se nós população trans são uma minoria são muito poucas mas essas poucas pessoas com 14 pessoas convivem mesmo dia contra elas empregam quanto às pessoas trans ela reconhece o relacionamento afetivo dela então amor eu acho ótimo a gente se encontrar aqui e te pá porque eu acho que é trans entrado é um papo lgbt então é bom a gente debater e expor o olhar negro a nós população trans somos uma minoria somos muito poucas eu acho que as pessoas estão simplesmente as brancas né que tem capital financeiro e em geral o capital político enquanto elas
empregam quanto as pessoas reconhecem o relacionamento afetivo delas reconhecem a diversidade sexual então acho que tem um grande desafio e do afeto que a gente não é bem informada para lidar com essa coisa da emoção na sociedade e eu particularmente acho que a arte e comunicação é muito importante para fazer essa transformação eu sou da geração z né e tem várias pesquisas falam da geração z e como a gente se comporta essa questão da tecnologia né e é isso que eu penso hoje como a tecnologia transformou várias realidades sabe por exemplo se não tivesse acesso
à internet quando estava quebrada talvez não teria tido acesso a sites de bate certos discursos que puderam me poderá por exemplo então eu tivesse nascido uma geração anterior eu não teria acontecido sabe por que eu fui a primeira da minha família até acessar um computador à internet o de sair daquela realidade com a realidade que muitas vezes aliena e poder encontrar os meus qual era uma da minha cidade e aí através da tecnologia ea gente consegue encontrar essas ruas que estão tipo espalhadas por aí né então acho que isso é transformador a gente tem que
naturaliza as coisas né nós somos seres orgânicos eles naturais eu acho que é não é nem pedindo ajuda é uma coisa muito universal palavra certa empatia a empatia porque tipo eu como gay é como se eu não escolhi isso aí eu não escolhi uma condição que eu nasci organicamente e eu lutei para não ser porque eu sei que a sociedade mil premia eu apanhei psicologicamente e fisicamente é exatamente por isso a gente não escolhe sofrer a gente não escolhe apanhar a gente não escolhe chacota dos outros e entendeu e foi o velho de btv negras
empoderadas incomoda muito e eles não querem a gente no mesmo prédio na mesma escola nenhum lugar sentado ao lado então eles levando o empate a gente vai longe né só que às vezes fica muito no campo do romantizado nessa coisa da empatia e essa coisa da ajuda também hoje acho que é um grande romantização que já entra muito naquela síndrome de princesa isabel landim que a gente precisa ser salvas tive uma infância completamente acabada porque crianças que provavelmente achavam que era errado uma criança ser terminada e bateram então esses discursos de ódio que a gente
ouve é extremamente é ofensivo e é extremamente limitador dos nossos sonhos eu sinto que as pessoas têm mais medo de mim e eu sinto que em algum - elas podem sim vir a me atacar me bater sabe por que meu corpo não tem dono e nosso corpo no chão não incomoda ninguém eu acho que a gente vive muitas bolhas assim então às vezes nas bolhas que eu vivo é até um pouco mais confortável conversar sobre a minha existência sabe ainda existe muito teórico existe muito estigma são várias violências assim que em vários níveis é porque
são vários momentos da vida no nosso processo de transição assim né as pessoas na forma como a gente foi criada né não todas as pessoas me incomoda muito pensar é que a gente cresceu dentro de ser e ótimos repensar o nosso gênero pensar a forma como a gente se coloca no mundo provavelmente muito mais do que incomoda questão de sexualidade então é expectativa de vida baixo tem a ver com essa questão da violência letal não só porque por causa do desespero nand de vivenciar sua identidade mas também porque sabe que vai ser violentada eu acho
que as pessoas podiam ajudar de maneiras mais práticas mesmo tipo quebrando os estereótipos como você falou pensando a nossa existência de uma maneira natural e não de maneira pathologization tiné como se tivesse nascido no corpo errado atualizar os nossos corpos não passar um pano pras transfobia é tipo de gente que falar mas é tão difícil temos mas eu não acho que é difícil acho que é só para lei por 30 minutos canta sigla era difícil mas a gente sabe das siglas na época elas são caras pra nós né é o grande desafio da empatia não
é uma questão foco negativo de pensar nisso então a convivência é muito importante tem a campanha né é um militante travesti falando muito isso é quantas contas travesti você convive [Música]