muita coisa que eu tinha, mas que eu via só no outro, que eu produzi tantos anos, que eu criei para muita gente, eu via em mim, mas queria esconder. Olha só que legal, eu tinha um um sonho, mas que para mim não seria possível, que era falar de comunicação assertiva, comunicação não violenta. E comecei minha pós-graduação depois do Joia Rara, porque eu falei: "Puxa, mas será que eu vou voltar a estudar comunicação?
Será que é isso? Não, essa mulher aqui me colocou e falou: "Vai fazer aquilo que Deus te colocou". Ela não vai te impor, mas ela vai te conduzir.
Então eu quero te agradecer porque hoje eu tô na minha pós-graduação, tô quase terminando, já tô falando com mulheres e eu vou falar sobre isso. Comunicação, que é o que a gente tá precisando tanto. É possível sim ter confiança na sua imagem sem truques de moda através da mudança de seus comportamentos.
E nesse momento eu sei que você deve estar se perguntando, mas quem é ela para est falando tudo isso para mim? Então eu vou começar com a minha apresentação aqui para você. Meu nome é Gabi Kten.
Eu sou consultora de imagem e treinadora comportamental. E o meu propósito é servir mulheres e transformar a visão que essas mulheres têm de si mesmas. E agora eu quero falar para você uma coisa muito séria aqui.
É possível isso acontecer com você? É possível você passar a ter segurança com a sua imagem? Por que que o método tradicional, somente a consultoria de imagem não funciona?
Por que que muitas vezes nós mulheres buscamos atalhos? Existem dois caminhos aí que eu considero como atalhos. E eu vou te mostrar os dois aqui nessa minissérie.
O primeiro caminho é aquele que eu escolhi. É o da gente simplesmente se anestesiar, fingir que nada tá acontecendo. Talvez você se anestesie com comidas, talvez você se anestesie com bebidas.
Eu não sei aonde você tenta não olhar simplesmente tapar o sol com a peneira, sabe? não olhar paraa sua dor e esse caminho certamente não vai resolver. Se você tá aqui nessa minisérie, nesse episódio, é porque você sentiu no seu coração que você precisa lapidar a sua imagem.
Você quer se sentir mais confiante em relação a ela e a sua imagem não tá atrelada somente à suas roupas. Como eu já te disse no começo dessa minisérie, você precisa entender que não olhar pra dor é não olhar pra cura. Mas eu vou falar disso mais pra frente.
Agora eu quero falar para você do segundo atalho que muitas de nós buscamos. Muitas vezes o caminho número dois, que é o caminho pelo externo, o caminho das roupas, o caminho do emagrecimento com remédios para de repente te levar paraa forma física que você espera, estética, procedimentos cirúrgicos, né? É o segundo atalho aí que muitas de nós buscamos para resolver, tentar resolver de alguma forma o nosso sofrimento com a nossa imagem.
Mas será que isso resolve de fato? Você já fez provavelmente algumas dietas? Você já foi na academia e se exercitou?
E o exercício é ótimo. Eu me exercito. Eu sei que ele leva a gente para outro lugar, mas ele não resolve o problema que você tem com a imagem.
Emagrecer simplesmente fazendo dietas, não alterando seus comportamentos, também faz muitas mulheres viverem aí o efeito sanfona, certo? Você emagrece, depois você volta a ganhar peso, emagrece e volta a ganhar peso. Usar as roupas, ir num casamento, num evento que normalmente a gente faz o qu, né?
Nesses eventos a gente olha pra nossa imagem, a gente capricha, mas no dia a dia a gente mal pensa sobre isso. Muitas vezes quando estamos mal, sobrecarregadas, cansadas, inseguras, isso a gente deixa de lado. Agora, quando tem um evento, algo que a gente vê como importante, a gente vai lá e aplica o quê?
Esse atalho, o atalho externo. A gente gasta fortuna num vestido que a gente não vai usar mais, só naquele evento, porque a gente quer se sentir bem. Só que depois que acaba o evento, tudo continua, certo?
Ou seja, esse atalho não te leva à solução, não te leva a se sentir mais confiante em relação à mulher que você é. Presta atenção aqui no que eu vou te falar. Eu sou a favor das ferramentas que colaboram e contribuem pro nosso caminho de imagem.
Eu sou a favor de tratamentos estéticos. Eu sou a favor da consultoria de estilo com muito orgulho. É um elo da minha profissão, inclusive.
Mas a gente precisa entender que essas são ferramentas que colaboram para que a gente se sinta mais potente, né? com uma autoestima mais elevada, que nos gera um bem-estar, mas não modifica os nossos comportamentos. E essas soluções aí do externo não conseguem de fato mudar os padrões que você adotou referente a quem você é durante a sua vida.
E talvez esse caminho que você está buscando não seja o ideal. E é por isso que eu tô aqui para te transformar que é possível e que existe um caminho, existe uma rota para você buscar acessar a potência da mulher que habita dentro de você. Vamos lá.
Apesar de eu ter te falado que eu concordo sim com todos esses recursos externos, afinal eu sou a favor de usarmos tudo aquilo que a gente tem que, claro, faz bem pra gente, que contribui pra nossa imagem como um recurso potente, né, para nos levar a um caminho de empoderamento. A gente precisa entender que a nossa imagem, a forma como muitas vezes nos vemos, que é a nossa autoimagem, ela tem muito a ver com as nossas crenças. E quando a gente tá falando de dieta, a dieta não altera os nossos comportamentos, ela não vai nas nossas crenças, ela não vai na nossa história.
A costuriz de estilo, ela te ensina assim como usar roupas ao seu favor, como usar cores que vão te potencializar, harmonizar com a sua beleza. Mas ela não revisita o seu passado, gata. Ela não olha pras dores que você viveu.
Ela não olha a ferida, ela não traz pra luz aquela dor que você precisa ressignificar. Mas é por isso que eu tô aqui, porque hoje eu quero te apresentar um novo caminho para tudo isso começar a acontecer na sua vida. Vamos lá.
Então, agora eu vou te explicar o por que o jeito que eu vou te ensinar aqui é o jeito que funciona. Eu não sei se você sabe, mas dentro de nós nós temos duas partes aí que comandam as nossas ações, né, que lideram aí os nossos comportamentos. E eu quero falar para você de duas questões aqui, o coeficiente intelectual e o coeficiente emocional.
Daniel Goleman, não sou eu que tô falando, tá? Ele diz que 20% do coeficiente intelectual é o que lidera os resultados da sua vida. Ou seja, 80, gata, escuta o que eu tô te falando.
80% dos resultados que você tem é o seu emocional que está liderando, é ele que tá rodando o show aí da sua vida. Se você não olha para isso, se você não trabalha as questões emocionais, você simplesmente se mantém no mesmo lugar. E é por isso que talvez você fale: "Gabi, eu tô passando já anos não me gostando, anos que eu não consigo me sentir merecedora.
Há anos que eu olho pra minha imagem e eu nunca me sinto confortável com o que eu visto. Eu não consigo, né, me amar da forma que eu preciso me amar. Talvez você viva relacionamentos abusivos porque você não se sente merecedora de viver outros níveis de relacionamento.
E eu quero te mostrar esse caminho, porque quando você entende que a questão está nas suas emoções, você começa a olhar pro caminho certo, você começa a mudar o seu ponto de foco, você começa então a entender que a busca, os recursos que você tem habitam dentro de você e que através da mudança dos seus comportamentos, através da alteração do seu emocional, é que você vai conquistar a imagem que você gostaria de ser. E aí eu tenho uma pergunta para te fazer. Você sabia que é importante se exercitar pra saúde?
Você sabia que é importante comer alimentos saudáveis? Você sabia que é importante se vestir bem, saber se arrumar, usar ferramentas que te levam para uma potência de imagem, principalmente quando você fala de uma vida profissional, que isso pode inclusive te gerar resultados financeiros? Eu tenho certeza que vocês fala que sim.
Todo mundo sabe que se exercitar faz bem pra saúde, que comer alimentos saudáveis leva você a uma longividade, te entrega saúde, ok? Saber tudo isso está conectado com o seu coeficiente intelectual. Por que que as pessoas não fazem apesar delas saberem disso?
Porque o emocional é o que roda o show, como eu te expliquei aqui. Só saber que você quer ter uma imagem potente, só saber quais são as roupas que você precisa usar para potencializar sua imagem não é suficiente. Você precisa se sentir assim.
Você precisa acreditar que você é. E a partir do momento que você se enxergar de verdade, de forma diferente, você começa então a construir uma vida, um caminho de lapidação da sua imagem. E aí você muitas vezes pensa assim: "Eu preciso me vestir bem porque eu quero ter uma imagem que potencialize as minhas forças, que transmita credibilidade, né?
Ou eu quero me sentir mais feminina, eu quero transmitir mais delicadeza. Eu não sei o que você procura aqui, mas a maioria das vezes nós nos damos três desculpas. Ah, talvez a culpa de eu não conseguir amar minha imagem, não achar que as roupas ficam bem em mim, eu não me sinto bem com as roupas que eu visto, é a roupa.
Simplesmente isso. Você põe a culpa na roupa. Ou talvez você fala que você não tem tempo.
Ou talvez você fala que você não tem dinheiro para fazer essa transformação de imagem. É por isso que eu me visto mal. É por isso que eu não me sinto bem, porque eu não tenho dinheiro.
Esses três itens, roupa, dinheiro, tempo, eles estão totalmente atrelados com as suas crenças também. Porque veja bem, não, a culpa não é da roupa, a culpa não é do tempo e definitivamente a culpa não é do dinheiro. Esses três itens são itens que t a ver com prioridade, gata.
A sua vida e a minha vida é feita de escolhas. Você precisa escolher estar agora assistindo esse episódio, porque você quer uma transformação. Você tá percebendo já nesse ponto desse vídeo que é importante para você começar a olhar para dentro de si mesma.
Você tá começando a entender, eu tô acendendo uma luzinha para você de que calma. Se eu quero construir uma imagem de força, se eu quero viver uma vida de força, eu preciso começar a olhar pra minha história. Eu vou precisar parar sim.
Eu vou precisar tempo. Olha aí. prioridade olhar para mim primeiro, resgatar o que existe em mim, fazer o caminho de volta para casa.
A marcha é também é uma marcha e a gente precisa considerar isso. Quando a gente fica buscando aliados, a roupa, o dinheiro, o tempo, isso tem a ver com o que você acredita. E lembra do que eu falei sobre as crenças?
As crenças nem sempre são o que estão te levando paraa frente. Muitas vezes elas são o que estão te limitando, porque existem as crenças limitadoras, as crenças limitantes. E se você tem crenças limitantes em relação a esses três tópicos, certamente você vai precisar ressignificá-las.
Porque se você continuar pensando que é por conta disso ou daquilo, dando desculpas para você, que você não conquista a imagem que você quer, que você não sabe se vestir da forma que você gostaria, que você não tem a postura que você precisa ter nos ambientes que você deveria, né, exercer força, credibilidade, liderança, você não vai conquistar o caminho da laptação da sua imagem. Você precisa ressignificar tudo isso. Você precisa parar de achar culpados.
Ei, ei, ei, para tudo. Se você já assistiu um pouco dessa minisérie e tá se identificando com algumas coisas que eu falei aqui, eu tenho um convite para te fazer. Se você quer entender como funciona, o próximo passo disso entender um pouco mais sobre meu programa avançado, o método Joia Rara, reconhecido pelo MEC, que já transformou a vida de muitas empreendedoras, mulheres através de posicionamento e de imagem estratégica.
Tem um link aqui embaixo desse vídeo. Você pode clicar nele e já entrar na lista de espera para receber aí a data onde você vai participar de um grupo VIP gratuito. Eu vou dar uma oportunidade única nesse grupo.
Então vai lá, clica nesse link, porque sem isso você não vai receber os dados desse nosso encontro, tá bom? Então se de alguma forma te interessou, é gratuito. Clica no link, vai lá.
Deixa eu falar uma coisa sobre tempo para você. Às vezes você não tá olhando para você mesma, não tá se cuidando. Muitas vezes, muitas de vocês, espera que eu vou falar, né?
Porque a gente tem aquela crença, a gente é mulher, a gente tem que ser multitarefa, né? A gente tem que dar conta de mil coisas. Isso é uma crença, a gente não tem que ir nada, gata.
Você não tem que, tá? Isso é uma coisa que a sociedade impôs, que a mídia, que a gente cresceu escutando e a gente continua fazendo isso. A gente nunca para para tirar um tempo para se cuidar, para olhar pra gente, pras nossas feridas.
E deixa eu te falar, quando a coisa estoura, eu vou dar um exemplo. Você tá trabalhando, você nunca, nunca sai no horário e você tem filhos, você tem que levar alguém ao médico. E aí você começa a recorrer a os paralelos, né?
Mãe, me ajuda, tia, me ajuda. Liga pra sua irmã, todo mundo resolve, porque você tem que ficar no seu trabalho, porque o projeto do trabalho é importante para você, certo? E aí um dia você recebe uma ligação que o seu filho foi atropelado, que você precisa ir correndo pro hospital.
Nessa hora você desliga tudo, você sai, você vai, você não pensa nem mais o trabalho. Aquilo que era importante ser olhado virou urgente. E é isso que acontece com o nosso tempo.
As prioridades muitas vezes está num nível de importância. A gente precisa olhar para aquilo e a gente precisa ver, olha, é importante eu me cuidar, é importante eu olhar para mim, é importante eu começar a entender que os meus comportamentos, a forma como eu me visto, a forma como eu me vejo, tá sim gerando resultados talvez negativos na minha vida. Só que você não olha para isso, porque lembra que eu falei lá das dietas, lembra que eu falei lá dos paliativos, dos remédios, que você toma o remédio, ele vai curar sua dor de cabeça, ok?
Mas ele cura um sintoma, ele não tá curando a causa. Enquanto você tá ali, talvez no sintoma, é a vida te avisando. É importante.
É importante. A gente precisa ter essa delicadeza. A gente precisa entender que enquanto ainda é importante, a gente consegue resolver.
E quando for urgente, você também vai resolver, gata. Algumas de vocês estão olhando para mim agora, tô falando: "Gabi, meu caso já é urgente. Eu já tô mal, eu já tô chorando.
Eu já me sinto um lixo, eu já não consigo me valorizar. Não tem caminho para mim, tem caminho para você, porque o caminho chegou até mim. Eu construí o meu caminho, ele chegou, mas eu reconheci.
Eu me abri, eu me responsabilizei, eu comecei a agir. Eu percebi que se eu continuasse a trilhar aquela luz que chegou na minha vida, eu ia ter outros resultados. Eu tive que tomar responsabilidade, mas eu também tive que dar o primeiro passo.
Então eu preciso te falar uma coisa. Quando a gente deixa chegar no urgente, o que acontece é que atropela a nossa vida. quando liga já que tá no hospital, você tem que sair, você já tem que correr, você tem que deixar a agenda, aí você fica com aquele monte de coisa para resolver depois as pendências que a gente fala, né?
Então a gente precisa entender que enquanto ainda está no importante, é o tempo da gente olhar e fazer esse resgate com calma. É acessar com calma. Então reflita sobre isso.
O que tem sido importante na sua vida? O que você tem deixado de lado que a vida tem te avisado? É importante.
É importante e você tá deixando quase chegar no urgente. Meu nome é Mad e eu tenho 46 anos. Eu tenho dois filhos, a Malu de 23 e o Léo de 13.
Eh, na verdade eu vim por Joia Rara porque era uma pessoa estagnada profissionalmente, me sentia muito incapaz, né? tinha muito medo. Eh, cheguei até ser hospitalizada no meu último emprego, eh, por quase entrei num burnout aí e justamente por dificuldades, né, no trabalho.
Eu era uma pessoa, eh, que dava 199% de mim mesma, né, no trabalho e exigia zero de reconhecimento. E aí eu vim pro Joia Rara, justamente procurando me reconectar comim comigo mesma, né? Tão difícil.
E para mim foi desafiador. Para mim, vou dizer sinceramente para você que tá me ouvindo que doeu muitas vezes saber que a chave para eu me libertar tava na minha mão, mas muitas vezes eu tinha medo de girar essa chave. Eh, com a ajuda de todo mundo que tá aqui nessa tela hoje, eh, vendo a dificuldade, vendo a força de vontade de cada uma de vocês, eh, eu vou dizer que me ajudou muito.
Eh, fico triste porque tá acabando, mas feliz porque nós conseguimos chegar até aqui. Eh, sou muito grata a Deus por ter conhecido a Gabi, né? A gente já se conhecia de vista, mas não tão intimamente como foi esses três meses aqui.
E hoje eu saio daqui muito feliz, alegre. A Madi que entrou há três meses atrás, saiu outra Madi e acredito que esse foi só um começo de muita coisa aí que vai vir pela frente. Agradeço a Deus.
Agradeço a cada uma de vocês, a Gabi, muito obrigada. E é isso. Joia rara, ativada sempre e Deus é conosco.
Bom, agora nosso tempo tá acabando aqui nesse primeiro episódio, então quero recapitular com você o que que você aprendeu aqui. Primeiro, gata, atalhos. Atalhos não vão te levar pra solução da lapidação da sua imagem, porque a lapidação da sua imagem não tem a ver só com roupas.
Lembra do que eu te falei? Tem a ver com seus comportamentos. E lembra do que eu falei sobre os seus comportamentos?
Eles te geram resultados. E quem tá liderando seus resultados? Seu coeficiente intelectual ou seu coeficiente emocional?
Suas emoções. Certo? Você aprendeu isso aqui comigo.
Você também aprendeu que não adianta você olhar só pros sintomas e tomar lá os remédios, os paliativos. É só acessando a causa que você realmente vai conseguir potencializar a mulher que você é. é um caminho de importância, de prioridade.
Se priorize, se comprometa com esse processo de lapidação, OK? Com esse caminho de autoconhecimento. E aí eu quero falar para você que o nosso tempo tá acabando, mas que no próximo episódio eu vou trazer aqui uma questão muito simples para você.
Eu vou te provar que é possível. Eependente da sua raça, da sua cor, do seu peso, da sua condição financeira, se você acha que tem tempo ou que não tem tempo, é possível você lapidar a sua imagem. Você gostou desse primeiro episódio?
Você quer se conectar mais comigo? Quer entender mais sobre o comportamento? Quer entender tudo que eu explico sobre isso?
Inscreva-se no meu canal do YouTube ou me siga lá no Instagram também, tá bom? Também tem o Facebook, se você preferir. Eu sempre estou conectada nessas três redes para te levar conhecimento, tá bom?
Para transbordar de alguma forma na sua vida. Se isso fez sentido para você, compartilhe com mais mulheres. Como eu disse, vamos transbordar para que mais pessoas entendam que a imagem não é só sobre roupas, que definitivamente o seu problema com a sua imagem nunca foi sobre moda.
Eu te vejo no próximo episódio.