimento e de progressão a viia o nível três é vi oral modificado assim
como nível 4 em C que é o caso de dispagia leve barra moderada e a via oral se for nível s e nível seis né o nível seis ele tem uma deção funcional Às vezes precisa só de algum ajuste ali de alguma consistência então é importante porque o fono que vai fazer todos os testes tem equipamentos tem Ferramentas tem testes eh específicos né para detectar isso então após a conduta da do fono ele vai passar pra gente qual que é a via se a via interal se a via oral eh então ele vai passar pra
gente qual que é a via possível porém por exemplo a gente pode pegar o caso de algum paciente com parson que passou pela fono e a fono falou que ele tinha a capacidade de experimentar pela via oral com nível três por exemplo com Determinadas adequações ali de consistência Eh aí a gente como nutricionista a gente vai avaliar se isso é suficiente para atingir as necessidades dele se não for a gente vai fazer a recomendação da somba então mesmo que o fono não coloque que a somba seria necessária naquele momento porque ele consegue ainda se alimentar
pela via oral a gente pode sim mesmo mesmo ele tendo dito que não tem a necessidade a gente pode indicar essa necessidade por Questão de adequação nutricional tá então tomar cuidado com isso porque às vezes o p coloca que o paciente tá com a via três via quro e e às vezes essas modificações elas não são ente para atingir as necessidades daquele paciente tá então a f vai falar pra gente também qual a consistência adequada dos alimentos para aquele paciente se é geral Granda pastosa líquido pastosa ou apenas líquida e a consistência dos líquidos se
é livre ou se é necessário Algum uso de espessante E também o modo de oferta se é com colher com copo com canudo com seringas pode ter pedaços ou não Ou se alig né não tem nenhuma necessidade de ajuste e também se esse paciente ele pode se alimentar sozinho se ele pode realizar a refeição de forma independente ou se Obrigatoriamente ele precisa ter uma eh refeição assistida porque muitas vezes pelo risco de aspiração e a necessidade de manobras O paciente até consegue se alimentar mais Junto com alguém então isso aí também vai depender da da
da da possibilidade né Se for um paciente que hospitalizado é até mais fácil mas se for um paciente que tá em casa e não tem nenhum cuidador com ninguém da família ou amigo corte el fica ali com ele muitas vezes a gente vai ter que passar a sonda porque esse paciente não tem o auxílio de uma outra pessoa tá então assim às vezes ele até consegue comer sozinho mas pelo contexto ali daquela Pessoa isso não é possível então realmente a gente tem que entender cada caso a complexidade tanto da doença quanto do contexto sócio familiar
ali pra gente saber qual que é a melhor via e qual que é a melhor recomendação aí é importante que a gente relembre aquele esquema de padola da consistência das Dietas que a gente viu também na aula de dudo do trato intestinal superior estão lembrados Então vamos relembrar aqui rapidinho então eh a gente tem sete níveis né os níveis essa primeira figura aqui seri os alimentos sólidos que passaria normal macio picado moído e úmido pastoso então esses dois aqui seriam o que a gente chama de Branda pastoso e litificado sendo o pastoso correspondente ao líquido
extremamente espessado e o liquidificado sendo o equivalente ao moderadamente espessado Então essa aqui seria a figurinha da consistência dos Líquidos né Eh nível 4 nível TRS com essa correspondência nível dois levemente espessado nível um muito levemente espessado e o zero o líquido ralo eh por um lado esse documento ele tenta padronizar essas consistências para facilitar as as as prisões né para porque muitas vezes pastoso para um não era pastoso para outro isso tem muita diferença porém assim essa terminologias também podem confundir então para isso eles eles Eh descreveram tudo bem Como é a característica de
cada nível né como a gente já viu não vou ler aqui porque a gente já viu isso mas o nível sete por exemplo não tem restrição todas as texturas todos os tamanhos pode ter Preparações com diferentes texturas eh e qualquer método não é necessário nenhum método específico para ingerir esses alimentos aí nos outros níveis a gente tem a especificidades eh no nível seis Masso indicado e a eh exige habilidad de Mastigação E aí a gente tem as características eh e naquele eu não sei se vocês eu não sei se eu trouxe os vídeos na aula
do trato gastrointestinal superior mas que eles colocam lá também no site os testes que a gente pode fazer né então aqui a gente consegue amassar o alimento com o gato sem fazer muita pressão sem fazer muita força nesse aqui tá vendo que a gente já não consegue o alimento ainda fica íntegro Então para ser e nível seis ele precisa quando a gente aperta desintegrar facilmente né isso aí vai conferir uma facilidade maior aí aqui o teste com rachi também a gente consegue desfazer só apertando sem muita força seria consistência adequada e um alimento mais consistente
a gente não conseguiria Então nesse caso aqui um risco muito maior de aspiração [Música] eh e aqui o teste com dedo mesmo de Apertar o broc ele iria se desfazer na mão e nesse caso aqui não então esse aqui seria o nível sete e esse aqui é o nível seis aí a gente precisa eh fazer todos esses testes eh exemplificar eh mostrar o vídeo mostrar foto até levar exemplos né quando a gente esver trabalhando com os cuidadores é importante também às vezes eh unidades B básicas de saúde a gente pode programar eh cursos né Eh
pro voltado pros cuidadores cursos práticos Mesmo mostrando né como preparar Quais as consistências corretas isso é importante no nível cinco picado e moído né vou mostrar o vídeozinho aqui não vou ler não que a gente já viu seria o o nível de alimentos moídos e úmidos que também a gente consegue pressionar com o garo com muita tranquilidade mas sem que ele escorra demais no prato alimento sem pedaços e como o nome diz né com um teor maior de água é Importante também para não para para facilitar o teste da colher a gente tem que quando
a gente vir não pode restar alimentos grudados na colher quando a gente vira ele tem que cair [Música] completamente percebam que não gruda não tem não É aderente né o alimento não é aderente acho que tem até out imagem aqui Não coloquei não que quando a gente tem alguns alimentos que são mais úmidos são mais pastosos mas eles têm uma aderência muito grande então o risco de eh deles aderirem no palato isso causar uma dificuldade de deção e uma disfagia ou até mesmo a permanência de Alimentos na cavidade oral gerando problemas dentares lucais e tal
isso também é importante aí aqui seria a equivalência né do gastoso quatro extremamente expressado e liquidificado e três moderadamente Expressado vamos ver [Música] o o alimento também cai da colher e não esparrama no prato [Música] e esse seria o o extremamente expressado que é mais difícil de você você tirar eh ah aqui essa essa figura que eu tava eh procurando muitas vezes o fono vai indicar a exclusão de alimentos que tem Uma grande aderência alimentos pastosos né que tem uma aderência grande então como esse exemplo aqui um exemplo de um doce de leite mesmo de
um brigadeiro né quando a gente vira ele não cai completamente grudado da colher Então esse tipo de preparação geralmente tem um risco maior de deção de aspiração e de tosse em gaso né porque é muito difícil você coordenar essa essa textura na cavidade oral para poder iniciar a deção o nível três pode ser utilizado Com coco ou coler é né é moderadamente exp pensado teste do garo ele cai ele escorre Fora esse fio eh o dois ligeiramente espesso o um pouco espesso e o zero líquido fino aí para esses três aqui de líquidos é muito
difícil você ter uma diferenciação com teste de colher e teste de garo né porque acaba sendo até muito objetivo e geralmente espesso pouco espesso e Líquido fino né como é que a gente vai fazer isso então para esses líquidos a gente faz o teste com a seringa né que eu também já tinha mostrado gente [Música] pega a seringa e o [Música] cronômetro Coloca aí 10 ml de água né Tira oolo e preenche com 10 ml e segura aí a gente tira o dedo e começa a marcar [Música] aí pelo tempo que o líquido escorre em
10 segundos a gente vai classificar naqueles três [Música] níveis aí depois de 10 segundos a gente para 10 segundos a gente para e se ficar abaixo de zero abaixo de 1 ml melhor dizendo é o líquido Livre entre um e quatro é o um e aqui o [Música] dois os Exemplos Ach que tá aqui [Música] mesmo esse seria o moderado ele não escorre não forma um fio né só vai pingando [Música] ficar entre 10 e [Música] 8 e esse seria o teste equivalente do [Música] G nível dois [Música] Fica entre 8 e [Música] qu é
o levemente espessado aí geralmente na na nos nos rótulos dos espessantes eles colocam a quantidade de espessante que a gente precisa ter para chegar em cada consistência e mas às vezes a gente vai ter que fazer os próprios testes né com alguns elementos porque às vezes você pega um suco por exemplo que a composição do suco pode alterar um pouco O funcionamento do espessante pode ter alguma diferença ali então aí a gente precisa fazer o teste de cada alimento eh a gente viu [Música] isso um percebam que escorre direto forma um fio mas ainda assim
é mais espesso que o que seria a água né que fica abaixo de abaixo de um e aqui é a comparação aqui pinga aqui esre mais Velocidade e a gente viu isso na aula de estudos do trato gastrointestinal superior eh muito pensando em situações que afetam a cavidade oral mas são situações mais eh temporárias né Às vezes a pessoa tá com uma mucosite induzida pela quimioterapia aí tem uma disfagia que precisa de uma de um ajuste de consistência mas é muito pontual às vezes ali alguns dias no máximo algumas Semanas eh nesses casos a gente
tem que ter um conhecimento realmente um pouco mais aprofundado porque é uma condição neurodegenerativa que ela não vai regredir aquele paciente chegou naquele momento naquele nível ele pode até ter uma estabilização por conta de medicamentos e tal mas ele não vai voltar a uma deglutição funcional então é é uma coisa que vai ser pra vida então realmente a gente precisa ter um Cuidado um pouco maior demandar um pouco mais de Tempo para explicar para trabalhar muito essas consistências com os pacientes e com os cuidad dois pra gente conseguir atingir essas consistências a gente pode usar
e espessantes como o amilo de milho crem de arroz se a gente estiver fazendo algum alguma preparação quente né Às vezes uma Papa um purê uma sopa a gente consegue fazer engrossar um caldo por exemplo com amido de milho caldo sei lá molho branco por exemplo dependendo da preparação a gente consegue fazer ou Mingal ou é gomas né goma Guar agarar a gente consegue fazer só que são espessantes que exigem o aquecimento paraa preparação então geralmente é mais para alimentos e eh aqueles que seriam sólidos quando a gente tá pensando em um suco e um
chá e a água né a gente recomenda a utilização dos espessantes industrializados que são bem mais práticos eles não t sabor não tem cheiro a gente faz de uma forma muito rápida ali então a gente precisa levar água Levar o espessante fazer o teste ali mostrar para aquele paciente ou será o cuidador explicar como é que deve ser feito né para evitar complicações e a disfagia acaba gerando um grande comprometimento da oferta nutricional né Porque quanto mais liquidificado né ma a densidade nutricional então às vezes o volume que aquele aquele paciente precisa consumir é muito
alto e a gente vai precisar de fazer suplementação então a suplementação ela sempre deve Ser avaliada em toda consulta de precisa fazer a avaliação da ingestão e verificar se precisa suplementar e quando for fazer a suplementação seja ela por via oral ou a interal a gente utiliza principalmente fórmulas mais concentradas que tem uma densidade energética e nutricional maior né para que a gente consiga ofertar um volume menor eh isso é importante também até para evitar retorno né Às vezes o paciente tá Com uma fórmula padrão e que precisa de um volume maior aí ele pode
ter uma disfunção do spinter esofágico inferior e gerar um um refluxo e pode gerar P neumonia também por to Dias outras recomendações são refeições mais frequentes e porções menores né comer sempre com muita calma com muita tranquilidade sem conversar do gost de conversar né então às vezes conversa até de né Não cara não o risco de engasgar é alto e realizar higiene Boal Logo após as refeições porque o clareamento da cavidade oral fica comprometido ele não consegue embol tudo então pode ficar resíduos ali que pode gerar outras outras condições vocais descansar Antes das refeições muitas
vezes esse momento é bastante estressante ele cansa bastante se ele ainda come sozinho pelos tremores e às vezes o alimento né ele pode deixar cair então utilizar sempre ut ílios resistentes não colocar Prato de vidro porque pode cair pode quebrar xícara sempre com Caneca evitar cocos né porque ele não consegue segurar então explicar né quando ele for pegar a caneca sempre enfiar a mão colocar a mão no no suporte na alça para evitar cair quando ele estiver tremendo eh evitar distrações no momento das refeições comer com calma mastigar bem manter a postura não deixe né
não não comer se tiver reclinado ou não deitar imediatamente após as refeições e Utilizar colheres menores para evitar acúmulo de alimento na boca eh porções menores né comer devagar e colocar quantidades menores de Alimentos na boca Então tudo isso são orientações importantes aí para que a gente evite engasgos evite aspiração pneumonia e consiga né tornar o ambiente da Alimentação o mais agradável possível aí diante desse contexto em relação às recomendações nutricionais propriamente ditas né de Macronutrientes também a gente não tem diretrizes específicas para pacientes com Parkinson da mesma forma que não temos para alzer só
sabemos que o gasto energético pode estar aumentado de acordo com a fase da doença então a gente precisa acompanhar a evolução do peso para ver se é necessário fazer um aumento ou não desse aporte calórico hidratos e também não tem recomendação a gente vai ter que ver novamente estamos falando de hidos Então pode ter uma Hipertensão diabetes gemias outra condição a gente precisa adepar essas comodidades e a única coisa que a gente tem sobre carboidratos é que o autoconsumo pode agravar a hipotensão ortostática que é aquela queda de impressão quando o paciente tá nessa posição
e que também é mais fases avançadas da doença de paron né então quando o paciente consome altas quantidades de alimento mas não é tão frequente assim também e os lipídios Evitar refeições com grande quantidade de lipídios evitar refeições Gordurosas alimentos Fritos né com uma quantidade maior de gordura porque isso vai causar um retardo no esvaziamento gás e isso é um problema porque esse retardo no esvaziamento gás pode gerar refluxo e aspiração E também porque ele vai reduzir a eá do medicamento então hões Gordurosas acabam diminuindo a eficácia da lopa o que pode gerar mais sintomas
né Eh em relação às proteínas é o que a Gente tem mais e uma especificidade maior porque o medicamento utilizado eropa ou leopa el compete com os aminoácidos então quando a gente consome refeições muito proteicas juntamente com o o o medicamento a eficácia do medicamento fica reduzida então o que que a gente vai fazer a gente vai orientar eh a injeção do medicamento 30 minutos a 1 hora Antes das refeições então não ingerir o medicamento logo após as principais refeições porque a Absorção Vai ser menor eh iso é importante alguns pacientes acabam tendo eh uma
resposta menor uma efetividade menor o o o o ldca não funciona da mesma forma para todo mundo então as doses elas muitas vezes precisam ser ajustadas ali várias vezes ao longo do tempo e há uma flutuação muito grande em pessoas que não tem uma resposta muito boa ao medicamento pode ser recomendado uma restrição protea porque aí a absorção do Medicamento acaba sendo melhor então 0.8 g de proteína por kg por dia geralmente é recomendado quando o paciente vai iniciar o tratamento né teve o diagnóstico vai começar a fazer o uso do do lev dopa aí
a gente vai e começa com essa quantidade baixa até a adaptação mas depois volta porque tem risco de eh desnutrição se a gente ofertar 0.8 com idos por muito tempo né Lembrando que 0.8 pro idoso já é ipresa eh e essa restrição também ela pode ser Recomendada se o paciente começar a ter muita flutuação motora né ter muitos sintomas ali aí a gente vai reduz por um tempo estabiliza depois a gente aumenta de novo então a gente vai eh precisar fazer esses ajustes Na quantidade de proteínas eh de acordo com essa fase né a fase
inicial do uso do medicamento ou se ele tiver redução da efic desses medicamentos professor não tem muitos problemas caso porque a qualidade de proteí é baixa né aí não tem de Carboidrato n de lipídio recomendação então necessidade energética do paciente vai ser baixa gão não você inclusive pode estar mais alta por conta dessas desses tremores aí você vai dar uma quantidade maior você mantém a qualitativamente a distribuição só aumenta a quantidade entendeu E sempre tendo como como o limite ali a gente Ajusta a proteína primeiro que é uma coisa que você não pode não tem
tanta variação assim aí depois você Ajusta carboidrato e lipídio sempre lembrando tem diabet tem alguma coisa e e pode ser que tenha uma uma necessidade maior às vezes vai precisar de 35 calorias por kg 30 calorias por kil se o paciente tiver uma desnutrição pode chegar até 40 mas S idoso com com estado nutricional normal com muitos tremores com muitos sintomas pode chegar aí a 30 35 calorias porquinho eh tem uma outra um uma outra linha de de pensamento né nem isso aqui não é Consenso mas algumas pessoas acabam recomendando a dieta de redistribuição de
proteínas o que que seria isso você limita proteína durante o dia que é o momento que é o horário que o paciente toma o medicamento geralmente ele toma durante o dia para que é durante o dia que ele tá acordado ele vai ter mais tremores né Então à noite acaba sendo mais tranquilo então geralmente o elida é consumido durante o dia não na hora de deitar aí o que que que que pode ser Feito a gente restringir mais proteína durante o dia e limitar a 7 g de proteína ou seja quase nada de proteína né
durante o dia todo e e ofertar maior ter um maior consumo de alimentos ricos em proteínas no jantar então isso poderia ser feito só que adesão é muito difícil né porque você afetar 7 g de proteína no almoço fazer um um cardápio com almoço 7 g de proteína e à noite fazer o paciente consumir os Leite peixes carne e frango para conseguir Atingir uma necessidade de um 1.2 às vezes 1.5 se tiver uma desnutrição é muito difícil então essa essa opção aqui ela tem uma adesão muito difícil mas que pode ser a gente pode tentar
se o paciente já tiver uma uma doença de parão muito avançada já tiver uma resposta ao tratamento muito baixa a gente já tiver feito a restrição proteica e ele não teve melhoras já tiver aumentado dose de medicamento né o médico e não teve melhoras aí é uma Estratégia que a gente pode tentar mas não é a nossa primeira escolha tá gente qual é a lógica do porque aí você não tem a competição porque os aminoácidos vão competir com a com a l doa para absorção entendeu porque aí você não compete ele tem uma absorção melhor
do medicamento você ia perguntar Não eu só ia pedir para sentir por essa restrição prote aí eu acho que por causa dessa competição isso isso exatamente então o medicamento e a proteína competem pelo Mesmo competem pelo pelo mesmo transportador isso aí e quando você tem uma refeição proteica junto com os medicamentos você acaba absorvendo menos aí eficácia acaba sendo menor entendeu Aí se você restringe a proteína durante o dia que é o horário que é que é o momento que você toma o medicamento ele tá ali agindo aí você tem uma uma eficácia melhor entendeu
mas no caso tipo assim tem medicamentos por exemplo eles tem tempo de ação tipo 4 horas aí Depois dessas 4 horas você ser momento de que poderia inserir o maior número de a eleida as eh assim tem vários esquemas né mas muitas vezes o paciente precisa tomar fracionada em duas vezes no dia porque ele não tem porque pensa assim você tem uma deficiência ali de um neurotransmissor lá na feda sináptica que aquele neurotransmissor ali ele vai ter um tempo de de duração ali não vai ficar ali por muito tempo então o tempo de ação do
Medic Não é muito grande então toma mais fracionado para você ter uma ação ali durante o dia entendeu eh mas assim essa essa que seria nossa última opção primeiro a gente restringe proteína aí se não funcionar nesse caso então é uma questão mais grave né porque a gente Apresentou um artigo que recomendava o contrar primeir hã essa primeiro não no caso ser a ingestão da leveda durante a noite né no ao Invés dessa maneira durante a noite mas geralmente durante o dia [Música] porque não era medicamento tomar durante o [Música] dia porque a l ela
vai controlar os tremores que então assim durante o dia que o paciente tá acordado que ele vai sentir mais os sintomas entendeu então não não não faria muito sentido tomar a noite agora pode ter algum outro Medicamento que é desenvolvido sei lá que tem uma absorção longa aí eu já não sei mas a l dopa é isso Entendeu mas às vezes surgiu alguma outra coisa algum outro medicamento outra classe de medicamento que a diferente ess entraram como uma parcela de gé Sim sim por isso que tem de de gasto e assim e é por isso
que não é geral também se o paciente está fazendo o uso do medicamento e tem os sintomas controlados o gasto não vai tá mais alto então por isso que a gente Tem que avaliar Realmente cada caso ali entendeu E a gente vai saber se tá alto ou não pela resposta do Peso se tiver mantendo peso tá beleza se tiver perdendo peso a gente tem que aumentar uma outra coisa que é importante aumentar a ingestão de fibras porque eles apresentam tendência à constipação e a constipação acaba também reduzindo a eficácia do medicamento a absorção né intestinal
da então recomenda-se 30 a 35 G por dia De fibras e a ingestão adequada de líquidos além da inclusão de alimentos com características laxativas né amecha laranja manga mamão E por aí vai os micronutrientes a gente precisa fazer assim um screening também geral se a gente perceber o risco de deficiência de algum alguma classe algum grupo né a gente pode solicitar os exames bioquímicos para confirmar mais vitamina D e cálcio Com certeza então sempre solicitar a vitamina D sempre fazer o Acompanhamento da vitamina D pelos exames bioquímicos e a deficiência da vitamina D ela tá
associada a pior gravidade sintomas mais tremores tanto sintomas motores quanto sintomas não motores então a a deficiência de vitamina dela precisa ser corrigida Eh aí a gente sempre vai solicitar o exame bioquímico para poder fazer a a a reposição e às vezes assim a gente pega o exame aí tá no limite aliás No Limite inferior tá dentro do limite de Normalidade mas tá baixo aí eu acho que já vale a pena de gente suplementar sabe a gente não vai esperar você tá vendo que tá baixinho aí se cair mais dois pontos já tá baixo aí
você já suplementa porque realmente tem um uma um efeito importante nesse caso de cognição né a vitamina D A piridoxina vitamina B6 a o fólio e a cobalamina né B6 B9 e B12 eh também a gente precisa avaliar a a necessidade de suplementação porque o LD diminui a absorção então dessas Vitaminas do complexo B Então e o l dopa é um medicamento que é utilizado de forma crônica né continuamente então o risco de deficiência aumenta Então se a gente vê aí pacientes que já fazem uso do LD há muito tempo investigar B6 B9 e B2
e se for suplementar principalmente na formativa tá não dar o metil metilfolato ao invés do colato sempre na formativa porque a o efeito vai ser melhor certo então Eh são essas considerações Sobre o pai eh fal é isso Resumindo assim a disfagia no acaba sendo um pouco mais eh proeminente e a desnutrição E essas complicações além dos ajustes né de de orientações Gerais aí sobre o momento da refeição ess esses cuidados eh e como é uma coisa como eu falei permanente a gente precisa trabalhar muito bem com o paciente com acompanhantes essa essa Questão da
das consistências né para isso ficar bem claro não adianta a gente eh fazer um plano alimentar entregar sem dar o exemplo né só colocar lá pastoso tem que explicar o que que é pastoso entendeu então o que que é líquido o que que é espessado Se for possível levar pro consultório fazer os testes pelo menos de líquidos lá com eles ou ou ou de consistências também às vezes dá para preparar coloca num potinho leva lá chega lá você mostra com a colher Então Acho que essas coisas acabam fazero muita diferença né na adesão no entendimento
do paciente e dos acompanhantes principalmente né dúvidas sobre paron posso começar o próximo ou tá demais demais o outro já tá até no falta esclerose lateral motó esclerose múltipla epilepsia é vamos vamos vamos tá s alguma dúvida quero perguntar alguma Coisa tranquilo né eu vou fazer o ajuste no plano de ensino eu mando para vocês