então nós vamos continuar tratando das causas da última vez no final da aula anterior nós vamos assim pouco é como aristóteles vai classificando causa os princípios elementos uma classificação que ele muda um pouco de obra para a obra inclusive né um a noção de princípio é aquela aquilo que vem antes causa já não é só o fato de vir antes mas também o fato de ter uma dependência do ser entre a causa o causado em certa medida só se dá aquilo que foi causado porque houve uma influência vamos assim indireta né do da causa sobre
a geração da cliente não vejo com um meu cabelo começa a ficar branco então aí uma uma influência não influência um fisiológica não uma série de aspectos que estão na no meu corpo que leva que vão passando os anos meu alguns cabelos mesmo ficar no banco para alguns começa a cair cada pessoa vai ter uma reação diferente mas eu vejo uma causa que vai gerar um determinado montante é uma causa é um princípio uma causa podemos dizer que então olha só vai se mudar um pouco a a a forma de explicar isso mas pra tomás
silva a princípio ter perdão se uma causa também será um princípio a gente pode dizer que hoje nós vamos inclusive ver como isso se dá né o que significa uma causa se anterior ao causado em que medida isso acontece e de formas diferentes eu volto a dizer toda a nossa nosso estudo é uma tentativa de você explicar um pouco como a realidade se comporta isso que ele só três tenta fazer e aqui estamos baseando numa obra de tomás de aquino os princípios da natureza em uma espécie de síntese de uma série de escritos de aristóteles
uma simples bastante densa vamos assim relativamente curta em que ele pega noções para mostrar como funciona o mundo material principalmente nessa obra esse é o escopo e se o objeto o mundo material que na filosofia aristotélica característica mais forte dele tem na zona tampão platão entender e assim também mas agora fica mais forte é o fato de estar sujeito a mudança as coisas mudam uma mudança substancial ou mudanças acidentais mas aquilo que é material está sujeito a mudança haveria uma exceção aí que aqui não vale muito a pena a gente entrar todo um campo para
situar se nos corpos celestes seria matéria mas seriam pode notáveis em certo sentido apesar de serem materiais mas a gente não vai estudar isso inclusive porque hoje já não inclusive há menos interesse ou interesse teórico mesmo estudar nesses corpos celestiais que a gente já sabe que os planetas não são assim as plantas simplesmente são como os materiais como os outros né um tem não tem um específico especificação uma categoria diferente das 200 materiais que nós conhecemos então depois que a thomaz explica um pouco faz essa sim se pegando trechos da física de aristóteles da metafísica
também nós entramos aqui em uma série de 11 assim de observações que ele faz a respeito da relação das causas entre si volto a lembrar a gente está trabalhando aqui sempre uma visão aristotélica nesse ponto mas não está sendo original nem pretende ser mas é uma visão das quatro causas já sabe né causa material causa formal causa eficiente e causa final então como elas se relacionam entre si isso é um ponto importante então uma primeira idéia que ele fala que observa é a do mais é que uma coisa determinado doente ele pode ter várias causas
diferentes usando essas quatro pode ter um exemplo que ele dá é a a estátua de bronze ela tem por exemplo a causa material que é o bronze que se utiliza para se fazer aquela estátua e tem também a causa eficiente que é quem é o artífice né o artista que está fazendo aquela estado também por não falar evidentemente tem uma causa formal e tem também uma causa final por que a causa final é aquela que leva o artista aí realizando aquela aquela obra ele tem uma meta e essa meta guia o próprio a própria operação
dele é isso a gente já vai voltar daqui a pouco mas vejo a relação íntima que existe entre a causa eficiente a causa final vamos ficar um pouco melhor isso também tem um ente tem várias causas podem ser várias causas normalmente têm várias causas e também acontece de que uma mesma causa pode ser causa de efeitos de objetos de entre os contrários naquela mesma causa pode fazer um bem como ela pode fazer o mal um exemplo também que se o que tô mais emprega é o comandante de um navio ele pode ser tanto causa para
a salvação do navio tons provável que passam por uma tempestade complicada ea perícia aquele comandante faz com que a nave se mantenha sobre as águas e ejecções alva pra pra meta dela mas também a imperícia do do navegante do comandante pode fazer com que aquela aquele mesmo navio se afunde então num caso vai ser a presença de um comandante perito que vai fazer com que a nave se salva no outro a ausência desse comandante perito ou porque leva cunha que naquela hora falhou ou seja faz com que a há aquele navio naufragado então é a
mesma causa a mesma pessoa que em situações distintas pode gerar efeitos totalmente distintas isso é assim também poderia pensar não é que esteja escrito na obra ou mais mas a gente é que desenvolvendo aquilo que vê o stay principalmente a gente consegue observar nas coisas que são artificiais que o ser humano quem faz mas não eu posso daquela barra de ferro fazer uma estátua depois eu derreto aquela estátua e faz uma panela por exemplo sejam que a mesma matéria que está sendo causa de ambientes diferentes no fundo eu posso de certo ponto de vista eu
posso entender que a mesma matéria o mesmo ferro de um outro ponto de vista são matérias diferentes é interessante o presente no primeiro caso a matéria que chegou de base foi a barra de ferro no segundo a matéria foi a estátua a matéria não é a estátua a e perdão a barra não está tão em certo sentido eu poderia mas o melhor modo de entender me parece já não é a mesma coisa material matéria que está lá aquele ferro é o mesmo que antes era uma barra se tornou uma estátua e acabou virando um uma
panela vocês não lembram disso mas há anos atrás foi roubada do brasil da cbf a taça jules rimet netão as duas primeiras que se dava para o país que fosse campeão mundial então o brasil conseguiu foi o primeiro país a ser tricampeão mundial de futebol só que daí não foi bem vigiada também foi robô não sabe o que aconteceu mas talvez tenha sido retiradas simplesmente a taça então era ouvir o taça jules rimet com todo uma forma todo um valor simbólico especial e esse mesmo material depois agora ele não vai saber o que é mais
uma coisa tão a mesma matéria serviu de causa para entre diferentes então isso também pode se dar a vocês vejam isso é interessante a flexibilidade que a gente tem que ter esses conceitos deve pensar como se fosse uma um colocar uma tabela periódica ou não quer dizer sempre vai depender do ponto de vista com que você encara com que você analisa cada causa vai ser uma coisa algo distinto nessa mesma trilha e também ele disse que tomar é sempre com base em aristóteles que algo pode ser causa e causado a respeito de si mesmo sobre
diversos aspectos distintos estão dando o exemplo acho que vai ficar um pouco mais claro o que ele diz né uma caminhada vejam que a caminhada ela é causa da saúde como causa eficiente nosso pessoal puxaram preciso perder peso ou eu estou com algum problema vamos assim no pulmão ou inclusive meu coração é bom que eu faço exercício porque estão fazendo exercício eu vou com obter uma finalidade que eu almejo qual finalidade uma saúde melhor então nesse sentido a caminhada é causa eficiente da saúde agora ao mesmo tempo em que a caminhada é causa eficiente da
saúde se eu faço essa caminhada para obter saúde o que isso significa que a saúde é causa final da minha caminhada a caminhada é causa suficiente a saúde é o caminho para obter saúde e qual a finalidade pela qual eu caminhei qual é a causa final que me fez caminhada à saúde então uma coisa da qual é causa está sendo causada mesmo tempo vocês vejam a saúde é causada pela causa eficiente da caminhada ao mesmo tempo a saúde é causa final da caminhada interessante que tem uma coisa pode servir de causa e de e causa
e efeito de outra uma em relação à outra dependendo do ponto de vista sobre aspectos distintos como ele fala que é é 11 min diz a nota isso não é bastante importante ensinar filosofia aristotélica também acena para o economista essa relação de causa que são causas e são causas são causadas a respeito de si mesmos nelson jobim disse que o aspecto mais uma situação mais clara em que sociedade mais importante que a gente tem que tirar mais conclusões na relação entre almir corpo dos seres viventes o corpo é matéria serve como causa material na qual
a alma vai vai servir de forma para surgir o ente então o corpo é a matéria da alma a gente pode dizer assim ea alma é a forma do corpo deve estender uma maneira equivocada não quer dizer que a alma é material não é isso mas há uma insere numa matéria então todos nós somos de corpo e alma nós temos esse aspecto do al os animais também têm no caso do ser humano é mais forte porque no ser humano a humano é capaz incluindo inclusive de prescindir do corpo e manter a sua existência a alma
humana não se destrói com o a degradação do corpo mantém toda uma discussão filosófica muito bonita muito difícil muito importante na discussão que sempre houve não só na filosofia nas próprias religiões na anteriores a filosofia você trata da questão da imortalidade da alma algo que está muito presente nas várias culturas e filosoficamente platão tem um diálogo muito bonito um dos mais belos eu acho mais fortes que ele escreveu que chama-se fédon que é um diálogo que descreve os as horas finais e sócrates antes de ele tomar o veneno que ele foi condenado a apenas de
morte de 100 se envenenar né então é o fé não é um diálogo belíssima também sobre a imortalidade da alma e depois aristóteles trata da imortalidade da alma mais ou menos não fica muito claro como seria isso a gente vai ter chance de estudar mais para frente toda essa questão quando a gente se debruçaram um belíssimo opúsculo de som do mais é que a unidade do intelecto contra os terroristas nesse nesse o público que uma obra uma pequena obra prima nunca mais vai tratar de intérpretes e de histórias que tinha uma visão diferente como seria
a relação da roma ea possibilidade da imortalidade do mais sem dúvida admite a imortalidade da alma vamos assim então é a alma é espiritual é imortal mas ao mesmo tempo corpo é a matéria na qual elas série e tão o corpo é a causa material doente que foi que o doente animado doente que tem alma o corpo é causar material então ele diz aquilo só tomámos essa expressão não é o corpo a matéria da alma e ao mesmo tempo ao mesmo tempo a alma é a forma a causa formal da matéria do corpo tanto é
assim que vocês vejam que o meu próprio corpo e só se mantém como o corpo humano com essas características com esse formato com esse funcionamento enquanto a alma está presente no momento em que há uma ciência para do meu corpo a forma que estava que deixa de está o corpo que acontece se deterioram é o cadáver se é isso que acontece com ele então é uma relação à dupla causa-efeito corpo e alma assim como entre caminhada de saúde então isso que demonstra como uma causa tá em brim cada com a outra um é eu comentava
com vocês agora pouco é que a causa eficiente está em relação ao fim exatamente isso não é causa eficiente é dita é reconhecida em respeito do fim sempre que eu falo que algo eficiente já estou pensando em relação a uma finalidade é sempre assim hoje eu tava vendo uma palestra que a pessoa colocou o famoso diálogo que tem na alice no país das maravilhas em que alice pergunta puxa que estrada que eu tenho que pegar pra ir pra algum lugar só depende de um deu o gato ela expõe depende de onde você quer ir ela
fala tanto faz então ele respire disso então qualquer estrada serve para marcar alguma que me leve algum lugar deles olha qualquer uma delas se você andar bastante você vai chegar em algum lugar então sempre que eu preciso então vou querer pegar um caminho que quero seguir uma estrada e só tem sentido se eu tenho uma finalidade em si não é indiferente fica tudo arbitrário em certo modo a gente nota na natureza é procedimento situações que se repetem que mostra uma finalidade que está presente nos objetos como a gente já viu em reuniões anteriores inclusive sendo
essas finalidades inconsciente do sujeito que assim o meu corpo está com mantendo a sua integridade mantendo a vida e eu não estou com sentimento esperando manter minha vida assim não estou controlando consentimento simplesmente um funcionamento biológico os planetas estão girando em torno do outro devido à força da gravidade então todas as coisas estão se sucedendo com padrões segundo leis ainda que esses entes que estão sujeitos a essas leis a aaa esses movimentos não tenham consciência da finalidade mas a uma finalidade tanto que eu sou capaz de prever o que vai acontecer a funcionalidade permite isso
o o homem que isso vai se dar então a causa eficiente é dita em respeito ao fim o fim está em ato apenas na operação do agente ele ainda não aconteceu até o final da operação é algo interessante o exemplo que eu dei na reunião passada eu falava da água que nós a conhecemos então tem uma água que está x graus aumentaram em 20 graus como eu coloco um em cima de uma fonte de calor foi quando o fogão lá de casa língua sendo o fogão coloco a chaleira com água e comércio há a fazer
com que aumente de temperatura o que está acontecendo aí tá vendo uma mudança talvez numa alteração na água a partir de um objeto que está em alta e ele já está quente a água não tem ainda quente pra água fica quente ela tem que se sujeitar a operação de algo que já está atualmente quente o fogo se não houvesse esse fogo ela não vai sozinha por si mesma subir a sua temperatura ela tem potência aumentada em temperatura ela só vai atualizar essa potência se outro agente em ato fazer com que ela passe da potência para
o ato essa é importante isso é bastante estratégico para se explicar como se dá o movimento então o fim ele está em ato apenas pela operação do agente a operação do a gente vai fazendo com que aquela finalidade que no início era só potencial se atualize então eu quero fazer um café então que vou fazer essa água fica próximo do ponto de fervura então vamos porque agora água na temperatura ambiente estão aqui no rio 27 e 28 graus vamos supor que aguentar assim coloco no fogo ela começa a subir ela começa então tá em potência
não chegou sem vai atualizando 40 60 e 80 atualizando chegou onde eu quero pela operação agora está atualmente na temperatura que o desejo na finalidade que eu tinha aquela finalidade sul atualizou agora o ponto de fervura igual e põe num café de poderia continuar né o café que é o café o café vai ter uma causa material vai ser a água mais o pó do café vai haver uma mudança acidental aquela água vai passar a ter uma série de características que ela não tinha antes a partir do momento que ela passou no equador que eu
quero mostrar a vocês a gente pode ver toda natureza constantemente nessa situação de uma causa dando origem a outra é isso que a história deles tenta nos dá um arsenal filosófico para explicar isso para explicar como isso tudo se dá então é o fim é considerado nesse sentido a causa do eficiente e eficiente a causa eficiente ela age em função do fim como a gente estava vendo antes naquela situação da saúde em relação à caminhada e eficiente é a caminhada a finalidade a saúde então como pra adquirir saúde em vista de um fim eu comecei
a caminhar o que causou à minha caminhada nesse sentido foi a finalidade que estou buscando então a causa afinal ela é uma causa do eficiente daquele aquele que há gelo que quem opera ao mesmo tempo o eficiente é causa daquilo que ele é fim daquilo que nós víamos antes causas em sentido cause causado em sentidos diferentes um do outro agora a um ponto aqui que eu acho bem interessante tomás fala ele diz o seguinte é o eficiente ele é causa da finalidade porque é pela operação do eficiente que chegou aquela finalidade pela operação deficiência que
chegou aquela finalidade agora ao mesmo tempo não é o sr diz né não é o eficiente que faz com que o fim seja fim vamos votar por exemplo da caminhada da saúde então eu o the kira a saúde através da caminhada então a caminhada é causa de uma dica de saúde mas não é a caminhada que faz que a saúde seja uma coisa boa pra mim então a causa eficiente ela age mas ela faz com que o filme aconteça mas não é a causa eficiente que faz com que o fim seja visto como finalidade essa
é a idéia de tomás não ela ela cria a finalidade a causa eficiente ela reconhece a finalidade faz com que a finalidade acontecer aqui aquele fim que o mesmo aconteça mas não é ela que faz com que o fim seja fim de um motivo de ser fim é uma coisa sutil mas é interessante que isso vai ter importância em outros campos da filosofia é então o que diz tô mais o médico faz com que a saúde seja em ato mas não é ele que faz que a saúde seja fim porque a saúde é nosso fim
porque a gente vê como um bem que nós mantenhamos a nossa integridade física é porque o médico disse que isso se tornou fim não o médico reconhece que é bom que seja mantida a integridade física ele sabe qual é o caminho quais são os meios pra eu fazer com que essa integridade seja mantida então ele vai agir de forma a causar essa finalidade então ele causa finalidade ele faz com que a finalidade exista mas não é ele que faz com que a finalidade seja finalidade essa é a ideia então vocês vejam que há é bonito
isso porque haverá situações um pouco difícil mas no geral isso quem opera a causa eficiente não é ela quem faz com que as coisas tenham sentido pensar na moral e tudo mais que não é o homem quem dá o sentido para o bem para o certo para o correto por perfeito essas coisas de óleo de certo modo a gente descobre examinando a ele adivinhando a forma vendo a finalidade que as coisas apresentam e muitas vezes essas finalidades vão depender do que o artista acha do que o o o agente operador entende do que ele pensa
tá nessa é a ideia então não pensavam pensar em termos de arte que deu uma uma obra ela não é bonita porque o escultor acha que ela é pública pra mim é bonita assim eu causei a própria não não é assim depende dele ele pode ou não ser ter sucesso em atingir a beleza mas não é porque ele disse que a beleza beleza só mostrou um pouco pra vocês como é né é realmente impressionante como essa as pessoas foram capazes de pensar em tantas coisas diferentes de uma maneira se então que tudo é fruto de
inteligência né eu sou um lance isso nunca ele ia chegar a essas conclusões mas você vê que uma história não soltou mais são pessoas que são capazes disso né pensando elas começam a ver a realidade que está aí no dia a dia dentro de nós e começam a perceber relações das situações uma vamos assim é dependendo da outra e ele se expõe isso é então olha o que disse também é agora com relação ao fim o fim não é causa daquilo que é eficiente mas é causa para o eficiente seja eficiente ele vai explicar isso
né então o fim faz a matéria ser matéria ea forma ser forma pois a matéria recebe a forma apenas pelo fim porque vamos votar um exemplo porque o artista e escultor vai fazer uma imagem de mármore porque ele começa a esculpe aquele bloco de mármore que tá diante dele em vista do que ninguém começa com que a gente tivesse uma pessoa de cupido e quando você está fazendo ele não vai dizer não sei talvez ele até fala isso mas a gente sabe que é uma pessoa um pouco louca o que vai sair dali pode ser
pouco vai ser só um monte de pedra quebrada não vai ter nenhum sentido é difícil logo responderia dessa maneira uma outra pessoa não estou tentando fazer uma estátua que eu estou pensando em fazer assim assim e quero fazer uma cópia por exemplo de um do davi do do michelangelo hoje bacana fazer uma cota pequena aqui é tão ele tem uma finalidade a forma ela surge a partir da finalidade ele escolhe aquela matéria em vista a finalidade que ele tem então a matéria forma depende da finalidade é causa eficiente e indigna a causa eficiente evidentemente ela
vai operar em vista da finalidade então aí é uma frase que diz tô mais o fim é a causa das causas porque a causa da causalidade em todas as causas sejam que é um pouco diferente você ser causa de algo ou ser causa da causalidade daquele ao ser causa da causalidade de algo é aquilo que faz com que esse algo seja uma determinada causa é o motivo por que aquilo passa a ser uma causa em função da cliente que está sendo feito porque eu faço uma imagem de pedra e não faço de areia repente o
que é só fazer um castelo de areia na praia vou usar e eu não vou usar a pedra não vou usar um uma árvore o que torna aquela matéria apropriada para aquele ente a finalidade que eu quero atingir no final a forma que vai ser colocada lá ela será a forma em virtude daquilo do fim que você deseja a agir ea maneira como você vai operar aquela uma matéria para colocar forma a atingir o fim vai depender do fim então o fim tona as várias causas dão ela ela determina a qualidade das distintas causas e
não só aqui eu faço uma observação a causa final vocês vejam como ela é fundamental em toda a explicação da natureza para aristóteles e foi justamente a causa final que na modernidade foi aquela afastada como não tendo sentido o eu entendo que por uma certa vamos assim algum exagero no próprio utilização da cota final que poderia acontecer também em uma compreensão que você começa a explicar lá de uma maneira que o vocalista acho que aconteceu também mas na modernidade um pouco se tirou a idéia de causas como sendo algo inútil pra entendimento dada ciência à
filosofia só descreveria mas não procuraria finalidades aí teremos chance de falar sobre esse tema todo mas aqui só me importa mostrar um pouco a distância acaba ficando uma tentativa de explicação de um universo sem a causa final porque pra aristóteles para filosofia clássica a finalidade é a causa das causas então realmente passa a ser de um modo totalmente distinto de você fazer filosofia e você queria explicar a realidade que está ao nosso redor é então a matéria agora falar um pouco de material informa a matéria é chamada de causa da forma ela pode chamar de
casa foi uma coisa material porque a gente porque isso porque a forma ela não é senão na matéria a estátua enquanto não tiver um magro no estado só é potencialmente ou na cabeça de alguém só vai funcionar efetivamente estátua quando ela se incorporar naquela forma então um pai e mãe terem ter filho e já podem na cabeça dele imagina como vai ser o filho vai ser assim vai ser assada vou cuidar desse jeito mas enquanto não houver efetivamente néon uma a concepção da criança novo tempo não tem filho não tem fim então a forma precisa
de uma matéria pra se da alma humana mesmo na forma pra nascer um animal no mar é uma planta tudo isso necessita da forma precisa da matéria na collins sério então nesse sentido a gente fala a matéria é causa da forma lembrando que a nossa de casa que eu falava pra vocês é um princípio do qual depende o cheiro da que virá o causado depende dos e no ser da causa então a forma depende da matéria pra poder inserir e assim existir ea forma o mesmo também é causa da matéria porque a matéria não tem
ser em atos e não pela forma a gente já viu numa reunião anterior aquela noção de matéria prima que ele sofre usava que seria uma matéria anterior a qualquer forma ou a qualquer ligação qualquer determinação mas que a matéria prima não existe em si mesmo é um princípio ela precisa de uma forma que ensina nela para começar a ser não existe matérias informa então volto a mostrar que aquilo a relação entre as roupas as causas uma uma implicando a outra uma necessitando da outra sendo causa e efeito ao mesmo tempo ao mesmo tempo sob aspectos
diferentes entre a forma são ditas relativamente uma outra e elas são ditas em relação ao composto como partes ao todo então vamos pensar a estátua a matéria ea forma da estátua uma árvore mais aquela disposição do volume que faz representar uma determinado uma figura ou que seja a matéria forma a matéria é uma parte do composto a estátua ea forma uma parte do composto então como uma parte em relação ao todo a matéria forma volto a dizer que aquilo que a gente já falou com relação aos seus materiais o que existe mesmo o composto não
existe forma fora do composto e não existe matéria fora do composto elas existem juntas eu posso falar por exemplo que o bloco de mármore existe antes de haver a está assim não coloquei aquela forma ainda mas a estátua de mármore só existe quando houver também a forma do mar mas da forma de estátua antes existe potencialmente eu posso falar como a gente viu comecinho na nossa primeira reunião o ser em potência aquele que pode ser mas ainda não é um ser em até aquele que efetivamente são um bloco de mármore um bloco de qualquer pedra
ele potencialmente é uma imagem ele só se tornará atualmente uma imagem quando a forma inserir nele então todas essas ações que acabam com relação entre as distintas causas vamos para um outro aspecto é que toda causa enquanto causa é naturalmente anterior ao causado se o causado depende pra ser da causa essa casa tem que ser anterior à ele não tem sentido uma causa posterior né ao ao causado agora aí na sua sutileza vamos assim na sua grandeza pode dizer também aristóteles ele vai falar que esse anterior à causa anterior ao causado esse anterior pode ser
entendido de dois modos então o primeiro pela geração e pelo tempo que o segundo que ele chama pela substância completude bom ou álbum anterior pela geração pelo tempo ou pela compra e tudo vamos explicar isso né é quando a operação da natureza que o que está gerando o ente a causa eficiente quando a operação da natureza procede do imperfeito para o pv o perfeito a estátua ainda não está pronta a criança que está ganhando a forma cada vez mais perfeita de ser humano o começo é pequenininho os órgãos estão pouco desenvolvidos os membros são pequenos
então ela vai ganhando a forma que ela está passando do imperfeito para o perfeito então nesse caso evidentemente o imperfeito vem antes do perfeito perfeito - do prefeito então ao manter a unidade na geração e no tempo no tempo você anda em perfeita depois vocês passa a ser perfeito a água esquentei antes ela tava frio ela foi se aperfeiçoando se eu tô entendendo que adquire a temperatura que eu desejo a perfeição ela vai se apresentam antes ela estava em perfeita e ela se torna perfeita dá exatamente naquela naquela situação que o homem java quando eu
comecei a cantar lá então segunda geração o tempo o imperfeito anterior o prefeito agora ele fala que o perfeito é anterior ao imperfeito quando eu penso em termos de completude e substância já vou explicar para vocês o que o que isso significa então de modo geral o imperfeito anterior o perfeito de maneira estrita o ato eo perfeito são anteriores ao imperfeito é uma ideia aristotélica muito clássica e fala o ato precede a potência da anterior a potência e fala como isso não quero que ele está falando né é uma semente a semente anterior árvore então
como é que pode o ato preside a potência que ela só vai ser a árvore em ato quando eu tiver crescido antes ela teve que ser potência e aí adianta ele fala que é algo pra passar de potência prato necessita algo em ato anterior que faça aquilo vejam no caso da árvore eu pedi a semente de onde veio a semente a semente veio de uma árvore em ato aquela potência da semente ela é precedida por um ato até uma coisa interessante saber a gente vai estudar e quando falar do de uma parte muito bonita da
filosofia que a filosofia do servente filosofia do ser humano principalmente mas nesse momento daí o o orson welles fala que um dos sinais de que um corpo ele é perfeito um corpo vivo é a capacidade que ele tem do que de se reproduzir vocês vejam que a criança enquanto ela atinge a madrid a maturidade maturidade dos seus povos do seu corpo ela não é capaz de reproduzir o ser humano é assim uma planta um animal e quando envelhece cuca é uma das primeiras coisas que acontecem afetividade começa a diminuir começa a ficar mais defeituosa uma
árvore velha já não consegue mais produzir nada um ser humano muito velho perdeu a capacidade de procriar então você só consegue procurar quando você está em ato então a potência foi precedida por um ato e também eu posso entender de outro modo que que o ato procede à potência porque a potência só consigo entender em função do ato para dizer não está aqui tem potência para ver a estátua eu já estou pensando uma estátua em ato ela é o que indica que a quina tem potência eu só consigo ver isso aqui está desenvolvendo bastante porque
não está desenvolvendo bastante porque eu já tenho a noção do que é o desenvolvimento se não se eu não soubesse que a semente pode se tornar uma árvore grande nem teria sentido eu falar que a semente ainda não está desenvolvida eu só posso dizer que ela não está envolvida porque eu sei aonde ela vai chegar eu sei o que é sem ato então em substância e completude o perfeito precede um perfeito não temporalmente mas ele percebe como um perfeito está em função está visando está buscando aquilo que é perfeito é então ele fala que de
maneira estrita o ato e os prefeitos anteriores porque é pelo ato que se converte em algo da potência para o ato e o perfeito é que aperfeiçoa o imperfeito você só vai conseguir fazer a está ótima como você na sua cabeça tive a idéia aquela final onde você quer chegar se você já não têm a noção do ar da substância do completo você não consegue fazer com que aquele perfeito se torna completo então a completude precede o imperfeito bonito não é bonito essa netão disso é tomado temporalmente imperfeito precede o perfeito em termos de substância
de concretude o perfeito precede o imperfeito inverte então eu posso falar de anterior mas em dois sentidos de simples na nosso pensamento atual onde a gente perdeu um pouco a noção desse jeito perfeito o ato precede a potência a gente já não não é ético é nosso que exija a causa final você precisa daquela final para compreender toda essa dinâmica se você tira a causa final tudo já passa a ser simplesmente uma sucessão de movimentos que dão tempo então no tempo eu poder fala de prefeito em perfeito até sendo mais radical se eu pensei em
termos de tempo não cabe falar de mais perfeito - é um tiro em cada final porque a criança seria menos perfeita do que um adulto totalmente desenvolvido não tenho um critério para dizer isso a gente não perdeu totalmente a causa final por isso a gente acaba conseguindo trata disso mas a gente tirasse qualquer noção de finalidade não teria sentido completude incompleto nada num completo é justamente atingir um fim não tira a nossa defesa não tem nem sentindo mais falar de completude o movimento passa a ser simplesmente algo aleatório não algo que está visando um determinado
estágio uma determinada forma seja uma diferença e como me parece que a explicação do técnico é uma explicação muito mais de acordo com o homem como pensa no dia-a-dia de como a gente mesmo vivi as distintas coisas de pura finalidade disse que está melhor ou pior de acordo com uma meta não viver dessa maneira tem que se forçar um pouco hoje em dia a aflov pessoas que forçam esse tipo de pensamento você pode mas você vai ter sérios problemas para explicar uma série de coisas é então tá matéria é vamos aplicar essa idéia de anterior
ia e posterior em relação a algumas causas a matéria é anterior à forma pela geração e tempo anteontem a matéria depois que eu vou colocar a forma dela é e anterior é aquilo né que é desenvolvido aquilo que é desenvolvido a matéria que eu tenho é anterior à quilo no colo se desenvolve a matéria com a forma de terminar aí está vamos dizer assim né agora a forma anterior a matéria na perfeição porque a matéria apenas tem o seu completo pela forma que eu estava falando antes se aplicando na matéria informa nessa mesma noção matéria
anterior a forma porque da mata na matéria que forma vai inserir também que já existe há matéria para que a influência nela agora em termos de perfeição à forma anterior à forma anterior a matéria porque a matéria só tem o cheiro completo quando ela adquire totalmente aquela forma volta de sempre uma coisa uma forma relativa uma forma dinâmica de entender as coisas uma forma flexível né eu poderia acontecer ou simplesmente para a estátua no meio e no final eu quero essa forma poderia crer nunca material estava em forma alguma volto a dizer eu falar que
a matéria tem forma incompleta em relação àquela que eu quero alcançar não quer dizer que no momento ela já não tenha uma forma na qual ela subsistir não tem lá uma estátua comecei a fazer parei tem uma forma ali com uma matéria assim quem já tem agora é incompleta depende do ponto de vista que eu vou ter seu de simplesmente umas 10 batidas lá eu quero fazer é o davi lucca já não falta muito ainda falta muito mas eu não mudei de idéia eu quero que fique isso então passou a ser feito então tudo o
perfeito é imperfeito depende da finalidade que você está buscando depende da finalidade então eu quero um galeto não quero um lugar um frango inteiro que eu quero comer um galeto então quando chegou no galeto nesse ponto de vista já está completo e incompleto em relação ao frango totalmente desenvolvido completa em relação ao galeto então são exemplos que eu tô nem aí para a gente entender então a forma anterior a matéria na perfeição a causa eficiente é anterior a causa final pelo tempo no tempo e na geração cresceu então o artista está fazendo a estátua a
operação do artista anterior a estátua feita atingir aquela finalidade na geração e no tempo a causa eficiente anterior a causa final agora a gente já sabe né e é pela eficiente pela causa eficiente é feito um movimento para o fim agora o fim anterior o eficiente enquanto eficiente na substância no complemento porquê porque a ação do eficiente apenas é completada pelo fim pelo que eu falava antes só tem sentido a causa eficiente se eu tenho em vista o fim não dá pra dizer que ela é propriamente uma causa eficiente então podemos dizer que as duas
causas a causa uma causa material a causa eficiente são anteriores por via da geração e do tempo a fome o fim são anteriores por via da perfeição uma completude então vejam como as causas se relacionam é impressionante então acabamos sobre as causas e agora quer falar um pouquinho sobre a necessidade os tipos de necessidade que a então a história fala de duas necessidades e tomás é repete isso toma a necessidade absoluta ou a necessidade condicional então necessária pelo que é aquela que tem que acontecer não tem como a condicional ela existe porque eu quero atingir
no fim se não quisesse eu não teria essa necessidade então como explicar isso a necessidade absoluta é aquela que provém de causas anteriores na via da geração que são a causa material ea causa eficiente uma casa necessária ela vem outra coisa material da causa eficiente o exemplo que ele dá de uma necessidade absoluta também o técnico é necessário da morte a necessidade da morte de onde é porque nós morremos gente vende da nossa matéria de uma da nossa causa eficiente também é o morro porque o meu corpo já não é mais capaz de manter as
operações próprias no ser humano que me mantém vivo a morte é isso que o corpo ele pode o leva um ferimento um tiro no coração por exemplo não sofrer um tiro no coração rim que acontece o coração deixa de bombear sangue para o resto do corpo ao deixar de bombear sangue o que vai acontecer rapidinho no corpo e coloque ele precisa do sangue circulando para poder se manter vivo então se uma um determinado órgão já não é mais capaz de fazer isso causa eficiente não é capaz de exercer a sua operação eficiente que acontece com
o corpo morre está ligado a matéria também isso não há necessidade que está ligada à matéria e a causa eficiente são necessidades absolutas simplesmente acontece aquilo acabou né vai se dar passos e de aquela aquela situação é então é uma necessidade de matérias são tomás disso o excesso de matéria neh marcelo da mota então provém a morte provém da matéria e da disposição dos componentes contrários à vida a necessidade condicional provindas de causas posteriores na geração provém da forma e do fim então quando nós dizemos que pra ver concepção do homem lindo pra um homem
ser gerado precisa vender a concepção ou precisa haver um ato sexual um ato sexual que esse conselho então vejam é necessário haver um ato sexual condicionalmente para que se atinja aquele fim não é necessário em si mesmo para atingir aquele fim é necessário permanecer de condicional necessária relacionada ao eficiente o perdão ao a finalidade que se busca é a forma que se quer atingir então é condicional porque a mulher conceber não é necessário por si mesmo para conseguir ela tem que fazer um ato de geração um ato sexual para conceber a precisa disso para é
necessário que ela faça um ato está no pé do filho não ela continua se ela mesma e pronto então nesse caso é uma necessidade condicional de cada a finalidade a forma então isso é interessante ele fala rapidamente disse dessa necessidade absoluta continuam mas ele usa na filosofia dele em vários momentos ele vai tratar isso é uma absoluta uma finalidade condicional né e então essa idéia é criar absolutamente aquela que vai se dá necessariamente não tem como você fugir dela condicional é a necessidade se for pra ter levado o fim mas continua as coisas existirem em
si se não não se atingir aquele fim causa causa a situação da morte não é assim né no caso pra se gerar precisa ver o ato vai a concepção mas o homem a mulher ele sim dependem daquela concepção que vão fazer pra eles continuaram existindo tanto um filho para existirem agora no caso da nossa existência da nossa vida a uma necessidade de morte vai acontecer a morte não é uma questão condicional ela vai acontecer ela está ligada à nossa causa eficiente a nossa incapacidade de manter aquelas operações e também podemos dizer que a história lhes
fala tomás também vai ter tudo que é material tende a se a morrer se corrompe terá expressão correta tecla menu filosoficamente falando a corrupção é uma característica da matéria só faço aqui uma breve reflexão suspensas em toda a questão da morte que nos dói tanto mas a morte dos animais da das plantas do serum do ser humano um que ele tem de material tudo isso só pelo fato da gente e material é uma necessidade não existe matéria perene então há a morte é um plano muito bonito de machado de assis que ele faz toda uma
uma discussão sobre a morte ea vida que contrapõe uma outra mostrando que a morte de umas vezes é necessário para a vida do outro a filosofia esotérica de certo modo ela percebe essa esse - mesmo problema danilo vai carvalho talvez de alguns certo modo vai radicalizar isso faz parte de uma idéia é verdadeira você tem uma certa luta pela vida que para um sobreviver precisa que outros pereçam isso é assim mesmo nequinha a a morte do ser humano é a vitória da bactéria ou de um pode ser de algum de um vírus que que pegou
venceu o corpo não foi capaz de derrotá aqueles seres que estão dentro do corpo eles vencem e matam então a vida de um foi a morte de outro agora que o ser corpóreo vai em algum momento morrer isso é uma necessidade absoluta não uma necessidade condicional é tomar sol a partir da própria para a parte final da aula tomás fala que três causas podem decidir alguma coisa formal à eficiente afinal o exemplo que dá pra isso a geração do fogo né o fogo é causa eficiente enquanto ele gera ele é causa formal enquanto ele faz
será tucano terá potência de forma como é que eu faço o fogo pegou fogo aqui por um outro então esse primeiro fogo está sendo causa eficiente de segundo fogo esse segundo fogo que surgiu é forma também forma de fogo e qual que eu quis fazer um fogo com a finalidade que eu tinha colocar fogo então fogo também é causa final comentei com vocês em outras áreas muitas das causas final é um formato muito próximas nem a causa final freqüentemente é a perfeição da causa foram da costa formal da causa formal atingir a perfeição eu tive
eu consegui o fim que almejava muitas vezes assim nos seres vivos tende a 5 todo o nosso corpo todo nosso desenvolvimento ele está feito para que se chegue perto da plenitude física que vai se direcionando chegar a essa pergunta de se manter até que chegou uma hora que você já não têm mais força a necessidade absoluta nerd a matéria já vai perdendo força no cabelo branco começa a cair começa a ficar mais difícil você emagrecer você se machuca demora pra você se recuperar da contusão que experiência nós vamos infelizmente tendo com o tempo de perceber
a brincadeira e começa a ver que é assim mesmo né aquela bola que você alcançar você deixa de alcançar a agilidade que você tinha você deixa de ter é a decadência física que começa a acontecer então essas três causas formal eficiente final elas se apresentam na praça elas incidem nas coisas né então é fim na medida em que avisado pela gente e quando são terminadas nele mesmo as operações do próprio agente fui coloquei o fogo aqui começou a pegar fogo quando eu queria cheguei na finalidade então foi bom agora já posso tirar inclusive vou deixar
de operar porque ele por si já vai ser o que eu fiz a fogueira aqui por exemplo uma fogueira para nos aquecer é o fim a gente pode pensar no fim isso também outra a análise bastante perspicaz do aristóteles editou mais o fim ele pode ser é duplo eu tenho um fim da geração ou seja um fim daquela operação e eu tenho o fim da coisa gerada a coisa que foi feita ela mesma para uma final de finalidade em si mesmo é bem interessante vai ser muito importante pra mim pois entre os aspectos também de
ética de metafísica vamos dar um exemplo que pode esclarecer eu sou um artífice e quero fazer uma faca com a finalidade da minha operação naquela matéria que eu tenho mas por um cabo de madeira um pedaço de metal com uma determinada forma que eu vou dando a vou trabalhando dessa forma para que ela fique como com capacidade de cortar junto cabo na a lâmina prendendo da maneira que for mais conveniente acordo com aquele tipo de objeto e fiz uma faca então qual foi a finalidade da operação fazer uma faca a faca na operação é faca
qual é a finalidade da faca cortar a finalidade da operação é fazer a faca para cortar a finalidade da operação é fazer a faca fazer uma faca agora aquele objeto que eu fiz com a finalidade de lhe cortar não é diferente o fim da operação aquilo que eu vi chegar do fim da coisa gerada então ele é interessante ver como o fim das coisas independente voto aquilo que falávamos o fim das o dos objetos feitos muitas vezes é diferente do fim da operação o do fim de quem ou a finalidade que tinha em mente quem
realizou a operação há uma certa autonomia nascido em relação a essas finalidades é é agora ao mesmo tempo né a tomás que ele diz uma coisa o fim da geração conhecida e com ambas as causas com a causa da geração da coisa gerada quando a geração se dá a partir de um similar na espécie de uma força de uma flor então daí sim eu posso falar assim que a a a finalidade da geração ea finalidade da coisa gerada na mesma na maior parte das vezes não é similar principalmente quando aquilo que é gerado não tem
a mesma espécie do gerador agora quando aquilo que é gerado tem a mesma espécie de quem gerou eu posso falar que assimilar a finalidade da operação ea finalidade do gerado o fim com conhecido com a forma no mesmo indivíduo é o fim aquilo que eu digo pra vocês forma enfim no mesmo indivíduo é o mesmo então qual é a finalidade da rosa chega a ser uma rosa perfeita é uma forma de rosa perfeito a finalidade dela quando ela atinge a sua forma perfeita tão conhecido o fim com a forma nesse caso no mesmo indivíduo por
que em idêntico no muro número perdão o eficiente ea finalidade eles não são a mesma coisa eles não conhecida em na mesma forma quem faz normalmente é diferente do que aquilo que é feito né também mesmo no caso de um ser humano que gera do ser humano sejam eles não conhecido em no mesmo número que eu ou melhor dizendo no mesmo indivíduo o pai não é mesmo indivíduo que o fio é desconhecido em que na mesma espécie tão interessante nessa essa idéia no mesmo indivíduo forma finalidade conhecida em forma e finalidade eficiente causa eficiente e
finalidade não conheci dem no mesmo indivíduo podem em alguns casos conhecidos na espécie quando o ser humano já o outro ser humano ou de uma flor geras outra flor então a flot gerou não é a mesma que é gerada individualmente falando elas são iguais em que como espécies têm a mesma espécie depois a matéria ela não conhecido com as outras causas porque ela tem uma noção de imperfeita porque ela está ligado ao ente impotência agora as outras causas todas elas têm razão de perfeito porque elas são em ato é interessante que a matéria não conhecido
com causa nenhuma em nada ela é diferente porque porque ela é impotência e não em ato