e a solidariedade do ambiente comunidades ela existe porque não tem outro meio de das pessoas sobreviverem net muito tempo aqui nós temos que dizer que morava no morumbi as pessoas perguntar onde você mora a gente falava assim morumbi eu digo olhava para cara vi que na casa da abandone mas tinha que dizer porque senão não tinha vaga na escola senão não tinha emprego não tinha oportunidade eu não quero viver em um país em que existe ao favela e alphaville nos anos 50 carolina maria de jesus escreveu em cadernos no seu barracão da favela do canindé
em são paulo ela disse que ele via a rotina do lugar e a vida que levava como catadora de papel e mãe sozinha de três filhos mais tarde 1960 um repórter conheceu carolina que transformou seus diários em livro chamado quarto de despejo o livro leva esse nome porque nas palavras de carolina em 1948 quando começaram a demolir as e para construir os edifícios nós os pobres que residimos nas habitações coletivas fomos despejados e ficamos residindo debaixo das pontes é por isso que eu denomino que a favela é o quarto de despejo de uma cidade já
faz 60 anos da publicação deste livro e ainda assim podemos ver que pouca coisa mudou a favela continua sendo o último lugar lembrado pelo governo de receber apoio estrutura saneamento básico e condições mínimas para uma vida com dignidade como então a favela sobrevive já que é extremamente esquecida pelo estado pela solidariedade que vem tanto dos próprios moradores quanto de pessoas de fora das casas de alvenaria como diria a carolina é a minha formalidade especificamente a gente só a tecla ajuda de com as mesmas foram costureiras do ano mágico em troca de alimento e aí ela
pegava experimento e tal com as famílias em situação de vulnerabilidade limpo e como eu e os amigos que pagamos a clientes para pegar esse alimento foi um rapaz que faz frete emprestou o carro para a gente ir no mercado pegar o alimento então eu senti que foi muito longe com nós não tem ensinada pelo estado e isso me preocupa muito né tipo as ações no brasil admitido com essa simão não cobre dele aí eu vou passar forma não você não tem gente mesmo pobre pelas ruas com os filhos dos relés eu não te ver é
o que os outros países da igreja e com a pandemia do coronavírus a desigualdade social ficou ainda mais à mostra e dificultou bastante a vida nas comunidades trazido para o brasil pelas classes mais altas rapidamente o vírus chegou para os menos privilegiados e se espalhou pelas favelas que não receberam ajuda dos governos para se proteger o abandono do estado para a população que mais precisa ela já vem desde a época da escravidão as pessoas não sonharão e morar nas favelas as pessoas não são e morar em cima do córregos e e morar em cima da
ribanceira então foi ausência de política pública ao longo dos anos foi cada vez mais ficando ausente e aí ouve esse crescimento desordenado onde falta um pouco de tudo para muitas pessoas alguns sonhos são proibidos para quem morar na favela próximas buscar daqui em paraisópolis é criar iniciativas inspirar outras favelas tá também se organizar mas o papo é que não dá para contar com o governo porque o governo utiliza-se das demandas das favelas os problemas das favelas para vou ver se no poder então nós temos cada vez mais políticos corruptos pessoas que não representam um país
mas tá muitos anos assim como os coronéis é se mantém no poder comprando voto prometendo coisas e não voltando na comunidade com essa política que é feita no brasil ele continua acontecendo há muitos anos e ela beneficia quem está no poder há muitos anos e aí