era uma vez em brasit colândia um país onde a mesa do pobre foi ficando vazia onde o peso das contas dobrava e a esperança murchava junto com o salário a inflação subia o desemprego rondava e o povo que acreditou em promessas grandiosas agora olhava para o prato com um nó na garganta o homem que se dizia amigo dos Pobres garantiu que tudo seria diferente a gente também gosta de pouco mortad dela a gente gosta a gente gosta de coisa boa falou de fartura de comida na mesa de gasolina barata de um país onde o brasit
soliens Voltaria a sorrir mas o tempo passou e no lugar das promessas veio a realidade o voo a Brasil que prometia passagens acessíveis para que o pobre finalmente pudesse andar de avião nunca saiu do chão a Amazônia queimava no pior nível em 12 anos e o mais básico café arroz feijão pão virou luxo no meio desse cenário um menino se levantou na Câmara Municipal Pequeno no tamanho mais gigante na coragem ele disse o que muitos pensavam mas poucos tinham coragem de falar e eu quero minha pican e meu café faz o de ladrão silêncio depois
um burburinho era como se o país todo esse sido resumido em uma frase simples direta e cortante os britoli olharam uns para os outros o que antes era esperança agora era frustração e no fundo só restava uma pergunta até quando l