A gente volta aos Estados Unidos para falar com Eliseu Caetano sobre os ataques à Venezuela. Eh, Eliseu, Nicolás Maduro capturado, segundo a Casa Branca. alguns países, como a Cuba, por exemplo, já se pronunciando, Colômbia também diante desse ataque, eh, a gente aguarda agora o Brasil, né, que sempre manteve e uma linha ali diplomática, eh, nem tanto e por Caracas, nem tanto para os Estados Unidos, tentando ali amenizar esse conflito.
É, o Brasil já se pronunciou em relação a isso? >> Ainda não, Patrícia. Há uma grande expectativa de que o Palácio do Planalto, através da SECOM, da Secretaria de Comunicação Social, emita uma nota já nas primeiras horas da manhã deste sábado com as falas oficiais do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva.
Também há uma grande expectativa por parte, principalmente da comunidade internacional, para que agentes políticos brasileiros de influência internacional também se posicionem sobre essa situação que acontece nesse momento lá na Venezuela. Eu peço desculpas pro nosso ouvinte telespectador, principalmente pro internauta que acompanha a gente por imagem. Por que que eu tô olhando para baixo?
Porque eu tô literalmente conversando com colegas jornalistas lá na Venezuela, com fontes nossas ah na Casa Branca e também num Pentágono para pegar informações. Eu acabei de pegar uma nota atualizada de Gustavo Petro, presidente da Colômbia. De acordo com Gustavo Petro, ah, ele fez uma lista de locais que foram atacados pelos Estados Unidos na Venezuela.
Vamos lá. Então, informação de Gustavo Petro, presidente colombiano, sobre os locais de ataque. A Assembleia Nacional da Venezuela, incluindo o parlamento do país, foram explodidos ah pelos Estados Unidos hoje.
Base aérea Lacarlota, desativada e bombardeada. O quartel de La Montanha, um dos principais eh quartéis militares da Venezuela, o maior quartel general do país, que fica em Ktia Lamar, foi desativado pelo bombardeio. O Palácio Legislativo Federal, que fica localizado na capital Caracas, bombardeado.
Forte Tiuna também foi bombardeado, um forte militar feito para proteger a Venezuela de invasões por mar. Esse forte foi bombardeado. O aeroporto de El Ratio também foi atacado.
Vale lembrar que esse não aeroporto internacional de Caracas, é um aeroporto privado, mas que fica a poucos quilômetros e literalmente poucos quilômetros do aeroporto internacional de Caracas, que nesse momento está fechado, como não poderia deixar de ser, tanto para pousos quanto para decolagens, por motivos de segurança, por motivos óbvios. Vale lembrar que o espaço aéreo venezuelano já estava fechado pelo governo dos Estados Unidos há pelo menos um mês. Pelo menos havia um pedido oficial de Donald Trump.
Esse pedido foi reafirmado, confirmado ah pela Associação Federal de Aviação Internacional. E aí as grandes companhias aéreas já estavam evitando transitar lá. Inclusive, isso rendeu uma discussão entre Nicolás Maduro e diversas companhias, inclusive a Latan do Brasil, que perdeu a licença de operar na Venezuela porque parou de operar lá antes, atendendo a esse alerta do governo dos Estados Unidos.
Sete operadoras internacionais de voo tiveram as suas ah credenciais retiradas pelo governo de Nicolás Maduro, mas muitas outras continuaram operando e hoje, obviamente, eh não estão realizando voos. Então, o aeroporto internacional de Caracas a está fechado. Aparentemente, a princípio, não foi bombardeado.
A base aérea número três, que é uma base aérea só de F16, de caças russos em Barxemito, também foi bombardeada, segundo Gustavo Peto, presidente da Colômbia, um outro aeroporto privado em Caracas, Tchawali, foi também bombardeado. O plano de defesa foi ativado lá em Miraflores nesse momento. Eu volto com vocês.
Muito bem. Agora são 6:44. O mundo todo na repercussão em relação aos ataques dos Estados Unidos, justamente a Venezuela.
Nós estamos lá nos Estados Unidos com Eliseu Caetano. Eliseu, fica toda essa situação. Evidentemente nós estamos de volta agora para toda a rede Jovem Pan.
São 6:45 acompanhando essa notícia da madrugada aqui no Brasil, madrugada também nos Estados Unidos e também madrugada na Venezuela. Venezuela está uma hora atrás aqui em relação ao Brasil no fuso horário. O Eliseu Caetano está novamente conosco.
Eliseu, nós percebemos o seguinte, né, essa escalada, né, você mesmo trouxe ao longo desses últimos meses que agentes federais norte-americanos estavam lá na Venezuela. Esse ataque, como você vai contando, são bases militares, ou seja, é um ataque muito estratégico, né, em relação a forças militares locais aí da das Forças Armadas da Venezuela. Inclusive você já trouxe aqui essa informação, Nicolás Maduro foi, então, ele deixou e a Venezuela, ele foi capturado.
Elise, eu queria que você fizesse, então, para quem está chegando agora na nossa programação, então você fizesse um balanço de tudo que aconteceu na madrugada e você está na madrugada 2 horas atrás aí na Flórida. >> Exatamente, Matos. 4 horas da manhã com 45 neste momento aqui na costa leste do país.
Ah, a gente fala ao vivo direto dos Estados Unidos, no sul da Flórida, nesse momento, 11ºC, aliás, é daqui do sul da Flórida, há poucos quilômetros de onde estamos, que Donald Trump também segue acordado durante toda essa noite, madrugada de sábado. Ah, e foi dele a ordem direta para que os Estados Unidos atacassem a Venezuela. Ele estaria acompanhado na mansão dele em Maralago por Marco Rúbio, secretário de estado, o chanceler maior dos Estados Unidos.
Ah, eu vou fazer esse balanço, Matos. Mas antes, deixa eu só trazer uma atualização. A FAA, que é federação de aviação civil aqui dos Estados Unidos, acabou de se pronunciar a respeito do ataque americano contra a Venezuela e proibiu voos comerciais dos Estados Unidos no espaço aéreo venezuelano devido a abre aspas, atividade militar em curso.
Fecha aspas, ou seja, confirmando que os ataques ainda continuam neste momento, enquanto falamos aqui ao vivo. Ah, várias explosões seguem sendo ouvidas neste momento na capital Caracas. Ah, o Pentágono e a Casa Branca ainda não responderam a os nossos pedidos de comentário.
Eu tô aqui, tô com o telefone na mão, tô falando com os colegas jornalistas na Casa Branca, com a equipe de Donald Trump. A gente tá de de olho em cima desse lance para tentar trazer a informação mais apurada de momento. Agora atualizando a você que tá chegando agora, sintonizando agora aqui na programação da Jovem Pan, os Estados Unidos da América realizaram com sucesso, segundo uma nota divulgada agora a pouco pelo presidente Donald Trump, um ataque de grande escala contra a Venezuela e o líder do país, Nicolás Maduro, que foi capturado junto com a esposa dele e retirado da Venezuela, retirado do país por via aérea.
Essa operação, segundo Donald Trump, foi realizada em conjunto com as forças de segurança daqui dos Estados Unidos. E mais detalhes serão divulgados logo mais, a partir das 2 horas da tarde pelo horário de Brasília, Donald Trump vai conceder uma entrevista à imprensa dos Estados Unidos fazendo um pronunciamento antisoficial à nação. Portanto, os Estados Unidos deve parar, boa parte do mundo também para acompanhar a fala de Donald Trump e os motivos que levaram a esse ataque e claro, aonde está Nicolás Maduro, para onde ele e a sua família foram levados, o que vai acontecer neste momento com a Venezuela.
Algumas autoridades americanas já estão usando suas redes sociais para se posicionar, como por exemplo Maria Elvira Salazar, congressista americana, que acabou de postar: "Viva o povo glorioso da Venezuela! " ou seja, no início da manhã e bem início mesmo, nesse momento, 4 horas da manhã com 49. Ah, a que o dia nem amanheceu, ainda está escuro.
Já temos aí falas de autoridades. O ministro da defesa da Venezuela, o Vladimir Padrino Lopes, teve a sua casa atacada, bombardeada e de acordo com Fontes na Venezuela, não se sabe o paradeiro dele, não se sabe se ele estava dentro da casa e, portanto, ah, pode ter morrido nesse ataque ou se ele conseguiu ser retirado ou fugir a tempo antes do bombardeio. Ele está incomunicável nesse momento.
Então, a Venezuela perde o o seu presidente nesse momento que foi evacuado a força do país pelos Estados Unidos. E o seu segundo nome, mais importante, o ministro da defesa, ele está incomunicável, ou seja, é um país a a deriva, digamos assim, solto. E por esse motivo, as redes de TV lá na Venezuela já começam a mostrar, nesse momento, eu acompanho uma repórter ao vivo direto da capital Caracas.
Ela mostra a a rua a do condomínio onde ela tá vazia, mas ela reforça que ela tá dentro de um condomínio, mas ela relata que nas ruas da capital Caracas já há brigas de ganges, briga envolvendo milícias. Vale a gente ressaltar que o presidente, o líder do regime venezuelano, Nicolás Maduro, há cerca de 3 meses começou a armar a população civil. Ele liberou armas gratuitamente, ofereceu treinamento para cidadão comum.
Isso envolvendo idoso, adultos, mulheres, crianças. Até crianças receberam armas e treinamentos para se defender de uma possível invasão americana. Só que desde o início ah de toda essa situação, de todo esse embrogo, envolvendo Venezuela e Estados Unidos, ah, o que a gente também viu foi que havia dissidentes.
O que que é isso? eram ah, e são, né, um grupo de pessoas de venezuelanos que são contra o governo, que são contra o regime de Nicolás Maduro. Então, nesse momento, já há uma guerra, digamos assim, de facções nas ruas da Venezuela, né?
É o povo lutando contra o próprio povo dentro do próprio país por conta de seus ideais. Enquanto isso, os Estados Unidos seguem bombardeando diversos pontos, não apenas da capital venezuelana, Caracas, mas diversas cidades do do dos estados ali próximos a a Caraca. A gente também agora traz informação de última hora, olha, algumas horas após o início do ataque, começou por volta de 1 hora da manhã pelo horário local lá da Venezuela.
Portanto, por volta de 2 da manhã, pelo horário daí do Brasil, ah, já existem alguns indícios desses ataques que é importante, principalmente, ah, para quem entende do modos operante de militares, né? O ataque aéreo envolveu bombas de precisão. Hã, não há evidências, pelo menos até o momento do emprego daqueles mísseis de Cruzeiro, o Thomas Hulk, que o nosso correspondente lá na Europa, o Luca Bassani, sempre fala dele.
São mísseis muito potentes, eles geram um ruído muito característico, principalmente na fase final de aproximação. Não há evidências de que esses mísseis foram utilizados. Portanto, não foi feito nenhum tipo de lançamento do mar, né, através dos grandes navios que estão lá, mas sim doar com aviões e também com helicópteros, né?
Ah, foram usados inclusive muitos helicópteros, conforme quem nos acompanha por vídeo pode conferir, muito provavelmente os helicópteros H A H1Z, a que é um helicóptero dos marinhos aqui dos Estados Unidos, né, para essa missão de ataque contra alvos de oportunidade avistados no solo. O que que é isso? É um termo militar para dizer alvos que já haviam sido prédeterminados.
E aí, Matos, eu volto lá na sua pergunta, porque os militares americanos já estavam fazendo o mapeamento da Venezuela. a gente já tinha trazido a informação, aliás, essa informação foi dada aqui na programação da Jovem Pan em primeira mão, de que militares a americanos, em parceria com agentes da CIA, que é a agência de operações secretas dos Estados Unidos, já estariam infiltrados dentro da Venezuela, fazendo mapeamento de pontos que poderiam ser bombardeados, de pontos de interesse dos Estados Unidos para serem completamente destruídos. E agora hoje, no dia desse bombardeio, no dia desse ataque americano, a gente tem essa confirmação de algo que a gente falou lá atrás a cerca de pelo menos 2 meses, né?
Então, ah, a gente tem, apesar desse avistamento grande de helicópteros, né, os Shinuk, ah, a gente não conseguiu ainda confirmar, e eu tô tentando confirmar se houve algum tipo de desembarque militar em solo venezuelano, o que é uma outra coisa. Por enquanto as aeronaves estão no ar, as imagens mostram aeronaves no ar, mas a grande dúvida nesse momento é, houve ou não houve um desembarque militar ah na região, né? A gente tem cerca de 10.
000 1000 militares, das cinco forças armadas do país, que estavam ancorados a cerca de 100, 200 km, no máximo da capital Caracas, em águas internacionais ali ah do Mar do Caribe, em barcos gigantescos, inclusive o maior navio militar do mundo está lá servindo de apoio para essa operação. E quando esse navio militar foi para lá, Marcelo Patrícia, a gente falou aqui na programação da Jovem Pan, não fazia sentido o custo desse navio, com a quantidade, né, técnica, né, e com a quantidade de material bélico que esse navio disponibiliza, levá-lo para lá para não utilizá-lo. E aí hoje, nessa manhã de sábado, então vem a confirmação de que os Estados Unidos estão atacando a Venezuela.
Os alvos mais visados estão sendo nesse momento, pelo menos de acordo com a imprensa local venezuelana e também de acordo com as informações divulgadas pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro. Instalações militares como a base de Lacarlota, o Forte Tiúa, o porto de Laguaíra foi agora a pouco também bombardeado, né? Ainda não há uma informação oficial ah de ataques ah contra áreas civis, contra residências de civis.
A gente tem confirmação de ataques contra residências militares, de militares, de líderes militares. E aí por alvos militares foram incluídos possivelmente nessa lista? Eu volto aqui, Marcelo e Patrícia, numa fala de Donald Trump de alguns dias atrás, onde ele acusou Nicolás Maduro e todo o alto escalão do governo dele, do regime dele, de serem parte, de serem integrantes de uma quadrilha do do Cartel de Losos.
Cartel de Losoles era uma das maiores eh organizações criminosas a da Venezuela e possivelmente uma das maiores do mundo. Donald Trump transformou essa organização criminosa numa organização terrorista. E por conta dessa mudança de nomenclatura, ah, por base na lei americana, isso concede aos Estados Unidos o direito de invadir a Venezuela, de intervir na Venezuela baseado de que eles fazem algo lá que interfere aqui e para proteger o país deles, eles atacam antes.
Então, é uma regra, é uma lei de 1908 que foi reeditada recentemente por Donald Trump para ah especialmente atingir Nicolás Maduro. Mas a gente também não pode deixar Patrícia e Matos ah de falar o alvo não é apenas maduro. Maduro caindo.
A gente tem Rússia que se alimenta muito da Venezuela, que é um país muito parceiro. A gente tem Cuba, né? Ah, também um país muito parceiro.
A gente tem Colômbia, que tá tendo alguns atritos, mas que tá ali do lado na fronteira. Inclusive, a Colômbia acabou de reforçar a segurança na fronteira para evitar uma fuga em massa de venezuelanos fugindo pra Colômbia. Resta saber se tá acontecendo aí no Brasil, né?
Porque também fazemos fronteira com a Colômbia, Matos. Patrícia. >> Pois é, agora são 6:57.
da Colômbia é o país aqui da América do Sul que mais recebe refugiados, migrantes, eh, fugindo aí dessa situação que agora ficou ainda mais tensa, né? Porque antes era só o modelo econômico, político, que faziam essas pessoas saírem daí e agora tem essa tensão. Agora, 6:57.
Eh, Eliseu, a gente continua com você aí na eh nos Estados Unidos, atualizando a gente com essas informações desse ataque contra a Venezuela e agora resta saber o que vai acontecer de fato politicamente com eh Já Maduro preso, né? A Maria Corina, por exemplo, eh que seria, né, a vitoriosa aí nas últimas eleições, acabou sendo presa, depois levou o Nobel da Paz. Eh, há algum pronunciamento dela?
Ela que já tinha declarado que estava a favor desse ataque dos Estados Unidos e poderia se unir a eles para reconstrução da Venezuela num outro modelo, né? >> Exatamente. Maria Corina Machado não está em solo venezuelano.
A gente relembra que ela fugiu para receber o prêmio Nobel da paz. ah, ela foi a grande vencedora, a ganhadora desse prêmio que é importantíssimo, e ela não obteve uma autorização do governo de Nicolás Maduro. que foi eh a a principal oponente dele nas eleições passadas, que segundo a contagem dos votos oficiais, segundo a contagem das urnas, foi a grande vencedora, eh ela não podia deixar o país e ela fugiu junto com a filha, está na Europa nesse momento.
Há uma grande expectativa para que ela também fale sobre isso. Agora, quem tá falando agora na televisão é o chefe das Forças Armadas da Venezuela. o indicativo, cadê o ministro da defesa?
Se o chefe das Forças Armadas tá lá, deveria tá do lado do ministro da defesa, que supostamente teve a casa bombardeada a e está incomunicável nesse momento. E ele disse o seguinte: "Nós não vamos negociar, nós não vamos nos render, nós vamos no final das contas triunfar". Repito, nesse momento a TV Estatal Venezuelana está exibido um pronunciamento oficial do chefe das Forças Armadas do país e ele está dizendo o seguinte, abre aspas, nós não vamos negociar, nós não vamos nos render e nós vamos, no final das contas, triunfar.
Ah, essa é a aspa do chefe das Forças Armadas da Venezuela neste momento. Agora, o presidente dos Estados Unidos, Nicolás Maduro, garantiu agora a pouco em nota que Nicolás Maduro e a família foram capturados e retirados, evacuados da Venezuela. Ah, e a grande questão, a grande dúvida é para onde eles foram levados.
A resposta a gente deve saber daqui a pouquinho, quando o Donald Trump fizer esse pronunciamento oficial à nação. >> Muito bem, nós estamos acompanhando todos os desdobramentos, então, desse ataque dos Estados Unidos à Venezuela. O Eliseu Caetano, desde o início da madrugada, ele está 2 horas lá, portanto, eh atrás em relação ao horário brasileiro.
E nós vamos agora, Eliseu, só um momento, nós vamos voltar agora para toda a rede Jovem Pan, toda a nossa rede. Agora são 7 horas da manhã e nós continuamos com a repercussão então do ataque dos Estados Unidos à Venezuela. Eliseu, evidentemente que nós eh tínhamos esse agravamento da situação, mas nesta semana até Maduro eh se mostrou aberto ao diálogo com Donald Trump, até de imigração, a questão das drogas e sobretudo, né, dessa utilização das reservas de petróleo.
Com esse ataque muda tudo e a gente pode observar, você já falou, reações vão acontecer. um aliado histórico, então é a Rússia. E nós temos aí, portanto, toda essa questão que envolve também a repercussão mundial desse atentado.
Tudo e conforme palavras de Marco Rúbio, secretário do Estado norte-americano, se a Venezuela cai, Cuba cai e todos esses regimes ah ditatoriais que ainda existem caem juntos a reboque, viu Matos? Antes de eu ir para essa notícia, deixa eu só trazer uma informação, ah, de que tá rolando uma transmissão agora ao vivo, como eu falei, na TV Estatal Venezuelana, a VTV, né? Ah, e eles estão confirmando os ataques em pelo menos quatro estados do país.
Ah, e por conta disso, o chefe das Forças Armadas da Venezuela acabou de ativar um decreto de como exterior, que é equivalente aí no Brasil a um estado de exceção. Ou seja, Venezuela entra neste momento em estado de exceção. Isso significa que os seus moradores, os seus cidadãos podem lutar por si e lutar pelo seu país, se eles assim o quiserem.
Agora, voltando a esse assunto, a essa sua pergunta, Matos. Ah, eu parafrasei agora a uma aspa importante do secretário de Estado aqui dos Estados Unidos, o Marco Rúbio. Ele é cubano, a família dele, inclusive parte dela ainda vive em Cuba.
E ele veio para cá fugido com os pais. ah, tá aqui desde pequenininho. Ele fala inglês obviamente muitíssimo bem, mas o que chama atenção é que o espanhol dele é perfeito.
E ele desde o início da carreira política dele, ele é senador pelo estado da Flórida, da onde a gente fala aqui ao vivo, desde o início da carreira dele, ele é uma voz, ele é um ativista em prol dos direitos dos moradores desses países, como Cuba e Venezuela. Ele tem sido uma espécie de muro. Ele é nesse momento, o maior entrave para as relações entre Estados Unidos e Brasil.
Apesar de Donald Trump e Luís Inácio Lula da Silva conversarem e falarem, Donald Trump deixou, delegou as mãos ah de desse importante chefe de estado, desse, como é chamado aqui, braço direito do Donald Trump, essas decisões todas. Então, muito provavelmente a decisão de atacar a Venezuela veio dele. A situação do Tarefaço, por exemplo, a ideia do Tareifaço também partiu dele, do Scott Bennet.
E ele está nesse momento, segundo fontes nossas, lá na capital americana, lá na Casa Branca, ele está nesse momento aqui na Flórida, onde, aliás, é a residência dele permanente, acompanhado de Donald Trump. Ele está ao lado de Donald Trump desde o início dessa operação que começou por volta de 1 hora da manhã. pelo horário lá da Venezuela, 2 horas da manhã pelo horário ah daqui dos Estados Unidos.
E e ele já falou várias vezes sobre a importância desses regimes, porque eles se autosustentam. Então, por exemplo, a Venezuela, ela tem um petróleo, mas ela manda petróleo pra Rússia, ela vende petróleo pra China, ela vende petróleo para Cuba. Todos esses regimes dependem um do outro.
como se fosse um organismo, uma cadeia que se autosustenta. Se um pilar cai, segundo Marco Rúbio, todos os outros tendem a cair também. Vamos saber até que ponto isso é verdade, se de fato isso vai acontecer.
E claro, a gente precisa adiantar essa situação. Nesse momento há um ataque, mas o pós-ataque, como ficará a Venezuela? Vai haver um governo interino?
Uma nova eleição vai ser convocada? A eleição anterior fica válida e quem ganhou lá volta para cá e assume aqui. São perguntas importantes que precisam ser serem respondidas o quanto antes, até para levar algum tipo de alívio a essa população que já tá sofrendo há muitos e muitos anos lá na Venezuela.
E em contrapartida já há um posicionamento de governos como Colômbia, como Cuba. Ah, a respeito disso, obviamente a gente fica esperando agora Rússia e China, que são dois grandes, fortes e importantes aliados ah de Maduro. Com Maduro capturado, como Maduro vai conversar, por exemplo, com o homólogo dele russo?
Como que ele vai conversar com o Miguel Dias de Cuba? Então o país fica a deriva, não tem quem governe. E aí os Estados Unidos, já se fala por aqui, aliás, ao longo dos últimos dias, já era uma informação que vinha sendo levantada nos bastidores e discutidas sobre um um governo de transição que poderia ajudar a Venezuela a se reconstruir politicamente para eles caminharem fora do regime ah de Nicolás Maduro.
Agora resta saber como, repito, China e Rússia vão se posicionar nesse tabuleiro, nesse xadrez, porque elas não estão do lado dos Estados Unidos. Rússia e China estão do lado da Venezuela. E aí você tem Cuba, que não tem um poder bélico ah grande, mas que depende da Venezuela.
E aí se a Venezuela passa a não ter mais contratos comerciais, não passa a não ter mais relacionamento, como fica Cuba cada vez mais isolada. Eh, e essa é uma vontade, com toda a certeza, hã, do secretário de Estado norte-americano, Marco Rúbio.