Uma vez que eu tenho influência, se eu tenho influência, eu tenho audiência. Audiência é poder e é dinheiro em caixa. Só preciso entregar um produto que resolva a dor daquela audiência que tá querendo comprar qualquer coisa de você, porque ela te vê como uma inspiração. Então, o que você fala vende, o que você usa vende. Aí eu posso criar a minha marca. Lívia Rock, uma das maiores referências brasileiras em branding, com Mais de 18 anos de experiência. É criadora do Power Business, programa que ajuda mulheres a escalar seus negócios digitais para faturar entre R$ 50
a R$ 100.000. R$ 1000 por mês, fundadora da agência Stúom Med, especializada em marketing médical e também da Seos Flow, sua empresa de aceleração de vendas. Cara, tava na ponta do meu nariz o digital, entendeu? pegar, criar influência na minha marca pessoal, porque isso aí é altamente escalável Hoje em dia. Então, quem não tá olhando para isso, começa a olhar hoje. Marca é o ponto de mais valor de um negócio. Toda a estratégia de geração de demanda tá no marketing, mas para que a demanda te compre, você tem que ter o branding para que você
consiga mostrar o seu valor e se diferenciar. Então, para você chegar nos seus primeiros R$ 50.000, você vai fazer isso aqui não é um podcast convencional. Na verdade, isso aqui nem é um podcast. Eu não tô nem aí pra história do convidado. Eu trouxe alguns milionários aqui para responder uma única pergunta. Se você tivesse que começar do zero hoje, apenas com seu conhecimento adquirido, sem poder usar o seu nome ou influência pessoal, como que você traçaria um plano passo a passo para poder fazer R 1 milhão deais em até 12 meses? E o plano é
o que a gente vai descobrir agora. Eu sou Bruno Simant e esse é o Plano do Milhão. Lívia, seja muito bem-vinda ao plano do Milhão. Obrigada. É um prazer tá aqui, Bruno, cara. Prazer de ter aqui. Acho que, cara, você é um dos grandes nomes assim de branding. Eu não entendo porcaria nenhuma de branding, tá? Então, para mim, assim, vai ser uma aula. Eu tô querendo muito te ouvir. Eh, inclusive me lembrou uma história de uma vez que, cara, tinha um contrato B2B na transfer. Acho que era tipo primeiro ou segundo ano de transfer, contrato
Grande. E a gente perdeu esse contrato porque o dono da empresa lá, eh, cara, é contrato enorme, ele falou assim: "Ah, não vou fechar com as outras porque vocês não têm marca ainda". Entendeu? E aí eu fiquei puto com isso, fiquei bem puto. Então assim, eu quero começar te perguntando antes da gente começar todo todo o plano do milhão, cara. Tipo assim, como como ter uma marca [ __ ] e o que que é uma marca [ __ ] para você? É isso é muito interessante. Se a gente Pega, por exemplo, hoje toda de todo
mundo tem iPhone. Maioria das pessoas que estão assistindo a gente aqui, provavelmente vão ter um iPhone. O que que seria do iPhone se não fosse a Apple, se não fosse a história, se não fosse todo o significado que tem por trás? Então, o que que é marca, né? A marca é aquilo que tá realmente eh fincado no coração e na cabeça das pessoas. Quando a gente, por exemplo, compra um iPhone, a gente não compra o IPhone somente pelos skills ali tecnológicos dele, mas muito pelo que ele significa. E a gente usa acessórios, marcas, a gente
contrata, a gente compra coisas porque a gente quer significar. Então a gente pega esse significado emprestado. Então se eu quero dizer que eu sou que eu me preocupo com o design, que eu sou cool, que eu eu vou usar um iPhone, então a marca ela vem justamente para endossar isso quando a gente compra Um produto. Uhum. Então marca é é é o ponto de mais valor de um negócio. Uhum. A marca ela serve, na verdade para trazer equity, né? Ela não serve só para ficar bonito, ela faz as pessoas pagarem mais caro, quererem comprar, faz
as pessoas desejarem e ela traz essa percepção de valor, cria essa diferenciação. Legal. E não necessariamente com coisas mais caras. Por exemplo, Bic é uma super marca. A gente tem uma BIC ali, não tem Uma BIC ali, a gente sabe que é BC, entendeu? Então, o que que isso significa, né? Como é que não é uma caneta qualquer, é uma bicic. Uhum. E tem também a mão blan que já tem um outro significado, já significa outro posicionamento. Posamento. Legal. Então não necessariamente uma marca ela precisa comunicar algo sofisticado ou então algo que tipo eh de
pertencimento. Porque você falou bastante assim, a imagino eu, por exemplo, aqui tem uma BC, é a caneta mais simples do mundo. Eh, ninguém quer pertencer à tribo da Bic, mas provavelmente quer pertencer à tribo da Momblan. compra mão blan porque quer pertencer à aquela tribo. Então, qual que é essa diferenciação que você enxerga entre a tribo da BX, se é que ela existe, a tribo da Momblan? Então, a tribo da Momblan as pessoas usam para mostrar eh que possuem dinheiro, que possuem poder aquisitivo, que possuem aquele status. A da Bic já é aquela Pessoa que
quer algo mais básico, que quer algo básico bem feito, entendeu? Então tinha, sei lá, 10 canetas ali. Por que que você escolheu a BIC? Por que que a pessoa que comprou essa caneta escolheu a BIC? Então tem também um significado ali por trás. Não necessariamente esse significado é status, mas é assim: "Ah, é boa, é funciona, é isso que eu preciso no momento." Então, a mesma coisa, as havaianas, por exemplo, a gente tem as Havaianas que qualquer faixa de de de renda vai utilizar. Para mim é o case mais absurdo de branding que existe, cara.
Da classe F a classe A, triple A usa. Exatamente. É surreal isso. Como é que você explica esse case? Se na É o significado. É o significado, porque o significado nem sempre vai nem sempre vai imprimir status, mas vai imprimir às vezes um conforto. É um estilo, é cool, porque é o minimalismo, sabe? Uhum. Eh, eu posso estar com uma bolsa da Chanel, Mas eu vou estar com uma Havaiana que eu vou representar, que eu sou cool. Entendi. Porque foi feita a comunicação de forma intencional para significar isso na nossa mente. Legal. Eu vou querer
saber bastante sobre isso, mas antes eu eu sei que você não tá precisando, mas eu quero te dar um dinheiro, tá? Isso aqui são 100 sempre bom, gente, sempre precisa. Sempre bom, né? Então, são 100 vaca de gordo. Apesar disso aqui ser o plano do milhão, eu só Trago milionários aqui, tá? Inclusive, eh, vou ter que te fazer essa pergunta indecorosa. Você é milionária? Sou milionária. Então, pronto, você tá tem lastro, tá? Tá aprovado. Você passou no teste. Teste. Aqui basicamente são 100 vacas gordas, tá? Que é a nossa moeda flutuante e o câmbio dela
flutua de acordo com o conselho que você vai escrever aí atrás. Basicamente, eu quero que você escreva o maior aprendizado da sua vida, tá? Maior aprendizado da sua Vida. E enquanto isso, se você ainda não se inscreve nesse canal e tá assistindo, cara, se inscreve aqui para você poder receber mais vídeos como esse, mais e que a gente possa ajudar a gente a trazer cada vez mais pessoas interessantes aqui para sentarem e te ajudar rumo ao seu milhão ou seu primeiro milhão, seu próximo milhão, tá? Caso você também já seja um milionário. Obrigado. Eu vou
guardar aqui na nossa caixinha de ouro. Eu Adorei essa caixinha. Isso é super branding. De branding aqui nesse podcast. Então vamos lá. Onde que você vê branding aqui? Então, eu vejo em elementos que vão criando um significado e isso traz um sentimento proprietário à marca que você tá criando. Então, a gente vai olhar vaca gorda, a gente vai olhar o dólar ali, o plano do milhão, essa caixinha. Isso tudo já vai fazer a pessoa associar a sua marca. Uhum. Legal. Então você tá me dizendo que Talvez eu entenda um pouco mais de brain do que
eu penso. Você entende mais do que você pensa? É sim. Por quê? Tenta me Porque o branding ele antes de tudo eh ele como é que funciona? Quando a gente fala de branding? A gente tem o branding corporativo e a gente tem o branding pessoal. falando aqui de branding pessoal, que é essa construção de de influência, a nossa história endossa a nossa autoridade. Então, tudo aquilo que a gente viveu, tudo aquilo que a gente Passou na nossa vida, vai tornar a gente eh vai trazer pra gente um lugar de fala em um determinado assunto. E
quando a gente traz elementos e a gente cria um ritual, por exemplo, a gente eh começa a repetir esses elementos, isso vai criando memórias nas pessoas e elas vão associando esse significado àquela pessoa que se apropriou deles. Então, quantos episódios é sempre o o é o cenário, existe esse esse recurso da Repetição. Então, isso vai entrando na mente das pessoas e vai colocando você como dono disso para elas, entendeu? Hum. E aí essa esses esse significado ele é transferido para você. Legal isso. Então assim, se não tivesse, por exemplo, a caixinha, não teria esse ritual,
não criaria essa memória se não tivesse todo esse esse storyting por trás, essa conexão, esse sentido. Uhum. Então, desde o nome do podcast até o o design, a ideia mesmo das vacas gordas, De você escrever, são rituais que vão criando essa memória. E aí o significado, que é o ativo mais valioso de uma marca, ele é criado dessa forma, com a repetição de símbolos, de signos, de rituais. Então, você sabe mais de branding do que você imagina. E quando quanto mais a gente eh domina a nossa história e a gente traz verdade dentro daquilo que
a gente tá fazendo, que a gente tá se propondo a fazer, você fala muito sobre Eh eu assisti vários episódios, eu achei genial essa ideia e você fala muito eh olha, se inscreve aqui, eu não tô ganhando nada com isso, então eu quero que você goste. Isso aqui tem que fazer sentido para você, então me diz se tá fazendo sentido para você. a gente vê que é algo muito genuíno e que é muito verdadeiro. E tudo que é muito verdadeiro vai colocar a gente, a, a gente vai fazer uma, é meio lógico pra gente, é
um inconsciente que é Intencional, porque a gente domina tanto isso dentro da gente. É profundo o papo aqui, viu Bruno? Claro, tem que ser. Você tá acostumado a trazer a galera aqui que vai falar de dígitos, de números, mas o branding ele traz essa profundidade. Sim. Porque quanto mais você conhece quem você é e você faz as coisas da forma que que que o que o teu que que que esse que esse seu autoconhecimento te diz, mais intencional você vai ser. Ainda que você Não tenha, tipo, tido uma consultoria de branding às vezes para criar
isso, porque isso tá dentro de você. Então, sim, legal. Eu sempre gostei desse desses rituais e dessas dessa simbologia, né? Então, para mim fazia sentido, é porque eu tenho muita cabeça de marqueteiro e não necessariamente como um profissional de branding. Eu acho que, mas eu acho que eles estão muito perto um do outro, porque, por exemplo, como marqueteiro, quando eu vou Criar um produto, uma oferta, eu sempre penso, cara, primeira coisa, né, obviamente eu penso em mercado, logo depois que eu que eu que eu vejo o mercado que eu quero trabalhar e na e na
solução, eu penso em mecanismo único de solução. Uhum. Qual que é o mecanismo único que eu vou trabalhar aquela solução? Ou seja, tem várias pessoas fazendo a mesma coisa. Podcast. Tem vários, vários podcasts por aí, cara. Eh, o que que todos eles têm em comum? Ah, sei lá, uma mesa. Então, tira a mesa. Não quero mesa, entendeu? Ah, o microfone. Tira o microfone. Não quero microfone. Que que eles não têm? Ah, a caixinha de ouro não tem. Então, bota a caixinha de ouro, entendeu? E na minha cabeça é muito mais tipo assim, uma diferenciação. Como
ser diferente, sabe? um papo estruturado, um plano, não é aquele só falação. É isso. Mas é isso, parece que é muito parecido com o branding em si, né? Sim. O branding ele É pautado por essa diferenciação, porque o que torna as pessoas únicas é justamente quem ela é. Uhum. Qual é a diferença, né? A gente pega, por exemplo, até mesmo de branding, dois players que estão falando sobre branding, qual o que que difere cada uma dessas pessoas? Quem ela é? Uhum. Então aquilo que a gente tava falando, a sua história endossa a sua autoridade. Então
é uma conexão dos seus valores, do que você acredita, de quem você é, com o seu Repertório. E aí conforme você vai conectando todos esses seus pontos, você vai criando diferenciação. Você só aparece se você se diferenciar. Se você for igual a todo mundo, ninguém vai te notar. Então hoje a gente precisa se diferenciar para ser notado. E aí o branding, ele entra justamente para fazer essa diferenciação. O marketing eu vejo que ele é para geração de demanda. pra gente conseguir alcançar pessoas, mas como é que a gente vai realmente eh Aparecer para toda a
estratégia de de geração de demanda tá no marketing, mas para que a demanda te compre, você tem que ter o branding, entendeu? Para que você consiga mostrar o seu valor e se diferenciar e e mostrar pras pessoas que estão recebendo tantos estímulos o tempo inteiro. A gente hoje vive essa geração das pessoas que estão saturadas, que estão cansadas e que estão recebendo estímulos o tempo todo. Uhum. Então, o que que faz uma pessoa? Você tá ali no Próprio, né, nas redes sociais, você tá ali brigando com o carro novo, que que o anúncio da BMW
ali embaixo com o a viagem da blogueira tal pra Suíça. Então assim, o que que a pessoa vai olhar você e não todos esses elementos que distraem a gente? Às vezes tem um filho dela chamando ali, que que ela vai parar para olhar você? Porque ela tem que ter essa conexão e você tem que aparecer, você tem que ser diferente. Você tem que ter o seu diferencial ali. O seu diferencial Tá nesses aspectos. pessoais. Uhum. E como é que você descobriu o branding? Assim, você já sempre foi, cara, sempre gostei da, sei lá, da Disney,
sempre gostei de marca, etc e tal, ou ou foi um negócio que foi meio que uma virada de carreira assim? Como é que surgiu o Brainy na tua vida? Foi na Disney. Na verdade, eu sou publicitária. Caraca, pior que foi. Aí, galera, tá vendo, ó? Olha só, que nem ela falou aqui, se você ainda não tá inscrito nesse canal, cara, Se inscreve, porque literalmente a gente não tá ganhando nada com isso, pelo contrário, a gente tá gastando com isso. Então, então cara, a única forma, Branding é caro. Branding é muito caro, né? Tipo, cara, só
sabe o que que é caro? A logística do brandy. Brand só carregar esse treco aqui pros lugares, morrer um saco, não é? Imagina só, não é só chegar num qualquer estúdio e gravar. Então assim, se isso tá fazendo sentido para você, cara, comenta aqui embaixo e Dá um like também e se inscreve se você não tivesse inscrito no canal. Mas me explica da da Disney. Então, eu sou publicitária e eu estudei na SPM e aí eu fiz um intercâmbio para Disney. Hum. E aí quando eu cheguei lá, eu trabalhava nas lojas do parque e eu
já tava estudando publicidade tem 18 anos atrás. E aí eu falei: "Gente, eu quero gerar isso na nas pessoas, como é que pode? Eh, o que que faz uma pessoa ficar 3 horas num brinquedo e sair feliz? O que Que faz as pessoas quererem pagar R$ 1.000, né, no caso $um, né? Sei lá, 150, 180 para ter um dia de parque, juntarem de Então assim, tem uma magia por trás, sabe? Tem um significado. É incrível, né? É muito incrível. E aí eu fui, eu saí desse intercâmbio decidida a gerar isso nas outras pessoas. E aí
toda a minha linha de estudo na faculdade começou e depois posteriormente, né, nos empregos, nos trabalhos que eu fiz, nas empresas que eu montei, foi voltada para Essa área do branding, justamente porque eu me encantei com isso da gente conseguir gerar esse efeito nos outros. E você sempre trabalhou com brand antes de começar a empreender ou ou não? Sempre, sempre, sempre. Eu já empreendi várias vezes, já quebrei várias empresas, eu era pessoa que queria montar startup, já montei várias. Me conta, me conta. Isso aí que é legal. Então, já montei empresa de moda íntima, já
montei, sabe, o, eh, o Singu, sei, Muito antes do Cingu existir, eu montei um delivery de manicure, só que eu não executei. Ã, então assim, eu sempre travava na execução, tá? Por isso que hoje eu sou assim super executora, nada me para, eu executo um negócio em um dia. Hum. Eh, então assim, eu já foi delivery de manicure. Eh, muita coisa que eu que eu fui montando. O meu último negócio assim, antes de entrar pro digital, de criar a minha escola, que hoje é o que é o que me trouxe até aqui Ao plano do
milhão. Antes disso, eu criei um aplicativo porque o meu marido é cirurgião plástico e ele queria que eu fiz, ele se formou na residência, deve ter aí uns sei lá, 8 anos mais ou menos. Ah, eu ele se formou na residência e a [ __ ] você vai fazer o meu Instagram, você que sabe de branding e tal, tal, você que vai fazer as minhas redes sociais. E aí eu falei: "De jeito nenhum, porque eu odeio trabalho assim, um, sabe, um para um". Eu falei: "Eu vou Montar um aplicativo porque tem que ter isso pros
médicos". E aí eu criei um aplicativo que se chamava Design MED. E eu sempre nessa busca de, cara, eu preciso empreender, eu preciso empreender, eu não quero trabalhar pros outros, eu quero empreender. Então eu sempre tava buscando que startup eu ia montar, que negócio eu ia montar. Aí eu tive essa sacada, várias ideias não foram executadas, até que eu tive que criei empresa de moda íntima, uma uma Empresa Flor, nossa, era linda, só que não funcionou. O modelo de negócio não era funcional. Por quê? Porque o que a gente vendia eh era o seguinte, a
gente tinha um conceito que era você vai vestir uma calcinha que é bonita e confortável, porque as calcinhas antigamente eram bege sem graça e eh e eram confortáveis ou elas eram bonitas, mas espetava, não era um negócio que você conseguia usar todos os dias. E aí a gente criou todo um Movimento de chega de calcinha bege, vamos criar uma calcinha que é ao mesmo tempo bonita e confortável. Só que a gente ficou uns três anos tentando acertar no produto e a gente de fato criou uma calcinha que era muito confortável e muito bonita. Só que
a gente tinha um grande problema no modelo de negócios porque ela durava muito tempo. Então tem gente que me liga que tem há 15 anos a mesma calcinha e era um produto de R$ 30. Então assim, não tinha Essa coisa da necessidade da pessoa ficar comprando toda hora. chegava uma hora ali que nossa, a gente tinha problema de LTV por conta disso. E aí assim, na época também eu não tinha visão que eu tenho hoje, a gente poderia ter trazido outros produtos, mas era complicado, era complicado expor no shopping. A gente teve uma uma loja
online, foi uma das primeiras lojas online e era todo o e-commerce, era todo lindo. Você deve ter, sei lá, uns 10 Anos atrás. Eh, não mais, você deve ter uns, sei lá, 13 anos atrás. Pô, tu empreendiu com quê? Com 15 anos? Não, eu já eu já sou uma quantos anos você acha que eu tenho, Bruno? Ah, sei lá. Você deve deve ter a minha idade, mais ou menos. 38. Ah, pô, não, parece bem mais nova. 38. Pareço mais nova, né? Não, 38. Nessa época aí eu tinha, sei lá, 20 anos. Então assim, já tem,
já tem bastante tempo. Não, tínhamos, sei lá, 25, já Tenho, já tem um tempo. E aí eu fui aí, enfim, sempre nessa busca, né, eu preciso empreender. Eu sempre ficava pensando qual ia ser minha ideia genial. Até que eu falei, já sei, vou criar um aplicativo, então, para criar essa todo esse posicionamento do médico nas redes sociais. E a o formato que a gente fazia conteúdo antigamente era muito diferente. Antes a gente fazia um post assim, ah, que é botox e o negócio bombava. Então, a minha ideia do Aplicativo foi toda pautada nisso. Não existiu
Canva na época ainda também. E aí eu fui desenvolver um Canva para médicos sem nem saber de Canva, porque não existia. E aí o médico colocava lá a especialidade dele. Ele escolhia uma fonte, escolhia um modelinho de imagem, um uma arte lá. Tinham, sei lá, 50 modelos de design diferente. Ele escolhia um, ele escolhia uma cor, ele escolhia fonte, ele botava que ele é, por exemplo, cirurgião plástico, ele Clicava OK e carregavam 500 posts para ele e ele podia editar. Hum, legal. Só que eu vacilei de novo nisso. Hum. em relação à execução, na verdade
ficou muito em cima, muito na mão dos dos desenvolvedores, não foi paraa frente, investi para caramba. Só que eu já tinha antecipado isso no Instagram ali, eu já tinha já tinha já tinha criado uma rede social, eu já tinha antecipado e eu falei, gente, agora aí eu quando eu fui Lançar não era mais esse esse esse eh essa ideia de conteúdo que funcionava. Agora a gente tem que contar nossa história, agora a gente precisa colocar, né, enfim, nosso lifestyle. Então mudou a a a o mercado, ele fica sofisticado muito rápido, né, no digital. Sim. Então
ele ele mudou mais rápido do que o tempo que eu consegui desenvolver o aplicativo. Aí morreu. Aí morreu. E aí eu falei: "Cara, não chega. Eu vou criar criar uma agência de marketing para Médicos, porque eu já tô com a galera aquecida, já tenho gente querendo o esse negócio misterioso que eu vou lançar. E aí eu lancei a agência, eu já contratei a equipe, nunca não tive equipe, já contratei a equipe, falei: "Ó, eu vou ficar na captação de clientes e vocês ficam aí tocando a entrega desses dessas desses arrobas aí, desses posicionamentos." Uhum. E
aí, desde o dia zero eu já consegui criar um modelo que não dependesse de mim. Então, hoje, Por exemplo, o Estúdio Média, a gente tem aí 100 clientes, em média, tá? A gente tá crescendo ainda, mas são mensalistas e eu tenho, sei lá, uma hora de dedicação mensal para isso. Então, assim, Uhum. Se eu botasse mais energia, inclusive se ia escalonar até mais, mas é porque aí eu comecei a entregar mentorias e consultorias pros clientes da agência e aí eu vi, cara, isso aqui é muito bom, dá para escalar com mentoria e consultoria. Que ano
foi isso? Só para Poder entender 2020, por aí. Entendi. É, aí eu comecei com as mentorias pro lá para 2022. Uhum. 2023 por aí. De marketing médico. De marketing é 2022 marketing médico. Aí 2023 eu falei, quer saber? Eu sou muito maior do que o nicho só. Eu vou, cara, abrir isso para todo mundo e eu vou falar, vou trabalhar branding, business para empresárias no geral, sem ser somente para médico. Aí a agência continuou rodando e aí eu criei a Power Academy, que é hoje eh o nosso Ecossistema da educação. Cara, que legal. Ficou uma
dúvida na minha cabeça enquanto você falou, só para voltar rapidinho, você falou que você tinha um problema de LTV na calcinha porque ela custava R$ 30. E aí a dúvida que me vem automática é o seguinte, cara, tipo, se o branding é tão bom, etc e tal, por que não posicionar com uma calcinha premium que custa muito caro para ter uma margem muito alta? Não fazia sentido, porque ninguém consegue ver. Então, a gente Estudou isso na época, a gente fez muita pesquisa sobre isso. E assim, olha que doideira, as pessoas usam para significar, as pessoas
não usam para elas, elas usam para mostrar pros outros, só que ninguém vai ver a calcinha dela. Hum. Então não justifica ela ter ela ter isso como algo que ela vai, você entendeu? É, eu não vou ficar investindo R$ 100 numa calcinha para usar no dia a dia. Cara, é que assim, eu não não tô Muito por dentro da precificação das calcinhas, mas quem diria que a gente tinha falado de calcinha. Pois é, é isso. O problema Mas era era isso, era isso. Mas assim, quanto que custa uma calcinha média assim? Só para ter uma
ideia. Uns R$ 50. R$ 50. hoje em dia, né? Porque isso era muito antigamente, mas hoje em dia R$ 50, R$ 30. Mas, por exemplo, quando eu penso assim, cara, é top of mind branding de Calcinha Vitoria Secret. Vitoria Secrets, quanto que custa? Um três por 30. Ah, é baratinho. É. Ah, eu achei fosse um negócio caro. Não, 5 por 30. Langerry é mais caro, mas aí era um aí era totalmente fora do nosso conceito de marca, do nosso movimento, porque entendeu, a nossa ideia não era ser mais uma marca de leria. A nossa ideia
era, cara, vamos resolver essa dor das mulheres. E aí o que que houve também? Veio a produção da China, vieram outros Players gigantes com potencial de escala imenso, investimentos muito altos e a gente não, eu era o quê? Eu era uma pessoa que tava começando a empreender. Eu não tinha visão de negócios, eu não tinha tanto Sim. Não, mas assim, interessante porque, tipo, talvez seja um negócio, por exemplo, hoje você tem uma visão muito mais apurada do que naquela época e talvez eu poderia te questionar, pô, será que você conseguiria fazer esse negócio tracionar Hoje?
E talvez a sua resposta seja, cara, não vale a pena, talvez não faça sentido, né? É meio que isso. Eu eu acho, eu vejo que talvez com o conhecimento que eu tenha hoje eu consiga. Você você conseguiria, é, mas eh eu não acho que isso seja o formato mais fácil, entendeu? Uhum. Então, como eu batalhei muito para empreender e eu sempre fiquei esperando a fórmula mágica, qual startup que eu vou criar. E aí eu ia em aceleradoras, eu nossa, eu Pensei em muita coisa, tipo, eu eu ia em tudo que é evento, cara, tava na
ponta do meu nariz o digital, entendeu? pô pegar criar influência na minha marca pessoal, porque isso aí é altamente escalável hoje em dia. Então, quem não tá olhando para isso, começa a olhar hoje, porque assim, é a forma mais, não é fácil, mas é a forma mais fácil para você hoje levantar dinheiro, né? Levantar um negócio, na minha opinião, para você levantar um negócio hoje, a Forma mais fácil é você usar sua influência da da marca pessoal, porque a sua marca pessoal não quebra nunca. É verdade. Você nunca vai deixar de ser você. É verdade.
Só se você morrer. Exatamente. E ainda assim você, se você morrer, você ainda deixou um legado. Steve Jobs, por exemplo. Sim. Michael Jackson. Exatamente. Sou fã. Adoro Michael Jackson, inclusive. Não é bom, cara. Ele foi o rei. Cara, legal isso. Mas assim, qual que você Acha então que foi o seu maior erro nessa marca específica? Tipo, se você fosse fazer hoje, o que que você faria de diferente? Ou você não faria a flore? É, então eu não sei se eu faria. Eu não iria pro segmento de produtos hoje. Não faria. Ah, então você não faria.
Agora que eu tenho influência, por exemplo, eh, o que que eu faria? Eu construiria influência com a minha marca pessoal. E uma vez que eu tenho influência, se eu tenho influência, eu tenho audiência. A Audiência é poder e é dinheiro em caixa ali. Se você só precisa entregar um produto que resolva a dor daquela audiência que tá querendo comprar qualquer coisa de você, porque ela te te vê como uma inspiração. Uhum. Então, o que você fala vende, o que você diz vende, o que você usa vende. Aí eu posso criar a minha marca porque se
tudo bem que eu não vou não ia ficar posando de calcinha, né? Mas tem gente que não se incomoda, né? Tem gente que não se incomoda. Eu sou mais tradicional. Mas eu vejo que é o caminho, o caminho mais fácil realmente pra gente é o modelo founderl Growth, que você vai criar influência de marca pessoal do founder e aí você vai para qualquer segmento, você vai pro segmento de educação, você vai pro qualquer segmento e você consegue alavancar o teu negócio ali. Cara, bora falar disso. Isso isso me é um tema que me interessa muito,
Porque antes de eu botar a cara na internet, eu foturei uns R 100 milhões deais e ninguém me conhece. E tipo, cara, eu não sou um cara grande e mas assim, eu eu tenho um resultado até que expressivo e em relação talvez até a maioria das pessoas que aparecem na internet e tem uma uma expressão grande. E eu vejo uns movimentos e e isso obviamente foi pautado e em cara várias decisões diferentes, né? Tipo, eu digeri muito essa essa e muita visão de Negócios. Pode ser também, porque se você compara, vamos pegar aí 10 pessoas,
vamos botar 20 pessoas. Uhum. Esse grupo de 10 pessoas e esse grupo de 10 pessoas, esse grupo de 10 pessoas vai construir um negócio do zero e vai faturar milhões sem colocar a sua cara. Uhum. Você vai ter um que vai conseguir. Mas se você cria o outro grupo, essas 10 pessoas vão criar influência de marca e vão conseguir criar um negócio milionário. As 10 provavelmente vão conseguir. Sério? As 10 você é fácil. É. É, é, é factível com o que a gente tem hoje. Uhum. É um modelo simples, sabe, de você Mas a minha
dúvida é o seguinte, beleza? E eh você deu o exemplo de 10 pessoas que não t necessariamente uma marca, elas criem criam audiência e daí elas criam uma marca para monetizar aquilo ali. Isso. Agora, o que eu vejo de Founderland Growth muito forte, por exemplo, sei lá, grandes nomes, você Pode tirar ADB, eh, Flávio Augusto, e todos esses caras, beleza. A Flávio Augusto até mais, mas tipo assim, quando o Flávio Augusto surgiu, o cara é o cara da Wap, o Adibe é o cara assim média e agora Carla também é também. Mas cara, e se,
sei lá, ele vendeu a Simédia, Simédia explodiu, faliu, sei lá, o Apolinário. A Polinário o cara é da Polishop, Polyishop faliu. E aí agora é o seguinte, tem um problema. Eh, o mercado começou a Descreditar o a Polinário porque a Polyhop faliu. Será que nessa estratégia de founder lad growth, o o Founder ele não fica muito vinculado a uma marca dele? Então, se ele tiver uma boa gestão de marca, não, porque ele vai sair antes de falir. Não. Sim, mas tirando já vai começar a se desvincular e já vai para um outro modelo de negócio.
Como como que fazer isso? Por exemplo, eh, vou vou pegar aqui o próprio exemplo da o próprio exemplo da Simed. Vou usar o exemplo da Carla, por exemplo. A Carla ela tá ali se posicionando, ela tá criando influência nitidamente, ela traz ali de uma forma muito bem orquestrada todos os produtos da Cimed, ela gera desejo, as pessoas sentem desejo, ela traz ali os lançamentos antes deles, né, irem pro ar. Vou lançar o o Carmed o Vou lançar o o Balm. É Carmed, É Carmed. É Carm. Carm. É, é, eu vou lançar o a bafa, né?
Eu vou lançar o Carmed da Hello Kitty. Aí ela traz um carro todo enfeitado de Hello Kitty. Aí ela entra no carro, ela passa. Então aquilo ali vai gerando muito desejo, principalmente para essa geração tiktoker, né? o colecionar, não é nem para usar, é só para colecionar, só para ter aquele lançamento ali. Uma vez que eh ela identifica que isso aí tá indo por um Caminho que ela não quer mais, ela já começa antes, um trabalho de desvincular a imagem dela. Uhum. E aí existem vários mecanismos, várias formas que a gente pode usar para isso.
É o reposicionamento. Então a gente tem a estratégia de posicionamento e tem a estratégia de reposicionamento que e quando como a gente falta hoje em dia cada vez mais as pessoas estão trazendo verdade, é normal você errar. Isso não te descredibiliza desde que você traga Essa essa transparência para as pessoas, tá? E eh as pessoas que compram, por exemplo, se por conta dela, pela conexão que tem com ela. A partir do momento que isso não funciona mais, ela continua sendo a Carla. E aí ela vai fazer um trabalho de reposicionamento, trazendo justamente a justificativa do
porquê dessa mudança, do que que aconteceu. E aí ela vai participar da audiência disso. A audiência vai participar junto, vai se Conectar e até vai se conectar mais, vai ver, pô, ela também erra. Uhum. Que legal. Ela também erra, entendeu? Na tua opinião, quem é o principal expoente, assim, a referência de best case de founder lad growth para você? Steve Jobs. Jobs, o Elon Musk também. Uhum. Eu vejo que é sim, é o Elon Musk é forte. É, eu vejo que são pontos fortes. E e o assim, o Willon Musk para você é um cara,
tipo, isso é totalmente proposital para ele ou Você acha que ele só é um cara tipo polêmico? que também tem essa vertente. Ele só é um cara polêmico que quer fazer o que ele quiser e etcingando positivamente para ele. Eu acho que ele é um cara muito verdadeiro, não é? Eu não, eu não, não vejo que ele seja só muito polêmico. Eh, eu, eu comecei a ler o livro dele, nem dei continuidade ainda, mas eh eu vejo que quanto mais a gente passa por questões na infância, mais a gente cria uma certa Eh um certo
inconformismo a ponto da gente querer ser polêmico. Mas não é que a gente tá sendo polêmico por ser. É porque, cara, ele é tão seguro dele do que ele não tem nada a perder, que ele fala o que ele pensa e isso acaba conectando. Porque quando a gente fala, gente, morna não lidera. Uhum. nunca. Então, pra gente liderar um grupo de pessoas, a gente precisa estar disposto a ser quente ali, a falar o que a gente pensa. Uhum. Porque por um lado você Atrai muito o inimigo, mas por outro você atrai muito o fã. Uhum.
E são esses fãs que fazem a sua marca crescer e você nunca vai agradar todo mundo. Então é muito bom você ter essa visão assim. Então as pessoas elas deixam de se posicionar, elas deixam de falar o que acreditam. Uhum. Porque elas têm medo de serem validadas, de não agradar todo mundo. Uhum. Isso é muito verdade. E você nunca vai agradar todo mundo também. Nunca. Não tem isso. Nunca. Você Não tem que buscar validação. Sua mãe já te ama já tá bom. Entendeu? Não precisa outras pessoas te amarem também. Isso acontece naturalmente quando você representa
aquela aquele grupo de pessoas que não tem a coragem que você tem, mas estão sedentos por alguém que tenha, porque aí a pessoa se sente confortável. Ah, eu vou seguir ele porque ele tá gritando pro mundo o que eu gostaria de gritar, mas eu não tenho coragem. Uhum. Então eu valorizo ele, eu Vou seguir essa pessoa. Aí você cria influência. Hum. Legal. Você acha que é aí que nasce a chama de tudo? Sim. E isso isso tem a ver com o seu plano do milhão? Tem. Então vamos começar total. Vamos, vamos começar, vamos começar o
plano do milhão. Então vamos lá. A pergunta é a seguinte, né? Se você tivesse começado o zero hoje, eh você tem até 12 meses, você precisa fazer pelo menos R 1 milhãoais e até 12 meses você tem no máximo 10.000 para começar. Eh, só que você precisa viver com esse dinheiro e tudo. Você não pode ser alívia, tá? Não pode usar o seu nome, o seu rosto, a sua influência pessoal, seu networking, joga o teu WhatsApp no lixo, todo mundo some, tá? Que que você faria dia um? Dia um. Bom, eh, o básico bem feito
para mim é começar a construir essa influência. Se eu sou uma pessoa totalmente anônima ou se eu vou ajudar uma pessoa totalmente anônima, eh, Partindo do princípio de alguém que com certeza essa pessoa vai ter bagagem, né? Vai ter um conhecimento, vai ter a história dela, o capital intelectual dela e o capital cultural dela. Uhum. Então, a partir do momento que a gente tem esse conhecimento, eh, esse conhecimento ele é monetizável, certo? E, e aí o que que a gente vai fazer? Mês um, eu ia ficar o mês todo, eu ia pegar ali uma semana
para mergulhar realmente no Eu eu eu vou Deixar voltar um pouco para explicar a metodologia. Eu acredito numa metodologia que eu chamo de branding e business. O que que é o branding business? Isso eu já validei com todas as minhas alunas e eu mesma sou a minha meu próprio avatar transformado, porque eu comecei com zero influência. Uhum. Há dois anos atrás ninguém me conhecia no digital. Então dois anos só. Dois anos. Ficou legal. Cresceu rápido, né? Cresci rápido. É porque foi em 2023 que eu Comecei a falar para empresárias e aí eu deixei aquela coisa
da consultoria individual para médicos e fui Uhum. Eh, se me tornei expert, né? Me tornei realmente infoprodutora. Rapidinho, deixa eu só abrir um buraco aqui no meio da comunicação. Eu só queria entender assim rapidinho, tipo em 2 minutos, como é que foi essa sua jornada de 2023 para cá, assim, que é já que é curtinho, só para entender como que você cresceu, tipo, do anonimato ali para até você Chegar, sabe o quê, uns 130.000 seguidores. 130.000 seguidores. É, como é que foi esse? Então, é o plano do milhão. Ah, então beleza. Então, então vamos fazer
imagem. Eu faria, eu faria, eu faria o semelhante do que eu fiz, testei, validei e é o que as minhas alunas aplicam. E é algo super possível para quem tá assistindo aqui. E ah, porque cara, tô do zero, sou anônimo, como é que você vai fazer? Então, eh, primeira coisa, a tua história endossa a Tua autoridade. Você tem lugar de fala sobre alguma coisa. Uhum. E aí, na minha opinião, assim, no no meu estudo, né, na minha opinião, é o estudo mesmo que eu já fiz, nós temos cinco capitais. de valor. Hum. É uma ordem,
é um é uma são etapas, tem o nosso capital cultural, que é aquilo que a gente acredita, os nossos valores. Então, a gente começa eh eh com o propósito. Uhum. Tipo, você nunca vai conseguir ganhar dinheiro se você não resolve o problema de alguém. Só que antes de você resolver o problema de alguém, você começa a resolver o seu problema. Uhum. Então assim, ah, eu identifiquei esse gap no mercado, eu identifiquei um problema aqui que me tornou inconformada. E aí eu vou buscar a solução para esse problema. Eu encontrei a solução para esse problema. Agora
eu vou fazer disso um negócio e vou solucionar para outras pessoas. É meio que o o é é assim que funciona, né, quando a Gente vai criar uma startup também. Sim. Então, primeiro é o capital cultural, é o que você acredita, os seus valores, o seu ponto de inconformismo, o stopim que que fez você ficar assim conformado com a situação que você tava. Aí você vai buscar, você vai pro próximo capital, que é: "Eu vou buscar conhecimento, eu preciso sair dessa situação que eu tô, tô inconformada, eu preciso buscar conhecimento, então eu vou ler, eu
vou fazer cursos, eu vou ampliar meu Repertório, aí eu desenvolvi meu capital intelectual, aí a gente vai pro próximo capital. Agora que eu tenho um capital intelectual e que eu tenho a minha história, eu posso juntar os dois e eu vou começar a mostrar pras pessoas o quanto que eu evoluí, porque eu saí de um ponto A para um ponto B, certo? Eu tava num lugar ruim e eu fui para um lugar bom. Fiz essa jornada, a jornada do herói. Isso é a jornada do herói purinha. Então, beleza, comecei a Me comunicar, as pessoas começaram
a identificar que eu tô diferente. Eu já vou chegar, já vou entrar na parte prática, mas só para entender o raciocínio. Comecei a me comunicar, comecei a a a mostrar que eu tô diferente, comecei a mostrar que eu evoluí. As pessoas começam a perceber isso. Aí a gente chega no capital social, as pessoas começam a ver a minha mudança e querer essa mudança também. Aí eu entendo que eu tenho algo dentro de Mim que é um propósito e que, cara, eu vou fazer o seguinte, já que eu fui do ponto A pro ponto B e
eu me comuniquei, as pessoas perceberam isso, as pessoas também querem, agora eu vou criar o meu mecanismo único, agora eu vou criar o meu movimento de marca, a minha metodologia e eu vou agora gerar essa mudança nas pessoas. Então são cinco capitais: o cultural, o intelectual, o imagético, social e o autoral, que é aqui que você cria o seu branding. Hum. Entendeu? Então, o que que eu faria? Primeiro mês, agora de forma prática, primeiro mês, deixa eu entender qual é o meu movimento, o que que eu defendo, o que que eu acredito, o que que
eu tô gerando de, o que que eu posso gerar de transformação nas pessoas, o que que eu já resolvi de problema na minha vida. por exemplo, ah, eu sei lá, um exemp um exemplo super aleatório aqui que não tem nada a ver comigo, mas me veio na cabeça, digamos que eu tenha tido uma, Sei lá, uma mãe narcisista, que minha mãe é maravilhosa, não tô falando dela não. Mas exemplo, digamos que eu tenha tido uma mãe narcisista, eu precisei conviver com um relacionamento abusivo, sei lá, eu precisei conviver com isso. E aí, já que eu
precisei conviver com isso, eu estudei sobre isso, eu criei mecanismos contra isso, eu entendi como sair dessa situação, eu tava muito no fundo do poço e eu descobri como sair dessa situação. Uhum. Então, eu vou Pegar recortes da minha história e recortes do meu conhecimento e a partir disso eu vou criar um produto. A partir disso eu vou criar um um um produto digital, tá? Deixa eu só entender. Então aqui, voltando lá para aquela mandala lá, eh, o capital cultural nesse caso seria tipo a mãe narcisista. A mãe narcisista. Então é basicamente o problema. Isso.
O problema. Problema. Ah, o capital intelectual é como você encontra a Solução. Isso. Solucionei. Solucionou. Depois é o capital imagético. Imagético. É o quê? É como você é é o que você mudou em você e você começou a mostrar pro mundo, pro mundo perceber essa diferença. Tá? Me dá um exempto. Ó, vamos lá. Você quer construir o meu? Pode ser. Vai ser mais fácil. Acho que vai ser mais fácil que a gente vai construir. Pode ser. Pode ser. Vamos lá. Mas é que eu ia ter que muito a fundo na sua História. Vou. Meu Deus.
Vamos lá. Vou pegar a história da Eu vou pegar a história de, eu vou, eu vou pegar a minha história e vou contar aqui. Boa, tá? É porque eu já conheço a minha história, então para as pessoas entenderem vai ficar mais prático. Por exemplo, eu me sentia muito incapaz e eu tomei várias várias tapas na cara da vida de que eu não consegui empreender. E aí isso foi me dando vários atestados De incapacidade. Aí eu precisei, cara, eu me sentia muito é, eu me sentia muito, cara, eu não sirvo para nada, eu nunca vou conseguir,
eu não vou conseguir ensinar ninguém, eu não vou conseguir ajudar, eu não vou conseguir ter a minha empresa, a minha empresa nunca vai existir, porque eu tentei anos ser empreendedor e não consegui. Uhum. Aí eu fui estudar modelo de negócios, eu fui eu fui me estudar desenvolvimento pessoal, eu comecei a me desenvolver Como como pessoa e aí eu vi o meu valor. Aí eu comecei a me empoderar, eu comecei a me comunicar melhor, eu comecei, por exemplo, a criar o meu Instagram, eu comecei a a me posicionar como expert aí as pessoas que me conheciam
super tímida, incapaz, viram: "Lifia, que que aconteceu com você?" Uhum. Que que houve? Aí eu vou falar: "Olha, eu tenho uma metodologia para fazer você se empoderar desse jeito. Por isso que eu tenho o Mecanismo power, por isso que eu tenho a minha comunidade é o power." Ah, legal. Entendeu? O movimento ele vem daí. Então vamos lá. Vamos pegar uma pessoa que tá totalmente do zero. Primeiro mês, ela vai rascunhar assim: "Qual é a minha história? O que que eu sei fazer? Quais os problemas que eu resolvi na minha vida, tá? Sabe? É, é meio
que aquela história, por exemplo, do Flávio Augusto, que ele andava de ônibus e o problema era andar de ônibus todo dia e Aí ele começou a vender e aí ele melhorou e parou de andar de ônibus. É meio que isso. Isso. Exatamente. Exatamente. A pessoa vai entender ali, cara, o que que eu sei ensinar, tá? Porque ela vai criar um produto digital. Ela vai criar um produto digital. Mas e a pessoa, por exemplo, que ela sente e, por exemplo, você tá começando do zero agora, então você não, cara, você não sabe nada, assim, você é
é alívia do comecinho, assim, do comecinho, porque Hoje você tem uma clareza danada disso tudo, mas na época, eh, você não sabia dessas coisas, não? Não sabia. Então, aí como que você consegue, tipo, buscar esse capital intelectual em até 12 meses para poder completar o Não, o primeiro mês eu já ia pegar e criar. Olha, hum, o que que eu vou, porque eu tô acompanhando alguém, né? Então, é o seu plano do milhão. É o meu plano do milhão. Primeira coisa, eu ia pegar, olhar uma cartolina em branco, Uma folha em branco, pegava um pilô,
ia falar: "Cara, o que que eu sei para, o que que eu sei ensinar? Se tá todo mundo criando infoproduto, se tá todo mundo ganhando dinheiro no digital, por que eu não? Então, o que que eu sei ensinar? Tem uma escada, né? Se eu tô, eu, eu não sei tudo, mas eu sei alguma coisa mais do que alguém. Sim. Então, foi isso que eu pensei. Bom, o que que eu vou ensinar? Ah, eu sei sobre branding, então eu vou ensinar branding pras Pessoas. Eu sei nutrição, eu sei lá, eu pesava e eu pesava 80 kg,
agora eu peso 50 kg, eu consegui emagrecer. Então eu vou ensinar isso pras pessoas, eu vou ensinar a minha jornada pras pessoas. A gente sempre é o nosso avatar transformado. Quando a gente tá nessa figura de expert, a gente tá ensinando paraas pessoas o que aconteceu na nossa vida. Então eu ia rascunhar ali, olha o que que eu evoluí e exatamente qual foi o padrão que eu segui para isso, quais Foram as ferramentas, qual foi o meu mecanismo, qual foi a minha trajetória, quais as áreas de conhecimento eu apliquei para sair desse ponto A e
ir pro ponto B. Uhum. Nossa, para eu para eu me empoderar, por exemplo, eu busquei desenvolvimento pessoal, então tem que ter algo sobre desenvolvimento pessoal no que eu vou ensinar, tá? Eu criei uma identidade visual, então tem que ter uma identidade visual também. Uhum. Se, por exemplo, eu emagreci, digamos que seja Outra persona, tá? Ah, eu pesava 80 kg, eu fui para 50 kg, eu mudei meu estilo de vida totalmente. O que que eu fiz? Eu aprendi sobre hábitos, eu aprendi técnicas de nutrição. Eh, o que que eu o que que eu sei ensinar pras
pessoas? Uhum. Como é que era a minha mente antes? Como é que é a minha mente hoje? como é que o ou então às vezes você já tem, você criou um negócio, no teu caso, por exemplo, nossa, eu criei um negócio que faturou, sei lá, muitos milhões. Como é que eu ensinaria alguém a fazer essa essa trajetória também? Quais foram os marcos Uhum, né, que eu tive que aplicar? Eu eu entendi como que cria um, sei lá, eu entendi sobre modelo de negócios, eu entendo sobre comercial, eu entendo sobre como ganhar dinheiro sem aparecer. Então
é isso que você vai estruturar ali. Então mês um é só de criação e aproveitar que eu tô criando, eu já ia começar a me posicionar no Instagram mostrando que eu tô criando Algo e contando a minha história. Então ó, essa era eu há um ano atrás. Eu passei por isso, por isso, por isso que me motivou, sei lá, eu passei por um burnout, isso me motivou a buscar desenvolvimento pessoal. Uhum. E aí, buscando o desenvolvimento pessoal, eu descobri o branding e aí com o branding, hoje em dia, eh, eu tô vindo aqui te ajudar
também. E aí eu ia começar a contar, a documentar isso ali no primeiro mês. Uhum. Então, o primeiro Mês é para documentar, começar o Instagram e eu ia trazer muitos res, muitos vídeos, porque o vídeo ele viraliza e eu ia trazer logo de cara esse vídeo de storyting. Uhum. onde eu conto, tipo, em episódios a minha história, tipo, ó, tô recomeçando a minha vida, tô começando a minha carreira do zero e você vai acompanhar comigo toda essa transformação e essa criação. Então, eu ia ficar um mês documentando os bastidores, mostrando Paraas pessoas a evolução dessa
criação, desse negócio digital que eu tô criando. E aí eu ia começar a me conectar com quem estava precisando disso que eu tô criando. Uhum. que é quem está hoje aonde eu estava ontem, tá? Beleza? Beleza. Entendeu? E aí, esse é seu primeiro mês? Uhum. Tá. Eu tenho uma, eu tenho uma dúvida, não necessariamente em relação ao seu plano, mas em, em relação a, a, à sua estratégia de criar autoridade e tal, Para vender aquilo que, bom, você disse que a maneira mais simples de de se posicionar é você mostra a autoridade, você, cara, mostra
que você que você fez, como que você solucionou e aí beleza, você vende uma solução, a jornada do herói pura. Isso. A jornada do herói. Isso é o é o clássico. Sim. Agora a gente chegou a comentar sobre eh Founderland Grove agora a pouco e me parece, por exemplo, o o Adib, porque tipo o Flávio Augusto ainda sim é tem Muito a ver com a jornada do herói, sim, porque ele acaba vendendo algo parecido. Agora o Adib, o Adib vende remédio assim, tipo, não tem nada a ver como é que você conecta esses mundos assim.
Eh, mas ele não, eles não começaram, a Simé, não começou como Founder L Grove, né? não começou com product, ele entrou depois para alavancar um negócio. Então é uma outra estratégia, quem começa como founder, você vai começar criando a sua Influência para depois trazer a sua empresa, mostrar os bastidores da criação da sua empresa. Uhum. Entendeu? Para depois você sair de de campo. Tá, entendi. Dá para você fazer isso também. Entendi. E a minha dúvida era mais assim, tipo, no sentido da pessoa não ficar presa a uma única empresa assim, sabe? Me parece que tipo
Founder Led Grove, por exemplo, sei lá, o Steve Jobs é o cara da Apple, entendeu? Tipo, sei lá, o o Adibe é o cara da Simédia, Entendeu? Você você vê essa donodependência ou você acha que é besteira? Depende muito de como você vai comunicar todo o seu ecossistema. A a Cris Arcángel. Sim. por exemplo, ela tem várias empresas ela ela uma das empresas carregou a figura dela, mas não mais. Então ela para mim é uma empresária serial. Sim, sim. Entendeu? É, eu vejo ela, mas é porque ela é maior que a que as empresas, né?
Ela é maior do que as empresas, mas a sua marca Pessoal sempre tem que ser maior do que as suas empresas. Ah, é? Sempre. Sua marca pessoal tá aqui, as suas empresas estão aqui, aqui embaixo. Você acha que o ADIB é maior que a Simed? Com certeza. Você acha? Eu acho que ele tem muita infância essa percepção. Ele tem muita influência. Não, ele tem, mas eu não tenho essa percepção. Para mim essa média é muito maior que o Adibe. Já o Flávio Augusto é maior que o A, muito maior que o A, entendeu? É, é,
Sei lá, uma percepção lea, né, de de mundana assim, não. Com o o background que ele tem, a associação que ele tem, o poder que ele tem, só de ser quem ele é e tá associado a médicotal. É, ele pode construir o que ele quiser, entendeu? Não. Sim. Com certeza, com certeza. Eh, não, legal. Vamos voltando lá pro plano, então. Então, eu vejo isso. E aí, beleza? Eh, a gente tá falando aqui de uma pessoa que tem R$ 10.000, né? Então, uma pessoa que vai começar ali, cara, eu Tô sem nada, mas eu tenho conhecimento.
Então, uma pessoa que, dependendo da área que a pessoa atua, ou ela vai plugar um high ticket ou ela vai plugar um low ticket. Por exemplo, eh, vou seguir a ideia do high ticket. Uhum. Tá? Quando a gente vai, quando a gente fala de high ticket, ela tem que criar um negócio associado a fazer as pessoas ganharem mais dinheiro. Uhum. Não dá para ela, por exemplo, usar esse storytelling da nutrição, que a gente Deu esse exemplo também. Ah, eu tinha pesava 80 kg, agora eu peso 50. Vou te contar como eu fiz isso numa mentoria.
Não tem nada a ver. Sim. Aí não é o modelo High Ticket. Pegando a ideia do modelo High Ticket, olha, eu tenho anos de experiência nessa área. Eh, eu era CLT, era CLT de uma multinacional. Tô cansada de trabalhar pros outros, pedir da missão e vou construir minha empresa do zero e eu vou trazer você para acompanhar isso comigo. Aí eu ia ficar Um mês ali documentando, tá? Vou trazer o exemplo dessa dessa persona. Beleza? Um mês então contando o storytelling dela montando negócio, dela criando tudo. Eh, enfim. Aí, segundo mês, que no primeiro mês
ela não vai ganhar nada. Sim. Ela vai ficar só documentando isso, Ross e conteúdo serial. A episódio um, episódio dois, episódio três, porque isso cria influência e tem um o poder Alto de viralização. Nisso, várias pessoas que estão em multinacionais e que possuem cargos altos tão vendo o quê? Cara, eu tenho um super currículo e eu tô ganhando aqui R$ 20.000 R$ 1.000 por mês. Eu poderia estar fazendo isso vendendo uma mentoria e trabalhando do sofá da minha casa. Uhum. Olha o que ela tá fazendo. Olha o que ela tá construindo. Cara, isso aí tem
potencial. Eu poderia ser ela. Legal. Vou começar a acompanhar para ver onde isso vai dar. Aí ela pega no segundo mês, ela começa a fazer uma antecipação. O primeiro mês é só para servir, servir, servir, servir. Segundo mês, antecipação. Cara, eu tô criando algo para você. Eu tô criando algo, eh, eu vou lançar dia tal. Uhum. Dia tal, eu vou abrir uma oportunidade para você que quer fazer isso também. Uhum. Da Mas da onde que viriam esses leads assim do Perfil dela? Orgânico. Orgânico. Orgânico. Mas e se flopar? Se não flopa não tem como. Como
não tem como? Não tem como, porque quando você conta a sua história paraas outras pessoas, o algoritmo ele naturalmente ele vai entregar aquilo para as pessoas que estão buscando aquilo. E é um conteúdo sem intuito de venda. Então as pessoas recebem de uma outra forma. As pessoas elas estão ali, elas só querem, elas são fofoqueiras, elas querem ver a vida do Outro. Uhum. Elas querem ver a vida da outra pessoa. E nesses vídeos ela iria colocar pílulas de conhecimento, mas ela tá 100% servindo. Ela não tem link de nada na bio. Ela tá ali para
servir. Ela tá ali, tipo, se expondo. Ela tá contando as vulnerabilidades desse processo. Ela tá mostrando também o currículo que ela tem, o conhecimento que ela tem. Ela tá mostrando o repertório dela. Então aquilo ali tudo vai tanto dando autoridade como também Gerando conexão com as pessoas. Mas você assim, é porque eu já vi muito perfil desse flopar assim, a pessoa não continua, tipo, porque as pessoas perdem para si mesmas, né? Por que porque elas não têm paciência para esperar dar certo. E aí ela acha que ela vai botar 10 vídeos e não vai e
vai viralizar. Não, ela tem que botar muitos vídeos. Ela a gente tá falando de 30 dias direto postando para começar a ter audiência. E com certeza de que a gente tem 10.000, a Gente pode investir também nessa distribuição, tá? Beleza, agora faz mais sentido. É porque você é a pessoa do tráfego, né? E eu sou a pessoa do orgânico. Ah, eu quase, eu nunca não invisto em tráfego para aumentar a audiência, por exemplo. É tudo no orgânico, não é? Isso aí eu também não. Nunca nunca investi. Mas eh, para vender tem que ser, sei lá.
É, é que, cara, é difícil. Tipo, por exemplo, Ã a cara, no orgânico parece que meio que você joga para Deus assim, você não sabe se o negócio vai funcionar. É porque o tráfego te traz assim um reloginho, né? É uma previsibilidade. Ah, tem uma previsibilidade. A gente pode investir essa verba. Eu faria o seguinte, eu contrataria uma assistente Uhum. por R$ 2500 e o resto da verba a gente, eu preciso viver com esse dinheiro também, né? Com os 10.000. Aí fica complicado. É, não, eu vou no Orgânico. Vou vou no orgânico porque, cara, storytelling
conecta. Esse é o grande poder. As pessoas não entendem é que elas estão ali, é um celular. Hoje eu invisto muito em tráfego porque pra gente vender mentoria ali no perpétuo, a gente depende do tráfego, entendeu? Mas o orgânico é muito forte também para quem tá começando. Contas novas, a meta ela distribui muito. Então facilmente a pessoa iria conseguir alcançar muitas pessoas e começar a ser ouvida para Essas pessoas. Seria começar com uma conta do zero mesmo, não? Com a conta pessoal da pessoa? Do zero ou pessoal, não tem muita diferença. Uhum. Tipo, digo uma
conta antiga que a pessoa tem 1000 amigos lá. É, pode ser também, até porque as primeiras pessoas que vão comprar de você são seus amigos. Aí o que que eu faria? Eu eu penso o contrário, cara, porque os amigos para mim são os últimos que vão apoiar o seu o seu trabalho, porque não Necessariamente amigo íntimo, mas por exemplo, pessoas que trabalharam com ela, que se formaram com ela. Eu não sei. Eu acho que essas pessoas elas têm, mas é opinião minha, eu acho que essas pessoas elas têm uma resistência eh quando vê um cara
que saiu do mesmo lugar que você dando certo e acha tipo torce o nariz assim, sabe? Então elas são as últimas aceitar. Geralmente tem a estatística, né? Tem a parcela que vai que vai sentir isso e tem a parcela que Não vai sentir. E aí eu eu ia começar a fazer um trabalho de busca ativa. Então eu ia pegar eu ia fazer uma lista já no segundo mês com a minha, eu ia começar estruturando uma consultoria, nesse caso, eu ia pegar o que eu aprendi na empresa, digamos que eu eu era, sei lá, eh, diretora
de marketing. E aí eu saí, eu vou começar agora a me posicionar, tô criando conteúdo de marketing, documentando o meu processo, criando a minha empresa, né, criando a minha minha Empresa digital. Aí eu ia pegar, eu ia fazer no segundo mês uma lista Uhum. de 50 pessoas do meu networking do do da vida, do da Eu posso usar o networking da vida, não posso usar o meu networking de hoje. Hum. De preferência. De preferência. Então tá. Não conheço ninguém. Sou tenho. Não tenho ninguém. Eu ia abrir o Instagram e eu ia começar a buscar perfis
que precisam daquilo que eu domino, no caso dessa persona, Marketing, né? Então eu ia começar a eu ia mostrar a minha história, eu ia começar a gerar conversa no direct, social selling. A gente tem uma fábrica de possíveis clientes hoje na nossa mão, porque todo mundo tá no Instagram. Então é também a sua capacidade de persuasão, de gerar conversa. Eu ia começar a gerar conversa com as pessoas e marcar conversas do Zoom. Ah, sim. Levar pro Zoom. Levar pro Zoom. Só que não deixei aberto pro público ainda. Pro público eu Tô antecipando. Eu tô antecipando.
Mas aí eu ia selecionar essas pessoas e essas pessoas eu iria já trazer uma pessoas, empresas, eu ia atrás disso e eu iria já trazer uma consultoria individual no estilo laboratório. Uhum. de dois dias de implementação. Então, eh, dois dias eu traço tudo isso da sua empresa, todas toda a área de marketing da sua empresa, eu traço todas as estratégias com quatro calls de acompanhamento. Esse seria o meu produto Inicial para essas pessoas que eu estaria fazendo a busca ativa no segundo mês. Hum. Tá. Então, aí eu já ia vender, por exemplo, uma consultoria de
pelo menos R$ 20.000. Venderia pelo menos, sei lá, depende. Quanto mais eu falar, mais eu vou vender. Uhum. No meu caso foi assim, eu já vendi consultoria de de R$ 20.000 no primeiro mês e aí venderia essa consultoria, digamos que eu tenha falado com 10 pessoas, duas pessoas compraram. Para Quem que você vendeu essa consulha de eh médico? Pode ser médico, pode ser grande. Então essa do seu caso real que você falou, no meu caso, eu comecei com os médicos, com médico, né? Então é tem a importância de ter um público com poder aquisitivo alto,
né? tem que ter um público de poder aquisitivo alto, empresário também, empresa, né? O mercado corporativo investe muito mais do que dinheiro tá mais nesse B2B, né? E o Público médico investe muito bem também. Então eu eu falaria algo do tipo, olha, eh, eu tentei marcar uma consulta com a sua secretária, eu não tive resposta. E assim, você provavelmente tá, eu gosto muito do seu, do seu posicionamento, mas provavelmente você tá deixando de eh eu não mandaria aquela mensagem, tipo, aí o seu posicionamento está horrível, vamos marcar uma odeio isso. Mas eu traria, eu geraria
uma conversa mostrando que eu tentei marcar uma Consulta, eh, que eu tentei, eu não fui atendida, que o meu contato foi perdido e eu iria gerando essa conversa, ia levar essa pessoa para uma call, ia trazer ali os insightes para ela, eh, e eu ia vender a mentoria, sessão estratégica clássica, tá? Essa sua entrega seria basicamente uma call no qual você iria rascunhar tudo, assim, fazer todo o plano e iria acompanhar. Eu ia falar o que a pessoa tá o o que ela tem que fazer. Eu não ia Entregar o como o como eu ia
fazer o pit da consultoria. Ah, tá. E não é que eu tava me referindo à consultoria. Tá. Então, na sessão estratégica, você ia basicamente, você ia fazer esse trabalho antes ou durante a call? Com as perguntas ali. Eu ia fazer esse trabalho durante a call. Tá? Para saber o que que a pessoa precisa. Exatamente. Exatamente. Tá. Então, durante você ia fazer as perguntas ali ia dizer exatamente o que a pessoa precisa, aí no Final você vem ia mostrar pra pessoa que ela tá deixando, o que que ela tá perdendo, tá? Gargalos ocultos que ela não
consegue enxergar. Beleza. E aí no final, pois eu ia oferecer a consultoria, ia começar com consultoria individual. Consoria, tá? Como é que você empacotar essa consultoria? dois dias de implementação. Eu vou na clínica, por exemplo, a gente faz um mergulho em todos os gargalos, em todos os ruídos. Eu entrego script de de Vendas, eu entrego todos os scripts de call que ela vai fazer, de como que treino a secretária. Eu iria fazer tudo isso. Lembrando que eu tenho um currículo, né? Eu tenho um conhecimento nisso. Então eu tenho prova social, eu tenho um conhecimento nisso,
né? No no do que eu já trabalhei. Uhum. E aí eu ia pegar, eu ia começar a vender essas consultorias individuais fazendo essa busca ativa. Eu ia falar com pessoas até eu vender, porque as pessoas têm Preguiça, entendeu? Não é possível você não vender uma consultoria individual se você falar com 100 pessoas. Você vai vender, você tá sem nada, você não tem dinheiro, você vai falando com as pessoas. Uhum. E e cara, para mim assim, tá muito atrelado esse ticket, tá muito atrelado à credibilidade também, né? Como é que você ia construir credibilidade? Conteúdo. Então,
mas do zero assim, sem Ninguém. Sim, conteúdo. Conteúdo. Foi como eu fiz. Eu tenho, eu tenho uma crença assim que você pode me rebater, que eh é é mais fácil, né, você vender para pessoas de de menor poder aquisitivo. Eh, não mais fácil, mas é mais calma. É, é, é mais fácil caso você não tenha credibilidade do que vender para pessoas de maior poder aquisitivo, porque elas são mais céticas em relação a de quem elas estão comprando. Não, não em relação ao dinheiro, a carteira. Para Mim acho que é a mesma coisa, é proporcional, mas
eu acho que de quem ela tá comprando. Me prove que eu tô errado aí, porque eu acho que eu tô errado, mas não sei justificar, entendeu? Pera aí, não entendi. Vamos lá. Eh, você acabou de criar um um Instagram do zero, você não tem nome, você não tem credibilidade, você tá basicamente dois meses produzido conteúdo. Ah, mas dois meses, pô, tem gente que produz o conteúdo há um ano Aí. Sim, mas o digital ele ele não é devagar, ele é rápido. Porque me ensina aí então você pode, tipo, quanto mais a gente produz, mais a
gente aparece e a gente gera aquele efeito de, cara, eu tô vendo ela em todo lugar, mas no orgânico, sim, no orgânico. Qual que seria então o seu fluxo de postagem? O meu fluxo de postagem, eu traria no primeiro mês um ri por dia. No segundo mês eu já iria trazer três posts por dia, rios carrocelo, ou dois posts por Dia, rios e carrossel, mas eu manteria essa constância, tá? Entendeu? E aí eu ia, mas a pessoa não faz nada, a pessoa não tem dinheiro, a pessoa não tem trabalho ainda, ela tem que começar. Então,
tipo, é a única coisa que ela tem que fazer. E tipo, independente da qualidade que vai sair o negócio, o iPhone hoje, qualidade perfeita, você cut rapidinho, edição, tal, tá? A pessoa, ela tem que saber também fuçar, é porque as pessoas são Preguiçosas. Uhum. Entendeu? Então, faria isso, produzi o conteúdo, segundo mês, comecei a fazer as prospecções ali no direct, comecei a vender consultoria individual, tá? Dá para você vender consultoria de 20.000, dá para você vender consultoria de 50.000. Aí você, como você tá tentando no individual, você consegue validar o preço melhor, porque você tá,
eu vou falar para 10 pessoas que é 50.000, nossa, nenhuma fechou. Então assim, a 11ª eu vou fazer A 20. Uhum. Entendeu? Você tá tentando validar o seu preço ainda. Sim. E aí você ia começar a fechar a consultoria individual e aí você já ia lançar a mentoria em grupo no seu Instagram no terceiro mês, porque você já tá já teria ali 90 dias que você tá aquecendo aquelas pessoas, aparecendo para aquelas pessoas. Qual que é o filtro que você faria para essa sessão estratégica aí? Porque imagino que você não vai fazer sessão Estratégia com
qualquer pessoa, né? Porque não faz sentido, né? Não, não faz sentido. Eu iria fazer o cara de Pix, entendeu? Então você vai no perfil, o Gregat falou, a gente, eu entrevistei o Luiz que ele falou exatamente a mesma coisa, cara de pizza. É porque eu não acredito que exista assim lead desqualificado. A pessoa ela pode ter quando ela bota ali num formulário, ah, eu faturo R$ 10.000, ela pode estar muito envieszada naquilo. Depende da dor e do que ela tem guardado na conta dela, né? Então assim, o cliente, então assim, no início você tá ali
para aprender também, você tá ali para testar, você tá ali para você testa rápido, você erra rápido, você ia fazer volume de call, eu não ia me preocupar muito com isso, eu ia me preocupar em fazer volume para eu para eu validar o meu discurso, a minha narrativa. Quanto mais eu fizer calls, mais eu vou dominar aquilo ali. Uhum. Agora, eh, isso só no segundo mês. Hum. Tá. Tá, mas é, mas me explica um pouco melhor então a cara de Pix, assim, só para a cara de Pix você vai ver se a pessoa viaja, você
vai ver que tipo de ambiente a pessoa frequenta, você consegue sentir a ambiência da pessoa e aí você começa a tem essa pessoa aqui tem mais probabilidade de investir em um alto ticket do que essa outra pessoa aqui. E se o perfil for fechado aí não é uma pessoa que eu vá que eu vá Prospectar, entendeu? Eu vou pegar, por exemplo, players, que eu vejo gargalos no perfil, mas eu não vou falar que tem gargalo no perfil, eu vou começar uma conversa, mostrar ali o que eu faço, eh fazer uma elevação de de status da
pessoa. Nossa, muito legal que você tá construindo, mas já pensou que você poderia fazer isso aqui assim também? Vamos marcar uma conversa. Eu ia levar a pessoa para uma call. No início eu faria isso. Do zero. Entendi. Eu faria isso. E Quant quantas consultorias você espera fechar nesse segundo mês? Aí no segundo mês dá para fechar. Vamos botar aqui duas consultorias de R$ 50.000. R$ 50.000. Segundo mês. 100 pau já. 100 pau. Dá para fazer. Dá para fazer. Aí você vai pro terceiro mês, você lança mentoria de grupo. Uhum. Você tá antecipando, né? Então as
pessoas já sabem que vai acontecer alguma coisa dia tal. Uhum. Eh, aí beleza, você lançou a mentoria, dá para você lançar uma Mentoria de grupo de R$ 20.000, R$ 15.000. Uhum. E aí eu já estruturaria a mentoria de grupo com o ciclo do aluno e não o ciclo do produto. Então, por exemplo, olha, eu abri turma, eh, a gente vai ficar um ano juntos, custa R$ 15.000. Uhum. E aí eu ia começar a rodar esses funis perpétuos para trazer alunos paraa mentoria. Só que eu traria uma metodologia gravada. Eu traria, eu começaria agora a criar
networking ali também no direct e Trazer eh faria parcerias e traria tutores para ajudar a entregar a metodologia. Entendi. Perfeito. E quantas pessoas você espera colocar nessa turma de mentoria no na primeira abertura? Na primeira eu no mínimo 10 pessoas a 20.000. É, eu traria essa meta. No mínimo 10 pessoas a 20.000. Sim. Qual que seria a entrega dessa mentoria? Quanto tempo de entrega? Um ano de entrega. O ciclo é do aluno, o ciclo não É do produto. Tá. Me explica então como que você Mas como que seriam os entregáveis? Entendeu? Então, metodologia gravada. Uhum.
Ó, você entrou na minha mentoria, você recebe aqui essa trilha, tá? Tá. A metodologia gravada. Uhum. Eu já traria também eh eu eu mapearia a dor da pessoa. Aham. que geralmente seria a minha dor. Uhum. Então eu, por exemplo, ó, eu tive um marco de evolução na minha carreira que foi chegar nos meus primeiros R$ 50.000 Por mês. Então, para você chegar nos seus primeiros R$ 50.000, você vai fazer isso, isso e isso. Aí, para eu e de R$ 50.000 por mês para R$ 100.000 por mês, eu acrescentei, sei lá, esse outro pilar aqui. Aí
tem a trilha um e a trilha dois, que é um pouquinho mais avançada. E aí eu entregaria, eu traria essa estrutura, entendeu? uma mentoria que é o ciclo do aluno, ele entra, a gente tem um ano de preparo, ele recebe ali um plano de ação que nada mais é do que o Mapeamento, né, eh, de padrão da fase um e da fase dois. Aí, beleza, mapei o padrão, entrego o material gravado dos pilares do método, por exemplo, ah, criação de produto, criação de eh estruturação do seu marketing, estruturação do seu comercial, por exemplo. Uhum. Tá.
Eu eu sou eu era diretora de marketing, né? Então eu traria exatamente os pilares que eu sei ensinar. Uhum. Aí beleza. Eh, faria parceiros com faria faria parcerias Com pessoas estratégicas do mercado. Eu iria fazer esse networking, porque agora que eu já construí influência por três meses, eu posso chegar pras pessoas, eu já tenho audiência, já comecei com audiência e eu já vendia a consultoria no segundo mês, então eu poderia investir em tráfego para aumentar essa audiência. Aí no terceiro mês, na época que eu for, né, lançar, eu faria um webinar para lançar uma sala
no Zoom gratuito mesmo, faria o lançamento da Mentoria e eu traria eh, por exemplo, ah, um gestor de tráfego que de repente tá fazendo o meu tráfego naquele mês, para ele entregar a tutoria de tráfego na mentoria. Uhum. Traria eh um player, faria uma conexão ali, um networking, agora eu já tenho influência, então eu faria, tá começando a criar influência, né? Ó, entrega uma tutoria desse assunto aqui na minha mentoria. Então, eu ajudaria as pessoas dessa forma e o Hotse comigo, comigo ali todo mês. Então, uma vez por mês, um hotsit com você e todas
as outras entregas meio que automatizadas. Isso, exatamente. Aí roda o funil de aplicação, o funil de sessão estratégica. Aí eu botaria um branding no funil de sessão estratégica, porque eh quer ver? Hoje, hoje ninguém, é difícil você levar uma pessoa paraa col. A pessoa, ela tem que tá vendo que você vai resolver uma dor muito latente dela para ela te dar Esse tempo precioso. Sim. Então eu traria uma eu traria uma visão de que, por exemplo, criaria Powercash, foi o negócio até que a gente implementou, cara. Powercast é uma ferramenta autoral que vai encontraronde tá
R$ 100.000 R000 perdidos no seu caixa. Então eu traria esse branding aí. Eu não tô fazendo uma sessão estratégica, eu tô aplicando uma ferramenta gratuita que realmente vai te trazer uma resposta sobre uma dor latente sua. Legal. Aí eu começaria a Rodar esses funis e aí chegando lá e aí isso dá eh e isso gera venda perpétua. Uhum. Genda eh gera venda previsível. tráfego. Basicamente isso que a gente faz do Powercast, né? Powercast é legal. Power cash. Powerc. Powerc. É dinheiro poderoso mesmo. Powercash. Leg. E aí você roda, por exemplo, eu começaria agora, agora que
eu já tenho, a gente já, a gente já vendeu consultoria, a gente já fez 100.000, a gente já fez Também 10 vendas de 20.000. A gente já tem 200.000, já tem 300.000. Aí no quarto mês, com esses 300.000 eu já consigo investir em tráfego pago, porque os funis, aí pros funis perpétuos a gente precisa investir em tráfego pago. Sim, porque só de aplicação orgânica a gente não vai conseguir escalar. Como é que você construiria esse funil perpétua? Aplicação, anúncio. Então, anúnciosão, anúncio para aplicação pro público Quente, que já tá ali para relembrar. É, e acessão
estratégica pro público frio. Powercast, na verdade, cara. você que tem essa dor, eu tenho uma uma ferramenta autoral que já gerou esse resultado para no sei lá, eu ia pegar uma prova social de alguém que eu tivesse aplicado. Nessas horas eu pego as mentoradas e falo: "Vem cá, me dá uma prova social em troca de uma consultoria individual comigo de uma hora para eu Aplicar essa ferramenta para você." E aí eu ia pegar a prova social e ia botar no anúncio. Olha, eu encontrei eh você que tem essa dor, que tem esse problema, eu tenho
uma ferramenta autoral que já resolveu esse problema aqui no funil das minhas mentoradas. Olha aqui o o exemplo, né? Olha aqui a a prova social. Agora eu quero fazer isso com você. clica aqui que eu vou, eu escolho algumas pessoas para aplicar isso gratuitamente. E aí eu ia começar a Circular isso para público free. Aí é um forme, a pessoa tem que algumas perguntas ali. Qual que é a qualificadora, as qualificadoras que que você coloca? Faturamento é o quê? Faturamento? Não, não boto faturamento. Qual que você qualifica? Renda? Não, mas é momento no negócio dela.
Como é que Como é que é isso? Por exemplo, qual é a sua situação hoje? Quero fazer uma transição de carreira. Uhum. Hum. Eu já sei que essa daqui vai Ser pro produto tal. Hum. Entendi. Você tem produtos? Quero sim, produtos diferentes pros níveis de consciência daquela persona, da mesma persona, tá? A a persona principal é a pessoa que o quê? que ela precisa, ela ganhar dinheiro, quer ganhar dinheiro, quer ganhar dinheiro. É isso. É porque o que eu tô vendendo isso, eu tô vendendo. Ganha mais dinheiro. Ganha mais dinheiro. Beleza. E aí dentro desses
níveis de consciência, foi a dor que eu Que eu sou que eu foi a dor que eu resolvi na minha história transformada. Então assim, eu eu acredito muito que todo expert é o seu avatar transformado. Perfeito. Mas assim, você não tá colocando, ó, ganhe mais dinheiro fazendo tal coisa, não é tipo abertão, aberto, aberto. E aí, esses níveis de consciência, como é que são esses níveis de consciência para eu poder entender? Por exemplo, transição de carreira, quais são os outros? Ó, quero fazer uma Transição de carreira, mas não sei nem como começar. Tipo, a pessoa
tá mais, é um público muito iniciante, ainda não tem a consciência para [Música] perar um produto de R$ 20.000. Aham. Já fiz transição de carreira. Hum. Já. Só que eu não tô conseguindo crescer nisso. Eu não tô conseguindo vender suficiente. Não tô conseguindo atrair pessoas, não tô conseguindo crescer o meu perfil, não tô Conseguindo crescer a minha marca, não tô conseguindo vender. Tá? essa pessoa eu posso levar para uma sessão porque eu vou mostrar para ela que eu resolvo essa dor, tá? Tá. Aí, por exemplo, tem dois níveis de consciência aí. São pessoas é uma
tá um passo atrás. Uhum. A outra tá um passo à frente. Beleza? Tá. E e depois disso tem depois disso eu ia começar a rodar isso de forma perpétua. Então, ah, tá. São só esses dois eh para começar. Sim. Aí no Quinto mês eu colocaria um VSL falando da mentoria, por exemplo. Exp. explicando da minha met, eu colocaria um estudo de casa, por exemplo. Entendi. Entendeu? Eu faria um estudo de casa com uma cliente que já já colheu resultado na mentoria e rodaria isso. Olha, ela teve resultado, esse resultado, você pode ser a próxima. Mas
assim, é, vamos lá. A gente tá falando de um produto de pelo menos R$ 20.000, você teria um produto mais barato? Não, Não, a princípio não. Não, eu começaria com mentoria alto ticket já. Perfeito. Assim, subentende-se que o brasileiro médio, sei lá, ganha R$ 2.500, ele não pode pagar isso. Mas você pode escolher quem você quer atender. Sim. Mas será que vale a pena colocar todo mundo que se se aplicou numa call um closer ou se vale a pena fazer um filtro de MQL antes? Então, vai. Para mim, todo mundo é MQL. E aí o
papel do marketing é Trazer essa demanda e o comercial ele vai pincelar ali, né, por ordem de de prioridade, digamos assim, quem tá mais dentro do perfil pela dor latente da pessoa, tá? Essa dor latente, então, não é uma múltipla escolha. Não é uma múltipla escolha. Ah, você deixa aberto. Múltipla escolha da pessoa. Sim. Eu porque eu mapei um padrão. Então, mas é é isso que eu queria entender. Por exemplo, a única pergunta qualificadora do form é: "Ah, Fiz transição de carreira e tô pensando em fazer transição de carreira ou já fiz e não tá
dando certo?" Essas são as duas opções, correto? Sim. Nesse caso, nesse nosso exemplo, sim, nesse nosso caso, é, então, por exemplo, ó, quero entrar no digital, todo absoluto Zé, ó, quero fazer uma transição de carreira e não sei por onde começar. Pergunta um. Desqualificado. Desqualificado. Não vai comprar. É, eh, quero fazer transição de carreira e quero ter o digital como Minha opção de renda. C. Pode ser que ela compre, tá? Pode ser que ela compre. Já tô no digital, já me posiciono no digital. Uhum. Já construí a minha marca. Minha marca já tá conhecida, mas
não tô conseguindo vender, não tô conseguindo fazer disso um negócio, né? Não, tô travada. Sim, esse é uma, é um público também. Entendi. E aí você jogaria toda essa galera pro Porque como eu tô começando, eu vou atrair quem tá começando. Sim, ex. Eu não vou atrair Aquele player que já tá com a mentoria rodando, que já tem uma marca gigante. Eu vou atrair quem tá começando. Ex. Essa é a minha objeção. Esse cara que tá começando, como é que ele vai pagar 20 pau? Porque ele acredita que você vai resolver a vida dele. Mas
ele tem essa grana. Tem médico. Tem essa grana. Ah, não. Médico, sim. advogado, arquiteto, psicólogo. Tem muita gente que tem essa grana. Entendi, entendi. Ah, tá. Partindo da premia. É, mas é porque eu tô olhando assim, já que a gente tá construindo um funil aberto, eu tô levando em consideração a renda média do brasileiro, que é, sei lá, R$ 2000, não. A minha persona é a pessoa que é bem posicionada, que é como eu, porque eu sou, é o meu avatar transformado, é a pessoa que ganha 20.000 numa empresa. Entendi. Só que ela não quer
ser diretora de marketing daquela empresa. Ela quer criar a empresa dela do zero. Ela quer criar a marca dela pessoal para viver a liberdade do digital. Entendi. Entendi. Então é mais uma questão de qualificação no próprio ED lá lá no início. Exatamente. Entendi. Aí lá pro Vamos eu ia rodar esses funis e não ia acrescentar tantos porque senão a operação fica complexa e quem tá começando ainda tá ali no plano inicial não tem que ter tanto funil assim. Uhum. É aplicação o Powercast, que é um a sessão estratégica com branding, eh um VSL de estudo
de caso, alguma coisa assim com fazendo um estudo de caso ali ao vivo, porque já tem a prova social da sua mentorada, já tá, enfim, isso é depois da pessoa aplicar para ir preparando o psicológico dela. É isso. Não, eu ia rodar, eu ia, eu ia ter esses três funis rodando. Ah, sim. Paralelamente, tá? Juntos. Isso. No quinto mês eu ia trazer esse da esse do estudo de caso. Entendi. Entendeu? Terceiro mês eu lancei a mentoria. Quarto mês eu tô rodando aplicação e e sessão Powercast Powercast. No quinto mês eu trago um estudo de caso.
No quinto, sexto mês, eu trago um estudo de caso e a gente pode contar com essa previsibilidade porque a gente tá investindo no lead e a gente tá rodando os funis. Então é um reloginho. Ah, eu sei que se eu atrair 1000 leads aqui, eu vou ter tantas vendas. Uhum. E aí você consegue ter essa previsibilidade. Perfeito. Então, se você vende, por Exemplo, eh, cinco mentorias de 20.000 por mês, você já faz 100.000 no mês. Sim. E eu tenho vários casos de mentorado que fazem exatamente isso. Quero fazer uma transição, tô do absoluto zero. Eu
vou criar a minha marca, a gente vai criar o seu branding, a sua influência. Sem essa criação de branding, de influência, não dá para fazer isso. Dá. Entendi. Entendeu? Por isso que vem o branding. E qual que é o 8020 da criação do branding, da Influência ali no começo do funil? É você contar a sua história, hum, e ser muito leal e verdadeiro e mostrar pra pessoa que você tem lugar de fala e que pelo pelo seu pela sua evolução, você tinha um problema, você resolveu e por essa evolução você também pode ajudar ela a
resolver esse mesmo problema, tá? Você acredita o 8020 a trazer a sua história. Você acredita que isso é para todo mundo ou é para poucas pessoas? Isso é para todo mundo. Todo mundo que Tem conhecimento pode pegar exatamente esse plano e fazer isso que vai funcionar. Uhum. Aí lá no nono mês, o vamos botar nono mês, eu pegaria e fazia, faria um evento para todas as mentoradas, faria pit de renovação para quem fechou, por exemplo, mentoria semestral, eh, ou renovação antecipada, porque já ia tá próximo, já tá no nono mês. Então, daqui a Uhum. 4ro
meses, ela já tem que renovar a mentoria. Hum. Tipo, lá no 10º mês, digamos, aí digamos Que eu faço uma oferta especial. Quer ver? Agora o plano vai dar 1 milhão certinho. Eu vou fazer uma oferta especial por R$ 10.000 o ano, porque é renovação. E ela não vai ter como dizer não, porque a oferta vai tá muito boa, porque ela comprou por 20. Uhum. E agora ela tá no seis, no ela ela entrou no terceiro mês, né? terceiro, quarto, quinto, sexto, sétimo, oitavo. Ela tá no nono mês dela de no oitavo mês de mentoria.
Eu tô no 10o mês de plano. Ela Tá ali no sétimo, no sexto mês de mentoria. Ela já tá seis meses na mentoria. E aí eu vou vender a renovação antecipada para ela renovar por mais um ano pela metade do valor. Aí se eu fecho com 50, fora que eu trouxe gente de fora para esse evento, aí eu faço 500.000 no evento presencial. Entendi. E aquela aquela objeção da pessoa que vai falar que, ah, eu tenho mais se meses e tal, tipo assim, isso isso joga pra frente ou não? Ou desconsidera joga pra frente? Entendi.
Então, a pessoa teria um ano e meio ainda. Sim. Um ano e meio. Entendi. Um ano e meio. Porque em menos de um ano e meio ela vai fazer ascensão pro seu produto mais caro que você vai criar no próximo ano. Uhum. Que aí é o plano do Milão, fase dois. Entendi. Legal. Se se ela tiver sucesso, então é, ela vai seguir o plano quando ela chegar ali, nossa, ela tá evoluindo, ela tá ela tá conseguindo seguir a sua metodologia, ela vai acender para um produto mais Caro seu. Aí você vai começando a a criar
os produtos nos próximos anos, porque o primeiro ano é um produto. Uhum. Um produto. Perfeito, cara. Só com esse funil já bate 1 milhão. Então, já bate 1 milhão ali já no nono mês, né? É perfeito. Legal. E aí, gente? Incrível, incrível. Faz, beleza. Faz sentido para mim também. Faz sentido, faz sentido. Ai, que bom. Mas agora eu tô, eu tô curioso para saber o seu. É Factível, porque eu tenho muitos, muitos históricos sobre isso. É, e isso tá totalmente associado com o que eu coloquei aí. Mas qual que é a, tipo assim, a, eu,
eu acho que na verdade, nesse caso, como a pessoa pagou uma grana alta, o nível de empenho é muito maior. É, é alto, né? Qual que é a taxa de assertividade assim da galera que realmente consegue pular pro outro nível? Então, quem realmente para quem não perde para si mesmo é muito alta. O Problema é que é muitas pessoas ficam paradas no meio do caminho, porque as pessoas elas entram, qual é a grande a grande questão disso? As pessoas elas se apaixonam por empreender. Uhum. E pela ideia de você ser livre, de você empreender, mas
não querem pagar o preço. Hum. Então, aparece o primeiro problema para resolver, que é algo que a gente sabe que o empreendedor tem diariamente, porque a nossa vida é basicamente resolver problema. Eu amo Quando tenho problema para resolver, porque eu sei que vai ser o meu próximo salto. Uhum. Só que as pessoas que não têm essa visão, elas se frustram e elas acham que, ah, eu não vou conseguir, vou desistir. Uhum. Então, tem gente que desiste aí. Então, tem uma leva que desiste, mas porque desistiu de si mesma, entendeu? não conseguiu pagar o preço de
tá ali. Por isso que é muito importante trabalhar a mentalidade, porque sem a mentalidade não nada Existe, não consegue aguentar, com certeza. Coisa mais importante. Mas quem quem tá empenhado e faz acontecer, simplesmente vai fazer acontecer. É algo factível hoje em dia. Se você tem influência e você tem conhecimento, isso você, cara, dinheiro é uma energia, né? você consegue ajudar pessoas que precisam daquilo que você ensina e você pode cobrar auto por isso. Total. Faz sentido para caramba. Se você for fazer as pessoas melhorarem o Relacionamento, eh, ganharem mais dinheiro, né, aumentar a renda ou
melhorar a sua saúde, as pessoas investem, porque são dores latentes das de todo ser humano. Uhum. E aí você consegue ter um alto ticket, por exemplo. Top. São os três big nichos. São os big nichos. E isso aqui? Isso aqui ajudou quanto na sua vida? Bastante. 100%. 100%. Esse conselho aqui é bom. Esse conselho é Muito bom. É exatamente isso que a gente tá. Quer que eu fale logo? Eu vou ler. Eu vou ler aqui pro pessoal. Aí você você explica o que que você quis dizer com essa frase, tá? Mas antes disso, se você
tá assistindo e ainda não se inscreveu no canal, cara, toca aqui em inscrever-se. Isso ajuda muito a gente a trazer cada vez mais pessoas super legais, assim como a Lívia, assim como vários dos outros convidados que passaram aqui. Ah, e cara, estimula a Gente a fazer mais episódios do Plano do Milhão, tá? Se você gostou e acredita que alguém vai se beneficiar desse papo aqui, quer saber mais de branding, etc., encaminha esse episódio, compartilha com essa pessoa, com certeza você vai est criando uma corrente do bem. Beleza? Vamos lá. O conselho de ouro da Lívia
é o seguinte: movimento gera faturamento. Explica aí, ó. Desde o primeiro mês a gente tá colocando essa pessoa para se movimentar. Então assim, Se você se movimentar, você vai se movimentar para produzir conteúdo, você vai se movimentar para falar com 50 pessoas que estão ali no Instagram, que podem acessar o teu conhecimento. Se você gerar movimento, fazer evento, se você gerar movimento, você vai fazer a energia do dinheiro circular. Simples assim. Eh, movimento gera faturamento. Estar em movimento vai fazer você ser vista, vai fazer você abrir várias oportunidades Para você, vai fazer as pessoas te
acessarem, vai fazer você mostrar o seu valor. Movimento gera movimento. As pessoas elas precisam entender que não dá para ficar parado. Uhum. Então assim, é é ter iniciativa, né? Ah, vou criar um podcast. Beleza, vai lá, cria o podcast. Não precisa ter um cenário desse. Você pode abrir o seu Spotify, você pode abrir o seu Zoom e fazer um audiocast. Que as pessoas elas ficam criando muitas dificuldades, né? Tem quer quer ter tudo Perfeito. Eu por que que eu eu coloquei que o movimento gera faturamento? Porque eu só consegui realmente alcançar o meu plano do
milhão quando eu me coloquei realmente em movimento, quando eu executei, porque ideias eu tive várias, muito criativas. Sim. E eu poderia ter até talvez mais dinheiro se eu tivesse executado elas lá atrás, né? Então assim, eh, mas por eu não ter me colocado tanto em movimento, ter ido até o Fim, parei ali no meio, não, não aconteceram. Aí foi outra pessoa foi lá e criou. Uhum. Então, movimento gera faturamento, movimento gera movimento que gera faturamento. Esse para mim é o E assim quando você cria um movimento de marca que que para mim o grande centro
do branding, essa geração de significado, é você criar um grande movimento. O que a gente fez foi criar um movimento de marca, porque quando você documenta a sua história, Você conta tudo que você passou, você mostra os seus bastidores, você tá criando um movimento ali, você tá, você tá mostrando pro mundo aquilo que você tá lutando contra, sabe? O que que você tá, como que você pode ser útil pro mundo. Então, esse é o ponto focal do branding, é você criar um movimento que carrega a solução do problema que você enfrentou na tua jornada. Uhum.
Cara, genial isso. E acho que é muito do que a gente tá fazendo aqui também, né? Eu tô Tipo carregando esse movimento porque eu quero que você faça dinheiro, entendeu? Eu tô te cortando vários caminhos aqui, trazendo várias pessoas geniais, eh, apertando elas, né, questionando até o fundo. É coisa que eu vejo poucos podcasts fazendo, eh, mas justamente para, cara, representar você, para que você consiga pegar um, dois, três, cinco insightes que apareceram aqui e aplicar alguma coisa, tá? E ter consistência para poder eh chegar nos teus Resultados. E, cara, movimento, eu concordo muito com
isso. Eh, se não tiver movimento, não tem nada. Eu acho que o dinheiro ele ele é uma outra frequência. Você tem que vibrar numa frequência para poder atrair a parada. Se você tá na frequência muito baixa, cara, já era, já perdeu. E tem que investir também, porque o dinheiro ele vai circulando. Você tem é o dar e receber. Exato. Se você acha que você vai conseguir dinheiro também é Desafiador, porque olha que você deu até R$ 10.000. Mas o que que a gente fez com o plano? A partir do momento que você começou a ganhar,
você já começou a investir. É isso. Tem que você já começou a circular. Investimento em evento é um investimento e investimento em tráfego, investimento, enfim, você tem que investir. E a Lívia foi conservadora aqui, ela poderia ter pego esse dinheiro já gastado no início também. Não, eu guardei. É, ag eu trouxe Uma assistente, né, no início, porque eu tô gastando aqui para vocês. Tá vendo aqui, gente? Valorizem. Muito bom. Adorei, Bruno. Obrigado pelo cara. Adorei também que você veio. Muito obrigado, cara. Agregou para caramba. Depois você tem que vir com mais tempo também numa próxima
para falar mais de branding founder led growth. Eu quero saber essas coisas. Deixar eu viajo, né? Eu mergulhei ali no negócio dos capitais de valor a galera, né? Depois quem Quiser ver o framework pode entrar lá no meu insta que é o Liviarock @liviack com que é que tem lá a metodologia. Perfeito. E todo mundo tem. São capitais que todo mundo tem. A gente só precisa saber contar a nossa história. Eles contam a nossa história e daí que surge o nosso branding. Top. Segue a Lívia lá. Então me segue também. Bruno Cimantes. Se você ainda
não tá inscrito no canal, se inscreve para que eu possa trazer cada vez pessoas mais interessantes aqui Para poder te ensinar cada vez mais completamente de graça. E obrigado. Ah, veja esse podcast que tá aqui é o da Cami. Você conhece a Cam Figueira? Adoro. Maravilhosa. Cara, ela veio aqui, ela tem um um querida demais. Ela fez um plano do milhão similar ao seu, só que com algumas coisas diferentes. Mas ela também falou de de high ticket e tal. Vale a pena. Galera, do branding, né? Ela também, ela começou no branding também. Então ela, a
gente tem essa Sintonia, eu acho que tem tudo a ver. Então se você gostou desse episódio da Lívia, com certeza você vai gostar do episódio da Cam.