Bom dia. Tem alguém na escuta? >> Bom dia, professor. >> Ihu. Muito bem. Para os madrugadores do domingo, >> né? >> Tô vendo o Dr. André Luiz aí tomando o cafezinho dele >> também. Já fiz isso. Muito bem. Michael, tá tranquilo? >> Tô tranquilo. Foi difícil dormir à noite, hein? >> Ah, a cabeça fica cheia, né? Nossa, você sabe por foi essa ligação entre >> a terapia manual mais o curso do salgado mais a tua explicação para mim agora eu já tava me vendo a maneira que eu ia mobilizar esse tórax, o que jeito que
eu iria melhorar a técnica para que isso funcionasse. >> Lindo, lindo, Mica. É isso. Então, nós Atingimos um objetivo. Por quê? Vamos começar por aí. Primeiro, bom dia a todos, tá? Oi, Fabiana, tô te vendo aí também. >> Bom dia. Bom dia. >> Muito bem. Ó, eh, deixa eu ver quem mais que eu tô vendo aqui que apareceu na câmera. Oi, Eliete. Quem é? Quem teve coragem? Carolina, tudo bem? Ontem nem falei com você, querida. Tá tudo bem? Muito bem. Ó, deixa eu ver quem mais aqui que teve Coragem de no domingo cedo mostrar a
câmera. OK, tá conectando aí. Legal. Bom, gente, então vamos lá. Eh, Michael, é exatamente essa a diferença que eu vejo quando as coisas vão fazendo sentido na nossa cabeça. É exatamente isso. Porque quando há uma construção do pensamento, quando você faz literalmente um passo a passo, você começa a criar uma Perspectiva do que vem depois. Vamos transformar isso, né? Vamos migrar esse raciocínio para o ambiente clínico. Como você tem uma bagagem anterior, né, como o terapeuta, o fisioterapeuta tem uma bagagem anterior, hora que o paciente chega para ele e fala: "Ah, eu tô com dor
no pescoço. Ah, eu tô com dor nas costas. Ah, minha digestão não funciona bem. Ah, minhas pernas estão inchadas, né?" Aí você automaticamente já criou o seu mapa mental, Você entendeu? Então você falou assim: "Hum, vou ter que mexer no pescoço, vou ter que dar uma olhada ali na região da entrada torácica superior pros meus alunos. Hum, esse aqui é um paciente de RNM1, um paciente de RNM2, assim por diante, que são, para quem não sabe, são protocolos que eu desenvolvi há mais de 10 anos atrás. Então você começa a falar assim: "Ah, o que
que eu vou eh fazer, né, com esse paciente?" Aí, a medida em que ele vai dando resposta, você vai Retroalimentando a sua perspectiva e vai criando automaticamente o quê? um prognóstico. Você vai criando o seguinte, bom, isso aqui bateu, esse segundo item bateu, esse terceiro item bateu. Então, provavelmente você paciente vai melhorar em três, 4 dias, uma semana, 15 dias, quando seria legal eu te ver de novo. E na próxima sessão nós vamos trabalhar isso, isso e isso. Mas o que eu encontrei de Dificuldade aqui no seu corpo foi isso, isso e isso. Portanto, seria
legal você fazer esse exercício, você descantar, descansar, evitar o açúcar, evitar o, entre aspas, os venenos brancos, né? Como a gente fala venenos brancos, gente, a gente tá falando do açúcar, né? farinha e leite, eh, que do ponto de vista da dieta é muito significativo e que tem aumentado muito, né, os problemas inflamatórios do corpo, os venenos brancos de uma forma geral. Então isso é a construção. Toda essa construção, Michael, é para que você chegue no ambiente mudando a sua forma de agir. Mas presta atenção, isso é muito importante. Quando a gente fala, quando eu
falo mudando, não é para você esquecer nada do que você aprendeu, pelo amor de Deus. É simplesmente para você dar um passinho a mais. Esse é o papel de uma aula. A gente faz aula para poder abrir a cabeça em algum aspecto. Por isso que a Aula é contínua. A grande verdade é essa. A aula é contínua, né? Claro que existem fases, né? Então os meus queridos alunos aí, muitos entraram em contato comigo pessoalmente. Então, professor, que aconteceu? Você tá passando mal? Adoeceu? Tá com câncer, né? Problemas pessoais? Por que que você sumiu esse tempo
todo que eu fiquei eh minha última aula eh que eu ministrei cursos, né, assim, foi em 2020, né, foi pessoal veio aqui para Uberlândia, foi sensacional, mas foi a pandemia, foi tudo que eu já expliquei para vocês. Mas durante esse período de 2020 para cá, eu fiz a fisioterapia integrativa, né? Eu fiz psicoterapia, tá, do inconsciente. Para quem não sabe, também sou psicoterapeuta do inconsciente. Nesse intervalo estudei mais a nutrição. Confesso para vocês que eu estudei muito num primeiro momento. Para mim, para quem não sabe aí, o Michael conhece. Deixa eu ver. A Cátia, Possivelmente,
a Fabiana. Eu já tive 110 kg, sabiam? Para quem não me conhece, talvez muitos de vocês lembram. Tá? Eu naquele período em que eu basicamente só estudava e trabalhava, que foi nos anos aí de, deixa eu me conectar aqui, 2008. 2008 eu já tinha três filhos, né? Então, 2008 até 2015 eu fui progressivamente engordando até chegar no teto dos 110 kg. Quando eu cheguei nos 110 kg, eu estava extremamente envergonhado de falar pros Pacientes que era muito importante para eles emagrecer. [risadas] Gente, não, sério, não. Vamos falar sério, né? Assim, você vai num cardiologista e
ele larga o cigarro e fala para você: "Olha, para de fumar, viu? Isso aí vai acabar com sua saúde". Você vai num nutricionista, né, que você encontra ele tomando sorvete, não faz atividade física, né, que aparentemente ele não parece uma pessoa cuidada. Não, não, não, não passa a Credibilidade. Isso é o mínimo do, é o óbvio. E por favor, vocês, vocês vão falar que é importante fazer osteopatia, terapia manual, cuidados integrativos, você não faz nada. sabe, não casas, né? É, isso é muito óbvio, certo? Então, eh, que que aconteceu? Isso tem tudo a ver com
essa introdução para hoje, né? pra gente já tá está literalmente começando o nosso segundo dia. O que tem a ver é que eu também estive neste momento desregulado. Eu estive neste momento também de estress, tensão, insônia, tá? Até porque eu não sou uma pessoa que, em geral dorme muito porque minha cabeça é extremamente agitada. né? Então, para eu dormir, eu preciso respirar, eu preciso eh tomar ali os meus chazinhos, muitas vezes me organizar para eu conseguir dormir bem. Isso com a idade, né, vai piorando. E o que que eu fui descobrindo então de 2015 para
cá? Que não adiantava Eu, entre aspas, vender o meu atendimento, sendo que aquilo não era o que eu praticava em mim. Não, não bate. Então, já estou falando para vocês. Primeiro vocês replicam em vocês tudo aquilo que vocês aprendem. Se submetam às técnicas, né? Se submetam ao raciocínio. E aí fez sentido para você? fez sentido. Então aquilo é reproduzível na sua verdade, na sua essência. Então faz sentido para as Pessoas também o quanto você se conecta com aquilo. Por isso que em geral, né, também quando eu decido ministrar cursos, ministrar aulas, eu falo eh a
minha verdade no sentido em que eu estou falando aquilo que eu realmente acredito. Agora, presta atenção. Isso é muito importante, ainda mais hoje em dia que tá tudo muito fake, né, de uma forma geral. Mas esta verdade, ela não é imutável. Essa verdade, ela vai se modificando, Vai se solidificando com o tempo. E isso é uma coisa que a experiência de vida e a experiência profissional traz aquilo que realmente funciona. Do mesmo jeito que vocês têm conhecimentos que provavelmente funcionam há anos. Então você vai abandonar uma coisa que funciona há anos, né? Eh, do nada
não, você vai construindo uma evolução e não abandonando e fazendo uma análise disso aí. É igual Relacionamento, né, gente? Eh, e não sei vocês aí, a realidade de cada um de vocês, mas o que eu estou vendo de problemas de relacionamento, separações, divórcios, etc. principalmente nesse período de da pandemia para cá, pelo menos entre os meus clientes aumentou demais, tá? O que que depois que passou todo esse processo, o que que eles me falam? Dean, troquei seis por meia dúzia. Por que que eles falam isso? Porque as Dificuldades do relacionamento anterior se continuam no próximo
relacionamento, porque continua existindo a dificuldade às vezes de comunicação, de expressão, né? A a os problemas eles estão ali do mesmo jeito, entende isso? Então é interessante é que vai [risadas] uma tentativa, gente. Não sei também como vai ser o meu dia de amanhã. Estou casada há mais de 20 anos, a gente nunca sabe, né? Então, mas eu diria que vale a pena esgotar todas as Suas chances com na resolução de um determinado problema e não sair do problema e procurar outro problema, porque vai ter que ter todo um processo ali de novo, [roncando] entende?
Então, trazendo isso aqui pra rotina do que eu falei para vocês, em 2016, então eu um amigo meu me convidou para poder eh fazer uma corrida e eu não tinha a menor ideia que existia aula de corrida. a gente tem uma ideia, né, por ser da área, mas assim, eu não Sabia que era importante fazer aula de corrida para saber posicionar os braços, as pernas, tomar gel, né, entender todo o mecanismo disso. O fato é que para construir uma corrida melhor, melhorando o meu físico, né, melhorando o meu metabolismo, melhorando o meu sono, eu fui
percebendo como a respiração, como essas questões todas que eu estou falando aqui para vocês de desinflamação do corpo melhoram desempenho. Então, o que que a atividade física me Trouxe que é muito significativo, ela me trouxe energia e não o contrário como perda de energia. Ela me trouxe mais oxigenação, ela me trouxe mais mitocôndrias, né? ela me trouxe mais eh um sono mais profundo, ela me trouxe mais vigor físico. Ela me trouxe até uma certa jovialidade que quando a gente vai eh não fazendo atividade física, dá a impressão que a gente tá mais velho do que
está De verdade. E o que que acontece transportando isso pra rotina? Quando você começa uma modificação, né, você também desencadeia um processo em que o próximo passo ele é um pouco mais fácil para quem já está num processo. Que que aconteceu comigo? Por que que eu estou falando? Da corrida eu decidi pedalar. Do pedal eu decidi nadar. Fazendo essas coisas eu decidi fazer Triatlon. Fazendo triatlon, eu mudei completamente minha dieta. Mudando a minha dieta em casa e os meus hábitos, a minha esposa foi modificando gradativamente a rotina dela e hoje ela faz triaton também, nada,
sabe? Minha esposa, inclusive a no ano de 2024 foi campeã brasileira de natação, né, master, que era um, né, uma um um esporte que ela domina aí a natação. Meus filhos, né, eu tenho três filhos, Para quem não sabe, duas meninas e um menino. Minhas duas meninas já estão na faculdade. Minha menina mais velha tá indo agora pro pros jogos universitários, ela faz medicina. os jogos universitários de medicina como poliatleta. Ela tá indo no atletismo, ela está indo, né, eh, paraa corrida, né, ela está indo na natação e ela está indo no handball também. E
aí parece que ela vai até no bit tênis também nesses jogos. Minha Outra filha que faz marketing em São Paulo, né, na faculdade também, ela também é a representante dos Jogos Universitários brasileiros aí. em natação também eh, na faculdade dela. E meu filho treina 3 horas dia eh de natação, seis dias por semana, é da equipe aqui eh de natação da cidade. E por que que eu estou falando isso? de maneira nenhuma eh para me vangloriar em relação a isso. Estou dizendo isso para mostrar que um hábito seu Modificado repercute em todas as pessoas à
sua volta. Um hábito alimentar seu, ela interfere em quem está perto de você. Um hábito esportivo interfere. E vamos chegar ao dia de hoje. Se você, fisioterapeuta, terapeuta manual, osteopata, quiropraxista, se você recebe esse cuidado, se você internaliza esse cuidado, se o seu paciente sente que isso é importante Para você, ele vai se conectar com esta verdade, porque instintivamente nós, seres humanos, nos conectamos com a verdade. Qual é o grande problema hoje em dia? é que as pessoas falam uma coisa que elas não vivem e soa alguma coisa estranha pra gente que a gente nem
sempre sabe identificar o que que é, entende? Então, voltando nisso, a minha modificação pessoal e com isso as minhas decisões, As minhas decisões impactaram diretamente na rotina dos meus pacientes. E olha, isso é tão interessante que eu comecei a atrair pacientes que fazem mais atividade física. Eu comecei a atrair mais pacientes que querem prevenção, que é o que eu faço. Eu comecei a atrair mais pacientes que querem conversar um pouco sobre alimentação e desinflamação. Ao mesmo tempo, como isso é significativo, gente? Eu tive as minhas Fases em que eu me aprofundei muito nos trabalhos emocionais
e muitos daqui me acompanharam neste processo. Quando eu me aprofundei em trabalhos emocionais, psicossomáticos, né, lá atrás, há muito tempo atrás, nessa mesma época, 2000 e meu primeiro curso de liberação somato emocional foi 2009, eh, por aí, e depois foi uma cascata de de cursos assim. Naquela época, como eu respirava tudo isso, de cada 10 pacientes que eu atendia no dia, seis Tinha liberação emocional. Entende? Por que que eu estou dizendo isso? Porque a frequência com que você está conectado, a sua verdade, ela transmite informações também, certo? E agora nada do que a gente viu
lá atrás está perdido. Nenhum conhecimento que vocês tiveram e t de escolas de osteopatia, cursos, está perdido. E eu estou propondo isso porque é assim que eu literalmente eh trabalho no sentido de professor. Eu não estou Propondo que você abandone nada. Eu estou propondo para você que você integre o que você já sabe e aquilo que você ainda não tem, talvez eu possa te ajudar a construir. Ponto. É simples assim, certo? Por exemplo, vamos chegar aqui no tórax, nesse slide que tá aí para vocês, o hubador multissistêmico. Eu acredito 100% nisso que eu estou falando
para vocês. Por que que eu Acredito que regular o tórax pode regular outros sistemas? Primeiro, nós construímos um pensamento no dia de ontem em que eu já mostrei para vocês que existe uma hierarquia tecidual embrionária, fetal na construção da nossa energia. E a nossa energia, ela vem de onde? da respiração e da alimentação. E o ambiente então influencia muito, Certo? Muito bem. Se o que nós precisamos é de energia para poder viver, para poder fazer aquilo que a gente quer fazer, então a o que captura essa energia no nosso corpo, quanto melhor estiver, melhor o
resultado teremos em termos de dissipação de energia. Então, onde eu tenho que trabalhar? Eu tenho que trabalhar principalmente na respiração, De um ponto de vista do toque. Como que eu vou melhorar a respiração? De um ponto de vista tecidual, eu vou melhorar a amplitude de movimento da caixa torácica. Como que eu vou melhorar a amplitude de movimento da caixa torácica? Eu vou fazer sim manobras. Eu vou utilizar as técnicas que eu tenho que facilitam a expiração e a inspiração. Eu, se eu tiver técnicas para os Músculos das costelas de uma forma geral, eu vou utilizar
essas técnicas. Vou fazer técnicas que me que serão auxiliadas, potencializadas com a ins e com a expiração. Vou fazer liberação de fáceas, vou lhe esticar os braços para ganhar amplitude nas faces laterais do corpo. Vou abrir o tórax num raciocínio simples e muscular, mas pode ser que eu precise também liberar o Ápice pulmonar, os ligamentos vértebro pleurais. Pode ser que eu precise melhorar a mobilidade de C7 T1 primeira costela, clavícula. Eu estou falando da entrada torácica superior, porque ali, uma vez que eu tenho mais mobilidade, é onde vai ter a passagem de nervo vago. Eu
vou ter uma informação melhor chegando do vago até o meu Cérebro com menos interferência, porque está mais elástico. Na outra ponta, no diafragma propriamente dito, no músculo diafragma, eu vou trabalhar as cinco últimas costelas. Eu vou trabalhar as últimas vértebras torácicas, as primeiras vértebras lombares. Eu vou fazer as técnicas de diafragma que eu conheço, as técnicas respiratórias que eu conheço E isso também vai me permitir uma melhora na circulação sanguínea, no fluxo da artéria aorta abdominal, no fluxo da veia cava inferior, inclusive na passagem do iato esofágico, no retorno de venoso de uma forma geral
e na no movimento linfático de uma forma geral, porque o meu diafragma vai funcionar melhor, eu também vou ter mais movimento no meu fígado. E aí, talvez, se você tiver técnicas para o fígado, você pode Otimizar o metabolismo do fígado. Por quê? Não é que você vai otimizar o metabolismo do fígado, mas é que as técnicas mecânicas que você pode influenciar a fácia do fígado podem criar uma melhora funcional no papel do fígado dentro do organismo. Entende isso? Muitos existe uma dúvida, a gente manipula fígado, né? O paciente pergunta: "Você manipula fígado?" falou Assim: "Calma,
eu não manipulo o fígado, porque para manipular o fígado, você tem que fazer uma cirurgia, cortar a pele, cortar músculos, ir lá segurar o fígado, né? E aí você tá manipulando o fígado." Então você manipula fígado? Não, não manipula o fígado. OK? Ah, muito bem. Tá. Então, o que que você faz a hora que você fala que você tá liberando o fígado? Ah, muito bem. O termo é esse. Eu estou liberando o Fígado. Eu estou fazendo com que o fígado, nas suas inserções faciais ligamentares, ele tenha mais mobilidade e mais motilidade. Ao ter mais mobilidade
e mais motilidade, o papel funcional dele é otimizado e os reflexos autônomos deles, dele também é otimizado. Como existe uma comunicação neurológica, facial e vascular de ida e volta, quando eu faço uma manobra no fígado, eu estou melhorando, por exemplo, uma hipótese, Uma dor entre T8 e T9, porque tem inervação simpática com fígado. Eu estou melhorando o papel de enchimento e esvaziamento da vesícula biliar que tá abaixo do fígado. Eu estou melhorando a drenagem da bilis para por a segunda porção do duodeno, que é onde ela libera, facilitando movimentos desse jeito. Então, quando eu falo
que eu estou liberando o fígado, eu estou dando liberdade De movimento para o fígado. E o movimento constrói saúde. E voltando a isso, o diafragma constrói, né, uma melhora no movimento de fígado, do estômago, do basso. Vamos lembrar na anatomia. E quem não conhece isso, saiba que existe ligamento hepatofrênico, conexões faciais entre o fígado e diafragma. Existe ligamento gastrofrênico, ligamentos Fáceas entre o estômago e o diafragma, tá? Existem ligamentos entre o basso e o diafragma. Inclusive, por exemplo, num chicote cervical, segundo o barral, e também já atendi pacientes com essa literatura, quando você tem um
chicote cervical, tão vendo meu movimento, ó, faz o chicote cervical numa batida de carro, muitas vezes você freia com o cinto de segurança e cria uma tensão no ligamento Gastrofrênico. e já atendi pacientes que pós um um chicote cervical eu tive que liberar o ligamento gastrofrênico para modificar todo o sistema e ter a melhora, entende? Então, o que eu estou dizendo para vocês é que o corpo está todo conectado e compreender os limites funcionais do tórax podem sim facilitar o trabalho de vocês. Pode sim diminuir o tempo de recuperação Dos pacientes de vocês, entende? Você
vai parar de agir às vezes não na causa, né? Numa na não não melhor no sintoma e vai agir numa causa. Quantos pacientes? Quantos pacientes? Nem sei dizer para vocês, eu tô falando assim literalmente de milhares. Quantos pacientes tinham dor no ombro? E essa dor no ombro foi resolvida à medida que eu fiz uma liberação do Tórax, corrigi primeira costela e liberei o diafragma por causa da conexão com o nervo frênico, com o plexo braquial, com o retorno venoso do braço, com essa resposta em termos de simpaticotonia, estress em que foi modificando e os músculos
do ombro da escápula se corrigiram. Enquanto que sem uma visão integrada, a pessoa continuaria, escutei um eco, Mas tá tudo bem, né? a pessoa continuaria naturalmente a tratar o ombro e às vezes melhora 30, 40, 50%, mas dá ali 15 dias a pessoa volta com problema, entende? Então, qual é a proposta? A primeira proposta, vamos voltar aqui paraa mecânica torácica, é que sim, nós vamos utilizar eh técnicas dentro, por isso que tem a ver com esta área. A filosofia ajuda no diagnóstico e no encaminhamento. Por isso que para um médico e alguns que eu tive
a oportunidade de conversar, depois eu vou revelar um segredo, não vou revelar agora. Vou revelar agora para vocês. Tá todo mundo sentado? Gente, tenho que confessar uma coisa para vocês. Deixa eu fazer um tom de confessionário. Dificilmente eu faço uma coisa só ao mesmo tempo. Não sei se é vantagem ou não, mas é difícil. Sabe por que eu estou abrindo a oportunidade de aprender sobre o Centro Regulatório Torácico? Porque um amigo meu, médico, cirurgião, torácico, cardíaco, me pediu ajuda para eh melhorar o posicionamento do paciente nas cirurgias de coração que ele faz de válvulas com
robótica. E nesse processo ele percebeu que ao fazer a cirurgia robótica de troca de válvulas pro coração, ele é um fenômeno, tende em outros países, etc. Tá? Ao fazer a cirurgia, os pacientes dele depois de 5 horas ali na posição, estavam com dor no ombro, tavam com dor no pé, começava a ter outros problemas porque o braço ficava numa posição para trás em extensão durante 5 horas e terminavam a cirurgia, tava tudo certo com coração, mas estavam Com dor cervical, dor no ombro, dor na coluna e etc. Falou assim: "De pelo amor de Deus, me
ajuda. Como que eu preciso? eu tenho que ter acesso a determinadas áreas do corpo desse paciente e eh eu eu preciso saber melhor posicionamento sobre isso. E eu comecei a conversar e começamos a estudar juntos aí sobre toda essa questão do tórax. Isso já tem um tempinho. E para quem não sabe, eu fiz o meu mestrado em bioengenharia. Já tive oportunidade de orientar alguns Trabalhos de doutorado, coorientar alguns trabalhos de doutorado também no na bioengenharia aqui de Uberlândia. Agora que eu vou confessar, eu estou entrando num pós-doutorado só sobre o tórax. E aí é um
trabalho extenso e o que eu tô apresentando para vocês não é nenhuma migalha. Então, eu tô começando agora um pós-doutorado que vai aí de 5 a 6 anos, deve gerar provavelmente uns três ou Quatro doutorados, uns quatro mestrados e alguns alguns múltiplos trabalhos de iniciação científica. Então, eu tô mostrando a ponta do iceberg para vocês. O negócio é mais profundo. Enfim, confessei. Então, a coisa é muito maior, certo? Então, o que eu tô mostrando para vocês aqui é uma construção de um raciocínio que vai conversar com múltiplas áreas, inclusive com pré e pós-operatório cardíaco, De
cirurgias torácicas, de problemas aí voltados ao que quase ninguém tem hoje em dia, né? Estress, infarto, né? Depois da pandemia também não aumentou muito os problemas com degeneração cerebral, né, com demência, com infarto. Não tá tendo quase nada disso, né? As pessoas também não estão utilizando mais Monjaro, né? O Zenque, não tem quase ninguém usando, né? As pessoas estão emagrecendo naturalmente, né? Tá bem organizadinho a questão Metabólica e hormonal, não é mesmo? Como é que tá aí a vivência de vocês? Gente, falando, tô brincando assim, mas assim, no ano passado, olha, agora eu vou chutar
uma estatística, mas assim, só para ter uma ideia da minha experiência, de cada 10 pacientes, oito estavam usando monjara, certo? OK, eu não sou contra, vou deixar isso claro. Eu só acho que precisa ser realmente acompanhado, né? Qual é a indicação? E muitas vezes Quando a pessoa tem esse estímulo, o corpo não está funcionando mais, corrige o metabolismo da insulina de uma forma geral, que é uma das principais indicações. Isso faz a pessoa emagrecer, porque ela emagrecer, ela conseguiu fazer atividade física, conseguiu mudar o estilo de vida, conseguiu mudar os hábitos, melhorou a autoestima, você
entendeu? Melhorou o relacionamento, voltou a viver. Isso é lindo, sou totalmente favorável. Agora tem um monte de gente que vai me colocar uma injeção de de monjaro, por exemplo, né, no abdômen, sem nenhum critério, sem nenhum exame, sem nenhum acompanhamento, sem saber dosagem, sem fazer um processo de de chegar ali na dosagem correta, sem desmame e comprando ainda coisas do Paraguai. Aí não dá, né, gente? Aí realmente, né? Então, até nisso, até neste momento presente, pós Pandemia, com tudo isso que eu falei que tá acontecendo, o centro regulador torácico vai ser uma nova modalidade, tá?
Aqui nós temos vários alunos, ex-alunos, né, falando alunos, mas que que compartilharam a metodologia desenvolvida a ali há mais de uma década atrás da reabilitação neuromeninja, dos protocolos de terapia manual funcional. Pergunta para eles, até hoje eu tenho Alunos que falam que 80% da clínica deles eles vão conduzindo com os protocolos. Por que que eu tô dizendo isso? Porque não é sem embasamento. Agora, neste caso específico, tem muita coisa que nós vamos construir de ciência ainda. Tem certeza? Por isso que eu já tô abrindo isso para vocês. Se antes eh eh você não tinha essa
ideia, tudo é muito baseado na anatomia, na fisiologia e tem muitas coisas sobre Variabilidade da frequência cardíaca. A Fabiana é uma expert aqui em Nerve Express, né? O Michael já, quem quem quem tá ligado ao Afonso Salgado de alguma forma já sabe da tecnologia. Vocês sabem que existe relógio, anel, que controlam a frequência cardíaca durante o sono para ver qualidade do sono e que inclusive é uma respiração ideal que faz um sono melhor e um sono melhor modifica totalmente o seu metabolismo. Então, nós estamos já Falando de fisioterapia do sono, né? A minha esposa fez
uma especialização em fisioterapia do sono e eu assim de rabo de olho acompanhei algumas aulas também. Então nós temos na no no huborácico, no centro regulador torácico, uma enormidade de atuações que vão na área cardíaca, na área ortopédica, na área metabólica, na área integrativa. Então por isso vou passar pro lado de cá do slide agora. Então, regular o sistema nervoso autônomo, né, auxiliar a Comunicação do corpo a entender o que está acontecendo é fundamental. E nós temos hoje a neurociência da respiração. Então, existem pessoas que trabalham só com a respiração e nós, além de podermos,
se soubermos, indicar respiração, não falei para vocês, para todos, né? Alguns sabem, alguns não, alguns já participaram de vivências comigo. Eu também sou renascedor, né? Então, também fiz uma formação em respiração Consciente, foi muito impactante para mim em 2018. Eh, tive a oportunidade de ministrar diversos seminários eh em vários estados, inclusive sobre renascimento. É uma vivência linda, é uma vivência maravilhosa, tá? Para quem não teve oportunidade, recomendo fortemente que participe de uma vivência em renascimento, porque a respiração ela pode te levar a acessar mecanismos Inconscientes de bloqueios físicos e emocionais. Gente, presta atenção no que
eu tô falando. Não, de verdade, a respiração pode fazer você acessar mecanismos inconscientes de modulação corporal e emocional. Quantas pessoas eu tive oportunidade, gente, tá batendo um sol aqui na minha câmera. Deixa eu mudar aqui um pouquinho agora que eu vi. Me desculpem. É, deixa eu ver se aqui ficou melhor. Melhorou. Melhorou, né? Então, quantas pessoas na condução de uma respiração consciente guiada, 1 hora e meia respirando sem parar, eu tive oportunidade de conduzir o processo de regressão, vamos dizer assim, até um trauma de infância, até o momento do parto. E como foi significativo isso
para essas pessoas? Mas o que que eu estou querendo dizer com isso? Isso pode sim ser incorporado, Não é tão complexo dentro do conhecimento que você já t com conhecimento que a gente vai passar, entende? Então, a respiração como controle do sistema nervoso autônomo, ela é muito bem fundamentada hoje em dia, simples utilizada, mas pouco conhecida como acessório e técnica, ferramenta terapêutico. OK? E quando a gente faz isto De modificar então a fácia torácica. E vamos falar de fácil. Não, não vamos entrar em fácil porque não dá tempo. Mas eh existe a fácia é um
contínuo. A fácia é não são as fácias, é a fácia, é o desenvolvimento, desenrolar de todo o nosso corpo. Porém, esse desenrolar do nosso corpo tem fác e superficial. E o estudo dessas fácias separadamente, por exemplo, uma fácia endotorácica, Tá? Uma conexão de uma face cervical profunda com a região posterior do peritônio parietal. Ou seja, como que se conecta o tecido vindo lá da região do pescoço até o abdômen, tá? Como que se conecta a face cervical média com a região do tórax? Entende isso? Porque a face cervical cervical profunda e cervical média envolvem o
Tórax e o abdômen. Por isso que ao liberar o tórax e utilizarmos técnicas faciais para o tórax, há uma alta probabilidade de resolvermos problemas cervicais e dores de cabeça num raciocínio mecânico. Mas além do raciocínio mecânico, ao liberarmos essa região, estamos melhorando a comunicação linfática. Ao melhorarmos a comunicação linfática, estamos trabalhando a desinflamação do corpo e inclusive a modulação De uma possível neuroinflamação. Tão me acompanhando? Tá? Por isso que nós somos profissionais que podem atuar de um jeito muito bacana, conversando com diferentes técnicas, conversando com diferentes tecidos, com um objetivo central de melhora funcional da
pessoa. Esse é um ponto muito importante. Nosso sistema de avaliação funcional, Ela deve ser sistêmica. Como aquele sistema melhorou? Como você percebe uma melhora do sistema gastrointestinal? Como você percebe uma melhora do sistema respiratório? Como você percebe uma melhora sistêmica? E como essa melhora sistêmica repercute em saúde, recuperação de dor, regeneração de tecidos e qualidade de vida, Sabe? Eh, a discussão de técnicas isoladas cientificamente, ela é necessária. Por exemplo, qual a melhor técnica para melhora na amplitude respiratória? É uma discussão interessante, mas na prática clínica o que importa é o conjunto de situações que você
está resolvendo pro paciente. E Esse conjunto de situações depende das várias técnicas do corpo naquele momento e da orientação que você faz. Não depende só de uma técnica. Cientificamente, quando você estuda uma técnica e vê um resultado, é quase impossível reproduzir aquilo no ambiente terapêutico, porque tem muitas variáveis que envolvem aquela pessoa. Então, nós precisamos sim ter um arsenal de técnicas, mas fundamentalmente Saber direcionar aquilo para aquele paciente, entende? Então vamos relembrar algumas coisas da anatomia, por exemplo. Próximo slide, por favor, Kip. Olha só, vamos aqui relembrar uma estrutura. Olha aqui, gente, a complexidade anatômica
dessa região que nós estamos falando. Vamos assim, rapidamente passar por Alguns termos. Aqui nós temos veia jugular interna, responsável por 80% do retorno venoso cerebral ali, passa por aqui. Eu tenho vários casos, isso a gente tem na literatura também, que a diminuição, por algum motivo, no fluxo venoso jugular é causa de hipertensão craniana. Ué, o sangue vai do coração, Certo? Ó, aqui, tão vendo uma setinha ou não? Se não tiver vendo, não tem problema. Então, que às vezes é só o meu mouse aqui. Então, acompanhem comigo a horta. Localizaram a horta da artéria horta aí
um pouco acima, vermelhinha, né, que a gente tá vendo ali do coração, a gente tem um ramo à direita e um ramo à esquerda, certo? Que esse ramo é que ramo? é a artéria braquiocefálica. Basicamente é o Ramo que vai levar sangue para o braço direito e para a região da cabeça, a carótida. Então a gente vai ter um ramo da carótida do outro lado e vamos ter também a artéria braquial que vai pro lado de lá. Ou seja, o sangue, esse bombeamento do coração do ventrículo esquerdo, passando ali pela horta, indo em direção esse
arco, né, que vai pra artéria braquial e carótida, manda sangue pra cabeça. Esse sangue tem que Voltar com toda a limpeza metabólica necessária, levando toda a nutrição e o oxigênio pro cérebro. E ele volta por onde? Em 80% ele volta pela jugular. Se a jugular tem tensão, que que vai acontecer com essa cabeça? O sangue vai, não volta, explode. Gente, esse é um dos grandes motivos, por exemplo, de um AVC, de um acidente vascular cerebral em que foi sangue e ele não voltou. E se não está voltando pelo stress e tensão, Porque o tórax está
em inspiração, rígido, tensionado, os ombros aqui, ó, curtinhos, presos e não abre para facilitar o seu diâmetro antero posterior e látero lateral da entrada torácica superior. Já entenderam como a gente já estaria liberando ao liberar a entrada torácica superior todas as técnicas. Aí vai depender que técnica que você tem pra carocha, que técnica que você tem pra primeira Costela, que técnica que você tem ali pro conjunto muscular, etc. Mas ao liberar a entrada torácica superior, você vai ter sim uma otimização de todo o fluxo crânio cervical. E não sei vocês se já tiveram, se já
trabalha n dessa forma. Os meus alunos já trabalham dessa forma há muito tempo. Existe um protocolo que eu desenvolvi chamado de, é o terceiro protocolo do curso de terapia manual funcional PMF3 na porção cervical, que é um protocolo De trabalho específico para essa região de entrada torácica superior há muitos anos. Por quê? Porque só essa parte, só liberar a entrada torácica superior, ela já é resolve inúmeros problemas de dores de cabeça e de cefaleia tensional. Na maioria das vezes, algumas pessoas chegam com diagnóstico de enxaqueca crônica, mas depois de trabalhar do tórax e a entrada
torácica superior, some enxaqueca. Então, talvez não seja o Diagnóstico correto em xaqueca, e sim uma própria cefaleia atencional. Vocês sabem que eh eu desenvolvi trabalhos científicos em cabeça e pescoço, como eu falei para vocês, meu doutorado foi em cabeça e pescoço. E então eu fiz projeto de iniciação científica, conduzir trabalhos de iniciação científica sobre cefaleia. A atuação que nós temos na cefaleia é sensacional. Nós, eu quero dizer da terapia manual. Né? Quem trabalha mais tempo aí com ferramentas, o que melhora de dor no pescoço e dor de cabeça é assim, inclusive respostas inesperadas no primeiro
momento, com até diminuição de pressão do olho, né, com algumas tecas da face, da boca, mais as torácicas, a gente tem, porque o olho também tem uma relação muito significativa com o sistema nervoso autônomo. E quando a gente muda a resposta Autonômica que a pessoa relaxa, também tem uma resposta, por exemplo, de diminuição na hipertensão do olho. Olha que bacana. Então, às vezes a gente precisa conversar sobre isso. Caramba, né? [risadas] Cadê a Ninha, né? A Aninha tinha falado. Deixa eu ver se tá aqui. Aninha tá tá pelo menos assim com a fotinha. Oi, querida.
Então, como é que você vai Explicar pro paciente? Tem que explicar, entendeu? E se você souber, se você souber explicar, você para de ter sorte no trabalho. Entenda isso que eu quero dizer, porque quando você sabe explicar, não foi sorte o resultado, foi consciente a sua ação profissional. Quando você não sabe explicar, foi sorte. Entenderam? E é isso que o seu paciente vai Reproduzir. Você acredita? Ele vai falar assim, ó. Você acredita que eu fui lá naquele fisioterapeuta, né? E e eu tava com a dor no pescoço há meses, tomando remédio, fiz ressonância, falaram que
é uma hérnia cervical, que eu tô ferrado, vou ter que operar tal e tô lascado. Fui lá no fisioterapeuta, falaram que ele era bom, que é assim que o povo chega, né? Consulta particular, cara, Né? E mas eu fui lá, tipo assim, última tentativa, né? Cheguei lá, o danado não só melhorou minha dor no pescoço, mas descobriu que eu tinha uma gastrite, um refluxo, melhorou o meu refluxo, meu intestino começou a funcionar, eu comecei a dormir melhor, né? Eu tinha um zumbidinho no ouvido que até tá sumindo também. E aconteceu uma coisa muito engraçada. Eu
tinha uma dor de cabeça de vez em Quando, depois que eu fui lá nunca mais eu tive. Aí ele chega contando isso, falando para você: "Doutor, pelo amor de Deus, eu vim aqui para melhorar uma coisa, mas assim, o senhor é um santo, vai falar assim para vocês." Aí você vai falar assim: "Mas por que que aconteceu? Me conta, me explica". Não, eu melhorei isso, melhorei. Vai falar isso para vocês. Aí você fala assim: "Ah, sabe por Que que você melhorou do seu estômago? Por causa disso, disso e disso. Sabe por que você melhorou do
seu zumbido? Por causa disso, disso, disso. Sabe por que você melhorou disso? Você lembra aquela coisa que eu fiz no seu tórax ali, aquele pedacinho? Então, foi por causa disso que você melhorou. Quando você explica, ninha, tá, pro seu paciente o porqu melhorou, você acabou de valorizar Em duas, três, quatro, cinco vezes o seu atendimento, porque você trouxe consciência para esse paciente e agora ele vai ter uma coisa fundamental que antes ele não tinha. Ele vai saber o que fazer se acontecer de novo. Uma delas é te procurar. Outra com essas orientações vai facilitar. Então,
ó, vamos pegar aqui. Queria também chamar a atenção ainda na Figura para vocês do componente facial que nós estamos vendo, tá? Olha aí, procura aí onde tá escrito pleura. Pleura parietal, pleura. Vceral, tá? O termo tá em inglês, gente, mas assim, pleura tá igual no canto direito inferior. Vamos lembrar de todas as estruturas, então, em termos de veias chegando no coração, no átrio direito, tá? Vamos lembrar, vamos ver aqui, ó, pequena, uma Pequena conexão, por exemplo, com o ducto torácico que tá visível. Então, dá uma passada de olho aí nos termos aí que os termos
anatômicos são parecidos para ver a complexidade e ainda a continuidade dos tecidos e como essa área do tórax é um centro, como ela converge muitas informações. Próximo slide, por favor. pessoal da equipe, obrigado. Voltou Que eu vou passar rapidamente, tá? Ó, vamos voltar um slide, por favor, aí. Então, olha aqui. Isso aqui eu quero que vocês avaliem a estrutura anatômica da entrada torácica superior, da conexão, pegando ali o que a gente vai chamar então de tronco simpático, nervo vago à esquerda. E a concorda comigo que há uma necessidade da gente explorar um pouco mais plexo
cervical C1 a C4, plexo braquial. C5 a C8. Lembra que C8, gente, é aquele nervinho ali entre C7 e T1? OK? Então, eh, a gente a gente tem ali que explorar um pouco mais essa anatomia, essa fisiologia e discutir um pouquinho mais técnicas que possam auxiliar a ganhar espaço. O que a gente faz é isso, ganhar espaço para estruturas que estão comprimidas, tá? Lembra que eu falei para vocês que o que que é modulação? em relação ao que a gente faz, fazer pressão em algum lugar, Certo? Nosso trabalho todo é descobrir onde tá duro, onde
não tem mobilidade e a partir daí criar mais espaço paraas estruturas naquele lugar rígido que não está recebendo uma quantidade de sangue ideal. Por isso também que nós fomos compreender que o lugar dolorido muitas vezes, muitas vezes, muitas vezes, mais uma vez, muitas vezes não é o lugar que tem que mexer, porque é o lugar que está inflamado, hipermóvel, Não é o lugar para mexer. Não é possível, entende? assim, a tando, eu vejo isso ainda tão frequente. Então, eh, na terapia manual, tá? na terapia manual, na osteopatia, nas técnicas com as mãos, nós não vamos
mexer, na imensa maioria das vezes, no lugar inflamado. Nós vamos procurar o lugar rígido para drenar o lugar inflamado. Vamos procurar um lugar rígido próximo ao local inflamado para drenar o lugar inflamado. Agora, na fisioterapia você tem técnicas com aparelhos, com exercícios para os locais inflamados, OK? Não estou dizendo que o fisioterapeuta não tem ferramentas para lidar com o local inflamado. Tem sim e muitas. E ótimo, mas eu estou dizendo que se você trabalha exclusivamente com as mãos ou quer trabalhar com as mãos, Entendeu? Exclusivamente, não é tocando no lugar inflamado que a gente vai
ter melhor resposta. E eu posso dizer isso porque eu fiz uma opção. Eu trabalho 100% com as minhas mãos. Dean, mas você nunca faz eletro, etc? Não, por uma opção. Eu gosto de pôr a mão no paciente e eu gosto de trabalhar 100% assim. E quando eu acho que precisa de qualquer outra coisa, eu indico para os colegas. Então, não é que eu não acredito, não, não é isso. É que eu trabalho há 25 anos só com as mãos. É o que eu gosto de fazer. Ponto. Sabe como que eu trabalho? Eu uma cadeira e
a maca atendo em várias cidades há anos. É assim que eu gosto de trabalhar. Não preciso mais nada. Sou eu uma cadeira para eu sentar e a maca pro paciente. Acabou. É assim que eu gosto de trabalhar. Então, neste Universo, eu tenho bastante experiência para compartilhar com vocês, queridos. OK? Ó, então, olha aqui, vamos pegar aqui um pouquinho mais. Vamos pegar as várias conexões, nervos intercostais e toda a relação que isso leva de informação para o nosso centro, por exemplo, respiratório da medula. as informações cerebrais estão entendendo que o nervo vago vai capturando informações. Então
o nosso Corpo, a tensão muscular, a elasticidade, tudo isso vai informando como a gente está. Ao informar como a gente está para o nosso cérebro, ele vai mandar uma resposta e vai ter que reagir. Então, o que o nosso sistema nervoso faz é reagir ao ambiente que ele está. Fiz uma pausa, não foi falha técnica. Então vamos de novo. O que o nosso Sistema nervoso faz é reagir ao ambiente que ele está. Por isso é importante o que eu vejo, é importante o que eu ouço, é importante o que eu cheiro, é importante o paladar,
é importante o tato. E é importante como a minha sinestesia está, porque isso é que vai definir se o cérebro está ou não em situação de perigo e se ele vai ter que fazer uma descarga hormonal para as reações Normais de luta ou fuga que vem do stress, da nossa biologia ancestral primária, cérebro primitivo. Opa, tô entrando no outro universo, hein? Por que que nós vamos ter reações de alarme, reações de estress, de luta ou fuga? Porque estamos constantemente recebendo ameaças. E o nosso sistema nervoso tem que agir para liberar os hormônios necessários Pra gente
sobreviver. Agora, esse é a sua, se você quer fugir, é do seu relacionamento. Todo dia você tem estressir é do seu emprego. E se todo dia você tem que brigar com alguém, como diz o ditado, você tem que matar um leão por dia, que que acontece? Você está constantemente estressado, armado, rígido, com armadura no tórax Para aguentar a pancada. E é necessário criar um ambiente de segurança para que o paciente possa chorar, desarmar, soltar o ar. e confiar e passar a mensagem de que a esperança passar a mensagem de que você pode sim dar conta
do recado. Otimize suas ferramentas. Trabalha. Trabalhar com tórax também é trabalhar passando segurança, confiança para esse paciente, tá? E num outro momento mais aprofundado, se a gente evoluir, nós vamos falar mais sobre a representação emocional do tórax, que basicamente é de confiança e segurança. Quando você vive desconfiado e inseguro, você vive Com colete à prova de balas, você vive com a sua armadura. Entende isso? Que você tá pronto para receber um ataque toda vez que seu tórax tá rígido. Então nós precisamos começar a criar esse ambiente de segurança, conforto, possibilidade de troca. Que que o
tórax faz? Troca. Troca gasosa, troca o oxigênio. Não é isso? Não é onde o ar entra e sai. Troca. Então, próximo slide, por gentileza. Então, ó, nós estamos aqui com um sistema muito complexo entre estrutura esquelética, fáceas, órgãos, artérias, veias, nervos. um verdadeiro aparato que precisa ser estudado em cada uma dessas coisas, mas fundamentalmente essas coisas precisam conversar E todos aqui já t necessária para dar o próximo passo. Vocês já sabem o que é um sistema nervoso, vocês já sabem o que é um sistema arterial, vocês já sabem o que é um sistema linfático, vocês
já sabem isso. Porém, muito provavelmente, baseado na minha experiência como professor, não sabe fazer essas sistemas conversarem, nem no raciocínio e nem nas técnicas, até porque, quantas técnicas existem com A mão no tórax? Dezenas, centenas? Como diferenciar a hora que você vê uma pessoa com a mão na cabeça, com a mão no tórax ou na barriga? O que ele tá fazendo? Que que os pacientes falam quando o marido ou a esposa vai assistir a sessão? Imagina uma pessoa assistindo sua sessão. Bzição, né, Ma? Nossa, doutor, sua benzção é das braba. Nunca vi isso. Sua energia,
eles falam assim, viu, gente? Sua energia é tão forte que o meu marido, a minha esposa até dormiu, não é? É claro que eles não sabem que tá acontecendo uma regulação do sistema nervoso autônomo ali, não é? Que tá induzindo a pessoa a relaxar. Falou assim: "Doutor do céu, acabou de sair mais um, mais uma entidade." Por quê? Porque no momento da liberação Tem movimentos involuntários, né? Não é? O braço não faz movimento sozinho, a perna. Já viram isso quando tá dormindo o paciente na maca? São sinais de liberação. Que que o paciente faz a
hora que você tá liberando? [suspirando] E tá dormindo. E quem tá assistindo a sessão? Como que a pessoa entende isso? Chegou com dor, dormiu, fez movimento Involuntário, suspirou, levantou andando, não tinha mais nada, [risadas] não é? Sua benzção é das brabas. Agora, uma vez, Elan, de novo, querida, uma vez explicado para o paciente, você começa a ser uma referência. Por quê? Porque não adianta também, gente, você ser um teórico sensacional. Volto a dizer da crítica que eu tenho de alguns letrados. cara. É né? Como assim, cara? Publica, tem mais de 100 artigos publicados, mestrado, doutorado,
pós-doutorado internacional. pergunta para ele quantos pacientes ele já atendeu, sabe? Para mim isso é incompatível, tá? Eu entendo a utilidade do trabalho dele de propagar a ciência e tá legal, tem mérito nisso e concordo plenamente. Agora, o que eu discordo é de uma pessoa com tanto potencial intelectual não pôr A mão na massa para ensinar como aquilo funciona na prática. Entende? Então, as duas coisas precisam convergir, tá gente? as duas coisas vão convergir. Então, a minha crítica nesse sentido é, clínicos, vocês precisam saber explicar por que atingiu um resultado e precisa ter resultado, senão você
não ganha dinheiro, não sobrevive ali. O que paga suas contas é resultado. O que gera confiança é explicação. Certo? Se você tem resultado e sabe explicar o seu resultado, eu vou chamar isso de profissionalismo. Beleza? Próximo slide. Bom, gente, então, ó, nós estamos falando de uma ferramenta que vai atuar sistemicamente, né? A ferramenta que eu estou me referindo é o raciocínio, Tá? do Centro Regulador Torácico, do Centro Regulatório Torácico Multissistêmico. Fiquei em dúvida de como é que eu tô chamando isso. Quando eu formalizar toda a minha teoria que eu falei para vocês, que eu tô
num estudo, iniciando um estudo mais complexo sobre tudo isso, a gente vai definir um nome, mas provavelmente o Centro Regulatório Torácico é um bom nome, tá? Por que que nós estamos mostrando essa imagem para vocês? Porque é a partir do tórax que entra tudo que vai ser distribuído pelo corpo. Tudo, professor. A comida passa por onde, gente? Entre a boca e o estômago. Por onde que essa comida vai passar? Pelo esôfago. E um tórax debilitado. Que que acontece com o esôfago? Um tórax em cfose, que que acontece com O isôfago? Uma pessoa com a barriga
grande, o tórax pequeno, que que acontece com refluxo? Que que acontece com a digestão? Com a inflamação intestinal? Nós estamos falando de um lugar que eu não sei porquê, porque até o Dr. Stetil falou da importância da regulação sistêmica da lei da artéria, sabe? Que a gente não que eu não sei, eu parei para analisar. Primeiro eu sou um apaixonado por tudo no que se refere à Terapia manual. Então assim, eu tive muitas fases, gente, 25 anos, né? São muitas fases, tá? Tive a minha fase de estralar todo mundo, sabe? Foi legal. Tive a minha
fase de trabalhar só com fác, tive a minha fase de trabalhar só o crânio, tive a minha fase de trabalhar emocional, tive a minha fase de trabalhar aí com atividade física. Já, para quem não sabe, eu já tive academia de musculação, também já trabalhei com ergonomia, sabe? Enfim, sabe? Eh, e tem Uma verdade, para mim é uma grande verdade, tá? Que eu vou passar aqui para vocês, é que nós devemos atuar com o movimento onde não movimenta bem. [risadas] Parece brincadeira, né? É ridículo. Mas gente, eu vou procurar fazer movimento em que lugar no corpo?
Quais os lugares que não movimentam bem, que são os três lugares principais de Tratamento do corpo. Vou falar para vocês, pode anotar. Sabe onde você onde você vai ajudar o seu paciente absurdamente em quase tudo? Tratando o crânio, o tórax e a pelv. Porque são os lugares duros, não é trabalhando membros e trabalhando cervical e lombar. Os resultados mais malucos de positivos quase sempre estão conectados com crânio, tórax e pelv. Tô dando uns segundinhos para vocês Pensarem sobre isso que eu acabei de falar. processaram. Muito bem. Bom, próximo slide, queridos. Então, ó, para fechar aqui,
olhar o tórax só com a caixa óssea, só com técnicas para costelas, externo que seja, sabe? Coluna torácica é uma pobreza Sem igual, sabe? Então, o que tem nesse tórax, nessa estrutura óssea, por fora e por dentro, é a riqueza do tórax. Sistema nervoso autônomo simpático, vago parassimpático, sistema linfático, coração, pulmões, pleura, mediastino, diafragma. Saber olhar por camadas toda essa região E ter ferramentas técnicas para essa região pode ser sim um grande diferencial para quem quer trabalhar com as mãos, mas não só para quem quer trabalhar com as mãos, porque compreender este raciocínio pode sim
modificar a forma como você presta prescreve exercício e prescreve todo o tratamento do paciente. E esse conceito que eu passei para vocês agora De tratar o crânio, tórax e a pelv pode modificar toda a resposta terapêutica e a sua conduta dentro do ambiente clínico. Então, mesmo para um médico que provavelmente não vai pôr a mão no paciente em termos de técnicas, porque a dinâmica de trabalho é outra, se ele olha para um um paciente com hérnea de disco cervical ou com hérneia de disco lombar, entendendo todas as correlações da mecânica torácica do jeito que eu
tô Falando e das questões inflamatórias, vocês não acham que a conduta dele seria diferente? Entende isso? Então, nosso papel vai ser compreender isso de maneira um pouco mais profunda. Obviamente se vocês quiserem dar sequência nos estudos, porque essa imersão, apesar dela ser muito profunda, nós ainda estamos na ponta do iceberg. OK, queridos? Pausa até 10:35. Banheiro, água. São 10:20 agora. 10:35 a gente retorna. Beijo para vocês. Põe ah, põe as questões, põe as questões aí no no chat que eu vou olhar agora, tá? Vai Ah. Eu também. Queridos, estão aí? Certinho. Faz um joinha do
Michael. Eu já vi. Muito bem. Voltando, né? Filtrando. Tá certo. Tem que ser assim mesmo. OK. Perfecto. Então, vamos lá. Tem mais uma questão questão aqui. Eh, pode passar pro próximo slide, querida, por favor. Tem uma questão aqui que é interessante, né? O Pablo falou assim: "Dean, e o tórax as relações com as disfunções tempromandibulares?" Então, a gente não comentou uma Situação. Qual é essa situação? A situação é que a face tem um uma relação muito significativa com o nervo trigero, OK? As expressões faciais têm uma relação muito significativa com o nervo trigêmeo. E o
nervo trigo, ele tem uma relação com centros eh regulatórios autônomos cerebrais, além de inervar a dura mata anterior e média, tá? Qual é essa relação? Essa relação é que o que Acontece na face também gera uma aferência via nervo trigo e modula exconexões, respostas autonômicas no corpo. Então, quando eu tenho problemas na ATM, eu também tenho respostas autonômicas, respostas do sistema nervoso autônomo. E quando eu tenho uma resposta do sistema nervoso autônomo, eu tenho uma resposta também na boca. E por isso que quando eu estou tenso, eu travo a minha boca e tenho bruxismo e
apertamentos dentários. E quando eu estou relaxado, eu solto a minha boca. Por quê? Porque se eu estou em mecanismos de guerra, mecanismo de defesa com a armadura torácica, eu não vou ficar com a boca aberta, né? Ah, não é óbvio? Como que eu faço? eu travo porque eu tô num mecanismo defensivo de luta e fuga. Ao contrário, quando eu relaxo o meu sistema nervoso autônomo, recebo um comando de relaxamento, segurança, paz, Expiração. Relaxar significa expirar. Quando eu recebo um comando de expiração pro ar sair, que que acontece? Ah! [suspirando] Ah! Tem que relaxar minha boca,
entendeu, meu querido Pablo? Viu aí? >> Sensacional, Dean. Obrigado. Top. >> Tá claro que eh nós precisamos Aprofundar isso, tá? Se a gente for falar de disfunções tempromandibulares, puxa, é muito legal também. Um assunto que eu acho muito top, tá? Só que isso tem que entrar, o sistema nervoso autônomo tem que entrar na regulação das disfunções tempromandibulares. Por isso que tem tanta recorrência, não é só fazer técnica para soltar maceter. Piterigoide, piterigoideu. Fechou. Fechado, obrigado, mestre. >> Valeu. OK, queridos. Então, vamos lá. Nesta etapa, né, eu já acho que eu não tenho que ficar mais
convencendo ninguém da importância do centro regulatório torácico, né? Certo? Tá claro isso? OK? Então, o problema, tá, que o Centro Regulatório Torácico resolve Não é também só local. O problema que nós vamos resolver com a manipulação, com as técnicas que envolvem o Centro Regulatório Torácico, eles podem estar à distância. Nós podemos eh ter uma resposta em sintomas do braço. Por exemplo, eh Dean, você já boa. Tem um paciente, por exemplo, tem uma paciente que ela tinha uma recorrência De sintomas de túnel do carpo voltado à profissão dela, tá? E aí que uma das ferramentas principais
que auxiliaram ela a realmente resolver o problema da da síndrome do túnel do carpo da mão direita dela, do punho direito, foi a liberação do tórax à direita para facilitar todo toda a recuperação, o retorno venoso da inflamação lá do punho. Então, quando eu realmente fiz as técnicas que liberaram o tórax do lado direito, que Liberaram o axila, que liberaram a região subclávio, que liberaram plexo braquial, este conjunto todo aqui foi quando ela falou para mim que no dia seguinte, aliás, na final da sessão já tava mais desinchada a mão dela e ela já tinha
melhorado o movimento, mas no dia seguinte ela tinha desinchado um túnel do carpo crônico, tomando medicação há mais de dois meses. Ol, não é uma loucura a gente parar para analisar. E gente, Vocês já ouviram falar, quem é meu aluno talvez já tenha ouvido falar da síndrome de Double Crash, que foi muito discutida em mobilização neural. David Butler, gosto muito da mobilização neural, é muito embasado das técnicas neurodinâmicas, tudo muito bacana, tá? E entra muito no nosso raciocínio aqui, totalmente, tá? Eh, nessa época é muito claro de observar, eles já compunham esse raciocínio. Nós Estamos
falando aí dos anos de 2000 aproximadamente, se não me engano, o livro de mobilização neural do David Butler, é 2001 a edição dele, por aí, tá? Eh, já falava que normalmente nós temos um problema cervical que vai levar a um esmagamento duplo da raiz cervical, saída cervical, que leva uma pobreza de condução neural até o punho e faz síndrome do túnel do carpo. Aqui tá ruim, volta com o feedback negativo desse lado, piora do lado de cá e começa A fazer síndrome do túnel do carpo do outro lado. Vocês já tiveram pacientes com síndrome do
túnel do carpo bilateral, sendo que a pessoa usa mais a mão direita ou a mão esquerda, tá? O que que isso significa? Isso significa uma progressão de uma cronificação de uma inflamação neural que na imensa maioria das vezes, com as técnicas, por exemplo, torácicas, é onde A gente vai encontrar um excelente resultado. Então, olha só, nós estamos falando aqui neste momento da importância da respiração, do controle do sistema nervoso autônomo, né, via vago, simpático. Agora acrescentei uma informação graças ao nosso querido Pablo do trigênio, tá? Que está relacionado sim ao controle do sistema nervoso autônomo
também, viu? falamos do sistema venoso e linfático e nem sempre, talvez ficou claro para todo Mundo que as fácias viscerais, mediastino, o peritônio, tá? E com isso a postura também tem relação com tudo isso que a gente tá falando. Como que é uma pessoa que está com tórax fechado em cfose? Como é uma pessoa que está que tem uma escoliose? O que significa dentro da mecânica torácica uma retificação cervical ou uma Retificação lombar? Agora a gente chega num ponto muito importante, muito importante, que é o quê? O que acontece na nossa clínica é a leitura
do tórax influenciando os sintomas do paciente. Chegar então com o trapézio tensionado assim, ó, com ombro pra frente, com o trapézio todo dolorido. Vi que a Kátia entrou agora, querida. Um minutinho que ela mandou uma mensagem aqui, deu certo, né? Ok. Então, é comum, gente, para vocês encontrar a gente com essa região de dor recorrente? Quase nada, né? Dor escapular na região ali entre as escápulas, quase nada, né? Por que que é tão comum a gente encontrar disfunções cérvicotorácicas? Boa parte das disfunções Cérvicotorácicas não estão relacionadas a causa, gente, e sim ao efeito dos centros
regulatórios torácicos, né, do centro regulatório, das partes torácicas não estarem fazendo um bom deslizamento facial com isso levando a uma postura ruim e uma postura ruim com estress mantida vai levar a um aumento de solicitação muscular de algumas áreas. Então, o corpo vai ter uma informação de uma Postura ruim, de estress, de tensão muscular. E tudo isso que a gente tá considerando vai levar a gente a interpretar um diagnóstico ortopédico de dor cervical, uma cervicalgia. Mas a cervicalgia talvez tenha uma causa que não está na coluna cervical dentro dos diagnósticos ortopédicos que chegam pra gente.
Portanto, tá, nós vamos sim levar em consideração o que alguém falou, Alguém deu diagnóstico de cérvicobraquialgia, enxaqueca. cervicalgia, cefaleia tensional, disfunção templo mandibular, né? Eh, refluxo, gastrite, azia, eh, disbiose, síndrome do intestino irritável, né? Edema nas pernas. Nós vamos levar em consideração, porém, a explicação funcional para que a gente consiga construir a História da dor e do sintoma do paciente, ela vai requerer uma um entendimento de uma cadeia lesional, entende? Por que que ela tem uma desregulação do sistema nervoso autônomo? Quais partes do sistema nervoso autônomo estão envolvidos? Quais efeitos isso tem nas patologias que
ela tem? Porque o paciente não vem com uma coisa só. E muitas vezes para o fisioterapeuta, Ele não sabe que ele pode queixar de tudo. Literalmente ele chega e fala: "Eu tô com a dor aqui, ó, né? Mas tudo bem, que que você quer que faz?" Ah, eu quero que você faz uma massagem aqui, ó, para liberar a dor que eu tô aqui. Já receberam o paciente assim? Tá aí você tem que explicar para ele. Olha, para resolver sua dor aqui, eu vou ter que apertar aqui, eu vou ter que mexer aqui, eu vou ter
que mexer aqui, Eu vou ter que mexer aqui. Por isso que vai melhorar sua dor aqui. Tudo bem? O que que você faz neste momento? Você faz a construção de uma cadeia lesional mentalmente para que com as técnicas você faça a desconstrução da cadeia lesional, certo? Tá? Então, nem sempre e na imensa maioria das vezes, salvo Traumas diretos, basicamente nós vamos regular o corpo daquele paciente. Nós vamos utilizar mecanismos regulatórios, mecanismos de reequilíbrio funcional, certo? E isso é que vai gerar a resposta esperada em termos de resultado clínico. Próximo slide. Então, olha só, nós temos
aqui mais uma ilustração Falando desta mecânica. Então, uma rigidez torácica, ela pode diminuir a mobilidade costal, diminuir o movimento diafragmático e com isso aumentar a pressão introrácica. Isto pode gerar uma estase venosa, uma congestão linfática e favorecer um ambiente para inflamação. Porque se nós estamos falando de drenagem E se nós estamos falando que um tórax rígido e duro tem uma drenagem pior, nós estamos falando de drenagem de onde para onde, gente? do coração paraa cabeça, do coração pro abdômen. Só, [risadas] só isso. E por que que o tórax é tão importante? Porque é ali que
tá o coração, é ali que tá o pulmão, é ali que a gente tem os ductos linfáticos, é ali que a gente tem a parte do retorno Venoso, é ali que a gente tem o diafragma. Então eu diria tranquilamente que o tórax é a primeira liberação que você tem que fazer sem perguntar nada. Você nem sabe o que que o paciente tem. Você deitar e fizer toda uma liberação torácica bem feita nele, ele vai Melhorar de coisa. até que não falou ainda, [risadas] entende? E eu posso dizer isso para vocês de maneira aplicada e replicada
com os alunos. Qual é, gente, a primeira técnica do primeiro protocolo de reabilitação neuromeninga? liberação do tórax, porque é ali que começa tudo, é o processo de reparação, Relaxamento, confiança, reequilíbrio autônomo, para que as outras técnicas entrem cada vez com mais facilidade. Qual é a segunda técnica do protocolo de reabilitação neuromeninga? Liberar o abdômen. Olha que coincidência, gente. Liberar o tórax e o abdômen que acaba liberando o diafragma. Certo? Lembraram aí os meus alunos de habilitação neuromeninge, né? Qual é a terceira técnica do protocolo deitação neuromeningja? Liberar a base craniana. Que que tem na base
craniana? o fluxo e o controle cervical para entrada e saída de sangue da região intracraniana. Que que entra na sequência da liberação de base craniana? Liberação do forame rasgado posterior. Por que que entra o forame rasgado posterior? Porque é saída de veia jugular, não é? É saída de nervo vago, é saída de Nervo acessório. Olha como vai ficando bonitinho. Então, meus queridos alunos, agora eu vou falar para vocês que eu estou propondo para vocês é dar um próximo passo. Não é repetir o que nós já sabemos que funciona. É avançar os nossos estudos. do Centro
Regulatório Torácico e as conexões não tão bem explicadas Lá em 2012 e 2013, porque nessa época que estavam lançando o sistema linfático. Então, de lá para cá, dá para embasar simplesmente tudo. Presta atenção. Dá para embasar simplesmente tudo dos protocolos que nós criamos, que vieram da prática, mas que hoje tem uma neurofisiologia, uma neurociência Aplicada e com um raciocínio muito claro nos últimos 5 anos, apesar da gente ter criado raciocínio há 14 anos atrás, >> continua atual. Na verdade, naquela época era muito especulativo, porque o que eu tinha para falar para vocês com conhecimento que
eu tinha, gente, isso aqui funciona. Eu testei em centenas de pacientes. Quem tiver coragem sabe, testa também. Mas antes de vocês testarem, que que eu quero que vocês eh percebam? Eu quero Que vocês sintam isso que a gente tá fazendo. Que que aconteceu com o protocolo de trabalho e com os cursos de reabilitação neuromeningia naquele momento? Eles eram 70% presenciais, práticos. Então não teve ninguém que fez curso de reabilitação neuromeningia que não recebeu todas as técnicas. E ao receber todas as técnicas você viu o tanto que modificou o seu próprio corpo. Que que aconteceu? gerou
a confiança Necessária para você replicar nos seus pacientes. E quando você replicou nos seus pacientes, você viu que teve resultado do mesmo jeito, não é? Então, foi isso que aconteceu. Só que não existia uma explicação tão legal quanto a que eu estou encontrando na neuroinflamação, no sistema nervoso autônomo, nos conhecimentos de naturopatia que hoje tem para explicar tudo que a Gente já fazia. Então agora dá para ter muito mais força na expansão desse conhecimento e inclusive direcionando muito mais técnicas e novos protocolos de trabalho. OK? E antes que a gente tenha aí uma dúvida, né,
das pessoas de protocolo, gente, os protocolos que normalmente eu desenvolvo são super flexíveis, apesar de ser um protocolo, protocolo é assim, ó. Faça liberação torácica. A liberação torácica, ela precisa ser Individualizada para cada pessoa. Mas é interessante fazer um primeiro trabalho de liberação torácica, entende? Mas isso precisa de um diálogo mais próximo, precisa, né, da gente tá conversando e entendendo o que que é que regula realmente, quais as técnicas que são cada vez mais úteis e profundas, né? Bom, deixa eu ver aqui. Cátia querida, perdeu algumas coisas, né? Você entrou um pouquinho atrasado. Tudo bem,
né? O RNM. OK, Pablo. Eh, Marco, isso quer Dizer que nós temos que ter uma nova vivência. Claro, você isso aí em algum momento vai precisar acontecer, até porque eh tô sentindo necessidade aí de tratar vocês, né? vendo aí alguns colegas aí. A Eliete já tinha pedido, né, Eliete, em janeiro não foi possível, porque essa retomada ela ela precisa acontecer em fases, né? Então é construir novamente uma audiência, né, Eliete. Então eu preciso, neste sentido, reconstruir a audiência. Como eu falei para vocês, quem formou em, vamos colocar uma 2018 para cá, são 8 anos. Povo
nunca ouviu falar de mim, porque eu estive ausente cuidando de mim e da minha família. [risadas] Afinal de contas, né, eu emagreci 25 kg e tô mais forte. [risadas] Tá bom. Muito bem. Vamos lá, próximo slide. Então, olha só, eu vou passar rapidinho este momento aqui, eh, para dizer para Vocês que se a gente for, eh, dar sequência, né, nestes estudos, né, que a gente tá propondo aqui para vocês, nós vamos precisar detalhar anatômica e fisiologicamente onde é que estão essas estruturas para fazer sentido dizer por que uma técnica ela é sugerida virantes de outra
técnica. Do mesmo jeito que eu sempre disse para vocês que antes de qualquer técnica craniana é muito importante fazer a Liberação do forame rasgado posterior. Lembram disso? Tá? Do mesmo jeito que eu sempre disse para vocês que é muito significativo que vocês liberem o tórex para criar um ambiente de relaxamento necessário para quebrar o padrão de defesa do no do nosso paciente. Só que, né, agora eu diria que a gente tá num nível diferente, tá com mais experiência, mais Embasamento, mais cadeias lesionais, então a gente consegue eh evoluir para integrar definitivamente o curso de terapia
manual funcional, a reabilitação neuromeningja dentro do modelo do Centro Regulatório Torácico. E a partir daqui a gente cria braços voltados a nutrição, suplementação, né, e algumas outras coisas, por exemplo, onde entra a fitoterapia, Onde entra a dieta, o jejum, eh, o cuidado com sono, exercício físico, sabe? Então, a gente já tá falando mesmo de uma situação mais eh caprichada, mas não é o melhor termo esse, né? Uma situação assim eh de tratamento da pessoa mesmo, sabe? de mudança, eh, no que no que a gente tinha de concebido anteriormente e que é fundamental, eu diria que
é fundamental para a visão de hoje, porque A visão de hoje, vocês viram as estatísticas atuais, vocês viram que nós temos mais pacientes hoje deprimidos no Brasil com diagnósticos de na área de saúde mental do que câncer e outras patologias que antes ocupavam um lugar maior nessa lista. Deão, o que que tem a ver? Tá viajando, né? Alguém pode falar assim agora no Meio do slide do ducto torácico, sabe? Você tá falando de saúde mental, [risadas] tá gente? Então, é o seguinte, vou conectar com a pergunta que alguém me fez aqui eh no chat sobre
como estão as liberações somato emocionais hoje. É, hoje já consigo perceber que é possível diferenciar mais o que é de origem emocional e que se manifesta no físico E aquilo que é do físico e leva. Alguém está com o microfone aberto? >> Obrigado. Eh, eh, é mais compreensível para mim hoje e por isso posso passar um pouco mais sobre isso, daquilo que é emocional manifesta no físico, daquilo que é físico e manifesta no emocional. E eu estou dizendo isso é porque nós estamos num momento em que isso é muito atual. todo esse conhecimento que eu
estou passando para Vocês que reflete na saúde emocional das pessoas, porque as pessoas não estão normais no que se refere ao funcionamento cerebral e autônomo. Uma parte deste problema atual, ele é alimentar. Nós estamos comendo muito mal, tá? Uma parte do problema da saúde mental atual é alimentar. Nós precisamos compreender quais são os alimentos realmente inflamatórios, retirá-los da nossa lista de supermercado e acrescentarmos comida natural e de verdade. Certo? Primeiro ponto. Segundo ponto, nós estamos num ambiente de estress Constante, tá? Sinceramente, eu não sei nem se tá tendo exceção, mas deve ter. Mas assim, não
é o que eu encontro na minha clínica, na minha família, com os meus vizinhos. Então assim, vou te falar que na minha realidade tá todo mundo estressado. Eu estou estressado, tá todo mundo estressado, tá? Por que que nós estamos tão estressados? Porque nós estamos num mar De insegurança e falta de confiança. Não é isso que eu falei para vocês o tórax? Tá? Eu também não falei para vocês que um ambiente modula as reações do nosso sistema nervoso autônomo. Então, nós estamos num momento de guerra. Nós estamos num momento de guerra entre Rússia e Ucrânia, guerra
entre Estados Unidos e Irã. Nós estamos num momento em que o estreito de Ormus lá tá uma confusão que Não tem petróleo. Nós estamos num momento em que o dinheiro do mundo nem é mais físico, é só digital, que nós estamos a mercê de inteligência artificial. E esse a mercê não necessariamente que é ruim, mas eu quero dizer que dependentes da tecnologia, da geração de energia paraa tecnologia, não é isso? da internet. Vocês estão preparados, né, para um para um apagão, como dizem Algumas pessoas, que pode acontecer, sabe, sem energia elétrica e sem eh internet.
Como que nós vamos fazer isso hoje com esse medo constante implantado na gente? Nem sei se vai ter ou não o tal do apagão, mas e se olha o medo constante instalado. E se falta comida no Brasil? Então, e se os caminhoneiros param? E se o diesel não abaixa o preço? E se eu não tenho reserva alimentar? E se o Lula ganha de novo? o Lula não Ganha, etc. A instabilidade política, econômica, a falta de segurança, a marginalidade. Na minha época, esses dias eu estava conversando com o paciente, a gente andava de bicicleta, eu era
office boy do meu pai, a gente andava de bicicleta, fazia os serviços para ele na cidade inteira. Hoje em dia a gente não tem coragem de deixar nosso menino pegar uma Uber, Porque você não sabe se ele volta para casa. Então nós, o que que tem a ver, né? Nós estamos num mar de inseguranças e incertezas e falta de confiança, gerando um estress permanente. E isso disparou processos inflamatórios, neuroinflamatórios, respostas autônomas e confusão mental. conseguir chegar na saúde mental para vocês. Uma das formas que nós temos de reação, Reação positiva trabalhando, é também ajudando essas
pessoas a respirarem, relaxarem, orientando sobre comida, orientando sobre manter um ambiente seguro, tentando trabalhar a si mesmas e com isso os próximos também. Então, quando a gente tá trabalhando com isso aqui, a gente está criando também ferramentas de controle autônomo, Manuais e também com orientações. Ao fazer isso, incentivar a atividade física correta, nós estamos controlando dores, nós estamos liberando hormônios e nós estamos modulando comportamento e estilo de vida. E este talvez talvez seja um novo propósito, uma nova área para para pro pós pandemia e que se conecta muito bem com o que nós Estamos fazendo,
nós fisioterapeutas, terapeutas manuais, osteopatas, enfim, nessa linha, porque nós temos ferramentas a claro que a partir de uma preparação, de uma construção, que podem auxiliar nesse processo. Tudo bem, gente? Cheguei lá, então nós precisamos ajudar as pessoas a ficarem menos doida, tá? A grosso modo, é isso. E se a gente não conseguir, ela Precisa sim de psicólogo, precisa de psiquiatra, precisa eh de nutrólogo, nutricionista, sabe? Mas elas também precisam de quem oriente esse caminho, porque isso que a gente tá falando é um nível tão profundo e técnico que não são todas as pessoas que têm
condição de compreensão. E para que isso se torne embasado, nós voltamos pra velha situação fundamental Do conceito da anatomia, da fisiologia. Tá? E das manifestações conhecidas, sabidamente conhecidas do nosso corpo. Certo? Próximo slide, por favor. Então, olha aí, que bacana, né? Que estress, meu Deus. Olha aí as conexões. Então, um exemplo, tá? eh, de correlações com o sistema nervoso, autônomo, parassimpático, simpático, tá? E percebendo que toda vez que nós temos Informações que chegam no nosso cérebro, seja pelo que a gente vê, seja pelo que a gente ouve, não, [risadas] olha, isso é antiquíssimo na minha
linguagem, tá? do que eu falo para vocês, nós muda a fisiologia do sistema nervoso autônomo. Tem técnicas, por exemplo, cirúrgicas que fazem um bloqueio em um determinado Local, na cervical, um bloqueio na lombar. E nós temos respostas sobre centros regulatórios comprovando a influência da anatomia. Então assim, não é uma discussão o caminho do sistema nervoso autônomo e que nós regulamos isso através das informações que chegam, entende? Só que se, gente, o caminhão precisa pegar a rodovia, certo, para chegar com a sua com a sua bagagem no destino. E se a rodovia tá estragada? bloqueada e
impedida. A informação não chega ou chega um caminhão detonado, sem carga. Pegaram a analogia que eu tô dizendo? E se as informações então que eu tô absorvendo estão passando por uma rodovia toda esburacada e detonada e hora que chega lá onde precisa, não tem a carga que precisa mais. É isso que nós estamos fazendo quando Nós regulamos sistemas. É isso que nós vamos fazer com o parâmetro biomecânico do corpo, fazendo pressões, liberando locais rígidos, ganhando mobilidade, mantendo uma boa circulação, um bom retorno venoso e uma boa drenagem linfática e glinfática. Próximo slide. Então, olha só,
E aqui vou vou fazer um resumo do que a gente viu. A regulação sistêmica torácica é uma regulação de pressão, de fluxo, e ela vai estimular outros processos regulatórios no corpo. Ela tem uma interface mecânica. Ela tem um centro pressórico, um centro de pressão que precisa ser Equilibrado. O coração não é para ficar apertado, é para ele tá livre. Tá livre de onde, Dean? O coração tem que tá livre em relação à amplitude antero posterior, tá? Do externo à coluna. O coração tem que estar livre porque a a os pulmões vão abrir esse espaço, tá?
A pleura vai estar esticada. Vamos ganhar espaço mediastinal, entende? E nem sempre ganhar espaço, mas Melhorar mobilidade, melhorar fluxo. Então, nós vamos querer um coração com espaço, um pulmão com espaço, uma fácia que desliza e que tem ali conforme as suas propriedades mecânicas, as propriedades mecânicas que envolvem deformação, biotensidade, complacência, tá? Então, as forças que estão atuando sobre o tórax precisam ser modificadas, gente. Não dá para fazer musculação pras costas e achar que vai mudar tudo isso, entende? Aquele raciocínio de vou fazer musculação para as costas e vai mudar tudo isso. Vai mudar um pouco,
sabe? dependendo da sua postura de trabalho durante o dia, da repetição, da frequência. >> Tá bom. Alguém, alguém desligou o microf, ligou o microfone. Então, eh, Naturalmente nós vamos precisar fazer exercícios para ajudar nesse processo. Só que se a gente consegue criar habilidade suficiente para ir diretamente num ponto, a gente vai acelerar isso absurdamente. Agora, se pegar uma pessoa que vai malhar, fazer uma musculação paraas costas todos os dias, seis dias por semana, 50 minutos, durante 3 anos, ele vai ter uma modulação gigantesca nisso Tudo aqui? Claro que vai, porque ele vai a vai mexer
com todos os parâmetros envolvidos aqui, inclusive com o sistema nervoso autônomo, que é o que o exercício faz por nós. Mas e se a pessoa não consegue ainda isso? Se ela precisa de mais estímulo, se ela precisa sair do lugar, se ela precisa melhorar uma dor para conseguir ir pra academia, aí a gente vai ajudar mais, tá? Então, a gente vai trabalhar com raciocínios de Complacência vascular vascular, drenagem intersticial, metabolismo. Nós vamos trabalhar com a comunicação bioquímica através da biomecânica, tá? Com isso, o sistema linfático, via ducto torácico, via estímulos circulatórios, vão começar a estimular
a recuperação de processos inflamatórios detectados, por exemplo, via intestino. Vai haver uma depuração melhor, porque a rodovia, lembra da rodovia do caminhão? Porque a rodovia vai estar mais asfaltadinha, sinalizada, entendeu? E com postos de hidratação e de reabastecimento, tá? Então, por que que nós precisamos trabalhar a mecânica corporal? Nós precisamos trabalhar a mecânica corporal porque a mecânica tem relação com a pressão Interna das estruturas, que tem relação com o fluxo de sangue, de linfa naquela estrutura, naquela região. Perfeito. Quem vai continuar então uma vez que a gente tirou os lugares rígidos, tirou as tensões nesse
lugar, quem vai continuar esse processo? a respiração, o diafragma, o exercício físico. E tudo isso vai chegar numa numa resposta de relaxamento E vai fazer o quê? Uma limpeza no nosso cérebro, que é o que o sistema glinfático faz. O sistema então glinfático é um sistema linfático cerebral que vai ser disparado o maior a maior explicação que a gente tem de correção de neuroinflamação. E para corrigir as neuroinflamações, nós já sabemos que tudo isso que eu Falei, respiração, alimentação, sono, são fundamentais. E quem somos nós com o cérebro inflamado? E quem somos nós com o
cérebro desinflamado? E para responder a essa questão, eu perguntaria para você: como que você é? Se você tá nas férias, tá? Se você tem férias, né? Se você tira uns dias de descanso, come bem, dorme bem, relaxa, tá? Como que fica assim? Como que você Vê a vida? Tem dinheiro no banco, né? Talvez alguém vai falar assim: "Não, nunca vi essa situação, tá? Vamos imaginar isso, vamos colocar um final de semana bom, vamos criar um cenário, tá? para você aí. Bom, quando tudo isso tá organizado ou na sua adolescência ou em algum momento da sua
vida, como que é a sua resposta? Você não fica muito mais perto ser quem você é? Entende isso? Você fica muito mais próximo de manifestar a sua essência, o a que veio ao mundo. Olha como olha a complexidade e a profundidade do nosso papel. Eu tô dizendo, entende? Então, nós não vamos corrigir o mundo todo, mas nós podemos criar um pouco de ferramentas, melhorar alguns aspectos que vão auxiliar a pessoa nesta direção e, gente, nos auxiliar, que a gente não quer eh chegar aos 90 Anos, você quer chegar aos 90 anos bem, vivendo, lembrando das
suas histórias, lembrando das viagens que você fez, das amizades que você construiu. E isso tudo tem uma série de atividades cerebrais envolvidas, que é o que uma inflamação sistêmica crônica vai transmitir para uma inflamação cerebral, uma neuroinflamação que automaticamente vai favorecer hoje Em dia doenças neuroinflamatórias cerebrais e degenerativas, como a gente já tem pesquisas atualíssimas. muito recentes dos últimos anos, falando da correlação entre problemas de intestino que aparecem 10 anos antes de Alzheimer e outras correlações com doenças neurodegenerativas que estão relacionadas a modulações hormonais, estress e esse conjunto de erros aliment entares e de estilo
de Vida que nós temos. Por isso é que muito do que se fala na medicina integrativa hoje tem muita validade, é muito interessante, mas a gente precisa compreender qual é o raciocínio que mais faz sentido e não também ficar viajando demais nas possibilidades aí de TikTok, vamos dizer assim, né? nas possibilidades aí eh de marketing. Então, é embasar, fundamentar para poder raciocinar. Certo? Mais um slide, por gentileza. Então, olha só, vamos por partes, tá? Quando a gente tá falando de tudo isso, nós estamos falando, sabe, sobre cognição, concentração, memória. Nós estamos falando da conexão existente
entre cérebro, tá? Agora que vocês estão sabendo, eh, o sistema glinfático que não é conhecido para muita gente, tá? Eh, agora que vocês talvez vão começar a dar mais importante para o sistema Linfático, para a mecânica do tórax, para a mecânica do abdômen, para a alimentação, para o estress, tá? Agora, talvez vocês vão ver eh, como isso vai influenciar no seu sistema imunológico, né? Como isso pode influenciar em outras pandemias? Lembra do COVID, gente? Como foi, né? E se, né? E se a gente tiver uma outra Pandemia, como que você está trabalhando seu sistema imunológico,
fortalecendo as suas possibilidades de sobrevivência mesmo, entende? Então, nós estamos falando da vida, nós estamos falando assim eh eh de algo muito significativo. O menor problema para uma pessoa é se ela tem uma restrição na costela, no fígado, sabe? ou ou no externo dela, Ela não tá nem aí para isso. Mas quando você fala para ela, olha, tem como fazer você dormir melhor, desinflamar, melhorar o seu humor, sua capacidade de regeneração, recuperação, a gente está em outro patamar nitidamente. E nós também estamos fazendo o que eu acho que viemos para fazer. Aí é uma opinião.
Eu acho que a gente veio para servir, para auxiliar, para ajudar pessoas, animais, etc. Enfim. Então, Você está num num outro patamar porque você não está mais realizando técnicas, você está contribuindo para a qualidade de vida do seu semelhante. entende por que que estudar, praticar, entender isso de uma forma integrada, ela é interessante porque e tem a ver com uma certa filosofia de vida, certo? Então, não é claro para todo mundo que tem sim uma ligação, como a gente tá Vendo aqui, de fadiga respiratória, desordens nos néfrons, nos rins, dores, sabe? Dores crônicas, síndromes miofaciais,
fibromialgia. Vi alguém comentando aqui, a Katia, né? Eh, névoa mental, falta de memória, raciocínio lento. Por que que isso tudo apareceu pós COVID? Gente, tem outra outro segredinho. Eu vou revelando os meus segredos para vocês gradativamente, tá? [risadas] O meu outro segredo é que o meu DO, para Quem não sabe, né, eh, o DO é uma titulação dentro da osteopatia, tá? Então, normalmente o que que acontece? Até eu vou colocar um parêntese aqui em relação ao que a gente tá falando. A osteopatia, ela é um raciocínio médico, nasce do médico nos Estados Unidos e hoje
nos Estados Unidos ainda é uma uma área médica, tá bom? Mas alguns médicos osteopatas levaram este conhecimento para a Europa há décadas atrás e lá se tornou um curso de graduação. Então lá na Europa, um osteopata é uma pessoa que entrou para fazer faculdade de osteopatia na maioria dos lugares. Esse pessoal da Europa é que na maioria vieram para o Brasil na década de 80 e entraram com o conhecimento da osteopatia para o fisioterapeuta. Foi, enfim, toda a entrada burocrática. Legal. Então, no Brasil um um osteopata, ele normalmente, tá, ele é um se ele formou
no Brasil, tá? ele é Fisioterapeuta. E aí que existem pessoas que começaram o estudo da osteopatia, mas não finalizaram o estudo da osteopatia. Então elas têm conhecimento sobre técnicas osteopáticas, mas não são osteopatas, porque esse raciocínio integrado do corpo, normalmente você só vai adquirir quando você já fez toda a formação em osteopatia, que vai explicar sobre e é dividido nas escolas Osteopatia estrutural, visceral, craniana e etc. Aí depois que você fez toda a sua formação, passou nas provas e etc, eles vão pedir para você fazer um um artigo como um TCC. vão pedir para você
fazer uma tese. Antigamente era uma tese complexa, eh, em que você tinha que fazer um doutorado praticamente e muita gente para para fechar essa formação fazia essa tese e recebia o seu diploma em osteopatia. E muita gente falava que foi o doutorado em osteopatia, porque era quando entregava a tese que era muito complexa. E esse a abreviação do diploma em osteopatia, que muita gente ainda acha que é um doutorado em osteopatia, é chamado de DO. Então é um reconhecimento de que você fez todas as etapas da sua formação em ostropatia. Então [limpando a garganta] o
meu DO, tá? Eu demorei muitos anos para poder fazer e eu concluí isso foi Agora pós pandemia. E sabe o que eu estudei no meu DO? Técnicas osteopáticas pós COVID. Tcharã. Vocês não sabiam dessa, né? Porque eu já estava estudando sobre neuroinflamação. Então eu conectei o que eu já estava estudando de naturopatia. E eu também falei para vocês, eu falei para vocês, eu ah, falei, eu estou concluindo meu doutorado em naturopropatia, que veio Depois da minha formação em fisioterapia integrativa com Alfonso, que eu decidi me aprofundar um pouco mais nas questões naturopáticas, nutricionais e neuroinflamatórias.
Juntei isso então com o que eu sabia das tecas osteopáticas e o meu DO em osteopatia foi sobre eh COVID. foi sobre osteopatia no COVID. OK? Então, tá aí alguma coisa que eu acho que poucos de vocês, porque eu parei de vir em meios públicos, como eu falei para vocês, Devem saber, tá? Então isso faz total sentido. Isso também é mais um ponto de convergência que eu estou dizendo para vocês que as técnicas que nós temos para os pulmões, para o coração, para o sistema facial, para o sistema linfático, para a mecânica do nosso corpo,
influenciam diretamente neste cenário todo neuroinflamatório, certo? Então, a medida em que a gente Consegue esmiuçar, estudar, perguntar, reafirmar, rever protocolos, né? a gente consegue entender para que lado essas questões científicas estão vindo hoje. Por exemplo, nós vemos cada vez mais os osteopatas em nível mundial abandonando o raciocínio de técnicas, que faz todo Sentido, e falando em regulação de sistemas, porque é isso que nós fazemos com o toque. Nós fazemos regulação de sistemas, não é simplesmente aplicar uma técnica. E muitas vezes a técnica que a gente faz, ela provoca uma reação na pele e o estiramento
da pele chega primeiro lá no cérebro como uma aferência e devolve como uma resposta autônoma. Hum. Pode pôr a mão na cabeça. Quando eu fiz a minha formação, gente, em ortopraxia, neurofisiologia e sistema vestibular, com o francês, o Jan Lux Safan, em Belo Horizonte, numa imersão para pros antigos aí, né? Nós fizemos esse curso, a Ana, a Ana esposa do Zezé, do Idote e o Hermínio, né, que é uma referência em reabilitação vestibular. Na época eu era professor do Idote Também. Nós estávamos os três lá em em assim loucamente envolvidos com a neurofisiologia. E o
o Jan Luxfan, ele falava que osteopatia é a maior ilusão da história. Ihu. [risadas] E nós tomamos tapa para lá, tapa para cá, sabe? E ele falava assim, por quê? Porque a gente tinha a ilusão de que a gente fazia um estralo, por exemplo, e que mudava a vértebra e que a gente fazia uma técnica que mudava osso, né? e Que mudava órgãos e etc. E que isso é uma ilusão, uma loucura, sabe, de quem não entende de neurofisiologia. Por quê? Porque antes da sua força chegar numa vértebra, por exemplo, você estirou a pele e
a pele tem uma resposta neurofisiológica muito mais rápida que chega no cérebro e devolve com relaxamento muscular na região onde a pele foi esticada. e que é porque esticou a pele que soltou o músculo profundo naquela região que Você tava e não porque você mexeu a vértebra. [risadas] E o que que muitos artigos agora vem comprovando pra gente que a mobilização é tão eficiente quanto um trust. E por quê? Porque movimenta os tecidos circulatórios, a pele e o músculo com vibrações que estão chegando como aferências no nosso sistema nervoso central. >> [limpando a garganta] >>
Gente, eu tô dizendo para vocês é que está ultrapassado, porque não é correto cientificamente dizer que manipulamos vértebras, que corrigimos posições de vértebras ou órgãos. Por isso é mais um motivo pra gente entender que nós regulamos sistemas e boa parte do que nós fazemos tem uma relação com neurofisiologia. E que que isso tem a ver com o nosso curso aqui? Que o raciocínio do centro Regulatório, ele tem uma hierarquia que é sistema nervoso e circulação para modificar os tecidos. Então, nosso objetivo, nosso olhar muda. Agora, nós queremos influenciar o sistema vascular e nervoso. E ao
influenciar essa região, o corpo relaxa. E aí, essa foi deu, né? Vamos almoçar, vamos dormir. Acabou o curso. Para muita gente pode ser que a gente Tenha feito cair o chão agora, hein? E aí, como é que vocês estão? Todo mundo bem emocionalmente depois dessa informação? E gente, o pior, pior não, né? Assim, característica, sabe quando que o que o Jan Luc Safan passou esse conhecimento pra gente? por volta aí de 2007, 2008, há 20 anos atrás. E agora na osteopatia é que são cada vez mais osteopatas Compreendendo de verdade que a gente não põe
nenhuma vértebra no lugar. Pois é. Pois é, meus queridos. É por isso que tem que estudar mesmo. Tem que estudar. sabe? E isso é que faz diferença, tá? E se você eh não sabe fazer trust, saiba que não é isso que vai modificar o seu tratamento. Ihu, tá? E muito pelo contrário, às vezes tá te dando segurança para você não fraturar ninguém. [risadas] OK, meus queridos? Vamos para mais um slide, tá? Não sei se eu devo continuar. Senão, mas vamos para mais um slide. Esse é para acabar, não? Vamos, vamos acabar agora essa esse período
aqui cheio de informações e tenho certeza que a cabeça já ficou muito mexida com todas as informações aí. Nós estamos completando 75%, tá? Eh, do nosso programa aqui desse final de semana abençoado, né, que vocês Me permitiram aí. eh eh extravazar, viu? Porque o meu momento de alegria é um momento muito grande quando eu consigo falar, me sentir ouvido, assim, é uma delícia, né? É igual quando a gente fala pro paciente, o paciente sem segue orientação ou fala pro aluno, ele segue orientação. A delícia. Você fala assim: "Nossa, olha só, alguém tá me valorizando". [risadas]
Muito bem, queridos. Ó, para fechar, nada, Nada. que vocês estudaram foi perdido. Se você estudou cadeias musculares, se você estudou manipulação, se você estudou a terapia manual, se você estudou manipulação visceral, se você estudou terapia crânio sacral, se você estudou física quântica, tá? Aqui a gente tá num num ambiente em que conhecimento é bem-vindo, tá? e conhecimento deve ser somado, integrado e evoluído, Tá bom? Então, nada está perdido. Na fisioterapia vocês já devem ter visto algumas imagens assim em cadeia, não é um raciocínio comum do nosso antigo RPG, né, da R do RPG da reabilitação
postural global do Suar. né? Conseguiu entrar em todos os mercados médicos. Então, até hoje tem um monte de ortopedista que fala pro paciente que ele precisa fazer RPG, que ele não precisa fazer mais nada, tem Que inventar, não, ele tem que fazer RPG. Por que que muitos falam isso? Porque está lá no livro do ortopedista que uma conduta indicada para problemas posturais é o RPG. Não tem no livro dele que é indicado osteopatia. Então, muitas vezes o médico e vocês devem saber disso, não sabe o que é osteopatia, não sabe o que é terapia manual,
não sabe que nós modulamos Sistemas através das mãos. Então você pode continuar explicando para o médico que te indica através desse viés, conectando que ao modificar a estrutura facial, você também está contribuindo para a melhora do fluxo circulatório linfático para o centro de pressão de cada órgão e de estrutura. E o que nós estamos vendo aqui, meus queridos, nessa imagem, por exemplo, É um raciocínio de movimento em cadeia, conexões de fácias e raciocínios nos cursos, por exemplo, do Busquet de cadeias. Fantástico o material dele, o raciocínio. Porém, hoje em dia, se talvez fosse reescrever o
livro de cadeias musculares com o viés neuroinflamatório e linfático, Ficaria ainda muito mais rico. Porém, não significa que estão erradas as técnicas. Só não está explicado de um ponto de vista nem sempre neurofisiológico, neuroinflamatório, imunológico ou hormonal, o que não invalida as técnicas, mas o conhecimento atual poderia reescrever os livros de antigamente que funcionam de uma maneira linda. De uma maneira em que um médico, um dentista, um foneiólogo, um nutricionista ia ler e babar, ia começar a falar que ele precisa mais de um fisioterapeuta que sabe terapia manual do que de almoçar, entendeu, gente? Então,
o que eu estou querendo dizer para vocês com essa estrutura é que lá nas cadeias nem sempre apareceu a imagem das faces do coração, como eu estou mostrando para Vocês. com ligamentos aí nessa parte de baixo. Vamos debaixo da direita com ligamentos pericárdicochifídeos do jeito que estão aí. ligamentos pericárdico external, ligamentos pericárdicovertebrais, ligamentos pericárdicofrênicos que estão conectados com estruturas conectadas a essa estrutura facial. Michael até pôs a mão na cabeça de novo. [risadas] Por, gente, porque é o próximo nível. Não perdemos nada do que foi ensinado antigamente. Só que as explicações podem ser melhoradas e
com isso melhores técnicas selecionadas. e técnicas que não tinham comprovação científica ou explicação. Pode ser que nas próxim na próxima década no Maisdar Tenha, desde que tenham pessoas interessadas em reescrever livros, retestar técnicas, né, dentro de um ambiente de regulação sistêmica. Entende isso, gente? Gente, a liberação do tórax, a liberação do centro regulatório torácico dentro de uma UTI de COVID seria uma coisa maluca. Vocês não tm ideia. Tô indo pro sonho. De maneira nenhuma eu quero a nova pandemia, gente. Mas eu tô querendo só dizer que a fisioterapia respiratória é maravilhosa, é linda. Você imagina
somar a fisioterapia respiratória a esse conhecimento que o fisioterapeuta respiratório não tem? Entende? que o que tô o que eu tô querendo dizer para vocês é uma nova abertura, não é uma mudança, é uma expansão. Talvez a partir de agora, se você sabe Fisioterapia respiratória, fisioterapia cardiopulmonar, eu me lembro que a Fabiana é especialista nisso também, talvez você vai olhar para essa área com outros olhos agora, talvez um fisioterapeuta respiratório pode até olhar para isso tudo aqui e falar assim: "Meu Deus, faz muito sentido". E ele não sabia disso, certo, gente? Bom, agora nós vamos
então encerrar nossos período da manhã, tá preparando Aí pro período da tarde, onde a gente vai fechar alguns raciocínios e vamos falar de método, vamos falar de avanço, vamos falar de próximos passos, né? Vamos falar de educação continuada, vamos falar de muita coisa que arrepia só da gente pensar. Mas antes disso, vamos lá. Quem está aqui? Deixa eu verificar. Vamos ver quem tá aí num domingo, meio-dia. Gente, que gracinha, né? Muito obrigado. Muito obrigado. Vamos chamar Quem não falou ainda, tá? A a Corolina Caru, você falou um pouquinho, me conta como é que tá sua
vida, você tá aí presente, tá podendo falar? Como é que foi para você até agora? >> Tá me ouvindo? >> Tô ouvindo. Oi, querida. >> Ouvindo bem? >> Tô ouvindo muito bem. >> Tudo bem? >> Queria compartilhar algo aqui também. Bom te ver. Queria compartilhar algo aqui que a minha trajetória toda foi na saúde pública e ainda continua assim. E de 2019 para cá foi uma virada de chave quando eu comecei a tratar pacientes com fijomialgia. Isso tem me levado assim para várias situações. E desde que eu fiz o primeiro RNM1, é a minha base
de tratamento para paciente com disfunções labirinticas. Então, desde 2017, 18, é o que eu uso e é o que melhora. e às vezes resolve. E agora depois dessa aula aqui de tórax, posso dizer que os meus problemas acabaram, que agora eu entendi por que alguns pacientes sempre voltam Depois de alguns meses. Agora eu entendi, né? Então assim, tá sendo maravilhoso. Eu quero te agradecer muito porque é muito rico quando a gente tem esse momento assim com você e a gente viaja, a gente começa a fazer pano, a gente começa, uh, que que é isso? Agora
vai dar certo. Meu Deus, que que eu tava fazendo, né? E e eu fiquei muito feliz agora quando você falou sobre a manipulação óssea, porque realmente Eu não sei se foi você que falou essa frase muitos anos atrás. Se você manipula, né, que agora a gente sabe que não há manipulação direta, se você manipula, mas se você não muda estilo de vida, não adianta, aquela vértebra vai voltar pro lugar. Agora a gente sabe que ela nunca saia, [risadas] ela vai voltar pro lugar, né? Então assim, eu tô aqui, ufa, nunca aprendi e agora que eu
não vou aprender mesmo. Tá Ótimo, tá maravilhoso, né? Então assim, muita gratidão mesmo, viu? muita gratidão por vocês se ter vai além do normal para trazer esse conhecimentos pra gente. Muito obrigado, de verdade. >> Gracinha, Carol. Muito obrigado, viu? Adorei. Continua firme. Nós temos muita coisa para fazer, viu? Eu tô voltando porque eu acredito que nós estamos nós estamos começando de novo. Começando de novo pela necessidade do mundo, viu? Nós Temos muita coisa para fazer. Eu quero dizer que eu sou uma pessoa totalmente informada, totalmente informada. Já tô querendo apelar para Monjaro, tô me segurando.
Falei: "Não, agora depois de hoje eu entendi, né? Então vamos alimentar melhor, dormir melhor. Amanhã eu vou fazer, prometo, vou fazer experimental na academia e vai dar tudo certo." >> Gracinha, ó. Falando nisso, eu quero enfatizar que se for indicado um monjaro, tá OK, mas ele não deve ser feito sozinho, sem esse complemento. E nós estamos inflamados por conta de tudo que a gente já conversou. Todo mundo, viu, querida? Todo mundo. E todo mundo passa por várias fases assim. E por isso que eu compartilhei também, porque às vezes a gente vê eh eh o professor
como se ele tivesse num palco, de uma certa forma até tá, mas como se ele fosse Inatingível e não tivesse problema. Não, você entendeu? Já me lasquei muitas vezes em vários sentidos, mas assim, como diz meu ídolo, eh, Roque Balboa, a questão é quem aguenta apanhar e ficar de pé, você entendeu? Então é isso mesmo, vamos apanhar, mas não vamos cair, tá? Porque vai passando o tempo, a gente vai construindo, se reconstruindo, porque isso é propriedade do nosso corpo, a capacidade de reconstruir, regenerar, sabe? E se refazer. Isso é do Humano. É isso que nós
vamos fazer. Nós vamos é para cima. >> Amém. >> Beijo, querida. Vamos lá. Deixa eu pegar aqui quem tá do seu ladinho, no meu painel aqui. A Gislene tá aí. tá aí podendo falar? Talvez não. Catherine, Caterine está aí podendo falar. Talvez não. Tá tudo bem. Dani, querida, você está aí com possibilidade de ligar a sua câmera? Talvez não, Carol. Vamos lá. Tô passando aqui para alguns nomes. Flávia, Renan, Renan, você tá aí, meu querido? expandi o seu conhecimento. Conta aqui pra gente, Renan teve assistindo uma palestra que eu ministrei no congresso de osteopatia, se
não me engano. Eu acho que o povo está intimidado, né, meus queridos. >> Fala, Dean. >> Ó, o Renan apareceu aí. >> Tudo bem? >> Tudo em paz? >> Tudo >> conseguiu acompanhar? >> Sim, sim. Tô aqui desde só ontem de manhã que eu perdi que eu tava atendendo, mas >> sim, fazia. >> Expandiu um pouco mais a visão do tórax. >> É, reforçou o que o que a gente que eu Já tô fazendo mesmo, né? Nessa parte da pele que você falou, né? Como eu fiz toda a parte ali de PNS com Vileneev, então
ele já fala de pele, já o salgado fala bastante de pele, né? hermoneuromodulação ou o vileneev em si mesmo tem a parte de de hectoderma pele. Então eu já tô mais ou menos nesse meio aí e >> converge com o que a gente tá falando, Renan? >> Pô, com certeza. E o que o que eu vejo No consultório também, né? O tórax sempre muito rígido, né? comecei a dar mais atenção pro tórax esses últimos anos ali, pelo menos um ano atrás, pelo pelo menos de um ano para cá, dando bastante atenção no tórax mesmo, eh,
reparando que o tórax é muito rígido, que são normalmente é o que precisa de mais movimento e é o que normalmente é o que mais falta movimento dos pacientes, né? tive com além do do congresso lá com que Eu tive, né, fiz um congresso com o Léo Lima também na de sono também ano passado, então começou a abrir a mente para envolver outros profissionais da saúde também, né? Então tudo isso tá tá agregando bastante assim, não ficar preso somente na na oopatia, né? Eh, então essa abertura e e e várias conversões para dentro da filosofia,
eu acho que foi o que mais engrandeceu assim, não ficar preso na formação só, né, expandir para outros profissionais Que agregam, eh, até mesmo outras áreas da fisioterapia que podem agregar para pra oatia e a osteopatia agregar para essas outras áreas da fisioterapia, né? Então, mudou bastante assim, vem vem clareando bastante os últimos anos aí. Legal, né, gente? Olha que bacana. A gente tá aqui é para isso mesmo. A gente tem que ser ter um filtro, né? Um filtro no seguinte, na percepção de que a gente não sabe tudo, de que a gente tem que
ter aí a humildade necessária para, de Uma forma geral, a gente entender que temos limitações, sim, mas que da mesma forma que nós temos limitações, nós sempre podemos dar um próximo passo, né? Essa compreensão de pedir ajuda também é maturidade, viu, gente? Tá? Eu vou dizer para vocês que pedir ajuda fraqueza, pedir ajuda maturidade. Dividir responsabilidades com outras áreas, outros profissionais, para que o seu paciente tenha a melhor Conduta possível, isso é maturidade, tá? Então, não queira fazer tudo mesmo, porque não tem jeito. Mas aquilo que você se propõe a fazer, faça bem feito, tá?
Faça bem feito significa faça perfeito. Não, infelizmente, fazer bem feito não significa fazer perfeito e não estar imune ao erro. Mas fazer bem feito é fazer com dedicação, com seriedade, tentando realmente fazer o seu melhor. Esse é o ponto. Esse é o ponto. E eu tenho certeza que se você olhar para Trás com esta visão, sabe, com uma semana, com um mês, com um ano, com 10 anos, você vai ver que você cresceu. Certo? Muito obrigado, Renan querida. Agora, alguém mais que eu não citei que queira fazer algum comentário neste momento de encerramento do período
da manhã? É a sua oportunidade. [roncando] >> Oi, De, eu gostaria de falar. >> Olá, muito bem. Você, cadê? Deixa eu localizar. >> Eu, Anelisa. >> Anelisa. Oi, Anelisa. Tudo bem? por favor, me diga como é que tá a sua percepção sobre tudo que a gente tem falado. >> Eh, eu sou nova por aqui, né? Eu tô terminando a minha formação em Opatia. E assim, ouvi você falando é muito, não sei que na formação é muito mecânico, muito estrutural, né, que você, pelo menos a minha formação tá sendo muito preocupada no trush, muito preocupada em
desvios, né, da coluna e também temos Uma hierarquia de tecidos, né, como neural, né, que você comentou, mas eu não via o porquê de você saturar um nervo, se aquela via não tava liberada para essa saturação, sabe? E mesmo recebendo a técnica de saturação, eu via que aquilo era meio incômodo, não fluía legal, sabe? Então, até naquele bate-papo que a gente já teve, né, da outra vez sobre o tórax, eu comecei a observar melhor o tórax. Isso me tornou curiosa. E vendo, né, a necessidade de atuar no tórax, de liberar esse tórax, o tanto que
a gente ajudava esse paciente antes mesmo dele falar da, né, da dor dele, do de tratá-lo mesmo, né? Primeiro vamos organizar tudo para depois a gente focar, né? Então assim, tá calentando meu coração que eu não sou louca, que tipo tá se encaixando melhor os pensamentos, né? Eu acho que falta isso também quando a gente estuda, né? E linkando tudo porque É muita informação. Então é isso. Eu queria dar meu feedback que tá sendo maravilhoso, tá sendo um divisor de águas para mim e tão no caminho certo, né? É o que eu penso assim hoje,
lógico, precisa aprofundar mais, mas o caminho eu tô encontrando, tá? fluindo melhor, né? Então, muito obrigada, >> Nelisa. Eu que agradeço e realmente assim, eh, eu fico muito feliz com esse tipo de de empatia, Sabe, eh, com o mesmo que eu passei, porque eu também, como eu fiz formação em várias escolas e diferentes cursos, foi isso que me abriu para as outras possibilidades. Então eu comentei, então quando eu estava conectado com Idote, tinha um pensamento na escola de Madrid, um pensamento na escola do Barral, um pensamento na escola do apiled, um pensamento, fui fazer psicoterapia
do inconsciente, um pensamento, fiz formação em coach integral sistêmico, um Um pensamento de modulações comportamentais, vivências, né? Eh, atravessar brasa no fogo, andar sobre caco de vidro, né? E tudo isso. Então, o que que eu tô querendo? dizer é que faz muita diferença a gente olhar para quem fez uma trajetória, eh, usar desta experiência para que a gente possa realmente andar de maneira mais segura e com resultados cada vez melhores. Para mim, Isso é um princípio da evolução. Tem uma frase que eu gosto muito, sabe? Esses dias eu até fiz um vídeo com ela falando
assim: "Se eu enxerguei mais longe, foi porque eu estive sentado em ombros de gigantes." Olha que não é legal? Enxerguei mais longe. Tô mais alto do que o próprio gigante, mas é porque eu tô sentado no ombro do gigante. Que que eu tô querendo dizer com essa frase neste momento? que um mentor, um professor, alguém que nos Ajuda no direcionamento faz diferença. Eu tive excelentes professores e eu não estou desmerecendo nenhum deles, mas é que a soma deles me abriu e me expandiu visões diferentes. Então é muito bacana, tá? Não perca nada do que você
já fez, tá? Sabe? e acrescente. Acrescente e vai construindo o seu modelo, porém sabendo das suas limitações, né? A gente sabendo cada um das suas Limitações, até onde a gente pode ir, qual é o nosso próximo passo. E jamais onde está a doença, gente? Na ausência do movimento. Ou seja, coração parou, problema não é? Parou de respirar. Problema. Endureceu um tecido. Problema restrição articular. Problema. Aonde está o problema? Na ausência de movimento. Então, um passinho de cada vez não importa a velocidade, importa a direção. Certo? Muito obrigado, querida. Ótima contribuição. Alguém mais está no último
momento? >> Fala, Dean. Bom dia. >> Bom dia. Você é o cadê? Me ajuda a localizar, André. >> Bom, primeiramente pela aula. Eh, sou osteopata também já há alguns anos e eu acho que tudo que você colocou aqui hoje, eh, intuitivamente a gente observa realmente nos atendimentos. E eu também eh concordo que a respiração Ela é o marco para tudo. É é é a vida em si, né? a gente podia aqui filosofar sobre ela, sobre diversos aspectos e realmente as pessoas não estão respirando direito devido a muitos fatores. E eu acho que quanto mais a
gente conseguir afinar, né, esse tratamento, essa essa conexão da respiração com o todo e poder ajudar aí as pessoas também, né, que talvez estão aí num nível a menos que nós de pelo menos de consciência, né, eu acho que é O divisor de água aí para que a gente possa realmente ajudar as pessoas de uma forma efetiva na vida delas, né, de uma forma realmente que vai impact ar, né, eh, eh, realmente, né, a a vida, né? Então eu tô muito agradecido estar aqui hoje. Já te conheço de algum tempo, né? E gosto da sua
forma de falar, tua forma de enxergar vida, de atender. Eu acho que é é por aí que eu me inspiro também e te desejo aí que você prospere muito, Que dê dê certo aí essa nova abordagem, que muitas pessoas possam também eh se beneficiar desses conhecimentos que são com base em experiências também, né? Não não é só teórico, né? é vivido, né? Isso é diferente. Tem vida também, não é só teoria. Parabéns. >> Muito obrigado. E você tocou num ponto >> chave para mim. Oi, querida. Quem foi? Eh, Caru, >> oi. >> Eu queria compartilhar
só mais uma coisa Aqui. Eu acho que foi na época da pandemia, você colocou no YouTube uma aula sobre a respiração e depois que eu vi aquele vídeo, eu incluí essa aula em todo o início de protocolo de tratamento no meu trabalho, tanto da fibomialgia quanto pacientes de coluna. E eu finalizo todas as sessões dos exercícios de fisioterapia geral com o grupo, com respiração hoje. E assim, os pacientes tem gente que fala assim: "Eu achava que eu só ia respirar e Depois dessa aula eu que eu não". e saem totalmente assim aliviados e dopados, né,
de tanto oxigênio, porque realmente a gente não respira direito. E assim, agora eu sigo essa aula tá incluída em todos os protocolos e é muito rico passar isso paciente. Muito obrigada mais. >> Gracinha. Bom, gente, e voltando a André também, olha, eh, eu realmente gosto muito desta abordagem porque ela me conecta com os professores que eu tive, Que é aquilo que foi vivenciado também passado. Entenda que eu não estou criticando a o cientista, né, mas eu estou também valorizando a experiência. Eu não estou criticando, tanto é que eu fiz mestrado, doutorado, tenho mais de 10
artigos publicados, que é pouco para esse universo, né? Mas assim, eh, eu, eu valorizo isso. Só que vivência não deve ser descartada se ela for Verdadeira. E isso no ambiente clínico é uma riqueza, gente. Na na medicina chinesa, né? Você aprende com com os velhinhos da acupuntura porque eles têm toda uma experiência para passar para você. Sabe? Você fazer uma consulta com o senhor de 70 anos, ela é muito mais cara do que com a pessoa de 30 anos, porque naquela agulha tem toda a energia e a experiência do senhor de 70 anos. Sabe, para
mim isso faz muito sentido. E sim, eh, caro, vocês me acompanharam. Quem é daqui de Uberlândia? Car, é daqui de Uberlândia também. O que eu ensino não tem nada que eu não tenha testado, tá? O que eu ensino foi porque eu testei, funcionou e existe um embasamento para isso, existe uma lógica para que aquilo seja aplicada, certo? Então é isso que eu estou sugerindo para vocês. Vamos seguir. Tem Muito mais coisa nessa trajetória, tá bem, queridos? Um ótimo almoço para vocês. Vai dar tempo até de dar uma dormidinha para assentar. Se puder, faz parte, viu?
Normalmente quando a gente recebe um conhecimento e tem a oportunidade de dar uma dormidinha, é onde ele assenta, tá bom? E voltaremos para nossa etapa final às 15 horas pontualmente. Beijo para vocês. Até daqui a pouco. Queridos, Eu cochilei um pouco, né? Pelo menos eu dei essa descansadinha. Que que vocês fizeram? [risadas] Conseguiram? Não, [limpando a garganta] muito. É, eu confesso que não é uma tarefa fácil e nem sempre foi para mim uma tarefa fácil essa coisa de deitar e dar uma dormidinha. Mas com o treino a gente consegue. [risadas][suspirando] Muito bem, queridos. Então, vamos
lá. Vamos esperar o pessoal da equipe aí já começar a preparar. E aí eu vou continuar o nosso assunto da seguinte forma. Eh, eu falei para vocês uma frase que eu gosto muito, muito, muito mesmo, que é: "Se eu enxerguei mais longe, é porque eu estava apoiada em ombros de gigantes." é uma analogia perfeita para mentoria, para o trabalho mesmo que a gente faz, Eh, professor, aluno, eh, essa esse essa capacidade, né, do ser humano de tornar as coisas mais fáceis para quem vem depois. Agora, é muito óbvio que isso só é possível quando você
trilhou um determinado caminho. Então, uma vez que você trilhou um determinado caminho, você pode sim explicar e dar direcionamento para uma pessoa daquilo que foi vivenciado. Essa é uma grande questão, eu diria, pros dias de hoje. Por que que é uma Grande questão em relação ao ao que a gente vê? Porque às vezes você imagina como seria se você tivesse feito tal coisa. e imagina um determinado resultado. É completamente diferente você imaginar que pode conseguir fazer uma maratona e você calçar o tênis e ir lá correr 42 km. [limpando a garganta] Falo por experiência própria,
entende? Então, o que que acontece numa Maratona de verdade? Você faz meses e para algumas pessoas anos de preparação, porque mesmo que você queira fazer uma maratona amanhã, o seu corpo não está preparado. Você vai ter lesões nos tendões, você vai ter dificuldade com a alimentação, com a com a hidratação. Você não vai ter treinado a sua cabeça para continuar correndo mesmo com dores, sabe? Mesmo quando passa de um ponto prazeroso para simplesmente ser algo que Vai ser uma conquista totalmente pessoal. Mesmo que não tenha reconhecimento, mesmo que você seja o último a chegar da
maratona, mas você conquistou a maratona, você completou um objetivo. Isso é muito, muito significativo. E agora, nessa parte final, né, da nossa imersão, eu quero mostrar para vocês, alguns conhecem, tá? alguns não conhecem eh o que se faz dentro de um raciocínio de cadeia lesional osteopática. Como a gente interage aqui neste exemplo que vocês estão vendo aí? É um exemplo simples. É um exemplo em que nós não estamos colocando os parâmetros de neuroinflamação. Nós não estamos colocando correções em termos de medicina do estilo de vida, né? Qualidade de vida. Nós não estamos evoluindo com todas
as interações possíveis, mas já é possível expandir o nosso Conhecimento dentro de tudo o que já foi falado, colocando apenas um item da anatomia do tórax em estado de correlações. Então, vamos lá. Se nós analisarmos esta figura, né, que é uma exemplificação de cadeia lesional osteopática do coração, no modelo que eu diria antigo, no modelo em que a gente tá levando em consideração ele conexões anatômicas, Mas tem uma série de outras correlações, a gente já tem ali acessórios de raciocínio. Por exemplo, veja como o coração recebe o impacto do sistema nervoso autônomo simpático, que é
o que está demonstrado aí em vermelho do seu lado direito. Então, por quê por que que o coração recebe essa essa ligação? Porque nós temos fibras nervosas que estão conectadas ao ganglio cervical superior, fibras que inclusive vão fazer Parte de conteúdos musculares, vão inervar músculos. Nós vamos ter uma correlação muito significativa com estreitamentos de comunicação até vagais também, tá? Nós temos uma influência de C1 e C2 sobre o coração. Pelo ganglo cervical médio, nós temos uma influência de C3, C4 e C5 sobre o coração. Pelo ganglio estrelado, né, ou ganglo cervical inferior. Nós vamos ter
uma influência de C7 T1 sobre o coração. O que que isso significa pra gente? significa que nós temos uma ligação neurológica de uma raiz neural com um determinado órgão. E se há uma comunicação, um interfere no outro. Então, um problema de coração pode refletir em uma comunicação desajustada para a região cervical. E ainda mais a região de T1, T2, T3 e T4 é onde nós temos o ganglio. Ganglios Simpáticos são aquelas saliências logo à frente do corpo vertebral que comunicam o sistema nervoso autônomo para a região do coração. Portanto, quando eu faço uma mobilização na
região cervical, na região torácica, eu já estou mantendo uma comunicação com a região do coração. Mas o coração que eu acabei de mostrar para vocês poucos minutos atrás no slide anterior, ele tem uma ligação Facial, tem ligamentos que o conectam com a região do processo chifoide, com a região do externo, com a região das vértebras torácicas e cervicais. Então, nós temos uma conexão, uma porção profunda de fácias que se conectam com o coração. E por isso a dimensão torácica influencia num coração apertadinho ou não e facilita a comunicação Circulatória dessa região. O sangue que está
entrando no coração, o sangue que está saindo do coração. Agora, como toda tem essa ligação, olha só, se eu tenho uma comunicação neurológica ali, eh, vamos colocar de C4, C5, via nervo frênico com o diafragma e ao mesmo tempo eu tenho fibras neurais de ganglo cervical médio que vão influenciar a região do coração, vão trabalhar com essa comunicação. Se eu tenho ali ligamentos frenopericárdicos entre o diafragma e o coração, eu estou estabelecendo um diálogo da coluna cervical do tórax, do diafragma, com a região tóra lombar e mostrando que existe uma ligação sistêmica, uma ligação conjunta
com com a comunicação do coração, que por sua vez pode manifestar disfunções Com sintomas de taquicardia, com sintomas voltados a sopros, com sintomas com a falta de ar ao esforço, dor no peito ao esforço, hipertensão arterial, às vezes torce por por alteração reflexa, fadiga ou mesmo de extremidades. Então, olha só, existe uma comunicação de um órgão com muitas estruturas dentro da região do tórax, mas nós podemos estender essa análise Anatômica e funcional para cada uma das estruturas que compõe o tórax. E aí é que entra uma situação muito interessante, que é o estudo guiado. E
aí eu tenho que compartilhar com vocês o que aconteceu lá no passado. Eu já comecei explicando isso lá no passado, né, nos cursos de terapia manual funcional, expliquei bastante coisa e também eh fiz muitas aulas online sobre cada uma das situações. Só aqui o que que a gente nota em geral que este momento que a gente está se dando agora de olhar para cada palavra escrita, estabelecer comunicação, estabelecer uma mensagem, pergunta e resposta e correlacionar isso com a prática clínica, é que faz diferença. é o que aproxima hoje em dia a gente de uma aula
real, uma aula presencial, como a gente fazia antigamente. Eu não sei se vocês já viram, né, eh, o que estão falando dentro da do marketing digital e a quantidade de pós-graduações que estão abrindo online, né? pós-graduações e graduações online, né, tudo que está acontecendo. E estão dizendo que o sistema de cursos Netflix que você vai assistindo tudo aquilo de uma vez, né, está morrendo. Por que que está morrendo? Porque em geral as pessoas não estão Mais conseguindo absorver sem a pausa necessária, a discussão necessária cada um dos itens e trazer aquilo paraa realidade clínica. Então
esse é um ponto chave na minha modesta. Aí tenho os meus cursos online, tá? Tenho ali a as minhas, os meus autores também, os meus professores e vejo que a gente não consegue, sem uma orientação, consumir tudo que está disponível. Eu fiz eh no passado assim Aproximadamente uns 400 vídeos, né, de 1 hora aí entre 15 minutos e 1 hora, né, no passado. E coloquei, disponibilizei tudo de uma vez na plataforma. Quando eu disponibilizei tudo de uma vez, sabe o que aconteceu? A taxa de assistir o curso diminuiu brutalmente. Ela diminuiu porque era tanta informação
que às vezes faltava esse direcionamento. Então, voltando para o início do que eu estava dizendo, quando a gente vai passando um tempo e Estruturando um método específico de trabalho, vai ficando mais fácil de conduzir e de criar protocolos. E neste modelo aqui, a gente pode começar a reescrever o que a gente tinha aprendido lá atrás. Eu falei agora a pouco para vocês que nós não estamos inventando e nem não devemos esquecer nada do conhecimento antigo, mas fazer uma releitura sobre o que nós temos até aqui, sobre o Que nos foi passado e atualizar literalmente com
conhecimentos que vieram nos últimos 5, 10 anos, eu vou dizer que é fundamental, significa que nós já estamos eh num novo papel. Aqui, por exemplo, vamos de novo agora fazer uma nova leitura a partir disso. Olha só, essa leitura que eu fiz com vocês é uma leitura clássica que envolve aí o que está escrito, descrito ali na Sua coluna da esquerda, logo abaixo dos sintomas. Núcleo cardíaco superior, núcleocardíaco médio, núcleo cardíaco inferior, núcleo núcleo isplânico torácico, nervo frênico, ligamento frênico pericárdico anterior, posterior, direito, esquerda, ligamento externo pericárdico superior, inferior, ligamento vértebro pericárdico, ligamento cérvico pericárdico
e inserções. Cada uma dessas setinhas está numa cor para exemplificar Estruturas anatômicas. Então, nós aprendemos isso neste formato para quem estudou, por exemplo, as correlações do coração. Agora, meus queridos, eu gostaria de falar o seguinte para vocês. Isso ainda é uma evolução, ou melhor, é uma leitura deste jeito, ã, que não envolve todo o tórax. que não envolveu a correlação com os ductos, por exemplo, linfáticos, Que não envolveu as correlações do sistema nervoso autônomo como um todo, que não está envolvendo aqui a tosse, que na verdade pode vir por um reflexo ali da região traqueal,
pode vir por um reflexo como um refluxo. A fadiga, já que pode ter uma uma taquicardia e um edema de extremidades, pode ter uma correlação com o sistema nervoso autônomo. e o sistema nervoso autônomo, com todas As respostas que nós estamos tendo do nosso sistema nervoso central em relação às ameaças que nós estamos vivendo. Então, quando nós pegamos esta análise, ela é linda, ela é maravilhosa. e se colocada em relação a tudo que nós conversamos com tórax, nós estamos reescrevendo e atualizando o centro regulador torácico como uma ferramenta De análise, uma ferramenta de interpretação e
então uma ferramenta de tratamento que pode muito bem ser continuada, quando eu falar assim de problemas no coração, problemas na estrutura, que tipo de situações, por exemplo, vão levar a uma hipertensão e essa hipertensão leva ao que nos rins. E o que que acontece se o nos rins, acho que foi a Fabiana que me que eu falei Que ia falar, né? O que acontece se eu tomo muito café? O que acontece no sistema renina, angiotensina, audosterona? Quando eu tenho uma relação aí de aumento de função do coração e obviamente mais sangue pelo corpo e uma
necessidade maior de filtração renal e portanto eu vou urinar mais. Se isso está acontecendo, eu preciso colocar isso dentro de um raciocínio, porque não vai chegar um paciente que tenha ou no meu consultório somente uma Dispneia de esforço. Às vezes ele vai chegar com um monte de mensagens sublimeares, com um monte de locais rígidos e com uma história para poder contar. uma história que está armazenada no tórax dele, uma história que está correlacionada as dores que ele tem. E aí sim justifica um profissional que vai te escutar com um ouvido atento a estas correlações anatômicas,
fisiológicas, Clínica e funcionais. Certo, gente? Tão me acompanhando aí? Eu dar uma olhadinha aqui nas carinhas para quem tá aberta a câmera, né? Ok. Bom, então, gente, parando pra gente poder eh respirar um pouco isso, nosso papel a partir de agora e é nosso, Porque como eu falei no momento da aula anterior, no dia de ontem, uma vez que você sabe, não tem como você falar assim, não sei mais. Uma vez que você viu, não tem como você falar assim: "Vou desver, né? Vou desescutar". Gente, essa responsabilidade do conhecimento é uma beleza e uma droga,
né? Porque como você vai se sentir uma vez que você tem conhecimento, se você não consegue transformar aquilo em uma situação útil, nem que seja para uma Pessoa? Vocês sentem isso ou não? Será que sou só eu? Bom, então não sei, mas eu fico martelando aqui nas possibilidades de interagir. E uma vez que você sabe alguma coisa, eu penso que ela chega para você com algum objetivo. Uma vez que você sabe alguma coisa, é porque você tem que usar ela em algum momento. Eu não sei quem me conhece há mais tempo. Eu sou uma pessoa
que eu gosto muito de meditar. Já falei para vocês em outros momentos, minha mãe medita há mais de 25 anos. Então, eu tenho uma influência de casa também sobre essas questões aí e vejo como a nossa intuição, a nossa percepção e os caminhos que a gente vai chegando, eles são importantes paraa nossa tomada de decisão e as nossas atitudes. E eu penso que o conhecimento que chega Pra gente, ele não é à toa. Todo mundo aqui já teve aquela sensação de que eh aprender o ombro e você começa a enxergar problemas de ombro em todo
mundo que tá perto. Aprendeu sobre alimentação, alguma coisa, parece que todo mundo tem aquilo. Então eu gostaria de dizer para vocês do mesmo jeito que quem a Kátia acho falou assim: "Nossa, eu tô com dor torácica, né?" Eu falei assim, ontem ela falou, Terminou o dia, falou assim, a desde que a gente tá estudando aqui o tórax, né, e todas as correlações, eu tô com dor no tórax, eu tô com dor na coluna torácica. Agora eu sinto informar para vocês que a partir de amanhã, a hora que vocês forem atender, vocês vão encontrar muitas pessoas
com tórax rígido, vocês vão encontrar muitas pessoas com leves inchaços, com síndromes metabólicas, com problemas de intestino, com dores de cabeça, com um trapézio tenso, com a Musculatura acessória da respiração hiperativada. Porque é exatamente, né, Marichael? Eu tô vendo, né? Marco, mais uma vez pôs a mão na cabeça. Meu Deus, né? Porque vocês estão sintonizados neste momento com isso, mudando para o lado que não é só clínico. Isso é uma antena que a gente liga no nosso cérebro. Quem aqui já quis comprar um carro? Vamos dar um exemplo qualquer aí. Sei Lá, pessoa quer comprar
eh um hora agora tá na moda, um bid, né? Algum carro desses assim. E aí se você quer comprar, tá com dinheiro ali, né? Você toda hora vê esse carro na rua. Quem já teve essa sensação? Quem já teve a sensação de bicicleta, >> né? Na época que eu queria comprar uma bicicleta para pedalar, uma speed, né, enfim, uma bicicleta eh dessas de rodovia, tá? E eu queria comprar uma determinada marca, parece que todo mundo Tinha essa essa mesma marca da bike que eu queria comprar. Quem já teve essa sensação, gente? Sabe por que que
isso acontece? Já teve, né, Fabiana também? >> Por que que isso acontece? Porque uma vez que você sintoniza o seu cérebro para determinada situação, você consegue enxergar, você consegue ouvir, você consegue abrir uma informação que antes não chegava para você. E eu vou falar para vocês até biblicamente, viu? É Quando eu falo biblicamente, ó, que só vai enxergar as situações quem tiver olhos para ver. ouvidos para ouvir, tá? É muito engraçado isso. Biblicamente eu tô falando quando a gente fala em parábolas, quando a gente fala em escrituras antigas e como pode ter algumas coisas que
fazem sentido depois de tanto tempo hoje em dia? Não é, mas é porque você automaticamente começa a analisar esse contexto que está em volta. Você começa a sintonizar, começa a chegar informações. Por isso não tem como não ver, tá? Não tem como desver. E um conhecimento que chega até você, ele precisa ser utilizado de alguma forma. Certo? Deixa eu ver só aqui alguma coisa que falou de emergência. H Cáttia, ainda tô com dor no externo, né? Se não fosse a aula, eu já iria Achar que era infarto. [risadas] Ô, Cátia, nunca vamos descartar, gente. Isso
é uma coisa muito importante, o bom senso. Se você estiver passando por uma situação de estress, né, tá ali com tem tendências familiares, não alimentou bem, eh tem clínica para um infarto, realmente, procure um pronto atendimento. Já falei para vocês, sabe? A sabedoria também está em saber pedir ajuda. Nós não temos que dar conta de tudo, tá? Sabedoria também é pedir ajuda e sabedoria também é encaminhar paciente, tá? Não só porque eu acho que vai ser melhor pro paciente, mas eu posso muito bem não querer trabalhar com um determinado aspecto, por exemplo, emocional, mesmo que
eu tenha ali algum nível de bagagem para fazer para aquele paciente um ambiente de imersão. Em alguns casos, pode ser que eu queira trabalhar, por Exemplo, uma bagagem que vai levar que eu tenha de fazer um trabalho mais integrado para aquele indivíduo, entende? Então, saber também encaminhar é muito interessante. Vamos ver a Elane aqui, a minha. Fui na emergência com minha filha e ela está com o início de bronquite, tomando antibióticos para não evoluir para pneumonia, tá? Olha só. Muito bem. Primeira coisa, pedir ajuda é sabedoria. Se eu tô com minha filha Passando mal em
casa, né? Em casa, qual que é meu papel principal? É de pai, não é de ser o terapeuta, certo? Então eu vou pedir ajuda. Foi diagnosticado, ó, tu tem uma conduta, OK? E nós não somos eh a nossa área não é uma conduta de emergência, claramente. Então aqui vale uma informação importante, tá? O método de regulação torácica, ele não vai salvar infarto de ninguém numa fase aguda. Por favor, né? Senão vão falar o seguinte: "Não, eu fiz um gente v o seguinte, ó. Senta aqui. Vou até levantar aqui. Senta aqui. É o seguinte, você tá
tendo infarto. Fiz um curso esse final de semana online, o cara é bom. E aí ele criou um método lá de regulação torácica. Então deita aqui que a partir de agora nós vamos reverter seu quadro de infarto. Não precisa mais ir pro pronto socorro, gente, pelo amor de Deus, Né? [risadas] Nossa Senhora. Então, eh, não vamos nem imaginar essa situação, certo? Então está com a situação aguda. Médico, pronto socorro, principalmente se envolve sintomatologia para doenças cardíacas ou pulmonares agudas, porque elas podem levar à morte rapidamente. Ponto. Uma vez que cedeu o quadro agudo, Vamos sim
analisar. Aí sim, Elane. Vamos analisar. Será por que a minha filha está com a inflamação nos brônquios? Será que ela está com uma tensão no pescoço na região dos escalenos? Será que o celular tá muito com a cabeça abaixada, os ombros retraídos e todo o tórax fechado, né? Se pode evoluir paraa pneumonia, será que existiria alguma técnica que eu Poderia fazer entre as costelas, liberando a região do pulmão com os brônquios entre os lobos pulmonares? Será que eu tenho alguma técnica para o diafragma poderia influenciar um bombeio torácico? Será que o sistema imunológico dela está
funcionando adequadamente? Será como está a conexão dela com vírus que entram pelo nariz, pela garganta? Como tá a alimentação, o açúcar, o sono? Será que ela está passando por uma Situação de medo, de pânico, insegurança, falta de confiança ou até tristeza? Porque na tristeza, em geral, além de ter uma conexão muito séria com a pneumonia, tá? Eh, por outras leituras dentro da própria leitura biológica, etc., além disso, quando a pessoa está triste, ela como ela fica com tórax fechado e com a cabeça para baixo e às vezes chora e isso fecha as estruturas. Aqui tem
uma aplicação imediata para você, ninha, pra sua filha. Já compreendendo, faz todo o tratamento proposto, viu, que foi passado lá, tá? Toma antibiótico, tá tudo bem, tá? Faz tudo isso, mas depois disso, será qual a repercussão? Será que ela vai ter outra crise de pneumonia? Se com o antibiótico ela tá tomando eu não cuidar da flora intestinal. >> Já que o anti >> já que o anti >> Oi, querida. Pode falar. >> Não, só para complementar realmente tudo que você falou. Eu vou esperar essa fase agudizada, né, da infecção que realmente houve. Eh, paraa minha
surpresa, eu não imaginei que, na verdade, minha filha sofre de síndrome de pânico, né? tudo isso que você falou, ansiedade, se é autoestima baixa, né? Desistiu de uma faculdade para fazer outra e tá tentando realmente se encontrar. Então Tem toda essa essa situação realmente de autoestima e tudo. >> E há dois dois meses fez a mesma cirurgia que eu, que a retirada do apêndice, mas o dela não agudizou. Então assim, isso foi o stopim de coisas assim que vem realmente eh deixando ela mais insegura, mais triste até em relação ao corpo e tudo, esse medo
de de morrer, de não dar conta. Então faz todo sentido, né? e a gente vai tentando de alguma maneira achar uma uma válvula, né, de Escape, como se a gente pudesse salvar e tudo. Então, faz todo sentido esperar essa fase aguda para de repente eh colocar isso em prática assim. Mas eu já venho com muito tempo, sempre fiz as técnicas osteopáticas tentando amenizar, mas com certeza ela vai ser minha cobaia, se Deus quiser passar nessa fase. Mas obrigada aí, >> gente. Magnífico, né? Tão vendo que a gente tá falando? Tão vendo que é verdade? Tão
vendo como as coisas se conectam, tá? Então, só que às vezes a gente precisa avançar um pouquinho mais. E eu queria falar de uma coisa que eu não sei se ficou claro para todo mundo vendo aqui a Eline comentar, né? Eh, gente, a atitude emocional, hã, que leva às patologias emocionais são as compressões. Eu me sinto Comprimido. Eu me sinto sem espaço, sem saber o que fazer, sem ter para onde ir. Eu estou apertado. E isso vai fazendo com que eu vá me voltando para mim mesmo e entrando num ciclo de dor e sofrimento, como
naquele quadro, né? famoso El Grito. Sabem que a pessoa tá toda confusa e ela se volta para ela mesma, viu? Porque ela está deixando de expandir e está limitando um crescimento Natural. Sabe o que ela está fazendo? Muitas vezes ela está ninando a dor dela. Queridos, alguém já ninou a própria dor aqui? Vou explicar para vocês o que é ninar a dor. É quando você carrega com tanto carinho a sua dor, sabe? Que você põe ela assim no braço, ó, como para ninar, sabe? Você põe assim ela no braço e assim, a minha dor ela
é minha, você não quer soltar ela jamais, Sabe? Você é quase como se você contasse com orgulho. Há quanto tempo você sofre, há quanto tempo você carrega essa dor, esse sofrimento, essa dedicação? Ai meu Deus, gente, sabe o que eu tenho para dizer sobre isso? que é verdade. Nós temos essa dor e vou te falar, não é só sua, ela é minha e de todo mundo. Se a gente for sentar aqui cada um e falar dos momentos tristes que vivemos, Nós vamos ter choro para tudo quanto é lado, tá? Muito provavelmente. Só que ninar a
dor não significa resolver. Nós precisamos admitir situações que aconteceram na nossa vida e tomar uma atitude nova, nos perdoar, perdoar as outras pessoas que estão envolvidas e falar para quem quer ouvir a gente, Não ficar a vida inteira esperando o perdão de alguém que não vai uma desculpa ou um eu te amo. Isso também é amadurecimento. é entender que nós não é acertamos sempre, que nós não erramos sempre e que podemos ser muito felizes com quem quer estar na nossa presença. Então isso é um diálogo que nós vamos precisar falar com quem tem compressões no
tórax também. Tô aqui exemplificando, tá? Não é só ela que está assim, sua filha, viu, Elane? E agora vamos chegar na situação do jovem hoje. Quantos não sabem o que querem, para onde vão? No mundo confuso como está, que não sabe nem se precisa fazer faculdade para chegar realmente a sobreviver? e não sabe o que é sobreviver, porque ele não está claro para ele o que É às vezes qualidade de vida, trabalho e tudo isso, tá gente? E isso leva a estados de compressão. Toda essa confusão, toda essa dor que a gente tem, feridas emocionais,
nos leva a ficar e estar a quem do nosso potencial. E uma conversa como essa, uma educação como essa, técnicas que expandem a nossa consciência, diálogos que expandem a nossa consciência, tá? técnicas que expandem a nossa Respiração, informações sobre sono, atividade física, alimentação, se movimentar, não ficar estagnado. Isso nos leva para o outro lado que é a expansão, compressão, doença, expansão, saúde, compressão, ninar a dor, Apertar, rígido, sem movimento, sem expressão. Compressão é sinal de patologia. expansão, espaço, fluxo de sangue, crescimento, criatividade, movimento. Isso é saúde. Por isso que quando nós estudamos, nós estamos comprimindo
ou expandindo? Expandindo. Então, estamos melhorando. Qual que é melhor? Você ficar no sofá em posição fetal, olhando para a parte do encosto do sofá, sem conversar com ninguém, coberto e com travesseiro na cabeça? Ou você estar fazendo uma atividade física com outras pessoas, respirando, vendo o sol, sentindo a chuva, né, se movimentando. Qual a probabilidade de você se sentir melhor? Então, veja que isso tudo veio muito a calhar, porque isso é conceitual. Nós precisamos de atitudes que nos expandam, nos fomentem crescimento, né? Nos fomentem criatividade, evolução. Tudo bem, gente? Eu sei que isso talvez não
foi dentro do planejado, mas é exatamente esses diálogos que faltam também quando a gente precisa eh se conectar com a essência do que nós estamos fazendo e facilitar Às vezes pro nosso filho, paraa nossa filha, para entender, para compreender por que estudar é importante, por que se movimentar, trabalhar, lavar a louça, ajudar em casa, fazer amigos é importante. Isso é conexão. Conexão é expansão. Então, o ideal é não fechar portas. O ideal é abrir novas portas, certo? Se for possível, não feche portas, abra novas portas. Certo? Vamos ao próximo slide, queridos. Olha só. Então vamos
continuar aqui ainda mais uma única vez com as correlações anatômicas que um órgão tem e vamos depois, se vocês quiserem dar continuidade aos Estudos de vocês, né, comigo no modelo de regulação torácica, vamos expandir essas conexões, certo? Essa é a ideia. Então, vamos pegar aqui sintomas clássicos, por exemplo, dor no ombro direito. Dor no ombro direito lá em cima, ombro direito. Quando eu penso no ombro direito, eu posso pensar que ele pode ser um reflexo de C3, C4 e C5. Porque eu tenho nervos do plexo cérvico Braquial que vão até a região do ombro. Porém,
gente, eu sei que de C3 a C5, eu também tenho a inervação do nervo frênico para o meu diafragma. E aí eu tenho então uma correlação do nervo frênico à direita com o diafragma e as fácias hepatofrênicas que faz com que eu tenha uma conexão entre fígado, diafragma, nervo frênico, plexo cérvico braquial e Ombro direito. Se eu não tenho esse pensamento estruturado, eu jamais vou hipotetizar que uma restrição de movimento nas últimas costelas do lado direito, as cinco últimas costelas onde protege fígado, onde tem ligação com fácias do fígado, onde eu tenho ligação com músculo
diafragma, onde eu tenho ligação com a bomba Mecânica da pleura. A pleura é a fácil que tem conexões com C7 T1. Tão acompanhando? E isso pode influenciar o meu plexo braquial. E esse conjunto de alteração de mobilidade torácica à direita pode ser a causa da dor no meu ombro direito que o paciente chegou falando. Me acompanharam? Então, na realidade, o diafragma, como No cantinho à direita do slide de vocês aí, ele vai ter conexões com costelas e com a região tóra lombar. O fígado, por sua vez, ele está intrinsecamente ligado ao diafragma e essas fácias
que pode causar uma tensão sobre a veia cava inferior. Se a veia cava inferior é o a porta, porta, mas não o sistema porta, tá? é a porta de entrada para o diafragma, né, para a circulação venosa de membros inferiores e abdômen para Voltar para o coração, o sangue. Se ali eu tenho um tensionamento, pode ser que eu encontre uma leve restrição de movimento de volta do retorno venoso. Essa dificuldade pode comprometer o fluxo de sangue dos membros inferiores para o coração. Além disso, quando eu tenho um problema no fígado, que é onde as veias
Mesentéricas, tá? As veias que levam o que foi absorvido também do intestino para o fígado, agora sim o sistema porta. OK? Chegam no fígado e o fígado também está tensionado, não recebendo todo o sangue. Que que acontece? do mesmo jeito que nos membros inferiores, só que agora com a porção final do intestino, começa a ficar levemente e demasiado, Porque o retorno venoso para essa região do fígado não está adequado. Então, numa pessoa com problemas na mecânica de fígado, eu posso encontrar sintomas por enquanto no ombro direito, por enquanto um edema nos membros inferiores, por enquanto
hemorroidas ou problemas vasculares no final do intestino, uma vez que o sangue que deveria estar indo do intestino para a região do fígado, pode Encontrar uma leve resistência. Agora, o fígado, de um ponto de vista evoluindo fisiologicamente, né, ele tem reserva de glicogênio. O fígado, ele vai ser ali o nosso tanque de combustível, principalmente para as atividades cerebrais, para as atividades mentais. Então eu também posso encontrar uma dificuldade em raciocínio rápido, cansaço mental, Via fígado. E agora sabemos por causa também da linfa, do processo inflamatório que vai se repercutir de maneira crônica no sistema glinfático
lá no cérebro. Mas o fígado ele atua como um órgão que desinflama o nosso corpo. Um dos papéis fisiológicos do fígado é desinflamar, filtrar de uma certa forma aquilo que Deve ser eliminado do nosso organismo e aquilo que deve voltar veio a cava inferior. Tão me acompanhando, gente? Se ele não faz esse papel de dividir o que deve filtrar, né, o que deve ficar no organismo e o que deve ser excluído com uma das suas funções, acumulamos toxinas e inflamação que podem estar também nos membros. Então, um fígado problemático pode tendencionar, Facilitar, tendinites recorrentes e
via linfático, cefaleias que podem se repercutir na região dos olhos e nuca. Se o fígado não trabalha bem, não formula bem a Billy. Se a Billy modifica a sua forma de ser liberada via vesícula biliar, a sua composição e atuação, eu posso ter uma mudança, por exemplo, na cor das feeses ou na cor da urina. Eu posso ter Sensação de azia e eu posso então ter um fígado que está pedindo pelo amor de Deus, não venha com mais comida e estimular o vômito, porque ele já não está dando conta de lidar com toda a química
que está chegando nele e que ele tem que saber para onde vai mandar cada uma dos nutrientes que está chegando nele. E por aí fiz uma introdução, mas por aí nós podemos discorrer com o paciente sobre o porquê de uma tendinite Recorrente dele se ele, por exemplo, não se alimenta bem, não dorme bem e quer treinar o tempo todo. Nós podemos discutir com um paciente atleta se ele está fazendo um repouso adequado, porque de repente, por falta de repouso, ele tem tendinites recorrentes, ele tem alterações gastrointestinais, ele tem dor de cabeça e ele tem inchaço
nos membros inferiores. E uma das coisas que você pode fazer por ele é a liberação torácica, a incluindo orientações sobre sono, sobre alimentação, sobre estilo de vida e sobre para um atleta, mesmo que amador a necessidade do dayo off, do dia de descanso. Ao contrário, meus queridos alunos, espero que todos sejam meus alunos. Vou ser um acumulador de alunos, [risadas] tá? Ao contrário, uma pessoa que não faz atividade física, ela também pode não estar melhorando, ampliando sua capacidade torácica, acumulando gordura abdominal, a pressão entre o tórax e o abdômen fica desregulada e automaticamente na tentativa
de regular essa pressão, essa barriga estufada cheia demais e esse tórax retraído, Curto demais, vai provocando refluxo, vai provocando várias situações que o corpo vai ter na tentativa de melhorar o desempenho mecânico do fluxo de líquidos, como se ele quisesse esvaziar a barriga e aumentar o tórax. E vou dizer para vocês, não é à toa que nós temos um índice que a barriga não deve ser maior que o tórax. Já ouviram falar com fita métrica Em que você calcula a tendência a disfunções cardíacas e patológicas funcionais quando a barriga na sua perimetria está maior do
que a perimetria do tórax e que um dos objetivos de saúde e atividade física é mudar esse cenário para que o tórax fique maior e a barriga menor. o que caracteriza uma melhora metabólica extremamente significativa. Certo? Próximo slide. Então, gente, olha só quanta coisa. Concorda comigo, gente? É muita informação, né? que merece um destrinchamento. Por isso o centro regulador torácico. E olha que eu ainda dei um spoiler para vocês, hein, falando aí onde a gente mais deve ver, ter cuidado no corpo, quem trabalha com as mãos nos lugares rígidos. Quais são os três lugares principais
do corpo para um terapeuta manual? Lembrou? crânio, tórax e pve. Por que que são os lugares que a gente tem que pôr mais atenção? Ao contrário do que muito da fisioterapia, porque são os lugares mais rígidos em que a gente pode exercer influências com as mãos que podem fazer um único movimento que não faz de jeito nenhum. Só, por exemplo, com alongamento ou com mobilidade, nós podemos influenciar a mecânica Craniana, intracraniana, com vários vários toques diferentes e nós podemos influenciar a mecânica torácica com vários toques diferentes, ok? Então, nesse slide, veja só, a disfunção torácica
caracterizada por rigidez costal, respiração disfuncional de uma forma geral, perda de mobilidade costal, perda de função diafragmática, alterações na pressão introrácica, diminuição no retorno venoso e Linfático, estagnação inflamatória, atividade vagal aumentada, aí uma informação equivocada, hiper eh simpaticotonia, disfunção visceral. Todo esse conjunto alterado do tórax, tá? Pode levar, por exemplo, a fadiga, ansiedade, espineia, insônia, tá? Dores na região dos braços, pernas, edemas, dores de cabeça, problemas na ATM, problemas vários que talvez ao conseguir falar pra pessoa: "Respira". literalmente calma, não toma uma decisão de impulso. Sabe quando a gente fala pra pessoa dorme primeiro, amanhã
você pensa sobre o que se fazer? tem tudo a ver, porque ela regula o sistema nervoso autônomo dela e não reage reagir. Ela não reage como uma pessoa ameaçada, louca, tentando sobreviver. Ela para, pensa e pondera, tá? Então, o que que eu não vou ter como discutir com vocês nessa imersão que ela ficou pequena para a quantidade de assunto sobre técnicas, sobre cada uma das técnicas, sobre quadros clínicos, sobre pacientes reais que talvez vocês tenham e queiram compartilhar, queiram expor um caso clínico de vocês para que a Gente possa opinar aqui para destravar aí um
resultado clínico de vocês, né? Outra coisa que não vai dar para fazer na imersão aqui é sistematizar toda a liberação do tórax. O que vem primeiro, o que vem depois, porque a ideal seria tal coisa primeiro e tal coisa depois. O que que não teremos tempo de fazer aqui na imersão? mostrar vídeos com técnicas de liberação do tórax, com Técnicas neurais, com técnicas pro coração, técnicas para o pulmão, técnicas para ducto linfático, para bomba linfática, técnicas para o fígado e etc. Porque é disso que eu estou falando. Eu mostrei para vocês a importância do Centro
Regulatório Torácico. E isso já tenho certeza, como eu falei, a partir de amanhã vocês vão enxergar tórax rígido aí, hein? Vão conectar o tórax com um monte de Coisa. Que maravilha. Primeiro passo, usa o que você tem de recurso, tá? usa o que você tem de recurso, exercícios de rotação do tronco, laterção, técnicas para abrir a entrada torácica superior, paraa clavícula, técnicas respiratórias, liberação diafragmática, bombeio da coluna torácica, tá tudo certo. Se tiver técnica Arterial, vai começar a usar talvez mais as técnicas arteriais que tem para essa região. Se souber algo mais sobre a linfa,
vai começar a usar mais teclas sobre a linfa, ponto os gatilhos principais entre as costelas, não sei como tá a anatomia funcional de vocês. Vão começar a perceber que vale a pena tocar entre cada costela e comunicar com esse tecido, seja na porção anterior, seja na porção lateral, seja na porção posterior. E fundamentalmente, sabe, um dos meus objetivos aqui hoje nesta imersão é dizer para vocês que não precisamos hipervalorizar a coluna, porque é um tal do terapeuta manual hipervalorizar as técnicas da coluna, tá? Eu não estou dizendo que elas não são adequadas. Tanto é que
eu sugiro que faça bombeios e outras técnicas. Na frente da coluna torácica a gente tem estímulos para gangnglios simpáticos. Eu Não estou dizendo que elas não são importantes. Eu estou dizendo que você não deve hipervalorizar as técnicas da coluna e desvalorizar e nunca usar as técnicas pra região anterior torácica, que é um lugar onde nós temos muito mais amplitude de movimento que nós podemos modificar e resolver várias questões sintomáticas do paciente, certo? Muito bem, meus queridos, nós vamos Agora então para o nosso intervalo. São 4:10. Nós vamos fazer um intervalo até 4:25 e eu venho
às 4:25 para falar para vocês sobre quais são os nossos próximos passos, OK? Beijo, até daqui a pouco. [risadas] Muito bem, vamos para o grande finale. Muito bem, estamos então finalizando os nossos dois dias de imersão. E aí, me Conta, foi difícil? Passou rápido, passou devagar, o tempo rendeu. Como é que foi isso aí, gente, para vocês? Foi foi num tempo suficiente, foi uma imersão num tempo suficiente para desprogramar e reprogramar alguns aspectos do cérebro, que é isso que precisa acontecer, não é? >> É quando a gente fala, >> foi rápido, que bom, isso é
um bom sinal, né? Quando a gente fala assim, ó, não vi outro negócio passando, né? consegui fazer conexões com a minha vida, né? Consegui perceber que fez sentido, a conseguir acompanhar o raciocínio, né? Então a gente começou a a fazer sentido o nosso investimento ali naquela situação. Cortou teu áudio. Desligou seu áo sem querer. >> Oi. E agora? Tão me ouvindo? >> Deu >> certo. >> OK, queridos. Muito obrigado. Então, que que acontece? Eh, a gente precisa de conectar com a nossa vida para que o nosso investimento de tempo e dinheiro seja adequado, não é
isso? Esse é que é o BAS. Embora o que eu tava falando é que investimento de dinheiro aqui, né, vamos falar, né, foi um café. >> Tá bom. [risadas] É isso. Isso aí é é Pelo pelo prazer de estar com vocês, né? E aí e estar retomando aí sim estar retomando um projeto de vida, meus queridos. É isso que nós estamos fazendo aqui, retomando um projeto de vida. E eu na condição de mentor de literalmente centenas de alunos, né? Nós fizemos aí eh centenas de alunos, foram cerca de 250 alunos eh da com a minha
metodologia de reabilitação neuromeninge e terapia monal funcional. Na ocasião eu ministrei Aula, a primeira aula foi em Uberlândia. de Uberlândia a gente foi para São José do Rio Preto. São José do Rio Preto a gente deu aula em Ribeirão Preto, a gente deu aula em Ourinhos, a gente deu aula em São Paulo, a gente deu aula em Florianópolis, a gente deu aula em Goiânia. Nossa, foi bacana. Isso tudo foi presencial num primeiro momento, depois foi online. Depois os alunos pediram um avanço, queriam mais. A gente idealizou o outro método que não foi Reabilitação ninja que
foi 70% prático e 30% teoria. foi de terapia funcional, que foi 70% teoria e 30% prático. E aí nós começamos a desenvolver assuntos separados, cursos para cefaleia, né? Tem um curso que nós fizemos para cefaleia, cervicalgia e cérvicobraqualgia, lombalgias e lomboceatalgias, cursos para uroginecologia. E aí nós somos fazendo, né, desempenhando papéis diferentes, cursos de liberações emocionais, depois cursos De respiração, imersões para tratamento de colegas eh terapeutas aí que precisavam aí de amparo. Foi muita coisa. Que que eu estou querendo dizer com tudo isso? Estou dizendo para vocês é que eu não estou iniciando nem na
carreira clínica, que são 25 anos, tá? Na realidade, eh, eu estou completando este ano cerca de 75.000 atendimentos. Olha que legal o número que a gente conseguiu levantar aqui de atendimentos. E é de atendimentos, tá? Não significam pessoas, porque aí a hora que eu peguei o meu cadastro no meu sistema, tem pessoas que já fizeram 80 sessões comigo em 10 anos, OK? Então, não são 75.000. pessoas, mas são 75.000 atendimentos, são 75.000 horas trabalhadas, né, com este modelo aí de trabalho, tá? e também não estou iniciando na carreira de professor. Então o meu mestrado é
de 2006 E tive uma pequena pausa e estou retomando e vocês estão aqui comigo na no meu retorno e no meu regresso [roncando] às a essas atividades, tá bom? E por isso fica a critério de vocês darem continuidade. Agora, não precisa ser o fim. Essa é a grande questão. Não precisa ser o fim. Nós podemos dar sequência neste estudo, neste aprendizado, a partir de agora. E digo mais, tanto na turma de Reabilitação neuromeninja quanto de terapia manual funcional, as primeiras turmas são sempre diferenciadas. Por quê? Porque nós vamos fazendo algo sob demanda, nós vamos fazendo,
atendendo expectativas reais, né, que aquela turma vai precisando ali. E uma vez que você tá criando algo a partir da realidade, aquilo tende a se modelar de forma viva, tá bom? Então, é isso que nós vamos fazer. Então, para o nosso grand finale, eu gostaria de convidá-los a conhecer o Método de regulação torácica, o método de do centro regulador torácico multissistêmico. Nós estamos trabalhando nisso e eu vou mostrar a continuidade do nosso estudo para vocês. Então, vamos ao primeiro slide dessa última etapa. Perfeito. Então, o que que vai acontecer para quem quiser estar aí conectado
com essa nova fase do conhecimento que eu estou vou disponibilizar para vocês? Então, ó, num Primeiro momento, nós vamos dar sequência explorando cada um dos aspectos essenciais. e remodelando o conceito que a gente tem do centro regulador torácico. Para que a gente consiga fazer isso, e vocês tiveram aí um spoiler do que a gente pode ter, nós vamos precisar de aprofundar nos fundamentos da regulação torácica. Que que são os fundamentos da regulação torácica? é deixar cada vez mais claro os limites de do que a gente pode conseguir em termos de resultados profissionais com os nossos
clientes, com os nossos pacientes. Então, nós vamos evoluir para saber, inclusive como falar, para saber como mostrar. E vamos embasar teoricamente vocês, tanto com anatomia, com fisiologia, com artigos, com todo esse conhecimento que eu estou tendo da naturopatia sobre esses Fundamentos, como é que eu cheguei nessa nessa no centro regulador torácico e vocês não ouviram falar disso. Por que que vocês não ouviram falar disso? Porque eu acabei de criar. [risadas] Eu não estou copiando de lugar nenhum. Tá? Então isso é uma idealização, isso é um processo de junção de conhecimentos, como a gente fez eh
em tempos atrás, tá? Então, nós vamos falar da atualidade, de como é importante a Gente entender a regulação torácica para os transtornos de ansiedade, para os transtornos de humor, pra gente entender o que que está gravado, o que que está aí fixado dentro do nosso tórax. Então nós vamos ter toda uma conceituação. Num segundo módulo, nós vamos falar mais sobre neurofisiologia e vamos expandir essa visão do sistema nervoso autônomo que está tão em voga, né? A gente tem ouvido muito falar sobre liberações vagais, sobre correção do Sistema nervoso autônomo. Claro que aqui a nossa ênfase
vai ser como nós podemos utilizar técnicas manuais, como nós podemos utilizar eh o nosso raciocínio fisiológico, sinesiológico, para poder regular o sistema nervoso autônomo, mas não impede que a gente possa falar um pouco mais sobre sono, sobre alimentação, sobre estilo de vida, sobre atividades hormonais, reposições hormonais, até também como isso pode influenciar. Podemos falar sobre Perimenopausa, sobre menopausa. Então, nós vamos falar sobre aspectos sexuais que estão envolvidos, aspectos então que influenciam a nossa vida e desregulam ou regulam nosso sistema nervoso autônomo. No médulo, no módulo três, nós vamos entrar com a neuroinflamação. A neuroinflamação, como
eu falei para vocês, eu venho estudando desde o meu DO, né, em que eu fiz sobre o COVID. E aí nós temos aí uma série de correlações com a variabilidade da frequência Cardíaca, estudos mostrando eh que técnicas osteopáticas alteram a variabilidade da frequência cardíaca. E o que que isso tem a ver, tá? Nós vamos falar um pouco mais sobre intestino e nós precisamos falar sobre o sistema linfático e sobre doenças neurodegenerativas, tá? E isso é um aspecto de psiconeuroimunologia, OK? Então, nós vamos precisar falar sobre psiconeuroimunologia. Nós vamos retomar o conhecimento do sistema facial e
de continuidade mecânica, tá? Esse é o termo continuidade mecânica, tá? a gente vai começar a destrinchar situações eh em que língua tem a ver com a garganta, com as faces cervicais, com toda essa região pleural, diafragmática, pessoas, ligamento sacrotuberal, tensor da faceata, músculos eh flexores profundos dos dedos até o pé. Então nós Vamos estabelecer conhecimento sobre a ligação que existe, por exemplo, da língua quando você tá no final da corrida. Por que que a hora que você tá no final da corrida cansada você vai assim, ah, e põe a língua para fora que a gente
fala, não é à toa. Entende? Do mesmo jeito que eu estava falando pro nosso querido e saudoso Pablo. Cadê você, Pablo, em falar nisso, deixa eu ver se você tá aqui. Vou até Conferir, já que eu estou falando no seu nome aqui neste momento. Deixa eu ver. você vai ter que ver depois se você não tiver aqui. Não vi você aqui. Então, que que nós vamos eh falar da aqui em continuidade mecânica, nós vamos falar do sistema facial que pode envolver inclusive fácias neuromeningeas. E quando a gente fala de menines, a gente está falando de
tecido facial também. Nós estamos falando da região intracraniana, nós estamos falando de Sacro e cox, nós estamos falando de postura, nós estamos falando então de fixações posturais que vão gerar remodelamento facial. Então, um sistema facial. Então, já temos aqui uma coisa muito interessante. No quinto módulo, nós vamos falar de avaliação clínica. Aí nós vamos precisar conceituar um pouco exames, vamos ter que pensar assim, eh, como a gente pode conversar, eh, aí com os exames, com os resultados cardiológicos, com os resultados Pneumológicos, com os resultados gastrointestinais e também como que a gente pode avaliar isso, como
que a gente vai avaliar tudo que foi dito no módulo 1, 2, 3 e 4. Então nós vamos ter essa oportunidade aí no módulo CCO de ver como nós vamos avaliar. No módulo seis, a gente vai paraas técnicas de regulação torácica, algumas técnicas conhecidas no universo da osteopatia, da terapia manual, mas encaixando elas dentro de uma Perspectiva de fácil aplicação e levando em consideração os fundamentos que eu costumo dizer para vocês. Quais são os fundamentos? saber onde tocar, com que força e por quanto tempo. É isso que gera a diferença. Então, é isso que eu
me refiro como um passo de cada vez também, mas na direção correta. Então, a medida que você vai aprofundando o tecido, é que você vai se comunicando com o tecido. Então, nós vamos fazer um aprendizado também de Técnicas que eu utilizo, as técnicas que eu vou considerar aí mais significativas e quais técnicas conversam com a outra, tá? E olha aqui, tem um detalhe, gente, o que tem de técnica, tá? Vocês devem ter um arsenal de técnicas aí, pelo menos é o que eu tô vendo em tudo ou quanto é lugar. Se tem uma coisa que
não falta, é técnica. Cada vez mais alguém inventa uma técnica e alguma coisa assim. A questão não é inventar técnica, não vou inventar Técnica nenhuma. A questão é como pôr as técnicas para conversar. Tá? Eu acho que esse é o ponto chave. Então é aqui nós vamos conversar sobre anos de experiência. Aqui sim, eu vou te falar que esse módulo aqui já de técnicas de regulação, colocar as técnicas para conversar, já são anos que vocês ganham de acerto e erro, tentativa, erro e acerto dentro do ambiente clínico, tá? Então isso já é bastante eh significativo.
O módulo Sete, nós vamos falar sobre repercussões clínicas. Que são repercussões clínicas? O que pode acontecer caso trate, caso não trate, caso trate um pouco, tá? Quando a gente dá alta, existe alta. né? Existe alta numa regulação. Uma vez que você leva seu carro pra oficina, você nunca mais vai precisar levar ele pra oficina. Vou deixar vocês pensando, tá? Então aqui em repercussões clínicas, gente, nós vamos falar de regulação também. Que que é regulação? prevenção que tem situações que vão acompanhar a pessoa, mas ela não precisa ter uma qualidade de vida ruim, porque ela tem
uma patologia, uma prótese, um marca-passo ou fez uma cirurgia cardíaca, colocou um estente ou qualquer coisa nesse sentido. Só que ela pode requerer um pouco mais de atenção, Um pouco mais de frequência na sua manutenção. Então, nós vamos discutir repercussões clínicas. Claro que, gente, olha só, não dá para eu falar de repercussões clínicas de tudo no corpo, porque é assunto demais. Isso seriam 2, 3 anos facilmente. Então, eu vou falar o quê? de repercussões clínicas do Centro Regulador Torácico. Olha que bacana, a gente vai poder focar na realidade nos aspectos relativos a essa imersão que
a Gente tá fazendo agora e no próprio curso, tá bom? E no módulo oito, nós vamos fazer uma integração clínica e aplicação prática. Que que significa integração clínica e aplicação prática? modelos de tratamento. Aqui a gente chega a uma conclusão de que se o paciente chega assim com a cervicalgia, o que que eu tenho que avaliar do tórax? Se chega numa dor de cabeça, o que que eu tenho que avaliar do tórax? Se tem uma Cerveicobraquialgia, uma dorradiada pro braço, um inchaço nos punhos, que que eu tenho que avaliar do tórax? Se tem edema nas
pernas, se tem dor no joelho, que que eu tenho que avaliar do tórax? Se tá com a barriga grande? se tem hérnea umbilical, hérnea inguinal, se fez cirurgia de retirada de vesícula, se fez plástica abdominal, né? O que que eu vou ter que avaliar? Quais são os parâmetros principais? Quais as técnicas principais que vão fazer sentido dentro desse Ambiente? Entenderam? Então, este é o desenho inicial. E vou ser sincero com vocês, isso é o mínimo. Isso é o mínimo pra gente poder trabalhar aí no que eu tô chamando então de centro regulatório regulatório torácico, tá?
Ou reabilitação torácica multisêmica, tá? Eh, lembra do RNM, reabilitação neuromeninja? Agora eu tô criando o RTM, que eu achei que ficava bonito, combinava, sabe? Então é reabilitação Torácica multissistêmica. Gostaram do RTM? Hã? Foi um nome legal? Combinou com o nosso projeto anterior? Porque agora sabe o que eu acho para quem é meu agora eu tô falando com os meus ex-alunos, sabe? Quando eu terminei o RNM 5, porque nós fizemos o curso de reabilitação neurominia dividido em cinco momentos. RNM1, RNM2, RNM3, RNM4, RNM5. Quando eu terminei o RNM5, os alunos todos queriam o RNM6. Eu falei:
"Gente, o RNM6 é um passo além. Tô mentindo ou não? Fala aí, gente. Hã, tá, os alunos queriam o RNM6. Então, eu vou considerar agora que a gente tá indo pro RNM6, pro RNM 7, pro RNM8. A gente está evoluindo o modelo que lá atrás ficou parado porque nós chegamos antes da ciência, [risadas] gente. Eu tô rindo, sabe? Mas é verdade. O que nós fizemos lá atrás, há 15 anos Atrás, na loucura, o povo me falava de doido, né, e etc. E eu falei: "É isso mesmo, vamos pro mundo aqui, sabe, dos top das galáxias,
resultados extraordinários, sabe? E é isso mesmo. E foi o que aconteceu. Só que naquela época eu hipotetizava algumas explicações com conhecimento que eu tinha até então. Porém, o negócio de hipotetizar as explicações ganhou forma, gente. O que a gente falava, tá tudo Certo e hoje eu posso complementar com vigor tudo isso que eu falava. Então, nós estamos, nós já estávamos na direção certa e por isso que muitos de vocês estão conectados comigo é esse tempo todo, certo? Então, claro, próximo slide, por favor. Claro, essa arquitetura, vamos dizer assim, né? esses módulos a gente não tá
falando ainda que é é é a matriz e nós vamos fazer isso gradativamente, Mas eu preparei então que a gente precisa dar uma um papel para vocês, né, falando que vocês estudaram alguma coisa. Então vocês terão uma certificação, né, um papel ali que fala que vocês fizeram um determinado estudo sobre o Centro Regulador Torácico, que é um conhecimento inovador. E nós vamos ter algumas coisas já de cara que eu estou preparando para vocês. Nós vamos ter quatro bônus para este momento, para essa primeira turma, tá? Então, vamos Ter aula avançada de regulação torácica, que eu
tô chamando de aula avançada. Nós vamos falar sobre casos complexos, vamos discutir, vamos filosofar, hipotetizar e embasar casos complexos. O que que são casos complexos? Casos complexos são casos incomuns, são casos de pessoas que não estão melhorando ou que não melhoraram antes e depois de uma intervenção com o raciocínio do centro regulatório começaram a ter um Novo uma nova perspectiva. Eu não estou dizendo em nenhum momento que o que a gente está propondo salva o mundo, tá? que melhora tudo, regula tudo, é sensacional demais. Não, mas faz sentido. Eu estou dizendo que faz sentido, tá?
E que nós vamos avançar os estudos do mesmo jeito que foi lá atrás agora. E quem sabe daqui um tempo tem um monte de gente falando sobre o Centro Regulatório Torácico, tá? do mesmo jeito que fez tanto sentido tudo lá no Passado. O segundo bônus que eu vou dar para vocês é quem entrar nesse processo de conhecimento agora, tá? Vai ter uma atualização científica anual. Que que é isso? Eu vou disponibilizar alguns artigos que eu já tenho, que eu já pesquisei, que eu já destrinchei com vocês para que vocês possam ter ali algum embasamento, ter
como estudar, conhecer alguns autores. Então, não vamos fazer uma biblioteca em andamento para que vocês possam estar Acessando, né? E dentro do grupo, que aí vem aí como um bônus número quatro, dentro do nosso grupo fechado, nós vamos disponibilizar um artigo, uma explicação sobre o artigo, um pequeno vídeo sobre o artigo, um aspecto interessante disso, como nós já fizemos no passado também, só que agora modernizando esses conceitos, tá? Que vem em conjunto com a biblioteca curada de artigos, OK? Bom, e aí entra o seguinte, próximo slide. Olha só quanto tempo você gastaria para chegar a
estas conclusões. Eu gastei 25 anos. Eu gastei, né, 75.000 atendimentos para poder chegar. Eu gastei um mestrado, doutorados, algumas especializações e dezenas de cursos. Então, eu tô querendo dizer é que assim, se você parar para analisar valores aí eh que você teria que Investir para ter acesso a conhecimento com hoje com que eu tenho para observar, e olha que eu fiz um estudo com Sebrai em uma época e eu fal eu eu perguntava pro Sebrai: "Ô, Sebrai, qual quanto que eu devo cobrar minha hora de trabalho online, né? Esse tipo de coisa, né?" né? E
eles falaram assim: "Ó, Dan, vamos calcular aqui então quando você já investiu no seu conhecimento." Aí eu fui falando isso, aquilo. Olha que calculou, gente, pasmem, eu já gastei mais de R$ 1 Milhão deais na minha formação, tá? E eu falei: "Mentira, eu não tenho esse dinheiro, como é que eu gastei esse dinheiro todo, né?" E na verdade a gente perde a noção de quando a gente em 25 anos, né, de dedicação, quanto se gastou com hotel, com alimentação, com cursos, etc. Então, olha, para você romper com o que a gente vai chamar de teto
clínico, que é ir, sabe, além ultrapassar o seu limite atual, tá, com certeza você gastaria mais de R$ 10.000 R$ 1.000 ao ano, tá? Eu não sei quanto vocês estão gastando atualmente em termos de atualização, eh, considerando cursos, considerando deslocamentos e tudo mais, mas com certeza bastante. Mas tá, o que que nós estamos elaborando aqui nesse meu retorno? E aí, bem bacana, bem bacana, tá? a gente vai ter algo que de interação. Nós vamos ter ali uma experiência em vídeos, tá? Então, terão alguns vídeos Que serão liberados gradativamente, teremos aulas ao vivo gradativamente e tudo
vai ser confeccionado sob medida. Eu tenho um roteiro, tenho já uma introdução, mas eu estou fazendo algo especial para quem for da primeira turma. Eu estou atendendo cada um de vocês dentro deste raciocínio numa primeira turma. Essa é a grande vantagem de uma uma primeira turma. Vocês inclusive vão ser eh os meus alunos modelos que a partir do que vocês me Trouxerem vai ser replicado, recriado a influência do modelo do Centro Regulador Torácico ou do RTM, da reabilitação torácica multisistica. Vou começar a falar RTM agora, tudo bem? Hã, vocês não vão confundir o RTM com
RNM? Mas se confundir e falar assim: "Ah, tô fazendo as coisas do Dean". [risadas] Tá bom? Bom, gente, e quando há movimento, Comunidade e mentoria se complementam, né? Se a a um grupo de WhatsApp ele tem interação, isso tem um valor muito significativo na prática diária. Vai depender uma parte de mim, uma parte das pessoas que estarão convergindo para esse desdobramento, tá? E agora, para vocês terem uma ideia do que nós preparamos para vocês, próximo slide. Tcharã. Quem pensou que não ia ter condição? Ah, Eu sou né? Tô dando negócio para vocês da primeira turma.
Tô dando mesmo, viu? Tá? Por vocês são queridos, são a primeira turma. E vou falar a verdade, se você não entrar neste curso nesse momento, é porque você não entendeu do que que nós estamos falando. Porque eu vou ser bem sincero com você, R$ 153,91 por mês, eu não sei quanto vocês gastam num almoço, certo? Sabe, mas assim, na minha casa, eu sou eu, minha esposa e três filhos. Eu vou almoçar num self service em uma refeição, fica em R$ 350, certo? Então, normalmente é o que acontece aqui dentro da minha realidade. E eu vou
falar ainda mais para vocês, tá? Eu vou falar ainda mais. Esse valor aqui, ele ainda é uma coisa que vai ser modificado. Não é esse o preço para todos os momentos. Eu estou possibilitando para todos os que tiveram, confiaram, acreditaram Nesse meu retorno, eu tô facilitando essa possibilidade, tá bom? Não vou soltar tudo de uma vez. Como eu falei, eu estou modelando algo para vocês. A gente vai ter aulas gradativas, tá? Ao longo de um tempo, com tempo para digerir, tá? Vocês vão ter os os oito módulos avançados. Cada módulo não é uma aula. Em
cada módulo tem mais de uma aula. Alguns módulos tem duas, três, cinco aulas, tá? Algumas coisas eu tenho preparadas, outras eu Estou fazendo, estou gravando para vocês, certo? Então eu tenho certeza, gente, que ó, R$ 150 por mês de retorno no mês, eu não sei quanto vocês cobram a consulta de vocês. Vamos supor, tá? Vamos supor que você cobre R$ 300 sua consulta particular, tá? Hoje em dia, não sei se atende particular ou não, mas R$ 300, eu estou falando de cinco atendimentos. Será que o conhecimento que eu vou te passar ao Longo desses meses
até o final do ano, você não consegue resolução ou a melhora em 5 horas de atendimento? É assim, eu eu tô falando também porque eu sou assim, tá? Como que eu calculo o meu investimento? Eu não desisto do curso que eu tô fazendo de fazer ele até eu ganhar o dinheiro que eu investi nele. Então, em todo o curso que eu já fiz, assim, se eu pagar R$ 2.000 num curso, enquanto eu não ganhar R$ 2.000 aquele Curso, eu não paro de estudar ele. E eu estou dizendo para vocês que se vocês seguirem a metodologia
que eu estou propondo, eu tenho certeza que resolução de cinco pacientes, né, de 5 horas de atendimento, vocês terão aí na sua hora particular. Aliás, eu acho que vocês vão triplicar, quintuplicar e fazer como foi no RNM. No RMNM, gente, eh eu fiz o curso em cinco módulos, os primeiras turmas, né, presencial. Quando eu cheguei no terceiro módulo, o povo Falou para mim que já tinha pagado o curso, tá? E eu gostaria muito que acontecesse com vocês aqui também e é o que eu espero, na verdade. OK? Bom, mas vamos ao próximo. Ainda é assim
que funciona as coisas hoje em dia. E você começou a estudar, tal, arrependeu, né, de ter feito o investimento aí de um café e um lanche por mês aí no no que eu tô passando para Vocês, tudo bem, você pode pedir o seu dinheiro de volta, tá tudo certinho, sem problema nenhum. Próximo slide. E aí que eu vou fazer uma condição extra também, tá? que vale para esta primeira turma, não é uma condição para todos os momentos, tá? Os primeiros 10 inscritos vão ter uma mentoria clínica em grupo comigo, tá? O que que é essa
mentoria clínica em grupo? Vocês vão poder falar quais os problemas pessoais de vocês no ambiente terapêutico ali. E aí nós naturalmente vamos discutir sobre como ajudar cada um de vocês. E para os cinco primeiros inscritos, você vai poder trazer um caso seu, uma um paciente seu. Depois a gente passa ali algumas informações, tá? Que que o que que você precisa trazer de conhecimento, De análise desse paciente para que a gente possa resolver esse caso clínico juntos, tá? passar para você qual a conduta e aí a gente pode evoluir aí nesse caso clínico, colocando essas correlações
que a gente fez e colocando, encaixando isso dentro do Centro Regulatório Torácico ou da Reabilitação Torácica Multissistêmica, tá bom? Por quanto tempo teremos acesso ao curso? Por um ano, tá? Só que no caso vocês vão ter acesso ao curso em 2026, tá? Chegando ali no final, a gente vai reorganizando a renovação eh do curso de vocês, atualização científica. Mas você pode ter certeza de uma coisa. Primeiro, a hora que vocês adquirirem, vocês não vão entrar e não vão me ver com vídeos gravados lá, porque isso não está pronto. Por que que isso não está pronto?
Porque como eu falei, nós vamos fazer algo gradativo. No passado, eu já falei para vocês que eu gravei mais de 400 vídeos e nós não tivemos porque Soltou tudo de uma vez, um acompanhamento desses alunos até o final. Então nós vamos fazer igual agora. Eu vou marcar com antecedência a aula, a liberação do vídeo. Vamos discutir a aula, vamos discutir o vídeo, vamos nos comunicar no grupo, na no grupo de mentoria, na comunidade e vamos avançando para o próximo passo. O que eu estou propondo aqui é um estudo contínuo comigo, com o que eu já
fiz e com o que eu vou Fazer a partir de agora. E eu estou falando para vocês também de um detalhe. Eu estou pleiteando um pós-doutorado sobre este assunto, tá? E daí, ã, isso é um problema seu, né? Verdade, é um problema meu e eu nem estou matriculado ainda, tá? Mas eu estou dizendo que eu estou olhando nesta direção e que vão vir outros conhecimentos nesta direção e vocês estarão comigo Nessa se você quiser, é claro. Certo? Então vocês vão ter muito tempo de acesso suficiente para você ver e rever muitas vezes, tá? e reforçando,
retomando lá nos primeiros momentos o tempo todo. Nós vamos ter um tempo para que você tome essa decisão que não é, né, o todo o tempo do mundo, mas nós também não vamos demorar. Significa que nesse mês de abril nós damos sequência a esta aula. Então o Grand finale é que não precisa de final. Se você não pode, não quer, não gostou, tá tudo certo. Tem certeza que já essas horas que nós passamos esse final de semana pode ter contribuído, expandido, né? Já tem ali uma movimentação interna diferente para você. Então, valeu a pena, valeu
a pena o café que nós tomamos nesse final de semana. Porém, se você quer dar sequência nisso e inclusive conversar sobre como o RNM interage com o que nós estamos fazendo Agora, como o TMF interage com que nós estamos fazendo agora, como as a psicoterapia que eu fiz, a formação em respiração que eu fiz, em renascimento, conversa com tudo isso, como meu doutorado em naturopatia, no meu doutorado além de neuroinflamação, eu estou estudando curc cúrcuma, cúrcumina, eh, a cúrcuma longa e os processos anti-inflamatórios que a fitoterapia pode nos permitir. Isso aí vão ser segredinhos que
eu vou liberar Aos poucos dentro aí da nossa imersão e da nossa continuidade, certo? Bom, gente, próximo slide agora com vocês. Então, ó, aqui vocês têm um QR code que vocês podem entrar e entender, interagir, porque eu estou falando para vocês que tem ali bônus específicos para os primeiros 5 e 10 matriculados, tá? E tem um detalhe que acaba não sendo um detalhe. Algumas pessoas não estão vendo esta aula ao vivo E essa aula ela vai ficou gravada e vai ser replicada durante esta semana e isso vai formatar a nossa comunidade enquanto tivermos vagas. Por
quê? Porque eu estou convergindo os meus esforços para montar uma nova forma de pensar. Basicamente é isso. Eu estou colocando a minha cara a tapa de que o Centro Regulatório Torácico pode mudar a conduta terapêutica de vocês. Só que para isso eu vou precisar dessa Decisão de você tomar um café comigo por mês, basicamente de você almoçar comigo ali uma vez por mês pelo custo aí que eu tô apresentando para vocês e de uma dedicação que cabe no seu tempo e no meu tempo de fazer algo especial para cada um dessa turma. Então nós vamos
dialogar de verdade, entendendo as dificuldades de cada um dessa primeira turma, certo? Então, ó, aqui Eu gostaria de dizer