Sejam bem-vindos e bem-vindas nesta nossa nova conversa aqui com a querida Nadir. O nome completo de Nadir é Nadir Cremones Salim. Para muitos que não sabem, ela cursou também Letras na FAF, na Faculdade de Filosofia de Sorocaba, que é a atual Uniso.
Ela sempre motivou as atividades teatrais na escola, e um dos filhos dela, o Júnior, também conhecido como Jair, ou Jairzinho, foi nosso aluno lá no Getúlio Vargas. Ele era muito querido pelos amigos. Então, hoje, a Nadir está aqui para nós conversarmos um pouco sobre a caminhada dela nesta vida, né?
Nesse percurso. Então, Nadir, seja bem-vinda, querida! Obrigada!
Nós já tomamos um cafezinho aqui com ela. Foi uma delícia, um capricho dela, e agora nós vamos bater um papinho. Nadir, conta primeiramente: onde você nasceu?
Eu nasci em São Roque. Todos conhecem como a terra do vinho, né? Nós tínhamos festas famosas, festas do vinho, festas de São Roque.
Atualmente, é um centro turístico importante, com a estrada do Vinho e lá, restaurantes excelentes. Então, essa é a minha cidade serrana, pertinho de São Paulo. Certo, e você morou até quantos anos?
Eu morei até 20 anos. Me casei e, daí, fui morar em Sorocaba. Com o tempo, eu fui amando essa cidade.
Entendi. E o início da sua formação escolar, lá? Ah, então, com 7 anos, fui estudar no Instituto Educativo São José, das irmãs vicentinas.
Eu fiquei lá até os 17 anos, quando o colégio encerrou suas atividades. Eu tive que procurar outra escola, porque faltava ainda um ano para eu terminar, naquela época, o ginasial, que era primário, admissão, mais 4 anos de ginasial. Era um estudo bem puxado, exigia muito.
Certo, e nessa época você chegou a desenvolver alguma atividade artística na escola? Não, nessa época do colégio, nós tínhamos um festival de final de ano que acontecia no cinema, que era o Cine Teatro São José, que pertencia ao Senhor Vasco Barioni, ele era o proprietário e oferecia o palco para o nosso colégio. Sim, e eu tive a oportunidade de dançar, nas danças havaianas e danças da Bahia.
Depois, eles montaram uma peça infantil, A Cinderela. Certo, e aí eles estavam programando essa peça Cinderela contando comigo, porque eu tinha uma boa voz. Entendi.
Eu participava no colégio, participava de tudo que precisaria ser cantado. Entendi. No caso, um exemplo: coroação de Nossa Senhora, eu coroava Nossa Senhora cantando a música adequada no coral.
Não era bem no coral, mas em tudo quanto era evento que precisasse da minha voz. Era eu e mais uma amiga minha que se chamava Ana Maria. Certo.
E aí, na montagem dessa peça Cinderela, eu fiquei um pouco inquieta e acanhada em subir num palco e ficar sozinha interpretando e cantando. Eu não gostei e falei: "Ah, não, não, eu não quero participar. Cantar e dançar tudo bem, mas atuar como Cinderela, eu não vou querer, não vou fazer.
" Aí essa professora que estava montando, chamada Dona Dorinha, chegou para mim: "Nadir, não é possível montar essa peça sem a sua presença, porque eu preciso de uma menina loira, bonita e que tenha uma boa voz. Onde eu vou encontrar? " E aí você aceitou.
Eu falei: "Ah, então, né? O que eu vou fazer? " Então eu aceitei.
E, daí, depois dessa peça, você fez mais alguma? Não, depois disso eu não fiz mais, porque mudei. Não fiz mais, porque acabaram os festivais também.
Sim, entendi. Não dava muito trabalho, né? Sim, numa época em que figurinos eram difíceis e cenários.
. . Não era como hoje, que é bem mais fácil, e há um público bom nessa peça infantil?
Ah, então, mesmo dentro do colegial, você não fez nada nesse sentido? Não, no colegial, não. Entendi.
Aí, eu terminei encerrando o ciclo no colégio. Fui terminar o ginasial numa escola que se chamava Barão de Piratininga, que era escola de contabilidade. E aí eu nem esperava isso, porque eu precisava terminar esse ciclo e falei: "Então, vou fazer isso.
" Já saía com um certificado de auxiliar de escritório. Entendi. Certo, falar.
Então, eu fiz umas aulas de contabilidade, umas coisas assim, que eu nunca tinha aprendido. Quantos anos você tinha aí? Eu tinha 15.
15 anos. Daí você terminou o colegial? Aí eu terminei.
E eu recebi um certificado da escola técnica, Barão de Piratininga, de escritório e, depois, no ano seguinte, eu fui fazer o curso normal lá em São Roque, no Estadão, no Horácio Manley. Entendi, que a diretora era rigorosa, Dona Antonieta. Mas voltando um pouquinho atrás, nessa escola de comércio Barão de Piratininga, eu tive mais contato com o meu marido.
Ah, ele era meu professor. Sim. E ele era professor de quê?
Ele dava aula de Ciências, Biologia e Química. Então eu aprendi um pouquinho de cada coisa com ele. Ia assistir a aula, fazendo faculdade ainda, né?
Ele fazia Medicina. E daí ele fez um curso que ele podia dar aula. Onde que ele fazia Medicina?
Química, aqui na PUC, na PUC de Sorocaba? É, na PUC de Sorocaba. Daí, ele dava aula lá.
E aí você se apaixonou. É, ele se apaixonou pela aluna. E aí que eu fiquei assim, muito sem jeito, né?
O professor tal. . .
E ele era muito requisitado lá em São Roque, muito inteligente, fazia medicina, dava aula, era bonitão. Falei: "Nossa! " Aí, na hora que vocês casaram, você tinha quantos anos?
Eu me casei, eu tava com 20 anos. E daí vieram para cá, ou não? Viemos direto para cá.
Eu não conhecia nada aqui, né? Era muito mimada, menina de colégio, filha única. E aí, você logo teve nenê?
Já ou não? Não logo não, eu tive depois, tinha 22 anos quando o Júnior nasceu. Certo, 22 anos quando o Júnior nasceu.
Então, o Júnior nasceu e aí você não foi estudá-lo ainda, quando estava lá? Não, foi. Aí, eu já aproveitei a oportunidade porque eu gostava de curtir muito, tinha amigas, eu não era aquela aluna exemplar, assim, que estudava e lia.
Eu deixava tudo para a última hora. Eu até tenho um jornalzinho do colégio, A Voz do São José, que eles fazem uma sátira das alunas. E tem um textinho assim no jornalzinho.
Um dia eu mostro para você, Roberto. Eu guardo ele até hoje. Tinha um textinho na ironia, assim: "Como nadira sossegada, tranquila.
" E o professor Vladimir pergunta para mim: "Vou fazer uma chamada agora, você responde para mim as questões? " Falei: "Professor, eu esqueci disso daí porque eu fui a cabeleireiro, fui fazer a unha e nem lembrei que eu tinha que estudar para a chamada. " A classe inteira riu, eu era esse estilo de pessoa.
Entendi. Então, era muito vaidosa. Tinha minha turminha, clube de dança, uma vida muito.
. . você não chegou a fazer faculdade?
Depois fiz. Aí, quando cheguei aqui em Sorocaba, aí sim, fui me aperfeiçoar, terminei os cursos. Aí fiz também um curso para vestibular, no Universitário.
Eu fui fazer um. . .
eu gostava mesmo era de Psicologia, certo? Mas fui fazer Letras. Entendi, porque na faf.
. . na faf, na faf.
E aí, você lá. . .
aí lá fiz os exames, passei em terceiro lugar, uma boa classificação e fui cursar Letras. Entendi, aí foi muito gratificante, muito bom, porque tinham as semanas culturais. Isso você chegou a participar?
Daí, então, o que você fazia nas semanas culturais? Normalmente, a Sônia Sheber que orientava, né? Isso.
E o que você fazia? Aí eu divulgava muito, participava, incentivava. E tinha filmes que nem Giordano Bruno, O Nome da Rosa, os filmes bem culturais.
E você não chegou a participar de nenhuma apresentação, né? Não, apresentação eu participei sim. Eu participei no coral que era da Igreja Presbiteriana.
Minhas amigas montaram uma peça e nós cantamos e declamamos. Eu orientei as minhas colegas. Era a participação dos alunos de Letras, né?
Eu fiz sim. Que legal! Então, você já estava aplicando aquilo que você tinha aprendido anteriormente.
Já, sim. Então, eu fazia assim. Nós tínhamos que fazer mais estudando Letras.
E quem que era a Paula? Você lembra de alguém? Ah, eu gostava muito da Maria José, Maria José Perugini, muito linda e fofa.
Perugini, Maria. . .
Maria G. , Maria Gugel, o professor Gaspar que eu já conhecia em São Roque, inclusive ele foi no meu casamento, né? Tinha também o professor Jorge, que também era daqui de Sorocaba.
A turma era muito boa. Virgínia, o Padre Jaime gostava muito. O Padre Jaime, inclusive, fez o batismo do meu filho, e aí eu amava muito essa faculdade.
Terminei o curso? Terminei o curso e, exatamente, fui. .
. não fui, porque acontece o seguinte: ah, não, não. .
. minto. Eu só quis dar aula depois de fazer outros cursos.
Aí, nessa época que eu me formei, estavam querendo colocar uma universidade que era a Uniso. Aí, a Sônia começou trazendo professores para fazer um curso de pós-graduação para o pessoal da Faculdade de Letras, Filosofia. Então, era professor de Filosofia e Letras, um de pós-graduação.
Então, um de pós-graduação. Qual que era? Era a lato sensu.
Certo? Lato sensu de Literatura. Eu fiz de Literatura, fiz de Teoria da Literatura.
Teoria da Literatura, isso. Era o Amálio. .
. era um Filadelfo, um nome. .
. Filadelfo Menes, certo? E depois tinha o Amálio que dava Teoria da Literatura.
O Amálio, certo? Aí, terminou o curso. .
. o Bergo também era numa feira, também. Daí, terminei o curso, ia fazer o mestrado, mas aí eu teria que me locomover para São Paulo.
Tinha que ir com o pessoal para São Paulo e, para mim, não era viável. "C" eu deixava. Começou?
Não? Então, aí surgiu uma oportunidade. Estavam precisando de professores lá em Piedade, num bairro determinado.
Falei: "Ah, eu gostaria, né, começar já me posicionando. " Aí depois eu vejo o que eu faço, porque tinha. .
. eu tinha. .
. depois eu fiz mais cursos. Aí eu conversei com meu marido e vi que ele não gostou muito.
E nessa época, o Jardinzinho tinha quantos anos? Ah, ele estava. .
. eles. .
. ele estava estudando porque ele fez o prézinho, tudo no Jeto. Ele estava no Jeto desde o comecinho do pré.
O prézinho ele fez lá com a Luísa, a Luísa era uma excelente professora. E ele já desde pequeno também fez alguma atividade teatral lá dentro, ou não? Ah, não, pequenininho não, mas depois sim, mais na adolescência, né?
Quando ele estava já no ginásio, lá no primeiro e no segundo grau. Fazia muito na igreja do outro gilo, gincana. É, eles fizeram.
C cantava ou não, também, e ele, ele fazia um "cof", né? Ah, é, "cof" dos Menudos. Foi assim, muito engraçado, foi muito bom.
Então, ele gostava, ele ficava, ele cantava junto. Sim, sim! E depois, também, durante a infância dele, de até uns 9, 10 anos, ele ia muito no Teatro Fantos, que era do nosso amigo irmão, né?
O Dr Fontana. Ele era parte da nossa família, o Fontana. Ele se formou junto com o Jair, formou com o Air.
Então, sim, era colega de turma. Nós fomos padrinhos do casamento de. .
. com a Ana. Ele batizou a nossa filha, a Letícia, aliás, Letícia.
Então, nós participávamos de tudo que ele montava, nós íamos. Entendi. E, então, daí o Júnior assistia.
Ah, sim, ele gostava muito. E ele sempre foi voltado para as artes, para tudo, né? Porque o Júnior era um menino diferente, não é?
Sim, ele era especial, era especial, maravilhoso. Ele estudou na Pink and Blue com a Cecília Pavlovski, ele era o melhor aluno dela. Aí, é o depoimento que estou dando com muito orgulho sobre meu filho, que eu acho que aqui até não era um lugar para evolução dele, porque ele era muito evoluído desde pequeno.
Ele engatinhou rápido, ele falou rápido, ele tinha uma memória muito além. E aí, tinha um vizinho nosso, um casal que dava aulas, que era o seu de Jalma e a Dilma, os dois professores da Unip, do Getúlio. A filha dele, que é professora da Uniso, é a Angélica.
Então, e aí uma vez comentei com ele, falei: "Nossa, o Júnior tem que estudar muito, porque ele falou que não quer fazer uma faculdade federal. " Ele falou: "Não precisa se preocupar com ele, não, porque eu dou aula para ele, eu e a Dilma, e eu observo que quando estou dando alguma coisa, explicando, ele já não está mais interessado naquilo, porque ele já assimilou, ele já quer outras coisas para ele. Aquilo que os outros demoram mais, ele capta rápido.
Eu vi, o raciocínio dele é muito rápido, certo? Todo mundo elogiava. " Entendi.
E aí, o que eu ia falar agora? Ah, então, eles tiveram também lá no Getúlio Vargas, os festivais de teatro do Getúlio Vargas, e eu sempre interessada na literatura, né? Sim, então eu acompanhava.
Meu filho, sempre o acompanhei, sempre incentivei. Ia com a Mônica Minelli com ele para ver as meninas. Então, teatro no Tônio Vilela, né?
No Teatro Municipal. Nessa época, eles estavam montando duas peças muito boas. A primeira, por sinal, era bem complexa, uma peça difícil, que era "Esperando Godot".
Isso, "Esperando Godot", com o José Henrique, que atualmente brilha lá em São Paulo, o Henrique de Paula. José Henrique de Paula, tá lá em São Paulo atualmente. E a outra era "O Oráculo".
Certo, e "O Oráculo" era o Mário Luís Mascarenhas que dirigia a peça, e já havia feito "Morte e Vida Severina", que o Júnior participou também, porque ele ficava nos bastidores ali, auxiliando no som, fazia sonoplastia, cenário, ele ajudava, corria com o cenário, porque é muito trabalhoso também. Então, ele tinha essa base, que ele observava os atores e ele participava também, porque ele gostava de tudo, né? De tudo, ele gostava.
Então, acontece que nessa apresentação deu uma confusão, porque, depois da peça montada, ensaiada, com figurinos, com tudo já preparado, o ator principal do "Oráculo" não vai mais fazer a peça. Seja lá por que, pelo que foi, não sei, não vou tocar nesse assunto. Deve ter tido suas razões, ele não ia apresentar.
Certo? Um desastre! O Mário ficou assim, muito preocupado, muito triste, aborrecido.
Foi conversar com o Júnior, meu filho. Ele chegou e disse: "Jair, eu queria que. .
. será que não dá para você fazer o Nelson? Porque eu acho que você já deve ter decorado até de tanto que você participou", e todos tinham que estar lá.
Ele era participante também. Aí ele falou: "Não, Mário, então vai você, que é o diretor. " Ele falou: "Não, eu não tenho essa.
. . eu não consigo.
Eu acho que você seria. . .
não, comigo, você não. Eu faço tudo que eu posso, mas isso eu não posso fazer, substituir o ator, não, porque ele estava desempenhando muito bem. Eu não vou estar à altura de substituí-lo, não vou, não.
" Certo? Bom, aí o Mário correu para mim e chegou: "Dona Nadir, o que eu faço? Eu estou desesperada!
" Eu fui conversar com o Júnior, se ele não quer fazer o Nelson. Ele disse que não faz de jeito nenhum. "Será que a senhora não podia conversar com ele?
É o único que podia fazer isso pra gente, não ficar sem essa apresentação do festival. " Falei: "Eu vou, eu vou ver. Eu acho que consigo, Marinho.
Eu vou, eu sei como conversar com ele. " Pode deixar. Ele ficou assim: "Nossa, eufórico!
Falei: 'Será que a senhora consegue? '" Falei: "Consigo. Eu chamei o Júnior e falei: 'Nem me fale, porque eu não vou fazer de jeito nenhum.
'" Falei: "Vem cá, você não preza a sua amizade pelo Mário? Não é como um irmão para você? Pense nisso.
Ele está precisando de você, meu filho! Faça esse favor para ele, não por você mesmo, que você não consiga desempenhar como outro ator. Não leve esse sentimento de inferioridade, de não poder superar o outro.
Não leva em consideração mesmo que você faça razoavelmente, mas faça, tente. E eu sei que você tem uma personalidade que, quando quer uma coisa, você faz. " E faz.
Bem feita, ele não teve saída; ele ficou assim, né? Falei: "Faz, J, eu te ajudo, eu tô lá, eu te dou força. " Todo mundo tá esperando de você esse favor.
Você vai fazendo um favor. Ele falou assim: "E aí? " Ele foi, foi, fez e foi um sucesso.
Ele marcou uma época, marcou uma época. Depois, eles ficaram em segundo lugar, que já se esperava, porque o do José era uma peça mais difícil. A deles era uma peça linda, também era uma comédia de época, né?
Uma época no Rio de Janeiro, aquela muito bonitinha, né? Então, sensacional as duas, mas a outra eu acho que teve o mérito mesmo do primeiro lugar. Eles pegaram o segundo lugar e apresentaram essa peça no Teatro Municipal lá do Vil, e os jovens foram, pai, lotou lá o teatro.
Aí também foi muito aplaudido, foi muito elogiado. E daí o Osório de Moraes, que era o diretor lá do teatro, chegou para mim e falou: "Eu queria que você deixasse alguma coisa do Júnior aí para alguma coisa da peça. " Eu sei que eles ficaram com um sapato que ele usou lá no palco.
Ficou lá. Depois, ele partiu, né, para outra dimensão. E o sapato dele ficava lá.
Logo, no ano seguinte, ele partiu para fazer novas peças de teatro lá do outro lado, no outro plano, certo? Então ele foi assim, marcante, marcante, marcante. Acho que ele serviu de exemplo para todos os jovens que conseguiram tê-lo no convívio.
Ele teve muita gente lá no Trujillo, todo aquele pessoal, Getúlio Vargas. Nossa, muita, muita gente! Ele sempre foi muito querido, né?
Foi muito querido. Ele era sensível, ele procurava sempre ajudar os amigos, era levado da Breca também, né? Mas, como todo jovem, né?
Sim, com certeza. E você marcou, né, para todos eles, porque eles gostam muito de você, queriam muito escutá-la, inclusive falando tudo isso, fazendo esse depoimento. Porque eles têm uma gratidão muito grande a você, em função daquilo que você auxiliou, né?
E essa presença sua com o Júnior, né? Sim, não ter uma enorme. E com certeza vão estar ouvindo você, né?
Porque eles são muito gratos, né? Por você ter sempre motivado o Jardinho, mas também a todos eles, né? Então, eles amam muito você.
Inclusive, eu me lembro que, no ano passado, foi feita aquela homenagem para você lá no Getúlio. Lá no Getúlio teve uma reunião, foi linda, foi linda. Lotou de alunos do Getúlio.
Foi exatamente porque eles queriam fazer uma visita como ex-alunos do Getúlio muitos anos depois, né? Pediram para você ir, porque eles queriam prestar uma homenagem a você como forma de gratidão, né? Na sua presença com todo esse pessoal.
Sempre eu revivi a minha adolescência, sabe? Porque eu digo adolescência porque eu me sentia adolescente com eles. Sim, eu participava, levava para lá e para cá, viviam na minha casa.
Às vezes tinha um que tinha sido reprovado, tava com medo de voltar para casa. Eu falei: “Ih, fica aqui! Mas imagina, sua mãe não vai.
. . ” Sabe?
Essas coisas de estudantes. A minha casa tinha festinhas, era muito aberta, amava toda aquela juventude, sabe? Sim, eu participei mesmo.
Ótimo! Então, em nome de todos esses amigos do Júnior e de todos os professores dele, todos nós, a nossa gratidão pela sua presença, sua força constante. E a gente sabe disso, né?
Então, é isso que nós. . .
que você é o Getúlio Vargas lá, muito longe. Meu colégio que hoje, acho que é prefeitura, sei lá, o prédio tá lá ainda, a capela, a capela linda. Era linda!
Nossa, eu sou muito feliz, muito feliz porque eu tive uma vida que eu amei. E sempre fui amada. Deus foi muito bom e se sentiu amada, né?
E amada ainda, ainda mais agora, né, que novas gerações aí presentes. Então, Deus aben. .
. sim, duas netas maravilhosas que o Roberto conheceu, a Karina e a Laí. Minha filha, Letícia, que toda semana também posta um vídeo no Instagram, isso auxiliando as pessoas, né?
Eu até convido para assistirem os vídeos dela, que são muito bons, muito bem. Então, a nossa gratidão, querida. Deus abençoe você.
Obrigado por tudo que você fez por todos nós, sempre. Eu que agradeço imensamente. E aquela homenagem que fizeram lá no Getúlio Vargas, fiquem sabendo que foi muito gratificante porque eu voltei no tempo.
Sim, eu voltei naquela época quando vi aquelas carinhas já amadurecidas. Nossa, foi muito lindo! Então, nossa gratidão, agradeço.
E aqueles que estão nos acompanhando, né, no nosso canal. Então, a nossa gratidão também por estar nos acompanhando e mais uma história linda aqui para nós acompanharmos. Obrigado.
Fica com Deus! Eu que agradeço, im!