Todos nós somos médiuns. Isso é um fato, não é? Agora, se vier atrelada a missões de vida, a propósitos específicos encarnatórios, essa mediunidade, ela vai ser num grau muito ostensivo.
Existem mediunidades específicas que são bem mais difíceis de serem desenvolvidas. Todo mundo tem a capacidade, tem, mas é muito mais difícil. Por exemplo, a mais comum é a mediunidade intuitiva, não é?
Que >> provavelmente todo mundo aqui tem. Você tem, todo mundo tem. aqui mediunindade intuitiva, aquela coisa que você chegar num lugar, sentir uma energia esquisita, não se sentir bem ou chegar num lugar ter dor de barriga, chegar num lugar ter dor de cabeça, todo mundo já passou por isso, de encontrar alguém que nunca viu e pô, não fui com a cara dessa pessoa.
Enfim, todo mundo tem experiências desse tipo. Então, a mediunidade intuitiva, ela é a mais comum, porque as pessoas quando falam de mediunidade elas pensam muito que vão começar a enxergar espírito, né, que vai começar a escutar coisa. Dá um medo, né?
>> Dá um medo, gera um medo generalizado e fala: "Pô, não quero, não quero ver espírito, não quero". E assim, não sei a porcentagem, mas é muito baixa a porcentagem de médiuns que enxergam espíritos, né? E que falam e que escutam é muito baixa.
>> Então não é assim, ah, você vai começar a estudar, se desenvolver e você vai começar a enxergar, escutar coisa. Não é assim. Elas podem acontecer, podem, vou negar, pode, mas é com% das pessoas que forem fazer isso, que forem desenvolver.
Pessoas, como eu falei, tem missões mediúnicas. Essas pessoas são obrigadas a a trabalhar? Não, ninguém é obrigado a nada.
Você tem livre arbítrio, você escolhe o que você quer fazer. >> Sim. >> Mas é só entender ação e reação.
Toda a escolha que você fizer vai ter uma consequência. Trabalhar vai ter uma consequência. é não trabalhar, vai ter outra consequência, porque a espiritualidade ela influencia a nossa vida diariamente.
É 24 horas por dia a gente tá sendo influenciado, >> tanto pelos bons espíritos que nos acompanha, quanto pelos maus, >> todos, né? A mediunidade no mundo espiritual é como uma luzinha, lá é tudo escuro. O médio é a luzinha, né, que que tá acesa ali.
Quanto maior a luz, mais você atrai. Quanto mais ampla a sua mediunidade, maior a luz. Então você vai atrair mais atenção para você ali.
Se você não souber lidar com isso, você vai sofrer. >> O que que seria para você a definição de mediunidade? >> É, acho que vamos, vamos colocar que que seria a definição literal, né?
Acho que é mais importante. >> Eh, porque opinião a gente sempre vai ter uma individual, né? Pode mudar uma coisinha ou outra, mas literal mediunidade vem do latim, né?
de médium, que é o meio ou intermédio. E idade é qualidade, né? Condição.
>> Então, seria a condição de ser um intermediário entre a realidade espiritual e a realidade física. Essa é a definição básica, né? Então, o médium é aquele que faz a ponte entre o mundo espiritual e o mundo físico material.
E essa palavra, né, ela se popularizou muito só em em 1000, é, no século XIX, né, com Allan Kardec, na verdade. >> Mas antes disso, a mediunidade sempre esteve presente, né, na história da humanidade. civilizações antigas, egípcias, maias, todos os próprios povos originários, né, eh, indígenas, o que é um chamã, o que é o, né, o curador das tribos, eles são >> médiuns, né, mas não se usava essa terminologia.
Então ela foi ficar foi ficar popular aí só ali no século XIX com Allan Kardec trazendo os estudos e toda a sistematização que o espiritismo, né, trouxe pra gente. Então de forma básica, simplificada para todo mundo entender, para não ter erro, é isso, né? Mas existem muitos tabus, com certeza, como você falou, e aí a gente vai desconstruindo o que for necessário aqui.
>> Vamos abrindo as caixinhas agora. Mas assim, é um dom, é uma capacidade natural, é um canal que todos podem acessar ou é algo exclusivo de algumas pessoas? >> É, a resposta aqui, ela é depende, né?
Tem mediunidades que vêm atreladas a missões, nãoé? Missões encarnatórias. Então, existem médiuns que trazem, por exemplo, mediunidades muito ostensivas.
Que que seria isso? Enxergar do mesmo jeito que eu te enxergo, escutar da mesma forma que eu te escuto, mediunidades de efeitos físicos, materialização, levitação, telecinese, tudo, um monte de coisa. A gente vai falar um pouco sobre essas coisas, mas se essas mediunidades estão atreladas a a missão da pessoa aqui, né, a tarefa que ela veio desenvolver aqui nessa encarnação, vai ser num nível muito acima do que a maioria vai chegar um dia, >> mas por outro lado, todos nós temos minimamente a mediunidade, né?
O que muda é sempre o nível, é sempre o grau que essa mediunidade vai se apresentar em cada um de nós. Então, todos nós somos médiuns. Isso é um fato, não é?
Agora, se vier atrelada a missões de vida, a propósitos específicos encarnatórios, essa mediunidade, ela vai ser num grau muito ostensivo. E aí uma pessoa que não traz uma missão, não é, ela não vai chegar neste nível tão alto de mediunidade, de amplitude, de sensorial. Não é?
Então é sim e não meio que essa pergunta, não é? Todos nós somos médiuns, mas em graus diferentes e aqueles que trazem missões específicas, propostas, eles sempre vão trazer em um grau muito mais elevado. >> E se alguém quiser evoluir nesse aspecto, quais são os passos para chegar?
>> Mediunidade é treinável. >> Uhum. >> Isso é um fato também.
Mediunidade é treinável, então todo mundo consegue desenvolver. Claro que tem tipos de mediunidade que são muito mais difíceis de se alcançar, né? Eh, aliás, antes da gente entrar nisso, vamos até abordar um pouco dos tipos de medidade, porque senão pode ficar um pouco confuso.
Existem, se eu não me engano, acho que mais de 20 tipos de mediunidade, se eu não tô enganado. É, >> se se você se a gente for parar para pensar aqui, a gente consegue pensar numas cinco, no máximo, né? >> Vamos pensar ele tem a ver com os sentidos, certo?
>> Isso. Uhum. >> Vamos pensar aqui.
Vamos ver se a gente chega em 20. Você pode primeiro olhar, né? >> Ver, escutar.
>> Uhum. >> Materializações. >> Você pode psicografarfia.
>> Que mais vocês pensam? >> Levitar é uma capacidade mediúnica também. >> É, também pode ser.
Na ver é levitar nem tanto. Mediúnica, não. Ela tá atrelada a essa capacidade extraumana, digamos assim.
Mas o o médium é o que intermedia. Quando você levita, você não tá intermediando nada de comunicação, de recado e nada, né? Então, a respeito de mediunidade, eu não colocaria a levitação.
>> O rei que a questão da energia próxima mediunidade de cura. >> Telepatia de cura. >> Tá aí.
>> Uhum. >> Teleipatia, como o Maurício falou, >> também é um uma delas é comunicação mental, >> incorporação. >> Incorporação.
A gente tá indo bem aqui, ó. >> Estamos indo bem, >> mas tá longe de 20 ainda. [risadas] >> É, mas se o pessoal lá de casa comar, né?
Mas tem mais de 20, eu acho. >> Tem uma muito interessante que eu sempre esqueço o nome, eh, psicometria, se eu não me engano, capacidade de sentir energia de objeto. >> Olha, >> isso é muito interessante.
Enfim, tem mediunidade que a gente nem imagina, né? E tem coisas muito fora da caixas, como vocês já conheceram, né? Marluz, médium de materialização.
Tem na Índia, isso é muito mais comum do que a gente imagina, né? Tem muitas pessoas ali que através de meditações, né, por um tempo específico de meditação, dedicação a isso, consegue desenvolver também esse tipo de mediunidade. Mas é o que eu falei, existem mediunidades específicas que são bem mais difíceis de serem desenvolvidas.
Todo mundo tem a capacidade e tem, mas é muito mais difícil. Por exemplo, a mais comum é a mediunidade intuitiva, não é? Que >> provavelmente todo mundo aqui tem.
Você tem, todo mundo tem aqui mediunindade intuitiva, aquela coisa que você chegar num lugar, sentir uma energia esquisita, não se sentir bem, ou chegar num lugar ter dor de barriga, chegar no lugar ter dor de cabeça, né? Começar a ficar tonto, começar a bocejar muito, não é? >> Todo mundo já passou por isso de encontrar alguém que nunca viu e, pô, não fui com a cara dessa pessoa.
Enfim, >> todo mundo tem experiências desse tipo. Então, a mediunidade intuitiva, ela é a mais comum que tem, não é? Isso.
Se não me assim, eu me arrisco a dizer que todo mundo tem, tá? As pessoas, >> isso passa despercebido, as pessoas só não sabem que elas >> têmce. >> E quando a gente começa a desenvolver, né, essas percepções, seja em um centro, seja com um mestre, com um guru, com um mentor, né, sozinho é muito difícil.
Não recomendo, apesar de ser possível, mas não recomendo. É sempre interessante que você tenha um caminho, que você caminhe junto, que é com alguém que já trilhou esse caminho, né? >> Um acompanhamento.
>> Isso. Um acompanhamento, um mentor mesmo, né? um mestre.
Eh, essas pessoas elas têm muito mais facilidade, né, de desenvolver esse assunto. E o que eu gosto de pensar é que a mediunidade ela é a junção dos nossos cinco sentidos, que é da onde vem o tal do sexto sentido, que seria a união dos cinco. Então, se você, por exemplo, fechar o olho agora e não sei se você tem alguma comida afetiva que a sua avó fazia, que alguma coisa que a sua família fazia, se eu pedir para pensar exatamente nessa comida, você vai sentir gosto, você vai sentir cheiro, você vai sentir o o arto, o o a comida tocando na sua boca, você consegue sentir textura, tudo tudo de olho fechado.
>> Testura, >> então isso é é a mediunidade trabalhada que pode ser treinável. essa essa sensação fica muito mais ampliada quando a gente começa a trabalhar essa visualização nossa. Então, a gente consegue de olho fechado os cinco sentidos: enxergar, sentir tudo, escutar, né?
E quando a gente vai fortalecendo essas coisas, trabalhando, treinando essas percepções físicas, querendo ou não, né? Os cinco sentidos todo mundo sabe quais são, então a gente começa a desenvolver um sexto sentido, que é a percepção mais ampliada de tudo isso que a gente já conhece. Então essa para mim é a maneira mais fácil da gente treinar mediunidade, porque a comunicação espiritual, é claro que ela funciona de forma diferente para cada pessoa, né?
Mas eu gosto sempre de entender, pelo menos comigo funciona assim. E o que eu observo também, se você não for um médium que escuta, é claro, né? Mas a comunicação espiritual, ela é sempre muito simbólica, >> é através de símbolo, é através de sinais, de recados e tudo mais.
E quando a gente tá mais atento, quando a gente tá prestando mais atenção no nos sinais, quando a gente sabe captar as coisas através desse treinamento de sensibilidade, né, que eu acabei de falar, a gente começa a fazer esse intermédio, >> né? Então a gente começa a a a se tornar médiuns, vai mais capacitados, no caso, para entender uma dor, para trazer mais empatia, enfim, né? Então, é bem interessante a gente falar sobre isso, porque as pessoas quando falam de mediunidade, elas pensam muito que vão começar a enxergar espírito, né, que vai começar a escutar coisa, >> dá um medo, gera um medo generalizado e fala: "Pô, não quero, não quero ver espírito, não quero".
E assim, não sei a porcentagem, mas é muito baixa. A porcentagem de médiuns que enxergam espíritos, né, e que falam e que escutam é muito baixa. >> Então não é assim, ah, você vai começar a estudar, você vai começar a se desenvolver e você vai começar a enxergar, a escutar coisa.
Não é assim. Eh, principalmente se você fizer um treinamento de uma forma assim adequada, >> né? Nada fora da caixa, começar a fazer coisas que você não entende o que você tá fazendo, enfim.
Se for assim bem estruturado, bem tranquilo, bem direcionado, não tem como essas coisas acontecerem, sabe? Elas podem acontecer, podem, vou negar, pode, mas é com% das pessoas que forem fazer isso, que forem desenvolver, >> porque muito provavelmente essas pessoas vão ter o que você falou no começo, um propósito, uma missão. >> Isso, exatamente isso.
>> Como saber que a pessoa tem uma missão, tem um propósito. >> Isso ou a vida vai mostrar, não é? Por exemplo, quando eu eu trabalhava ali no terreiro, né, de Umbanda, eu via muito muitas pessoas que tropeçavam assim, literalmente apareciam lá e falavam: "Cara, não sei como que eu parei aqui.
Eu tava passando na frente, olhei e caí. Eu literalmente entrei. " >> Então assim, a vida às vezes ela manda mesmo, né?
>> Se a pessoa tem missão, em algum momento ela vai ser direcionada para isso. Não tem dúvida, >> né? Mas é muito de sentimento, é muito de percepção interna mesmo.
Por isso a importância do autoconhecimento, de entender o quanto você se sente bem fazendo aquilo, né? Tem pessoas, como eu falei, tem missões mediúnicas. Essas pessoas são obrigadas a a trabalhar?
Não. Ninguém é obrigado a nada. Você tem livre arbítrio, você escolhe o que você quer fazer.
>> Sim. Mas é só entender ação e reação. Toda a escolha que você fizer vai ter uma consequência.
Trabalhar vai ter uma consequência. Não trabalhar vai ter outra consequência. >> Isso inclusive é um >> é um grande tabu, né, da mediunidade.
Ah, mas eu não quero trabalhar com mediunidade, mas não precisa se você não quer. Mas estuda pelo menos vai entender o que tá acontecendo, né? Porque o médium que ele traz já uma sensibilidade maior e ele não trabalha com isso, se ele não entender o que que ele precisa fazer, se ele não entender eh eh como as coisas funcionam ou coisas desse tipo, ele vai sofrer.
Não porque a espiritualidade tá punindo ele por não estar exercendo o que ele falou que ia exercer aqui, mas simplesmente por conta da escolha que ele fez. Então ele não entende o que o que tá acontecendo, ele não entende como as energias funcionam, ele não entende como obsessores trabalham, como encostos trabalham. Então ele fica mais suscetível a isso, né?
A mediunidade no mundo espiritual é como uma luzinha. Lá é tudo escuro. O médium é a luzinha, né, que que tá acesa ali.
Quanto maior a luz, mais você atrai. Quanto mais ampla a sua mediunidade, maior a luz. Então você vai atrair mais atenção para você ali.
Se você não souber lidar com isso, você vai sofrer. Mas não é porque a espiritualidade tá te punindo, né? É porque existia aqui um acordo.
Esse acordo sempre é feito antes da encarnação, né? Definir o que vai ser feito, o que vai ser trabalhado. Toda a equipe que vai vir com você também, que também acaba sendo prejudicada, né?
Quando o médio não trabalha. Então esse acordo é feito tudo antes, não é? >> E você tinha comentado do da parte de Umbanda, né?
que isso faz parte da sua história. Então, se você pudesse contar como que a mediunidade ela entrou na sua vida. >> É, isso é interessante porque é como eu falei, todos nós temos a mediunidade intuitiva.
>> Uhum. >> Eu tinha também, eu tinha minhas percepções, eu tinha as sensações, mas eu não sabia interpretar, eu não sabia o que aquilo significava. Eu não sabia diferenciar pensamento de intuição, o que que era meu, o que que tava vindo para mim, enfim, >> que o que seria coisas sendo criadas na sua mente, né?
Muitas pessoas às vezes estão passando por isso, então por isso é legal saber esse seu relato. >> Exatamente. Sim.
>> E com o desenvolvimento mediúnico que começou a acontecer na Umbanda, eu comecei a entender essas coisas. E claro, tudo fica mais fácil, né? Quando você sabe diferenciar aquilo que é seu >> e aquilo que você tá sendo inspirado >> ou de repente aquilo que você tá sendo >> influenciado, né?
Porque a espiritualidade ela influencia a nossa vida diariamente. É 24 horas por dia a gente tá sendo influenciado >> tanto pelos bons espíritos que nos acompanha quanto pelos maus >> todos. Por isso a importância do vigia, né?
Sempre tá vigiando seus próprios pensamentos, suas próprias emoções, né? Então, seria isso, né? Seria isso.
A gente, a minha história, na verdade, até tava contando, esqueci. A minha história, ela mediúnica, ela começa na Umbanda, não é? A gente, eu não tive nenhuma percepção mediúnica antes disso.
>> Você nem sabia que você tinha essa capacidade. >> Não, nunca nunca soube. Foi lá dentro do centro, escutando, observando e trabalhando que eu comecei a descobrir inclusive vários tipos de mediunidade.
>> Falar sobre as minhas. Incorporação é a primeira, né, que eu descobri lá. Eh, aliás, a primeira foi intuição, né, que é a mais comum, eh, mediunidade de intuição, que é aquela que você não escuta a voz como você tá escutando aqui a minha.
É uma conversa mental, né, telepática. Então, vem uma voz na tua cabeça e você sabe que alguém falou alguma coisa, mas você não escutou nada. Isso é intuitiva, né?
>> Uhum. >> Então, você recebe as informações dessa forma. Eh, a de incorporação, não é, que foi a que eu trabalhava que mais?
no terreiro. >> No terreiro. E teve é mediunidade de cura, também é uma das que eu tenho, é as famosas mãos de cura, todo mundo fala eh que é uma mediunidade específica que tem mais facilidade em canalizar energias mais sutis e ser um canal para que isso possa promover cura em outras pessoas, né?
Eh, e canalização recentemente, que eu fim venho descobrindo, né? Na verdade, eu não sou nem um mestre ainda, mas >> o que seria a canalização? >> A canalização, ela é diferente da incorporação, né?
A canalização, um grande exemplo é a Suzi. Pronto. >> Suzi Maria, um abraço.
Ela canaliza, >> né? O o apóstolo ali e tudo mais. Então, a canalização é diferente da incorporação.
Não existe o acoplamento do espírito. Uhum. >> A canalização é quando eu recebo informação e passo.
Ela é diferente. Não é uma psicofonia também. Eu não tô escutando o espírito.
É um é um acoplamento mental só. Não é igual a incorporação que é tudo. A a incorporação ele pega teu corpo, teu sistema nervoso, >> três jeitos, >> isso.
Tudo. >> Você deixa de ser o Henrique Tone e vira >> é não deixo de ser o Enrique Tone. [risadas] >> Mas assim, tem médiuns, né, de É, tem médiuns de incorporação que até a a >> a face muda, o rosto afina, fica mais sugado assim, principalmente que com exus determinados.
Já vi muito isso. Então é, não deixo de ser a pessoa, né? Mas a incorporação ela tem essa diferença da canalização, né?
A incorporação é o acuplamento total. É >> canalização não é mental. É uma conexão mental e o médium vai só pegar a informação, escrever, receber alguma coisa, alguma mensagem, algum trabalho, enfim.
Eu canalizei uma uma mesa de atendimento para mim, né, que eu que eu atendo já tem um tempo. Pessoal que me segue já sabe disso. Então é só pra gente diferenciar essas essas >> esses tipos de mediunidade, né?
>> A psicografia então é uma canalização, só que com >> é, não, a psicografia, bom, eu não sei com toda a certeza do mundo, porque eu não sou médium de psicografia, né? Mas o que eu sei sobre isso? O existem tipos diferentes de psicografia, né?
O o que o médium ele tá ele tá escutando, que esse seria a psicofonia, ele tá escutando o espírito falar. Então ele vai >> Chico Xavier, esse caso, >> o Chico, ele tinha todos os tipos de mediunidade possíveis e existentes, né? Então ele é um caso à parte.
>> Tem outro tipo da psicografia que, se eu não me engano, o espírito ele toma conta só do braço. Tem outro que o espírito ele toma conta mais do corpo, né? o médium fique em um trans muito profundo.
Então, existem umas variações >> sobre isso, né? >> Mas eh todas estão sendo inspiradas por uma fonte externa, né? >> E como que uma pessoa igual você, você não sabia que você tinha mediunidade?
Aí você entrou no terreiro de umbanda e você começou a desenvolver isso. Como que às vezes tem pessoas que tão aí que nem a tão trilhando ainda o caminho do autoconhecimento ou tão no começo, que que Quais são os sinais assim que pode ter para eles perceberem que eles têm um grande potencial para isso? >> Cansaço extremo, isso é um forte sinal.
Cansaço extremo sem ter feito nada. Ou seja, o seu campo ele tá muito aberto, você tá puxando muita energia e não sabe. >> É o famoso esponjinha.
>> Dores de cabeça constantes, oscilação de humor constante. Se você é muito bom também, por exemplo, de dar conselhos ou se as pessoas vêm falar com você, elas saem melhores do que quando elas falaram. Você não fez nada.
A pessoa veio falar com você, desabafou com você e ficou melhor. >> O terapeuta da turma. >> Isso é um sinal de mediunidade cura.
Já. Então são os mais comuns, acho que seriam esses, tá? O cansaço acho que é o mais comum.
Então a pessoa ela fica muito aberta, ela não sabe, não conhece, né? Ela não sabe que tá com campo aberto e recebe tudo, puxa tudo, né? a famosa esponjinha mesmo.
>> Mas aí essa pessoa, por exemplo, se ela não der atenção para esse para essa voz interior, para esse sentimento, >> ela deixar para lá e for viver uma vida normal ali, só acompanhando notícias, igual a boa parte da sociedade que a gente vive, >> será que isso pode adoecer ela no futuro? Como no recados do corpo, por exemplo? >> Po, pode, pode, pode sim.
Eh, bom, vai falar uma coisa, não vou falar não. Tem não, não, não, melhor não. Eh, tem sim possibilidades, tá?
É o que eu tava falando, ação e reação. Toda escolha que a gente faz vai ter uma consequência. Ninguém é obrigado a nada, mas as consequências são sempre nossas, né?
Se ela tem uma missão para trabalhar com isso, como eu falei, é diferente. Ela vai ter mais dificuldade na vida dela, porque o campo dela vai ser muito aberto, porque ela era para ela estar trabalhando com isso. >> O fato dela não ter trabalhado, não ter seguido esse caminho que ela combinou antes de vir, que ia fazer, isso prejudica não só ela o desenvolvimento dela, mas como eu falei, de toda a equipe espiritual que é designada.
>> Uhum. Então, por exemplo, quando eu tenho uma med uma missão de mediunidade, toda uma equipe espiritual é designada lá do outro lado antes de eu encarnar. Então, tem uma série de guias, de mentores que vão vir comigo, né?
Quando eu chego aqui, dá o apagão, não lembro de nada, né? Descubro que eu tenho mediunidade, nunca tive contato com isso, não tenho abertura para isso, fico com medo, decido não fazer. Toda a galera que veio comigo faz o quê?
Entende? >> Então a gente prejudica não só nós mesmos, o nosso desenvolvimento, porque quem cresce, querendo ou não, na mediunidade, é mais é sempre o médium, né? Mas toda essa equipe espiritual que desce também.
E claro, eles vão procurar outras fontes, eles não trabalham só com um, claro, mas eles acabam sendo prejudicados também, porque todo um trabalho precisava ter sido feito ali, né? E não se enganem, os guias que trabalham com os médiuns também estão em em desenvolvimento, também estão em evolução. Tudo tá em constante evolução, até os mentores, os mestres e tudo mais, né?
Então é por isso que eles também acabam sendo prejudicados. >> Hum. E por exemplo, você começou no terreiro de Umbanda, né?
>> Isso. >> Se tiver alguém que queira dar esse passo, >> essa é a única via ou existem outras maneiras? Por exemplo, eu eu gostaria realmente, né?
Eu acho que tem alguma coisa em mim que eu gostaria de aprofundar. Não, não. De mediunidade no geral.
Sim. >> Eu deveria ir por qual caminho? Qual caminhos existem?
Entendeu a dúvida? >> Entendi. O melhor caminho é sempre aquele que você achar melhor, é sempre aquele que você gostar.
Cara, eh, eu sempre falo, dentro da espiritualidade não tem certo e errado. Tem aquilo que funciona para você e aquilo que não funciona. Só não tem certo errado.
Espiritualidade é buscar a tua individualidade, é buscar a tua verdade. Isso é é importante a gente esclarecer aqui. Então, o melhor caminho para você vai ser aquele que fizer mais sentido para você.
Eu posso te falar aqui, cara, o melhor caminho é umbanda. Aí você vai lá, encontra, entra num terreiro, >> pô, você não gosta de nada. Você fica com medo de um da incorporação de um Exu, de ver um Exu incorporando ou falando os três jeitos e um cabúclo gritando e a criança engatilhando, engatinhando no chão.
Enfim, a Umbanda não é para todo mundo, assim como o budismo não é para todo mundo, o hinduísmo não é para todo mundo. Então, toda religião tem lado bom e lado ruim. Isso é um fato, não é?
Todas são criadas pelo homem, todas vão ter falhas e defeitos, mas também os pontos positivos. A melhor religião, o melhor caminho para você, aquele que fizer mais sentido para você. Só isso >> é seguir a tua intuição, a tua aquela base da tua mediunidade, né?
Você pensar, >> por exemplo, eu tenho muita vontade de entrar no centro espírita, é o que me chama mais do que a Umbanda, por exemplo. Eu não sei explicar o motivo. >> Sim, é tua intuição.
>> Talvez seja isso. Então, >> cada religião, ela vai trazer uma afinidade com diferente com cada pessoa. >> Uhum.
Tem religiões que não vai despertar nada em você, mas tem religiões que você vai brilhar o olho, vai falar: "Cara, preciso entender isso aqui". >> Exato. >> Então é o que fizer mais sentido para você.
Não existe caminho certo para você trabalhar sua mediunidade, para você desenvolver sua espiritualidade. O caminho certo é o que fizer mais sentido para você. Por isso a importância de sempre expandir os horizontes, de sempre estar atento às >> Uhum.
>> as mais diversas opções que existem por aí, todas. >> Todas as pontas. >> Isso é o que eu sempre falo, né?
A verdade tá espalhada. A gente precisa beber de várias fontes, né? Entender um pouquinho de cada coisa e montar o nosso quebra-cabeça.
>> Hum. >> Para mim isso é definição de espiritualidade. É entender tudo que tá à minha disposição, pegar o que faz sentido para mim e montar o meu.
>> Hum. >> A verdade é sempre subjetiva, >> é livre, criativo. >> A verdade é subjetiva sempre.
E tem alguma alguma experiência que você já passou aí de, né, alguma comunicação mediúnica que já te impactou profundamente? que você poderia compartilhar conosco. >> Eu já contei isso, eu acho, não lembro onde foi agora, mas a primeira vez que eu recebi um contato diferente foi do foi de Serafes Bay, que é um dos mestres ascensionados.
Na época eu não conhecia ele, eu não sabia e quem ele era, o que que ele fazia, do que que ele cuidava. Era um dia normal para mim, tava trabalhando tranquilo, como eu sempre faço, nada de diferente. De repente alguém começa, aquela que eu falei, aquela mediunidade intuitiva, alguém começa a falar meu nome Henrique na minha cabeça e fica Henrique.
>> Henrique. E eu ali trabalhando na minha mesa com pêndulo, né, radiestesia e tal, >> eu comecei a escutar, falei: "Cara, tem alguém falando". sempre que você percebe isso, você silencia para, né, prestar mais atenção.
E aí, cara, eu falei: "Ó, tô trabalhando, né? Eu tô trabalhando, eu não consigo falar agora". Mas aquilo ficou Henrique, quem rien eu falei: "Pô, não vai dar.
" Aí eu larguei o pé, larguei tudo, sentei, né? Em uma meditação, uma concentração mais profunda. E assim, eu com a espiritualidade, eu sou muito eu.
Não é aquela coisa assim, ó, mestres me iluminem, não é? Eu eu sou eu, entendeu? Eu tô culpado.
Falei que eu tô culpado, não consigo fazer agora. E eu sou bravo mesmo. Eu falo com eles como eu falaria com qualquer ser humano.
>> Isso é importante de não endeusar, não colocar eles lá em cima, né? De ter essa relação mais próxima, mais íntima mesmo. E eu gosto mais disso.
E aí eu falei: "Tá, quem é que tá falando? Que que você quer? Por que que você tá aqui agora, nesse momento, nessa hora?
" E aí me veio aqui é Serafis Bay. Eu já tinha ouvido falar o nome. Eu não tinha estudado nada recentemente.
Então não foi coisa da minha cabeça que veio o nome que eu já tinha visto recentemente. Não, eu estudei sobre os mestres fazia muito tempo e nunca foi um assunto que eu me interessei muito, para ser bem sincero até esse momento, né? E aí veio o nome Serafiz B.
Aí eu falei: "Opa, cara, não ia inventar um nome desse na minha cabeça do nada". E aí quando eu falei: "Tá". Eu, né?
Baixei minha bola, comecei a prestar um pouco mais de atenção e ele passou para mim toda uma comunicação mental, visual também. Quando você fecha o olho, eles conseguem projetar a imagem na sua tela mental, então você consegue enxergar também algumas coisas. E ele explicou que a gente ia realizar um trabalho junto, né, que eu ia ter que canalizar eh duas meses.
Então eu canalizei uma, a outra ainda tá em processo e foi extremamente impactante para mim, entendeu? Porque eu sabia que eu tinha essa mediunidade de canalização eh mais de uma forma mais sutil. >> Uhum.
>> Não é tão parecida como os médiuns de hoje fazem. Comigo é muito sutil, então eu não tenho nenhum processo de trans não sei o quê. Eu tô falando e eu tô canalizando.
>> Uhum. >> Às vezes, né, em muitos momentos nos meus atendimentos também, enfim. Só que essa primeira vez foi quando eu recebi uma comunicação mesmo, que assim, não tinha chance nenhuma de eu estar inventando aquelas informações porque eu nem sabia.
da onde que era as informações, quem era esse cara e tudo mais. >> Ele se apresentou para você >> me com o nome. Ele trouxe o nome, mas sentiu medo?
>> Não, não, porque eu já tava acostumado, né? Foi foi recente. Foi um foi >> foi ano passado isso.
Foi em novembro do ano passado que aconteceu isso. Então eu já >> te apresentou. >> E como que você sabia que ele não era um espírito obsessor?
>> Primeiro que eu eu tenho muito cuidado, né? Eu tenho meus cuidados espirituais também. Eu eu gosto muito de pensar que eu sou muito bem protegido.
>> Uhum. >> E já me falaram isso também. >> Isso já ajuda, né?
>> Isso já ajuda bastante. Eu sou uma pessoa também muito equilibrada emocionalmente, então isso ajuda bastante também. Eh, não que eu seja imune, claro, mas isso já ajuda muito.
E é de percepção. Quando é coisa ruim, você sente. É muito fácil.
>> É muito fácil. Já é muito fácil. É, a percepção é completamente diferente.
É uma energia diferente, a comunicação é diferente. >> Como que é? >> Você vai saber diferenciar, >> mas por uma intuição mesmo ou por >> por sensação?
Você sabe que é ruim, >> não é uma coisa racional. Eu não sei te falar assim: "Ah, é por causa disso". Não é sensação.
Você sabe que é ruim e você sabe quando não é também. Entendi. >> Por exemplo, em contatos com seres multidimensionais, com seres de consciência mais elevada, eles automaticamente transferem para você uma sensação de amor muito grande.
Então, você não precisa nem saber quem é, você se sente extremamente bem. Tem gente que chora só de receber mensagem, enfim, porque a energia emanada >> tem uma frequência, >> uma frequência específica, né? Então você não tá ali e eh >> com dúvida.
Você não tem dúvida de que é uma coisa ruim ou de que é uma coisa boa, entendeu? E claro, isso vem do treinamento, das percepções, de você já ter tido contato com energia ruim e com energia boa, né? Porque se você nunca teve essa essa conexão, esse contato, vai ficar mais difícil para você saber diferenciar.