Graça e paz da parte do nosso Senhor Jesus. Amém. Amém.
Você pode abrir a sua Bíblia e deixá-la aberta no Evangelho de João, capítulo 1. Evangelho de João, capítulo 1. E daqui a pouco nós leremos a partir do versículo 35.
João começa o seu evangelho e o propósito de João ao escrever o seu evangelho era único e exclusivamente mostrar que Jesus Cristo é Deus, filho de Deus, Deus conosco. E aí no capítulo um ele começa falando que ele era o verbo, estava com Deus e era Deus. E a partir de então ele vai fazer uma sequência de dias onde ele fala de João Batista.
João Batista testemunha a respeito de quem é o Cristo e depois os primeiros discípulos passam, começam a seguir a Jesus. Ah, no começo do capítulo um, no primeiro dia, que é relatado aqui, o João Batista tinha os seus discípulos, batizava os seus discípulos com água. E alguns religiosos começaram a desconfiar e perguntar: "E aí, João, você é o Cristo?
Você é o Messias? Você é aquele que estava prometido de vir para resgatar Israel? " E João é muito claro em dizer: "Não sou eu.
Eu não sou o Cristo. Ele é o Cristo. " Quando Jesus se aproxima para ser batizado, aí está o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
E aí o texto aqui diz o seguinte a partir do versículo 35. No dia seguinte, então, logo depois que João Batista tinha declarado a respeito de quem era o Cristo, no dia seguinte João estava ali novamente com dois dos seus discípulos. Quando viu Jesus passando, disse: "Vejam, é o cordeiro de Deus.
" Ouvindo-o dizer isso, os dois discípulos seguiram a Jesus. Voltando-se e vendo como Jesus vendo Jesus que os dois seguiam, perguntou-lhes: "O que vocês querem? " Por enquanto até aqui.
Feche seus olhos. Oramos mais uma vez. Pai, obrigado pela tua palavra.
Pedimos que o Senhor fale conosco nesta manhã, transforme os nossos corações e faz de nós seguidores genuínos. Em nome de Jesus. Amém.
Meu sermão de hoje é um sermão de um ponto só. O argumento central é que Jesus nos chama para segui-lo em uma grande aventura. É isso que nós veremos nesta manhã.
É interessante que esses dois discípulos de João Batista estão curiosos para saber quem é Jesus e eles se aproximam de Jesus nessa curiosidade, tentando entender quem é esse que João Batista diz que é o cordeiro de Deus. Quando eles se aproximam de Jesus, Jesus percebe que eles estão se aproximando e Jesus faz essa pergunta que é uma pergunta central para nós. O que vocês querem?
O que vocês desejam? Essa pergunta é uma pergunta, é uma pergunta muito importante quando nós desejamos falar sobre seguir a Jesus, sobre discipulado, o que você deseja? No caso desses discípulos, eles estavam curiosos para saber quem Jesus era.
Mas e se essa pergunta é voltada para nós? O que vocês querem? O que vocês desejam?
Qual é a razão pela qual vocês levantaram no domingo de manhã, um domingo de folga, onde vocês poderiam ficar em casa a manhã toda, fazer um churrasco agora na hora do almoço? Por que que vocês estão aqui na igreja de manhã? O que vocês desejam?
O que vocês querem? Muitos de nós temos em nosso coração uma imagem de boa vida. Sabe aquela imagem de boa vida?
O que é a boa vida? Para algumas pessoas pode ser uma imagem diferente. Para alguns a boa vida é ter muito dinheiro.
Ou para outros a boa vida é ter mulher, filhos. Para outra boa vida. Enfim, qual é a imagem que você tem de boa vida?
E geralmente é para essa direção que o nosso coração segue, é isso que nós desejamos. O que é que você deseja? O que é que você quer?
E tem muita gente se aproximando de Jesus justamente para tentar entender e obter esse desejo do seu coração. Mas quando nós falamos sobre seguir a Jesus, a dinâmica do discipulado, ela é muito diferente do que nós desejamos, de qual são quais são os desejos do nosso coração. Nós vamos ver que Jesus tem um projeto específico para nós.
E a primeira coisa que ele faz com esses discípulos que estão seguindo ele, se aproximando, mas ainda não são discípulos de fato, a primeira coisa que Jesus faz é os chamar. O texto diz que quando Jesus os viu e perguntou o que vocês querem, eles disseram: "Rabi, que significa mestre, onde está os hospedados? " E respondeu ele: "Venham e verão.
Venham e verão. " Não só aqui, mas em todo lugar nas escrituras, nós vemos que Jesus nunca demora em olhar para as pessoas que estão ao seu redor e os chamar para algo mais profundo. Jesus olha para aqueles dois discípulos e os chama.
os chama para estar perto, chama para estar mais próximo. Jesus não deseja apenas espectadores. Jesus não deseja pessoas que estejam ao redor.
Jesus deseja seguidores de fato que estão perto dele, comprometidos em segui-lo. Jesus deseja iniciar um processo de discipulado. Ele faz isso com esses dois discípulos.
Ele faz isso com o Felipe, que ele se encontra loge se encontra daqui a pouco, lá no versículo 43. Diz a mesma coisa: "Venham, venham. Jesus está nos chamando para algo a mais".
Em primeiro lugar, é isso. Jesus nos chama para sair de espectadores, de pessoas que estão próximas para segui-lo. Se alguém quiser salvar a sua vida, a perderá.
Mas se alguém perder a sua vida por minha causa, a encontrará. Parece até uma mensagem dura. Você precisa perder a sua vida para encontrar Jesus.
Isso significa que seguir a Jesus não tem a ver com satisfazer os nossos desejos do nosso coração. Isso tá muito em alta hoje em muitas igrejas, infelizmente. Recentemente ficou muito famosa aí uma pregação na internet de um pregador famoso dizendo que se você viu, se você tocou, se você abraçou, Jesus vai te dar muito mais do que você quer.
É sempre nesse nessa ênfase de que Jesus vai te dar o que você deseja, o que você quer, os sonhos do seu coração. Mas Jesus não tá interessado no somente nos sonhos do nosso coração. Ele deseja nos chamar para algo a mais.
E é o que nós veremos aqui. O que é que significa ser de fato discípulo de Jesus? E em primeiro lugar é isso.
Jesus nos chama. nos chama para sair de onde nós estamos e para estar mais perto dele. Jesus chama aqueles que estão simplesmente como espectadores para um compromisso maior.
E é interessante que Jesus não tá interessado só em pessoas que estão próximas, que gostam dele, que tem algum entendimento sobre ele. Jesus deseja realmente pessoas mais profundas. Tem um exemplo muito interessante lá em Lucas, no capítulo 9, onde um rapaz se aproxima de Jesus e diz: "Jesus, eu tô contigo.
Eu vou com você. Eu vou te seguir até o fim. Só que por incrível que parece, no texto Jesus demonstra uma certa resistência com aquele jovem.
O jovem diz: "Olha, eu vou com você até o fim". Jesus diz: "Ah, não é bem assim não, hein? Tô contigo, Jesus, ó.
Mas as raposas não tm tocas, as aves não tm ninhos, o filho do homem não tem onde recostar a cabeça. Estranho, né? Por que que uma pessoa diz que quer seguir Jesus?
" Mas Jesus parece que não gosta muito dessa notícia naquele momento? É porque Jesus conhece o nosso coração. Ele sabe que aquele rapaz não estava interessado em segui-lo.
De fato, aquele rapaz estava interessado em outras coisas. E é possível estar perto de Jesus ou próximo de Jesus por diversas razões. Por diversas razões.
Tem gente que gosta de estar perto de Jesus porque gosta da multidão, gosta de gente, né? É legal você chegar numa igreja cheia no domingo de manhã com música boa, luz, iluminação, coisa. E eu gosto desse negócio, né?
Ficar em casa sozinho é ruim. Então, eu gosto de multidão. Onde tem gente, eu vou.
Tem gente que tá perto de Jesus porque gosta de estar na multidão, gosta de ver esses movimentos acontecerem. Tem gente que se aproxima de Jesus hoje simplesmente porque pessoas que elas admiram estão próximas de Jesus. E hoje, gente, nunca foi tão popular no Brasil você ser crente.
Você entra no Instagram aí, influenciadores, gente famosa, personalidades famosas, dizem que segue a Jesus, tem uma vida completamente doida, mas dizem que segue a Jesus. Mas falar que é crente hoje tá na moda. Teve uma época no passado que era popular você falar que era budista, era popular você falar que, né, que não tinha religião, mas hoje é popular você falar que segue a Jesus.
Tá em alta. Você vai ganhar seguidores e likes no Instagram. Pode ser que essa seja a razão pela qual você está perto de Jesus.
Algumas pessoas se aproximam de Jesus por causa do que ele pode oferecer. Jesus tem poder. Jesus tem poder para fazer milagre.
Jesus tem poder para curar. Jesus tem poder para transformar a vida das pessoas. E existem muitos que estão se aproximando de Jesus simplesmente porque Jesus pode fazer alguma coisa.
Jesus pode salvar meu casamento. Jesus pode cuidar, curar minha doença. Jesus pode salvar a vida do meu filho.
Jesus pode me dar uma promoção no meu trabalho. Jesus pode resolver a minha vida financeira. Então, como Jesus tem poder para oferecer alguma coisa, é por isso que eu estou interessado em estar perto desse Jesus que tem poder.
Só que é interessante que Jesus sempre foi muito duro com essas pessoas, sabia? Jesus é muito duro com as pessoas que o buscam simplesmente por causa por causa daquilo que ele pode oferecer. No próprio Evangelho de João, nós vemos uma cena muito interessante logo após a multiplicação dos pães e dos peixes, onde Jesus alimenta uma grande multidão.
O texto diz que Jesus atravessa o lago de Nazaré e toda aquela multidão vai atrás de Jesus. Eles vão atrás de Jesus. Coisa linda, né?
Uma multidão atrás de Jesus. Quando Jesus olha para aquela galera, ele fica decepcionado e diz: "Vocês só estão vindo atrás de mim porque eu tenho poder de fazer milagre, porque eu dei pão para vocês. Se vocês viessem atrás de mim por quem eu sou mesmo, de fato, isso seria diferente.
" E aí Jesus começa um grande discurso a respeito de quem ele é, um discurso pesado, ao que o povo que estava ali diz: "Duras são essas palavras, hein? " E a galera começa embora. Ia embora.
Ficam só os 12 discípulos. E Jesus olha pros 12 discípulos e diz: "E vocês, vocês não vão embora também, não? " E Pedro responde: "Mas, Senhor, para quem iríamos nós se só o Senhor tem as palavras de vida eterna?
" Jesus é muito duro com as pessoas que se aproximam dele, simplesmente porque ele pode oferecer alguma coisa. Existem algumas pessoas que estão perto de Jesus por genuína curiosidade. É o caso desses dois discípulos de João aqui, André.
Nós vamos descobrir que é André. E o outro discípulo, não é mencionado o nome dele aqui, mas a maioria dos estudiosos concorda que seria o próprio evangelista João. Porque no evangelho de João, João se insere na história, mas sem citar o seu próprio nome, ah, sem dizer que era ele em algumas cenas.
Então, seria André e João. Esses dois discípulos, eles estão genuinamente curiosos para saber quem é esse Jesus. E é possível que você esteja aqui nessa manhã ou você esteja perto de Jesus por genuína curiosidade.
Eu quero saber mais sobre esse Jesus. Eu quero entender mais sobre Jesus. Só que estar nessa posição de curiosidade genuína não é o bastante.
Ele olha para esses dois discípulos curiosos e ele os desafia a mais. Venha e veja. Você precisa sair desse estado de curiosidade e agora você precisa passar para um estado de experimentá-lo.
Você precisa sair de onde você está e vir experimentar. Venha e veja. Jesus não quer que você apenas esteja como um curioso.
Jesus está te chamando. Venha. Venha.
Venha. Existem algumas pessoas que se aproximam de Jesus porque gostam de ter razão, gostam de poder. Infelizmente isso é possível.
É possível estar perto de Jesus simplesmente porque o discurso religioso e a Bíblia pode ser uma excelente maneira de manipular pessoas, de exercer poder, de realizar abusos. Isso, infelizmente, acontece. E nós vemos acontecendo em muitos lugares.
Pessoas que gostam de estar perto de Jesus simplesmente porque gostam de ter razão, gostam de ser melhor do que outras pessoas, são legalistas. Jesus também foi muito duro com esses. Jesus olha para esses religiosos que no Novo Testamento aqui muitas vezes aparece na figura dos fariseus que estavam confrontando Jesus e Jesus diz: "Olha, vocês são bonito por fora e podre por dentro.
Sepruco sepulcro calhado. Jesus é muito duro com quem se aproxima dele simplesmente porque quer se sentir moralmente superior ou ter razão. Ou então pode ser que você esteja perto de Jesus por culpa.
Existem pessoas que se aproximam de Jesus porque se sentem culpadas, olham para dentro do seu próprio coração e percebem que não estão vivendo aquela vida que gostariam de viver. Percebem que tem alguma coisa que tá faltando e você se sente culpada. Culpado.
Então você se envolve em afazer os religiosos, dar dinheiro na igreja, fazer caridade, participar de projeto social, tá perto de um ambiente religioso para que a sua culpa possa ser aplacada. Mas essa também não é a razão genuína pela qual Jesus deseja que você o siga. Na verdade, Jesus está nos chamando.
Ele não quer curiosos. Ele não quer pessoas que saibam sobre ele. Ele não quer pessoas que o admiram.
Jesus deseja discípulos. Discípulos. De fato.
Você já ouviu esse chamado? Você já ouviu Jesus te chamando para sair de onde você tá? De um espectador, de um curioso, de alguém que deseja que Jesus faça alguma coisa por você?
dessa galera que tá ao redor. Assim como Jesus olha para esses dois discípulos e vê e diz: "Venha, siga-me". Assim como Jesus olha para Felipe e diz: "Siga-me".
Você já ouviu esse chamado para sair do lugar que você está? Primeiro lugar, Jesus nos chama. Mas Jesus nos chama para quê?
Para que que Jesus nos chama? Jesus nos chama para segui-lo. E o que é que significa seguir Jesus?
que aqui está a grande confusão do evangelho contemporâneo. Porque no evangelho contemporâneo seguir Jesus não exige esforço nenhum, não exige renúncia nenhuma, não exige nada. Seguir Jesus é ficar no mesmo lugar que você tá, mas isso não faz sentido.
Seguir pressupõe que você saia do lugar, não é mesmo? Você já seguiu alguém? Espero que nunca de maneira criminosa, né, Stalker?
Mas ah, vamos comentar o lugar. Não sei onde é que fica. Então me segue, né?
Você já seguiu alguma pessoa? Seguir alguém implica que você vai sair do lugar onde você tá, né? Seguir implica mudança.
Seguir Jesus implica que as coisas na sua vida serão completamente transformadas. A sua vida vai mudar, as pessoas ao seu redor vão mudar. Jesus deseja realmente pessoas que o sigam genuinamente.
Ele deseja que você seja o primeiro. Ser discípulo de Jesus ou seguir a Jesus significa colocar a Jesus como prioridade acima de todas as coisas. Obediência absoluta.
E aqui que está a grande questão de ser um seguidor de Jesus, um discípulo de Jesus. Sabe o que significa ser discípulo? Ser um seguidor na época de Jesus?
Vocês já ficaram curiosos do por que esses dois discípulos perguntam para Jesus: "Onde é que você tá morando? Onde é que você tá ficando? " Essa foi a primeira pergunta que os discípulos fizeram.
Veja, nós estamos diante do potencial salvador do mundo, porque eles não tinham certeza ainda, né? Era João Batista tinha falado, ó: "Eis o cordeiro de Deus". Eita, ele é o cordeiro de Deus.
Eles se aproximam de Jesus. podiam perguntar qualquer coisa. Por que que eles perguntam para Jesus, onde é que você tá morando?
Onde é que você fica? Isso é muito interessante. O texto diz aqui que eles disseram rabi, que significa mestre.
Onde estás hospedado? Onde você tá morando? Rabi.
Mestre. Esse rai na época de Jesus não era só um professor como nos dias de hoje, onde você acorda 6, 7 horas da manhã, deixa o seu filho na escola, ele fica lá estudando. Pode até ser que seja período integral, mas depois, no fim da tarde, ele volta para casa e fica com você.
Isso não é ser aluno, ser discípulo na época de Jesus. Na época de Jesus, ser um aluno de um rabi significava deixar tudo para trás. Deixar tudo para trás e literalmente morar com aquele mestre.
Você passava a viver com ele. Aquele mestre passava a reorganizar toda a sua vida em torno dele. Você passava a aprender tudo dele.
Ele realmente te orientava em todas as decisões. Seguir um mestre, ser um discípulo de um mestre naquela época era deixar tudo para trás e morar com aquela pessoa. Quando os discípulos perguntam para Jesus, onde é que você tá morando?
Eles estão genuinamente consultando a possibilidade de ser discípulo de Jesus. Onde é que você tá morando? Nós, se se nós vamos seguir Jesus, nós vamos passar a a viver, a morar com ele.
E é aí que está a grande questão do que significa seguir a Jesus. Seguir a Jesus não é vir ao culto no domingo. Seguir a Jesus não é ah, simplesmente dizer que gosta de Jesus.
seguir a Jesus é deixar tudo para trás e segui-lo genuinamente, de fazer dele Senhor da nossa vida absoluto. O problema é que na nossa cultura contemporânea é difícil demais. As pessoas odeiam a ideia de ter uma autoridade absoluta sobre sua vida.
Nós odiamos a ideia de ter alguém mandando em nós. Ninguém gosta de ter alguém mandando em nós. Só que a proposta de Jesus de segui-lo é que ele vai passar a mandar na sua vida.
Mas a gente não gosta disso. É difícil. E talvez isso te incomode.
Eh, a gente vive hoje numa época que eh as pregações são tão macias, né, que você não precisa tomar nenhuma decisão séria na sua vida de seguir Jesus. Mas o chamado de Jesus ao discipulado radical é justamente de fazê-lo Senhor da nossa vida. Se ele é dono do universo, se ele sustenta todo o universo pela sua palavra, o universo inteiro pela sua palavra, não dá para chamar esse senhor simplesmente para ser o nosso secretário.
Não dá para chamar ele para ser um assistente na nossa vida, onde a gente diz: "Senhor, quando tiver um problema, eu te ligo". Mas não me liga não, viu? Deixa que eu te ligo primeiro, quando precisar.
Se Jesus é o dono do universo, ele está nos chamando para um relacionamento de onde seguir significa fazer dele o centro gravitacional da nossa vida. Centro gravitacional, gravidade. Se eu soltar essa caneca aqui, ela vai cair, porque a Terra possui gravidade.
Então, o centro gravitacional tá, né, no meio do planeta Terra que puxa todas as coisas ao seu redor. Seguir a Jesus significa fazer dele o centro gravitacional da nossa vida, onde todas as coisas apontem para ele, todas as coisas convirjam para ele. Ele deseja ser senhor da nossa vida.
Se nós não estivermos dispostos a dizer: "Senhor, toda a minha mente, todo o meu coração, todo o meu comportamento, tudo eu submeto, entrego ao Senhor", nós não estamos prontos para segui-lo ou ser discípulos de Jesus. Ele nos pede tudo. Isso significa que as coisas vão mudar, a minha roupa vai mudar, o meu linguajar vai mudar, as pessoas que eu me convivo vão mudar, tudo vai mudar.
Eu não tô falando aqui de legalismo religioso, eu não tô falando aqui de regras que a igreja impõe, eu estou falando de um compromisso de seguir o Senhor do universo que transforma completamente a nossa vida. E por incrível que pareça, isso vai contra a ideia contemporânea de que a gente precisa ter liberdade restrita, né? Na nossa cultura hoje, liberdade, ou seja, a ausência de restrições, se tornou um bem supremo.
Qualquer coisa que te oprima, qualquer coisa que te acorrente, qualquer coisa que coloque regras sobre você, isso é opressor. Isso não faz bem pra sua verdadeira liberdade e pra sua identidade, para você viver a sua potencialidade. Se a gente vê isso em filmes, em séries, em músicas, em qualquer lugar que você vê, a cultura diz que qualquer coisa que te prende é opressivo pra sua identidade, para você viver genuinamente quem você foi feito para ser, para você seguir os desejos do seu coração.
Mas a proposta do evangelho é inversa. A propó é negar a si mesmo e tomar a cruz. Onde é que tá o sentido nessas coisas?
Mas essa é é é o incrível é que paradoxalmente falando, quando nós nos restringimos ao que Jesus pede, é onde nós encontramos a nossa verdadeira liberdade. Imagine só que o melhor treinador de futebol do mundo, ano passado, quem ganhou esse prêmio foi o Ancelote, né, técnico do Real Madrid. Imagine só que o melhor treinador de futebol do mundo deseje você, queira você no time dele ou seu filho, né?
Imagino que você seja um jovem adolescente e ele diz: "Eu quero você no meu time, eu vou te contratar e eu vou fazer de você um dos melhores jogadores do mundo. " E aí você assenta na mesa para assinar aquele contrato, mas de repente seu coração pese e você diz assim: "Ó, não sei por quê. É porque tem coisa que você vai pedir para fazer que eu não quero.
Você vai pegar pesado demais comigo. Eu não quero abrir mão de algumas coisas não. Eu não quero fazer algumas coisas assim.
Tem como eu não fazer aquilo que eu não quero? Eu imagino aquele treinador falando: "Olha, se você quer ser o melhor jogador do mundo, eu vou exigir tudo de você. Tudo.
Quando você tiver correndo e não tiver mais fôlego, vou mandar você correr mais. Quando você tiver fazer flexão e não aguentar, quando você tiver fazendo flexão e não aguentar mais, eu vou colocar um peso sobre você para você fazer mais flexão ainda. Vai ter dia que você vai me odiar, vai ter dia que você vai olhar no meu olho, você vai querer me xingar, vai ter dia que você vai desistir.
Eu vou exigir tudo de você, mas vou fazer de você um dos melhores jogadores do mundo. Gente, se na vida funciona assim, qualquer coisa grandiosa na vida exige de nós perda de liberdade. Já parou para pensar nisso?
A maior a maior falácia ou a maior contradição do que as pessoas dizem na nossa cultura é que a verdadeira liberdade é ausência de restrições. O que é ser livre de verdade? É não ter restrição nenhuma.
Isso é incoerente, isso não faz sentido, porque na verdade qualquer coisa grandiosa que você deseje fazer na vida, que você se utilize da sua liberdade para realizar alguma coisa grandiosa, implica em ter restrições. Se você deseja ser o melhor pianista do mundo, você vai perder muito tempo estudando, você vai perder muito da sua liberdade. Você não vai poder sair com seus amigos, você não vai poder estar nas baladas que você queria, você não vai poder eh fazer o que você quer.
Você vai perder toda a sua liberdade para você possa treinar, se capacitar, estudar e se tornar o melhor pianista do mundo. Se você deseja ser a melhor bailarina do mundo, você vai perder muito da sua liberdade para que você se torne a melhor baralina do mundo. Qualquer coisa grandiosa na vida exige de nós perda de liberdade.
É uma contradição dizer que ser verdadeiramente livre é ter ausência de restrições. Na verdade, existem ambientes onde a perda de liberdade realmente nos faz verdadeiramente livres. Eu não sei quem gosta de pescar aqui.
Eu nunca fui muito fã de pescar, mas o meu avô materno, ele gostava muito de pescar e de vez em quando eu ia com ele e já teve diversas vezes em que eu vi um peixe que tava morto, no meu ponto de vista tava morto. E aí de repente o peixe caiu na água, eu devolvi o peixe pra água e de repente ele saiu nadando. Porque quando ele está preso, restrito ao ambiente da água, é que ele é genuinamente quem ele foi feito para ser.
Se você foi criado para viver sobre o relacionamento com Deus e para ser discípulo de Jesus, pode parecer muito estranho, mas é no momento que você nega a si mesmo, toma a sua cruz e se restringe ao que Jesus deseja de você, é que você encontra genuinamente quem você foi feito para ser a alegria, a satisfação e a plenitude da nossa vida. Por isso eu digo, o cristianismo é a perda de liberdade mais libertadora que existe. E o que Jesus exige de nós é tudo.
É tudo. Ai, mas você tá falando tudo é tudo. Jesus exige de nós tudo.
Lucas, capítulo 14, versículo 26, diz Jesus dizendo que se alguém vem a mim e ama pai e mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e irmãs e até a sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo. E aquele que não carrega sua cruz e não me segue, não pode ser o meu discípulo. Ficou claro o que Jesus tá falando?
Jesus tá dizendo que se você ama alguma coisa mais do que ele, se você ama sua vida mais do que Jesus, ele tá dizendo: "Você não pode ser o meu discípulo". Jesus nos chama para segui-lo. E seguir a Jesus implica em deixar tudo para trás e viver uma nova vida com o próprio Jesus.
O custo do discipulado é alto. É alto. Jesus deseja isso de nós.
Só que por incrível que pareça, por incrível que pareça, é justamente quando nós nos negamos a nós mesmos, é justamente quando nós nos restringimos ao senhorio absoluto de Jesus Cristo que nós encontramos plenitude de vida, significado verdadeiro do porque que nós estamos aqui nesta terra. Portanto, Jesus nos chama para segui-lo. Mas seguir para onde?
Porque se a gente tá seguindo alguém, a gente tá indo para alguma direção, né? É muito estranho se você começar a seguir uma pessoa e ficar dando volta na rotatória. Você não vai para lugar nenhum.
Eu já fiz isso uma vez brincando com amigos, né? Tá, vamos para tal lugar. Vamos me segue.
Eu fiquei dando volta na rotatória. Seguir Jesus quer dizer que nós estamos para indo para alguma direção. Mas que direção é essa?
Para onde Jesus deseja que a gente o siga? E aí eu gostaria de resumir nessa afirmação. Jesus nos chama para segui-lo em uma grande aventura.
Mas que aventura é essa? E eu quero voltar pro texto aqui e meditar nele porque é muito interessante. Em versículo 39, respondeu ele, venham e verão.
Interessante que Jesus aqui está chamando os discípulos não apenas para verem, não apenas para virem, perdão, mas para verem também, experimentarem. Não basta saber sobre Jesus, não basta estar perto de Jesus. você precisa ter uma experiência de experimentar o próprio Jesus, experimentá-lo.
Então, foram por volta das 4 horas da tarde, viram onde ele estava hospedado e passaram com ele aquele dia. Aqui eu tenho uma pequena ressalva da tradução da NVI. Ah, no texto grego original, ah, nós temos aqui a referência a a hora aqui no texto grego é 10ma hora.
E aí nós entramos num pequeno conflito, porque existem nessa época dois métodos de contagem de tempo. Nós temos o método de contagem de tempo judaico, que aí sim seria a 10ª hora seria por volta de 4 horas da tarde, mas nós temos o método de contagem de tempo romano latino, que é muito parecido com o nosso, seria então por volta de 10 horas da manhã à 10ª hora. Eh, eu tenho razões para acreditar que o evangelista João, ele está pensando no método latino, romano.
Eh, não só eu, mas muitos estudiosos dizem isso, até porque o Evangelho de João foi um evangelho escrito tardiamente. Ele foi escrito por volta do ano 90 depois de Cristo. Quando João escreveu esse evangelho, ele escreve pro grande público, não judeu.
Então, as pessoas não estavam pensando no calendário judaico, elas estavam pensando no calendário romano, no calendário latino. se encaixa melhor com outros textos do próprio evangelho de João sobre o horário que a mulher samaritana estava no poço, sobre o horário que Jesus morreu na cruz. Então, faz muito sentido que João esteja pensando no método romano e faz mais sentido ainda dentro do contexto, porque diz que eles foram com Jesus e passaram com ele aquele dia, não só aquela tarde.
Então, eu creio que aqui era cerca de 10 horas da manhã, eles foram e ficaram com Jesus o dia todo. Nós não sabemos o que é que aconteceu naquele dia. João não nos conta.
E é possível que seja o próprio João que esteja aqui com Jesus entre os dois discípulos, André e João. Ele não nos conta o que aconteceu. Ele guarda para si.
O fato é que esse dia que eles passaram com Jesus mudou tudo. Mudou tudo. A experiência que eles tiveram com Jesus naquele dia mudou completamente a maneira como eles viviam a vida.
E aí olha o que acontece. André, versículo 40. André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinham ouvido o que João dissera e haviam seguido Jesus.
O primeiro que ele encontrou foi Simão, seu irmão, e lhe disse: "Achamos o Messias, isto é, o Cristo, e ele o levou a Jesus. Jesus olhou para ele, você é Simão, o filho de João, e será chamado Cefas, que que traduzindo é Pedro. " No dia seguinte, Jesus decidiu partir para a Galileia, quando encontrou Felipe, e disse-lhe: "Siga-me".
Felipe foi com André e Pedro era da cidade de assim, perdão, gente, tô lendo rápido, né? Felipe como André e Pedro era da cidade de Betsaida, Felipe encontrou a Natanael e lhe disse: "Achamos aquele sobre quem Moisés escreveu na lei, a respeito de quem os profetas também escreveram, Jesus de Nazaré, filho de José". Essa dinâmica que tá acontecendo aqui é muito interessante.
Esses dois discípulos tiveram uma experiência tão forte com Jesus que a primeira coisa que eles fazem ao sair de lá é testemunhar a respeito desse Jesus e trazer mais gente. Achamos o Messias, vem. Felipe passa pela mesma experiência.
Achamos o Messias, vem. E isso acontece ao longo de todo Novo Testamento. Isso acontece ao longo de toda a história da igreja.
É inevitável. Todo aquele que passa a seguir a Jesus se torna uma testemunha desse Jesus para trazer mais gente para esse reino. É essa aventura que Jesus está nos chamando.
Ele está nos chamando para segui-lo numa aventura de ser discípulos e fazer discípulos. Isso é central. Só que é interessante como que essa história no capítulo um termina.
E eu acho incrível. Ele se encontra com Natanael. Felipe.
Felipe se encontra com Natanael e vim e diz: "Achamos o Messias, venha. " Natanael diz: "Nazaré, pode vir alguma coisa boa de Nazaré? " Já preguei sobre esse texto aqui.
Natanael tá tendo um certo orgulho, preconceito, só que ele decide ver Jesus. E o texto diz o seguinte com versículo 47: "Ao ver Natanael se aproximando, disse Jesus: "Aí está um verdadeiro israelita em que não há falsidade. " Perguntou Natanael: "De onde você me conhece?
" Jesus respondeu: "Eu ouv de, eu ouvi quando ainda estava debaixo da figueira antes de o Felipe o chamar". Então, Natanael declarou: "Mestre, tu és o filho de Deus, tu és o rei de Israel". Jesus disse: "Você crê porque eu disse?
Você crê porque eu disse que vi debaixo da figueira? Você verá coisas maiores do que essas. " Então acrescentou: "Digo-lhes a verdade, vocês verão céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o filho do homem".
Gente, tem algo interessantíssimo nesse texto. Primeiro que nós não sabemos o que é que Jesus viu. O fato é que Jesus disse: "Ah, Natanael, eu vi, eu vi você debaixo da figueira.
" Nesse momento, Natanael passa a crer. Nós não sabemos o que é que Jesus viu. Tem muita especulação sobre isso, mas quando se trata das Escrituras, nós não podemos especular o que a Bíblia não diz.
Fica um conselho de interpretação bíblica. Não especule coisa que a Bíblia não diz. Se João não contou, significa que a gente nunca vai saber.
O fato é que a partir desse momento Natanael passa a crer em Jesus. Só que aí Jesus diz: "Você acreditou por causa disso? Você vai ver muito mais.
" E aí Jesus faz uma referência aqui a Jacó lá no novo novo testamento, não, lá no Antigo Testamento, no livro de Gênesis. Não sei se vocês se lembram da história. Lá no livro de Gênesis, Esaú vende a sua premogenitura para Jacó por uns pratos de lentilhas.
Lembra disso? E aí Jacó engana o seu pai para roubar aquela bênção que seria de Esaú. E logo depois que ele rouba aquela bênção, Jacó, o enganador, ele sai fugido do seu irmão Isaú.
E aí no meio do caminho ele tem uma visão, um sonho onde ele adormece. Ele tem um sonho onde Deus mostra numa visão o céu aberto e uma escada que conectava céu e terra. Não é bem uma escada, porque no hebraico ali nós estamos falando de um zigurate, sabe?
de Gurate, aquela pirâmide assim quadradinha com aquela escada no meio. Seria mais ou menos isso. Ele está vendo essa escada que liga o céu e a terra.
E nessa escada tinha anjos de Deus que subiam e desciam. O que que isso significa? Vamos voltar lá no Éden agora, no Jardim do Éden.
Lá no jardim do Éden, qual foi o problema? O problema foi o pecado. O nosso pecado, a queda nos separou de Deus.
E por causa do nosso pecado, nós estamos completamente separados da glória de Deus. Nós somos expulsos do jardim. Nós somos expulsos do céu, entre aspas, aqui, né, da presença de Deus.
E agora Deus está mostrando para Jacó ele está ligando céu e terra. Ele está restaurando essa conexão que existe entre o homem e Deus. O céu e terra estão sendo ligados por meio dessa escada.
Tanto é que quando Jacó acorda, ele coloca o nome daquele lugar de quem lembra? Vamos ler Bíblia, hein, gente. Betel.
Ele chama aquele lugar de Betel, casa de Deus. E agora voltando paraa nossa história, Jesus olha para Natanael e diz: "Você acreditou por causa disso? Eu te digo muito mais.
Você vocês verão céu aberto, anjo de Deus subindo e descendo sobre o filho do homem. Jesus faz uma referência à visão de Jacó, só que agora não tem escada. Quem quer escada nesse texto agora?
O próprio Jesus o filho de um homem. Gente, vocês estão percebendo o que tá acontecendo aqui? Jesus está dizendo: "Eu sou aquele que vim resolver o problema do mundo do pecado.
Eu sou aquele que vou ligar céu e terra novamente. Jesus é aquele que veio trazer um novo reino, onde as pessoas se encontrarão novamente com o próprio Deus e terão suas vidas restauradas em relacionamento com Deus. Esse é o grande projeto pelo qual Jesus nos chama para segui-lo.
Que grande aventura! Jesus nos chama para segui-lo numa aventura de proclamar esse reino de Deus, onde o próprio Jesus está ligando céu e terra de novo. Isso é central.
Isso é central. Esse é o chamado que Jesus nos fez. Não tem outro, não tem outro chamado.
Sabe o que significa? Que se você não está vivendo para seguir Jesus nessa aventura aqui, você está desperdiçando a sua vida. um desperdício.
A pior coisa que você pode fazer com sua vida é ter sucesso numa coisa totalmente inútil. Se a nossa vida não está sendo para seguir Jesus nessa aventura de ser discípulo e de fazer discípulo, a gente tá desperdiçando nosso tempo aqui na terra. 60, 70, 80 anos de vida.
Esse é o chamado de Jesus ao discipulado. É um chamado radical. Mas eu vou te dizer uma coisa, é um chamado radical onde nós encontramos verdadeiro significado, alegria, um chamado do qual eu o chamado que eu escutei quando eu tinha 18 anos de idade, onde eu abri mão de tudo.
Eu abri mão de tudo para poder seguir Jesus no ministério. E não me arrependo nenhum minuto. Jesus nos chama para segui-lo.
E aqui eu queria fazer uma um eu queria abrir um parêntese. A gente tá muito acostumado a ouvir que nós podemos ser missionários ou devemos ser missionários em qualquer lugar onde nós estamos. Você é um missionário no seu trabalho, você é um missionário na sua escola, você é um missionário na sua vida profissional.
Isso é verdade. Isso é verdade. Nós precisamos ser missionários em qualquer lugar e nós precisamos seguir a Jesus nesse desafio de fazer discípulos em qualquer lugar.
Só que agora eu queria abrir um parênteses aqui e falar de um outro problema que tem muita gente que ouve isso de que eu posso ser missionário em qualquer lugar e aí usa isso como uma desculpa esfarrapada para não fazer nada mais. Então, eu não preciso ser um missionário, eu não preciso. E aí, principalmente os jovens, adolescentes riscam das suas possibilidades futuras a possibilidade de ser um missionário de verdade.
Todo mundo missionário de verdade. Você entendeu o que dizer? um missionário de transcultural ou riscam da sua agenda a possibilidade de ser pastor.
Vocês sabiam que recentemente foi publicada uma pesquisa nos Estados Unidos sobre a realidade da igreja americana e que eu não tenho dúvidas que em pouco tempo essa também, infelizmente, pode ser a realidade da igreja brasileira, que as igrejas dos Estados Unidos estão em crise. Sabe por quê? Porque não tem novos pastores, não tem jovem querendo ser pastor.
E por causa disso as igrejas americanas estão em crise. É, tem muita gente indo de outros países ser pastor nos Estados Unidos, porque não tem jovens querendo ser pastor. Infelizmente isso pode acontecer aqui também no Brasil, porque muitas vezes a gente tem riscado das nossas possibilidades futuras o fato de seguir Jesus integralmente no ministério pastoral.
Eu queria dar um conselho aqui, principalmente aos mais jovens, principalmente aos mais jovens. Não risque da sua possibilidade futura o fato de Deus te chamar para ser missionário ou pastor. Deus pode estar te chamando hoje para ser pastor, para ser missionário.
Mas independente disso, Jesus está chamando a todos nós para segui-lo numa grande aventura de ser discípulos e fazer discípulos.