Para vocês vocês completaram eh a gente acabou só excluindo duas eh pela pela uma baixa adesão eh e nós vamos eh ofertar 12 e Elas serão ofertadas de uma maneira as digamos a atender os interesses indicados naquela lista as prioridades indicadas naquele formulário eh de cada um E nós vamos enviar algumas mensagens e organizar isso com vocês tá bom nos Próximos dias Ok mas eh já para tranquilizá-los que e repare Estamos fazendo isso ainda com o o o o constrangimento de que a ufca não eh estabeleceu os seus calendários acadêmicos de 2025 e 26 para
pós-graduação tá bom eh eu eu devo contar que assim a universidade ela ela não ela não deja covid Ela não ela é uma das instituições que não cancelou o semestre algumas Instituições chegaram a cancelar o semestre alguns semestres da da covid a UFC Ah não ficou tentando reajustar o calendário só que em 2024 quando a gente deveria ter um calendário ajustado a partir de 25 tivemos a greve E aí desajusta tudo tá certo e o Possivelmente Quando acontecer isso Fiquem tranquilos que não vai impactar nós fizemos de uma maneira que não vai impactar não vai
alterar as datas de vocês tá bom a a a a gente vai Fazer o trabalho administrativo eh de ajustar as disciplinas ao calendário oficial ã mas não alterar as datas das Ofertas que a gente definiu agora e não podíamos esperar mais para para o u FCA definir o seu calendário oficial Ok então sendo assim eh eu passo pro professor Luís Inácio que ele possa retomar e alguns elementos aí da da discussão da do módulo que ele Trabalhou e seguir com a com a com o programado no na na quinta-feira Eu também iniciei uma discussão trabalhando
em torno da do do da da de um dos aspectos que que deve né reger o a gestão dos Empreendimentos eh discutindo a gestão democrática participação como de de de de digamos sempre tratando isso de um como um tipo Ideal com características que podem Não necessariamente estar presentes em todos os tipos de empreendimentos da economia solidária a todo momento mas colocando Esse aspecto esse elemento como Central e Hoje após o seu módulo eu vou discutir um pouco mais sobre inovação social na economia solidária essa essa esse debate em torno desse conceito que eu acho que
vai também eh que se junta algumas das suas falas feitas na terça-feira que Assim Este também é um conceito que gera muita controvérsia algumas vezes até mesmo com com uma alguns dos nossos colegas ou algumas pessoas da academia ou dos Empreendimentos eh tendo uma reação eh à utilização ou a implicação dessa perspectiva de inovação aos Empreendimentos de economia solidária em alguns casos então seguimos aí contigo e temos aqui 13 e8 perdão 9 e8 o e até Para se organizar se quiser propor logo como é que a gente vai fazer o momento de intervalo Seria bacana
um abraço vamos lá tá bem Bom dia a primeira coisa a saber é se vocês me estão escutando sim escutamos sim sim escutando com nitidez eu tô aqui com esse esse esse esses fanos de vido por causa de uma obra no prédio claro que essas obras usando furadeiras acontecem quando a gente vai Dar uma aula né Vocês sabem disso né então é no sábado de manhã eles resolvem trabalhar aqui num apartamento vizinho eu acabo me ouvindo mal tá eu mesmo me ouço um pouco mal por conta da ressonância Eh vamos torcer então que a comunicação
fique razoável né satisfatória sempre que houver alguma alguma dificuldade de áudio ou de entendimento do que eu disser por favor se manifestem pelo Áudio não adianta levantar a mão porque agora o que vai acontecer como na aula anterior é que eu vou compartilhar a minha tela para mostrar os slides da nossa sequência E aí eu vou ter que minimizar a tela em que eu estou vendo vocês portanto não vou ver mais ninguém Nem a mim certo então Eh um dia eu vou estudar melhor o zoom para ver como é que a gente configura isso de
maneira a evitar esse problema certo mas antes de compartilhar a tela Eh atendendo sim a uma questão prática do nosso intervalo hoje eh eu considero que a minha aula vai então os os que eu vou trabalhar com vocês vão se estender até em torno de 10:30 que seria o o horário intermediário né entre 9 e meio-dia e que a gente poderia fazer a pausa Tipo 10:25 depois da pausa o professor jovar Torres assume eh a segunda Parte pode ser assim então a gente vai puxar é uma hora e pouco né já são 9 quase 9:15
agora até perto de 10:30 10:20 10:25 a gente faz a pausa e depois então na sequência o professor gvar assume a cátedra aqui da dessa disciplina tá bem bom então vamos lá eu vou então partilhar aqui eu Suponho que vocês estejam vendo um slide eh onde tem ali o plano de Aula certo tão vendo ainda não tá carregando tá carregando né pronto apareceu PR já apareceu é ele dá uma paralisada a a gente fica também meio sem movimento mas se agora vocês estão vendo podemos continuar eh o nosso tema hoje se refere ao que está
ali no plano de aula como ponto número C O gradualismo na abordagem de Emergências empíricas mas antes eu gostaria de saber Conforme inclusive nós combinamos se há comentários perguntas questionamentos de vocês em relação ao que a gente trabalhou na terça-feira Então quem quiser se manifestar por favor tome a palavra e vá falando diga o seu nome enfim eh para melhor localização mas eh pode tomar a palavra e fazer os seus comentários pode iniciar Raquel tá o Bom dia a todos Bom dia professor eh eu tenho uma dúvida quando a gente Fala da questão da da
informalidade relacionado com a economia solidária eh em termos de competição porque por exemplo quando a gente pega alguns grupos né da informalidade a gente vê claramente que ainda não existe uma solidariedade uma uma lógica de economia solidária então é uma uma uma questão assim que ainda tem que romper né esses obstáculos e como que seria eh eh inserir né esse essas pessoas esses Grupos como que a gente poderia fazer com que a economia solidária fosse eh mais praticada né porque eu acho assim por exemplo vamos pegar um um exemplo eh de das economias por exemplo
de de de camelô né de onde as pessoas por exemplo a aquelas pessoas que por conta própria que trabalham por conta própria que também tá no setor informal né os trabalhadores por conta própria tem a economia subterrânea né também que eu eu Queria tirar uma dúvida assim onde que ela também ela não tá inserida né dentro dessa economia informal eh e acho que é Um Desafio né eu acredito que seja um desafio muito grande essa graduação né até chegar a a ter esses traços de economia solidária então assim eu queria só eh se fosse possível
que se eu me ajudasse a entender um pouco melhor essas questões é obrigado tá bem claro eu vou eu vou precisar dar uma resposta breve né Porque esse é um tema queum justificaria uma boa discussão né uma volta ao texto anterior da aula de terça-feira e a outros aspectos E aí eu aproveito Raquel para para fazer uma ponderação digamos complementando aquilo que nós falamos terça-feira para não parecer que a gente esteja querendo apresentar uma visão edulcorada né edulcorada né enfeitada da informalidade eh uma coisa então a gente entender a Realidade popular e o fato de
muitas pessoas trabalharem informalmente eh que isso significa Em quais situações entender como elas se organizam né um pequeno negócio informal tem uma lógica tem tem um jeito de ser eh gestionado dirigido e de produzir também tem uma visão eh do mercado local dos que vão também entrar naquela pequena cadeia produtiva existe uma associação informal entre as pessoas uma organização Portanto agora por outro lado a a informalidade eh ela ela acaba tendo eh também eh um papel eh que não nos interessa em termos de Desenvolvimento Social né Eh porque eh uma pessoa num emprego informal está
Desprovida de de Amparo eh de todos os tipos de Amparo social a não ser aqueles que por negociações eh diretas entre as pessoas envolvidas se Estabeleça mas eles não estão essas Pessoas grosso modo protegidas pela lei e como isto barateia mão de obra A informalidade as relações informais de trabalho são muito frequentemente utilizadas para exatamente aviltar o valor do trabalho e explorar né as pessoas que trabalham sem esses encargos e sem que elas possam se se organizar e defender-se em relação ao ao mei que a gente comentou terça-feira convém dizer também Eh que naturalmente eh
nesse processo de terceirização né do trabalho eh para o empregador pode ser mais conveniente mais barato eh contratar uma série de trabalhadores eh através de uma aparência de empresa jurídica Isto é que eles tenham o seu próprio mei e o mei seja o contratado do que empregá-los diretamente então naturalmente o mei também tem essa dupla Essa dupla face né ele pode Como de fato juridicamente ele ele traz Alguns direitos algumas proteções a pessoa que se registra como meio trabalha e contribui como mei mas também pode afastá-la eh de uma situação de maior proteção embora convenhamos
eh mesmo numa situação de direitos né o modelo CLT como nós temos no Brasil mesmo nessa situação há uma extração do valor do trabalho então se trata de uma exploração do trabalho eh em maior ou menor grau não é Eh portanto Esse aspecto estrutural dessas relações não se desfaz pela existência de direitos os direitos digamos assim eh em certa medida compensam Ah esse fato protegem um trabalhador mas não tiram essa natureza né agora dessas situações variadas de informalidade há um empreendimento solidário eu acho que vai uma longa estrada não há uma uma via fácil não
há Um atalho e apenas em situações muito particulares a gente poderia imaginar uma digamos assim uma conversão eh das pessoas eh a um modo de vida economicamente falando e socialmente falando solidário nas suas empresas na sua atividade econômica eh e fora essas exceções é um processo muito lento e muito incerto quem tentou disseminar Empreendimentos de Economia solidária por uma política macro tentando então que em pouco tempo tivéssemos centenas milhares de pequenas cooperativas e associações ou ou microempresas não teve resultado isso aconteceu na Venezuela por exemplo né Eh no Brasil eu considero também que por mar
que tenha sido o esforço das incubadoras houve também uma expectativa incubadoras deop ativas populares né houve um uma expectativa Acima da realidade e a gente viu entre os dois mapeamentos da economia solidária que tem uma distância entre eles de uns 5 anos mais ou menos 4 5 anos que eh os Empreendimentos que tinham sido incubados que decorriam de políticas de de estímulo à formação desses Empreendimentos em grande medida desapareceram e não estavam no segundo mapeamento não foram os Empreendimentos Mais antigos que não estavam no segundo mapeamento estavam no primeiro e não estavam no segundo mais
muitos que não apareceram no segundo mas estavam no primeiro eram os mais recentes porque eles eram frágeis porque houve um certo artificialismo involuntário eu acho eh nesse processo de formação dos Empreendimentos naquele livro que Eu mencionei para vocês que decorreu da primeira pesquisa Nacional sobre economia solidária no Brasil um livro publicado pela urgs a gente fez uma análise disto e no último capítulo que é um capítulo de síntese nós falamos dos diversos fatores que contribuem para a formação a viabilidade e a consolidação de empreendimentos solidários e a gente vê que a eram nove fatores acho
oito ou nove fatores que para que haja um conjunto mínimo de fatores Eh É necessário uma situação que não pode ser criada artificialmente ela de alguma forma tem que estar plasmada já na trajetória das pessoas um mínimo de de tradição e disposição associativista por exemplo de experiência de liderança e coisas que não se criam de um momento para o outro eh o que me leva levou a a considerar que a economia solidária Não não é algo necessariamente para todas as pessoas a solidariedade pode Ser não é eh a disposição a ser solidário com os outros
e e a propiciar e apoiar formas de convívio solidárias OK agora viver dentro de um empreendimento de economia solidária ter a sua renda sua subsistência ali dentro Isto é muito mais específico e acho que o trabalho da igreja lá dos anos 80 da Cáritas e de outras eh áreas da pastoral Popular das igrejas eh adotou uma metodologia muito de Paulo Freire inclusive né Muito vagaroso um trabalho muito de formiguinha eu acho que tem um modelo lá que a gente precisava de alguma forma recuperar e há experiências icônicas no Brasil que hoje eh São digamos assim
exemplos que nos estimulam né mas também que iniciaram e se desenvolveram de forma assim vagarosa discreta pega o banco Palmas por exemplo não sei se vocês conhecem estudaram o banco Palmas mas há uma uma fase ali em Que não se imaginaria eh Como iria se desenvolver essa experiência posterior até ganhar a notoriedade a importância e ser o modelo né que está hoje eh sendo difundido e que serve também como exemplo para formação de outras organizações semelhantes Eh ok então Eh aí toda uma discussão de pedagogia né pedagogia de formação de de conhecimento da economia eh
o que uma das coisas que nós Vimos é que pegaram um monte de pessoas desempregadas sem sem renda digamos assim sem trabalho por conta própria não ser de forma assim muito instável e e insuficiente reuni-las e formar uma cooperativa de serviços gerais isso tende a não dar certo ok porque nós temos ali a motivação Econômica da renda Mas faltam as outras condições para que esse pessoal possa de fato fazer um uma entrar numa dinâmica De autogestão eh e levar essa cooperativa à frente fora o fato de que há uma competição muito forte há uma competição
muito forte na na economia informal popular e tal né bom isso que eu poderia dizer assim e tô me estendendo já demais então eu vou encerrar aqui pergunto se há outra outro de vocês outra pessoa gostaria também de perguntar ou comentar alguma coisa da aula passada Obrigado Professor Tá certo Raquel ninguém mais não bom eu vou tirar aqui o meu fone porque parou o barulho e para mim pelo menos fica bem melhor evitando essa ressonância que eu comentei antes então vamos vamos dar andamento eh mas o o primeiro ponto aqui é a gente ter essa
clareza né ter em mente eh Em que consiste essa ótica gradualista que Eu tô procurando desenvolver com vocês através de exemplos então resumido amente né se trata de entender que os fatos sociais sejam eles eh pessoas de um certo perfil ou formas de organização no caso aqui desse curso formas alternativas de organização social e econômica que portanto esse fato de elas existirem Está entrelaçado com outros fatos parecidos que circundam essas organizações portanto outras organizações outras formas de eh de dar eh resposta a Às nossas necessidades de trabalho de provimento de serviços de melhoria Comunitária que
podem elas essas outras formas não correspond aquilo que nós estamos querendo Encontrar e analisar mas que tem uma relação provável em certos casos eh inquestionável com aquelas organizações que nos interessam Então as coisas transbordam existem fronteiras permeáveis tanto de pessoas quanto de organizações eh então a gente deve centrar fogo naquilo o que nos interessa num primeiro momento né o nosso centro de análise mas Sem perder de vista essas eh essas formas de organização eh afins semelhantes embora não idênticas E para isso é necessário que a gente então adote formas de análise que possam também incorporar
essas formas vizinhas digamos assim defecas ou um pouco diferentes eh sem eliminá-las eh sem retirar as análises até porque Provavelmente numa análise de contexto local de uma comunidade de uma cidade de um bairro eh ou de um setor econômico nós vamos encontrar essas relações será quase impossível estudar aqueles endimentos digamos assim de economia solidária que nos parecem mais representativos mais puros não é como organizações de economia solidária sem considerar essas outras formas que circundam digamos Assim até porque o circunda é aqui eh uma expressão que eu uso em relação ao centro que a gente escolheu
Talvez para quem esteja estudando outras coisas sejam uns empreendimentos de economia solidária que estejam circundando eles estejam num círculo intermediário num círculo externo em relação à aquilo que esse pesquisador ou esse agente público esteja não é eh considerando analisando ou procurando Promover entendem Então se trata disso eh e aí eh na aula de hoje que vai acabar sendo um pouco mais expositiva né Eu gostaria de trabalhar dois dois temas ainda o primeiro relacionado a uma pesquisa que nós fizemos eh na América Latina relacionada a uma pesquisa internacional que é apresentada no texto 3 A portanto
uma pesquisa o texto 3 A é um artigo publicado em português numa Revista chilena mas ele vai contar a história dessa pesquisa e vai dizer que havia um conceito lá de empresa social está na na raiz desse trabalho de análise eh e que acaba depois sendo um pouco assim o termo mesmo de empresa social eh ele acaba sendo substituído por outros conceitos eh que tenham que tiveram mais eh enraizamento e digamos assim eh conhecimento no contexto da América Latina certo então Eh explicando um pouquinho antes de eu abrir para vocês poderem também comentar quem leu
o texto né fazer os seus comentários só algumas eh algumas eh considerações aqui introdutórias então eu vou passar agora os slides né vou avançar um pouquinho aqui então se trata aí dessa pesquisa sobre as empresas sociais que rendeu quatro ou cinco Livros um deles então sobre América Latina que foi o ambiente o contexto em que eu me envolvi mais por isso então nós publicamos esse livro vejam aí então o slide os slides que foram os países que foram analisados eh Há portanto nesse livro capítulos nacionais né que se se dedicam a estudar realidade das empresas
sociais em cada país e depis ao final do livro três capítulos que são de análise comparada e um deles tem a ver então com A a proposição de padrões de empresas sociais na América Latina ou seja padrões supranacionais e esse é o assunto do texto que eu encaminhei a vocês certo padrões supranacionais na América Latina eh de empresas sociais que vão ter outro nome depois como se vê no texto bom eu queria destacar que essa pesquisa que levou 6 Anos acho que foi em torno de 6 anos para ser desenvolvida ela envolveu mais de 200
pesquisadores mais de 50 equipes e países diferentes do Chile ao Japão né passando por todos os continentes mesmo a África com pouca representatividade mas na Europa na Ásia na América do Norte na América do Sul com muitas equipes e há um texto que eu coloco aí depois isso vai ficar com vocês né que é O texto de referência publicado na revista voluntas em 2017 certo então fundamentos para a construção de uma tipologia internacional de empresas sociais de autoria dos dois professores da Bélgica o Jacques de fni e a Mar nissens que coordenaram a pesquisa bem
e aí é preciso eh ter em vista o conceito utilizado de empresa social que é um conceito digamos assim que Serviu para que a gente pudesse encontrar buscar e encontrar coisas parecidas embora tivessem outros nomes nos países em que elas existiam né mas esse é um conceito mínimo que mostra que uma empresa social não é uma empresa de Capital não é uma empresa com ânimo de lucro não é uma empresa estatal é um outro tipo de iniciativa de um grupo de pessoas de cidadãos de empreendedores de cooperativistas não é que desenvolvem Atividades econômicas em função
de um objetivo social que pode até ser o de gerar renda seja um objetivo econômico gerar renda mas que tem uma dimensão social à medida que essa renda é gerada por pessoas e para pessoas em situação eh de precariedade laboral por exemplo n ou pode ter outro tipo de Missão social por exemplo eh fazer com que Funcione uma entidade Comunitária que presta uma série de serviços sendo um centro de reuniões um centro onde se fazem atividades culturais as mais diversas Então tudo isto entra na ideia de Missão social através de atividades econômicas e essas empresas
elas não buscam uma apropriação privada ou seja por algumas pessoas apenas né como era uma empresa Capitalista eh do resultado econômico e se há um resultado Econômica a produção de um excedente a maior parte desse excedente é reinvestido na missão social no funcionamento da própria organização é o que a gente vê comummente eh nas cooperativas porque as cooperativas Elas têm um limite de acumulação de distribuição eh do excedente e a maior parte daquele Excedente é reinvestido na atividade econômica Enfim no funcionamento da própria cooperativa Então existe uma distribuição de sobras né na linguajar das cooperativas
ao final de cada ano uma assembleia define o que que vai ser distribuído e há um adiantamento das sobras conforme o caso né se é uma uma uma cooperativa que tem trabalho pessoas trabalham ali então elas recebem um adiantamento das sobras né que substitui digamos assim o Salário comparando com uma empresa convencional Então essa repartição essa apropriação ela é verdada ou ela é restrita depende do caso e essas organizações Elas têm uma certa autonomia elas vão buscar também meios de sobreviverem portanto elas não vivem de recursos a fundo perdido apenas de de editais de fomento
embora agora possam também utilizar e utilizam CD linhas de financiamento e linhas de Estímulo aquela atividade que provém de políticas públicas Desde que não fique prejudicada comprometida a sua autonomia de decisão para dar um exemplo que o o Jeová conhece muito bem da França se chega a dizer na França é tamanho o número de associações e organizações cidadãs na França que são financiadas pelo Estado em boa medida existe um percentual máximo de Financiamento a Então essas organizações precisam também ter outras formas de financiamento seja por voluntariado seja pela venda do que produzem não é seja
pelo fato de que os associados pagam pelo fato de serem sócios colaboram dessa maneira mas é tão importante lá o o apoio do estado que se diz que quase que o associativismo na França é um um uma terceirização das funções do Estado então em vez do Próprio Estado realizar ele tem associações que por decisão dos seus integrantes assumem Parte dessas missões que caberiam ao estado certo e a terceira a característica das empresas sociais é que elas têm um padrão democrático de gestão o ou seja como elas não pertencem a uma pessoa exclusivamente ou a poucas
pessoas que empregam as demais deve haver um grupo ali uma forma de associação voluntária Eh e de decisão simétrica entre as pessoas não é então há esse caráter também democrático tendo essas três características independentemente do nome que elas vão ter na prática elas podem ser consideradas para fins analíticos e comparativos empresas sociais então aqui naturalmente a gente encontrou uma miríade né de cooperativas de associações e de outras formas que variam conforme o Marco legal de cada país na América Latina a gente vai encontrar muitas empresas informais com essas características se falou inclusive de cooperativas informá
isso que me parece um pouco problemático Mas enfim dá para entender que funcionavam empresas que funcionam como cooperativas nos moldes de cooperativa embora não estivessem legalizadas como cooperativas pelo menos naquele momento Certo outra coisa que esse conceito já nos coloca é que bom deve haver organizações que atendem muito bem um critério mas não atendem perfeitamente os demais como é que a gente faz a gente retira do nosso foco de análise do nosso foco de interesse ou a gente mantém ali e depois vamos julgar essas essas diferenças e vamos ao final da análise dizer bom aqui
a gente tem um grupo de organizações que são parecidas com as Empresas sociais mas não dá para classificá-las como tais como nos dizia lá o Henry de roch na naquele slide que eu apresentei no começo da aula de terça-feira certo em relação às organizações da economia social na França eh lá nos anos 70 entende então aqui a ótica gradualista ela está implícita Mas ela é obrigatória certo e o trabalho que se fez foi de comparar mais de 600 Organizações eh no mundo todo eh considerando-as bons exemplos de empresas social ou seja tendo essas três características
ou exemplos incompletos certo bom E aí um exemplo assim só para dar uma ilustração né de como se trabalhou vejam os países aí da dois países colocados aí no Equador e na Argentina como é que as equipes trabalharam Elas tiveram liberdade para enfatizar alguns aspectos não esquecendo aqueles três Aspectos fundamentais das empresas sociais mas Entraram na verdade organizações com outros nomes ok eh do Equador entrou a novas formas de Economia popular de organização de empresas de Economia Popular ou empresas de base Comunitária né na Argentina lado esquerdo aí entraram outras formas que não existiam no
Equador né E foi esse trabalho de análise coleta De dados análise e comparação que foi produzindo os resultados da Pes esse slide dá um exemplo mas é só um exemplo ilustrativo porque eu não posso me demorar nele explicando né a quantidade de siglas que nós fomos tendo que criar o que nós já encontramos no Brasil eh percebendo que as empresas sociais algumas vinham do chamado campo do terceiro setor né Isso tá em inglês porque a gente teve que apresentar isso né na nas reuniões da da da pesquisa mas Dá para entender né grosso modo no
lado de baixo do slide vários tipos de empreendimentos solidários e no lado direito um campo que na economia solidária não se comenta muito mas que acabou entrando porque ele tinha organizações consideráveis como empresas sociais que é o campo das empresas de impacto social negócios inclusivos eh e assim por diante certo então que tá em azul ali no slide representa esse campo e Tudo isso nos levou no caso brasileiro a propor uma tipologia né modelos de empresas sociais no Brasil no caso da América Latina houve eh eh nesse trabalho de criar uma tipologia de padrões supranacionais
então houve um esforço suplementar uma análise dos modelos nacionais para chegar a padrões supranacionais isso está no texto que eu passei a vocês né que aparece aí no slide mas aí eu Indico também um outro trabalho que eu eu escrevi Anos Antes publicado na revista iberoamericana essa é uma revista publicada pela revista pela Universidade Sofia no Japão quando eu tive lá eh eles me pediram para uma das palestras que eu dei que fos convertida num artigo E aí Nesse artigo eu faço uma comparação entre que seriam então empresas sociais na América Latina e em outros
continentes certo Por isso Que eu faço então a sugestão de leitura também desse texto bom esse então é o é o texto que a gente tinha para ler e eu pergunto então eh a vocês que leram se gostariam de já fazer um comentário colocar uma uma pergunta enfim ou mais relacionadas a esse texto aí publicado na revista pois tá bem a palavra está com vocês então não há dúvidas ou questionamentos ou comentários nesse momento eh Professor eh Bom dia a todos eu sou Nils Cardoso eh a minha pergunta é se vocês assim no texto eu
vi não consegui identificar se vocês conseguiram identificar algum tipo de articulação Entre esses diversos tipos de organização que vocês identificaram né porque assim numa perspectiva alternativa me parece que uma das coisas que que assim do ponto de vista de quem busca mesmo né que que se encontre eh processos alternativos de organização de Produção e de sociedade né Eh é que se possa constituir redes eh para o fortalecimento dessas concepções desses processos né E aí eu não consegui ver no texto se se vocês identificaram eh esse tipo de de articulação né entre os os os modelos
né os as organizações e também entre a os as organizações Diferentes né se Ah se vocês conseguiram identificar esse tipo de de processo de organização certo Nil ição de rede importante Uhum de fato Nils no texto não se menciona B praticamente nada A esse respeito porque nós não quisemos colocar o texto S pena de o texto perder o foco eh principal eh ele já tinha um certo número de páginas eh estourando o limite da revista então nós precisamos eh condensar muita coisa nesse nesse artigo né Nessa versão que é uma uma versão do capítulo do
livro no livro O texto é um pouco Maior não é só que o livro tá falando para um público Internacional e é um capítulo que conversa com os outros Capítulos do próprio livro os capítulos nacionais onde esses aspectos de articulação são mais visíveis são mais comentados Ok então como eles já estam sendo comentados nos Capítulos Nacionais no capítulo digamos assim de síntese nós acabamos não nos demorando Nesse aspecto porque eh iria alongar ia ser uma repetição eh embora nas Entrelinhas eu acho que a gente pode encontrar sim eh um padrão Ou formas de eh colaboração
de integração entre as empresas sociais digamos assim né na América Latina existe um um caso até eu vou mencionar os sete padrões que nós encontramos vou vou mencionar eles um a um só para que vocês tenham isso em Mente mas há um ou outro deles que naturalmente existe Porque existe uma uma tradição inclusive ou seja uma tradição uma multiplicação de empresas semelhantes trabalho de indução e criação de um campo certo Então nesse caso é notório que há eh um nível de integração entre eh as organizações propriamente ditas Ok mas nós poderíamos Eh claro havendo se
eu se tivéssemos tido tempo e espaço poderíamos escrever um outro Capítulo só Sobre essa matéria alguém mais gostaria de perguntar o o comentar não Oi bom dia sim Bom dia Francisco Bom dia Francisco aqui de Fortaleza tá Professor dizer da satisfação de participar da aula com você esses dois dias Fazia tempo que não tinha oportunidade e agradecer também pela sua contribuição né para a economia solidária no Brasil que nos ajuda muito Né com seus textos suas análises eh então eu eu queria fazer levantar duas questões mais gerais sobre essa questão das empresas sociais eh a
gente teve né Eu acho que ali na década de 2010 2015 a antag né que incentivava muitas empresas autogestionários a autogestão das empresas que que estavam passando por dificuldades e E aí a minha pergunta é nessa linha se essas empresas elas se Encaixariam também com essas empresas sociais né que que você traz aí a definição uma outra questão é que eh qual a sua análise né se falta visão dos gestores públicos por exemplo aqui no Nordeste existe uma pressão muito grande né de empresas que vem se instalam eh junto aos governos por incentivos fiscais né
que poderiam ser trabalhado a organização de empresas sociais ou até mesmo cooperativas não é e assim vamos dizer dar oportunidad mais trabalhadores E trabalhadores Mas a gente não vivencia isso principalmente a indústria de calçados aqui no Nordeste tem muitos empresas Então qual a sua análise assim se isso é uma uma falta de visão mesmo assim dos gestores de poder incentivar mais esses tipo de trabalho obrigado um abraço certo Francisco Obrigado sim do razão anag esteve enfim se originou de um conjunto de cooperativas autogestionárias né de empresas autogestionárias digamos assim Né e proliferam-se no nos anos
80 Elas tiveram também um grande desenvolvimento na Argentina acho que a Argentina é o país em que isso ganhou maior notoriedade e importância né as chamadas empresas recuperadas na Argentina tem muita coisa escrita respeito delas existe até uma um circuito de eventos né Eh do pessoal que trabalha com essas empresas eh recuperadas e eventos que ocorrem em diferentes países aí ocorreu no nordeste Uns anos atrás lá em João Pessoa eh então Eh Sim esse é um tipo de empresa social apenas eu acho que trabalhar como empresa social útil para uma comparação mais Ampla mas nós
teremos que abundar muito mais na análise das empresas de autogestão né coisa que a pesquisa que eu estou mencionando aqui não não chegou a fazer certo eh dá para aprofundar muito mais nesse Nesse aspecto que traz né esse tipo de organização já as cooperativas induzidas por estímulos fiscais elas podem representar um desafio e até uma oportunidade de criação de cooperativas autênticas mas o que houve no Brasil infelizmente com essa política de estímulos né de incentivos fiscais redução de impostos e tudo mais foi uma disseminação de empresas de fachada de cooperativas de fachada montadas por Empresas
de Capital aconteceu uma migração por exemplo de empresas do ramo do Calçado aqui do Rio Grande do Sul para o Ceará entre outros lugares e aí criaram cooperativas que era para na verdade não precisar empregar os trabalhadores né Então aí houve uma uma uma precarização do trabalho né eh eu não sei não acompanhei depois e e não poderia dizer a vocês Talvez tu mesmo tenha conhecimento de empresas que Conseguiram sair eh dessa artificialidade se converter em empresas autênticas né cooperativas autênticas Talvez isso tenha ocorrido eh em alguns casos né houve depois também políticas de fiscalização
que desestimularam eh esse subterfúgio né porque se você vai fiscalizar de fato eh aí você vai acabar eh criando uma situação que deixa de ser interessante para essas empresas né bom Eh indo adiante então eu vejo que o tempo vai nos escapando eh aqui tem um slide que está em espanhol mas eu acho que ele é plenamente entendível É que quando nós formos entros Debar sobre esses padrões supranacionais nós tínhamos que encontrar um critério de classificação e o que nós achamos mais interessante era o sujeito social a categoria social O perfil das pessoas que protagonizaram
as organizações né claro com seu entorno humano ecossistêmico territorial econômico não é a forma como essas pessoas atribuíram um sentido qualificaram e promoveram essas alternativas que tem a ver com as suas trajetórias as suas identidade seus interesses e que vão assim alcançando determinado grau de desenvolvimento e institucionalização Então esse foi o Critério que nos levou então a comparar todos os modelos nacionais porque eles eram acho que em torno de 50 modelos nacionais né entando somando o que cada equipe Nacional propôs ao final da sua pesquisa nós tínhamos ali uma dezenas de de modelos de empresas
sociais para chegar numa tipologia supranacional era preciso então um critério transversal né que pudéssemos utilizar em todas as realidades nacionais e isso nos levou Então a sete padrões eh que eu passo aqui rapidamente a comentar essas organizações de base étnica e Comunitária que é uma realidade muito presente em vários países também no Brasil mas há países como Bolívia peru Equador eh em que isto é muito relevante eh tem a ver com os povos originários tem a ver com a ancestralidade tem a ver com modos de vida Comunitário é uma forma de organização presente na nas
regiões rurais desses países né mas não exclusivamente eh então é um padrão que nós vamos encontrando porque aqui existe um ator social existe um protagonista certo que são as pessoas que vivem dessa maneira nesses territórios eh e que às vezes não criaram nada de novo assim ou seja não criaram uma Empresa social naturalmente elas a forma de vida de organização dessas comunidades já era equiparável às empresas sociais porque atendia aqueles três critérios lá que eu apresentei antes mas a expressão empresa social não é nem conhecida por essas pessoas bom uma outra forma que nós vamos
encontrar eh na Argentina por exemplo no Chile menos no Brasil um pouco no México são essas organizações de Economia social tal qual elas elas existiram na Europa associações cooperativas eh mutuais né Eh muito importantes na Europa e no Canadá por exemplo menos na América Latina mas que a gente encontra também né Eh e que são basicamente em term institucionais cooperativas associações e mutualidades em alguns países existe uma legislação Sobre as mutualidades não é o caso do Brasil não é relevante no Brasil isso então é claro que isso foi se desenvolvendo pela indução de lideranças e
porque essas organizações vão se entrelaçando vão se integrando de algum modo criando um campo isso levou a que houvesse uma legislação eh de Economia social em alguns países assim como no Brasil tem uma legislação cooperativista e agora né recentemente uma lei Nacional de economia solidária Finalmente depois de anos e anos tramitando no Congresso foi aprovada a Lei Nacional de economia solidária que decorre de uma organização Claro Nacional de uma pressão né de um movimento que aconteceu no Brasil Bom Há outras organizações que estão muito assentes naquelas formas que Eu mencionei terça-feira de Economia Popular isso
ocorre no Brasil ocorre no Equador no Chile né nas periferias Urbanas no Chile onde então nós temos aí Esse ator comunitário num contexto Urbano portanto aí a economia familiar vai ter um grande peso e vai ser o substrato eh dessas organizações que podem ter maior eh envolvimento com questões de igualdade né Eh com questões de democracia ou não isso é variável então vejam aqui a gente teve que adotar uma ótica gradualista para poder entender essas graduações No quesito gestão democrática Ok eh no esta esta forma de organização ela é muito importante paraa economia Popular solidária
lá a economia solidária no Equador que apresenta como economia Popular solidária na Bolívia é economia Comunitária solidário pegando aquele primeiro modelo que eu falei primeiro padrão que eu falei antes eh Então esse foi um outro padrão que a Gente identificou o padrão da anag Francisco recai nesse aqui organizações autogestionárias de classe onde então existe aí um ator social que é de classe que é uma uma categoria de trabalho não é que já existia seja ela Urbana ou Rural Operários professores criando cooperativas de professores por exemplo né também tem um chamado setor terciário de prestação de
serviço de educação a Gente cooperativas muitas associações artesãos né muito comum no Brasil então artesãos e Empreendimentos solidários agricultores também eh mas o que designa esse sujeito social é o fato de ser um sujeito de classe ou seja onde ele tem uma identidade pelo seu perfil sóo profissional pelo seu perfil ocupacional certo e esse é um braço muito importante Da economia solidária naturalmente esse modelo e o modelo o primeiro que eu apresentei o modelo comunitário são os dois mais importantes na América Latina segundo análise que a gente fez Mas além disso existem organizações que atendem
situações de vulnerabilidade social geralmente há uma uma entidade externa que vai trabalhar nesse sentido reunindo pessoas buscando beneficiá-los E buscando também que elas se tornem elas próprias protagonistas e possam caminhar com as próprias pernas ou seja aprendam a pescar e depois pesqu por conta própria né usando o velho a velha analogia aí do da Pesca então nós encontramos isso também o grau de dependência desses beneficiários em relação à entidade que promoveu essa iniciativa é variável em certos casos ele é claro e portanto Nós não teríamos aqui o aspecto da autogestão não é contemplado mas teríamos
os outros dois uma atividade econômica que tem uma finalidade social gerar renda gerar melhorias na vida dessas pessoas entram por exemplo aqui em boa medida o que no Brasil tornou-se bastante importante que são as cooperativas sociais que atendem pessoas no campo da Saúde Mental certo e que é um braço importante da economia solidária e onde então o Desejo de criar pessoas autônomas emancipar essas pessoas a partir do atendimento à suas necessidades eh no campo da saúde mental né Eh isso foi se desenvolvendo e e criou eh o que no Brasil se chama ilegalmente veio a
chamar de cooperativas sociais eh produzindo em alguma medida um modelo que nasceu na Itália aliás as cooperativas sociais na Itália foram dos primeiros exemplos de empresa Social certo a legislação italiana de empresas sociais e de cooperativas sociais ela é Pioneira e deu origem inclusive as primeiras pesquisas sobre empresas sociais na Europa por esta rede que fez essa pesquisa que eu estou comentando aqui pela Rede Emes que é exatamente eh Emes vem de empresa social né E lá pelas tantas tentou fazer então essa análise Global né em vários continentes como eu tô Expondo para vocês bom
nós temos outras organizações tem um caráter mais filantrópico associações benevolent eh Fundações organizações não governamentais aí entra o terceiro setor há uma missão social há um caráter não lucrativo né de não apropriação privada mas aqui nesse caso nós temos uma um Padrão assistencial um padrão de relações entre Quem cria essas Organizações e quem se benef delas tem toda uma discussão complexa aqui dentro certo eh conforme o caso essas empresas sociais desse modelo ficariam um pouquinho de lado assim ficariam na borda ali do conceito de empresa social ficariam mais no segundo pro terceiro círculo digamos assim
e não tanto pro primeiro mas como tem algumas que estão No primeiro embora sej um filantrópicas eh acabou se configurando um padrão supranacional de empresa social com essas características e ainda nós temos um caso ainda mais discutível né do ponto de vista da economia solidária que são organizações que eh São privadas geram impactos sociais positivos e nelas funcionam o éos Empresarial inovador e tal socialmente engajado mas é basicamente um éos Empresarial que procura fazer funcionar tudo isso segundo os parâmetros eh e os instrumentos de mercados né então novamente o o o a debilidade aqui tá
na questão da governança participativa na questão eh da geração de lucro da apropriação privada desse lucro e tal né aquele setor no Brasil lá dos negócios sociais eh esse setor foi um dos que alimentou Esse padrão supranacional mas como os anteriores Ele também é um padrão sujeito a dúvidas né sujeito a questionamentos Até que a que medida isso confere com conselho de empresa social em que medida não certo há um hibridismo aqui existe aqui uma área de Fronteira mas O interessante é exatamente explorar essas áreas de Fronteira em vez de simplesmente descartar tudo isso ficar
só com dois padrões com três padrões que são os Padrões mais puros mais propriamente né classificáveis como empresa social especialmente sobre a ótica da economia solidária nós resolvemos abranger ampliar o foco né e promover uma discussão não é eh de maneira a interessar essas pessoas também às vezes a pessoa tá lá numa empresa de impacto social e seria bom para ela entender que existem cooperativas que trabalham Não exatamente com a lógica do mercado mas Que tem que se haver com o mercado também né É um tipo de de empreendimento economia solidária aliás muito comum né
tem que se haver com o mercado tem que comprar vender ter ter clientes eh e assim por diante certo então dessas organizações a gente aprende também não é no caso da economia solidária como lidar com o mercado né a gente encontrou casos muito interessantes nesse campo então resumindo para finalizar Já nós temos esses sete eh modelos os principais estão ali no centro do slide os que mais corresponde ao conceito de empresa social e também acabam correspondendo ao que a gente eh entende como economia solidária é esses dois né o o modelo padrão comunitário e o
modelo padrão classista certo então eles ficaram no centro do slide aqui e os outros ficaram num segundo circo e sempre cabe ver em cada país emem cada circunstância se eles se Aproximam do centro ou se afastam do centro isso é variável né Eh mas de qualquer forma Existem os três pilares do conceio de Economia empresa social aliás né E esses dois padrões são aqueles que vão transformar isso em práticas digamos assim mais avançadas ligadas à transformação social quer dizer não somente um compromisso social uma missão social mas uma um ideal de transformação social né Não
somente governança participativa Mas autogestão É uma forma mais radical né mais completa de governança participativa e não somente uma atividade econômica mas também uma atividade econômica de propriedade e gestão dos próprios trabalhadores integrantes daquel pela organização certo eh o que também a gente vai dizer no final do capítulo então eu faço uma menção apenas para não deixar isso assim eh sem sem nenhum Comentário é que no nosso ver assim como eu já tinha dito na semana passada na terça-feira melhor dizendo né eu já tinha falado a reciprocidade Então o que a gente vai desenvolver no
final desse Capítulo é é o fato de que no nosso ver o que anima o que dá sustentação a essas empresas sociais especialmente a esses modelos que predominam na América Latina É a lógica da reciprocidade além De outras lógicas né de uma tipologia aqui que a gente herdou de um de um grande autor né Eh carpani que eu já mencionei também rapidamente na terça-feira certo só que claro eu não ten tempo aqui de discutir esse quatro princípios que ele propõe que nós somos adaptando Claro aos dias atuais a forma como Ele propôs se referia mais
à realidade Econômica da Europa na virada do século XIX no século XX porque ele escreveu lá nos anos 30 40 E 50 do século passado né do século XX então é claro ele não podia se referir a coisas que hoje fazem parte do nosso cenário eh econômico né então houve uma uma adaptação uma atualização desses princípios e a ideia de que a reciprocidade é muito importante por isso que a gente fez aí uma aplicação desses quatro princípios situando né posicionando os modelos em relação ao atendimento que Eles eh revelam ter de cada um dos princípios
né então Eh o modelo classista o modelo 4 se aproxima mais do do princípio da reciprocidade o modelo como também se aproxima mais já o último padrão né o padrão de empresas sociais vinculadas ao mercado vai se vincular mais ao princípio do intercâmbio né que tá lá embaixo no slide e assim por diante certo então é uma análise interessante que a gente pode fazer também graduao ou Seja a gente vai graduando vai posicionando esses padrões de acordo com os quatro princípios bom do calpol e o que a gente tira como resultado final da pesquisa né
é que eles têm essas organizações um papel histórico importante não é eh de contenção Da Lógica utilitarista de mercado de promoção de uma pluralidade Econômica ou seja de vários Princípios econômicos funcionando de preservação defesa de comunidades de modos de vida baseado em princípios distintos do princípio do mercado que é o princípio do intercâmbio na tipologia do doani E também porque promove a democracia através da economia promove a participação cidadã a luta por direitos ação da riqueza o combate assimetrias sociis e assim por diante Bom eu não tenho tempo de falar desse exemplo que tá aqui
seria um exemplo das empresas de reciclagem n cooperativas e associações de reciclagem do Brasil a gente usou em algumas Exposições o antes e o depois né com reciprocidade e sem reciprocidade aqui o funcionamento da reciprocidade nessas organizações que são parte daquele padrão classista que eu falei antes tá então as associações de reciclagem estão dentro desse padrão Classista mas eu não posso falar mais eh desse caso eu só vou fazer agora nos minutos que me resta luí vocês permitir sim se você quiser discutir o caso mesmo que seja após o retorno eu me viro no no
tempo final tranquilamente Até porque eu posso ter outras oportunidades de diálogo com eles para se você achar que é importante tratar do caso um pouco mais seja agora nesses minutos ou seja Potencial retorno tá bom não o problema ali tá obrigado J mas eu vou preferir minha ter se o tempo previsto porque na verdade a questão aqui é ler o texto o texto esse que saiu na revista chilena pois sendo lido com atenção e se buscando a bibliografia que esse texto menciona que são outros coisas que nós já publicamos antes ou ou de outros autores
aí a gente vai poder entender Em que consiste a reciprocidade certo eu teria que me Estender bastante para para eu mesmo poder aqui explicar do que se trata aquele livro a descoberta os vínculos sociais que eu também já mencionei a vocês que vai ser encaminhada a vocês a capa do livro né no slide que eu mostrei ele tem um capítulo dedicado a esses quatro princípios do c polani e um outro capítulo que aplica isso a economia solidária eh e ainda um outro capítulo que se discorre com mais detalhes sobre esse Conceito né então tem muito
material AL gráfico e eu acho que é muitas vezes uma questão eh ou é de um curso que se estende sobre isso aulas e e aulas né discutindo parcimoniosamente o assunto eh ou então é um é um é uma questão muito de algo de estudo pessoal né de de leitura e [Música] essa essa tipologia do carpani foi objeto de um curso inteiro De uma disciplina inteira no nosso programa de pósgraduação da Unisinos que é uma matéria extensa então eu eu não quero aqui dar dar D impressão de ter explicado né Sem de fato ter o
tempo que seria bem maior para poder explicar de fato S só para te situar na primeira disciplina nós trabalhamos isso João Lui Ah beleza sim até eles não vão ficar mesmo nessa na leitura do texto e até até mesmo ter ciência em relação à leitura do Texto esse conteúdo a gente trabalhou tá certo ah ótimo beleza Melhor ainda então É de fato eu tô um pouco assim aéreo né em relação aos outros conteúdos e textos que já foram eh trabalhados que serão ainda nas disciplinas ainda desse curso mas eu queria aproveitar os últimos minutos para
fazer uma menção a que eu tô chamando ali de postivos ativistas em relação a esse assunto não passei nenhum texto porque eu achei que era demais passar mais ainda um texto de leitura Mas existem textos que eu vou mencionar para quem tiver interesse é que esse foi o assunto da última pesquisa que eu fiz é um desdobramento dos estudos que a gente fez sobre economia solidária né mas usando um outro conceito para dar conta das formas de ativismo social que se multiplicaram nos últimos anos não é muitas vezes então adotando a forma de coletivos de
ação uma expressão que é usada no Brasil em muitos casos é usado nos Estados Unidos é usado Em algumas circunstâncias na Europa eh mas não é um conceito eh que esteja num Marco legal não existe uma lei de coletivos nem nada disso na verdade é uma forma de organização dos ativistas em Pequenos Grupos né em pequenos coletivos assim que foi se multiplicando e ao nosso modo de ver configurando um padrão ativista então esquecendo aqui o tema das empresas sociais eu não tô querendo aqui falar de mais um oitavo padrão de Empresa social não não tem
não tem relação eh e que a gente então foi pesquisando ao longo de 4 anos Eu dirigi uma pesquisa com colegas de outros países eh que me ajudaram bastante e a gente conseguiu coletar aí 12 120 casos de coletivos estudados em vários lugares 12 países não é verdade e que me levou então a a aquilo que a gente tem feito agora ultimamente que é escrever publicar e fazer algumas palestras sobre Esse assunto né os coletivos ativistas então eu quer dar eu quero dar uma visão geral panorâmica apenas desse tema e indicar para vocês algumas leituras
eh de coisas que nós publicamos o primeiro texto que eu eu recomendo foi publicado no começo da pesquisa lá em 2020 foi publicado na revista outra economia Então esse texto dá uma visão geral inclusive Articulando a temática dos coletivos com a categoria da reciprocidade porque a gente aplicou essa categoria também na análise dos coletivos certo então essa temática da reciprocidade me acompanha me acompanhou por pelo menos 10 anos eh e continuou então nessa pesquisa que nós finalizamos no começo de 2024 a parte de campo de coleta de dados foi finalizada em março de 2024 então
sugiro essa leitura porque é uma visão Global né Aí tem os conceitos Também fundamentais para esse entendimento e por outro lado também eh indico esse texto que está no ele já está em fase de editoração é portanto a última publicação né a mais recente da pesquisa vai sair na revista civitas com esse título né emergência características e práticas dos coletivos contribuições de um estudo multilocal então realmente aqui a gente trata de vários Aspectos esse texto vai ser publicado num dossiê sobre os coletivos de ação um dossier organizado aqui no Brasil eh E pelo que eu
soube Eh esses textos vão vão começar a sair a partir de março então acompanha a revista civitas eh porque eu acho que em março depois desse período de férias de verão aí esse artigo será publicado certo bom a gente definiu os coletivos caracterizou os coletivos eles têm Essas essas esses traços aqui aí colocados corresponde bastante bem ao que a gente entende por empreendimento de economia solidária mas nem sempre eles se classificam como como economia solidária e eu diria que não há por forçar a barra e classificá-las como economia solidária porque economia solidária é um campo
constituído um campo social constituído certo eh e muitos coletivos não se identificam não Que tem um alguma coisa contra a economia solidária mas simplesmente nasceram por outros canais n por outras iniciativas eh de outros ativistas então para não criar uma marra aí né desnecessária a gente não trabalha com conselho de economia solidária nesse nesse projeto mas muitos coletivos são de Economia solar notoriamente inclusive no Brasil a gente foi analisou Empreendimentos de Economia solidária porque eram bons exemplos de coletivos também certo bom e a gente andou pelo pelo mundo inteiro como eu falei buscando em diretórios
de informações não existe nenhum senso geográfico demográfico nenhum uma lista internacional de coletivos existe em alguns lugares alguns levantamentos alguns recen locais e a gente buscou nesses diretórios e uma visão global que nos conduziu a Esse esquema aqui né onde então os coletivos aparecem aí nos seus Campos de atuação são e alguns exemplos né É bem variado vai desde comunidades místicas ecovilas eh empresas de autogestão entram de novo o pessoal das Comunidades hacker né comunidades PR software livre também e assim por diante então é um conjunto bastante variado e aqui nós tivemos que aplicar a
ótica gradualista também para poder dizer se dá para classificar como coletivo ou não né uma Determinada iniciativa Essa foi a abordagem utilizada eu vou deixar alguns exemplos aqui eu já tá com meu tempo aqui estourando eh esse aqui é de Recife um grupo de mulheres que resolveu fazer da sua casa onde algumas delas moram um lugar de encontros de discussão política são todas elas politizadas e aqui é feminismo direto certo agenda feminista de igualdade de respeito de comida Vegana de comida saudá de meditação de formação e elas fazem uma vez por semana um jantar para
o qual convidam pessoas Claro tem que pagar comprar o comprar o ingresso e é muito bacana isso aí então é uma coisa nova a economia solidária não não tem muitos casos assim talvez nenhum né Elas mesmas até já ouviram falar mas não se classificariam como economia solidária em todo caso funciona aí num bairro lá de Recife essa Comunidade urbana né Elas dizem de cozinha criativa e meditação eh são essas três Agora são quatro né e essa frase é interessante porque eu traduzi pro espanhol por uma apresentação depois me dei conta que tinha que retraduz pro
português eh mas não deu não me dei conta antes então não atrapalha né Vocês podem entrar no site né Tem muita coisa legal no site desse empreendimento tá dessas quatro mulheres tá Bem um outro exemplo eh no centro de Madrid existe um teatro de bairro Por militantes que foram para as ruas lá em Madrid que lutaram naquelas mobilizações das praças lá no ano de 2012 2011 2012 né e depois que acabou a ocupação das praças em muitos casos eles se organizaram para fazer alguma coisa concreta com essa dimensão de questionadora crítica e de Alternatividade então
aqui existe um teatro maravilhoso uma programação alternativa fantástica uma inserção eh Comunitária por isso que é teatro del bário tem uma uma uma inserção na vizinhança ali muito forte certo essa é uma outra cooperativa da cidade de saragoça de atendimento psicosocial para Mulheres vítimas de violência uma pequena cooperativa de quatro mulheres também lá na na Espanha dá para fazer uma cooperativa com quatro Ou até menos de quatro Então vale a pena ver né desmontando a la pile essa aqui é um caso mais clássico de uma cooperativa que começou pequena nos anos 70 eh a Rainbow
grocery e criou e cresceu muito depois mas Manteve a dimensão de autogestão de cooperativa de trabalhadores e o k tá ali em cima no slide eh vocês vão encontrar literatura sobre ele é uma das eh organizações pequenas também que teve Entre 37 integrantes na área de arte de arte crítica de intervenção urbana uma coisa que vem lá dos anos 80 até hoje certo tem uma tese de doutorado defendida na universidade de Rio Grande do Norte sobre essa iniciativa tá então eh dá pra gente ali do até citado eu acho não não tá cado Universidade desse
trabalho tá aí eles eles se apresentando né começaram em 75 e dizendo nós somos os donos dessa desse Supermercado né é um mercado Não um super é um mercado de produtos ecológicos orgânicos de comércio justo e assim por diante nós discutimos a reciprocidade Nesse contexto fazendo também o exercício de gradualismo encontramos vários modelos de aplicação do princípio da reciprocidade tá que estão Nesse artigo Então quem tiver interesse por isso pode buscar também saiu na revista a economia em 2023 esse caso é um é um artigo mais Recente E aí eu só menciono aqui nos slides
que eu vou passar a vocês dois modelos a título de exemplo né o modelo autogestionário de reciprocidade que é diferente desse outro modelo eh que é um modelo multinível né Eh mas aí eu teria que me alongar muito e e não não quero fazê-lo aí tem uns esquemas que ajudam a entender também como funcionam esses modelos dentro desses coletivos tem também modelo de interação com o mercado né aí um outro Esqueminha procurando retratar a dinâmica desse modelo a gente também estabeleceu uma cronologia de onde apareceram os coletivos Quando apareceram E como eles foram se tornando
mais comuns né e a partir dos anos 2010 eh se multiplicaram bastante e eles coincidiram com o tipo de ativismo que esse autor o joffrey players chama de alter ativismo é um cara com quem eu tenho dialogado muito a gente tem Trabalhado trocando ideias e ele é um cara muito importante o grande pesquisador do ativismo social Aliás ele é o presidente hoje da associação internacional de sociologia o cara mais importante hoje do ponto de vista institucional na sociologia Mundial certo o geofre players Vale a pena ler os textos dele muita coisa em português e e
sobretudo em espanhol além é claro de inglês e francês que é a língua dele a língua materna Del os coletivos TM um sentido importante também que eu coloquei nesse slides Resumindo não há é uma resposta que eu chamo de Capitalismo de crise aí tem que pegar aquele primeiro texto que eu que Eu mencionei para vocês para ver o que que é esse capitalismo de crise e e como esses coletivos Então essa forma de ativismo responde a isso certo bom era isso pessoal já tô com 10 E5 explorando quase então professor e se Puder só se
eu colocar o esse o nome desse autor eh do campo da sociologia que eu achei bem interessante ou Se alguém puder digitar aqui no chat como é que se escreve exatamente o nome dele tá eu vou eu vou digitar lá deixa eu abrir de novo a tela aqui então eu vou parar de dividir a tela com a minha apresentação para poder ver o chat certo joffre lei tá tá colocado ali vou agora Enviar jof players se colocarem esse nome no Google coloquem no Google Acadêmico certo eu acho que ele restringe um pouco mais a trabalhos
acadêmicos fica melhor mas esse nome aí vai abrir centenas de citações certo é um cara que produz muito ele trabalha muito com laville inclusive trabalha em colaboração com laville em algumas coisas eh tem obras aí também com pessoal da economia social e solidária Da América Latina é um cara que se articulou também nesse sentido né Eh professor na Universidade Católica de luvan onde eu também estudei né e dei algumas aulinhas depois anos mais tarde então a gente é colega digamos de certa forma por termos vivido estudado em luvar Ok é isso pessoal alguma pergunta assim
que não quer calar que vocês queiram fazer algum comentário eu queria só fazer falar pro senhor né agradecer Porque eu sou o Sérgio aquele que saiu da na aula passada cortou o pé mas tranquilo e a unidade de saúde é 100 m aqui logo levei costurou e ficou tranquilo tá Ah que bom aproveitando a oportunidade eu quero também comentar a respeito do eu sou vizinho do banco Palmas eu conheço o banco Palmas desde sua época de criação e assim como o senhor falou tem essa questão dos fatos sociais que em em momentos pode contribuir e
ajudar Bastante que é o que eu vejo que deu certo muito em relação ao Banco Palmas porque o banco Palmas ele tem para mim que sou uma pessoa que só vejo antigamente eu só via hoje eu conheço pelo estudo mas quando eu via eu tinha muito esse conceito sim eh o movimento que trouxe o Pelé o Pelé deu uma contribuição Econômica potente é o movimento que trouxe a Xuxa é o movimento que trouxe o Ronaldinho Gaúcho é o movimento que trouxe o Ronaldinho eh O Ronaldo Fenômeno Então teve muito essa questão assim de fatos isso
dentro da minha Perspectiva da da minha visão do do que eu via no momento e quando esses esses famosos vinam para aquele empreendimento pro bairro que era um bairro dito como um bairro de de de baixo IDH então eh a prefeitura os governantes do momento eles tinha aquela preocupação de estruturar aquele caminho que trazia esses famosos mas era assim um mega Evento era a televisão noticiava semanas antes e e todo mundo ficava sabendo e fazia imagina o dia que a Xuxa veio para ali imagina o dia que o Ronaldinho e Fenômeno veio para ali então
assim isso trouxe credibilidade também paraa instituição para os para os moradores né hoje eu tô estudando lá e e estudando os fatos para mim ver se eu consigo escrever alguma coisa mas tem muito isso de Como você consegue a credibilidade dos atores eh eh da localidade né então Acho que teve mais isso apesar que teve também dentro do do que eu estudei eh pesquisa mesmo de entrevista que eu estou fazendo em loco teve o investimento do Governo da época que é o governo atual que esse Governo foi durante muito tempo o mantenedor que que fez
a coisa acontecer para que hoje ela seja o que é né Realmente é é uma instituição reconhecida tanto fora do Brasil e teve a mão do Paul sing que também por sua Vez deu toda essa estrutura de de saber né Apesar de que a pessoa que tá à frente lá que é o jo Melo Ele tem ele teve esse essa vivência com o psin então assim o o Eu Acredito Eu Acredito que eh fatos como o banco Palmas instituição como o banco Palmas elas vão acontecer esporadicamente diante desses fatos que são fenômenos que podde acontecer
a qualquer momento uhum tá muito bem obrigado Sérgio obrigado a todas e todos pela atenção Pelo pela dedicação de vocês a esse assunto a essas aulas claro eu tô passando aqui como uma espécie de cometa né rapidamente eh ainda depois conversarei com o professor Jeová sobre algumas questões de avaliação e trabalho relacionados a esses conteúdos mas isso a gente fal a posterior vamos deixar displ Completar com essa aula que ele ainda vai eh dar para vocês no na sequência dessa manhã né Já tô invadindo aqui o espaço do Intervalo então eu vou eh pedir licença
a vocês né agradecer pela presença pela atenção a gente fica disposição para alguma consulta depois quiserem não há nenhum problema quanto a isso tá certo eh Boa sorte então a vocês aí no curso na disciplina que continua certo bom fim de semana a todos e até uma pró uma vez muito obrigado obrigado Professor muito boa aula a gente vai pro intervalo é que horas Volta sim boa pergunta vamos dar 10 minut minutos Professor Jeová 15 para m tomar um café 15 minutos n Voltamos às 10:50 então ok ok bom então vamos lá continuar o bom
dia [Música] e turma já voltou do café Podemos seguir bom então vou Tentar controlar e o e usar bem o tempo eh antes de retomar aqui o os nossos os nossos o nosso conteúdo só pedir uma coisa para vocês eu falei na acho que na terça ou na quinta não lembro sobre que a gente tá avançando para termos a segunda e a terceira turma né inclusive contando com todo todo de um lado a uma uma era nossa intenção mas houve uma Uma um reforço da intenção do próprio secretário Inácio e E então estamos nos preparando
para isso e eu queria pedir a vocês a sirlan vai nos próximos dias enviar uma mensagem aí pedindo que aqueles que tiverem que se interessarem que pudessem participar desse esforço através de um depoimento alguma coisa assim eh eu diria até às vezes muito menos para nós sabe eh entendendo o movimento de maneira Global da economia solidária entendendo no Brasil entendendo a a necessidade de de de formações como essas e conseguindo ter esse apoio que nós tivemos do ministério fazer eh eh que a gente possa continuar com pelo menos mais duas turmas né que é mais
ou menos aquilo que vai ser possível garantir nesse governo agora até 2026 eh seria importante entendeu então assim se vocês puderem contribuir com o Depoimento uma coisa assim alguém que se sinta à vontade de fazê-lo eh a gente agradece E como eu disse menos menos até para nós mas assim vocês também que são de governos ou que convivem tentando captar recursos nessa luta diária da da da das organizações SA que às vezes você tem dentro de uma secretaria dentro de uma coordenação dentro de um ministério um secretário um coordenador um que é que é totalmente
afim quer trabalhar quer fazer mas tem Os colegas ali que às vezes criam dificuldades etc então pro próprio Inácio se cacifar tá certo para ele ter mais argumentos para mostrar o que que a gente já conseguiu o que os impactos que já vem tendo o trabalho e como vocês têm se sentido nesse esses primeiros se meses até dessa turma Se alguém puder fazer na no momento que a gente fizer esse chamado nós agradecemos tá bom ã Então vamos lá seg seria um vídeo seria um vídeo para o formato seria isso Um vídeo com Nós pensamos
um Nós pensamos um pouco nessa linha ela a a aan vai mandar essa orientação eu acredito que quem não quiser fazer em vídeo se se fizer umas linhas escritas Faremos enviaremos também entendeu o vídeo ajuda promover de a gente reuniria e faria algo com esses mas eh Não se sinta tipo se olha eu queria dizer mas não gosto muito de fazer ess T de vídeo Tal não tem problema escreve que a gente que tá valendo entendeu é Multimídia tá bom eh Então é isso o importante é que se identifique né que a gente não pessa
saiba que foi alguém do curso que algum algum participante pois bem então vou compartilhar aqui eu vou retomar exatamente de onde eu disse que queria trabalhar que era eh essa essa discussão em torno do da de levar de estender a gestão democrática participativa a participação da esfera organizacional Pro espaço público né enquadrando Essa dimensão política dos Empreendimentos da economia [Música] solidária quando tiver vocês tiverem vendo vocês já tá aparecendo tá pronto pronto então vamos lá ok então Eh nós compreendemos que essa os endimentos de de economia solidária né Eh no seu trabalho né na sua
missão Né É claro que tem sua sua missão e as suas urgências né para resolver de de de seja eh relacionado aos a a causa que ela tá envolvida se e se se se resolver ou minimizar o o elementos de ordem econômica ou social ou cultural né ou uma associação de de de promoção do esporte para como como instrumento de inclusão Seja lá o que for para além dessa missão primeira né Da organização e urgente eh é necessário refletir que ela deve atuar se propor como uma entidade de Formação uma instituição um projeto uma experiência
uma prática de Formação cidadã né que eh deve estar encorajando os indivíduos que são seus voluntários trabalhadores beneficiários das suas ações eh a Atuarem como cidadão na esfera pública no nesse ambiente ampliado né de atuação cidadã enquanto ser político que deve agir na crítica na pressão no engajamento pra melhoria da da vida geral da população como garantidor da da Democracia que os cidadãos devem ser e esse e essa e e tão tão melhor se isso puder ser feito dentro da causa que A instituição a o empreendimento eh eh a entidade trabalha por exemplo quando a
gente falou aí do caso do da experiência do banco Palmas mas eu tiria eu Tiraria até antes do banco Palmas a própria Associação de Moradores né lá do conjunto Palmeiras que eh a reflexão não não se dá somente em procurar resolver os problemas cotidianos mas foi uma uma instituição Que no seu histórico procurou agir para ocupar o espaço e e formar o o cidadão para lutar por essas melhorias pro bairro eh quando a gente reflete sobre a experiência do Palmas de modo particular do banco Palmas E aí na dinâmica Econômica também nunca foi a inclusão
Econômica pela simples inclusão Econômica né Foi de associar isso a outros espectros outros elementos a outras Dimensões veja o famoso caso da incubadora feminina que eu falei para vocês né não falei já daquele caso do projeto que as mulheres foram procurar financiamento queriam financiamento Mas finalmente num houve um entendimento que não adiantava dar só o dinheiro porque para o Que Elas quisessem fazer porque aquilo não resolveria uma situação em que elas viviam era necessário trazê-las para para para PR para para dentro do do do Do do banco né né trabalhar uma outra formação fazer com
que o diálogo se desse com os maridos com os filhos né E que isso eh se desse num instrumento de que o fim era o interesse no na no em ter o financiamento Mas que como meio uma série de outras ações foram trabalhadas e o que que aconteceu ao final Eu sempre tenho isso como como algo bem assim um exemplo clássico para isso que eu que eu que eu que eu trabalho é Que ao final da primeira turma dessa experiência de incubação da das mulheres teve uma alguns ano um pouco depois uma eleição para para
para para para assumirem Associação e dos seis cargos que tinham disponíveis mais da metade foi ocupado por essas mulheres que tavam lá na experiência da incubadora entende então vocês vejam que há uma outra linha para ser trabalhada eh que não é somente aquela que é a missão primeira da Organização eu sei claramente que isso muitas vezes na maioria dos casos é difícil se praticar por falta dos recursos financeiros por falta de pessoas que possam se engajar eh eh nas diversas ações que a entidade deve deve promover mas o que a gente tá dizendo aqui é
que há ou menos a entidade a instituição o empreendimento o projeto a organização de economia solidária deve ter a noção que o seu papel é ampliado né Para Além de resolver esses simples ou essas simples mais complexos né Eh casos situações da sua missão primeira e e Óbvio em último estágio último estágio seria efetivamente se engajar nas políticas públicas né naquilo que que é o a causa é o o tema da sua missão mas se pudesse ser se estender a outras ah tanto tanto melhor E aí Vejam o que Se dá com esta mesma experiência
que eu falei para vocês não há dúvidas não há não se questiona a força que a experiência eh do banco comunitário tem hoje né dentro desse estágio dois três de procurar estar presente fomentar estimular as políticas né o planejamento a elaboração das políticas de economia solidária perdão De finança solidária né Há uma um verdadeiro engajamento das dessa dessas experiências né de de bancos comunitários com esse com esse intuito Ah e essa esse esse esse engajamento a gente pode eh pensar de formas distintas né o simples exercício da Democracia deliberativa Direta em escala local não é
a mobilização enquanto grupo de pressão e eu digo sempre né que nós tivemos uma ao longo da nossa história ISO aí eu já já falei tenho certeza uma passagem né dos grupos do do das experiências enquanto pela urgência que tem na nas causas que elas estão envolvidas de terem que fazer a terem que resolver um um problema terem que atuar sobre ele e isso vai aos poucos nos desocupando de agir como grupo mobilizado de pressão para que a demanda em torno do tema que defendemos Seja eh reconhecido e seja tomado em conta e seja atendido
pelo Estado usando o mesmo exemplo dos dos bancos comunitários dos bancos comunitários você vê que eles têm conseguido a rede de bancos tê conseguido atuar no trabalho no foco da sua causa principal ali mas fazer esse trabalho de mobilização de eh eh chamar a atenção pro reconhecimento da causa procurar Exercer o diálogo na na com o setor público hã eh de de tal forma que hoje nós já estamos vendo um um uma série de experiências depois dos anos depois de 2015 mas acelerando nos últimos 5 6 anos de bancos municipais Ou seja é a experiência
de bancos comunitários sendo eh se associando a diversos municípios que propõem os bancos seus bancos né com o uso de moeda social né Para reconhecendo que este esta experiência este modelo funcionaria para tratar determinadas eh eh situações de de dificuldade de acesso à renda de de partilhar a e distribuir renda enfim eh eh o segundo e o terceiro né é procurar incentivar cada vez mais uma uma ação ativa em assembleias em conselhos e em fós de de diversas escalas né é partir para para para fazer algo que alcance a possibilidade de que nós Possamos ocupar
os espaços dentro da democracia representativa também não é é ter é defender a presença dentro de diversos conselhos que existem do meio ambiente do trabalho das experiências de economia solidária podendo tá lá naquele espaço que é de representação da sociedade civil eh E se eu penso na democracia representativa como eu já falei há pouco De ter verdadeiros representantes né dos interesses da economia solidária hoje a gente pode dizer que temos alguns no parlamento brasileiro temos alguns dentro das assembleias né e nas na nas câmaras de de vereadores também que são mais próximos da economia solidária
e que tem a economia solidária como causa como causa primeira muito deles vindo dessa experiência de de bairro né de comunidade de de território da da das Lutas dos movimentos sociais Ah só ver aqui uma outra coisinha que eu tinha separado se eu entro agora é Ô Sérgio se tu quiser falar tu pode falar enquanto eu vou organizando aqui que eu vou fazer uma mudança de slides tá bom de de de de mudança de de PowerPoint de apresentação de uma para outra aqui tá bom professor então em relação a essa questão da do apoio público
o apoio público ele tem até Então sido muito sendo a verdadeira eh Palma de de de frutificar essas instituições na minha visão como o Marcos disse se agora ele tá tendo uma oportunidade de fazer com com com um ator civil uma empresa civil e eu sei que existe outras que que de repente já apoiaram este eh projetos mas na verdade o grande o grande foco é essa questão o o grande acontecimento é sempre financiado pelas instituições públicas o o grande Dificuldade disso é saber que hoje nós temos essa dificuldade de partidarismo que mesmo o banco
Palmas E aí eu tive lá agora recente mesmo o banco Palma nesse período do bolsonarismo eles tiveram grande dificuldade ora lógico havia um uma sintonia quando de repente vem aquela aquele gelo aquele balde d' água que para todo o financiamento para todo aquele projeto que ninguém nem esperava né E aí uma outra coisa que eu fico Vendo nessa dificuldade É sim eh O Bom e o ruim é porque quando o ruim chega o ruim usa o o usa o nome Associação o nome coletivo o nome social para o ma uso porque o que a gente
pelo menos o que eu estou ouvindo muito é que todo o todo o dinheiro das verbas parlamentares eh como é que eles chamam são as verbas Mas que que não tem visibilidade me fugiu a palavra agora Ah enfim E esse tem transparência as as emendas eh sem transparência estão indo tudo para ungs E aí acaba trazendo uma uma negatividade tão grande que hoje se cria muita burocracia para conseguir essas ess esses valores para poder dar dar continuidade a algum empreendimento por conta do que foi feito ora tu já imaginou Gente o que foi feito com
o nome de entidade entidades entre aspas que foram criado de dia para noite que de repente já recebeu um volume um montante E aí acaba denegrindo as Instituições sabe aquelas verdadeiras instituições que existiam que existe que é o na realidade o banco Palmas hoje é uma referência sim eu eu tive lá e reconheço hoje são seis CNPJ porque ele se se cresceu tanto ele se fundiu tanto e ele partiu para essa questão de cooperativa de profissionalismo de prestação de serviço que que teve que ter esses outros esses outros CNPJ por não ser mais só aquela
coisa da economia que inclusive eles têm Até certificado do Banco Central Então por conta das necessidades jurídicas eles tiveram que criar seis CNPJ só daí a gente vê como a coisa ela é é gigante se ramifica muito e para o nosso melhor agir a gente sempre tem que tá trabalhando com isso mas sempre você tem que estar Conquistando o governo da vez a a o governo que você acredita que vai lhe apoiar porque a verdade é essa eu pelo menos acredito no no no governo do do PT E aí sou aquela pessoa que vejo Assim
que vindo o bolsonarismo todo esse trabalho todo esse gigantismo de de aprendizado acaba sendo perdido o grande o o o grande desafio grande obstáculo eu acho que tá mesmo nessa questão da continuidade E aí é muito complexo mas é mais ou menos isso que eu queria falar OK obrigado eh vou abrir PR as três que estão aqui em sequência e e eu e eu retomo então o Pacheco eh Olá eh Bom dia professor Boa tarde já só um Momento eh Professor eh eu tenho alguma dificuldade em entender eh eu eu trabalho já vários anos e
instituição de ensino superior e que que acontece a gente produz a o pedido né a gente vai atrás das das coisas De acordo à demanda Ou seja a gente sabe que dentro da da esfera pública você cria a demanda para depois você fazer a solicitação eu vejo o Senhor já falou disso outras vezes né Eh e eu vejo igual o professor que acabou de falar ele não envolve muito a política ele falou parece que duas ou três vezes durante as duas aulas dele sobre política sobre governo eh a respeito da economia solidária eh e eu
fico vendo assim eh algumas pessoas falando né Ah vai mudar o governo Ah vai mudar o governo Mas se mudar o governo e a gente colocar a demanda mostrar que realmente aquilo é Importante que aquilo é necessário que pode ser talvez retirado das costas do governo uma parcela da sociedade que vai gerar o seu próprio rendimento você eu acha que mesmo trocando o governo isto não seria possível porque eu não vejo porque que um governo de direita um governo de esquerda poderia modificar algo que está dando certo se nós criarmos a demanda outra coisa a
economia solidária até aonde eu aprendi Porque até então não conhecia né pelos Textos e as aulas que a gente tem assistido é uma coisa que é do Povo pro povo tudo bem que a gente precisa do governo para dar o start para fazer alguma coisa mas vamos imaginar esquecer um pouco a economia solidária e olhar um pouco para o que acontece hoje no mundo uma empresa igual a Veg por exemplo né um exemplo Nunca precisou do governo para se startar e chegar onde ela chegou hoje que é uma das melhores do mundo por que a
gente não dessa forma igual a Veg A Veg do Brasil Veg sim motores V ela começou do nada com três pessoas que tinham um sonho fizera a coisa para funcionar onde que o governo entra nisso em lugar nenhum Na verdade o governo só tentou atrapalhar e quem conhece a história da Veg sabe o que eu estou falando então eu vejo a economia solidária hoje muito dependente do governo será que é essa mesmo a a estratégia Será que não poderíamos usar uma estratégia diferente onde Nós Criamos a demanda nós mostramos que precisamos daquilo e fazemos com
que aquilo aconteça eh eu venho de uma instituição onde a pesquisa ela não existe é um escolão né um instituto federal quando eu cheguei lá eu tinha saído da UFO e minha família morava no Estado de Goiás e eu tive que ir para Estado de Goiás porque não tinha como ficar morando em Minas já tinha passado por São Paulo que o professor na Unicamp um tempo mas tava muito difícil bom que Que acontece eu cheguei nessa instituição o pessoal falava assim olha não adianta você trazer pesquisa para cá isso aqui é um instituto e nós
não queremos pesquisa você tem que ir pra universidade porque é lá que se faz pesquisa Isso foi em 2010 hoje nós temos um dos melhores laboratórios do estado ou melhor laboratório do estado maior produção científica e funciona mas nós tivemos que criar demanda e nós tivemos que correr atrás porque se deixasse pela Cabeça dos gestores na época não tinha acontecido nada eu acho que é isso que tá faltando um pouquinho disso na economia social e isso é uma crítica Eh quero que vejam como uma crítica construtiva né pelo amor de Deus tô aqui para aprender
Não tô dizendo que eu que é assim mas é uma visão que eu tenho do que eu estou aprendendo nesse últimos meses né é isso obrigado e olha tem uma série de elementos aí que Eu sei que não dá pra gente nem cobrir com o tempo que a gente tem hoje nem precisaria um pouco mais mas vou te falar aqui umas coisas rápidas eh E é claro isso tem a ver com contexto brasileiro tá bom eh a gente pode explorar isso de uma outra maneira mas assim se a gente ver o nosso contexto vê o
seguinte por causa e eh da da dessa empresa privada né que você citou sim primo que ah eu eu eu eu reflito muito Que o que que o que que uma lógica eh Liberal neoliberal defende é antes de tudo que as as empresas privadas elas tocam o seu barco por si né governo intervem demais etc um pouco se di às vezes até atra palha mais mas é é é interessante que no momento em que essas empresas começam a ter [Música] dificuldades o primeiro ambiente que elas vão recorrer para tentar salvá-las alegando por exemplo Ah porque
Nossa empresa tem 40.000 trabalhadores é o estado ué aí agora o estado serve ele vai ele vai ter que a a minha pergunta é assim por que que o estado deveria agir então eu eu passo anos e anos praticando uma gestão em que ela primeiro Não tô dizendo que seja eg tá eh que ela só emula ter ah agir pela pela sustentabilidade Ambiental é efetivamente com preocupação com as pessoas tendo o lucro sendo destinado para os seus proprietários ou sendo distribuído para os seus acionistas eh que muitas vezes prefere pegar os dividendos e e e
e e agir em benefício dos acionistas que estão lá para isso mesmo tô criticando se o cara investiu na empresa ele quer o retorno dele ele não tá lá ele não botou o dinheiro dele querendo que ela transforma em pó não Eh eh e prefere fazer isso do que no momento de crise manter o seu preço manter o seu custo ou seja ela diz o seguinte não vou pagar dividendo né ué os seus os seus os seus executivos que também não fazem sacrifícios tudo isso acontecendo a empresa vem para um processo de de falência ou
coisa do gênero e finalmente tem que ser o estado que vai ter que Agir para salvar não Professor mas a minha pergunta é por que que tem que ser governo de direita ou de esquerda eu vou chegar lá porque eu diz que tem não mas é porque você o caso que você coloca da do caso assim ah as pessoas a a a o os três as pessoas a família ou seja lá que constitui essa empresa ela sabia desde o princípio que eles podiam quebrar ou não foi a vontade deles de se reunir a livre iniciativa
de querer montar um negócio eles estão por eles no momento Que eu monto uma um empreendimento associativo a coisa é diferente a ação é diferente ela se dá de uma outra maneira a a parceria com o estado em alguns casos ela deve existir o que eu tô dizendo aqui é é até algo mais em Em algumas situações a gente pode ver casos de sucesso em que por exemplo o banco Palmas ou as as o caso Lá do banco comunitário ele nunca se Propôs a substituir o estado naquilo que ele faz ele se propõe a ser
um instrumento uma tecnologia uma uma uma algo que pode fazer porque o o o o dada a dificuldade do cenário de de de de de de privação que vive o território onde o banco os bancos começam a ser implantados sem fundo de crédito muitas vezes a ação deles ali para tentar resolver os os problemas já se mostrou eficaz só que o que eles querem de Verdade é até dizer o seguinte olha por que que o programa Bolsa Família não pode ser pago pelo banco comunitário Por que que ele precisa utilizar outras experi de bancos até
mesmo os bancos os bancos Caixa Econômica para fazer isso e não privilegiar essa experiência de prática Comunitária através da moeda social ou seja Eles não estão pedindo ajuda para para o estado não eles estão se colocando como uma alternativa para Fazer a ação e já já se mostrando como eficaz para isso agora Aí você me diz você enxerga que é mais fácil eles já Se mostraram eficazes E por que que o o o Sérgio disse que durante o governo do presidente anterior se teve dificuldade e da organização e isso eu acompanhei né ela não quebrou
porque era o banco Palmas mas outras menores praticamente ficaram sem Funcionar porque se fosse todos os partidos e todos os todas as linhas políticas se defendessem os mesmos interesses nós não precisávamos nem ter várias linhas porque é um sinal Claro que eles não defendem ou ou a mesma forma de agir ou os mesmos interesses ou os mesmos públicos eh em cada um uma das das siglas partidárias o Brasil o caso é ainda mais Complexo porque os os partidos não são programáticos não não há uma uma forma de dizer eles têm um papel lá que aparentemente
é um programa né alguns têm alguns mais à esquerda até t e agem assim agora de um jeito de uma forma geral as pessoas passam de um partido para outro do do do da noite pro dia elas não estão se filiando a um programa A algo que uma convicção que elas têm elas agem dentro de um partido que tem uma linha que deveria ser defender os a As pessoas tá muito mais preocupada com com com a dinâmica das da dos da da Assistência Social da Saúde da educação mas na verdade elas estão ali para defender
o interesse da iniciativa privada da dos grupos ã digamos eh de de de uma Ah é interesses de de de da iniciativa privada dentro de um partido que que tem uma outra que tem outra roupagem que tem uma outra perspectiva por isso que é Difícil até mesmo para para nós enxergarmos essas essas diferenças por quê Porque nós hoje cada vez mais percebemos que os nossos partidos Eles não têm cor é claro que quando você tem um governo como que teve antes e este é uma transformação absoluta nós Jamais jamais jamais insisto para para te deixar
bem claro isso mesmo eu sabendo que todas essas pessoas que E você já viu aqui todas Essas pessoas que trabalham aqui são competentes que o nosso produto é bom eu faço questão dizendo quando eu sei que é eu digo nós temos muito melhorar nesse curso ele é uma metodologia que a gente vai aperfeiçoando jamais faríamos ele num governo de de direita ou de extrema direita jamais nunca faríamos não é nós fazermos não é ele jamais nos financiaria o Ministério da Educação da da Essa secretaria ela foi descontinuada Essa secretaria que trabalha dentro do Ministério da
Ciência e Tecnologia com a economia solidária por exemplo com tecnolog social por onde é que o por que que nós entramos nesse caos que o Sérgio falou do caso específico dos bancos comunitários mas para diversas outras experiências Porque Nós entramos nesse caos porque nós passamos 6 anos e os projetos sempre continuaram existindo os bancos comunitários continuaram sendo bons continuaram provando a sua Capacidade mas esses governos eles não vão faz não é interesse deles então se a gente não tiver clareza de que isto é real que nós vamos ter que agir sim como grupo de pressão
e mais ainda nesses governos que se eles não vão financiar pelo menos eles vão ter vergonha de nos destruir as assim não não não há não há como pensar que em qualquer governo mesmo com um bom produto nós Seremos capazes de de de ter a nossa demanda atendida não não vai não vamos infelizmente entendeu eh eu acho que que esse é um aspecto claro eu eu gostaria de que fosse verdade e e mais isso não é só no não é só no Brasil não tá eh a eu posso dizer aqui mesmo né a a economia
solidária com toda a sua consolidação ela pena para poder ver avançar algumas das suas das suas dos seus interesses dos seus Desejos e olhe eu já disse para vocês ela é 10% do PIB da França Professor só só para complemento eu só queria eh falar e Eu mencionei esse fato diante da questão do governo passado ter usado As instituições para usufluir dos orçamentos secretos essa era a palavra que não isso aí uma outra questão por ISO Eu mencionei essa questão de governo Porque tem essa não mas é eu tô falando que o pachec colocou colegas
que estão ouvindo porque assim porque tem essa questão de assim eles nem financiam Mas usa do instrumento que foi financiado para se beneficiar quando eles usam eles usam de uma maneira distorcida para benefício próprio é isso que eu queria deixar bem claro Sim claro mas é mas é isso mesmo e no final as organizações da sociedade civil é que vão ser prejudicadas isso já aconteceu Mais de uma vez essa lei que durante anos dificultou eh eh que que as e só dificulta que as entidades pudessem ter acesso a recursos eh por conta de uma CPI
que foi eh eh feita para investigar as organizações não governamentais quando Na verdade era uma meia dúzia que tava sim agindo como como fachada como ambiente para para algumas das pessoas como essas que você citou que tem interesses particulares de e e de se beneficiarem né e todo setor acaba sendo [Música] eh taxado né como as ones desviam recursos e e não e não e não é verdade né Assim como as experiências da economia solidária eh não o fazem mas mas era era era apenas para localizar isso eh então para encerrar o que eu tava
dizendo e aqui a lei a lei nasceu em 2014 porque era o governo socialista a lei a lei nasceu do governo socialista de 2014 tá e a a a a a essa lei existe há 10 anos e depois desse tempo não tem reforma se teve dois governos que são esses do Emmanuel macron que é vem das fileiras né de do do dos bancos ele é representante de dos bancos né ele claramente representa uma outra categoria social aqui várias políticas né não são implantadas ou são questionadas porque o governo dele não tem permitido mas aí como
há uma Ação política da população forte inclusive de pressão ele tá penando agora ele tá com muita dificuldade inclusive sendo ventilada a todo momento uma possível destituição dele entendeu coisa que não vai de fato aqui mas assim mas que você não tinha numa espécie de democracia estável como como essa aqui esse tipo de de ventilação entendeu né enfim e E é claro isso então por isso que assim se a gente não tiver certeza e ciência que nós Precisamos ter governos alinhados com os interesses da economia solidária nós não vamos ter nossas políticas eh efetivamente se
materializando eh não não não não teremos eh espaço Por isso que que eu que que nós trazemos essa essa aula para para esse para esse para Esse aspecto não é só fazer a tarefa não é só fazer o o o trabalho técnico da organização é também Fazê-lo tentando encorajar uma atuação do cidadão do público atendido do do voluntário do do da da pessoa que trabalha na na entidade para lutar na lém dos muros da organização na esfera pública por uma transformação social política econômica exercer o trabalho de pressão junto o estado Só assim nós podemos
Aí sim talvez no futuro dizer olha independente do que for do governo que for a história tá Consolidada Mas isso não não é possível por enquanto afirmar Marcos eu posso fazer só um comentário Zinho Professor Claro meu filho faça já que você foi bombardeado Não não não acredito que eu tenha sido não eh nós temos aqui na instituição mais de 30 especializações rodando sem nenhum incentivo do governo sem nenhum projeto que precisa de dinheiro do governo Então eu acho que para rodar essa especialização como ela Está rodando tudo bem que ela passou lá quantas são
ah quantas são do quantas são de economia solidária me lista as quantas são orientadas público eu tô querendo dizer o seguinte que a gente coloca na Instituição aquela especialização que a gente queira né Nós temos especialização eu te convido a propor na tua instituição uma uma uma especialização de economia solidária paga isso esse é o ponto ótimo nós chegamos no ponto então sen eu concorda Que não é o governo é a instituição porque quem fala qual é a especialização que vai ter é a instituição e não o governo Sem dúvida Sem dúvida mas nós jamais
faríamos essa especialização tendo Estas pessoas podendo sustentar vocês dentro do curso podendo trabalhar essa metodologia se não for você você quem aqui dos 120 das instituições Nós Somos privilegiados Pacheco eu Jeová Torres pelo salário que ganho dentro da Universidade Tá certo eu teria condição De pagar amigo muitos daqui não teriam eu sei Professor eu tô sei sem o estado esta especialização não aconteceria companheiro lamento Existem várias especializações em várias áreas ão de graça não não precisa do governo que eu tô querendo dizer é o seguinte se nós que acreditamos na economia solidária Olha bem isso
eu acho que isso é lógico e nós que que acreditamos na economia solidária criamos uma demanda Contínua não tem nada a ver com o governo o Governo é obrigado a fazer nós fizemos isto Olha eu vou te dizer eu já criei vários projetos dentro do próprio governo dentro do governo bolsonaro que eu nunca apoiei não apoio não apoio o bolsonaro mas o que eu tô tentando mostrar é que não há necessidade de falar tanto de governo de criar políticas dentro de sala de aula sobre o governo tal governo tal sabe e o que eu tô
querendo dizer é o seguinte se a Gente cria uma demanda verdadeira essa demanda ela dá continuidade por si só é a quebra da inércia então assim não é porque o governo do Lula que para mim é um péssimo governo é melhor do que o governo do bolsonaro que também foi um péssimo governo não é isso não é o governo somos nós nós é que criamos essa necessidade essa demanda não é nós é que criamos e a instituição ela cria o curso que ela quiser não é lógico não tô Falando de curso de graduação que a
gente sabe que precisa de um um estudo mas a especialização em si que não é eh eh controlada pela Caps né que a Caps fala o seguinte Olha você criou uma especialização para fortalecer seu corpo docente para que futuramente a gente te apoia a criar um mestrado um doutorado é assim que funciona então a gente cria essa especialização a gente trabalha essa especialização fortalece esse corpo Docente para criar um mestrado que eu gostaria muito de fazer se tivesse mas não com ligação ao governo caramba a gente tem que fazer isso é só porque se depender
do Gover trabalhar qu anos eu trabalho na Universidade Federal de Goiás e no Instituto Federal de Goiás ela é uma instituição ela quem paga o seu salário é o governo Claro por que que você não trabalha na Instituição privada Nós não precisamos de uma Instituição pública para oferecer ensino público superior gratuito pra população Sim eu sei o que eu tô querendo dizer a iniciativa privada ela é muito capaz de suprir isso eu não estou falando de iniciativa privada só tô dizendo o seguinte esse nosso curso eu tô chamando de noss porque eu me eu me
integro a ele né Nós Só fazemos esse curso gratuito companheiro porque nós somos uma instituição pública nós somos um isso [Música] se essa essa especialização não seria ofertada da forma como é gratuita se fosse feita pela pela iniciativa privada nós precisamos do governo para que as instituições públicas possam existir para que a gente possa ofertar esses cursos gratuitos ao dizer que nós não nós não precisamos do governo para fazê-las precisamos nós tanto precisamos porque nós somos ele eu sou representante do Ministério da Educação Do Brasil na minha instituição hum sim olha bem s tá levando
para outro lado a minha pergunta não foi essa e o meu questionamento Não é esse com o governo passar esse curso Jamais seria financiado jamais Gente o que eu estou falando é o seguinte não é financiamento é porque o professor falou o seguinte eu entendia ter a demanda a demanda existe eu eu entendo vamos ter bons projetos vamos ter finan eu entendo o que você tá dizendo eu eu não tô eu não tô mas sem a Existência dessa capacidade de determinados governos os eu diria até até até isso para você a própria existência das nossas
universidades públicas Depende de governos alinhados a uma determinada conduta política porque para outros e uns serão só sucateados exato e isso vai vai chegar exatamente na ponta que você diz é porque se você coloca de uma maneira como se fosse fácil Que essa especialização só funciona se o governo tiver pagando o projeto Não não precisa de projeto a própr instituição pode abrir a especialização eu acho que eu tenho Professor jov eu acho que eu tenho uma resposta para ele para dar uma visão para ele de algumas alguns pontos rápidos que eu vou colocar só para
pensamento Bom vamos lá primeiro a a Fundação Bradesco ela desenvolveu uma série de habilidades e colocou como Cursos rápidos ou de de de curto curto Médio prazo e a entidade que eu vou Desenvolver atividades Agora ela tem esse pensamento e a primeira coisa que me questionaram foi o curso O curso público você acha que ele é autossuficiente pá pá pá enfim tentando me colocar dentro de uma posição de eh assim do eu disse não tem nada melhor por porque na nossa Sociedade a gente desenvolve bons profissionais bons professores ainda com base no setor público talvez
do Futuro setor privado possa dividir esse conhecimento e o perfil desses professores que na minha opinião no momento poucas universidades privadas ou pelo menos que se dizem sem finim lucrativos ou não Elas têm essa capacidade isso é um fato Então se colocarem no futuro um curso de economia solidária ou economia social solidária Eh numa plataforma da Bradesco ou da PUC do Rio ou de outra universidade particular ou venham até fomentar uma solução de um banco Palmas a partir de uma instituição privada para mim desde que tenham critérios claros para que você possa desenvolver realmente a
a a solução como um todo e como é proposta tudo é válido tanto que eu aceitei e o que eu vejo com muita muita Transparência e para mim é clássico eu vou dar o exemplo nós temos aqui no Rio de Janeiro município de maric nós temos uma representante aqui colega no grupo o que eu da prefeitura do Rio e da Prefeitura de São Paulo aí você vai olhar lá quem são quem são as pessoas os atores que estão dentro dessas prefeituras né comandando como gestores dessas prefeituras o que eles falaram mal dos projetos de Maricá
Olha eu só me contive e tô sendo Bem franco porque eu tenho uma capacidade de aut controle muito boa porque olha é é é algo assim surreal os benefícios que a Prefeitura de Maricá trouxe à população não dá para mensurar transporte gratuito como que a Maricá consegue fazer transporte gratuito e o e o estado do Rio de Janeiro não consegue pelo contrário chegaram agora fizeram aumentos e tudo mais e outros outras ações derivadas lá da da da do Município de Maricá eles deveriam pegar isso como exemplo e não pegam então tem a questão político partidária
muito forte que infelizmente ainda perpetua vejo o exemplo do teu estado teu Governador é da mesma linha do meu Governador aqui eu não vejo eu não vejo assim desigualdade entre o governo do estado do Rio e o governo de de de Goiás eu não vejo então A A S eles são eles são pensam iguais né fazem as Mesmas coisas mas ainda não é isso que eu estou Não é disso que eu estou falando a eu sei eu sei eu entendi eu entendi o teu foco mas assim por outro lado eh eh perpetuar conhecimento não é
algo simples veja você por exemplo eu faço parte de uma ONG aqui no Rio chamada Ace ela é uma ONG estrangeira nascida na Austrália com derivações na Inglaterra sabe o que que eu faço lá Contribuo dentro dessa ONG ao sábado um sábado por mês Eu participo de trabalhos de eh eh identificação e mensuração de aplicativos e outras formas de identificar pra população local comunidades 14 comunidades para retirarem documentos pessoais coisas simples vai desde certidão de nascimento até identidade eh CPF essas coisas e faz fila faz fila na nas unidades da ONG para poder conseguir isso
Será que o governo do estado governo do município Do Rio já não podia estar fazendo isso eu tô te dando esse exemplo para você ver a dificuldades que nós temos no Brasil Professor Luiz estava falando aí sobre as práticas das organizações na Europa e as nossas aqui tem tudo a ver na minha opinião com o perfil da população infelizmente a nossa população exatamente Infelizmente o nosso perfil populacional não tem o perfil da Europa para você criar organizações como eles criaram lá mas Nada impede da gente poder seguir exemplos eh fomentar soluções nós temos diversas partilhar
conhecimento eu digo a você tem muito pouco e para mim sempre vem mais essas iniciativas vej o caso do programa o maior programa conhecido no mundo social chamado programa Bolsa Família da onde ele surgiu como ele surgiu como Ele atende os 5570 municípios brasileiros através dos CR cada CR dentro de uma Prefeitura então é é assim eh eu eu não Vou dizer que não é não é possível mas as visões são distintas entendeu E você tem que trabalhar tem que fomentar muito para trazer soluções que vão ao alcance eh de uma plataforma Universal que seja
eh a partidária Você ainda vai ter que trabalhar muito Eu já tive dos dois lados eu digo a você que é muito difícil entendeu se o governo não chegar se o município não chegar se o estado não chegar e se você não Conseguir perpetuar soluções como por exemplo a manutenção de programas como você diz aí né que infelizmente você tem né como o colega disse anteriormente aí você tem paralizações infelizmente a gente não vai conseguir atingir metas objetivos e não vão conseguir atingir um público que massivamente precisa muito de uma solução Principalmente uma solução como
é é eu a única coisa que eu estou dizendo né desde o início não sei se me fiz Claro é que uma especialização Para surgir numa instituição de ensino superior que já é fomentado pelo governo como professor Geová disse né nós trabalhamos com o governo e tal não precisa de um projeto que tenha que sair do governo para instituição ou do da instituição pro governo com bolsas com tanto de coisa que projeto desse né Eh ele tem bolsas ele vai pagar os professores não sei o que não sei o qu bom essas coisas todas não
precisa a gente eh consegue colocar uma eh talvez Não com 120 alunos né de uma vez só na turma talvez não Mas a gente consegue colocar eh essa especialização em uma uma universidade como as nossas né aqui no Goiás vamos fomentar Pacheco vamos entar ISS vamos vamos tentar atingir essa essa meta esses objetivos concordo tudo bem é para você per ganhou que vai acabar com essa Maso de que eh quando se se identifica né se busca identificar eh as Organizações os em economia solidária eu acho que mais até do que um processo de organização interna
de formato né da das organizações eu acho que é muito importante que eh quando se pensa num Bloco Eh eh de de organizações de economia solidária eh são os princípios né princípios que não se pode eh digamos assim abrir mão né que acho que eh e ainda como foi colocado ainda que esses princípios não sejam plenamente Vividos nas organizações identificadas eles têm que ser aqueles princípios eh de meta né quer dizer aquilo que é pautado aquilo que pauta então processos autogestionários eu acho que são são são processos ou ou princípios que não não podem não
não se pode abrir mão eu acho que uma organização que não tem como meta a autogestão ainda que ela não viva plenamente eu acho que é difícil de se imaginar como uma economia solidária e aí outros que que o senhor Colocou Também eu acho que são importantes do ponto de vista da função social da articulação Comunitária né da valorização dos saberes dos saberes existentes e da qualidade de vida e uma coisa que eu queria que eu acho que é importante a gente sempre tá resgatando é o o o o sentido amplo eh de Economia quando
se fala de Economia infelizmente eh em função do sistema dominante do sistema capitalista parece que quando se f em Economia em modo geral na concepção Mais comum social a gente automaticamente tá falando de um modelo único de Economia que é o capitalismo né parece que quando se fala economia automaticamente tá se falando necessariamente de Capital tá necessariamente se falando eh de Finanças tá se falando de economia monetária e a economia é muito mais do que isso né economia entendo como uma ciência que tem uma preocupação com e a uma forma racional e acho que é
Fundamentalmente de distribuição dos recursos existentes eu acho que por isso que ela se torna ciência para trabalhar essa perspectiva Infelizmente o sistema capitalista na sua estrutura né que trata tudo para para a a os seus interesses né e um pouco moldar uma concepção única eh trata meio que vulgarizou o o o próprio sentido de Economia então muitas vezes as pessoas colocam eh ah não a gente gente tá falando aqui mas não Vamos tratar de isso do econômico como não o econômico ele é amplo ele trata disso O econômico é para tratar da distribuição o econômico
é para pensar os recursos como que esses recursos existentes podem ser e devem ser distribuídos para que todas as pessoas tenham condições de alcançá-los e não fique concentrado quem trabalha a concentração dos recursos é o modo de sistema capitalista e aí eu penso Por isso que eu acho importante a discussão Que teve porque eu acho que um curso como is aqui precisa que a gente aprofunde se a gente tá falando de economia solidária e desses princípios que são qualidade de vida distribuição de recursos acesso aos recursos eh eh eh valorização dos conhecimentos tradicionais a o
impacto e e e e e a a a responsabilidade com o impacto ambiental e o impacto comunitário não é eh a gente também tem que tratar essas concepções o entendimento do que é economia e tem T Aprofundar por dentro mesmo desse sistema capitalista que é o sistema que nega tudo isso porque ele precisa eh se pautar na concentração né e e a concentração é desigualdade é fundamentalmente desigualdade ele só sobrevive por isso e e é um sistema que ele é ele tem suas crises cíclicas e ele se aprofunda e ele aprofunda a sua a a
perversidade quando nas suas crises E aí é que a FL a concepção essas concepções eh fascistas né Essas concepções de Meritocracia etc porque ele precisa eh se garantir ele não pode né ele se fortalece ao mesmo tempo que vem a crise ele se fortalece porque essas concepções se fortalecem n à toa que hoje no mundo inteiro essa concepção de direita se amplia né se amplia porque ela precisa ess esse sistema precisa se manter no momento de crise E aí sofre quem realmente vem sofrendo historicamente que são aquelas pessoas que estão na periferia que sofrem com
o resultado Dessa concentração Então eu acho que essas discussões aqui por dentro eh do curso são muito importantes pra gente se situar mesmo né Nós estamos de que lado onde nós estamos enquanto sujeitos de classe mesmo e também Onde nós estamos do ponto de vista da nossa concepção ideológica né nó onde nós nos situamos seja de um ponto de vista prático porque enquanto classe seja também do ponto de vista do nosso entendimento e da nossa concepção Ideológica ah ah Marcos se eu entendi tu ainda tá com a mão levantada porque o assunto que tu queria
falar tu não falou na hora que tu tava comentando pro é isso eh eh você também T queria tratar da disciplina obviamente né quando Ah não então tá eh eu não é isso que o senhor falou mas eu eu eu prefiro deixar passar pros colegas também tá bom oi Maria e vamos Lá Professor eh Bom dia a todos eu sou Maria Bom dia daqui de Bacabal do Maranhão já me senti contemplada aí na fala da colega Nils tá passo aí para outro tá certo Nívia Obrigado Maria Maria Santana Oi gente tudo bem O tudo bom
olha eu eu eu nem sei se minha fala vai agregar muito pra aula mas eh eu quero na verdade dividi um momento de caiu a ficha no seguinte sentido eu t aqui no Rio para você ou para sua mãe não para mim foi cair a minha ficha seginte não min mã PR minha mãe eu eu eu vou deixar gente o buraco mais fundo a fich ainda tá rolando né ainda está rolando mas caiu a minha ficha por eu moro aqui no Rio e eu trabalho com editorial já conversi várias vezes com is com a inclusive
e eu t muito acostumada nesse ambiente privado dessa relação Mercantil como vocês falam e onde caiu a minha ficha Pela primeira vez eu tô cogitando aqui no Rio de participar de um edital da Prefeitura para fazer umas palestras aqui depois Se quiser eu eu explico melhor mas onde caiu a minha ficha e e tem muito a ver isso com que você tá apresentando Jeová e também com as aulas anteriores que é Ok eu tenho Inter eu tenho interesses mercadológicos Tenho mas ao mesmo tempo eu tô aqui batendo a cabeça de como propor uma coisa que
não seja só eu me beneficiando que tenha Realmente reflexos paraa sociedade você ter fruto e e e e não só do tipo assim eh é muito isso que você fala tipo você sabe que não é uma ação pontual que vai gerar um benefício mas se tentar criar todo um sistema de Dig gestão mesmo que seja muito pequeno que você faz assim Isso aqui faz sentido eu vou ter o impacto direto que é com todo mundo que vai participar comigo desse projeto e você eh construir essa ponte e E é por isso que eu eu concordo
muito com esse slide que é você tem que est muito alinhado com qual é tua missão então no caso meu é qual a missão desse desse projeto para quem vai est agregando isso e pensar nessa estrutura e e também cai um pouco n discussão que você tá falando que é eu só vou conseguir fazer um projeto da maneira que eu tô aqui imaginando por causa desse edital porque se fosse eu no Meu particular pessoal pela minha empresa eu teria um impacto muito menor justamente porque eu não tenho grana para bancar tipo ah bancar o espaço
meu tempo todo mundo que eu quero alocar mesmo as pessoas para fazer isso então eu por isso que eu digo que tá caindo a minha ficha porque é isso Você precisa estar muito alinhado com essa gestão e com esses valores para daí você articular uma coisa e que nem você diz ter a expectativa de Ah isso Aqui vai ter um objetivo vai impar as pessoas e isso vai ter um impacto positivo e e não vai ser só eu me beneficiando deu para entender Deu Deu sim eh e e para mim quando a gente tá falando
Óbvio dentro de uma perspectiva de economia solidária e é claro aí você fala do seu aspecto pessoal né individual mas eu eu diria que é nessa hora que a gente tem que entender que que Ok quando eu falo do Empreendimento eu parto do é óbvio né se uma organização não é um Então já tem que ter mais pessoas é a gente tá falando de um grupo de um seja um projeto seja como eu fala uma instituição entidade empreendimento o o nome que a gente atribua eh nós estamos falando de de vários uhum nesse sentido a
uma parte desse conteúdo de de hoje da quinta e de do que a gente vem discutindo ele ele ele tem a intenção de Se preocupar em termos de da economia solidária enquanto instituição né de tratar dos Empreendimentos das organizações das estruturas de economia solidária mas em eu diria assim não não não não é não é nem que esteja fora do do do do escopo do curso assim mas como terceiro elemento é o indivíduo o o o fato de você dar o teu testemunho o teu a forma como o Marcos também colocou aqui ele fala da
forma como ele se posiciona perante né no seu caso o seu Sua compreensão de economia solidária cada vez que esse conceito essa essa perspectiva foi ficando mais mais nítida para você e que como é que eu como indivíduo me insiro nela é isso eu não preciso tá montando uma uma NG para isso eu não preciso estar montando uma associação eu não preciso est tá e eh sendo parte inclusive dela né Exatamente exatamente então tipo nas outras aulas quando vocês falava eu tinha muito na cabeça assim bom você tem que ser uma Associação você tem que
já ter uma estrutura e nessa empreitada com esse edital eu tô muito assim pensando o que que eu poderia já usar de um conceito da economia solidária que é exatamente assim como você ter uma relação que não seja só pela grana e não e e assim como você vai dizer não isso aqui não é monetário mas isso aqui também tem valor porque eu vou est impactando que que nem um acho que teve uma aula anterior que você falou assim De você mapear isso e saber Ó isso aqui tá atrelado porque eh nas outras falas eu
tinha muita ideia não eh isso aqui é para quem já tá estruturado eu que sou uma editora que trabalha com editoral não tá não tá na minha rodinha então eu ficava muito assim eu tô os outros brincar no Play entendi excelente mas que maravilha isso que você tá colocando porque é isso mesmo é a mesma coisa como eu posso me referenciar enquanto cidadão que sou Professor digamos do campo do trabalho tem o meu minha ocupação Qual é a minha contribuição dentro desse negócio por se a gente orienta a gente orienta a formação e e e
quando fala quando eu falei até na vez passada paraas pessoas que são dos Empreendimentos e não necessariamente pros Empreendimentos entende uhum não foram não foram Empreendimentos que se candidataram e depois Elas disseram Ah nós vamos indicar as pessoas Tais não Nós não abrimos para empreendimento Nós abrimos para pessoas A a mensagem a compreensão o diálogo é pessoal muitos vão fazer através da das suas organizações no governo dentro da dasg dos Empreendimentos da da economia solidária mas muitos uhum podem estar fora dele e e a mensagem deve ser passada do ponto de vista eh eh individual
para refletir como Este esta discussão como este saber que eu trago com este que eu associo ou dialogo questiono vai fazer uma reflexão do do ponto de vista individual para que eu comece a agir se já não estou agindo dentro da economia solidária definitivamente é pensar que bom então só é possível fazer economia solidária Se tivermos As instituições essas ess os Empreendimentos né Mais ou menos que tava dis disse a pouco não É é muito eu diria assim nós temos que pensar é como indivíduos como nós vamos agir né para efetivar essa economia solidária e
um dos braços para fazer isso é o institucional é o organizacional o que o que a gente tá fazendo nessa discussão aqui é dizendo Olha uma vez que eu como indivíduo tenho dificuldade de me perceber nesse exercício da Cidadania sozinho da reivindicação da mobilização da participação então os Empreendimentos de Economia solidária que eles possam estimular isso nos indivíduos e não só na nos indivíduos Quando eu digo não só em mim que faço parte de um empreendimento mas também naqueles outros como por exemplo você que não é de um empreendimento de economia solidária mas como é
que isso ia te alcançar de outra maneira se você não tivesse fazendo especialização digamos a partir de momento nenhuma nenhuma não poderia mas Pensando no longo prazo que ess que instituições como essa pudessem de empreendimentos de economia solidária ou projetos pudessem se engajar pudessem mostrar que além da efetiva missão que ela tem para para uma atender uma necessidade da organização para uma causa ela trabalha na na no estímulo à cidadania a a evocar que as pessoas participem e ajam politicamente e isso podia ter rebater em você em algum momento entende é justamente Isso é uma
Onda o que a gente tá discutindo aqui é que a o processo de gestão participativa democrática de um empreendimento de economia solidária ele tem como funcionar como uma onda que ele transborde tem que se transformar de uma onda num tsunami transbordar as paredes da organização e levar esses princípios essa perspectiva para fora dela para atingir essas pessoas que não estão mesmo dentro da do empreendimento porque senão não vai funcionar todo esse Processo que Nós pensamos discutimos de transformação de ultrapassar o capitalismo superá-lo etc etc não será feito de modo institucional somente pelas instituições Nós nós
só vamos convencer o cara do supermercado lada que é fundamental para fazer a moeda social circular Se eu conseguir incluí-lo e mostrar que o meu como o meu sistema funciona né dentro do limite do Diálogo da forma como o supermercado Dele funciona os interesses que ele tem e do que o meu sistema de moedas funciona de como a gente começa a dialogar e a partir daí se se possível se a coisa se alastra quem sabe né Ele resolva transformar o empreendimento dele em um empreendimento coletivo e a partir daí etc etc etc enfim mas mas
é nessa perspectiva e e e de não exclusão absoluta do outro dos outros Empreendimentos mas numa tentativa de política Transformá-lo Isso só vai acontecer se os Empreendimentos ocuparem essa outra linha de encorajamento de atuação entende é é nessa perspectiva de sair de olhar pro e Eu repito eu sei das dificuldades que nós temos que os nossos Empreendimentos têm por quê Porque nós temos coisas urgentes a resolver nós temos carências a trabalhar nós estamos com tempo destinado a atuar nisso mas pelo menos nós temos que botar isso na Agenda porque se ele não tá nem listado
nós vamos começar a ocultá-lo como ele está hoje é é meio é é é quase naquela naquela linha de ah ah se se é uma coisa que não é nem nomeada não existe se nós não falamos dela exatamente por aí é nessa perspectiva eu ontem tive a a a oportunidade de assistir o filme ainda estou aqui né e tenha uma sequência quando que eles dialogam Ah não é Spoiler porque todo mundo conhece a história né a história não é não é inventada então assim tem um momento que ele fala ah quando foi que você enterrou
né e é e é muito interessante porque tem Poxa eu não sei se vocês ficaram quem quem viu o filme já ficou com esse sentimento Assim eu ficava em Várias cenas eu disse ele vai voltar ele vai aparecer ele vai aparecer sabe é uma coisa louca gente mas em sim aí tem uma cena que ela diz que a pessoa diz Quandoo foi que você enterrou ele né que uma filha Diz pro outro pergunta pro outro eu disse Poxa eles perderam uma chance maravilhosa no roteiro de ali dizer do cara dizer porque ele foi respondeu disse
quando foi que ele enterrou ele tinha que dizer ele não para mim ele ainda está aqui caramba tu jogou a bola pro cara chutar e Poxa entendeu mas é isso porque se você não tem né e e se não está como Corpo está com tudo Lembra daquela frase que alguém já disse que um um determinado Presidente da República reproduziu né que você pode matar o homem mas a ideia será difícil né Então é isso é isso então é isso mesmo a gente falar disso colocar isso na agenda compreender que também é nosso papel Mesmo que
não seja positivo possível para todas as instituições ao mesmo tempo estarem trabalhando com essa com essa noção ampliada de atuação Política dos Empreendimentos de economia solidária tá bom eh tá bom eh enfim eh a Francisco pra gente o último aí do do dia Olá professor rapidinho vou eh eu acho que eu acho que a gente tem provocado quanto movimento de economia solidária essas demandas né mas como foi colocado no no chat aqui a economia solidária ela é uma resistência ela é uma resistência no mundo acadêmico ela é uma resistência né na vida toda e a
Gente tem que manter realmente essa essa resistência não é agora infelizmente quando você chega nesse diálogo junto ao poder público eh até dentro muitas vezes de departamentos que são criados nos municípios nos governos do Estado eh Para apoiar a economia solidária eh algumas pessoas que estão lá acabam eh vindo né tendo esse olhar muito do empreendedorismo né como foi colocado aqui pela outra colega também né isso isso prejudica Eu acho que o crescimento Do movimento de economia solidária eh você fala você falava aqui citou a experiência não é do banco Palmas e da Associação das
macomp né do conjunto Palmeiras importante né assim rapidamente conhecer a história do conjunto palmeir eu moro aqui do lado então são famílias que chegaram para morar nesse bairro que eles moravam numa parte da praia do futuro e o capital expulsa eles da Praia do Futuro porque hoje aqui quem conhece né Eh eh a Área área de classe alta aqui em Fortaleza então eles são expulsos pro conjunto Palmeiras não é E aí eles começam a se organizar e reivindicar direitos né direitos ao estado e aí é Quando surge né dentro dessa história aí eh o banco
Palmas né que tem um papel importantíssimo e que foi colocado aqui por exemplo assim para fechar a minha fala existe um programa do governo do estado aqui que é o Ceará Cred que opera 203 milhões mas esse recurso Ele não Passa por exemplo para fortalecer o o banco o o banco comunitário não é no caso do conjunto no do banco Banco Palmas ele é operacionalizado por uma por um um outro banco tá entendendo então assim os os bancos comunitários ele tem toda essa lógica e essa proposta mas os recursos eles eles não chegam não é
cada vez mais o governo ele fortalece os bancos privados as redes de bancos não é e não dá essa oportunidade e os bancos eles trabalham ali só avisando o Lucro Então eu acho que assim tem tem sido gerada essa demanda mas infelizmente né a pressão precisa continuar porque os governos eh eles também reagem muito à questão do número não é enfim ao próprio não eu te escutei viu se tu viu algum gesto meu e pensando em parar mas eu acho que você concluiu né não concluí concluí tá é era era aqui sinalizando porque tanto quanto
vocês Eu Também pode não parecer mas também então família tem Tem organização da vida que ão também me cobram sobre os horários entendeu eh olha só falar duas coisas eu não tô tão tão preocupado sobre o fato de não termos qual era a sequência o sequenciamento dessa disciplina porque que ela tava locado até para ter sido antes e era porque a gente ia enfatizar alguns dos conceitos Chaves discutidos no próprio na própria nomenclatura né naturalmente nem todo mundo vai fazer a disciplina Eh optativa de inovação e tecnologia social então era a forma da gente explorar
o tema estes conteúdos em uma disciplina eh eu não quero sacrificá-lo tá bom eu vou propor a a professora Valéria e aí uma uma uma quantidade de datas que de repente eu a gente possa utilizar não necessariamente as 3 horas mas um tempo mais tranquilo que possa atender vocês e a tipo não precisa ser indo de 18:30 às 21:30 porque entraria 1 hora da manhã Aqui mas sendo aqui tipo de 22 horas à meiao o que daria para vocês 16 18:30 às 20:30 a gente poderia fazer essa essa conversa tá bom ou até mesmo num
num outro sábado se fosse mais tranquilo para vocês eu vou propor algumas datas e aqueles que tiverem interessados assistiriam e o resto ficaria gravado pra gente não perder perder essa oportunidade tá bom poderia até fazer isso hoje para quem pudesse ficar mas eh como eu mesmo me programei para uma Atividade com a família não não posso tá bom peço desculpa mas eu me comprometo a gente continuar eh num num num num num num conjunto de 2 horas eh eu a gente realiza essa essa ação em algumas datas que eu proponho para vocês ok eh apresentação
envolve envolve riscos né não é fácil e aí a gente lista pelo menos quatro desses desafios e riscos né a cooptação né a a lentidão decisória que é o que Muitos mais reclamam né E quando querem evitar os processos mais dialógicos participativos Di não Esse negócio demora muito Vamos partir para um negócio isso aqui um de eu decido e acabou-se o o a cooptação e quando eu falo isso né de uma do nível de influência devida isso acontece inclusive nos níveis Eu já eu já disse para vocês há há uma necessidade de se preocupar nós
que fazemos parte digamos assim vocês das experiências dos Movimentos em em como um um um uma possibilidade de trabalhar uma inserção uma incorp coração pode acabar vindo a ser uma copta do seu discurso e não só aquela história não nós entendemos a vossa vossos interesses as vossas demandas da reivindicação que foi feita no âmbito da pressão etc e ao invés de os incorporar na construção el assume para si o governo o Estado né e conduz de uma outra maneira ou o que é pior muitas vezes essa essa cooptação eh se dá de modo eh até
às vezes ideológico e pode causar um mal né Eu disse que o o numa determinada época tudo que aconteceu no âmbito das das senais foi também prejudicial pro movimento Porque fragilizou durante muito tempo mesmo durante o o governo em que a senais existia a base porque que as lideranças acabaram indo ocupar Postos no na secretaria dado a fraqueza que tínhamos na em termos de quantidade de de técnicos naquela época com com domínio de economia solidária hoje a realidade não não é mais a mesma né mas essa computação se dá no nível mais macro dentro da
instituição e no perdão micro dentro da instituição organizacional e no macro também refletindo esse nível de de cooptação das nossas demandas eh pela pelo pelos governos né e não Simplesmente uma ou uma promoção do do diálogo e uma incorporação da da da da demanda mas sim de de usar a bandeira como se fosse sua eh a liderança excessiva É bom lembrar que a gente muitas vezes descamba para isso né uma uma nós nas nossas instituições acabamos a a dando e é por isso que em muitas instituições eu não lembro quem foi aqui que falou sobre
mas alguém falou na aula passada a questão da sucessão né de terem pessoas e Promover a sucessão nas empresas Ah porque nas organizações nos Empreendimentos associações porque vai ficando alguém se ele sai pronto a coisa desmorona né Eh foi mais ou menos isso dito eh O problema é que quando isso não é responsabilidade inclusive desse Líder que é incapaz de fazer novos líderes entendeu a reflexão tem que tem que ser dessa dessa dessa forma né Eh quantos outros outro Joaquim Melo Não será possível fazer igual né mas quantas Outras lideranças eh já não surgiram ali
da experiência daquele daquele banco comunitário dentro da da das entidades nunca vai ser igual ao outro a coisa vai ser frágil Mas se a gente não oportunizar isso eh eh de que outros possam ocupar esses espaços trabalhando num processo de criação dessas lideranças eh nós vamos acabar também deturpando o o o processo haja visto que a gente tem estimulamos brigamos para que lideranças Eh ocupassem os governos na América Latina e no final eles vão lá e não abre para ninguém né não promovem Novas Novas lideranças para ocuparem o governo Viva o o o mojica né
que assim nunca vai ter um outro igual a ele mas acabou tendo um sucessor depois perdeu e depois vem de novo é isso faz parte né faz parte do negócio é essa a história né E é isso que que que que isso que a gente tem que estimular inclusive nas nossas eh entidades e não eh eh eh defender a Perpetuação permanente de lideranças ou apenas a rotatividade de uma ou outra durante anos e anos e anos a contra lentidão decisória amigos aí faz parte é difícil tem que se criar ferramentas para que as coisas possam
em alguns aspectos serem mais ágeis não é às vezes lutar contra a o o assemble ismo é é complexo né às vezes em algumas instâncias é necessário e o principal que eu acho que a gente tem que ser vigilante para esse último é da Manipulação e quando eu digo vigilante porque é um exercício de vigilância às vezes não é intencional tá certo como várias coisas que nós falamos aqui que nós não podemos julgar a intencionalidade do mas fazemos né muita muito muito muito mesmo de que eh a a pessoa tá fazendo isso porque ela quer
Eh se perpetuar ou ela Age dessa forma porque ela não é alinhada da economia solidária Às vezes a o a o o chip da do do do do sem noção o chip Do não é ingenuidade né mas aparece tá ativo entendeu E a gente precisa ser questionado ou a gente precisa ser criticado e nós mesmos precisamos ter esse espírito espírito crítico vem cá nós viemos para cá foi só para dizer Ok pro que tá aí não é só para regga tá clara não O problema é vender o pacote da participação do engajamento do debate e
se fazer outra coisa na hora da da ação se desde o desde o começo tá claro não vocês hoje esta atividade aqui é por Uma simples validação massa tá é isso tá claro né Nós viemos aqui para efetivar para escolher sobre determinados projetos mas o debate não se dará ou já se deu antes entende é ter essa clareza o que acontece que muitas vezes uma manipulação em torno de se vender um ambiente de debate de discussão de alteração de transformação quando ela é simplesmente o intuito de fazer o checklist de que há uma um engajamento
eh de debate de discussão de democracia Dentro da instituição por qu não porque teve uma assembleia que a gente discutiu isso discutiu foi como foi entendeu ou seja qual é a a a o o alcance qualitativo disso né É este eram estes os os pontos para para encerrar N é isso mesmo zero mais slides tá certo e o outro assunto a gente faz dessa forma me proponho a vocês a de discutir assim