[Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] A vida é linda e [Aplausos] ligeira dizem que a gente vem ao mundo para aprender a apreciar a vida a Amar Incondicionalmente e a ter [Música] integridade os cavalos já nascem sabendo tudo isso então eles não tê que viver por tanto tempo como [Música] [Música] nós [Música] [Música] Frida você me ensinou a ser quem eu sou e me fez descobrir o que realmente importa você teve uma vida extraordinária [Música] [Música] C agora parece que acordei de um sonho e tudo está diferente você não está mais aqui Frida você será para
sempre a melhor parte de mim você me fez perceber que o que a memória ama fica [Música] eterno sigo levando tudo que me ensinou A vida é linda e ligeira como um galope a rotina na clínica veterinária pode ser desafiadora não é mesmo e acabar consumindo um tempo valioso que poderia ser dedicado aos Pets cuidar de documentos pagamentos agenda estoque é fácil se perder com tanta coisa né por isso o Vet Smart desenvolveu a solução perfeita para transformar a sua realidade o prontuário pro a ferramenta que Vai facilitar a sua rotina e a gestão do
seu negócio veterinário de verdade e de uma vez por todas e por apenas R 49,90 por mês Olá pessoal eu sou o Júlio fui convidado aqui pelo pessoal da drogavet aqui de São Paulo para falar sobre artrite épa em equinos Eu trabalho aqui na Universidade de São Paulo então a gente recebe com uma certa frequência esse esse tipo de caso animais né e equinos que são acometidos pela por esse processo esse processo infeccioso articular então eu programei aqui fiz uma programação né rapidamente dar uma introduzida no assunto falar sobre a biologia etiologia um pouco sobre
diagnóstico que é bastante importante e as opções de tratamento Então o que normalmente a gente né faz aqui e o que é recomendado pela literatura e no final a gente faz algumas considerações então a artrite séptica né nos equinos a gente sabe que é um problema bastante bastante grave né Principalmente dependendo da fase que a gente pega esse processo quando a gente consegue pegar no Inicial né ou seja por exemplo numa uma perfuração da da da articulação a gente consegue tratar já imediatamente né é um tratamento de urgência Então a nossa chance de ter um
Resultado positivo né interessante desses animais se manterem saudável o nível muito próximo do que eles já exerciam da atividade é é maior mas nos casos aonde a gente demora muito para conseguir intervir seja ele por qual for o motivo aí o prognóstico ele já é de reservado ar ruim então ah nos equinos a arti séptica normalmente comete as articulações diartrodiais as articulações tem bastante mobilidade precisa lembrar que a articulação não é só cartilagem né Principalmente nesses nessa afecção n que ela temha cápsula sinovial né tem a sinó tem a cápsula fibrosa tem ligamentos que ficam
muito próximos né tem o osso condral que é extremamente importante né na sustentação dessa cartilagem e cito essa estrutura principalmente porque quando a gente pega aqueles casos Aonde a a bactéria já tá alojada no subcondral né o tratamento Ele é bem mais oneroso e o resultado é pior então normalmente a gente divide a as antisépticas em adquiridas né que elas podem ser traumáticas eh ou mesmo hemat a gente vê bastante isso nos nos potros né e dos poliart e as iatrogênicas normalmente em consequência de um procedimento cirúrgico né como a gente tá falando aqui da
articulação então osteossíntese artroscopia artrotomia ou mesmo que é mais comum e também não tão comum assim né é são nas injeções né nas artrocentese você ela para fazer diagnóstico ou para eh fazer algum tipo de terapia algum tipo de tratamento pensando aqui na nas nas iatrogenias né a gente sabe que nas cirurgias ortopédicas a gente tem uma taxa de infecção assim nas cirurgias limpas em torno de 8.1% isso eh nos equinos então quando a gente tem uma cirurgia limpa contaminada né ou seja uma fratura que tá aberta ou exposta eh ou que teve uma lesão
importante idual que já tem contaminação então sobe para 50% então a taxa é Varia muito comparativamente quando a gente fala aqui nos nos Cães e Gatos é muito mais baixo 2,5% né a cirurgia cirurgias ortopédicas artroscópicas em humanos é muito muito baixo nos equinos há citações que falam de 0,5 A 1% então a gente né recebe bastante bicho para oscopia aqui e a taxa de infecção realmente é muito baixa no caso das artroscopias eh achei interessante colocar esse trabalho que é eles fizeram uma um estudo sobre a chance de animais que são submetidos a injeção
articular e desenvolverem processos sépticos então aqui eh fizeram é um estudo realmente bastante número de injeções né então 13 cavalos né Pass Aram por várias visitas desses todos 13 animais tiveram eh infecção seja a infiltração para diagnóstico ou para tratamento então nessa conta deles em 10.000 infiltrações 7.8 dos casos né foram das infiltrações foram eh desencadearam antiséptica então 12 desses 13 animais foram através após né a infiltração do corticosteroide e a articulação mais acometida foi a tibiotársica então isso sim são Dados que devem ser realmente analisados né porque e não tô aqui procurando culpados para
isso mas a gente sabe que o corticosteroide é um dos fármacos mais utilizados no tratamento né de queos atletas então não necessariamente a gente pode dizer que o corticoide causa mais antiséptica a gente pode dizer que eh é uma droga que é muito mais utilizada então obviamente a tem animais né com chance maior de eh desenvolver esse essa afecção acho que a a mensagem aqui é que em 10 isso é importante a gente falar na minha opinião pelo menos pros proprietários quando a gente faz algum tipo de terapia a mesmo diagnóstico que é necessário fazer
a punção articular né que a gente tem uma chance Sim de calhar né um processo séptico mesmo seguindo todas né a as recomendações para fazer essa esse tratamento né sepsia luva estérel agulha estérel prepara do animal do local onde eu tô trabalhando e tudo mais eh ar cética também ela é desencadeada né Por traumas Então os animais estão né andando no pasdo ou se dentam né no trailer eh no Piquete na prov então às vezes perfurações pequenas em áreas perticular que eventualmente a gente não eh dá muita importância é importante fazer a checagem porque ela
pode ter um comprometimento articular então se eu tô na dúvida eu posso usar um contraste ou simplesmente eu posso fazer uma punção longe da área onde tá cometida e fazer a infusão de algum líquido para ver se tem drenagem ou não se eventualmente não tem drenagem não necessariamente isso não possa vir né contaminar porque eu tô com uma porta aberta ali ten uma uma lesão de pele Aonde a infecção pode seguir para estruturas mais profundas normalmente nos ferimentos né a gente costuma ver streptococos stafilo pseudomonas e ecoli que são bactérias normalmente que tão no solo
que estão na pele do animal que estão nas feles e tudo mais né E quando a gente comenta de eh iatrogenia normalmente a gente né visualiza observa consegue ter culturas é do stafilos eh hipos é muito comum né eles por uma falha de transferência de imunidade por uma placentite por uma eh não cicatrização da região umbilical né Teu úraco patente então é uma porta da entrada da bactéria que tá outro já as articulações com refusão né e com comunicação aqui com a bexiga né com uro patente e a bactéria se aproveita disso entra eh na
corrente sanguínea né E por vi mató acaba se alojando principalmente nas articulações que TM mais mobilidade tibiotársica e fenômeno patelar que a gente costuma eh visualizar normalmente os agentes variam Mas eles podem ser de strepto que é os a bactéria que mais próximo ali né que tá na pele que tem fica mais fácil a entrada como eu falei antes né E colle clebel até rodoc podde ser eh isolado desse tipo de de paciente eh normalmente o diagnóstico a gente consegue eh por eh avaliação clínica já a gente consegue ter uma suspeita bem interessante esse tipo
de claudicação né em potência funcional final normalmente a gente vê nos processos sépticos ou né de fratura então a gente costuma ver calor na região aumento de volume sensibilidade à palpação não tem eh ter ferida né pode ter ferida então a gente costuma observar esse tipo eh de característica baseado nisso baseado no histórico né então o proprietário sempre nos pode nos ajudar com relação a isso principalmente na questão cronológica né o quando isso começou se ele observou isso faz diferença na hora que eu dou o prognóstico para ele principalmente eh depois da avaliação clínica que
a gente normalmente lança a mão é do exame ultrassonográfico que ele dá bastante informação né característica do líquido sinovial da sinóvia do da Porção da cartilagem né eventualmente até pode ser casos mais avançados visualizado né a erosão da cartilagem com exposição de osso condral então ele traz realmente bastante informação eh nesse primeiro momento e também serve para nos ajudar eh no pós-operatório então Ele nos auxilia ó tô fazendo esse tratamento e o animal né clinicamente e ultr ultrassonografico ele tá evoluindo dessa maneira a gente normalmente faz né O como na chegada do animal para diagnóstica
e depois faz ciá Raio X também é importante pra gente ver principalmente a característica óssea da região né Fist olr se eventualmente eu tiver uma fía né e ou eu quero ver até a onde tá indo esse caminho essa comunicação essa contiguidade do ferimento e outros exames que Por às vezes por uma questão de estrutura ou até mesmo de custo né Mas podem ser utilizados podem nos trazer informaçõ interessantes com relação ao comprometimento da região que é a ressonância magnética e a tomografia computadorizada mas que eh usualmente não é não é feito então quando a
gente eh pensa né nos exames que podem nos auxiliar aqui tem um potro com poliartrite então ele tem áreas aqui na femoropatelar de de lise né com aumento de tecido mole na região pode bastante tecido mole alguns casos eh tem presença de gás também é possível ver pelo raio X que a gente pode não confundir a a estruturas que são eh de aspecto normal né a gente sabe que nos potros tem um pouco de de irregularidade aqui nas tróclea femurais então Na minha opinião eu acho difícil a gente conseguir eh diferenciar eh nesse momento por
exemplo se isso aqui já tem algum componente séptico ou não normalmente a gente visualiza isso então nos outros é normal mas a gente vê né Lise né lises císticas no no côndilo a gente vê aqui na na epífise de áreas de lise também na Met na fise né tem alterações tecido mole bastante aumentado né líquido aqui no ultrassom líquido heterogêneo né com espessamento aqui de cápsula Então são to todas as alterações que esses exames complementares nos ajudam né A fazer um diagnóstico preciso e auxiliar também no prognóstico desse animal eh Depois dessa avaliação prévia né
tanto Clínica como de de imagem a gente pensa nesse ambiente que tá comprometido E para isso como eu faço como é que é o que que é o ideal a gente coletar material para fazer tanto avaliação macroscópica quanto Laboratorial então a gente faz a função articular né de maneira asséptica e consegue avaliar viscosidade do líquido coloração e turbidez isso macroscopicamente então a gente sabe que o líquido normal ele tem uma viscosidade alta pelo menos mais de 5 cm né quando a gente faz o pregueamento a coloração normal é amarelo palha e ele não é Turvo
eh quando tem processos inflamatórios ou mesmo sépticos eles são eles podem variar de eh Amarelo amar Elo Ocre né o amarelo mais escuro até avermelhado por causa da da migração de remas e de células de neotrópicos muito baixa e normalmente se é um processo que tá muito avançado a gente consegue ver né ou uma articulação que tá muito comprometida a grumos né de de proteína de musina ou mesmo de fibrina pela aspiração mesmo por Agú eh a gente manda sempre esse material pro laboratório para avaliação de do líquido né para avaliação celular proteína e pra
cultura também então normalmente eu considero um process Mesmo que às vezes né a gente sabe que o normal de de um animal adulto é 5.000 células por litro e um potro até 10.000 então às vezes a gente recebe aquele animal que tá meio no borderline ali né que tá sei lá 15.000 20.000 células então eu considero um processo séptico quando eu tenho celularidade um pouco mais alta né às vezes 20.000 mas que eu tenho muito neutrófilo mais que 80% e proteína né alta então isso dá para se inferir que é um processo séo normalmente a
gente pega 100.000 né 80.000 90.000 300.000 também é possível então isso né já começa a ser bem característico mas se eu pego uma solaridade um pouco mais baixa mas eu tenho muito neutrófilo e bastante proteína então eu já Considero que esse processo né é um processo processo cético e não só inflamatório e deve ser tratado como eh para melhorar né A minha Identificação do agente além da cultura do líquido sinovial isso é importante pro né no no nos próximos dias caso necessário precis trocar do antibiótico eu tenha alguma coisa com que me embasar Então você
é interessante mandar não só o líquido mas sim a membrana sinovial e isso já é um pouco mais difícil de se coletar normalmente a gente faz isso né nas situações né de de diagnóstico e a dosagem de lactato né a gente não não usa com frequência aqui a diferenciação da glicose sérica com a glicose sinovial PCR Seria uma ótima opção principalmente para Me direcionar com relação ao uso do antibiótico então um sai muito rápido né conseguir saber que tipo de bactéria é e isso pode me Me direcionar para na escolha do do antibiótico Então qual
que é o objetivo né chegou meu paciente eu fiz a avaliação né Realmente ou né eu vou até a propriedade até o Aras até o criatório fecho tenho a suspeita do diagnóstico de séptica o que eu devo fazer Qual que é o meu objetivo inicial esse com esse com esse paciente inicialmente é estabilizar ele né fazer alguma coisa para control da dor proteger a região se ela tiver algum tipo de ferimento se possível coletar material para avaliação e já para submeter a cultura e eu na minha opinião não não espero para entrar com antibiótico terapia
sistêmica e local então no momento que eu faço a punção né se eu tenho a sup antisséptica vou fazer a função para fazer a coleta de material eu já faço a injeção de algum antibiótico eí aí tem uma série de opções que vai comentar um pouco mais paraa frente e isso Varia muito né do local trabalha né no do da da região do que tu tem disponível no momento então também isso às vezes n Ah gostaria de usar uma amicacina mas eu não tenho aqui amicacina ten gentamicina apli gentamicina e normalmente a gente faz o
encaminhamento né desses animais para algum lugar n algum lugar tem estrutura que tenha recurso para fazer lavagem E desbridamento ess caso seja o necessário então ã Quando penso no na escolha né no tratamento na escolha do antibiótico o ideal seria eu ter algum tipo de estudo né aqui na faculdade é possível fazer isso né mas tem alguns locais já que que fizeram Esse levantamento e viram né que em determinada situação eh em determinada região o melhor antibiótico de escolha ou seja mais casos deram sensíveis a aquele antibiótico específico por exemplo a penicilina ou a gentamicina
ou a enrofloxacina então eu já escolho ele esse normalmente um antibiótico de amplo espectro né Ou seja que PED bactérias Gran positivo e Grã negativo e eu sempre eh faço a associação né do sistêmico com o local seja ele por injeção articular ou perfusão Regional quando eu faço a escolha do antibiótico eu preciso pensar no conjunto né naquele animal animal muito jovem animal idoso tem alguma comorbid tem alguma doença secundária né então eu preciso avaliar tudo isso para né pensar em escolher n fazer uma escolha né mais adequada vamos dizer assim do fármaco para que
eu tenha um sucesso no tratamento com o mínimo de efeitos colaterais e aqui eu achei esse trabalho né Desse pessoal aqui de de Goiás junto com o pessoal lá de da unest Botucatu eles fizeram um levantamento aqui em 2 3 anos de 60 casos de artrit séptica em equinas então é importante por quê Porque nessa casuística deles é um número elevado de animais né de articulações com com infecção então animais adultos né os de dois a 11 anos de raças eh diferentes de salto par de milha manga larga então que foram atendidos por essas pessoas
ou foram material que foram coletado por essas pessoas e eles viram que os microorganismos que eles mais observaram né foi streptococos estafilococos enterobactérias e os antibióticos mais eh que foram mais suscetíveis por essas bactérias então aqui ó Sef fur 77% forof enic não é tão usado mas pode ser uma opção gentamicina 60% então baseado nisso eu posso pensar em escolher né um antibiótico interessante na minha opinião aqui na na faculdade aqui no hospital Ah eu sempre começo com eh penicilina né que pega GR positivo e algum Amino glicosídeo gentamicina ou amicacina aí depende a minha
via de administração né eu posso fazer eh sistêmica penicilina e local amicacina por exemplo por perfusão Regional ou por eh infusão articular e a gente sabe que eh isso é descrito na literatura né que sempre pode ter um dano né à cartilagem Como já se viu com o uso da amicacina intras sinovial mas a minha preocupação naquele momento além de preservar obviamente a cartilagem eu quero debelar infecção que essa esse agente sim com certeza vai estragar a minha articulação vai degenerar a minha articulação então eu não me preocupo muito com isso nesse primeiro momento se
eu achar que é interessante fazer a amicacina intrc sinovial eu faço sem muita preocupação com relação a isso então a gente sempre precisa pensar no nosso paciente a gente sabe que os potros eles têm uma concentração de água maior que os adultos ou seja então Aqueles fármacos que que se disseminam pela água eh Ele eles acabam sendo tendo uma efetividade eh menor no tecido alvo então nos potros baseado Nesse artigo aqui a gente pode usar até 12 MG naé quilo que é o dobro da dose normalmente a gente usa num cavalo adulto então com um
intervalo maior Quando Eu opto por usar gentamicina isso é uma né singularidade de dos neonatos né então é importante frisar isso então a gente pode a gente deve usar uma dose maior com né um tempo de administração também maior porque a metabolização não é a mesma do que um cavalo adulto não tá tão pronto cuidado nas escolhas né dos fármacos de última geração e isso eu comento com relação a os carbapenens principalmente né que a gente ouve com maior frequência então né É sempre a nossa última linha vamos dizer assim então nunca vai ser minha
primeira escolha né Eu não vou usar esse antibiótico como minha primeira escolha se eventualmente isso for eh o a única opção que cresceu lá foi isolado o ag gente foi isolado na cultura e depois no no antibiograma aí eu é uma coisa que eu posso pesar e pensar em lançar a mão dessa dessa carta na manda Mas normalmente a melhor opção é usar antibióticos mais mais comum de amplo espectro né porque eles funcionam e e eu não tenho a longo prazo né não vou causar uma resistência a longo prazo que é isso que normalmente vai
acontecer eu uso muito um determinado fármaco com o passar do tempo as bactérias estão se tornando resistentes e vai chegar o momento que eu não tenho mais essa opção E então tomar cuidado com relação com relação a isso eh então em seguida administração né Fiz o diagnóstico né artrit séptica muito sugestivo artrit séptica líquido extremamente alterado Turvo eh com precipitado já de proteína mandei pro laboratório consegui encaminhar Esse pro laboratório eh deu cidade alta né vai instituir um tratamento a primeira opção né é uma das opções é fazer a lavagem dessa articulação Então posso fazer
aqui é um potro com poliartrite tinha umas várias articulações acometidas né tibot patelar eh boleto e então então a gente acaba lançando mão né da Lavagem naquelas articulações que eventualmente não tem um acesso tão tão fácil né quando eu penso no desbridamento por exemplo na minha opinião articulações de fácil acesso eti tars caboeto femoropatelar seja outro adulto né a a ideia sempre é ser o tratamento agressivo é fazer o desbridamento Então se nut trassom deu muita fibrina né Na avaliação nutr sonográfica bastante de fibrina líquido bastante heterogêneo melhor opção é o remover todo aquele material
né que tá aí amorfo porque vai melhorar a minha ação né a ação do antibiótico que eu tô utilizando e vai eh remover um mecanicamente uma quantidade interessante né do patógeno do agente que tá causando essa essa esse processo esse processo infeccioso então normalmente eu faço a lavagem articular só a lavagem com agulhas como é o caso aqui e articulações que não tem deposição de fibrina e que o líquido não é tão denso né e que não tem tanta sinovite ou articulações que eu não tenho um bom acesso para fazer o desbridamento senão eu sempre
penso em fazer a limpeza da região né via artroscopia e a lavagem com grandes volumes que é o que realmente faz eh faz bastante dá bastante resultado então aqui o animal né também várias articulações acometidas né duas tibiotársica tem uma patela e tem a bursa aqui do do bsp tal então normalmente a gente entra com artroscópio faz a lavagem a limpeza remoção né do que é possível de fibrina então áreas bastante avermelhadas com bastante posição de de proteína entra com a pinça faz a remoção né inicialmente a remoção desse conteúdo e no segundo momento a
gente entra com o shaver que é uma lâmina motorizada que auxilia na na sucção né ou na saída do líquido que a gente usa para fazer a lavagem também faz n o desbridamento motorizado único detalhe importante é que o shave Normalmente quando a gente pega na sinóvia acaba sangrando um pouco mais Então Na minha opinião eu sempre deixo isso um pouco proal não normalmente nas lavagens a gente usa eu acho interessante usar o rin lactato mas pode ser utilar também solução fisiológica se tiver disposição né E no final a gente faz a solução ozonizada ou
faz eh o soro ozonizado né a solução fisiológico o ringer E aí eh eu tenho aqui uma equipe que pesquisa isso e eles que normalmente fazem a a instituição da concentração se faz na solução fisiológica ou se faz no ring lactato que que tem diferente se faz a lavagem com o soro ozonizado e depois faz o gás no final então isso depende muito de cada da característica de cada de cada caso né E eles nos auxiliam bastante com relação a isso Esses animais Normalmente eles precisam de mais de uma de uma lavada né de uma
uma lavagem né articular Então porque isso acaba depositando depois de novo então num primeiro momento na minha opinião o ideal é fazer a lavagem com desbridamento e depois eu posso fazer a lavagem com agulha eventualmente ser necessário né fazer a lavagem com cânula artroscópica né com shaver e tudo mais esse é esse aquele mesmo animal né 20 dias depois após antibióticoterapia ozonioterapia e três lavagens né uma com artroscopia outras duas com agulha eh resultado do líquido antes Dee embora e da clínica que é o que nos interessa bastante eh aqui tem um outro caso Esse
é um caso um pouco mais antigo né que a gente fez a a utilização do shaver então nesses casos onde tem muita necrose tem muito tecido infl nem para entender muito bem o que que é o que aqui é a tróclea né do do talos né onde deveria ter cartilagem recobrindo a a essa região então completamente comprometida já com erosão profunda eh difusa sinovite um monte de partículas né no sobrenadante Então realmente é um caso bastante avançado né que mesmo fazendo um um desbridamento eh longo né ele dificilmente vai ser efetivo o suficiente né para
debelar essa infecção nesse primeiro momento então isso né são aqueles casos eh é mais avançados né para ver a diferença né de de abordagem né e de característica desses casos se a gente pega ele já passado algum tempo de acometimento outro caso também fazendo desbridamento vi oscopia bastante fibrina proteína né mulina normalmente a gente vê ela né em volta por pela na sinóvia norm o ideal é que nessas articulações que tem várias compartimentos acessar em todos eles dorsal e Plantar dorsal dorsal e Palmar Às vezes a gente faz a abordagem numa janela da articulação mas
a outra tá completamente comprometida então é interessante né fazer e eh aproveitando já que esses animais estão anestesiados a gente já faz eh o uso do antibiótico do antibióticoterapia local além do sistema alguns casos aonde né são um pouco fora da curva né então esse bicho teve um trauma né já tinha bastante reação quando a gente olha aqui na região da troca a gente viê um um material com uma densidade um pouco diferente né E na verdade era um metal tava cravado ali na na tróclea lateral é uma articulação né tinha cartilagem ainda n ainda
eh já com formação de panos já avermelhada e tudo mais acabou que evoluiu de uma maneira interessante alguns casos mais avançados né a gente pode lançar a mão de fazer uma mini otomia né fazer uma pção e deixar aberto então é É uma opção na medicina eles fazem com uma certa frequência isso eu acho interessante em regiões onde a gente consegue eh proteger isso né através de bandagem estéreo e que eu consiga uma manter isso protegido teu contato com o ambiente porque é uma entrada né é uma porta de entrada então facilita porque eu consigo
eh fazer lavagem pós-operatória eu consigo eh injetar eh eventualmente gás né fazer ozônio fazer S de uma maneira muito mais fácil do que com agulha os animais eles suportam muito mais mas eu preciso trabalhar com essa com essa região da maneira mais asséptica possível preparar o lugar onde eu vou abrir esse curativo né E que esteja Limpo né normalmente a pessoa que vai mexer é usa livo estéreo membro é preparado é limpo então isso faz bastante diferença e tem né a opção até nesses momentos de entrar com a pinça né de eu fazer uma anestesia
injetável eh e botar esse animal em decúbito e fazer um desbridamento pelo hospitais que já estão abertos ou até mesmo com uma boa sedação no bloqueio local eu consigo fazer isso sequencialmente né na no pós-operatório né não na sequência do tratamento né falando um pouquinho dos antibiótico Então as injeções sinoviais normalmente a gente faz a cada 24 horas né Então faz a preparação a punção Eu Posso coletar esse líquido e mandar pro pro laboratório para ter o controle como tá evoluindo esse tratamento ou seja tô fazendo antibiótico e realmente tá decrescendo a cidade local então
isso pode ser um ponto positivo normalmente a gente faz várias aplicações né e eh eu preciso pensar se eu tenho em que que característica que tá esse processo céptico se eu tenho já as estruturas circunjacentes comprometidas eu é melhor eu fazer a escolha de entrega do antibiótico que pegue uma a região mais Ampla aí eu posso pensar por exemplo se eu tenho oss subcondral se eu tenho fizes comprometidos eu posso pensar pensar em fazer antibiótico por perfusão Regional que pode ser intravenosa ou intraóssea né muito mais fácil fazer intravenosa então normalmente a entrega desse antibiótico
nesse tipo de de de tratamento de manobra ela aumenta de 25 a 100 vezes a concentração isso é muito interessante para aqueles antibióticos que são eh concentração dependente como os aminicos também é interessante os que são tempo dependente né mas mais interessante é para aquele tipo de antibiótico que eu que eu preciso que ele tem um pico bastante alto vai matar muita bactéria por um tempo relativamente curto e que eu preciso do tempo pós antibiótico né para que na próxima aplicação eu tenha um efeito eh interessante Então normalmente Eu particularmente gosto do quando eu faço
perfusão Regional de usar o Amino glicosídeo acho que funciona bastante bem Posso fazer cada de 24 a 72 horas né e o número de perfusão normalmente é o a clínica que me sugere ou seja tô fazendo a perfusão esse animal tá melhorando então o ideal que eu faça um tempo após a melhora Clínica Às vezes isso não é possível porque os vasos né vai funcionando os vasos e eles vão eh vão estourando então isso vão tendo tromboflebite acabo perdendo o acesso naqueles casos onde minha resposta não é tão boa ao tratamento e eu tenho necessidade
obviamente de fazer a sedação do animal né o bloqueio do local e tudo mais normalmente eu preciso de p material né um torniquete eh o antibiótico né os fármacos de doca ou seringa catéter ou mesmo o scalp para fazer a função do vaso eu acho legal aquelas fitas de de fisioterapia que elas são elásticas então tem aquelas de a 10 cm acho que elas fazem um torniquete bem interessante eh sem machucar tanto a região Mas é possível fazer apesar de não ser tão efetivo quanto né com as As borrachas as tripas de micro As borrachas
de de soro que que é uma opção bem barata a quantificação né De quanto eu aperto ela só é possível com esse tipo de equipamento normalmente nos adultos é um pouco é um pouco mais difícil galupo há alguns anos atrás fez um estudo ele fez um mapeamento eh do do fármaco né com com contraste o radioisótopo e ele observou que acima de 200 mm de mercúrio da pressão é suficiente para manter todo o fármaco na região que eu que é o Meu Alvo por esse tempo né de 20 a 40 então a gente pode fazer
um cálculo aí de 0,1 ml kg mais ou menos para fazer a a a infusão e ele percebeu que abaixo dessa pressão havia uma uma migração muito grande né do fármaco pro pro tórax pro pulmão né então é isso que eu recomendo quando a gente usa esse tipo de de torniquete não é possível fazer a mensuração mas a gente sabe que eh baseado nos nos artigos que eles também funcionam funcionam também a perfusão intraóssea É uma opção né a gente não tem feito aqui foi feito durante algum tempo antes da da popularização da da da
intravenosa porque é um m mais eh trabalhosa né eu preciso fazer a perfuração do osso eu tenho que ter um parafuso canulado eu preciso proteger essa região muito mais adequadamente do que só a bandagem da da região da da cirurgia ou mesmo da Fir via né cirúrgica e também eu posso ter uma comprometimento né da da cavidade medular do osso existe alguns relatos de necrose nessa nessa região então tomar cuidado com relação a isso e é bem mais difícil né Precisa mais mais material o bicho reclamar mais para colocar o parafuso se eu injetar com
muita pressão né o bicho também reclama Porque tem uma distensão né uma pressurização essa cavidade medular Então hoje em dia a a a intravenosa ela tem uma série de benefícios né mais prático mais barato muito mais simples do que a intraóssea e é a que a grande maioria da dos veterinários faz né A não ser que eu não tenho mais vaso para funcionar eu só consigo fazer determinado antibiótico que precisa ser que ser feito localmente então a gente pode lançar mão né da da da perfusão intraóssea mas não tem diferença significativa de eficiência de efetividade
quando a gente usa perfusão intravenosa intra alguns antibióticos que íos penicilina potássica ampicilina Sef fur então isso se procurar na literatura aí tem tem muita coisa vai do Metronidazol a o imipenem né é possível fazer local o ideal é que seja escolhido baseado no antibiograma e preferencialmente antibióticos que sejam eh concentração diferente eh dependentes e não eh tempo dependentes a picina por exemplo é tempod dependente Então ela precisa de uma determinada concentração Mas ela precisa ficar por bastante tempo nessa concentração os aminogli vos não eles tem precisam ter uma alta concentração e e eles podem
ficar por um tempo menor por causa do efeito pós antibiótico que acaba sendo exercido nas bactérias e ultimamente a gente tem usado com maior frequência já já faz anos que a gente usa o catéter sinovial na bainha ou na articulação né então por ter algumas vantagens eu posso fazer a infusão né várias vezes por dia Tid Kid posso usar ã fármacos para controle da dor para bloqueio local e posso usar antibiótico posso fazer a lavagem posso fazer ozônio eu posso lançar a mão desse caminho que tá Teoricamente protegido né porque ele tá ele F um
túnel a técnica de articulação a gente coloca isso via artroscopia mas não necessariamente ou tenos scopia no caso das tenossinovites épicas e e também quando eu penso em antibióticos são tempo dependente eu posso fazer infusão contínua né por um período relativamente longo eu já mantive até uma semana aqui Cat tem relatos de até 12 13 dias então isso depende de de uma série de questões né de se às vezes ele migra ele não ou entp então acaba Tendo tendo esse tipo de de complicação e aí a acaba encurtando esse tempo de manutenção ó de 5
a 18 dias aqui esse estudo 2010 relatou com vários agentes várias etiologias né vários agentes causadores né então por trauma por iatrogenia hematógena e com uma melhora bem bem interessante aqui ainda comentando né um pouco sobre a infusão né do intc sinovial é um bastante bastante sim Depende muito da da dose né que tu for usar da do fá que tu for usar né e depende muito também da tua estrutura porque às vezes tu gostaria de fazer infusão contínua o antibiótico mas tu não tem a bomba para fazer então tu pode optar por fazer né
a injeção a quanto fazer então normalmente a gente pode fusar 1/3 da dose né e fazer a infusão durante 24 horas desse 1/3 da dose ou fazer a mesma dosagem que a gente faria na injeção intrac sinovial por punção eu posso fazer lá 500 mg posso fazer 1 g em alguns agentes que são eh resistentes eu posso fazer uma dose maior Ou seja a mic ela tá dando um pouco mais alta a concentração inibitória mínima então eu posso usar uma dose maior né normalmente em em aqueles casos onde a micina É uma opção né e
e uma série de outros antibióticos já são res entes ou mesmo a recomendação da mic já não é tão baixa da amicacina eu posso usar doses mais mais altas na infusão né na região Eu normalmente nesses casos eu uso 2 g de amicacina na perfusão regional eu acho que funciona bem aqui a colocação né do caté posso fazer ela eh com animal em estação é um pouco mais difícil dá um pouco mais de trabalho articulação com espaç reduzido realmente é um é um Desafio n não é fácil mas articulações com bom espaço a gente consegue
colocar com bastante tranquilidade né os animais aceitam super bem é relativamente fácil de de fazer a inserção no Catete E eu sempre que possível prefiro passar né com animal deitado né ao term no desbridamento porque aí eu tenho certeza né que o cat tá numa boa posição ele é mais difícil de entupir né e eu consigo posicionar ele em uma área onde é até menos desconfortável pro pro cavalo né então aqui passando eh o arame né o guia primeiro normalmente eu faço um túnel para não ter a entrada do do catéter na no portal da
cirurgia né da artroscopia o que eu fiz o desb faço um túnel aqui passo o guia e depois eh passo o c tetra e faço a fixação aqui dando uma largada no buraco para poder passar com mais facilidade é aqueles casos aonde pós-trauma né onde a gente tem eh bastante comprometimento né então faz o acesso faz a remoção depois faz o posicionamento né Esse foi um que não deu certo né teve que acabou tirando C ficou muito comprido e tinha ficado muito aberto aqui o orifício então nesses casos às vezes é melhor esperar um tempo
e depois passar e utilizar isso para fazer a lavagem direta mesmo né ou colocar ele um pouco mais curtinho mas certamente a manipulação dessa região é muito melhor do que eu ficar infundido aqui pela pelo pelo catéter né faz a remoção do que soltou né do que pode manter ali a infecção e mesmo a inflamação e depois faz a colocação faz a limpeza e depois a colocação n do catéter outro caso aqui da da da bainha né bainha társa então fazendo a limpeza primeiro e depois fazendo a colocação aqui do catéter e animal aqui já
com aumento de volume mas andando muito bem nesse animal ele ficou aqui com impotência funcional mais de TR semanas praticamente uma série de drogas eh eh para controle da dor e não tinha nada que conseguisse fazer para que né Desse conforto então de Bela infecção trata a dor né e depois a fisioterapia eh bem bem interessante né para recuperação desses casos aqui um caso de laceração na região do boleto né muito próximo aqui da articulação né da metacar F deano eh acabei colocando na mesa para fazer a a limpeza né e a reconstrução Então ver
que tem bastante sinovite mas ainda tá preservada a cartilagem né Foi esse animal veio veio bem recente tem umas lesões tá mais avermelhado né mas a cartilagem aqui ainda tá tá bem bem interessante né tá tá com uma camada bem não tem erosão não tem erosão superficial muito pouco né alguma coisa focal ali que mais chama atenção é a sinovite né com um pouco de de fibrina né então a gente fez a limpeza acessou na porção aqui Palmar né Então essa sim tá um pouco pouco mais alterada né mais hemorrágica né um pouco mais avermelhada
fez a limpeza virou tudo que deu passa o cheio para no final para dar fazer aquele aquela remoção daquelas estruturas que a gente não conseguiu tirar muito com a pinça faz a reconstrução da ferida e passa né o catéter sinovial para a manter né infusão Ah você não tem tem receio de se virar uma fía um risco né que se corre mas eu acho que ainda eu acho que vale a pena eu acho que é uma coisa bem que que que traz muito mais benefício do que contraindicação ao final e normalmente eu acho interessante mobilizar
pelo menos por dois ou três dias deixo com o gesso Se começar a sujar muito aí o a a região Tira e mantém como C até essa ferida ter uma cicatrização né sem muita extensão do boleto e tal e ficar tempo suficiente para para para depois eu conseguir eh tirar imobilização tirar os pontos e a fida tá cicatrizada outras opções né são implantes impregnados com antibiótico tem Esponja de colágeno a sulfato de cálcio que é bem interessante Ambos são absorvíveis a única questão é onde colocá-los para que eles como são não é o caso da
Esponja do colágeno mas o caso do do sulfato de cálcio para não causar nenhum dano né ou não aumentar o dano às vezes é uma articulação vinda tá tem boa cartilagem Tá mais e a sin tá mais comprometida mas tem há uma boa cartilagem então se eu colocar alguma estrutura muito rígida aí posso causar algum tipo de problema mas há algumas opções né de de colocação de antibiótico para liberação lenta até duas semanas né três semanas é bem interessante Então eh após essa essa abordagem né a pergunta que sempre vem é o quanto tempo eu
devo continuar tratando esse animal eu devo fazer antibiótico até quando não tem como saber isso cada caso é um o que nos traz bastante informação é como esse animal respondeu clinicamente ou seja ele melhorou o apoio ele distribui bem o apoio nos membros né inclusive naquele acometido não tá trando mais secreção eh não tem aumento de volume tem uma uma boa mobilidade nessa região o líquido sinovial reduziu a celularidade eh não a cultura deu negativo apesar de não ser um um dado tão fidedigno né mas que tem a celularidade baixa Então nesse momento eu posso
pensar ó realmente eh não tem muita alteração nos exames de imagem ultrasson raio x A não ser as que já tinham né reduzi Inclusive a parte de tecidos moles Então nesse momento eu posso pensar em parar de fazer antibióticoterapia eh ah quanto tempo tu recomenda né fazer esse tipo de avaliação aqui a gente faz semanal acho que é acho que é bem interessante Então se eu comecei a tratar esse animal na segunda-feira né na sexta-feira no máximo na na segunda que vem eu faço a reavaliação do líquido sinovial e dos exames de imagem para ver
como é que tá isso né E às vezes eu suspendo para de fazer o local mantenho sistêmico né preferencialmente Na tentativa de preservar as os vasos eu posso pensar em fazer eles via oral né então é uma opção mas se esse animal nesse período de tempo não melhorou apresentou piora eu ainda eu não tenho né o o antibiograma eu não consegui fazer eu não cresceu nada n naquele antibiograma eu penso né na troca do antibiótico então se eu comecei com penicilina e gentamicina eu posso trocar para amicacina trocar para enrofloxacina né estufa e trimetropin também
é uma boa opção Sef fur então aí a questão da Escolha como a gente como eu comentei antes né vai muito m do da experiência né da experiência do do Veterinário dos clientes que ele tem do que ele já tratou naquela propriedade eu já tive eh foi do do de qual foi a o desencadeador dessa dessa lesão Então tudo isso eh conta na hora de se de se pensar né e obviamente que a melhor opção sempre é de cultura e antibiograma então eu posso fazer a substituição do antibiótico eh baseado nisso e às vezes o
que acontece é que eh eu posso ter ou até uma out uma outra bactéria né po vir a crescer num segundo antibiograma ou aquela bactéria que cresceu e que não tá respondendo tão bem quanto a gente gostaria aquele antibiótico ela pode ter se tornado resistente então é importante eu fazer isso com frequência o que eh a gente tem feito é ter para aumentar a chance de de crescimento é mandar nos de hemocultura Então isso é bem é bem bem legal no pósoperatório ou após essa abordagem Inicial né a gente faz o controle da dor antiinflamatório
não esteroidal né fenil butasona No meu ponto de vista ainda é o que funciona muito bem para trador de D ortopédica em equinos então é a minha escolha sempre normalmente a gente ah a associa opioides né morfina intramuscular ou até mesmo interarticular é possível fazer ela tem um efeito mais ou menos umas 18 horas interarticular ajuda a diminuir a inflamação inclusive né Mas normalmente a gente faz ela sistêmica intramuscular ou via catéter epidural é bem É bem interessante coloquei bloqueio local é legal principalmente se eu tenho o caté inass sinovial né eu posso adicionar ropivacaína
ou até fazer no caso do membro torácico né a colocação aqui teve uma uma tese de uma doutorando aqui da Teresa que ela fez a a desenvolveu aqui a colocação do catéter intra perineural Para administração por infusão contínua de de lidocaína ou de ropivacaína ou mesmo posso fazer também a cada qu 6 horas fazia a a infusão né da da droga para bloqueio da região normalmente no mediana aqui funciona bem para membro eh membro torácico membro pélvico Eu gosto do o eh epidural cateter epidural funciona bem normalmente o opioide com alfa2 É bem interessante drogas
para dor crônica a gente usa muito aqui ait triptilina né vai muito bem doses de 1 a 3 MG kg eh por um período a gente usou a gabapentina né mas assim conversando aqui com o pessoal da dor né eles baseado na literatura eh além de ser um Pouco Um Pouquinho Mais cara né do que a amitriptilina né mas parece que a a a amitriptilina funciona um pouco melhor então a gente tem usado hoje mais amitriptilina Eu gosto também da visco suplementação né então não vejo problema nenhum em fazer cois que eu fiz a limpesa
fazer um ácido hialurônico posso fazer inclusive semanal né O que eh me limita às vezes é o custo né então o proprietário não quer gastar ou quer esperar para para fazer isso ou se eu tô lavando essa articulação com muita frequência então eu posso esperar um pouco Apesar de que a gente sabe que no caso do ácido hialurônico o efeito dele é muito muito curto né então ele vai fazer vai ter ação AB suplementação e antiinflamatória né se que ele realmente faz isso mas ele vai ter a ação dela dele né num período curto aí
até 24 horas e depois ele né acaba sendo eh absorvido porte no membro contra lateral extremamente importante porque esses bichos ficam claudicando durante muito tempo e a chance de laminite no contralateral é alta no meu ponto de vista Então eu tenho colocado o suporte na ranilha de silicone e as órteses de madeira né parafusada com o gesso ou só parafusada como eu coloco isso logo depois da do desbridamento né da Lavagem por oscopia eu passo um gesso porque eu tenho receio que na recuperação anestésica ele acaba arrancando então eu coloco silicone a órtese parafuso e
passo um gesso número dois né pegando sempre da abaixo da banda coronária e uma coisa que eu acho que ainda a gente aqui que acaba pecando um pouco é na fisioterapia extremamente importante né para manter a mobilidade Esses animais precisam se movimentar tem uma série de opções né que podem ser utilizadas com com toda a as outras terapias né até fores massagem com pomada então é um há uma uma série uma gama imensa de opções aí que a gente pode trabalhar né gelo n que sempre ajuda na inflamação no controle da dor né e na
evolução pós-operatória desses animais então como eu comentei acompanhamento de imagem interessante fazer semanal né avaliação do líquido sinovial amiloide sérica a gente sabe que é uma ferramenta muito interessante com relação a a elevação e diminuição né então normalmente inflamação infecção ela sobe muito rapidamente e também decresce rapidamente e isso pode ser um indicador de que meu tratamento tá indo pro caminho caminho certo eu queria deixar aqui como mensagem eh sim acho que é importante eu fazer um diagnóstico apurado né de Quais estruturas estão acometidas para eu fornecer né um prognóstico para esse proprietário né desse
animal Olha na minha opinião esse cavalo tem uma por ser recente não tem lesão aparentemente óssea nem ligamentar Então nem cartilagine acho que tem uma chance razoável boa B ruim né ele respond eser o tratamento e voltar à função ou já tem lesão de oss condral tem lesão de Lis cí tal e isso acaba comprometendo a ação dos nossos fármacos né da a a a ação no local aonde tá eh infiltrada né Tá protegida vamos dizer assim a bactéria então isso normalmente a longo prazo né vai causar complicações né não Retorno à função e e
às vezes até perda dessa articulação né artrose que é dor crônica pro provavelmente pro resto da vida e ser claro com relação a ao prognóstico né porque isso realmente é é bastante interessante com relação ao cliente ao proprietário desse animal que é o investimento para tratamento alto e nem sempre O resultado é esperada Às vezes a gente consegue debelar infecção mas a dor crônica perman nce pro resto da vida do bicho Então o que eu tinha para passar para vocês era isso eu queria agradecer aqui ao pessoal da drogavet pelo convite Fico à disposição aí
se puder ajudar em em algo mais obrigado