Acredite naquela versão fria, sabe, de que o ser humano nasceu na evolução, que foi surgindo à medida que o tempo passava. Eles querem que a gente acredite que a tecnologia humana é progressiva, tipo que antes existia menos tecnologia do que a gente tem hoje e que o passado era só mato, só barro, só pedra. Só que tem um grande problema nessa fala toda, tá?
Porque existem estruturas largadas pelos povos do passado, pelo planeta Terra inteiro, que provam totalmente contrário, porque são estruturas que desafiam a engenharia atual. Tipo, hoje nós não teríamos a capacidade de construir essas estruturas. Então assim, tem muita coisa errada com a nossa história.
Como é que eles querem nos iludir com isso? E ao mesmo tempo que nos iludem, tem isso lá para provar que toda essa história está sendo criada, está sendo maquiada. Então assim, eles podem até tentar iludir a gente, eles podem até tentar nos enganar, mas aqui nesse canal não, viu?
Aqui nesse canal eu trago e mostro verdades inconvenientes, as mais inconvenientes possíveis, aquelas que dóem. E a verdade que eu vim aqui trazer hoje nessa live é que existiu um povo tão avançado, mas tão avançado, que foi castigado justamente por ser avançado. Eles foram castigados justamente por serem muito tecnológicos.
Eles caíram em desgraça. Tipo, eles criaram algo tão monstruoso que eles não conseguiram conter esse monstro. E o sistema do planeta Terra não quer que você saiba dessa história, porque esse essa história é o tipo da história que pode acontecer de novo a qualquer momento, com a humanidade atual.
Então eles não querem que você saiba do apagamento de Atlântida, porque isso não foi necessariamente um apagamento, né, gente? Isso foi uma cobrança das dívidas deles. Então essa história que eu vim contar aqui dentro dessa live hoje é o tipo da história que só chega até você se alguém decidir te mostrar, porque você vai ter que conectar tanta coisa, você vai ter que entender de tanta coisa separada que é aí que tá o ponto.
Muitas pessoas se especializam só em Atlântida, outras se especializam em Egito antigo, outras se especializam em culturas mesoamericanas. Outras se especializam em culturas do sul da América. Só que as pessoas não pegam todas essas culturas e tentam encontrar um ponto de conexão entre todas elas.
E é exatamente por isso que se você for pesquisar sobre esse assunto, você vai encontrar separados, tá? Você vai encontrar em vários lugares, cada uma coisa separada da outra. O que eu vim fazer aqui dentro dessa live hoje é te mostrar que não existe essa separação.
Eu vim te contar que está tudo conectado, tudo conectado. e que o passado da humanidade não é o passado que lhes foi vendido. [música] [canto] [música][canto] Agora sim, senhoras e senhores, vamos voltar a um passado muito remoto do planeta Terra, tipo muito antes de qualquer civilização que você aprendeu na escola.
Porque antes de você começar o teu livro de história, lá na página um, existia uma civilização completamente diferente. Existia um mundo completamente diferente, um mundo com tanta tecnologia, mas tanta tecnologia, que fazia a nossa tecnologia do presente parecer primitiva. E esse mundo, senhores, foi engolido.
Ele foi engolido pelas águas. E a pior parte é que a memória desse povo, a memória desse mundo antigo, ela foi apagada da memória coletiva da humanidade. Esse mundo, senhores, se chamava Atlântida.
Você com certeza já deve ter ouvido muitas histórias por aí da cidade perdida de Atlântida. Só que o que você não ouviu, que você vai ouvir aqui dentro hoje, é que eles não eram só uma cidade perdida, não. Eles eram os habitantes do mundo inteiro.
Eles conheciam o mundo inteiro. Então, quando a gente volta no passado da história do planeta, quando a gente vê esse apagamento de Atlântida, a gente não vê que foi só Atlântida, a gente vê que apagaram o mundo inteiro, tipo tudo que existia dos atlantes, eles conseguiram apagar. Só que aí que tá o grandíssimo plot twist.
Eles tentaram apagar a história de Atlântida completamente. Vocês estão ouvindo, gente? Mas vocês escutaram?
Eu acho que é um coiote. Aí fica a pergunta, temos coiote aqui? Enfim, eles tentaram apagar essa história completamente, só que a Atlântida não desapareceu por completo.
Antes de Atlântida afundar, né, se assim a gente vai colocar, antes de Atlântida se esconder no fundo do oceano, um homem escapou de lá. E esse homem, ele carregou consigo os segredos mais poderosos que a humanidade já conheceu. O nome desse homem, senhores, era esse aí.
Pelo menos é isso que dizem algumas das traduções e dos arquivos que eu andei lendo sobre esse caso. Mas aí que tá o grandíssimo plot twist. A gente não sabe se esse homem tinha esse nome mesmo ou se ele foi nomeado assim pelas pessoas que o conheceram, tá?
São três letras, um mistério completo. E Kaar não era o nome desse indivíduo, era apenas a maneira como ele era chamado na antiguidade. Então era como se fosse um título, uma designação, um segredo que o próprio povo dele guardava com muito cuidado.
Mas esse nome existiu de verdade, foi um nome verdadeiro e esse nome foi apagado história. Ai Carol, mas por que que apagaram o car? Então, aí que tá, né?
Ninguém sabe exatamente, ninguém consegue responder essa pergunta até hoje. Só o que eu sei e que eu pesquisei sobre o assunto é que Carl era um mago, mas não sentido de mago de que tira coelho da cartola, não, tá? Nossa, mas no sentido do mago do tarô aqui.
Pera aí, deixa eu ver se eu acho ele. Sabe no sentido da carta do mago. Cadê?
Cadê o mago? Ah, sempre é a última carta, né? Ai, olha, vou falar para vocês, era um mago mais nesse sentido aqui, sabe?
No sentido arquetípico da palavra. E ele era assim um cara extremamente avançado, tipo um homem que dominava conhecimentos tão avançados, mas tão avançados, que para qualquer pessoa que ele chegasse ali na época parecia que ele tinha dons sobrenaturais, sabe? Então, ele provocava chuvas, ele gerava trovões, ele usava o som.
sabe o som para fazer os objetos levitarem. Isso inclusive é conhecido como levitação acústica. Isso não é ficção científica, tá?
Já foi comprovado que é real. Então assim, isso ficou registrado lá no passado do planeta Terra e ele não aparecia só nas regiões da África, não, tá? Por quê?
Se vocês já ouviram falar dessa estrutura aqui? Já já eu vou entrar em mais detalhes sobre essa estrutura aqui com vocês. O nome dessa estrutura é a estrutura de Richá, mas ela é popularmente conhecida como olho do Saara.
E alguns pesquisadores estão convencidos que esse tal desse olho do Saara aí é, na verdade a cidade de Atlântida, porque bate muito com a descrição que Platão fazia sobre a Atlântida. Então, esse tal desse nosso queridão aqui, o Car, ele não perambulava só pela África, não, tá? Mas ele andou fazendo um uns passeio pela América do Sul.
E aí que tá, gente, é um assim, não faz sentido nenhum, sabe? Como é que uma civilização que se desenvolveu na África pode ter conexão com a América do Sul? Pois é, não só pode como tem, porque na América do Sul, nas ruínas de Puma Punco, que ficam na Bolívia, tá?
Puma Punco e Tivanaco. Ó, essas duas aqui que eu estou mostrando para vocês é Puma Punco e essa daqui é Tivanaco. São ruínas que ficam na Bolívia, ruínas muito antigas e também ruínas muito misteriosas.
E nessas ruínas existem lendas antigas que falam exatamente a mesma coisa. Elas falam sobre um deus chegou lá e que tocava trombetas. E ao tocar essas trombetas, as pedras flutuavam.
Então assim, pedras que pesavam toneladas, pedras que os engenheiros modernos não conseguem explicar como foram movidas, eram movidas simplesmente porque esse homem chegou lá, ele tocava a trombeta, o som fazia que as pedras levitassem e o som construiu essas estruturas que são extremamente misteriosas. Não sei se vocês já ouviram falar do mistério de Pumaco e Tivanaco na Bolívia. Eu acho que vale a pena a gente pontuar esse mistério aqui antes da gente seguir com essa história do car, tá?
Porque existe uma pressão absurda entre essas pedras aqui. Então, olha que interessante, gente. Não tem argamassa, não tem cimento.
Essas pedras elas são conectadas por pressão. Então, Puma Punco faz parte do complexo arqueológico de Tivanaco na Bolívia. E existe uma civilização que é pré-inca, ou seja, que veio antes dos incas, que surgiu ali no meio desse desse lugar, perto do lago Titicaca, dentre os séculos VI e século X.
E o que intriga os pesquisadores e curiosos é que existem blocos de pedras enormes, pesadíssimos, que foram cortados com encaixes muito precisos, como se eles fossem uma peça gigante de um quebra-cabeça arquitetônico. Também tem essas peças aí, né, essas pedras em formato de H. E o corte dessas pedras é extremamente reto.
Os ângulos são muito bem definidos e as perfurações parecem que foram feitas com ferramentas muito avançadas. Então assim, a gente tá falando de uma cultura muito antiga, cultura que não usava nem ferro, nem roda, nem transporte, nem maquinário moderno. E à primeira vista, né, isso parece meio impossível, só que existe uma explicação oficial que é a explicação arqueológica oficial.
que fala que os construtores usaram ferramentas de pedras ainda mais duras, mais abrasivas, tipo utilizaram areia, água, corda e rampa e até força coletiva e um conhecimento técnico acumulado durante muitas gerações para poder terem feito o que eles fizeram. Então eles não eram primitivos, tá? mas sim eles eram engenheiros sofisticados dentro da tecnologia que eles tinham ali no tempo deles.
Só que essa explicação não resolve esse gigantesco quebra-cabeça. O mistério permanece porque a gente não sabe exatamente quais eram os métodos utilizados e nem o significado completo desse lugar. Tipo, ninguém sabe para que que esse lugar serve.
O que a gente sabe é que Puma Punco parece ter sido um centro cerimonial ligado ao céu, à água, ao trovão, aos ciclos agrícolas e também ao poder espiritual de Tivanaco. Então é muito interessante como a gente consegue lincar e ligar a figura de Kaar a esse local na Bolívia. Por quê?
Porque eles falam ali que veio um deus e esse Deus ajudou eles a construir. Esse Deus tocava a trombeta, as pedras levantavam e aí elas foram parar nesse lugar. Agora sim, gente, como é que você conecta no mundo antigo a África, à América do Sul?
Pois é, não conecta, né? E aí, a cerca de aproximadamente 9. 000 anos, a gente volta a falar da cidade de Atlântida.
Por quê? Porque diz Platão que há 9000 anos existiu uma civilização extraordinária no meio do oceano. E aí, gente, existem algumas eh linhas de pesquisa alternativa, vamos colocar assim, que falam que a Atlântida não tava no oceano, não.
Eu já mostrei para vocês, né, o olho do Saara. O olho do Saara, a gente tem um nome oficial de estrutura de Richá. E ele é uma formação circular muito grande que fica no deserto da Mauritânia, na África.
Essas imagens aqui que eu tô mostrando para vocês são imagens de satélite, ou seja, dá para ver até de fora do planeta Terra. Essa estrutura aqui, ela tem quase que 50 km de diâmetro e já disse, né, ela é vista até do espaço. Então, muitos cientistas por muito tempo estudaram essa estrutura e acharam que isso aqui era, na verdade, uma formação natural criada, né, por um impacto com o meteoro, então uma cratera de um meteoro.
Então, hoje a explicação oficial é que esse lugar é uma formação geológica causada pela erosão ao longo dos milhões de anos. Mas sabe o que é mais interessante, gente? Vocês estão vendo que logo ali acima da do olho do Saara tem uma cadeia de montanhas.
Então, essa cadeia de montanhas, ela se chama cadeia do atlas. E aí existe essa linha de pesquisa alternativa que fala que a Atlântida não vem de Oceano Atlântico, mas sim vem de uma civilização que morava, que residia perto da cadeia do Atlas. Então é muito interessante.
Aqui no canal eu já tenho dois vídeos, tá? muito complexos, mostrando em detalhes essa estrutura que é o olho do Saara e comparando essa estrutura com as descrições de Platão. Esse vídeo é meio antigo, acho que tem uns 3 4 anos mais ou menos, mas ele tá muito bom, então recomendo fortemente que vocês assistam.
Assim que a live terminar, eu vou deixar nos quadradinhos finais lá na recomendação para vocês assistirem esse vídeo. E aí tem um detalhe muito perturbador do olho do Saara, porque algumas pesquisas recentes apontam que as dimensões do olho do Sahara, elas coincidem impressionantemente com a descrição que Platão fez de Atlântida. E eles falam sobre, né, na em Platão falava sobre anéis concêntricos de terra e água, proporções idênticas.
E olha que interessante, gente, essa região onde tá o olho do Saara hoje é deserto, só que há milhares de anos era uma região úmida e habitável. Então assim, será que a Atlântida não tava no oceano e tava no deserto? Fica essa pergunta.
Faz muito mais sentido, né, gente? faz muito mais sentido, porque as primeiras civilizações se desenvolveram no Oriente Médio e na África. Então, faz mais sentido elas terem começado por ali, pela África do que no meio do mar.
Não faz muito mais sentido? Pois é. Além disso, vocês percebem que existem umas marcas brancas ali no entorno desse tal desse olho do Saara.
Sabe o que que é isso, gente? é sal marinho. Então, ó, tudo que vocês estão vendo de branco e azul claro nessa formação é sal marinho, ou seja, condiz ainda mais com as descrições que Platão fazia sobre Atlântida.
Então, aí fica essa pergunta, né, aqui para essa nossa conversa. Será que a Atlântida não tava no oceano, mas estava assim o tempo todo ali no meio da África? Faz sentido, tá?
Assistam o vídeo do olho do Saara, que isso vai agregar muito pro conhecimento de vocês. Aí, voltando lá para Platão, o Lindo, o filósofo grego, ele vem e descreve essa civilização, ou seja, a civilização atlante com uma quantidade absurda de detalhes perturbadores. Ele não vem e simplesmente joga assim.
Ai, tinha lá os atlantes. Não, gente, ele, se eu não me engano, é em Timeu que ele fala sobre. Eu acho que é Timeu.
Ia falar Ticeu, mas isso não existe. É Timeu. Eh, ele vem e descreve assim como alguém que conhecia de perto esse povo aí, sabe?
Como alguém que E aí que tá, dizem que Platão inventou essa história, que ele queria inventar mais um mito e tal, mas não parece não sabe, parece ser um relato histórico mesmo. Então ele chama, né, essa capital desse lugar de Poseidones. Então, Atlântida, gente, não era só um lugar abandonado, largado, não.
Tinha até capital. Vou até colocar aí posse e donis. Se tinha capital é porque o negócio realmente era estruturado, o negócio funcionava, né?
E dentre essas descrições aí, Platão fala que os telhados dos edifícios dessa cidade, eles eram cobertos de oricalco. Vocês alguma vez já ouviram falar desse metal oricalco? Ele vai ser muito importante para essa nossa conversa aqui, tá?
Então, prestem atenção. Em vários museus do planeta Terra você encontra eh fragmentos de oricalco, tá? Hoje ainda existem.
E esses fragmentos eles geralmente são encontrados no oceano. Então, olha que interessante. Platão dizia que os telhados dos edifícios da cidade de Atlântida eram cobertos de oricalco, que é um metal que brilha e é diferente de todas as coisas que a gente conhece.
Agora, presta atenção, porque eu vou conectar o oricalco com um negócio que vai dar assim a repinha de vocês. Eu ia falar que vocês eh iam ficar ou iam perder o cu que vocês têm na bunda, mas isso aqui seria claramente um >> menina, que coisa absurda, coisa horrorosa falar uma coisa dessa. Sim, Deus não gosta disso.
Olha onde já se viu. Coisa horrorosa. Eu sei que Deus não gosta disso, então a gente não vai falar, tá?
Já que Deus não gosta, a gente não fala. Então assim, como eu disse, eu vou conectar o Oricalco à cultura tupi guarani. Ai Carol, como assim?
Sabe o Tupi Guarani? Os povos originários da América do Sul. Pois é.
Eles têm uma tradição oral que fala sobre uma cidade antiga cheia de telhados refletores feitos de oricalco. E assim, eu duvido que os tupis guaranis tenham lido o Platão. Eu duvido, gente, eles não leram Platão, não.
Eles falavam porque eles sabiam, sabe assim, porque é tradição moral, né? E eles falam que essa cidade é a cidade de onde os seus ancestrais fugiram depois de uma catástrofe violenta, uma catástrofe gigantesca. Falam que essa cidade ela era uma ilha e que essa ilha afundou no mar.
E gente, olha que interessante o nome da cidade que eles falavam. Eles falavam que essa cidade se chamava Caraíba. Inclusive, se você já ouviu falar essa palavra, saiba que a palavra caraíba tem origem tupi guarani e ela significa literalmente Atlântida.
[risadas] E aí vocês conseguem ver a conexão. Lembra que o nome do nosso querido que fugiu de Atlântida era Car Caríba. Caríba.
Existe uma conexão aí. Então assim, como é que é possível que um povo indígena da América do Sul, que é o povo Tupi Guarani, separado por um oceano inteiro, descreva os exatos mesmos telhados brilhantes que Platão descreveu na Grécia, sendo que, de novo, eu duvido que o povo Tupi Guarani tenha lido Platão. Uma coisa, gente, é Platão.
Vamos pensar em Platão. Platão tava onde? Na Grécia.
Se ele tava na Grécia, ele tava muito mais perto da África, certo? Porque essa estrutura aqui de Richá fica na Mauritânia. A Mauritânia é quase na curvinha da África ali, sabe?
Perto, quase perto do Marrocos. Então, deixa eu ver se eu pego aqui uma um mapa pra gente ver. Mauritânia.
Uh, [risadas] Mauritânia. Ih, não tem nenhum mapa, só mostra um lugar extremamente pobre. Que dó.
Pera aí. Achei. Nossa, não.
Esse aqui tá péssimo. Esse aqui, ó. Vou printar e já vou botar para vocês na tela.
Me dá um minuto, por favor, por gentileza, que o ícone não preparou essa imagem. Ai, nossa, será que nós podemos pedir aquele momento? Como assim, Carol?
Que momento? >> Momento forças ao ícone. >> Pois é, estamos vivendo o momento forças ao ícone.
Ó, o mapa da Mauritânia na tela para vocês. É ali perto do Marrocos, né? Então assim, uma coisa é a Grécia, gente.
Tá vendo onde tá escrito Mediterranea? Mediterrane, o mar Mediterrâneo. Pois é.
Logo ali em cima dos dois Rs nós temos a Grécia, tá? E aí a Mauritânia. Olha aqui, é relativamente perto, certo?
Outra coisa bem diferente, gente, é o povo Tupi Guarani ter acesso a essa informação. E detalhe, eles tiveram acesso no passado. É uma tradição oral que eles contam.
Então assim, como que a informação da estrutura de Richá, de Atlântida, daquilo que Platão disse, chegou no povo Tupi Guarani? Não conecta, não conecta. E dizem que também dizem tudo, dizem que o povo egípcio era formado pelos descendentes de Atlântida.
Então até faz sentido porque de novo, a Mauritânia fica perto do Egito. Cadê meu mapa? Aí, ó.
Mauritânia tá aqui nesse canto e o Egito tá ali, ó, perto do Mar Vermelho. Tá vendo? É o primeiro país lá em cima, perto do Mar Vermelho, bem embaixo do a do si ali, Egito.
Uma coisa é ai, migraram da Mauritânia e foram pro Egito. Faz sentido. Outra coisa bem diferente é os guaranis serem descendentes dos atlantes.
Aí, meu povo, já é loucura demais. E ao mesmo tempo faz muito sentido, né? Porque assim, como que dois povos que nunca se encontraram chegam a exata mesma história com os mesmos detalhes?
Pois é, a única explicação é esse homem aí, gente, esse tal desse cara aí, porque ele sai de Atlântida e sai ensinando tudo que ele sabe para todas as culturas do mundo. É como se ele quisesse deixar o legado de Atlântida para todas as culturas do mundo. Então, nessa imagem aí que eu pedi pro chat GPT fazer, nós temos ele saindo de Atlântida, depois indo lá pra galera mesoamericana, indo parar em Pumapunco.
falando com todas as culturas do mundo antigo. Então, esse homem, ele foi o Elo. Ele carregou o conhecimento de Atlântida pelos quatro cantos do mundo.
E aí que tá, gente, o car ele funda um império. Ai, Carol, como assim funda um império? Ele funda um império que a história oficial prefere ignorar ou prefere minimizar, porque ele começou esse império dele, tá?
Depois que ele fez essa viagem, [risadas] minha voz tá sumindo. Eu não sei o que tá acontecendo comigo hoje, gente. Hum.
Eu não estou com dor de garganta, eu não estou doente, mas já faz umas três lives que eu fico perdendo a voz. Acho que vocês estão percebendo ainda. Vou pegar uma balinha, tá?
I hope you don't mind. Não é falta de educação, é falta de voz. Assim que eu consegui tirar ela da latinha.
Olha que inferno, meu Deus. Não entra ali. Problem solved.
Ladies and gentlemen, let's go back. Então, o car ele sai ali pelo mundo inteiro, vai pregando a palavra do de Atlântida, vai ensinando o mundo inteiro e de repente ele funda um império que a arqueologia oficial ignora, porque eu tenho certeza que vocês não ouviram falar. Mas ele funda esse império no lugar onde hoje fica a Turquia, ali perto do Mar Egeu, sabe?
Ele governa os cários. Alguma vez vocês já ouviram falar da civilização de cáia. E é cáa, não é cara, aquele buraco que faz no dente, tá?
Essa civilização aqui, ó. Os textos cários eles aparecem nas escritas cuneiformes, que são aquelas escritas dos assírios e dos ititas, que também são os documentos mais antigos que nós temos na Mesopotâmia. Então, assim, os cários, gente, a civilização cária, ela não era uma civilização comum, não.
Eles eram navegadores extraordinários. Eles tinham navios capazes de transportar 800 pessoas ao mesmo tempo. Então assim, é óbvio que essa história não entrou no seu livro de história.
Óbvio. Como é que você vai falar um negócio desse? Como é que você vai falar que no mundo antigo eles tinham mais tecnologia do que a gente tem hoje?
No mundo antigo, gente, um um navio que transportava 800 pessoas de uma vez era uma tecnologia impossível. E aí que tá, quando o car funda essa civilização, ele expande seus negócios de uma forma completamente assustadora, porque de um lado ele tá ligado à Mesopotâmia, que foi obviamente o lugar onde surgiram, né, o coração ali das primeiras grandes civilizações. Do outro lado, o rastro dele aparece no Equador.
Aparece no Equador, aparece na Bolívia, aparece nas ruínas mais antigas. das Américas e aparece também dentre o povo Tupi Guarani. Ou seja, você hoje em dia que você acha que você viaja muito, você não viajou tanto quanto car não, meu bem.
Car rodou o mundo inteiro. Ele falou: "Ah, é, tentaram destruir minha casa. Então agora eu vou ensinar para todo mundo como que se vive.
Agora vou ensinar para todo mundo como que se trabalha". Então assim, essa essa história que eu tô contando para vocês é fruto de uma pesquisa de pesquisadores que dedicaram anos de estudo a esse mistério. E eles chegaram a uma conclusão absurda.
Eles chegaram à conclusão de que car fundou um império que ia da Ásia Menor até a América. E aí que tá, gente, como é que você vai convencer a população do planeta Terra inteiro que o império de car foi maior, por exemplo, do que o império romano? Não tem como.
Não tem. Por quê, gente? Porque a gente precisa acreditar numa mentira que conforte os nossos coraçõezinhos.
Então assim, muito antes de Colombo, milênios antes, existiu uma figura que governou praticamente que o mundo inteiro. E gente, o car ele não era um conquistador, tipo, ele não era um Cristóvão colombo da vida, não. Ele tinha uma missão.
Assim como o faraó egípcio Aenaton, já contei para vocês de Aenaton aqui, né? Dizem que Jeline Kubicheque foi a reencarnação dele. E ea, mas o Aquenaton, gente, o Aquenaton, quando ele assume como faraó do Egito, ele eliminou todos os deuses do Egito e impôs um único deus que era o deus Atom, né, de Aquenaton.
E gente, o car ele fez a exata mesma coisa no território dele. Então, ele matou todos os deuses antigos e ele introduziu um único deus supremo chamado Deus Tupã. E sim, é o mesmo Deus Tupã do povo tupi guarani no Brasil.
Então assim, olha a loucura, gente. Como pode uma civilização que tecnicamente teria se desenvolvido na Turquia, que é a fundação, a fundação, a civilização care, como que pode eles terem influenciado as divindades do povo Tupi Guarani? Porque Tupã ele é esse cara, né?
Ele é deus dos trovões e tal. E ele aparece em diversas partes da América do Sul, em povos que oficialmente, segundo a história oficial, nunca tiveram contato com a Ásia Menor. Mas eles tinham.
Ai, Carol, por quê? Como que eles tinham? Eles tinham porque o bonito do Carl foi até lá.
Ele foi até lá e ele fez o que ninguém teve coragem de fazer. Ele unificou os deuses de todo mundo. Então assim, Carol, você tá me dizendo que não foram os portugueses que descobriram o Brasil, que não foi Colombo que descobriu a América?
Eu não tô dizendo só isso. Eu tô dizendo que a história inteira do planeta Terra está mal contada, tá invertida, completamente invertida e completamente inventada. Gente, da mesma maneira que a Bíblia é completamente inventada, que foram pegando o que fazia sentido, a história do passado da humanidade também pegaram só o que fazia sentido pra narrativa oficial e o que o resto que não fazia sentido largaram.
Então, a história oficial do planeta Terra diz que os cários existiram entre 1800 e 100 anos antes de Cristo. Ponto final. Não tem Atlântida, não tem tecnologia avançada, não tem nada de império transatlântico.
Mas a versão, essa versão oficial não explica como que o povo Tupi Guarani sabiam e tinham certeza dessa civilização que tinha ateliados feitos de oricalco. E como que o povo Tupi Guarani tinha como divindade o Deus Tupan, sendo que Deus Tupan foi criado, inventado pelo imperador de Cáia por cara. Como, gente?
Isso não tem explicação, não tem como. Ah, inconsciente coletivo, pensaram lá e daí pensaram junto. Não tem como, gente.
É impossível. Por quê? São dois povos, duas línguas diferentes, dois locais muito afastados no mapa geo geo graficamente não tem como.
Aí você vem falar para mim: "Ai, Carol, mas tem alguma coisa errada com essa história". Pois é, não é uma coisa errada só, é tudo que tá errado. Você também não consegue entender através da arqueologia oficial do planeta as histórias todas de levitação acústica que existem pelo planeta inteiro.
A construção das ruínas em Tivanaco, a construção das pirâmides do Egito. Existem a os próprios moais da ilha de Páscoa. Tudo, gente.
Só faz sentido aquela aquelas construções todas. Até o Stone Hang. Eles só fazem sentido se você tiver algum tipo de tecnologia avançada ou algum tipo de conhecimento que nós não temos.
Fora isso, nada faz sentido. E mesmo assim não tem como explicar como que o nome car aparece em lugares separados por oceanos inteiros. Então assim, Atlântida, senhores, não foi só uma ilha que afundou, não é só uma história de uma ilha e de uma civilização inteira que foi para baixo da água, não.
Isso aqui é uma história de um apagamento igual aconteceu com Tartária. Temos vídeo de Tartária aqui no canal, Carol? Claro que temos, né, gente?
Tem aqui no canal, tem nas redes sociais, tudo, gente. Tartara é a mesma coisa. Tartia, mas aí Tartária já é mais recente.
Foi um império que dominou a Europa inteira com tecnologia bizarra, que também nunca existiu. [risadas] Ai ai. Tá bom.
Então assim, Atlântida foi uma civilização inteira que quase conseguiram que ia pagar, sabe assim? quase conseguiram excluir ela completamente. Mas gente, até o próprio livro de Enoque fala sobre isso.
Fala, fala que a civilização atlante quase foi apagada, mas ela só não foi apagada por causa desse homem aqui, porque cara existiu, porque é ele que vai difundir a palavra, ele que vai contar as histórias, ele que vai levar as lendas, ele que vai levar a tecnologia, ele que vai levar o conhecimento. E curiosamente, o rastro dele está em todos os lugares do mundo. Tá enterrado nos mitos, em nomes, em lendas que estão entre povos que nunca deveriam ter se encontrado.
Só que esses povos guardam a exata mesma memória. Então assim, queridos, Atlântida não é um mito, é uma história que alguém trabalhou muito para que você nunca descobrisse. Então assim, agora que você já sabe, agora que você já descobriu, não tem mais como desdescobrir.
Existe essa expressão? [risadas] É tipo, uma vez que você ver, não tem mais como você desver. Agora que você já descobriu essa história, não tem mais como você desdescobrir.
E existem muitas histórias que o sistema tenta apagar. Atlântida é só uma delas. Eu acabei de mencionar Tartária aqui.
Se a gente tá tendo pelo menos 100 anos de ocultação de casos de OVNES e só agora a gente tá tendo uma abertura mínima e tosca sobre isso, imaginem vocês o que não foi feito do passado da humanidade, porque hoje é mais difícil de esconder as coisas. Hoje todo mundo tem câmera, todo mundo tem internet, todo mundo tem mais liberdade para poder questionar. E no passado, no passado não existia, né?
não existia nada disso. Então, assim, existem muitas histórias que o sistema está tentando apagar. Essa aqui que eu trouxe para vocês hoje é só mais uma delas.
E assim, aqui nesse canal, o sistema pode tentar o que ele quiser, inclusive tem tentado com muita força. O sistema pode tentar o que ele quiser. Pode mandar os agentes do caos, pode mandar as cobr criada, pode mandar as medusa, não tem problema.
Eu corto a cabeça de todas essas cobras. Eu não tô nem aí aqui neste canal, não. Aqui eu trago tudo que tem mais de mais oculto que vocês podem imaginar.
Aqui eu trago tudo que tem de mais proibido. Aqui eu trago narrativas extremamente disruptivas que forçam as pessoas a pensar. E isso é uma coisa que ninguém quer fazer hoje em dia, né?
Pensar dói, dá trabalho, gasta muita caloria. Então, é isso que eu queria contar para vocês hoje. Eu queria contar para vocês a história de Car, este homem, esse atlante que fugiu de lá, que escapou da desgraça e tentou passar a palavra atlante pra frente.
Mas assim, será que ele conseguiu? Porque até hoje, 2026, até hoje tem muita gente que ainda diz que essa história é só uma lenda. Mas será que é só uma lenda mesmo, senhores?
Bom, fica aí essa pergunta. Fica aí esse questionamento e antes de eu ir embora, gostaria de convidá-los a escutar a minha música Black. Eu não sei se tô boa para cantar hoje.
[canto] Olha, até que a garganta tá boa. Sim, eu lancei uma música e olha, essa é a primeira de muitas. Daqui alguns dias já vai sair a segunda.
Rasputim. Não é sobre Rasputin, mas é sobre um tema extremamente misterioso, tal qual o Black Cube, né, gente? E eu e meu amigo egrégora, nós fizemos a música pensando em quê?
Pensando na simbologia do cubo negro de Saturno, que vocês sabem, eu produzi a iniciação, eu fiz o livro Where is my Book? Então, igual aquela menina que chega no aeroporto e não não é recebida com flores, lembra? Where is my flowers?
Olha aqui, eu produzi esse livro, contando sobre essa temática de Saturno. Eu produzi a iniciação pra escola Lumos, que é a minha escola de estudos da consciência. E aí, não satisfeita, porque esse tema é muito interessante, cheio de nuances, eu produzi a música.
E a música fala exatamente sobre isso, gente, sobre tempo, sobre karma e colheita, sobre causa e efeito, sobre as temáticas saturninas, sobre o passado que te trouxe até aqui. E olha que interessante, se você fica muito preso ao passado, você sofre de depressão. Se você fica sempre pensando no futuro, você sofre de ansiedade.
Mas o passado que te trouxe até aqui te ensinou e fez com que você eh seje, fez com que você fosse o que você é hoje. E é exatamente sobre isso que fala a minha música Black Cuube. Ela tá disponível em todas as plataformas, então Spotify, Dieser, Apple Music, toda e qualquer plataforma que você usa para escutar música.
Se você pesquisar meu nome, você vai achar lá dentro. E tem o clipe também, né, gente? O clipe tá aqui no YouTube, não é inteligência artificial.
Eu estive nesse local gravando o nome desse local, Kracov Brama, traduzindo o portão da Cracóvia. É um local que fica na saída da cidade da Cracóvia, que tem essas pedras gigantes e maravilhosas. É um local muito lindo.
Eu acordei 5: da manhã e fui lá gravar o clipe para não ter ninguém na filmagem, hein. Ai, nossa, como sofre, hein? Momento forças ao ícone.
>> Um oferecimento do momento forças ao ícon. E assim, vai vir muito mais coisa por aí, gente, porque a minha ideia não é fazer música para você fazer dancinha no TikTok. Ah, ah, ah, [risadas] ah.
A minha ideia, para quieto, gente, as toucas de mãe Carol estão escorregando. A minha ideia é fazer música sobre assuntos transcendentais, sobre coisas que realmente vão transformar a mentalidade de alguém. Então, Black Cube realmente tem um poder místico sobrenatural, porque eu mostrei para vocês, o vídeo tá lá no meu Instagram e já mostrei para vocês aqui em live também, que uma rádioestesista mensurou a frequência da minha música, Luciane Barcelos.
E gente, a frequência de Black Cube foi para 660 Hz. Vocês têm noção do que é isso? É uma frequência altíssima ligada a despertar, ligada à paz.
Então, tem muita gente que fala: "Carol, eu ouvi sua música e eu senti uma paz absurda. Nossa, eu senti uma nostalgia, eu senti uma coisa boa. " Por quê?
Porque a frequência foi colocada justamente para isso. E gente, de baixa frequência aqui nesse canal, a gente teve um vídeo só, mas ele já foi há muito tempo. Há muito tempo.
Aqui a gente trabalha com altíssimas frequências e o Egrégor, o meu amigo And, produtor musical, ele é alquimista de frequências. Então ele coloca frequências nas músicas, então você não escuta, mas o teu cérebro tá lá processando e o pêndulo dos radiestesistas estão captando essa frequência também. É isso que eu queria falar para vocês, senhores.
Eu espero de verdade que vocês tenham gostado desse assunto de Atlântida. Se vocês gostam desses assuntos, tem outros vídeos aqui no canal sobre isso, tá? Vou deixar para vocês os links na descrição e também aparecendo nas telas finais desse vídeo.
Já deve est aparecendo, inclusive que já é o final a dessa live. Oh, já é o final da live, já deve est aparecendo aí para vocês uns links para vocês clicarem e assistirem aos vídeos de Atlântida. Oi, faça aí sua maratona que eu tenho certeza que você vai ficar em choque.
Um super beijo para vocês e eu vejo vocês a qualquer momento aqui neste canal com mais lives, mais assuntos. Rang.