[Música] Fala galera, está no ar mais um Pantec e o nosso podcast de tecnologia e inovação. E esse aqui é o episódio especial do mês, onde a gente trabalha o nosso parceiro Leandro Piaza, da 49 Educação. Está aqui. Então esse episódio aqui é um oferecimento da 49 Educação. E o nosso papo de hoje, nós vamos falar sobre ecossistemas de inovação. E olha só a figura que o nosso Leandro Piaza Trouxe pra gente, pra gente conversar. Leandro, vou deixar para ti apresentar o nosso convidado. Olha, é que a responsabilidade é grande mesmo. Litou, jogou na minha.
Cara, vou apresentar o Alexandre Souza. Quem conhece a história do ecossistema de inovação e de startup de Santa Catarina sabe que esse cara já quebrou muita pedra grande até a gente constituir o ecossistema que a gente tem aqui em Floripa e e em toda Santa Catarina. Então, sem delongas, Alexandre, bem-vindo. Ô, obrigado, pessoal. Prazer estar aqui com vocês. Pantec 49, falar do que eu gosto, né? Eistema, startups, bater um papinho aí. Só faltou uma cervejinha aqui, né? Vai ser caneca. Quase não conhece sobre isso, né, Alexandre? A próxima caneca vai ter shop. Isso shop. Tem
que ter shope, ó. Fala assim, ninguém faz negócio. Tom patrocinadores de shope. Mas vamos lá, pessoal. Vai ser um seja Muito bem-vindo. Eu acho que é muito bacana sempre que a gente traz, por mais que tem muita, você seja uma uma figura extremamente conhecida no nosso ecossistema de tecnologia e inovação, eu acho que é muito bacana pra nossa audiência. Nós estamos não só no YouTube e no Spotify, mas nós estamos na rádio Pan 103.3. Aliás, agradecer toda a audiência eh da de você que tá aí escutando a gente, seja no trabalho, seja no carro, no
trânsito de Florianópolis aí dando a nossa audiência. Muito obrigado aí por por estar ouvindo a gente e também o pessoal do YouTube e Spotify aí. Eh, YouTube nós já passamos de 80.000 visualizações e aí na rádio nós estamos aí mais de 7.000 ouvintes por minutos. Então estamos bem obrigado como dizer, com certeza tem bastante gente que não me conhece. É, pode ter deve ter muita gente que não te conhece, né? Nem todo mundo que nos escuta é do ecossistema. Então, acho Legal tu falar um pouquinho de quem é o Alexandre, né, da tua história e
tudo mais para depois a gente entrar no cerne aí do ecossistema. Bom, pessoal, então eh eu brinco com eu eu brinco que eu tenho plaquinha de patrimônio de SEBRAI, né? Eu tô há 25 anos na empresa, né? Então eu entrei estagiário e até então tô lá dentro da do Sebrai trabalhando com inovação, com startups. Comecei por lá falando de trabalhando com tecnologia, né? Eu sou formado em Ciências da Computação, na UNISU, né? Conheci o Leandro também por lá. Então, me formei na eh em computação. Trabalho desde criança, praticamente. Tava falando aqui em off, né? Programei
em base, em Clipper, em linguagem aí, que provavelmente o pessoal não deve ter a mínima ideia do que que eu tô falando, que é a gurizada nova. E desde 2012, 2013 eu tenho atuado com o ecossistema de startups aqui, ajudando a construir um pouco aí do do ecosistema aqui de Santa Catarina, relacionado principalmente a startups, né? Então, eh, programas de aceleração, programas de capacitação, eventos, né? O próprio startup summit, que é hoje o nosso carro chefe, né? Várias atividades dentro do Sebrai com o foco em ajudar empreendedores de startups, né? Então, um pouquinho da trajetória
é isso aí, né? E aí vamos vamos desenrolando agora com com bate-papo. É isso aí. Essa é a ideia. Legal demais, Alexandre. Agora, Cara, assim, algo que é curioso é porque tradicionalmente o Sebrai é uma unidade de apoio à micro e pequena empresa e e durante muito tempo o empreendedorismo tradicional foi a pauta do do Sebrai. Chega uma hora que o Sebrai Santa Catarina ele é disruptivo, eu acredito em relação a outros sebrais do Brasil que entra essa pauta de startups. Como que isso começou? É, a gente também a gente não pode esquecer o passado
também, né? Então Assim, claro que essa pauta de startups efetivamente a gente começou a atuar ali em 2012, 2013, mas a gente tem um legado antes disso, né? Se a gente for pegar, por exemplo, né, a CAT com o a gente tem junto com a CAT, né, a rede de incubadoras, né, e em 98 nós fundamos o mid, a incubadora MID, né, que era mid tecnológico, na realidade o nome da incubadora. Isso em 98. E o que que nós fazíamos em 98 na incubadora? era acelerar startups, só que a gente não Tinha esse nome bonito
para startups em 98, né? Então a gente tá bem antes trabalhando com startups do que o que eu faço no Sebrai. Começou lá atrás, né, com a incubadora, mas foi ali em 2012 que a gente começou efetivamente a trabalhar a pauta startups, né? Eh, tem uma história, vou tentar ser rápido aqui na na eh eu sempre acompanhei o universo de startups, né? Eu sou da tecnologia, trabalho com tecnologia, trabalhava no Sebrai, eh, dentro da área de tecnologia Da informação do Sebrai. Então, era responsável por toda a infraestrutura de tecn área final do SEBRAI, pros projetos
finais, mas sim para dentro, né? Então, tudo que era referente à tecnologia, eh, eu tava envolvido desde a desenvolvimento do primeiro site do Sebrai aqui de Santa Catarina, eu que desenvolvi. Aí, na verdade, foi o motivo de eu ser contratado, né? Eu era estagiário, desenvolvi a intranet e o e o site do Sebrai, acabou meu estádio, Fui embora. Aí não tinha ninguém para fazer a manutenção e aí eu fui contratado. Quase isso, né? E aí, eh, dentro desse, dentro da tecnologia, eu já acompanhava ali em 2010, 2011 o surgimento desse desse termo startup. Obviamente o
tema de startup é bem anterior a isso, em 2000, principalmente com estouro da bolha lá no Vale do Silício. Mas aqui no Brasil foi ali a partir de 2010 que começou efetivamente a gente falar sobre startup, muito ali Com o buscapé, o peixe urbano, aquelas primeiras startups, a primeira level de startups foi ali em 2010. E eu tava acompanhando esse universo de startups em 2010, 2011. E aí, no começo de 2012, eh, o Sebrai tem um evento chamado Feira do Empreendedor, né, que nasceu aqui em Santa Catarina. Foi um evento que nasceu em Santa Catarina
e foi nacionalizado, né, depois todo o país eh organiza suas feiras. E nós tínhamos uma feira do empreendedor que aconteceu em 2012 aqui Em Blumenau. E eu fazia parte do comitê dessa feira, né? Porque eu tinha que tá toda a infraestrutura de TI da feira eu tinha que est lá atuando. E a gestora da feira, ela veio com uma pergunta: "Pô, pessoal, numa das reuniões do nosso comitê, o que que a gente pode trazer de diferente pra feira do empreendedor, né? A nossa feira é uma das melhores do país, a gente já é uma referência
na na feira do empreendedor. Mas o que que a gente pode fazer de diferente dentro da Feira, né? Aí eu tava fazendo parte do comitê, falei: "Pô, pessoal, eu acho que a gente poderia trabalhar um pouco dessa pauta de startup, que é algo que tá surgindo aqui no Brasil forte, ninguém sabia o que era, eu tive que explicar, né? Na realidade eles entenderam até que era standup, outra coisa, né? É, porque não se falava ainda 2010, 2012 no Sebrai, não se tinha esse tema não era algo usual, né? Aí eu expliquei, não tá são, isso
aí expliquei, né? Twitter, Facebook, que já tinha ali alguma coisa, né? E aí o pessoal entendeu. Ah, gostei, Alexandre, tu toca. Eu ingenuamente, né? Ah, toco, né? Não tinha mínima ideia do que eu ia fazer ainda. Mas f, ah, beleza, vou pegar esse e eh fazer isso acontecer, né? E foi engraçado que naquele momento ali em 2012 já tava começando a fervilhar um pouco o ecossistema aqui de, principalmente aqui de Florianópolis, né? Estavam já acontecendo os primeiros eventos. Tinha O um pessoal que vinha de São Paulo, que era o Thiago, o nome dele, ele trazia
o circuito startup, acontece, começou a acontecer aqui em Florida em 2012. Legal. Eh, e aí teve eh nesse tudo isso aconteceu ali entre janeiro e julho, na verdade, né? Julho nós teríos a feira, eu estava organizando a feira do empreendedor na minha parte de TI, mas o que que eu vou fazer agora para startups? E aí tava acontecendo aqui em Florida para um circuito startups. Eu Fui nesse evento e nessa ocasião eu conheci alguns empreendedores, algumas pessoas do EC que estão até hoje aqui. Marcelo Volovsk da Invisto, Marcos Miller que vocês vão conversar da Darwin,
né? Ele na época ele era da Fundação Sert, não, da Centories. Ele era da Centories na época, né? O Welton Miranda que era da Tex, que era da Contentol, né? Então, que na época ele era, ele tinha o village que era um espaço de coworking, né? Então tava Acontecendo esses eventos, era um evento de pits, né? E ali eu conheci uma galera, aí aproveitei que a conheci o Thiago que era o dono desse evento, ele fazia para ganhar dinheiro, né? Trazia o evento do São Paulo, fazia acontecer, tirava a grania e fazia no Brasil todo.
Aproveitei, conheci ele, ele me levou para um evento em São Paulo, conheci mais uma galera e aí inisso eu chamei o Thiago. Cara, tá a fim de de organizar um evento lá em Blumenau, na feira do Empreendedor? Ele, cara, bora. Tô aim de começar a trabalhar com Sebrai. Pode ser interessante. E algo que era para ser, resumindo, né, algo que era para ser uma ação para 30, 40 pessoas na feira do empreendedor em 2012, acabou se tornando numa ação de quase 1000 pessoas. Que legal, cara. Eh, em Blumenau, né? E dali a gente viu que
tinha um público interessante para essa ação. E aí a nossa diretoria, cara, não tá a fim de tocar um projeto de startups. Eu engêno Novamente, né? Bora, vamos lá, né? E aí eu peguei, chamei alguns colegas que eu tinha conhecido nesses trabalhos, um deles foi Yuir Git, né, que é um parceiraço meu até hoje. E a gente começou a desenhar um projeto, mandamos pro Cebra Nacional, foi aprovado. Aí o nosso projeto foi o primeiro projeto com startups dentro do sistema Sebrai. Isso foi em 2013, né? Eh, e dali começou a brincadeira. Que legal, que legal.
Hoje, hoje a gente tem coisa grande, tipo Digital, startup sumit, a gente bem movimentado, né? o o nosso o nosso ecossistema. E e eu queria eu queria entender de ti também porque tu tava, né, tu eh foi aí um dos agentes, né, aí do do da formação do nosso ecossistema. Eh, que outros elementos o Sebrai, tá, foi monstro, né, na na formação do ecossistema e tudo mais para chegar ao que nós somos hoje, Ilha a capital da startups, né? Sim. Eh, quais foram os outros elementos dentro dessa formação Toda que você acha que você alavanca
como sendo eh muito importante para para essa construção que participou e é até hoje ou não, né? Cara, ecossistema é maturidade, consistência, um ecosistema não se surge da noite pro dia, né? Eu gosto muito de falar do eco, todo mundo fala do ecosistema de Vale do Silício, né? Eh, pô, o ecossistema do Vale nasceu na década de 50, né? Então assim, ó, para se tornar o que é hoje, eh, tem aí mais de 60 anos de história. E o Ecossistema de Santa Catarina como um todo, ele também tem a sua o a sua história, vamos
dizer assim, não começou ali com em 2012, 2013, né? Então ali é um dos marcos. Quando a gente fala de ecossistema de Santa Catarina, a gente vai lá pro finalzinho da década de 70, início dos anos 80, né? Então ali que começou efetivamente as primeiras ações do ecossistema. Então, a gente tem a a a Universidade Federal de Santa Catarina, ela foi uma grande percursora, né, de Tudo que aconteceu dali que nasceram algumas iniciativas, principalmente a Fundação CERT, né? Então, assim, você tem a Fundação CERT, por exemplo, ela foi eh fundada, né, por professores, né, da
federal e alunos da federal que estavam meio inconformados de a gente ter eh vários estudantes saindo, né, não e não tendo essa questão de empreendimento e a universidade ela tava afastada, né? Então dali apareceu alguns professores, professor eh o o Schneider, O Stremerf e criaram a fundação Sert, eh que é é um dos grandes pilares do nosso ecossistema de Santa Catarina. Então, a Fundação Sert com uma série de iniciativas que ela eh iniciou, né? Então, a própria Darwin, o parque, o a a incubadora Celta, a Centories, eh tudo isso nasceu dentro da Fundação Cert, né?
Então ele a com certeza a Universidade Federal, a Fundação Sert, isso lá na década de 80, né? Dali começaram as primeiras iniciativas, aí teve o Governo, né, que foi um grande apoiador. O governo ele é um grande incentivador e apoiador, não tem ecossistema se não tiver um governo atuante, né? né? Então, quando a gente fala de Vale, por exemplo, o governo americano apoiou fortemente, né, o desenvolvimento vá de silício. Aqui em Santa Catarina também tem essa questão, tanto o governo e estadual quanto a prefeitura de Florianópolis, de João Vid de Blumenal também tem as suas
ações e normal e Obviamente o principal, né, que são os empreendedores, né? Então, eh, um ecossistema, ele não vai surgir se não tiver bons empreendedores. E aqui em Santa Catarina, né, que a gente fala nesse início da década de 80, a gente teve ótimos empreendedores. Então, se você pegar aqui o esse começo, a gente vai falar de Digitro, Intel BRAS, eh, são empresas que que eram startups, mas ninguém dava esse nome na década de 80, que nasceram aqui em Florianópolis por Uma necessidade. Eles saíram das universidades, queriam continuar empreendendo, queriam empreender, mas não queriam se
mudar daqui de Florianópolis e começaram a criar suas empresas aqui. Então é muito parecido com o que a gente vê no Vale, em outros ecossistemas. Então esses empreendedores, empresários, fundaram suas pequenas empresas e aí começou um ciclo de maturidade, né? Eu digo que o nosso ciclo de maturidade é dividido aí Em três, quatro estágios, né? Então, tem esse estágio inicial aí da década de 80 até 2000, que é um é o é é o espaço de nascimento e de consolidação, né? Então, nasceu ali a Fundação CERT, teve a CAT, né, que é de 86. O
que que era a CAT? Eram empresários, empreendedores dessas startups que queriam movimentar o ecossistema, que em políticas públicas criaram uma entidade para ajudar a resolver essas dores, né? Quem fundou a a CAT, por exemplo, era o Faraco, que Era o fundador da Digitro, né? Então, ele fundou a Dígitro, era uma startup, ele fundou a CAT em cima do Banco do Brasil na Trinidade. Exatamente. Exatamente. Ali nasceu trabalhei em cima da CAT. Ali nasceu a CAT. Exatamente, né? Então, aí isso tudo aí são ciclos. Então, teve esse ciclo inicial a de 1980 até 2000. Depois de
2000 a 2010, um novo ciclo de crescimento, novos empreendedores. A partir de 2010 a gente começa a falar dessa questão de Startups. Aí você já começa a ver esse mindset de startups. Aí você vê uma RD Station, vê uma CORD que já eram empreendedores com um perfil diferente, aquele perfil de empreendedor de startup que tem muita troca entre empreendedores de um ajudar o outro, uma cultura diferente das empresas de tecnologias tradicionais que nós tínhamos até então. E aí começa um novo ciclo ali a partir de 2010. E eu digo que ali a partir de 2020
a gente tem um novo ciclo, né? Pós-pandemia, um novo ciclo de coisa. Então são quatro eixos aí, quatro graus de maturidade. Eu eu tenho uma curiosidade em relação a isso, mas deixa eu só dar um recado pro pessoal aqui, que pessoal que tá escutando a gente aí na rádio Panil 103.3, muito obrigado pela sua audiência. E hoje nós estamos aqui falando sobre ecossistemas de inovação com Alexandre Souza do Sebrai, gerente de inovação do Sebrai. Respons muita coisa que tá acontecendo aí hoje, A culpa é tua, vamos dizer assim, no bom sentido, né? Claro. Mas eh
e isso tudo e eu fiquei curioso, né, nessa nessa timeline que você fez, eh em que momento que a deixa eu ver se eu vou conseguir organizar meu meu raciocínio, mas assim, em que momento que um ecossistema de inovação passa a ser intencional e não orgânico, sabe? Boa, cara. Eu acho, como eu te falei, cara, ele ele nunca assim, ó, eu eu não acredito, por exemplo, que lá em 1980, Quando começaram a surgir essas iniciativas, alguém estava pensando, vamos construir um ecossistema de inovação. Cara, ele foi ele é é caótico, né? Então, assim, teve muitos
erros, teve muitos acertos, vamos dizer assim, mas nunca foi intencional, por exemplo, criar um ecosistema. Eles queriam aumentar a a maturidade das startup eh da das empresas de tecnologia, queriam incentivos para as empresas, mas eu não acredito que a galera que tava fazendo Isso lá na década de 80 pensou, é, não, ninguém veio com essa premissa. Hoje até se começa com essa premissa, muito pelos ensinamentos, pelo o histórico, né, assim, a gente já tem um playbook de como fazer, né? Então assim, a gente temos até o livros, o Pontes da Inovação, né, escrito pelo Daniel
e com Rodrigo Lócio, que ele explica exatamente como foi o surgimento do ecossistema de Florianópolis, né, que se mistura com um pouco de Santa Catarina, Porque eu costumo falar que o ecosistema de Floripa, ele tem muito parecido com o de Joinville e de Blumenau. Ambos começaram muito próximos, cada um com a sua e especialidade, vamos dizer assim, mas eles começaram praticamente na mesma época. Só que lá em Joinville nós tínhamos, por exemplo, a a Softville, nós tínhamos outros atores, mas as empresas na tipo Data Sul, da onde nasceu a Data Sul, é de Joinville. Então
assim, eh, a gente tem aqui a a Digitro, Em Blumenal temos a Senior, então todas são da mesma época, né, da época de dos anos 80, anos 90, e tem uma característica muito parecida, né? A gente tem um grande diferencial também aqui, que é o associativismo, né? Então, assim, os empresários se juntam, não foi só com a pegada de startups, né? Então aqui as associações também são fortes, né? Então, mas voltando aqui a sua pergunta, né? Então assim, eh, eu acredito que não foi intencional, a Coisa foi surgindo, foram tendo erros e acertos nesse processo
todo. A gente também teve muitos erros aqui no nosso ecossistema, mas no final, né, a os acertos foram maiores que os erros, né, e culmina com isso que a gente tá vivendo hoje, né, esse ecossistema pujante, né, estamos falando aí de no estado são quase 20.000 empresas de base tecnológica, né, só aqui na região da grande de Florianópolis são 6000, quase 7.000 empresas de base tecnológica, onde As startups estão inclusas, né? Então, como eu falei, com certeza quando se criou, não se imaginou que 40 anos depois, 50 anos depois nós teríos aí 25% do PIB
do da de Florianópolis, por exemplo, vindo do setor de tecnologia. Isso é incrível. Isso é incrível. Isso é incrível. Acho que acho que uma diferença de Floripa para Blumenau, para Joinville, é que Floripa é um destino turístico e atrai e mão de obra qualificada do Brasil inteiro. A a Universidade Federal estar aqui é importante também e as estatísticas não mentem, né? Nessa mesa aqui todos nós somos manezinhos pelo Mané Card, mas eh eu sou o único que nasci em Florianópolis. O Alexandre é paulista e você carioca. Você carioca. É, é, é. Sou paulista vírgula, tá?
Meus pais são daqui de Palhoça, tá? Então eu me considero manezinho, tá? Olha Paulista que fala Tastolo, cara. Assim e e a gente circula aí, a Gente vê quão legal é o sistema do estado todo, assim, coisas muito legais surgindo no sul do estado, coisas muito legais surgindo lá no oeste. Luzerna. Luzerna. O Lusna é uma é uma cidade que, cara, Lusana eles construíram um ecossistema, vamos dizer assim, eh naquela cidade tem pessoas muito engajadas e que entendem muito. Então tem um professor lá que é da do IFSK, que até foi o prefeito, acho que
o nome dele é o Moisés, né? O prefeito que Ele foi prefeito lá de Luzerna e ele tem muito essa esse entendimento de construção de ecosistema. Então eles criaram ali uma série de iniciativas na cidade de Luzerna. Eu até brinco, né? Eu acho que Luzerna é a é ela que deveria ser a capital nacional das startups, porque se a gente pegar eh por densidade de população, eu acho que Luzerna é a cidade que mais tem startups, porque tudo bem, eles devem ter 20, mas a população é 3.000 pessoal, não sei qual É a população de
Luzera, mas proporcionalmente falando a e a Luzerra deveria ser, tem muita startup que nasce muito por causa dessas iniciativas, né? Tá, eles têm praticamente ali um um hub, né? onde tem o IFSK, tem o SENAI, tem a prefeitura, tem a o Instituto, tem a o Instituto Tecnológico de Luzerna, que é a a incubadora, todos uma do lado da outra. Então, o aluno ele sai, vai pra incubadora, estuda, cara, é um trabalho que eles fazem fenomenal, que acontece Lá em Luzna. Eu sou fã do trabalho que eles realizam. Eu tiver eu vou divulgar ler, trazer alguém
de lá para falar aqui com a gente, pô. Podemos trazer, cara, assim, é, tem o Moisés, né, que é o é um dos percursores lá que foi prefeito da cidade inclusive. O cara é um entusiasmo. Eu gosto muito do trabalho realizado lá, pessoal de Luzerna. Mas aí a gente vê a força de Santa Catarina, a gente vê a força dessas iniciativas e como é que o Sistema foi acontecendo lá no Vale do Silício. Eh, eh, o, o tem um estudo que é um estudo internacional que fala que sempre que você encontra academia, governo e mercado,
você vai ter uma sopa ali para que para que tenha inovação, para que nasça a inovação. Lá no Vale do Silício tem gente do mundo inteiro que chega lá para empreender e hoje em dia Floripa encontrou, o estado encontrou, mas especialmente Floripa encontrou essa vocação. Eu que sou Manezinho, cara, eh Quando eu era criança se se ouvia falar de duas coisas, de funcion funcionalismo público e turismo. E turismo representava o maior PIB de da cidade. E aí, cara, hoje 25% do PIB acontecem através de empresas de base tecnológica, empresas de tecnologia, como Alexandre falou, são
6 7.000 dessas empresas juntas elas faturam 12 bilhões ano. Olha só, só que olha só o que que é que que é que que é muito engraçado. 6.000 startup 6.000 empresas de tecnologia que faturam 12 bilhões anos. Apenas 50 dessas, ou menos de 50 dessas tem um faturamento anual acima de 10 milhões. Ou seja, são as startups que movimentam a economia. Uhum. É o trabalho lá dos programas de capacitação que o Alexandre faz lá lá no SEBRAI com apoio de prefeitura, de governo e e de todos os entes envolvidos com apoio do Pantec, que ajuda
a a levar a mensagem que é legal você ser inovador. Essas pequenas empresas que faturam menos de 10 milhões Juntas representam 12 bilhões de faturamento anual em em Floripa. É impressionante, cara. Impressionante. É, são é a força da micro pequena empresa. Aí a gente fala do nome startups, né? Aí o pessoal, pô, mas o que que diabo é isso, né? Vamos dizer assim, né? Pessoal, startups no final são micro pequenas empresas, né? São, a gente usa essa nomenclatura só para ter uma definição diferente de uma empresa tradicional. Eh, startups, ela tem Aquele potencial de crescimento,
de escalon de crescer muito rápido, né? Então ela cresce muito rapidamente, sendo que uma empresa tradicional ela não consegue ter essa agilidade, essa velocidade, mas no final o sonho de toda startup qual é ser uma grande empresa, né? Elas querem crescer, né? e ser uma grande empresa. Então, é um momento que ela tá vivendo, mas ela é uma micro pequena empresa. Então, 90% dessas desses números, né, que o que o Leandro Apresentou são micro pequenas empresas de base tecnológicas, que nós comumente chamamos de startups, né, porque ela tem esse potencial de crescimento. O que a
gente quer e o que a gente faz aqui no ecossistema de Santa Catarina é ajudar esses empreendedores, né, a transformar a sua startup numa grande empresa, né? E a gente tem conseguido bom bons números, né? Com eu acho que bom, primeiro deixa eu fazer só um parênteses que eu tô compartilhar com vocês assim, eu tô Muito feliz assim de na dos nomes que estão saindo nessa mesa aqui. Eh, boa, grande parte desses nomes que vocês faz vocês estão falando aqui nessa mesa já passaram aqui no Pantec. Então isso é muito legal, né? né? Então isso
é muito legal e tem a ver com o propósito que eu sempre determinei do do do Pantec, que ele só faz sentido até sentido para eu estar nessa mesa aqui se ele for uma ferramenta pro mercado como um todo. Dade você é um autor desse ecossistema, Né? Sim. Nenhum e todo ecossistema ele precisa de eventos, precisa de imprensa. Todos fazem parte, né? Todos que estão aqui eh levando a palavra do Senhor, eu brinco, né? Fazem parte desse ecossistema. Então a gente tá aqui para quê? para ajudar no final os empreendedores que fazem parte desse ecossistema,
então a imprensa, a rádio, televisão também são atores importantes de um ecossistema, porque sem a Divulgação não adianta a gente fazer só fogo e não ter a fumaça, né? Então aqui a gente também mostra a fumaça. Talvez aí, ó, pra gente pensar, Leandro, ó, talvez seja seja seja legal aí a gente e trazer essas figuras, porque o o Lines já teve aqui, o Lócio já teve aqui, o Rui Gonçalves já teve aqui, o da Nexera, desculpa, o Edson já teve aqui, que são todas as figurinhas que que contribuíram, que construíram. A gente tá colhendo muita
coisa que eles que Plantaram 20, 30 anos atrás, né? Então isso é muito bacana. Daqui a pouco a gente pode trazer de volta, né? Vamos fazer uma grande mesa aqui. Trazer um Fiat, trazer um Schneider, né? Trazer um faraco da Digitro. Digitro a gente não conseguiu. Veio um outro rapaz da Divon, mas eu veio ver alguém representando ele. Próprio Marafon, né? O Maraf da Soft Plan, o Gerson da Paradigma. Tem aí vários empreendedores que já estão nessa jornada aí há 30, 40 anos aí. É. E a Gente tá colhendo. E deixa eu te fazer uma
pergunta só porque você falou Miguel Abu Data Sul. Então esse esse tá estamos agendando, tá difícil achar agenda aí. O Miguel, pô, já vê o agiliza, agiliza aí a agenda aí para você tá aqui. Ele dele tá aqui. A gente quer falar, vai falar sobre reforma tributária, né? Que ele fala muito sobre isso. Então a gente tá tentando a só não bater a agenda também. Eduardo da Brunnhol também. O Eduardo Brunol tá para vir aqui. Mas enfim, daí Já já vai est todo mundo, né? Mas tu, eu quero voltar na tua fala que você falou
ali sobre a diferença. Startups elas são eh uma é uma micro pequena empresa, como você falou, e a diferença é que a startup ela tem um crescimento muito violento. Eu queria que tu esclarecesse pra nossa audiência por que uma startup ela tem a startup é uma fase de uma empresa, sim ou não? E e como é que é e por que que por que que se espera tanto que ela cresça tanto assim nesse nesse Esclarece um pouquinho pra nossa? a gente começou a falar desse termo, né, startups ali na como eu falei, né, no final
dos anos 90, início dos anos 2000, né, muito com a crise da bolsa de val eh do estouro da bolha, né, que a gente fala que houve em 2000, eh onde muitas startups eh receberam rodadas de investimento milionárias, mas não conseguiam entregar, né, então se vendeu muito PowerPoint, né, naquela época, né, e isso acontece em ciclos, né, no Ecossistema de startups, né, não foi aquele único estouro de bolha e acredito que não vai eh o último, né? Então, e como não foi o último, a gente teve vários outros depois, né? Eh, então, mas como a
gente tá falando, qual é o que que é uma startup? Normalmente tem aquela definição clássica, né? Então, ela é um grupo de pessoas, né? Então, normalmente você tem várias algum algumas pessoas que se complementam num time eh se jun Montando ali o seu o seu negócio para tirar aquela ideia, transformar eh um problema efetivamente numa solução. Então, é um grupo de pessoas que estão buscando aí um modelo de negócio que seja repetível e escalável. E aí o grande diferencial de uma startup, né, é escalar e crescer, poder crescer 20, 30% por mês, né? Então assim,
que dificilmente uma empresa tradicional conseguiria, né, buscando aí esse modelo de negócio, né? Então, e tem aquela fase Que é num ambiente de extrema incerteza. Normalmente uma startup ela tá criando algo novo, né? tá criando uma disrupção. Claro que a gente tem eh as startups que estão incrementando uma um não disruptivo totalmente, mas arrumando, incrementando alguma solução. Mas a grande maioria das startups tendem a ser disruptivas, então elas crescem muito rápido, mas estão nesse ambiente de incerteza. Então chances de falar é muito grande. Quanto um amigo pequeno Empresa tradicional de 10 em 5 anos nós
teremos seis ainda funcionando, que já é um número baixo, né? Mas pô, 10 e 5 anos vão ter seis, ou seja, 40% vai falhar em 5 anos. Isso são métricas que nós temos. Quando a gente fala de startup, de 10, vai ser uma, duas que vai ter daqui a 5 anos, que a grande maioria vai falhar por não encontrou o melhor produto, a melhor solução, ou criou algo que não tava no momento certo, ou o empreendedor também pode ser ruim para caramba também E ter criado um produto que não serve para nada, mas eh normalmente
tem o grande diferencial efetivamente das startups é poder crescer e escalar rapidamente. E aí quando a gente fala de startup, a gente vai falar muito de empresas de base tecnológica, porque aí uso da tecnologia, né? Então, eh, quase 90% quando a gente ouvir falar de startups tem a ver com tecnologia, porque aí você consegue através de cloud, de infraestrutura de A, que se Fala muito agora, diminuir drasticamente os seus custos, escalar, crescer muito rápido. Você depende de tecnologia, então você não depende de construir uma empresa, tijolo e criar uma estrutura de pessoas. Você usa a
tecnologia para crescer mais rápido, tendo aquele eh deslocamento entre as despesas e as receitas. Então, ó, você vai, a tua receita vai aumentar, mas as tuas despesas não vão acompanhar essas receitas que você estão tendo. Então, Por isso que a gente fala muito desse, por isso que é um ambiente muito propício a ter investidores, né? Então, eh, você com o investimento você consegue crescer mais rápido e aí normalmente startup está associado a receber investimento em investidores de risco. Leandro é um tá aqui com a gente que investe em startups na fase anjo, na fase pr
seed e a gente separa, né, a o grau de maturidade de startups, né? Tem o investimento anjo, o investimento pré Sid, o investimento sid, o investimento série A, cada uma para uma etapa de crescimento dessa startup, né? Muito legal, cara. Eh, fantástico essa capacidade de repetir, escalar desses negócios que e onde entra a tecnologia. Eu acho que é um exemplo que todo mundo que tá nos ouvindo vai entender bem. Assim, nesse momento tem no mínimo 1000 pessoas no mundo entrando na Google Play, na Apple Store, apertando um botão e repetindo todo o produto do A.
Uhum. Se fosse uma padaria, a gente teria que ter um forno de pão, teria que ter um padeiro, teria que ter uma fornada de pão para repetir. Quando a tecnologia tá pronta, os custos permanecem fixo e as e as e as receitas descolam dos custos justamente por essa capacidade de escalabilidade. Mas, Alexandre, algo muito legal aí na tua fala foi que nos ciclos de desenvolvimento do ecosistema, tu falou ali que em 2020 pandemia teve um novo ciclo. Uhum. Eh, esse novo Ciclo, alguns mercados aproveitaram mais, outros mercado menos. Eh, startups viraram a a onda do
momento enquanto um ativo de investimento financeiro. O Zoom explodiu lá, acho que que passou do bilhão lá de valuation eh durante a pandemia, educação à distância, negócios digitais, os apps de deliveries, ninguém saía de casa, todo mundo pedia pedia comida no app de delivery. Netflix cresceu audiência para caramba. Então, a gente viu as startups crescerem Conecemente ou concomitantemente e não intencionalmente. 2019 você lançou um evento aqui no sistema o Startup Summit. 2018. 2018. Então conta o Startup Summit e como é que ele se cruzou aí com esse boom de startup. Segura um pouquinho. Deixa eu
só dar um recadinho pra galera aí, pessoal. Que você que tá acompanhando, aproveita para beber uma aguinha aí. É, você que tá escutando a gente aí na Pan 103.3, três. Nós estamos aqui falando Sobre ecossistemas de inovação com o o o episódio aqui patrocinado, né, da com Leandro Piaza, da 49 Educação e nós estamos falando com Alexandre Souza, gerente de inovação do Sebrai. Desculpa. Bora d bora no no startup. Cadê o mercado do homem vai, né, cara? Meus parceiros pô tem que valorizar, né? Ele não contou, mas ele é meu chefe, cara. É isso. A
gente fala em off. Bora, vamos lá então falar um pouquinho De Summit também, mas eh ingenuamente falando, né, como é que que eu falei anteriormente, caiu essa bucha aí também, né? Então é engraçado, né? Porque assim, ó, a gente tava essa semana a gente tava falando sobre isso, eu tava com um grupo de amigos, várias pessoas me perguntaram, né, sobre o startup summit, né, e é engraçado, né, porque quando a gente fala de startup, a gente fala de problema, né? Quando a gente criou o projeto aqui em Santa Catarina, no startup C, né, lá em
2013, eh, eu falei ali que a gente criou aquele evento em Blumenau e aí teve a ideia de se criar um projeto, né? A primeira coisa que eu fiz para criar o projeto foi validar o problema, né? A gente fala muito de startup, validação de problema e validação de solução. Que que eu fiz em 2013, quando a gente foi começar a criar o projeto, né? Eu fiz aquele evento, funcionou, então assim, meio que um MVP testado. Então, ó, temos Um público, cara, eu peguei, tirei a bunda da cadeira do Sebrai e fui fazer um trabalho
de validação. E aí eu comecei a conversar com todos os atores que faziam parte do ecossistema, porque como eu falei, já tinha um ecossistema aqui em Santa Catarina e principalmente aqui em Florianópolis, não maduro ainda, mas tínhamos um ecosistema, nós já tínhamos a fundação certo, nós já tínhamos a nós já tínhamos empreendedores. E aí eu fui fazer esse Trabalho de validar esse problema. Cara, eu não quero vir com o Sebrai, o Sebrai ser o tiozão aqui, né, da Suquita, né? Então assim, o Sebrai, como o Sebrai pode efetivamente ajudar o ecossistema aqui de Santa Catarina?
E eu fui começar a conversar com os empreendedores. Então, conversei com os investidores todos daqui, eu me lembro da com Marcelo Amorim na época tinha que era ele era da ele tinha ele era investidor anjo da chado na época. Ele nem tinha invisto Ainda com o Volovsk, né? O o Volovsk ainda tava num outro fundo, né? Eu conversei com com Marcos Miller, conversei com os empreendedores, com espaço de coworking. Dali a f, cara, a melhor forma do Sebrai ajudar é capacitando os empreendedores. Existia, né, eu nunca me esqueço, o Marcelo Amourinha falando: "Cara, eu recebo
400 projetos, é um, dois bons, né? A grande maioria dos empreendedores ainda tem pouca maturidade. Então, um trabalho que Vocês podem fazer é ajudar é capacitando empreendedores. E dali nasceu o nosso projeto Tatapc muito com foco de capacitação, dando um pulo de 2013 a 2017, né? Então, em 2017, todo ano, né, eh, a gente organizava missões para alguns eventos. Então, 2017 a gente já tinha uma consolidação legal do nosso projeto de startups e a gente tava levando o grupo de empreendedores lá pro CAS em São Paulo, né, que é o evento organizado Pela BS. Eh,
eu pegava um ônibus, levava 40 empreendedores e nesse evento, né, nós estávamos lá em no em 2017, eh, os empreendedores que estavam nesse, cara, por que que nós não temos um evento em Florianópolis, Santa Catarina, né? Nós já temos naquele ano nós somos o o nós ganhamos de melhor comunidade do ano em 2017 com o startup como comunidade, né? Eh, já tinha, cara, naquele ano a gente acho que levou os seis ou sete prêmios do Startup Awards, eh, a gente levou em 2017, né? E por que que nós não temos o nosso evento? Nós já
tínhamos o RD Summit acontecendo aqui em Florianópolis, mas o RD Summit não era um evento de startups, né? Era um evento de marketing e venda, que grande público são as startup, mas não era um evento de ecossistema de startups. Falei: "Cara, tem aí um problema bom para ser resolvido, né?" E aí nova, a gente voltou lá de São Paulo, começou a fazer um trabalho de conversar com vários Atores e viu, cara, eh, faz sentido termos o evento. Naquele ano, alguns empreendedores aqui de Florianópolis tinham ido na XSW, né? E então, a ideia de ter um
evento em Florianópolis já começou a a pipocar. Eu falei: "Cara, vamos botar isso no ar, né?" E aí em 30 dias, né, vou encurtar aqui a história, né, porque ela a história do Sumit daria um podcast aqui de como surgiu, né, mas foi engraçado que ali em 2017 a gente teve essa ideia, lançou o evento no Final de 2017, né, e a ideia era que o startup summit acontecesse em julho, né, de 2018, na primeira edição. E não era para ser startup Summit, né, era startup SC, né, que era o nome do nosso projeto, Summit,
startup SC Summit. E ali no meio do caminho, entre março e abril, o próprio CBI Nacional eh sinalizou que gostaria de transformar o nosso evento aqui em Florianópolis num evento nacional, né? Então o evento que era para ser um evento focado no ecosistema De Santa Catarina, ele acabou se transformando em algo um pouco maior. E a gente fez a primeira edição em 2018, deu 2.000 pessoas. É, essa primeira edição foi lá no Luís Henrique da Silveira, acho que era 19. Isso não foi em 2018. A primeira edição foi em 2018 lá no foram duas edições
no Luiz Henrique 2018 desde 2019, né? Em 2019 aí a ideia quando a gente anunciou a edição de 2020 aí já iria pro Centro Sul pelo tamanho. A a gente tinha a previsão de Fazer em 2020 para 6000. Foi quantas? Foi 4.000 pessoas. A gente fez a primeira de 18 foi. A gente tava dobrando a cada ano, né? Então era 2018. Tava em ritmo startup. Dobrando cada ano. Tava tava. A gente nasceu com dois 2.000 pessoas em 2018. Em 2019 foram 4.000 pessoas, né? E a gente anunciou que faria 2020 com 6.500 pessoas. Aí já
não dobraria mais, né? Eh, e aí só que aí 2020 a gente colocou o evento na rua, fez até um um lançamento lá em Portugal Em 2020 e aí teve a pandemia, obviamente que aí todos tudo que tava planejado foi por água baixo. Sim. Eh, acabamos fazendo o em 2020 a edição online junto com a própria BS, né, que aí o case também não iria acontecer. A gente, ah, vamos juntar os dois eventos e fazer um grande evento online. A gente fez o Case Startup Summit em 2020 e voltamos, né, em 2021, a hora que
acabou a pandemia, a gente segurou porque o nosso evento tradicionalmente é em agosto, né? As Primeiras edições foram em julho, depois a gente já passou para agosto devido ao Floripa Conecta, que a ideia era sempre ter eh uma ação maior acontecendo aqui em agosto, né? Então, a gente passou o evento para agosto, mas ali em 2020, por causa da pandemia, a gente não tinha como fazer porque tava acabando a pandemia, a gente acabou realizando em outubro o evento. Eh, foi porque eu fiquei monitorando, né, o case não ia acontecer, nem o RD Summit ia acontecer
Naquele ano. Falei: "Ah, não vou ficar esperando mais um ano para fazer". Falei: "Cara, vamos ber a cara aqui a tapa e vamos". Foi, esse foi em outubro. Em outubro, né? Eu nunca me 2020. Não, desculpa. 2021, pós pandemia, né? Em outubro acabou a pandemia ali em agosto, né? Eu nunca me esqueço, né? Porque eh a gente vendeu aí teve todo um trabalho de protocolo para fazer. Eu não, eu não sou antivacina nada disso não, tá? Mas é porque que que aconteceu? Nós tivemos Que fazer 700 testes de COVID durante o evento, né, naquela ocasião,
porque tinha todo um protocolo e uma semana antes ainda o Jean mudou o protocolo, deu uma trabalheira para nós aqui, porque a gente tava com tudo pronto para fazer de um jeito, mudou o protocolo da pandemia naquela ocasião e a gente fez 700 testes de de COVID. Só teve uma pessoa que tava com COVID. na nos testes que a gente fez, né, que aí foi obrigado a voltar para casa, né, e aí deu 1200 Pessoas, que era o teto que nós podíamos com distanciamento de 2 m entre as cadeiras tal. Tinha foi foi esse ano
que que para assim para para ficar mais difícil teve a chuva de granizo? Não, não. A chuva de granizo foi em 2022 ou dois ou três, né? Foi a não, a chuva de granizo foi 2022. Eu este então 2021 teve toda a folia da Covid foi o único evento ali dos grandes. Foi foi o único que você conseguiu. Não, assim, ó, de eventos grandes, não é? O primeiro foi o Gramado s, meu amigo Marcos Ross. Ele também queria fazer, ele fez o dele em setembro. Aí eu peguei, peguei todo o material dele, né, para poder
estudar o que que ele tinha feito de de e de protocolos, né? Estudei tudo. Ah, se ele fez o dele, vou fazer o nosso também. Aí fizemos o nosso em outubro. Ele foi o primeiro grande evento a voltar no Brasil, se eu não me engano, foi o o gramado Summit, né, o Marinovando e o nosso em 2000, mas tudo com Segurança, deixa bem claro isso, né? Em 2021 e aí passa 2021, lembra o público? 2021 foram 1200 pessoas, né? É por causa do distanciamento, né? Então a gente teve que a plenária cabia tipo 5.000, a
gente teve que botar cadeiras a cada 2 m, dava 1500 e era o limite que nós poderíamos colocar dentro do centro de evento. Desses 1500, 700 fizeram atestagem. Os outros, os outros 700, 800 vieram com Não, não, não. Aí tinham, já tinham já se vacinado ali, já tinha as Vacinas, já tinha já um processo ali em outubro, já tinha, né? E aí e aí 2022 explode o evento, vai para quantas mil pessoas? É aí 2022 foi para 6.000 pessoas. A gente voltou pro 6.000, que era a edição de 2020, né? No centro sul. Aí já
no centro sul, né? Porque aí o Luiz Henrique já não suportava. O Luiz Henrique é até 4.000 pessoas, né? E aqui no centro sul é até 8.000, né? Para botar 10.000 a gente tem que construir ali um puxadinhos, tem que fazer os Puxadinhos, né, que é o que normalmente a gente tem feito nos últimos anos, né, a gente tem construído uma área para poder eh suportar os 10.000 participantes do evento, né, que é a capacidade máxima ali, né, que a gente consegue hoje. Aí 23 foi se voltou para 6.000. 2022 foi 6.000, 2023 8.000, 2024
10.000. Aí foi 10.000 já no ano passado, né? E esse ano é 10, que é o teto, né? Porque e aí a gente teve já que construir a plenária ali do lado de Fora, né, para poder caber todo mundo. Então aí para 10.000 a gente já tem que construir uma estrutura maior do para alocar o evento, né? E qual o spoiler para esse ano? Não, a gente assim a gente tem a gente já eh o assim o evento, eu eu gosto de fazer o evento em ciclos de 2 anos, né? Então, um ano a gente
faz mudanças radicais, eh, testa dando certo, a gente repete no ano seguinte para consolidar, para ir no outro ano vir com novidades, Vamos dizer assim, esse ano agora de 2025, na verdade, como a gente fez grandes mudanças no ano passado no evento, né, do do tamanho, eh, o prêmio Sebrai Startups, né, que o o Leandro conhece bem, que é o nosso parceiro, né, na execução. Então, eh, a gente teve bastantes acertos, né, na no desenvolvimento do evento. Então, esse ano de 2025 é muito de corrigir detalhes da edição do anterior, né? Apesar que todo mundo
disse que foi a melhor edição De todos, todo mundo considera uma edição eh histórica de do ano passado. A gente quer que esse ano seja melhor que do ano passado, né? Mas não vai ter acréscimo de público, né? 10.000 eu considero dá para construir mais estrutura, mas eu não acho necessário, né? Porque assim, o nosso evento, diferente, por exemplo, de um Web Summit, né, que tá acontecendo eh no Rio de Janeiro, o o Web Summit ele é um evento de inovação como um todo, né? Então ele o público dele é mais ampliado. O nosso público
é nichado, né? O startup Summit tem ali a palavra startup, né? Porque o público é startup. É. Então assim, o evento ele é desenhado para o empreendedor de startup, né? Então tudo gira em volta desse empreendedor, né? Então, claro que a gente tem todos os atores que fazem parte de um ecossistema, as grandes empresas, o governo, as aceleradoras, as incubadoras, os investidores, a Universidade, tudo tá em torno de um ecossistema e estão ali focado no startup, mas o público quem é o empreendedor de startup. Então o nosso evento é nichado para esse público. Então 10.000
eu considero o número tá ótimo, né? Nesse caso a gente fala que startup tem que escalar, mas passado, ano passado eu só fui saber do do tamanho do público depois assim, no ano passado não tava tava tranquilo assim o evento. Aliás, o Pantec esteve lá, Pantec foi lá, fizemos entrevistas lá embaixo com tudo mais boa, né, cara? Sim, a gente a gente participa eh enquanto 49 educação ativamente assim do evento. Por isso até que eu digo que ele é meu chefe, porque eh a gente tá sempre lá, mas eh o evento tem estrutura, tem conforto
e tem qualidade na conexão. Então eu acho bem, né, a a minha visão assim enquanto consumidor pelo lado das startups é se a gente começa a escalar muito mais de 10.000 pessoas e a gente Perde o o melhor desse evento em relação aos outros, que é a qualidade das conexões. Assim, eh são muitos matchs, são muita são eh são muitas conexões para captação de evento, são muitos negócios, especialmente na 49 Educação, a gente vende muito ticket do nosso programa de aceleração para empreendedores que estão visitando lá. E aí o evento é muito bem organizado, como
você falou, eh, apesar de ser sempre cheio, sempre lotado, a gente consegue Ter um fluxo bem bem bem legal. Cara, sabe o que que eu acho muito legal? No ano passo, falar do ano passado que eu estive, no 23, eu não fui, mas ano passado que a gente foi, a gente foi com Pantec lá e falamos com vários empreendedores, eh eu normalmente esse tipo de evento eu acabo não participando muito da parte de conteúdo. Uhum. Porque eu acho que a feira é onde o negócio, os negócios realmente acontecem, pelo menos pelo pela minha visão, é
por ali. E foi De um nível no ano passado, absurdo, cara, num nível tão grande assim que era tava, ó, vou te dizer, tava fácil fazer negócio engraçado. Aham. Mas é engraçado, eh, assim, ó, tem vários estudos, ah, o evento agora é mais network, é mais negócio, menos capacitação, porque capacitação a gente acaba vendo muito no YouTube, esse tipo de coisa. Mas assim, eh, eu não vi uma palestra vazia no Startup Summit. Então assim, eh, e aquela coisa, quando a Gente criou o Startup Summit, ele era um evento de capacitação, ele foi mudando. Então, eh,
nos ú a última mudança nossa é a ênfase ao prêmio CBR startup, porque a gente quer que tenha, e o prêmio na realidade é uma ação de negócio, é onde conecta 1000 startups, a gente vai ter 1000 startups do Brasil todo no evento fazendo do negócio com investidores, com grandes empresas, com todo mundo. Então o foco foi saindo da capacitação, indo pro negócio, mas a gente não perde esse Núcleo, né, que essa parte de capação para mim é muito importante. Ainda precisa, o Sebrai ele vive, né, eh, o core principal é a de capacitação, né?
Então, a temos uma parte muito importante, são 10 palcos e 20 trilhas de conteúdo, são 200 palestrantes. Eh, mas é engraçado que muitos falam: "Não, mas o evento agora é negócio, é network, não é mais palestra". Mas bota um evento sem palestra para verificar se as pessoas lá. E as nossas estão sempre Lotadas, né? Então é engraçado. É centro sul. Qual é a data exata? 27, 28 e 29 de agosto, né? Aqui em Florianópolis, no centro Sul. E quem tiver nos ouvindo e tiver interesse em adquirir ingresso, como faz? Só acessar o www.startupsummite.com.br, né? Eh,
tem ali as opções de lote, né? ou a hora que chega numa quantidade, ou a hora que tem a data, muda-se os lotes da venda de ingressos, né? O nosso evento ele é super acessível com relação A custo, até porque a gente entende, né? O nosso público é o empreendedor de startup, aquele cara que tá vendendo ali o almoço para pagar a janta, né? Então o ticket do nosso evento também tem essa e esse viés de ser um um valor de ticket acessível para o empreendedor de startup que tá nessa fase early stage, né? Então,
ingressos à venda aí, a gente quer botar aí as 10.000 pessoas no centro do Sul até agosto. Boa. Vamos fazer um merchã aqui, sem dúvida. Então, Quem for lá no Instagram @49educação e mandar o inbox lá, Startup Summit, vai ganhar um cupom de desconto. Com certeza. Vamos, ó, vou dar, ó, então para quem vier, vou dar até um descontinho maior, então, porque eu o o Piad já tem o desconto tradicional dele. Quem vier aqui pelo programa vai ter um desconto maior ainda, mas tem que marcar lá o, como é que o Pantec DM que a
gente vai dar um desconto maior para esse. Você pode cobrar a gente que Vai ser maior @49educação para ganhar um cupom de desconto maior. Fechou? As informações vão estar no na descrição aí dos vídeos, fique ligado. Obrigado Alexandre por tá por ter o Piazza para ter puxado por ser de pau piada por ter deixou a bola quicando e o Alexandre veio emendou golaço. Eh, e eu acho assim pra gente, infelizmente a gente tem um tempo, né? A gente precisa eh finalizar, mas eh o nosso tema, eu acho que o Eco dá uma me permite dar
uma fechada nesse Nesse tema. O ecossistema ele se ele se ele se constrói dessa forma, né, por pontas que se unem e dão mais força pro mercado como um todo. Muito obrigado, não só por tu tá aqui, mas por tudo o que tu faz pelo nosso ecossistema como um todo. Obrigado pela tua contribuição. Eu colho muita coisa que você plantou lá décadas atrás. Então, muito obrigado. Piaza também. Muito obrigado. Piaza, quer fechar o Pantec? Não vou deixar o Alexandre fechar, mas essa essa Responsabilidade eu não vou fechar para mim, mas agradecer a presença, Alexandre, dizer
que é é isso assim, uma contribuição bem rápida. Todo mundo fala das startups unicórnio. A gente sabe que a gente não constrói um ecossistema para todas as startups virarem unicórnios, mas uma startup como RD, que passou lá pelo Alexandre, é vendida por bilhões, uma startup dessa, ela motiva toda a base, sem dúvida. Então o importante não é que, pô, mas vocês investem em 10 e aí Duas vão dar certo e dessas duas uma só que vai valer muito dinheiro. Só que esse cara que é o fator motivador para todo mundo que vem na base, para
todos os investidores. Eu preciso disso pros investidores olharem para essa classe de ativo e botarem dinheiro. E aí, cara, Santa Catarina constrói ativos que contribuem pro PIB do estado e constrói mão de obra qualificada porque o cara se arriscou numa jornada empreendedora. Isso Alexandre faz desde o startup SC, Desde o eh programa na CRW e aí vai vários programas, né? Então, cara, eu me sinto honrado, né, de assim, eu não nasci talvez para empreender, né, da forma tradicional, né, eu sou o que eu sou fã de empreendedor, faço, eu sei a importância do empreendedor, do
empresário pra economia do estado, né, e do país, né, o nosso país só vai pra frente com o empreendedorismo, né? Então, tudo que eu posso fazer para ajudar, tem essa missão aí de ajudar Empreendedores, é, é o que eu gosto de fazer, fico feliz com isso, né? E tem ajudado aí os empreendedores aqui de Santa Catarina, né? Não poderíamos fechar melhor, cara. Sensacional. Galera, quem ganha é você com esse com esses nomes que a gente traz aqui. E esse foi mais um Pantec, o seu podcast de tecnologia e inovação aqui da da PAN Florianópolis. Lembrando
que nossos episódios eles vão lá sempre às quintas-feiras no YouTube, Spotify às 14 Horas e também na P News na 103.3. Obrigado e até o próximo episódio. Что? [Música]