Mas os ensinamentos o Senhor manda, irmãos, quando ele dá inspiração. Diante de tudo isso que nós temos passado, estamos sofrendo nesses dias, cremoso que as orações têm sido no número bem maiores perante o Senhor, não é? O povo tem buscado mais a Deus.
E o Senhor Jesus, preocupado com isso, ensinou a oração aos discípulos. Como os irmãos podem ver no capítulo 6, salvo engano de de Mateus, ele ensina os discípulos a orarem porque cobrar ao Senhor dizendo: "João Batista ensina aos discípulos dele". Então ele ensinou os discípulos a oração, como nós todos conhecemos e todos os domingos são feitos o é feito a oração do Pai Nosso junto com as crianças.
[Música] Mas o Senhor, nesse mesmo ensinamento aos discípulos, ele deixou também um ensinamento, um conselho que pouco se fala. Nós dificilmente vemos eh nos santos cultos algum conselho nesse assunto, mas eu avante de falar com a irmandade é sobre o jejum. O jejum, irmãos, é abstinência alimentar.
No tempo de Israel, desde de Abraão e de lá para cá, já também nos tempos de Israel, eles usavam, tinham como recomendação o jejum. Mas o que importa para nós é depois da vinda do Senhor Jesus, que em certa ocasião ele foi cobrado também pelos discípulos de João. E num dos Evangelhos consta que eles chegaram no Senhor e disseram: "Senhor, por que que nós jejuamos muitas vezes e os teus discípulos não jejuam?
" Ele falou: "Podem os filhos das bodas estarem tristes enquanto o esposo está com eles? " Claro que não. Mas dias virão em que o esposo lhe será tirado.
Então aí eles jejuarão. Então aí ficou estabelecido que eles jejuariam. Mas então quando ele ensinou a orar, ele ensinou também como proceder com o jejum.
Porque já naquele tempo do Senhor Jesus, o povo, principalmente os líderes da igreja, do judaísmo, mostravam que jejuavam. Eles jejuavam e faziam transparecer a todos que jejuavam. Mas o Senhor Jesus reprovou essa forma de jejuar e disse com respeito ao jejum, quando vocês jejuarem, não faça como os hipócritas, que eles jejuam e demonstra a todos pela cara deles, pelo rosto, pela afeição que eles estão jejuando.
E com isso eles são de certa forma considerados, louvados pela atitude de estarem jejuando. Então já receberam o seu galardão. Mas vós quando jejuardares dizia lava o rosto para não ficar desfigurado, não mostrar pras pessoas que vocês estão jejuando.
Por quê? Porque o jejum, irmãos, ele é pessoal. O jejum sacrifício.
O jejum é uma oferta que se faz a Deus, que se faz como por várias razões. Pode ser por uma petição que deseja alcançar de Deus. Pode ser também como uma ação de graças, uma gratidão a Deus por alguma coisa que a pessoa reconheceu de Deus na sua vida.
Isso foi recomendado dessa maneira. Então, jejuar não é sacrificar. E o jejum, irmãos, ele é uma abstinência da alimentação, do manjar, mas também não é uma coisa que prejudique a saúde da pessoa.
O jejum, ele não tem tempo definido. A pessoa pode jejuar um dia, o dia para eles contado era desde o nascer do sol até o o pôr do sol, era um dia, 12 horas. Então, a pessoa fazia uma um propósito diante de Deus por uma consagração e ele deixava de comer.
O Senhor Jesus jejuou 40 dias e 40 noites. Os irmãos podem ler nas Sagradas Escrituras que o jejum do Senhor foi o jejum de alimento. Ele deixou de comer.
Depois ele teve fome. Ele não teve sede, ele teve fome, porque ele tinha deixado de comer por 40 dias e 40 noites. E outros também jejuaram.
De modo que o jejum, irmãos, ele faz com que a pessoa consagre a Deus o seu corpo, o seu viver. Ele se abstém daquilo que tanto ele gostaria. Porque chega a hora do café da manhã, o estômago pede pela pelo costume.
Vem a hora do almoço, o estômago reclama e o cérebro aperta a pessoa para prover alimento. E a pessoa não fazendo, ele está de certa forma, irmãos, submetendo o seu corpo a um condicionamento para maior comunhão com Deus. E a finalidade, irmãos, do povo até hoje, o povo de Israel jejuar nada mais é do que consagrar-se a Deus, aproveitar o momento do jejum, a pessoa medita mais em Deus, de modo que não é proibido, não é pecado, não é contra a doutrina o jejum.
Ele também não é recomendação que fazemos para jejuar. Isto é oferta e consagração da pessoa para com Deus. Ninguém tem o dever e a obrigação de jejuar, mas tem a liberdade de fazê-lo quando sentir consagrando-se a Deus.
E se a pessoa fizer isso, deve ter o cuidado de não transparecer para que não haja um elogio de outras pessoas. Então, uma pessoa faz e fez aquilo propondo se agradar ao Senhor. E o Senhor se agrada.
Sabe por quê? Porque quando o Senhor falou assim com os discípulos que aqueles principais da sinagoga faziam e dizia que eles já receberam o seu galardão, já receberam a sua recompensa. Ora, se Deus recompensa quem jejua, é porque ele se agrada.
Porque se alguém não se agrada de um ato que alguém lhe faz, como é que vai recompensar? Ao contrário, vai reprovar. E Deus nunca reprovou o jejum.
O Senhor recompensou aquele que jejuou, mas não o jejum como sacrifício, como obrigação, mas o jejum como oferta a Deus de consagração e de santificação. Abstinência, irmãos, que também pode ser de outros atos da pessoa, da vida da pessoa. quaisquer atos que a pessoa tem como sendo alguma coisa de necessidade premente, mas que a pessoa propõe de manter-se sem praticar ou sem agir daquela maneira perante Deus por espaço de tempo, não é sacrifício.
Ele está oferecendo a Deus, irmãos, um louvor com este corpo que pode acontecer também até na vida conjugal. Sempre que isto ocorrer, que seja de consentimento mútuo entre marido e mulher. Não dizemos que isto é um jejum, mas isto é uma oferta a Deus de louvor e de consagração a Deus.
Paulo mesmo recomendou isso aí. Como fazer com os devidos cuidados e depois voltar na normalidade para não dar lugar às tentações da carne? De modo que fica, irmãos, esse esclarecimento sobre o jejum.
Mas tem um outro detalhe, o inverso do jejum de Deus, eh, no jejum, no caso do jejum, o Senhor se agrada e ele recompensa a pessoa que a Senhor fizer. Mas aquele que comer demais peca. Por quê?
Porque o comilão e o beberrão não herdarão o reino dos céus, porque é reprovada pela palavra de Deus a glutonaria. Glutão é aquele que come acima dos limites, come em demasia. Quem assim o faz, irmãos, isso aí é muito difícil ouvir nos santos cultos, mas hoje Deus deu a graça e interessante que veio avante.
Num dos cultos passados e quando eu estava adentrando aqui, um irmão de uma determinada congregação disse: "Irmão, eu queria falar uma coisa com o irmão". Pois não, irmão. Falou: "Irmão, peço a Deus a ver se Deus dá graça de falar sobre o jejum.
Aí ele disse para ele, irmão, é confirmação de Deus, porque hoje mesmo me veio avante isso o dia todo. Ele ficou todo contente. E hoje conversando com outro servo de Deus, ele disse, irmão, já por este dia também alguns irmãos falaram a mesma coisa.
De modo, irmãos, que chegou tempo, então, de se esclarecer a todos aquilo que muitas vezes nós não tivemos a oportunidade de fazê-lo nos cultos normais. E hoje, como nós não temos a testemunhança, aproveitamos este templo tão precioso para trazer este esclarecimento a todos. Então, jejuar é agradável a Deus e dar recompensa.
Comer demais, ser glutão ou comilão, isto é pecado diante de Deus. Em Gálatas capítulo 5, me parece que no versículo 21 o apóstolo Paulo reprova e diz que os que assim fizerem não herdarão o reino dos céus. Então os irmãos imaginam, digamos que nós vamos orar e até vamos aproveitar um a a dar uma informação irmandada.
Há lugares que nós vamos às vezes depois do culto nós chamos para estar ali, irmãos, agora sobre qual nós vamos jantar. Depois da janta nós oramos, irmãos, apresentar o alimento é antes da refeição, não depois. Então, há lugares que os irmãos perguntam: "O que que eu acho irmão acha melhor?
Orar antes ou orar depois? " Então fica aqui esclarecido que se apresenta alimentação em nossa oração antes de nós tomarmos o alimento. Isto é, vamos almoçar.
Então, oramos antes ou damos graças e pedimos a bênção de Deus antes de ingerirmos aquele alimento. Vamos jantar a mesma coisa. Agora, irmãos, o que não fica bem é a pessoa que come demais.
Digamos que à noite o comilão que come em demasia, depois vai deitar, pode até ter um problema de saúde grave e vir a sofrer consequências sérias. Se vai orar um que, digamos, duas pessoas, um está sem comer, mas está tranquilo, vamos orar. Ele está em paz diante de Deus.
Seu corpo está perfeitamente normal. Toda a energia do seu corpo está controlada dentro do seu organismo, inclusive o seu cérebro. Aquele que comeu demais, encheu muito o seu estômago, acabou de ajoelhar, debruça, se na beira da cama, se numa cadeira, debruça, fecha os olhos e apaga.
Se não dormir, ele também não participa da oração. Por quê? A energia do corpo dele está concentrada ali em volta do seu estômago.
Por quê, irmãos? Porque comeu demais. Além de não ter comunhão com Deus, faz mal ao seu organismo e pode até contrair uma enfermidade com isso.
Então, sejamos irmãos, em tudo. Devemos de ter prudência. Prudência na alimentação faz bem ao nosso corpo e não desagrada ao nosso Deus.
A irmandade perdoa de falar nestes assuntos que são de caráter particular, mas são coisas que estão nas Sagradas Escrituras e devemos de conhecer para o nosso bem. Deus seja louvado.