A China mobiliza sua aviação, a pausa se prolonga e Pequim prepara uma operação militar ou volta a ameaçar o mundo inteiro. Um novo patamar para a diplomacia russa. O assessor de Putin recebeu os negociadores e os enviou ao local onde a Rússia enxerga um potencial cessar fogo.
Drnes russos são abatidos em massa. Quem cometeu um erro crítico na defesa? Um ditador ferido que tentava fugir do país durante a guerra foi localizado em Moscou.
Putin o esconde em sua residência oficial. Em Washington foi divulgado quando a guerra deve terminar e quem será responsabilizado por isso. Drnes decolam, mas não seguem para lugar algum.
Isso não é um enigma, é um resumo do Estado maior e não há nada a adivinhar aqui. Apenas resta saber onde os destroços caíram. Militares ucranianos realizaram uma série de ataques contra alvos militares russos em territórios ocupados.
De acordo com o comando ucraniano, instalações logísticas das tropas russas na região de Zaporigia foram alvo dos ataques. Na área das cidades temporariamente ocupadas de Ocipenko e Primorski, as forças ucranianas atingiram depósitos de munição e locais de armazenamento de drones de ataque. Além disso, o exército ucraniano atacou unidades do exército russo em várias frentes, próximo a Petrovka, na região de Kerson, na área de Kupiansk, na região de Kiv, bem como perto de Pokrovsk, Dakne e Shakovo em Donetsk.
As forças ucranianas ainda desferiram um golpe contra a infraestrutura militar na Crimeia ocupada. Segundo informações do lado ucraniano, uma bateria do sistema de defesa antiaérea S400 Triumph foi atingida na península. Até o momento, não há informações sobre o grau de danos ou sobre os russos atingidos no geral.
A Rússia demonstra o mais alto nível de diplomacia, além de uma disposição para a paz e negociações. O assessor de Vladimir Putin, Yuri Uskov, respondeu de forma contundente ao lado francês quando este sugeriu envolver a União Europeia nas negociações de paz. Segundo reportagem do Financial Times.
Na prática, a resposta de Uscov foi clara: "Desculpe, na verdade não queremos. Vão se danar. Conselheiros do presidente da França sugeriram considerar a participação da União Europeia no processo de resolução da guerra na Ucrânia.
Com isso, Moscou deixou claro que não vê a União Europeia como possível participante nas negociações. Não há confirmações oficiais sobre essa conversa, nem vídeos ou áudios divulgados do incidente. A informação é baseada em relatos textuais de diplomatas que conversaram com o Financial Times.
Não está claro se a posição mudou desde então, mas é evidente que ela ficou mais rígida. Segundo o primeiro ministro do Canadá, Mark Carney, a Rússia representa a principal ameaça militar no Ártico. Essa declaração foi feita após uma reunião com líderes de países do norte em Oslo.
Canadá e outros cinco países do norte da Europa, Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia e Islândia firmaram um acordo para ampliar a cooperação nas áreas de indústria de defesa e segurança. De acordo com o primeiro-ministro canadense, todos estão fazendo investimentos adicionais significativos em defesa e segurança. Ele afirmou também que se cada país gastar seus recursos individualmente ou sem coordenação, isso não trará benefícios adequados aos contribuintes, nem garantirá a proteção dos cidadãos.
O objetivo central é a realização de compras conjuntas de armamentos e uma coordenação mais próxima no setor de defesa. Carne ainda afirmou que o Canadá pretende desenvolver novas alianças internacionais e reduzir sua dependência econômica em relação aos Estados Unidos da América, fortalecendo as relações com a Europa, a Índia, países do Oriente Médio e a China. Já o primeiro ministro da Finlândia fez uma declaração importante sobre armas nucleares e sua possível instalação no país.
Segundo Peterpo, no momento, não há planos para o posicionamento de armas nucleares, nem na Finlândia, nem por parte da organização do Tratado do Atlântico Norte. Eles finalmente se encontraram. Agora os líderes devem se reunir na próxima etapa.
Os Estados Unidos da América e a China iniciaram uma nova rodada de negociações. O encontro em Paris tem como objetivo preparar o terreno para a visita do presidente dos Estados Unidos da América a Pequim. Os principais temas discutidos envolvem tarifas: o fornecimento de minerais de terras raras e ímãs chineses para empresas norte-americanas, as restrições impostas pelos Estados Unidos da América, a exportação de tecnologias avançadas para a China e a compra de produtos agrícolas norte-americanos pelos chineses.
No entanto, especialistas alertam que não se deve esperar um grande avanço em Paris. A preparação para as negociações foi limitada. E no momento a atenção de Washington está concentrada no conflito militar envolvendo o Irã.
Por isso, o principal objetivo desta reunião não é fechar grandes acordos, mas sim manter a frágil trégua comercial e preparar o caminho para conversas mais importantes entre os líderes dos Estados Unidos da América e da China em Pequim no final de março. E agora quero falar diretamente com nossos seguidores, porque são vocês que decidem se todas essas notícias chegarão a ainda mais pessoas. Cada nova inscrição, cada like, cada compartilhamento e cada comentário com mais de seis palavras, cada visualização completa até o fim, ajuda a impulsionar nossos vídeos entre centenas de milhares de novos usuários, fazendo com que mais gente conheça a verdade graças a vocês.
Obrigado por permanecerem conosco e seguimos em frente. A China intensifica suas atividades militares aéreas. Segundo informações do Ministério da Defesa de Taiwan, nas últimas 24 horas foram identificadas 26 aeronaves chinesas na região do estreito de Taiwan.
Este foi o maior número de incursões desde 25 de fevereiro, quando cerca de 30 aviões foram direcionados em direção à ilha. Desde 27 de fevereiro, Taiwan não registrava a presença de aviões militares da China perto do território até 7 de março, quando dois aviões apareceram na direção sudoeste. Após esse episódio, só foram registrados incidentes isolados.
Especialistas acreditam que a pausa anterior pode ter sido motivada por diversos fatores, entre eles a preparação para a visita do presidente dos Estados Unidos da América à China prevista para 31 de março, além de grandes mudanças e revisões no alto comando do exército de libertação popular da China. O ministro da Defesa de Taiwan, Wellington C, afirmou que, por enquanto, os aviões chineses não estão realizando ações ativas. Mas os navios militares da China continuam próximos à ilha, mantendo a ameaça.
O novo líder supremo do Irã, Maddabo Kamenei, supostamente foi levado secretamente para Moscou em um avião militar russo. De acordo com informações publicadas por um jornal iraniano, após a evacuação, ele teria permanecido em uma das residências de Vladimir Putin. Até o momento não há confirmações oficiais nem do lado da Rússia, nem do lado do Irã.
Toda essa informação se baseia exclusivamente em fontes do jornal iraniano. Nos Estados Unidos da América já não se fala mais em um conflito prolongado, mas sim em uma contagem de semanas para o desfecho. A guerra com o Irã pode chegar ao fim em breve.
Segundo o ministro da energia, após o término do conflito, os volumes de petróleo voltarão ao mercado e os preços dos combustíveis devem cair. O conflito deve terminar nas próximas semanas e depois disso, o que se espera é a normalização do fornecimento de petróleo e a redução dos preços. Houve plena consciência de que haveria interrupções de curto prazo.
Isso deve elevar um pouco os preços para os norte-americanos. No entanto, os preços atuais ainda estão muito abaixo daqueles registrados durante o governo Biden, quando autoridades chegaram a negociar e até oferecer incentivos ao Irã para tentar melhorar suas ações. O ponto decisivo de toda essa guerra é o estreito de Ormus.
De acordo com Wright, Washington já estava preparado para uma possível bloqueio desse ponto estratégico. Ele ressaltou que por essa rota passa a energia da qual dependem China, Japão, Coreia do Sul e outros países asiáticos. Por isso, de acordo com a lógica dos Estados Unidos da América, a abertura do estreito não deve ser uma responsabilidade apenas americana, mas uma missão de uma ampla coalizão internacional.
Esse cenário já havia sido abordado em edições anteriores. Ainda assim, a Casa Branca deixa claro que o objetivo é primeiro enfraquecer as capacidades militares do Irã para só depois estabilizar o mercado. Enquanto isso, as tentativas de países do Oriente Médio, de iniciar negociações de paz entre os Estados Unidos da América e o Irã fracassaram.
Segundo informações da Heuters, tanto Washington quanto Tiran se recusaram a iniciar um diálogo. Oan e Egito tentaram atuar como mediadores, mas os Estados Unidos da América afirmaram que no momento estão concentrados em continuar a operação militar. Na residência oficial do presidente norte-americano, destacam que Donald Trump pretende prosseguir a campanha até enfraquecer ao máximo as capacidades militares do Irã.
Terã também rejeitou as negociações, afirmando que não discutirá cessar fogo, enquanto os Estados Unidos da América e Israel não interromperem os ataques aéreos e não concordarem em pagar compensações. Enquanto a guerra avança, para alguns ela se transforma em lucros e aumento de vendas. Atualmente, a Rússia ocupa a quinta posição no ranking global de bilionários, ficando atrás apenas dos Estados Unidos da América, China, Índia e Alemanha.
Mesmo com a guerra contra a Ucrânia e as sanções impostas pelo Ocidente, o número de bilionários em dólares no país continua crescendo. Em 2026, esse número bateu um recorde e chegou a 155 pessoas, segundo o levantamento da revista Forbes. Desde o início da ofensiva militar, em larga escala em 2022, o número de russos ultra ricos quase dobrou.
Antes do conflito, a Forbes contabilizava cerca de 88 bilionários em dólares. Em 4 anos, a fortuna acumulada desses indivíduos mais do que dobrou, saltando de aproximadamente 320 bilhões de dólares para quase 700 bilhões. Economistas apontam vários fatores para esse crescimento.
Nos primeiros anos da guerra, o aumento dos preços globais do petróleo, gás e metais garantiu lucros extraordinários para as empresas russas do setor de commodities. Isso impulsionou o patrimônio dos maiores industriais do país, incluindo donos de gigantes da mineração e da siderurgia. Outro fator importante foi a valorização do rublo em 2025 e 2026.
A moeda subiu cerca de 16%, favorecendo a conversão de ativos em rublos. Segundo analistas, só esse efeito cambial fez o patrimônio dos bilionários russos aumentar em cerca de 80 bilhões de dólares. Novos nomes também entraram na lista.
Em 2026, o número de bilionários cresceu e sete dos 14 novatos fizeram fortuna no agronegócio e na exportação de alimentos. Além disso, dezenas de grandes empresários têm envolvimento em contratos ligados ao setor de defesa. Desde 2014, empresas relacionadas a 81 bilionários receberam pedidos militares avaliados em cerca de 3 bilhões de dólares.
Apesar disso, boa parte desses empresários de destaque está sob sanções do Ocidente. Diversas estimativas indicam que a maioria dos grandes bilionários russos foi alvo dessas restrições. Obrigado por assistir até o fim.
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Até a próxima e que cheguem boas notícias para todos nós.