[música] compical aff you want a boyfriend cra [música] easy tiger made up don't go Show me [música] covers. [música] [música] Aos 45 anos, Linda Sinclair era uma professora de inglês solteira e sem perspectiva de se casar. A vida dela aparentava ser bem normal. Norteada por disciplina. Eu tenho uns cupons. Frogalidade, [música] pequenas humilhações, esperanças modestas. Eu bem, Papai. A gente tá aqui e decepções. Ela morava sozinha em Kingston, na Penilvânia, perto de onde havia nascido. Ela não fazia questão de muito luxo, preferia os prazeres simples. Muito embora sua vida pareça triste e chata, posso garantir
que Linda Sinclair não era nada disso. Ela era uma mulher intensa, uma romântica. Por isso ela estava sozinha. Ela sempre esteve. Durante sua sensível infância, Linda encontrou refúgio na literatura. As obras dos grandes autores provocavam nela uma euforia, um êxtase incontrolável que tornavam o mundo real ainda mais sem vida. Ela não via razão para fazer coisas de criança. Seu pouco interesse nas atividades banais dos jovens [música] e sua sensibilidade fora do comum conduziram linda ao seu propósito de vida. Ela ia pra biblioteca. Ela é uma chata. Ela iria se dedicar a acender a chama da
paixão [música] pela literatura nas mentes dos jovens. Ela estimulava os ideais de seus alunos. As comunidades encaram a mudança promovida pelo indivíduo. Valorizava as opiniões deles. Melissa. Eles a adoravam, mas seu espírito obstinado, tão amado na sala de aula, a condenou a uma vida de solteira. Linda, oi. Oi. Eu sou o dono. Muito prazer. Igualmente tudo bem aqui. Ah, você já fez o seu pedido? É, eu desculpe. Ah, eu não eu não fiquei ofendido. Foi só uma brincadeira. Como ela poderia ser exemplo para seus alunos se ela ficasse com o primeiro que aparecesse? E agora
eu tô desempregado. E eu vou eu vou te contar. Tá sendo bom. Eu tenho bastante tempo livre. Eu parei de beber. Deixei o bigode crescer. Sem motivação, chato. Quando o meu divórcio saiu, o novo visual fez sentido. Hoje eu me sinto muito mais erro. Nota C. Eu acho que até vou beber. Ela queria um homem sensível, compreensivo. Olha só, você acha justo que uma pessoa ganhe 40.000 por ano sem chance de demissão só para ensinar um bando de crianças a bater palmas e correr sem cair? E educação física para os pais, não é? Nota D
menos. E você dá aula do quê mesmo? Francês. Eu não sei se Mas olha só, o sistema atual não funciona, linda. Ele está sufocando. Quer saber? Narcisista. Que o sistema morra. Questão de bom senso. Oi. Obrigado. Se importa de pagar dessa vez? Eu tô meio sem grana. Obrigado, linda. Quer dizer, no fim das contas, Linda desistiu dos homens. Olha só, não podemos voltar ao tempo dos índios o milho e ela amava o que fazia e conseguia se sustentar. E se pairava um ar triste em volta da históica senorita Sinclair. Tudo bem. Uma coisa que a
literatura havia ensinado a ela é que o verdadeiro romântico sempre fica sozinho e jamais pode baixar a guarda nesse perigoso mundo. Oi. Ai, para, para. Eu sou o Jason Sherwood. Eu fui seu aluno em 2006. Jason Sharewood. É. Ai. Tá fazendo o quê? A você não mora em Nova York? Não, eu não moro mais. Ai! Ah! Ohó! Meu Deus! Me desculpa por isso. Eu te levo pro hospital. J, eu insisto. Você precisa ir pro pronto socorro? Por favor, esquece. Não precisa não. Relaxa. Tá tudo bem. É sério. Ai, o meu pai trabalha no hospital e
eu não queria que ele me visse assim. Entendi. Entendi. Eu vou te levar para casa, então. Vem. Ai, caramba, isso aqui queima pra caramba. Meu rosto tá queimando. Eu sei. Eu sinto muito mesmo. Vem, meu carro. Esse aqui do lado. Ai meu pai do céu. Vê se para de usar esse spray. [música] Tem uma toalha limpa no porta-malas. Quer que eu [música] pegue? Não, não precisa. Só água já tá muita. Me desculpa mesmo, de verdade. Ai, que nada. A culpa foi minha. Eu não devia ter te assustado. Você tava sendo simpático. Como é que eu
não te reconheci? Jason Sherwood, o que faz de novo em Kingston? Essa altura era para você estar arrasando na Broadway, né? Não tá sendo bem assim. Tenha calma, é só questão de tempo. Você foi um dos melhores escritores que eu tive como aluno. Ah, que gentileza. Me diz como estão as coisas. Pelo que eu soube, você entrou no curso de dramaturgia na Universidade de Nova York. Escrita dramaturgica. Eu me formei lá faz dois anos. E aí? Não faça mistério, Jason. É nada. Eu me cansei de ser escritor. O quê? Mas como assim? Eu não quero
mais. Eu escrevi a minha peça de tese, o que levou uma eternidade e assim eu acreditava de verdade. Eu sei que sim. E o que houve depois? Eu corri atrás para que produzissem. Gastei tudo que eu tinha só para que pudessem ler a minha peça. Sei. Será que você pode seguir reto? É que eu tô morando com o meu pai agora. E o que ele acha disso tudo? É, você não conhece o meu pai direito? Conheço um pouco. Fazemos academia juntos. Ah, engraçado. Ele sugeriu que eu fizesse direito. Essa não é. Eu acho que eu
vou seguir o conselho dele. Jason, eu não sei escrever. Escrever me dá náusea, sabe? E eu preciso fazer alguma coisa da vida, mesmo que seja o direito. Você pode vir à esquerda no próximo quarteirão. Opa, é bem aqui. A lar docilar. Obrigado. Eu sinto muito por tudo. Não, eu tô bem. Fica tranquila. Jason, se eu puder te ajudar, eu ia adorar ler sua peça. Claro. Eh, eu levo para você na escola. Ótimo. Legal. Então, tá. Tchau. Tchau, senorita Sin Ccli. E obrigado. Tchau. Colégio de Kingston. Vamos, Monarqus. Foi o melhor dos tempos. Foi o pior
dos tempos. Acabou o tempo de prova, gente. Agora que eu sei que vocês leram o conto de duas cidades, vamos falar sobre a morte de Sydney Carton. Por que ele trocaria de lugar com um homem condenado à guilhotina? Por que ele sacrificou a própria vida? Fellow é uma atitude legal. Ele faz isso pela Luci. Ela se casou com outro, mas ela ama tanto esse cara que o Cedine morre para salvar o marido dela. Ele só pensou no bem dela. Excelente. Fala, professora, você já escreveu alguma coisa? Algum livro ou alguma peça? Não, não. Eu não
sou escritora, sou leitora. E leitores estão em falta. Eu acredito que só um genuíno artista pode dar voz à vivência humana. Diga, Will. Eh, eh, foi mal discordar, mas se o Dickens fosse tão bom assim, ele não podia ter bolado um final onde esse sujeito não se matasse. Ah, mas tem uma explicação para isso. A morte do Syidney é, como a Fellon disse, um ato altruísta. A única satisfação para ele é saber que ele morreu por uma causa nobre. As pessoas entendiam isso na época do Dickens. Hoje em dia, nós perdemos esses valores clássicos, como
honra, altruísmo, a pureza de um amor que não pede nada em troca. Oi, puxa vida. Ah, desculpa por atrapalhar. Tudo bem, entra. Não, não, a minha turma vai adorar te conhecer. Por favor, por favor. Turma, eu tenho uma surpresa. Este é Jason Sharewood, ex-aluno do nosso colégio e formado em escrita dramaturgica pela Universidade de Nova York. Vocês devem lembrar que lemos um conto maravilhoso dele, a corte secreta. Que legal. Me desculpem pelo sofrimento. Eu só vim deixar o que eu prometi. Maravilha. Muito obrigada. Se quiser pode ficar. Não, não, não. Valeu. Já vou embora. Saiam
que vocês têm sorte de ter a Sonita Sin Cclire como professora. Eu estudei com os melhores escritores da universidade e ela tá pau a pau com todos eles. Obrigado. Tchau. Tchau. Tchau. Daí eu admito, eu paguei pelo elogio. Retomando. Sacrifício nobre. [música] Dr. Sherwood, oi. Eu falei com seu filho hoje. Eu sou linda assim, Claire Food, professora. Eu sei que você, o Jason voltou para casa. Ele me contou sobre Nova York. Que pena. Bom, eu acho que para ele chegou naquele ponto de parar e reavaliar as opções. Isso é normal. Seria muito triste se ele
desistisse de ser escritor, porque ele tem muito talento. É, acontece que é um trabalho muito difícil. Acredito que seja para poucos. Eu tô curiosa para ler a peça dele. Ele te deu a peça para ler? E eu quero começar logo. Eu espero que você goste. Eu vou gostar. E você gostou? Bom, não é muito meu estilo de leitura. É até qualquer hora. Senhora, senhorita Sincler, não dá apoio, Senhorita. Tá, entendi. Nota F. [música] [música] Alô. Boa noite, senhora. Eu estou ligando em nome da obada. meu número da lista de vocês. Só alguns minutinhos. Senhora, senhora,
senorita Sin Cclier, sem muito orgulho, aqui está a Crisálida Jason. Alô, Jason, é a linda Sinclair. Eu te acordei? Não, não, não, não. Oi, oi, oi, oi. Tá tudo bem? Que que você manda? Eu li a sua peça, não é? Ela é fantástica. O quê? Você, você gostou? Eu amei. É uma obra esplêndida. Faz uma meia hora que eu tô chorando. É sério? Mas é claro, com o final daqueles, como pode pensar em fazer direito seu lugar em Nova York? É muita gentileza sua dizer isso. Nada disso. Eu não tô sendo gentil. Eu tô sendo
sincera. É horrível saber que ninguém vai ler essa peça. É, eu sei, mas é a vida. Fazer o que, né? É assim mesmo. Tá tudo bem. Eu vou ser um bom advogado e eu só tenho que esquecer tudo isso. Olha, mas e se tiver como produzir sua peça agora mesmo, teria interesse nisso? Sinceramente, não tem como. Lembra do Capinas? O senor Capenes, o professor de teatro? Jonou menos. Ele é meu amigo. Foi mal, Capinas. Então ele vive reclamando que acaba realizando as mesmas peças todos os anos. Eu queria dar sua peça para ele dirigir. Bom,
olha, eh, eu não sei se essa ideia me anima muito. Se ele gostar da peça, e eu sei que ele vai gostar, tem uma boa chance da sua peça ir pro palco. Você diz no colégio. Uhum. Porcaria. E ele como diretor. Isso mesmo. Tá. Eu sei que o cal tem um jeito bem peculiar e tal, mas com todos os defeitos o cara entende de teatro. [música] Linda, você tá aí? Perdão, linda. Cal, não pode esperar um minutinho? Não. E eu acabei de ter uma experiência transcendental. Ouviu? Ah, eu ouvi sim, ouvi. Eu tô indo. Ah,
linda, linda. Você gostou? Se eu gostei. É a minha história. Ele escreveu para mim. Ah, não foi. Eu pensei a mesma coisa. Bom, é uma história de padrão clássico feita para agradar a todos. Claro. Ah, mas é extraordinária. Ela me transformou. Boa. Podemos usar essa frase nos posters. A crisálida vai transformar você. Ponto. Para sempre. Ponto de exclamação. Linda. Eu vou fazer miséria com esse material. Eu já consigo ver tudo. Para o design. Eu quero uma guestal neoeduardiana expressionista alemã. Só que mais colorida e leve. Eu já tenho o elenco. Ale Anderson é perfeita para
protagonista. A Sheila Nbound vai ser a madrasta irlandesa. Ela é fantástica com mulheres maduras. É o momento ideal. A safra de atores que eu colhi este ano está divina. Consegue mesmo realizar a peça? Consigo. É um dever. Não reparou? Eu virei um zumbi da arte cambaleando sem vida pelas mesmas peças. Ano após ano após ano me disseram para fazer a importância de ser [música] prudente nesse semestre pela quinta vez. Quem consegue fazer essa novelinha inocente parecer interessante, ainda mais depois de ler uma peça como essa? Isso aqui é uma mistura de onil com Cafa, com
Spielberg, todos juntos num bar. Ela é vibrante, é moderna e está está fora de cogitação. Pode me dizer por, Fio? Porque não é uma peça de colégio, car. E você sabe lá o que constitui uma peça de colégio? Eu realizei 38 produções. 38 produções em 19 anos. Eu sou autoridade no assunto. Ninguém tá questionando sua autoridade. O que o Fio quis dizer? O Fio ia adorar se ensenássemos nossa cidade todos os semestres. Eu adoro nossa cidade. É uma peça ótima. Todo mundo gosta. Ah, eu posso falar? Eu acho. Ah, eu pensei que a peça do
semestre ia ser a importância de ser prudente. Entende isso? Se eu tiver que passar mais dois meses fazendo bandejas de sanduíches de pepino, eu juro que eu vou morrer. Ia ser mais um dos seus fiascos, que nem aquela vez que você imaginou o Oklahoma com aquelas máscaras idiotas. Para seu governo era o estilo node, Teatro japonês. E Lídiaótica do jornal local a considerou profundamente criativa. Pois eu achei profundamente ridículo. Uma crítica de um homem que acha que búfalo americano é sobre um búfalo. É o nome da peça. Como escreveria David Memet? Vá se ferrar. Ei,
cuidado com o que diz. Chega tempo. Trata trata de parar com essa grosseria. Me perdoe. Tá perdoado. Agora, voltando à peça acrálida, olha, eu fiquei impressionada com o que nosso ex-aluno escreveu. Eu eu eu tô preocupada. Olha, ela é apropriada pro colégio. Pois é. Quieto. O que é que os pais vão dizer? Exatamente. Podemos falar com o conselho antes? Ah, desculpa, eu ainda não entendi qual é o problema. Hello. Você leu a peça mesmo? Tem linguagem forte, tem violência. Obviamente tudo isso seria suavisado. Não podemos achar outro jeito. Sem contar todos os gastos com os
efeitos especiais malucos e o figurino, a garota da peça vira sei lá o quê. Um inseto monstruoso. Ah, qual é aqui? Não é a Broadway. Não sabe a dor que isso me causa. Temos um orçamento bem limitado para O importante é aqui não é o dinheiro, são nossos alunos. Imaginem como eles vão se empolgar em encenar a peça de um ex-aluno aqui do colégio. Vocês querem convencer o conselho e os pais? Digam que Jason Shaherwood, ex-aluno do colégio de Kingston, voltou para inspirar a nova geração. É uma ótima história e modestia parte. Eu sei reconhecer
uma ótima história. Podemos cobrar o dobro pelos ingressos e essa cidade está sedenta por novidades. E com relação ao dinheiro, que tal isso? Se estourarmos o orçamento, eu pago o excedente do meu bolso para vocês verem como eu confio nessa peça. Viu, o que você acha? Beleza, só mais uma coisa. Ainda não discutimos sobre o final. Que que tem o final? Hum. É tão sombrio. Sombrio, Frudi, a moça se enforca e depois disso o pai dela estoura os próprios miolos. Não podemos ensinar um negócio desses num colégio. Mas o final é que faz a peça.
É poesia pura, como em Ibsen. É um processo no meio da nossa cara. É, vocês teriam que alterar o final. Ah, tudo bem. Cortamos o final. O quê? Como é? Fazemos isso. Deixar ambío. Sim, é uma boa. Vai amplificar o mistério, deixar aberta a interpretação. Eu gostei. Acha que o Jason vai concordar? Eu creio que ele entenda que o teatro exige que todos sejamos flexíveis. Traga confirmação por escrito. Ah, eu tenho que iniciar os testes até sexta, reunir a minha equipe. Tanto trabalho e tão pouco tempo, mas com inspiração certa nem parece tanto. Não dá
para cortar o final. Isso ia destruir a peça toda. Relaxa. Não, eu não vou relaxar. Como é que eu explico isso ao Jason? É simples. Não explique. Não vamos cortar. Não vamos. Eu só sugeri aquilo para ganhar o sim do fio e da esposa. É assim que funciona no mundo dos espetáculos. O show não pode parar. Acredite, quando a plateia estiver se debulhando em lágrimas na noite de estreia, até o subnormal do fio vai aprovar a peça. Tem certeza? Tenho. Te dou minha palavra. É todo um jogo, linda. E eu sou um mestre nele. Oi.
Me desculpa pelo atraso. A minha nossa, você deve est congelando. Tá horrível demais. Eu vou pedir um café quentinho pr você, moça. Não, não, não posso tomar café. É que eu tenho úcera. Que dá um chá, então? Não, não precisa. Eu tô de boa. É sério. Desde quando você tem us? Ã, desde Nova York, descrever a peça e tal. Ah, aliás, falando isso, ah, é mesmo. É pela peça que estamos aqui. Este é o contrato. Não é bem um contrato, é mais um acordo informal redigido pelo F Pelasque. Aqui diz que você cede ao colégio
o direito de realizar a sua peça. É só assinar aqui embaixo e podemos começar. Algum problema? Eu não quero ser chato e eu sei que você só quer ajudar, mas não escrevi a peça pensando em encená-la em um colo. Eu entendo, sério. E por mais que eu queira tirar ela do papel e eu quero muito, acredite, eu prefiro que ela não seja feita a que seja feita de forma t Nossa, eu e o Cal pensamos igual. Eu não, eu acho que eu não quero isso. Ah. Você quer que seu pai vença? O quê? Eu não
sou burra. Eu li sua peça. Sei qual foi a inspiração. O seu pai não te entende? Beleza. Ele não te dá apoio. Beleza. Apoio financeiro. Sim. Ele vai pagar sua faculdade de direito. Vai te incentivar, mas só se você fizer o que ele mandar. Não seda, Jason. Prove que ele tá errado. E se ele não tiver errado? Você perdeu a confiança, só isso é normal, acontece com todo artista. Mas se topar o projeto, vai recuperar confiança, eu prometo. Eu me sinto vendendo a minha alma. Exatamente, senor Fausto. Ela é toda minha. Sheila Nosmã vai interpretar
Margaret, a cruel madrasta irlandesa. Sheila vem trabalhando sua crueldade, não é, Sheila? Eu te vejo no barzinho da rua Graftal, seu maldito. [risadas] Will Trainor vai ser o Dr. Tin Sherman, o pai distante e alcólatra. E aí, pela RS vai ser Aradney, a falecida mãe da heroína que assombra a história como a espectral rainha mariposa. E por último e não menos importante, Rley Anderson será Jane Sherman, nossa sensível e incompreendida donzela. Oi, Sr. Sherman. Em nome do Departamento de Teatro do colégio de Kingston. É uma honra recebê-lo aqui. Eu sei que todos têm perguntas para
você. Quem quer começar? Rally. A sua peça retrata perfeitamente como é uma adolescente. Quando você não sabe bem quem é e se pergunta se alguém no mundo te entende, eu quero ser autêntica na atuação. Então, eu queria saber como a Jane surgiu. Qual foi a sua inspiração? Então, é, é tudo que eu escrevi, tudo que os meus personagens vivem é autêntico. São experiências que eu passei, coisas que eu vivi em momentos variados da vida. E é uma história muito especial. Mais alguma pergunta? Eu na página 52, quando e a Jane brigam feio, é mesmo necessário
que ele acabe batendo nela? A questão principal dele é que ele é todo reprimido e não demonstra suas emoções. E eu achei meio que meio o quê? Ah, sei lá, cara. Eu achei meio tosco. Ah, tenha dó. O eu era necessário. E ah, bom. E eu vou ter que ir. Desculpa. Pelo amor de Deus. Ah, o que deu em você? O que foi que eu fiz? Ideia da sorte que você tem de poder conversar com o dramaturgo. O Jas é o nosso convidado de honra. Você não pode tratá-lo com respeito, podemos arranjar outra pessoa para
fazer o seu papel. Você prefere assim? Não. Foi o que eu pensei. Tomou seu remedinho hoje? Para mim já chega disso. Foi um grande erro. Eu não devia devia, eu não consigo aceitar que um adolescente maluco fale que minha obra é tosca. Mas só tá testando os seus limites. Eu lido com isso todos os dias. Mas esse é o seu trabalho. Eu sei que não. Você não é obrigado a nada. Nós somos muito gratos por você ter vindo. O pessoal tá entusiasmado. Amaram a peça. É verdade. Eles amaram. Todos ficariam arrasados se desistisse. Menos o
fulaninho lá, o senhor Tosco. Will. Ele só se sente intimidado por você. Ele é só um garoto. Um garoto inseguro de Kingston, Pennsylvânia. Você é o dramaturgo de Nova York e vai deixar ele te afetar. Sim, você é mais forte do que isso. E Jason, a sua peça é brilhante. Obrigado. Muito obrigado. E me desculpa pela minha reação. Eu não sei lidar muito bem com críticas. Eu nunca passei por isso. Sabir no desânimo. Mas não se abata. Não com isso. Estamos de volta. Que bom. Vamos voltar para os nossos lugares. E aí pela direita vol
não, não. Esquece. Bora, gente. Eu seu nome é Will, né? É. Então, cara, me desculpa pelo que eu falei antes, tá legal? Não, não, tudo bem, relaxa. Eu achei até bom você tocar no assunto. Você tem razão. O Tin é todo fechado. Ele passou a vida inteira reprimindo tudo que ele sente. E por isso ele odeia tanto a Jane. Ela representa tudo o que ele não é. Ela é um livro aberto. Ela sente de verdade e não esconde o que sente. Quando ele bate nela. É como se toda essa raiva acumulada finalmente transbordasse, sabe? E
se a cena for feita do jeito certo, não vai ficar tosco. Pergunta respondida. Hã, sim. Valeu. Beleza. Mais alguma pergunta? Ótimo. Vamos prosseguir. Como muitos aqui sabem, eu também já fui um ator promissor. Não esperavam por essa. O ano era 1983. Eu morava numa kitnete no quinto andar, na venida C e lutava por minha grande chance. Certo dia, fui chamado para um teste pelo deus vivente do teatro, o senor Steven Sunenheim. Nossa, que legal. Embora eu não tenha sido selecionado, eu recebi uma bênção da grande lenda que me tirou de canto e me disse uma
frase que mudou a minha vida. Continue firme. Bom, pois eu continuei firme e foi assim que eu cheguei a esse colégio e a todos vocês. E agora, conforme embarcamos nessa dura, mas gratificante jornada, eu gostaria de homenagear o Senh Nenhheim com uma humilde bênção de minha autoria. Só vou aguardar o Will preparar seu equipamento. Manda ver no som. Pouco a pouco nós vamos montando peça por peça. É assim que fazemos a arte. Cada momento é uma contribuição e cada detalhe tem sua função. Pouco a pouco nós vamos mais do que odeio seu pai. Precisa melhorar
um pouquinho. É só um pequeno ajuste. Você não tá ouvindo? Cala essa boca, sua estúpida. Eu te odeio mais do que odeio seu pai. Mais uma vez, só que agora um pouco mais bravo. Cala essa boca, sua estúpida. Eu te odeio mais que odeio o seu pai. Isso aí, eu ajudo. Valeu. Cuidado com elas, tá? Não deixa cair ninguém. Nossa, essa aí é a sua mulher malvada. [risadas] Cala essa boca, sua estúpida. Eu te odeio mais do que odeio seu pai. Podemos conversar rapidinho? Uhum. Eu acho, me corrijam vocês dois, se eu estiver errada, que
a Margaret seria mais ameaçadora se ela fosse um pouquinho mais contida. Isso. Obrigado. Talvez com a mãe em algemas de cristal, uma mãe dominadora como a suavidade que engana, luva de pelica e punho de ferro. É isso. Hum, interessante. Eu vou tentar. É, Sheila, eu tive uma ideia. Olha, muito bem notado. Cala essa boca, sua estúpida. Eu te odeio mais do que odeio seu pai. Jason, que merda. Não acredito. Vamos conversar lá fora. Vamos logo. Venha. Olha só, você não pode entrar causando tumulto. Estamos no meio de um ensaio. Olha, me desculpe, mas eu quero
falar com meu filho agora. Vamos embora. Ah, eu acho que você não entendeu. Calma, tá tudo bem. E continua sem mim, por favor. Podem continuar. Eu já volto. Ai, vai ficar tudo bem com ele? Talvez não, mas a arte em sua melhor forma vem da dor. Grave bem isso. Poxa, eu tinha uma para você ir até lá e você não aparece, filho. Eu sabia que era tão importante assim. Mas pai, você não tinha o direito de entrar lá e fazer um escândalo desse e sair gritando com todo mundo. Eu não acredito que você fez isso,
pai. Não dá para acreditar. Solta. Você fez um que tá acontecendo aqui? Que isso? Mas isso não é da sua conta. Eu trabalho nessa escola e quando um adulto é bruto com alguém aqui, eu tenho que interir. Não, espera aí você. Por duas semanas seu filho se matou de trabalhar e se desafiou de uma forma que encheria qualquer pai de orgulho. Aí quando você aparece o que que você faz? Você demonstra esse orgulho. Não, você arrasta ele para fora. Com todo respeito. A senhora não sabe nada sobre nós dois. Muito pelo contrário. Eu sei tudo
que eu preciso. Que que você tá falando? Mas que papo é esse? Assim, ele é um macho alfa. Você pode enganar todo mundo, mas a mim você não me engan. Vou ficar aqui ouvindo bobagens. Não, eu não preciso disso não. Olha só trabalhar isso. Vai embora. Mas fique sabendo que ele não vai desistir. O Jason vai ter a vida que ele merece como um artista. Ah, que seja. Jason, na minha úlcera me atacou. Espera, tá aqui. Vem, vamos entrar. Vem comigo. Vamos devagarinho. Puxa vida. Entra. Eu tenho remédio ideal para isso. Oh, onde foi que
eu enfiei? Eu esqueci meu remédio em casa. Tá aqui, ó. Ó, achei. Ainda tá na validade. Que bom. Daqui uns 10 minutos passa. Pronto, bebe tudo. Obrigado. Que bom que eu deixo o remédio aqui. Não, eu quis dizer sobre o que você fez lá fora, enfrentando meu pai. Pois então, ele banca o valentão, ele tem que saber que isso é errado. Eu sei. Ele ficou assim depois que a minha mãe Jason. E eu sinto muito, eu sinto muito mesmo. Tá tudo bem. Ele é muito babaca. Eu sei disso. Eu sei. Hum. Meu Deus, tá tudo
arrumado, então é, eu vou indo nessa, tá bom? A gente fala. Uhum. Ciao. O que foi que ela fez? O que foi que ela fez? Tudo bem, coisas assim acontecem. As páginas dos livros são cheias de situações desse gênero. Era natural que um sentimento mais forte brotasse e transbordasse. Por certo, ninguém a julgaria por uma leve indiscrição. [ __ ] Do jeito que você quer fazer, tá legal, Linda, eu queria falar com você sobre um assunto delicado. O quê? Que assunto? O Jason e eu conversamos e eh concordamos que para o fundo da Câmara da
Rainha Mariposa, a cortina de organza escarlate é melhor do que a de voal, mas está acima do orçamento. Eu detesto ter que lembrá-la, mas você disse: "Quanto custa? Vamos mandar fazer uma placa para você, Tá? Não precisa, C. Imagina na e o cajado. Um cajado daria um ar maior de nobreza. E aí, professora? Oi, Will. E aí, você conversou com Capinas sobre o cenário? Sim. Hum. Sim, eu falei com ele. Podemos conversar a sós, por favor? É claro. Você quer ir? Com licença, Will. Beleza. Tá bom. Acho melhor conversar aqui dentro, tá? Espera, nós dois
somos adultos e e embora seja possível que duas pessoas de idades tão diferentes tenham um relacionamento verdadeiro, eu acho que que seria melhor que o que rolou naquele dia eh não rolasse de novo. Não que tenha sido um erro nem nada, é por causa da peça. Nós temos que que manter o profissionalismo. A peça requer nossa atenção total, sem distrações ou complicações. Eu concordo em número de como a p sua, é bom você ficar concentrado na execução. Isso porque a peça é o que importa. Isso. A peça é o que importa. A peça é o
que importa. [risadas] Ah, que bom que concordamos. E aí, é, ainda somos amigos? Ô, Jason, claro que sim. A amizade continua. Que bom. É porque eu tava preocupada. se preocupar com isso. Se preocupe com coisas mais importantes como o e o monólogo do enterro no segundo ato. É, ele sempre perde o foco ali pela metade. Nem fala. É melhor você ir lá ajudá-lo com isso. Então, é, talvez precise da sua ajuda. Então, tá. Eu te ajudo com isso. Valeu. Vamos mandar braça. É melhor não. Vamos sair logo daqui. Já dá licença. Oi. É só para
pr para você saber, para deixar claro aqui que eu não fui lá no colégio só por causa da peça, eu fui porque o Jason mentiu para mim. Sério Wood? Eu não quero não. Não, não, não. Só me deixa explicar. Nas terças e nas quintas, o Jason tem um curso preparatório para o vestibular em Scranton. Ele me disse que os ensaios não iam atrapalhar as aulas, mas aí eu descubro que ele não foi em nenhuma aula e ainda mentiu para mim sobre tudo isso. Espera que eu acredite. É lógico. Claro. Olha aqui, ele me mandou uma
mensagem uma hora antes do ensaio ontem. Oi, pai. Eu estou indo pra aula e volto para casa de noite, tá vendo? Viu só? Bom, e se ele mentiu é porque sente que não tem escolha. Como quer que ele confie em você? Você tá destruindo o espírito dele. Destruindo o espírito dele? Obrigar o Jason a fazer direito é como usar o primeiro fólio de Shakespeare como papel qu eu obriguei ele. Não, eu nunca obriguei o Jason a nada. Estudar direito foi decisão puramente dele. Você explorou para ele não fazer isso. Claro. Eu não tô acreditando. Você
já tem o valor sobre mim, né? Não tem nada que eu diga que vai mudar a sua opinião de que eu sou um tremendo babaca. Quer uma sugestão? Comece dando ao Jason o respeito e a liberdade que ele merece. Tá. E se eu parar de falar com ele? Tá bom assim para você? Ah, já seria um avanço. Percebe-se que você não tem filhos. Como é que é? O que disse? Eu já tive centenas de filhos no colégio. Eu tenho muita experiência. Eu me enganei. Tá. Olha só, eu tô fazendo o meu melhor com o Jason.
Talvez o seu melhor não seja o bastante. É assim que trata os seus alunos? Não tem nem comparação. Quer saber? Você você é uma babaca. Hã? Baca. Ah, quero uma barraca. Eu dizendo babaca. Alô. É a Linda. Tem um minutinho. Oi, Linda. Eu acabei de falar com seu pai. Ele tá sem. Oi, professora. [risadas] Quem é? Só um pouquinho. É, a R veio aqui repassar as falas aqui. Onde? No colégio. Não, na minha casa. Era mais cômodo. É algum problema? Oh, não. Tá tudo bem. Desculpa atrapalhar. Nos falamos amanhã. Tá bom. É, então, até amanhã.
Tchau, professora. Tchau. E aí, vamos continuar da onde a gente parou? Bom, os impostos e o frete fica 4335. Isso inclui a máquina de fumaça e o globo de luzes, que é mais caro. Ah. Carl, você precisa disso tudo mesmo? Bom, preciso para dar vida à magia da peça, mas se prefere comprometer a experiência com uma iluminação barata, eu compro umas lanternas e uma mesa giratória no mercado. Relaxa, foi só uma pergunta. Perdão. É isso [risadas] assim. Aí você anda devagar. R está indo maravilhosamente bem, não acha? Ah, muito obrigado. Você entra aqui. É, agora
sim ficou bem melhor. É isso aí. Eu não acredito que o Senr. Adam deu uma prova surpresa. Eu nem estudei nada. Posso falar com você rapidinho? Senta aí. Bom, em primeiro lugar, você tá se saindo muito bem no papel da Jane. Obrigada. Eh, tá sendo bem puxado, mas eu tô adorando. Eu sei, por isso te chamei aqui. Eu sei que essa peça é bem importante para você e não quero que nada atrapalhe. Mas e pera aí, aconteceu alguma coisa? Não, não, não, não. Tá tudo bem. É só que bom. Ah, é sobre o Jason. Alguns
de nós reparamos que o seu jeito com ele tem ficado meio inapropriado. Mas eu não fiz nada errado. Eu sei, mas as aparências importam e as pessoas não esperam para tirar conclusões. Então elas tinham que esperar. Eu sei disso, querida, mas não é assim. Olha, eu imagino que você queira seguir a carreira de atriz. Tô certa? Eu posso te dar um conselho? Quando for fazer testes, vai ter contato com homens muito poderosos, que às vezes vão se interessar em coisas além do seu talento. Você é uma jovem linda e atraente e talvez resolva tirar vantagem
disso. No começo vai funcionar, mas no futuro as pessoas vão perder o respeito por você, vão te achar meio fácil. Eu sei que é duro de ouvir, mas eu falo isso porque eu gosto de você e quero que você seja respeitada como mulher, não só pelo seu corpo, mas por sua mente. Por isso, fique longe do Jason. Será que faz sentido para você? Tudo isso é muito injusto. Os homens podem tudo e as mulheres não podem nada. Ah, pois é, é injusto, mas é o mundo em que nós vivemos. Eu queria que fosse diferente. Ah,
eu também. Mas se tem uma coisa que eu aprendi na vida é que só querer não faz acontecer. Mudar o mundo não é fácil, mas é possível. Nós mulheres temos que permanecer unidas. Só isso. Que bom que tivemos essa conversa. Pode ir almoçar. Nós nos vemos no ensaio. Tá bom. A gente se vê. Até mais. São 800 pela lareira falsa. É uma barganha. Ah, isso daí não é brinquedo, gente. Foi mal. Aqui está. Ah, linda, nem sei o que dizer. Você é a pegue Gugenhei do teatro escolar, só que mais bonita. Vamos testar. Meu Deus,
droga. Ah, eu não acredito. Linda, calma, linda. Ela é uma aluna do colégio. Isso é uma coisa que só pervertido faz. Eu sei. E você? Eu esperava mais de você. Me desculpa. Agora é tarde demais. Isso vai para seu histórico escolar. Linda, espera. Não. E mais, pode esquecer a carta de recomendação. O quê? Você não pode fazer isso. Você não me deu escolha. Linda. Linda. Ai, meu Deus. Meus pais vão me matar. Não, não. Tá tudo bem. Fica calma. Eu vou resolver tudo isso. Tá bom. Fica aqui. Linda. O quê? Mas como? Tá aí. Linda.
Vem aqui. Vamos conversar. Não, eu não preciso conversar. Eu sei o que eu vi. A gente não fez nada. Tem a dó. Como pode? Eu te pego nos amassos com uma aluna e você a quanto cavalheirismo. Você é um exemplo para esses jovens. Eles se inspiram em você. Tirar vantagem disso é abominável. E eu sinto muito. Eu achei que você estava levando a peça a sério, que queria ter uma carreira nisso, mas devo ter me enganado. Isso foi coisa de amador, Jason Amador. Isso aí é ridículo. Como é que é? Você tá com ciúme? [risadas]
Como se eu fosse ficar com ciúme de uma pegação rápida no camarinho. Eu sei que não. Você prefere transar na sala de aula com ex-aluno seu ou qu você quer uma rapidinha na mesa agora? É. Você tá toda nervosinha, seu caramba, quanta agressividade. [música] [música] Alô. Oi. Você gosta de tartaruga? Me tira dessa maldita lista e nunca mais venha para cá. [música] Never for where she could through his [música] bed like a snake [música] [música] [música] [música] HS aqui. Edmy, próximo. Benjamin Meer, próximo. [risadas] O que deu em vocês hoje? Parem de gracinha. Ou vão
todos pra diretoria? Entenderam? Hipócrita [ __ ] piranha. Já que o tema desse ano é sonhos de inverno, eu pensei Tem uma decoração com camas gigantes e bonecos de neve de pijama. Que ideia horrorosa. Precisamos conversar linda. Olha Johnny, nós falamos sobre isso amanhã. Pode ser? Mas é o nosso baile. Dá o fora. Aconteceu uma coisa horrível. Nem diga. Hoje na escola só se fala sobre você e o nosso Shakespeare fazendo sacanagem na sala de aula. A Harley Anderson que espalhou esse boto ridículo sobre mim. E eu peguei ela escrevendo obscenidades na porta da sala.
Por que a Hally faria isso? Por quê? Porque ontem eu flacrei ela aos amassos com o Jason Sharewood no camarim dos rapazes. Por isso. Nossa. Ah, meu Deus. Você você devia ter nos contado. Eu apliquei uma advertência. Eu achei que seria o suficiente, que não chegaria a isso. Bem típico. A professora boazinha pega a leve com a aluna Sacana e a Luna a apunhala pelas costas. de ele. Maldito aproveitador. Eu vou dar uma coça nele agora mesmo. Ah, onde a Rally está? Não ensaio. E eu, eu não acho que que temos que fazer isso agora
na frente de todo mundo. Não era melhor levar a Rally pra sua sala? Não. Temos que consertar a situação antes que piore. Rumores desse tipo acabam com a reputação de um professor. Até mesmo quando é impecável como a sua. Mas eu preferia. Mas que droga, eles quiseram te queimar, linda. Você tem que olhar nos olhos deles e deixar claro que você não vai deixar barato. Você e você, venham aqui. Você também, Gol, precisa participar. Por que toda essa confusão? Nós estamos ensaiando. Ó, o ensaio vai ter que esperar. Parece que o Romeu e a Julieta
aqui andaram curtindo um amor proibido depois dos ensaios. Mas que conversa é essa? E para completar, nossa doce Julieta espalhou mentiras horríveis sobre uma de nossas melhores professoras. Não são mentiras. Ela tá com ciúmes porque a gente tá junto com Rally, como pode? É verdade, ela transou na sala de aula. Todo mundo sabe. Mocinha, você está se metendo numa encrenca das grandes. Aonde você vai, Rally? Volta já aqui. H. Aí, que gritaria toda é essa, pessoal? Mas o que é que significa isso, meu pai do céu? É pra cena do suicídio no final. Não, senhor.
Nós tínhamos um acordo. O quê? Eu não entendia que acordo. Eu posso explicar? Não se faça de besta, Romeu. Era para você cortar o final. Você sabe disso. Quê? Ah, como é que é? Eu tô, eu tô confusa. Por que estão ensaiando o final? Estava tentando me passar a perna. Você quer ir pro olho da rua? Você entendeu errado, F? Como de costume, trata-se de um experimento. Eu queria que os atores vivenciassem o lado mais sombrio da peça, mas eu não ia ensiná-lo para o público. Afinal, o acordo era cortar essa parte. C, mas que
palhaçada! Você não avisou que ia cortar o final. Eu não tava sabendo disso. Não achei que precisasse. Eu pensei que a Linda tinha esclarecido tudo quando você assinou o contrato. Você sabia disso? Você sabia? Você leu o contrato antes de assinar? Ela me obrigou a assinar sem ler. Você omitiu o lance de cortar o final porque sabia que eu não concordaria com isso. Não, não, não, linda, isso é verdade? Oh, não. Isso é verdade. O que ele disse é verdade. É, mas eu posso explicar tudo. É complicado. Como se eu fosse ficar com ciúme de
uma pegação rápida no sala de aula com seu ex-aluno. Quer dar uma rapidinha na sua mesa agora? Porque tá precisando. Você tá toda nervosinha. Oh meu Deus. Ups. Eu não disse. Ela é uma piranha velha e mentirosa. Aonde ela foi? E linda, você está demitida. Isso, foge mesmo. Ouviu bem? Você está demitida. Quem é a mulher fácil agora? Aí, linda. Linda. Se me esquece. Não me ignora. Como você pode mentir para mim? Eu confiei em você e você me enganou na cara dura. Larga meu pé. Ai, de novo. Não. Ah, que droga. Não, não. Queima,
queima. Ah! Ai, como eu odeio esse colégio. Au, au, au. Ah. Que senhora, você sofreu um acidente. Está no hospital. Oh Deus. Calma. Você vai ficar bem. Não vou. Não vai sim, eu garanto. Ah, e oi, Dr. Sharwood. Não, ele não. Qualquer um menos ele chama outro médico. Querida, outro médico só daqui aum. Eu espero, eu espero. Por favor, por favor, por favor. Pode nos dar licença, enfermeira. Claro. Ela ainda está em estado de choque. Não se preocupe, você está em boas mãos. Situação estranha. Hum. Aqui diz que você bateu o carro depois de esfregar
a mão suja de spray de pimenta nos olhos. Nossa. Então, tá sentindo tontura? Não. Não. Náuseas? Não. Dor no pescoço? Sim. Onde? Aqui. Uhum. Assim dói. Dói. Qual a intensidade de 1 a 10? Eu sei lá. 3 C. Que raio de pergunta é essa? É, eu também não sei. É um procedimento padrão do hospital. Bom, vou examinar rapidamente. Deixa eu ver. Vai doer só. Ai, ai. Ai. OK. Mas não é um corte feio. A enfermeira vai limpar depois. Teve sorte. Você não vai precisar levar pontos. [risadas] [risadas] Tá tudo bem. Toma aqui, ó. É pôr
a tristeza para fora. Faz bem. Me deixa sozinha, por favor. Olha, você acabou de sofrer um grave trauma físico. É normal ter essa reação. Porvor, por favor. E acessos de choro são bem comuns. Para, para de ser legal comigo. Você me odeia. Eu sei que odeia. Olha, eu não odeio você. Olha, escuta, eu sei que temos nossas diferenças, mas olha, na boa, falando sério, eu agradeço tudo que você fez pelo Jason. Meu Deus do céu. Eu eu posso te afirmar que você significa tudo para ele. Que que foi? Falei alguma bobagem? Eu, eu, eu eu
eu eu fiz sexo com seu filho. Como é? Foi isso que você ouviu? Há quanto há quanto tempo isso aí tá rolando? Estão namorando? É, não foi só uma vez. E quando foi isso? Podemos mudar de assunto. Não, não. Que mudar de assunto quê? Eu só saio daqui depois de Qual é o seu problema, hein? Isso é alguma tara sua? Ir pra cama com seus ex-alunos? Eu não quero falar. Foi você quem tocou num assunto. Você não tem nada mais importante para fazer. Uma vida para salvar ou sei lá. Vou pedir para te transferirem paraa
ortopedia. Senhora, seu cartão foi recusado. Tá certo. Tenta este. Podem chamar o táxi para mim. Jason. Tá, tá, eu entendo. Mas fica calmo, Jason. Olha, eu compreendo. Volta, me leva de volta pro hospital. Me leva de volta, senhora. Perdão. Eu ajudo a senhora. Mike, Mike. Pode ir. Eu cuido dela, tá? Não, não, não, não. Eu vou esperar. Não, Não. Eu preciso falar com você. Leva a cadeira, por favor. Tudo bem. Ah, como é que está o pescoço? Diga o que veio dizer e não me encha mais. É verdade. Mentiu pro Jason sobre a peça? É.
É. Eu menti. Eu não acredito. Que tipo de professora você é? Você vem toda cheia de si, me ataca de graça, mas olha as suas atitudes. Poxa, qual é o seu problema? Eu já saquei. Eu sou horrível, uma pessoa péssima. Agora me deixa. Não, só depois quem disser o que pretende fazer sobre isso. Puxa, eu fui demitida, não é? bastante. Tá mais e a peça? Quem liga para essa peça? Eu ligo. Eu ligo pra peça. Eu me importo com o meu filho. Ah, tá. Agora se importa. Agora que foi tudo pro espaço. O quê? É
tudo culpa sua. Eu não estaria aqui se não fosse por você. Não sei que lógica a doida usou para concluir isso. Ele não teria escrito a peça se você não tivesse sido um monstro violento e alcólatra que descontava a raiva no filho depois da morte da esposa. Ai meu Deus. É essa história de novo. Você acreditou mesmo nisso? E nem tente negar. Não, não. Pra sua informação, eu não bebo nada de álcool desde a faculdade. E a mãe do Jason não morreu. Nós nos divorciamos. Ela mora em Tinek, casou de novo e tudo mais. Ele
disse que baseou a peça na vida dele. Ah, claro. O Jason disse, então é verdade, né? Porque nunca existe um escritor que, sei lá, inventou suas histórias, não é? Tá bom, pode parar. Você acha que o Jason pode virar um monstro? Tá, eu já entendi. Será mesmo? Para uma professora de inglês avançado, você até parece bem bobinha, não é? Ou você leu tantos livros que não sabe diferenciar a realidade da ficção. Foi por isso que transou com ele? Hã? Ah! Ah! Achou o qu? Que ele era o Lord? Olha, você não me conhece, não sabe
bolhufa sobre mim. Ah, e ela tenta virar o jogo pra Avenida Marin aí. Não tem como fugir disso. Quer apostar? Oi, aqui é Linda. Deixe seu recado. Linda, é o Cal. [música] Eu sei que minha postura foi imperdoável. Você tem todo o direito de ficar chateada, mas me ligue, por favor. É sobre a peça. Oi, aqui é Linda. Deixe seu recado. Linda, me liga, por favor. Eu juro que nunca mais te engana. Eu vou ser 100% honesto daqui pra frente. Eu eu eu até te conto o meu segredo mais obscuro que que eu nunca contei
para ninguém. Sabe meu teste com Senh? É mentira. O o teste aconteceu. Mas assim que eu entrei e o vi sentado lá me observando com aqueles seus olhos de gênio. Eu não consegui respirar. Eu pensei que ia morrer. A última coisa que lembro antes de desmaiar é da expressão perplexa do Sonha e do técnico de som dizendo o nome dele é Capenis. Foi a pior experiência da minha vida. É isso, minha cara. Cá estou de guarda completamente baixa. Por favor, apareça, me ajude. Linda, eu estou tendo um piripacque. Eu estou com uma dor forte no
peito. Eu acho que eu vou morrer. Лига. Aconteceu uma coisa muito séria. O C foi hospitalizado. O quê? O que houve? Ele começou a passar mal no ensaio. Os meninos chamaram a ambulância. Eles estão desesperados. Ah, meu Deus, como é que ele está? Não foi ataque cardíaco. Graças a Deus. Disseram que foi estresse demasiado. Ele não vai conseguir terminar a peça. Faltam poucos dias para estreia e tem muita coisa pendente ainda. E nós vendemos 18.000 em ingressos. O colégio precisa da grana. Alguém tem que assumir a peça, não é? Ah, então fale com o Jason.
Já falei. Ele não aceitou. A menos que usemos o final original, o que não vai acontecer. Você sabe onde eu quero chegar, não é? Não mesmo, Tru, esquece. Eu não vou fazer isso. Eu sei que isso não é o ideal. Ideal. Você me demitiu. Não oficialmente se se concordar em ajudar, eu me dou por satisfeita com uma advertência formal e e duas semanas de suspensão. Mas é só isso. Não dá, não dá, não dá, não dá. Ah, mas você que começou, começou tudo, vai mesmo virar as costas e deixar que os outros paguem pelos seus
erros? Eu e os alunos precisamos muito que você bata no peito e seja aquela professora que você sempre foi. Se não puder fazer isso, seu lugar não é mais em sala de aula. Eu vou pensar. Bom, eu eu espero te ver lá às 3. É, e essa é a sua última chance. [risadas] Mãe, minha querida mãe, como pode? Não, não assim não. Fala mais alto. O pessoal subindo das poltronas do fundo tem que ouvir. Solta a voz. Mãe, minha querida mãe, como pode me deixar sofrer tal crueldade? Graças a Deus. Pessoal, atenção. A senhorita Sinclair
vai assumir a produção, mas eu vou ficar sentadinho aqui na frente. Eu não quero ouvir nenhuma gracinha de vocês. Entenderam? Sim, senhora. Alguém pode me dizer em que parte estamos? Ensaiando ao final novo. Final novo? O Calk escreveu. Eles estavam ensaiando quando ele desmaiou. O Calk escreveu: "É, contanto que ninguém se mate, tá valendo. Que seja. Vamos ensaiar. Comece. Não vai dar nenhuma orientação. Você tá sofrendo. Um sofrer intenso excruciante. Mãe, minha querida mãe, como pode me deixar sofrer tal crueldade do destino? Meu pai nunca me amou. Esse mundo nunca me quis. Chega para com.
Deus, eu quero morrer. Não, minha filha, você tem que viver. Parem com isso agora. Levem a peça a sério. Por quê? Isso é um lixo. Esse final é um lixo. Até meus avós estão vindo de Tucon e vão acabar vendo esse lixo. Isso não é mais a peça do Jason. É uma porcaria. Ei, olha o respeito. Onde o Jason tá? A gente quer ele de volta e não você, [ __ ] Agora deu uma semana de suspensão, senhorita. just a no good. Já vai, já vai. Tchau, Jason. Não me deixa plantar aqui. Escuta, eu não
vou embora até a gente conversar. Eu posso entrar? Entra. Eu queria um copo d'água. Eu vim te pedir um favor. É brincadeira, né? Poderia escrever um final novo? Não, não. E não, um final novo. Jason, por favor. Por quê? Para ela ter um final feliz com flores e arco-íris, essa não é a minha história. Eu não entendo, mas a situação é bem delicada. Então, aproveita e faz um final novo pra morte de um cacheiro viajante. Hum. Ele não precisava morrer. Tadinho, essa revolta não vai te ajudar. Nada vai ajudar. Foi tudo pro saco e a
culpa é todinha sua. Eu quero me matar. Isso não é solução para nada, Jason. O que te faz pensar que você tem a solução? Quer dizer, quem você acha que é? Você é só uma velha solitária que dá sermões em alunos para se sentir poderosa. Você acha que toca as vidas deles com os textos do Emerson? Você é uma piada. Eles não te respeitam. E assim que eles concluem o ensino médio, eles te esquecem. Sei. Bom, eu estive pensando no final da peça e eu percebi uma coisa que eu devo ter deixado passar nas leituras
anteriores. Sabe o que é? O final é uma droga. Como é que é? Todo mundo se mata. Esse é o seu desfecho. Jason se liga. Já parou para pensar? Você disse que amou o final ou foi só mais uma mentira? Eu também cometo erros, como você bem sabe. Ai que seja. Para mim já deu. Tem coisas das quais não dá para fugir. Não adianta pensar em estudar direito ou se matar. Tem vezes que só nos resta engolir o sapo. Merda. Por que não tenta? Ao menos vislumbre a possibilidade de outro final. Um final diferente onde
todo mundo não morre. Não vaza daqui. Ah. Que droga! Eles vão odiar. Vai ser um desastre. Mas eu não vou conseguir. Acalme-se. Não dá. Eu esqueci todas as falas. Você sabe todas as falas. Faça do jeito que ensaiamos e você vai arrasar. Eu sei, tenho certeza. Beleza. Muito obrigada. Tá bom. Muito bem. 5 minutos. Faltam 5 minutos. Gente, vocês deram duro nesses meses. Sabem o que fazer. Todos vão fazer bonito. Espero que estejam orgulhosos. Eu sei que eu estou. Olá, minhas crianças da noite. Eu voltei. Senor [risadas] Capinas, você veia. Eu não perderia essa estreia
por nada. Ah, Linda, minha querida, eu serei eternamente grato por sua ajuda e compreensão. Foi um prazer. Como você está? Bem melhor. Obrigado. Descansado, devidamente medicado e pronto para reassumir minha função. Eu acho que tá tudo sob controle. Trabalhamos dobrado nesta última semana. Relaxe. Eu já fiz isso um milhão de vezes. Relaxe. Sente-se e aproveite. Minha trupe. Chegou a hora. Roda de amor e comprometimento. Roda de amor e comprometimento. Meus futuros vencedores do Tony, inspirem fundo. Soltem o concentração. E como disse Mary Strip uma vez quando atuamos no festival Shakespeare in the park, falem para
fora. Uhum. Hum. Já vai começar. Ano que vem a peça vai ser nossa cidade. [aplausos] Por que você não está no hospital? Mas ela tá bem. Você deixou ela sozinha? Ela não parecia bem. Você não podia deixar ela sozinho. É melhor você voltar lá. Você comprou as flores? Não vai entrar. Tô muito nervosa. Não, não eram essas. Você tem que voltar lá. Brancas? Não, rosa. As rosas eram rosas. Só pode ser um bom sinal. Eu te disse. Não, Jane, ela se foi. Ela faleceu hoje de manhã. Eu não entendo. Você disse que ela tava melhorando.
[risadas] Ela piorou de madrugada. Não, não. Eu sinto muito. Foi tudo muito repentino. Ela nem chegou a acordar. Ela faleceu dormindo. Eu nem me despedi. Você disse que eu podia falar com ela uma última vez. Por que você não veio me buscar? Porque não teria adiantado nada. Eu poderia ter dito a ela que a amava. Poderia ter segurado a mão dela para ela não se sentir só. Jane, recomponha-se. Eu preciso me arrumar pro enterro. Temos que seguir com nossas vidas. Eu não conhecia a minha mãe, mas ela era linda. Ela gostava de coisas coloridas e
vibrantes. Vou te pintar com as cores favoritas dela. Verde nas asas, verde com toques de dourado, como os olhos dela. Vou te apresentar a Jane. Muito prazer. Eu sou a Margaret. Você não ouviu o que eu falei? Eu mandei sair da frente. Obedeça, Jane. Mas eu não sou assim. Mamãe, eu estou pronta. Isso, filha. Venha ficar comigo. Você não pertence a este mundo. Deixe para trás todo esse medo, essa dor e essa solidão. Vamos ficar juntas para sempre. Jane, não se aproxime. Por favor, me escute. Saia daqui. Você estragou tudo na minha vida. Eu sei
que eu errei e eu sinto muito. Eu queria poder voltar no tempo e consertar meus erros, mas não posso. Por favor, Jane, eu só peço uma nova chance. Ainda temos tempo. Eu sei que você quer fugir, que quer me punir com isso e talvez eu mereça. Hum, melhor do que eu pensava. Merece isso e mais. Você é um monstro, não? Eu sei, eu sei disso e eu lamento. Que que você fez? Você precisa encarar o que fez. Não pode fingir que não foi nada. Eu odeio você, papai. Eu odeio você. Você não podia. Em Nova
York, pelo menos, eles só desprezaram minha peça, não tentaram destruí-la. Não tá destruída ainda. É sua peça. Agora a história não tem mais sentido de ser. Jason, eu errei e eu não sabia o que fazer, como corrigir meu erro. Eu sinto muito, de verdade. Sinto muito. Não deixe o meu erro interferir no seu sucesso. [aplausos] [aplausos] [aplausos] Ai, muito obrigada. Maravilhosas. Ah! [música] Obrigado. [aplausos][música] [música] [aplausos] [música] Autor, autor, ele tá te chamando. [música] Vai logo. [música] Obrigado. [música] Ora [música] Sincla, é belo trabalho. Obrigada. De nada. Eu quero me desculpar pelas minhas atitudes. Ah,
deixa para lá. Não foi o meu melhor Não. Eu que não devia ter acreditado na história da peça. Eu fui uma ridícula. Peço desculpas. Desculpas aceitas. Obrigada. Mas era verdade. Em parte a peça. Eu não fui um bom pai. Eu não estive presente. Obriguei o Jason a fazer o que eu queria. Você fez o seu melhor. Eu sei disso. É, eu namorei cada maluca, mas nenhuma era irlandesa. É licença poética, eu creio. Enfim, é com os erros que a gente aprende. Ah, é bem isso. Boa sorte com a sua vida. Obrigada. Tchau. Tchau. E então,
Linda Sinclair retomou sua vida de professora. Hoje eu vou dar um agora com uma abordagem de ensino mais moderna. Agora que todos leram a obra, vamos fazer um exercício para estimular a criatividade. Eu quero que vocês escrevam um final novo para um conto de duas cidades. Podem escrever o que quiserem. Ela vi o Dr. Sherwood com frequência, embora a moral e os bons costumes determinassem que ela mantivesse certa [música] Distância do pai do jovem rapaz com quem ela havia se desgraçado. Essa biografia é ótima e eu tenho. Se quiser eu te empresto. Você é fã
do Conandó? Lógico. Eu também, desde criança. E acabou por aí. Como é que você está? Muito bem, obrigada. Me diz aí, quer tomar um café comigo? Naturalmente. Ah, ela recusou o convite. Claro, por que não? Ah, e e eles conversaram de forma bastante impessoal. Kiss, sabe? Um dia eu estava fora, ela fez uma venda de garagem e vendeu minha coleção de primeiras edições de Queen. É, pois é. Foi aí que eu soube que o casamento já era. Eles [música] não falaram sobre o rapaz. O Jason tá indo super bem mesmo. É, ele acabou de terminar
outra peça e está negociando para exibi-la num teatro infantil de Nova Jersey. Bom, talvez você note ou não referências a George Orwell e Cafka no primeiro ato. Elas estão todas lá. Eu posso ser franco com você sobre uma coisa? Eu sabia. Lá vem a bomba. Durante essa caminhada ficou martelando na minha cabeça que que você transou com meu filho. Não, não, só escuta. Eu sei, eu sei. Foi uma dessas coisas que a gente não controla. Acha que sou uma [ __ ] O que eu tô tentando dizer é que eu quer me ver morta, tem
nojo de mim, me acha horrível, meia. Continuo te achando maravilhosa. O quê? É, e se não for muito esquisito para nós dois, quer dizer, Walter Mosley vem dar uma palestra semana que vem e eu queria saber. Linda, sim, Claire, o que você está fazendo? O seu lugar é aqui dentro de casa, sozinha. Não deixe o seu refúgio. O mundo é um lugar cruel e impedo. Linda. Oi, Linda. Oi, Linda. Está ótimo. Obrigada. Você está pronta? Eu tô sim, linda. Preste atenção aqui. Não seja tola. Educado, charmoso, sorriso lindo, lugares de primeira tem futuro. Fin. [música]
[música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] เ [música] [música] [música] [música] เ เฮ [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música]