E aí E aí E aí e noventa porcento dos lares brasileiros têm pelo menos um aparelho de TV antes mesmo de aprender a falar as nossas crianças encontram na televisão ponto de referência para hábitos e costumes mas que TV é essa que os pequenos assistem a uma programação na TV brasileira que atenda às necessidades de aprendizado das Crianças com quantos anos é adequado se apresentaram a dita babá eletrônica para os nossos filhos hoje o assunto é a TV que a criança ver e quem está com a gente no estúdio e Raquel Pacheco pesquisador em mídia
crianças e jovens da Universidade nova de Lisboa Raquel muito obrigada pela sua participação nosso programa foi prazer obrigado Eu que agradeço o convite as meninas e achei bem engraçado você falar dessa fala do início porque a gente deu tem a minha filha eu falava eu nunca vou usar a TV como babá eletrônica absurdo criticava muito os pais que faziam isso depois que eu tive minha filha eu percebi que é um mal necessário o conjuntinho bebê e com a televisão é excelente né uma calma criança que hora que vai ser sincera para você eu não cheguei
a colocar no bebê-conforto porque eu acho assim muito ouvir hoje em dia os página e já coloca né não do bebê conforto mas quando ela tá entendia mais quando ela já gostava assim de assistir algum filme programinha com ele e tal eu eu realmente já coloquei muito filmezinho E ainda faço isso como forma de acalmar sua filha tá com os anos a tá com 11 Eu tenho um outro menino Arthur com seis É porque no ritmo que você tem hoje com as mães no mercado de trabalho e isso acaba sendo uma necessidade até a gente
para tomar um banho Mamãe coloca ali na frente da televisão né eu também Hoje em dia eu sou menos radical até porque a gente tem que unir o que exatamente que você falou aqui pelo caminho do meio né Não dá para ser Radical para se você colocar um bom filme para o seu filho assistir antes assim um bom filho mas não filme interessante mas ainda da Gigi aqueles fiozinhos de melhor qualidade assim cerveja que eu enredo e que seja uma coisa interessante ou então um programa ou um horário né que você veja que é um
desenho animado mas é interessante o Marcele né que tem os valores melhores eu acho que não há mal nenhum nisso desde alguém falar que valores são esses porque parece meio complicado a gente entender sobre olhar de quem Esses são esses valores mais adequados seja hoje um filme padrão desses de cinemão né ele tá inadequado para as crianças o transmitir algum valor positivo tem que ser percebe alguma qualidade no sentido educativas Olha eu enquanto enquanto pesquisador enquanto investigador eu uso muito a intenção enquanto mãe eu uso muito mais né porque normalmente academia outras é muito pouco
a inscrição e eu já costumo sair no meu trabalho enquanto mãe usa a intuição acho que noventa porcento né porque e a experiência de outras mães e outros Clara ciência fundamental né não tenho que falar o que a gente faz academia a ciência mas eu acho que a ciência unida a intuição é fundamental acho que isso daí é o futuro né então eu acho que uns com as crian e ainda os pais tem que usar ser um pouquinho da intuição e sentar pra assistir com eles por exemplo é o que que meu filho gosta de
assistir vamos supor o Ben 10 né o Cartoon do Cartoon Eu morei em Portugal muito tempo mas gente quase dez anos e lá a gente pode assistir eu Cartoon book é muito americanizado né eles existiam muito mais o Disney também é mas ele desliga tentou de uma proposta mas para Europa mas pedagógica Eu também e aqui meu filho fazendo adora assistir o cartão então eu vou lá eu tô começando assistir o que que ele se chama o cartão eu parei para sentar cantei com ele para ver o que que a tua tá assistindo no Cartoon
não dá para assistir não dá para assistir Guerra os monstros umas coisas não têm valor é traição eu não tenho enredo é uma coisa assim completamente bate-estaca naquela música bate-estaca é como se fosse um produto ou divisórias usadas no desenho animado não tem como uma criança de seis anos assistir aquilo você qualquer pague você usa sua intuição você fala e nós passa para o meu filho o que que isso daí traz para o meu filho não tem não só nesse na pesquisador eu podia ser uma empregada doméstica e o meu filho e falar poxa isso
aí não tem nada a ver com aquilo que eu aprendi nem com aquilo que eu quero que meu filho aprenda então foi a partir daí que a gente começou a negociar essas coisas lá em casa né e cartoon é só acho que o Garfield é do Cartoon não sei pelo aplicativo dele adora é bonitinho aquele então coisa mais engraçada Então pode assistir acho que passa Turma da Mônica Não sei bem né politicamente incorreto né você fica claro que ele é politicamente incorreto então para criança que aquele comportamento fica muito Óbvio que não é o ideal
era eu a gente vai voltar daqui a pouco a falar desse conteúdo que essas crianças vem mas eu queria trazer um pouco da sua trajetória profissional você acabou de citar que você morou um tempo em Portugal 10 anos né Assim você lá entregou a rede de trabalho do projeto criança e consumo como é que foi esse trabalho e já mesclando um pouco com a sua experiência de Portugal que que o Brasil tem nessa área desculpa eu e tem uma correção é tipo Regi vai falar na verdade aqui nessa consumir aqui do Brasil é o Alana
não é uma LG IPS diário em São Paulo e tem a rede de trabalho criança e consumo faz um trabalho Maravilhoso aqui no Brasil um trabalho de ponta um trabalho assim que é reconhecido no mundo inteiro e um trabalho assim que me deixou muito orgulhosa de ser brasileira pela em Portugal e levar um bocadinho e tentava passar para lá um pouquinho disso Quê que eu Alana faz aqui né que é o Projeto criança através do projeto criança e consumo o branco que nessa consumo ele luta mesmo né por aquilo que a publicidade exibir para criança
hoje em dia a gente vê é chocante né falta de valores é o estímulo ao capitalismo materialismo ao consumo pode ser digerir e passar Aquilo é como a publicidade se apropria da inocência da criança já sabendo que ela é uma multiplicadora dentro de casa e que ela vai consumir vai sugerir para os pais ou até um e os pais que tenham aquele consumo na sabe-se que ela é uma boa vendedora Neve joga muito bem e os pais têm tempo também vão logo entregar esse produto para ser consumido para ficarem em paz onde o projeto o
projeto criança e consumo surgiu é com a Ana Lúcia que a presidente da associação essa energia e ela trabalhava no bairro muito pobre em São Paulo e ela via que as crianças não tinham comida mas tinham a sandalinha que passava na televisão elas não tinham mas ela tinha joguinho ela a gente eu nem o que comer a morava numa casa sem menor entre estrutura Jesus não tinha nem que o banheiro e elas tinham certas coisas que não condiziam com isso porque porque a mídia de massa né ela ataca criança de uma forma assim cruel né
é a cruel ela é bem focada na criança hoje né existe uma série de livros né sobre isso uma série D1 e nessa área já que a gente ver como é que desculpa que as crianças estão realmente entregues assim em comparação com o resto do mundo no Diego só em Portugal Mas você na Europa você deve ter observado alguma diferenciação alguns países existe uma legislação bem mais aprofundada sobre esse assunto Há Limites bem mais claros alguns países Inclusive proíbem a propaganda voltada para crianças como é que tá e os uma resto do mundo e o
Brasil está muito atrasado Nesse contexto não eu acho que no Brasil eu tava até olhando quando eu tava vindo para cá aquele livro é classificação indicativa e aqui a gente tem muita coisa é esse livro Só pra gente fazer seu livro classificação indicativa é o livro que tá no site do Ministério da Justiça que discutir o que é classificação indicativa dos programas que passam na televisão os programas audiovisuais não só na televisão do cinema eles são é uma política pública então eles são catalogados porque as crianças podem ver ou não então a discussão enorme você
vai falar dos programas sobre isso né é uma tipo somente é pública bacana uma pessoa pública que a gente tem que a se apropriar mas o Brasil Brasil gente tem medo sem se tornar censura né que é coisa que tá no censura ainda tem um risco isso ele da qualidade da URI que qualquer coisa que você fale de limitação é difícil também é uma linha bem tendo aí né porque quem é que vai dizer qual é o apropriar coisa eu acho que isso daí é a mídia joga um bocado com isso porque é mediano que
ela quer que ela se ela quer ser dona da situação né ela não quer discutir nada relacionado a ela porque ela tem eu acho que eu acho que os meios de comunicação de massa e sem medo de começar é discutir coisas voltadas para a comunicação que são fundamentais que nos países lá fora já se discute não é e aqui no Brasil não se deixa discutir porque ele acho que ele tem medo a gente começar a mudar e começar o poder público da as regras né a gente começa a a sociedade das regras que é o
correto Então se discutir nada mas classificação indicativa é fundamental Não tem nada a ver com censura porque classificação indicativa num país democrático tem que tem que ser e da Comunidade dos especialistas das crianças dos Adolescentes por exemplo na BBC em Londres né que é uma TV pública ficando ela tem República super conceituada o que que eles fazem o site Eles voltam eles programas para as crianças e para os jovens e aí você vai vendo Qual é a classificação que você dá programa vamos supor tem violência tá então vamos vamos supor Matrix né tem uma cena
que a mulher a pega a faca e fura né o cara é uma facada no c****** Então vamos cortar está sendo você pode acreditar você pode tirar essa cena e botasse em cima da facada não dá para ficar melhor tira o sentido da frase do filme não então grava o Brasil seria considerado censura imediata nascer um corte de Senso mas acho que acho que uma criança de 11 anos o 12 anos ou 14 anos teria precisaria assistir essa cena da mulher dá uma facada na cara não poderia assistir o filme não sei se esse filme
mas tem essa cena e daria o mesmo sentido bom e para mim estar com você antes do nosso intervalo sobre um estudo publicado na revista pediatrics que é que afirma que cada hora passada em frente à TV reduz a aumenta em média dez porcento de chance de que a criança seja hiperativa Você já ouviu falar nisso concorda com isso é bom tem que vai discutir com artigo da Pediátrico mas eu acho eu acho que a criança fica ali Essa ela fica numa situação é meio que abandonada em frente da televisão exposta ao que vem realmente
ela pode ser pela ativa ela vai ter problema na escola porque na verdade não é a televisão Esse é o começo daí articular dentro da casa da da casa da pessoa não é você deixa criança em frente à televisão exposta qualquer tipo de programa Pensa bem é isso que a gente tá falando é um filme de violência uma criança que não tem ainda não esteja preparada psicologicamente biopsicossocialmente para assistir aquilo para ter acesso aquilo aquele não vai fazer bem a criança realmente pode até uma dela tá de a televisão da taxa de consumo de gastar
uma energia né antigamente as coisas correram muito mais brincavam muito mais havia muito mais Jardins do que hoje né então vezes e talvez essa esse dado tenho também a ver com a falta de utilização das energias da criança né ela fica hiperativa porque ela deixou de ser uma dica é tudo de pessoas que é tudo junto né porque Bruna pode eu falo com meus filhos uma acalmar vamos um pouquinho de televisão porque eles brincam tanto tão suado tão cansada esse pessoal tá lá vamos ler um livro porque assim hoje em dia eles são donde visual
né as telas hoje em dia fazem parte dessa geração não tem como Nutella tudo tem que ter autorização da sete saia um pouquinho do papel de vilã com a inserção do computador PC dentro da casa das Crianças com dois anos já tá duas três horas na frente do computador é verdade a gente já acho que vem daqui a pouco eu chamo vai ter nem como a gente separar né assim vai ser tudo mas a gente tem como falar de televisão você fala de internet pela internet aí falar de televisão letra de Cinema Acho que até
lá e aquelas maneira geral faz parte da vida dele mas tem que ter tudo tem que ter um critério né Eu acho que você não pode deixar ele exposto a qualquer coisa hum hum que a gente vai continuar conversando cara em seguida que falar com você sobre como a TV pode incentivar a brincadeira também isso também não é mais que importante né saber se existe uma programação adequada para que essa criança tem brinque diante da TV Será que é possível a gente vai fazer um rápido intervalo mas volta já não saio daí é E aí
nós estamos de volta conversando sobre a TV que a criança ver e quem está com a gente no estúdio e Raquel Pacheco pesquisador em mídia crianças e jovens da Universidade nova de Lisboa Raquel Então vamos voltar para aquela proposta de questão que eu te coloquei no final do bloco como é que teve pode incentivar a brincadeira em vez de deixar a criança paralisada em frente a uma tela existe uma programação que possa trazer essa possibilidade da Criança pois é muito legal você fala sobre isso porque a gente às vezes crítica né e demoniza muita televisão
e a gente nunca propõe nada de diferente nela de novo aquele ficar muito fácil né muitas vezes meio de comunicação utilizam esse esse argumento vamos falar vocês falam muito você chega ela muito mais vem aqui fazer programa para criança para você ver como é que é difícil e realmente é difícil entreter criança é super difícil não é porque assim se você faz uma coisa muito didática Eles não gostam então fica aquele problema que ninguém ver e não mercado Isso daí não funciona o que você faz uma coisa muito comercial aí são os especialistas os pais
que vão Contra isso né Eu acho que a gente tem que chegar a um meio-termo não é meio termo é difícil mas a sociedade cada vez mais né a gente tem 2012 a gente tem que chegar o meu temos que começar a viver equilíbrio natural né de tu levar os aprendizados passados na também do que já se vivenciou enterro de programação que deu certo que que não deu né exatamente eu tenho nenhum programa não tem um desenho que passa de desculpa se eu Elas têm Às vezes o canal porque vai fazer círculos estou com Alerta
ótimo mas assim que tem um desenho animado que passa uma menina São Paulo faz uma produtora e ela que desenha ela que faz eu esqueci o nome também Mas é muito bacana porque ela fala de temáticas brasileiras e é muito difícil por exemplo você ligar a televisão e você tem temáticas brasileiras na programação é normalmente a coleção ideias em a Americana Joelma catequização olha do japonesas também estão com bastante água mesas né e e fica muito Nilson né quando eu morava em Portugal eu vi que tinha uma temática mais europeia acho que ainda não tinha
matemática Portuguesa e matemática problema da neve lá em Portugal não leva em Lisboa não neva Neva parte de Portugal não leva na serra da estrela então a neve não tem a ver com a realidade daquelas crianças né quando vem o inverno elas não têm leve mas depois no inverno os desenhos as férias é um de Neve e eu não sei o que o frio dica é diferente por exemplo da realidade lá é isso aí alguma coisa básica da quem a cultura completamente diferente chegam coisa acho que tá numa fase de formação da personalidade da criança
né do qual é o que que acontece com essa criança e depois de passar a primeira parte da vida a infância inteira ouvindo valores e culturas questões culturais e um outro país o reflexo disso eu acho que isso é um bocado complicado né porque eu acho que não a mesa muito o que é que tá acontecendo e mais falta em cima da Criança em termos de nacionalidade em termos de aqui no Brasil né que as crianças são uma grande parte negras né então difícil você ver uma criança esse tipo de criança representada na televisão não
é as crianças é que são representados em três não só aquela estilo europeu não é são crianças que não eu acho que é bacana eles terem acesso a coisas multiculturais né mas é entrando no contexto multicultural e vamos conhecer criança eu lembro que tinha um problema só se vamos conhecer crianças do mundo inteiro então cada uma falava como é que é para escola como é que se vestir ela super bacana esse programa Que contava a história de cada que a criança contava sua própria história isso não forma legal a gente você tá trabalhando isso existem
muitas formas de uma câmera que você trabalhar e só acho que você tem que respeitar EA cultura local e te o debate um diálogo com a sociedade né sentem medo né Eu acho que é o mercado não possibilita isso por uma questão financeira uma questão de tá na hegemonia é porque eu os grandes grupos de comunicação de massa de pão na mão de pessoas assim muito mal Preparadas e muito envolvidas né com outras coisas né como só complicado só com dinheiro você tá falando de valores culturais de outros países o Brasil tem um valor cultural
muito arraigado no folclore e o favor é importante sua para criança brasileira né traz o lúdico atrás do aprendizado a história brasileira enfim há espaço para isso na TV brasileira você vê algum exemplo de utilização desse folclore na TV que chegue até as crianças não precisa ficar mais que você já citou internacionais Mas enfim dentro da própria programação brasileira existe espaço para o folclore Eu acho que é muito pouco assim eu acho que quer te ver a TV pública aqui no Brasil acho que ela que tenha melhor qualidade de programação porque na verdade o que
que a televisão na televisão é concessão EA concessão é uma concessão pública somos nós né Que Deixamos o grupo tem aquela concessão mas eles não trabalham em favor da comunidade eles trazem coisas que vão vender ou então que eles estão comprometidos com que vêm de fora ou com que eles vão ganhar mais dinheiro que vão vender com mais facilidade Porque a gente já falou que esse consumo né com que não é cultural entretenimento que você consome rapidamente vai embora Pois é para você tentar uma série de uma série que a Hannah Montana né ela por
exemplo foi consumida de seguida as meninas vinham comprava os produtos fazia umas coisas você beijando adulto vem sempre juntos né sem forma sempre ao produto tudo nela é um pacote nenhum pack junto com aquela com aquele produto audiovisual é o lançamento do mundo que você vai gastar dinheiro com aquilo é a roupa é tudo eu acho que ele tem começar a pensar nessas armadilhas ativação na televisão de qualidade isso daí não caberia mas isso daí não caberia seria um outro tipo de televisão mas o outro tipo de televisão daria tanto dinheiro tanto retorno financeiro como
esse depois que a gente não discutir isso não é porque a discutir quando a gente foi discutido já tá claro dá para fazer uma televisão hoje qualidade da da programação de qualidade para aprovado isso em vários canais em várias Principalmente nos públicos Aqueles né que são mesmo que o governo tem ali são os meninos claramente não devem ter uma finalidade lucrativa exatamente agora os aqueles que são concessão que também não deveriam ter essa esse ganância nessa coisa do dinheiro é uma sessão tem que ter um tem que ter um limite na tem que ter um
corpo fala de limite voltando lá para comer se do programa de falou rapidamente sobre isso aonde você dá esse limite até uma pesquisa realizada recentemente se estabeleceu que a partir dos dois anos é menos nocivo você já até os dois anos é extremamente nocivos colocar uma criança em frente à TV Quais são esses limites existe uma idade ou vai descarregar as grandes cidades a gente colocar uma uma criança até que ela interaja com a televisão até aquela interaja com aquilo que ela tá vendo até que ela queira estar ali mas é o meu filho interagir
com o anjo da eu tava com apresentador do telejornal E aí aquele dia eu falei Bom eu realmente não vou poder botar embaixo já tá na hora já tá na hora ele assistindo onde não assistindo um ano ele já tá se comunicando se trocando ideia com o apresentador do maior telejornal da TV Brasil a gente vai cantam com um ano eu acho preocupante se Ele discutiu é engraçado acho que também tem isso né a gente se encanta com uma interação que a criança tem em qualquer bonequinho vai ficar mais ele vai interagir com aquele bonequinho
porque é fofinho e tal e a programação ela também pega pelo pé aí né é a chave William Bonner fofinho discutir por favor já tava fazendo debate assim de política os animais Qual é o limite disso eu depois que você gente tem um ano de idade Ele não tá na idade ainda de ficar em frente à televisão aí as meninas exatamente eu não acho certo tamanho Pará botar um bebê conforto na frente da televisão e deixar a criança eu acho super errado isso daí já tem pesquisa sobre isso a suzaninha ela tem uma pesquisa enorme
sobre isso é não tem necessidade é cruel aí você aí eu acho que os pais estão reforçando né esse modelo econômico materialista Consumista amigas minhas são muitas graças e mais algumas para sempre botava academia de comida do filho em frente à televisão e dava comida porque a criança fica ali assim né chapada também mais fácil né de noite Zara coisa já é muito fácil né eu não vai aparecer uma babá eletrônica né porque mas é diferente ela pode ser uma babá eletrônica por exemplo no momento que você tá precisando fazer alguma coisa vai botar uma
coisa de qualidade para o teu filho assistir falar tudo bem ele tá ele quietinho achando coisa de qualidade Ufa vai me dar duas horas de tranquilidade para poder fazer uma coisa que já brincou porque ele já fez porque ele já me colocou Arthu porque já fez outras atividades e agora Talvez seja o momento ele parar e descansar tá ali descansando não sei que outra coisa você pegar um bebezinho e botar ele de frente para uma televisão para assistir uma coisa que não tem nada a ver que ele não pediu é que nem você dá chupeta
para uma criança você pegar uma chupeta ensinar na boca da criança criança não pediu a espera vamos ver o que que acontece eu não vamos viciar vamos esperar nos ver minha expressão a seguir uma lógica então é uma loja que a gente tá em ciência lembra da mas acho que não tem problema é o fim de discutir com o Âncora do você já você já aceitou Esse foi engraçado mas foi só uma situação rápida agora é você citou nesse também no programa a importância dos Pais assistirem a programação junto com as crianças além de assistir
como é que se desenvolve o senso crítico dessa criança na hora que ela começa assistir Ou seja a proibição da um pouco Fora de Moda me parece que às vezes até você proibindo aqui nessa fica mais a chegada ainda assisti um determinado desenho que todas as crianças assistem como é que se estivesse senso crítico de uma criança pequena e até os dez onze anos quando ela realmente já começa a debater e conversar sobre determinados assuntos concordo com você com a sua opinião é da mesma opinião que você agora eu acho que o centro crítico pode
começar antes eu amo o centro com meus filhos e conversa desde que eles começam a entender e discutir de valores vocês é reto certa bacana que tá acontecendo Então Poxa que legal Pois somos amizade ou então a gente começa a discutir os valores que passam a linha normal né a gente começar a discutir porque eu entendo porque que as pessoas precisam assistir televisão em silêncio e se elas ficam sentadas ali 1:00 2:00 em silêncio como se estivesse recebendo aquilo e nunca se fala sobre aquilo e vai-se embora e no outro dia faz de novo e
ninguém discute sobre aqueles valores sobre aquilo tá passando sobre a questões estéticas até porque a gente tá gostando daquilo porque não porque não vou discutir eu converso com meu filho desde pequenininho sobre isso até minha filha às vezes ficar aí você é meio chata não toda você fala eu falo sim é para gente falar um pouco sobre isso porque tu não pode falar deixa ficar um pouquinho quieta tá eu também aí eu gastei uma tirada ótima uma tirada ótimo sobre isso ele faça um bom as pessoas estão dizendo que nós conversa mais afinal de contas
para que que serve mais comerciais né tá bom a pra gente finalizar o programa Raquel gente tem mais um minutinho aí pela frente até onde que a gente deveria E aí os quais são os limites legais eu te pergunto como o profissional de pesquisa mesmo e como mãe quais seriam os limites ideais Se a gente fosse pensado na TV brasileira melhor mais aprimorada sob o olhar da criança essa TV que a criança ver se a gente que a gente pode ver se eu acho eu acho que a gente primeiro tem que tem que parar de
botar televisão como se ela fosse uma coisa fechada hermeticamente fechada não é pouco a gente já falou elas são aqueles canais são concessão a gente tem que discutir a sociedade tem que discutir as crianças têm que participar dessa discussão os adolescentes os pais as escolas os profissionais todo mundo tem que discutir essa televisão eu acho que a partir daí a gente pode dizer Ok Isso daí não passa valores para uma criança de 4 anos ok isso não passa bons valores aí não é educativo para uma criança de 13 anos na vou te dar um exemplo
pessoal o filho de uma amiga minha é tava sem 11 anos muito à frente assim Pode coisa que não te fazer um sentido para onde ele estudava para o grupo de pessoas de criança que ele que ele a fazer sentido os valores que ele tava tendo a gente começou a pesquisar o quê que pode ser o quê que pode ser que pode ser a gente não tá conversando com eles mas porque você tá falando isso mas porque aí depois que ele começou a falar de uns filmes esquisitos estou mandando dia que você viu isso a
quando eu tava na casa da minha tia a quando eu passei de tarde na casa de agora consegui Tornei a criança de ver as coisas de outro lugar não eu eu acho que nem é isso assim achei a classificação é fundamental a discussão é mais importante todo mundo discutir sobre o que que uma programação de qualidade Qual é a classificação daquela programação o que que é legal para a construção do senso crítico não é exatamente a questão do senso crítico é tanto dos pais quando ela se debatia Fundamental e é um processo educativo não para
fazer o caso mas mais do que isso quem dá a Palavra Final são os pais tá dito Então até o Muito obrigado pela sua participação nosso programa Eu que agradeço e as meninas tá aqui no canal saúde e o canal tá fazendo trabalho sempre fez um trabalho muito bacana Eu que agradeço poder partilhar e um pouquinho da que a gente e com as pessoas estão em casa também galera Raquel obrigada você que acompanhou o sala de convidados entrevista amanhã o programa sobre a TV como ferramenta de educação se você quiser rever o gravar o programa
de hoje é só entrar no nosso site que a nossa saúde e Ponto Frio cruz.br para comentários você pode mandar um e-mail para
[email protected] a gente se vê amanhã até lá ó E aí E aí E aí E aí E aí E aí