Bom dia, boa tarde, boa noite. Eh, meu nome é Marcelo >> Denis. >> A gente tá num mais um ah podcast do Jedi que é do grupo For Linux. E a gente sempre nesse podcast a gente tá falando sobre inteligência artificial da maneira mais ampla possível. Eh, eu queria abrir esse esse podcast com o seguinte ponto. Eh, teve uma uma notícia do do Google, acho que é um Ex-diretor do Google, enfim, que ele falou que não precisa mais fazer faculdade de medicina e direito, né? E eu tenho um sentimento que isso está errado, porque eh
a Ia ela vai obrigar a pessoa a estudar cada vez mais. Então, quando, por exemplo, a IA já tá produzindo código, eh, eu sinto que a pessoa tem que estudar mais código para saber o que tá errado no que ela vai produzir e vai ter espaço para crescimento para todo mundo. Então, não acredito. Brasil já é um país que não estuda. E a gente deixar de estudar, achar que a a IA vai fazer todo o nosso trabalho e com isso a gente não precisa estudar, tá completamente errado. O Brasil já não lê livro. Eh, então
você achar que com a você não vai precisar estudar, isso é uma coisa que eu pelo menos não acredito. Acho que não é a linha que a gente trabalha. você vai ter que estudar ainda mais, porque o Mercado de trabalho vai ficar ainda mais difícil e a régua tá subindo para todo mundo, seja quem trabalha com inovação, seja quem trabalha na área de marketing ou mesmo na área de desenvolvimento. Ela vai fazer muita coisa, mas você vai ter vai ter que ser obrigado a estudar ainda mais. E se você não souber trabalhar com IA, estudando
IA para ir além dela, eh, você vai ter dificuldade de entrar no mercado de trabalho. O tem, a gente vai trazer um estudo no próximo podcast, Aonde a gente mostra eh que tá mais difícil pros jovens conseguirem entrar no mercado de trabalho na área de desenvolvimento. Só que as empresas estão pedindo eh o conhecimento desses jovens que saibam programar com inteligência artificial e com desenvolvimento de algoritmos de machine learning. Então é isso, estuda com IA, estuda além da IA, sempre vai ter que estudar. A gente tá aqui com com o Paulo, o Emerson e o
Gustavo. Eh, eles trabalham na For Linux. a gente vai entrevistar um pouco eles o que que eles estão fazendo, o que que o qual a diferença do trabalho deles em relação a não uso da inteligência artificial no passado e agora com o uso da inteligência artificial. Eu vou est fazendo algumas perguntas, o Dennis também. Eu vou pedir para cada um de vocês se apresentarem, começando primeiro o Emerson, depois Paulo, depois O Gustavo e aí o o Denis vai soltar uma pergunta aí para começar e a gente vai trocando uma ideia, tá bom? Vai lá, Emerson.
>> Beleza. Pô, aí pessoal, prazer estar aqui presente hoje. E eu sou o Emerson, sou engenheiro de VOPS aí há pouco mais aí de de 9 anos, né? Trabalho aí voltado à orquestração de serviços, cloud e eu também ministro treinamentos, né, voltados a DevOPS, né? Então é uma honra Estar aqui presente aí de vocês, né? Ao lado aí dos meus colegas Gustavo e Paulo aí que a gente trabalha junto, faz muita gambiarra aí para resolver problema, né? Então, então sobre mim é isso aí. >> Vai lá, Paulo. >> Bom dia, pessoal. Eu sou o Paulo.
Eh, eu também junto com o Emerson, com Gustavo, também sou engenheiro DevOps aqui na For Linux. A gente atua junto tanto como eh analista de infraestrutura quanto eh consultoria, né? Eh, eu já atuo nessa área já tem bastante tempo, desde 2011 atuando com DevOps, infraestrutura e sobre mim é isso. >> Vai lá, Gustavo. >> Bom dia, pessoal. Eu me chamo Gustavo, também sou construtor, né, como a gente chama aqui na For Linux, nossos nosso time de construtores e instrutores. Trabalho na área também de engenharia Deviops, tá? Eu gostaria de dizer que se a Gambiar não
deu certo, a culpa não é Minha, tá? A culpa é da, >> mas estamos é a culpa, a culpa é da Iá e estamos aqui juntos, justamente hoje, né, para falar um pouquinho de IA e como a gente tá colocando, né, esse esse negocinho tão famoso aí dentro da nossa área e como ela nos ajuda no dia a dia. >> Ô Denis, a gente tá precisando ter barba e bigode, hein, cara? Porque, meu, >> estamos estamos fora de moda, né? >> Parece que é virou febre o negócio. Vai Lá, Denis, começa aí a pergunta. >>
Bom, eu queria perguntar para aí, pode responder na mesma ordem aí. Eh, quando que foi a virada de chave para vocês assim do de colocar IA no dia a dia, seja pro trabalho, para estudo e etc, né? A gente sabe que tem um momento de transição e eu queria saber em que momento isso aconteceu e por que vocês Não, eu preciso usar esse, preciso começar a usar Iá. >> Bom, começando comigo, acho que começou Acho que um ano e meio atrás que eu comecei a observar como que a comunidade na gringa tava se comportando referente
a Iá, né? o tanto de factory que tava surgindo já sendo projetada para ser usada com IA, principalmente com o Cubnets, né? Cubernets, minha principal área, né? Eu comecei a observar o quanto o pessoal estava trazendo ali algumas ferramentas e para ajudar a desenvolver manifestos, corrigir manifestos e até tratar problemas, né? Então eu comecei, Eu comecei a pensar, então acho que eu tenho que me enquadrar um pouco nisso aí, né? Eu já tenho conhecimento sobre a ferramenta, certo? Então, eu teria entender como que eu posso usar a IA e para me ajudar no dia a
dia, como que ela pode me auxiliar ali a tratar alguma situação com o cliente, eh, tratar ali algum tipo de problema específico, né? Então, eu comecei a a me engajar mais sobre isso, comecei a estudar, comecei a a entender como que Funciona ali o background da IA, né? Como que você desenvolve o modelo, como que o modelo se comporta, né? Então, foi pouco mais a de um ano e meio aí que eu tô tô aí envolvido nisso. Ô, ô, Emerson, você escreveu um livro, cara, ou não? >> Isso. Escrevi um escrevi um ebook. >> Eu
escrevi um e-book voltado a Cubernets, né? Um um manual básico ali para quem não tem conhecimento nenhum sobre Cubernets, trazer ali um comparativo do que que é VM, a Infratadicional e microsserviço, né? Então, para quem é iniciante, eu também fiz um e-book, né, para complementar um uma palestra que eu fiz sobre IA com Cubernets, né? Então eu trouxe um ebook ali para discutir, né, para engajar o pessoal a pensar um pouco diferente a partir de agora, né, para entender como que a IA pode ajudar um SRE, pode ajudar um engenheiro de VOPS é no seu
dia a dia, né? São dois ebooks aí que eu que eu publiquei aí recentemente. >> Tá bom? Vai lá a pergunta do Denis. Continua pro Paulo e pro Gustavo. Primeiro Paulo, aí >> eu tive um contato com o IA já bem cedo. O meu primeiro contato foi logo no lançamento do GPT, do GPT3, se eu não me engano, ou do GPT4, eu não me recordo ao certo. Eh, eu sempre fui uma pessoa muito curiosa, eu sempre gostei muito de pesquisar e ler sobre vários assuntos, né? Eu gosto muito de astronomia, de gastronomia. Eh, então eu
sempre usei muito para eh sanar dúvidas sobre assuntos em geral. Eh, eu sempre utilizei muito a IA também. Eu tenho um envolvimento muito grande com organização de evento, de comunidade eh e apresentação em palestra para evento para eh fazer muita analogia. Eu gosto muito de apresentar alguns temas técnicos fazendo analogias com situações não técnicas. Aí me ajudou muito a elaborar essas analogias para poder fazer palestra. E no trabalho, eh, na parte mais profissional, eu sempre fui um cara muito eh de documentação. Eu gosto muito de aprender coisa técnica lendo a documentação oficial. E nesse ponto
a IA também ela ajuda muito você a buscar na documentação oficial e e já trazer aquilo de uma forma compilada e mais inteligível do que só a parte muito técnica daquele assunto. >> Só um parênteses, cara. Eu comecei a usar a a GPT 2, cara. Você tá falando da Três, da quro. Comecei com a com a dois. Era horrível. >> É, foi >> horrível. Eu conversei também com a dois e foi quando eu falei isso aí não tem futuro não, >> vai lá. É um salto absurdo, né, >> cara? Falando um pouquinho sobre do meu
uso com IA, é até curioso porque eu começo a trabalhar com IA, na verdade, em 2015 e aí antes de ter todo esse bunda iá, eu Trabalhava numa software house, onde a gente tinha algumas integrações ali junto com o IBM e o Watson. Então, pouco se falava, né, de agenerativa naquela época. E aí a gente conseguia criar alguns alguns botes de atendimento para clientes utilizando a IBM Watson, mas nada muito muito próximo do que a gente vê hoje, né? E eu acho também, né, que e por ser assim assim na época ainda 2015, 2016, nessa
época mais ou menos ali, a gente não tinha muita documentação, não Tinha muito estudo sobre, né, obviamente que por debaixo dos panos nas grandes bigtechs, tinha, né, esse envolvimento muito grande. E como um bom brasileiro, só como quando alguma coisa vira padrão de mercado, o que que a gente vai entrar de cara, né? Quando a a Openiz chega ali há 3 anos e meio atrás, mais ou menos, né, falando um pouco primeiro e você escuta você, pô, vamos dar uma lida sobre isso aqui. Então, de fato, no dia a dia, né, se a gente for
dizer que a Gente tá utilizando em a mais, né, de 3 anos para cá, que quando a Open lança ali os primeiros modelos, como Marcelo falou, realmente eram horríveis para se utilizar, mas era um avanço tecnológico absurdo, né, pr pra época, né, se a gente parar para pensar o que é IA hoje, o que é há três anos atrás, é um salto gigantesco. Então, de fato, de 3 anos para cá, foi quando eu comecei a implementar, né, IA no meu dia a dia ali. E podemos dizer, né, existe existe Uma uma era pré-ía e uma
era pós IA e não tem como não tem como negar. Ô, >> ô, Denis, o Mas antes da GPT 2, eu e você, a gente mexeu com Machine Learning junto com o Leonardo, que ele é doutor em machine learning. >> É >> e justiça seja feita, como que é o nome dele completo, cara? Leonardo >> Amorim. Leonardo Amorim. Eh, a gente colocou pontuação de redação com machine Learning nas redações da Hankdone, num negócio que não tinha no Brasil. >> É um negócio muito avançado, >> muito avançado. E e ali antes da GPT2 eu percebi o
poder de fogo que esse bicho tinha, porque a gente fez uma competição nacional, >> sim. de quem ia ter a quem tivesse a melhor nota iria ganhar um Kindle e ganhou uma dançarina da Bahia, uma baiana com uma redação linda. E a gente pegou o tema da redação do do Enem, né? E ali a gente teve uma experiência, foi que eu tomei um susto, porque eu não esperava que o negócio fosse tão poderoso. E o Leonardo Amorinha ali, com conhecimento que ele tinha, um paper que ele tinha publicado, a gente é mais ali da parte
técnica para fazer as engenharias pararem em pé, foi um negócio assim absurdo. Mas só queria fazer esse parênteses aí antes de você mandar a próxima pergunta. >> É, foi bem foi bem antes do do Surgimento das LLMs, mas que nem com o como o Gustavo comentou, né? Eu acho que a grande virada de chave vem, né, com com o GPT, até pela facilidade, né, porque se a gente eh a gente pegar assim até mesmo o que nós fizemos, né, e o que era o que que era feito antigamente com Machine Learning, com IA, era coisas
específicas e pontuais, né? Exemplo que o que o Gustavo citou, né, sei lá, criar eh bote de atendimento com processamento de linguagem natural utilizando o Watson, né, coisas muito específicas, né? E o que nós fizemos também assim, muito complexo e avançado, né, paraa época, né, principalmente por não ter nada de LLM, mas assim extremamente específico, né, focado, voltado pro para um uma funcionalidade, um nicho bem bem específico, né? >> Ela fazia três coisas. Ela pontuava fuga ao tema, a >> correção ortográfica. correção ortográfica, que até aí tudo bem, um Negócio, não é o bicho s
cabç, mas fuga ao tema é um negócio extremamente complexo. >> E o terceiro era fuga tema, ortografia e semântica. É, >> cara, extremamente complexo. E eu vi as fórmulas lá do Leonardo Amorim, aquilo >> absurdo. >> É o o o interessante, né, no assim, tecnica, a solução dada para Fugatema, que é muito incrível, né, usar o próprio range para para avaliar se um um dos eh Uma das redações tá fugindo ao tema, né? Então é bem >> e precisava de no mínimo 35 redações para você começar a ter. Se você tivesse só duas, você não
ia conseguir fazer um [ __ ] aprendizado aquele negócio. >> É bom assim, eh, falando um pouquinho do do desse desse novo movimento, né? E toda vez que surge uma uma algo novo, as nomenclaturas vão surgindo também, vão surgindo novas áreas e e agora tem vários termos novos, né? Então, por Exemplo, pra minha área assim, o que tá muito sendo falada é vibe coding, né? E e pro pro mercado a gente tem escutado muito sobre o IAOPS. Eu queria que vocês falassem um pouquinho aí da visão de vocês sobre o o IAOPS e assim, é
só mais um termo, eh tem sentido de existir, é uma nova área que tá surgindo. Então, queria que vocês eh dissertassem um pouquinho sobre isso. >> Ah, bacana. Eh, tem muito sentido, sim, né? Porque a gente já trabalha em Operações, é, na fogueira, né? resolvendo o problema e ao mesmo tempo, às vezes a gente não tem um tempo específico para gerar um relatório de alguma coisa, né? Então a gente tá o tempo todo ali sofrendo. E quando a gente encontra ali uma forma de trabalhar com IA para você analisar um log, e te ajudar com
observabilidade, eh gerar ali um relatório ali, nem que seja básico, né? Já te ajuda muito, você ganha um tempo, né? Então isso tá sendo Muito importante aí pra gente, né? Eu estive no no AWS Summit duas semanas atrás. Eu acho que 80% das das dos stands estavam falando de a todo mundo trazendo algum produto, algum produto ali, eh, que ajudasse o seu produto já existente, já consolidado no mercado com IA. >> Então isso tá sendo, >> ô Emerson, os 20% que não tava falando já morreu, viu? >> Hoje quem não tem a tá morto, cara.
>> É >> sim, exatamente, né? Então, então é algo que agrega muito aí o nosso dia a dia de operações, né? Então você ter essa possibilidade de você eh ensinar o modelo a trabalhar da forma que você deseja, você vai ganhar tempo desenvolvendo outras coisas, né? Você não vai perder ali um tempo quebrando a cabeça em algo e tudo mais. >> Legal. Eu acho que hoje a IA é assim, ela é a Ferramenta mais importante que a gente tem para trabalhar, não porque ela resolve todos os problemas, mas é porque ela economiza muito tempo que
às vezes você gastaria eh ou investigando um problema, igual o Emerson falou, eh, lendo um log, a IA vai ler o log e já vai te dar uma um detalhamento muito mais assertivo das causas daquele problema. eh, já vai te dar sugestões de como você pode corrigir. Eh, você vai ler, igual, né, eu mesmo falei mais Cedo, eh, ao invés de você passar uma hora lendo uma documentação, buscando lá dando, fazendo contrl F na documentação técnica, a própria IA, ela já vai te dar já praticamente resumido o os pontos principais da resolução daquele problema. E
também para quando você tá desenvolvendo solução, você encurtar o tempo que você gastaria às vezes fazendo uma documentação. A própria eh pode te ajudar muito a encurtar esse tempo de produzir uma documentação técnica, fazer Um postmem depois de um de um problema mais grave. Eu acho que hoje ela é a principal ferramenta para encurtar o tempo e especificamente de tarefas que até seriam mais repetitivas. Isso aí. Perfeito. E só só complementando o que os meninos já disseram, né? Ali, eu não sou de observabilidade, tá? Mas gosto muito de fazer troublho, né? Olha a log ali
porque tá tá no meu perfil fazer trobo Shoot de ambientes, sistemas, cara. E o tanto que que e a ajuda nisso hoje em dia é um absurdo, né? Hoje a gente pega, sei lá, um problema de, vamos dar um exemplo aqui, eu, Paulo e o Emerson sofre muito. Eh, Cuberns, a gente tem describe de services, de pods, des, né, logs de cada um desses serviços que a gente precisa analisar um a um para entender onde tá o problema, né? No Cubern a gente sabe que um problema acontece em cascata, né? acontece ali um Problema no
service, ele vai escalando até, né, o último a última unidade ali que é o pod. Então, com IA isso ficou muito prático da gente poder debulugar hoje em dia, né? Ter o a IA integrada diretamente ou no Cubernets ou da gente levar isso para um IA local nossa para poder fazer análise do log, né? Trazer essas informações. Então, o ganho de produtividade hoje em dia que a gente tem com inteligência artificial voltada pra nossa pra nossa área, né? Falando Mais sobre AIOs, né? Como a gente como a gente chama, é um negócio absurdo, né? Hoje
trabalhos que a gente faria em sei lá, 2, 3, 4 horas hoje em dia, a gente consegue reduzir a carga disso em 40 minutos, em 30 minutos, né, para fazer a primeira pré-análise ali, entender se realmente o problema é aquele, né, se o que realmente foi extraído ali da IA tá correto, né, fazer os debugs, né, correções e possíveis, né, implementações corrigidas aí. Então, Cara, e eh no no que tang hoje mesmo é absurdo tanto que isso ajuda a gente. >> O, eu sei que a For Linux não trabalha com dado do cliente ali, né?
Eh, mas como que vocês lidam ali com o cliente na ponta no em relação a IA? Eh, eh, dos dados não irem para IA que qual qual que é a como é que vocês fazem? Certo? Começando comigo, eu costumo utilizar uma IA local, né? Uma plataforma que eu gosto muito de usar é O Lama, né? O Olama ele ele traz ali a possibilidade de você configurar um servidor local, né? Ele não necessariamente precisa que o seu servidor use GPU. Você pode fazer o processamento lá do modelo usando o CPU e eu escolho modelos ali open
source. Aí eu consigo fazer alguma coisa. Claro, isso é tudo alinhado com o cliente para ver se ele se interessa em usar esses modelos, né? Então eu costumo usar o OLAMA para esse tipo de processo, porque Vai est tudo ali local, né, a consulta que ele fizer, por mais que eu não tenha eh acesso direto a dados, né, eu sempre tô ali mais a nível de infraestrutura, configuração, né, mas mesmo assim isso já um um grande adianto para mim conseguir me eh fazer a integração do OLAMA com outras ferramentas, né, principalmente com Python, né, o
Python ele tá trazendo muitas bibliotecas já pré-prontas, né, onde a gente consegue se integrar ali com os modelos, né, Então isso ajuda muito ali você fazer ali, né, um script ali para trazer alguma informação. >> Paulo quer complementar, Gustavo? >> Vou complementar. Quer falar, Paulo primeiro? Fica à vontade. Você abrir o microfone aí? >> Não, não. Era só concordar com o que o Emerson falou. Eu também trabalho dessa forma. >> Tranquilo. É, Emerson pontuou bem a questão ali do do OAMA, né? Eh, hoje Inclusive, tá? E falando abertamente para todo mundo que tá ouvindo a
gente, né, no GitHub já tem uma stackzinha do Olama pronto ali para caso qualquer pessoa inclusive queira rodar no próprio notebook, testar, ver como é que funciona, né, fazer algumas operações ali. Claro que com base de computação que que ela tem. O legal do OLAMA para quem tá começando, inclusive é que ele pode rodar a partir de CPU e de GPU, né, ele vai ter uma performance ligeira Ligeiramente, né, grande, diferente entre uma área e outra. Isso é muito importante para quem não quer expor os dados para fora, né? Colocar isso aí dentro de dentro
de uma IA pública, né? Como as IAS da Open, né, da Antropic e por aí vai. Eh, falando sobre um pouco, né, de até de IA privado e opções que a gente costuma dar pro cliente, a gente tem outras opções também em clouds provádas, né? A WS mesmo. Agora tem a Brec lá dentro da WS que pode ser uma Privada que o cliente pode contratar e utilizar diretamente lá para processar todos os dados lá. Na Ajury também temos, né, a Injury Open que é um serviço dentro da para ir a privada também. Então você não
precisa contratar serviços da Open diretamente ou da Antropic diretamente. A gente sabe, né, que Antropic hoje está na WS, né? Então você não precisa utilizar diretamente essas públicas para processar os seus dados. Vocês podem contratar serviço de Cloud que vai pro que vai, desculpa, que vai prover uma infraestrutura, né, privada sua dentro do ambiente deles ali para rodar o que você precisar, seja com Azur Open ou com a WS Redock lá dentro que dá para resolver o mesmo problema. Então a gente consegue, né, disponibilizar várias possibilidades para cliente, seja ele via o próprio Lama da
infraestrutura interna de forma prim também é possível fazer isso. >> Vou dar minha opinião, fazer uma Pergunta pro Denis. Eh, eu sou mais favorável a uma a LLM local, porque eu acho que quando vai paraa nuvem, eu tenho tenho a impressão pelo histórico que a gente teve no mundo dos últimos 20 anos, que a NS, por exemplo, tem acesso a esse negócio, mas sei lá, é, mas só uma uma impressão, ô Denis, o recentemente um cara me procurou, ele fez a seguinte pergunta: Ele é dono de Um uma riqueza deuns dados ali eh, sobre um
conteúdo específico e ele falou assim: "Pô, eu não vou pegar esse conteúdo para gerar alguma coisa ali, acolar". Eh, qual que é a sua opinião, cara, sobre os dados eh do do dos clientes, as informações que que tem? Qual que é a tua opinião? Eu sei. Ô Rodolfo, Rodolfo, Marcelo, eh, eu acho que é um pouco de utopia esse negócio de vocês, eh, essa preocupação com a ah a LLM e a Openai e A as Big Techs vão usar os dados para treinamento. Eu acho que eles já têm, porque eu fico fico imaginando, né? Usaram
já. Eu fico imaginando, eu fico imaginando, por exemplo, você pega uma empresa, >> toda a estrutura dela tá na GCP e aí ela vai se preocupar em usar o Gemini como LLM. Então aí às vezes usa até o o além de toda a infraestrutura tá na GCP, usa o Gmail também paraa comunicação interna. Aí vai se preocupar Em treinar eh usar a a o Gemini para para como LLM, como solução, porque o Gemini vai usar os dados. Então eu acho que é meio, >> eu também acho que já tá tudo, é, também acho que já,
eu, eu acho, mas tem um dado que eu acho que não tá lá, mas posso estar enganado, né? Acho que tem vários que não estão lá, mas, por exemplo, o dado de saúde, eu tenho a impressão que não tão lá, eh, porque eu não vejo muitas coisas de medicina super Avançado, sofisticado, mas eu posso estar enganado, tá? É, outro dia eu tava eh eh minha esposa tava usando o Deepsique para fazer fazer uma pesquisa sobre produtos para rejuvenescimento e foi cada coisa que apareceu lá que você fala: "Caramba, tem até eh coisas eh que ainda
não foram lançadas e o DPSI que ainda deu um warning avisando que que é um estudo ainda que não foi lançado, que é que protegido por por patente, etc. Legal. Vai lá, manda a pergunta. Snuca esses caras. É, é assim, eu eu ainda essa minha pergunta não é muito para esnucar, não. Tá, tá leve ainda. Mas eh eu >> eu eu vou eu vou explicar um pouquinho de do que eu estou fazendo e eu queria ver eh eh tecnicamente ali como vocês estão utilizando também. E e é claro, voltado pra minha área e aí vocês
vão falar voltado pra área de vocês, né? Eh, eu falei do AI Ops aí que vocês acabaram De de dissertar e e eu e na minha área tem um termo que tá muito famoso, né, para desenvolvimento, que é o vibe coding, né? E e eu tô tentando abraçar isso mesmo com com eh com profissionalismo, né? Então, e e eu passo muita raiva, passo muita raiva no sentido de eh eu tô aqui desenvolvendo e eu não quero programar, não quero digitar uma linha de código, quero que a IA faça tudo. E às vezes eu fico travado
em um problema que é ridículo, mas eu Não quero ir lá resolver. Eu quero que ela resolva. Então, eu tô tentando encontrar formas de mudar o jeito como eu converso com a IA, porque muitas das vezes o problema não é ela e é e sou eu, né? Às vezes eu não eu não descrevi o problema corretamente e tem coisas que se eu tivesse desenvolvendo eu ia fazer, né? Então ia olhar num log, então eu estou me habituando a fazer isso, né? Então ao invés de simplesmente falar: "Ó, tá dando problema aqui, eu vou lá, Entro
no console, pego, copio o log, jogo para IA, às vezes eu acesso o próprio log da do servidor, copio, jogo para ela ter uma um noção. E eu vou instruindo ela a fazer coisas que eu faria se eu tivesse programando, né? Então, colocar aqueles debugs no código lá, eco, print, etc., para ela para ela se situar. E mas ainda assim, muitas vezes eu perco muito tempo com isso, mas eu quero chegar num num formato onde eu consiga 100% fazer com que ela consiga Desenvolver. E eu queria saber como é que vocês estão fazendo assim na
na prática assim tecnicamente com tecnologias que vocês utilizam. Eh, como que está o o o trabalho com com o IA, né? se ela já tá conseguindo fazer, qual a porcentagem que ela tá conseguindo resolver e qual que é o trabalho que vocês têm para consertar coisas que ela não fez corretamente ou coisas que ela nem conseguiu chegar a fazer. Posso posso ir lá? Acho que levantei a Mão aqui, >> cara. E e entrando um pouquinho no na tua área, né? A gente acaba fazendo vibe code aqui também, porque a gente escreve muito código para infraestrutura,
né? com terraformable e por aí vai, né? Então a gente acaba também caindo nessa área. E aí eu eu quero compartilhar, Des, que essa raiva é igual, tá? Ela não muda não paraa equipe de devol de de desenvolvimento ou para operação. Essa raiva é a mesma. Mas graças a Deus a Gente vai aprimorando, né, nossa parte de areninha de prompt, ferramentas que a gente trabalha para poder conseguir, né, ter o menos de estresse, né, possível ali, o menos de erro possível também com com a IA. Eh, claro que hoje a gente tem, né, zilhões de
ferramentas para IA, MCP, Hooks, Cloud Code, né, além da gente ter as próprias LLMs aí eh públicas, como a gente tem, né, no browser, como a gente fala. Cara, hoje em dia, né, o meu nível de acerto, ele Já é é muito bom, tá? É favorável, tá? Para ser bem, para ser bem sincero, hoje eu já consigo fazer acho que 80% do trabalho, principalmente de de IAC, utilizando utilizando IA. O cloud decode é uma ferramenta que me auxilia muito, porque eu consigo ter, por exemplo, se eu vou escrever um código terraform e eu preciso ter
no terraform o validador dos providers, eh, o validador de outputs, eh, eu preciso ter um validador para as variáveis, com o cloud code, eu consigo, Por exemplo, adicionar o MCP ali da Hashcop Terraform e consigo criar hooks den. Para quê? para que toda vez que a IA terminar de escrever um código, ela terminou de escrever, por exemplo, provider e passou o provider ali. Versão do provider que tá utilizando. Toda vez que ela terminar de escrever o provider, ela vai chamar um hook. Ela vai executar esse esse esse arquivo de provider para validar se o provider
existe aquela versão, se tá OK. Assim que ela Terminar, ela consegue iniciar a nova etapa. Então hoje a gente consegue, não só com engenharia de prompt, né, saber como a gente escreve, como a gente pede. A gente costuma falar que 90% do aceito da IA é o que a gente pede. Realmente é, não tem como a gente fugir disso, mas as ferramentas a mais, né, que estão sendo desenvolvidas, estão sendo feitas, é o que tá trazendo bônus pra gente aí, como em MCP, como eu falei, os próprios hooks, né, os pré-comits e os postcits Do
próprio da própria cloud code ali que a gente consegue fazer, é uma coisa que tá tá sendo absurda pro nosso dia a dia, né, tá trazendo muito mais produtividade. Então eu consigo, sei lá, se a gente for botar, botar uma faixa, por exemplo, de desenvolvimento, hoje eu consigo economizar 60% do tempo de escrita de código IAC, por exemplo, porque a a própria A ela consegue e me dá o código, ela mesmo faz ali a revisão do código, né? A gente passa ali um code Review, um agente code review já preparado para isso, cara. E assim,
é, professor, né? O vibe codio também tá aqui do nosso lado e essa raiva aí que você sentiu também não era diferente não, mas a gente tá trabalhando com essas ferramentas para poder diminuir. >> Legal. >> Exatamente. Até complementando aí que o Gustavo disse, eu acho que o que me ajudou muito a ter êxito sucesso foi a engenharia de prompt. Eu acho que você Escrever um prompt bem estruturado ajuda muito aí trazer a informação correta, porque às vezes você escreve alguma coisa, depois você escreve outra, acaba causando uma alucinação ali no chat e ele começa
a misturar informação e você se perde ali no que tá no que tá construindo, né? Então essa questão de você elaborar bem o prompt e essas outras ferramentas adicionais também tá ajudando bastante aí o dia a dia. >> Eu gosto muito de automatizar tudo, né? Eu sou um cara, o cara do script. Para tudo o que eu faço mais de três vezes, eu crio um script para fazer. >> Maravilha. É, >> eu cheguei num momento do vibe code que eu tava percebendo que às vezes eu tava passando mais tempo brigando com a IA e escrevendo
prompt simples. Então essa parte da engenharia de prompt eu evoluí também com essa dor aí que você citou, Denis. tive que evoluir na na na base da porrada para Poder passar mais tempo, né, apreciando o script do que escrevendo o prompt que vai escrever o script para mim. >> Ô, eu vou eu vou fazer uma brincadeira. Vou pegar aqui esse bonequinho, vou fazer uma uma brincadeira. O teve um curso, cara, que eu fiz, eh, foi remoto no MIT de IA, >> certo? E uma das aulas era sobre vibe code, eh, no coder, bá bá blá.
E aí, professores, eles comentaram o seguinte: "Olha, o que você for fazer com Vibe Code, ah, tá muito no início, só que esse bicho vai melhorar de uma forma absurda." Então, é como se as LLMs para código fosse esse cara aqui, só que esse cara vai se transformar no grande no grande Yoda. Eh, e como que isso vai ser conseguido, né? Eh, na África eles tiveram o trabalho de colocar label e muita coisa, muita coisa. E hoje esse trabalho não existe mais, porque aí a as LLMs ficaram boas para caramba. E agora eles estão Começando
a a vamos dizer rotular, não é exatamente rotular a palavra, mas para refinar o conteúdo que é produzido com gente eh com conteúdo mais sofisticado, a cara de PhD, desenvolvedor de software profissional. Então, na hora que as LLMs coloca para fora os códigos num tão bom, ele corrige na mão e devolve esse código. É uma forma de label para isso. Eh, isso vai ficando cada vez mais sofisticado, que vai chegar uma hora, porque muita gente critica aí, ah, fala: "Puta, não tá bom, esse negócio não fica aqui n putz, esse negócio não funciona, vou fazer
eu mesmo". Ó, tá vendo? Não falei aí. Muita gente faz isso, mas a gente tá aá é um bebê ainda, vai ficar numa sofisticação tal que não vai ficar só 100% pronto, ele já vai vir com os problemas de segurança possivelmente corrigidos em relação a aprendizado que ela teve de códigos antigos que tem um monte de furo de segurança. Sim. Ela faz códigos, eu acho que eu não sou Especialista na área, mas eu sei que ela deve pegar código lá e trazer furo de segurança. >> Então essa raiva que tem, eh, cara, é o que
você falou logo no início, Denis, no primeiro podcast, eu tô assistindo tudo acontecer, >> cara, assiste porque é uma, esse negócio vai ficar pronto. É uma questão de de tempo. Ninguém sabe exatamente quanto tempo, mas não vai levar aí 30 anos, 20 anos, não vai acontecer isso. E ela vai Ah produzir um código, na minha opinião, fantástico, porque eles contrataram gente para trabalhar esse tipo de assunto. Eh, o cara que a meta contratou ali por bilhões, eu desconfio que uma das coisas que ele vai fazer é resolver esse tipo de de problema, porque já sabem
e aonde tá o problema, eh, o caminho para resolver. precisa de gente boa para devolver a resposta correta para para ela, para ela absorver Isso, uma quantidade absurda, reproduzir dados sintéticos dessa correção e realimentar. Então, essa notícia eh a gente tá ferrado. >> É, mas já melhorou muito uma uma coisa que ah, sei lá, não vou parece quando a gente tá falando de a parece que a gente tá falando de anos, né? Mas então falando de meses, né? coisas que, sei lá, ano passado já eh eh ela não fazia e hoje já faz. eh, entender
o código, uma aplicação já pronta antigamente, no o Ano passado, eh, ou no começo, né, dificuldades que eu tinha é se ela construiu um código, ela construiu a o código, a aplicação, seguir a partir dali com o desenvolvimento era bem era bem tranquilo ou menos traumático. Mas se eu pegar uma aplicação pronta, que não foi ela que criou e pedir para ela construir alguma coisa em cima da ali, era difícil. Mas hoje já tá fazendo. >> Mas é, ela ainda tem um limite e de 200k de tokens, não tem isso? Tá nesse limite Ainda. >>
É, ainda ainda tá, né? Mas o o que eu quero dizer é, ela hoje ela consegue, por exemplo, eu pego uma aplicação pronta, eu peço para ela analisar a aplicação, ela consegue entender toda a aplicação e se eu pedir para ela desenvolver uma classe e que estenda uma outra classe existente, ela vai conseguir fazer >> o E e se a aplicação tem mais da quantidade de tokens que você tem para Dar o input, como você resolve esse problema? >> Não, não, hoje não, hoje não tem como resolver, né? você você tem que você tem que
ir de eh lidando em partes, né? >> Uma possível solução não seria fazer um resumo, pedir para ela fazer um resumo dessa parte com resumo daquela e e é que eu eu não eu não vejo necessidade disso, tá, hoje, porque eh os problemas que você vai atacar são pontuais, né? Você não precisa de todo o código para que Ela desenvolva, né? Então, >> é que você conhece a aplicação para saber recortar o ped, entendeu? Exato. É, agora uma, >> mas mas quem não conhece, >> não, quem não conhece aí não, aí teria que fazer de
outras formas. O resumo, é uma possibilidade, >> é a possibilidade. Eh, uma outra uma outra coisa que eu eu queria eh discutir com vocês eh no mundo de desenvolvimento, né, que assim eu acho Que eh é onde aí há mais eh mais impacta, vamos dizer assim, né? Porque hoje, pensando em em em carreira de desenvolvimento ou da profissão de desenvolvedor, hoje uma pessoa que não conhece nada de desenvolvimento de programação, conhece uma linha de não conhece nada de programação, ela consegue criar eh uma aplicação, seja web, desktop, eh, mobile, qualquer tipo de aplicação, ela consegue
sair do zero a a ao deploy com Uma só com IA, sem conhecer nada. Eh, claro, isso gera outros problemas, mas não é não é a discussão aqui que eu queria ter com vocês. Eu queria eh no mundo de de devolves, né, e de infraestrutura. Eh, nós chegamos nesse nível também um um leigo em infraestrutura e e desconsiderando a parte de da facilidade que as próprias clouds já dão, tá? Porque eu ainda acho que que mesmo mesmo com cloud hoje eh você precisa ter um conhecimento técnico Para subir uma infraestrutura, né? Eh, aí chegou nesse
ponto um uma pessoa que é não conhece nada de infraestrutura, servidor Linux, não conhece nada, ela consegue subir uma uma infraestrutura hoje com 100% cunha sem saber nada. Pô, é um ponto legal. É, eu tenho uma opinião pessoal sobre isso, né, que eu até até se a gente sair um pouco da IA, eu acho que para você vivenciar a vida Devop, você tem que ter o básico de redes so por exemplo, senão você não Consegue administrar as ferramentas. Então, só coa e você tentar montar infra, talvez você até consiga, mas no primeiro erro você consegue
resolver na primeira falta de comunicação. >> É boa, >> né? Então, então essa esses pontos assim eu acho que ainda acaba sendo complicado porque cada SO tem uma particular qualidade. Então o que você faz no Deb aí no Bunto, você não faz no Suzi, você não faz ali no Redhead, às vezes você Não faz no Windows, né? Então às vezes o que você faz ali a nível de camada de rede, né? Acaba sendo um pouco problemático a isso, né? você pode até conseguir subir, né, a sua rede, né, a sua rede, a sua infra, a
sua VM, mas e os problemas que vão surgir, né, de comunicação e o tudo mais, né? Então isso acho que essa complexidade ainda, >> mas o Emerson, eh, eu acho que é ponto, mas só fazendo uma, mas quando surge os problemas, você também usa IA para de Certa forma e ir mais rápido na solução? Não, não tô falando que o cara que não sabe nada eh vai conseguir sair do outro lado. Eu acho que não sai, mas ele consegue subir, eu acho. Mas você useá para ajudar a resolver os problemas que surgem, correto? Só uma
dúvida. OK. >> Mas ainda ainda assim, ô ô Emerson, eu eu entendi o seu ponto e a gente tem isso também com desenvolvimento, tá? o o mesmo, sei lá, pensando no cara hoje que ele vai criar uma aplicação sem saber Nada, ele tira ela do papel, mas ela não se não se sustenta. Isso já tem vários casos reais ali do cara conseguir tirar do papel, mas por não ter conhecimento e em desenvolvimento, ele ele não consegue sustentar a aplicação a longo prazo. Ele vai precisar de de de um time especializado. Mas eu hoje conseguiria subir
uma infraestrutura só com prompt? >> Cara, eu acho que algumas básicas sim, né? Se o pessoal quiser complementar, né? Por exemplo, você montar um cluster De cubernetes com IA, talvez você teria alguns problemas ali a entender como que cada componente se conecta, né? Eu nunca tentei isso, sabe? Pegar ali o prompt, ah, me oriente como criar ali um cluster, né? Então eu acho que que seria possível montar. Eu acho que a gente só esbarraria mesmo nesse problema pós, né? Ou talvez durante, né? Se surgiu alguma coisa ali que o Prompt trouxe que hoje já não
funciona tão bem, né? que pode ser que ele busque um dado ali que não Seja tão atualizado sobre aquela tecnologia, né? Talvez a gente tenha algum problema, mas a princípio assim respondendo, eu acho que sim em partes, né? Você consegue pelo menos uma VM na WS você consegue subir com a forma, né? Ele vai te orientar a autenticação, vai te orientar como subir, né? Então você consegue dar o play. >> Entendi. Mas mas ainda ainda não ainda não é tão simples, né? Quanto digitar um prompt, né? Não, num >> é exato. Eu acho eu acho
muito mais simples se você gerar, por exemplo, um script Python e com apoio da IA para fazer alguma consulta do que às vezes montar uma infra completa. >> Entendi, >> né? Eu acho que ainda tem esse ponto. >> Deixa eu dar o meu relato legal sobre isso até. O Paulo pode até abrir também para falar ali se se tem a opinião parecida. E aí eu vou dá um pouquinho no gancho, Denis, o que você falou junto Com Marcelo em relação ao desenvolvimento, né, para dev e tal. E de vez em quando eu gosto de brincar
um pouquinho de desenvolvimento ali, né? gosto de mexer com desenvolvimento JavaScript, então mexo com next JS, depois mexo com NoJS no no back end. Gosto de ficar brincando em casa para estudar e fazer algumas coisinhas. Eh, eu como uma pessoa da área de infraestrutura, né, de devops, eu tenho a impressão que o fine tunic feito na Nas LLMs para desenvolvimento, né, de linguagens de programação em si, eh JavaScript, Python, PHP, Java, ele é muito melhor do que para IAC. Os meninos devem ter essa mesma percepção. Por exemplo, eu não sou desenvolvedor, mas eu consigo sair
melhor sem ajuda de ferramentas em desenvolvimento puramente da IA, puramente com prompt IAC. Então eu consigo ter melhores Resultados. Então quando a gente fala assim pra infraestrutura, será que alguma pessoa consegue subir uma AVM? Consegue, consegue. Agora tu fala assim, ó, vamos preparar um cluster EKS na WS com, vamos, vamos chutar com cinco promptes, um atrás do outro. O primeiro responde, segundo responde, terceiro responde, quarto responde, quinto responde. Eu acho que ainda não consegue, mas eu acho que é um processo de tempo, Tá? Eu acho que é um processo de fato de finitân ali das
Llms. Eu acho que hoje ela tá muito preparada para linguagens de programação do que para códigos do tipo HCL, por exemplo, entendeu? Então eu acho que é só questão de tempo mesmo, mas que consegue, como falou, que consegue consegue. Concorda, Paulo? Também? >> Eu concordo em partes. Eh, eu acho >> agora ficou bom. Agora ficou, agora eu tô gostando. >> Eh, eu acredito que a com o desenvolvimento não não seja uma questão de fine tuning na própria IA em si, sabe? Eh, no desenvolvimento, a maioria das pessoas que fazem o Vibe Coding, eh, igual Denis
citou, elas estão automatizando alguma coisa que elas fazem no dia a dia, por exemplo, ah, pega essa planilha de Excel, transforma isso aqui, pega todos os dados aqui e cria um resumo, cria uma análise. Nesse ponto, a IA consegue Ajudar a pessoa e criar uma aplicação em Python que faça isso, sem a pessoa entender nada de código. é com a infraestrutura e a gente consegue subir sim, uma pessoa leiga consegue gerar um código que suba uma infraestrutura simples, mas eu acho que quando a gente fala, por exemplo, de cultura DevOps como um todo, eh, nem
precisa ser tão complicado quanto subir um cluster do do Cubernetes. Se a pessoa, por exemplo, ela vai pedir para para uma IA criar uma Pipeline, ela precisa saber o que ela vai pedir. Eu acho que com a a infraestrutura eh não você não consegue muito ser generalista demais. Você precisa saber o que você quer para você saber o que você precisa pedir. Uma pipeline, por exemplo, você precisa pedir, ah, faça uma pipeline para mim. Você tem que dizer os estágios da pipeline que você quer, como que vai fazer o build, como que vai fazer deploy,
se vai ter SAST, se vai ter Análise de código, eh, né? E isso assim só para você construir a pipeline com a infraestrutura hoje, apesar da gente hoje já trabalhar, muitas das vezes trabalhar com o estado da arte da infraestrutura, que é abstração em cima de abstração, em cima de abstração, você não precisa se preocupar com rede, por exemplo, quando você vai usar uma cloud, mas você precisa saber, por exemplo, qual é o tamanho da VM que você quer, se você quer com um CPU, tanto de memória, Então você tem que ter um conhecimento pelo
menos básico de infraestrutura para você usar IA para provisionar uma uma infraestrutura ou fazer uma implementação de alguma ferramenta de devops mais um pouco mais específica. Eu acho que é nesse ponto que diverge a utilização de IA para desenvolvimento e para provision para provisionar a infraestrutura. Deixa eu fazer uma pergunta para vocês. Eh, quando vocês estão eh trabalhando Ali, o eu tô entendendo que a IA ajuda para caramba a dar produtividade. Eh, não pode repetir, tá? Sem repetir. Qual ganho pro cliente final? Ah, vocês usarem Iá lá pro cliente, qual o ganho que vocês acham
que o cliente final tem lá na ponta vocês usando a IA para prestar o serviço? >> Vai lá, pode começar. Principal ganho é tempo. >> Oi. Vai lá, Paulo. >> A gente a gente sabe que no no mundo Empresarial, corporativo, tempo é dinheiro. E quando ele projet, né, solicita um uma consultoria, por exemplo, e você usa uma ferramenta que te ajuda a ganhar e encurtar o caminho, um às vezes um projeto de de 3 meses vira um projeto de de 15 dias, o cara ganha muito tempo. O cliente ganha muito tempo. Vai lá, sem repetir.
Quem é o próximo? >> Posso ir? Posso ir? Posso ir? Deixa, deixa eu, deixa eu dar um exemplo real. >> Você tá perguntando para chat GPT, né? Você pegou a frase do Paulo, jogou na Jamá outra. >> Queria, queria eu que fosse assim, deixa eu dar um exemplo para vocês realin e em relação a ganho de tempo. Eh, a gente precisou desenvolver um assistente na For Linux, que é o assistente do nosso gerenciador de projetos, né, do nosso do nosso Open Project. E para desenvolver esse assistente, a gente precisava conhecer, por exemplo, a Estrutura da
ferramenta, né? Como funciona o esquema do banco de dados, como funciona, por exemplo, a a API desse desse sistema de gerenciamento de projetos, que é um projeto open source, né? Todo mundo conhece o open project. Então, a gente utiliza essa ferramenta para gerenciamento de projetos. E nesse nesse processo, né, a gente precisou estudar, a gente precisaria nesse caso, né, precisou e precisaria estudar a PI para entender como é que é o esquema de Retorno ali dos, o que é que vem, o que é que não vem, o que é que a gente precisa passar nas
chamadas de API para poder retornar a informação correta pro nosso assistente e por aí vai. Como que a IA ganhou tempo? Isso. E eu, claro, tô dando um exemplo real nosso, né, vivido por a gente, como que a gente ganhou tempo com Asover um sistema que era baseado em A, como que a IA ainda poderia ajudar a gente nesse processo? A gente pegou a Documentação da do próprio Open Project, que é uma documentação pública, vetorizamos essa documentação e pré-criente especialista na documentação do Open Project. Então, a partir do momento que eu chego lá na nossa
assistente e e eu quero agora criar uma future no nosso assistente, que ele vai eh listar os projetos do nosso Open Project, ao invés de eu abrir o site, ler a documentação, entendeu o esquema, eu já vetorizei esse Dado anteriormente, onde esse outro assistente já me ajuda a trazer como que esse dado precisa ser retornado. Então a gente pergunta para esse nosso outro agente especialista, ele traz pra gente o dado conforme a documentação pública que foi vetorizada da Open Project e a gente só cria agora as nossas features dentro com base no que a gente
já conhece ali. Então ao invés da gente abrir o site, pesquisar, ver onde é que tá, copiar o jon ver o retorno, pegar o End point, a gente tem tudo na mão ali já vetorizado bem rapidinho. Em 30 segundos a gente consegue ter o resultado que a gente teria em 15 minutos, por exemplo. Só que você para pensar, pô, mas 15 minutos não são nada, mas são 15 minutos várias vezes no dia, várias vezes na semana, entendeu? Gustavo, mas mas entendi, eu nem sabia que você estava usando dessa forma. Eh, mas qual o ganho final
pro cliente na na >> principalmente na minha opinião? É, em termo, em termos de projeto, tempo, em termos de resultado, é inimaginável, porque se a gente pega, né, o o tempo é tempo, né, a gente sabe que tempo é dinheiro. Paulo pontou muito bem aquilo ali no mundo corporativo. Tem dinheiro. Paulo apontou tempo. Você não pode apontar tempo. Na brincadeira que eu tô fazendo aqui, você não pode apontar tempo, cara. >> Pronto, eu vou apontar, eu vou apontar Resultado. Hoje a gente tem, por exemplo, no nosso time, né, duas pessoas, uma, um techista. né, no
nos projetos ali, eh, paraa pessoa que gerencia os projetos, ao invz dela abrir a plataforma dela e ter que listar qual é o projeto um a um, ela vai ganhar também, né, tempo internamente. Então, tempo no no caso do cliente é resultado, né? O resultado é ao invés de eu precisar abrir minha plataforma todos os dias, eu posso consultar com o meu Assistente qual foram os meus colaboradores que não fecharam os projetos atrasados, quem foi que mais atendeu, quem não atendeu, quais são os pacotes que estão atrasados. Eu posso criar novos pacotes diretamente por ali,
sem precisar passar todas as informações para lá. Então, o resultado disso é imenso, porque no final das contas o meu usuário final, que vai ser o meu cliente ou meu colaborador que tá fazendo a gestão do projeto ali, ela vai ter uma Produtividade muito maior e tudo isso por debaixo dos panos feito com IA mais de uma vez, entendeu? Então o resultado é muito absurdo. >> Entend? Vai lá, Emerson. É, o Gustavo e o Paulo apontou coisas importantes, resultado, tempo e e complementando isso, acho que é agilidade, porque eh se torna mais dinâmico, né, essa
consulta, né, se torna mais dinâmico você trabalhar com IA ali e com o cliente, né? Então ele Vai agregar muito ali, né, nessa questão de de ter essa essa dinâmica, essa agilidade e você consultar os dados mais rapidamente, né? Eh, então a gente acaba falando aqui, né, na brincadeira que não pode repetir, né, mas no final o tempo, né, acaba sendo aí o principal, né, vai ganhar tempo. Então a gente pode até usar ali alguns sinônimos na agilidade, né, esse tipo de coisa, mas realmente vai agregar muito no resultado. >> Eu vou falar um negócio
que assim, a Gente usa na Ford Linux muita IA para vendas, mas para análise do trabalho do vendedor. E uma das coisas que eu percebi é que a acurácia que a Iá produz com toda um monte de relatórios que tem que ler, é uma coisa que eu sinto que o humano talvez não faria tão bem. E isso não tem a ver com prompt ali, né? Tem a ver com isso é uma coisa que eu aprendi no projeto que eu e o Denis, quando a gente começou a trabalhar o Jedi para ir Paraa FINEP. a gente
se aproximou de pesquisadores e a gente aprendeu muito ali como fazer leitura de artigo científico produzido pela academia que parava em pé e são artigos às vezes de 40 páginas. Pá pá, pá, francamente a gente não para ali para ler as 40 páginas do A gente usa Iá para fazer isso, mas a gente sabe o caminho que a gente a gente quer chegar. Mas uma coisa que a gente vê ali em vendas é a curácia das informações que São produzidas. E a gente usa esses artigos científicos para fazer esse trabalho, para fazer eh a linha
que se deve ir ali mais para vendas. Isso é um ganho eh assim enorme que você tem. ganha tempo, não tenho dúvida nenhuma, mas acurácia em cima de uma quantidade grande de informações, pelo menos o que a gente trabalha com vendas, é absurdo. Eh, que que vocês fazem com o tempo que vocês ganham da produtividade? É menos tempo? Pá, pá, pá, que que vocês fazem Com o tempo? Ah, eu tô dormindo mais tranquilo. Acho que acho que melhorou um pouco a qualidade de sono. Acho que essa questão do tempo assim, hoje >> hoje minha preocupação
ela fica mais durante o dia. À noite eu durmo, faço outras coisas. >> Esse negócio que o Emerson falou, cara, é, é, a gente ri, mas isso é muito é é eh e eu várias vezes já resolvi, já resolvi bug quando eu tô deitado na Cama. Não, dormindo não, tipo meio dormindo, meio acordado, pensando no problema e tipo do nada acordo, [ __ ] é isso. Resolvi um problema que, tipo, fiquei o dia inteiro para resolver e com >> Isso é muito real. >> Isso é muito real. Isso é muito real. Quando você tá com
a cabeça livre, você deita, sua cabeça viaja e você lembra daquele, você fala: "Putz, é aquilo ali?" >> É muito real. Epifania já aconteceu Comigo. Acordei 3 horas da manhã com a solução de um bug na cabeça. Apliquei assim que eu acordei e funcionou. >> Mas aí ainda ainda falando sobre isso, eh, com o IA vocês ainda têm ainda sofrem disso de porque assim, uma coisa que eu percebi que isso é é um um ganho inimaginável, né? E aquele bug que levava dias para corrigir ou um dia inteiro assim que às vezes é é uma
vírgula. Detalhe detalhe. você não consegue enxergar. >> Passou despercebido. >> Exato. Com IA não existe mais isso. Você você e quando eu tô falando de I, nem tô falando de nada complexo, falando de chat EPT. Você joga no chat GPT a linha lá, ele vai falar, vai apontar para você. Você não fica mais eh horas ali com aquele problema na tela. >> O a gente já tá chegando no final. O que conselho vocês dariam? Imagine que tem gente que quer tá na posição E eu acho que >> Ô Marcelo, essa aí é uma pergunta interessante
de encerramento, né? Eu queria fazer uma antes, >> não? Então eu quero fazer uma antes da sua antes para depois de encerramento. >> Vai lá. >> Eh, eu comprei um computador que o Denis me indicou. É o computador mais rápido que eu já tive na minha vida. Eu nunca tive um computador como esse, né? e vem com a placa Nvidia 5090 para eu fazer Algumas coisas ali, eh, um pouco mais profundas. Bá. E olhando o computador, ele vem com uma BIOS extremamente complexa, bem sofisticada. E eu senti falta de uma documentação que fala tudo como
a Bill tá para eu jogar numa IA e falar: "Ó, tá aqui, eu quero fazer mudança ABC para eu não ter que ficar eu pesquisando ali, mudando." Vocês não sente falta das ferramentas começarem a mudar para ter esse tipo de Sofisticação a ponto de ele exportar como tá para você jogar numa IA e te falar: "Ó, muda isso daqui". Porque você tem que ou dar print de tela ou ficar digitando tal. Vou dar um outro exemplo, tá? Eu tive que mudar um negócio no Hubort. Ah, o Hubsport é uma ferramenta de CRM, eu acho todas
ruins. Ah, mas mudar um negócio no Hubsport, eu ficando procurando ali e eu bastava uma exportação da situação atual e eu Falasse pro próprio Hobspot, ó, quero mudar tal coisa, tive que pesquisar um monte de negócio para chegar onde eu queria. Vocês têm esses problemas? >> Já tive mais, tá? Hoje em dia, hoje em dia, quando a gente tava falando sobre ferramentas integradas, né, eu acho que o que tá mais crescendo, né, não é nem a parte do melhoramento das IA em si, mas eu vejo que há um desenvolvimento de ferramentas complementares a IA que
Ajuda muito a gente hoje em dia. Eh, e vou te dar um exemplo do próprio chatt, Marcelo. O chatpt tem um modo agent lá dentro hoje, que ele consegue executar um agente diretamente na tua máquina, pegando as informações que você tem para resolver um problema específico. Então, ao invés de você ficar exportando, ele consegue rodar dentro da dentro da própria tua máquina. Eh, o Emerson é especialista ali e tem um exemplo muito claro. O Emerson, em vez De exportar dados para dentro do GPT, por exemplo, o Emerson, ele tem algumas ferramentas que ele coloca literalmente
Iá dentro do Classic Cubernets, utilizando lhama ali numa numa IA local. Eu vou e pode até falar melhor sobre isso. E ele consegue fazer trouble shoot com os dados que já estão dentro do Cubernets. Ele não precisa copiar nenhum dado e exportar para fora. Então, então hoje as ferramentas, né, integradas com inteligência artificial é o que tá mais Ajudando a comunidade de infraestrutura, né, até desenvolvimento no dia a dia, porque a gente já consegue conversar diretamente de fato com a máquina, né, buscando informações ali sobre o que é que tem no ambiente, o que é
que não tem. Então isso ficou muito legal. E aí é o que Denis falou, cara, a gente fala de a parece que tá falando de anos. E na minha visão, Marcelo, de se meses para cá, essas tools, né, essas ferramentas para interação direta com máquina, com Código ali, sem você exportar isso para fora, cresceu de uma forma exponencial absurda. E isso também tá trazendo grandeividade gigantesco. >> Eu acho que esse é o caminho que as coisas vão seguir, pegando o exemplo do do Marcelo, >> eh, de você às vezes precisa de uma ajuda em uma
aplicação e você precisa ir lá tirar o print do que você quer fazer, pedir uma IA externa. Hoje toda a aplicação ela tem lá um um menuzinho com A documentação de ajuda que você tem uma barra de pesquisa, né? Eu acho que o caminho das aplicações é já vir com um agente de IA e e ao invés de ter uma barra de pesquisa, você vai pedir pra própria IA fazer o que você quer fazer. Ah, exporta esse relatório, pega esses dados e exporta esse relatório para mim num CSV com tais colunas, faça uma análise sintética,
né, e e tudo que você precisar, não só a a título de operar a própria ferramenta, Mas também de pedir uma ajuda. Ah, essa planilha que existia aqui não existe mais. o que que aconteceu? Quem fez a exclusão ou pediu uma ajuda mais específica da própria operação da da própria ferramenta mesmo, pô. Exatamente, né? Até para finalizar e puxar o gancho do Gustavo, né? Eu uso hoje o K8S GPT, então ele é uma fictor dentro do Cuberns, onde ele faz um discover ali de problemas e traz para mim os problemas que ele identificou e Linguagem
natural. Então ele mostra para mim, ó, o pod ele está assim por esse motivo, então você pode fazer isso. Então ele consulta a doc traz para mim. E a partir disso, o que que eu fiz? Eu montei um script Python que pega essa informação, ele trata essa informação e monta o relatório para mim lá em PDF, em MarkDAL, né? Então isso ajuda muito, né, essa essa questão, né, as fictoras que estão surgindo ali para você rodar dentro ali e não ter que pegar essa Informação que tá, por exemplo, no Cubernets, ir lá pro chatt outra
ferramenta, consultar e depois voltar, né? você já tá ali direto ali consultando isso. O, antes, só para fechar, bom, que bom que tá desse lado aí de vocês avançado. Do lado de quem, vamos dizer, não é muito técnico, é mais para negócios, não tá tão bom, porque você vai pedir para uma da da própria ferramenta e vem um umas respostas muito fracas e se você tira print de tela, Copia texto, tal e joga para uma outra IA, vem uma resposta muito melhor do que a IA que é colocada ali. E aí entra um problema, ah,
que eu já apontei em outro podcast. Eu sinto que essas ferramentas tão fazendo algum cálculo para melhorar a IA para ela conseguir não perder tanto usuário. Eh, mas mudando o modelo de negócio dela. É só assistir o outro podcast que eu aponto esse problema. Eles estão numa dicotomia De melhorando o IA, eles perdem o número de usuários porque fica muito bom. O cara fica super produtivo com a IA interna, então não precisa de tantas licenças. Com isso reduz o número de licença. Vai lá. >> Eu eu fico imag esse esse problema eu eu acho que
é até normal, né, de existir, porque você pega essas ferramentas fermentas antigas, né, consolidadas no mercado, agora com o surgimento da IA, Né, elas não estão preparadas. A a minha a minha questão era é sobre eh mudança comportamental mesmo, né? Eh, eu eu no início do podcast eu falei, né, que eu eu adotei Iá pra vida, né? Então eu não uso I profissionalmente. E eu nos últimos meses aí eu tive uma assim o comportamento que eu tenho mudou completamente. Assim, eu não me lembro a última vez que eu fiz uma pesquisa no Google. Então eu
uso eh ferramenta de A para fazer várias coisas, até mesmo Coisa se eu for se eu tiver que comprar eh uma geladeira, eu vou usar IA para me trazer, filtrar, especificação, escolher modelo. Eu uso para tudo. E e às vezes eu me pego fazendo coisas que são tão idiotas de serem feitas e eu uso a Iá para fazer. E aí me vem a preocupação, né, assim, a tornar deixar o cérebro preguiçoso, né, que eu acho que esse é o o maior risco pra humanidade. Aí a humanidade, o ser humano fica cada vez mais eh preguiçoso
e emborrecer enquanto As IA passam a ter eh eh mais poder de decisão, mais autonomia e etc. E eu queria que vocês falassem sobre isso, assim, essa questão eh eh o meio termo, né, entre os a e a e se manter ativo, né, principalmente no em aprendizado, né? Às vezes às vezes ao invés de você eh entender uma coisa, você usa e a ela te dá pronto e você só usa aquilo, né? Então acho que isso é um é um desafio grande ali que eu tô me estou me preocupando muito com isso, né, Particularmente. E
eu queria entender de vocês aí como é que vocês estão lidando com esse com esse cenário, essa situação. Bom, da minha parte eu também tô igual a você, Lendes. Eu uso para tudo, né? Então para para consultar preço de produto. >> Ô Emerson, mas mas desculpa, não é um avatar seu aqui, não, né? É você mesmo aí, né? Você não botou aí. Tá bom. Não, dessa vez não. Dessa vez seu presente Aqui. Então eu costumo usar para tudo. E uma coisa que eu que eu tenho observado é que de fato, né, as pessoas de modo
geral assim tão tão usando para tudo, né? Eu vejo gente jogando tarot com com IA, né? Vejo a gente fazendo consulta, né? Eh, psicólogo, de psicólogo com Iá, né? Então esse equilíbrio é muito importante, né? Então eu ainda mantenho os mesmos hábitos. Qual que é o meu hábito que eu sempre tive? Ler livro, Ler documentação, né? Então eu continuo indo atrás da informação mais aprofundada e eu uso a a IA para trazer alguns auxílios de algumas coisas específicas, trazer essa agilidade, esse ganho de tempo, mas ainda continuo ali lendo o livro longo, eh pegando o
doc oficial e lendo o doc oficial, né? Aí depois que eu já entendi, eu eu uso a para poder me apoiar ali em outras coisas mais dinâmicas. >> Legal. Eu eu acredito que é é muito do perfil da pessoa isso, sabe? A pessoa que gosta de pegar atalho em tudo, ela vai pegar esse atalho de evitar pensar muito, seja com IA, seja com a pesquisa no Google, ela sempre vai buscar o atalho para resolver aquele problema que ela tem da forma mais rápida e que gaste menos caloria, né, que gaste menos energia. Eh, eu também
eu gosto muito de usar IA para resolver muita coisa na na minha vida. E igual eu falei, eu sou uma Pessoa muito curiosa. Eu sempre gosto de de pesquisar assuntos de astronomia, de gastronomia. Eu gosto muito de carro, então eu tô sempre pesquisando coisas, informações. E mesmo quando eu vou resolver um problema técnico, eu sempre eh peço o detalhamento para quando eu vou, por exemplo, pedir um trecho de código, eu peço para ir a me explicar o que que tá acontecendo. Eu não sou desenvolvedor, eu tenho uma noção de código, mas eu Sempre peço para
ela me explicar o que que tá acontecendo naquele código. Quando eu vou eh aprofundar muito no assunto técnico, eu sempre peço um embasamento teórico para trazer qual parte da documentação cita aquilo para eu me aprofundar mais. Então, a gente pode eh encurtar o caminho utilizando IA, mas a gente tem que ter esse cuidado de aprender e analisar a resposta que a gente tá tendo ali, né, pra gente poder continuar exercitando o cérebro. É Importante esse meio termo, sim. Um ponto, os ministros falou, concordo com tudo aí, tá tudo certo. Eh, um ponto importante, inclusive nesse
aprendizado com que a gente tem, né, é sobre se aquele dado realmente que tá sendo apresentado pra gente é válido ou não, porque por mais que a gente fique preguiçoso, imagina gente ficar preguiçoso e burro ainda, não é? Então, imagina você aprender, tem diferença, pô. Então, você você pregui Eh o o próprio Bill Gates fala que os melhores funcionários dele eram os preguiçosos, né? Porque gostava de automatizar todos os processos, mas ser preguiçoso e burro é diferente, não pode. Então o eu tomo muito cuidado, né, sobre o o dado que a Iar retorna. Eh, a
gente na Fornx utiliza bastante ali, nossa aqui pelo menos utiliza o Perplex, né, que ele traz dados pra gente ali com base em documentos eh ou documentos reais ou documentos que já estão na Internet ali, né? Ele utiliza Web para poder trazer dados pra gente, o que é muito bom, por exemplo, buscar um dado de uma documentação, se é verdadeiro, se é falso, aprender, fazer uma fazer uma correlação, fazer uma analogia de como aquilo funciona. Então, a gente aprende e estuda muito assim, tá? O fato da IM em si, globalizando o assunto, né, deixar a
gente preguiçoso e tal, eu acho que os a nossa vida, né, o ser humano, nós somos pessoas, nós somos um ser Mutável. a gente vai estar em evolução o tempo inteiro. Eh, falou isso do computador desde desde a década de 80, 90. No final década de 90 falou da internet, depois falou dos smartphones e agora a gente tá no mesmo assunto falando sobre a IA, o quanto ela vai deixar a gente burro e preguiçoso. É claro, em em sua demanda, em seus âmbitos, cada uma delas poderia trazer os meios efeitos nocivos que a Iá também
está trazendo hoje. Mas até onde, Nocivo? Até onde para o progresso, tá? até onde a gente pode ir e até onde a gente não consegue ir se não tivermos ela, por exemplo. Então, é um assunto que a gente vai debater durante décadas, séculos, provavelmente, até o fim da nossa geração. >> Tá bom? Para encerrar, eh, imagine que tem jovens assistindo o vocês e vocês estão empregados, vocês tem um conhecimento, alta taxa de empregabilidade e hoje pro Jovem entrar no mercado de trabalho tá mais difícil. Eh, tem pesquisas mostrando isso, enfim. Eh, que conselho vocês dariam
eh pros jovens para eles se tornarem eh mais empregáveis, apesar de todas as dificuldades que tem, o estado não ajuda a educação do jovem, enfim. E a gente passou, tem gente que veio do nada aqui, né? E enfim, qual o conselho que vocês dariam para esses jovens? Eu ia falar assim: "Vai, Paulo, pode falar que você Trabalha com comunidade, com palestra, você vai falar melhor que todo mundo. Tu começa." >> Então vamos lá. >> Exatamente. >> Eu, apesar de hoje a gente ter muita, muita abstração, eu sempre vou ser o o o cara que defende
o básico, sabe? o básico, bem feito. Então, hoje as pessoas se preocupam muito com o top not da da da tecnologia, né? As pessoas eh, por Exemplo, a pessoa que quer entrar no mercado de desenvolvimento, ela quer estudar um monte de linguagem de programação, quer aprender um monte de de frameworks. Eh, e isso com o tempo eh tende a ser um trabalho altamente automatizável. a a IA vai chegar num ponto que ela vai realmente começar a a escrever código, mas a arquitetura você é você quem vai decidir. Então você precisa entender a arquitetura de um
Software, eh as estruturas de dados, e um bom algoritmo, todas as estruturas de algoritmo que você que você quer na sua aplicação. Isso que é você que vai ter que entender e dizer para Iá. A mesma coisa seria para um profissional de devops e infraestrutura. Por mais que hoje a gente tem eh 1 milhão de abstrações, um cluster cubernetes, por exemplo, é só uma máquina Linux, é só um monte de máquina Linux. Então, é bom você entender o básico de Linux, de Rede, eh, de sistemas operacionais. E a parte básica mesmo da da da tecnologia,
ela não muda. A gente abstrai muita coisa, mas ela não muda. Então, quem quem quer entrar no mercado hoje tem que entender que em pouco tempo muita coisa de de desse trabalho que é puramente intelectual, ele vai tá automatizado, mas o básico vai continuar sendo o básico, a teoria vai continuar sendo a teoria, né? A a arquitetura e a estrutura da tecnologia continua sendo a Mesma. São os fundamentos, né? >> Alguém quer complementar, falar alguma coisa? >> Eu eu eu quero complementar. A gente tem que parar para pensar que em 10 anos o comandante Hamilton
perdeu o emprego dele por causa de um drone. Lembra do comandante Hamilton do helicóptero do do do programa da Atena? Então a gente tinha ali, né? >> Cara, eu não lembro, nem sabia. Eu Fiquei até com vergonha de falar, pô, quem é esse cara? Eu não conheço, mas >> se você parar, se você parar para, se você parar para ver os programas jornalísticos hoje da tarde e tal, não, quase não tem mais helicóptero, as imagens são feitas de drone. Então, se se a gente for parar para pensar, né, o meu conselho é e a tecnologia,
ela sempre vai existir, você vai sempre ter que ter o conhecimento daquele negócio, mas você vai se tornar um novo operador Daquela mesma arte. O resultado final ainda será o mesmo para todas as empresas, mas você vai aprender a operar de uma nova forma aquela mesma coisa. Então o que que eu quero dizer com operar de uma nova forma? Todo mundo tem que saber e todo mundo tem que saber os pré-requisitos para poder entrar no mercado de trabalho. Como o Paulo falou, fazer o feijão com arroz, que é o básico, todo mundo precisa saber, só
que a forma como Você vai operar daqui pra frente, ela é um pouco diferente. Então, em vez de perder o emprego, a gente precisa aprender a saber como operar daqui pra frente, porque de fato o mercado está mudando e vai continuar mudando isso aí ao longo da vida. >> Exatamente. Só para finalizar essa parte de pegar o básico, né? Até algo que eu sempre falo com os alunos. Os alunos ficam meio assim: "Ah, não, a gente tem que entender esse conceito teórico que Eu falei, é importante, né? Porque vai te fazer sentido lá na frente,
porque você vai resolver apertando o botão, criando automação com i, mas se você entender o por você tá fazendo isso, vai fazer muito sentido para você resolver problema. Então, o por, né? Por que que eu preciso configurar um service no Cubernets, para que que ele serve, né? Por que que eu tenho que fazer isso? Então, entender o porquê para quando você chegará na frente ali de ter que de Ter algum problema mais complexo, né? você vai conseguir se adaptar bem, né? Então essa portante do básico é muito importante para fazer diferença ali, para gerenciar qualquer
ferramenta. Então se você entende o básico, você consegue ali se adaptar qualquer coisa, >> tá bom? >> Vai chegar um momento onde a gente vai passar mais tempo fazendo reuniões para para eh definir como a IA vai trabalhar pra gente >> planejando, né? Vamos só operar >> e a gente só vai pô avatar, né? Nessa reunião, não é? A gente a gente coloca Avatar e fica ali na praia cortando a unha do pé, olhando pro mar. Bom, gente, beleza. Queria agradecer aí a presença de vocês, tirando vocês do dia a dia aí do trabalho, mas
acho que foi um papo legal aí pro pro pessoal. Eh, eu queria dar um recado final. A a edição é finalizada algumas semanas depois e a gente teve Eh recentemente um suicídio de um garoto que eh conversando com a Char GPT, ele acabou se suicidando ali. Eu não sou psicólogo, terapeuta, enfim, mas eh eu sou pai, o Denis também é pai. A gente tem eh filhas, né? Filhos. Eu tenho uma filha, o Denis tem um casal com diferença de idade. A minha filha tem 13 anos, esse garoto que suicidou parece que tem 16 anos. Eh,
e eu fico pensando, né, o que fazer aí? Ah, tá vindo aí e Esse tipo de problema acho que vai acontecer cada vez mais. E é preciso tomar um cuidado. Eh, talvez um conselho que eu daria você tá próximo do teu filho, conversando com ele, abraçando ele, falando que ama ele, beijando ele. Ah, eu acho que isso Macharte GPT ah não ganha. E é uma forma de, de repente, o filho poder abrir eh com você algumas dificuldades que ele tá tendo. E a gente vive um mundo hoje complicado, cheio de bullying e Mas você constrói
um país, um país primeiro dentro da sua casa e na sua casa ali, com computador, fica uma área, por incrível que pareça, o teu filho fica na rua. É importante, acho que tá próximo, conversar sempre, brincar. Ah, acho que é o conselho que eu dou, porque eu vi essa matéria, eu fiquei pensando na minha filha e eu acho que eu tenho uma uma boa comunicação com ela e fica esse conselho aí. Eh, Denis, você Tem uma filha, >> é, eu >> de uma com uma idade maior, eu não sei como que é isso. A minha
tem 13 anos. A tua filha tem quantos anos? >> Minha filha tem 18. Eh, eu eu acho que eu sou eu eu eu concordo 100% com o que você falou, mas eu vou um pouquinho mais além, né? Eu acho que eh filho não tem que ter privacidade. Para mim, esse é o ponto. Se o filho tem celular, você tem que ter o celular do Seu filho. Se o filho tem rede social, que dependendo da idade não é para ter, você tem que ter acesso à rede social. E se filho tem WhatsApp, tem amigo, tá em
grupo, você tem que estar nesses mesmos grupos, tem que ver o que ele tá fazendo, tem que ler o que ele tá falando, tem que ver com que ele tá conversando. Então, para mim, filho, dentro de casa não tem privacidade. Infelizmente eu acho que tem que ser assim hoje com com as bigtechs, com esse Mundo de internet. E eu acho que grande parte dos problemas que a gente que a gente vê hoje relacionado a essas coisas absurdas, né, que os adolescentes têm têm feito, eu acho que é principalmente porque os pais querem dar a querem
não querem querem dar privacidade pro filho. Eu acho que eles não têm direito a essa privacidade. Infelizmente eh a gente não tem como proteger nossos filhos se a gente não souber o que eles estão fazendo. Então eu acho que tem que Saber, tem que ter a senha do celular, tem que ter a senha do computador, tem que saber o que que ele tá jogando na internet. Então você tem que ter a senha lá do da conta dele do do da do Play do PS5, da Xbox. Se ele tá no Discord, você tem que tá no
Discord, então você tem que olhar o computador, você tem. Então eu acho que é isso, não pode ter privacidade não. Então um pouquinho um pouquinho mais de eh tem que ser mais radical, claro, né? Como o Marcelo falou, né? Tem que ter amor, carinho, mas tem que ser mais, tem que ter mais pulso firme assim hoje em dia, principalmente com o momento que a gente vive, né? Então acho que é isso. >> É, minha filha vai assistir isso daqui. Ela é assim, eu concordo com você lá também. A mesma coisa, cara. Eu sei de tudo.
Eh, e filha, não tem jeito. Vai, vai ser assim, tá? Até o dia que se de repente sair de casa, porque realmente tem que ser assim. Tem que ser assim. Não dá para ser diferente, não. >> Olha só. A preocupação da minha mãe era do portão para fora, né? >> É. >> E a nossa preocupação com os nossos filhos hoje é dentro de casa. >> Dentro de casa. >> É dentro de casa. Bem isso. >> Olha como o mundo mudou >> complet. >> Se a gente for falar do bom da rede Social no Brasil, que
é Orcut de 2005 para cá, são 20 anos. Olha, olha como a nossa percepção de segurança muda em 20 anos. Queria agradecer de novo aí, Emerson, Paulo, Gustavo. Muito obrigado aí vocês. A gente tirou vocês do trabalho e até uma próxima. >> Obrigado, gente. Valeu aí. Papo muito legal. >> Valeu, gente. Abração, viu? >> Valeu, pessoal. Valeu, gente. Obrigado. Pessoal, muito obrigado pelo convite. Abraças.