[Música] Olá queridos alunos sejam bem-vindos Boa noite para todos vocês Sou professora Evely Vendramini e estamos hoje na nossa oitava aula da disciplina de assistência farmacêutica nesse momento também quero convidar uma nova mediadora temos aqui a professora Liana Ela é nova mediadora aqui do curso de farmácia e também é farmacêutica seja bem-vinda Aliana ao nosso curso muito obrigada professora Evelyn Eh boa noite alunos é um prazer estar aqui com vocês e espero ao longo do próximo módulo né poder ajudar aí a na mediação aí com os alunos eh muito obrigada e até mais é isso
aí e também convido então Professor Gilberto paraa nossa aula né professor Gilberto boa noite Professor o seu som tá desconectado Professor agora agora eu saquei que o meu Son não tá tá desligado boa noite boa noite boa noite boa noite Evely Boa noite Liana seja bem-vinda Liana Eh ó nosso curso né E que a gente realize aí em conjunto V trabalhos Tá certo eh is aí professora você tá Tá certo eh hoje nós vamos dar seguimento né no com a nossa oitava unidade Então nós vamos eh começar com a a nossa aula de hoje Deixa
eu só aqui no tranco então na nossa unidade oito do módulo 51 nós vamos falar de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas né Eh é um capítulo muito importante do do nosso livro e da nossa disciplina porque ele traz Eh toda a metodologia do processo diretivo né Eh da farmacoterapia dos medicamentos do componente especializado da assistência farmacêutica nós vimos na aula anterior eh conhecemos algumas nuances de cada um dos componentes E hoje nós vamos ver na prática Como são os protocolos clínicos e como eles eh ajudam na gestão do componente especializado da assistência farmacêutica tá então
nós vamos entender o que que é um protocolo clínico e uma Diretriz eh terapêutica né o significado disso Desse pcdt que a gente ouve tanto falar Eh vamos eh conhecer as diretrizes né na na produção desses protocolos né E como eles eh impactam na e dirigem né a organização da gestão e gestão do componente especializado da assistência farmacêutica e de como isso impacta no acesso eh da população aos medicamentos principalmente os medicamentos considerados de alto custo né eh ou de também de doenças prevalentes ou doenças raras eh Então são situações específicas que são tratadas nos
pcdt e que trazem também eh as a recomendação da farmacoterapia dessas dessas enfermidades né desses agravos e enfermidades eh para entender pcdt eu trouxe aqui eh um conceito muito importante tá que é o o de linha de cuidado tá eh linha de cuidado foi um conceito que surgiu eh junto com a própria organização dos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas né como quando eles ficaram eh sistematizados por iniciativa do Ministério da Saúde e e foi a partir daí dessa dessa definição de linha de cuidado que se organizou eh o todos os pcdt que a gente tem
disponível todos os as diretrizes terapêuticas que nós temos eh disponíveis hoje para a orientação da farmacoterapia de diagnóstico e e de outros terapêuticas também dentro do Sistema Único de Saúde então linha de cuidado é uma forma de articulação de recursos e das práticas de produção de saúde né orientadas Por diretrizes clínicas entre as unidades de atenção de uma dada região de saúde para condução oportuna ágil e singular dos usuários pelas possibilidades de diagnóstico e de terapia em resposta às necessidades epidemiológicas de maior relevância tá então traduzindo isso daí né em palavras um pouco mais eh
objetivas vamos dizer assim né Eh uma uma linha de cuidado é a maneira como a gente da maneira prática né como a gente trata a assistência à saúde e também e como os recursos que a gente dispõe eh no sistema de saúde eh São articulados com essas práticas né porque para você executar uma prática uma intervenção assistencial eh você necessita de recursos Então essa integração de recurso com prática na produção de saúde né eh ela é articulada pelo que nós chamamos de linha de cuidado tá certo eh e isso é aplicado eh no local onde
o usuário está tá eh então é lá na unidade básica de saúde principalmente na atenção primária eh é que o a linha de Cuidado se aplica se articula é ali na na na atenção primária saúde né onde a gente costuma dizer eh que são resolvidos 80% dos problemas de saúde na atenção primária é ali que estão Principalmente as linhas de cuidado tá certo eh e elas estão lá para que a gente para que para dar agilidade né Eh nos tratamentos e para dar oportunidades e possibilidades eh do dos usuários né do SUS até um diagnóstico
e uma terapia otimizada ali no local local onde ele está e com base nos recursos que o SUS oferece para ele e não são recursos eh eh parcos não são recursos eh muito abundantes que eh entram pra articulação das linhas de cuidado tá ok eh a lei 12401 de 2000 de 2011 né ela introduziu o conceito atual de pcdt tá e a forma de organização da assistência terapêutica integral no SUS desempenhando O importante papel no processo de difusão das novas tecnologias incorporadas pelo Ministério da Saúde e geralmente essas novas tecnologias nós estão falando de novos
tratamentos medicamentosos eh e de outras intervenções terapêuticas também que não necessariamente eh os medicamentos então no pcdt a gente pode trazer ali eh não só a farmacoterapia mas as outras abordagens terapêuticas eh que os recursos do SUS oferecem tá bem eh então foi criado aí o conceito né dentro da da Lei 12401 e de de maneira que a assistência fique integral O que que significa uma assistência terapêutica integral grau o paciente na sua condição de saúde ele vai ter tudo que ele precisa para realizar o seu tratamento isso que é uma terapêutica integral todas as
possibilidades disponíveis incorporadas no SUS vão estar ali à mão tá Para que sejam utilizadas empregadas nos tratamentos dos pacientes no seu local de domicílio tá bem E a definição né dada pela lei 2401 para protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas é que são documentos publicados pelo Ministério da Saúde que tem por objetivo garantir as linhas de cuidado que eu falei agora de doenças e agravos à saúde da população Com base no contexto epidemiológico brasileiro e dos recursos disponíveis no SUS então el tem essas duas nuances aí eh envolvidas no pcdt o contexto epidemiológico nós Eh vamos
aí direcionar da melhor maneira possível o tratamento das doenças mais prevalentes né a gente pega por exemplo eh diabetes melitos tipo do uma doença muito prevalente hoje e que tem um protocolo Clínico um pcdt publicado pelo Ministério da Saúde onde traz todas os aspectos diagnósticos e terapêuticos eh utilizados empregados hoje com base nas melhores evidências disponíveis né na na na ciência para que a o Diabetes mérito seja eh cuidado tá certo é uma linha de cuidado do diabetes melitos ele tá por aí da mesma maneira né a gente eh trata eh doenças raras como por
exemplo uma síndrome de guilan barê que é uma doença neurológica né de aspecto paralisante ã que vem geralmente em decorrência de uma virose eh de uma uma ficção do sistema nervoso central que acaba surgindo que é uma doença muito rara né É raro a gente ver uma síndrome de guilan bar e para isso a gente também tem eh o pcdt para tratar uma doença Rara como a síndrome de guilan barr então eh a importância da da doença ser tratada né Ela é definida de de acordo com os aspectos eh epidemiológico epidemiológicos e de acordo com
que a doença a intensidade com que a doença eh acomete o paciente e vamos dizer deteriora a sua qualidade de vida tá isso é muito importante então tem esses aspectos envolvidos aí na elaboração desses documentos que são documentos orientativos Quais são as finalidades então de se fazer um pcdt né primeiramente é educar Profissionais de Saúde de forma que você faz a melhor orientação para o tratamento e a diagnóstico e tratamento daquela enfermidade que tá sendo explorada ali naquele CDT né auxilia gestores e agentes administrativos na gestão de recursos né queer seja eles materiais financeiros e
enfim né eh ajuda a gestão porque ele define Eh padroniza vamos dizer assim um esquema os esquemas terapêuticos né ele define os esquemas diagnóstico e quais são os recursos que a gente vai usar para pro pro diagnóstico e pra terapêutica da da doença então definido isso o gestor né Ele já sabe como investir o quanto vai ser investido de acordo com a distribuição da da a prevalência da da patologia na população né o número de casos e E com isso eh se consegue eh gerar economia nos recursos do SUS através da melhor gestão orientada por
um pcdt ainda né estabelecer os critérios os critérios diagnóstico deixar bem definido inclusive eh diagnóstico comparativo é eh mostrado dentro no pcdt para que o profissional geralmente é o médico que faz diagnóstico né para que ele não tenha dúvidas quando ele vai estabelecer o diagnóstico da doença todas as características da doença os aspectos epidemiológicos tudo isso tá ali dentro do pcdt como forma de informação e de formação pro profissional de saúde né e por fim recomendar tratamentos incluindo medicamentos e outras tecnologias como eu falei para você que não necessariamente o medicamento Tá ok e a
elaboração dos pcdt Então ela será baseada em evidências científicas nós já falamos de evidência científica fica lá atrás dos níveis de evidência do grau de recomendação de onde vem a informação que sustenta a evidência científica né falamos de ensaios clínicos eh randomizados falamos de revisões sistemáticas com e sem metanálise então todos aqueles níveis de evidência estudos de corte que a epidemiologia Clínica nos oferece né a fim de que a gente considere né no momento de elaborar o pcdt que aquela o diagnóstico recomendado a terapêutica eh eh recomendada né ela seja eficaz né efetiva eh de
segurança e principalmente que seja custo efetivo tá eh custo efetivo gente não significa que o o preço tem que ser baixo tá não é esse a definição de custo e efetividade eh a relação custo efetividade eh diz respeito a Quanto vai custar para produzir o melhor efeito no paciente tá eh se se for a cura se for controle né Sempre buscando os melhores desfechos se isso reduz custos em saúde se isso melhora a qualidade de vida dos pacientes certamente esse e tenha bastante segurança não cause danos durante o uso do do medicamento ou da tecnologia
Isso vai ser custo efetivo é assim que a gente chama tá bom eh e por fim a os pcdt eles são elaborados pela comissão nacional de incorporação de tecnologias no SUS a conitec né Eh A conitec então ela é responsável pelas recomendações para a elaboração e a alteração e atualização dos pcdt Então ela que diz a a ela eh prediz né a norma metodológica de como deve ser elaborado um pcdt e depois ela também o uma vez o pcdt pronto esse pcdt submetido a essa comissão novamente ali e ela vai fazer análise avaliação e aprovar
o texto final desse pcdt Tá bem então e a conitec aí tem uma um papel muito importante aí além disso a gente já viu a conitec é responsável pela atualização da rename né a relação Nacional de medicamentos e enfim eh para por toda a incorporação de tecnologia no SUS ela passa pelo pela conitec né quando tem um medicamento inovador no mercado que ainda não é utilizado no SUS mas já tem registro na Anvisa eh o fabricante ou até mesmo Associação de pacientes né ou às vezes até o próprio Ministério da Saúde pode fazer a recomendação
de incorporação desse medicamento novo inovador no SUS e a conitec ela faz toda a análise também baseada em evidências para verificar se vai valer a pena a gente ter o medicamento no SUS Que benefício que vai fazer eh o uso desse medicamento Tá ok e os protocolos clínicos do Ministério da Saúde não compre end somente exclusivamente os pcdt tá quando a gente fala de protocolos clínicos né de maneira geral assim que são elaborados pelo Ministério da Saúde a gente tem que são em maior número ooc os pcdt né os protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas eu
trago aí alguns exemplos de pcdt Artrite reumatoide asma diabetes mérito tipo 1 Doença de Alzheimer etc a gente tem a maioria dos dos dos protocolos clínicos do Ministério da Saúde ela é composta de pcdt tá depois nós temos também eh elaboradas pela pelo Ministério da Saúde com responsabilidade do Ministério da Saúde as diretrizes diagnósticas e terapêuticas que a gente chama DDT em Oncologia então eu tenho diretrizes terapêuticas e diagnósticas para uma área específica e uma área complexa que é a Oncologia tá nós temos alguns pcdt voltados para algumas neoplasias para alguns tipos de câncer tá
certo mas a maioria das diretrizes diagnósticas e terapêuticas de câncer estão dentro dessa DDT de Oncologia né tá ali por exemplo câncer de colo de reto carcinoma de esôfago carcinoma de mama e etc né vários tipos de câncer o tratamento tá ali eh o diagnóstico os aspectos diagnóstico estão ali presentes como se faz como se identifica inclusive precocemente como se faz eh eh a prevenção daqueles tipos de câncer eh como se faz se realiza os esquemas eh terapêuticos né dos quimioterápicos nos tratamentos e quantos ciclos de quimioterapia a gente vai fazer então tudo que diz
respeito a diagnóstico prevenção e tratamento do Câncer tá dentro das diretrizes diagnósticas e terapêuticas em Oncologia né outros tipos de protocolos são chamados Protocolos de uso Protocolos de uso são elaborados para orientar utilização de tecnologias especiais vamos dizer assim tá que não podem ser utilizad de de qualquer forma né que que o uso dela pode trazer eh danos quando mal utilizado né só para vocês terem ideia né uns exemplos disso eh o uso de isotretinoína no tratamento da acne grave né isotretinoína Nós temos dois problemas seríssimos relacionados ao uso dele o primeiro que é alta
teratogenicidade dele né Eh e também a a o efeito adverso né da ideação suicida que pode acontecer em adolescentes que usam isotretinoína e são assim eh situações realmente de de altíssimo risco Então como tem esse alto risco Eu tenho um protocolo específico para o uso da da isotretinoína tá a ao mesmo eh se dá pela eh a talidomida o uso da talidomida no tratamento da síndrome mielo displásica né Eh a é uma síndrome hematológica aí Ah que é tratada com talidomida que é um medicamento sabidamente teratogênico né e ele já foi no passado ir responsável
né Por uma epidemia deformações fetais que foram denominadas de foco Melia ali por pelos pelo ído dos anos 60 1960 Tá certo uso de marca-passo cardíaco implantável gente isso daí precisa ter uma orientação o médico precisa saber eh Como implantar esse marca-passo como fazer o monitoramento dele eh e avaliação do do desempenho desse aparelho tá então é um protocolo de uso Então são exemplos aí nós temos ainda as diretrizes chamadas nacionais ou diretrizes brasileir tá eh exemplos dela né a detecção precoce do câncer de mama então aquela história da prevenção eh com que idade começa
a se fazer o preventivo quantas vezes por ano quando se faz o tonografia quando se deve fazer mamografia Então tudo isso tá aí explicadinho pros profissionais saúde dentro dessa diretriz Nacional de detecção precoce do câncer de mama né Eh e nós tivemos recentemente a criação de diretriz brasileira para tratamento hospitalar do paciente com covid né então inclusive foram diretrizes criadas a toque de caixa e ao longo do caminho vamos dizer assim né Eu acho que foi a a diretriz mais atualizada mais vezes revisada e atualizada que nós tivemos nos últimos tempos porque a na medida
que que a ccia aa descobrindo coisas novas características novas sobre a covid-19 né Eh a a diretriz I mudando né indo aí lembra a o terror que foi lá no início né que a gente eh tinha aquela precaução eh relacionada a a ao aos líquidos humanos suor saliva e tudo mais né Eh e a gente ia no mercado limpava chegava em casa limpava tudo com álcool 70 tudo que a gente comprou e usava máscara luva pra rua aí né até que foram foi se evidenciando né Realmente a eh o o os mecanismos de transmissão e
se chegou eh de que realmente a a a a a o vírus da covid se transmite pelas gotículas através do espirro e da tosse né Eh e que ele pode se se disseminar eh pelas mãos das pessoas sem sombra de dúvida por isso ficou a questão da somente a questão da máscara e do álcool 70 ou higienização das mãos tá bem eh ainda né Por fim ali a a as linhas de cuidado o o e as linhas de cuidado né também são considerados protocolos os clínicos do Ministério da Saúde exemplos aqui ó eh Nós temos
dois eh que fazem parte da linha de cuidado na emergência e na urgência que são o acidente vascular cerebral o AVC e o infarto agudo do quando ess esses processos já estão instalados Eles começam ali na ambulância do SAMU no serviço do SAMU tá para vocês terem ideia dentro do kit da eh ambulância do do SAMU nós temos um medicamento fibrinolítico disponível no caso de um de um infarto agudo do miocárdio com elevação de St né de curva ST que é o a tecn tlas né então Então já se faz ali o cara tá infartado
ali na na na própria ambulância já se faz o primeiro Eletro já Verifica a natureza do infarto se avalia ali se for necessário eh usa a s e clopidogrel que é o geralmente que a gente mais utiliza quando o infarto não é tão grave né e ou no caso se precisar de um fibrinolítico tá ali também disponível dentro da ambulância do SAMU né então começa ali a a orientação o desenho da linha do cuidado e vai até a alta do paciente e a o tratamento domiciliar dele depois né os medicamentos que ele vai tomar eh
dependendo do tipo de intervenção que ele fez se ele fez uma cirurgia né de de bypass eh de revas revascularização do miocárdio através de bypass ou se ele fez uma eh um procedimento transcutâneo como uma angioplastia colocação de stente depende como ele tudo isso aí tá dentro do protocolo da linha de cuidado do infarto agudo do miocárdio né e o mesmo se dá para as pros acidentes vasculares cerebrais e também gente pro renal crônico pra abordagem do do renal crônico tratamento dele né realização da das da dialítica quantas vezes por semana que vai fazer Qual
é a dieta que tem que ser seguida Qual os medicamentos tem que ser utilizado tudo tá ali dentro dessa desse protocolo Clínico de linha de cuidados tá bem Professor vem uma perguntinha aqui Professor vamos tem a ver com que isso que você tá falando contou para mim os pcdt eh existe para todas as condições crônicas Eles seguem a lista da rename eh deixa eu ver se primeira pergunta tá ele não é o não tem pcdt para todas as condições crônicas não tá como eu falei lá no início as condições que tem pcdt são condições selecionadas
tá ou pela epidemiologia dela pela prevalência ou seja o fato dela atingir muito uma parcela significativa da população tá ou pelo outro lado por ela ser uma doença Rara às vezes sem cura que precisa só de controle e que o custo possa ser muito alto né os medicamentos as tecnologias custam muito caro tá certo e os pcdt Eles seguem a lista do rename sim tá se você eu mostrei a a rename na foi na aula passada né que eu mostrei um um pedacinho da rename retrasada R foi onde tem lá eh eh a a classificação
de acordo com o componente da assistência farmacêutica né do bloco de financiamento e lá tem o componente básico O componente estratégico e o componente especializado tá é importante lembrar que um pcdt ele pode de fazer recomendação de tratamento de medicamento dos três componentes não precisa ser só do tratamento de alto custo eu vou pegar por exemplo aí a a questão do da linha de cuidado que eu acabei de dar exemplo aí do infarto agudo do miocárdio então o que que tem lá dentro desde um as de 100 mg né que custa aí uma mixaria o
preço é bem baratinho até um fibrinolítico que nem a tec no toplas que tá da ordem de r$ 2000 cada frasco Tá bem então Eh e tem que tá lá na rename sim tá certo para é é uma coisa assim que eh a a tecnologia tem que tá incorporada no SUS uma vez incorporada no SUS ela vai paraa rename daí o pcdt é baseado nos medicamentos que estão na rename se existir algum medicamento ali que as que a a base científica esteja recomendando que não está presente na rename cabe ali por exemplo a conitec avaliar
se incorpora ou não para poder atualizar um determinado pcdt né de repente surgiu um um medicamento inovador aí para tratamento do infarto agudo do miocárdio que não tem nenhum igual né E que ele traz um benefício muito melhor do que por exemplo tecnet plas como esse fibrinolítico que eu falei aí então caberá a conitec eh avaliar e dizer se deve ou não incorporar e uma vez incorporado né é votado na comissão intergestores tripartite e entra paraul Renan tá bem é isso ótimo Professor beleza vamos lá Ahã vamos falar então agora de como o Ministério da
Saúde orienta a elaboração de um pcdt tá nós vamos falar do pcdt propriamente dito o os os outros protocolos clínicos Eles seguem mais ou menos eh esse sumário né esse esse que eu vou apresentar para vocês mas eh é importante que eh nós tenhamos documentos padronizados um pcdt é um documento né um documento de orientação e de acordo com o Ministério de Saúde eh principalmente dado pela Rede Brasileira de avaliação de Tecnologia em saúde que é a rebrats que é um departamento do Ministério da Saúde eh que define essas metodologias para documentos científicos do Ministério
da Saúde eh ela define então que o um pcdt ele tem que ter necessariamente os componentes que o vou apresentar agora para vocês Tá certo ele faz primeiro uma introdução onde ele fala sobre a doença tá eh as os aspectos eh fisiopatológicos morfológicos tá epidemiológicos dessa doença el Então fala de maneira geral aí eh coloca um contexto né gente essa introdução é uma contextualização da doença que vai ser eh eh estudada ali dentro daquele pcdt eh uma vez feita essa introdução é feita a identificação da doença de acordo com o CID 10 tá todo mundo
sabe o que que é o CID 10 né a classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde é aquele que às vezes a gente coloca no atestado médico né quando vai levar no trabalho e às vezes hoje em dia a a a lei geral de proteção de dados e de confidencialidade eh para colocar um C 10 no atestado o médico tem que ter a a assinatura do paciente ali embaixo né inclusive vem às vezes é um carimbinho na na prescrição no atestado Ou já vem impresso tá então isso aí que é o CID
10 é a descrição da classificação da doença depois eh da do Cid 10 tem a descrição dos critérios de elegibilidade que significa isso vai ser definido ali Quais são as características e os critérios tá do paciente da doença tá para que ele possa ser elegível de receber de estar dentro daquele de de ser inserido naquele pcdt Tá certo e então Ó tem que ser um paciente ele tem que est por exemplo com o hemograma assim assim assado ele tem que apresentar esses cinco sintomas aqui relacionados Então vai dizer quais são os critérios de inclusão a
gente chama elegibilidade né mas como incluir o paciente naquele pcdt porque esses critérios T que ser colocado porque a gente tem a questão das dos diagnósticos diferenciais Às vezes a a a algumas patologias né se se eh apresentam de maneira muito peculiar né umas das outras eh só para vocês terem uma ideia do que eu tô falando né Vamos pegar aí por exemplo eh gripe eh covid dengue chicungunha tá são viroses tá E que tem eh carterísticas comuns das viroses que produzem sinais e sintomas muito semelhantes muito próximos uma das outras né no ser humano
quando ele tá infectado então só para vocês terem uma ideia dessa dessa diferenciação aí depois disso é feito então Tod a descrição dos critérios diagnósticos da doença Então você tem que apresentar vamos dizer lá um um hemograma eh com o um uma uma plaqueta menor que eh 10.000 plaquetas né Eh você precisa apresentar petéquias e manchas né e hematomas no corpo na pele por todo o corpo tá certo Eh você precisa apresentar sangramento nasal ou eh Melena que seria sangramento na nas fezes ou hematemese que é o vômito com sangue e daí eu tô tô
indo eu tô caminhando por uma doença chamada né púrpura trombocitopênica idiopática né que é uma um distúrbio de coagulação né Eh é um um distúrbio raro Ainda bem e que acomete principalmente crianças tá crianças aí na na na idade média aí de de 8 a 10 anos de idade Ah e um dos medicamentos utilizados né Eh primeiramente se faz um uma aplicação de corticoide uma aplicação maciça de corticoide no para o imunossupressor Né por qu essa eh púrpura ela é uma doença de natureza autoimune então a gente começa eh com o imunomodulador o imunos supressor
no caso um corticoide qualquer aí tá eh não tendo a resposta satisfatória como é que a gente sabe disso ah as plaquetas continuaram do mesmo jeito né tá lá as 10.000 né então a gente vai lançar mão por exemplo da imunoglobulina que é a segunda opção aí no tratamento tá eh então eh a partir de dos critérios diagnóstico da doença se estabelece a descrição da abordagem terapêutica que eu fiz o os dois ao mesmo tempo para vocês entenderem Tá certo então tem que ver o que que tem de sinais e sintomas e depois por fim
todo o caminho terapêutico que se faz para tratar a doença Tá certo eh a descrição dos fármacos quando a gente fala da descrição dos fármacos a gente fala da apresentação mecanismo de ação dos fármacos esquemas posológicos efeitos adversos né então tudo O que diz respeito a efetividade segurança do medicamento tá ali na descrição dos fármacos de cada um dos fármacos que são elencados dentro do pcdt Tá Ok depois disso então Eh vem a orientação de monitorização né Ou seja você simplesmente não dá o medicamento e manda o paciente para casa se virar não são doenças
que precisam ser monitorizadas pela gravidade delas né E pelo pelo cuidado especial que acompanha eh o tratamento dessas doenças né então Eh existe todo um processo eh de monitorização e que eh nós temos especificamente aí dentro desse processo de monitorização uma função uma atribuição ao farmacêutico tá o o farmacêutico vai acompanhar eh todo o processo da da do uso do medicamento a dispensação eh ele vai ver a a ocorrência de de reações adversas Então são aplicações realmente de farmácia clínica que se faz na monitorização do tratamento de uma doença que está ali dentro do descrita
por um pcdt tá é feito também a regulação o controle e avaliação pelo gestor o gestor precisa saber quanto o paciente vai estar tomando do medicamento Por quanto tempo ele vai tomar né se o medicamento não não não teve efeito e foi suspenso o gestor precisa saber disso né entrou-se pro medicamento de segunda escolha Então tudo isso eh orienta a gestão e a logística de distribuição de dos medicamentos dos tratamentos que estão no pcdt né eh os pcdt constam também de um termo de esclarecimento e responsabilidade que é elaborado preenchido pelo médico prescritor e eh
o termo é é aceito ou não pelo paciente tá o termo de esclarecimento ele traz eh os benefícios tá E os riscos do uso daquele medicamento que tá sendo Cido para ele ali no componente especializado por exemplo tá depois disso eh as referências bibliográficas que foram utilizadas para elaborar o pcdt né Eh e depois a descritivo da metodologia de busca e avaliação da literatura que foi realizada Ou seja quando se buscou as referências bibliográficas a gente tem um método para isso né onde a gente faz uma espécie de filtro de p em todos os artigos
científicos que a gente encontra disponíveis sobre aquele tratamento né E isso tem que ser feito de forma metodológica não é de qualquer maneira que se busca eh evidências da científicas na literatura não tá tem todo um processo tem todo um método que direciona o cientista no momento de fazer essas buscas e avaliação da literatura Tá certo e com isso tudo eh com compõe-se então um pcdt tá bem com todo esse processo para vocês terem ideia de como esse documento tá eh ele é importante tá ele é Eh vamos dizer autêntico na recomendação do diagnóstico do
método diagnóstico e do tratamento das doenças que ele trata né que ele discorre tá bem eh a dispensação que é onde o farmacêutico entra aí né então quem quem é responsável por todas essas etapas do fluxograma de dispensação então o paciente atendeu aos critérios de inclusão no pcdt e tudo mais vai o pedido eh tem que ter as document ações pessoais do do do paciente com cadastro tal tudo nós vamos ver daqui a pouco e daí ele faz o pedido do medicamento né geralmente ess medicamentos eles ficam eh nas farmácias especiais das secretarias de Estado
da Saúde eh e a partir daí começa assim né o farmacêutico começa a ver a primeira coisa é eh confrontar né E verificar os documentos que são exigidos para ver se eles estão completos e bem escritos e objetivos de forma objetiva tá então se o caso ali o processo possui um lme que é o laudo eh para uso do medicamento né laudo da doença corretamente preenchido e os demais documentos exigidos geralmente a prescrição médica feita por um especialista tá por uma especialidade geralmente Ah e vem aí também exames laboratoriais ou exames de imagem diagnóstico qualquer
outro tipo de exame que comprove aquela condição eh Clínica daquele paciente tá eh daí ele vai confirmar o Cid né 10 do do para ver se bate se inclui naquele pcdt é importante Dizer para vocês que às vezes um pcdt ele engloba um grupo de doenças tá que é classificado por um grupo eh patológico do Cid 10 não é só um CID 10 mas às vezes vários se de 10 dentro do mesmo grupo A o medicamento às vezes serve para várias condições clínicas com Cid 10 ali avinhados vamos dizer assim tá certo então o que
que o farmacêutico tem que que ver se o CID 10 apontado lá no laudo e ou na prescrição está contemplado dentro do do protocolo dentro do pcdt Tá certo depois disso a realização de entrevista farmacoterapêutica Inicial com o farmacêutico tá então é ela é inclusive ela é obrigatória por além dos medicamentos do protocolo o o o o paciente pode fazer uso de outros medicamentos pode fazer uso de eh terapias alternativas e etc etc e o o farmacêutico tem que fazer a análise farmacoterapêutica aí né o estudo farmacoterapêutico então é feito a partir eh de uma
entrevista Então se se o farmacêutico dizer disser que não tem contraindicação pro uso o processo é então deferido ou não Tá certo então olha para vocês terem uma ideia eh o o o o paciente só vai receber efetivamente o medicamento ou seja o processo vai ser deferido o tratamento vai ser autorizado quem vai dar última palavra aí o farmacêutico com a entrevista essa entrevista eh ela já vai est pronta ali dentro do pcdt tá o é só aplicar e daí tem os scores né de pontuação tal tudo que o farmacêutico avalia e a eh defere
ou não o processo Tá certo a partir do momento que feriu ele vai dispensar o medicamento e toda a dispensação requer orientação do paciente tá então como utilizar Quais os possíveis efeitos adversos as possíveis interação medicamentosa que que ele tem que notificar o médico o que que ele tem que notificar o farmacêutico o que que ele tem que cuidar como guardar etc cada vez que ele tem que vir buscar o medicamento ele tem que trazer uma caixinha com de isopor com gelox porque o medicamento é termolábil então todas essas informações são são dadas aí nesse
processo de orientação Tá certo e depois periodicamente geralmente isso daí ocorre em torno de cada se meses mais ou menos tá eh o farmacêutico Obrigatoriamente tem que realizar a a entrevista farmacêutica de monitorização para ver quando como o tratamento está indo se o farmacêutico vê algum problema ele tem que notificar o médico Isso daí é feito tudo de forma documental Tá ok eh para você terem uma ideia né então nós estamos um paciente com uma situação Inclusive eu coloquei aqui a síndrome de guilan bar geralmente a síndrome de Guil Ela vai para tratamento hospitalar porque
ela provoca uma uma paralisia flácida e o paciente não consegue ficar de pé tá então isso daí é caracteriza a a afecção neurológica né do paciente e daí ele vai pro hospital tá isso isso daqui que eu tô mostrando para vocês é uma rotina que a gente faz lá dentro do hospital enquanto farmácia Clínica né então foi diagnosticado guilan barr Quem que diagnostica é o neurologista tá ã começa o processo para solicitação né nesse caso aqui da imunoglobulina humana de 5 G que é o que se usa para tratar para evitar vamos dizer assim eh
maiores danos maiores e efeitos deletérios né da síndrome Gu lambar ela pode ser leve ela pode ser amenizada pela imunoglobulina Tá certo senão o paciente pode ficar sem conseguir andar né ser cadeirante pro resto da vida ele perde as forças né e não consegue retomar as forças para poder ficar em pé e caminhar Tá certo então olha só que o o farmacêutico vai ter que ir atrás lá Geralmente quem ajuda nessa parte dos documentos Gerais é o pessoal do serviço social ó Precisa de documento de identidade ou certidão de nascimento a prescrição médica devidamente preenchida
de acordo com a legislação cópia do comprovante de residência no nome do paciente ou do responsável ou uma declaração de residência né o sujeito mora comigo e mandar junto cópia do cartão nacional do SUS saúde O lme que é o laudo para de solicitação avaliação e autorização de medicamentos do componente especializado da assistência farmacêutica Então lme significa tudo isso aí adequadamente preenchido validado eh e que tem a validade por 3S meses então a cada três meses tem que renovar esse lme aí tá certo eh eu vou mostrar a foto de um lme ali na frente
vamos verum algumas eh eh informações que devem ser fornecidas ali Tá além dessas básicas tá a gente precisa documentos necessários para o medicamento imunoglobulina humana 5 G ó cópia do laudo da eletroneuromiografia ou cópia do exame de licor então uma coisa ou outra tanto a eletroneuromiografia quanto o exame do licor pode atestar a existência da síndrome de guilam barrey então um ou outro relatório médico específico para a síndrome de guilan barr preenchido e assinado pelo médico solicitante então esse relatório vai trazer todas as características da síndrome de guilan bar e o médico vai marcando x
naquela sinais e sintomas que o paciente apresenta nas eh eh alterações laboratoriais etc etc Tá e por fim um outro documento que é o termo de esclarecimento e responsabilidade pra síndrome de guilan barrê para o uso de imunoglobulina especificamente tem esse termo específico para imunoglobulina na na síndrome de guilan barrê e o médico explica os riscos e os benefícios da imunoglobulina e assina junto com o paciente ou com o responsável pelo paciente a o termo de esclarecimento tando juntado toda essa documentação eh nós ali da farmácia do serviço de farmácia do hospital eh se dirige
ao serviço de farmácia da farmácia especial da Regional de Saúde a nossa aqui é a 15ª regional de saúde que é uma Regional que representa a Secretaria de Estado da Saúde aqui no município e na região tá bem e nós entregamos toda essa documentação lá nã eh se for o medicamento usado com um paciente ambulatorial o próprio paciente ou um responsável pelo paciente pode ir lá até a 15ª levar a documentação necessária nós fazemos aqui porque o paciente tá internado e para facilitar o tratamento e pelo fato de se de de de ser uma uma
situação emergencial né então o farmacêutico se vira nos 30 e manda tudo isso eh paraa Farmácia especial Tá ok então eh eh o laudo a carinha dele é essa daí ela ele é igual para para todos né o modelo único do Brasil inteiro tá bem ali vem Identificação do paciente a identificação do do do medicamento né a dose tudo certinho eh quanto ele vai usar por mês do medicamento em termos de dose para que seja feito o cálculo e a programação da vinda desse medicamento eh mensalmente ou regularmente para que o paciente busque né Eh
mês a mês ou a cada seis meses vai depender do Medic ó lá daí tem CID 10 então todas as características eh da doença vão tá aí Tá certo e o a indicação do medicamento Então essa é a cara do lme e esse daqui é o modelo do termo de esclarecimento e responsabilidade para imunoglobulina humana na síndrome de guilan tá ó então ali ele eu o paciente fulano de tal fui eh esclarecido pelo médico T tal tal de que eh eu eu estou ciente né vamos dizer assim dos efeitos benéficos e dos efeitos colaterais e
riscos relacionado ao uso do da imunoglobulina humana indicado paraa síndrome de guilan e ali vem o descritivo né de de do do dos benefícios dos riscos Tá certo e por fim ali assinatura tanto do médico quanto eh do paciente é importante lembrar que esse termo de esclarecimento eh e responsabilidade ele é um termo livre tá certo o paciente assina ou não assina ele pode se recusar ele pode se recusar ao tratamento eu não quero tomar se ele achar que tem mais risco do do ponto de vista dele né se ele achar que tem mais risco
do Que benefício eh ele pode não querer assinar esse documento tá bem e só para para fechar é importante lembrar né que depois todo o processo né da a partir da distribuição A gestão é feita pelo serviço de farmácia eh das regionais de saúde ou as regionais da da Secretaria do Estado da Saúde né que estão eh em alguns municípios de de regionais né e assim por diante tem alguns medicamentos dos pcdt que a Regional manda pro município então o paciente não precisa vir buscar o medicamento na sede da Regional de Saúde né ele pode
pegar lá no município dele porque o farmacêutico da Regional que recebe o medicamento lá da Secretaria de Saúde da central de medicamentos do Estado né ela ele pega o farmacêutico e distribui pros municípios onde tem paciente usando E lá o paciente vai pegar então precisa ter esse deslocamento tão grande aí com uma frequência bem grande vem sempre motoristas eh dos municípios que são da regional de saúde e eles acabam levando Esses medicamentos eh para eh a os municípios eh distribuírem ou na farmácia Central do município até mesmo dependendo do tamanho do município vai lá para
pra farmácia da unidade básica de saúde Tá bem então eu mostrei para vocês Vocês tiveram oportunidade eh de enxergar esse caminho né que começa lá na elaboração do pcdt na definição de de conceitos e que chega à entrega do medicamento ao fornecimento do medicamento e uso pelo paciente a ideia da aula foi essa tá certo e gente em qualquer momento desse processo o farmacêutico Clínico ele é essencial para que se desenvolva eh a distribuição e que se promova o acesso e o uso racional de medicamentos que fazem parte dos pcdt e que fazem parte do
componente especializado da assistência farmacêutica tá bem ótimo Professor Esse é um tema muito relevante pessoal muito importante eh tem uma pergunta aqui que eu coloquei eh que eu quero colocar o Francisco Pergunta se o ozempic está na rename Eu já pesquisei não está né mas Professor como é que tá isso dentro aí Existe alguma movimentação dentro dos conselhos ou isso por enquanto não é uma realidade Olha eu não fiz essa pesquisa ainda mas o Francisco faz o seguinte vai lá no Google e escreve assim ozen pque conitec tá se a conect teec tiver avaliando ou
já avaliou a zenic você vai achar o relatório tá se você não a se se o Google não não mostrar nada de conitec o zen pique nem avaliando para ser incorporado no SUS ele tá tá certo Professor tem uma pergunta da Carol aqui que eu acho talvez a gente deixe pra semana que vem mas ã vamos ver vai falar hoje já é no caso tá não faz parte aí ó no cas certo aham eh no caso dos medicamentos mais caros em doenças raras que não tem no Brasil Como funciona para a compra nesses casos Quem
é o responsável pelo processo tá eh quando o medicamento não é fabricado não é comercializado no Brasil mas ele possui registro na Anvisa tá ele pode ser adquirido Tá mesmo que ele não esteja incorporado então tem duas vias Geralmente quem adquire isso daí de São medicamentos geralmente de ponta de altíssimo custo quem acaba adquirindo isso ou é a secretaria do estado mas com maior frequência é o próprio Ministério da Saúde que importa Esses medicamentos tá eh então daí tem duas vias tem a via administrativa né Eh que o médico junto com o paciente solicita o
medicamento geralmente essa solicitação é feita nas regionais de saúde para a Secretaria de Estado da Saúde né Nem adianta começar um processo desse no município porque o município não tem condições de importar isso então vai lá direto pro estado pro escritório do Estado né e o estado ele pode avaliar isso e demandar essa esse pedido pro Ministério da Saúde Tá se ele achar que é vamos dizer assim eh que convém vamos dizer fazer o tratamento com esse medicamento Tá certo e se o ministério achar que deve fornecer o medicamento eh ele tem a prerrogativa de
importar Tá certo eh tem que justificar um monte porque não é medicamento incorporado no SUS não faz parte da Renam e ou seja não tá dentro de nenhuma das políticas de financiamento isso daí vai de vai contra vamos dizer assim a lei de licitação mas existe uma prerrogativa de inexigibilidade o ministério consegue comprar se tiver uma justificativa muito plausível tá agora se o ministério não quiser comprar o caminho é via judicial E isso nós vamos falar na próxima aula tá bom exatamente tava pensando tá certo a gente pode complementar pessoal muito obrigada pela participação de
vocês mais uma vez pessoal e nos vemos na próxima semana então jo Boa noite para todos gente até semana que vem boa noite i