Vamos colocar agora essas três pessoas e um único quadro. Nós temos quem tá pensando com o [música] intestino, 95% da população mundial. Nós temos quem está [música] dividindo força entre braço, mente e intestino, 4% da população mundial.
E nós temos quem está utilizando a sua maior parte de processamento mental, 1% das pessoas [música] que existem no mundo. Esse aqui que pensa só no intestino, quando que ele vai agir? Ele ele anda em frequência, certo?
Nada está parado, nada é linear. Vamos desenhar um piso para ele aqui, ó. Aqui é o teto.
Esse aqui é todo mundo tem platô em todos os níveis. Esse é o teto imaginário dele. Não existe teto real.
Todas as vezes ele pode estar batendo no platô, ele vai bater aqui embaixo. Isso aqui bate lá onde a gente falou no primeiro exemplo, bate no intestino, bate na barriga dele. Aqui quando ele começa a sofrir a fome, tá tranquilo, daqui para cima tem algumas regalias diferentes.
Começa a ser exigido dessa pessoa algumas habilidades. Que habilidades? Pau começa a exigir que ele passe a quê?
aprender a utilizar um pouco da mente, menos do intestino e um pouco do braço. Para diminuir o pensamento do intestino, ele tem que abandonar algo chamado ego, porque ele só come emoção. Então ele só pensa com o intestino.
Ele não utiliza de fato o cérebro. Ele não tem esse essa análise crítica. Ele não tem isso.
Bateu na fome, na geladeira. Ele vai dizer isso. Eu não aceito uma grande três exclamações aqui ainda.
Quando ele falar assim, ó, eu não aceito, ele vai imediatamente começar a subir. E cada nível de crescimento exige que suba, evolua e permaneça no novo degrau, sustentando as novas habilidades. Porque daqui para cá ele vai ter que abandonar o ego, por exemplo, de falar mal do patrão.
Daqui para cá, ele vai ter que assumir que não é o patrão que é mal. É ele que tá pensando com intestino. Daqui para cá, ele vai ter que assumir que a culpa dos seus resultados não é de outra pessoa, é dele.
Daqui para cá, ele vai ter que assumir que quem não leu foi ele, que quem não aprendeu foi ele, que quem não viveu a vida e aprendeu a viver ela tal como ela é, foi ele. Ele vai ter que ter e desenvolver autorresponsabilidade para sair daqui para cá. Por exemplo, para vir pros 4% aqui, tem um um grande abismo aqui, viu?
Ele vai ter que evoluir em muitas coisas. E ele vai falar essa frase aqui, ó. É muito difícil.
Para onde ele volta? Volta pra fome. Ele desistiu.
Ele desistiu de querer subir. Ele desistiu de querer evoluir. Ele desistiu de si mesmo.
Porque ele diz para si mesmo que não consegue, não suporta. É muita coisa. Ele diz para si.
que é um peso maior do que ele pode carregar, enquanto, na verdade ele só tá abraçando o próprio ego. Da mesma forma, o sobrevivente também tem seus altos, altos e baixos. E quando abaixar aqui, não necessariamente tá batendo na fome mais no intestino.
[música] Pode ser que esteja, mas tá batendo no físico em algum nível aqui físico. Não tá batendo no intestino de de passar fome, mas pode estar batendo no intestino de não comer a pizza, entende? tá batendo no intestino de não poder ir pro restaurante que ele quer.
Vai descer agora pro físico aqui, ó. Começa a querer mudar a roupa, começa a cortar um pouco das regalias que ele consegue ter aqui em cima, começa a bater na conta lá do desespero, vai fazer o quê? Ele vai dizer a mesma palavra.
Eu não aceito. Daqui para cima é exatamente o mesmo processo. Ele vai ter que abandonar algo chamado L.
Ele já vai entender que existem algumas capacidades para ser 1% que são necessárias serem desenvolvidas. Uma delas é abandonar o pensamento com intestino e abandonar a utilizar a força do peito e do braço em coisa. Para isso, ele vai ter que aprender a utilizar 100% da mente.
Para isso, ele vai ter que aprender a utilizar [música] algo coerente. Para isso, ele vai ter que aprender a sustentar e a suportar na sua vida pensamentos de acordo com coerência mental, ter capacidade intelectual de sustentar mesmo um novo resultado. Por exemplo, aqui os 4%, ele pode ser o autônomo sozinho.
Ele pode ser o autônomo que tem 10, 20 colaboradores abaixo dele também tá aí dentro. E para cá ele vai entender que aqui ou o modelo de negócio dele vai ter que escalonar, ou ele vai ter que mudar de região para vir para cá, ou ele vai ter que mudar de área de atuação mesmo do negócio, porque o negócio que ele está e construiu não existe escala. E aí o ego dele aqui, ó, vai dizer assim, ó: "Eu não suporto.
" Porque ele olha pra sua própria história. Ele olha pra grande empresa que ele construiu, ele olha pro próprio resultado, abraça o ego do resultado que tem atual, não consegue ter algo chamado desapeg. daqui para cima ele vai ter que aprender as ferramentas que hoje são disponíveis hoje em dia, inteligência artificial, network, mastermind, andar com pessoas que os ambientes custam mais caro para ter acesso a forma de pensamento das pessoas, para ter acesso à mente das pessoas.
Ele vai ter que aprender isso e reconhecer que ele precisa de mais crescimento aqui. Ele vai ter que correr novos riscos e ele vai dizer que não suporte. Quando ele diz isso, [música] ele volta de novo lá para baixo até falar que não aceita.
Aí volta de novo para cima. Quando a pessoa ela tá em nível criador, que é o que vocês estão aqui dizendo que querem buscar, ela não reage nem por não aceito aqui, nem por não suporte. Ela pode até dizer não aceito, tá?
Só que não vai ser relacionado a dinheiro, vai ser relacionado a energia, ambiente e emoções. Se ela descer a nível emocional alguma coisa aqui, ó, pode custar milhões para ela. Ela solta, porque ela desenvolveu algo chamado desapego.
Ela sabe que ela constrói de novo. Se algo for mexer, você é criador e sabe que você é o criador e utiliza o cérebro. Se algo for mexer com o seu emocional aqui, você tá vendo, vai mexer com sua energia, vai mexer com os princípios maiores, ela solta aqui porque ela não tá mais abraçada.
Ela não está abraçada ao ego. Ah, Paulo, tem pessoas aqui do 1% que tem ego, só se ela cresceu no 1% só de dinheiro. Agora, se ela cresceu em todas as áreas da sua vida, 1% no emocional, [música] 1% no relacionamento, 1% na espiritualidade, não.
Aí não. Se ela é um ser coerente, completo e a níveis de frequência que mesmo existe uma coerência entre quem ela é, o criador que ela é, ela não toma mais decisões com base em intestino, nem com base em braço. Ela só toma decisões mentais, ela utiliza o cérebro.