E aí [Música] o Olá seja muito bem-vindo à esta aula onde nós vamos conversar sobre como nós construímos as nossas formas de apego e quais são os estilos parentais e os resultados desses estilos parentais na educação dos nossos filhos E desde pequenos desde muito beber nós vamos construindo a forma que o nosso cérebro que nosso organismo entende as relações desde pequenininho um bebê ele apresenta as suas necessidades esse círculo esse desenho nos ajuda a entender o ciclo do apego então Aqui nós temos um bebê imagina e ele tá com fome que que ele faz quando
ele tá com fome ele vai chorar se ele esse incômodo do bebê ele vai liberar então hormônios ele vai liberar químicas que são estressantes e ele tá tem desconforto o que que acontece se ele está no ambiente seguro ele vai então por causa desse desconforto apresentar um comportamento que nos incomoda que comportamento é esse nesse caso o choro o choro do bebê ele nos é irritante a gente não gosta de ver um bebê chorando quando ele chora a gente fala Opa esse comportamento tá me trazendo uma mensagem existe um desconforto ele tá com alguma necessidade
se essa mãe né eu esse cuidador presente ele Atento e atende apropriadamente necessidade da criança o que que vai acontecer ele vai observar essa necessidade ele vai então dar a mamadeira da dar o peito para essa criança a sua fome vai passar e ele então volta ao estado de relaxamento esse bebê ele expressa essas necessidades de 25 a 50 vezes por dia esse na maioria das vezes a necessidade ela é realmente a respondida de forma adequada esse bebê vai vai entendendo um Oi gente tudo é a base para confiança ele sabe que ele pode confiar
nas outras pessoas que as pessoas que estão a sua volta estão atentas às suas necessidades e que vão tentar se alá ele vai entendendo também que ele tem valor porque a sua necessidade importa para o para os outros ele é importante para os outros então eu tenho valor e ele também vai entender que a existe uma eficiência pessoal a sua voz ela é eficaz para transmitir uma mensagem essa mensagem é compreendida e é devidamente atendida ele também aprende vai aprendendo a se auto-regular a medida em que esse cuidador no primeiro momento ele é o agente
de regulação O que que a regulação é é esse controle emocional diante das situações que a gente vive na vida primeiramente ele demonstra acidente desta necessidade e esse cuidador vem e atende essa necessidade Esse é um regulador regulador externo a partir do momento que a criança vai crescendo ela vai chegar no momento em que ela vai qual regular ela vai falar para mãe mamãe eu tô com fome me dá uma maçã ela já se comunica Ela já sabe o que ela quer e depois ela cresce e ela mesmo consegue se auto-regular ela consegue se essa
será sozinha a sua necessidade então por exemplo eu tô com fome eu sei que tem uma massa lá na geladeira eu sei vou pegar a maçã comer a maçã então eu já aprendo a minha auto-regular mas isso tudo tem uma função super importante na regulação no controle das minhas emoções ninguém nasce sabendo se auto-regular eu preciso de um regulador externo de uma gente de regulação externa que vai me ensinar a ter auto-regulação e isso é um processo se isso acontece de forma adequada lá na primeira infância essa criança já vai crescer tendo mais controle emocional
se isso não acontece de forma adequada essa criança então ela vai vai aprender o que o contrário eu falo ninguém me ouve eu Expresso uma necessidade ninguém me atende ou atende de vez em quando mas muitas vezes não será que eu tenho valor próprio não eu não devo ter valor eu consigo eu tenho voz a minha voz consegue ser compreendida pelos outros não porque eu me expresso e ninguém ninguém entende a minha necessidade não atende de forma adequada o mundo um lugar seguro não ele é perigoso tem alguém por mim ele lutando e junto comigo
não eu tô sozinho e e eu vou ter que aprender a me virar o que acontece com as crianças e adolescentes que vende lugares difíceis é que muitas vezes aqueles que deveriam ser os cuidadores eles são as pessoas são as figuras de hostilidade e isso vai gerando uma compreensão muito equivocada a respeito da sua autoimagem a respeito da imagem do outro elas não Confiam nas outras pessoas porque realmente não puderam confiar nas figuras é de cuidado que tiveram no começo da sua infância e elas também crescem com o senso de que elas precisam sobreviver Ela
se tornam hipervigilantes e isso vai acabar afetando muitas vezes o que a saúde mental dessa criança e aqui nesse nesse segundo diagrama a gente vê o diagrama de justamente quando a criança expressa necessidade essa necessidade não é atendida de forma adequada e isso vai gerando que uma angústia crônica os estudos mostram que dos 2 aos 3 anos de idade já se observa uma desregulação comportamental essa criança já está desregulada contra o seu comportamento ela apresenta muitos comportamentos inadequados quando ela cresceu num ambiente que não é seguro que não é saudável onde muitas vezes as suas
necessidades básicas não foram atendidas de forma adequada já os 4 aos 6 anos muitas vezes elas apresentam sintomas de transtorno de Déficit de Atenção e hiperatividade dos 8 aos 10 anos ela já podem manifestar uma depressão agitada o mesmo agressividade e se deve a um quadro que é muitas vezes relacionada a ansiedade EA depressão e dos do 16 anos é muito comum apresentarem sintomas que são semelhantes aos de transtorno bipolar uma desintegração comportamental emocional o que eu quero falar é que muitas vezes esses comportamentos Eles não estão Associados a transtornos a transtornos mentais Mas eles
estão Associados a transtornos de vínculo a transtorno de apego eu não estou dizendo que não e que nunca se deve tratar com medicamentos uma criança que às vezes vai receber um diagnóstico cada caso é um caso mas muitos desses comportamentos estão Associados a transtornos de apego a transtornos de vinco que que acontece se a gente começa então a trabalhar a questão da construção de vínculos Seguros com essa criança a gente começa a ressignificar sua compreensão e muitos desses comportamentos muitos desses quadros vão mudar drasticamente para melhor uma vez que essa criança está no ambiente onde
ela se sente segura onde é onde ela é amada onde as suas necessidades são atendidas e onde ela tem voz e fala então do apego infantil como então que essa criança ela pode desenvolver esse apego no desenvolvimento ideal os cuidadores agem como reguladores durante o primeiro ano de vida e isso se deve a isso que eu acabei de explicar para vocês a criança ela aprende as irregular sozinha não ela precisa desse agente externo para ensiná-la a se auto-regular então primeiro nós temos uma regulação externa depois a Córrego lação e depois a auto-regulação existem em quatro
tipos de apego infantil quatro formas que são 44 modelos quatro padrões que a criança aprende a se relacionar o primeiro tipo de apego é o seguro e ele acontece quando há uma resposta adequada do cuidador as necessidades da criança então quando ela tá chateada quando algo incomoda ela chora e tal mas o cuidador cuidador vem atenda a sua necessidade e ela cresce sabendo que todas as vezes que ela tem algum incómodo ela tem alguém seguro um cuidador seguro junto dela alguém que vai atender adequadamente às suas necessidades ela Então aprende a se relacionar com o
mundo de uma forma mais segura ela confia nas pessoas elas têm maior probabilidade de criar vínculos seguros ela ela se entrega mais as relações é o segundo tipo de apego ele é um ansioso esquivo e esse tipo ele se desenvolve quando o cuidador não responde de maneira afetiva quando a criança está chateada então ela acaba aprendendo a não chorar para conseguir atender às suas necessidades e se dá muitas vezes quando por exemplo a criança chora expressão de uma necessidade ou ela apresenta um comportamento que que tá na verdade trazendo a expressão de uma necessidade mas
esse adulto ao invés de compreender essa mensagem e atender a necessidade da criança dando comida colocando agasalho quando ela tá com frio trocando a sua fralda quando a fralda da suja ele se irrita ele fica bravo ele começa a gritar com a criança às vezes ele dá umas palmadas ele é agressivo com essa criança então essa criança ela vai aprender o que que não vale a pena eu expressar as minhas necessidades eu preciso então aprender a construir atender as minhas próprias necessidades sozinhas e a minha voz não vale a pena ser ouvida e o outro
tipo o ansioso ambivalente é quando a uma resposta inconsistente Às vezes o cuidador responde atende a necessidade da criança às vezes não isso é muito comum em famílias onde há uso abusivo de álcool ou de drogas quando aquele cuidador quando aquela mãe aquele pai está sóbrio ele é um pai bom ela é uma mãe boa que atende às necessidades da criança mas quando eles estão sob efeito de substâncias químicas Eles não conseguem atender necessidade de crianças ficam irritados eles ficam violentos e o quê que isso causa na criança a criança então ela ela chora e
é muito difícil de acalmá-la ela tentando ficar ela tenta ficar sempre no foco direto do cuidador então é uma criança que ela é irritadiça mesmo quando você atende a necessidade dessa criança Ela tem medo de perder você ela tem medo do que vai acontecer depois porque não há uma uma Constância nessa relação de cuidado Oi e o último caso e ao mais complexo é o padrão desorganizado e ele acontece quando a figura do cuidador ela é uma figura amedrontadora traumática são casos mais graves de violência de abuso ou mesmo de negligência e a qual que
é o padrão então a estratégia da criança quando ela tá chateada ela não tem uma estratégia Clara ela não tem uma estratégia definida e se torna muito difícil entender realmente Quando que a criança Está apresentando uma necessidade quando ela tá bem quando ela não tá porque tem hora que ela se expressa tem hora que ela não se expressa tem hora que ela tá bem Tem hora que ela extremamente irritado irritadiça pode ser agressiva Enfim então o padrão dos organizados ele é o mais difícil da gente lidar da gente compreender mas a boa notícia é que
quando vem uma figura substitutiva na vida dessa criança desse adolescente e começa um novo padrão de cuidado reconhecendo a real necessidade dessa que o crescente construindo bons padrões de vínculos a gente consegue ressignificando disso tudo na vida dessa criança e por fim o que que nós queremos que ela tem um senso de valor de que ela é preciosa de que ela é importante que ela tem um senso de identidade de quem ela é onde ela começa as aula termina que a sua opinião importa e os seus desejos importam e com quem que ela seja capaz
de construir para o futuro de prospectar para o futuro que ela seja capaz de sonhar e acreditar que se ela se engajar com esses sonhos ela pode realizar coisas lindas e maravilhosas na sua vida no próximo bloco A gente continua falando sobre as espécies de apego infantil