A febre do bebê reborne é impressionante, meus irmãos. A coisa tá ficando ainda mais realista e sinistra pra gente poder remar aqui. Uma influenciadora gravou um vídeo simulando um parto de um bebê reborn.
Eu deixo aqui inclusive o vídeo enquanto vou falando. E esse vídeo alcançou milhões de visualizações. O fato é que a cultura reborn bebê reborn, que não é de hoje, essa cultura cresceu muito e é um mercado que se tornou lucrativo.
E as marcas estão investindo muito em influenciadores nas redes sociais. Estamos vendo cada vez mais e mais a desumanização da sociedade. É com muita frequência que a gente vê homens eh se vestindo de animais, se identificam como cães, mulheres se identificam como gato.
Eh, jovens dizem que são teirãs, que ele é um ser humano, mas ele nasceu no corpo errado, porque ele é um gato, ele é uma águia de eu sou um gato. Eu falo dessas coisas aqui para vocês já tem um tempo. A população mundial está caindo e vai cair vertiginosamente à medida que as pessoas ficam cada vez mais e mais isoladas socialmente, preferem pets.
E o Brasil tem a segunda ou a terceira maior população de pets do mundo, cada vez mais e mais amando ainda mais um ser inanimado, uma boneca, um objeto, um animal do que um ser humano. Preferindo não ter a relação homem com mulher, mulher com homem, mas com um robô. A pessoa se isola socialmente.
As bonecas Reborn nasceram ali, surgiram no final da Segunda Grande Guerra Mundial na Inglaterra, quando as mulheres em casa pegavam aquelas bonecas e recuperavam, restauravam, por isso Reborn, bonecas renascidas. Então elas restauravam as bonecas para poder as crianças brincarem com aquelas bonecas e melhorar a questão do trauma emocional por causa da guerra. E há um apelo quanto às bonecas rebornes, os bebê reborns, de que eles ajudam na questão de traumas, do tratamento de traumas de uma pessoa que perdeu seu bebê ou passou por uma grande crise emocional, ela adota, não botar nem aspas porque existe isso, ela faz a adoção de um bebê reborn para poder homenagear a mãe que gostava de beber.
No caso do padre eh Fábio de Melo, tem aí uma matéria da CNN que eu coloco para vocês. Padre Fábio de Melo adota boneca com síndrome de Dal nos Estados Unidos. Para homenagear a mãe que gostava muito de boneca, o padre Fábio de Melo decidiu adotar uma boneca lá nos Estados Unidos e ele adotou essa boneca que tem síndrome de Dal.
Não tem, é só uma boneca, é um ser inanimado. E na rede social ele se divertiu, né? Fez isso em tom de brincadeira, mas para lembrar da sua mãe, homenagear a sua mãe.
Só que a coisa é tão séria que eu coloco para vocês aí agora essa esse print, ó, do do Metrópolis. Casal quer disputar guarda de bebê reborn na justiça após divórcio, tratando o bebê como se realmente ele fosse um ser humano. Eu vou colocando vídeos aí para vocês como um vídeo que eu vou mostrar agora e esse é surreal, né?
Eu falei o vídeo do parto, tem esse vídeo que você está vendo aí, cada vez mais e mais os bebês estão ficando eh realistas. E é impressionante o que a sociedade eh está provando de substituição daquilo que foi feito por Deus. Sabe-se lá por quê?
Por estratégia de eh redução populacional. Não sei. Eh, bem provável que isso esteja acontecendo diante dos nossos olhos, né?
Mas nós estamos vendo eh o exagero, né? Por exemplo, tem aí eh esse vídeo aqui, ó, que eu vou mostrar para vocês agora. Olha isso daqui, ó.
Parece até mentira, mas não é. Tá, pessoal? Vê se vocês conseguem assistir esse.
Eu vou mostrar aqui, ó. Ó. Ah, o Gaando.
O Gael. Adivaldo traz. Ah, tá aqui.
Não, meu amor, não chora. Não, não, não, não, não. O Gael tá chorando que eu tô colocando o sapatinho nele para nós vai descer lá embaixo.
[Música] Eu, a primeira coisa que eu acordo, eu gosto de vir aqui no quarto ver eles, né? Aí eu interago, fica conversando, falo: "Ó, o pai vai trabalhar e você fica aí que logo logo eu chego". Aí a hora que eu chego serviço, então eu chego gritando: "Té, o pai chegou.
Eu tô fazendo o leite do Té e o leite do Gael. Ó, ó, Té, toma o leitinho. Faz uns 10 anos.
uns 10 anos já que nós estava junto. E aí surgiu o Té na nossa vida. Mas pragem para um boneco de plástico, B, lembra?
É, nós tinha outro boneca, boneca mesmo, de de loja, sabe? Só que daí a gente não não dava a a aquele amor, aquele carinho. Aí surgiu a minha amiga, falou que me dá de presente e ficou.
Agora deixa eu falar pro Té. Té, não é para fazer arte lá embaixo, tá? Não é para beliscar as pessoas, brigar com as crianças, é para ficar comportado, senão você não vai ganhar presente de aniversário.
O Artur que parece um pouco comigo também, que chegou, a gente esperava. Artur parece comigo. Vamos descer lá embaixo.
Vamos pra gente tomar comigo. Subir. Nossa, como parece pai.
Parece o pai, né? Tem um cabelo, gente. É igual esse recém-nascido aqui, ó.
Eu coloquei o nome de Gael porque é um nome que tá em alta, né? E eu acho que combina com recém-nascido, com ele, né? Então hoje eu tenho eles, né?
E trato como meus filhos mesmo. Se tu falar boneco, eu não gosto do que fala boneco, não. Isso é impressionante, né, gente?
Isso é impressionante. Existem pessoas que levam na brincadeira, é óbvio, porque são bebês, são bonecos, né, que simulam bebês extremamente realistas, com pele, com sons. Isso não é de hoje.
Não é de hoje. Eu lembro que há muitos anos atrás a filhinha de uma de um de um dos nossos amigos eh comprou nos Estados Unidos um bebéborn. Isso eu tô falando de 10 anos atrás.
Então, olha só, agora isso ganhou ganhou ainda mais força, né? Acho que porque também a sociedade está sendo levada, como eu falei para vocês, a se apegarem a tudo aquilo que não é humano, porque o humano frustra, né? O humano dá dá muito trabalho, né?
O o humano erra. Então, um bebê que ele pode se relacionar, que ele pode casar com uma boneca inflável, com um robô, para ele é melhor, porque ele quer se isolar. E o homem tá sendo levado a se isolar cada vez mais e mais, né?
Ah, mas às vezes num trauma isso pode ajudar? Talvez possa ajudar, mas o modo como a sociedade tá sendo encorajada a se relacionar com objetos, com robôs, com inteligência artificial, deixa eu passar uma informação para vocês aqui. Essa informação é importante, tá?
Tem muitos homens que estão viciados em por pontno no pontografia de inteligência artificial. Não se assustam, estou dizendo, os caras estão viciados, eles vão lá dão um prompt, eles querem que uma Ia dessa da vida faça eh uma fotografia, estilo fotografia ultra realista 4K de uma mulher e dão os detalhes da mulher, os detalhes do corpo da mulher e de igual modo os detalhes do corpo do homem e depois a pessoa fica se tocando, olhando para aquela imagem, um mercado da por. É mais lucrativo do que se você somar NFL, NBA e MLB.
Então, vejam a loucura que é isso. E os caras hoje estão fazendo com inteligência artificial as imagens, o avatar que fala, interage. Então, é essa questão do bebê Bborn só prova como a vida está sendo artificializada e como as pessoas estão afastando, se afastando do modelo original.
Bom, deixo a curiosidade, a crítica, os comentários para vocês aqui embaixo também. Deus abençoe vocês.